UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com Universidade Federal de Santa Maria Fri, 24 Apr 2026 00:16:25 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com 32 32 UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2023/10/19/astronomia-literatura-questoes-raciais-e-divulgacao-cientifica-alan-alves-brito-e-o-palestrante-na-abertura-da-jai Thu, 19 Oct 2023 19:13:05 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=64171

Tem início na próxima segunda-feira (23) a 38ª Jornada Acadêmica Integrada (JAI) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). A palestra de abertura desta edição, “Oralituras: Divulgação Científica e Tecnológica para ‘Adiar o Fim do Mundo'”, será com o astrofísico, escritor e professor no Instituto de Física da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Alan Alves Brito. Com início às 10h no Centro de Convenções, a apresentação é gratuita, aberta a toda a comunidade e não necessita de inscrição prévia.

Arte colorida sobre fotografia. No centro da imagem, um homem negro de cerca de 30 anos sorrindo e, ao fundo, arte com imagens do universo e de um telescópio.

Vencedor do Prêmio José Reis de Divulgação Científica e Tecnológica do CNPq em 2022 na categoria Pesquisador e Escritor, Brito se dedica a estudar pautas como a evolução química de diferentes populações estelares da Via Láctea, educação e divulgação de Astronomia e Física, incluindo questões decoloniais, étnico-raciais, de gênero e suas intersecções nas ciências exatas. É autor de livros que buscam popularizar a ciência e gerar inclusão. Em 2020, sua obra escrita em parceria com Neusa Teresinha Masson “Astrofísica para a Educação Básica: A Origem dos Elementos Químicos no Universo” foi finalista do Prêmio Jabuti. Atualmente, é diretor do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros, Indígenas e Africanos e busca uma ciência antirracista. 

Bacharel em Física, Alan Brito é mestre e doutor em Ciências (Astrofísica Estelar) pela USP. Realizou estágios de doutorado e pós-doutorado no Chile, nos Estados Unidos e na Austrália, além de ter atuado como pesquisador visitante em Portugal e na Alemanha. Atualmente, além das atividades na UFRGS, é membro da União Astronômica Internacional, da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, da Sociedade Astronômica Brasileira, da Sociedade Brasileira de Física e da Associação Brasileira de Pesquisadores(as) Negros(as), e foi eleito em 2014 Membro Correspondente da Academia de Ciências da Bahia. É diretor do Observatório Astronômico da UFRGS desde 2017, coordena o PLOAD (Portuguese Language Office of Astronomy for Development) e é representante brasileiro no Office for Education, ambos da União Astronômica Internacional. 

A Agência de Notícias da UFSM conversou com Alan sobre sua trajetória e a expectativa para a palestra na JAI. Confira a entrevista.

1) Como surgiu o teu interesse e o que te motivou a atuar em áreas distintas como astronomia, literatura e questões raciais? 

Sobre a motivação, foi especialmente entender que eu sou um astrofísico diferente, atravessado por marcadores sociais de raça, de classe de gênero e, portanto, implicado, sofrendo racismo subjetivo, institucional e estrutural cotidianamente e, obviamente, que no meio de todo esse barulho, eu não poderia simplesmente me embranquecer. Então, enquanto um cientista e professor que é atravessado por todas essas questões, sempre foi muito importante para mim trabalhar esses temas de forma didática, pedagógica, como uma estratégia de transformação dessas estruturas pela via da educação - que é no que eu realmente acredito. Eu também tenho uma preocupação genuína com os processos escolares e com a relação da universidade com a educação básica, porque, para mim, a educação e a divulgação das ciências ocupam um papel fundamental na desarticulação do racismo. Por isso, é muito importante esse movimento político e intelectual, a partir da universidade, buscando trazer outras perspectivas filosóficas, ontológicas e epistemológicas sobre como a ciência pode nos ajudar a combater desigualdades históricas, sociais, raciais e de gênero.

E sobre meus interesses diversos, eu considero como parte do todo, porque as ciências estão conectadas com outras áreas do conhecimento. E a questão racial é fundamentalmente cosmológica. Quando a gente define cosmologia como sendo filosofia e traz essa questão racial, é para lembrar que há outras perspectivas cosmológicas que não somente a perspectiva hegemônica, eurocentrada ou imperialista a partir dos Estados Unidos. Então, essas relações entre astrofísica, literatura e questões ético-raciais são parte dos movimentos de tentar construir um outro imaginário e construir outras narrativas. E a literatura tem sido também um lugar muito potente nesse sentido de me ajudar a construir outros imaginários sobre as cosmologias.

2) Como o envolvimento com literatura e antirracismo influenciam o teu fazer como cientista e divulgador científico? E o quão desafiador é conciliar todas essas áreas?

Eu particularmente não sinto que seja um grande desafio poder conciliar essas áreas, porque a literatura e a escrita sempre fizeram parte da minha vida. Na verdade, a escrita potencializa e me dá mais possibilidades de comunicar e divulgar a ciência. O meu interesse maior é tentar construir um novo sistema de linguagens que me permita trabalhar os processos de ensino e aprendizagem em ciência, de divulgação de ciências, mas a partir de uma literatura que também é historicamente negligenciada - as literaturas negras, as literaturas africanas, as oralidades e literaturas indígenas. Então, na verdade, também é um movimento no sentido de trazer tensionamentos para uma literatura brasileira que é historicamente branca. Assim como a ciência também é uma construção sobretudo masculina, branca, então eu não vejo como desafios, eu vejo como possibilidades. 

A literatura, nessa discussão antirracista, ela tem sido também um lugar importante de funcionar como um dado de pesquisa, como um dado histórico. A literatura também me permite pensar as perspectivas cosmológicas dos povos africanos que foram trazidos para o Brasil, os povos bantus, os povos iorubás, os povos fom, ou seja, a literatura dos povos originários. Então, a literatura também é uma fonte, um dado importante de pesquisa para o que é chamado cosmologia racializada: é a partir dela que consigo também acessar informações importantes sobre essas relações, sobre como esses povos se relacionam com a vida e com o mundo, com o céu, com a terra, com as questões mais fundamentais de ser e existir no mundo.

3) Como você vê a questão da representatividade racial na sua área e qual é a importância da educação antirracista para aumentar a diversidade na ciência?

As ciências, de maneira geral, e em particular as ciências físicas, têm funcionado como ações afirmativas para pessoas brancas, sobretudo para homens, para pessoas heterossexuais, cisnormativas, pessoas “bem-nascidas”. Então nós temos ainda uma sub-representação nas ciências físicas de pessoas negras, de mulheres, LGBTQIA+, indígenas, quilombolas, PCDs. Historicamente, o racismo científico, que é uma pseudociência, distanciou, retirou, excluiu, tem exterminado fisicamente e epistemicamente a presença de pessoas negras nas ciências físicas. É como se pessoas negras não tivessem a possibilidade de se realizar nessas áreas do conhecimento. Então, todos os meus movimentos têm sido também nesse sentido, de trazer esse questionamento para uma área que normalizou a ausência de pessoas negras. Quando a gente vai a conferências nacionais e internacionais, a gente olha para o lado e não vê pessoas negras. Não vê pessoas negras ocupando posições de poder nas universidades, nos centros de pesquisa, em observatórios, na direção de museus, de planetários. Então, de fato, há uma naturalização, uma banalização dessa ausência.

Então a gente não precisa somente de uma educação em ciências, mas essa educação em ciências precisa ser antirracista. Ela precisa tensionar esse conceito hegemônico de ciência, de desenvolvimento, de tecnologia, para a gente poder construir práticas decolonizadoras da ciência, práticas antirracistas, entendendo que esses movimentos implicam também em questionar estruturas hierárquicas de poder em um discurso de autoridade científica que perpassa a construção da ciência historicamente. Então eu gosto de pensar que a educação em ciências precisa ser antirracista - e cientistas não podem ser negacionistas. Só que muitas vezes a gente tem cientistas negando o racismo. Eu costumo também dizer que muitos cientistas, filósofos, pensadores e pensadoras são negacionistas quando negam o racismo, quando negam, por exemplo, o feminicídio, quando não aceitam as evidências científicas que desembocam no racismo, no feminicídio, nessas práticas excludentes que nos atravessam estruturalmente.

4) O que podemos esperar da palestra “Oralituras: Divulgação Científica e Tecnológica para ‘Adiar o Fim do Mundo’”?

Eu espero poder levar vocês a outras possibilidades de conexões entre as diferentes áreas e entre as diferentes cosmologias - as cosmologias africanas, afro-brasileiras, indígenas, as cosmologias eurocentradas. Quero levar outros tipos de relações, que não são relações hierárquicas, mas possibilidades de coexistência, de diálogo, de compartilhamentos interculturais, entendendo que as cosmologias africanas, afro-brasileiras, indígenas colocam para nós a possibilidade de construção de um outro projeto de país, de um outro projeto de sociedade, onde a gente, nesse processo de educação para as relações ético-raciais, a gente pode de fato adiar o fim do mundo, evitar a queda do céu, evitar o colapso de uma sociedade cada vez mais genocida com certos corpos.

 

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/eventos/brasil-terra-indigena Tue, 17 Oct 2023 18:35:52 +0000 http://www.55bet-pro.com/?post_type=eventos&p=64145 O Brasil Terra Indígena é um evento anual de extrema importância que visa promover a cultura indígena, bem como abordar questões críticas relacionadas à saúde, direitos e educação indígena. Este ano, o tema do evento é “O Futuro é Ancestral!”

A programação do Brasil Terra Indígena II inclui uma variedade de atividades, como, palestras, oficinas de pinturas corporais, rituais tradicionais, apresentações de trabalhos de estudantes indígenas e compartilhamento de nossa cultura ancestral.

A presença dos povos indígenas nas universidades é um tema crucial, pois revela a necessidade de reconhecimento e respeito às terras historicamente pertencentes a essas comunidades.

As universidades, assim como a educação básica, foram instrumentos de um projeto colonial que buscava homogeneizar a cultura e servir às elites, que pregam até hoje suas monoculturas de pensamento. Nos últimos anos de desgoverno político intensificou-se a necessidade de estarmos mobilizados para a garantia de nossos direitos constitucionais, com muitas batalhas ganhas e perdidas.

A entrada dos povos indígenas nas universidades tem sido desafiadora devido à precariedade da formação escolar e à falta de consideração pelos conhecimentos específicos dessas comunidades. No entanto, a presença indígena na academia representa resistência e retomada de territórios que são fundamentais para sua história e futuro. Os desafios de entrar e permanecer na universidade, as estratégias para superá-los e a importância de uma universidade que seja inclusiva e acolhedora para todos.

O Brasil é terra indígena é o maior evento acadêmico do estado do Rio Grande do Sul, dando voz a quem veio antes de nós e para aqueles que virão depois de nós. Um movimento decolonial que busca uma nova universidade com nossas cosmopersepções e com os ensinamentos ancestrais de nossos mais velhos, por que antes do Brasil da Coroa, Existe o Brasil do Cocar.

Futuro Ancestral” nos convida a refletir sobre nosso caminho como humanidade, reconectando-nos com nossas raízes e valores ancestrais. É hora de honrar a sabedoria dos povos indígenas, preservar a natureza e construir um futuro diferente do que está posto.

Nossos antepassados entendiam a interconexão com a natureza como algo vital para nossa existência. Hoje, enfrentamos desafios urgentes. Demarcação de terras, preservação dos biomas, proteção das florestas e rios, preservação dos costumes e tradição, preservação de culturas e práticas tradicionais são cruciais.

Repensemos o desenvolvimento, priorizando a natureza como um sujeito de direitos e decolonizando as relações entre o homem e a mãe terra, e o bem-estar de todas as comunidades. Resgatando essa sabedoria ancestral, encontramos soluções para mudanças climáticas, biodiversidade e desigualdade.

A história do Brasil está entrelaçada com a dos povos indígenas. Juntos, celebramos sua riqueza e importância vital para nosso país.

 

 

Realização: Yande/UFSM, NEABI/UFSM e Caipora

Apoio: UFSM e Comin

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O Brasil Terra Indígena é um evento anual de extrema importância que visa promover a cultura indígena, bem como abordar questões críticas relacionadas à saúde, direitos e educação indígena. Este ano, o tema do evento é “O Futuro é Ancestral!”

A programação do Brasil Terra Indígena II inclui uma variedade de atividades, como, palestras, oficinas de pinturas corporais, rituais tradicionais, apresentações de trabalhos de estudantes indígenas e compartilhamento de nossa cultura ancestral.

A presença dos povos indígenas nas universidades é um tema crucial, pois revela a necessidade de reconhecimento e respeito às terras historicamente pertencentes a essas comunidades.

As universidades, assim como a educação básica, foram instrumentos de um projeto colonial que buscava homogeneizar a cultura e servir às elites, que pregam até hoje suas monoculturas de pensamento. Nos últimos anos de desgoverno político intensificou-se a necessidade de estarmos mobilizados para a garantia de nossos direitos constitucionais, com muitas batalhas ganhas e perdidas.

A entrada dos povos indígenas nas universidades tem sido desafiadora devido à precariedade da formação escolar e à falta de consideração pelos conhecimentos específicos dessas comunidades. No entanto, a presença indígena na academia representa resistência e retomada de territórios que são fundamentais para sua história e futuro. Os desafios de entrar e permanecer na universidade, as estratégias para superá-los e a importância de uma universidade que seja inclusiva e acolhedora para todos.

O Brasil é terra indígena é o maior evento acadêmico do estado do Rio Grande do Sul, dando voz a quem veio antes de nós e para aqueles que virão depois de nós. Um movimento decolonial que busca uma nova universidade com nossas cosmopersepções e com os ensinamentos ancestrais de nossos mais velhos, por que antes do Brasil da Coroa, Existe o Brasil do Cocar.

Futuro Ancestral” nos convida a refletir sobre nosso caminho como humanidade, reconectando-nos com nossas raízes e valores ancestrais. É hora de honrar a sabedoria dos povos indígenas, preservar a natureza e construir um futuro diferente do que está posto.

Nossos antepassados entendiam a interconexão com a natureza como algo vital para nossa existência. Hoje, enfrentamos desafios urgentes. Demarcação de terras, preservação dos biomas, proteção das florestas e rios, preservação dos costumes e tradição, preservação de culturas e práticas tradicionais são cruciais.

Repensemos o desenvolvimento, priorizando a natureza como um sujeito de direitos e decolonizando as relações entre o homem e a mãe terra, e o bem-estar de todas as comunidades. Resgatando essa sabedoria ancestral, encontramos soluções para mudanças climáticas, biodiversidade e desigualdade.

A história do Brasil está entrelaçada com a dos povos indígenas. Juntos, celebramos sua riqueza e importância vital para nosso país.

 

 

Realização: Yande/UFSM, NEABI/UFSM e Caipora

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A abertura oficial da 38ª Jornada Acadêmica Integrada (JAI) da UFSM será realizada na próxima segunda-feira (23), às 8h30, no Centro de Convenções da UFSM. Na ocasião, com a presença de autoridades, haverá a entrega dos Destaques Ensino, Pesquisa, Extensão e Inovação da UFSM. A cerimônia também será marcada pela entrega das menções honrosas e revelação do vencedor do Prêmio Tese 2023.

Na sequência, haverá a palestra de abertura da JAI, "Oralituras: Divulgação Científica e Tecnológica para 'Adiar o Fim do Mundo'", com o astrofísico, escritor e professor no Instituto de Física da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Alan Alves Brito. Ele se dedica a estudar pautas como a evolução química de diferentes populações estelares da Via Láctea, educação e divulgação de Astronomia e Física, incluindo questões decoloniais, étnico-raciais, de gênero e suas intersecções nas ciências exatas.

Alan é autor de livros que buscam popularizar a ciência e gerar inclusão. Em 2020, sua obra escrita em parceria com Neusa Teresinha Masson "Astrofísica para a Educação Básica: A Origem dos Elementos Químicos no Universo" foi finalista do Prêmio Jabuti. Atualmente, Alan é diretor do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros, Indígenas e Africanos e busca uma ciência antirracista. 

A programação da JAI é composta pela 6ª JAI Jovem, Maratona de Inovação, 2ª JAI Mirim, 18º Salão de Extensão, bem como apresentações de trabalhos, diversas palestras, atividades satélites e culturais. 

Confira a programação completa e mais informações no site da JAI.

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A 38ª Jornada Acadêmica Integrada (JAI) da UFSM ocorrerá de 23 a 27 de outubro, no 55BET Pro Sede da Universidade. Na oportunidade, participantes poderão apresentar suas pesquisas, assistir a demais apresentações e ainda conferir palestras e eventos-satélites. A JAI é organizada pelas Pró-Reitorias de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP), de Extensão (PRE), de Graduação (Prograd) e de Inovação e Empreendedorismo (Proinova). 

Além das sessões de apresentações orais e de pôsteres por área do conhecimento, outras modalidades da Jornada ocorrem, os subeventos. Entre eles estão a JAI Jovem, voltada aos alunos do ensino médio da região de Santa Maria, que apresentarão seus trabalhos no dia 24 de outubro; a JAI Mirim, vez dos estudantes e professores da educação infantil e do ensino fundamental da Quarta Colônia exporem suas realizações, no dia 25 de outubro.

Paralelamente à JAI, a PRE realiza o Salão de Extensão. O espaço contará com apresentações de trabalhos acadêmicos, mesas-redondas, oficinas e premiações, com o foco em práticas extensionistas. O evento inicia-se no Salão Imembuí, localizado no 2º andar da Reitoria, no dia 23, às 16h.

Além disso, palestras diversas, abertas ao público em geral, poderão ser conferidas ao longo da semana. Como a de abertura, marcada para o dia 23, às 10h, no Centro de Convenções: "Oralituras: divulgação científica e tecnológica para 'adiar o fim do mundo'”, ministrada pelo astrofísico e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Alan Alves Brito.

No dia 25, no Coworking Pulsar Incubadora, ocorre a Maratona de Inovação, promovida pela Proinova. Além de palestra com Felipe Ravanello, sócio fundador e diretor de Negócios e Crescimento da GestãoDS, haverá o encerramento do Ideathon, a maratona de ideias realizada em cada Centro da UFSM ao longo do ano. 

O Teatro Caixa Preta, anexo do prédio 40 do Centro de Artes e Letras (CAL), receberá palestra, oficina performativa e um recital de piano.

A música clássica também terá espaço em um concerto realizado pela Orquestra Sinfônica de Santa Maria (OSSM) no dia 26, às 20h. O ingresso é solidário.

Ainda, eventos-satélites permearão os dias de JAI, muitos deles abertos também à comunidade externa. 

Inscrições para ouvintes abertas até 20 de outubro

As inscrições de trabalhos para a 38ª edição da JAI estão encerradas. Após a etapa da avaliação, os selecionados estão sendo alocados para as apresentações orais, de banners ou performativas, conforme a disponibilidade de espaços e a intenção dos autores. O quadro final das apresentações, com o formato definitivo, será publicado no máximo até 18 de outubro.

Já na modalidade de ouvinte, as inscrições estão abertas até as 12h de 20 de outubro. Esta modalidade é voltada para quem quiser acompanhar as diferentes atividades (palestras, eventos-satélites, apresentações de trabalhos, etc). O ambiente de inscrições pode ser acessado aqui. Na aba da programação, pode-se verificar as opções disponíveis e os detalhes de cada uma das atividades.

A organização do evento disponibiliza o email jai@55bet-pro.com.

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O Laboratório de Pesquisa e Ensino de Leitura e Redação (LabLeR-DLEM) e o programa Idiomas sem Fronteiras (IsF-Andifes), em parceria com a Secretaria de Apoio Internacional (SAI) e a Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP) da UFSM, promovem o 2º Simpósio de Intercâmbio Acadêmico (SAI), que será realizado nos dias 23 e 24 de outubro e 7 e 8 de novembro, no 55BET Pro Sede.

O 2º SIA é um evento satélite da 38º Jornada Acadêmica Integrada (JAI) que visa estimular o desenvolvimento de letramentos acadêmicos em língua inglesa e em língua portuguesa como línguas estrangeiras/adicionais, em resposta ao Desafio de Internacionalização do Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) 2016-2026 da UFSM. Também é objetivo oportunizar um espaço multidisciplinar de difusão e intercâmbio de pesquisas, dando visibilidade à ciência em produção nos laboratórios, grupos e núcleos de pesquisa da Instituição em todas as áreas do conhecimento.

O 2º SIA congrega o 3º Symposium of Academic Exchange (SAE) e o 3º Pesquisadores/as Sem Fronteiras: Mostra de Trabalhos em Andamento. 

O SAE é voltado a estudantes brasileiros de graduação e de pós-graduação da UFSM envolvidos em pesquisa. A novidade neste ano é que também poderão participar estudantes de Ensino Médio dos colégios (CTISM e Politécnico). Compreende a escrita de abstracts e comunicação oral em inglês.

Já o Pesquisadores/as sem Fronteiras é voltado a estudantes internacionais de graduação e de pós-graduação na UFSM envolvidos em pesquisa, compreendendo a escrita de resumos e comunicação oral em português como língua adicional.

As inscrições podem ser feitas até 20 de setembro.

Mais informações no site.

 

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2023/09/12/aberto-o-cronograma-para-selecao-de-trabalhos-da-38a-jai Tue, 12 Sep 2023 13:50:45 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=63674

A Coordenadoria de Pesquisa da Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP) informa que está aberto o cronograma para seleção de trabalhos da 38ª Jornada Acadêmica Integrada (JAI) da UFSM. O prazo para esta seleção expira em 22 de setembro.

Participam deste processo docentes e doutorandos.

Confira o tutorial para seleção de trabalhos.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2023/08/29/inscricoes-de-trabalhos-para-a-38a-jai-sao-prorrogadas-ate-4-de-setembro Tue, 29 Aug 2023 14:04:11 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=63527

As inscrições de trabalhos para a 38ª Jornada Acadêmica Integrada (JAI), cujo prazo se encerraria em 31 de agosto, foram prorrogadas até as 17h do dia 4 de setembro, conforme termo aditivo. As inscrições podem ser feitas pelo link. A data limite para envio do comprovante de matrícula atualizado (somente para apresentadores externos) agora é 5 de setembro.

Os trabalhos podem ser apresentados nos formatos banner, oral ou performativa – para alunos dos cursos de dança, música e artes cênicas. Na inscrição, o aluno escolhe qual a opção desejada para realizar a apresentação, mas a decisão final será divulgada após a etapa de avaliação, em função da demanda e disponibilidade de espaços.

O prazo para o cadastro de avaliadores voluntários (somente docentes e alunos doutorandos) também foi prorrogado até 4 de setembro, às 17h. Já para ouvintes, as inscrições vão até 20 de outubro, às 12h, também pelo link.

A 38ª JAI será realizada entre os dias 23 e 27 de outubro, com o objetivo de incentivar a iniciação de estudantes ao meio acadêmico, por meio da troca de experiências promovidas por palestras, oficinas, apresentações de trabalhos de ensino, pesquisa, inovação e extensão. O tema desta edição será “O conhecimento transforma a sociedade“.

A Jornada é dividida em cinco subeventos para a submissão de trabalhos: Salão de Iniciação Científica, de Ensino, de Pós-Graduação, de Extensão e JAI Externos, além da Maratona de Inovação, da JAI Mirim e da JAI Jovem, que tem um edital específico. Ainda, durante a semana da JAI, são realizados os eventos-satélites, promovidos pelas unidades de ensino ou grupos de pesquisa da Instituição, que podem ser palestras, workshops, mesas-redondas, seminários, congressos e reuniões de trabalho.

Edital 029/2023 e mais informações podem ser acessados no site da JAI.

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O evento tem como objetivo estimular a iniciação dos alunos de graduação e de pós-graduação no meio acadêmico, promover a troca de experiências, divulgar seus trabalhos de ensino, pesquisa e extensão e assegurar o reconhecimento institucional destas ações. A abertura das inscrições para a edição de 2023 está prevista para o dia 21 de julho.

Nova marca – O projeto de redesign da marca da JAI foi desenvolvido para atender os critérios do guia de identidade visual da universidade e para reduzir a quantidade de cores, que dificultavam a aplicação do logotipo.

A nova marca agora traz as cores laranja e azul, que representam o brasão da universidade e também carrega a sigla da instituição. As letras ficaram com linhas mais curvas para reforçar o conceito de integração e também aparece o nome do evento por extenso em uma fonte maior e mais legível.

A Unidade de Comunicação Integrada (Unicom) da UFSM ficou responsável pela reestruturação. O programador visual Estevan Garcia Poll, da Unicom, explica que não foi uma tarefa fácil, visto que a antiga marca foi utilizada por 14 anos.

“Todo o trabalho foi um desafio, pois não queríamos perder a essência da marca antiga. Acredito que mantemos a história da JAI, mas agora de uma maneira mais moderna, impactante e inovadora. É o maior evento acadêmico da UFSM e merece essa atualização”, relata Estevan.

http://www.youtube.com/watch?v=RLlmObrIPjA

JAI Jovem – Algumas atividades já estão confirmadas na programação da JAI deste ano. Entre elas está a 6ª JAI Jovem, que estende o evento para as escolas de ensino médio de Santa Maria, buscando oferecer à comunidade um canal de aproximação com a universidade.

“A JAI Jovem é um subevento dentro da jornada que tem como objetivo trazer mais os estudantes das escolas para a UFSM. É uma oportunidade dos alunos exporem os seus trabalhos em um evento acadêmico e os destaques das apresentações vão ganhar uma bolsa de estudos para frequentar projetos de extensão da universidade”, destaca Leandro Souza da Silva, coordenador de pesquisa da Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP).

As informações detalhadas sobre a participação estão no edital do evento e as escolas interessadas em participar da JAI Jovem, por meio de suas direções, deverão formalizar esta intenção preenchendo até as 17h do dia 31 de agosto de 2023 o cadastro de escola participante.

Maratona de Inovação – Uma atividade que vai receber mudanças é a Maratona de Inovação. Neste ano, a 2ª edição da maratona foi atualizada para ocorrer no formato de Ideathon ou Jornada de Inovação Acadêmica. O objetivo continua o mesmo: criar e desenvolver ideias para solução de problemas institucionais, mas agora isso vai ocorrer de forma segmentada.

“A maratona surgiu ano passado com a criação da Pró-Reitoria de Inovação e Empreendedorismo. Na primeira edição os participantes receberam o desafio no dia do evento e tinham apenas aquele momento para solucioná-lo. Desta vez as equipes já vêm trabalhando durante o ano o problema e vão apresentar as soluções na JAI. Buscamos assim introduzir novas experiências, qualificar esse processo e ampliar esse tipo de atividade na jornada”, comenta Leandro.

Na 38ª edição da JAI, a disputa será entre as melhores ideias de cada centro, na qual três grupos serão premiados, sob o julgamento de uma banca de avaliadores. A dinâmica recebe o nome de Pitch Day Ideathon e acontecerá no dia 25 de outubro, às 14h, no Coworking da Pulsar Incubadora (prédio 61H do campus sede).

Prêmio Tese UFSM – Está previsto para a edição deste ano o lançamento do Prêmio Tese UFSM, que deve ser anunciado na abertura do evento. A criação da premiação é uma parceria da PRPGP com a Editora UFSM e o edital deve ser lançado em breve.

O intuito é premiar as teses de doutorado defendidas na instituição em 2022. Ao todo, serão oito finalistas. Uma delas receberá menção honrosa e uma tese vencedora será transformada em livro editado e publicado pela Editora UFSM. A ideia é que cada programa de pós-graduação indique uma tese que disputará em uma das áreas de avaliação e depois pelo prêmio. As áreas são as seguintes:

• Artes e Letras

• Ciências Rurais

• Ciências da Saúde

• Ciências Naturais e Exatas

• Ciências Sociais e Humanas

• Ciências Tecnológicas

• Educação

• Interdisciplinar

Texto: Rebeca Kroll, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias
Edição: Lucas Casali
Foto de capa: Gabriela Leandro
Vídeo: Unicom

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