UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com Universidade Federal de Santa Maria Fri, 03 Apr 2026 23:22:08 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com 32 32 UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ccr/2025/03/31/ccr-marca-presenca-na-expoagro-afubra-com-estande-exclusivo-e-acoes-interativas Mon, 31 Mar 2025 17:35:43 +0000 http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ccr/?p=11465

Na última semana, o Centro de Ciências Rurais (CCR) da UFSM participou da feira Expoagro Afubra, realizada em Rio Pardo/RS, levando um estande exclusivo pela primeira vez. Tradicionalmente presente no evento por meio do espaço institucional da UFSM, o CCR inovou nesta edição com uma estrutura própria, promovendo maior visibilidade para seus cursos e projetos.

O estande contou com a participação de estudantes e professores dos cursos de Agronomia, Medicina Veterinária, Engenharia Florestal, Zootecnia, Tecnologia em Alimentos e Tecnologia em Agronegócio, bem como contou com a participação ativa dos diretores do Centro - professores Alessandro Dal'Col Lúcio e Fernanda Vogel. Durante os dias da feira, o público teve a oportunidade de conhecer de perto as pesquisas e atividades desenvolvidas pelos acadêmicos e docentes do Centro.

Entre as ações especiais mostradas na feira, destacaram-se as atividades do Laboratório de Lã, que demonstrou a importância cultural e histórica além dos processos de beneficiamento desse material, e o Núcleo de Estudos de Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC), que trouxe informações sobre o potencial nutricional e sustentável dessas espécies. Além disso, os mascotes do CCR – a Vaquinha, o Batata e o Pica-pau – garantiram a animação do público, interagindo com visitantes de todas as idades.

Outra iniciativa de destaque foi a participação já tradicional do projeto Bolsa de Sementes, coordenado pela professora Maristela Araújo, do Laboratório de Silvicultura e Viveiro Florestal. O projeto esteve presente no estande do programa Verde é Vida, da Afubra, promovendo diversos jogos que foram adaptados para educar enquanto ensinam lições importantes sobre sementes nativas e proteção do meio ambiente. 

A doutoranda em engenharia florestal da UFSM, Claudia Costella, explica que a troca com alunos e professores das escolas parceiras tem sido muito positiva. Entre os passatempos disponíveis, está o dominó, onde é preciso combinar os tipos de frutos, familiarizando o público com as espécies nativas. O jogo da memória foi super procurado e o jogo ‘eu me lembro’ engloba questões ambientais mais amplas. “A criança observa a imagem por um determinado tempo e depois, no verso do card, escolhe uma pergunta para responder sobre o que viu. Isso testa o poder de concentração enquanto educa para a proteção ambiental.”

Outras brincadeiras disponíveis são caça-palavra, palavra cruzada e a corrida maluca, este último é um dos um dos jogos mais procurados, especialmente por ser bem interativo. Os organizadores criaram peças coloridas e questões educativas ao longo do percurso. No número 44 da corrida, as sementes coletadas estão viáveis para aproveitamento, então o jogador pode avançar três casas, reforçando a importância de se realizar o processo de coleta adequadamente. Nesta edição da feira, a ideia é engajar ainda mais os professores, especialmente para que deem um retorno sobre a iniciativa e também levem a proposta dos jogos ambientais para suas escolas.

Segundo a engenheira florestal, o principal objetivo é fazer a integração entre as crianças que passam pelo estande, para que saiam do mundo digital e aproveitem mais o tempo com brincadeiras entre colegas e também alunos de outras escolas. No estande, também existe um mostruário de sementes de algumas espécies trabalhadas pelo Programa Bolsa de Sementes, que ajuda a fazer a identificação das árvores e também promove troca entre o público em geral. Além de Claudia, outros três acadêmicos da UFSM atuaram no estande, Matheus Dresch, Regina Pase e Thaynara Diuliane Paz, conscientizando os visitantes sobre a importância da preservação ambiental e do reflorestamento.

A participação do Centro de Ciências Rurais na feira Expoagro Afubra de Rio Pardo reforçou o compromisso em aproximar a universidade da sociedade e fortalecer a conexão entre ensino, pesquisa, inovação e extensão no setor agropecuário.

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No dia 08 de agosto, a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) celebrou os 32 anos do Verde é Vida, programa de ação socioambiental e educação rural. Porém, quem recebeu o presente foi a Bolsa de Sementes, uma ação realizada pelo Verde é Vida com as escolas parceiras e a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Foi inaugurada, junto ao Laboratório de Silvicultura e Viveiro Florestal do Centro de Ciências Rurais da Universidade, a nova câmara fria, onde ficam armazenadas as sementes coletadas pelos alunos das escolas parceiras.

O secretário da Afubra, Marco Antonio Dornelles, ao lembrar dos 20 anos de atividades da Bolsa de Sementes, destacou a aproximação da entidade com a universidade. “Desde a fundação da Afubra, há 68 anos, se incentiva a diversificação e a preservação ambiental. A parceria com a Universidade oportuniza levar conhecimento aos nossos alunos. A Bolsa de Sementes tem dado resultados positivos, oportunizando, por meio da produção de mudas, a recuperação de nascentes e outras ações”.

Para a professora Maristela Araújo, coordenadora do Laboratório e do Viveiro da UFSM, o momento é de agradecimento pela parceria com a Afubra. Ela destacou a importância da relação da Universidade com entidades e empresas e explicou que, com a nova câmara, o armazenamento das sementes será melhorado.

O reitor da UFSM, professor Luciano Schuch, se disse orgulhoso pela Universidade fazer parte da caminha da Bolsa de Sementes, desde o seu início, há 20 anos, “o que significa que estamos no caminho certo. A educação ambiental e a produção de mudas de espécies nativas é fundamental, assim como a integração com as escolas e comunidades”.

Texto: Jornalista Luciana Jost Radtke

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No dia 08 de agosto, terça-feira, a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) celebrou os 32 anos do Verde é Vida, programa de ação socioambiental e educação rural. Porém, quem recebeu o presente foi a Bolsa de Sementes, uma ação realizada pelo Verde é Vida com as escolas parceiras e a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Foi inaugurada, junto ao Laboratório de Silvicultura e Viveiro Florestal do Centro de Ciências Rurais da Universidade, a nova câmara fria, onde ficam armazenadas as sementes coletadas pelos alunos das escolas parceiras.

O secretário da Afubra, Marco Antonio Dornelles, ao lembrar dos 20 anos de atividades da Bolsa de Sementes, destacou a aproximação da entidade com a universidade. “Desde a fundação da Afubra, há 68 anos, se incentiva a diversificação e a preservação ambiental. A parceria com a Universidade oportuniza levar conhecimento aos nossos alunos. A Bolsa de Sementes tem dado resultados positivos, oportunizando, por meio da produção de mudas, a recuperação de nascentes e outras ações”.

Para a professora Maristela Araújo, coordenadora do Laboratório e do Viveiro da UFSM, o momento é de agradecimento pela parceria com a Afubra. Ela destacou a importância da relação da Universidade com entidades e empresas e explicou que, com a nova câmara, o armazenamento das sementes será melhorado.

O reitor da UFSM, professor Luciano Schuch, se disse orgulhoso pela Universidade fazer parte da caminha da Bolsa de Sementes, desde o seu início, há 20 anos, “o que significa que estamos no caminho certo. A educação ambiental e a produção de mudas de espécies nativas é fundamental, assim como a integração com as escolas e comunidades”.

Texto: Jornalista Luciana Jost Radtke

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Projeto é desenvolvido pelo Laboratório de Silvicultura e Viveiro Florestal da UFSM

Na manhã desta quinta-feira (9) ocorreu o evento de comemoração dos 20 anos do projeto de extensão Bolsa de Sementes. O projeto é desenvolvido pelo Laboratório de Silvicultura e Viveiro Florestal da UFSM e tem parceria com a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra). Para marcar a ocasião, foi feito um ato simbólico: a plantação de uma árvore, localizada entre o obelisco e o prédio da Reitoria da UFSM.

Na ocasião estavam presentes a coordenadora do projeto, a professora Maristela Araújo, do Departamento de Ciências Florestais do Centro de Ciências Rurais (CCR); o reitor, Luciano Schuch; o vice-presidente da Afubra, Marcos Dornelles; e o coordenador de Articulação e Fomento à Extensão, Rudiney Pereira.

O objetivo principal do projeto é a valorização das espécies arbóreas nativas, bem como a conservação de florestas e uso sustentável de áreas agrícolas. Para isso, professores e acadêmicos da UFSM e colaboradores da Afubra vão a escolas e propriedades rurais da região. Há cerca de 233 escolas públicas da região Sul do Brasil cadastradas no projeto. As crianças são ensinadas a identificar espécies de árvores e instruídas a coletar de modo sustentável, mantendo frutos para fauna e sementes para autorregeneração das árvores. Também em torno do projeto, professores e acadêmicos da Engenharia Florestal organizam e participam de minicursos, dias de campo com plantios nas escolas e comunidades.

As sementes coletadas pelas escolas são preparadas e organizadas então em pequenos lotes, porções de cerca de 100 gramas, e encaminhadas à Afubra e, então, à UFSM. Na Universidade as sementes são analisadas quanto a sua qualidade aparente, visando à distribuição gratuita para diferentes ações na região Sul. De acordo com a identificação correta das espécies e do local da coleta, data e qualidade das sementes, as escolas recebem uma bonificação da Afubra. Neste ano, a Escola Municipal Ervino Konrad, de Arroio do Tigre (RS), recebeu um cheque bônus de R$ 6.973,50 pelo desempenho no programa Bolsa de Sementes. Outras escolas também receberam prêmios (a lista dos dez maiores valores recebidos pode ser conferida aqui).

Durante os 20 anos, a estimativa é de que foram recebidas cerca de 14 toneladas de sementes viáveis de 181 espécies. Entre as mais coletadas estão a Araucaria angustifolia (pinheiro-brasileiro), Annona sylvatica (ariticum), Eugenia rostrifolia (batinga), Schizolobium parahyba (guapuruvu), Eugenia uniflora (pitanga), Cedrela fissilis (Cedro) e Eugenia involucratra (cerejeira). Do total de sementes recebidas, mais de seis toneladas foram distribuídas gratuitamente para diversos projetos, atendendo 2.536 solicitações.

“O projeto cumpre um papel relevante à sociedade, ao meio ambiente, bem como, indiretamente, à economia. Isso porque, ao conservarmos florestas nativas, mantemos a qualidade e quantidade de água nos rios, viabilizamos habitat aos polinizadores, entre outros benefícios que permitem otimizar a produção agrícola, pecuária e silvicultural”, afirma Maristela Araújo, que está à frente do projeto desde 2006.

Para solicitar a doação de sementes para produção de mudas, de forma gratuita, os interessados dos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná devem preencher o formulário disponível no site da Afubra.

 

Texto: Ana Laura Iwai, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias
Fotos: Luciana Jost Radtke, da Assessoria de Comunicação da Afubra
Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista

 
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Na manhã desta quinta-feira (9) ocorreu o evento de comemoração dos 20 anos do projeto de extensão Bolsa de Sementes. O projeto é desenvolvido pelo Laboratório de Silvicultura e Viveiro Florestal da UFSM e tem parceria com a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra). Para marcar a ocasião, foi feito um ato simbólico: a plantação de uma árvore, localizada entre o obelisco e o prédio da Reitoria da UFSM.

Na ocasião estavam presentes a coordenadora do projeto, a professora Maristela Araújo, do Departamento de Ciências Florestais do Centro de Ciências Rurais (CCR); o reitor, Luciano Schuch; o vice-presidente da Afubra, Marcos Dornelles; e o coordenador de Articulação e Fomento à Extensão, Rudiney Pereira.

O objetivo principal do projeto é a valorização das espécies arbóreas nativas, bem como a conservação de florestas e uso sustentável de áreas agrícolas. Para isso, professores e acadêmicos da UFSM e colaboradores da Afubra vão a escolas e propriedades rurais da região. Há cerca de 233 escolas públicas da região Sul do Brasil cadastradas no projeto. As crianças são ensinadas a identificar espécies de árvores e instruídas a coletar de modo sustentável, mantendo frutos para fauna e sementes para autorregeneração das árvores. Também em torno do projeto, professores e acadêmicos da Engenharia Florestal organizam e participam de minicursos, dias de campo com plantios nas escolas e comunidades.

As sementes coletadas pelas escolas são preparadas e organizadas então em pequenos lotes, porções de cerca de 100 gramas, e encaminhadas à Afubra e, então, à UFSM. Na Universidade as sementes são analisadas quanto a sua qualidade aparente, visando à distribuição gratuita para diferentes ações na região Sul. De acordo com a identificação correta das espécies e do local da coleta, data e qualidade das sementes, as escolas recebem uma bonificação da Afubra. Neste ano, a Escola Municipal Ervino Konrad, de Arroio do Tigre (RS), recebeu um cheque bônus de R$ 6.973,50 pelo desempenho no programa Bolsa de Sementes. Outras escolas também receberam prêmios (a lista dos dez maiores valores recebidos pode ser conferida aqui).

Durante os 20 anos, a estimativa é de que foram recebidas cerca de 14 toneladas de sementes viáveis de 181 espécies. Entre as mais coletadas estão a Araucaria angustifolia (pinheiro-brasileiro), Annona sylvatica (ariticum), Eugenia rostrifolia (batinga), Schizolobium parahyba (guapuruvu), Eugenia uniflora (pitanga), Cedrela fissilis (Cedro) e Eugenia involucratra (cerejeira). Do total de sementes recebidas, mais de seis toneladas foram distribuídas gratuitamente para diversos projetos, atendendo 2.536 solicitações.

“O projeto cumpre um papel relevante à sociedade, ao meio ambiente, bem como, indiretamente, à economia. Isso porque, ao conservarmos florestas nativas, mantemos a qualidade e quantidade de água nos rios, viabilizamos habitat aos polinizadores, entre outros benefícios que permitem otimizar a produção agrícola, pecuária e silvicultural”, afirma Maristela Araújo, que está à frente do projeto desde 2006.

Para solicitar a doação de sementes para produção de mudas, de forma gratuita, os interessados dos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná devem preencher o formulário disponível no site da Afubra.

Texto: Ana Laura Iwai, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias
Fotos: Luciana Jost Radtke, da Assessoria de Comunicação da Afubra
Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista

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A Bolsa de Sementes é um projeto de extensão universitária desenvolvido há 20 anos na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em parceria com a Associação de Fumicultores do Brasil (Afubra). No projeto estão cadastradas em média 233 escolas públicas localizadas no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no Paraná, tendo como principal objetivo a sensibilização para conservação de espécies arbóreas nativas.

E como isso é feito? Para conservar é preciso conhecer, assim as crianças, acompanhadas por seus professores e familiares, são estimuladas a coletar frutos e sementes. Entretanto, para isso são necessários estudos e observações, como a identificação das espécies e de suas mudanças ao longo do ano. Em parceria, professores e acadêmicos da UFSM e colaboradores da Afubra orientam as crianças a coletar de modo sustentável, mantendo frutos para fauna e sementes para autorregeneração das árvores.

Após a coleta, as escolas preparam e organizam pequenos lotes de sementes e encaminham Afubra e, então, à UFSM. Na universidade as sementes são analisadas quanto a sua qualidade aparente, visando a distribuição gratuita para diferentes ações na Região Sul. De acordo com a identificação correta das espécies e do local da coleta, data e qualidade das sementes, as escolas recebem uma bonificação da Afubra, revertida principalmente em materiais utilizados pelos colégio.

Durante os 20 anos, estima-se que foram recebidas cerca de 14 toneladas de sementes viáveis de 181 espécies. Entre as mais coletadas podemos citar Araucaria angustifolia (pinheiro-brasileiro), Annona sylvatica (ariticum), Eugenia rostrifolia (batinga), Schizolobium parahyba (guapuruvu), Eugenia uniflora (pitanga), Cedrela fissilis (Cedro), Eugenia involucratra (cerejeira), entre outras com valor ecológico e madeireiro. Do total de sementes recebidas, mais de seis toneladas foram distribuídas gratuitamente para diversos projetos, atendendo a 2.536 solicitações.

E a fração de sementes que não é distribuída? Para ter-se ideia, entre as dez espécies mais recebidas na Bolsa, oito apresentam sementes recalcitrantes (perdem a viabilidade rapidamente), assim não germinam mais, sendo então "descartadas" (usadas na ciclagem de nutrientes, retornando ao ambiente).

A partir da Bolsa de Sementes, professores e acadêmicos da Engenharia Florestal organizam e participam de minicursos, dias de campo com plantios nas escolas e comunidades. Na oportunidade, são abordadas as múltiplas possibilidades de utilizar o Projeto em atividades multidisciplinares. Assim, tornando-se de grande importância na formação dos acadêmicos, considerando a possiblidade de os estudantes trocarem experiências com as comunidades, colocando em prática o que construímos na universidade.

Destaco que projetos dessa natureza, que oportunizam a interação das instituições públicas e privadas, permitem melhor qualificar futuros profissionais. Assim, concordo com Stahl et al. (2022) que abordam em seu artigo "Extensão universitária em ações de educação ambiental: um estudo de caso no Sul do Brasil", sobre a importância de ampliar projetos com a parceria entre os diversos setores, visando cumprir objetivos comuns para o desenvolvimento da sociedade.

Entendo que o projeto cumpre um papel relevante à sociedade, ao meio ambiente, bem como indiretamente à economia. Isso porque ao conservarmos florestas nativas, mantemos a qualidade e quantidade de água nos rios, viabilizamos habitat aos polinizadores, entre outros benefícios, que permitem otimizar a produção agrícola, pecuária e silvicultural.

Texto da Professora Maristela Machado Araújo - Professora titular da UFSM.

O projeto marca seu aniversário em uma cerimônia ao lado do obelisco em memória a José Mariano da Rocha Filho, fundador da UFSM, no dia 9 de junho, às 9h. Na ocasião haverá o plantio de um ipê amarelo.

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A Bolsa de Sementes é um projeto de extensão universitária desenvolvido há 20 anos na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em parceria com a Associação de Fumicultores do Brasil (Afubra). No projeto estão cadastradas em média 233 escolas públicas localizadas no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no Paraná, tendo como principal objetivo a sensibilização para conservação de espécies arbóreas nativas.

E como isso é feito? Para conservar é preciso conhecer, assim as crianças, acompanhadas por seus professores e familiares, são estimuladas a coletar frutos e sementes. Entretanto, para isso são necessários estudos e observações, como a identificação das espécies e de suas mudanças ao longo do ano. Em parceria, professores e acadêmicos da UFSM e colaboradores da Afubra orientam as crianças a coletar de modo sustentável, mantendo frutos para fauna e sementes para autorregeneração das árvores.

Após a coleta, as escolas preparam e organizam pequenos lotes de sementes e encaminham Afubra e, então, à UFSM. Na universidade as sementes são analisadas quanto a sua qualidade aparente, visando a distribuição gratuita para diferentes ações na Região Sul. De acordo com a identificação correta das espécies e do local da coleta, data e qualidade das sementes, as escolas recebem uma bonificação da Afubra, revertida principalmente em materiais utilizados pelos colégio.

Durante os 20 anos, estima-se que foram recebidas cerca de 14 toneladas de sementes viáveis de 181 espécies. Entre as mais coletadas podemos citar Araucaria angustifolia (pinheiro-brasileiro), Annona sylvatica (ariticum), Eugenia rostrifolia (batinga), Schizolobium parahyba (guapuruvu), Eugenia uniflora (pitanga), Cedrela fissilis (Cedro), Eugenia involucratra (cerejeira), entre outras com valor ecológico e madeireiro. Do total de sementes recebidas, mais de seis toneladas foram distribuídas gratuitamente para diversos projetos, atendendo a 2.536 solicitações.

E a fração de sementes que não é distribuída? Para ter-se ideia, entre as dez espécies mais recebidas na Bolsa, oito apresentam sementes recalcitrantes (perdem a viabilidade rapidamente), assim não germinam mais, sendo então "descartadas" (usadas na ciclagem de nutrientes, retornando ao ambiente).

A partir da Bolsa de Sementes, professores e acadêmicos da Engenharia Florestal organizam e participam de minicursos, dias de campo com plantios nas escolas e comunidades. Na oportunidade, são abordadas as múltiplas possibilidades de utilizar o Projeto em atividades multidisciplinares. Assim, tornando-se de grande importância na formação dos acadêmicos, considerando a possiblidade de os estudantes trocarem experiências com as comunidades, colocando em prática o que construímos na universidade.

Destaco que projetos dessa natureza, que oportunizam a interação das instituições públicas e privadas, permitem melhor qualificar futuros profissionais. Assim, concordo com Stahl et al. (2022) que abordam em seu artigo "Extensão universitária em ações de educação ambiental: um estudo de caso no Sul do Brasil", sobre a importância de ampliar projetos com a parceria entre os diversos setores, visando cumprir objetivos comuns para o desenvolvimento da sociedade.

Entendo que o projeto cumpre um papel relevante à sociedade, ao meio ambiente, bem como indiretamente à economia. Isso porque ao conservarmos florestas nativas, mantemos a qualidade e quantidade de água nos rios, viabilizamos habitat aos polinizadores, entre outros benefícios, que permitem otimizar a produção agrícola, pecuária e silvicultural.

Texto da Professora Maristela Machado Araújo - Professora titular da UFSM

O projeto marca seu aniversário em uma cerimônia ao lado do obelisco em memória a José Mariano da Rocha Filho, fundador da UFSM, no dia 9 de junho, às 9h. Na ocasião haverá o plantio de um ipê amarelo.

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Completando 18 anos de trajetória, o projeto Bolsa de Sementes é uma iniciativa de extensão universitária da UFSM que visa contribuir com a educação ambiental, voltada ao desenvolvimento sustentável das comunidades rurais onde estão inseridas as escolas parceiras do projeto Verde é Vida, localizadas nos três estados da região Sul do Brasil. 

Nas ações a partir das sementes, o objetivo é despertar e desenvolver nos estudantes e comunidades envolvidas o senso de pertencimento e de responsabilidade à conservação do meio ambiente. Desse modo, além da dedicação para o desenvolvimento das etapas, a Bolsa de Sementes possibilita experiências de extensão para acadêmicos e disponibiliza gratuitamente sementes de espécies florestais nativas à comunidade em geral no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. 

Todo esse trabalho conta com a participação de alunos de graduação do curso de Engenharia Florestal do Centro de Ciências Rurais (CCR) da UFSM, que são bolsistas do projeto e atuam diretamente na realização das atividades, auxiliados por pós-graduandos e sob orientação da professora coordenadora Maristela Machado Araujo. Conta-se também com a efetiva colaboração da professora Suelen Aimi, do Herbário do Departamento de Ciências Florestais. 

Como o programa surgiu

A Bolsa de Sementes, que faz parte do Verde é Vida, Programa de Educação Ambiental da Associação de Fumicultores do Brasil (Afubra), foi criada em 2002 e teve como mentores o professor Juarez M. Hoppe (In memorian), juntamente com a equipe do projeto Verde é Vida, Adalberto Huve, José Leon Fernandes e Jorge Farias, hoje professor na UFSM. Apoiados pelo presidente da Associação, Haisi Gralow (In memorian), um ativista e entusiasta das questões ambientais, desejavam dar continuidade a uma ação conjunta que produziu a “Série Ecologia”, uma coleção de cinco livros ilustrados, dos quais foram distribuídos 85 mil exemplares gratuitamente a 922 escolas e bibliotecas.

Desde sua fundação, a iniciativa teve o apoio e contribuição da UFSM, sendo coordenado pelos professores Juarez e Mauro Schumacher. A partir de 2006, passou a ser coordenado pela professora Maristela Machado Araujo, com apoio de pós-graduandos e graduandos do curso de Engenharia Florestal, vinculados ao Laboratório de Silvicultura e Viveiro Florestal (LabSilvi).

[caption id="attachment_55852" align="alignleft" width="423"] Atividades da Bolsa de Sementes contam com o apoio e a assistência técnica da UFSM e da Afubra[/caption]

Como funciona o projeto

A professora Maristela conta que as escolas participantes estudam as espécies florestais sob a orientação dos professores, que posteriormente selecionam as árvores matrizes, coletam e processam os frutos para extração e beneficiamento das sementes. Em seguida, pequenos lotes são embalados, identificados e quantificados, geralmente em gramas de sementes. Depois disso, são encaminhados às filiais, depois à sede da Afubra, em Santa Cruz do Sul, que em seguida encaminha para o Laboratório de Silvicultura e Viveiro Florestal da UFSM, localizado no 55BET Pro Sede. 

Nesse local, são realizadas as análises visuais e de conteúdo para verificação do estado morfológico e sanitário das sementes e do potencial para armazenamento, bem como o lote é conferido quanto à identificação das espécies realizada pelas escolas, que recebem o parecer técnico de acordo com seu estado. Os lotes de sementes que recebem o parecer viável são reembalados e armazenados em câmara fria e úmida, ficando disponíveis para doação. Informações como espécie e quantidade são registradas no nome da escola, formando um banco de dados que será revertido na pontuação.

No final de cada ano, com base na diversidade de espécies e quantidade de sementes, as escolas são bonificadas e premiadas, conforme seu desempenho, por meio de um cheque-bônus para aquisição de materiais e equipamentos. De forma complementar, dados parciais gerados são utilizados para elaboração de trabalhos acadêmicos que são publicados em eventos com temática relacionada à educação ambiental, visando divulgar essa iniciativa à sociedade.

O foco do projeto são sementes de espécies florestais nativas da região Sul do Brasil, ou seja, que ocorrem naturalmente nas florestas. Atualmente, a lista é composta por 135 espécies cadastradas, englobando, por exemplo: Araucária (Araucaria angustifolia), Pitangueira (Eugenia uniflora), Ipê-roxo (Handroanthus heptaphyllus), Grápia (Apuleia leiocarpa), Erva-mate (Ilex paraguariensis), Cabreúva (Myrocarpus frondosus) e Araçá (Psidim cattleianum), entre outras. 

Todas as atividades desenvolvidas na Bolsa de Sementes contam com o apoio e a assistência técnica das equipes da Afubra e da UFSM. As 185 escolas participantes contam com um professor responsável e integrador, e em todos os endereços da Afubra há pelo menos um funcionário responsável pela Bolsa, os quais são capazes de esclarecer dúvidas ou contatar as equipes do Verde é Vida ou da UFSM. Considerando o elevado número de espécies, os questionamentos abordam desde a identificação de espécies e período de maturação aos procedimentos adequados para coleta dos frutos e extração das sementes, entre outros. 

Planos futuros em meio a incertezas

Em decorrência da pandemia, as atividades presenciais nas escolas foram suspensas desde março de 2020. Apesar disso, não foi observada redução expressiva na quantidade de sementes recebidas. No Laboratório de Silvicultura e Viveiro Florestal da UFSM, as atividades relativas à Bolsa de Sementes continuam sendo realizadas, seguindo os protocolos sanitários, com distanciamento social, uso de máscara e álcool gel. Desse modo, os pedidos de doação continuam sendo atendidos, mudando apenas o modo de realizar as solicitações, que agora são feitas pelo site ou e-mail.

Paralelamente, a equipe da UFSM e da Afubra estão trabalhando na elaboração de videoaulas sobre temas relacionados à valorização de espécies florestais nativas, identificação de espécies, coleta, processamento e armazenamento de sementes e atividades realizadas no projeto Bolsa de Sementes. O material produzido será utilizado para realização de um curso de formação em Educação Ambiental destinado aos professores das escolas parceiras e, posteriormente, divulgado no YouTube para o público geral. Além disso, estão sendo discutidas outras iniciativas visando o aprimoramento e a expansão da ação.

A solicitação de sementes pode ser feita pela comunidade em geral no site da Afubra, por meio do envio de e-mail para bolsadesementes@gmail.com ou presencialmente no LabSilvi/UFSM.

Resultados obtidos em 2020 

Com o objetivo de compartilhar os resultados alcançados com o projeto, a Afubra transmitiu uma live no seu canal do YouTube, conduzida por José Leon Fernandes, Adalberto Huve e Romeu Schneider. Nos últimos 18 anos, o programa Verde é Vida, juntamente com as escolas participantes, coletou mais de 26,9 mil kg de sementes, abrangendo até 285 escolas. Durante esse período, houve 2.074 pedidos de escolas, entidades e viveiros interessados em produzir mudas a partir das sementes coletadas pelas escolas.

O ano ambiental do projeto sempre termina no mês de abril, e em 2019/2020, foram coletados 881,5 kg de sementes. Nos últimos oito meses de 2020, foram coletados 428,7 kg de sementes. A redução do número não foi drástica, pois diversas escolas permanecem realizando o envio, já que a coleta dos frutos e a extração das sementes são realizadas pelos estudantes e seus familiares em casa, o que permitiu a continuidade das atividades mesmo durante a pandemia. 

Além disso, foi abordado que a cada quatro anos o projeto entra em um novo ciclo de parceria com as escolas, com mudanças que estão ligadas com a administração municipal. Esses e outros detalhes apresentados, incluindo imagens do projeto sendo desenvolvido na UFSM, podem ser conferidos na íntegra da live.

Texto: Vitória Faria Parise, acadêmica de Jornalismo, bolsista da Agência de Notícias
Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista
Fotos: Reprodução/site da Afubra
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[caption id="attachment_54012" align="alignright" width="484"]Foto colorida horizontal com sete homens e mulheres, posando para foto em uma área verde, todos usam máscaras Entrega do relatório do 18º ano ambiental da Bolsa de Sementes, no Laboratório de Silvicultura e Viveiro Florestal[/caption]

O projeto Bolsa de Sementes, uma parceria da Universidade Federal de Santa Maria e Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra)/Verde é Vida, está há 18 anos aliando esforços de ambas as instituições na realização de atividades de educação ambiental, por meio da valorização de espécies florestais nativas, com escolas públicas rurais do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

O projeto foi idealizado e contou com a coordenação dos professores Juarez M. Hoppe e Mauro V. Schumacher. A partir de 2006, passou a ser coordenado pela professora Maristela M. Araujo, com apoio de pós-graduandos e graduandos do curso de Engenharia Florestal do Centro de Ciências Rurais (CCR), vinculados ao Laboratório de Silvicultura e Viveiro Florestal.

A professora Maristela destaca a importância dessa união do setor público e privado, pois, desde sua criação, o projeto viabiliza a realização de atividades práticas e permite experiências na extensão universitária. Os membros da Afubra, com o apoio técnico da equipe da UFSM, orientam a comunidade escolar sobre a importância da conservação das espécies florestais nativas. Isso é realizado por meio da observação de árvores, sua forma, florescimento, frutificação, tipos de frutos, formas de coleta e extração das sementes.

Posteriormente, com a participação das famílias e professores, as sementes são coletadas, identificadas e enviadas para o campus sede da UFSM. No Laboratório de Silvicultura e Viveiro Florestal, é confirmada a identificação das espécies e a análise visual do estado morfológico e sanitário das sementes. Após esse processo, as sementes viáveis são armazenadas em câmara fria e ficam disponíveis para a doação à comunidade geral. Os lotes de sementes enviados pelas escolas são registrados e, no final de cada ano, a Afubra promove a premiação, convertendo a pontuação em materiais e equipamentos necessários ao funcionamento das escolas que se destacam.

Ações realizadas na década de 2010

A partir de 2011, intensificou-se a seleção de árvores matrizes, diante da demanda de sementes para uso na restauração de áreas, principalmente para a produção de mudas. Já em 2015, a equipe da Afubra, professores e acadêmicos da UFSM iniciaram o Projeto Nascentes, que busca a recuperação de nascentes em propriedades rurais, além das atividades de educação ambiental. Esse projeto piloto foi realizado durante três anos na Escola Estadual Adolfo Mânica, em Boqueirão do Leão (RS), sendo modelo para a ampliação das ações em outras regiões participantes do projeto Bolsa de Sementes.

Em 2018, a ação iniciou na Escola Municipal Felipe Becker, em Santa Cruz do Sul (RS), dessa vez com a proposta de inserir a temática das espécies florestais nativas e sementes no contexto do aprendizado escolar. Os alunos participam de oficinas, palestras, gincanas, envolvendo a educação ambiental de modo inter e transdisciplinar, com apoio da extensão universitária. De forma complementar, busca-se apoiar os professores, com sugestões de atividades nas disciplinas ministradas, dentro dessa temática.

No dia 1º de outubro, a equipe da UFSM recebeu o vice-presidente da Afubra, Marco Dornelles, que é egresso da UFSM, o coordenador do projeto Verde é Vida, Adalberto Huve, e o engenheiro florestal gerente
do Departamento Agroflorestal da Afubra, Juarez Pedroso Filho, também egresso da UFSM. Novas ações no retorno das atividades presenciais foram planejadas de forma conjunta pela Afubra e Laboratório de Silvicultura. Na ocasião, foi entregue o relatório de atividades do 18° ano ambiental da Bolsa de Sementes.

Foto: Divulgação

 

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