UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com Universidade Federal de Santa Maria Mon, 27 Apr 2026 06:01:39 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com 32 32 UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/10/15/restaurante-universitario-da-ufsm-inicia-a-campanha-desperdicio-zero Wed, 15 Oct 2025 15:55:53 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=70991

O Restaurante Universitário (RU) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) iniciará na próxima segunda (20), a campanha “Desperdício Zero”. A ação institucional se volta à redução do desperdício de alimentos e à promoção da responsabilidade social e ambiental no cotidiano das refeições acadêmicas.

A campanha será desenvolvida de forma contínua e integrada, com um conjunto de intervenções que começam pela sensibilização dos usuários e se estendem gradualmente às demais etapas do processo produtivo e de consumo. A proposta é construir um movimento participativo e permanente de reflexão e mudança de hábitos, fortalecendo o compromisso coletivo com a sustentabilidade dentro dos RUs.

A iniciativa busca conscientizar a comunidade universitária sobre os impactos do desperdício alimentar, que vão muito além da perda de recursos financeiros e humanos. Descartar alimentos significa também desperdiçar água, energia, solo e trabalho empregados em toda a cadeia produtiva, o que gera consequências diretas no ambiente e na segurança alimentar.

De acordo com dados da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), cerca de um terço dos alimentos produzidos no mundo é perdido ou desperdiçado anualmente. Esse cenário está diretamente relacionado a Agenda 2030 - especialmente o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 12 – Consumo e Produção Responsáveis, que propõe reduzir pela metade o desperdício global de alimentos, e ao ODS 2 – Fome Zero e Agricultura Sustentável, que reforça o direito universal à alimentação adequada.

No âmbito local, o RU adota medidas concretas para enfrentar o problema. Entre elas, destacam-se o monitoramento do Resto-Ingesta (restos do prato), o agendamento de refeições e a readequação dos porcionamentos, de modo a ajustar o volume de alimentos servidos à demanda real. Além disso, serão realizadas ações educativas voltadas tanto aos usuários quanto à equipe de produção, reforçando o compromisso coletivo com práticas sustentáveis. Campanhas visuais e informativas nos refeitórios divulgarão os resultados da iniciativa por meio de um “desperdiçômetro” e de um painel interativo em Power BI, cujo link será disponibilizado durante o período da campanha.

“O nosso compromisso é duplo: oferecer refeições equilibradas e nutritivas e, ao mesmo tempo, formar cidadãos conscientes do impacto de suas escolhas. O desperdício zero é um ideal coletivo, que depende de pequenas atitudes individuais.”, destaca o diretor do RU, Joeder Soares.

A campanha também reforça o papel do RU como espaço educativo e de cidadania, onde práticas de sustentabilidade se traduzem em aprendizado social. Ao adotar hábitos alimentares mais conscientes, a comunidade acadêmica contribui não apenas para a otimização dos recursos públicos, mas também para a redução da pegada ambiental da universidade.

O RU convida toda a comunidade universitária a participar dessa jornada rumo ao Desperdício Zero, lembrando que cada prato devolvido sem sobras representa um gesto concreto de respeito à comida, às pessoas e ao planeta.

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Cartazes para conscientização ambiental fizeram parte do Pensando Verde
Foto: Beatriz Vieira, Frederico Westphalen - RS

No Dia Mundial do Meio Ambiente, data comemorada no dia 05 de junho, o grupo institucional “Agenda 2030” promoveu uma roda de conversa sobre as mudanças climáticas e seus impactos na sociedade com as docentes Aline Passini e Gizelli Moiano. A ação fez parte do evento “Pensando Verde”, que organizou aulas abertas acerca das temáticas ambientais durante a primeira semana de junho, na UFSM/FW.

 

Mas afinal, o que é mudança climática?

O primeiro passo a ser dado para entender o tema é saber diferenciar tempo de clima. Tempo é o agora, é se hoje está fazendo sol ou chuva em Frederico Westphalen. O clima, por outro lado, é uma análise das condições de temperatura, precipitação e umidade relativa, ao longo de muitos anos. As mudanças climáticas podem ser observadas a partir desse estoque de dados levantados por pesquisadores, que comprovam o aquecimento do planeta.

As mudanças do clima podem ser causadas por dois fatores: naturais e antrópicos. Os fatores naturais são, por exemplo, vulcões, incidência solar, variação orbital, entre outros. Já os fatores antrópicos, causados pelo homem, são o desmatamento, queimadas, poluição do solo, etc. São essas condições que contribuem significativamente para com o aumento da temperatura global. 

Um relatório realizado pelo Sistema de Estimativas de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa (SEEG) aponta que, no Brasil, o setor agropecuário, somado ao desmatamento e outras mudanças de uso da terra, é o principal contribuinte para as emissões de gases de efeito estufa, disparando 75% das emissões. Em seguida, observa-se que a energia (17%) e resíduos (4%) também estão entre os principais responsáveis que asseguram as mudanças climáticas. Para a professora Gizelli Moiano, uma das formas de diminuir os problemas ambientais é apostar na agricultura sustentável. “Se eu estou fazendo uma agricultura sustentável, eu não estou contribuindo para o aumento de temperatura, de mudança climática, do aquecimento global”, afirma Moiano.

 

Qual é o impacto das mudanças climáticas?

Eventos climáticos extremos, como as chuvas fortes que ocorreram a partir da última semana de abril no Rio Grande do Sul, serão cada vez mais recorrentes. Consequentemente, milhares de pessoas terão que abandonar suas casas, cidades natais e memórias de uma vida inteira.

Além das chuvas, problemas como ondas de calor, seca e incêndios florestais associados à seca também se tornarão frequentes. Algumas áreas podem se tornar inabitáveis, à medida que as terras agrícolas se transformam em desertos, e o número de refugiados climáticos aumentará drasticamente.

 

O que pode ser feito?

As transformações mais expressivas devem ser implementadas por grandes empresários, proprietários agrícolas e pelo governo. É importante exigir políticas públicas focadas na mitigação e na adaptação climática, além de fiscalizar projetos de leis que possam flexibilizar a proteção ambiental. A mitigação se refere a todas as ações realizadas para diminuir a emissão de gases de efeito estufa e o aquecimento global, enquanto que a adaptação está mais voltada para a forma que lidamos com as consequências da crise climática já em curso.

No entanto, a professora Aline Passini ressalta que “não deve ser só coisa de governo, existem ações que nós, como cidadãos, podemos fazer”. Entre essas ações estão a separação de resíduos orgânicos e recicláveis, o descarte adequado de pilhas e óleo de cozinha em pontos de coleta e a conscientização de amigos e familiares sobre a importância de cuidar do meio ambiente. “Pessoas pequenas fazendo coisas pequenas podem mudar o mundo, é assim que a gente tem que pensar”, declara Passini.

 

Thayssa Kruger – Bolsista FIEX UFSM

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Homenageando o apelido de infância do Barão do Rio Branco, um dos diplomatas mais importantes da história do Brasil, o Juca nas Escolas foi criado para aproximar a política externa brasileira dos jovens cidadãos da Quarta Colônia. O programa iniciou há pouco mais de um ano, em julho de 2022, e vem crescendo exponencialmente. Coordenado pelo professor Günther Richter Mros, a equipe do Juca é formada por 20 participantes que realizam três ações de extensão. O programa promove, por meio de discussões sobre o meio ambiente e o desenvolvimento sustentável, uma forma de instigar o pensamento crítico e o compromisso social entre estudantes de escolas de ensino médio e fundamental da região.

Desde o início do projeto, o Juca já realizou ações de extensão em oito dos nove municípios da Quarta Colônia. Ao todo, foram nove palestras apresentadas, sendo oito em escolas de ensino médio e uma em escola de ensino fundamental. Durante as atividades, os alunos aprendem conceitos da política externa brasileira e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, sendo então instigados a refletir sobre como essas práticas afetam a comunidade em que estão inseridos. O coordenador do programa, Günther Richter Mros, afirma que o Juca é um projeto de extensão “raiz”. “A gente vai e bota o pé no barro, faz diferente da extensão que é só para divulgar pesquisa. Nós precisamos retornar para a sociedade o que é investido no nosso trabalho”, declara o professor. 

A equipe do Juca é formada por estudantes dos cursos de Relações Internacionais e História, mas o programa é aberto a todos os estudantes da UFSM com interesse em participar. O estudante de Relações Internacionais Victor de Lima Maffini cresceu na Quarta Colônia e tem um apego especial pelo programa. “Poder retribuir o carinho que eu sinto pela terra de uma forma mais prática, ajudando nas escolas, contribuindo para a educação da região é muito importante. Isso sempre me motivou bastante, me faz brilhar o olho”, relata o estudante.

[caption id="attachment_63514" align="alignleft" width="674"]foto colorida horizontal com um grande grupo de jovens em pose para a câmera, alguns em pé outros agachados, ao fundo uma casa de paredes marrom claro e árvores Alunos do Colégio Riachuelo visitaram a Casa Popular Eficiente no tour do primeiro cine-debate[/caption]

Além das palestras, o Juca também realiza a organização de cine-debates e a produção de materiais didáticos sobre política externa e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Os cine-debates são realizados no prédio 67, em uma parceria com o Cine-Clube da Boca, como uma forma de promover a troca de conhecimento e despertar o debate entre os alunos. Os materiais didáticos que serão produzidos irão fazer referência aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, envolvendo discentes e docentes de vários cursos da UFSM. 

A origem do Juca 

O Juca nas Escolas, nos moldes que existe hoje, ainda é um projeto muito recente, mas a iniciativa já existia há muito tempo. Em 2015, ainda no início de sua carreira como professor da UFSM, Günther Richter Mros idealizou o projeto para promover palestras sobre a política externa brasileira em escolas públicas em Santa Maria. Nesta época, foram realizadas algumas palestras com explicações sobre os conceitos e definições existentes na área da política internacional, como forma de aproximar os estudantes da área e mostrar que esta é uma política pública que também os afeta. O projeto era desenvolvido em parceria com a Coordenadoria Regional de Educação, mas precisou ser interrompido devido ao afastamento do doutorado do professor coordenador.

Desde a sua volta para as salas de aula, em 2019, Günther falou frequentemente com seus alunos sobre aquele projeto que havia sido interrompido, mas que ainda fazia seu olho brilhar. Assim, os estudantes de Relações Internacionais Jordana Puntel e Thiago Noschang, contagiados pela ideia, buscaram reativar o projeto. Em 2022, os alunos, junto do professor, foram convidados pelos responsáveis do Comitê de Educação dos Geoparques, Maria Medianeira Padoin e Jorge da Cruz, para participar de uma reunião em Ivorá. Durante a reunião, a equipe entrou em contato com diversos secretários de Educação dos municípios e vinculou o projeto ao Consórcio de Desenvolvimento Sustentável da Quarta Colônia (Condesus). Assim, renasceu o Juca nas Escolas, com novas ações e temáticas envolvidas no projeto.

Durante a reformulação, a equipe ainda não sabia exatamente como moldar o projeto para acompanhar o novo cenário global. Pensando que a política externa é uma política pública como qualquer outra, que não deve ser limitada apenas ao governo, a equipe decidiu que a promoção dos ODS, Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, seria a temática central do projeto. Assim, o Juca passou a fomentar a implementação da Agenda 2030 e dos ODS na região da Quarta Colônia, como forma de contribuir para promoção da agenda internacional. “O que se decide lá em Nova Iorque [na ONU] vai influenciar diretamente o Quintal da Dona Maria, ou do Seu José, aqui na Quarta Colônia”, explica o professor. 

Nas atividades desenvolvidas, a equipe adapta os ODS à realidade local, como uma forma de conscientizar os alunos acerca dos problemas da região. Assim, o Juca motiva mudanças na Quarta Colônia, mostrando que todos temos um papel a cumprir no desenvolvimento sustentável do planeta. Thiago, um dos idealizadores da nova versão do Juca, fala sobre a satisfação de contribuir com o projeto: “Hoje no Juca eu sou muito feliz, de estar com a equipe, ver os resultados e cada dia crescer mais. Tudo isso prova que a extensão é fundamental, não basta a gente ter o ensino e pesquisa na universidade, a gente precisa diminuir a distância entre a universidade e a sociedade”.

Ações de extensão

Hoje, o Juca conta com 3 ações de extensão focadas na disseminação e na fomentação da Agenda 2030: as palestras, os cine-debates e os materiais didáticos. No último ano, o Juca realizou nove palestras em oito municípios da Quarta Colônia, sendo duas em Dona Francisca. São João do Polêsine é o único que ainda não recebeu nenhuma ação, mas no dia 30 de agosto, o Juca fará sua primeira visita ao município e assim completa sua primeira passagem pela região.

A última palestra apresentada foi na Escola Estadual de Educação Básica Dom Ivo Ferrari, em Agudo, no dia 16 de agosto. A ação foi a primeira do segundo semestre de 2023, onde a equipe apresentou o curso de Relações Internacionais e a situação do município quanto à promoção do Desenvolvimento Sustentável. A palestra foi organizada a partir de uma rotina já conhecida pelos participantes. Durante a semana de preparação, a equipe se separou em grupos de pesquisa e apresentação. Assim, eles realizaram a pesquisa sobre a relação dos ODS com a cidade de Agudo e depois ensaiaram a apresentação. Neste dia 16, a estudante de Relações Internacionais Maria Luiza Seffrin apresentou sua primeira palestra no projeto. “Foi tenso, teve um nervosismo, mas foi muito gratificante ver o que eu aprendo todo dia na faculdade sendo explicado para pessoas que não tem contato com esse assunto”, relatou a estudante. 

[caption id="attachment_63515" align="alignright" width="677"]foto colorida horizontal com um grupo de alunos sentados em um auditório. À frente uma mulher e um homem em pé, de frente para os alunos, e atrás um telão Os ODS 11: Cidades e Comunidades Sustentáveis e 12: Consumo e Produção Responsáveis foram discutidos no segundo cine-debate do Juca[/caption]

Além das palestras, o Juca também promove cine-debates, em parceria com o Cine-Clube da Boca, para aproximar os alunos das diversas áreas do conhecimento. Cada sessão do cine-debate traz curtas ficcionais e documentais, com temáticas que envolvem os ODS escolhidos. Além da sessão, os alunos também fazem um tour pelo campus, para conhecer centros e outros locais da universidade que abrigam os conteúdos debatidos. A atividade é focada em despertar a curiosidade e incentivar que os alunos sejam mais ativos, instigando o debate e questionamentos a partir das questões levantadas durante a sessão. 

O estudante de Relações Internacionais Thiago Noschang explica que a equipe planeja realizar nove cine-debates ao longo do ano, em datas fixas. Até o momento, já foram realizados dois cine-debates, porém com escolas privadas de Santa Maria. “Levar as escolas da Quarta Colônia [para o campus] está sendo um grande desafio. Então, para não perder as datas, entramos em contato com escolas de Santa Maria que já tinham mostrado interesse no Juca e combinamos com eles”, explica Thiago. E o próximo cine-debate já tem data marcada. No dia 31 de agosto o Juca irá receber o Instituto São José, para discutir os ODS 13: Combate às Alterações Climáticas, e 15: Vida na Terra, e também levar os alunos em um tour pelo Jardim Botânico.

Um dos objetivos do projeto também é realizar a produção de materiais didáticos e manuais sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Os manuais serão produzidos em conjunto com discentes e docentes de vários cursos da UFSM e, após a sua finalização, serão entregues às escolas públicas da Quarta Colônia. Por hora, o Juca realiza a produção de conteúdos para as redes sociais sobre os ODS e outros assuntos da política externa brasileira, como forma de disseminar conhecimento sobre a área. A equipe também planeja a produção de materiais didáticos em parceria com o projeto Rede Básica, vinculado à Coordenadoria de Tecnologia Educacional.

Ainda no segundo semestre de 2023, a equipe espera tirar do papel mais uma ação de extensão. Para incentivar a participação dos alunos da Quarta Colônia, serão desenvolvidas gincanas para engajá-los na Agenda 2030. A ação deve estrear no município de Nova Palma, com a intenção de tirar os alunos do passivo.

A estudante de Relações Internacionais Isadora Brand está na equipe desde o início do projeto, em 2022, e acompanhou todo o crescimento do Juca. “É muito trabalho, mas ao mesmo tempo compensa porque é uma coisa que eu gosto de fazer. Falar sobre Relações Internacionais para a comunidade e mostrar como é o nosso dia a dia, é o melhor pra mim. Mostrar que nosso curso não está tão longe, esse é o legal do Juca, a proximidade com a comunidade”, relata a estudante. 

Até o final deste ano, o Juca nas Escolas deve abrir um processo seletivo para dar boas vindas a novos membros. Todos os estudantes da UFSM, independente do curso, podem contribuir com o projeto. Mais informações sobre o projeto podem ser encontradas no site e nas redes sociais do Juca. 

Texto: Luísa Monteiro
Fotos: SDE/PRE – Luísa Monteiro e acervo do Juca nas Escolas

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Homenageando o apelido de infância do Barão do Rio Branco, um dos diplomatas mais importantes da história do Brasil, o Juca nas Escolas foi criado para aproximar a política externa brasileira dos jovens cidadãos da Quarta Colônia. O programa iniciou há pouco mais de um ano, em julho de 2022, e vem crescendo exponencialmente. Coordenado pelo professor Günther Richter Mros, a equipe do Juca é formada por 20 participantes que realizam três ações de extensão. O Programa promove, por meio de discussões sobre o meio ambiente e o desenvolvimento sustentável, uma forma de instigar o pensamento crítico e o compromisso social entre estudantes de escolas de ensino médio e fundamental da região.

[caption id="attachment_8176" align="alignright" width="377"] Palestra apresentada na E.E.E.B. Dom Erico Ferrari, em Agudo, no dia 16 de agosto[/caption]

Desde o início do projeto, o Juca já realizou ações de extensão em oito dos nove municípios da Quarta Colônia. Ao todo, foram 9 palestras apresentadas, sendo oito em escolas de ensino médio e uma em escola de ensino fundamental. Durante as atividades, os alunos aprendem conceitos da política externa brasileira e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, sendo então instigados a refletir sobre como essas práticas afetam a comunidade em que estão inseridos. O coordenador do programa, Günther Richter Mros, afirma que o Juca é um projeto de extensão “raiz”. “A gente vai e bota o pé no barro, faz diferente da extensão que é só para divulgar pesquisa. Nós precisamos retornar para a sociedade o que é investido no nosso trabalho”, declara o professor. 

A equipe do Juca é formada por estudantes dos cursos de Relações Internacionais e História, mas o programa é aberto a todos os estudantes da UFSM com interesse em participar. O estudante de Relações Internacionais Victor de Lima Maffini cresceu na Quarta Colônia e tem um apego especial pelo programa. “Poder retribuir o carinho que eu sinto pela terra de uma forma mais prática, ajudando nas escolas, contribuindo para a educação da região é muito importante. Isso sempre me motivou bastante, me faz brilhar o olho”, relata o estudante.

Além das palestras, o Juca também realiza a organização de cine-debates e a produção de materiais didáticos sobre política externa e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Os cine-debates são realizados no Prédio 67, em uma parceria com o Cine-Clube da Boca, como uma forma de promover a troca de conhecimento e despertar o debate entre os alunos. Os materiais didáticos que serão produzidos irão fazer referência aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, envolvendo discentes e docentes de vários cursos da UFSM. 

A origem do Juca 

O Juca nas Escolas, nos moldes que existe hoje, ainda é um projeto muito recente, mas a iniciativa já existia há muito tempo. Em 2015, ainda no início de sua carreira como professor da UFSM, Günther Richter Mros idealizou o projeto para promover palestras sobre a política externa brasileira em escolas públicas em Santa Maria. Nesta época, foram realizadas algumas palestras com explicações sobre os conceitos e definições existentes na área da política internacional, como forma de aproximar os estudantes da área e mostrar que esta é uma política pública que também os afeta. O projeto era desenvolvido em parceria com a Coordenadoria Regional de Educação, mas precisou ser interrompido devido ao afastamento do doutorado do professor coordenador.

Desde a sua volta para as salas de aula, em 2019, Günther falou frequentemente com seus alunos sobre aquele projeto que havia sido interrompido, mas que ainda fazia seu olho brilhar. Assim, os estudantes de Relações Internacionais Jordana Puntel e Thiago Noschang, contagiados pela ideia, buscaram reativar o projeto. Em 2022, os alunos, junto do professor, foram convidados pelos responsáveis do Comitê de Educação dos Geoparques, Maria Medianeira Padoin e Jorge da Cruz, para participar de uma reunião em Ivorá. Durante a reunião, a equipe entrou em contato com diversos secretários de Educação dos municípios e vinculou o projeto ao Consórcio de Desenvolvimento Sustentável da Quarta Colônia (CONDESUS). Assim, renasceu o Juca nas Escolas, com novas ações e temáticas envolvidas no projeto.

Durante a reformulação, a equipe ainda não sabia exatamente como moldar o projeto para acompanhar o novo cenário global. Pensando que a política externa é uma política pública como qualquer outra, que não deve ser limitada apenas ao governo, a equipe decidiu que a promoção dos ODS, Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, seria a temática central do projeto. Assim, o Juca passou a fomentar a implementação da Agenda 2030 e dos ODS na região da Quarta Colônia, como forma de contribuir para promoção da agenda internacional. “O que se decide lá em Nova Iorque [na ONU] vai influenciar diretamente o Quintal da Dona Maria, ou do Seu José, aqui na Quarta Colônia”, explica o professor. 

Nas atividades desenvolvidas, a equipe adapta os ODS à realidade local, como uma forma de conscientizar os alunos acerca dos problemas da região. Assim, o Juca motiva mudanças na Quarta Colônia, mostrando que todos temos um papel a cumprir no desenvolvimento sustentável do planeta. Thiago, um dos idealizadores da nova versão do Juca, fala sobre a satisfação de contribuir com o projeto: “Hoje no Juca eu sou muito feliz, de estar com a equipe, ver os resultados e cada dia crescer mais. Tudo isso prova que a extensão é fundamental, não basta a gente ter o ensino e pesquisa na universidade, a gente precisa diminuir a distância entre a universidade e a sociedade”.

Ações de extensão

Hoje, o Juca conta com 3 ações de extensão focadas na disseminação e na fomentação da Agenda 2030: as palestras, os cine-debates e os materiais didáticos. No último ano, o Juca realizou nove palestras em oito municípios da Quarta Colônia, sendo duas em Dona Francisca. São João do Polêsine é o único que ainda não recebeu nenhuma ação, mas no dia 30 de agosto, o Juca fará sua primeira visita ao município e assim completa sua primeira passagem pela região.

[caption id="attachment_8177" align="alignleft" width="376"] Da esquerda para a direita, Arthur Beque, Maria Luiza Seffrin e Eduardo Aguilar[/caption]

A última palestra apresentada foi na Escola Estadual de Educação Básica Dom Ivo Ferrari, em Agudo, no dia 16 de agosto. A ação foi a primeira do segundo semestre de 2023, onde a equipe apresentou o curso de Relações Internacionais e a situação do município quanto à promoção do Desenvolvimento Sustentável. A palestra foi organizada a partir de uma rotina já conhecida pelos participantes. Durante a semana de preparação, a equipe se separou em grupos de pesquisa e apresentação. Assim, eles realizaram a pesquisa sobre a relação dos ODS com a cidade de Agudo e depois ensaiaram a apresentação. Neste dia 16, a estudante de Relações Internacionais Maria Luiza Seffrin apresentou sua primeira palestra no projeto. “Foi tenso, teve um nervosismo, mas foi muito gratificante ver o que eu aprendo todo dia na faculdade sendo explicado para pessoas que não tem contato com esse assunto”, relatou a estudante. 

[caption id="attachment_8180" align="alignright" width="441"] Alunos do Colégio Riachuelo visitaram a Casa Popular Eficiente no tour do primeiro Cine-Debate[/caption]

 

Além das palestras, o Juca também promove cine-debates, em parceria com o Cine-Clube da Boca, para aproximar os alunos das diversas áreas do conhecimento. Cada sessão do cine-debate traz curtas ficcionais e documentais, com temáticas que envolvem os ODS escolhidos. Além da sessão, os alunos também fazem um tour pelo campus, para conhecer centros e outros locais da universidade que abrigam os conteúdos debatidos. A atividade é focada em despertar a curiosidade e incentivar que os alunos sejam mais ativos, instigando o debate e questionamentos a partir das questões levantadas durante a sessão. 

 

O estudante de Relações Internacionais Thiago Noschang explica que a equipe planeja realizar nove cine-debates ao longo do ano, em datas fixas. Até o momento, já foram realizados dois cine-debates, porém com escolas privadas de Santa Maria. “Levar as escolas da Quarta Colônia [para o campus] está sendo um grande desafio. Então, para não perder as datas, entramos em contato com escolas de Santa Maria que já tinham mostrado interesse no Juca e combinamos com eles”, explica Thiago. E o próximo cine-debate já tem data marcada, no dia 31 de agosto o Juca irá receber o Instituto São José, para discutir os ODS 13, Combate às alterações climáticas, e 15, Vida na terra, e também levar os alunos em um tour pelo Jardim Botânico.

[caption id="attachment_8179" align="alignright" width="401"] Os ODS 11: Cidades e Comunidades Sustentáveis e 12: Consumo e produção responsáveis foram discutidos no segundo Cine-Debate do Juca[/caption]

Um dos objetivos do projeto também é realizar a produção de materiais didáticos e manuais sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Os manuais serão produzidos em conjunto com discentes e docentes de vários cursos da UFSM e, após a sua finalização, serão entregues às escolas públicas da Quarta Colônia. Por hora, o Juca realiza a produção de conteúdos para as redes sociais sobre os ODS e outros assuntos da política externa brasileira, como forma de disseminar conhecimento sobre a área. A equipe também planeja a produção de materiais didáticos em parceria com o projeto Rede Básica, vinculado à Coordenadoria de Tecnologia Educacional.

Ainda no segundo semestre de 2023, a equipe espera tirar do papel mais uma ação de extensão. Para incentivar a participação dos alunos da Quarta Colônia, serão desenvolvidas gincanas para engajá-los na Agenda 2030. A ação deve estrear no município de Nova Palma, com a intenção de tirar os alunos do passivo.

A estudante de Relações Internacionais Isadora Brand está na equipe desde o início do projeto, em 2022, e acompanhou todo o crescimento do Juca. “É muito trabalho, mas ao mesmo tempo compensa porque é uma coisa que eu gosto de fazer. Falar sobre Relações Internacionais para a comunidade e mostrar como é o nosso dia a dia, é o melhor pra mim. Mostrar que nosso curso não está tão longe, esse é o legal do Juca, a proximidade com a comunidade”, relata a estudante. 

Até o final deste ano, o Juca nas Escolas deve abrir um processo seletivo para dar boas vindas a novos membros. Todos os estudantes da UFSM, independente do curso, podem contribuir com o projeto. Mais informações sobre o projeto podem ser encontradas no site e nas redes sociais do Juca. 


Texto por: Luísa Monteiro
Fotos: SDE/PRE - Luísa Monteiro e Acervo do Juca nas Escolas

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A UFSM, por meio da Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (Progep), informa que estão abertas as inscrições para o curso Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e Agenda 2030: Uma Prática para Servidores da UFSM. A capacitação será realizada no formato presencial, no auditório da Progep, prédio 48C, no período de 21 de agosto a 10 de setembro, e prevê:

- Aulas expositivas dialogadas;

- Resolução de problemas para a construção do conhecimento e para o desenvolvimento de competências;

- Ambiente virtual para ampliar a possibilidade de sanar dúvidas, trocar experiências e para a disponibilização de atividades extras.

A descrição completa dos conteúdos abordados no curso e as inscrições, que vão até 17 de agosto, podem ser acessadas no Portal de Capacitação.

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A revista britânica Times Higher Education (THE) divulgou nesta quinta-feira (01) o THE Impact Ranking, publicação que avalia as instituições no que se refere ao cumprimento dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU). Na América Latina, a UFSM aparece em primeiro lugar no combate da fome e desenvolvimento da agricultura sustentável. No Brasil, figura na 1ª posição na promoção de pesquisas e ações voltadas para a erradicação da pobreza e na implementação e difusão dos Objetivos.

Atuação de destaque

A melhor posição alcançada pela Universidade é no Objetivo 2 – Fome Zero e Agricultura Sustentável, em que ocupa a 1ª colocação na América Latina e a 24ª mundial, entre 647 instituições avaliadas. Neste ODS, são verificadas as pesquisas das universidades sobre fome, ensino sobre sustentabilidade alimentar e compromisso no combate ao desperdício de alimentos, tanto dentro dos campi como em suas regiões de abrangência.

A novidade é que, em 2023 a Instituição também alcançou o primeiro lugar no país em outros dois Objetivos, o 1 e o 17.  No ODS 1 - Erradicação da Pobreza, foi avaliada a pesquisa realizada nas universidades sobre pobreza e suas atuações e suporte para estudantes e cidadãos pobres das comunidades locais.

Outro resultado de destaque é no Objetivo 17 – Parcerias e Meios de Implementação. Neste quesito a UFSM teve um crescimento considerável nos últimos anos. Em 2021 atingiu a pontuação de 28,7, em 2022 teve 65,7 pontos e, agora, alcançou 84,5 pontos, ocupando a 1ª posição no Brasil. A avaliação que levou a esse índice analisa as formas pelas quais as universidades apoiam os ODS através da colaboração com outros países, promoção de melhores práticas e publicação de dados.

Rudiney Soares Pereira, que lidera o grupo da Agenda 2030 na UFSM, avalia os resultados de forma muito positiva, já que percebe, em pouco tempo, um grande progresso nos índices da Universidade. “Esses resultados significam grande avanço na qualidade da informação e no comprometimento de toda a comunidade da UFSM, das gestões, das diferentes unidades e de todos aqueles que estão se empenhando na implementação da Agenda 2030 e no cumprimento dos ODS. Agora, é analisar profundamente esses dados para que possamos orientar nossa atuação no sentido de melhorarmos ainda mais nosso trabalho e continuarmos crescendo em rankings futuros”, completa. 

THE Impact Ranking

O Times Higher Education é um dos mais conceituados levantamentos internacionais do Ensino Superior. Essa é a quinta edição do ranking que avalia as universidades em relação aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, levando em consideração quatro grandes áreas de atuação: pesquisa, administração, extensão e ensino. 

Resultados completos, metodologia e demais informações sobre o ranking estão disponíveis no site do THEMais informações sobre os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável no site da Pró-Reitoria de Extensão.

Texto: Mariana Henriques, Agência de Notícias

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/2023/03/15/em-reuniao-com-o-governo-gaucho-territorios-debatem-a-importancia-dos-geoparques-para-o-desenvolvimento-do-estado Wed, 15 Mar 2023 13:14:35 +0000 http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/?p=7409 Na tarde da última terça-feira (14), representantes dos territórios Geoparques do Rio Grande do Sul, de instituições de Ensino Superior e do governo estadual, estiveram reunidos em Porto Alegre (RS) para debater a importância dos Geoparques no desenvolvimento sustentável e econômico do Estado. Participaram do encontro o Geoparque UNESCO Caminho dos Cânions do Sul; os Geoparques Aspirante Quarta Colônia e Caçapava; e o projeto Geoparque Raízes da Pedra.

A reunião teve início com a fala do governador Eduardo Leite. Em seguida, houve a exibição de um vídeo apresentando o que são Geoparques, suas estruturas e objetivos, com foco no trabalho desenvolvido nos territórios da Quarta Colônia e de Caçapava do Sul. Ao final da reunião, o governador solicitou que fosse montado um Plano de Trabalho para os territórios, especificando as medidas e necessidades de curto, médio e longo prazo e como o Estado pode atendê-las.

Durante a reunião, o Reitor da UFSM, Luciano Schuch, realizou a entrega de uma Carta Aberta, com mais de 170 assinaturas, ao governador Eduardo Leite. O documento ressalta o papel dos Geoparques como estratégia de desenvolvimento para o Rio Grande do Sul e apresenta a necessidade de o Estado implementar políticas públicas que priorizem esses territórios em termos de investimento e de suporte na infraestrutura turística.

Para o Pró-Reitor de Extensão da UFSM, Flavi Ferreira Lisboa Filho, o diálogo com o Estado foi fundamental para sensibilizar o governo do trabalho que está sendo realizado nos territórios gaúchos e das parcerias firmadas entre diversas instituições para a promoção do desenvolvimento sustentável. Atualmente, 19 cidades do RS e quatro de Santa Catarina estão envolvidas nos projetos.

Esse foi o primeiro encontro entre os representantes dos Geoparques com a nova equipe do Governo do Estado. A UFSM esteve representada pelo Reitor, Luciano Schuch; pelo Pró-Reitor de Extensão, Flavi Lisboa; e pela Diretora dos Geoparques UFSM, Jaciele Carine Sell. Também estiveram presentes a Universidade Federal do Pampa (Unipampa), Instituto Federal Farroupilha (IFFar), CONDESUS Quarta Colônia, Consórcio Caminhos das Origens, Geoparque Mundial da UNESCO Caminhos dos Cânions do Sul, prefeitura de Caçapava do Sul; além do governador, Eduardo Leite, e dos secretários de Assistência Social, de Turismo e de Meio Ambiente e Infraestrutura.

Texto: Wellington Hack, Pró-Reitoria de Extensão UFSM

Fotos: William Brasil, prefeitura de Caçapava do Sul (RS)

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2023/03/10/ufsm-recebe-selo-ods-educacao-em-reconhecimento-as-acoes-de-promocao-da-agenda-2030 Fri, 10 Mar 2023 10:26:44 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=61361 A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) recebeu, nesta quinta-feira (09), o Selo ODS Educação, outorgado pelo Programa Estratégico UnB 2030, Instituto Selo Social e GT Agenda 2030. O prêmio é um reconhecimento aos projetos e instituições que contribuem com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e estimulam a difusão de iniciativas alinhadas às metas da Agenda 2030 – protocolo criado pela Organização das Nações Unidas (ONU).

Esta edição do evento destacou os trabalhos que contribuem para assegurar o alcance do ODS 04 – Educação de Qualidade, desenvolvendo ações inovadoras e conectadas com as metas presentes no Objetivo. A UFSM foi reconhecida por meio do Grupo de Pesquisa, Ensino e Extensão Direitos Humanos e Mobilidade Humana Internacional (MIGRAIDH) e dos trabalhos institucionais desenvolvidos na implementação da Agenda 2030 nos territórios de abrangência da Universidade.

A cerimônia de premiação foi realizada em Brasília (DF) e contou com a participação de membros de Instituições de Ensino Públicas e Privadas, representantes da sociedade civil, gestores públicos, empresas e participantes do Instituto Selo Social. Ao todo, 17 organizações foram certificadas nesta edição, sendo identificados 241 impactos sociais e 126 projetos desenvolvidos. A UFSM foi representada pela servidora Alice Moro Neocatto, da Pró-Reitoria de Extensão, e pela professora Giuliana Redin, coordenadora do MIGRAIDH.

Para saber mais sobre a Agenda 2030 na UFSM, basta acessar o site.

 

Com informações da Pró-Reitoria de Extensão

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/2023/03/09/ufsm-recebe-selo-ods-educacao-em-reconhecimento-as-acoes-de-promocao-da-agenda-2030 Thu, 09 Mar 2023 20:23:25 +0000 http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/?p=7386 A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) recebeu, nesta quinta-feira (09), o Selo ODS Educação, outorgado pelo Programa Estratégico UnB 2030, Instituto Selo Social e GT Agenda 2030. O prêmio é um reconhecimento aos projetos e instituições que contribuem com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e estimulem o desenvolvimento de iniciativas alinhadas às metas da Agenda 2030 - protocolo criado pela Organização das Nações Unidas (ONU).

Esta edição do evento destacou os trabalhos que contribuem para assegurar o alcance do ODS 04 - Educação de Qualidade, desenvolvendo ações inovadoras e conectadas com as metas presentes no Objetivo. A UFSM foi reconhecida por meio do Grupo de Pesquisa, Ensino e Extensão Direitos Humanos e Mobilidade Humana Internacional (MIGRAIDH) e dos trabalhos institucionais desenvolvidos na implementação da Agenda 2030 nos territórios de abrangência da Universidade.

A cerimônia de premiação foi realizada em Brasília (DF) e contou com a participação de membros de Instituições de Ensino Públicas e Privadas, representantes da sociedade civil, gestores públicos, empresas e participantes do Instituto Selo Social. Ao todo, 17 organizações foram certificadas nesta edição, sendo identificados 241 impactos sociais e 126 projetos desenvolvidos. A UFSM foi representada pela servidora Alice Moro Neocatto, da Pró-Reitoria de Extensão, e pela professora Giuliana Redin, coordenadora do MIGRAIDH.

Para saber mais sobre a Agenda 2030 na UFSM, basta acessar este site.

 

Texto: Wellington Hack, Pró-Reitoria de Extensão UFSM, com informações da Universidade de Brasília (UnB)

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/2023/03/02/em-visita-aos-canions-do-sul-equipe-dos-geoparques-ufsm-conhece-praticas-para-gestao-dos-territorios Thu, 02 Mar 2023 15:20:37 +0000 http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/?p=7367 Na expectativa de receber ainda neste ano o título de Geoparque Mundial da UNESCO, uma equipe formada por representantes do Geoparque Aspirante UNESCO Quarta Colônia e da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) realizou, nos dias 27 e 28 de fevereiro, uma visita técnica ao Geoparque Mundial da UNESCO Caminhos dos Cânions do Sul. O território, localizado na divisa dos estados de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, é um dos três certificados pela Organização no Brasil, sendo o primeiro da região Sul.

Com o objetivo de promover o intercâmbio de experiências e de estratégias para a gestão dos espaços reconhecidos internacionalmente, a equipe visitou geossítios que integram o território e conheceu algumas iniciativas de valorização da cultura e história local. 

No primeiro dia, os integrantes participaram de uma trilha no Cânion Fortaleza, no Parque Nacional da Serra Geral, de uma visita guiada ao centro de Cambará do Sul (RS) e de uma reunião com o Conselho Gestor do Geoparque. No segundo dia, percorreram a trilha guiada no Parque Estadual da Guarita, no município de Torres (RS); visitaram o Centro de Atendimento ao Turista (CAT) onde funciona também a sede administrativa do Geoparque no município de Praia Grande (SC), o Santuário de Nossa Senhora Aparecida e o Sítio Cultural Museu da Estância, ambos localizados em Mampituba (RS).

Para a coordenadora do projeto Geoparques UFSM, Jaciele Carine Sell, a visita aos espaços certificados pela UNESCO é fundamental para que os gestores públicos possam conhecer os potenciais turísticos de seus municípios e compreender as estratégias de empreendedorismo, geração de renda e conservação dos territórios aspirante à Geoparque Mundial. “A experiência é fundamental para a compreensão do impacto que o processo de certificação pode ter na dinâmica econômica dos municípios e, principalmente, no fluxo de visitantes no território. Além disso, vislumbrar maneiras de apoiar as iniciativas locais de empreendedorismo turístico”, ressalta Jaciele.

De acordo com o Secretário de Turismo de Cambará do Sul e Membro da Equipe Técnica do Geoparque Mundial da UNESCO Caminhos dos Cânions do Sul, Fabiano Souza da Silva, a visita a outros Geoparques é fundamental para compreender o funcionamento desses locais e as ações desenvolvidas por outros territórios reconhecidos globalmente. “A vinda dos integrantes [dos geoparques] Quarta Colônia e Caçapava pode proporcionar um pouco mais da vivência do que é um Geoparque já consolidado. O que eles podem colher de melhor aqui é formalizar ainda mais esse networking e entender as práticas que são feitas em outros territórios, sempre em busca de melhorar as condições de desenvolvimento das comunidades locais”, enfatiza Fabiano.

A visita técnica ao Geoparque Caminhos dos Cânions do Sul foi vinculada ao programa Progredir Geoparque Quarta Colônia, desenvolvido pela UFSM em parceria com o território da Quarta Colônia e com o financiamento do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome. A ação busca qualificar a população do Cadastro Único nas áreas do turismo e cultura, potencializando estratégias de geração de emprego e renda com vista à preservação e valorização da cultura local.

O secretário de turismo destaca ainda o papel dos intercâmbios para a aproximação dos territórios no desenvolvimento de trabalhos conjuntos e a importância de cada Geoparque olhar com atenção para os relatórios produzidos pelos avaliadores. Por meio do parecer, é possível que os desafios de gestão desses territórios encontrem apoio na identificação dos pontos positivos e do que precisa ser melhorado, analisando as sugestões de possibilidade para solução dessas dificuldades.

 

 

Geoparques apoiados pela UFSM aguardam o parecer final da UNESCO

O Geoparque Aspirante UNESCO Quarta Colônia e o Geoparque Aspirante UNESCO Caçapava, ambos apoiados e com trabalhos desenvolvidos pela UFSM, encontram-se na expectativa do parecer final da UNESCO. Ambos os territórios receberam no final de 2022 parecer favorável da Organização para se tornarem reconhecidos como Geoparques Mundiais. O resultado deve ser divulgado ainda no primeiro semestre de 2023.

Texto: Wellington Hack, Pró-Reitoria de Extensão

Colaboração: Camila Steinhorst, Progredir Quarta Colônia e Priscila Ventura Gamba, Geoparque Caminhos dos Cânions do Sul.

Fotos: Geoparque Quarta Colônia

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/2023/02/23/aberta-as-inscricoes-para-o-millennium-fellowship Thu, 23 Feb 2023 15:02:27 +0000 http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/?p=7346 Estão abertas as inscrições para o programa Millennium Fellowship, promovido pelo Impacto Acadêmico das Nações Unidas (UNAI) e Rede Millenium (MCN). A iniciativa busca ampliar o impacto social das universidades por meio da formação de líderes cidadãos que pesquisam temas relacionados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). 

Podem participar do Millennium Fellowship estudantes de graduação que disponham de conhecimentos em língua inglesa. Os selecionados receberão treinamento em suas universidades de origem entre os meses de agosto e dezembro de 2023, além de criarem conexões globais e serem credenciados em seu campus.

Mais informações podem ser obtidas diretamente no site http://www.millenniumfellows.org


Texto: Wellington Felipe Hack | Pró-Reitoria de Extensão UFSM

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/2023/01/23/extensao-recebe-propostas-para-o-projeto-rondon-2023 Mon, 23 Jan 2023 20:50:18 +0000 http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/?p=7303

A Pró-Reitoria de Extensão UFSM está recebendo, até o dia 27 de janeiro, propostas interessadas em participar das Operações do Projeto Rondon 2023. As operações serão realizadas no mês de Julho nos estados de Rondônia (Operação Sentinelas Avançadas) e de Mato Grosso do Sul (Operação Guaicurus). Apenas docentes podem encaminhar ações na chamada.

As propostas de trabalho deverão se encaixar em um dos três conjuntos apontados pelo Projeto Rondon: Conjunto A - Cultura, Direitos Humanos e Justiça, Educação, e Saúde; Conjunto B - Comunicação, Meio Ambiente, Tecnologia e Produção e Trabalho; e Conjunto C - Cobertura Jornalística e Produção de conteúdo.

O Projeto Rondon é uma ação interministerial do Governo Federal, realizada em coordenação com os Governos Estadual e Municipal e em parceria com as Instituições de Ensino Superior, visando a somar esforços com as lideranças comunitárias e com a população. Além de contribuir para a formação acadêmica e pessoal dos universitários, o projeto avança no desenvolvimento local sustentável, bem como na construção e na promoção da cidadania.

Todas as informações sobre o edital podem ser acessadas no site da PRE.

 

Texto: Wellington Hack | Pró-Reitoria de Extensão UFSM

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/2023/01/12/fundo-de-incentivo-a-extensao-fiex-2023-recebe-inscricoes-ate-o-dia-15-de-marco Thu, 12 Jan 2023 18:21:30 +0000 http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/?p=7269 campus da Instituição. Os resultados do Fórum, que reúne os dados da votação na Plataforma ODS, podem ser acessados neste link. O total de recursos destinados por ação pode chegar a R$ 15 mil, atribuídos a diárias; bolsas a estudantes (auxílio financeiro e eventuais); passagem e despesas de locomoção; material de consumo; e serviços de terceiros (pessoas físicas e jurídicas). Mais informações podem ser solicitadas pelo e-mail cafe.pre@55bet-pro.com ou acessadas no Edital FIEX 2023 Texto: Wellington Hack | Pró-Reitoria de Extensão]]> UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/2022/12/05/ufsm-divulga-resultado-do-9o-forum-de-extensao-e-as-prioridades-para-as-acoes-na-comunidade-em-2023 Tue, 06 Dec 2022 00:38:09 +0000 http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/?p=7197 campi da Instituição. Com mais de 13 mil votos da comunidade, o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 04 - Educação de Qualidade foi novamente eleito como prioridade para o próximo ano, contando com mais de 1.300 votos. Em seguida, aparecem o ODS 02 - Fome Zero e Agricultura Sustentável (1.180 votos) e o ODS 01 - Erradicação da Pobreza (1.055 votos).
Cinco ODS mais votados na UFSM
Educação de Qualidade

1.365 votos

Fome Zero e Agricultura Sustentável

1.180 votos

Erradicação da Pobreza

1.055 votos

Saúde e Bem-Estar

1.031 votos

Água Potável e Saneamento

913 votos

Essa foi a edição do Fórum com maior participação popular desde que a ação passou a ser integrada com a Agenda 2030. Em comparação com a última edição, realizada em 2021, houve um aumento de mais de 7.800 participações na consulta pública. A ação, pioneira no Brasil para a escuta social, busca identificar pela própria comunidade as suas necessidades locais, possibilitando que, no ano seguinte, a UFSM possa aplicar seus recursos extensionistas alinhados a essas demandas. Nesta edição do Fórum, a coleta de votos deu-se por meio digital e físico, tornando o processo mais prático e acessível às comunidades de abrangência da UFSM. Além do acesso permanente na plataforma disponível no site da PRE, a comunidade pode participar votando em cédulas físicas, depositadas em urnas da Agenda 2030 disponíveis em espaços públicos e em eventos realizados nas cidades de Santa Maria, Frederico Westphalen, Palmeira das Missões e Cachoeira do Sul. Os resultados obtidos permitirão orientar o uso dos recursos orçamentários do Edital do Fundo de Investimento à Extensão (FIEX) em 2023, bem como a formulação de editais e chamadas especiais. Além disso, esses dados serão base para a elaboração de ações de Extensão alinhadas aos anseios da população, buscando atender de forma efetiva as demandas da comunidade na qual ela está inserida. O resultado completo do Fórum pode ser acesso clicando o banner a seguir.

Resultado Territorializado

Dada a abrangência da UFSM, os resultados do Fórum são divulgados por campus da Instituição, respeitando as singularidades de cada território. Neste ano, assim como aconteceu em 2020, o ODS prioritário em todos os campi foi o ODS 04 - Educação de Qualidade. O campus da UFSM Frederico Westphalen registou 504 participações, com destaque para o ODS 04, ODS 06 - Água Potável e Saneamento; e ODS 02 - Fome Zero e Agricultura Sustentável. Na UFSM Cachoeira do Sul, a participação foi de 739 votos, com destaque para os ODS 04, ODS 02 e ODS 07 - Energia Limpa e Acessível. Na UFSM Palmeira das Missões, a segunda maior participação desta edição do Fórum com 3.997 votos, os ODS 04, ODS 02 e ODS 03 - Saúde e Bem-Estar foram os mais votados. No campus UFSM Santa Maria, 7.833 votos foram registrados. Os ODS com maior votação foram os ODS 04, ODS 02 e ODS 01 - Erradicação da Pobreza. Redação: Wellington Hack | Pró-Reitoria de Extensão UFSM]]>
UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2022/11/30/2o-forum-regional-permanente-de-extensao-foca-no-desenvolvimento-social-dos-municipios Wed, 30 Nov 2022 11:38:22 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=60619 [caption id="attachment_60620" align="alignright" width="520"]foto colorida horizontal com uma mulher falando em um púlpito em um palco, ao fundo uma tela de projeção com a inscrição do tema abordado por ela Gisele Bauer Mahmud falou sobre as políticas públicas de educação na rede municipal[/caption]

Durante a tarde desta terça-feira (29), aconteceu o 2º Fórum Regional Permanente de Extensão de 2022, evento realizado pela UFSM, por meio da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), que tem como objetivo detectar as carências da sociedade em cada município onde a Universidade tem campi. Nesta edição, a pauta debatida foi o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) Educação de Qualidade, como também a Agenda 2030 - plano global da Organização das Nações Unidas (ONU) para alcançar qualidade de vida para todos os seres humanos, sem danificar o meio ambiente.

Em 22 de novembro, o Fórum foi realizado nos campi de Frederico Westphalen e Palmeira das Missões e, um dia depois, no campus de Cachoeira do Sul. A edição inaugural deste ano foi realizada em junho.

Para formar a bancada inicial, foram ao palco: o coordenador de Articulação e Fomento à Extensão da PRE, Rudiney Soares Pereira; o pró-reitor de Extensão, Flavi Ferreira Lisboa Filho; a vice-reitora da UFSM, Martha Bohrer Adaime; o vice-prefeito de Santa Maria, Rodrigo Décimo; e a representante da Secretaria Municipal de Educação de Santa Maria e extensionista Gisele Bauer Mahmud.

Em seu discurso, o pró-reitor explicou a importância da extensão e da parceria entre a Universidade e a população para o desenvolvimento da sociedade. Ainda afirmou que o evento foi realizado com o intuito de ter a oportunidade de entender melhor os estudantes e demais membros da comunidade, para, assim, eles conseguirem elucidar suas necessidades. “A extensão e o conhecimento são feitos de forma compartilhada. Existe o saber científico e existe o saber popular, e ambos são importantes. O Fórum é o momento de nós sensibilizarmos a comunidade para ela dar a sua opinião”, contou Flavi. Ao fim de sua fala, ele incentivou os presentes a promoverem projetos e programa em parceria com a UFSM.

A vice-reitora, Martha Bohrer Adaime, durante seu discurso, destacou que embora o ensino e a pesquisa sejam pontos fortes da Instituição, a extensão também merece ser reconhecida por sua importância de conexão com o povo. Também relatou o fenômeno do alcance que os projetos conseguem ter. “Um projeto de extensão atinge e transforma a realidade de quantas pessoas? Nós podemos fazer uma progressão quilométrica em cada uma das ações e, se nós vermos que as pessoas alcançadas também são multiplicadoras, nós temos um número difícil de achar. Se torna imensurável (...) A extensão precisa ser valorizada”, ressaltou Martha.

[caption id="attachment_60622" align="alignleft" width="486"]foto colorida horizontal mostra um homem no púlpito em um palco, ele fala de costas para a câmera, ao microfone, e aponta para a projeção na tela, na parede Rudiney Soares Pereira abordou a Agenda 2030 e os ODSs[/caption]

Para dar início à apresentação, Rudiney explicou o envolvimento da UFSM com a Agenda 2030, da ONU, por conta de seu potencial científico e de compromisso com a sociedade, como também os objetivos do programa. O coordenador de Articulação e Fomento à Extensão apresentou a distribuição dos ODS no mundo e no Rio Grande do Sul para as ações de ensino, pesquisa e extensão - dando destaque para o último - realizadas na UFSM. Da mesma forma, mostrou alguns dos projetos promovidos pela Universidade que geraram impacto positivo na Agenda, como o Geoparque Quarta Colônia e o Observatório de Direitos Humanos.

A representante da Secretaria Municipal de Educação, Gisele Bauer Mahmud, ficou responsável por falar sobre as políticas públicas de educação na rede municipal de Santa Maria. Os projetos apresentados têm o objetivo de contribuir com a Agenda 2030 no que diz respeito a definir perspectivas para o futuro. Assim, revelou o passo a passo e os objetivos de como o ensino municipal será aprimorado, como também os desafios.

No fim do evento, foi aberto um momento para debate com os presentes. Confira a transmissão completa da cerimônia no canal da PRE no YouTube.

Texto e fotos: Pedro Pereira, acadêmico de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias
Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista

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arte horizontal com o título do evento, datas, locais e horários, logos dos respectivos ODSs a serem discutidos, da UFSM e da Agenda 2030Nos dias 22, 23 e 29 de novembro, a Pró-Reitoria de Extensão (PRE) da UFSM promove a 2ª edição do Fórum Regional Permanente de Extensão de 2022. Com o objetivo de realizar palestras e incentivar diálogos com foco nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU), a PRE preparou um cronograma que abrange os quatro campi da Instituição. 

Na manhã do dia 22, o primeiro encontro acontece no Centro de Convivência da UFSM 55BET Pro Frederico Westphalen. O tema “ODS Água Potável e Saneamento” será discutido pelos extensionistas Malva Andrea Mancuso e Max Vinicius Aparecido De Carvalho. Na tarde do mesmo dia, a segunda reunião ocorre na Câmara Municipal de Vereadores de Palmeira das Missões, tematizando “ODS Saúde e Bem-estar”, por meio das falas dos palestrantes extensionistas Vanessa Ramos Kirsten e Andréia Regina Blau Brasil.

Na tarde do dia 23, o terceiro momento da programação se dá no auditório da UFSM no 55BET Pro Cachoeira do Sul. Marcam presença os extensionistas Paulo Cesar Vargas Luz e Angela Schuh, com uma fala sobre “ODS Educação de Qualidade”. O cronograma se encerra na tarde do dia 29, no Auditório Wilson Aita, do Centro de Tecnologia (CT) da sede da UFSM, em Santa Maria. O último tema se repete no quarto encontro, mas a partir da fala da extensionista Gisele Bauer Mahmud.

O Fórum Regional Permanente de Extensão busca, através de encontros como esses, identificar as demandas sociais das cidades de cada campus. Além da promoção de palestras e diálogos, a ação permite a coleta de dados que funcionam como base para o Fundo de Incentivo à Extensão (Fiex) e indicam caminhos para a criação de novas iniciativas de extensão na Instituição, fortalecendo o elo entre a Universidade e a comunidade.

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Pessoas sorrindo abanando. Escrito: UFSM é a quarta universidade mais sustentável do Brasil Foi divulgado nesta quarta-feira (26) os resultados do QS Ranking Mundial - edição 2023, com recorte para Sustentabilidade. O destaque que a Universidade Federal de Santa Maria obteve foi na categoria “Instituição Sustentável”, estando classificada como a 4ª melhor do Brasil e a 1ª do Rio Grande do Sul.

Neste critério é considerada a atuação e o compromisso de uma instituição com a sustentabilidade. São levados em conta aspectos como: impacto ambiental; governança com foco em sustentabilidade; participação em organizações e grupos dedicados ao desenvolvimento sustentável; compromisso da instituição com o tema; adoção de políticas e investimentos com foco em sustentabilidade; comunidade estudantil comprometida com o desenvolvimento sustentável; controle sobre uso de energia, água e emissões de gases poluentes da instituição. 

A avaliação

Esta é a primeira vez que o QS ranking faz uma avaliação com este recorte e 700 instituições de ensino superior foram classificadas. A metodologia utilizada é composta por indicadores que medem a capacidade de uma instituição para enfrentar os desafios ambientais, sociais e de governança do mundo. 

Informações completas sobre o ranking, classificação e metodologia utilizada podem ser encontradas no site do QS World University Rankings: Sustainability 2023.

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O Laboratório Interdisciplinar Interativo da Universidade Federal de Santa Maria (LabInter-UFSM) com o apoio do Circuito Urbano 2022, iniciativa do Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (ONU-Habitat), promove o evento online “EntreConversas”, nos dias 10,11,13 e 14 de outubro. O tema desta edição será "Localizando os ODS: Não deixar ninguém e nenhum lugar para trás". 

O “EntreConversas” será composto por 4 mesas com as seguintes temáticas: Projetos colaborativos com comunidades indígenas; Sonoridades ao redor; MetaAmbientes - territórios em rede, RV e RA; e Arte, ciência e tecnologia para um mundo sustentável. 

O evento terá transmissão online e pelo canal do Youtube do Circuito Urbano e haverá certificado para os ouvintes. Não é necessário inscrição prévia.    

Onu-Habitat e Outubro Urbano

O ONU-Habitat está presente no Brasil há mais de 20 anos, atuando em projetos relacionados a temas urbanos, interligado com agendas globais, como a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, estruturada em 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). 

Anualmente, o ONU-Habitat realiza o Outubro Urbano, uma série de debates entre diversos atores sobre como tornar a vida nas cidades melhor para todos. Em 2022, o foco do será sobre redução de desigualdades e localização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Para promover o debate sobre os temas do Outubro Urbano de cada ano, o escritório do ONU-Habitat no Brasil criou, em 2018, o Circuito Urbano: uma iniciativa para dar visibilidade e apoio institucional a eventos organizados por diversos atores em todo o país.

Programação: 

10 de outubro 
Projetos Colaborativos com comunidades indígenas
Horário: 17h às 19h 
Moderadora: Kalinka Lorenci Mallmann
Painelistas: Vítor Schneider (UFSM), Genecí Fidelis André (UFSM), Eliseu Balduíno (UFSM), Joceli Sirai Sales (UFSM), Malu Fragoso(UFRJ)

 11 de outubro
Sonoridades ao redor 
Horário: 17h às 19h 
Moderadora: Camila dos Santos
Painelistas: Jonathan Ferreira (UniFM 107.9), Fernando Codevilla (UFSM) e Nicolau Centola (Faculdade Paulista de Comunicação).

13 de outubro

MetaAmbientes - Territórios em Rede, RV e RA
Horário: 9h às 11h 
Moderadora: Andreia Machado Oliveira
Painelistas: Giovana Graziosi Casimiro (FEST.AR), Henrique Fagundes, Marlus Araujo (MUSEU.XYZ), Matheus Moreno dos Santos Camargo (LabInter/PPGART/UFSM)

 14 de outubro 

Arte, ciência e tecnologia para um mundo sustentável
Horário: 9h às 11h
Moderadora: Andreia Machado Oliveira
Painelistas: Camila dos Santos (LabInter/PPGART/UFSM), Fabiane Duarte (LabInter/PPGART/UFSM), Kalinka Mallmann (LabInter/PPGART/UFSM), Matheus Moreno dos Santos Camargo (LabInter/PPGART/UFSM), Marcelo Birck (LabInter/PPGART/UFSM).

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2022/09/16/campanha-da-ufsm-busca-ouvir-a-comunidade-sobre-prioridades-no-desenvolvimento-sustentavel Fri, 16 Sep 2022 21:19:52 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=59731 A UFSM, por meio da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), iniciou, nesta sexta-feira (16), a campanha “O Que Você Pode Fazer para Mudar o Mundo?”, que busca ouvir a comunidade regional na implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Além da plataforma on-line, disponível no site da PRE, a instituição também promoverá espaços físicos para que as pessoas possam votar nos ODS que consideram prioritários para a sua região. O início da campanha coincide com o começo da Semana dos Objetivos Globais e com a abertura da 77ª Assembleia Geral das Nações Unidas. A Semana tem por objetivo promover o debate entre sociedade civil, empresas, academia, e o sistema da ONU, para acelerar a ação sobre os ODS. Também haverá o lançamento do Projeto de Ação Climática de 2002, promovido pela Take Action Global, que reúne instituições de ensino de mais de 140 países. A campanha “O Que Você Pode Fazer para Mudar o Mundo?” integra os esforços da UFSM para implementar os 17 ODS nos territórios de abrangência da instituição. Além disso, busca conscientizar a comunidade acadêmica e externa sobre a importância da adoção de medidas urgentes para o desenvolvimento sustentável e preservação da vida. Mais informações sobre a implementação da Agenda 2030 podem ser acessadas neste link. Texto: Subdivisão de Divulgação e Eventos da PRE]]> UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/2022/09/16/o-que-voce-pode-fazer-para-mudar-o-mundo Fri, 16 Sep 2022 17:49:09 +0000 http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/?p=7019 A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), por meio da Pró-Reitoria de Extensão, iniciou, nesta sexta-feira (16), a campanha O que você pode fazer para mudar o mundo? que busca ouvir a comunidade regional na implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Além da plataforma on-line, disponível no site da PRE, a Instituição também promoverá espaços físicos para que as pessoas possam votar no ODS que consideram prioritários para a sua região.

O início da campanha coincide com o começo da Semana dos Objetivos Globais e com a abertura da 77.ª Assembleia Geral das Nações Unidas. A Semana tem por objetivo promover o debate entre sociedade civil, empresas, academia, e o sistema da ONU, para acelerar a ação sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Também haverá o lançamento do Projeto de Ação Climática de 2002, promovido pela Take Action Global, e que reúne Instituições de Ensino de mais de 140 países.

A campanha O que você pode fazer para mudar o mundo? integra os esforços da UFSM para implementar os 17 ODS nos territórios de abrangência da instituição. Além disso, busca conscientizar a comunidade acadêmica e externa sobre a importância da adoção de medidas urgentes para o desenvolvimento sustentável e preservação da vida. 

Mais informações sobre a implementação da Agenda 2030 podem ser acessadas neste link.

Como participar da votação

Votação digital

Data: disponível até dezembro de 2023.

Link para acesso: http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre//app-ods/

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2022/05/18/projetos-da-ufsm-foram-destaque-em-programa-alusivo-ao-aniversario-de-santa-maria%ef%bf%bc Wed, 18 May 2022 11:39:43 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=58573 [caption id="attachment_58576" align="alignright" width="598"]Foto colorida horizontal mostra um carrinho andando, com um piloto dentro, e um cinegrafista segurando uma câmera no ombro logo à frente, em um estacionamento com carros ao fundo Projetos Bombaja e Fórmula foram destaque no programa (Foto: Ana Alícia Pontelli)[/caption]

Nesta terça-feira (17), Santa Maria completou seu 164° aniversário. Desses 164 anos, a Universidade Federal esteve presente em 61. Santa Maria é a casa da UFSM e a UFSM faz parte da identidade de Santa Maria, sendo difícil pensar em uma sem lembrar da outra. Nesse aniversário, mais uma vez, recordou-se a importância dessa união e, principalmente, da Universidade Federal para o município.

A história da UFSM é entrelaçada com a de Santa Maria. A cidade foi escolhida por múltiplos motivos, como a localização no epicentro do estado e sua ferrovia que garantia o deslocamento de pessoas e materiais. O fluxo de pessoas gerado pela Universidade fez com que toda a cidade prosperasse. O ensino público deu à cidade o título de “Metrópole estudantil” e Santa Maria passou a ser referência no estado, e posteriormente, no país.

Dada essa forte relação da UFSM com Santa Maria, o 55BET Pro Sede foi escolhido pelo Jornal do Almoço, da RBS TV, para representar o município na edição especial comemorativa de aniversário da cidade, que foi ao ar no sábado (14). Um dos projetos destacados no programa foi o Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da Quarta Colônia (Cappa). O local é referência no mapeamento de sítios fossilíferos e já realizou centenas de descobertas, incluindo alguns dos dinossauros mais antigos do mundo

[caption id="attachment_58577" align="alignleft" width="597"]Foto colorida horizontal mostra uma mesa branca com quatro fósseis, sendo um crânio. Ao fundo aparece o planetário e algumas pessoas de costas Fósseis do Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da Quarta Colônia foram apresentados (Foto: Nataly Dandara)[/caption]

Também foram destacados os projetos Bombaja e Fórmula, que levam a UFSM a competições regionais e nacionais na modalidade do automobilismo. A equipe Bombaja trabalha desde 2003 na produção de protótipos off-road. Além disso, eles representam a UFSM na competição Baja SAE Brasil nas etapas Sul e Nacional. O outro projeto destacado pelo programa ao vivo foi a equipe Fórmula, que desenvolve veículos open-wheel do tipo fórmula para competição na Fórmula SAE, onde já foram conseguidos resultados expressivos. 

Importância da UFSM para Santa Maria

Além desses, a Universidade também desenvolve muitas outras atividades de ensino, pesquisa e extensão, nos mais variados assuntos e temáticas. Fortalece, assim, a estrutura social, geração de renda e tecnologia comprometida com a Agenda 2030. Está empenhada para o desenvolvimento humano, trabalhando ativamente com lideranças das comunidades santa-marienses. Proporciona para o município uma ampla produção científica ativa que contribui para a ciência nacional, fomentando um parque científico, tecnológico e de inovação que conta com 40 empresas de base tecnológica e mais 20 empresas juniores, que, juntas, geram mais de 300 empregos para a região.  

De acordo com dados do UFSM em números, a Instituição está presente diretamente na vida de cerca de 2 mil docentes, mais de 2,5 mil técnico-administrativos e quase 30 mil estudantes, distribuídos em 130 cursos de graduação, 119 de pós-graduação e 27 cursos técnicos, em quatro campi (Santa Maria, Cachoeira do Sul, Frederico Westphalen e Palmeira das Missões), além do impacto indireto na vida de familiares, participantes de projetos e todos aqueles que, de alguma forma, fazem parte da Universidade, que gera emprego, renda e desenvolve o multiculturalismo, trazendo uma visão humanizada de amplo diálogo com a cidade. 

Nos últimos dois anos, com a pandemia da Covid-19, a UFSM ampliou seu papel, mostrando cada vez mais sua importância. Realizou mais de 70 mil testes PCR para o sistema público de saúde. Mantendo o Hospital Universitário junto ao SUS, deu cobertura a todo município e região como o maior hospital público do interior do estado. Promovendo campanhas de vacinação contra a Covid-19 junto com a Prefeitura de Santa Maria, abriu as portas da Universidade para a aplicação das vacinas dos santa-marienses e disponibilizou seus alunos para a contribuição nesse processo. 

Município é epicentro de desenvolvimento

A UFSM é de suma importância para toda região, mas principalmente para Santa Maria. Ela torna o município um verdadeiro epicentro de desenvolvimento, abre o interior do estado para o futuro e constrói uma verdadeira identidade para Santa Maria. É uma Universidade fundada em cima dos princípios de uma “nova universidade”, sem muros e verdadeiramente conectada com a comunidade na qual está inserida. Santa Maria e a UFSM são indissociáveis porque é uma Universidade pensada sob valores de que a relação da Instituição e comunidade deve ser assim, indissociável . 

Santa Maria acolheu a UFSM e acolhe seus estudantes ano a ano. O primeiro reitor da UFSM, Mariano da Rocha, sabia da necessidade de a Universidade ser a alavanca do progresso na região. Santa Maria completa seus 164 anos sempre sendo lembrada como uma cidade acolhedora e como o coração do Rio Grande do Sul. Esse imaginário do município se deve ao fluxo de pessoas vindas de longe para a Universidade em busca de seus sonhos.

E a UFSM traz para dentro de seu campus a ideia de acolhimento santa-mariense, hoje contando com um dos maiores e melhores programas de Assistência Estudantil da América Latina. A Universidade tornou-se uma verdadeira alavanca para o progresso, como uma Universidade inovadora, tecnológica e empreendedora. Santa Maria e a UFSM se completam, e, dada a passagem de mais um 17 de maio, mais uma vez cabe a lembrança dessa união pelo desenvolvimento.

Texto: Ana Luiza Dutra, acadêmica de Jornalismo, bolsista da Agência de Notícias
Fotos: Ana Alícia Pontelli, acadêmica de Desenho Industrial, bolsista da Agência de Notícias, e Nataly Dandara, acadêmica de Relações Públicas, bolsista da Unidade de Comunicação Integrada
Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ccr/2022/04/28/professora-neila-richards-foi-destaque-na-4a-jornada-tecnica-do-setor-alimenticio-de-lajeado-com-o-orkshop-sobre-a-agenda-2030 Thu, 28 Apr 2022 12:20:52 +0000 http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ccr/?p=6233

A 4ª Jornada Técnica do Setor Alimentício (AlimentaAção) iniciou na terça-feira (26) e se estende até sexta-feira (29) no Clube Tiro e Caça (CTC), em Lajeado. O tema desta edição é "Conhecimento e Inovação alimentam o Mundo" e um dos destaques da programação desta quarta-feira (27) foi o workshop "Agenda 2020-2030 (ONU) e a indústria de alimentos", com a engenheira de alimentos e pesquisadora da UFSM, Professora Neila Richards.

A participação da Professora Neila no evento mostrou que um dos caminhos para a alimentação humana é a produção de proteína alternativa a partir dos insetos, pesquisa que vem desenvolvendo no Departamento de Ciência e Tecnologia dos Alimentos da UFSM. A Professora Neila concedeu entrevista para o programa "Troca de Ideias" da Rádio Independente, na qual ela diz “Um dos caminhos para a alimentação é a produção de proteína alternativa a partir dos insetos”, comentou também que o cenário está mudando e se moldando dependendo da população. Citou impressoras 3D para alimentos e insetos como proteínas alternativas. Lembrou, por exemplo, que a Comunidade Europeia já liberou a larva da farinha para ser consumida por humanos (antes era só para animais).

“Eu sei que parece meio nojento, mas quando eles estão moidinhos e misturados, não dá nem para perceber”, comenta, ao tentar desmistificar o consumo de insetos na alimentação humana. Conforme ela, “é uma proteína alternativa e a ONU está dando muita ênfase para a criação e produção segura de insetos”.

A Professora e pesquisadora explica porque um trabalho concentrado proporciona segurança. “Uma coisa é você pegar um gafanhoto na natureza e comer. Muitas vezes ele esteve em uma lavoura que foi aplicado algum tipo de herbicida. Isso é uma coisa. Agora, quando você cria um inseto em ambiente fechado e controlado, o que ele está comendo você está controlando e ele não tem tanto perigo assim”, garante.

“Ciclo de produção muito rápido e uma área pequena, se consegue produzir toneladas de insetos. No Brasil, no norte e nordeste, se tem o hábito de comer formiga na forma de farinha ou petisco assado. Agora só falta difundir”, pondera. 

Foto: Maria Eduarda Ferrari

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A revista britânica Times Higher Education (THE) divulgou nesta quarta-feira (27) o THE Impact Ranking, publicação que avalia as instituições no que se refere ao cumprimento dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU). Os destaques da UFSM estão nas ações voltadas para o combate à fome, o desenvolvimento da agricultura sustentável e o desempenho na implementação e difusão dos Objetivos.

Neste ano, a melhor posição alcançada pela Universidade é no Objetivo 2 – Fome Zero e Agricultura Sustentável, em que ocupa a 5ª colocação no Brasil. Neste ODS, são avaliadas ações de administração, ensino, pesquisa e extensão direcionadas a acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar, melhorar a nutrição e promover a agricultura sustentável. 

Outro resultado bastante favorável é no Objetivo 17 - Parcerias para o Desenvolvimento. Neste quesito a UFSM saltou de 28,7 pontos em 2021, para 65,7 em 2022, ocupando a 11ª posição no Brasil. A avaliação que levou a esse índice considera atividades de ensino, pesquisa e extensão voltadas para a educação e difusão dos ODS bem como o fortalecimento de parcerias e meios de implementação dos Objetivos. 

Resultados são frutos de muito trabalho

O THE Impact Ranking foi criado em 2019 e pela primeira vez, desde que esse recorte que mede o empenho das universidades em relação aos ODS foi feito, a UFSM foi avaliada por sua atuação em todos os 17 ODS. Em relação aos resultados do ano anterior, a Universidade obteve crescimento na pontuação de 16 deles. 

Para Rudiney Soares Pereira, que lidera o grupo da Agenda 2030 na UFSM, esse é o grande ponto a ser celebrado. “A UFSM é uma das poucas instituições brasileiras que teve uma avaliação dos 17 ODS. Estamos trabalhando fortemente nesta direção e com muita qualidade, o que reflete nos números divulgados. Podemos dizer que somos uma universidade completa do ponto de vista do desenvolvimento sustentável e é isso que nos leva a essa posição de destaque no cenário nacional”.

Outro ponto a ser considerado é que neste ano o número de instituições avaliadas ao redor do mundo aumentou. Em 2021 eram 1.117, agora são 1.406. Ainda assim, a UFSM cresceu na pontuação geral, obtendo 68.4 pontos, permanecendo na mesma faixa de classificação do ano anterior, entre as 600 melhores do mundo. “Se olharmos em relação a 2021, temos um progresso muito positivo, ainda mais considerando que o número de instituições avaliadas aumentou em cerca de 26%. Isso mostra o quanto estamos batalhando para avançar cada vez mais”, pondera Rudiney.  

Planejamento e atuação conjunta

Para que a UFSM figure nos mais diversos rankings, um extenso trabalho de organização de dados e iniciativas é realizado. É necessário uma atuação conjunta de diversos setores para que as informações sejam esquematizadas de forma a atender as exigências de cada tipo de avaliação. 

Luciano Schuch, reitor da UFSM, avalia que esse resultado é fruto de planejamento, comprometimento e um olhar atento às demandas da sociedade. “Desde que alinhamos os ODS ao Plano de Desenvolvimento Institucional e Plano de Metas da Universidade, nossos projetos estão cada vez mais direcionados para essas iniciativas e por esse motivo temos conseguido atingir resultados cada vez mais positivos. É a Universidade comprometida com a Agenda 2030”. 

Lucas Langner, da Coordenadoria de Planejamento Informacional da UFSM, aponta dois fatores fundamentais que levam aos resultados obtidos. O primeiro é uma melhora do entendimento sobre a importância dos rankings e suas metodologias. “A UFSM tem consciência crescente da importância dos rankings. Eles têm a capacidade de nos dar o norte das tendências mundiais do ensino superior, das necessidades do planeta e das comunidades. A UFSM segue atenta a isso e buscando, cada vez mais, melhorar seus indicadores”, afirma Langner. 

O segundo ponto mencionado por Langner é a atuação conjunta da Instituição. “Esse resultado se deve à coletividade. É um trabalho de gestão, pró-reitorias, órgãos de apoio, centros de ensino… Quando a Universidade cresce nos rankings, não se deve a um fator isolado, mas ao conjunto de ações desenvolvidas”. Essa mesma perspectiva é compartilhada por Pereira e Schuch, que destacam o trabalho de todos os setores da UFSM para que as ações tenham êxito e gerem impacto real na sociedade. 

“A posição que alcançamos é motivo de muito orgulho. Estamos entre as universidades que mais estão impactando o planeta. Agradecemos a toda a comunidade que vem trabalhando com muito comprometimento e seriedade esse assunto. Esse é um dos papéis da universidade: pensar na sociedade. E isso nos orgulha muito.  Ser uma universidade de excelência é melhorar nos rankings, mas também ter uma atuação forte junto à comunidade”, finaliza Luciano Schuch. 

THE Impact Ranking

O Times Higher Education é um dos mais conceituados levantamentos internacionais do Ensino Superior. Essa é a quarta edição do ranking que avalia as universidades em relação aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, levando em consideração quatro grandes áreas de atuação: ensino, pesquisa, divulgação e administração. 

Resultados, metodologia e demais informações sobre o ranking estão disponíveis no site do THE.

Mais informações sobre os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável no site da Pró-Reitoria de Extensão.

 

Texto: Mariana Henriques

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/arco/compromisso-com-o-futuro-em-favor-da-terra-2 Fri, 22 Apr 2022 13:30:00 +0000 http://www.55bet-pro.com/midias/arco/?p=9198

Representantes da comunidade internacional se reuniram na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, em setembro de 2015, para firmar um compromisso pela sustentabilidade do planeta. Na ocasião, 193 países decidiram adotar como guia o documento “Transformando nosso mundo: a Agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável”. Trata-se de um plano de ação para construir um caminho sustentável até 2030, com metas para erradicar a pobreza e promover a dignidade humana dentro dos limites da Terra. Tais preocupações se mostram ainda mais pertinentes pelo fato de que, de 2014 a 2020, foram registrados os sete anos mais quentes da história, segundo dados da Agência Espacial Americana (Nasa) e da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos.

Ilustração horizontal e colorida de um mapa da Universidade Federal de Santa Maria vista de cima. O mapa está na diagonal esquerda. No canto inferior esquerdo, a Avenida Roraima e o arco, em azul. A Avenida corta a ilustração em uma reta até a metade, quando contorna um bosque. Vários prédios estão espalhados pelo mapa, principalmente nas cores branco, azul, verde, cinza e laranja. Depois do arco, do lado direito, prédios do CTISM. Do lado esquerdo, prédio laranja, outro branco. Mais adiante, posto de combustível e prédios dos bancos. Do lado direito, prédios do Centro de Tecnologia em laranja e azul claro. Na extremidade direita, prédio do curso de Arquitetura, Restaurante Universitário 2 e caixa de água. Há outros prédios brancos, cinzas e azuis. Do lado esquerdo, Hospital Universitário em verde, e atrás, prédios dos cursos de saúde em verde, cinza e azul. Mais adiante, do lado direito, fileira de cinco prédios brancos, com detalhes em cores diferentes (amarelo, azul, vermelho, laranja e verde). Do lado esquerdo, biblioteca central em bege. Mais adiante, a ponte seca, e logo após, do lado esquerdo, o Restaurante Universitário 1, em azul. Logo após, uma fileira de cinco prédios brancos grandes, dois prédios brancos pequenos e dois prédios cinzas pequenos, que são as Casas do Estudante. Do lado direito, três prédios brancos com anexos. O primeiro é o Centro de Artes e Letras e os demais pertencem ao Centro de Ciências Rurais, que tem a biblioteca de vidro entre eles. A Avenida se divide em duas ruas, uma para a direita e outra para a esquerda. Na frente, um bosque de árvores altas e com copa densa. Indo para a esquerda, o obelisco de espelhos do Reitor Fundador. Seguindo a rua, no canto superior esquerdo, o estádio em laranja, branco e azul. Na frente, fileira de prédios: um branco grande, dois brancos pequenos, dois brancos com detalhes em azul também pequenos, e a Reitoria, prédio grande e horizontal em cinza. Atrás dos prédios, bosque de araucárias. Na frente da Reitoria, prédio pequeno de um andar e com tijolos a vista. Do lado, o Centro de Convenções, prédio grande, em branco e cinza, e ao lado, a Casa de Comunicação, prédio azul e branco. Voltando à avenida, indo para o lado direito, o planetário em branco e amarelo, prédio redondo com cúpula arredondada. Logo, dobrando à esqueça, a Biblioteca do Centro de Ciências Sociais e Humanas, e ao lado, os três prédios do CCSH. Ao lado, as estufas do Colégio Politécnico, e os prédios do mesmo, em cinza, marrom e branco. O chão é verde.
Três anos após o acordo entre as nações, em 2018, a Pró-Reitoria de Extensão (PRE) da UFSM participou de um encontro nacional organizado pela ONG suprapartidária REDE ODS BRASIL, que aconteceu em Brasília-DF. Desde então, uma equipe institucional trabalha em ações baseadas na Agenda 2030 da ONU e nos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Estes funcionam como um roteiro para acompanhar e revisar ações que integram três dimensões do crescimento baseado na sustentabilidade: a econômica, a social e a ambiental.

O grupo é coordenado pelo Pró-Reitor Adjunto de Extensão, Rudiney Soares Pereira, que conta ter sido incumbido de pensar no processo de implantação da Agenda 2030 junto de várias mãos e muitas cabeças pensantes. A comissão de trabalho reúne técnico-administrativos e docentes de vários setores da Universidade e dos quatro campi. Em 2019, o grupo elaborou um diagnóstico que classifica mais de 11,8 mil ações de ensino, pesquisa e extensão alinhadas a um ou mais ODS.

Essas atuações contribuíram para o bom posicionamento da UFSM, que está empatada na 14a posição dentre as universidades brasileiras que melhor trabalham com os 17 ODS, segundo a revista britânica Times Higher Education (THE). No ranking geral, divulgado em 2021, a Instituição está entre a 401ª a 600ª colocação, e demonstra tendência de crescimento no índice, uma vez que em 2018 era avaliada em 10 Objetivos e na última lista se destacou em 14.

Energia limpa e acessível

O Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) 2016/2026 da UFSM definiu diretrizes da política de gestão ambiental para o período de 10 anos. No documento, a Universidade assume o compromisso de reduzir o consumo energético e de estimular a geração própria de energia, tendo como pretensão que os edifícios se qualifiquem como de máxima eficiência energética. As novas construções devem se enquadrar no conceito de Zero Energy Building – edificações com microgeração de energia que supram o consumo total ou parcial.

Ainda não existem edifícios de energia zero no campus de Camobi, mas há estudos e estimativas na busca pela geração própria de energia solar. A Pró-Reitora Adjunta de Infraestrutura (Proinfra) e professora no programa de Pós-Graduação em Arquitetura, Urbanismo e Paisagismo (PPGAUP), Ísis Portolan, explica que há mais potencial em obter autossuficiência energética em edificações com até dois andares, por não serem prédios muito grandes. Os edifícios da Casa do Estudante II (CEU II), por exemplo, são objeto de pesquisa de professores da Engenharia Elétrica para a implementação de energia fotovoltaica.

Em 2020, a capacidade instalada de produção máxima das usinas fotovoltaicas na UFSM era próxima de 170 quilowatts pico. Juntamente das duas novas estações a serem instaladas no campus Santa Maria em 2021, de 400kWp cada uma, e uma em Cachoeira do Sul, pode-se chegar a 1 gigawatt instalado nas estruturas da Universidade. Na sede, a instalação permitirá o uso da energia por parte do Centro de Educação Física e Desportos com sobras para a CEU, de onde por enquanto a distribuição produzida não passará, pois se trata do espaço com maior despesa energética do campus.

Ilustração colorida de um posto de combustível elétrico. A ilustração é de cima para baixo, e tem como destaque o telhado solar, que é quadriculado e tem doze placas solares na cor azul marinho. Em cada uma das extremidades, dois postes brancos sobre retângulo branco. No meio dos postes, ponto de recarga em branco, com fios pretos acoplados. No lado direito, carro vermelho instalado ao lado do ponto de recarga, com os fios pretos conectados. O chão é verde. O fundo é branco.

Água potável e armazenamento das chuvas

Ilustração quadrada e colorida de uma estufa. A ilustração está na diagonal esquerda e vista de cima para baixo. A estufa tem estrutura branca e paredes e telhado transparentes. A estrutura tem três postes finos e três arcos no telhado. No interior da estufa, plantas como margaridas rosas, planta com cachos amarelos e cinco prateleiras com três andares de mudas verdes. Ao lado direito da estufa, conectado a ela por um cano preto, caixa de água azul sobre estrutura de metal branco. O chão é verde. O fundo é branco.

O compromisso de encarar a sustentabilidade hídrica também está contemplado no PDI, com a busca do envolvimento da comunidade e a total transparência no uso da água. No prédio 37 da CEU II, a UFSM investiu na construção de dois blocos com tecnologias sustentáveis, como caixas d’água ligadas a cisternas que armazenam a água da chuva para uso nos vasos sanitários. No Colégio Politécnico, o armazenamento beneficia também o setor de floricultura.

 

Fora dos muros da Universidade, o Projeto Captação, da ONG Engenheiros Sem Fronteiras, é exemplo de ação pela sustentabilidade hídrica em Santa Maria. Gabrielli Morelato Hosono faz parte do Captação desde 2019 e conta que o grupo implementa sistemas de retenção de água da chuva. Isso é possível por meio de doações de pessoas e empresas, principalmente de lojas de materiais de construção. A primeira aplicação do projeto foi construída em 2018 em um prédio usado pelo Centro de Tecnologia para experimentos, onde fica a sede da ONG. Em 2019, o grupo construiu outro sistema de retenção de água no Colégio Marista, localizado no centro da cidade e, em 2020, aplicaria o projeto na comunidade Dom Ivo, no bairro Passo D’areia, ação adiada por causa da pandemia.

Para Nadyanni Andres, integrante do Comitê Ambiental da CEU II, uma possibilidade do reuso da água seria utilizar a própria estrutura da CEU para a horta comunitária do prédio 60, feita por estudantes. A utilização de cisternas na manutenção de hortas destinadas à comunidade interna e assistida diretamente pelas políticas de assistência estudantil é uma opção, mas o manejo da água apresenta outros caminhos autossustentáveis. Podem-se citar a redução da poluição, a melhora da qualidade da água e a colaboração no objetivo de acesso ao saneamento e higiene iguais e adequados a todos.

O FUTURO

Ilustração quadrada e colorida de um prédio de três andares. A parte da frente do prédio está recortada, mostrando seu interior. O prédio está na diagonal esquerda e de cima para baixo. Tem paredes brancas, e no teto, sete placas de energia solar. Na parede, há uma faixa azul. Na parte da frente, são seis apartamentos. Cada um tem uma cama beliche marrom, com colchão bege, uma escrivaninha marrom com cadeira em encosto azul e notebook cinza e preto sobre a escrivaninha, além de uma porta marrom. O chão é verde e o fundo é branco.

Quando há recursos financeiros, as inovações criadas na UFSM são utilizadas pela própria instituição. A pista multiuso é um exemplo de ideia de alunos e professores implementada pela Proinfra. Trata-se de um espaço multimodal para carrinhos de bebê, pessoas cegas e aquelas que usam cadeira de rodas, bicicletas e skates, que percorre todo o campus sede e ajuda na mobilidade interna e na integração com o bairro Camobi. Ao vislumbrar 2030, Ísis projeta ciclovias que liguem o campus até lugares distantes como o bairro Tancredo Neves e as cidades da Quarta Colônia, o que fomentaria o cicloturismo.

 

Como os prédios da Universidade foram construídos principalmente nas décadas de 1960 e 1970, a maioria não é muito eficiente em relação à sustentabilidade, e são necessárias transformações para torná-los sustentáveis, ou seja, para que causem menos impactos ambientais e busquem maior eficiência no uso de recursos naturais. Essas mudanças parecem mais distantes com a queda de investimento para construções, por parte da União, desde 2012. Ainda assim, para os próximos dez anos, a Pró-Reitora Adjunta cita a possibilidade de reformas como a aplicação de brises – dispositivo para impedir a incidência direta de radiação solar – de proteções solares nas fachadas, a criação de mais janelas e a instalação de paredes verdes.

 

Ísis ressalta que não apenas as construções precisam de atenção, mas também é necessário preservar as áreas verdes com vegetação arbórea, ampliando-as para a área rural da UFSM. Nadyanni, domiciliada na Universidade, almeja que haverá lugares onde, em 10 anos, o alimento dos moradores da Cidade Universitária será produzido comunitariamente na CEU II. E sabe o córrego ao lado do posto de combustível? Para Ísis, em um futuro com investimentos adequados, poderemos esquecer o mau cheiro de 2020 e imaginar uma água límpida com possibilidade de passeios de caiaque em 2030.

 

Mas e em 2050? Para a professora, as edificações, hoje com 50 anos, já terão passado pelas modificações estruturais necessárias, terão captação da água da chuva, energia solar e equipamentos de alta eficiência energética. Os sistemas de mobilidade estarão ainda melhores e a Universidade, mais acessível e integrada à sociedade, agradável enquanto local de trabalho e, definitivamente, vista não só como lugar para ter aulas.

 

E por que não imaginarmos a UFSM como provedora de energia e novas tecnologias de uso d’água para toda Santa Maria e região? É um questionamento feito pela líder do Projeto Captação, Gabrielli. Para ela, em concordância com Ísis, com a produção de energia aumentando gradativamente, podemos vislumbrar os carros elétricos como algo usual, tendo no campus sede um ponto de carga elétrica – que já existe. O eletroposto referido é parte de um projeto com o Centro Internacional de Energias Renováveis (Cibiogas) e a concessionária Copel, do Paraná, e fez da UFSM a primeira universidade no Rio Grande do Sul a instalar um posto para recargas rápidas de veículos elétricos – e de maneira gratuita. Mas a Universidade está acostumada a ser pioneira, pois antes já havia sido a primeira a receber um veículo elétrico para pesquisas em terras gaúchas, fato ocorrido em 2020.

 

Rudiney ainda cita como objetivo tornar a UFSM uma universidade de excelência, mais igualitária e universal. Ele pondera que as universidades são “instituições de Estado, não de governo, e apesar de os governos muitas vezes criarem todas as restrições ou obstáculos para que não cresçam, elas continuam crescendo”. Caminhando em seu crescimento como agente transformador local, regional e nacional, em 2050 a projeção da UFSM é de uma universidade mais internacionalizada, com mais fluxo de pessoas de vários lugares do mundo e mobilização pelo reconhecimento do trabalho da nossa comunidade acadêmica em nível internacional. 

Pensar no futuro ajuda na elaboração de um plano de ações como as discutidas aqui. Mas também pode  contribuir para a mudança de cultura a partir da implementação de pequenas práticas cotidianas, como separar o lixo adequadamente, privilegiar a luz natural em vez de lâmpadas e trocar, quando possível, o ar-condicionado pelas janelas abertas.

Expediente:

Reportagem: Lucas Felipe da Silva, acadêmico de Jornalismo;

Ilustração e diagramação: Renata Costa, acadêmica de Produção Editorial.

Conteúdo produzido para a 12ª edição impressa da Revista Arco (Dezembro 2021)

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/arco/compromisso-com-o-futuro-em-favor-da-terra Mon, 11 Apr 2022 13:42:00 +0000 http://www.55bet-pro.com/midias/arco/?p=8962 Representantes da comunidade internacional se reuniram na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, em setembro de 2015, para firmar um compromisso pela sustentabilidade do planeta. Na ocasião, 193 países decidiram adotar como guia o documento "Transformando nosso mundo: a Agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável”. Trata-se de um plano de ação para construir um caminho sustentável até 2030, com metas para erradicar a pobreza e promover a dignidade humana dentro dos limites da Terra. Tais preocupações se mostram ainda mais pertinentes pelo fato de que, de 2014 a 2020, foram registrados os sete anos mais quentes da história, segundo dados da Agência Espacial Americana (Nasa) e da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos.

Ilustração horizontal e colorida de um mapa da Universidade Federal de Santa Maria vista de cima. O mapa está na diagonal esquerda. No canto inferior esquerdo, a Avenida Roraima e o arco, em azul. A Avenida corta a ilustração em uma reta até a metade, quando contorna um bosque. Vários prédios estão espalhados pelo mapa, principalmente nas cores branco, azul, verde, cinza e laranja. Depois do arco, do lado direito, prédios do CTISM. Do lado esquerdo, prédio laranja, outro branco. Mais adiante, posto de combustível e prédios dos bancos. Do lado direito, prédios do Centro de Tecnologia em laranja e azul claro. Na extremidade direita, prédio do curso de Arquitetura, Restaurante Universitário 2 e caixa de água. Há outros prédios brancos, cinzas e azuis. Do lado esquerdo, Hospital Universitário em verde, e atrás, prédios dos cursos de saúde em verde, cinza e azul. Mais adiante, do lado direito, fileira de cinco prédios brancos, com detalhes em cores diferentes (amarelo, azul, vermelho, laranja e verde). Do lado esquerdo, biblioteca central em bege. Mais adiante, a ponte seca, e logo após, do lado esquerdo, o Restaurante Universitário 1, em azul. Logo após, uma fileira de cinco prédios brancos grandes, dois prédios brancos pequenos e dois prédios cinzas pequenos, que são as Casas do Estudante. Do lado direito, três prédios brancos com anexos. O primeiro é o Centro de Artes e Letras e os demais pertencem ao Centro de Ciências Rurais, que tem a biblioteca de vidro entre eles. A Avenida se divide em duas ruas, uma para a direita e outra para a esquerda. Na frente, um bosque de árvores altas e com copa densa. Indo para a esquerda, o obelisco de espelhos do Reitor Fundador. Seguindo a rua, no canto superior esquerdo, o estádio em laranja, branco e azul. Na frente, fileira de prédios: um branco grande, dois brancos pequenos, dois brancos com detalhes em azul também pequenos, e a Reitoria, prédio grande e horizontal em cinza. Atrás dos prédios, bosque de araucárias. Na frente da Reitoria, prédio pequeno de um andar e com tijolos a vista. Do lado, o Centro de Convenções, prédio grande, em branco e cinza, e ao lado, a Casa de Comunicação, prédio azul e branco. Voltando à avenida, indo para o lado direito, o planetário em branco e amarelo, prédio redondo com cúpula arredondada. Logo, dobrando à esqueça, a Biblioteca do Centro de Ciências Sociais e Humanas, e ao lado, os três prédios do CCSH. Ao lado, as estufas do Colégio Politécnico, e os prédios do mesmo, em cinza, marrom e branco. O chão é verde. Três anos após o acordo entre as nações, em 2018, a Pró-Reitoria de Extensão (PRE) da UFSM participou de um encontro nacional organizado pela ONG suprapartidária REDE ODS BRASIL, que aconteceu em Brasília-DF. Desde então, uma equipe institucional trabalha em ações baseadas na Agenda 2030 da ONU e nos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Estes funcionam como um roteiro para acompanhar e revisar ações que integram três dimensões do crescimento baseado na sustentabilidade: a econômica, a social e a ambiental. 

O grupo é coordenado pelo Pró-Reitor Adjunto de Extensão, Rudiney Soares Pereira, que conta ter sido incumbido de pensar no processo de implantação da Agenda 2030 junto de várias mãos e muitas cabeças pensantes. A comissão de trabalho reúne técnico-administrativos e docentes de vários setores da Universidade e dos quatro campi. Em 2019, o grupo elaborou um diagnóstico que classifica mais de 11,8 mil ações de ensino, pesquisa e extensão alinhadas a um ou mais ODS.

Essas atuações contribuíram para o bom posicionamento da UFSM, que está empatada na 14a posição dentre as universidades brasileiras que melhor trabalham com os 17 ODS, segundo a revista britânica Times Higher Education (THE). No ranking geral, divulgado em 2021, a Instituição está entre a 401ª a 600ª colocação, e demonstra tendência de crescimento no índice, uma vez que em 2018 era avaliada em 10 Objetivos e na última lista se destacou em 14.

Energia limpa e acessível

O Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) 2016/2026 da UFSM definiu diretrizes da política de gestão ambiental para o período de 10 anos. No documento, a Universidade assume o compromisso de reduzir o consumo energético e de estimular a geração própria de energia, tendo como pretensão que os edifícios se qualifiquem como de máxima eficiência energética. As novas construções devem se enquadrar no conceito de Zero Energy Building – edificações com microgeração de energia que supram o consumo total ou parcial.

Ainda não existem edifícios de energia zero no campus de Camobi, mas há estudos e estimativas na busca pela geração própria de energia solar. A Pró-Reitora Adjunta de Infraestrutura (Proinfra) e professora no programa de Pós-Graduação em Arquitetura, Urbanismo e Paisagismo (PPGAUP), Ísis Portolan, explica que há mais potencial em obter autossuficiência energética em edificações com até dois andares, por não serem prédios muito grandes. Os edifícios da Casa do Estudante II (CEU II), por exemplo, são objeto de pesquisa de professores da Engenharia Elétrica para a implementação de energia fotovoltaica.

Em 2020, a capacidade instalada de produção máxima das usinas fotovoltaicas na UFSM era próxima de 170 quilowatts pico. Juntamente das duas novas estações a serem instaladas no campus Santa Maria em 2021, de 400kWp cada uma, e uma em Cachoeira do Sul, pode-se chegar a 1 gigawatt instalado nas estruturas da Universidade. Na sede, a instalação permitirá o uso da energia por parte do Centro de Educação Física e Desportos com sobras para a CEU, de onde por enquanto a distribuição produzida não passará, pois se trata do espaço com maior despesa energética do campus.

Ilustração colorida de um posto de combustível elétrico. A ilustração é de cima para baixo, e tem como destaque o telhado solar, que é quadriculado e tem doze placas solares na cor azul marinho. Em cada uma das extremidades, dois postes brancos sobre retângulo branco. No meio dos postes, ponto de recarga em branco, com fios pretos acoplados. No lado direito, carro vermelho instalado ao lado do ponto de recarga, com os fios pretos conectados. O chão é verde. O fundo é branco.

Água potável e armazenamento das chuvas

Ilustração quadrada e colorida de uma estufa. A ilustração está na diagonal esquerda e vista de cima para baixo. A estufa tem estrutura branca e paredes e telhado transparentes. A estrutura tem três postes finos e três arcos no telhado. No interior da estufa, plantas como margaridas rosas, planta com cachos amarelos e cinco prateleiras com três andares de mudas verdes. Ao lado direito da estufa, conectado a ela por um cano preto, caixa de água azul sobre estrutura de metal branco. O chão é verde. O fundo é branco.

O compromisso de encarar a sustentabilidade hídrica também está contemplado no PDI, com a busca do envolvimento da comunidade e a total transparência no uso da água. No prédio 37 da CEU II, a UFSM investiu na construção de dois blocos com tecnologias sustentáveis, como caixas d’água ligadas a cisternas que armazenam a água da chuva para uso nos vasos sanitários. No Colégio Politécnico, o armazenamento beneficia também o setor de floricultura.

Fora dos muros da Universidade, o Projeto Captação, da ONG Engenheiros Sem Fronteiras, é exemplo de ação pela sustentabilidade hídrica em Santa Maria. Gabrielli Morelato Hosono faz parte do Captação desde 2019 e conta que o grupo implementa sistemas de retenção de água da chuva. Isso é possível por meio de doações de pessoas e empresas, principalmente de lojas de materiais de construção. A primeira aplicação do projeto foi construída em 2018 em um prédio usado pelo Centro de Tecnologia para experimentos, onde fica a sede da ONG. Em 2019, o grupo construiu outro sistema de retenção de água no Colégio Marista, localizado no centro da cidade e, em 2020, aplicaria o projeto na comunidade Dom Ivo, no bairro Passo D'areia, ação adiada por causa da pandemia.


Para Nadyanni Andres, integrante do Comitê Ambiental da CEU II, uma possibilidade do reuso da água seria utilizar a própria estrutura da CEU para a horta comunitária do prédio 60, feita por estudantes. A utilização de cisternas na manutenção de hortas destinadas à comunidade interna e assistida diretamente pelas políticas de assistência estudantil é uma opção, mas o manejo da água apresenta outros caminhos autossustentáveis. Podem-se citar a redução da poluição, a melhora da qualidade da água e a colaboração no objetivo de acesso ao saneamento e higiene iguais e adequados a todos.

O FUTURO

Ilustração quadrada e colorida de um prédio de três andares. A parte da frente do prédio está recortada, mostrando seu interior. O prédio está na diagonal esquerda e de cima para baixo. Tem paredes brancas, e no teto, sete placas de energia solar. Na parede, há uma faixa azul. Na parte da frente, são seis apartamentos. Cada um tem uma cama beliche marrom, com colchão bege, uma escrivaninha marrom com cadeira em encosto azul e notebook cinza e preto sobre a escrivaninha, além de uma porta marrom. O chão é verde e o fundo é branco.

Quando há recursos financeiros, as inovações criadas na UFSM são utilizadas pela própria instituição. A pista multiuso é um exemplo de ideia de alunos e professores implementada pela Proinfra. Trata-se de um espaço multimodal para carrinhos de bebê, pessoas cegas e aquelas que usam cadeira de rodas, bicicletas e skates, que percorre todo o campus sede e ajuda na mobilidade interna e na integração com o bairro Camobi. Ao vislumbrar 2030, Ísis projeta ciclovias que liguem o campus até lugares distantes como o bairro Tancredo Neves e as cidades da Quarta Colônia, o que fomentaria o cicloturismo.

Como os prédios da Universidade foram construídos principalmente nas décadas de 1960 e 1970, a maioria não é muito eficiente em relação à sustentabilidade, e são necessárias transformações para torná-los sustentáveis, ou seja, para que causem menos impactos ambientais e busquem maior eficiência no uso de recursos naturais. Essas mudanças parecem mais distantes com a queda de investimento para construções, por parte da União, desde 2012. Ainda assim, para os próximos dez anos, a Pró-Reitora Adjunta cita a possibilidade de reformas
como a aplicação de brises – dispositivo para impedir a incidência direta de radiação solar – de proteções solares nas fachadas, a criação de mais janelas e a instalação de paredes verdes.

Ísis ressalta que não apenas as construções precisam de atenção, mas também é necessário preservar as áreas verdes com vegetação arbórea, ampliando-as para a área rural da UFSM. Nadyanni, domiciliada na Universidade, almeja que haverá lugares onde, em 10 anos, o alimento dos moradores da Cidade Universitária será produzido comunitariamente na CEU II. E sabe o córrego ao lado do posto de combustível? Para Ísis, em um futuro com investimentos adequados, poderemos esquecer o mau cheiro de 2020 e imaginar uma água límpida com possibilidade de passeios de caiaque em 2030.

Mas e em 2050? Para a professora, as edificações, hoje com 50 anos, já terão passado pelas modificações estruturais necessárias, terão captação da água da chuva, energia solar e equipamentos de alta eficiência energética. Os sistemas de mobilidade estarão ainda melhores e a Universidade, mais acessível e integrada à sociedade, agradável enquanto local de trabalho e, definitivamente, vista não só como lugar para ter aulas.

E por que não imaginarmos a UFSM como provedora de energia e novas tecnologias de uso d’água para toda Santa Maria e região? É um questionamento feito pela líder do Projeto Captação, Gabrielli. Para ela, em concordância com Ísis, com a produção de energia aumentando gradativamente, podemos vislumbrar os carros elétricos como algo usual, tendo no campus sede um ponto de carga elétrica – que já existe. O eletroposto referido é parte de um projeto com o Centro Internacional de Energias Renováveis (Cibiogas) e a concessionária Copel, do Paraná, e fez da UFSM a primeira universidade no Rio Grande do Sul a instalar um posto para recargas rápidas de veículos elétricos – e de maneira gratuita. Mas a Universidade está acostumada a ser pioneira, pois antes já havia sido a primeira a receber um veículo elétrico para pesquisas em terras gaúchas, fato ocorrido em 2020.

Rudiney ainda cita como objetivo tornar a UFSM uma universidade de excelência, mais igualitária e universal. Ele pondera que as universidades são "instituições de Estado, não de governo, e apesar de os governos muitas vezes criarem todas as restrições ou obstáculos para que não cresçam, elas continuam crescendo”. Caminhando em seu crescimento como agente transformador local, regional e nacional, em 2050 a projeção da UFSM é de uma universidade mais internacionalizada, com mais fluxo de pessoas de vários lugares do mundo e mobilização pelo reconhecimento do trabalho da nossa comunidade acadêmica em nível internacional. 

 

Pensar no futuro ajuda na elaboração de um plano de ações como as discutidas aqui. Mas também pode  contribuir para a mudança de cultura a partir da implementação de pequenas práticas cotidianas, como separar o lixo adequadamente, privilegiar a luz natural em vez de lâmpadas e trocar, quando possível, o ar-condicionado pelas janelas abertas.

Expediente: Reportagem: Lucas Felipe da Silva, acadêmico de Jornalismo; Ilustração e diagramação: Renata Costa, acadêmica de Produção Editorial.
Conteúdo produzido para a 12ª edição impressa da Revista Arco (Dezembro 2021)
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