UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com Universidade Federal de Santa Maria Thu, 30 Apr 2026 17:06:59 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com 32 32 UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2026/02/19/produtores-rurais-de-sete-paises-da-america-latina-visitam-a-ufsm Thu, 19 Feb 2026 11:05:16 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=72003 [caption id="attachment_72004" align="alignright" width="587"] Roteiro incluiu apresentação de resultados de trabalhos na Inovatec[/caption]

Nesta quarta-feira (18), o 55BET Pro Sede da UFSM recebeu a visita de produtores de sete países da América Latina, o que possibilitou uma troca intensa de experiências com pesquisadores da Universidade. Provenientes de Honduras, Equador, Venezuela, Costa Rica, Peru, Chile e Panamá, os produtores participam de um roteiro no Brasil promovido pelo Fundo Latino-Americano para Arroz Irrigado, o FLAR.

A Equipe FieldCrops apresentou ao grupo, na Inovatec e na área experimental do Departamento de Fitotecnia, os resultados de trabalhos de dissertações e teses.

Para o professor Alencar Zanon, mais do que uma apresentação de resultados de pesquisa da Equipe FieldCrops, foi um momento de conexão, aprendizado e construção de estratégias para elevar produtividade e rentabilidade no sistema de produção de arroz na América Latina. 

Foto: Divulgação

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/03/13/equipe-fieldcrops-fortalece-internacionalizacao-com-entrega-de-livro-a-produtores-da-america-latina Thu, 13 Mar 2025 11:34:15 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=68502 [caption id="attachment_68503" align="aligncenter" width="1024"]foto colorida horizontal de pessoas em meio a uma lavoura de soja em um dia de céu azul. Elas estão em pé e agachadas e de frente para a câmera Reitor participou da entrega do material a produtores em visita ao 55BET Pro Sede[/caption]

Na última terça-feira (11), a Equipe FieldCrops da UFSM realizou a entrega do livro “Agronomía digital: intensificación de los sistemas productivos de arroz y soya na Venezuela” para produtores venezuelanos e de outros países da América Latina em visita ao 55BET Pro Sede. O evento contou com a presença do reitor da UFSM, Luciano Schuch, e reuniu mais de 30 produtores, reforçando o compromisso da Universidade e de seus parceiros com a internacionalização do conhecimento científico e a promoção de tecnologias avançadas para o setor agrícola.

O material entregue reúne pesquisas e análises sobre as melhores práticas para o cultivo de arroz e soja, auxiliando os produtores na redução da lacuna de produtividade e na adoção de manejos mais eficientes. O livro é resultado do trabalho desenvolvido pelo projeto de mestrado de João Souza, do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Agrícola (PPGEA) da UFSM, que busca soluções inovadoras para os desafios do setor agrícola, tanto no Brasil quanto no exterior.

Para os produtores latino-americanos, o acesso a esse conhecimento técnico é essencial para otimizar o rendimento das lavouras e aprimorar a gestão agrícola. “Com esse material, conseguimos embasar nossas decisões e melhorar a eficiência produtiva no campo”, destacou um dos agricultores presentes no evento.

O professor Alencar Zanon, coordenador do projeto, destaca que a iniciativa evidencia o papel da UFSM como referência em pesquisa aplicada à agricultura e reforça a importância da colaboração internacional para o desenvolvimento sustentável da produção agrícola na América Latina. O projeto é em parceria com o Flar, Onudi e Fundarroz.

Foto: Divulgação

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2024/10/03/ufsm-se-consolida-entre-as-melhores-universidades-da-america-latina-no-qs-ranking Thu, 03 Oct 2024 14:30:57 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=67049

Foram divulgados nesta quinta-feira (3) os resultados do QS World University Rankings 2025: América Latina e Caribe. Nesta edição, a UFSM permanece como a 70ª da América Latina e 18ª do Brasil – 12ª entre as federais. Trata-se do mesmo desempenho da edição anterior do ranking, consolidando os avanços que fizeram com que a Universidade subisse 11 posições.

Entre os indicadores avaliados, nesta edição a UFSM obteve avanços em "citações por artigo" (subiu 14 posições), "reputação acadêmica" (cinco colocações) e "impacto na web' (aumento de três posições). Também são considerados outros indicadores, como docentes com doutorado. 

O levantamento foi feito pela Quacquarelli Symonds (QS), analista global de Ensino Superior. A edição de 2025 - a 14ª do ranking - avalia 437 universidades da América Latina em 23 países. No total, 96 universidades do Brasil estão elencadas. Do Rio Grande do Sul, as quatro melhores, nesta ordem, são a UFRGS, a PUCRS, a UFSM e a UFPel.

Referência nacional e latino-americana

A pró-reitora de Pós-Graduação e Pesquisa, Cristina Nogueira, destaca que os índices de citação de artigos/pesquisador/instituição são parâmetros fundamentais para avaliar o reconhecimento do conhecimento científico produzido e a reputação científica. "O aumento desses índices reflete a qualidade, importância e relevância do conhecimento científico gerado, bem como sua repercussão para a área, em decorrência do comprometimento de pesquisadores e da comunidade científica. Esse crescimento também está relacionado a políticas e investimentos em ciência, além de evidenciar a excelência na formação de recursos humanos em torno de um núcleo científico de destaque", avalia.

Segundo a pró-reitora, análises recentes têm destacado os índices da UFSM, demonstrando todo o arcabouço do ecossistema de pesquisa, desenvolvimento e inovação criado, fomentado e em constante aprimoramento pela Instituição. Da mesma forma, o investimento realizado, ao longo dos anos, em equipamentos de vanguarda e alta tecnologia, voltados à estruturação de infraestruturas de pesquisa multiusuárias, tem desempenhado um papel fundamental na consolidação de ações concretas em pesquisa e na produção de conhecimento de excelência. Esse avanço tem gerado impactos significativos na inovação, no desenvolvimento de tecnologia e na transferência de conhecimento em diversas áreas.

"A consolidação do ecossistema de pós-graduação na UFSM é, sem dúvida, um dos principais pilares que posiciona a Universidade como uma referência nacional e latino-americana, além de impulsionar sua visibilidade e reputação no cenário internacional", enfatiza Cristina.

Os resultados completos podem ser vistos no site do QS Ranking.

Artes gráficas: Daniel Michelon De Carli

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2024/09/06/projeto-da-ufsm-lanca-livro-digital-sobre-producao-sustentavel-de-arroz Fri, 06 Sep 2024 14:23:25 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=66737

A Equipe Field Crops apresenta, em seu site, ebook sobre a produção de arroz de forma sustentável. A obra Rice Money Maker: o segredo da sustentabilidade na lavoura de arroz mostra resultados da terceira edição do RMM, esforço coletivo em prol da geração de informações sobre o manejo desta cultura no Brasil, no Uruguai, na Argentina e no Paraguai. A iniciativa é considerada a maior na América Latina. 

O Rice Money Maker (RMM) teve início em 2021 e, atualmente, reúne 31 lavouras nos quatro países, que se destacam na produção de arroz fora do continente asiático. O objetivo da metodologia RMM é identificar as práticas de manejo que permitem aos produtores elevar o índice de sustentabilidade da lavoura, maximizar o lucro, reduzir o impacto ambiental e aumentar a eficiência produtiva.

A metodologia gera um índice de sustentabilidade a partir de modelo matemático que gera parâmetros e indicadores ambientais, econômicos e sociais.  Os dados são utilizados em pesquisas de mestrado e doutorado dos Programas de Pós-graduação em Agronomia e em Engenharia Agrícola da UFSM. 

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2024/06/17/ufsm-representada-na-conferencia-internacional-de-arroz-para-america-latina-e-caribe Mon, 17 Jun 2024 11:14:46 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=66054
[caption id="attachment_66055" align="alignright" width="506"]foto colorida horizontal com pessoas sentadas em mesas paralelas, frente a frente, acompanhando um homem que fala em pé olhando para um telão Zanon apresentou resultados de estudos[/caption] O professor do Departamento de Fitotecnia da UFSM Alencar Zanon, consultor do Fundo Latino-Americano de Arroz Irrigado (Flar), e a aluna de doutorado do Programa de Pós-Graduação em Agronomia e pesquisadora visitante do Flar Camille Flores participaram da XIV Conferência Internacional de Arroz para América Latina e Caribe, que ocorreu na Cidade do Panamá de 10 a 14 de junho.
 
Na oportunidade, foram apresentados dados do Campeonato Rice Money Maker e resultados obtidos em sistemas de rotação arroz-soja em projetos desenvolvidos na Colômbia e na Venezuela, bem como um workshop de potencial e lacunas de rendimento de arroz, com representantes de diferentes países da América Latina e Caribe.
 
Juntamente ao Fundo Latino-Americano de Arroz Irrigado, a UFSM pôde compartilhar as experiências que vem tendo com a produção sustentável de arroz, através da análise de dados de lavouras no Mercosul, assim como o avanço da soja no sistema de produção de arroz na Argentina, Brasil, Uruguai, Colômbia e Venezuela.
 
Já com a Universidade de Nebraska-Lincoln, nos Estados Unidos, foi apresentado o Projeto Global Yield Gap Atlas, com o objetivo de compartilhar os potenciais e as lacunas de rendimento na cultura do arroz em diferentes países e fomentar a formação de um grupo com pesquisadores e técnicos para levar o projeto a todos países da América Latina.
 
Zanon comenta que os resultados desses três projetos contribuíram para a formação de recursos humanos de alta qualidade tanto de graduação em Agronomia quanto de mestrado e doutorado do PPGEA e PPGAgro da UFSM. Além disso, permite que o conhecimento gerado na UFSM possa chegar a diferentes países da América Latina, contribuindo para a produção sustentável de alimentos.
 
Mais informações no site da Equipe FieldCrops
 
Foto: Divulgação
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Dando sequência ao seu processo de internacionalização, o Programa de Pós-Graduação em Engenharia Agrícola (PPGEA) da UFSM segue recebendo estudantes latino-americanos. Neste semestre, dois novos alunos serão recebidos. Marcel Guevara, da Venezuela, e Pedro Sanabria, do Paraguai, iniciam o curso de mestrado no primeiro semestre. Além deles, Maria Sol Arce, do Paraguai, vai cursar o 4º semestre do doutorado, e Maria Soledad Armoa, também paraguaia, vai para o 3º semestre do doutorado. 

Segundo o professor Alencar Junior Zanon, do Departamento de Fitotecnia, durante as missões de trabalho de projetos que ele coordena na América do Sul, em países como Venezuela, Paraguai e Colômbia, além de consolidar a UFSM como referência em agricultura, são realizadas conexões com pesquisadores e estudantes, ocasiões em que são apresentadas as oportunidades existentes na Universidade. "O PPGEA é referência em atrair alunos de fora do Brasil. Já foram mais de dezenas de estudantes do exterior formados no programa", afirma.

Além de receber estudantes, muitos alunos da UFSM também fazem o caminho inverso. Neste semestre, um doutorando parte para fazer "sanduíche" na Universidade de Nebraska, nos Estados Unidos - onde outra egressa da UFSM está fazendo mestrado. 

Alencar destaca a importância destes intercâmbios para a internacionalização da Universidade.

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Na próxima terça-feira (26), às 10h, será realizado o evento online "Diversidade cultural: a comunicação estratégica na América Latina". A atividade reunirá profissionais de comunicação estratégica do Uruguai, Chile, Peru e Argentina para dialogar sobre suas realidades e desafios de atuação.

Promovido pelo curso de Relações Públicas do 55BET Pro Santa Maria e realizado pela disciplina de Comunicação e Cultura, o evento ocorre em comemoração ao Dia Interamericano de Relações Públicas e é aberto à comunidade, podendo ser acessado pelo link. Não é necessário realizar inscrição prévia. Será emitido certificado relativo às horas de participação.

Convidados: Mónica Arzuaga-Williams (Uruguai), consultora em comunicação organizacional e opinião pública; Marita Solórzano (Peru), fundadora da plataforma online de treinamento de Relações Públicas solarzanocapacitacion.com e diretora do programa e newsletter Café PR; Marisol Sánchez Sanhueza (Chile), estrategista de comunicação, com experiência em Relações Públicas, comunicação estratégica, branding pessoal e corporativo, pesquisa e marketing; Miguel Cavatorta (Argentina), diretor de Comunicação e Engajamento do Club Atlético Talleres (Córdoba), presidente do Círculo de Comunicação Institucional e Relações Públicas de Córdoba, integrante da agência Smart PR. A mediação será da professora Andréia Athaydes.

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A Segunda Edição do Campeonato Rice Money Maker, referente à safra 2022/2023, reuniu produtores de arroz irrigado dos estados de maior produção de arroz no Brasil - Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Tocantins, além de produtores da Argentina, Paraguai e Uruguai. O evento, que teve como foco a busca por práticas sustentáveis e eficiência produtiva, buscou identificar indicadores de sustentabilidade que permitam maximizar o retorno ao investimento dos produtores, ao mesmo tempo em que minimizam o impacto ambiental e foi organizado pela equipe FieldCrops da UFSM.

Durante o campeonato, os produtores competiram por meio da implementação de técnicas e métodos de manejo que promovem a sustentabilidade e o aumento da produtividade nas lavouras de arroz. As práticas abordaram desde o uso eficiente de recursos hídricos até a adoção de medidas de preservação ambiental, como a redução do uso de agroquímicos e o incentivo à biodiversidade local.

O evento culminou com a premiação dos melhores produtores e também com a publicação do livro "O Segredo da Sustentabilidade na Lavoura de Arroz – 2ª Edição", que apresenta os resultados obtidos ao longo do campeonato. O e-book disponibiliza informações valiosas sobre as práticas de manejo utilizadas pelos produtores participantes, além de destacar as estratégias que se mostraram mais eficazes na maximização dos resultados econômicos e produtivos, ao mesmo tempo em que minimizam os impactos negativos ao meio ambiente. 

O livro oferece uma oportunidade para que produtores, estudantes e profissionais do setor agrícola aprofundem seus conhecimentos sobre a sustentabilidade na lavoura de arroz e busquem implementar essas práticas em suas próprias propriedades. Para acessar o e-book "O Segredo da Sustentabilidade na Lavoura de Arroz – 2ª Edição", basta clicar aqui.

O Campeonato Rice Money Maker representa um passo para a disseminação de práticas agrícolas sustentáveis e eficientes, promovendo o desenvolvimento de uma agricultura responsável, que busca não apenas o lucro, mas também a preservação do meio ambiente.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ccr/2023/06/12/equipe-fieldcrops-coordena-o-maior-projeto-de-producao-sustentavel-de-arroz-da-america-latina Mon, 12 Jun 2023 14:16:08 +0000 http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ccr/?p=8395 [caption id="attachment_8396" align="alignleft" width="557"] Equipe FieldCrops junto ao produtor anfitrião Santiago Ferrés e o grande campeão em sustentabilidade Alfonso Gomez (UY)[/caption]

No dia 10 de junho foi realizada a entrega de resultados e a premiação do grande campeão do maior campeonato de sustentabilidade de arroz irrigado das Américas, o Campeonato Rice Money Maker - Safra 2022/2023. O evento, que contou com a participação de produtores da Argentina, Uruguai, Paraguai e dos três maiores produtores de arroz do Brasil (RS, SC e TO), teve como destaque a coordenação da Equipe FieldCrops do CCR.

Com a necessidade de aumentar a produção de alimentos de forma vertical e sustentável, a América Latina desempenha um papel fundamental na produção de arroz. Diante disso, a Equipe FieldCrops da UFSM, em parceria com a Esalq/USP e a Universidade de Entre Rios da Argentina, realizou a segunda edição do Campeonato de Sustentabilidade Rice Money Maker.

O objetivo principal do campeonato foi identificar e incentivar práticas sustentáveis no sistema produtivo, fornecendo evidências científicas que possam auxiliar a América Latina a alcançar suas metas de produção agrícola. O diferencial do campeonato está na busca pela eficiência produtiva de cada lavoura de arroz irrigado, além de promover a interação entre produtores e técnicos e compartilhar conhecimentos e experiências entre os países participantes. 

[caption id="attachment_8397" align="alignright" width="516"] Registro de todos participantes presentes na entrega de resultados Campeonato Rice Money Maker 2ª Edição[/caption]

Todas as informações e resultados gerados durante o Campeonato foram apresentados no evento e serão disponibilizados gratuitamente no E-book "O Segredo da Sustentabilidade na Lavoura de Arroz - 2ª Edição", que estará disponível no site da Universidade Federal de Santa Maria até o final de junho de 2023. Essa iniciativa visa disseminar práticas sustentáveis e contribuir para o desenvolvimento da produção de arroz de forma ambientalmente responsável na região.

O coordenador da Equipe FieldCrops da UFSM, Professor Alencar Junior Zanon, juntamente com os demais participantes e colaboradores do campeonato, expressaram sua satisfação em promover ações que visam a sustentabilidade e aprimoramento da produção de arroz na América Latina. O evento marcou um importante passo rumo a um futuro agrícola mais sustentável na região, onde a produção de alimentos é priorizada sem comprometer o meio ambiente.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2022/11/04/evento-discute-desenvolvimento-da-linguistica-na-america Fri, 04 Nov 2022 11:46:30 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=60280

Durante os dias 21 e 22 de novembro acontece, no Espaço Multidisciplinar de Pesquisa e Extensão da UFSM, em Silveira Martins, a II Escola de Altos Estudos. O evento é uma promoção do Centro de Documentação e Memória e objetiva discutir sobre a circulação das ideias linguísticas na América no século XX.

O evento contará com convidados internacionais e as línguas de trabalho serão português, espanhol e francês, sem tradução simultânea.  As inscrições podem ser realizadas até o dia 15 de novembro, através do formulário

Programação

21/11

08:30: Abertura

09:00 As relações institucionais e a circulação das ideias linguísticas
Amanda E. Scherer (UFSM - PPGL - Corpus - CDM)

09:30: Conferência Plenária
Archives de linguistes : source d'une historiographie des échanges et point focal d'une genèse de l'écriture linguistique
Irène Fenoglio (ITEM - ENS - Paris - Professeur Émérite)

13:30 Conferência 1
El aporte de Amado Alonso a la institucionalización y a la divulgación de la lingüística en Latinoamérica
Emiliano Battista (Universidad de Buenos Aires - CONICET - Instituto de Filología y Literaturas Hispánicas "Dr. Amado Alonso")

16:00: Conferência 2
Notas sobre la implantación del estructuralismo en América
Estanislao Sofia  (Professor Visitante Estrangeiro -PPGL - UFSM)

22/11

08:30: Conferência 3
A Linguística pós-estruturalista de Eugenio Coseriu
Clemilton Lopes Pinheiro (Universidade Federal do Rio Grande do Norte)

10:30: Conferência 4
As primeiras lições de Jakobson
Luiza Milano  (Universidade Federal do Rio Grande do Sul)

13:30 Conferência 5
Mattoso, o leitor brasileiro de Saussure
Eliane Silveira (Universidade Federal de Uberlândia)

15:30 Encerramento 
Ideias, impacto, produção, circulação
Estanislao Sofia (Professor Visitante Estrangeiro -PPGL - UFSM)

Todas as atividades serão presenciais e acontecerão na Sala 3007 - Bloco A do Espaço Multidisciplinar de Pesquisa e Extensão da UFSM, em Silveira Martins.

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Parceria da União Europeia e Universidade Federal do Rio Grande do Sul 

Segunda edição em parceria com a Universidade Federal de Pelotas - dias 16, 17 e 18 de novembro, em Pelotas, em formato híbrido. 

As inscrições já estão abertas, tanto para ouvintes, como para submissão de trabalhos.

O prazo para o envio de resumos - dia 03/10 às 23h59 e os editais com as orientações se encontram em nosso site (http://www.ufrgs.br/euroval-jeanmonnet/workshop22/), assim como em nossas redes sociais (@euroval.ufrgs). 

O evento recebe trabalhos de graduandos, pós-graduados, pesquisadores, professores e profissionais da área. Os formulários de inscrição se encontram nos seguintes links:

Submissão de trabalhos - l1nq.com/vczhb

Ouvintes - l1nq.com/ziZPm

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2022/09/22/ufsm-recebe-premio-internacional-de-excelencia-pelo-qs-ranking-america-latina Thu, 22 Sep 2022 19:42:39 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=59754 [caption id="attachment_59758" align="alignright" width="608"]Foto colorida horizontal mostra a distância um palco de um evento, com 3 pessoas no palco, a do meio segura um diploma, atrás um fundo branco com logos Premiação ocorreu na Universidade Vila Velha nesta quinta (22)[/caption]

Nesta quinta-feira (22), durante o QS Higher Education Summit: Americas 2022, na Universidade Vila Velha (UVV), no Espírito Santo, a UFSM recebeu o prêmio na categoria "Recognition of Improvement", um reconhecimento à excelência institucional. A Universidade esteve representada pelo reitor, Luciano Schuch, e pelo assessor do Gabinete do Reitor na Secretaria de Apoio Internacional (SAI), Júlio César Cossio Rodriguez.

Durante o congresso também foi feita a publicação oficial do Ranking de Universidades da América Latina 2023 da companhia britânica Quacquarelli Symonds (QS). A UFSM obteve destaque, avançando 12 posições em relação ao ano anterior: passou da 93ª colocação para a 81ª. No Brasil, está entre as 20 melhores universidades, tanto públicas quanto privadas.

[caption id="attachment_59759" align="alignleft" width="356"]foto vertical colorida mostra dois homens, de terno e gravata, um deles segura o diploma, ao fundo banner em tons alaranjados Júlio César Cossio Rodriguez e Luciano Schuch representaram a UFSM[/caption]

Schuch lembrou que desde 2018 era meta da UFSM estar entre as 20 melhores universidades do país de acordo com o ranking da QS para a América Latina, e destacou o esforço de toda a comunidade, como a Pró-Reitoria de Planejamento (Proplan), Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP), Secretaria de Apoio Internacional (SAI), Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). "Graças ao trabalho de toda nossa comunidade, conseguimos atingir nossa meta em 2022. É um motivo de muito orgulho. Temos que agradecer a todos os pesquisadores e corpo técnico da Universidade por esse objetivo, ou seja, a Universidade cada vez mais representada na sociedade, através da nossa reputação, da empregabilidade dos nossos egressos, da relevância da nossa pesquisa para a sociedade", avalia.

Além do resultado exitoso obtido no ranking britânico QS, o reitor lembra outras conquistas recentes da UFSM, como a avaliação quadrienal da Capes e o resultado do Enade, "que mostram nossa Universidade cada vez mais próxima de ser de excelência". Agora, a expectativa é pelo resultado do Índice Geral de Cursos (IGC), cuja meta da UFSM é o conceito 5, também de excelência. "A Universidade não se resume a rankings, mas são importantes porque ajudam a nos posicionar perante nossos pares, outras universidade do Brasil e do mundo", salienta Schuch, lembrando que a conquista é resultado do trabalho de gestões anteriores.

O QS Higher Education Summit visa reunir líderes e profissionais da área da educação para debater acerca do ensino superior nas Américas. A conferência, que segue até sexta-feira (23), possibilita a troca de experiências e conhecimento de profissionais de diferentes locais do mundo e fomenta novas alianças estratégicas. Também são realizadas palestras e painéis, com transmissão ao vivo, que têm como objetivo discutir o rumo das universidades, com foco no planejamento estratégico, pesquisas, parcerias e novos fluxos de alunos. A programação completa do evento está disponível no site.

Fotos: Divulgação

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A Equipe FieldCrops da UFSM está divulgando a versão em espanhol do e-book “O segredo da sustentabilidade na lavoura de arroz irrigado na América Latina”. O e-book é disponibilizado gratuitamente e contém as informações resultantes do campeonato de sustentabilidade Rice Money Maker - Safra 2021/2022, realizado em parceria com a Universidad Nacional de Entre Ríos, da Argentina. O material em espanhol será utilizado para divulgar as informações sobre a cultura do arroz nos países da América Latina e Caribe. 

O projeto Rice Money Maker tem como foco determinar indicadores do ponto de vista econômico, social e ambiental para a produção sustentável de arroz na América Latina. Na mais recente edição, o campeonato contou com a participação de produtores do Brasil, da Argentina e do Uruguai, permitindo, assim, que técnicos e agricultores tivessem a oportunidade de dividir os conhecimentos e compartilhar as experiências que adquiriram em seus países. 

 

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2022/07/14/ufsm-sobe-em-ranking-the Thu, 14 Jul 2022 20:46:22 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=59112

O instituto britânico Times Higher Education (THE), um dos levantamentos de Ensino Superior mais conceituados internacionalmente, divulgou nesta quinta-feira, 14, o ranking das melhores universidades da América Latina e Caribe em 2022. Neste ano, a UFSM ficou na 27ª posição geral, o que significa uma ascensão de 24 colocações desde 2020.

[caption id="attachment_59113" align="aligncenter" width="846"] Posição geral da UFSM no Times Higher Education Latin America University Rankings[/caption]

Com mais integrantes no ranking que os demais países, o Brasil conta com 72 universidades na avaliação, cinco a mais que em 2021. Nacionalmente, a UFSM ocupa a 18ª posição. Em relação às Instituições gaúchas, a Universidade é a terceira colocada geral e segunda das públicas, atrás somente da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Destaque na disseminação de conhecimentos

Nesta edição do ranking foram avaliadas 197 instituições, 20 a mais do que em 2021, localizadas em 13 países diferentes. Para suas análises, o ranking THE avalia as instituições de ensino através de seus pilares principais: ensino, pesquisa, transferência de conhecimento e perspectivas internacionais. A versão Latino Americana da avaliação utiliza os mesmos 13 indicadores de desempenho da classificação global, distribuídos em cinco categorias.

Neste ano, o grande destaque da UFSM foi na categoria Citações. Nesta área, a Universidade sobressaiu-se com uma pontuação que saltou de 41,9 no último ano, para 71,1 em 2022. 

[caption id="attachment_59114" align="aligncenter" width="845"] Evolução da UFSM na categoria Citações[/caption]

Este critério corresponde a 20% da avaliação e está relacionado à influência da pesquisa e ao papel das universidades na disseminação de novos conhecimentos e ideias, levando em conta o compartilhamento das pesquisas pela comunidade acadêmica. De acordo com o site do THE, as citações ajudam a evidenciar o quanto cada universidade está contribuindo para a soma e compartilhamento de conhecimento nas mais diversas áreas.

Outra categoria que merece destaque é a Perspectiva Internacional, em que a UFSM cresceu em seis pontos em comparação à 2021. Esse item compõe 7,5% da nota da Universidade e está relacionado à capacidade de atração de alunos de graduação, pós-graduação e professores de outros países, além de produção de artigos em co-autoria com pesquisadores internacionais. 

Além destas, também são consideradas as categorias de Ensino, que corresponde a 36% da nota e relaciona-se com a percepção de prestígio das instituições; Pesquisa, que está relacionada ao volume de produção acadêmica, tendo o peso de 34% da nota; e Renda da indústria, que avalia  atividades de transferência de conhecimento, correspondendo a 2,5% da nota total.

O Coordenador de Planejamento Informacional, Marcelo Kroth, explica que esse método de avaliação das instituições da América Latina e do Caribe considera os mesmos indicadores da análise global, mas atende às especificidades locais: "essa forma de analisar os dados é mais interessante para nossa realidade, faz uma comparação mais justa, já que regula os pesos dos critérios para comparações mais equilibradas, que refletem as características de nossas universidades’’, comenta Kroth.

Análise contínua de resultados

Para que a UFSM figure nos mais diversos rankings, um extenso trabalho de organização de dados e iniciativas é realizado. A análise do desempenho da Universidade tanto em rankings nacionais quanto internacionais é realizada de forma contínua, a fim de qualificar o trabalho que já é desenvolvido e impulsionar áreas que ainda podem crescer. 

O reitor da UFSM, Luciano Schuch, comemora os resultados que vêm sendo obtidos. Em abril deste ano a UFSM já havia se destacado na erradicação da fome, em outra edição do ranking THE, que levava em conta o cumprimento dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU). Em junho, a Reputação Acadêmica da Universidade foi destaque no QS Ranking. 

Para Schuch, os resultados são fruto do trabalho comprometido que a comunidade acadêmica realiza. Sobre os resultados divulgados no dia de hoje, ressalta a importância da pesquisa e da ciência desenvolvida na UFSM. “É com grande satisfação que recebemos a notícia de que subimos duas posições no ranking THE no último ano. Mais importante que isso, é analisar o avanço que temos desde 2020, em que a UFSM estava na posição 51. Hoje, em 2022, alcançamos a 27ª posição dentre as Universidades da América Latina, melhor posição já alcançada por nós desde o início dessa avaliação. Isso graças ao empenho e a dedicação da nossa comunidade universitária. A UFSM apresentou um grande destaque na categoria citação, em que elevou seus índices no que diz respeito à influência da pesquisa e ao papel das universidades na disseminação de novos conhecimentos. Isso mostra que a qualidade do que vem sendo feito na instituição é inegável e reforça nosso compromisso com a sociedade brasileira, no momento em que a ciência produzida é disseminada e impacta no desenvolvimento da nossa comunidade”, afirma o reitor. 

Os resultados detalhados deste e dos demais rankings em que a UFSM figura podem ser encontrados no site da Pró-Reitoria de Planejamento.

 

Texto: Laurent de Lima Keller, estudante de jornalismo, bolsista da Agência de Notícias
Gráficos: Coordenadoria de Planejamento Informacional/PROPLAN
Banner de capa: Daniel Michelon de Carli, Unidade de Comunicação Integrada
Edição: Mariana Henriques, jornalista

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Segundo a pesquisa publicada no periódico Studies in Higher Education "Measuring the quality of patents among Latin-American universities", sobre a qualidade das patentes desenvolvidas em âmbito acadêmico em universidades latino-americanas, “em média, as patentes das universidades brasileiras têm maior qualidade do que as das suas pares em outros países”. A UFSM ocupa a primeira posição do ranking entre as universidades brasileiras, e o segundo lugar geral, atrás da Universidad Tecnológica de Panamá.

A UFSM foi classificada como a universidade com a maior qualidade técnica e maior uso de conhecimento de ponta, com uma pontuação geral 3,30 (logo atrás da primeira colocada, com pontuação geral 3,31). Os autores (Alberto Méndez-Morales, Rafael Ochoa-Urrego & Timothy O. Randhir) apontam que as práticas de citação de artigos científicos e de documentos de patentes da UFSM são as melhores. Por conseguinte, esperam que as condições técnicas dessas patentes tendam a ser sólidas e que elas sejam mais valiosas para a sociedade.

A pontuação neste ranking está relacionada com algumas características institucionais medidas por outras variáveis, tais como o número de artigos publicados, número de citações, ou parâmetro h (h-index) nas bases Scopus ou Web of Science. Para os autores, os resultados desta investigação serão úteis para a gestão universitária, especialmente na avaliação da transferência de tecnologia, e para comparar a qualidade da sua produção tecnológica com a das suas pares regionais. O índice pode ajudar em recomendações ligadas às políticas das universidades, com o objetivo de aumentar a qualidade de suas tecnologias.

Além disso, quantificar a contribuição das universidades pode levar ao aumento no investimento em pesquisa e desenvolvimento (P&D) e nos incentivos à inovação, além de agregar ao desenvolvimento tecnológico das instituições.

Com informações da Agittec

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O quartinho da empregada e o banheiro separado nos fundos da cozinha são retratos arquitetônicos da herança de uma sociedade colonial escravocrata. Além disso, pagamentos em formato de salário indireto, a partir de alimentação, moradia e vestimenta são formas de manifestação sistemática dessa herança. Nair Jane de Castro Lima, 90 anos, trabalhadora doméstica desde os nove e sindicalizada na Associação Profissional das Trabalhadoras Domésticas do Rio de Janeiro - hoje Sindicato dos Trabalhadores Domésticos - desde os anos 1970, conta sobre o período em que foi presidenta da associação: “Eu enfrentei muitos problemas com patroas que traziam meninas do interior e diziam que era para estudar, e de repente não estudavam nada e estavam ‘escravizadas’, trancadas dentro daquelas casas”, conta.


Na categoria do trabalho doméstico remunerado, há um perfil: em geral são mulheres mais velhas, negras, de classe baixa. Os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua (Pnad Contínua) de 2020 mostram que as mulheres representam mais de 92% da categoria. Do total de 4,5 milhões de trabalhadoras, três milhões são negras, ou seja, 67% do total. A informalidade também é um dado importante: 75% dessas mulheres não têm carteira assinada. A renda média mensal caiu de R$924,00, em 2019, para R$876,00, em 2020, valor abaixo do salário mínimo na época, que era de R$1045,00. Além disso, a média de horas trabalhadas, que é de 52 horas semanais, tem diferenças entre mulheres negras e não negras: na região Norte, por exemplo, enquanto uma trabalhadora negra tem uma jornada de 51 horas semanais, a de uma trabalhadora não negra é de 49 horas semanais.

Descrição da imagem: Ilustração horizontal e colorida de duas mulheres ao centro. Elas estão com as mãos levantadas e encostadas uma na outra. Estão em plano médio. A mulher da esquerda tem pele negra, rosto angular, olhos escuros, nariz e boca grandes, cabelos curtos e cacheados na cor preta; veste camiseta amarela e jardineira preta. A mulher da direita tem pele branca, rosto redondo, olhos escuros, cabelos loiros, na altura do ombro e lisos; veste regata preta e calça azul clara. No fundo, parede bege com cerca de 15 cartazes na cor creme. Em três deles, há frases em caixa alta e na cor marrom: "Trabalhadoras domésticas em movimento!", "Trabalhadoras domésticas na luta por igualdade" e "Não queremos ser da família!".

Os dados mostram uma intersecção entre raça, classe e gênero que é central no debate do trabalho doméstico. Jurema Brites, docente no Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), antropóloga e pesquisadora da temática há 25 anos, afirma que o trabalho doméstico é um dos lugares de maior subalternidade, uma vez que a relação com os patrões acontece em um espaço isolado dentro da casa. “Aí nós temos uma precariedade dos direitos, e elas são sempre sobre gênero e raça, estão sempre interseccionadas com outras precariedades”, salienta.

 

O primeiro Sindicato das Trabalhadoras Domésticas do Brasil nasceu em Santos (SP), em 1936. Desde lá, já são 86 anos de luta pela busca de direitos e pela garantia daqueles já conquistados. A precarização e o desrespeito à categoria também são comuns, mesmo com conquistas importantes como a PEC das Domésticas. Notícias sobre violações de direitos da categoria são frequentes, como a primeira vítima de Covid-19 no Brasil: uma doméstica infectada por sua patroa no Rio de Janeiro. Ou como a morte do menino Miguel, em Recife. Ou como os vários resgates de trabalhadoras domésticas em condições de trabalho análogo à escravidão. De acordo com o Ministério do Trabalho e da Previdência, de 2017 a 2021, 38 trabalhadoras domésticas foram resgatadas nessas condições.

 

Mary Garcia Castro, professora aposentada na Universidade Federal da Bahia (UFBA) e pesquisadora do trabalho doméstico há 33 anos, explica que, desde que investiga o assunto, as mudanças podem ser consideradas paradoxais: “Mudou muita coisa e não mudou nada. Em especial no Brasil, continua a exploração das trabalhadoras domésticas, apesar de elas terem conseguido muitas coisas em nível internacional”, expõe. Mary participou da organização de um livro latino-americano sobre o trabalho doméstico remunerado. ‘Muchachas no more: Household Workers in Latin America and the Caribbean’ (Trabalhadoras domésticas na América Latina e no Caribe, em português), foi lançado em 1991 e é base, até hoje, para os estudos desenvolvidos na área.

A PEC das Domésticas e a criação da figura da diarista

A Convenção 189 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) foi aprovada durante a Conferência Internacional do Trabalho, em 2011. Para Aguinaldo Maciente, especialista em políticas de emprego e mercado de trabalho da OIT do Brasil, a principal função da Convenção é a de reconhecimento do status dos trabalhadores e trabalhadoras: “Ela veio trazer esses trabalhadores para dentro da legislação e da normativa internacional da garantia de direitos. Em muitos países, até mais que no caso brasileiro, a situação de total informalidade dos vínculos prevalece”, destaca.  Até 2021, a Convenção foi ratificada por 31 países, com destaque para a América Latina, com 16 ratificações. Aguinaldo explica que, uma vez aprovada uma convenção da OIT, o texto segue para apreciação do Poder Executivo de cada país, que inicia um processo de análise para a posterior ratificação, que acontece no Legislativo e é sancionada pelo Executivo. A partir disso, o texto da Convenção é adaptado para a legislação interna. No Brasil, o trâmite ocorreu por meio da Emenda Constitucional nº 72, e foi sancionada pela Lei Complementar nº 150, que ficou conhecida como PEC das Domésticas, aprovada em 2016. “Com certeza foi um marco muito grande para se tornar mais concreta a garantia dos direitos dos empregados domésticos”, reforça.

 

Um dos grandes debates em torno da PEC das Domésticas é a criação da figura das diaristas, que não consta no próprio documento da OIT. A diferença entre uma diarista e uma trabalhadora doméstica está na quantidade de dias trabalhados na casa de um mesmo empregador.

 Diarista: trabalha até dois dias por semana na casa de um mesmo empregador e é considerada como ‘auto-empregadora’;

Trabalhadora doméstica: trabalha mais de dois dias por semana na casa de um mesmo empregador e, em tese, tem a carteira assinada e se beneficia de todos os direitos garantidos pela legislação;

Louisa Acciari, pesquisadora da Universidade de Londres e que fez sua tese sobre a PEC das Domésticas, aponta que a criação da figura da diarista abre uma brecha para a precarização dos direitos. Carteira assinada, salário mínimo, 13º salário e férias remuneradas são direitos básicos garantidos às trabalhadoras domésticas pela Lei Complementar nº 150. Entretanto, a mesma lei assegura aos empregadores a não obrigatoriedade do vínculo quando a trabalhadora vai até a casa do empregador até duas vezes na semana, o que configura a diarista. “Quer dizer que a maioria dos direitos não se aplicam porque a carteira não é assinada. Esse ponto contradiz inclusive a Convenção 189 da OIT e gera um problema que permite que a lei não se aplique”, explica. De acordo com dados da Pnad Contínua de 2021, a contratação de diaristas foi a que mais cresceu no país no ano passado, somando 28,7%.

 

Apesar da criação da figura da diarista, Louisa aponta que o avanço da Lei nº 150 não pode ser diminuído: “Botar na Constituição o princípio de igualdade e uma lista de direitos não é pouca coisa. É uma luta que elas têm há mais de 80 anos. É uma lei que elas pediram. É uma demanda que veio do movimento delas, e é uma conquista gigante: uma das categorias mais exploradas e marginalizadas conseguir essa lei”, reforça. Louisa aponta que o problema está em como a lei é implementada. “Precisa de um governo que realmente queira priorizar a implementação e fiscalização, que coloca recurso para isso e que corra atrás de formalizar e de fazer um sistema fácil de usar, de penalizar empregador que não respeita direitos”, indica. Para a pesquisadora, um dos obstáculos para a implementação da Lei nº 150 também passou pelo momento político na época, com o impeachment de Dilma Rousseff, e com a posterior Reforma Administrativa. 

 

Nair Jane resume a legislação brasileira sobre o trabalho doméstico: “É uma colcha de retalhos”. Para a trabalhadora, fica o questionamento: “O Brasil assinou [a Convenção 189 da OIT], mas cadê a prática?”. Ela afirma que a luta não acaba por essa razão: “Cada hora a gente pensa que vamos usufruir dos ganhos, mas tem que continuar lutando para fazer valer esses ganhos e não vê-los escoar ralo abaixo”.

A sindicalização como ferramenta emancipatória

Ernestina Pereira, 65, é remanescente do Quilombo do Algodão, que fica em Pelotas, no Rio Grande do Sul. Quando tinha 13 anos, começou a trabalhar com sua mãe: ela buscava trouxas de roupas e lavava para outras pessoas. Aos 14, ela assumiu uma casa de família em que passou a fazer todo o trabalho doméstico, entre cozinhar, limpar e cuidar dos netos da patroa. Foi só com a mudança do interior para a cidade que Ernestina conseguiu estudar. Na comunidade em que morava, o racismo impedia que crianças negras pudessem ir à escola. “A dívida da sociedade é muito grande com as mulheres negras. Quando eu penso na questão da educação e penso em mim - eu não gosto de ser egoísta, mas eu sou exemplo disso - os meus parentes brancos foram pra escola e estudaram, e os meus parentes negros, a maioria não foi”, relembra.

 

Foi por meio da religião, com o envolvimento em comunidades de base e na atuação como agente pastoral negra, que Ernestina descobriu o sindicato. “Quando eu tomei consciência da minha negritude, eu entrei pra Associação das Empregadas Domésticas”. A entidade foi transformada em Sindicato das Trabalhadoras Domésticas de Pelotas em janeiro de 1987, após Ernestina participar do Congresso Nacional das Trabalhadoras Domésticas e conhecer duas lideranças negras da categoria: Laudelina Campos Melo, que fundou o primeiro sindicato das domésticas, e Benedita da Silva, liderança política que já atuou como trabalhadora doméstica. “Eu me senti bastante provocada e incentivada a fazer minha parte”, diz. Para Ernestina, o trabalho desenvolvido no sindicato é fundamental: “É que nem um posto de gasolina: os carros se abastecem de gasolina e a trabalhadora se abastece de informação e de empoderamento, e também passa informação da situação que ela vive”, explica. Aposentada por questões de saúde, Ernestina atende no sindicato três vezes por semana, em que recebe trabalhadoras em busca de informação e combate situações de desrespeito aos direitos delas. 

 

Ernestina também concorreu a deputada federal em 1990 pelo Partido dos Trabalhadores (PT), e a vereadora da cidade de Pelotas em 1992 e em 2000. Não se elegeu mas, para ela, concorrer a um cargo político era uma forma de marcar posição. “Era para questionar a sociedade. Com a preparação da Campanha da Fraternidade em 1997, que celebrava cem anos da abolição e teve um grande movimento de consciência negra, eu tomei consciência da minha negritude e vi que teria que assumir também a questão de raça e classe”, relata. Para Ernestina, a categoria não deve sentir-se inferior: “Nós temos que valorizar a profissão que temos e cobrar respeito por este trabalho que fizemos. A trabalhadora doméstica e a sociedade em geral tem que reconhecer. A trabalhadora doméstica é um ser humano que merece o mesmo respeito que qualquer outra pessoa precisa”, reitera.

 

Nair Jane de Castro Lima também conheceu a militância por meio da religião. Quando tinha 37 anos, após quase 30 anos no trabalho doméstico, ela participava de encontros supletivos em uma escola no Rio de Janeiro em que a igreja atuava. “Lá a gente também tinha essas aulas sobre direitos e sobre deveres. Aprendemos o seguinte: direitos implicam deveres. E tem que saber quais são. E foi nesse período que eu descobri que existia uma associação de empregadas domésticas”, relembra. Depois, Nair Jane se tornou presidenta da Associação Profissional dos Trabalhadores Domésticos no Rio de Janeiro. Segundo ela, a responsabilidade era triplicada: além do trabalho na casa dos patrões, tinha o trabalho na associação e a formação de projetos para conscientização de outras trabalhadoras. “Esse foi um período muito importante para a conscientização da gente, de ter os mesmos direitos e de que precisávamos nos considerar trabalhadoras. Os patrões diziam que o nosso trabalho não dava lucro. E aí eu dizia para a minha patroa: como é que a senhora pode ir para o seu escritório? Como é que a senhora pode viajar? Como é que a senhora pode ter uma comida gostosa?”, descreve Nair Jane. Ela relembra que descobriu a importância de se afirmar enquanto trabalhadora. “Nós somos trabalhadoras e temos que provar que nós produzimos sim. Nós produzimos a riqueza: crianças que a gente educa, a alimentação sadia, a casa limpa, o telefone com todos os recados anotados. Podem me dizer o que quiserem, como quiserem, eu vou sempre afirmar: trabalho doméstico produz riqueza, trabalho doméstico produz saúde, trabalho doméstico produz educação”, evidencia. Nair Jane está afastada do sindicato há dois anos por conta da pandemia, mas ainda participa de reuniões online e, com o arrefecimento da contaminação da doença, de vez em quando vai até o sindicato para conversar e participar de alguma reunião.

 

Para Jurema Brites, a sindicalização não beneficia somente as trabalhadoras sindicalizadas, mas todas as mulheres do Brasil. “Nas conquistas de direitos, elas foram decisivas. A partir das parcerias, primeiro com a igreja católica nos anos 1970 e 1980, depois, na década de 1990, começa uma aliança com as feministas e com ONGs que conseguiam trabalhar diretamente com os parlamentares. Elas iam para o parlamento pressionar para votar. A PEC foi aprovada por isso. Na centésima reunião da Organização Internacional do Trabalho, as trabalhadoras brasileiras foram decisivas”, afirma. A importância do sindicato também está nas nuances das relações de trabalho: “Ter um sindicato que te defenda, ter um lugar para chegar e falar de abuso, é um lugar que pode denunciar trabalho escravo. Às vezes a mulher chega lá despedaçada e é atendida na questão emocional e na questão trabalhista. A sindicalização é muito importante, mas é bem difícil conquistar essa categoria para a sindicalização”, sustenta Jurema.

 

Na pandemia, o trabalho do sindicato foi fundamental, entre promoção de lives e formações online, a categoria conseguiu uma visibilidade grande, principalmente por meio das redes sociais da Federação Nacional das Trabalhadoras Domésticas (Fenatrad). Além disso, elas atuaram no enfrentamento da Covid-19, com distribuição de álcool em gel, confecção de máscaras e distribuição de cestas básicas, uma vez que o desemprego na área cresceu. De acordo com levantamento da Pnad Contínua de 2020, cerca de 1,5 milhão de trabalhadoras domésticas perderam seu emprego no período.

Para saber mais:

Rithal: Red de Investigación sobre Trabajo del Hogar en América Latina (Rede de Investigação sobre Trabalho Doméstico na América Latina, em português), é uma rede de pesquisadores que nasceu em 2017 por meio de uma lista de e-mails. O objetivo é a criação e estabelecimento de espaços de diálogo sobre a temática do trabalho doméstico nos países da América Latina. A rede tem a integração de trabalhadoras domésticas e pesquisadoras como uma metodologia de trabalho. Atualmente a rede conta com 125 participantes. Em março de 2021, aconteceu o 1º Congresso da Rithal, sediado na UFSM  em formato online.


Podcast Nossos passos vêm de longe: Desenvolvido pelo Grupo de Pesquisa Políticas da Intimidade e pelo Laboratório de Experimentação em Jornalismo (LEX) da UFSM, com apoio da ONG Themis - Gênero, Justiça e Direitos Humanos, o podcast conta as histórias de trabalhadoras domésticas do Brasil. O primeiro episódio já está disponível aqui.

Expediente: 

Reportagem: Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista;

Design gráfico: Cristielle Luise, acadêmica de Desenho Industrial e bolsista;

Mídia social: Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Rebeca Kroll, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Ludmilla Naiva, acadêmica de Relações Públicas e bolsista; Ana Carolina Cipriani, acadêmica de Produção Editorial e bolsista; Alice dos Santos, acadêmica de Jornalismo e voluntária; e  Gustavo Salin Nuh, acadêmico de Jornalismo e voluntário;

Relações Públicas: Carla Isa Costa;

Edição de Produção: Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista;

Edição geral: Luciane Treulieb e Maurício Dias, jornalistas.

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A UFSM subiu posições no ranking QS América Latina 2022, divulgado nesta quarta-feira (25) pela companhia britânica Quacquarelli Symonds (QS), e está na 93ª colocação de 416 instituições avaliadas (top 22,4% das universidades mais bem conceituadas), com nota 42. Na edição de 2021, a UFSM aparecia na 99ª posição geral entre 410 avaliadas, com nota 40,97.
 
Entre as universidades brasileiras listadas, a UFSM aparece em 22º lugar - melhor posição da série histórica. Na edição de 2021, estava em 25º lugar entre 94. A instituição brasileira com melhor colocação no ranking é a USP, em 2º lugar. 
 
Para a elaboração do ranking, foram levados em conta oito indicadores: reputação acadêmica, reputação entre empregadores, proporção faculdade/alunos, membros da equipe com PhD, rede internacional de pesquisa, citações por publicação, artigos por corpo docente e impacto na web.
 
Destes, a UFSM melhorou em cinco, sendo que artigos por corpo docente é o indicador mais forte, colocando a Instituição na 22ª colocação na América Latina. A UFSM ainda obteve avanços em membros da equipe com PhD (posição nº 33), rede internacional de pesquisa (nº 40), citações por publicação (nº 132) e reputação acadêmica (nº 146).
 
Meta do PDI atingida
 
Com o resultado, a UFSM já atinge, com um ano de antecedência, uma das metas do Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI): ficar entre as 20 universidades brasileiras com melhor desempenho no pilar internacionalização (rede internacional de pesquisa) até 2022 pelo QS. Em outro indicador do Plano de Metas, o pilar citações, a UFSM subiu duas posições, está em 44º, e a meta para 2022 é estar entre as 35 melhores.
 
Segundo Marcelo Lopes Kroth, coordenador da Coordenadoria de Planejamento Informacional da Pró-Reitoria de Planejamento (Proplan), a UFSM também se aproxima de uma das grandes metas institucionais, que é estar entre as 20 melhores universidades brasileiras até 2022 no ranking QS da América Latina.

 

Saiba mais sobre os oito indicadores avaliados:

Reputação acadêmica: Retirado da pesquisa anual realizada pela QS destinada a avaliar as percepções de acadêmicos de todo o mundo sobre as melhores instituições em termos de pesquisa. Este ano, as respostas de mais de 130 mil acadêmicos foram registradas globalmente.
 
Reputação do empregador: Retirado da pesquisa QS anual com o objetivo de reunir as opiniões dos empregadores em todo o mundo sobre as instituições que oferecem os melhores profissionais. Este ano, as respostas de mais de 75 mil empregadores foram analisadas.
 
Aluno/docente: Razão entre o número de funcionários acadêmicos e o número de alunos. Um maior número de professores por aluno é um indicador indireto do comprometimento das instituições com o ensino de qualidade.
 
Equipe com PhD: Este indicador busca avaliar a qualidade da formação do corpo docente, detectando a proporção dos que alcançaram o nível mais alto de formação em sua área de atuação. Esta é uma medida indireta do compromisso das universidades com o ensino e a pesquisa de alta qualidade.
 
Citações por artigo: Este índice mede o número médio de citações obtidas por publicação e reflete o impacto e a qualidade do trabalho científico realizado pelas universidades. Os dados subjacentes de artigos e citações são indexados pela Scopus. As contagens de artigos e citações são normalizadas em uma tentativa de igualar a influência das citações nas cinco áreas amplas do corpo docente.
 
Artigos por corpo docente: Busca determinar o número médio de publicações científicas (papers) produzidas por corpo docente e avalia a produtividade das instituições de pesquisa. Os dados são extraídos do Scopus. São utilizados artigos indexados nos últimos cinco anos completos (de 2015 a 2019 para a edição de 2022). A contagem de artigos é normalizada, garantindo que as citações obtidas em cada uma das cinco áreas amplas do corpo docente sejam ponderadas igualmente.
 
Rede internacional de pesquisa: Usando dados fornecidos pela Scopus, este indicador avalia o grau de abertura internacional em termos de colaboração em pesquisa para cada instituição avaliada. O Índice de Margalef, amplamente utilizado nas ciências ambientais, foi adaptado para estimar a riqueza dos parceiros de pesquisa internacionais selecionados para uma determinada instituição.
 
Impacto na web: Busca avaliar a eficácia com que as instituições estão fazendo uso das novas tecnologias. As informações de linha de base são fornecidas pelo ranking Web of Universities (www.webometrics.info), embora os resultados sejam refatorados para excluir o indicador de excelência, que já é considerado nas métricas relacionadas à pesquisa científica.
 
Texto: Agência de Notícias da UFSM
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O professor dos programas de pós-graduação em Ciências Sociais e Extensão Rural da UFSM Everton Picolotto organizou, juntamente com o professor Marco Teixeira, da Freie Universität, de Berlin, Alemanha, o dossiê "Reconfigurações nos mundos do trabalho e na organização política no campo na América Latina", publicado recentemente na revista Caderno CRH, da Universidade Federal da Bahia (UFBA). 

O dossiê conta com a colaboração de pesquisadores de diversos países da América Latina (Argentina, Brasil, Equador e México) e da Alemanha, incluindo um artigo da egressa Iolanda Araujo e da doutoranda Janaína Betto, ambas do PPG em Extensão Rural da UFSM, intitulado "Movimentos sociais rurais e feminismos: percursos e diálogos na construção do feminismo camponês e popular". 

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Estão abertas as inscrições para o edital do Programa de Formação de Professores de Educação Superior para a América Latina e o Caribe (ProLAC).

O ProLAC é resultado da parceria entre o Grupo de Cooperação Internacional de Universidades Brasileiras (GCUB) e a Unión de Universidades de America Latina y el Caribe (Udual) e oferece vagas de doutorado (com ou sem oferta de bolsas) para docentes de Instituições de Educação Superior dessas regiões. Por se tratar de um programa internacional, os docentes brasileiros deverão obrigatoriamente candidatar-se para vagas de instituições estrangeiras.  

Docentes da UFSM interessados em participar da seleção poderão se candidatar até sexta-feira (28), às 23:59. Mais informações podem ser obtidas no site

O GCUB recomenda aos docentes que não deixem para submeter suas candidaturas no último dia, uma vez que pode haver sobrecarga no sistema, impedindo o recebimento das propostas.

A tabela com os cursos e instituições participantes pode ser acessada no link.

Dúvidas sobre a participação no edital podem ser enviadas para o e-mail sai.programas@55bet-pro.com. 

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A segunda edição do evento Diálogos Latino-Americanos (Dila), que tem como tema os movimentos sociais e econômicos oriundos do Chile, terá como convidado Jorge Aranda Ortega, doutor em Direito pela Universidade de Brasília.

Ortega é professor assistente da Faculdade de Direito da Universidade do Chile e dedica-se à pesquisa sobre Direito Ambiental Aplicado, legislação ambiental e regulamentos florestais.

A mesa-redonda acontecerá na próxima quinta-feira (13), às 10h, no auditório da sala 218, segundo andar do prédio da Reitoria, no campus sede. A entrada é gratuita e aberta a todos os interessados. As inscrições podem ser realizadas no local. A lotação do auditório é de 80 lugares.

A promoção é do Gabinete do Reitor, da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd) e do Programa de Pós-Graduação em Direito da UFSM.

Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail copa.prograd@55bet-pro.com, pelo telefone (55) 3220-8187 e no rodapé de eventos do site 55bet-pro.com/prograd.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/arco/reatores-nucleares-de-potencia-no-mundo Fri, 17 Aug 2018 18:53:32 +0000 http://coral.55bet-pro.com/arco/sitenovo/?p=4372 Reatores nucleares pela América do Sul   No continente sul americano, somente Brasil e Argentina possuem reatores nucleares de potência certificados pela AIEA. Em solo brasileiro há duas usinas em atividade (Angra 1 e Angra 2), além de uma em construção (Angra 3), todas localizadas na cidade de Angra dos Reis (RJ). Já os argentinos possuem três reatores em operação (Atucha-1, Atucha-2 e Embalse) e uma em construção (Carem25), três delas em Lima e outra em Embalse. No Brasil, a energia nuclear representa quase 3% da matriz energética.   Confira a seguir, nos mapas interativos, quantos reatores de potência cada país possui, assim como a capacidade de energia elétrica que cada uma das nações tem.  
   
  Reportagem: Luan Romero e Ricardo Bonfanti/Assessoria Gabinete do Reitor e Agência de Notícias da UFSM Ilustração: Deirdre Holanda Edição: Andressa Motter, acadêmica de Jornalismo]]>
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Em extensão territorial, o Brasil é o maior país da América Latina e possui fronteira com dez países. Para quem vive em cidades fronteiriças, visitar o país vizinho não é difícil. Em algumas delas, como é o caso de Chuí no Brasil e Chuy no Uruguai, só é necessário atravessar uma rua. A proximidade física faz convergirem culturas e idiomas diferentes, e, para os moradores desses locais, saber se comunicar com o vizinho de uma nacionalidade diferente é importante. Na Argentina, existe uma espécie de curso técnico em língua estrangeira, em que alunos do ensino secundário (que corresponde ao Ensino Médio brasileiro) podem ter uma carga maior de aulas em estudos de língua estrangeira, como inglês e português. A partir dessa experiência, começou a ser planejada uma maneira de ampliar o ensino de português na Argentina e o de espanhol no Brasil. Entre 2004 e 2005, os ministérios da Educação dos dois países começaram o projeto das Escolas Interculturais Bilíngues de Fronteira, em cidades como Passo de Los Libres/Uruguaiana e Bernardo de Irigoyen/Dionísio Cerqueira. O objetivo era promover a integração de culturas e idiomas entre escolas municipais brasileiras e argentinas, a partir das séries iniciais. Primeiramente, o projeto foi financiado pela Unesco; porém, institucionalizou-se e tornou-se um programa, com recursos fixos. Em 2009, incluiu Paraguai e Uruguai e, desta maneira, passou a fazer parte do setor educacional do Mercosul. Com a entrada do Paraguai, o programa foi adaptado e deixou de adotar a palavra “bilíngue” no nome, pois em países como Paraguai e Bolívia algumas crianças saem de casa falando apenas guarani. A ideia do programa é oportunizar à criança o aprendizado de conteúdos através do uso de dois idiomas em sala de aula. Para isso, as professoras das escolas trocam de cidade de uma a duas vezes por semana. Na escola brasileira, por exemplo, no dia em que os alunos têm aula de matemática e as professoras fazem a troca, eles aprendem a matéria com alguma atividade ensinada em espanhol. Sendo assim, o aluno não aprende sobre o idioma, mas no idioma. Para a formação continuada dos professores que cruzam as fronteiras, entra a função das universidades. Na UFSM, o programa é coordenado pela professora do curso de Letras Eliana Sturza, desde 2009. Junto a alunos de graduação e pós-graduação, Eliana acompanha as atividades de extensão, planeja oficinas, seminários e palestras, e desenvolve projetos de pesquisa e trabalhos acadêmicos sobre o Projeto Escola Intercultural de Fronteira (PEIF) e seus resultados. Por motivos de proximidade física, a UFSM trabalha na fronteira do Brasil com a Argentina. A professora Cecília Saueressig, coordenadora do PEIF na Escola Municipal Ubaldo Sorrilho da Costa, em São Borja, conta que é difícil manter o funcionamento do programa, porque a Argentina ainda não o institucionalizou. No entanto, em sua escola ocorrem oficinas para as séries iniciais. As crianças aprendem em espanhol sobre o alfabeto, numerais, profissões e canções. De acordo com a experiência de Cecília, há uma dificuldade de aprendizado maior das crianças brasileiras do que das argentinas, pois do lado de lá eles assistem aos canais de televisão e escutam a música brasileira. O PEIF contribui para mudar isso: “a diferença e o distanciamento estão diminuindo”, completa a professora. Por depender da afinidade de gestões políticas entre os países, o programa enfrenta dificuldades. No entanto, como informa Eliana Sturza, a realização das atividades depende muito do comprometimento das escolas e dos responsáveis. “Deve-se pensar que o programa vai contribuir para a formação dos alunos. É aquilo que se pode fazer localmente. A escola pode fazer essa ligação, estimular essa cidadania, através do compartilhamento de experiências, e também eliminar preconceitos”, ela finaliza.
Repórter: Myrella Allgayer Ilustradora: Carolina Delavy Chagas
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