UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com Universidade Federal de Santa Maria Mon, 20 Apr 2026 23:24:15 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com 32 32 UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/08/07/diretora-do-departamento-de-arquivo-geral-dag-representa-a-ufsm-em-evento-no-mec Thu, 07 Aug 2025 13:09:53 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=70047

No dia 6 de agosto de 2025, a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) esteve representada no seminário “Acervo Acadêmico Digital: aspectos técnicos e regulatórios da implantação em instituições de ensino superior”, promovido pelo Ministério da Educação (MEC) por meio da Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres). O evento ocorreu no Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), em Brasília (DF), com transmissão pelo canal do MEC no YouTube.

O Acervo Acadêmico é o conjunto de documentos produzidos e recebidos pelas instituições de ensino superior referentes à vida acadêmica dos estudantes, como diplomas, históricos escolares, planos de curso e ementas de disciplinas. Sua versão digital garante preservação, segurança e acesso rápido a essas informações, protegendo o direito dos estudantes e reforçando a credibilidade das instituições.

A diretora do Departamento de Arquivo Geral (DAG) e arquivista da UFSM, Débora Flores, participou da mesa técnica “Aspectos técnicos e regulatórios do Acervo Acadêmico Digital”, na qual apresentou as práticas e avanços da universidade na área, com ênfase na implementação do PEN-SIE e na gestão documental. Durante sua fala, juntamente com outros painelistas, debateu sobre a importância de acervos organizados e digitalizados, o que evita fraudes documentais, como diplomas falsos e históricos alterados, garante rastreabilidade e autenticidade das informações e demonstra o compromisso institucional com a transparência e a legalidade. 

O encontro teve como objetivo fomentar o debate sobre os aspectos técnicos e regulatórios da implantação do Acervo Acadêmico Digital e do Diploma Digital, além de compartilhar conhecimentos e experiências entre instituições de educação superior de todo o país.

Com informações do DAG e Ministério da Educação

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/05/08/um-ano-apos-as-enchentes-no-rs-o-trabalho-de-recuperacao-de-arquivos-realizado-pelo-dag-ufsm Thu, 08 May 2025 11:54:19 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=69016 No dia 30 de abril de 2024, o arquivo permanente da UFSM ficou completamente submerso devido às enchentes que acometeram o Rio Grande do Sul. O lago, que fica ao lado do prédio da Reitoria, transbordou e, por meio de uma rampa, a água conseguiu acessar o subsolo, onde se encontrava o arquivo permanente da Instituição. O arquivo continha 12 mil caixas de documentos históricos. O ocorrido precedeu o que viria a acontecer com mais de 100 arquivos e cerca de 238 mil caixas de documentos no estado. 

Na Universidade, a resposta do Departamento de Arquivo Geral (DAG) foi rápida e, imediatamente, uma operação de resgate foi iniciada para a retirada desses materiais com a participação de professores, técnico-administrativos em educação, militares e alunos voluntários. 

12 mil caixas de documentos passam por processo de recuperação

A documentação recuperada está sendo armazenada em lugares provisórios

Logo no início do processo, já foi estabelecido contato com o Arquivo Nacional para entender como melhor proceder naquela situação, e também foram registradas todas as ações efetuadas no começo de um longo processo de recuperação. A partir dos registros, o DAG criou a Operação Recupera Arquivo UFSM, uma página com o propósito de divulgar ações e métodos empregados na recuperação dos documentos danificados. E, em conjunto com o Arquivo Nacional, efetuaram duas publicações: uma instrução de Ações Iniciais e um Guia Rápido para o Resgate de Acervos Danificados por Água, que também serviram como auxílio para as instituições da região que tiveram seus acervos atingidos. 

Desde então, o trabalho de recuperação que está sendo feito na UFSM ganhou reconhecimento do Arquivo Nacional, e se tornou referência no Brasil. Foi assim que as ações do DAG ganharam visibilidade no país e diversos meios de comunicação nacionais e regionais vieram entender o que estava sendo feito para recuperar o acervo arquivístico. “Se tornar referência foi devido às pessoas e como agimos. Chocou muito a forma como foi feito. A gente agiu muito rápido e de forma correta. Eu digo assim, a gente seguiu os protocolos de resgate rapidamente e com muitos voluntários. As pessoas são muito conectadas e ajudam aqui na UFSM”, diz a arquivista do DAG Daiane Regina Segabinazzi Pradebon. O destaque na mídia foi um portal para mostrar a importância da preservação e recuperação dos acervos alagados. Com a evolução do trabalho, a UFSM transformou o desastre climático em inovação e criou o Espaço Transdoc

Espaço Transdoc

O Transdoc é a primeira estrutura no Brasil dedicada à recuperação emergencial de grandes volumes documentais atingidos por enchentes. Ele atua como HUB transdisciplinar, reunindo especialistas de diversas áreas (Arquivologia, Química, Farmácia, Engenharias, Biologia e Tecnologia da Informação) e desenvolve pesquisas visando criar técnicas inovadoras de recuperação documental em larga escala. O Espaço TransDoc é vinculado a dois projetos - um de desenvolvimento institucional, chamado “Preservação do Patrimônio Documental: Estratégias para Recuperação do Acervo Arquivístico da UFSM atingido por inundação”, e outro de pesquisa, denominado “Desafios e Estratégias na Recuperação de Documentos Arquivísticos Danificados Pelas Enchentes Ocorridas no RS”. 

O projeto de pesquisa é utilizado como meio de captação de recursos. E até o momento, são várias as fontes de financiamento: investimento institucional, Ministério da Educação, Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) e Ministério da Gestão e Inovação via Arquivo Nacional. O projeto com a FINEP, por exemplo, permitiu a compra de parte dos recursos de materiais permanentes. A arquivista do DAG conta que os fomentos servem para aumentar o nível de pesquisa do laboratório: “A gente está para receber mais R$ 2 milhões da FINEP para equipamentos. Vamos receber scanners super potentes para digitalização. Aqueles do tipo planetário, para digitalizar plantas e mapas, porque recebemos todas as plantas das rodovias e pontes do estado para restaurar”. Inclusive, o programa segue na busca ativa por projetos e financiamentos para expandir cada vez mais a atuação. “Para a estrutura física, a gente vai tentar outros órgãos de fomento. Para conseguir um prédio, um local específico, não só para trabalhar nesse laboratório, mas também para estruturar o nosso acervo que agora não vai mais voltar para o mesmo lugar. Precisamos de um prédio também para nós”, relata Daiane. 

Como o DAG não conta com um prédio próprio, os arquivos recuperados são alocados em lugares provisórios. A documentação recuperada está sendo armazenada no prédio 48-D, da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), e uma parte também vai para um pavilhão do DAG, no Centro de Eventos, do Parque Tecnológico, onde fica o acervo da Administração Superior. Além disso, o Espaço Multiuso é utilizado na rotina diária de trabalho do projeto.

O fluxo de trabalho do Departamento de Arquivo Geral se dá em seis etapas:

  • Retirada do acervo
  • Triagem e estabilização do acervo
  • Limpeza e higienização
  • Secagem
  • Digitalização 
  • Novo acondicionamento
[caption id="attachment_69028" align="alignright" width="614"] Atrás do Espaço Multiuso encontram-se as câmaras frias e de secagem[/caption]

Ainda no início do processo, foi recebida a verba inicial da calamidade para materiais permanentes. “A gente já aproveitou esse valor e compramos quatro contêineres refrigerados, que foram instalados atrás do prédio (Espaço Multiuso).  Porque a locação que nós estávamos fazendo com parceiros aqui da cidade se tornaria muito custosa a longo prazo. Já as salas de secagem própria para acervos, conseguimos aqui da própria UFSM. Eram contêineres que estavam parados no Parque Tecnológico, não estavam sendo utilizados e foram readaptados para a gente usar aqui. Usamos os contêineres como câmaras apropriadas de secagem com adaptação de temperatura e umidade”, afirma Daiane sobre os recursos utilizados para aprimorar algumas fases do fluxo de recuperação. 

Até o momento, cerca de 20 mil arquivos já foram digitalizados, o que totaliza mais de 100 mil páginas, por exemplo. “A gente também está fazendo a digitalização para a consulta, porque esse acervo foi contaminado, está frágil. Queremos que tenha menos acesso possível ao arquivo físico”, explica a arquivista do DAG, quanto à estratégia de conservação dos acervos atingidos. Mas ela conta que o principal movimento de conservação é o controle do ambiente, da umidade e da temperatura no novo acondicionamento. Não se pode devolver o documento para uma sala em que o ambiente é úmido, porque mesmo que seja feita a desinfestação, ainda há resíduos que podem voltar a proliferar fungos e bactérias que ficaram nesses arquivos.

Daiane destaca que nenhum arquivo foi perdido, nem mesmo os que pareciam mais difíceis: “Todos estão sendo recuperados. Inclusive, os que ficaram meses em Porto Alegre, no mesmo lugar. O nosso a gente recuperou muito rápido, tirou da enchente muito rápido. Congelamos, então não está tão degradado, quase nem está. Você pega ele parece que nem foi molhado. Nem sujo, nem nada. Mas os de Porto Alegre são um desafio. Porque tem uns que parecem que voltaram a ser um bloco de madeira. Ficaram muito blocados. Mas, por incrível que pareça, ele ficou mais superficial e nas bordas, conforme tu vai limpando, dando banho, fazendo os procedimentos de recuperação, a gente consegue recuperar mesmo esses que, de cara, parece que não dá. Mas é possível”.

A previsão para o término do trabalho envolvendo o acervo institucional é de 5 anos. A arquivista explica que o tempo total cobre não só a parte de recuperação, e por isso essa quantia: "Tem a parte da reindexação do acervo, da organização do acervo. Então, imagina, 12 mil caixas levaram desde 1990, desde que existe o Departamento de Arquivo Geral, para serem organizadas. Não vai ser em 5 anos que a gente vai reorganizar essas 12 mil caixas. O trabalho de recuperação, propriamente dito, de secagem, pode demorar muito menos. Mas o que pode demorar mais é essa reorganização do acervo, é montar o quebra-cabeça de novo”.

Parceria com o Arquivo Nacional 

A UFSM lidera uma iniciativa de recuperação de acervos arquivísticos de órgãos federais, em conjunto com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e com a parceria do Arquivo Nacional. O projeto visa recuperar o patrimônio documental afetado pelas enchentes, e desenvolver métodos inovadores para a recuperação de documentos arquivísticos danificados por inundações em instituições do Rio Grande do Sul, e dessa maneira, estabelecer e disseminar padrões de excelência que possam ser replicados na recuperação de acervos. Os órgãos abarcados pelo projeto são: Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa); Banco Central; Companhia Nacional de Abastecimento (Conab); Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit); Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE); Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), Ministério da Saúde (MS), Serviço Geológico do Brasil (SGB) e UFSM. 

Carteiras de trabalho são alguns dos documentos revitalizados no projeto

A organização do programa é a seguinte: a coordenação geral fica na UFSM e equipes da UFRGS e do Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS) trabalham em Porto Alegre - tudo sob orientação técnica do Arquivo Nacional e com as unidades atuando de maneira integrada. No total, são cerca de 142 pessoas na equipe do projeto, com 33 cursos envolvidos - 24 de graduação, sete de pós-graduação e dois técnicos. Incluindo Porto Alegre, o número de bolsistas atuantes é de 71. O financiamento do Arquivo Nacional veio a partir de recursos descentralizados, por meio de Termos de Execução Descentralizada (TEDs), que somam aproximadamente R$ 7 milhões. O recurso é administrado pela Fundação de Apoio à Tecnologia e Ciência (FATEC) e é utilizado para a manutenção de pessoas e serviços que envolvem restauração - resgate, secagem, higienização e desinfestação. 

O prazo para os documentos serem recuperados varia de acordo com cada órgão, mas a data limite geral é até dezembro de 2026.  São mais de 36 mil caixas para recuperação e cerca de 2 mil já foram recuperadas, computando mais de 87 mil folhas. Para acompanhar em tempo real o trabalho realizado, foi desenvolvido um painel de monitoramento na página do TransDoc.  “Conforme vamos recuperando, a gente faz uma prestação de contas. Criamos um painel de monitoramento de acervos recuperados, no qual dá para consultar todos os órgãos que a gente está trabalhando e qual é o status de cada um. E não só o status, colocamos arquivo por arquivo, qual foi recuperado. Porque daí eles conseguem online, em tempo real, acessar. Eles já podem nos consultar, solicitar, qualquer coisa a gente digitaliza e manda, se ainda não está finalizado”, conta a arquivista Daiane Regina Segabinazzi Pradebon. E ela complementa: “aqui a gente tem a identificação do processo: qual a caixa, qual o maço, se tem manchas, se tem páginas faltando, páginas coladas, rasgadas, danos por ferrugem acidificado e volume danificado. Nada disso quer dizer que foi perdido, tudo é possível restaurar. Se eu quiser ver só o que tá em bom estado, aparece; bem como as caixas que não estão.

TransDoc - Berço de inovação

O TransDoc é sinônimo de transdisciplinaridade. É um laboratório com diversas áreas de conhecimento atuando em conjunto na recuperação dos acervos, não só de Santa Maria, mas também de outras regiões que foram afetadas. Ele prima pela pesquisa por soluções inovadoras, e atualmente são cerca de seis linhas de pesquisa que visam desenvolver protocolos padronizados e produtos, que contribuam na inovação do âmbito arquivístico de recuperação. Daiane explica que “é quase um programa com vários projetos. Mas, por enquanto, cada projeto anda com o TransDoc como uma espécie de mãe”.

[caption id="attachment_69030" align="alignleft" width="411"] Estudo utiliza baterias de vape apreendidos pela Receita Federal (Foto: Marina Brignol)[/caption]

A primeira linha estuda o desenvolvimento de equipamentos em impressora 3D, para evitar o custo de compra. A arquivista conta que um desses materiais foi feito com baterias de vape apreendidas pela Receita Federal: “Em vez de eu fazer a aplicação do produto, o quaternário de amônio, para desinfestação manual no documento, passando algodão, a gente bota o produto aqui dentro, fecha, e ele tem um motorzinho daqueles desumidificadores de ambiente, sabe? E o bolsista da pós desenvolveu tudo isso aqui, com as baterias de vape. A gente pediu para a Receita Federal a doação de vapes apreendidos. A Receita tem nos ajudado bastante. As impressoras 3D, eles também nos doaram. As seladoras nós vamos pedir pra eles. Muita coisa que é aprendida, que eles não usam, e que a gente pode usar aqui na recuperação do acervo, a gente está usando. Eles nos doam. E isso é em parceria com o Departamento de Tecnologia dos Alimentos, professores que também estão nos auxiliando”.

Existe também um estudo que envolve o material que vai ser descartado, com prazo de guarda para descartar. Porque do acervo que foi atingido no ano passado, uma parte estava prevista para ser eliminada. “A gente já tinha aqui embaixo, no permanente, uma salinha que era só para material que já estava pronto para eliminar. Já estava aprovado pelo Arquivo Nacional, é um processo padrão, pronto para ser mandado para a reciclagem. Só que foi atingido. Aí como não vamos recuperar , colocamos lá na Usina-Escola de Laticínios (Uni), para fazer uma espécie de degradação desse material com enzimas de celulase para que isso decante e vire álcool”, explica Daiane, que complementa afirmando ser muito caro mandar para uma empresa por fora e esse material que está lá, mais capas, caixas de papelão, e materiais do gênero não podem ir para um lixo normal, porque é considerado um lixo químico, ou seja, não pode ir para reciclagem. Ela continua "estamos estudando na própria usina mesmo. Mesmo com ela desativada, tem toda uma estrutura de laboratório lá. A gente aplicou, inclusive, um pouco desse dinheiro lá na usina para reformar. Então, uma parte a gente vai transformar esse acervo em álcool para reutilizar aqui no projeto, e o que sobrar, vai para compostagem. Dessa forma, o projeto pretende transformar papel que não pode ser usado, nem restaurado, para fazer um retorno sustentável". 

Quem disponibilizou a usina para estudos do Espaço TransDoc foi a Chefe do Departamento de Tecnologia e Ciências dos Alimentos (DTCA) da UFSM Cláudia Kaehler Sautter. “A professora é responsável por aquele espaço e foi uma grande parceira. Nos disponibilizou quando estava desativada para nós usarmos para levar esse material para lá. A gente está reestruturando para usar, também, para receber material que vai ficar armazenado de Porto Alegre. É bem grande, tem câmaras frias desativadas que a gente pode tentar usar após a reforma”, conta a arquivista. A usina está com um projeto para reforma e para instalação de energia elétrica com a Pró-Reitoria de Infraestrutura (PROINFRA) que ainda não foi iniciado. “Quando tiver luz, trabalhar em um outro espaço de laboratório, ainda com a parte mais suja lá, seria ótimo. Porque a gente dá o primeiro banho na documentação, que está bem suja, nesse espaço adaptado por enquanto. Não podemos trazer esse material totalmente imundo pra cá (Espaço Multiuso)”.

Ainda relacionado a essa pesquisa, há um estudo vinculado para a testagem de porcentagens de produtos. “Quanto por cento de um produto químico que a gente vai usar aqui mata de fungo e bactéria no papel? Porque têm estudos sobre químicos e outros materiais, mas no papel, não são muitos estudos e testes ainda. Então, todos esses testes a gente está fazendo: de porcentagem, quantidade, quanto que mata, se ele vai degradar o papel ou não. Porque não é qualquer um que a gente pode usar. Estudos com os químicos, com os produtos e com o que vai acontecer depois que isso estiver limpo e seco”, comenta Daiane quanto ao pioneirismo em pesquisar reações de químicos no papel. 

Uma outra pesquisa que o Espaço TransDoc tem a intenção de fazer é um mapa dos acervos alagados do estado. “Queremos fazer para os órgãos que a gente está recebendo, e vários outros também, um mapa para saber quais são as áreas de risco, onde tem acervo. Lá em Porto Alegre foi feito um mapa, mas não inclui os arquivos. A gente quer incluí-los e mandar o plano ao governo, para eles publicarem quais são as áreas que têm arquivo e estão em risco. Porque o acervo é um patrimônio público. E se ele não for salvo, não for respeitado, isso é crime. Queremos pressionar, ‘olha, eles têm valor, esses arquivos não podem ficar aqui, estão em descaso com o acervo’”, argumenta Daiane, frisando que os arquivos não podem voltar para o mesmo local. Muitos dos órgãos com os quais eles trabalham, não têm onde colocar. Ela finaliza: “se não vier uma coisa de cima para baixo, vai voltar para o mesmo local’.

Mais uma etapa que estão estudando, são formas mais inovadoras de acondicionamento. “Como esse material foi afetado, ele ficou mais cheinho, né? Ele aumentou de volume. E aí o espaço vai aumentar. Pensamos que uma das formas de conservação desse acervo seria o selamento a vácuo. Ou seja, eu vou empacotar esses acervos secos, vou digitalizar para a consulta, e no seco eu vou fazer o vácuo. Eu vou prensar ele dentro de uma folha apropriada e passar em seladoras”, comenta a arquivista do DAG. Além de diminuir de tamanho até mais do que era antes, o processo vai até reduzir o espaço de armazenamento que, inclusive, não vai estar em contato com o ambiente. Ela completa: “Como muitos dos fungos são aeróbicos, eles dependem de oxigênio para proliferar misturado com a umidade do ambiente. Se eu não tiver nem um nem outro, ele vai estar totalmente seguro dentro do vácuo”.

Arquivo em Cartaz

O Departamento de Arquivo Geral está organizando um evento que faz parte da programação do Arquivo Nacional. Será no dia 19 de maio, no Centro de Convenções, às 16 horas. O evento vai prestar homenagem aos voluntários, com direito a exposições fotográficas de um ano da enchente. A arquivista do DAG Daiane Regina Segabinazzi Pradebon ressalta a importância da cerimônia como ferramenta para relembrar o que aconteceu e também para pensar em como proceder nas possíveis recorrências de desastres climáticos. “O futuro, os desafios agora são para entender como fazer para que isso não aconteça de novo. É uma gestão de risco, de crise. Ter um plano de contingência. Onde esses arquivos devem voltar? De que forma? Qual é o mais correto? É um desafio que a gente ainda vai enfrentar e que ainda está trazendo desafios. O que se fala mais é em desastres climáticos e em tentar trazer soluções inovadoras e práticas para esse tipo de evento. Como que se trabalha para isso não acontecer novamente, qual a melhor forma? E trazer isso de uma forma que seja prática e que outras pessoas consigam fazer também. Para que consigam replicar”, salienta Daiane.

Texto: Marina Brignol, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias
Fotos: Paulo Baraúna, acadêmico de Desenho Industrial e bolsista da Agência de Notícias
Edição: Mariana Henriques, jornalista

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2023/07/19/projeto-murais-espalha-arte-e-cultura-por-santa-maria Wed, 19 Jul 2023 14:05:37 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=62677 O projeto de extensão já atingiu mais de 150 alunos da rede pública de Santa Maria e planeja novas iniciativas[/caption]

 

Espalhar arte, cultura e educação patrimonial é o objetivo do projeto de extensão “Murais da UFSM: Interlocuções sobre Arte, Cultura e Patrimônio", criado em abril de 2021 por Cristina  Strohschoen dos Santos, arquivista e servidora da Instituição. Neste período, o projeto já alcançou mais de mil leitores por meio da publicação do seu catálogo e cerca de 150 alunos da rede pública através de suas oficinas. 

Para 2023, entre as ações planejadas, o projeto pretende realizar uma oficina de arte surda na Escola Estadual Dr. Fernando Reinaldo Cóser, em Santa Maria, durante o Setembro Azul - mês de conscientização e divulgação da cultura e comunidade surda. Outra atividade prevista para este ano é promover um debate entre muralistas que realizaram obras na UFSM e produzir um registro audiovisual sobre o muralismo na Universidade.

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O primeiro passo para o surgimento do projeto ocorreu durante a Jornada Acadêmica Integrada de 2018, quando o pró-reitor de Extensão, Flavi Lisboa Filho, sugeriu que fosse realizada uma exposição sobre os murais da UFSM para a abertura do evento. A exposição organizada por Cristina mostrou 21 murais existentes na Universidade. 

Dentro da UFSM, a exposição passou pelo hall da reitoria, Biblioteca Central, Centro de Educação, Hospital Universitário e Colégio Politécnico. Em Santa Maria, ela foi atração no Shopping Monet, no Arquivo Histórico Municipal de Santa Maria e na Feira do Livro de 2019, além de ter passado pelo campus da UFSM em Frederico Westphalen.

Após o bom resultado da exposição, o pró-reitor sugeriu a produção de um catálogo sobre as obras expostas. Cristina então pensou em utilizar o catálogo como material didático para realizar um projeto de extensão sobre patrimônio cultural nas escolas públicas de Santa Maria. Assim nasceu o projeto Murais. “Podemos trabalhar de formas criativas a preservação do patrimônio cultural. Neste projeto relacionamos o patrimônio documental ao patrimônio artístico por meio de registros fotográficos desses murais. Cada mural foi pintado num contexto, e esse contexto já é história da universidade”, destaca Cristina.

Catálogo Murais traz obras atuais e perdidas na história da UFSM

A servidora da UFSM também coordenou a produção do catálogo. Durante o primeiro ano do projeto, foi realizado o levantamento de dados sobre os murais e a elaboração das biografias dos seus autores. O “Catálogo Murais da UFSM 1971-2021” trouxe 33 murais pintados na universidade desde 1971, data do primeiro mural, pintado no Planetário da UFSM e contou com 12 obras que não estavam no acervo na exposição realizada em 2018.

A publicação, além de exibir as obras, traça uma linha do tempo sobre o surgimento de cada uma. Na década de 1970 foram pintados oito murais, na década de 1980 um, seis na década de 1990 e 15 a partir dos anos 2000, além de dois murais com datas desconhecidas. Os 36 muralistas envolvidos na obra têm suas biografias registradas na publicação. 

Três dos murais presentes nos catálogos foram destruídos por conta de reformas realizadas na universidade, como mostra o catálogo na seção “Arte Perdida". São eles: Ícaro, o Mural do Hospital Veterinário (sem título) e o Reino Fabuloso da Mata Atlântica. 

Saiba mais sobre a história deles:

ÍCARO - Foi pintado em 1977 pelo uruguaio Silvestre Peciar no  Restaurante Universitário da UFSM. O painel fazia uma alusão velada aos dez anos da morte de Che Guevara na Bolívia. Ícaro foi uma metáfora para representar sobre o revolucionário argentino durante a Ditadura Militar por conta da sua simbologia: busca de liberdade, enfrentamento do desconhecido e inconformismo idealista. 

Peciar fugiu de seu país durante a ditadura militar uruguaia (1973-1985) e se estabeleceu em Santa Maria, RS, como professor do curso de Artes Visuais (CAL/UFSM). O painel foi destruído em 17 de julho de 1995.

Registro de 1995 da obra Ícaro - retirada do artigo "Os Escritos do Poder” de Juliano Siqueira, publicado na Revista Apotheke em 2017.

MURAL DO HOSPITAL VETERINÁRIO - Em 2004, foi registrado um projeto de pintura mural no saguão do Hospital Veterinário da UFSM, sob coordenação de Alfonso Benetti, com participação dos acadêmicos Ana Cláudia Machado Paim, Franciele Filipini dos Santos, Lací Cecília Seibert e Patrícia Vaz Pereira.

O mural tinha como propósito a dinamização visual e o enriquecimento estético do espaço, em uma possibilidade de integração da arte com a arquitetura. O mural foi destruído durante reformas no Hospital Veterinário, em data incerta.

Pintura do mural do Hospital Veterinário, em 2004. Foto: arquivo pessoal de Alfonso Benetti

REINO FABULOSO DA MATA ATLÂNTICA - Em 2010, o professor Altamir Moreira produziu um mural com temática infantil nas paredes do jardim interno do Pronto Atendimento Pediátrico. Participaram da pintura o acadêmico Maurício Reindolff Dotto, seu orientando, e os acadêmicos Romulo Eisinger e Cesar Machado, orientandos do professor Alfonso Benetti. Moreira explorou um tema de fantasia infantil baseado na flora e fauna da Mata Atlântica, em um estilo semelhante àquele utilizado em histórias em quadrinhos. 

A fauna foi representada pelo tamanduá- bandeira, tucano, papagaio, rato-do-mato, onça parda, serelepe, tapeti, lobo-guará e capivara. E estavam presentes na flora a pitanga, pinheiro-brasileiro, cipó-corda-de-viola, helicônia, taquara, jerivá e cipó-de-São-João. Uma área do mural possuía um quadro verde para que as crianças pudessem desenhar com giz. O mural foi destruído durante reformas de ampliação no HUSM. As fotos são do arquivo pessoal de Altamir Moreira e mostram parte do trabalho realizado.

Espalhar e criar arte para além do arco

Entre 29 de setembro a 21 de novembro de 2022, o projeto de extensão realizou três oficinas de muralismo nas Escolas Municipais de Ensino Fundamental Maria Lourdes de Castro e Dom Luiz Victor Sartori, além do Colégio Estadual Manoel Ribas. Durante os encontros, Cristina e a artista plástica Cirlene Ereno explicaram o que é muralismo e obras deste tipo que existem em Santa Maria, além de falarem sobre a conservação dos patrimônios históricos. 

Nestas atividades foram utilizados negativos fotográficos de cada um dos murais e o catálogo produzido por Cristina em 2021. As oficinas também contaram com a participação dos artistas visuais Juan Amoretti e Altamir Moreira que ministraram palestras sobre o muralismo. O objetivo era ensinar e aprender sobre o tema na teoria e na prática. Assim, cada uma das escolas iria produzir um mural com uma temática escolhida pelos alunos. Antes de partirem para as paredes das escolas, Cirlene ministrou atividades de desenho e concepção artística em sala de aula.

O primeiro mural a ser finalizado foi o da escola Dom Luiz Victor Sartori, no dia 15 de dezembro. A turma do sétimo ano escolheu o tema “Etnias” para retratar o seu mural. No dia seguinte (16) foram inaugurados os murais da escola Maria de Lourdes Castro, também feito por alunos do sétimo ano com o tema “Primavera”. No colégio Manoel Ribas, também conhecido como “Maneco”, cinco turmas do ensino médio se reuniram para produzirem o mural intitulado “Prazer, profundidade, coletividade dos corais, introspecção e busca”.

Para a artista plástica que leciona há mais de 20 anos, o ambiente da sala de aula passou longe de ser um desafio. “Eu gosto de ensinar e sempre desenvolvo projetos onde possa estar com estudantes pois aprendo muito com eles e eles sempre me incentivam a aprender e estar em movimento com as perguntas que eles trazem”, conta. Cirlene afirma que atuar de forma voluntária nesses ambientes de aprendizagem além de trazer ensinamentos para si própria, também é uma forma de retornar para a sociedade tudo que aprendeu enquanto estudava na UFSM.

Tanto a artista plástica quanto a arquivista enxergam o projeto de extensão como uma forma de incentivar a valorização e a democratização da arte na prática e na teoria. “ Eu acredito que os programas de extensão e os projetos auxiliam a sociedade a suprir necessidades e resolver problemas. A academia  proporciona pesquisa e trocas de experiências muito importantes para os envolvidos”, afirma Cirlene. “A arte é um direito de todos, creio que a universidade tem o know how necessário para difundir a todas as classes sociais, inclusive as menos favorecidas”, completa Cristina. 

Os alunos não só recebem esse aprendizado, como se tornam agentes dessa transformação, ao deixar a sua marca em suas escolas que estará ali para ser vista e servir como inspiração para toda a comunidade escolar. Pois como  disse o artista Silvestre Peciar, o mural não fica para os alunos, “[ele] adquire uma existência pública. O mural fica para a gente, que passa, que habita”. 

Murais finalizados das escolas Dom Luiz Victor Sartori, Maria Lourdes de Castro e do Colégio Manoel Ribas

Mural finalizado na escola Maria de Lourdes Castro - Primavera
(Foto: Fernanda Schaurich)
Mural finalizado na escola Maria de Lourdes Castro - Primavera (Foto: Fernanda Schaurich)
Mural finalizado na escola Manoel Ribas - Prazer, profundidade, coletividade dos corais, introspecção e busca
(Foto: Cristina Eiffert)
Mural finalizado na escola Manoel Ribas - Prazer, profundidade, coletividade dos corais, introspecção e busca (Foto: Cristina Eiffert)
Mural finalizado na escola Dom Luiz Victor Sartori - Etnias (Foto: Cristina Eifert)
Mural finalizado na escola Dom Luiz Victor Sartori - Etnias (Foto: Cristina Eifert)
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Veja mais:

Carrossel Murais 1
Carrossel Murais 2
Carrossel Murais 3
Carrossel Murais 4
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Carrossel Murais 6
Carrossel Murais 7
Carrossel Murais 8
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Texto e fotos: Bernardo Silva, estudante de jornalismo e bolsista da Agência de Notícias
Arte: Lucas Zanella, Unicom

Edição: Mariana Henriques, jornalista

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O Centro de Artes e Letras e o Centro de Documentação e Memória da UFSM estão organizando o III Colóquio: Leituras de Arquivo, que acontecerá no dia 03 de abril de 2023, de forma presencial, no Espaço Multidisciplinar de Pesquisa e Extensão da UFSM Silveira Martins.
 
As inscrições são gratuitas e devem feitas através do formulário. Haverá disponibilidade de transporte saindo do campus sede, em Camobi (em frente da direção do CAL) para Silveira Martins e vice-versa. O evento é aberto à participação de todos os interessados no tema.

Programação:
9h - Abertura
9h30 - Aula inaugural com o tema: Entre políticas e arquivos: perspectivas e possibilidades para a preservação e a difusão da memória - que será ministrada pelo Dr. Diego Barbosa da Silva (responsável pela política de memória do Arquivo Nacional, RJ)
11h30 - Lançamento da coleção Memórias Infinitas
13h30 - Mesa de trabalho: Práticas de arquivo (reservada para aqueles que estão trabalhando com arquivos institucionais)
 
Outras informações constam na página do Centro de Documentação e Memória no Instagram.
 
 
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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2022/06/13/seminario-de-reprografia-na-ufsm-encerrou-a-programacao-alusiva-a-6a-semana-nacional-de-arquivos Mon, 13 Jun 2022 11:39:08 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=58842 [caption id="attachment_58843" align="alignright" width="605"] Atividades foram realizadas no prédio da Reitoria[/caption]

Realizado na sexta-feira (10), o seminário “Reprografia na UFSM: da microfilmagem à digitalização”, promovido pelo Departamento de Arquivo Geral (DAG) e pelo curso de Arquivologia da UFSM, marcou o encerramento da programação alusiva à 6ª Semana Nacional de Arquivos. 

O evento teve como objetivo apresentar a história do serviço de microfilmagem na Universidade, referência nacional nas décadas de 80 e 90, incluindo ainda a transformação digital da Instituição como processo reprográfico de modernização do serviço público. Foram promovidos debates sobre os processos reprográficos e apresentadas as transformações digitais que a UFSM está estabelecendo visando à modernização do serviço público.

Com mediação da arquivista do DAG Cristina Strohschoen dos Santos, os palestrantes convidados foram o ex-professor de reprografia do curso de Arquivologia e ex-coordenador do serviço de microfilmagem da UFSM, Carlos Blaya Perez; a ex-coordenadora do serviço de microfilmagem da UFSM, Ana Regina Berwanger; a supervisora da preservação digital da Coordenação de Preservação do Acervo do Arquivo Nacional, Érika Maria Nunes Sampaio; e a diretora do DAG da UFSM, Débora Flores. Na mesa de honra do evento estiveram, além de Débora Flores, o pró-reitor de Administração, Carlos José Segalla; o vice-coordenador do curso de Arquivologia, Francisco Alcides Cougo Junior; e o vice-diretor do CCSH, Martinho Rodrigues Remedi. 

A temática da microfilmagem foi escolhida devido ao histórico da UFSM com essa tecnologia, proporcionando um espaço de debates sobre como se desencadeia essa tecnologia atualmente, com a digitalização. De acordo com a arquivista Débora Flores, “um convite a reviver o passado, mas olhando sempre para o futuro”

Na ocasião, foram homenageados os técnicos em microfilmagem da UFSM: Olivar Braunstein (1963 a 2017), Renan Lovatto Penna (1979 a 2014), Antonio Luiz Chiapinoto (1979 a 2007), Renato Pereira dos Santos (1979 a 1999), Marcia Meneghello Bernardes (1984 a 2014), Flavia Simone Botega Jappe (2014 a 2019) e Christian de Aguiar Macedo, admitido em 2014.

O seminário, que contou com intervenções artísticas do naipe de trompas da Orquestra Sinfônica de Santa Maria e do músico Ismael Neves, monitor voluntário da Oficina de Canto e Técnica Vocal - Laboratório de Educação Musical do Centro de Educação da UFSM, foi transmitido ao vivo e segue disponível no YouTube.

Texto e foto: Ana Luiza Dutra, acadêmica de Jornalismo, voluntária da Agência de Notícias
Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista


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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/editais/003-2021 Thu, 24 Jun 2021 17:37:08 +0000 http://www.55bet-pro.com/?post_type=editais&p=56133 A Coordenadoria de Comunicação Social torna pública a abertura de inscrições para seleção de 1 (UM/UMA) BOLSISTA nas áreas de ARQUIVOLOGIA, COMUNICAÇÃO SOCIAL ou DESENHO INDUSTRIAL para o Projeto Resgate do Acervo Audiovisual da TV 55BET Pro da UFSM.

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A Coordenadoria de Comunicação Social torna pública a abertura de inscrições para seleção de 1 (UM/UMA) BOLSISTA nas áreas de ARQUIVOLOGIA, COMUNICAÇÃO SOCIAL ou DESENHO INDUSTRIAL para o Projeto Resgate do Acervo Audiovisual da TV 55BET Pro da UFSM.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2020/06/09/exposicao-recortes-medicos-retratos-da-ufsm-na-decada-de-60-esta-disponivel-na-semana-nacional-de-arquivos Tue, 09 Jun 2020 13:50:42 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=52515

Na 4ª Semana Nacional de Arquivos, o Departamento de Arquivo Geral da UFSM organiza a exposição "(Re)Cortes Médicos – Retratos da UFSM na Década de 60”. Sob curadoria da arquivista Cristina Strohschoen dos Santos, a exposição também faz parte da Semana Internacional dos Arquivos, estabelecida pelo Conselho Internacional de Arquivos. Nesta terça-feira (9), é celebrado também o Dia Internacional dos Arquivos.

"(Re)Cortes Médicos - Retratos da UFSM na Década de 60", que está disponível online, foi produzida com negativos fotográficos digitalizados integrantes do acervo de 85 mil negativos fotográficos de 1958 a 1999 da UFSM. Deste acervo fez-se um recorte - retratos relacionados à área médica da década de 60. Está constituída por 74 imagens selecionadas dos 32 eventos relacionadas à área médica da UFSM na década de 60 registrados pelos fotógrafos institucionais da UFSM.

De acordo com a curadoria, a exposição também busca homenagear os profissionais na linha de frente do combate à Covid-19.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2019/10/25/ccr-inicia-digitalizacao-de-portarias-e-atas-do-conselho-do-centro-2 Fri, 25 Oct 2019 11:16:13 +0000 http://www.55bet-pro.com/2019/10/25/ccr-inicia-digitalizacao-de-portarias-e-atas-do-conselho-do-centro-2/

Os Centros de Ensino: CCNE, CCR e CCSH estão iniciando a digitalização das Portarias e Atas do Conselho de Centro, com a inclusão dos representantes digitais (arquivos digitalizados) para consulta no Portal Documentos.

O objetivo é facilitar o acesso e proporcionar agilidade na recuperação das informações, bem como o seu intercâmbio. A digitalização dos documentos não substitui a guarda e preservação do documento original, porém é utilizada na gestão de acervos arquivísticos para contribuir com o amplo acesso e difusão dos documentos arquivísticos não digitais. A atividade também incrementa a preservação e segurança dos documentos originais, uma vez que diminui seu manuseio.

A digitalização e inclusão no SIE é realizada a partir de um Projeto de Digitalização proposto pela unidade, e coordenado pelo Departamento de Arquivo Geral (DAG). As ações são realizadas em consonância com a política arquivística do Sistema de Arquivos da UFSM e legislação pertinente. O Colégio Técnico Industrial de Santa Maria (CTISM) também já disponibiliza suas Portarias e Atas do Conselho Diretor no Portal Documentos, no padrão arquivístico referenciado.

No nível de Pró-Reitorias, a PROGEP e a PROPLAN já possuem o serviço implementado com as Portarias e Resoluções, e a PRPGP está em fase inicial de implementação. As unidades interessadas em realizar a digitalização e inclusão de seus documentos no SIE devem abrir uma demanda na página de Serviços do DAG, na modalidade Assessoria Arquivística.

Todos os documentos digitalizados e incluídos no sistema estão disponíveis no Portal Documentos em: http://portal.55bet-pro.com/documentos.

Digitalização no CCR
Digitalização de documentos no CTISM.
tela portal documentos
tela portaria no portal documentos

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2019/05/14/semana-nacional-de-arquivos-na-ufsm-tera-simposio-sobre-patrimonio-cultural-e-exposicao-na-pista-multiuso Tue, 14 May 2019 18:39:42 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=47717

O Departamento de Arquivo Geral da UFSM (DAG) promove uma série de atividades alusivas à 3ª Semana Nacional de Arquivos, que acontece de 3 a 8 de junho em todo o Brasil. O DAG organizou um projeto de extensão com uma série de atividades, como exposições, oficinas e palestras.

A programação inicia com atividades em escolas de Santa Maria, com a oficina "Desenhando Arquivos" nos dias 30 e 31 de maio, no Colégio Metodista Centenário. Já no dia 3 de junho haverá Gincana Fotográfica na escola Padre Rafael Iop.

Já a exposição "Memória na Pista" acontece de 3 a 8 de junho e distribuirá 16 painéis ao longo da Pista Multiuso da UFSM, da entrada do 55BET Pro à Administração. Cada ponto da pista terá um painel com memórias fotográficas acerca dos locais da universidade. O agendamento para participar de caminhadas pode ser feito através do e-mail arquivofotografico@55bet-pro.com.

No dia 6 de junho acontece o Simpósio Patrimônio Cultural e Patrimônio Documental. O evento será às 9h, no Salão Imembuí (2º andar da Reitoria). O Simpósio discutirá "Patrimônio Cultural, Arquivo e Pesquisa", com o pós-doutorando do PPG em Memória Social e Patrimônio Cultural da UFPel, Darlan Marchi, e "Comunicação, Patrimônio Cultural e Turismo", com a professora Mônica Elisa Dias Pons, do PPG em Patrimônio Cultural da UFSM. As inscrições podem ser feitas através do Formulário.

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A Coordenadoria de Comunicação Social divulgou o Resultado Final da seleção de bolsista para atuar no projeto Fotografia e Gestão: o arquivo digital da Agência de Notícias da UFSM.

O selecionado deve se apresentar a partir do dia 12 de março na sala 142, térreo do prédio da Administração Central, conforme horário disponível e acertado para a realização das atividades da bolsa.

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