UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com Universidade Federal de Santa Maria Fri, 24 Apr 2026 00:16:25 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com 32 32 UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/11/13/enlaces-conversa-com-wagner-virago Thu, 13 Nov 2025 17:31:34 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=71380 Foto colorida horizontal de Wagner, homem jovem. Ele está sentando do lado esquerdo. Atrás dele, a pista olímpica do CEFD, que tem um piso cor de telha com marcações em branco.
Wagner Virago treina na pista olímpica do CEFD e sonha com as Paraolimpíadas de Los Angeles

Militar há 16 anos, Wagner Virago recentemente iniciou sua carreira como atleta profissional. Desde criança, convive com familiares policiais militares e desejava ser como eles. Quando cresceu, prestou o serviço militar obrigatório e decidiu que era lá que queria continuar. Hoje, Wagner atua na Brigada Militar de Santa Maria. 

Na infância, praticou diversos esportes, como futebol e judô. Na vida adulta, participou de corridas e lutas. Até que um acidente de moto aos 22 anos o fez perder o movimento do pé esquerdo. Inicialmente, Wagner teve dificuldade para lidar com a situação. Contudo, o esporte o ajudou a recuperar a motivação e, neste ano, ingressou no atletismo paralímpico como velocista de 100 e 200 metros na categoria T44. 

Nossa entrevista foi realizada na pista olímpica do Centro de Educação Física e Desportos (CEFD), no campus sede da UFSM. Debaixo de forte sol, o atleta nos contou sua história de superação. 

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS - Como você ingressou na carreira militar?

WAGNER VIRAGO - Eu venho de uma família de militares. Meu pai e meus primos são todos policiais militares. E eu sempre fui motivado a ingressar nesse meio por parte do meu pai. 

Em 2006, quando prestei o serviço obrigatório, tive uma proposta de emprego. Era entrar nesse emprego ou servir no exército. Eu conversei com meu pai e ele falou: “vai para o exército. Tem que passar por essa experiência. Eu passei, tu tem que passar. Vai ser bom para ti”. E eu entrei no exército e gostei daquele ambiente. Na época, não me via fazendo outra coisa. Eu gosto de farda e coturno. Desde então, queria seguir carreira na unidade. Fiquei três anos no 4° BLog [Batalhão Logístico em Santa Maria]

Na época, comecei a estudar para a ESA [Escola de Sargentos e Armas], para me efetivar na carreira. Estudei durante dois anos e reprovei na redação. Como já estava bem afiado nos estudos, fiz o concurso da brigada. Passei bem classificado e consegui ficar aqui na região. Desde 2009, sou policial militar aqui na cidade. 

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS - A carreira militar já exige exercícios físicos, como que o esporte entrou na sua vida? 

WAGNER - A carreira militar exige muita disciplina e resiliência. Você tem que estar bem preparado fisicamente. Sempre levei isso muito a sério. 

No final do meu curso, quando entrei na Brigada Militar, sofri um acidente de moto. Esse acidente foi bem feio, quase amputei a perna abaixo do joelho. Fiquei com uma lesão, uma deficiência permanente na perna. No meu pé, eu não tenho os movimentos de tornozelo, de reversão e inversão. 

Após o acidente, engordei mais de 30 quilos. Fiquei um tempo depressivo, porque era muito novo, não sabia lidar com aquela situação. Eu tinha muita ansiedade, comia muito, não conseguia gastar energia e engordei. O esporte começou a entrar nessa fase da minha vida, como reabilitação, porque passei por cirurgias na perna. Eu comecei a correr, fazer musculação e estudar nutrição. Dei a volta por cima, emagreci 30 quilos, comecei a treinar e percebi que o esporte mudou minha vida de um jeito. Eu voltei a ser aquele cara motivado e empenhado. 

Na época eu participei de algumas competições mesmo com a deficiência, como corridas de rua e rústica. E eu ia bem classificado, ponteava e, em algumas, era campeão. O esporte me traz bem-estar e vontade de seguir.

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS - Quais foram os desafios que você enfrentou para se tornar atleta paralímpico? 

WAGNER - Eu sou muito novo no atletismo, mas já participei de outras modalidades do esporte antes. Lutas, corridas de rua e corridas com obstáculos. Nesse universo de paratleta, sempre fui um atleta amador. Agora estou me profissionalizando no atletismo. Entrei em março e estou aprendendo muito com meus professores, com a universidade, com todo o apoio que eu tenho da minha associação, o RS Paradesporto, que represento. Essa associação tem parceria com a Universidade.

No início, tudo é muito difícil. Às vezes tu não sabes se estás no caminho certo. Eu agradeço a Deus, porque tenho uma equipe muito forte e uma estrutura no meu entorno que me direciona na Universidade, na minha família e na minha associação. Graças a eles eu estou me direcionando ao esporte.

Estou conquistando meu espaço. Eu participei só de três competições oficiais. Então tenho muito para aprender. Apesar das dificuldades, eu, como bom militar, sigo firme, com resiliência. Toda rotina como militar, como atleta, não é fácil. Sou pai também. Então envolve muita coisa. Mas tu tem que fazer o melhor.

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS - Você sempre gostou mais do atletismo ou pensou em outros esportes também? 

WAGNER - Eu comento que sou um cara multiesportista. Eu já pratiquei várias modalidades. Quando eu era pequeno, jogava futebol e fui atacante do Santos. Eu fui pro judô. Tenho uma história na luta de braço. Fui campeão gaúcho da luta de braço. Depois, fui pra rústica e corridas de rua. Também participei de provas de OCR, que são com obstáculos. Fiquei em quarto lugar no Sul Americano de OCR no ano passado. Agora, vou focar nessa carreira, que é o mundo das velocidades. Pista, atletismo, 100 metros e 200 metros. 

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS- Como você chegou até a Universidade? 

WAGNER -  Eu sou acadêmico de Educação Física. No final do ano passado, estava estudando uma disciplina que falava sobre educação física inclusiva e tinha a história das Paralimpíadas, que surgiram na Segunda Guerra Mundial como forma de reabilitação. No final, essa disciplina fazia referência ao Comitê Paralímpico Brasileiro, o CPB. No domingo à noite, eu já acessei o site do comitê e tinha ali: “quero ser um paratleta”. Ali havia as cidades que trabalhavam com a iniciação do esporte adaptado. Não tinha Santa Maria, mas tinha em Porto Alegre. Então, eu mandei uma mensagem no Whatsapp para a RS Paradesporto. Expliquei que eu tinha uma deficiência e praticava o esporte, mas não sabia se essa deficiência me habilitava a participar como um atleta profissional. E ela foi receptiva, me passou para o técnico deles e marcou um treinamento em Porto Alegre. Eu fui lá, fiz um teste, ele gostou muito. Daí começou a minha história no para-atletismo. 

Só que eu tinha uma questão: eu não tinha onde treinar. Porque a pista olímpica mais próxima era em Porto Alegre, o que ficava inviável. Daí, a própria presidente me falou sobre a UFSM: “lá tem uma pista muito boa”. Então, ela fez um ofício para a Universidade para solicitar que fizesse meus treinamentos aqui na pista. E aí começou a parceria da RS Paradesporto com o NAEEFA [Núcleo de Apoio e Estudos da Educação Física Adaptada]. Estou treinando hoje com o apoio deles.

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS - Como é a sua rotina de treino?

WAGNER - É uma rotina que começou muito bagunçada e está um pouco melhor agora. Eu ainda não estou treinando como gostaria, por ter a rotina de militar, de pai, marido e atleta. Tudo muito corrido, mas eu tento me adaptar conforme as demandas vão chegando. Eu não consigo me organizar muito, pois trabalho no batalhão de choque, que tem muita demanda. Às vezes não consigo encaixar com os treinos.

Minha atividade principal é a militar e o paradesporto está entrando agora. O NAEEFA é bem flexível. Eu espero me organizar melhor ano ano que vem e encaixar melhor os treinos. 

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS- Qual foi a sua conquista mais significativa, para você, no esporte? 

WAGNER - Eu tive três competições oficiais. A minha primeira competição foi em março. Agora realmente sou paratleta, sou federado e rankeado. 

A competição mais importante foi a última em que participei do meeting paralímpico. Depois da primeira fase do nacional, a segunda foi bem marcante para mim. Eu fui vice-campeão brasileiro. Eu não esperava, porque estava na correria do dia-a-dia, não vinha treinando fielmente. Essa foi muito marcante para mim, para a minha associação e para a Universidade também. 

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS- O que mais te motiva hoje? 

WAGNER - A minha família, minha filha e Deus. Eu tenho uma filha com síndrome de Down, a Selena. Ela tem dois aninhos e vejo o esforço dela desde muito novinha. Ela sempre tem questões de fonoaudiologia e fisioterapia. Ela me motiva muito. A minha família é a minha base e o meu apoio. O que eu faço, os meus esforços, é pensando neles. 

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS - Quais são os seus próximos objetivos? 

WAGNER - Quero seguir na minha carreira militar, visando a evolução. Eu me orgulho muito de ser militar.

No esporte, quero me tornar um campeão e estou me preparando para o Campeonato Brasileiro, que será daqui a três semanas. É o campeonato mais importante para mim. Lá vão estar os melhores atletas do Brasil. É uma competição que vale bolsa atleta para quem ficar entre os três primeiros. É bem acirrada e um nível muito alto. 

Eu quero ser campeão e quero executar uma corrida melhor que na última. Eu sempre converso com o pessoal do NAEEFA aqui e com a minha associação: o ano que vem promete muita coisa, muitas competições. Em 2027, tem os Mundiais de Atletismo e o Parapan. Ano que vem quero treinar bem para, em 2027, eu representar Santa Maria nessas competições internacionais. 

Quem sabe, em 2028, o sonho de todo atleta que são as Paralimpíadas, que serão em Los Angeles. É o meu sonho: representar Santa Maria e Rio Grande do Sul nas Paralimpíadas de Los Angeles. 

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS- O que o atletismo é para você? 

WAGNER - O atletismo é a minha vida. O esporte é sinônimo de superação, resiliência, foco e determinação. A minha mãe me contava que quando eu era moleque, com 5 ou 6  anos, meu pai tinha uma pensão de militares. Ele alojava mais de 30 militares e eu fui criado no meio desses milicos. Nós tínhamos uma casinha lá e eu ficava nas pensões brincando. 

A minha mãe me contava que os milicos saiam para fazer atividade física. Fazer barra, flexão, correr e alongamento ali no pátio mesmo. Eu ficava no meio deles fazendo as mesmas coisas. Eu corria, fazia flexão. Os milicos suavam bastante e eu, por ser pequeno, não suava. Eu chegava no tanque, me molhava e falava: “estou todo suado”. Eu sempre estive nesse meio. E o esporte é isso, ele me traz uma versão melhor a cada dia.

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS- Para finalizar, a gente sempre deixa os entrevistados escolherem o lugar para a nossa conversa. Por que você escolheu a pista do CEFD?

WAGNER - Porque aqui é onde eu estou transformando minha vida no esporte. Eu tenho que ser grato a Deus por me apresentar às pessoas certas. Se eu estou aqui é porque tem alguém por trás disso fazendo acontecer. À professora Luciana, que é a coordenadora que me colocou aqui dentro, à minha associação que fez contato com a Universidade e fechou parceria para eu treinar. Então, nada melhor que essa pista para fazer essa entrevista. É o lugar onde eu sofro bastante com esse sol, mas é onde me supero todos os dias. E é através dessa pista que eu vou conquistar bons resultados lá fora.

A Série Enlaces entrevista pessoas ligadas à UFSM. É um especial dos 65 anos da instituição produzido pela Agência de Notícias para o site e para o Instagram.

Entrevista e texto: Jessica Mocellin, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias 
Fotos e vídeo: Paulo Baraúna, acadêmico de Desenho Industrial e bolsista da Agência de Notícias 
Edição: Maurício Dias, jornalista da Agência de Notícias

Supervisão geral: Mariana Henriques, jornalista e chefe da Agência de Notícias

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/11/03/atleta-da-ufsm-conquista-ouro-no-trofeu-maua-de-atletismo Mon, 03 Nov 2025 10:51:55 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=71205 [caption id="attachment_71206" align="alignright" width="402"]foto quadrada colorida de um pódio em um gramado. Três meninas ocupam os lugares. Millena foi a primeira nos 1.000 metros rasos[/caption]

Millena Brandt Albers, de 15 anos, natural de Vera Cruz (RS), conquistou o título de campeã dos 1.000 metros rasos no Troféu Mauá de Atletismo, realizado neste fim de semana em Santa Cruz do Sul. A atleta, que representa a UFSM, vem se destacando no cenário estadual e nacional: na semana anterior, já havia se consagrado melhor gaúcha na prova durante o Campeonato Brasileiro de Atletismo, realizado em João Pessoa (PB).

Millena compete pela UFSM e mantém vínculo com o ambiente universitário, recebendo orientações do também atleta e estudante de Educação Física Alef Brito, integrante do atletismo da instituição, com quem compartilhou experiências e treinamentos em diferentes momentos.

O atletismo da UFSM integra o Núcleo de Implementação da Excelência Esportiva e Manutenção da Saúde (NIEEMS), coordenado pelo professor Luiz Fernando Cuozzo Lemos, e tem como propósito identificar, formar e apoiar atletas em potencial, aliando o desempenho esportivo à formação acadêmica.

Para o professor Luiz Fernando, o resultado reflete o compromisso da UFSM com o desenvolvimento do esporte regional. “A Millena é o exemplo de como o talento aliado à orientação técnica e ao apoio institucional pode transformar trajetórias. É uma atleta de outra cidade que encontrou na UFSM um espaço de acolhimento e estímulo para crescer e conquistar grandes resultados”, destaca.

Foto: Divulgação

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Atletas do Atletismo UFSM representaram o projeto durante o Campeonato Estadual sub-18, realizado em Porto Alegre no sábado (10). O destaque do evento foi o atleta Davi Tavares Figueiredo, que conquistou o vice-campeonato na prova de lançamento de dardo e o terceiro lugar no lançamento de disco, reforçando o talento e o potencial dos jovens envolvidos no projeto.

A delegação foi composta por universitários e estudantes de escolas públicas de Santa Maria e outras cidades da região, demonstrando a força da extensão universitária promovida pela UFSM. O projeto tem papel fundamental na formação de jovens atletas, proporcionando a vivência do ambiente universitário e incentivando o sonho do ingresso no ensino superior.

O professor Luiz Fernando Lemos, idealizador do projeto de atletismo na UFSM, e atual vice-presidente da Federação Universitária Gaúcha de Esportes (Fuge), destacou a participação da UFSM na competição.

“Mais importante que o resultado é o sonho da construção. A possibilidade de, através do esporte, os alunos começarem a sonhar com o que é uma universidade pública, a qualidade de ensino, as oportunidades que surgem aqui. Causando vontade e anseio para que no futuro venham ser UFSM, mostrando o papel de valor da universidade”, afirma Luiz.

Com os resultados obtidos, a UFSM reafirma seu compromisso com o desenvolvimento humano, esportivo e educacional, demonstrando como a universidade pública pode ser uma ponte entre sonhos e oportunidades reais para jovens talentos.

Texto: Tatiane Paumann, estudante de jornalismo da UFSM

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A UFSM finalizou sua participação no Campeonato Estadual Sub-20 de Atletismo, realizado na Sociedade de Ginástica de Porto Alegre (Sogipa), em Porto Alegre, no final de semana, com importantes conquistas.

João Vinicius Casari Silva, atleta que ingressou na Universidade por meio do edital do Programa de Ingresso de Atletas de Rendimento ao Ensino Superior (Piares), conquistou o título de campeão gaúcho no salto com vara e obteve medalha de bronze nos 110 metros com barreiras. João tem 18 anos e cursa o segundo semestre de Direito.

Também ingressante pelo Piares, o aluno do curso de Ciências Sociais Vitor Luiz Rodrigues conquistou medalha de bronze nos 5.000 metros. 

"A UFSM trouxe atletas e agora os atletas estão vencendo, sendo os melhores do Estado. É uma grande conquista para a nossa Universidade", avalia o professor do Centro de Educação Física e Desporto (CEFD) Luiz Fernando Cuozzo Lemos.

Foto: Arquivo pessoal

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Professor ReinerReiner Hildebrandt-Stramann recebeu título de doutor honoris causa do reitor

O título de honoris causa, o mais importante concedido por uma universidade, foi concedido ao professor alemão Reiner Hildebrandt-Stramann, na manhã desta terça-feira (15), durante o 3º Simpósio Internacional de Educação Física: Currículo e Didática. A solenidade ocorreu no auditório C, anexo ao prédio 18, no campus sede da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), com a presença de autoridades. Na mesma ocasião, a instituição também entregou ao Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico (DAAD) a medalha de distinção de reconhecimento.

Lotado na Universidade Técnica de Braunschweig, o professor Reiner contribui desde 1984 com a UFSM, quando atuou como visitante no Centro de Educação Física e Desportos (CEFD). O docente teve papel relevante para a consolidação do mestrado em Ciências do Movimento da UFSM, segundo do país na área; para o financiamento de projetos acadêmico-científicos, e, atualmente, presta consultoria na área de formação de professores de educação física. 

A produção acadêmica de Reiner tem como destaque a escola móvel ou a escola em movimento, pensamento que questiona a organização escolar tradicional. Com mais de 200 artigos publicados, mais de 15 livros editados na Alemanha e no Brasil, o docente atua em grupos de pesquisa de universidades brasileiras, portuguesas, espanholas e alemãs. 

Durante a cerimônia de titulação de doutor honoris causa, a professora Marli Hatje, do Departamento de Métodos e Técnicas Desportivas, relembrou as contribuições e as histórias do começo da atuação do professor Reiner, em 1984. Após a assinatura do diploma, o professor Reiner comentou de forma emocionada a alegria do momento e relembrou o dia que chegou ao Brasil. O reitor, Luciano Schuch, ressaltou as contribuições do professor para o CEFD e a UFSM. 

A Agência de Notícias conversou com o professor Reiner Hildebrandt-Stramann para conhecer melhor sua contribuição para o ensino de educação física.

Mesa das autoridades com a vice-diretora da CEFD, Daniela Lopes dos Santos, Reitor da UFSM, Luciano Schuch e professor homenageado Reiner Hildebrandt-Stramann

Agência de Notícias: Um dos seus legados é a Escola Móvel ou Escola em Movimento. Para quem ainda não conhece, explique o que é a Escola Móvel?

Reiner: Escola móvel é uma instituição escolar onde o movimento, o se movimentar, fica no centro da configuração da escola. Quando a gente começa a pensar sobre as pessoas que vivem e vêm à escola, são as crianças, os alunos, não é possível configurar um processo de aprendizagem com crianças se o movimento não tem uma certa importância. Nós precisamos pensar como podemos configurar didaticamente o ensino, onde o movimento tem um papel decisivo no processo de aprendizagem. Quando as crianças entram na escola, entra só a metade do corpo, só a cabeça, o corpo mesmo tem que ficar calado, sem movimento, sentado em uma cadeira por 40 ou 50 minutos. Depois tem um intervalo de dois ou três minutos e começa a segunda aula. Mas um aluno do primeiro grau [Ensino Fundamental] ou do segundo [Ensino Médio] não aprende assim. Nós precisamos também modificar um pouco a organização didática de uma aula. Eu acho que é uma crueldade deixar as crianças sentadas o dia inteiro, ou metade do dia inteiro, em uma cadeira. Nós desenvolvemos para uma escola móvel os móveis diferentes, onde as crianças podem ficar sentadas no que nós chamamos de meia lua, que são cadeiras como formato de meia lua. Quando mudar a meia lua, as crianças têm que equilibrar o desequilíbrio. Então, ficam sempre em movimento. Nós construímos mesas que as crianças podem desmontar e com essas partes da mesa podem construir na mesma sala, por exemplo, um trilho de equilíbrio. Isso é um exemplo de uma sala móvel, dentro de uma escola móvel. A escola móvel não é só configurada por uma sala móvel, mas também como a maneira didática como a professora ensina, por exemplo, a disciplina da matemática através do movimento.

 

Agência de Notícias: E o que é a educação física aberta à experiência?  

Reiner: Uma aula aberta à experiência é relativamente fácil de explicar, porque cada aluno, cada ser humano, que entra em um ginásio ou no campo, deveria ter a possibilidade de fazer suas próprias experiências: de correr, de pular ou de arremessar. Mas, para permitir  isso, que cada indivíduo possa vivenciar, de correr da maneira dele, precisa de uma didática, uma forma de configurar didaticamente a aula da educação física, que permite aos participantes integrar suas experiências no ensino e no próprio desenvolvimento. Um aspecto característico é a individualização do ensino e outro é que podemos configurar em grupos alguns movimentos para realizar tarefas, a socialização. Esses dois aspectos formam experiências e, agora, a arte de ensino, a arte didática do ensino, é que o professor, a professora saiba configurar o ensino de maneira que permita essas experiências individuais e sociais.

 

Agência de notícias:  No seu entendimento, a formação de professores de educação física precisa passar por transformações. O senhor poderia explicar a sua proposta do currículo em módulos?

Reiner: O currículo tradicional na educação física acontece em disciplinas científicas do esporte isoladamente, por exemplo biomecânica, história da educação física e treinamento. Isso é, para mim, um estudo eclético. Os estudantes não podem reconhecer as conexões. A proposta de configurar o currículo em módulos significa que cada módulo tem seu próprio nome, mas são ligados entre si. Um módulo do treinamento é ligado com o da didática da educação física, e o ponto da ligação é a questão do movimento. Quando tem uma compreensão de movimento, significa quando tem na sua observação o ser humano movimentando-se, tem nessa compreensão de movimento esta ligação. Um exemplo, quando um professor de educação física está em um ginásio, as crianças e os jovens entram no ginásio, alguns tem uma bola e eles começam a jogar com a bola. O que você pode observar como professor é as crianças e jovens chutando uma bola. Mas o que aconteceu nas formações tradicionais é oferecer aos estudantes os objetos, como o chute, o salto. Esse chute, esse salto, essa maneira de ensino está orientada para o esporte de alto rendimento. Mas isso não é o ponto da orientação para um professor na escola. Como eu posso configurar meu ensino para permitir que as crianças comecem, por exemplo, desenvolver um jogo ou ter experiências de saltar, para cima, para baixo, sob obstáculos. Então como eu posso configurar didaticamente uma aula que permita que os alunos façam experiências individuais. Os estudantes devem aprender durante a formação e isso acontece quando cada módulo tem uma compreensão de movimento semelhante, é a conexão. A diferença de ver o ser humano como uma pessoa que sabe fazer, sabe se movimentar e que estuda claro algumas disciplinas, não apenas em disciplinas, mas em conexões com outras em módulos.

 

Agência de Notícias: A teoria dessa nova formação de professores é baseada nas ciências dos esportes e nos chamados campos de movimento. O que seriam os campos de movimento?

Reiner: Está orientado à questão do movimento. Esses campos de movimento são, por exemplo, correr, saltar, arremessar e lançar, que tradicionalmente chamamos de atletismo.  Os estudantes que vem na universidade, vem com essa compreensão de estar estudando o atletismo. Isso também é conteúdo do currículo tradicional. O atletismo é ligado logo o salto em distância, o salto em altura e com a corrida de 100 metros, a corrida de 200 metros, 400 metros. Então, para o estudante são as formas de movimento. Correr, saltar e lançar, por exemplo, são ações e como correr pode ser ligado também a diferentes compreensões de correr que levam para um sentido diferente de correr. Por exemplo, em uma aula com o tema correr, pode ser uma tarefa para os estudantes ter um trecho de 400 metros, cada estudante deve dizer, por exemplo que quer correr esse trecho de 400 metros em dois minutos, outro em um minuto e outro em um minuto e 30, nesse momento você vai ver que eles começam a correr, não precisam correr ao mesmo tempo todos juntos, então eles começam a correr para chegar depois 5 minutos, para chegar o outro talvez dois minutos depois, então eles mesmos devem desenvolver um sentido corporal para cumprir este objetivo que foi determinado pelos estudantes mesmos. Eles devem aprender que movimento tem muitos sentidos. 

 

Agência de Notícias: Como você avalia esse tempo de contribuição com a UFSM?

Reiner: Não só relacionado com a contribuição aqui na Universidade Federal de Santa Maria, mas sim por causa das minhas atividades nas diferentes universidades brasileiras durante os últimos 40 anos. Eu avalio isso sendo metade do meu coração brasileiro e outra metade é alemão. É uma parte da minha profissão desenvolver, assessorar os colegas brasileiros, não só aqui em Santa Maria, mas aqui desenvolvemos um projeto forte com a professora Marli, desenvolver aqui um projeto que poderia ter um grande valor para o futuro da formação dos estudantes. Para mim, vale muito, tem um grande valor e, ao meu lado, é uma experiência única, eu sou um estrangeiro então eu tive minha vida a possibilidade de conhecer muitos colegas  brasileiros, eu consegui cooperar com uma experiência única, por isso eu também desenvolvi muitos intercâmbios entre os estudantes da minha universidade, a Universidade Técnica de Braunschweig e universidades brasileiras, a de Santa Maria, a Federal da Bahia, a Federal de Pernambuco. Então aqui nós conseguimos também um intercâmbio dos estudantes, é uma experiência única, convidar um estudante a fazer um  intercâmbio em qualquer lugar do país, vivenciar essa experiência única como estudante.

 

Texto e entrevista: Milena Gubiani, estagiária da Agência de Notícias

Fotos: Gustavo Damascena, bolsista da Agência de Notícias

Edição: Maurício Dias, jornalista

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A UFSM é campeã dos Jogos Universitários Gaúchos (JUGs) de atletismo geral, basquete feminino e futsal masculino. No sábado (3), as equipes da Universidade sediaram os campeonatos, que contaram com times de diversas cidades do Rio Grande do Sul. Os representantes da UFSM se sobressaíram e confirmaram as vagas aos Jogos Universitários Brasileiros (JUBs), que acontecem de 8 a 19 de outubro deste ano, em Brasília.

Cerca de 40 atletas representaram a Federal nas provas realizadas na pista atlética - que teve a disputa estadual como primeira competição na história desde a inauguração, em agosto do ano passado. Com os resultados, as gurias se consagraram tetracampeãs, uma vez que também venceram em 2018, 2019 e 2022, e os guris pentacampeões, com títulos também em 2018, 2019, 2022 e 2023.

No ginásio do Corintians, no Bairro Centro, simultaneamente, a equipe feminina de basquete da UFSM triunfou e expandiu sua hegemonia, sendo agora tricampeã consecutiva dos JUGs. O esquadrão chega em Brasília com a missão de chegar ao topo do pódio mais uma vez, agora na 2ª divisão - no último ano, as estudantes venceram a 3ª divisão. O elenco masculino, por outro lado, deu adeus ao campeonato com a medalha de bronze. Ao todo, 30 jogadores formaram os dois plantéis.

À noite, foi a vez dos tradicionais guris da Federal garantirem o retorno aos JUBs após 12 anos desde a última participação na etapa nacional. Depois de um longo dia de jogos nos ginásios do Centro de Educação Física e Desportos (CEFD), que coincidiu com a partida do time principal da Universidade pela Série Ouro, os representantes de Santa Maria se consagraram tricampeões do torneio, de maneira invicta.

Já a equipe feminina passou da primeira fase, mas caiu nas semifinais. 31 atletas fizeram parte dos elencos nos JUGs deste ano. Os esquadrões da UFSM voltam a brigar por vagas à competição que acontece em Brasília, no mês de outubro, neste sábado (10). Enquanto o voleibol e o xadrez ocorrem no CEFD, o tênis de mesa é no Royal Plaza Shopping e a modalidade acadêmica é realizada de forma virtual.

Unindo os dois naipes, UFSM se tornou nove vezes campeã dos JUGs (Foto: Luiza Mielke/CEFD)
Gurias do basquete se consagraram tricampeãs dos JUGs de forma consecutiva (Foto: João Gabriel Segabinazzi/Divulgação)
Time masculino de futsal volta aos JUBs após um hiato de 12 anos (Foto: Luiza Mielke/CEFD)

Texto: Pedro Pereira, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias
Edição: Mariana Henriques, jornalista

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Este sábado (3) será de muitos compromissos para as equipes da UFSM. Nos ginásios 1, 3 e 4 do Centro de Educação Física e Desportos (CEFD), serão sediados os Jogos Universitários Gaúchos (JUGs) de Futsal de 2024. Simultaneamente, na pista atlética, acontecem os JUGs de Atletismo. Fora do 55BET Pro Sede, mas ainda em Santa Maria, acontecem os JUGs de Basquete, também ao mesmo tempo.

Somando os naipes feminino e masculino, em torno de 100 atletas, que obrigatoriamente têm vínculo acadêmico com a Universidade, estarão envolvidos entre as modalidades. Enquanto alguns times estão atrás de retomar ou manter hegemonias, outros buscam o título inédito da competição estadual e, consequentemente, a vaga aos Jogos Universitários Brasileiros (JUBs). Apenas o campeão se classifica à etapa nacional que, neste ano, acontece de 8 a 19 de outubro, em Brasília. Confira abaixo mais informações sobre as disputas deste fim de semana.

Futsal

[caption id="attachment_66450" align="alignleft" width="503"] Alguns dos atletas que representam a UFSM nos JUGs de Futsal (Foto Rafael Bieger)[/caption]

As gurias da Federal, na chave C, serão as primeiras representantes da UFSM a entrar em quadra. A estreia será diante do elenco da AMF, de Restinga Sêca, no Ginásio 4, às 8h. Na mesma quadra, elas voltam a jogar às 13h contra a UFRGS, de Porto Alegre.  Já os guris da Universidade encaram a IDEAU, de Getúlio Vargas, às 9h, e a Feevale, de Campo Bom, às 14h. Os dois confrontos ocorrem no Ginásio 3 do CEFD.

Os demais jogos acontecem na sequência. Após todas as equipes se enfrentarem dentro dos grupos, avançam à próxima etapa os líderes e os vice-líderes. Ao triangular final, classificam-se os vencedores dos duelos entre os primeiros colocados das chaves contra os segundos colocados. Nos JUGs de Futsal, também vêm a Santa Maria: Unisinos, de São Leopoldo; UFPel, de Pelotas; Sogipa, de Porto Alegre; Unipampa, de Uruguaiana; e UFFS, de Passo Fundo.

O time feminino quer participar dos JUBs pela primeira vez na história. O masculino por outro lado, está de olho em voltar à competição nacional após mais de uma década. No ano passado, os esquadrões ficaram em 4º e 2º lugar, respectivamente.

Atletismo

[caption id="attachment_66451" align="alignright" width="500"] JUGs deste fim de semana serão a estreia da pista atlética da UFSM (Foto Ana Alícia Flores)[/caption]

Os JUGs de Atletismo, que estão previstos para começar às 8h30min, serão a estreia oficial da pista atlética da UFSM desde a inauguração - que completa um ano no dia 25 de agosto. As seguintes provas serão disputadas: corridas rasas em 100, 200, 400, 800, 1.500, 5.000 e 10.000 metros; corridas com barreiras em 100m, 110m e 400m; corridas com obstáculos em 3.000m; revezamentos em 4×100 e 4×400 metros; saltos em altura, distância, triplo e com vara; arremesso do peso; lançamentos do dardo, do disco e do martelo.

A equipe feminina da UFSM chega neste sábado com o objetivo de conquistar os JUGs após uma temporada longe do pódio. Em busca do tetra, as universitárias venceram nos anos de 2018, 2019 e 2022. O elenco masculino, por outro lado, quer o título pelo terceiro ano consecutivo e quinto no geral, uma vez que triunfaram em 2018, 2019, 2022 e 2023. As demais instituições realizam as inscrições no próprio dia, na reunião técnica, que acontece às 8h.

Basquete

[caption id="attachment_66452" align="alignleft" width="502"] Equipe feminina de basquete da UFSM está atrás do tricampeonato consecutivo dos JUGs, após venceram os JUBs em 2023 (Foto Reprodução)[/caption]

Os JUGs de Basquete, os únicos fora do 55BET Pro Sede, serão sediados no ginásio do Corintians Atlético Clube, localizado na Rua General Neto, número 121, Bairro Centro. Nesta modalidade, cada naipe terá uma fórmula de disputa diferente. As gurias da federal terão apenas duas rivais em todo o torneio: às 10h, encara a UFPel; e, se vencer, enfrenta a UFRGS às 18h - se perder, o jogo é às 15h. O campeão será o time melhor posicionado na tabela ao final do dia.

As representantes da UFSM chegam embaladas não só pelo bicampeonato seguido da competição estadual, como pelo título da 3ª divisão dos JUBs, conquistado no ano passado. O esquadrão masculino da UFSM, diferentemente, terá um caminho maior rumo à vaga inédita ao certame nacional. Na primeira fase, os guris pegam a Unisc, às 8h e a Unipampa, às 13h. O líder e o vice-líder da chave avançam às semifinais.

Estes primeiros jogos do mata-mata estão previstos para acontecer às 16h e às 17h, com o primeiro colocado de um grupo encarando o segundo colocado do outro. A grande final ocorre a partir das 20h. Na última edição dos JUGs, a equipe masculina da Universidade terminou com a medalha de bronze.

Texto: Pedro Pereira, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias
Edição: Mariana Henriques, jornalista

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2024/07/25/10a-edicao-do-festival-de-miniatletismo-ocorre-dia-07-de-agosto Thu, 25 Jul 2024 13:15:23 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=66383 [caption id="attachment_66384" align="alignright" width="600"] Crianças aprendem e se divertem durante edição de 2022 do Festival (Foto: Ana Alicia Flores)[/caption]

No dia 07 de agosto de 2024, a partir das 14h, na Pista de Atletismo da UFSM, localizada no prédio 51 do CEFD, acontece X Festival de Miniatletismo: Os primeiros passos em busca de grandes sonhos. O evento é destinado para alunos do Ensino Fundamental da Educação Básica de Santa Maria.

Durante o turno da tarde, são realizadas diversas dinâmicas com os estudantes, a fim de que eles entendam mais sobre o esporte e consigam ter a experiência de praticá-lo. As atividades serão adaptadas para que todos os participantes consigam aproveitar e desenvolver os exercícios propostos

O Festival, que é organizado pelo curso de Educação Física – licenciatura, na disciplina de Atletismo 2, sob a coordenação da professora Leandra Costa da Costa, é semestral e tem como objetivo oportunizar com que crianças dos anos iniciais (3º e 4º ano) de escolas mais afastadas da UFSM e de zonas rurais de vivenciem o atletismo e utilizem os espaços e recursos da UFSM. Além disso, as atividades proporcionam integração e socialização das crianças e promovem a formação dos acadêmicos e professores.

Em caso de chuva, o festival de Miniatletismo terá sua data transferida para o dia 12 de agosto de 2024 no mesmo local.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2024/04/29/ufsm-para-a-comunidade-projeto-de-atletismo-conecta-universidade-e-escolas-publicas Mon, 29 Apr 2024 11:00:00 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=65715 [caption id="attachment_65716" align="alignleft" width="501"] Atividades iniciam com alongamento orientado por Laíne[/caption]

Crianças correndo, praticando alongamentos, realizando atividades físicas em grupos ou duplas, essa é a visão ao entrar na quadra esportiva da Escola Municipal Diácono João Luiz Pozzobon, em Santa Maria, nos dias em que o Projeto Atletismo Comunitário está lá. Desde 2020, a iniciativa conecta os jovens das escolas públicas de Santa Maria à UFSM. Atualmente, atende duas escolas, uma municipal e outra estadual, além de levar os estudantes para a Universidade uma vez ao mês. 

O projeto, vinculado ao Núcleo de Implementação da Excelência Esportiva e Manutenção da Saúde (NIEEMS), atende, além da escola Diácono João Luiz Pozzobon, o Colégio Estadual Professora Edna May Cardoso, desde 2023. Liderado pelo professor e coordenador de Atletismo da UFSM, Luiz Fernando Cuozzo Lemos, o Atletismo Comunitário pratica o esporte com os alunos dos anos finais do ensino fundamental do Colégio Edna May Cardoso e com todas as turmas da escola Diácono João Luiz Pozzobon, duas vezes por semana.

Ainda, uma vez por mês esses alunos também têm a oportunidade de praticar as atividades na pista de atletismo da Universidade, o que possibilita um maior contato entre comunidade e UFSM, além dos estudantes poderem praticar em uma pista com padrão olímpico. O deslocamento é realizado com um ônibus, conquistado através de parcerias com diferentes entidades e empresas.

Além desses encontros, a coordenadora dos anos finais da escola Diácono João Luiz Pozzobon, Maitê Cezar da Silva, também proporciona a oportunidade de pelo menos 4 estudantes irem ao campus todos os sábados para treinar. “No sábado, como acontece o treino de atletismo da UFSM, eu procuro levar aqueles alunos que têm se destacado, levo com o meu carro. Então eu consigo levar quatro e todo sábado eu vou”, conta a coordenadora. De acordo com Maitê, a cada semana ela reveza quais estudantes levará.

[caption id="attachment_65718" align="alignright" width="503"] Atividades são adaptadas para que o maior número de modalidades possa ser oferecido[/caption]

O projeto abarca, dentro do que é possível adaptar para cada escola, todas as modalidades do atletismo, como os saltos, corridas e lançamentos. Ainda, além de possibilitar a prática esportiva para os estudantes, a iniciativa proporciona que os mais qualificados possam participar de competições e representar Santa Maria. “É um projeto que além de estar formando o cidadão, dando oportunidade, ensinando valores que estão atrelados ao esporte, porventura os que se dedicarem, entenderem que tem um talento esportivo, ou mesmo que não tenha talento, mas tenha uma dedicação bastante grande, podem ,através do esporte, buscar uma posição de ascensão social”, comenta Luiz.

O professor explica que para fazer essas parcerias não é necessário pensar em grandes estruturas. As escolas em que atuam no momento já têm uma boa quadra, além de bolas e outros equipamentos como cones. Para praticar os saltos, o projeto construiu, junto com a escola Diácono, uma caixa de areia. Luiz Fernando comenta que para os alunos que não possuem um tênis com condições para prática esportiva, muitas vezes eles conseguem através de doações. “Mesmo que nem sempre tenhamos as condições ideais de lazer e de esporte, isso faz com que eles se desenvolvam muito em movimentos naturais, como antigamente acontecia. Correr, saltar, pular, rolar: isso são capacidades físicas relacionadas ao atletismo”, comenta.

Tradição de família: surgimento do projeto

A ideia do projeto de Atletismo Comunitário surgiu em 2017, quando o professor Luiz Fernando entrou na Universidade. A proposta foi colocada em prática em 2019, em São Sepé, em parceria com a Prefeitura Municipal. Enquanto isso, em Santa Maria, aconteciam, todas as tardes, aulas na praça Praça Ademar Antônio Cantarelli, no bairro Camobi, em que participavam as escolas da região. Com a pandemia, foi preciso reduzir a atuação, que foi retomada em 2023, nas escolas Diácono e Edna.

No entanto, foi apenas em 2024 que o projeto tomou força e pode atender todas as turmas da escola Diácono. Neste ano, os alunos começaram a participar de competições e o Atletismo Comunitário conseguiu parcerias para que pudesse ganhar mais qualidade e oportunizar melhores condições de prática.

Luiz conta que o desejo de desenvolver projetos como esse vem de casa. “De certa forma, eu sou oriundo de projetos sociais. O primeiro projeto de canoagem de Santa Maria quem criou foi meu pai, lá em 1997, que era o ‘Canoagem na Escola’. Ele acabou mudando a vida de muita gente. Eu mesmo me envolvi muito no projeto e com a comunidade que participava. Com isso me desenvolvi como atleta”, relata o professor.

Quando se tornou docente, Luiz viu a possibilidade de movimentar e fazer algo a mais pela comunidade de Santa Maria. “A vontade, já vem de casa, de formação enquanto pessoa. Acho que essa é uma das maiores missões que nós temos na Universidade: estar mudando vidas e oferecendo mais para comunidade, para as pessoas”, comenta.

UFSM e comunidade

A parceria com as escolas aconteceu através da busca ativa do professor Luiz. A coordenadora Maite desde início se mostrou muito receptiva e ansiosa. “Projetos assim são muito importantes, especialmente em uma região que tem um alto índice de vulnerabilidade. Então eu acredito que o esporte salva. Independente do esporte, enquanto eles estão praticando, eles estão dentro da escola, não estão se envolvendo com outras coisas que eles têm acesso no dia a dia deles. Quanto mais a gente conseguir trazer esses alunos para dentro da escola, envolver eles com outras atividades, acho que só traz benefícios”, declara Maitê.

A coordenadora acrescenta que quanto mais projetos como esse forem desenvolvidos na escola, melhor é. Para ela, é fundamental a parceria entre escolas e Universidade. “Projetos de esporte ou até de outras áreas também, como cultura, que a Universidade nos oferece, são sempre muito bem-vindos, a gente aceita tudo!”, comenta.

Essa relação entre Universidade e comunidade é fundamental para Luiz Fernando, que entende que a Instituição deve ter essa inter-relação como essência. “A universidade só existe para comunidade, é nosso papel enquanto funcionário público poder estar realmente ultrapassando os muros da Universidade, chegando na comunidade. Trazendo a universidade para dentro da escola e também levando a realidade, através dos nossos alunos daqui [das escolas], para dentro da universidade, para discutir e construir ciência”, observa Luiz.

Recepção dos alunos

[caption id="attachment_65717" align="alignleft" width="500"] Com orientações da equipe, alunos aprendem regras do esporte[/caption]

Da coordenadora da escola, passando pelo coordenador do projeto até a aluna de graduação que atua em conjunto, a visão a respeito dos estudantes é a mesma: evolução. De acordo com a graduanda em Educação Física, Laíne Franco, turmas que no início possuíam apenas 10 alunos, hoje contam com 20 ou 30 jovens. 

Luiz e Maitê concordaram na mudança de comportamento dos alunos. Maitê observa que agora, em sala de aula, os estudantes se preocupam em concluir as atividades para poderem participar do projeto. Além disso, a coordenadora afirma que durante a semana é questionada diversas vezes pelos jovens para saber quando o atletismo comunitário irá até eles, ou até mesmo quando poderão ir até a UFSM novamente.

O professor Luiz afirma que os próprios alunos fazem a auto cobrança para se desenvolverem em sala de aula, assim o atletismo comunitário pode continuar.  “Eles são cobrados e relembrados pela comunidade escolar, por mim e por todos, que a participação em sala de aula é fundamental para a manutenção do projeto. É um processo que está em construção, é dinâmico, mas sem sombra de dúvidas ao longo desse tempo, eles vão cada vez mais se monitorarem para poder estar se controlando e assim evitando evasão escolar, a indisciplina”, relata.

As alunas do 6° ano comprovam os relatos dos professores. Para Laisa Quevedo e Vivan Rodrigues o projeto é muito legal pois faz com que elas se exercitem mais, e até consideram seguir com os esportes no futuro. “Melhoraram as pernas! Dá para correr mais, ficou melhor com os exercícios que eles dão”, comenta Vivian.

A estudante de 12 anos, Andriele Martins, ressalta a importância do atletismo comunitário na escola, para além da atividade física. “Além de dar mais empenho nas pernas, fez muita diferença, porque antes não tínhamos nada. Agora todos melhoraram o desempenho também na sala de aula”, conta a estudante.

A paixão pelo projeto também chegou nos estudantes de graduação. “Eu não tenho palavras para mensurar como é gratificante participar desse projeto", conta Laíne. Com lágrimas nos olhos, a estudante de educação física conta como esse projeto pode mudar vidas. Ela ressalta que antes alunos que não faziam questão de participar, agora se dedicam e ficam ansiosos para poder participar de competições.

Para o futuro, o desejo de Luiz é atender ainda mais escolas e, se fosse possível, gostaria que o projeto abraçasse todas as escolas públicas de Santa Maria. “A gente tem um início, quem sabe um dia vamos chegar, temos que analisar as necessidades e potenciais”, relata. 

No próximo dia 4 de maio, o Atletismo Comunitário levará 4 jovens das escolas para uma competição interestadual que acontecerá em Porto Alegre.

Você pode ter contato com o projeto através do Instagram do NIEEMS

Texto e fotos: Gabriel Escobar, estudante de jornalismo e bolsista da Agência de Notícias
Edição: Mariana Henriques, jornalista

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2024/04/10/nieems-publica-chamamento-para-composicao-de-equipe-de-atletismo-da-ufsm Wed, 10 Apr 2024 15:21:59 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=65608

O Núcleo de Implementação da Excelência Esportiva e Manutenção da Saúde (NIEEMS/CEFD) realiza chamamento aos alunos da UFSM para comporem a Equipe de Atletismo. Os interessados deverão comparecer na sala 3025 do CEFD na quarta-feira (17), às 12h.

A oportunidade é destinada não só a quem já pratica o esporte, como também quem deseja iniciar nas seguintes modalidades: corrida, salto, arremesso e lançamento.

Os atletas que obtiverem sucesso nas etapas classificatórias das competições, representarão a UFSM nos Jogos Universitários Gaúchos (JUGS), Campeonato Gaúcho de Atletismo, Jogos Universitários Brasileiros (JUBS) e outras eventuais competições.

Outras informações podem ser obtidas no Instagram do NIEEMS: @nieems_ufsm

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[caption id="attachment_64195" align="alignright" width="541"] Equipe e comissão técnica do basquete feminino da UFSM[/caption] Uma delegação de atletas da UFSM esteve presente na edição deste ano dos Jogos Universitários Brasileiros (JUBs), entre os dias 8 e 22 de outubro, em Joinville (SC). A competição foi dividida em duas etapas. Na primeira delas, a UFSM competiu nas modalidades de xadrez, judô e wrestling. Na segunda, encerrada neste final de semana, entraram na disputa as modalidades de basquete feminino, tênis de mesa e acadêmico. Ao todo, 26 atletas defenderam a universidade.
 
O grande destaque da UFSM foi a equipe de basquete feminino, que sagrou-se campeã da terceira divisão. Ao todo, a equipe realizou cinco jogos, tendo vencido a grande final contra o estado de Tocantins, pelo placar de 52x41.
 
O time de basquete UFSM foi composto pelas atletas Jéssica Lemos, Cecília Luczynski, Ana Clara Vargas, Giovanna Kist, Nathália Garske, Daiane Jorge, Viviane Rodrigues, Bianca Revers, Mévilyn Lisboa, Évelyn Spengler, Luiz Quoos e Marina Santos. A comissão técnica é composta pelo treinador Renato Coutinho, auxiliar-técnico Eduardo Friedrich, oficial de delegação Luiz Fernando Lemos e os preparadores físicos Matheus Pacheco e João Victor Bulsing.
 
O projeto Basquete UFSM existe desde 2022, é coordenado pelo professor Renato Xavier Coutinho, do Colégio Politécnico da UFSM, e conta com a colaboração dos professores Luiz Fernando Lemos, Frederico Lima e César Alcides Geller, tendo como objetivo estimular a prática do basquete na UFSM em suas diversas instâncias - social, escolar, competitiva e de lazer, envolvendo as equipes femininas e masculinas de basquete de quadra e 3x3, além de projetos de extensão.
 
[caption id="attachment_64196" align="alignleft" width="418"] André Moreira, treinador da equipe de judô gaúcha e da UFSM, e Nicole[/caption]

Bronze no judô

 
Na primeira etapa dos JUBs, a acadêmica Nicole Cruz da Rosa conseguiu um bronze no judô para a UFSM. Acadêmica de Psicologia, Nicole garantiu a medalha no dia 12. Foi uma conquista para o esporte da UFSM e, sobretudo, uma superação para a atleta. Em 2021, disputando a mesma modalidade nos JUBs, Nicole sofreu uma lesão que a deixou quase um ano longe dos tatames. 
 
Fotos: Divulgação
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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2023/10/16/conheca-jaqueline-weber-velocista-multicampea-e-mestranda-em-gerontologia-na-ufsm-que-vai-disputar-os-pan-americanos-de-2023 Mon, 16 Oct 2023 12:22:08 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=64102 [caption id="attachment_64103" align="alignright" width="670"]foto colorida horizontal de uma mulher, loira, trança no cabelo, camiseta do atletismo ufsm, segurando uma medalha com uma mão e apontanto o dedo pra cima com a outra, sorrindo para a câmera Para Jaqueline, representar a UFSM em competições é, entre outras sensações positivas, “grandioso” e “sensacional” (Foto NIEEMS/Divulgação)[/caption]

Impedir o esquecimento de atletas de esportes de alto rendimento, como também suas ideias, é uma das missões de Jaqueline Weber, meio-fundista multicampeã e mestranda em Gerontologia pela UFSM. Atualmente, ela é coordenadora de diferentes projetos sociais e esportivos no que diz respeito ao cenário nacional da modalidade e tem vínculo com a agremiação esporte Praia Clube, de Uberlândia, Minas Gerais.

A gerontologia, campo de pesquisas de Jaqueline, é o estudo do processo de envelhecimento e seus efeitos em indivíduos, grupos e na sociedade. Nascida no município gaúcho de Teutônia, a atleta reside em Santa Cruz do Sul desde 2013, quando foi convidada pelo então treinador Jorge Peçanha - figura histórica do atletismo brasileiro e “o maior do Rio Grande do Sul” nas categorias meio-fundo (800 a 3000m) e fundo (5000m a 24km), segundo a estudante da Federal - a representar a equipe de outra instituição universitária.

A teutoniense divide a vida de meio-fundista com a de estudante, que se ligam por meio de sua participação em competições, somada ao trabalho acadêmico em relação ao desempenho e a vida de atletas de alto rendimento, com o passar do tempo. “A gente teve grandes heróis olímpicos com histórias riquíssimas e com processos de treinamento sensacionais. Não se vê documentos de estudos em cima deles, os treinamentos que eles fizeram, as análises... Isso tudo é muito pouco registrado e acaba se perdendo”, declarou.

“Essa parte científica aliada à parte prática seria incrível”, também relatou Jaqueline. Ao longo dos anos, passaram-se diferentes edições dos Jogos Universitários Brasileiros (JUBs), torneios de nível estadual, nacional e mundial, até que, em 2023, a gaúcha subiu um degrau em sua carreira. Além da disputa do Mundial de Atletismo na Hungria, a aluna da Universidade será uma das brasileiras na disputa dos Jogos Pan-Americanos de outubro a novembro, no Chile.

Para entender melhor como funciona a “vida dupla” de atleta internacional e mestranda em Gerontologia, a Agência de Notícias da UFSM conversou com Jaqueline sobre sua relação com a instituição, sua carreira, suas experiências, as expectativas para o campeonato continental e, também, sua pesquisa. Confira o que ela disse:

Você é formada em Educação Física pela Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc). O que te fez parar na Universidade Federal de Santa Maria?
Santa Maria entrou na minha vida em 2021, através do incentivo do professor Luiz Fernando Cuozzo Lemos, que coordena o projeto de Atletismo e também o Programa de Pós-Graduação em Gerontologia da UFSM. Quando abriu o edital, ele sugeriu que eu fizesse e eu topei a ideia. Estávamos no meio da pandemia e eu sempre tive esse desejo de fazer mestrado. Eu sabia que talvez não fosse a hora mais ideal, pelas coisas que eu teria pela frente, mas eu também sabia que se eu ficasse muito tempo sem estudar, visto que me formei na graduação em 2019, dificilmente depois eu voltaria. Então, eu resolvi arriscar e hoje estou já estou com a minha qualificação feita e com meu projeto de pesquisa pronto. Só preciso, agora, fazer a parte da pesquisa, das entrevistas e, enfim, ver os resultados, de fato, do trabalho do meu mestrado.

Qual a sua relação com as atividades físicas e com o esporte em geral?
É muito profunda. Sou atleta desde os dez anos de idade, graduada em Educação Física - Bacharelado e faço mestrado em Gerontologia, com uma pesquisa baseada principalmente no envelhecimento dos atletas de alto rendimento. Além disso, tenho um projeto social em Santa Cruz do Sul que atende 50 crianças, ajudo o meu noivo na sua assessoria esportiva de corrida, temos uma academia aqui também e tem um outro projeto que se chama “pista de velocidade”, que é uma inovação tecnológica criada por ele, da qual já rodamos mais de dez estados do Brasil por conta dessa inovação. É esporte na veia. Sou vice-presidente da Comissão de Atletas da Confederação Brasileira de Atletismo, então também estou diretamente envolvida nas questões de gestão do nosso esporte, com um “pezinho” até em um sonho futuro de, quem sabe, integrar o Comitê Olímpico Brasileiro. Mas sou totalmente ligada ao esporte 24 horas por dia. Eu respiro esporte, eu faço esporte e eu sou esporte. Isso é o que me move e é o que eu amo.

[caption id="attachment_64105" align="alignleft" width="513"]foto quadrada colorida de uma atleta correndo, roupa preta e verde, braço direito e indicador apontado para cima Apesar de ainda não ter “experimentado” o local, a meio-fundista parabeniza a UFSM pelo projeto da pista de corrida (Foto Instagram/Reprodução)[/caption]

Você pode explicar como é o seu projeto de pesquisa do mestrado?
É um mapeamento do processo de envelhecimento dos atletas olímpicos brasileiros, levando em conta os que disputaram a categoria meio-fundo do atletismo que representaram nosso país de 1984 até 2016. Hoje, na prática, o alto rendimento e o mundo acadêmico não conversam. Então, há muito poucos registros e estudos em cima do processo de treinamento, da questão fisiológica, da questão de alimentação, e, ainda menos, do processo de envelhecimento do atleta. Baseado nisso, o projeto foi construído justamente para entender como está sendo o envelhecimento dos atletas brasileiros que representaram o Brasil em jogos olímpicos. Principalmente, para mapear quais são as maiores dificuldades e como eles estão hoje. Também, ver se tem alguma questão de saúde, de resquícios que o alto rendimento deixou, se foi bom, se foi ruim, como eles estão financeiramente… Tudo isso para entender, analisar e depois, a partir dessas descobertas, desenvolver, em conjunto com a Confederação Brasileira de Atletismo, um programa de transição de carreira, que seria uma espécie de curso para dar um direcionamento aos atletas que ainda estão em atuação e eles conseguirem se preparar da melhor maneira possível para o fim da carreira. É o que eu falo no meu projeto: quando você está em alto nível, você tem o holofote, recurso e suporte. Não como se deveria ter, como nos Estados Unidos e na Europa, por exemplo, mas se tem um olhar da Confederação e do Comitê Olímpico. Quando você para de atuar, você é esquecido. A ideia é justamente criar um programa que possa dar esse suporte para o atleta. Até porque, ele se aposenta tendo vivido somente um um terço da vida. Tem mais dois terços pela frente e, muitas vezes, ele não está preparado para o que está por vir.

Você acredita que sua experiência no atletismo beneficia sua vida acadêmica de alguma forma?
Eu não tenho dúvidas que traz uma bagagem muito importante e muito interessante. Talvez eu, por ter uma vida tão dedicada ao esporte de alto rendimento, não tenha o desempenho acadêmico ideal. Por outro lado, eu trago um outro tipo de visão. Eu acho que é isso que torna tudo tão interessante. Eu inclusive já debati com o Luiz e com mais pesquisadores que a gente precisa fazer cada vez mais essa troca do meio acadêmico e científico com a parte prática do esporte. Quando se fala em alto rendimento no Brasil, e se compara com a questão dos Estados Unidos, que é uma potência, se usa muito pouco a parte científica. É tudo muito no achômetro. A gente tem dados para utilizar e melhorar vários aspectos para ser mais assertivo na parte do treinamento, da recuperação, da biomecânica e, nesse caso, do envelhecimento. A gente poderia ser muito mais assertivo se tivesse uma proximidade maior da parte acadêmica com a parte prática.

Como você consegue conciliar a vida de atleta com os compromissos acadêmicos?
Esse é o grande ponto. É difícil e, talvez, um dos maiores desafios junto da questão de coordenar um projeto social, mas tudo é questão de organização. Eu tenho um suporte muito legal em Santa Maria do meu orientador e de outros bolsistas acadêmicos que vão me ajudando para que eu consiga desenvolver da melhor forma possível. Eu conto com esse suporte sensacional deles e, no mais, é isso. A gente vai se organizando e tentando fazer da melhor forma possível porque, realmente, eu sei que essa pesquisa vai ser muito interessante e vai agregar bastante. Até porque, hoje, só existe um programa de transição de carreira no Comitê Olímpico Brasileiro, que trata somente dos atletas olímpicos, mas a gente sabe que os atletas de atletismo, de uma forma geral, também precisam desse suporte. A carreira de um atleta tem suporte até ele trazer resultados e estar na mídia hoje. Depois, o atleta é escanteado. Eu acho que falta um olhar nesse sentido e eu acho que eu, meus colegas e a Universidade Federal de Santa Maria podemos contribuir muito com o atletismo nacional, que é uma coisa muito grandiosa.

Já teve a oportunidade de praticar na nova pista de corrida da UFSM?
Não. Ainda não fui para Santa Maria, mas tô bem por dentro de tudo. É uma pista excelente. Em novembro eu quero “dar um pulo” aí, mas acho que eu vou estar de férias. Então, se eu for, só dar um “trotinho” nela. É um grande complexo, que vai agregar muito. Não só no meio acadêmico, como também na comunidade. Eu sou muito defensora da abertura desses espaços dentro de instituições públicas para utilização da população, das crianças, de fazer torneios, enfim. É um material muito caro e um investimento muito alto. Eu sempre luto para ter uma aqui em Santa Cruz do Sul, em um parque público e de muito acesso porque, com certeza, vai ser importante para os meus treinamentos, mas também para as pessoas. Às vezes, nem se tem noção do quão diferente é um espaço digno, adequado e de primeiro mundo que, na verdade, é tão normal e, para a gente, do Brasil, é uma coisa surreal. Se você for para a Europa, nem existe pista de brita. Enfim, é fantástico esse espaço. Santa Maria é uma cidade privilegiada no Brasil e gostaria de parabenizar, inclusive, todos os envolvidos, e desejar que todo mundo faça uso dessa incrível ferramenta que a UFSM possui.

Qual a sensação de representar uma instituição como a UFSM em tantas competições, ao longo dos anos?
É muito grandioso. É uma honra, na verdade, fazer parte desse quadro de acadêmicos e futura mestre em uma Universidade tão respeitada a nível nacional. Vivenciar um pouco do esporte junto com a UFSM ajuda, de certa forma, a instigar, a inspirar e a desenvolver programas e atletas. É sensacional. É uma gratidão. A sensação é muito positiva.

Qual você acha que será o maior desafio nos Jogos Pan-Americanos de 2023?
O maior desafio, que também é o meu maior desejo, é subir ao pódio. É uma vontade muito forte, mas eu sei que para isso acontecer eu vou ter que estar correndo muito próximo da minha melhor marca pessoal, senão a minha melhor marca pessoal, no final do ano. Eu já fiz minha melhor marca pessoal em junho de 2023, na Europa, e eu preciso voltar a correr muito próximo para estar no pódio. Esse é o grande desafio. Claro que primeiro tem que passar para a final para depois pensar na medalha, mas enfim. Vou tentar me preparar da melhor forma possível na altitude para chegar bem competitiva e desempenhar bem no Pan-Americano.

Texto: Pedro Pereira, estudante de jornalismo e estagiário da Agência de Notícias
Edição: Mariana Henriques e Ricardo Bonfanti, jornalistas

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No último sábado (7), a equipe de Atletismo da UFSM viajou até Porto Alegre para disputar o Campeonato Estadual Adulto de Atletismo. O evento aconteceu na Pista Atlética da Sociedade Ginástica Porto Alegre (Sogipa), com a presença de 13 equipes do estado. A UFSM esteve representada por cerca de 40 integrantes, que disputaram provas de saltos, lançamentos/arremessos e corridas.

Dentre as participação, os grandes destaques foram Adriano Alexandre Velozo, que se sagrou campeão gaúcho no lançamento do disco, com a marca de 42,4 metros, e Gabriel Alves Pozzo, campeão gaúcho nos 10.000 metros, com a marca de 32 minutos e 17 segundos.

Além dos dois campeões, a equipe da UFSM conquistou o vice-campeonato no salto com vara masculino, com Gabriel Klein; a terceira colocação nos 3.000 metros com obstáculos feminino; com Bruna Alves; e a terceira colocação do salto com vara masculino, com Igor Acosta Martins, e no feminino, com Daniela Pegoraro. Com isso, na competição por equipes, a UFSM conquistou dois troféus de quarta colocada, tanto no masculino quanto no feminino.
 
Confira fotos e mais informações sobre a competição no site do NIEEMS.
 
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A 19ª edição do Campeonato Mundial de Atletismo está chegando e com muitas razões para a região dos Vales e o Brasil comemorarem: Pela primeira vez na história da competição o país garantiu uma vaga entre as 56 que irão disputar a prova dos 1500m rasos no Mundial. A conquista da vaga é de Jaqueline Beatriz Weber, mestranda em Gerontologia na Universidade Federal de Santa Maria.

O mundial acontecerá na cidade de Budapeste, capital da Hungria, e reunirá os melhores atletas do planeta em cada uma das 40 disciplinas a serem disputadas. Jaqueline entra para história do atletismo nacional uma vez que é a primeira atleta convocada para disputar o mundial na prova dos 1500metros, que é um clássico do meio fundo. "Disputar o principal evento do calendário mundial é sem dúvidas a realização de um sonho. Há um ano dos Jogos Olímpicos, atingir este patamar, mostra mais uma vez a solidez de nosso trabalho. Se me dissesem no início do ano, que seria nos 1500 metros, eu também não acreditaria. Mas a nossa evolução mostrou que é possível estar entre as melhores do mundo em ambas as provas do meio-fundo", comenta Jaqueline, que disputa também os 800 metros em torneio internacionais.

Para Fabiano Peçanha, treinador da atleta, a convocação é mais um coroamento de uma temporada fantástica: " A Jaque vem em uma regularidade de grandes resultados incríveis. Neste ano ela inclusive quebrou o recorde gaúcho da prova dos 1500m, o que já demonstrava o grande nível que atingiu. O campeonato mundial de atletismo é um evento que reúne os melhores corredores do mundo e a Jaque ter garantido essa vaga é algo extraordinário".

Juliano Otes, presidente da AMO, também comemora: "A Jaque tem levado o nome da AMO para muito além das fronteiras do Brasil. Nosso projeto social ter o nome dela na lista dos convocados é algo que não se consegue dimensionar de importância, sem contar a fonte de inspiração que ela já tem sido para nossos alunos da escolinha".

A qualificação ocorreu através do sistema de ranking de pontos da World Athletics, que calcula uma média dos 5 melhores resultados dos atletas, nos 12 meses antecedentes ao campeonato mundial. A atleta viaja no início da próxima semana para a capital da Hungria e compete às eliminatórias dos 1500 metros no dia 19/08 às 13h15 do horário local (18h15 horário de Brasília).

Com informações de Luiz Fernando Cuozzo Lemos
Foto: Wagner do Carmo/CBAt

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Na tarde ensolarada da última quarta-feira (30), a UFSM promoveu o VIII Festival de Atletismo. O evento é organizado pelos acadêmicos do curso de Educação Física - Licenciatura e busca pensar o esporte como uma ferramenta de aprendizagem e integração social. Para isso, alunos do 4º ao 6º ano do ensino fundamental de escolas públicas de Santa Maria e região, vivenciaram a prática do atletismo por meio de 10 atividades lúdicas. São elas: por trás da cabeça, salto tartaruga ninja donatello, segura o cone, disco voador, bola de fogo, salto Saci, escadinha, pula corda, cometa, velozes e furiosos.

Para a professora e coordenadora do Festival, Leandra Costa, o objetivo é proporcionar a socialização e a integração para as crianças a partir das atividades propostas. “É a vivência e a experimentação do movimento. Mas não pela competição, é mais do que isso: a gente espera que elas continuem aprendendo e buscando conhecimento”, ressalta. 

João Arthur Abrantes, Davi Henrique Lopes, Davi Borchardt e Manuela da Silva, estudantes do ensino fundamental da Escola Zenir Aita, contaram animados sobre a experiência do evento, apesar do calor que fazia em Santa Maria. “Está sendo uma experiência muito legal, eu gostei bastante daqui e das atividades”, afirmou Manuela que adorou a prática do salto com vara. Com o mesmo entusiasmo, Davi Henrique falou sobre a participação no Festival: “Apesar de muito sol, eu estou gostando, está sendo bem interessante por ser a minha primeira experiência nessas coisas de atletismo”. 

O professor aposentado do Centro de Educação Física e Desportos (CEFD), Ivon Chagas da Rocha Júnior, acompanhou o Festival e vê a iniciativa como uma forma de ajudar a comunidade ao mostrar outros tipos de esportes, além dos jogos coletivos. “Ainda tem um grande desconhecimento da gurizada em relação ao atletismo. Então, vindo aqui eles têm contato com várias práticas como corridas, saltos e lançamentos”, destaca Ivon. Para ele, o evento também serve para auxiliar no desenvolvimento motor das crianças.

Festival como espaço de formação para futuros professores

O Festival de Atletismo também é um espaço de formação para os acadêmicos envolvidos na organização. A professora Leandra Costa vê os eventos de caráter extensionista como uma oportunidade de colocar em prática o conhecimento adquirido na disciplina e na graduação. Assim, ela avalia a iniciativa como a concretização da ação prática pedagógica, essencial para o curso de Licenciatura que forma futuros professores. A acadêmica Lauren Benetti pensa a organização como uma forma de trazer a prática do atletismo de forma mais lúdica e divertida para as crianças e que vai contribuir para sua formação enquanto professora. “É um trabalho que vou desenvolver com eles futuramente na escola. Então, eu sei que vai ser algo recompensador para mim”, destaca Lauren. 

A ocasião também foi marcada por reencontros. Egressos do CEFD que auxiliaram em edições anteriores do Festival, retornaram à Pista de Atletismo, mas desta vez, acompanhados de seus alunos. Adriana Flávia Neu, professora de Educação Física da Escola Zenir Aita, compartilha o sentimento de retornar ao lugar de formação: “Quantas experiências a gente viveu enquanto aluno e agora poder proporcionar isso também para os nossos alunos é gratificante. Organizar esse evento é uma baita experiência para os acadêmicos que estão em formação”. Adriana conta que na escola os alunos têm uma condição reduzida para a prática do atletismo. Então, o evento é importante para a formação deles, que podem vivenciar a prática esportiva e ter esse tipo de experiência. 

Gislei Scapin é professor de Educação Física na Escola Princesa Isabel e também participou da organização de festivais anteriores. Ele avalia de forma positiva o evento e o reencontro com o Festival: “É importante trazer as escolas da região para viabilizar o acesso à cultura corporal, ao atletismo, para que essas crianças tenham isso na sua rotina também”, destaca Gislei. 

Texto: Thais Immig, estudante de jornalismo e voluntária da Agência de Notícias
Fotos: Ana Alicia Flores Pontelli, estudante de Desenho Industrial e bolsista da Agência de Notícias
Edição: Mariana Henriques, jornalista

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Os XII Jogos Sul-Americanos se encerraram no último final de semana em Assunção, no Paraguai. A atleta Jaqueline Weber, aluna do mestrado em Gerontologia da UFSM, foi uma das representantes do Time Brasil no maior evento multiesportivo da América do Sul.

Ela obteve a medalha de bronze na prova dos 1.500 metros rasos, com a marca de 4min17seg50. Apesar da forte chuva que caia no momento da prova, Jaque fez sua melhor marca da carreira e superou atletas mais bem posicionadas no ranking. “Estou muito feliz com o resultado. Fazer a melhor marca da carreira apesar da chuva e em um evento desta grandeza é muito gratificante. A prova dos 1.500 metros é minha segunda principal e sabíamos das dificuldades que seria conquistar uma medalha nesta distância”, comentou Jaque.

A corredora voltou para a pista no sábado para a disputa da prova dos 800 metros rasos e conquistou a medalha de prata, com a marca de 2min8seg14, sendo superada apenas pela atleta olímpica e favorita Débora Rodrigues, do Uruguai. "Essa prata fecha meu ano com chave de ouro. Uma temporada repleta de resultados muito importantes, que começaram no início do ano com a prata no sul-americano indoor, seguido pelas minhas participações em provas no circuito europeu, na qual obtive uma medalha de ouro. Este ano também voltei a conquistar duas medalhas no campeonato nacional e os dois títulos no Brasileiro Universitário. Fecho o ano liderando o ranking brasileiro dos 800m pela primeira vez na carreira, o que me traz ótimas expectativas para 2023 e 2024. O melhor está por vir", relatou Jaque.

O treinador de Jaque, Fabiano Peçanha, um dos maiores expoentes do atletismo gaúcho, também comemorou. "Conquistar duas medalhas em um evento desta grandeza é algo muito difícil e pouco comum, mesmo entre os maiores nomes internacionais que estiveram lá em Assunção. A Jaque tem se mostrado cada vez mais consistente em suas participações e fechando cada temporada melhor que a anterior. Uma crescente que ainda vai longe", destacou.

Para 2023, os principais objetivos da atleta mestranda da UFSM serão os Jogos Pan-Americanos e o Campeonato Mundial. 

Foto: Divulgação

 

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A equipe de atletismo da UFSM está em fase de reformulação e cadastrando alunos interessados em integrar o grupo. 
 
São pré-requisitos: preencher os dados no questionário até dia 20 de outubro; participar da reunião que será agendada futuramente; cumprir o regulamento da equipe, o código discente da UFSM e o regulamento da pista de atletismo; seguir os treinos que serão planejados pelo Grupo de Estudos de Atletismo, vinculado ao NIEEMS.
 
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A cidade de Santa Maria, através da UFSM, será uma das 96 cidades de todo o Brasil que irá receber o Festival Paralímpico, em setembro deste ano. O evento é promovido pelo Comitê Paralímpico Brasileiro e a organização local está a cargo do NAEEFA (Núcleo de Apoio e Estudos da Educação Física Adaptada) e do Centro de Educação Física e Desportos.

A proposta é que cada cidade sede disponibilize a prática de três modalidades esportivas. Na UFSM será oferecido basquete em cadeira de rodas, voleibol sentado e atletismo. Os esportes escolhidos são baseados na estrutura que a universidade possui e nos projetos que já vinham sendo desenvolvidos pelo NAEFA. As modalidades serão oferecidas para todos os participantes do Festival Paralímpico, para que possam ter a experiência de jogar basquete em uma cadeira de rodas, e vôlei sentado, por exemplo. As atividades de atletismo serão realizadas na nova pista da Instituição.  

O festival será gratuito e além da prática das atividades esportivas prevê momentos de integração entre os participantes. Para a professora e coordenadora do NAEFA, Luciana Palma, "o mais importante é a vivência prática nas modalidades que são desenvolvidas na UFSM”. Todas as pessoas presentes no festival poderão transitar entre as modalidades durante toda a manhã. 

Festival Paralímpico é espaço de experimentação

O Festival Paralímpico está marcado para o dia 24 de setembro, das 8h às 12h. A data escolhida para o evento é alusiva ao Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência (21) e ao Dia Nacional do Atleta Paralímpico (22). A iniciativa tem a finalidade de proporcionar a crianças e adolescentes com e sem deficiência (até 20% das vagas) a experiência de vivenciar as modalidades paralímpicas e difundir o Movimento Paralímpico em todo o território nacional. 

Podem se inscrever para participar pessoas com deficiência intelectual, física, sensorial, auditiva. Além disso, a organização local do evento destaca que toda a comunidade pode participar, pois o objetivo maior é promover a experimentação esportiva para pessoas com e sem deficiência, para que possam conhecer os esportes paralímpicos.

Aqueles que desejarem participar devem solicitar um cadastro/inscrição através do e-mail naeefacefd@gmail.com, até o dia 05 de agosto (05/08). Os dados solicitados serão enviados para o Comitê Paralímpico Brasileiro. Inscrições também poderão ser realizadas no dia do evento, presencialmente.

A expectativa é que cerca de 150 pessoas, entre participantes das modalidades, familiares e demais inscritos, participem do Festival. Luciana Palma afirma ainda que "a motivação do grupo de professores e dos monitores é muito grande e estamos pensando em oferecer o melhor possível, a melhor experiência em cada uma das modalidades. Queremos motivar o pessoal para todos estarem aqui!’’.

 

Texto e foto de capa: Mariane Machado da Silva, estudante de jornalismo e voluntária na Agência de Notícias
Edição: Mariana Henriques, jornalista

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[caption id="attachment_58986" align="alignright" width="390"]foto colorida vertical mostra Jaque em uma arquibancada, tendo ao fundo uma pista de atletismo e um gramado. Ela sorri para a câmera e segura duas medalhas com a mão esquerda Jaqueline Beatriz Weber disputou provas no Rio de Janeiro[/caption] O XLI Troféu Brasil de Atletismo, maior evento interclubes da América Latina, ocorre de 22 a 25 de junho, no Estádio Olímpico Nilton Santos, no Rio de Janeiro, reunindo 778 atletas de 120 clubes do país. 
 
A UFSM esteve representada pela mestranda em Gerontologia Jaqueline Beatriz Weber, que disputou as provas de meio-fundo, 800 metros e 1.500 metros. Jaque, que há pouco tempo retornou de uma turnê europeia de competições, entrou na pista com a melhor marca da temporada nos 800 metros, liderou boa parte da prova, mas acabou trazendo a prata para casa.
 
Bastante frustrada, a atleta teve que lidar com as emoções para retornar à pista no dia seguinte para a disputa dos 1.500m. A final foi corrida em duas baterias, pois havia mais de 30 atletas inscritas na prova. Jaque venceu a série B com ampla vantagem, mas acabou como vice-campeã brasileira por ter sido superada no cronômetro pela atual recordista sul-americana no 3.000m com obstáculos, Tatiane Silva.
 
"Não pudemos fazer um confronto direto, o que foi uma pena, tanto pelo espetáculo quanto pela possibilidade de eu correr com uma grande atleta e buscar minha melhor marca pessoal na distância. Mas eu saí da pista com uma sensação de vitória. Consegui fazer uma prova segura, e com um final de prova muito forte, fazendo os últimos 400m em 1min02seg", comenta Jaque. "Este Troféu Brasil me trouxe muito aprendizado. Tive que aprender a lidar com muitas emoções e me reestabelecer em curto espaço de tempo. Acho que estes ensinamentos devem ser levados para a vida. Por isso que o esporte é tão encantador. Podem ter certeza que voltarei ainda mais forte no próximo ano", acrescenta.
 
Jaque aguarda a atualização do ranking mundial na próxima quarta-feira. Ela segue líder do ranking brasileiro nos 800m e deve conquistar posições importantes no ranking mundial. "O principal objetivo é, ano a ano, escalar neste ranking. Para Tóquio 2020, finalizei o período de qualificação na posição 89°. Agora, para o Mundial de Oregon, a expectativa é ficar entre as 60 melhores atletas do mundo, para, em 2024, estar entre as 48 que disputarão os Jogos Olímpicos", afirma.
 
Jaque conta com apoio do Núcleo de Implementação da Excelência Esportiva e Manutenção da Saúde (NIEEMS) do Centro de Educação Física e Desporto (CEFD) da UFSM.
 
Com informações de Luiz Fernando Cuozzo Lemos
Foto: Divulgação
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[caption id="attachment_58905" align="alignright" width="489"]foto colorida horizontal com pessoas agachadas e em pé posando para foto com suas medalhas no peito, um banner do Nieems. Eles estão em uma pista de atletismo com árvores ao fundo Equipe de atletismo da UFSM conquistou 42 medalhas individuais[/caption] A UFSM conquistou, no sábado (18), na Sogipa, em Porto Alegre, os títulos de campeã geral dos Jogos Universitários Gaúchos (JUGs) 2022 no atletismo e no tênis de mesa. O atletismo da UFSM foi representado por cerca de 30 acadêmicos/atletas, que participaram de provas de saltos, arremesso, lançamentos e corridas. Pelo terceiro ano consecutivo, a equipe sagrou-se campeã geral do evento nos dois naipes de disputa (masculino e feminino) e no geral. A UFSM somou 300 pontos no masculino e 270 no feminino.
 
No total, a equipe de atletismo da UFSM conquistou 42 medalhas individuais: 12 de ouro, 14 de prata e 16 de bronze. A UFSM também garantiu algumas vagas na equipe que vai representar o Rio Grande do Sul nos Jogos Universitários Brasileiros 2022. Os nomes serão divulgados em convocação a ser anunciada pela Federação Universitária Gaúcha de Esportes (FUGE).
 
[caption id="attachment_58906" align="alignleft" width="488"]Foto colorida horizontal mostra a equipe da ufsm posando para a foto, segurando 3 troféus e uma bandeira do RS Oito acadêmicos representaram a UFSM no tênis de mesa[/caption] Já na modalidade de tênis de mesa, a UFSM esteve representada por oito acadêmicos/atletas, e conquistou, pela primeira vez, o título por equipe, bem como o individual no feminino, com a aluna Thais da Rosa. Allana Silva obteve o 3° lugar. Ambas garantiram vaga para representar o Rio Grande do Sul nos JUBs, em setembro.
 
A delegação foi comandada pelo professor do Centro de Educação Física e Desportos (CEFD) da UFSM e coordenador do Núcleo de Implementação da Excelência Esportiva e Manutenção da Saúde (Nieems) Luiz Fernando Cuozzo Lemos e pelo auxiliar técnico, professor Fábio Martins Vargas.
 
Segundo Lemos, a participação da UFSM foi uma retomada do esporte, após a pandemia, no formato tradicional, sendo importante as seletivas para ampliar a qualidade das delegações. “A equipe da UFSM retorna agora, com foco total nas ações pedagógicas e esportivas. Esperamos que, com a inauguração da nossa nova pista de atletismo, possamos elevar ainda mais nossos índices e, cada vez mais, classificar atletas para provas mais importantes”, destacou.
 
Agora, os atletas do atletismo e do tênis de mesa juntam-se à equipe de basquete feminino (campeã da modalidade nos JUGs) para comporem a delegação da UFSM que vai disputar, em Brasília, entre os dias 18 e 25 de setembro, os Jogos Universitários Brasileiros 2022 (JUBs). Ainda falta a Fuge fazer as seletivas do judô, no início de julho, e divulgar os atletas que estarão na natação e na modalidade acadêmica. Assim, vai ser possível saber a totalidade de atletas de Santa Maria em Brasília.
 
Texto: Gilson Piber, jornalista da UniFM e Rádio Universidade
Fotos: Luiz Fernando Cuozzo Lemos – CEFD/Nieems/UFSM
 
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A atleta Jaqueline Weber, mestranda em Gerontologia na UFSM, venceu os 5km do GP Fila Running, realizado no Parque Ecológico de São Carlos (SP), no último fim de semana. O evento reuniu os melhores triatletas do Brasil. Jaque fez o tempo final de 17min04seg. "Foi um resultado bem positivo, pois o percurso da prova incluía muitas subidas, e mesmo assim consegui sustentar um ritmo de 3min25seg por quilômetro", avalia.

A agenda da atleta segue intensa. Nas próximas semanas ela participará de eventos no Espírito Santo, Salvador e em Montevideo, no Uruguai, onde a temporada de pista outdoor será aberta no último final de semana do mês.

Jaque conta com apoio do Núcleo de Implementação da Excelência Esportiva e Manutenção da Saúde (NIEEMS) do Centro de Educação Física e Desporto (CEFD) da UFSM.

 

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atleta jaqueline weber segura duas medalhas no peito. Está em pé no centro da pista, cabelos loiros atados para trás, uniforme verde da seleção brasileira de atletismo.
Atleta estreia com medalhas na temporada 2022

A atleta Jaqueline Weber, mestranda em Gerontologia na UFSM, representou o Brasil no último final de semana no Campeonato Sul Americano Indoor, em Cochabamba, na Bolívia. A altitude de quase 2600m não intimidou Jaqueline, que conquistou a medalha de bronze no sábado nos 1500 metros e a prata no domingo nos 800 metros.

- Certamente começamos a temporada 2022 com o pé direito. Desde antes de viajar, eu sabia que a altitude atrapalharia meus tempos, mas que independente disso, eu tinha plena condições de brigar por medalhas em ambas as provas. - pontua a atleta. - Confesso que o 1500 metros foi um pouco mais difícil, até por se tratar de uma prova mais longa, que exige mais capacidade aeróbica. Ao fim da prova, terminei com a medalha de bronze no peito e o cilindro de oxigênio no rosto - relata.

A atleta foi superada por duas bolivianas que vivem a 4 mil metros de altitude. No domingo, Jaque voltou à pista para os 800 metros e travou um arremate final de prova espetacular com a atleta uruguaia Débora Rodrigues.

- Fizemos uma prova conservadora, mais tática, e deixamos a definição para os último 200 metros. Nossa disputa levantou a arquibancada. Fiquei satisfeita por ter conseguido fazer uma prova progressiva e ter chego muito perto da Débora.

Jaque Weber agora se prepara para o início das competições em pista aberta (outdoor).
- Temos uma temporada longa e cheia de eventos. Pretendemos estar competindo no dia 26 de março em Montevideu, no Uruguai e dia 02 de abril, em Concepcion del Uruguay, na Argentina - destaca a atleta.

O Brasil foi o campeão geral do Campeonato Sul Americano Indoor e Jaque foi a única atleta feminina da delegação a conquistar duas medalhas.

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[caption id="attachment_57092" align="alignright" width="762"]Foto colorida horizontal mostra grupo de homenageados e vereadores em pose oficial, em frente ao plenário, todos de máscara. Os alunos com a medalha no peito e um banner do Nieeems Legislativo municipal homenageou grupo da UFSM na quinta-feira (28)[/caption]

A Câmara de Vereadores de Santa Maria homenageou, com Moção de Congratulação, o Núcleo de Implementação da Excelência Esportiva e Manutenção da Saúde (NIEEMS) e o Centro de Educação Física e Desportos (CEFD) da UFSM pela participação na 68ª edição dos Jogos Universitários Brasileiros (JUBs), realizada em Brasília em outubro. A solenidade ocorreu na última quinta-feira (28).

Na ocasião, a vereadora Luci Duartes, a Tia da Moto - proponente da homenagem, que foi aprovada pelos vereadores por unanimidade - elogiou a Universidade, o CEFD, onde ela se formou, e toda a equipe participante dos JUBs, atletas e dirigentes.

Durante a homenagem, sentaram-se na plenária para receber a moção os professores Luiz Fernando Cuozzo Lemos, coordenador do NIEEMS, e Rosalvo Luis Sawitzki, diretor do CEFD. "É um reconhecimento muito grande da comunidade de Santa Maria, pois a Câmara de Vereadores representa o povo. Nossa equipe técnica e alunos/atletas estão muito felizes por receber essa condecoração por parte da Câmara de Vereadores. Isso dá mais forças para continuar sendo desenvolvido o trabalho e mostra que estamos indo no caminho certo", afirmou o professor Luiz Fernando.

"A moção de homenagem na Câmara de Vereadores foi muito significante para toda a equipe. Ficamos felizes, motivados e com vontade de seguir. O reconhecimento é um gás para que a gente continue se dedicando e levando o nome da UFSM para todo o Brasil. Eu, como acadêmica, fico emocionada com todo o reconhecimento que nos foi dado", afirmou a medalhista de ouro em artigos científicos Maria Izabel Prestes Garcia, acadêmica do 8º semestre de Educação Física.

Maior competição universitária da América Latina, os JUBs ocorreram de 10 a 18 de outubro, na capital federal, com a presença de mais de 4,5 mil participantes. A equipe da UFSM conquistou medalhas no atletismo e em outras modalidades, além de ser a vencedora na competição científica. pessoas.

Foto: Divulgação

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A equipe de esportes da UFSM retornou de Brasília, onde disputou os Jogos Universitários Brasileiros (JUBs) edição 2021 de 10 a 18 de outubro, com oito medalhas. O grupo do atletismo, comandado no evento pelo técnico Nestor Rossi Júnior, conquistou cinco. Além destas, a UFSM subiu ao pódio para ganhar o ouro acadêmico na apresentação de artigo, uma competição científica vencida pelos alunos Maria Izabel Garcia e Igor Barbosa. O vôlei e o tênis de mesa da Universidade também foram premiados (ver lista abaixo).

De acordo com o oficial de delegação da Federação Universitária Gaúcha de Esportes e professor da UFSM Luiz Fernando Cuozzo Lemos, os resultados mostram um evolução contínua do trabalho esportivo e o ouro na modalidade acadêmica denota a grande interação entre o ensino, a pesquisa e a extensão desenvolvidos no Núcleo de Implementação da Excelência Esportiva e Manutenção da Saúde (NIEEMS) do Centro de Educação Física e Desporto (CEFD).

Quadro de medalhas: 

Medalha ouro acadêmico – Competição científica (apresentação de artigo);

Medalha de prata – Revezamento 4x100m masculino – Gustavo Dallafávera, Heitor Maia, Emanuel Soares, Mauricio Moreira da Silva e Adriano Velozo;

Medalha de prata – Vôlei feminino – 3ª Divisão;

Medalha de bronze – Revezamento 4x400m masculino  – Gustavo Dallafávera, Heitor Maia, Emanuel Soares e Mauricio Moreira da Silva;

Medalha de bronze – Revezamento 4x400m feminino – Daniela Pegoraro, Bruna Alves, Silvana de Cristo e Adriele Petini;

Medalha de bronze – Tênis de mesa – duplas mistas – Thais Dalla Rosa e Carlos Zaro;

Medalha de bronze – Decatlo masculino - Maurício Moreira da Silva;

Medalha de bronze – 100m rasos masculino - Gustavo Dallafávera.

Foto: Divulgação

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Três atletas da equipe de Atletismo da UFSM e o treinador Lázaro Pereira Velázquez desembarcaram na quarta (9) na capital paulista para a disputa do maior evento de clubes de atletismo da América Latina, o 40° Troféu Brasil. É o segundo ano consecutivo que a UFSM representa a cidade de Santa Maria nesta competição. No entanto, em 2021 a chance de resultados expressivos é maior, e a expectativa é por medalha.

Atualmente, o atleta da UFSM mais bem colocado no ranking nacional adulto é Daniel Klein Ortiz, com o 5° melhor tempo nos 3.000 metros com obstáculos. Ele destaca que o treinamento ocorreu dentro do esperado e que tudo pode acontecer no evento, referindo-se à possibilidade de melhorar suas marcas e poder, talvez, subir no pódio.

Emanuel Soares da Silva se disse emocionado por poder realizar seu sonho de disputar o evento, dividindo pista com os atletas que estarão representando o Brasil em Tóquio, e buscar quebrar sua melhor marca nos 100 metros rasos (10”94). Já Bruna Alves Teixeira, a mais experiente do grupo, afirmou que “é uma honra representar nossa Universidade em eventos desse porte”.

“A evolução que a equipe vem tendo desde o início do projeto, em 2017, é evidente. Estamos no caminho para um dia chegarmos à disputa dos Jogos Olímpicos. O trabalho é sério, diário e cansativo, mas vale cada gota de suor. O Centro de Educação Física da UFSM sempre se destacou sendo referência nacional e, agora, também é destaque no atletismo”, destaca o professor coordenador da equipe de atletismo, Luiz Fernando Cuozzo Lemos.

As participações dos atletas de Santa Maria serão nas seguintes provas, datas e horários:

Quinta (10), 14h30: Emanuel Soares da Silva (100 metros rasos)
Quinta (10), 15h55: Bruna Alves Teixeira (800 metros rasos)
Sexta (11), 16h25: Daniel Klein Ortiz (3.000 metros com obstáculos)
Sábado (12), 16h: Daniel Klein Ortiz (5.000 metros rasos)
Domingo (13), 16h30: Bruna Alves Teixeira (1.500 metros rasos)

É possível acompanhar ao vivo as provas dos atletas da UFSM pelo link.  

Foto: Divulgação

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