UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com Universidade Federal de Santa Maria Tue, 24 Mar 2026 09:37:57 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com 32 32 UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ccne/2023/11/23/estudantes-do-curso-superior-de-tecnologia-em-processos-quimicos-realizam-visitas-tecnicas-as-industrias-ccgl-e-3tentos Thu, 23 Nov 2023 14:18:41 +0000 http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ccne/?p=4711

Texto de: Jussiane S. Silva, Professora do Curso Superior de Tecnologia em Processos Químicos.

No dia 08 de novembro de 2023, estudantes do Curso Superior de Tecnologia em Processos Químicos (http://www.55bet-pro.com/cursos/graduacao/santa-maria/tecnologia-em-processos-quimicos) da Universidade Federal de Santa Maria realizaram visitas técnicas à 3Tentos Agroindustrial S.A. e à CCGL - Cooperativa Central Gaúcha Ltda. Essas visitas, integradas às disciplinas de Química Industrial, Controle de Qualidade na Indústria e Tecnologia Química, visam proporcionar uma experiência prática e aprofundada nos processos industriais. Elas fazem parte do Projeto de Ensino “Visita técnica na indústria: um dia de imersão nos processos químicos das indústrias alimentícias e de biocombustível”, coordenado pela Profa. Jussiane Silva, com apoio do Curso Superior de Tecnologia em Processos Químicos/CCNE, sob coordenação da Profa. Rochele Picoloto.

Na 3Tentos Agroindustrial, localizada em Ijuí – RS (Imagem 1), os estudantes observaram a produção de farelo e óleo de soja, principais matérias-primas para a produção de biodiesel no Brasil. Visitaram as instalações da produção de biodiesel e os laboratórios de controle de qualidade, além de assistirem a uma palestra sobre a moderna produção de óleo de soja e biodiesel.

[caption id="attachment_4712" align="aligncenter" width="1024"] Imagem 1 - Visita Técnica à Indústria de Produção de Óleo de Soja e Biodiesel, 3Tentos Agroindustrial S.A. Foto: Raquel Cardoso - 3Tentos, 2023.[/caption]

A segunda visita ocorreu na CCGL, em Cruz Alta - RS (Imagem 2). Os estudantes se aprofundaram nos aspectos técnicos e operacionais da indústria de laticínios, explorando métodos de processamento e qualidade. A visita na CCGL proporcionou um panorama sobre processos químicos em larga escala na produção de leite em pó, leite condensado e creme de leite, e incluiu a visita aos laboratórios de controle de qualidade de leite e análises de solos.

Para os 36 participantes, essas visitas foram extremamente valiosas, pois permitiram relacionar o conteúdo teórico com a aplicação prática na indústria. Os estudantes puderam verificar a incorporação dos conhecimentos adquiridos em sala de aula nas atividades industriais, proporcionando uma compreensão mais integrada e ampla do mundo do trabalho. Estas experiências destacam-se como excelentes oportunidades para explorar campos de estágio e carreira, reforçando o vínculo entre a academia e a indústria.

[caption id="attachment_4713" align="aligncenter" width="1024"] Imagem 2 - Visita Técnica à Indústria de Laticínios, Cooperativa Central Gaúcha Ltda - CCGL. Foto: Mateus Porto - CCGL, 2023.[/caption] ]]>
UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2020/05/20/tecnologia-desenvolvida-pela-ufsm-e-uri-permite-aproveitar-sais-residuais-da-glicerina Wed, 20 May 2020 10:54:48 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=52218

Uma nova tecnologia desenvolvida por pesquisadores da UFSM e da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI) permite o aproveitamento da glicerina, um subproduto gerado na produção de biodiesel. O método criado por eles é uma alternativa para o uso comercial dos sais residuais gerados durante o processo de destilação da glicerina. Segundo os pesquisadores, as usinas poderão faturar R$ 15 milhões por ano com a venda do sal purificado, e uma economia de aproximadamente R$ 2,25 milhões de reais com a conta do aterro desse material que não será mais descartado, colaborando para a preservação do meio ambiente. 

Segundo a edição mais recente do Anuário Estatístico da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) em 2018 as usinas de biodiesel fabricaram um total de 440,6 milhões de litros de glicerina como resultado de suas atividades. Para cada 10 litros de biocombustível é gerado cerca de um litro de glicerina. 

Em entrevista para o portal da revista Biodieselbr, mídia especializada no assunto, o professor do curso Engenharia Agrícola do campus UFSM em Cachoeira do Sul, Marcus Vinícius Tres, explica que o problema é que essa glicerina não sai das usinas em condições de uso imediato. Antes, o material precisa passar por um processo de destilação que deixa para trás quantidades consideráveis de um tipo de resíduo sólido – entre 17 e 18 mil toneladas apenas no ano passado – que, até agora, tinha que ser descartado com cuidados especiais que geram um alto custo para as empresas do setor. “Ele é classificado como um resíduo classe 2 não inerte, ou seja, possuem propriedades, como biodegradabilidade, combustibilidade ou solubilidade em água. Isso exige que ele seja descartado em aterros sanitários especiais para a indústria química ao custo de R$ 150 por tonelada”. 

Para identificar e buscar soluções para reduzir o custo do descarte dos resíduos, o grupo de pesquisadores realizou visitas técnicas em empresas do setor. “Fizemos reuniões com o pessoal da direção de algumas usinas e esse foi um dos problemas que eles identificaram como prioritário”. Como a maior parte do resíduo era formada por sais, uma solução seria destiná-lo para a indústria de alimentação animal, mas isso esbarrava na rejeição do produto in natura. “Esse sal está contaminado por ácidos graxos e os animais não o aceitam sem purificação, mesmo quando misturado à ração convencional”, explica.

Entenda como funciona o  Processo de Purificação de Sal Residual e Uso do Sal desenvolvido pelos pesquisadores

O sal bruto é misturado com um solvente que separa contaminantes do sal purificado. No final, cerca de 80% da massa total pode ser aproveitada. “Estamos falando de algo em torno de 14 a 15 mil toneladas anuais”, ressalta o professor. Além de uma economia de aproximadamente R$ 2,25 milhões por ano só com a conta do aterro desse material. O professor Marcus estima que as usinas também poderão ganhar R$ 15 milhões por ano com a venda do sal purificado. O professor ressalta que com a nova tecnologia, o setor deixa de gastar com sua disposição final, além de ganhar com a comercialização de um produto, “também, podemos relacionar ganhos indiretos vinculados a imagem e visibilidade da empresa no se refere às questões  ambientais”, explica.

Invenção que colabora para a preservação do meio ambiente

Recentemente, a Agência de Inovação e Transferência de Tecnologia (Agittec) da UFSM publicou uma reportagem sobre o Dia Mundial da Propriedade Intelectual, e neste ano o tema da campanha era Inovar para um futuro verde. A Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), reconhece cada vez mais que a tecnologia constitui parte da solução. Para a organização, isto evidencia ainda mais a necessidade de esforços redobrados para criar sólidos sistemas de inovação nacionais e de possibilitar o acesso a sistemas eficazes de Propriedade Intelectual (PI) que apoiem o desenvolvimento e a aplicação das tecnologias, produtos e serviços necessários para a transição a um futuro verde. 

Para o professor do Departamento de Engenharia Química e Engenharia de Alimentos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Marco Di Luccio a invenção pode colaborar para o meio ambiente, porque os sais gerados na purificação da glicerina, não serão mais descartados de formas inadequadas no solo, ou  em aterros industriais controlados. “Ao aproveitar esse resíduo para o uso em ração animal, o descarte no ambiente deixa de ser necessário, diminuindo a necessidade de uso de aterros ou ainda evitando a contaminação de solos pela disposição inadequada”, ressalta. 

Glicerina gerada na produção de biodiesel no Brasil

Segundo a edição mais recente do Anuário Estatístico da ANP, a Região Sul é a maior geradora de glicerina na produção de biodiesel no Brasil. Só o estado do  Rio Grande do Sul representa 26% da geração desse subproduto no Brasil. A partir disso, é perceptível que a tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores atende uma demanda maior no estado. 

A glicerina gerada pode variar em função do processo de produção e das matérias-primas utilizadas. Em 2018, a maior geração de glicerina se deu na Região Sul (40,7% do total), seguida das regiões Centro-Oeste (39,7%), Sudeste (9%), Nordeste (7,7%) e Norte (2,9%). A tabela e o gráfico abaixo estão no Anuário Estatístico da ANP, e referem- se à geração de glicerina bruta na produção de biodiesel no Brasil, veja: 

Transferência da tecnologia

Os pesquisadores receberam o suporte da Coordenadoria de Propriedade Intelectual (CPI) da Agittec, que realizou o depósito da patente dessa nova tecnologia junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi). Atualmente, a tecnologia está em fase de prospecção de parcerias que permitam levar a tecnologia até as usinas. Essa fase é desenvolvida pela Coordenadoria de Transferência de Tecnologia (CTT) da Agittec, juntamente com os pesquisadores.

Segundo o professor Marcus, “o foco são empresas que tenham plantas de destilação de glicerina”, finaliza. A CTT atua na relação entre a UFSM e instituições públicas ou privadas para apoiar iniciativas de pesquisa tecnológica e inovação, com a finalidade de incentivar à transferência do conhecimento gerado no ambiente acadêmico à sociedade. 

Os inventores do Processo de Purificação de Sal Residual e Uso do Sal são: Marcus Vinícius Tres (UFSM); Rogério Marcos Dal Lago (URI Erechim); Marshal Paliga (URI Erechim); Carolina Elisa Demaman Oro (URI Erechim) e Marcelo Luis Mignoni (URI Erechim). 

Texto: Luana Giazzon, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agittec
Ilustrações: Camila Santarem, acadêmica de Desenho Industrial, bolsista da Agittec
Edição: João Ricardo Gazzaneo

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/arco/combustivel-que-move-a-universidade Wed, 13 Jun 2018 21:30:34 +0000 http://coral.55bet-pro.com/arco/sitenovo/?p=3742 De acordo com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, o Brasil consumiu 136 bilhões de litros de combustíveis em 2017, um aumento de 0,4% em relação ao ano anterior, que registrou a venda de 135,4 bilhões de litros nas bombas de combustíveis. A pesquisa aponta também um aumento do consumo de biocombustíveis - fontes de energia consideradas alternativas, de caráter renovável e baixos índices de emissão de poluentes. Em decorrência do aumento da frota de veículos no país, há uma preocupação cada vez maior sobre a produção de energia limpa. Na UFSM, algumas iniciativas já vêm sendo propostas neste sentido, a exemplo da Usina Piloto de Etanol do Colégio Politécnico. Agora, outro projeto está prestes a sair do papel: a Usina de Biocombustível de maior capacidade sustentável. Usina de Etanol O projeto iniciou em 2009 com a produção do etanol a partir de amiláceas, sendo a primeira usina com esta finalidade no Rio Grande do Sul. Um ano depois, uma parceria com a Receita Federal foi firmada e a usina passou a produzir etanol a partir de materiais líquidos apreendidos pela receita, como whiskys e perfumes . Até 2018, a UFSM recebeu 176.316 litros de produtos apreendidos pela Receita Federal que geraram em torno de 17.631 litros de etanol, à graduação 95°C GL. [caption id="attachment_3784" align="aligncenter" width="1024"] Parte do processo de produção de etanol a partir de amiláceas na Usina Piloto[/caption] Inicialmente, a maior parte do etanol produzido no campus servia para abastecimento de veículos oficiais e higienização. Segundo o professor e coordenador da usina, Cícero Nogueira, atualmente o combustível é usado majoritariamente nos trabalhos desenvolvidos em laboratórios, sendo o principal deles o Laboratório de Motores, vinculado ao curso de Engenharia Mecânica. [caption id="attachment_3783" align="aligncenter" width="1024"] Veículo institucional abastecido com etanol[/caption] Antes de 2010, toda a bebida apreendida pela Receita Federal de Santa Maria ia para a Estação de Tratamento de Esgoto do município, o que causava um grande impacto ambiental. Frente aos avanços e aos resultados positivos, o projeto recebeu premiação em 2016, no Concurso Inovação, realizado pela Escola Nacional de Administração Pública (Enap). Usina de Biodiesel A produção de etanol despertou na equipe responsável o desejo de também produzir biodiesel. Foi então que, em 2013, surgiu a ideia de reutilizar os óleos de fritura de restaurantes e lanchonetes da Universidade para a produção deste combustível. No ano seguinte, uma miniusina já trabalhava a todo vapor no Colégio Politécnico, porém sua eficiência sustentável não era alta: muita água era descartada na produção, devido ao processo de lavagem e purificação dos óleos. [caption id="attachment_3788" align="aligncenter" width="1024"] Antiga usina de biodiesel do Colégio Politécnico[/caption] O projeto Mobilidade gerada pela sustentabilidade foi então elaborado pelo doutorando Antonio Fantinel e pelos professores Cícero Nogueira e Sérgio Luiz Jahn e apontou que são descartados cerca de 1500 litros de óleo de fritura residual por mês na UFSM, sendo somente o Restaurante Universitário e o Husm responsáveis por cerca de 850 litros. O projeto objetiva a produção de biodiesel a partir de óleo de fritura para abastecimento de veículos a diesel da instituição, facilitando a mobilidade intra-campus. Custos e impactos ambientais do Biodiesel “Estávamos sendo duplamente sustentáveis, pela transformação de um subproduto altamente poluidor ao meio ambiente e pela produção de um combustível renovável. No entanto, toda produção precisa ser economicamente sustentável, daí a análise econômica da pesquisa”, reflete Antonio Fantinel. [caption id="attachment_3790" align="aligncenter" width="1024"] Armazenamento do óleo de cozinha na usina[/caption] O pesquisador resolveu então avaliar a viabilidade econômica e ambiental da produção de biodiesel em uma pequena unidade industrial, empregando óleos e gorduras residuais como matéria-prima. A dissertação, defendida em 2016, apontou que os custos relativos à produção de biodiesel em pequena escala foram superados e que as vantagens com a utilização dessa matéria-prima poderiam ser ampliadas, se observada sob a perspectiva da sustentabilidade. Além disso, as conclusões da pesquisa ressaltaram os benefícios da produção de biocombustível na esfera ambiental, já que este previne que os óleos sejam descartados na rede de esgotos e em rios, e reduz a emissão de gases poluentes; e, na esfera social e econômica, pois pode gerar emprego e renda com a articulação da cadeia de coleta e reciclagem. Coleta da matéria prima do biodiesel Neste ano, a empresa Recóleo, que fazia a coleta do óleo de cozinha na UFSM, suspendeu as atividades.  Em fevereiro, o Colégio Politécnico recebeu a instalação da usina de biodiesel com maior capacidade e, até então, o processo passa por alguns ajustes. A ideia, segundo o professor Cícero, é que a usina esteja em pleno funcionamento já a partir do segundo semestre e, possa fazer uso de todo o óleo de cozinha do campus que a Recóleo coletava anteriormente. De acordo com Fantinel, com a instalação da usina de biodiesel será possível produzir aproximadamente 1.400 litros de biodiesel ao mês com o óleo de fritura descartado dentro da UFSM. Ele salienta, no entanto, que a produção pode ser muito maior se houver adesão da população acadêmica: “Numa perspectiva que cada pessoa descarte aproximadamente 0,2 litros de óleo de soja ao mês e mais de 25 mil pessoas entre docentes, servidores técnico-administrativos e alunos que transitam diariamente dentro da UFSM, a oferta ia se elevar para 5 mil litros de óleo de fritura.” Dessa forma, segundo o pesquisador seria possível aumentar a produção de biodiesel para mais de 5 mil litros de biodiesel ao mês, sendo possível alimentar o BUFSM - ônibus que  faz o transporte interno dos alunos. [caption id="attachment_3787" align="aligncenter" width="1024"] Sala que deve receber a usina de biodiesel no próximo semestre[/caption] Os desafios do cenário atual e os biocombustíveis Segundo relatório divulgado em 2017 pela Agência Internacional de Energia, o consumo mundial de combustíveis fósseis deve seguir aumentando até o ano de 2040. Atualmente, a matriz de transportes no mundo utiliza 95%  de derivados do petróleo; as estimativas para daqui a mais de 20 anos é de que este percentual caia para 88%. Os problemas causados pelo seu uso intensivo do petróleo e seus derivados preocupam estudiosos e reafirmam a necessidade de pensar alternativas. De acordo com o professor Cícero Nogueira, a maioria (98%) do etanol utilizado no Rio Grande do Sul vem de fora do Estado e isso se reflete fortemente no valor do produto: “O transporte é feito pelas rodovias e o etanol vem de estados como Paraná, São Paulo e Mato Grosso. O Rio Grande do Sul, por questões climáticas, não é muito favorável à produção cana-de-açúcar mas, em contrapartida, é rico em fontes amiláceas como o arroz.” Quase a totalidade do etanol advindo de outros estados é utilizado para abastecer a indústria petroquímica e, na visão de Cícero, o Rio Grande do Sul teria grandes vantagens econômicas ao incentivar mais a produção do biocombustível para abastecer os pólos petroquímicos. Além disso, o professor aponta que a produção local de biocombustível poderia ser uma saída para momentos de crise de abastecimento, como os vivenciados no mês de abril devido à greve dos caminhoneiros. Fantinel acredita ser necessário investir mais na produção de biodiesel, já que “a maioria dos biocombustíveis produzidos é de primeira geração, utilizando em seu processo de produção partes comestíveis de plantas como fonte de matéria-prima, e isso faz emergir calorosas discussões relacionadas à segurança alimentar.” Nesta perspectiva, estaria de acordo ao amplo investimento na produção de biocombustíveis utilizando óleo de fritura, por exemplo: “Mantém-se a produção de combustíveis renováveis e também minimiza-se os problemas ambientais pelo descarte impróprio de óleo de fritura”. Reportagem: Tainara Liesenfeld Fotografia: Rafael Happke Ilustração: Pollyana Santoro e Juliana Krupahtz]]> UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/arco/oleo-de-cozinha-onde-posso-descartar Wed, 18 Oct 2017 16:20:00 +0000 http://coral.55bet-pro.com/arco/sitenovo/?p=2421   A empresa Recóleo, de Santa Maria, é a responsável pela coleta e destinação desse óleo. Conforme o proprietário da empresa, Marcelo Sangoi, o recolhimento é feito, em média, a cada 20 dias, com o auxílio de uma picape. A Recóleo serve como um “intermediário” entre a UFSM e as empresas de biodiesel, já que não há uma empresa fixa para o destino final do óleo; então, a Recóleo faz uma análise de mercado, a cada mês, e decide para qual empresa enviar este óleo.    A professora do Departamento de Química Martha Tochetto, que foi coordenadora do Complana até agosto de 2017, explica esta relação entre a UFSM e a empresa: “Inicialmente, fizemos uma parceria com a Fundação M'Oã, que tinha um projeto chamado Saúde da Água e implantou o recolhimento de óleo de fritura usado em Itaara. A parceria da M'Oã era com a Recóleo. Com o término deste projeto, firmamos a parceria direto com a Recóleo. Essa empresa é a mesma que recolhe também do Restaurante Universitário e em diversos outros restaurantes da cidade”.   Reportagem: Felipe Backes Arte: Giana Bonilla Fotografia: Stock Unlimited ]]>