UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com Universidade Federal de Santa Maria Fri, 13 Mar 2026 23:19:44 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com 32 32 UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ct/2025/12/08/bombaja-ufsm-conquista-terceiro-lugar-em-competicao-regional-de-veiculos-off-road Mon, 08 Dec 2025 18:36:28 +0000 http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ct/?p=7611
Protótipo BJ-22

 A equipe Bombaja UFSM garantiu o terceiro lugar geral na 22ª Competição Baja SAE Brasil – Etapa Sul, realizada de 21 a 23 de novembro no campus da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Com um protótipo totalmente renovado e uma equipe marcada pela mudança de lideranças, o grupo representou o CT-UFSM entre dezenas de equipes universitárias que competiram em provas dinâmicas e avaliações de engenharia típicas do off-road.

Criada para simular condições extremas de terreno e exigir desempenho real de veículos off-road estudantis, o Baja SAE reúne protótipos projetados e construídos por alunos de engenharia. Na etapa Sul, os carros passam por desafios como suspensão e tração, aceleração, manobrabilidade, provas de resistência e apresentações técnicas avaliadas por engenheiros da indústria.

Membros da equipe Bombaja 2025

Ao longo dos três dias de competição, o protótipo do Bombaja, nomeado BJ-22, demonstrou agilidade e consistência, fatores decisivos para o desempenho final. O piloto da equipe e acadêmico de Engenharia de Telecomunicações, Joel Schaedler, destaca que o comportamento do carro surpreendeu positivamente. “O carro estava muito bom, um dos mais ágeis que eu já vi”, afirma. Ele também recorda o momento mais tenso da competição, vivido na prova de Top Split. Nela, os veículos enfrentam um percurso mais exigente, pensado para avaliar ao máximo a combinação entre eficiência do projeto e habilidade do piloto: “Quando outro carro bateu na suspensão traseira direita, foi muito tenso, porque ali poderia ter acabado a competição para a equipe.”

Outro desafio significativo enfrentado pelo piloto surgiu no Enduro, a prova mais longa e exigente da etapa. “Após uma hora de prova, o barro acumulado nas rodas deixou a direção muito pesada, e o barro no volante dificultava segurar”, relata. Apesar disso, ele destaca que o carro apresentou seu melhor desempenho no Top Split: “Ali o BJ-22 mostrou que tem muita capacidade para ser o melhor carro da competição.”

Protótipo BJ-22

A preparação técnica da equipe, especialmente os ajustes finais na suspensão, influenciou diretamente no resultado. “Um dia antes da competição, mexeram nos amortecedores e o carro ficou muito mais esperto nas curvas”, conta o piloto. Para a próxima temporada, ele aponta melhorias pontuais: “O volante precisa ter uma pegada melhor, e o freio apresentou problemas que vamos corrigir.”

A renovação interna da equipe também marcou a edição deste ano. Rodrigo Júnior, o capitão do Bombaja destaca que o grupo superou as expectativas. “A equipe desempenhou muito bem na etapa Sul. Somos uma equipe nova, desde gerentes até a capitania, levando um protótipo novo e alcançando o terceiro lugar.” Ele explica que o maior desafio foi garantir que tudo estivesse pronto para a competição. “A preparação pré-competição foi intensa: deixar o BJ-22 pronto, organizar as apresentações de banners e manter a equipe alinhada.”

Para o capitão, o pódio representa um marco na trajetória do Bombaja. “O terceiro lugar representa algo que a equipe sempre buscou: performar entre os primeiros e demonstrar nossa capacidade, representando o CT-UFSM da melhor forma.” Segundo ele, a conquista também ajuda a orientar o trabalho para o próximo ciclo. “Vamos melhorar o protótipo, realizar mais testes e aperfeiçoar os conhecimentos dos nossos integrantes.”

O Bombaja UFSM encerra o Baja SAE – Etapa Sul 2025 celebrando não apenas o pódio, mas a consolidação de um novo ciclo interno, marcado por técnica, desempenho consistente e protagonismo em provas decisivas. Com 22 anos de existência, a equipe segue se renovando e mantém a competitividade e o engajamento em alta rotação.  Para o professor orientador do projeto, Thompson Lanzanova e docente do Departamento de Engenharia Mecânica, o resultado também reforça a seriedade do trabalho realizado. “O desempenho na etapa Sul mostrou que empenho, comprometimento e seriedade alinhados à técnica levam a resultados concretos. Vamos aproveitar esse ponto de partida, aprimorar o que precisa ser melhorado e seguir construindo uma equipe cada vez mais forte”, afirma.

Protótipo BJ-22

Texto por Lia Guerreiro, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM

Fotos: Lia guerreiro

Fonte: Site do CT-UFSM

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/2025/11/18/taura-bots-conquista-terceiro-lugar-na-competicao-brasileira-de-robotica-2025-e-celebra-trajetoria-de-inovacao-no-ct-da-ufsm Tue, 18 Nov 2025 18:58:33 +0000 http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/?p=14347 A equipe Taura Bots, vinculada ao Centro de Tecnologia (CT) da UFSM, conquistou o terceiro lugar na categoria Small Size League – Entry Level (SSL) da Competição Brasileira de Robótica (CBR) 2025, realizada em outubro, em Vitória (ES). A CBR é a etapa nacional da RoboCup, um dos maiores eventos de robótica do mundo. O resultado consolida a retomada e o crescimento do projeto, que há mais de dez anos atua na formação prática de estudantes e no desenvolvimento de tecnologias em robótica.

Futebol de Robôs

Fundada no ano de 2013, a equipe Taura Bots foi criada com o objetivo de aplicar os conhecimentos dos cursos de tecnologia por meio de projetos de robótica competitiva. Inicialmente dedicada ao futebol de robôs humanoides, a equipe diversificou suas áreas de atuação com o passar dos anos, participando de competições internacionais, projetos de carros autônomos e modalidades como tiro com arco, na qual chegou a ser campeã mundial. Após um período de descontinuidade causado pela pandemia, o grupo passou por uma reconstrução e retomou suas atividades, no início de 2024, com o objetivo de participar da competição.

Atualmente coordenada pelo professor Anselmo Rafael Cukla, do Departamento de Processamento de Energia Elétrica (DPEE), a equipe Taura Bots conta com cerca de 20 membros distribuídos entre suas subequipes, que abrangem robôs de futebol das categorias Small Size League (SSL) e Very Small Size Soccer (VSSS), além do desenvolvimento de drones autônomos. O projeto reúne estudantes de diferentes cursos — como Engenharia de Controle e Automação, Engenharia da Computação, Ciência da Computação, Sistemas de Informação e Engenharia Aeroespacial — que atuam de forma integrada nos setores de mecânica, software, eletrônica e comunicação.

 

Robôs autônomos e estratégias de jogo: como é a competição

A categoria Small Size League – Entry Level consiste em partidas de futebol de robôs totalmente autônomos, nas quais times formados por três robôs competem entre si em uma dinâmica semelhante ao futebol tradicional. Os robôs — pequenos veículos com rodas capazes de se deslocar, driblar e chutar a bola — recebem comandos a partir de um sistema de visão computacional. Uma câmera instalada acima do campo identifica a posição de cada robô e da bola, enquanto um software processa essas informações e envia, via rádio, instruções de movimento e tomada de decisão. “Os robôs jogam sozinhos. A partir do momento em que a partida começa, ficamos apenas assistindo”, explicaram os integrantes. Com dois tempos de cinco minutos e regras específicas, como faltas, substituições e pedidos de time out, a competição exige precisão técnica, estratégia e controle rigoroso do comportamento dos robôs durante as partidas.

Segundo os integrantes Gabriel Niederauer, René Gargano Ferrari e Maria Rita Piekas, que representaram a equipe na competição, este é um dos principais desafios técnicos: integrar visão computacional, tomada de decisão e controle de movimento, ajustando tudo em tempo real no ambiente da competição. Muitos testes precisaram ser feitos no local para compensar variáveis como escorregamento das rodas, atraso na comunicação entre os robôs e diferenças entre o simulador e o campo real.

“Nós aprendemos a não desistir no primeiro problema que aparecer. Precisamos confiar no trabalho que fizemos”, afirma Gabriel, capitão da equipe e acadêmico de Engenharia de Controle e Automação. Ele destaca que a conquista foi resultado da persistência da equipe e da capacidade de identificar soluções rápidas entre uma rodada e outra. 

A integrante Maria Rita Piekas reforça essa percepção ao recordar o desempenho da equipe durante a competição: “A gente perdeu o primeiro jogo e depois fomos até o final. Depois que a gente perdeu o primeiro jogo, a gente focou muito em consertar os pontos fracos e, depois disso, até esse momento do final, a gente ganhou todos”. Para o grupo, o pódio simboliza justamente essa evolução coletiva e o amadurecimento técnico alcançado ao longo do processo.

A edição deste ano contou com nove universidades na categoria Entry Level (categoria de entrada), representando diferentes estados brasileiros. A Taura Bots avançou até a semifinal, na qual enfrentou o time favorito, mais forte do campeonato. Apesar da derrota impedir o acesso à final, a equipe venceu os demais confrontos e garantiu seu lugar no pódio.

 

Trajetória e formação interdisciplinar

Ao longo dos anos, a Taura Bots participou de intercâmbios com laboratórios na Alemanha, competições internacionais e eventos científicos. Parte das pesquisas desenvolvidas pelos estudantes já resultou em artigos apresentados na Jornada Acadêmica Integrada (JAI) da UFSM e no Simpósio Brasileiro de Robótica, incluindo trabalhos sobre drones autônomos e estruturas mecânicas proprietárias.

A reconstrução recente da equipe também envolveu o desenvolvimento de novos robôs criados totalmente do zero. Segundo Maria Rita e René, esse processo fortaleceu a integração entre cursos e ampliou o caráter formativo do projeto. “O laboratório é um espaço onde diferentes áreas se encontram. Cada estudante aprende com a área do outro, e isso cria um ambiente muito de desenvolvimento técnico e pessoal”, destacam.

Além das competições, o laboratório da Taura Bots também serve de suporte para atividades práticas de disciplinas de engenharia e computação, oferecendo infraestrutura e equipamentos que permitem aos estudantes participantes do projeto aplicar conteúdos do curso em projetos reais.

Parcerias e desafios de financiamento

Embora conte com apoio institucional para deslocamentos e inscrições na competição, a equipe não recebe verba direta da universidade para o desenvolvimento dos robôs. Por isso, depende de parcerias com empresas e do uso eficiente do laboratório.

Atualmente, a Taura Bots possui apoio de empresas como SolidWorks, Allegro e tecnologias da NVIDIA, que fornecem licenças, componentes eletrônicos e unidades de processamento. Os estudantes explicam que, mesmo sem um apoio financeiro, esses recursos são essenciais para manter o nível técnico dos projetos.

Planos para 2026

Após o pódio em Vitória, a equipe já concentra seus esforços em aprimorar os robôs da categoria Small Size League – Entry Level. Segundo os integrantes, o principal objetivo para 2026 é aumentar a velocidade dos robôs, hoje considerada baixa para competir em condições mais desafiadoras. Isso exigirá uma reformulação do projeto mecânico e eletrônico, com a adoção de ajustes nos sistemas de controle.

Com os robôs atualmente funcionando de forma estável, a equipe destaca que o próximo ciclo de desenvolvimento será mais eficiente, pois agora é possível testar melhorias diretamente em campo, diferentemente do período inicial, em que as partes eram desenvolvidas separadamente e em simuladores.

Para acompanhar o desenvolvimento dos projetos, os bastidores da preparação para as próximas competições e demais atividades do grupo, a Taura Bots divulga atualizações em seu Instagram: @taurabots

 

Texto: Gabriele Mendes, bolsista de Jornalismo da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).

Revisão: Valéria Luzardo, bolsista de Revisão Textual da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).

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A equipe Taura Bots, vinculada ao Centro de Tecnologia (CT) da UFSM, conquistou o terceiro lugar na categoria Small Size League - Entry Level da Competição Brasileira de Robótica (CBR) 2025, etapa nacional da RoboCup, realizada em Vitória (ES). O resultado marca mais um importante reconhecimento à trajetória da equipe, que atua há mais de uma década em projetos de pesquisa e desenvolvimento na área de robótica.

Fundada em 2013 e atualmente coordenada pelo Professor Anselmo Cukla, do Departamento de Processamento de Energia Elétrica, a Taura Bots surgiu com o objetivo de aplicar, na prática, os conhecimentos estudados nos cursos de engenharia por meio da robótica competitiva. Hoje, a equipe conta com 18 integrantes, organizados em subequipes de acordo com as categorias de competição, como Small Size League (SSL) e Drone Autônomo, cada uma com líderes de setores de software, mecânica e navegação.

A categoria Small Size League - Entry Level consiste em partidas de futebol de robôs totalmente autônomos, em formação de 3x3, 6x6 ou 11x11, nas quais as equipes desenvolvem toda a mecânica, hardware e algoritmos baseados em visão computacional e estratégias de jogo. Entre os principais desafios, os Tauras destacaram as adaptações de software necessárias durante o evento, devido à complexidade da estrutura da competição.

“É gratificante ter a oportunidade de representar o Centro de Tecnologia e a UFSM em um evento nacional e trazer mais um troféu para nossa equipe”, afirma Gabriel Niederauer, atual Capitão do SSL da equipe e acadêmico de Engenharia de Controle e Automação. Ele destaca que o terceiro lugar foi fruto da persistência e da busca por soluções simples e eficazes, e que o troféu simboliza o esforço coletivo e o aprendizado acumulado: “Aprendemos a não desistir no primeiro problema que aparecer. Confiar em si mesmo e no grupo é essencial”.

Após a conquista, a Taura Bots já planeja os próximos passos: aprimorar os robôs da categoria SSL, retomar os trabalhos na equipe de drone autônomo e, futuramente, expandir para novas modalidades, como a categoria @work, voltada a robôs de serviço.

A equipe celebra o pódio como uma comprovação de sua evolução técnica e colaborativa. “Foi um ano inteiro de dedicação, e ver esse esforço reconhecido é motivo de orgulho para todos nós”, conclui Gabriel.


Texto por Lia Guerreiro, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM.

Fotos: Arquivo pessoal da equipe Taura Bots

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/2025/10/30/carancho-ufsm-representa-a-universidade-na-27a-competicao-sae-brasil-de-aerodesign Thu, 30 Oct 2025 12:53:00 +0000 http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/?p=14111 A equipe Carancho Aerodesign representará a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) na 27ª Competição SAE BRASIL de AeroDesign, que ocorre entre os dias 30 de outubro e 2 de novembro de 2025, no Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), em São José dos Campos (SP). Considerada a maior competição estudantil de engenharia aeronáutica do país, o evento reúne cerca de 80 equipes de universidades brasileiras e estrangeiras, desafiando os estudantes a projetar, construir e fazer voar aeronaves em escala reduzida.

Neste ano, o Carancho participará novamente na categoria Micro, que envolve aviões de pequeno porte com envergadura entre 1 e 2 metros. A proposta da categoria é simular missões humanitárias, em que os protótipos devem transportar e lançar cargas utilizando paraquedas. 

De acordo com o capitão da equipe, Vitor Araujo Moreira, estudante do 8º semestre do curso de Engenharia Aeroespacial, a decisão de permanecer na categoria Micro faz parte de uma estratégia de consolidação da equipe. Ele explica que o Carancho já competiu em outras classes no passado, mas nos últimos anos optou por concentrar esforços em uma única categoria para alcançar resultados mais consistentes.

Segundo Vitor, o grupo chega à edição de 2025 com grandes expectativas, após conquistar o 3º lugar entre 19 equipes na edição anterior, o melhor resultado da história da Carancho e o melhor desempenho entre as equipes gaúchas. O capitão destaca que a equipe vem aprimorando processos de planejamento e documentação técnica, etapas fundamentais na competição.

“Tínhamos bons projetos, mas percebemos que precisávamos refletir essa qualidade também nos relatórios e apresentações. Evoluímos muito nesse aspecto e queremos manter o desempenho entre as três melhores do país, mirando agora o P1 (primeiro lugar)”, explica o capitão.



Protótipo de 2024 com o tema "Carros" que conquistou o 3º lugar na categoria Micro.

A competição

A Competição SAE BRASIL de AeroDesign é um evento técnico e educacional organizado pela Sociedade de Engenheiros da Mobilidade (SAE BRASIL) desde 1999, em parceria com a SAE International, responsável pela versão norte-americana. O evento tem como objetivo desenvolver competências práticas em projeto, construção e operação de aeronaves em escala. Além da categoria Micro, o evento conta com as classes Regular e Advanced, que se diferenciam pelo tamanho e complexidade das aeronaves.

Voltada a estudantes de graduação e pós-graduação em Engenharia e áreas relacionadas, a competição simula um projeto real da indústria aeronáutica. As equipes são responsáveis por projetar, construir e operar uma aeronave em escala capaz de cumprir as missões estabelecidas pelo regulamento da edição.

As avaliações são divididas em duas etapas: o projeto técnico, composto por relatórios e apresentações orais; e a competição de voo, em que as aeronaves precisam cumprir missões reais enfrentadas pela indústria aeronáutica. Cada categoria tem suas missões específicas; na Micro, por exemplo, são o transporte de carga útil e pousar com estabilidade. O regulamento é atualizado anualmente, o que exige das equipes constante adaptação e inovação.

Em 2025, acontece a 27ª edição do evento, que tem início no dia 30 de outubro e vai até 2 de novembro. Neste ano, a categoria Micro conta com 20 equipes inscritas. 

 

Os dias da competição são divididos da seguinte forma:

  • 1º dia: Credenciamento, cerimônia de abertura e exposição das aeronaves.
  • 2º e 3º dia: Competições de voo e cerimônia de premiação.
  • 4º dia: Visita à Embraer.




Trabalho em equipe e criatividade

Fundado em 2004, o Carancho Aerodesign é um projeto multidisciplinar formado majoritariamente por estudantes dos cursos de Engenharia e da área de tecnologia. Desde a sua criação, a equipe participa anualmente da competição da SAE BRASIL, acumulando experiência, inovações e conquistas importantes.

Ao longo dos anos, o grupo tem se destacado pela dedicação e pela busca constante por aprimoramento. O terceiro lugar conquistado em 2024 na categoria Micro marcou um ponto alto na trajetória da equipe e reforçou o potencial dos estudantes da UFSM em nível nacional.

Além do desempenho técnico, o Carancho também se destaca pela criatividade na identidade visual dos seus protótipos. A cada edição, o grupo escolhe um tema para personalizar o projeto. Neste ano, a aeronave será inspirada no universo do filme Toy Story. De acordo com Vitor, a escolha reflete o espírito coletivo e cooperativo da equipe, já que a animação aborda valores como amizade, superação e trabalho em grupo.

O capitão explica que a definição do tema é um processo colaborativo: “Buscamos referências que sejam reconhecidas pelo público e que representem valores e momentos da equipe. Nesta temporada, o Toy Story simboliza muito bem a ideia de parceria e aprendizado conjunto, algo que faz parte da essência da Carancho”.

Protótipo de 2025 com o tema "Toy Story".

Aprendizado que vai além da sala de aula

Com cerca de 45 integrantes, entre estudantes de diferentes cursos da UFSM e do CTISM, a equipe Carancho é estruturada em subsistemas que abrangem as áreas de aerodinâmica, estruturas, elétrica, modelagem 3D, ensaios estruturais, desempenho e controle, além dos setores administrativo, financeiro e de marketing.

Os testes de voo da equipe são realizados em parceria com a Associação Santamariense de Aeromodelismo (ASA) e com a Base Aérea de Santa Maria, o que garante condições próximas às encontradas na competição. Vitor ressalta que essas colaborações são fundamentais para o desenvolvimento técnico da equipe e para a segurança dos testes.

Mais do que uma disputa técnica, a competição da SAE BRASIL é um espaço de aprendizado e integração entre ensino, pesquisa e extensão. Para Vitor, a participação na equipe Carancho é uma oportunidade de aplicar o conhecimento teórico aprendido em sala de aula em desafios reais e desenvolver habilidades essenciais para a atuação profissional.

O estudante explica que o projeto proporciona uma formação mais completa, unindo o desenvolvimento técnico ao trabalho em equipe e à gestão de projetos. Ele considera que a competição é também uma forma de aproximar a Universidade das demandas da indústria e da sociedade.



Membros montando o protótipo de 2025.

Acompanhe a participação da equipe da UFSM na competição através do Instagram: @caranchoufsm

Texto e fotos: Gabriele A. Mendes, Bolsista da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM)

Revisão: Catharina V. Carvalho, revisora de textos da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).

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Membras da equipe Formula UFSM na estreia do carro Ares

Durante décadas, o automobilismo e as áreas de tecnologia foram ambientes dominados por homens, reforçando estereótipos que afastam mulheres de posições técnicas e de liderança. No Centro de Tecnologia da UFSM esse cenário vem mudando. Cada vez mais alunas têm conquistado espaço em equipes de competição estudantil, não apenas participando, mas liderando a dinâmica desses projetos.

Nas equipes de automobilismo essa mudança é visível. Equipes como Formula UFSM, Bombaja e Bombaja H2 vêm registrando presença feminina em funções estratégicas. No Bombaja, 36% dos integrantes são mulheres; as alunas atuam em subsistemas como suspensão, financeiro, marketing e cálculo estrutural. Na H2, elas integram 50% da equipe, participando de setores decisivos e técnicos. No Formula UFSM são cerca de 33% e colaboram em áreas centrais como chassis, dinâmica e comunicação. 

Eduarda Fardin, acadêmica de Química Licenciatura e gerente de projeto e célula combustível da Bombaja H2, comenta: “Dentro da nossa equipe, buscamos equidade entre homens e mulheres, e cada participação é valorizada”. Eduarda foi sozinha representando a equipe na primeira competição que fizeram parte. “Quando eu cheguei sozinha, todas as equipes me acolheram, mas principalmente as mulheres, porque realmente é questão de sororidade entre as mulheres, são as mulheres apoiando as mulheres”. Essa atuação inspira outras estudantes a se envolverem nas equipes e reforça a importância da diversidade.

Eduarda Fardin representando a equipe Bombaja H2 na competição

Mais do que ocupar vagas, essas estudantes desafiam preconceitos e mostram que competência e liderança não têm gênero. Embora a representatividade ainda seja menor que a masculina, o aumento do número de participantes demonstra uma mudança gradual no cenário e pode servir de estímulo para que mais mulheres se interessem por áreas ligadas ao automobilismo e à engenharia.

Acadêmica de Fabricação Mecânica e chefe do subsistema de chassis do Formula, Verônica Chary expressa: “Acho que há poucas mulheres nas equipes, porém é um número que está crescendo a cada processo seletivo que temos. Acredito que acontece por não termos tanto incentivo e apoio para começar e continuar. Acredito também que, uma vez que entramos e assumimos algum tipo de cargo, sempre somos questionadas.”

Fora do automobilismo, as demais equipes do CT também destacam a participação feminina em projetos inovadores. A Taura Bots é uma equipe de robótica, a Carancho desenvolve projetos de aerodesign, e a Tau Rocket Team atua na área aeroespacial. Nessas equipes, as estudantes conquistam espaços importantes, contribuindo com ideias, liderando subsistemas e participando ativamente da tomada de decisões. Esses exemplos mostram que a participação feminina amplia a representatividade, do mesmo modo que transforma a dinâmica das equipes com colaboração e protagonismo.

Ilzy Vieira, acadêmica de Engenharia Aeroespacial e gerente de propulsão da Tau Rocket relatou sobre vivência na equipe: ”É uma equipe em que eu sinto que não tenho o peso de todas as minhas ações e atitudes estarem sendo assistidas e julgadas de alguma forma. Passei muito tempo de 2024 trabalhando e adaptando as peças do motor, e ter elas em mãos me fez comprovar que eu realmente fiz ele.”

Ilzy Vieira representando a equipe Tau Rocket em palestra

A acadêmica de Engenharia Aeroespacial Maria Eduarda Caldas foi capitã da equipe Carancho. Durante sua direção, a equipe conquistou o terceiro lugar na 26° da SAE Brasil AeroDesign Classe Micro: “Eu realmente sinto que meu papel foi valorizado. Mostrar uma participação mais marcante das mulheres... Eu acho que isso tira, de certa forma, esse estigma de que é um ambiente majoritariamente masculino”.

As entrevistadas reforçam a importância do protagonismo feminino no CT e refletem trajetórias de coragem, dedicação e superação de barreiras. Cada decisão tomada, cada projeto desenvolvido, cada subsistema liderado por elas demonstra como a inclusão transforma não só o ambiente acadêmico, mas também a forma como a engenharia e a tecnologia podem se reinventar. Esses exemplos mostram que a universidade não é apenas um espaço de formação técnica, mas é um palco de transformação social, onde diversidade e inovação caminham lado a lado.

Essas histórias inspiram novas gerações a se envolverem em projetos desafiadores, reforçando que talento, criatividade e liderança podem florescer em ambientes que valorizam igualdade de oportunidades e colaboração. O protagonismo feminino no CT da UFSM é mais do que simbólico: é uma força que molda o presente e constrói o futuro da engenharia, do automobilismo e da tecnologia.


Série PerspeCTiva Feminina
Texto por Lia Guerreiro, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM

Fotos: divulgação equipes.

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Uma proposta de startup voltada ao design de circuitos integrados garantiu a estudantes do CT-UFSM o primeiro lugar na competição internacional promovida pela Escola de Verão sobre Projeto Avançado de Circuitos Integrados Analógicos e Misto (AMS IC Design 2025), realizada na Universidade NOVA de Lisboa. Os vencedores também receberam uma premiação no valor de € 1.000,00 (R$ 6.400,00).

A vitória aconteceu durante a cerimônia de encerramento da disciplina de Empreendedorismo, etapa final do programa europeu que integra a fase internacional do programa CI Inovador, iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), coordenada pela Softex no âmbito do Programa Prioritário PNM Design Microeletrônica.

Estudantes do CT-UFSM recebem premiação em Lisboa

A competição desafiou os participantes a desenvolverem propostas de startups voltadas ao setor de semicondutores, contemplando desde a concepção da ideia até um plano financeiro de cinco anos. A equipe da UFSM foi composta por estudantes do Curso de Especialização em Microeletrônica Lato Sensu: Kliver Barbosa Alves, Davi Sehnem Castro, Nestor Ivan Matajira Ortiz e Mario de Moura Rezende Neto. O grupo apresentou um projeto de empresa especializada em serviços back-end de design de circuitos integrados, com foco em etapas como roteamento, layout físico e síntese, voltado a empresas que enfrentam gargalos produtivos ou dispõem de equipes técnicas reduzidas.

A participação dos estudantes foi viabilizada por meio de parceria institucional entre a UFSM e a Universidade NOVA de Lisboa, articulada no contexto do programa CI Inovador. Além da UFSM, alunos da Universidade de Brasília (UnB) também foram contemplados. O curso intensivo europeu envolveu atividades práticas, mentorias e avaliações com especialistas internacionais em inovação e tecnologia de hardware.

Durante a preparação, os alunos enfrentaram o desafio de traduzir conceitos técnicos para uma linguagem compreensível a investidores, além de coordenar a produção do plano de negócios em curto prazo. O processo incluiu simulações de apresentações, mentorias com docentes e modelagem financeira, exigindo adaptação, clareza de comunicação e trabalho colaborativo.

“Esse resultado reforça a relevância da internacionalização da formação acadêmica no setor de semicondutores. O CI Inovador prevê, para as próximas etapas, o desenvolvimento de spin-offs com base nas ideias premiadas, além da aproximação com investidores e participação em novos eventos internacionais, ampliando as perspectivas de inserção global dos estudantes brasileiros no setor”, avalia o Dr. João Baptista dos Santos Martins, professor titular do Departamento de Eletrônica e Computação da UFSM, uma das executoras do programa CI Inovador.

Capacitação, vivência internacional e in company: as 3 etapas do CI Inovador

O CI Inovador é um programa criado para suprir a demanda crescente por profissionais qualificados nos setores de semicondutores e microeletrônica no Brasil. A iniciativa conta com o envolvimento de instituições de ensino de excelência, como a UFSM. O programa oferece trilhas de residência em Sistemas Digitais e Sistemas Analógicos, com bolsas de estudo e passagens custeadas para a fase internacional, além de conteúdos voltados à gestão e ao empreendedorismo.

A jornada é dividida em três etapas: capacitação, vivência internacional e in company. A primeira fase, com duração de seis meses, garantiu a conquista de certificação aos estudantes aprovados. Os participantes com melhor desempenho seguiram para uma experiência internacional imersiva. Agora, eles seguirão para atuação prática junto a empresas do setor, contribuindo diretamente para o fortalecimento do ecossistema brasileiro de semicondutores.


Edição por Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM, com texto de Karen Kornilovicz (Agência Softex) e informações de João Baptista Martins
Foto: divulgação/Agência Softex
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Um grupo de estudantes do CT foi destaque em uma competição nacional de desenvolvedores de jogos. A equipe formada por acadêmicos dos cursos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação desenvolveu um jogo inspirado em uma tradicional pastelaria santa-mariense.

A competição no formato GameJam (reunião de desenvolvedores de jogos que tem como objetivo criar um jogo em um curto intervalo de tempo) ocorreu entre 7 e 16 de junho e foi promovida pela equipe do Farmando XP, canal de conteúdo sobre desenvolvimento de jogos e carreira internacional que ajuda qualificar a carreira de quem sonha em ser um Gamedev (desenvolve dor de jogos). Os participantes foram estimulados a desenvolver um jogo em formato livre, mas com a temática "agilidade". Uma equipe de profissionais da indústria de jogos avaliaram 41 projetos segundo os critérios de arte, jogabilidade, áudio e uso do tema.

A equipe de estudantes do CT criou um jogo com um toque local: o jogo "Casa do Pastel" foi ambientado na pastelaria homônima, famosa em Santa Maria. O objetivo do jogador é agilizar a produção de pastéis, fazendo o máximo de pastéis no menor tempo possível. O jogo dos estudantes do CT ficou entre os 6 finalistas na categoria melhor jogo.

O jogo está disponível online no endereço: http://gddomenico.itch.io/casa-do-pastel

A equipe é formada por alunos e ex-alunos da professora Andrea Charão:
Alfredo Cossetin Neto: http://galileugalilei.itch.io/
Deivis Felipe Guerreiro Fagundes (artes): http://deivisfelipe.itch.io/
Erick Felisberti (músicas): http://www.instagram.com/erick_act/
Gabriel Di Domenico: http://gddomenico.itch.io/
Joao Davi Rigo Mazzarolo: http://joaomazzarolo.itch.io/
João Pedro Righi: http://righi.itch.io/
Pedro Henrique da Silva Hinerasky: http://p3dro-silva.itch.io/


Texto por Yuri Lima – Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM - com informações da professora Andrea Charão.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2022/04/29/estudante-da-ufsm-e-finalista-nos-jogos-universitarios-brasileiros-eletronicos Fri, 29 Apr 2022 12:41:53 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=58404

A acadêmica da UFSM, do curso de Licenciatura em Teatro, Elizabeth Lima Amaral Neves, é finalista nos Jogos Universitários Brasileiros Eletrônicos (JUBSe) na modalidade Fifa 22. A fase final da competição, denominada Final Four, será disputada entre os 4 primeiros classificados, na cidade de Goiânia (GO), entre os dias 19 e 22 de maio.

A estudante é membro do Núcleo de Implementação de Excelência Esportiva e Manutenção da Saúde da UFSM (NIEEMS) e disputou, ao longo do mês de abril, o Campeonato Brasileiro Universitário de FIFA22, na modalidade individual feminino. O Campeonato é organizado pela Confederação Brasileira do Desporto Universitário e os jogos foram realizados de forma online, pela plataforma do Playstation 5, no formato de eliminatória dupla. Na tarde do dia 28, Elizabeth garantiu a vaga no Final Four, em uma disputa de Ida e Volta contra a atleta da Universidade Federal do Amazonas, que terminou em 11x0 para a acadêmica da UFSM.

Para Elizabeth, que é a única representante do Rio Grande do Sul no Campeonato, levar o nome da UFSM para uma competição nacional é motivo de muito orgulho. “É uma honra representar a Universidade em uma competição de nível nacional. Representar o Rio Grande do Sul no JUBSe é muito importante, porque além de trazer mais visibilidade aos esportes eletrônicos, pouco visados no nosso Estado, também traz a oportunidade de integração com acadêmicos de outros lugares. Gostaria de agradecer imensamente ao NIEEMS e ao Centro de Educação Física e Desportos que, além de me trazerem a proposta, acreditaram em mim para representar a UFSM, e deram todo apoio e assistência para a minha participação”, finaliza a estudante.

 

Informações e foto de Luiz Fernando Cuozzo Lemos

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2021/12/27/maior-competicao-global-de-estudantes-empreendedores-esta-com-inscricoes-abertas-no-brasil Mon, 27 Dec 2021 16:14:54 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=57569

Considerada a maior competição global de empreendedorismo entre estudantes, o Global Student Entrepreneur Awards (GSEA) está com inscrições abertas em sua edição brasileira. A iniciativa busca negócios inovadores realizados por universitários, que recebem mentorias de gestores experientes, troca de experiências, treinamentos, networking e, para os vencedores, uma premiação financeira

Os inscritos serão mentorados por empreendedores selecionados pela GSEA, com a finalidade de prepará-los da melhor maneira para competir. A premiação final aos vencedores do evento global supera os R$ 200 mil.

As inscrições estão abertas até o dia 8 de janeiro de 2022. Para realizar o cadastro, basta acessar http://gseabrasil.com.br/

Informações: Agittec

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ct/2018/11/28/equipe-do-taura-bots-e-premiada-durante-robocar-race Wed, 28 Nov 2018 13:29:34 +0000 http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ct/?p=1628 Um homem está abaixadao, mexendo em um carrinho de controle remoto. Atrás, outro homem está sentado.Dois integrantes do Taura Bots participaram da Robocar Race 2018, realizada no dia 4 de novembro, em Santo André (SP). O evento promove uma competição entre veículos autônomos, com o objetivo de fomentar as pesquisas nessa área. O time da UFSM conquistou o terceiro lugar. O acadêmico de Engenharia da Computação, Daniel Nesvera e Renan Chiesa, da Engenharia de Controle e Automação, representaram o Taura Bots na Robocar Race. Daniel conta que o grupo ficou sabendo da competição através do Facebook, e que o grupo trabalha na área de veículos autônomos desde o início de 2018: “começamos inspirados pela Formula Driverless, competição realizada na Alemanha em 2017. Desde então, iniciamos o desenvolvimento de um protótipo utilizando um carrinho antigo de um dos integrantes, adicionando dispositivos necessários para ele funcionar autonomamente.  Também começamos a pesquisar sobre algoritmos inteligentes utilizando redes neurais e processamento de imagem para controlar o veículo”. Grande parte das equipes que participaram da Robocar Race provém de universidades localizadas no estado de São Paulo. O Taura Bots foi o único representante da região sul do Brasil. “Achamos muito interessante participar do evento para demonstrar o trabalho que está sendo desenvolvendo na nossa universidade, conhecer outras pessoas interessadas na área e outras tecnologias. Tivemos que fazer diversas alterações no protótipo e desenvolver novos algoritmos para atender às regras do evento”, afirma Daniel. O carrinho utilizado na competição, doado por um dos integrantes do grupo, teve de passar por adaptações estruturais antes da Robocar Race, como explica Daniel: “adicionamos um minicomputador, um sistema embarcado para controlar os motores do veículo, uma webcam e uma estrutura nova para sustentar os dispositivos. Atualmente o projeto está sendo impulsionado com investimento dos integrantes do grupo, com isso, priorizamos funcionalidade em detrimento da robustez, resultando em quebras frequentes e perda de tempo com repetitivas manutenções”. O terceiro lugar na competição foi comemorado pelo grupo, já que a Robocar Race foi a primeira competição de veículos autônomos em que o Taura Bots participou. “Conseguimos testar o veículo e os algoritmos desenvolvidos, encontramos falhas no projeto que estamos trabalhando para melhorar, adquirimos novos conhecimentos e fizemos novas amizades”, destaca Daniel. Daniel adianta que o grupo deseja participar de outras competições de veículos autônomos no futuro e busca apoio financeiro para isso. O Taura Bots também está se preparando para a FIRA RoboWorldCup 2019, competição de robôs humanoides que será realizada em março de 2019, no Irã. O convite veio após a participação da equipe no evento em 2018.

Confira mais fotos do Taura Bots na Robocar Race 2018

  Texto por Lucas Gutierres, acadêmico de Jornalismo – Núcleo de Divulgação Institucional do CT/UFSM.  
  Quer divulgar seu projeto ou evento no nosso site? Fez uma viagem legal? Teve seu trabalho premiado? Participa de uma iniciativa bacana? Conta pra gente! Entre em contato pelo e-mail: noticiasct@55bet-pro.com. Siga o CT nas redes sociais: Facebook, Instagram e Twitter.]]>
UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ct/2018/09/19/primeira-edicao-da-copa-kit-mola-sera-organizada-pelo-pet-engenharia Wed, 19 Sep 2018 14:33:00 +0000 http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ct/?p=1522 Programa de Educação Tutorial da Engenharia Civil (PET Civil) vai organizar a primeira Copa PET Mola, que será realizada no dia 26 de setembro, às 12h. Inspirada no Concurso Mola, da Universidade Federal de Juíz de Fora (UFJF), a competição baseia-se na montagem, desmontagem e classificação de estruturas utilizando o Kit Mola, produto idealizado pelo professor da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), Márcio Sequeira, e financiado através de um crowdfunding. A ideia do Kit Mola surgiu durante o curso de pós-graduação em Arquitetura do professor Márcio Sequeira, na UFOP. Para ele, as abordagens adotadas nas disciplinas de estruturas eram demasiadamente abstratas. Foi então que ele decidiu dedicar-se à formulação de um produto que pudesse demonstrar, de forma tátil e visual, o comportamento das estruturas arquitetônicas – conhecimento essencial para todo engenheiro e arquiteto. O projeto foi apresentado em uma plataforma de crowdfunding em 2014, com a meta de 50 mil reais. Ao todo, as contribuições somaram mais de 603 mil reais, e o projeto foi colocado em prática. Saiba mais no vídeo: As equipes inscritas na Copa PET Mola passarão por quatro fases eliminatórias: na primeira, os participantes deverão responder perguntas sobre o grau de estaticidade de estruturas no menor tempo possível, já nas demais, os times terão o desafio de montar e desmontar estruturas utilizando o Kit Mola. Os vencedores serão definidos após análise da Comissão Avaliativa, formada na semana anterior à realização da competição. A Copa Kit Mola terá como objetivo permitir que os estudantes identifiquem na prática diversos conceitos de engenharia aprendidos em sala de aula, além de incentivar o trabalho em equipe, promover a integração entre cursos e estimular a criatividade e a capacidade de resolução de desafios dos participantes, como afirmaram os membros do PET Civil. As inscrições estarão abertas entre os dias 10 e 24 de setembro, e devem ser feitas na sala do PET Civil (sala 141 do prédio principal do CT). A taxa de inscrição é de 15 reais. As equipes devem ter de dois a três integrantes. As vagas serão limitadas até 16 times. Saiba mais no edital.   Texto por Lucas Gutierres, acadêmico de Jornalismo – Núcleo de Divulgação Institucional do CT/UFSM.   Quer divulgar seu projeto ou evento no nosso site? Fez uma viagem legal? Teve seu trabalho premiado? Participa de uma iniciativa bacana? Conta pra gente! Entre em contato pelo e-mail: noticiasct@55bet-pro.com. Siga o CT nas redes sociais: Facebook, Instagram e Twitter.]]> UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2018/08/14/ufsm-conquista-vice-campeonato-estadual-de-atletismo Tue, 14 Aug 2018 13:07:00 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=43877 Grupo que ficou em 2º nos 4x100m feminino[/caption] No último sábado (11), em Porto Alegre, ocorreu o Campeonato Estadual Caixa de Atletismo, na sede da Sociedade de Ginástica de Porto Alegre (Sogipa). O atletismo da UFSM esteve presente na competição com uma delegação de cerca de 40 pessoas, entre atletas (feminino e masculino), dirigentes e comissão técnica. A equipe contou com o reforço de atletas das forças armadas, que já são parceiros de pistas há cerca de um ano, e com atletas do Instituto Federal Farroupilha de São Vicente do Sul, que são coordenados pelo professor Haury Temp. A equipe de Atletismo da UFSM está vinculada ao Núcleo de Implementação da Excelência Esportiva e Manutenção da Saúde (NIEEMS), liderado pelo professor Luiz Fernando Cuozzo Lemos, e que abrange desde o rendimento esportivo até projetos sociais para implementação do esporte e desenvolvimento das futuras gerações, além de cuidados e conscientização com a saúde do público em geral. Os atletas de Santa Maria trouxeram para casa o título de vice-campeões feminino e masculino, ficando atrás apenas dos donos da casa, a Sogipa. Medalhistas da equipe da UFSM: Raudinei Candinho (exército) - 1º lugar lançamento do dardo; Felipe Schardong - 2º lugar salto em distância/ 3º lugar salto em altura; Kevin Trindade - 2º lugar 100 metros rasos /3º lugar 200 metros rasos; Adriele Petini (IFSUL) - 2º lugar lançamento do disco; Vinicius Dutra (exército) - 2º lugar lançamento do disco; Nestor Rossi Jr - 2º lugar 400 metros com barreiras; Thayz Melo - 3º lugar salto em altura; Jessica Lemos (IFSUL) - 3º lugar 200 metros rasos; Alana Ribeiro (IFSUL), Jessica Lemos (IFSUL), Thaís Rosa e Bruna Teixeira - 2º lugar revezamento 4x100 metros feminino; Bruna Teixeira, Cristiele Kesseler (IFSUL), Thaís Rosa e Jessica Lemos (IFSUL) - 3º lugar revezamento 4x400 metros feminino; Maurício Moreira, Nestor Rossi Jr, João Felipe Oliveira (IFSUL) e Luciano Govea (exército) - 3º lugar revezamento 4x400 metros masculino. Foto: Divulgação]]>