UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com Universidade Federal de Santa Maria Tue, 03 Mar 2026 23:53:07 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com 32 32 UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/eventos/programcaogeral8mufsm Thu, 26 Feb 2026 15:45:47 +0000 http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/observatorio-de-direitos-humanos/?post_type=eventos&p=4197 O mês de março é historicamente marcado pela luta das mulheres por direitos, igualdade e justiça. Na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), o 8 de Março reafirma o compromisso institucional com o enfrentamento às violências contra as mulheres e com a construção de uma universidade mais segura, equitativa e inclusiva.

Ao longo de todo o mês, a Casa Verônica, em articulação com diferentes setores, coletivos, projetos, unidades acadêmicas e movimentos da comunidade universitária, promove uma programação diversa que integra formação, cultura, tradição, saúde, arte e protagonismo feminino.

A proposta vai além da denúncia das violências. Busca fortalecer a autonomia das mulheres, ampliar redes de apoio, qualificar o debate público e visibilizar trajetórias que transformam a universidade. Oficinas formativas, atividades culturais, rodas de conversa, ações simbólicas, seminários e iniciativas de comunicação compõem uma agenda que articula prevenção, enfrentamento e promoção de direitos.

Combater as violências contra as mulheres é uma responsabilidade coletiva. Ao ocupar espaços, compartilhar saberes e fortalecer vínculos, reafirmamos que viver sem violência é um direito e que a universidade é um espaço fundamental para essa transformação.

Acompanhe a programação em nossos canais institucionais e nas redes sociais.

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O mês de março é historicamente marcado pela luta das mulheres por direitos, igualdade e justiça. Na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), o 8 de Março reafirma o compromisso institucional com o enfrentamento às violências contra as mulheres e com a construção de uma universidade mais segura, equitativa e inclusiva.

Ao longo de todo o mês, a Casa Verônica, em articulação com diferentes setores, coletivos, projetos, unidades acadêmicas e movimentos da comunidade universitária, promove uma programação diversa que integra formação, cultura, tradição, saúde, arte e protagonismo feminino.

A proposta vai além da denúncia das violências. Busca fortalecer a autonomia das mulheres, ampliar redes de apoio, qualificar o debate público e visibilizar trajetórias que transformam a universidade. Oficinas formativas, atividades culturais, rodas de conversa, ações simbólicas, seminários e iniciativas de comunicação compõem uma agenda que articula prevenção, enfrentamento e promoção de direitos.

Combater as violências contra as mulheres é uma responsabilidade coletiva. Ao ocupar espaços, compartilhar saberes e fortalecer vínculos, reafirmamos que viver sem violência é um direito e que a universidade é um espaço fundamental para essa transformação.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/11/13/enlaces-conversa-com-wagner-virago Thu, 13 Nov 2025 17:31:34 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=71380 Foto colorida horizontal de Wagner, homem jovem. Ele está sentando do lado esquerdo. Atrás dele, a pista olímpica do CEFD, que tem um piso cor de telha com marcações em branco.
Wagner Virago treina na pista olímpica do CEFD e sonha com as Paraolimpíadas de Los Angeles

Militar há 16 anos, Wagner Virago recentemente iniciou sua carreira como atleta profissional. Desde criança, convive com familiares policiais militares e desejava ser como eles. Quando cresceu, prestou o serviço militar obrigatório e decidiu que era lá que queria continuar. Hoje, Wagner atua na Brigada Militar de Santa Maria. 

Na infância, praticou diversos esportes, como futebol e judô. Na vida adulta, participou de corridas e lutas. Até que um acidente de moto aos 22 anos o fez perder o movimento do pé esquerdo. Inicialmente, Wagner teve dificuldade para lidar com a situação. Contudo, o esporte o ajudou a recuperar a motivação e, neste ano, ingressou no atletismo paralímpico como velocista de 100 e 200 metros na categoria T44. 

Nossa entrevista foi realizada na pista olímpica do Centro de Educação Física e Desportos (CEFD), no campus sede da UFSM. Debaixo de forte sol, o atleta nos contou sua história de superação. 

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS - Como você ingressou na carreira militar?

WAGNER VIRAGO - Eu venho de uma família de militares. Meu pai e meus primos são todos policiais militares. E eu sempre fui motivado a ingressar nesse meio por parte do meu pai. 

Em 2006, quando prestei o serviço obrigatório, tive uma proposta de emprego. Era entrar nesse emprego ou servir no exército. Eu conversei com meu pai e ele falou: “vai para o exército. Tem que passar por essa experiência. Eu passei, tu tem que passar. Vai ser bom para ti”. E eu entrei no exército e gostei daquele ambiente. Na época, não me via fazendo outra coisa. Eu gosto de farda e coturno. Desde então, queria seguir carreira na unidade. Fiquei três anos no 4° BLog [Batalhão Logístico em Santa Maria]

Na época, comecei a estudar para a ESA [Escola de Sargentos e Armas], para me efetivar na carreira. Estudei durante dois anos e reprovei na redação. Como já estava bem afiado nos estudos, fiz o concurso da brigada. Passei bem classificado e consegui ficar aqui na região. Desde 2009, sou policial militar aqui na cidade. 

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS - A carreira militar já exige exercícios físicos, como que o esporte entrou na sua vida? 

WAGNER - A carreira militar exige muita disciplina e resiliência. Você tem que estar bem preparado fisicamente. Sempre levei isso muito a sério. 

No final do meu curso, quando entrei na Brigada Militar, sofri um acidente de moto. Esse acidente foi bem feio, quase amputei a perna abaixo do joelho. Fiquei com uma lesão, uma deficiência permanente na perna. No meu pé, eu não tenho os movimentos de tornozelo, de reversão e inversão. 

Após o acidente, engordei mais de 30 quilos. Fiquei um tempo depressivo, porque era muito novo, não sabia lidar com aquela situação. Eu tinha muita ansiedade, comia muito, não conseguia gastar energia e engordei. O esporte começou a entrar nessa fase da minha vida, como reabilitação, porque passei por cirurgias na perna. Eu comecei a correr, fazer musculação e estudar nutrição. Dei a volta por cima, emagreci 30 quilos, comecei a treinar e percebi que o esporte mudou minha vida de um jeito. Eu voltei a ser aquele cara motivado e empenhado. 

Na época eu participei de algumas competições mesmo com a deficiência, como corridas de rua e rústica. E eu ia bem classificado, ponteava e, em algumas, era campeão. O esporte me traz bem-estar e vontade de seguir.

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS - Quais foram os desafios que você enfrentou para se tornar atleta paralímpico? 

WAGNER - Eu sou muito novo no atletismo, mas já participei de outras modalidades do esporte antes. Lutas, corridas de rua e corridas com obstáculos. Nesse universo de paratleta, sempre fui um atleta amador. Agora estou me profissionalizando no atletismo. Entrei em março e estou aprendendo muito com meus professores, com a universidade, com todo o apoio que eu tenho da minha associação, o RS Paradesporto, que represento. Essa associação tem parceria com a Universidade.

No início, tudo é muito difícil. Às vezes tu não sabes se estás no caminho certo. Eu agradeço a Deus, porque tenho uma equipe muito forte e uma estrutura no meu entorno que me direciona na Universidade, na minha família e na minha associação. Graças a eles eu estou me direcionando ao esporte.

Estou conquistando meu espaço. Eu participei só de três competições oficiais. Então tenho muito para aprender. Apesar das dificuldades, eu, como bom militar, sigo firme, com resiliência. Toda rotina como militar, como atleta, não é fácil. Sou pai também. Então envolve muita coisa. Mas tu tem que fazer o melhor.

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS - Você sempre gostou mais do atletismo ou pensou em outros esportes também? 

WAGNER - Eu comento que sou um cara multiesportista. Eu já pratiquei várias modalidades. Quando eu era pequeno, jogava futebol e fui atacante do Santos. Eu fui pro judô. Tenho uma história na luta de braço. Fui campeão gaúcho da luta de braço. Depois, fui pra rústica e corridas de rua. Também participei de provas de OCR, que são com obstáculos. Fiquei em quarto lugar no Sul Americano de OCR no ano passado. Agora, vou focar nessa carreira, que é o mundo das velocidades. Pista, atletismo, 100 metros e 200 metros. 

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS- Como você chegou até a Universidade? 

WAGNER -  Eu sou acadêmico de Educação Física. No final do ano passado, estava estudando uma disciplina que falava sobre educação física inclusiva e tinha a história das Paralimpíadas, que surgiram na Segunda Guerra Mundial como forma de reabilitação. No final, essa disciplina fazia referência ao Comitê Paralímpico Brasileiro, o CPB. No domingo à noite, eu já acessei o site do comitê e tinha ali: “quero ser um paratleta”. Ali havia as cidades que trabalhavam com a iniciação do esporte adaptado. Não tinha Santa Maria, mas tinha em Porto Alegre. Então, eu mandei uma mensagem no Whatsapp para a RS Paradesporto. Expliquei que eu tinha uma deficiência e praticava o esporte, mas não sabia se essa deficiência me habilitava a participar como um atleta profissional. E ela foi receptiva, me passou para o técnico deles e marcou um treinamento em Porto Alegre. Eu fui lá, fiz um teste, ele gostou muito. Daí começou a minha história no para-atletismo. 

Só que eu tinha uma questão: eu não tinha onde treinar. Porque a pista olímpica mais próxima era em Porto Alegre, o que ficava inviável. Daí, a própria presidente me falou sobre a UFSM: “lá tem uma pista muito boa”. Então, ela fez um ofício para a Universidade para solicitar que fizesse meus treinamentos aqui na pista. E aí começou a parceria da RS Paradesporto com o NAEEFA [Núcleo de Apoio e Estudos da Educação Física Adaptada]. Estou treinando hoje com o apoio deles.

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS - Como é a sua rotina de treino?

WAGNER - É uma rotina que começou muito bagunçada e está um pouco melhor agora. Eu ainda não estou treinando como gostaria, por ter a rotina de militar, de pai, marido e atleta. Tudo muito corrido, mas eu tento me adaptar conforme as demandas vão chegando. Eu não consigo me organizar muito, pois trabalho no batalhão de choque, que tem muita demanda. Às vezes não consigo encaixar com os treinos.

Minha atividade principal é a militar e o paradesporto está entrando agora. O NAEEFA é bem flexível. Eu espero me organizar melhor ano ano que vem e encaixar melhor os treinos. 

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS- Qual foi a sua conquista mais significativa, para você, no esporte? 

WAGNER - Eu tive três competições oficiais. A minha primeira competição foi em março. Agora realmente sou paratleta, sou federado e rankeado. 

A competição mais importante foi a última em que participei do meeting paralímpico. Depois da primeira fase do nacional, a segunda foi bem marcante para mim. Eu fui vice-campeão brasileiro. Eu não esperava, porque estava na correria do dia-a-dia, não vinha treinando fielmente. Essa foi muito marcante para mim, para a minha associação e para a Universidade também. 

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS- O que mais te motiva hoje? 

WAGNER - A minha família, minha filha e Deus. Eu tenho uma filha com síndrome de Down, a Selena. Ela tem dois aninhos e vejo o esforço dela desde muito novinha. Ela sempre tem questões de fonoaudiologia e fisioterapia. Ela me motiva muito. A minha família é a minha base e o meu apoio. O que eu faço, os meus esforços, é pensando neles. 

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS - Quais são os seus próximos objetivos? 

WAGNER - Quero seguir na minha carreira militar, visando a evolução. Eu me orgulho muito de ser militar.

No esporte, quero me tornar um campeão e estou me preparando para o Campeonato Brasileiro, que será daqui a três semanas. É o campeonato mais importante para mim. Lá vão estar os melhores atletas do Brasil. É uma competição que vale bolsa atleta para quem ficar entre os três primeiros. É bem acirrada e um nível muito alto. 

Eu quero ser campeão e quero executar uma corrida melhor que na última. Eu sempre converso com o pessoal do NAEEFA aqui e com a minha associação: o ano que vem promete muita coisa, muitas competições. Em 2027, tem os Mundiais de Atletismo e o Parapan. Ano que vem quero treinar bem para, em 2027, eu representar Santa Maria nessas competições internacionais. 

Quem sabe, em 2028, o sonho de todo atleta que são as Paralimpíadas, que serão em Los Angeles. É o meu sonho: representar Santa Maria e Rio Grande do Sul nas Paralimpíadas de Los Angeles. 

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS- O que o atletismo é para você? 

WAGNER - O atletismo é a minha vida. O esporte é sinônimo de superação, resiliência, foco e determinação. A minha mãe me contava que quando eu era moleque, com 5 ou 6  anos, meu pai tinha uma pensão de militares. Ele alojava mais de 30 militares e eu fui criado no meio desses milicos. Nós tínhamos uma casinha lá e eu ficava nas pensões brincando. 

A minha mãe me contava que os milicos saiam para fazer atividade física. Fazer barra, flexão, correr e alongamento ali no pátio mesmo. Eu ficava no meio deles fazendo as mesmas coisas. Eu corria, fazia flexão. Os milicos suavam bastante e eu, por ser pequeno, não suava. Eu chegava no tanque, me molhava e falava: “estou todo suado”. Eu sempre estive nesse meio. E o esporte é isso, ele me traz uma versão melhor a cada dia.

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS- Para finalizar, a gente sempre deixa os entrevistados escolherem o lugar para a nossa conversa. Por que você escolheu a pista do CEFD?

WAGNER - Porque aqui é onde eu estou transformando minha vida no esporte. Eu tenho que ser grato a Deus por me apresentar às pessoas certas. Se eu estou aqui é porque tem alguém por trás disso fazendo acontecer. À professora Luciana, que é a coordenadora que me colocou aqui dentro, à minha associação que fez contato com a Universidade e fechou parceria para eu treinar. Então, nada melhor que essa pista para fazer essa entrevista. É o lugar onde eu sofro bastante com esse sol, mas é onde me supero todos os dias. E é através dessa pista que eu vou conquistar bons resultados lá fora.

A Série Enlaces entrevista pessoas ligadas à UFSM. É um especial dos 65 anos da instituição produzido pela Agência de Notícias para o site e para o Instagram.

Entrevista e texto: Jessica Mocellin, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias 
Fotos e vídeo: Paulo Baraúna, acadêmico de Desenho Industrial e bolsista da Agência de Notícias 
Edição: Maurício Dias, jornalista da Agência de Notícias

Supervisão geral: Mariana Henriques, jornalista e chefe da Agência de Notícias

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/11/05/salao-de-extensao-chega-a-20a-edicao Wed, 05 Nov 2025 18:22:32 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=71270 Foto colorida horizontal de apresentação de trabalho. Ao fundo, um universitário em pé apresenta trabalho. À frente dele, grupo de estudante sentados em classes escolares. Alguns deles estão com notebook ligado.
20º Salão de Extensão conta com apresentações orais e em formato de banner

Na 40ª edição da Jornada Acadêmica Integrada (JAI), os trabalhos realizados com a comunidade ganham espaço para apresentações no 20° Salão de Extensão, promovido pela Pró-Reitoria de Extensão (PRE), em paralelo à JAI da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).

Entre os dias 3 e 7 deste mês acontecem as apresentações em banner e as comunicações orais dos trabalhos extensionistas, dividimos em áreas temáticas. Sendo: saúde; trabalho, meio ambiente e tecnologia e produção; educação e direitos humanos; comunicação e cultura e arte. As sessões de apresentação em banner acontecem no hall e mezanino Centro de Convenções, já as sessões de apresentação oral acontecem no Centro de Ciências Rurais (CCR), no prédio 44. 

Estudantes compartilham os trabalhos durante Salão de Extensão

Na manhã desta quinta-feira (5), estudantes participaram das comunicaçãões orais das áreas de trabalho, meio ambiente e tecnologia e produção. Emily Santos Gervasio, estudante do 7º semestre de Química Industrial apresentou o trabalho "Elaboração de guia de coleta de amostras de relevância ambiental" que é “uma elaboração de um guia de amostragem de relevância ambiental, de solo e água, que mandamos ao laboratório para fazer análise de contaminantes”, destacou Emily. Este trabalho é desenvolvido no Centro SAMA, que integra o Laboratório de Análises de Resíduos de Pesticidas (LARP). Outro trabalho desenvolvido no Centro SAMA foi da acadêmica Daiane Nunes, do 4º semestre de Farmácia. Em sua primeira participação na JAI, a universitária levou o trabalho "Elaboração de cartilha de experimentos com solo para aplicação na educação básica". 

Estevão Nascimento de Matos, estudante do 5º semestre de Agronomia, participou do Salão de Extensão com o trabalho "Produtividade de cultivares de soja em ambientes de sequeiro e irrigado no Rio Grande do Sul", desenvolvido pela Equipe FieldCrops. Na apresentação, o Estevão trouxe os resultados de “dados de ambientes de sequeiro e de ambientes  de irrigado, que mostraram quanto cada cultivar produziu”, explicou. O estudante avaliou como positiva a primeira participação na JAI e destacou por despertar mais interesse pelo assunto dos trabalhos.

Além das apresentações no Salão de Extensão, a Jornada conta com apresentações do Salão de Ensino. As sessões orais deste eixo acontecem no Centro de Artes e Letras (CAL), no prédio 40. Já a mostra de banners ocorre no Centro de Convenções. As listas das apresentações estão online.  

A programação do 20º Salão de Extensão e da 40º JAI estão online.  

Texto: Milena Gubiani, estudante de Jornalismo e voluntária da Agência de Notícias

Fotos: Paulo Baraúna, estudante de Desenho Industrial e bolsista da Agência de Notícias

Edição: Maurício Dias, jornalista

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O auditório Wilson Aita, do Centro de Tecnologia da UFSM, se tornou berço do primeiro Congresso Internacional de Vítimas de Queimaduras em Tragédias na manhã desta terça-feira (2). O evento reúne, entre hoje e amanhã, 22 palestrantes divididos entre sobreviventes, pesquisadores da saúde e especialistas no tratamento de queimaduras para um momento de depoimentos, trocas de experiências e reflexão sobre os avanços no tratamento e nas políticas públicas voltadas ao acolhimento das vítimas.

Conforme Flávio José da Silva, presidente da Associação das Vítimas da Tragédia de Santa Maria (AVTSM) e organizador da ação, a ideia do congresso surgiu da carência de eventos do tipo. “Depois de ver matérias de vítimas de queimaduras e perceber que não havia um evento desse tipo, decidimos fazer um congresso que traga pessoas de diferentes locais, como do Paraguai, Argentina e Bahia, para ter esse intercâmbio de experiências”, contou.

A abertura do Congresso contou com depoimentos de políticos e da gestão da Universidade, e ainda foi marcada pela entrega da Medalha do Mérito Farroupilha à AVTSM. A honraria, concedida pelo deputado estadual Valdeci Oliveira, é a maior homenagem oferecida pela Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul.

Flávio é pai de uma das vítimas do incêndio da Boate Kiss, tragédia que causou a morte de 242 pessoas e feriu outras 636. Atualmente, está em seu terceiro mandato na associação e compartilha: “Precisamos liderar essa busca por justiça e mudança. Nossa missão é fazer com que isso não se repita mais”.

Sobreviventes compartilham relatos no Congresso

Na manhã desta terça, a palestrante Adrielle Macedo Silva, sobrevivente e vítima de queimadura, compartilhou sua trajetória e o papel que desempenhou na luta por um tratamento digno na Bahia, seu estado natal, com a conquista da distribuição gratuita de malhas compressivas — um tipo de vestuário terapêutico que exerce pressão controlada sobre a área afetada pela queimadura. “Eu busquei ajuda em várias instâncias e entrei com um processo judicial na procuradoria pública. Hoje, o Hospital Geral do Estado da Bahia oferece a malha gratuitamente para quem precisa”, revelou Adrielle.

Vinda de Goiânia (GO), a psicóloga e sobrevivente de queimadura Rhafrezzya Alves de Freitas, que palestrará no Congresso na tarde desta quarta-feira, destacou que sua fala abordará a autoaceitação e como viver após a recuperação. Ela contou que este é o primeiro evento do tipo em que participa e considerou o momento um “marco, que deveria acontecer em cada cidade com índices altos de queimaduras”. A psicóloga acrescentou ainda: “O Estado precisa saber que existimos. Se ficarmos escondidos, eles não vão saber nossas necessidades”.

Atualmente, Rhafrezzya oferece apoio psicológico para mulheres dependentes químicas e vítimas de queimaduras. “Há 15 anos eu dedico minha vida a isso. Eu percebi que existiam pessoas em sofrimento invisivelmente. Não costumo encontrar sobreviventes de queimaduras nos lugares. Sinto que os corpos de queimados não ocupam espaços. Eu vi a psicologia como um caminho de acesso a essas pessoas e uma forma de conquistar o nosso espaço”, pontuou.

Além de Adrielle e Rhafrezzya, o palestrante Delvani Rosso, sobrevivente da Boate Kiss e integrante da AVTSM, também esteve presente. Delvani, que participará de uma mesa-redonda na tarde desta terça-feira, enxerga o Congresso como uma oportunidade de ressignificação. “Vejo essa troca de experiências como algo positivo. Receber pessoas, não só daqui, mas de outros lugares, com histórias similares, ajuda a entender como eles conseguiram ressignificar o que sofreram. Eu vivi muitos anos de forma revoltada com a vida até buscar ajuda. Busquei ressignificar as dores e os traumas. Hoje eu faço palestras e trabalho com desenvolvimento pessoal e comunicação”, compartilhou.

Fotografia horizontal. Mostra duas mulheres que sorriem. À esquerda Adrielle Macedo, uma mulher com cabelos pretos, curtos e lisos. Ela veste uma blusa que diz “Associação Nacional dos Amigos e Vítimas de Queimaduras”. Ela olha para a câmera. À direita está Rhafrezzya Alves, uma mulher loira, com cabelos lisos e longos. Ela usa um vestido azul e branco longo, com alças finas.
Adrielle Macedo (à esquerda) e Rhafrezzya Alves (à direita) são palestrantes no Congresso
Fotografia horizontal. Mostra um homem que olha para a câmera. É Delvani Rosso, um homem alto, calvo, com óculos com armação redonda. Ele veste uma camisa preta lisa. Ao fundo está a sala onde o congresso.
Delvani Rosso, sobrevivente da Boate Kiss palestrará na tarde desta terça-feira (2)

Autoridades prestigiaram a ocasião

[caption id="attachment_70374" align="alignleft" width="506"]Fotografia horizontal, Mostra uma mesa grande com cinco pessoas. Mais à esquerda está Edson Roberto, um homem de cabelos pretos e curtos, que veste roupa social. Ao lado direito dele está Valdeci Oliveira, vestindo um paletó azul, uma camisa branca e uma calça de alfaiataria da mesma cor do paletó. À direita de Valdeci está Flávio José da Silva. Ele veste uma camisa preta e calça jeans escura. À sua direita está Martha Adaime que veste um blazer verde limão e uma blusa bege. Ao lado direito de Martha está Marina Callegaro, que está com o cabelo preso e veste uma blusa preta. Autoridades governamentais e gestão da UFSM estiveram presentes na abertura do evento[/caption]

O superintendente do Hospital Universitário de Santa Maria, Humberto Palma, participou da abertura oficial do Congresso e destacou o valor da inovação e da reflexão trazidas pela iniciativa. “Esse evento é feito para trazer reflexões e técnicas. Um dos pontos relevantes que temos que debater é a necessidade de descentralizar as unidades de tratamento de queimados. Outro ponto relevante é a importância das equipes multiprofissionais, além do investimento em técnicas acessíveis a todos que precisarem”, frisou o médico.

Também esteve presente a vice-reitora da UFSM, Martha Adaime, que comentou sobre o valor das trocas de experiências proporcionadas pelo Congresso. “Essas reflexões precisam ser discutidas, repassadas e investigadas diante do que deveria ter sido feito de diferente. A falta de centro de referência em queimaduras na época levantou a necessidade dessas reflexões. Muito se tem a falar e aprender nesses dois dias de evento”, finalizou.

Além de Humberto e Martha, estiveram presentes o deputado estadual Valdeci Oliveira, o secretário adjunto de Resiliência Climática e Relações Comunitárias de Santa Maria, Edson Roberto das Neves Junior, e a vereadora Marina Callegaro.

O futuro e a programação do Congresso

Promovido pela AVTSM, com apoio da Associação do Ministério Público do Rio Grande do Sul (AMP/RS), o Congresso está em fase experimental. O presidente Flávio Silva conta que a expectativa é realizar o evento anualmente e abordar temáticas diferentes. “Estamos pensando em uma segunda fase que também vai contemplar estratégias de prevenção de incêndios”, contou.

O Congresso segue na tarde desta terça-feira (2) e durante a quarta-feira (3). A programação detalhada pode ser conferida abaixo:

Terça-feira (2)

Tarde:
13h50min – Retomada das atividades
14h – Mesa-redonda: Dra. Kelly Daniele de Araújo, Dr. Cristiano Frank e Ariane Lopes
16h – Coffee Break
16h30min – Mesa-redonda: Prof. Marcos Fuhr, Rosa Serafim e Delvani Rosso
18h – Encerramento do primeiro dia

Quarta-feira (3)

Manhã:
8h50 – 55BET Pro Brasil – Site Oficial de Apostas Online das atividades
9h – Mesa-redonda: Carmen Lúcia Hartman e Cláudia Davidovich Nunez
10h – Coffee Break
10h30min – Dr. Jorge Cavagna e Dr. Eduardo Chem
12h – Intervalo para almoço

Tarde:
13h50 – Retomada das atividades
14h – Mesa-redonda: Ana Paula Rodrigues, Rhafrezzya de Freitas, Maike dos Santos e Daniel Moraes
16h – Coffee Break
16h30min – Mesa-redonda: Felipe Palácios, Maria Estela de Palácios, Gabriel Rovadoschi e Liane Righi
18h – Encerramento do Congresso

Informes e outros avisos relacionados ao Congresso podem ser acompanhados pelo Instagram da AVTSM.

Texto: Pedro Moro, estudante de Jornalismo e bolsista na Agência de Notícias
Fotos: Jessica Mocellin, estudante de Jornalismo e bolsista na Agência de Notícias
Edição: Mariana Henriques, jornalista

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A Universidade Federal de Santa Maria, por meio da Pró-Reitoria de Extensão UFSM, através da Coordenadoria de Cultura e Arte, promove, neste domingo, 24 de Agosto, o Viva o 55BET Pro  do Patrimônio Cultural. O evento integra as ações da universidade em alusão ao Dia Estadual do Patrimônio Cultural, as atividades são abertas a toda comunidade e acontecem das 15h às 19h.

O Viva o 55BET Pro busca incentivar a participação cultural e artística da comunidade, promovendo a conscientização e o cuidado com o Meio Ambiente ao trazer a sociedade para o campus da Instituição. Realizado desde 2014, a ação tem ganhado espaço na agenda de Santa Maria, ressaltando as habilidades e as experiências movimentadas pela UFSM nas diversas áreas de atuação institucional.

A edição de 2025 contará com a presença dos parceiros do VC: da Polifeira do Agricultor; Sessões no Planetário abertas ao público; e do mais novo parceiro o LabCuni que oferece uma experiência única realizando o piquenique com os coelhos, da Mostra de Morfologia, do Projeto Hangar e de atividades no Jardim Botânico.

Confira a programação:

Atividades Parceiros VC:
Jardim Botânico 

15h às 18h

Visita livre ao telhado verde

Reinauguração do novo jardim sensorial com visitas livres

Exposição de animais taxidermizados

Horta mandala

Planetário

Sessões de Cúpula

15h - Da Terra ao Universo
16h - O Mundo Virtual de Arthur + As Aventuras de Zito
17h - Estrelas dos Faraós

Piquenique com o Coelho

15h às 18h

Local: Largo do Planetário

Interação com os coelhos do LabCuni

Mostra Morfo

Exposição da Morfologia
15h às 18h
Prédio 19

Projeto Hangar Aeroespacial
15h-18h: 

* Apresentações gerais

* Simulador de voo

* ⁠15:30 - Oficina de minifoguetes

Local: Prédio H (Em frente ao INRI e do lado do GPMOT, final da rua do INPE)

Presença da Polifeira do Agricultor 

Local: Largo do Planetário

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Neste semestre, a professora Andrea Schwertner Charão, do Departamento de Linguagens e Sistemas de Computação (DLSC), ministrou pela primeira vez a disciplina Práticas Extensionistas na Educação em Computação, uma iniciativa que integra ensino, pesquisa e extensão. Criada no contexto da reestruturação curricular do Centro de Tecnologia (CT), ocorrida em 2023, a disciplina tem como objetivo ampliar a compreensão dos estudantes sobre o papel da extensão universitária e seu impacto na sociedade.

Uma disciplina que conecta teoria e prática

Destinada a cursos da área de Computação, a disciplina aborda desde os fundamentos da extensão universitária até os desafios da Educação em Computação, incluindo metodologias para planejar e avaliar ações extensionistas. Além da carga horária teórica, os estudantes desenvolvem projetos práticos em colaboração com diferentes setores da sociedade, aplicando conhecimentos da Computação em contextos reais.

A turma pioneira foi composta principalmente por estudantes do 3º semestre do curso de Ciência da Computação, que ingressaram no novo Projeto Pedagógico de Curso (PPC). A nova estrutura curricular exige o cumprimento de uma carga horária mínima de extensão, permitindo que os alunos escolham entre projetos ou disciplinas extensionistas. Recentemente, a disciplina também foi aprovada para o curso de Sistemas de Informação e será ofertada novamente no próximo semestre.

Projetos que transformam realidades

Após uma fase exploratória, a turma se dividiu em três grupos, atuando em diferentes contextos:

Grupo 1 — Organização e bem-estar universitário
O grupo promoveu um encontro voltado a estudantes para discutir desenvolvimento pessoal e acadêmico. Intitulado Planejação, o evento foi realizado em 11 de junho e contou com a participação do psicólogo Renato Favarin (CAED/UFSM). A atividade incluiu dicas de organização, gestão do tempo e estratégias para reduzir a sobrecarga. Convidados e participantes compartilharam experiências e construíram coletivamente sugestões para uma vida universitária mais equilibrada.

Grupo 2 — BNCC Computação: atividades desplugadas para professores
Em parceria com o Núcleo de Tecnologia Educacional Municipal (NTEM/SMEd), o grupo desenvolveu atividades lúdicas e sem uso de computadores para apoiar a implementação do componente Computação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) na rede municipal de ensino. O objetivo foi capacitar professores da Educação Básica em pensamento computacional, contribuindo para enfrentar os desafios da aplicação da BNCC de Computação, publicada em 2022 e cuja implementação teve início em 2024.

Grupo 3 — Soluções tecnológicas para o Jardim Botânico da UFSM
O grupo criou um sistema de agendamento automatizado para visitas ao Jardim Botânico da UFSM, com o objetivo de reduzir a demanda manual da equipe. A solução foi validada pela direção do Jardim e será implementada gradualmente. Além disso, os estudantes desenvolveram uma visita virtual com visão 360º de pontos de interesse do espaço, um protótipo de visita guiada por GPS com mapa e bússola do smartphone, e uma extensão de aplicativo web com informações detalhadas sobre as espécies do acervo, acessíveis por QR Code nas placas identificadoras.

Psicólogo Renato Favarin (à esquerda) e prof. Andrea (ao centro) com estudantes do grupo 1, Mariana, Laura e André
Francisco, Daniel, Guilherme, João Vitor e Miguel, membros do grupo, em exposição ao NTEM/SMEd
Placas desenvolvidas pelo grupo 3 prestes a serem instaladas no Jardim Botânico

Extensão como formação integral

Para a professora Andrea, a disciplina funcionou como uma “incubadora de projetos extensionistas”, demonstrando que a extensão vai além da exigência curricular: “Muitos estudantes expressam preocupação com a carga horária de extensão, mas a experiência da turma mostrou que ela oferece oportunidades únicas de aprendizado e impacto social. A extensão forma profissionais mais completos, capazes de dialogar com diferentes áreas e públicos.”

 

Subdivisão de Comunicação do CT

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/05/26/projeto-da-ufsm-realiza-oficina-de-escrita-criativa-em-escola-da-cohab-fernando-ferrari Mon, 26 May 2025 23:48:30 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=69272 O Colégio Estadual Professora Edna May Cardoso vai receber uma oficina de escrita criativa nos dois próximos sábados (dias 31 de maio e 7 de junho), das 9h30min às 12h30min. Os participantes vão brincar com a escrita a partir de jogos com letras, vocabulário e gramática, tendo como intuito potencializar a produção de pequenos contos, crônicas e poesia. As atividades desafiam cada um à sua medida, criando um espaço para expressar e explorar a criatividade literária. Destinada para maiores de 16 anos, a oficina é promovida pelo projeto de extensão “Oficinas de escrita criativa”, coordenado pela professora Maria Clara da Silva Ramos Carneiro, do Departamento de Letras Estrangeiras Modernas da UFSM. Os interessados em participar da oficina podem se inscrever pelo WhatsApp (55) 9.9941-0105 ou pelo e-mail oficinasdeescrita@55bet-pro.com.]]> UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/02/07/projeto-de-extensao-em-musica-esta-com-inscricoes-abertas-para-quatro-oficinas Fri, 07 Feb 2025 19:49:14 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=68246 formulário on-line.]]> UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2024/12/02/equipe-phenoglad-da-ufsm-promove-oficina-de-arte-flores-em-santa-margarida-do-sul Mon, 02 Dec 2024 13:03:49 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=67817
 

Na última sexta-feira (29), a Equipe Phenoglad e o Projeto Flores para Todos realizaram Oficina de Arte Floral no município de Santa Margarida do Sul, na região da Campanha Gaúcha. A atividade aconteceu no espaço da Emater/RS-Ascar no Parque da 25ª Expofeira Agropecuária do município e fez parte da entrega de Resultados da 14ª fase do projeto.

A oficina trouxe técnicas internacionais de arte floral para que os agricultores familiares possam incrementar o lucro com a produção de flores. Além das famílias rurais, escolas participaram das oficinas e de outras atividades do Projeto Flores para Todos, o que contribui para a inclusão social.

A Equipe Phenoglad e o projeto Flores para Todos são coordenados pelos professores Nereu Augusto Streck e Lilian Osmari Uhlmann, do Departamento de Fitotecnia do Centro de Ciências Rurais. A oficina teve o apoio da Emater/RS-Ascar de Santa Margarida do Sul.

 
 
 
 
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Na última sexta-feira (29 de novembro), ocorreu nos espaço Collab da Incubadora Pulsar-UFSM, o II SIPRA. O evento comemorou os 50 anos de funcionamento do PPGZ e contou com a presença de das autoridades da Universidade como o magnífico Reitor, Prof. Luciano Schuch, Pró-reitora de Pós-graduação e Pesquisa, Profa. Cristina Nogueira, Pró-reitor de Planejamento, Professor Rafael Lazzari e Vice-diretora do Centro de Ciencias Rurais, profa. Fernanda Flores Vogel. O professor aposentado do Departamento de Zootecnia da UFSM, Prof. Paulo Roberto Pires Figueiró, falou sobre os "50 anos do Programa de Pós-graduação em Zootecnia (PPGZ-UFSM)" e a professora Profa. Vanessa Peripolli do IFC/CAPES, abordou o "Processo de avaliação CAPES e particularidades dos programas profissionais". Durante a tarde, os grupos de pesquisa apresentaram trabalhos que vem sendo desenvolvidos atualmente. Os capítulos podem ser acessados através do link: http://www.meridapublishers.com/sipra2/.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2024/11/29/juntos-pela-politica-ambiental Fri, 29 Nov 2024 15:08:15 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=67759

A discussão da minuta da Política Ambiental da Universidade Federal de Santa Maria será a pauta da audiência pública agendada para o dia 6 de dezembro, sexta-feira da próxima semana, às 9h. A audiência terá formato híbrido, presencialmente no auditório Wilson Aita, no Prédio 7C, anexo C do Centro de Tecnologia, e pelo YouTube da instituição.

A Política Ambiental deve expressar, em seu texto, o compromisso da instituição com a sustentabilidade socioambiental. A construção é coletiva e democrática, de modo a refletir as demandas e expectativas da sociedade em relação à pauta ambiental.

A Pró-Reitoria de Planejamento (Proplan) é a responsável pela audiência “Juntos pela Política Ambiental” e pelo encaminhamento do documento final. Já a construção da política envolve o Comitê Ambiental, o Programa Socioambiental e todas as entidades representativas das três categorias - estudantes, técnico-administrativos e professores.Compõem o grupo de entidades o Diretório Central dos Estudantes (DCE), a Associação de Pós-Graduandos (APG), a Associação dos Servidores da UFSM (Assufsm), a Seção Sindical dos Técnicos de Nível Superior (Atens), a Seção Sindical dos Docentes da UFSM (Sedufsm) e a Associação dos Professores Universitários de Santa Maria (Apusm). 

 

Plenária e participações online

Antes da audiência, as contribuições das comunidades acadêmica e externa foram colhidas de duas formas: em plenária organizada pelas entidades representativas e pela Plataforma Participa Mais Brasil. A plenária ocorreu no dia 14 deste mês com participação dos três segmentos. Ao todo, a comissão reuniu 25 contribuições do setor público e de pessoas físicas.

A partir dessas colaborações, a UFSM e as entidades representativas selecionam os tópicos para composição da minuta. A reunião pré-audiência será nesta sexta (29) na Proplan.

 

Dinâmica da audiência "Juntos pela Política Ambiental"

No dia 6 pela manhã, a proposta do documento da Política Ambiental será apresentada pela Proplan. Após, haverá espaço para debate, sugestões e esclarecimentos com especialistas da área. A participação da comunidade é fundamental para consolidação de uma política ambiental inclusiva, eficiente e alinhada com os desafios socioambientais contemporâneos.

 

Como participar da audiência

Presencialmente: Auditório Wilson Aita (Prédio 7C) no dia 6 de dezembro (sexta) às 9h

Online: Pelo seguinte endereço no YouTube: http://www.youtube.com/live/qiFEgGt7_-E - os interessados podem se inscrever para receber notificações.

 

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Espetáculo contou com integração de teatro, dança e música

Na noite desta quinta-feira (21), a Associação Orquestrando Arte realizou a apresentação “Fazendo Arte, Orquestrando a Festa” no Centro de Convenções da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), para comemorar os 10 anos da entidade.

O espetáculo integrou teatro, música, canto coral e dança para representar a elaboração de uma festa surpresa de aniversário para a Orquestrando Arte. A apresentação mostrou ao público o que é desenvolvido pela associação, como a oferta das oficinas. Ao final, a orquestra tocou o tradicional parabéns de aniversário e foi lançada a campanha para criação da sede própria da entidade.

Para “Fazendo Arte, Orquestrando a Festa”, o teatro destacou os preparativos de uma festa. As demais artes, participaram das comemorações. Assim, os integrantes das oficinas prepararam temáticas semelhantes, que pudessem ajudar a composição do espetáculo com 110 pessoas no palco. 

Mírian de Agostini Machado, assistente social e gestora da Orquestrando Arte explica que a escolha do tema é uma forma de celebrar a primeira década de atividades da associação. “É o momento de agradecer a comunidade que nos apoia, de comemorar que estamos juntos aqui e das pessoas que passaram pela associação, e, também, de vermos os frutos plantados durante esse tempo”.

 

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Bandeira do Orquestrando Arte foi agitada durante a apresentação no Centro de Convenções

Percepções dos artistas

 

Os irmãos Manuela, 16 anos, e Marcos, 12 anos, estão Orquestrando Arte desde 2022 e participaram do espetáculo como percussionistas. Manuela, que tocou na apresentação do ano passado, compara as duas: “foi uma experiência muito legal por conseguir perceber os dois universos de cada espetáculo e o quanto consegui evoluir”. Eles revelam que a preparação para o espetáculo começa no início do ano, com aulas nas quintas e sextas, além de ensino com a orquestra nos sábados. Ainda destacam a escolha das músicas para decidir o que passar ao público que assiste a apresentação.

Savine, 16 anos, está na associação há um ano e dançou no espetáculo deste ano e ajudou na organização. “Foi uma experiência ótima. As pessoas são acolhedoras. É uma grande família”.

Quem participa do programa, mas não se apresentou também gostou muito de acompanhar o espetáculo, como a Elisa, 8 anos, que toca piano e considerou o espetáculo muito legal. 

Final do espetáculo reuniu os 110 participantes no palco

Conheça o programa Orquestrando Arte

 

A Associação Orquestrando Arte é uma entidade beneficente, sem fins lucrativos, com o objetivo de promover a assistência social, educacional e cultural a crianças, adolescentes e jovens de Santa Maria. A entidade desenvolve o Programa Orquestrando Arte - Incubadora Sociocultural, que tem cunho socioeducativo com atividades no contraturno escolar. O programa oferece um espaço de prevenção, proteção e fortalecimento de vínculos familiares e comunitários, além de ser um espaço de promoção da arte e da cultura.

O Orquestrando Arte desenvolve, desde 2014, oficinas de música, dança, teatro e apoio pedagógico para crianças e adolescentes, além de oficinas de costura criativa, crochê e canto coral para adultos a partir dos 15 anos.

Mírian explica como é a atuação: “O programa sociocultural visa, através da música, da arte, da dança e do teatro, fortalecer o vínculo com as crianças, adolescentes e jovens. É uma ferramenta de trabalho que utilizamos para inclusão social e acesso à cultura e à arte, com viés social de garantir direitos”. A assistente social complementa que proposta promove "um espaço de conhecimento e gera novas descobertas e oportunidades para as pessoas”.

O programa também conta com apoio pedagógico para reforço do desempenho escolar, visto que para participar é necessário frequentar a escola.

“Fazendo Arte, Orquestrando a Festa” contou com teatro ...
...números de dança ...
... e apresentação da orquestra

Parceria com a UFSM

 

A sede da associação está localizada no Complexo Multicultural Antiga Reitoria, no centro de Santa Maria. O Orquestrando Arte é um campo da extensão, a partir de estágios curriculares e extracurriculares, e da pesquisa, por meio de estudos acadêmicos. Essa troca solidifica o trabalho das instituições e auxilia na visibilidade de ambas, sendo que elas têm o viés de trabalhar para e em prol da comunidade, como argumenta a gestora da entidade. 

 

Voluntariado no programa

 

Para a realização das atividades, o Orquestrando Arte conta com professores voluntários, que são estudantes ou egressos nas áreas das oficinas oferecidas e voluntários que contribuem com o brechó ou com a doação de alimentos para a preparação do lanche aos participantes do programa.

Quem deseja participar das oficinas ou auxiliar nas atividades pode conferir a disponibilidade na sede da entidade, no quarto andar da Antiga Reitoria da UFSM, e conferir mais no perfil no Instagram @orquestrandoarte

Quem deseja auxiliar na construção da sede própria da instituição pode fazer doações pela chave pix orquestrandoarte@gmail.com.

 

 

Texto: Milena Gubiani, estudante de jornalismo e estagiária da Agência de Notícias

Fotos: Gustavo Damascena, estudante de produção editorial e bolsista da Agência de Notícias

Edição: Maurício Dias

 

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2024/10/29/comunidade-externa-avalia-a-imagem-e-reputacao-da-ufsm Tue, 29 Oct 2024 13:57:26 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=67434 [caption id="attachment_67436" align="alignright" width="624"] Pesquisa avaliou diferentes aspectos da UFSM[/caption]

Qualidade, conhecimento, oportunidade, educação e inovação: essas são algumas das palavras que evidenciam a imagem que a Universidade tem para a comunidade externa. Uma pesquisa, realizada entre novembro de 2023 e março de 2024, com a população sem vínculo com a UFSM, teve como objetivo reunir dados que identifiquem como essas pessoas veem a Instituição. Como nota geral, a UFSM recebeu 8,46. 

Estruturada a partir de uma colaboração entre a Comissão Própria de Avaliação (CPA) e o professor Leander Luiz Klein, pesquisador do Centro de Ciências Sociais e Humanas (CCSH), a pesquisa obteve 1.881 resultados, com diferentes perfis de respondentes. Além disso, o questionário foi realizado com a comunidade externa de Santa Maria, Cachoeira do Sul, Frederico Westphalen e Palmeiras das Missões, onde ficam os outros campi da Universidade. 

“O perfil dos respondentes teve uma grande maioria que se classificou como brancos, mas a gente conseguiu abranger, também, a opinião de pessoas de outras cores. Também tivemos resposta de diversas classes sociais e níveis de escolaridade. Então, eu acredito que a gente conseguiu abranger a opinião de diferentes públicos”, comenta Leander.

Silvana Bortoluzzi Balconi, da Coordenadoria de Planejamento e Avaliação Institucional, responsável pela apresentação dos resultados, evidencia a importância dessa pesquisa tanto para a UFSM, quanto para comunidade externa. “É importante para que a Universidade possa ter esse retorno da comunidade e possa ver os pontos que precisam ser feitas melhorias. É também importante para comunidade [externa] para que ela perceba que a gente se importa com o que ela pensa e a opinião dela”, relata.

Metodologia

O professor Leander explica que a metodologia utilizada é conhecida como “Survey”, ou seja, foi elaborado um questionário com 33 perguntas, pensadas de acordo com o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI). Cada uma delas poderia ser avaliada em uma escala de 1 a 5, sendo 1 discorda totalmente e 5 concorda totalmente. As questões estavam divididas em 6 dimensões, sendo elas: imagem, reputação, qualidade, responsabilidade ambiental, inovação e responsabilidade social. 

Além das perguntas específicas, no questionário também constava questões mais gerais a respeito do perfil de quem estava respondendo, como em qual cidade pertence, faixa etária, escolaridade, raça, gênero e classe social. A pesquisa também quis saber como os respondentes obtinham informações sobre a Universidade.   

Na primeira semana de novembro o questionário foi disponibilizado de forma online, através dos sites da UFSM, que ficou disponível até a primeira semana de janeiro. Após esse período foram selecionados 10 bolsistas para realizar a pesquisa de forma presencial tanto em Santa Maria quanto nas outras cidades. A coleta de dados se encerrou na primeira semana de março, quando os alunos retornaram às aulas.

Resultados

Com nota de 8,46 os resultados mostram o reconhecimento de um bom trabalho realizado pela UFSM. Uma das perguntas que demonstra isso é que 85% afirmaram ter muito orgulho da Universidade estar na sua cidade. Outro fator é que 72% dos respondentes concordam com a afirmação: “vejo a UFSM como agente central da inovação no contexto local e regional”

Silvana destaca também que saber como a comunidade externa recebe as informações da Universidade é importante para que a comunicação com essa população seja realizada da melhor forma. “Sabemos que, de forma geral, o Instagram é onde a população mais se informa sobre a UFSM [47%]. Além disso, também podemos ver esse dado com base na faixa etária. Por exemplo, os adolescentes se informam mais pelo Instagram [69%], mas o pessoal de 42-47 se informa mais pelo nosso site [44%]”, explica.

Os resultados também mostram que 75,16% visitam eventualmente o campus da Universidade da sua região. E 38% vão à UFSM para atividades de lazer. Além disso, 52,86% dos respondentes afirmam ter amigos ou familiares estudando na Instituição.

Os resultados completos podem ser encontrados no site.

Próximos passos

De acordo com Silvana, agora que os resultados foram apresentados para as pró-reitorias, o próximo passo é que elas possam avaliar e ver o que precisa e pode ser melhorado. Um dos pontos, por exemplo, é como tornar as ações de inovação realizadas na UFSM mais conhecidas da comunidade em geral.

Ela também conta que a intenção é que a pesquisa seja realizada mais vezes, com ajustes que precisam ser feitos. “A ideia agora é que a gente veja o que precisa ser melhorado no questionário e daqui uns dois anos possa aplicar ele novamente”, conta. 

Texto: Gabriel Escobar, estudante de jornalismo e bolsista da Agência de Notícias
Edição: Mariana Henriques, jornalista

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Amparados pela lei 13006 de 2014, que prevê a exibição obrigatória de filmes, por, no mínimo, 2 horas, como parte da estrutura curricular da formação de jovens e adolescentes, o projeto “Quarta Colônia em cine: Professores, Cinema e Escola” busca proporcionar aos alunos a experiência de desfrutar do cinema nacional em um ambiente escolar. 

A ação atualmente atende escolas de Santa Maria e Dona Francisca, na Quarta Colônia. A coordenadora do projeto, professora Valeska Fortes de Oliveira, conta que o convite para a implementação dessa lei partiu da Secretaria de Educação de Santa Maria, que auxiliou na logística de transporte dos professores até o município de Dona Francisca, localizada a aproximadamente uma hora de distância. 

A professora-coordenadora ressalta, também, que esse trabalho ocorre em diversas cidades da região: “Nunca deixamos nossas escolas de Santa Maria desatendidas. A Escola Municipal Sérgio Lopes está com projetos de cinema na escola, com crianças e jovens, já há 7 anos. Realizamos uma Mostra das produções dos professores na Casa Círculo com apoio da PRE”. Além disso, Valeska menciona que Silveira Martins é um dos municípios do Território Imembuy que irá receber a ação nas escolas.

[caption id="attachment_10637" align="alignleft" width="256"] Alunos durante oficina promovida pelo projeto[/caption]

      A ideia da ação é atender crianças do primeiro ao nono ano que estejam em situação de vulnerabilidade social e em processo     de recomposição de aprendizagem. Para isso, todas as sextas-feiras, ocorrem, nas escolas onde a iniciativa atua, oficinas de   formação com ateliês de exibição, produção e coleta de imagens, além de pequenas produções cinematográficas sob o olhar das   crianças e jovens. Você pode prestigiar a exposição de tais obras durante a JAI MIRIM, que acontece no 55BET Pro Sede da   Universidade Federal de Santa Maria, no dia 27 de novembro.

 


Texto: Myreya Antunes, da Subdivisão de Divulgação e Eventos da PRE

Revisão: Catharina Viegas de Carvalho, da Subdivisão de Divulgação e Eventos da PRE.

Imagens: Acervo do Projeto Quarta Colônia em Cine



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A horta prisional da Penitenciária Estadual de Santa Maria (PESM) é um projeto desenvolvido a partir de um convênio entre a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), por meio do Observatório de Direitos Humanos (ODH) da Pró-reitoria de Extensão (PRE), e a Superintendência Estadual dos Serviços Penitenciários (SUSEPE). A implantação do projeto, via edital do ODH, iniciou em 21 de julho de 2022 (preparo do solo) e o plantio no início de outubro. As culturas presentes na horta foram produzidas inicialmente a partir de mudas doadas pela empresa INGAL Agrotecnologia e hoje são fornecidas com verbas públicas (por meio do Fundo Penitenciário Estadual) pelo Viveiro Monte Verde, de Itaara, e os produtos são destinados para entidades sociais e escolas municipais.

O Viveiro é fruto de uma sociedade composta pelos irmãos Moisés, Giovani e Erasmo, da família Pozzobom. Moisés Pozzobom relatou que eles têm colaborado com algumas hortas, como a horta agroecológica comunitária Neide Vaz, Zilda Arns e Cipriano da Rocha. De acordo com o sócio, muitas mudas já foram doadas para a PESM, e, recentemente, as plantas passaram a ser adquiridas a partir de um recurso público.

De acordo com Giovani Pozzobom, também um dos sócios do Viveiro, o foco da produção é nas hortaliças; como alfaces de todo tipo, beterraba, repolho, brócolis, couve-flor, tomate, pimentão, berinjela e pepino. Na época de setembro a novembro, aproximadamente, também são produzidas mudas de melancias. As culturas podem levar de 24 a 72 horas para germinar em berços de mudas e depois, ficam de 25 a 60 dias na estufa.

As mudas cultivadas no viveiro destinadas a PESM são plantadas e recebem cuidados de três trabalhadores detentos, que são contemplados com remissão de pena: a cada três dias de trabalho, um é reduzido da sentença. Luis*, Marcos* e André* passam seus dias, de segunda a sexta-feira, dedicando-se à horta prisional.

[caption id="attachment_66423" align="alignright" width="450"] Diferentes culturas são produzidas no local[/caption]

A horta está estabelecida em uma área de 1.690 m² distribuídos em 11 canteiros no perímetro interno da penitenciária. O local é bem arejado e ensolarado, que hoje é propício para o cultivo das múltiplas culturas presentes: alface, tempero verde, manjericão, alecrim, repolho, couve, pimentão, pimenta, radite, rúcula, feijão de porco, soja, crotalária, plantas fitoterápicas e condimentares, etc. “Essa área estava em desuso e com condições de solo inapropriadas para o cultivo, no entanto, após as correções, preparo do solo e plantio de mudas de hortaliças diversificadas em sistema agroecológico, a produção hoje está em um nível adequado”, colocou o Coordenador do projeto, Juarez Felisberto.

Segundo Felisberto, o projeto surgiu a partir de um pedido da PESM realizado para a PRE em decorrência da necessidade de promoção de atividades de horticultura no local. A coordenadora técnica regional da PESM, Adriana Rosa, contou que a horta foi idealizada pela Gestão da Delegacia Penitenciária e Direção da PESM, com apoio do antigo Chefe do Observatório dos Direitos Humanos (ODH) da UFSM, Victor De Carli Lopes, e implantado pelo Técnico Administrativo em Educação Juarez Felisberto.

De acordo com Adriana, o objetivo da horta, além do aproveitamento do espaço,  é contribuir e incentivar o consumo de alimentos saudáveis e capacitar os presos trabalhadores. “A doação para instituições da cidade é muito valorizada pelos trabalhadores presos, por saberem que pelo trabalho deles diversas pessoas serão beneficiadas.”, apontou ela.

Conforme o agente penitenciário responsável pela horta, Silvio Bigo, os apenados que são direcionados para trabalhar na horta passam por um processo seletivo criterioso. Em primeiro lugar, devem apresentar um perfil com experiências prévias e interesse pelo manejo com a terra. Em segundo lugar, passam por uma avaliação psicológica para averiguar se estão em condições de interagir com a comunidade. Por fim, passam por uma avaliação no setor técnico onde também são considerados critérios de idade, tempo de experiência, disciplina e segurança.

Luis, responsável pela adubação e preparo da terra, contou que se interessou pelo projeto pois tinha uma horta em casa, onde passava seu tempo livre. “É uma terapia e faz bem mesmo para a saúde”, afirmou ele.

Marcos relatou sobre a sensação de liberdade que tem ao sair para o pátio e trabalhar na horta. “Para nós é muito bom sair da cela e sentir as estações aqui fora”, disse um dos encarregados pela horta.

Já André comentou que uma das dificuldades que eles têm no serviço é para conseguir matéria orgânica. Ele é responsável pela compostagem, parte essencial da horta e que exige uma certa quantidade de resíduos para formular o composto orgânico. Essa etapa do processo é coordenada pelo ambientalista Homero Boucinha e conta com uma composteira de tijolos e um galpão de armazenamento dos materiais.

Marcos se sente muito contente com os projetos que vêm sendo realizados na PESM em parceria com a UFSM. De acordo com ele, a oficina de literatura é outro escape durante o cumprimento da pena. O detento pôde ler 13 livros e escrever duas poesias no último ano.

O idealizador do projeto, Juarez Felisberto, Servidor do Departamento de Zootecnia da UFSM, relatou que os próximos passos da parceria são a implantação da piscicultura e a produção de cuias a partir do cultivo de porongos. Além disso, a partir do próximo semestre, serão preparados cursos de capacitação para os detentos que trabalham na horta.

Além do apoio institucional da UFSM, pela Pró-Reitoria de Infraestrutura,  Departamento de Zootecnia, Colégio Politécnico - Setores de Máquinas Agrícolas, Horticultura e Usina de Etanol, Museu de Solos, Departamento de Fitotecnia e Laboratório de Engenharia do Meio Ambiente - LEMA, o projeto ainda contou com muito apoio externo. As instituições que forneceram suporte são: COMSEA-SM (Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional), Secretaria do Município de Desenvolvimento Rural, INGAL Agrotecnologia, Pinhal Indústria e Comércio Ltda, Redemac Camobi.

 

*Para preservar a identidade dos apenados, utilizamos nomes fictícios.

 

Texto e fotos: Isadora Pellegrini, Bolsista de Comunicação da Pró-Reitoria de Extensão

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A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) está atuando em diferentes frentes de extensão para apoiar a reconstrução do município de Agudo (RS). As ações fazem parte da chamada humanitária “Reconstrução RS” e do programa UFSM Solidária e Cidadã, com o objetivo de ajudar comunidades atingidas pelo desastre climático no estado. Em Agudo, as frentes de trabalho incluem ações na saúde, educação e agricultura.

Localizado há cerca de 60 km de Santa Maria, Agudo possui cerca de 16 mil habitantes e fica em uma área marcada pela presença de morros e encostas. Com as fortes e enchentes, foram registrados danos em áreas de plantação, estradas e pontes, além de deslizamento de terras, erosão do solo e o agravamento do processo de assoreamento dos rios. A primeira visita de equipes da UFSM ao município foi realizada no mês de junho, quando foram identificadas as principais demandas da comunidade.

De acordo com o professor do departamento de Educação Agrícola e Extensão Rural da UFSM, Vanderlei Franck Thies, em relação à parte de agricultura, a intenção é realizar análise para compreender as melhores alternativas para a recuperação dos solos em propriedades rurais. Segundo ele, a dimensão do desastre impõe desafios práticos e em termos de pesquisa para a área, principalmente considerando o contexto de mudanças climáticas. As ações de recuperação dos solos estão sendo realizadas em parceria com a Emater RS/Ascar.

Projeto Acolher: ateliês em escolas

Nas áreas de educação e saúde, as equipes da UFSM vão ajudar na criação de ateliês em quatro escolas municipais localizadas nas áreas mais afetadas pelas chuvas. A ação está sendo coordenada pela professora do departamento de Administração Escolar, Maria Eliza Rosa Gama, e pela professora do departamento de Enfermagem, Rosangela Marion Da Silva. O objetivo é realizar atividades que promovam o bem-estar emocional, a troca de experiências e o cuidado mútuo entre estudantes, professores e funcionários.

As atividades estão marcadas para começar em agosto, envolvendo diferentes grupos de voluntários formados por professores, estudantes da graduação e pós-graduação do Centro de Educação, Centro de Ciências da Saúde e do Centro de Artes e Letras. Entre os temas a serem abordados nos ateliês estão promoção da saúde, artes visuais, teatro e arte e terapia. As instituições que receberão os grupos são as escolas municipais (Emefs): Três de Maio, 7 de Setembro, Olavo Bilac e Alberto Pasqualini.

Saiba mais sobre a chamada humanitária “Reconstrução RS”

Com informações e fotos da Subdivisão de Divulgação e Eventos da PRE

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2024/07/24/ufsm-promove-acoes-do-reconstrucao-rs-em-comunidade-quilombola-do-rincao-dos-martimianos Wed, 24 Jul 2024 12:47:38 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=66366 [caption id="attachment_66367" align="alignleft" width="600"] Estudantes da UFSM ajudaram em plantio de horta comunitária[/caption]

A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) desenvolveu no mês de julho, ações para apoiar a reconstrução e o desenvolvimento sustentável da comunidade quilombola do Rincão dos Martimianos, em Restinga Seca (RS). As atividades fazem parte do programa UFSM Solidária e Cidadã e integram a chamada humanitária “Reconstrução RS”, criada para auxiliar municípios e comunidades atingidas pelo desastre climático no Rio Grande do Sul.

As equipes multidisciplinares passaram dois dias no território quilombola, onde moram 54 famílias em uma área de 98 hectares. As ações de apoio possuem três frentes principais: saúde e assistência básica, agricultura e alimentação e infraestrutura. Como parte das atividades, professores e estudantes do Colégio Politécnico da UFSM ajudaram no plantio de uma horta comunitária, levaram orientações sobre saúde sexual e reprodutiva, além de realizarem testes rápidos de saúde com membros da comunidade. As equipes foram coordenadas pelos professores Guilherme Emanuel Weiss Pinheiro e Cindy Menezes Silva.

Também nesta etapa, o professor do Colégio Técnico Industrial de Santa Maria (CTISM), José Abílio Freitas, fez um levantamento das demandas da comunidade relacionadas à infraestrutura elétrica das casas e instalações. O objetivo foi levantar informações para uma próxima visita, junto com estudantes, para realizar as reformas e melhorias necessárias na infraestrutura da comunidade. Participaram também da visita estudantes de cursos de graduação e pós-graduação de áreas como Direito, Economia, Relações Internacionais e Serviço Social.

De acordo com o coordenador de cidadania daPró-Reitoria de Extensão da UFSM (PRE), Victor Lopes, a Universidade possui um histórico de cooperação com os quilombolas do Rincão dos Martimianos. Por isso, após o desastre dos meses de abril e maio, uma visita foi realizada em junho para compreender os impactos das fortes chuvas no território e ouvir demandas da comunidade, o que levou à construção dos planos de trabalho que estão sendo executados.

“Essas comunidades sempre estiveram em uma situação de vulnerabilidade, então, a participação da Universidade na construção sustentável e cidadã, junto a essas pessoas, sempre foi fundamental. Agora, depois do desastre socio-climático, torna-se ainda mais importante fazer nossas ações e uma extensão de fato, atravessando os muros acadêmicos”, afirma Victor Lopes.

Recepção da comunidade

[caption id="attachment_66368" align="alignright" width="600"] Participantes realizaram oficina sobre aproveitamento integral dos alimentos[/caption]

Presidente da Associação da Comunidade Quilombola Rincão dos Martimianos, Clédis Resende de Souza destaca o desejo de estabelecer cada vez mais parcerias para desenvolver a agricultura familiar no território, uma demanda antiga pelo resgate das tradições e pela sustentabilidade. “A comunidade tem esse anseio de ter autonomia produtiva, de desenvolver algumas culturas e resgatar nossa ancestralidade”, comenta a líder comunitária.

Todas as ações realizadas pela UFSM foram desenvolvidas a partir das demandas e do diálogo com as lideranças da comunidade. Assim como Clédis, a vice-presidente da Associação, Teresinha Aparecida Lopes Paim, conta sobre os desafios de cuidar da terra e voltar a produzir, após sofrer os impactos das enchentes, que trouxeram graves consequências para o solo e prejudicaram o cultivo de certos alimentos como mandioca, batata e arroz. “Essa articulação com a Universidade é muito boa para reivindicar direitos”, complementa Teresinha.

Outras ações e parcerias

Em conjunto com as ações desenvolvidas pela UFSM no Rincão dos Martimianos, a Emater RS/Ascar e diferentes secretarias municipais de Restinga Seca estiveram no território. Equipes do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), Programa Primeira Infância Melhor (PIM) e da Unidade Básica de Saúde (UBS) fizeram palestras e tiraram dúvidas da comunidade. Já as equipes da Emater-RS ajudaram no plantio da horta e promoveram oficinas de aproveitamento integral de alimentos, além de coletar amostras do solo para análise e estimular o cultivo de plantas medicinais.

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Com informações e fotos da Subdivisão de Divulgação e Eventos da PRE

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A Divisão de Museus, vinculada à Pró-Reitoria de Extensão, leva alunos de regiões afetadas pelas enchentes de maio a espaços culturais da Universidade, através do projeto de extensão UFSM Solidária e Cidadã. Os primeiros participantes foram alunos do primeiro ano da Escola  Municipal de Ensino Fundamental Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, localizada na zona norte de Santa Maria. Eles conheceram o Museu Gama D’Eça no último dia 19.

A visita contou com a participação do Laboratório de Arqueologia, Sociedades e Culturas das Américas (LASCA) da UFSM, que realizou uma oficina sobre educação patrimonial a respeito dos povos originários do Rio Grande do Sul, por meio de atividades com arco e flecha.

O chefe da Divisão de Museus, Augusto Nobre Gonçalves, explica que o projeto visa atuar em comunidades que, apesar de estarem geograficamente próximas da UFSM, não conseguem acessar os seus bens culturais. Por isso, o UFSM Solidária e Cidadã realiza uma busca ativa nas escolas ao invés de esperá-las. O transporte dos alunos e professoras da escola foi realizado com um ônibus cedido pela Pró-Reitoria de Infraestrutura.

Para saber mais sobre o programa e a visita, assista à reportagem produzida pela TV 55BET Pro.

http://www.youtube.com/watch?v=4FhrTQpd_Dk

Texto: Bernardo Silva, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias
Foto de capa: Divisão de Museus, divulgação
Edição: Mariana Henriques, jornalista

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Uma iniciativa solidária dos estudantes do Laboratório Pastos & Suplementos, coordenado pela Professora Drª Luciana Pötter, trouxe esperança e apoio às vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul. As ações realizadas entre os dias 02 de maio a 27 de maio pelos voluntários, incluindo professores e estudantes do PPGZ-UFSM, e apoiado por várias empresas e organizações, destacaram a importância da solidariedade em momentos de necessidade. A iniciativa inicial foi a preparação e distribuição de marmitas às vilas e bairros mais afetados pelas chuvas. Vilas e bairros como Itararé, Urlândia, Lidia, Boi Morto, Caturrita, Lorenzi, foram atendidos. Além das marmitas, o grupo realizou entrega de cestas básicas, kits de higiene, limpeza e saúde do bebê em diversos municípios como Ivorá, Silveira Martins, Agudo, Dona Francisca, São João do Polêsine, Faxinal do Soturno, Nova Palma, além de pontos de distribuição da cidade de Santa Maria (Igreja Santa Teresinha, Templo das Nações, Unidade de Pronto Atendimento, A.T. Poncho Branco, etc.). As próximas iniciativas do grupo foram o fornecimento de insumos para alimentação animal voltadas aos produtores rurais de Agudo, além de sementes forrageiras para recuperação das pastagens atingidas pelas enchentes.

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No dia 15 de maio de 2024, a comunidade das Vilas Urlândia e Santos se uniram ao grupo de pesquisa do Laboratório de Geologia Ambiental da UFSM na primeira oficina para elaboração do Plano Municipal de Redução de Riscos do município. 

Após o início das chuvas intensas no Estado do Rio Grande do Sul, no dia 1 de maio de 2024, muitos moradores locais foram atingidos, tornando ainda mais clara a importância do projeto que está sendo realizado. Na região, foram verificados eventos de inundação, alagamento e erosões de margens fluviais, gerando grandes problemas para a comunidade, como perdas materiais e agravamento da situação de risco dos moradores.

Durante a execução do trabalho, a participação da comunidade enriqueceu as informações previamente levantadas pelos pesquisadores e apresentaram a sua visão acerca dos problemas observados, com a experiência de quem vive no local. 

A oficina foi realizada na Escola Municipal de Ensino Fundamental São Carlos, na região norte do bairro Urlândia, onde os docentes do LAGEOLAM explicaram o significado do PMRR e sua importância e qual o objetivo da oficina com a comunidade. Foram também apresentados  conceitos como inundação, alagamentos e  erosões de margem. Os participantes se organizaram em grupos e com a ajuda dos docentes e bolsistas identificaram suas residências e caracterizaram os problemas que enfrentaram nas ruas, pátios e moradias, observando o local do bairro, e a altura que a água atingiu.  

Além de relatar a gravidade das ocorrências atuais, a comunidade também informou sobre os problemas que já haviam ocorrido no local, proporcionando uma cronologia dos eventos, que são recorrentes. 

 

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Durante a atividade, a comunidade demonstrou notável conhecimento sobre onde vivem e os eventos que presenciam, entendendo de forma particular as dinâmicas fluviais que ali ocorrem. 

A execução da oficina deu suporte para os trabalho de campo realizados logo após, nos dias 16 e 17 de maio, onde os pesquisadores percorreram as Vilas Urlândia e Santos, observando presencialmente os fatos relatados pela comunidade. Os mapas elaborados com o auxílio da população serviram de instrumento para os dias de campo, já que ali foram anotados os limites das inundações e alagamentos demarcados pelos moradores. 

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Crianças correndo, praticando alongamentos, realizando atividades físicas em grupos ou duplas, essa é a visão ao entrar na quadra esportiva da Escola Municipal Diácono João Luiz Pozzobon, em Santa Maria, nos dias em que o Projeto Atletismo Comunitário está lá. Desde 2020, a iniciativa conecta os jovens das escolas públicas de Santa Maria à UFSM. Atualmente, atende duas escolas, uma municipal e outra estadual, além de levar os estudantes para a Universidade uma vez ao mês. 

O projeto, vinculado ao Núcleo de Implementação da Excelência Esportiva e Manutenção da Saúde (NIEEMS), atende, além da escola Diácono João Luiz Pozzobon, o Colégio Estadual Professora Edna May Cardoso, desde 2023. Liderado pelo professor e coordenador de Atletismo da UFSM, Luiz Fernando Cuozzo Lemos, o Atletismo Comunitário pratica o esporte com os alunos dos anos finais do ensino fundamental do Colégio Edna May Cardoso e com todas as turmas da escola Diácono João Luiz Pozzobon, duas vezes por semana.

Ainda, uma vez por mês esses alunos também têm a oportunidade de praticar as atividades na pista de atletismo da Universidade, o que possibilita um maior contato entre comunidade e UFSM, além dos estudantes poderem praticar em uma pista com padrão olímpico. O deslocamento é realizado com um ônibus, conquistado através de parcerias com diferentes entidades e empresas.

Além desses encontros, a coordenadora dos anos finais da escola Diácono João Luiz Pozzobon, Maitê Cezar da Silva, também proporciona a oportunidade de pelo menos 4 estudantes irem ao campus todos os sábados para treinar. “No sábado, como acontece o treino de atletismo da UFSM, eu procuro levar aqueles alunos que têm se destacado, levo com o meu carro. Então eu consigo levar quatro e todo sábado eu vou”, conta a coordenadora. De acordo com Maitê, a cada semana ela reveza quais estudantes levará.

[caption id="attachment_65718" align="alignright" width="503"] Atividades são adaptadas para que o maior número de modalidades possa ser oferecido[/caption]

O projeto abarca, dentro do que é possível adaptar para cada escola, todas as modalidades do atletismo, como os saltos, corridas e lançamentos. Ainda, além de possibilitar a prática esportiva para os estudantes, a iniciativa proporciona que os mais qualificados possam participar de competições e representar Santa Maria. “É um projeto que além de estar formando o cidadão, dando oportunidade, ensinando valores que estão atrelados ao esporte, porventura os que se dedicarem, entenderem que tem um talento esportivo, ou mesmo que não tenha talento, mas tenha uma dedicação bastante grande, podem ,através do esporte, buscar uma posição de ascensão social”, comenta Luiz.

O professor explica que para fazer essas parcerias não é necessário pensar em grandes estruturas. As escolas em que atuam no momento já têm uma boa quadra, além de bolas e outros equipamentos como cones. Para praticar os saltos, o projeto construiu, junto com a escola Diácono, uma caixa de areia. Luiz Fernando comenta que para os alunos que não possuem um tênis com condições para prática esportiva, muitas vezes eles conseguem através de doações. “Mesmo que nem sempre tenhamos as condições ideais de lazer e de esporte, isso faz com que eles se desenvolvam muito em movimentos naturais, como antigamente acontecia. Correr, saltar, pular, rolar: isso são capacidades físicas relacionadas ao atletismo”, comenta.

Tradição de família: surgimento do projeto

A ideia do projeto de Atletismo Comunitário surgiu em 2017, quando o professor Luiz Fernando entrou na Universidade. A proposta foi colocada em prática em 2019, em São Sepé, em parceria com a Prefeitura Municipal. Enquanto isso, em Santa Maria, aconteciam, todas as tardes, aulas na praça Praça Ademar Antônio Cantarelli, no bairro Camobi, em que participavam as escolas da região. Com a pandemia, foi preciso reduzir a atuação, que foi retomada em 2023, nas escolas Diácono e Edna.

No entanto, foi apenas em 2024 que o projeto tomou força e pode atender todas as turmas da escola Diácono. Neste ano, os alunos começaram a participar de competições e o Atletismo Comunitário conseguiu parcerias para que pudesse ganhar mais qualidade e oportunizar melhores condições de prática.

Luiz conta que o desejo de desenvolver projetos como esse vem de casa. “De certa forma, eu sou oriundo de projetos sociais. O primeiro projeto de canoagem de Santa Maria quem criou foi meu pai, lá em 1997, que era o ‘Canoagem na Escola’. Ele acabou mudando a vida de muita gente. Eu mesmo me envolvi muito no projeto e com a comunidade que participava. Com isso me desenvolvi como atleta”, relata o professor.

Quando se tornou docente, Luiz viu a possibilidade de movimentar e fazer algo a mais pela comunidade de Santa Maria. “A vontade, já vem de casa, de formação enquanto pessoa. Acho que essa é uma das maiores missões que nós temos na Universidade: estar mudando vidas e oferecendo mais para comunidade, para as pessoas”, comenta.

UFSM e comunidade

A parceria com as escolas aconteceu através da busca ativa do professor Luiz. A coordenadora Maite desde início se mostrou muito receptiva e ansiosa. “Projetos assim são muito importantes, especialmente em uma região que tem um alto índice de vulnerabilidade. Então eu acredito que o esporte salva. Independente do esporte, enquanto eles estão praticando, eles estão dentro da escola, não estão se envolvendo com outras coisas que eles têm acesso no dia a dia deles. Quanto mais a gente conseguir trazer esses alunos para dentro da escola, envolver eles com outras atividades, acho que só traz benefícios”, declara Maitê.

A coordenadora acrescenta que quanto mais projetos como esse forem desenvolvidos na escola, melhor é. Para ela, é fundamental a parceria entre escolas e Universidade. “Projetos de esporte ou até de outras áreas também, como cultura, que a Universidade nos oferece, são sempre muito bem-vindos, a gente aceita tudo!”, comenta.

Essa relação entre Universidade e comunidade é fundamental para Luiz Fernando, que entende que a Instituição deve ter essa inter-relação como essência. “A universidade só existe para comunidade, é nosso papel enquanto funcionário público poder estar realmente ultrapassando os muros da Universidade, chegando na comunidade. Trazendo a universidade para dentro da escola e também levando a realidade, através dos nossos alunos daqui [das escolas], para dentro da universidade, para discutir e construir ciência”, observa Luiz.

Recepção dos alunos

[caption id="attachment_65717" align="alignleft" width="500"] Com orientações da equipe, alunos aprendem regras do esporte[/caption]

Da coordenadora da escola, passando pelo coordenador do projeto até a aluna de graduação que atua em conjunto, a visão a respeito dos estudantes é a mesma: evolução. De acordo com a graduanda em Educação Física, Laíne Franco, turmas que no início possuíam apenas 10 alunos, hoje contam com 20 ou 30 jovens. 

Luiz e Maitê concordaram na mudança de comportamento dos alunos. Maitê observa que agora, em sala de aula, os estudantes se preocupam em concluir as atividades para poderem participar do projeto. Além disso, a coordenadora afirma que durante a semana é questionada diversas vezes pelos jovens para saber quando o atletismo comunitário irá até eles, ou até mesmo quando poderão ir até a UFSM novamente.

O professor Luiz afirma que os próprios alunos fazem a auto cobrança para se desenvolverem em sala de aula, assim o atletismo comunitário pode continuar.  “Eles são cobrados e relembrados pela comunidade escolar, por mim e por todos, que a participação em sala de aula é fundamental para a manutenção do projeto. É um processo que está em construção, é dinâmico, mas sem sombra de dúvidas ao longo desse tempo, eles vão cada vez mais se monitorarem para poder estar se controlando e assim evitando evasão escolar, a indisciplina”, relata.

As alunas do 6° ano comprovam os relatos dos professores. Para Laisa Quevedo e Vivan Rodrigues o projeto é muito legal pois faz com que elas se exercitem mais, e até consideram seguir com os esportes no futuro. “Melhoraram as pernas! Dá para correr mais, ficou melhor com os exercícios que eles dão”, comenta Vivian.

A estudante de 12 anos, Andriele Martins, ressalta a importância do atletismo comunitário na escola, para além da atividade física. “Além de dar mais empenho nas pernas, fez muita diferença, porque antes não tínhamos nada. Agora todos melhoraram o desempenho também na sala de aula”, conta a estudante.

A paixão pelo projeto também chegou nos estudantes de graduação. “Eu não tenho palavras para mensurar como é gratificante participar desse projeto", conta Laíne. Com lágrimas nos olhos, a estudante de educação física conta como esse projeto pode mudar vidas. Ela ressalta que antes alunos que não faziam questão de participar, agora se dedicam e ficam ansiosos para poder participar de competições.

Para o futuro, o desejo de Luiz é atender ainda mais escolas e, se fosse possível, gostaria que o projeto abraçasse todas as escolas públicas de Santa Maria. “A gente tem um início, quem sabe um dia vamos chegar, temos que analisar as necessidades e potenciais”, relata. 

No próximo dia 4 de maio, o Atletismo Comunitário levará 4 jovens das escolas para uma competição interestadual que acontecerá em Porto Alegre.

Você pode ter contato com o projeto através do Instagram do NIEEMS

Texto e fotos: Gabriel Escobar, estudante de jornalismo e bolsista da Agência de Notícias
Edição: Mariana Henriques, jornalista

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2024/03/19/planetario-ufsm-um-espaco-de-lazer-e-aprendizado Tue, 19 Mar 2024 15:09:18 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=65465

Atração para todos, desde entusiastas da área da astronomia a simples curiosos do universo, o Planetário da UFSM é um dos  principais pontos turísticos do 55BET Pro Sede. Com seis filmes em exibição no momento (confira no fim do texto), o espaço, aberto à toda a comunidade, pode servir tanto para o entretenimento quanto para o aprendizado.

As sessões acontecem de segunda a sexta-feira, de manhã e de tarde. Os horários disponíveis são os seguintes: 9h, 10h, 11h, 13h30min, 14h30min e 15h30min. Para assistir a uma das obras, que tem duração de cerca de 40min e são livres para todas as faixas-etárias, é necessário realizar um agendamento via email: planetario.agendamento@gmail.com. O grupo interessado deve ser formado por pelo menos 10 pessoas. A entrada para estudantes é no valor de R$ 2, enquanto para não-estudantes é R$ 4.

Embora instituído exatos 11 anos após a fundação da UFSM, em 14 de dezembro de 1971, o Planetário teve seu pré-projeto montado em 1958, com base em modelos de instituições de ensino superior da América do Norte e da Europa. O espaço foi idealizado pelo professor Mariano da Rocha Filho, fundador e primeiro reitor da Instituição, e elaborado pelo arquiteto Oscar Valdetaro, a partir de um esboço iniciado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, conhecido por ser um dos responsáveis pelo desenvolvimento da capital nacional, Brasília.

O Planetário da Universidade é o 6º do país e o 1º do Estado, além de ser pioneiro em cidades do interior do Brasil. Jaqueline do Carmo Trentim Machado é a atual diretora do órgão, que faz parte da Divisão de Museus da UFSM, da Pró-Reitoria de Extensão. 

Para demais dúvidas, é possível fazer contato via e-mail - planetario@55bet-pro.com - ou telefone - 55 3220-8226.

Filmes em exibição (veja a sinopse de cada obra clicando aqui)

  • Da Terra ao Universo
  • Dois Pedacinhos de Vidro
  • Estrela dos Faraós
  • Maravilhas do Universo
  • Universo
  • A Questão da Vida

 

Este texto compõe uma série de reportagens especiais que têm como objetivo explicar as formas de desfrutar de alguns setores da UFSM. Confira informações sobre o Restaurante Universitário. Nas próximas matérias serão abordados o programa Esporte Universitário, e as formas de se informar sobre o que acontece na Instituição

 

Texto: Pedro Pereira, estudante de jornalismo e estagiário da Agência de Notícias
Design Editorial: Daniel de Carli
Edição: Mariana Henriques, jornalista

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2024/03/14/viva-o-campus-volta-as-aulas-acontece-no-proximo-domingo-17 Thu, 14 Mar 2024 13:48:28 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=65435

No próximo domingo, 17 de março, acontece o Viva o 55BET Pro Volta às Aulas. O evento integra a programação da Recepção Institucional 2024.1 e marca a realização do primeiro Viva de 2024. As atividades são abertas a toda comunidade e acontecem das 15h às 19h. 

Esta edição conta com a participação da Polifeira do Agricultor; do Jardim Botânico, com a realização de trilha, exposição de animais taxidermizados e exposição de plantas carnívoras; Sessões no Planetário abertas ao público; Mostra Morfo do departamento de Morfologia e realização de oficinas e apresentação de projetos de extensão como: Semear Saúde (do curso de odontologia), Era Rede que me Faltava – roda de conversa para mulheres e Viva o Close, roda de conversa oferecido pela Casa Verônica. A atração artística ficará por conta da Banda Paetê e da Sambari Festival, no palco do Espaço Multiuso.

Programação:

Atração artística:

16h – Banda Paetê
17h – Sambari Festival
Local: Palquinho do Multiuso

Jardim Botânico

15h às 19h

  • Visitação ao Telhado Verde
  • Jardim Sensorial
  • Exposição de Plantas Carnívoras
  • Exposição de Animais Taxidermizados
  • Trilha Ecológica para todas as idades (15h30min)

Planetário

Sessões de Cúpula:
15h – Universo
16h – A questão da Vida

Mostra de Ciências Morfológicas

Aberta das 15h às 19h
Visitação ao acervo da Mostra, no prédio 19

Apresentação de Projetos:

15h às 19h

Junto à Polifeira e Bosque

  • TurisMapp
  • Semear Saúde (Curso de Odontologia) – Roda de Conversa
  • Viva o Close (Casa Verônica) – Roda de Conversa
  • Era Rede que me Faltava – Roda de Conversa

Presença da Polifeira do Agricultor

No Largo do Planetário

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2024/02/06/passeio-de-ferias-do-jardim-botanico-promove-a-educacao-ambiental-por-meio-da-recreacao Tue, 06 Feb 2024 22:11:12 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=65135 Na manhã desta terça, foram realizadas oficinas sobre plantas e quizzes sobre os temas abordados[/caption] Nesta terça-feira (6), aconteceu mais uma sessão do Passeio de Férias do Jardim Botânico da UFSM, evento gratuito que tem como objetivo propor atividades recreativas a jovens, ao mesmo tempo em que são aplicados conhecimentos acerca do meio ambiente. Ao longo desta manhã, mais de 30 crianças de 6 a 7 anos tiveram a oportunidade de participar de oficinas sobre diferentes espécies de plantas e, então, responder a quizzes a respeito de tudo que aprenderam. A iniciativa iniciou-se no dia 30 de janeiro e é promovida em parceria com a Pró-Reitoria de Extensão (PRE), o Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE) e a Academia Internacional de Ecoesporte. Ainda restam vagas disponíveis para as turmas de quinta (8) e de sexta-feira (9), quando a programação será finalizada. Cada dia é voltado a uma faixa etária distinta e tem práticas próprias para cada idade. De acordo com a diretora do Jardim Botânico, Simone Messina, as atividades foram definidas deste modo para que fossem organizadas da forma mais adequada possível a cada classe de jovens participantes. O evento começa às 8h30min e vai até as 11h45min. Cada responsável deve fazer a inscrição das crianças individualmente através do formulário. A equipe do órgão recomenda o uso de repelente e protetor solar, como também de roupas confortáveis. Segundo Simone, a programação deste verão estava sendo idealizada desde dezembro de 2023, ano em que assumiu a direção do Jardim. Entretanto, a primeira edição de uma iniciativa promovida neste sentido aconteceu em 2020, antes do isolamento em função da pandemia de Coronavírus. “A gente conseguiu fazer a ‘Colônia de Férias’ e foi um super sucesso. Trabalhamos com oficinas de jardinagem, trilhas, caças ao tesouro, e deu tudo certo”, relembrou a servidora. [caption id="attachment_65137" align="alignleft" width="549"] Pais e responsáveis participam das atividades junto com as crianças[/caption] Contudo, o distanciamento social dificultou a realização da atividade por quatro anos. A diretora do órgão conta que o projeto só foi possível por conta do apoio da PRE e da CCNE, que acreditaram no sucesso da proposta e concederam bolsas para que alunos de graduação pudessem ajudar. “Tem sido um sucesso. Os pais agradecem muito à nossa equipe pela iniciativa. Eu vejo que a comunidade foi positivamente surpreendida com essa oportunidade. Teve uma mãe que me disse: ‘que bom que vocês estão nos ajudando a tirar um pouco as crianças das telas durante as férias’. Aqui elas estão tendo contato com a natureza, respirando um ar puro”, declarou a servidora. A diretora do Jardim Botânico ressalta que não há muitas áreas verdes para serem exploradas na cidade. A UFSM, dessa forma, acaba por ser uma experiência diferente na vida de muitos. “O Passeio de Férias não é só recreativo, mas também de aprendizado. As crianças saem com mais conhecimento sobre plantas, sobre animais, sobre ecologia, sobre a importância de conservar o meio ambiente. E o evento é um sucesso por isso: por ampliar a mente e trazer uma nova percepção para essas crianças. É um lugar onde elas aprendem brincando”, afirmou Simone. Famílias e crianças – Eliza Stefanon é mãe de Pedro e levou seu filho e o amigo Vicente, ambos de 7 anos, ao Passeio de Férias do Jardim Botânico nesta terça-feira. Para ela, é essencial que os jovens sejam incentivados a conviver com o meio ambiente desde o início da vida. “As crianças, desde pequenas, devem aprender a respeitar e a conhecer a natureza. Isso instiga a educação ambiental junto”, contou. Formada em Farmácia pela UFSM, Eliza revela que tinha o costume de visitar o espaço do órgão na década de 1990, quando era apenas uma estudante, e fica feliz de ver a situação da área atualmente. “Como é bom voltar aqui e ver que está diferente, mais bonito. Eu acho essa iniciativa da universidade muito boa para a população”. Vicente, que nunca havia visitado o Jardim Botânico, destaca que conhecer as plantas foi a melhor parte do evento: “elas são muito bem cuidadas. É bem bonito”. [caption id="attachment_65138" align="alignright" width="545"] Para o bolsista Davi Sulzbach, é possível “explicar uma grande variedade de coisas para as crianças” por conta da atividade[/caption] O casal Ariane e Daniel Fortes levou o filho Davi e o amigo Rafael para participar de Passeio. Segundo os responsáveis, a atividade é uma grande oportunidade para que as crianças consigam, de forma tranquila, se divertir longe das telas, além de adquirir conhecimento sobre a natureza. De acordo com ambos, faltam lugares seguros, como o Jardim Botânico, em Santa Maria. Oportunidade para estudantes – Davi Sulzbach, encarregado de mostrar as plantas aquáticas e microalgas no Passeio de Férias, é estudante do curso de Ciências Biológicas e bolsista do órgão. O aluno salienta a importância dos jovens terem a oportunidade de conhecer aspectos da ecologia ainda novos. “É muito bonito o espaço. A gente consegue explicar uma grande variedade de coisas para as crianças. Quando eu era pequeno, não tive tanto contato com a natureza. Fui me apaixonar mais agora na graduação. Mas eu tenho certeza que, se eu tivesse tido um incentivo logo cedo, talvez soubesse até mais coisas hoje.” Para a também bolsista Luísa Cerentini, graduanda do curso de Gestão Ambiental, a ideia é a mesma. “O Jardim Botânico tem tudo a ver com o que estudo, tanto sobre educação ambiental e botânica, mas também sobre legislação da área, as nascentes, entre outros. As tarefas também me ajudam na minha vida pessoal, como a perder o medo do público e a vivência com outras pessoas, de outros cursos e cidades, que levam ao meu crescimento pessoal e profissional”, declarou. Leitores interessados em visitar o espaço não precisam realizar agendamento prévio. Basta comparecer no local nos horários indicados nas redes sociais do órgão. Neste período de recesso das aulas da UFSM, os horários são reduzidos: das 7h às 13h. Texto: Pedro Pereira, estudante de jornalismo e estagiário da Agência de Notícias Foto: Ana Alícia Flores, estudante de desenho industrial e bolsista da Agência de Notícias Edição: Lucas Casali]]>