UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com Universidade Federal de Santa Maria Fri, 20 Mar 2026 20:08:51 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com 32 32 UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2020/12/14/covidpsiq-apresenta-resultados-da-terceira-fase-e-lanca-novo-projeto Mon, 14 Dec 2020 19:00:25 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=54759

O Projeto Covid Psiq UFSM apresenta nesta terça-feira (15) os resultados da terceira fase da pesquisa e o lançamento do projeto RESILIEIGHT”. O encontro será às 20h, no canal do projeto no Youtube.

O encontro apresentará um balanço do trabalho realizado em 2020 e os resultados mais relevantes da pesquisa. Já o projeto RESILIEIGHT é voltado para a promoção da saúde mental de pacientes. A live será apresentada pela jornalista Juliana Motta e pelo psiquiatra Victor Calegaro.

O Prof. Dr. Vitor Crestani Calegaro, pesquisador responsável pelo projeto CovidPsiq, é professor adjunto do Departamento de Neuropsiquiatria da UFSM e atua como médico psiquiatra na Coordenadoria de Ações Educacionais (CAEd/UFSM) prestando atendimento aos alunos da instituição. A Me. Juliana Motta é jornalista formada pela UFSM e, atualmente, é doutoranda e Mestre pelo Programa de Pós-graduação em Comunicação Midiática da UFSM

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No dia 29 de setembo foi realizada a live “Pesquisas sobre Covid-19 e saúde mental no Brasil”, parte da série de lives organizada pela Coordenadoria de Ações Educacionais (Caed) e o projeto CovidPsiq. Além do projeto desenvolvido na UFSM, alguns dos demais projetos apresentados fazem parte do COVID-MINDS, uma iniciativa da University College London para agregar estudos e dados sobre o impacto da Covid-19 na saúde mental a nível global.

Conheça as iniciativas

Já disponível no Canal do Youtube, a live reuniu seis projetos desenvolvidos em universidades brasileiras voltados aos estudos em saúde mental:

O CovidPsiq - Monitoramento da evolução da sintomatologia pós-traumática, depressão e ansiedade durante a pandemia de Covid-19 em brasileiros, já está em sua terceira fase e é aberto para participação geral, mesmo dos que não participaram das fases anteriores. Os resultados da primeira fase já estão disponíveis. O projeto foi apresentado por Vitor Crestani Calegaro, pesquisador responsável pelo CovidPsiq, professor adjunto do Departamento de Neuropsiquiatria da UFSM, coordenador do Ambulatório de Psiquiatria do Centro Integrado de Atenção às Vítimas de Acidentes (Ciava) no Hospital Universitário de Santa Maria e médico psiquiatra na Coordenadoria de Ações Educacionais (Caed), prestando atendimento aos alunos da Instituição.


Mauricio Scopel Hoffmann é psiquiatra e professor licenciado da UFSM, pesquisador do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA) e pesquisador colaborador do Instituto Nacional de Psiquiatria do Desenvolvimento para Crianças e Adolescentes e da London School of Economics and Political Science. Apresentou o estudo “Projeto Conexão Mentes do Futuro – Coorte de Alto Risco para Transtornos Psiquiátricos na Infância e Adolescência”.


Ives Cavalcante Passos é professor do Departamento de Psiquiatria e Medicina Legal da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e professor Permanente do Programa de Pós-Graduação em Psiquiatria e Ciências do Comportamento da UFRGS. Apresentou o estudo “Impacto da pandemia pelo novo coronavírus na saúde mental: aspectos relacionados ao suicídio, consumo de mídia e saúde dos profissionais da saúde”.


Christian Loret de Mola Zanatti possui graduação em Medicina Humana – Universidad Peruana Cayetano Heredia – e doutorado em Epidemiologia pela Universidade Federal de Pelotas. Atualmente, é professor da Universidade Federal do Rio Grande e professor colaborador da Ufpel, além de também ser professor colaborador da pós graduação da UFPEL. Apresentou o estudo denominado “Coorte de nascidos vivos em Rio Grande em 2019: os acompanhamentos WebCovid-19”.


Marianna Costa é médica psiquiatra e doutora em Psiquiatria e Ciências do Comportamento da Faculdade de Medicina da UFRGS. Na live, apresentou dois projetos, “Atenção em saúde mental por teleatendimento para profissionais de saúde no contexto da infecção SARS-CoV-2”, chamado de TelePSI, que oferece teleconsulta psicológica e psiquiátrica para manejo de estresse, ansiedade, depressão e irritabilidade. Antes restrito a profissionais da saúde, recentemente foi ampliado para estudantes da área da saúde, professores de qualquer nível de educação e trabalhadores de serviços essenciais. É possível acessar pelo site ou pelo número 08006446543. Apresentou também o projeto “Levantamento sobre variáveis de florescimento humano e crescimento psicológico numa amostra por conveniência brasileira durante a pandemia pela Covid-19”, que busca desfechos positivos de saúde mental na pandemia. Para participar basta ter mais de 18 anos e acessar o formulário.


A doutora Vera Lúcia Esteves Mateus, atualmente pesquisadora de pós-doutorado no Programa de Pós-Graduação em Distúrbios do Desenvolvimento da Universidade Presbiteriana Mackenzie, apresentou sobre a pesquisa “Vivências de gestantes e mães de bebês até 12 meses durante a pandemia do coronavírus”. O estudo é internacional, coordenado pela Universidade Loyola Andalucia (Espanha) e Universidade do Minho (Portugal), e busca analisar, por meio de um questionário, o impacto da pandemia sobre gestantes e mães da Albânia, Brasil, Bulgária, Chipre, França, Grécia, Israel, Malta, Portugal, Espanha, Turquia e Reino Unido. A pesquisa está em andamento e os requisitos para participar são estar grávida ou ser mãe de um bebê de até 6 meses, morar no Brasil e ter mais de 18 anos de idade.

As lives do projeto CovidPsiq são transmitidas todas as terças-feiras das 20h às 21h no canal do Youtube e na página no Facebook.

Texto: Ana Laura Iwai, bolsista da Agência de Notícias da UFSM
Edição: Davi Pereira

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A primeira edição da live semanal que o projeto COVID Psiq organiza no seu canal no YouTube discutiu o Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT) e como a pandemia do novo coronavírus pode despertá-lo. O evento contou com a mediação de Andrea de Abreu Feijó de Mello, médica psiquiatra e professora de Psiquiatria na Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein, com a participação de Marcelo Feijó de Mello, professor livre-docente adjunto do Departamento de Psiquiatria da Escola Paulista de Medicina da UNIFESP e professor pleno da Faculdade de Medicina do Hospital israelita Albert Einstein e do  professor José Paulo Fiks, secretário do Centro de Estudos Paulista de Psiquiatria (CEPP), psiquiatra, professor afiliado da UNIFESP e pesquisador do PROVE. 

Foram quatro pontos discutidos na live: como o medo na pandemia pode gerar o estresse pós-traumático; depressão e ansiedade no isolamento; a semelhança com a Síndrome de Burnout; e os casos de pacientes e profissionais na UTI dos hospitais. 

De acordo com o professor José Paulo Fiks um TEPT pode ser originado do medo de contrair a COVID-19 levado a uma situação extrema. Já o professor Marcelo de Mello ressaltou pontos importantes que podem contribuir além do medo, como a sensação de impotência de quem pega o vírus mesmo estando em isolamento em casa. 

O isolamento, por sua vez, também pode gerar outro problema: a depressão ou situações mais graves de ansiedade. Para Mello, algumas pessoas sentem mais falta do que outras da troca e da relação pessoal com os demais, variando de acordo com cada personalidade. Já Fiks ressaltou ainda as questões culturais que cercam as dificuldades psicológicas do isolamento e destacou o papel do jornalismo como um meio de fazer seu público se acostumar com a situação e diminuir a tensão.

No terceiro eixo de debate, foi usada como exemplo a Síndrome de Burnout, que é o estresse e esgotamento causado pelo trabalho. Nesse caso, os debatedores mostraram como o estresse pós-traumático não precisa necessariamente de um fato específico que funcione como um trauma: ele pode ser causado pelo esgotamento mental diário. Nesse sentido, Mello lembrou como a pandemia afetou os profissionais da saúde, que viram sua rotina de trabalho ser alterada e a demanda subir a níveis raramente vistos. Essa situação gera um estresse muito alto, que pode ser bastante prejudicial.

Por fim, os professores discutiram o que a UTI pode representar para quem esteve lá como paciente ou funcionário em níveis de estresse, ambiente de situação crítica e limite, que pode gerar, como consequência, o estresse pós-traumático.

As lives do projeto COVID-Psiq serão semanais. Na próxima semana, o programa ao vivo trará os resultados da segunda fase da pesquisa que o projeto tem realizado com voluntários sobre a pandemia e saúde mental.

Reportagem: Juan Grings, bolsista da Agência de Notícias da UFSM
Edição: Davi Pereira

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Foram divulgados os resultados da primeira fase da pesquisa CovidPsiq, do projeto projeto intitulado "Monitoramento da evolução da sintomatologia pós-traumática, depressão e ansiedade durante a pandemia de Covid-19 em brasileiros", que tem o objetivo de acompanhar a evolução de sintomas emocionais ao longo de seis meses, durante a pandemia. A equipe responsável pela pesquisa é formada por médicos psiquiatras, psicólogos, professores, residentes e alunos de graduação e pós-graduação da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Hospital Universitário de Santa Maria (Husm), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Universidade Franciscana (UFN) e Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Na primeira fase da pesquisa, foram 3.633 participantes. Destes, 65% declararam que a saúde mental piorou durante a pandemia. O professor Vitor Calegaro, do Departamento de Neuropsiquiatria, do Centro de Ciências da Saúde (CCS), aponta que ter se afastado de pessoa próxima com Covid-19 foi associado com sintomas de estresse, ansiedade e transtorno de estresse pós-traumático. Segundo ele, o estudo demonstra a importância do cuidado com a saúde mental durante a pandemia. Em função disso, foram disponibilizadas diversas orientações no site do projeto.

Segunda fase

O questionário referente à segunda etapa do estudo já está disponível, podendo ser respondido até 30 de junho. Contém perguntas sobre a experiência com a Covid-19, isolamento social, situação econômica, sintomas emocionais e comportamentais e hábitos de vida. Os dados são confidenciais e anônimos. O questionário é mais breve que o da primeira etapa, leva de 10 a 15 minutos para ser preenchido. Pode participar qualquer pessoa com 18 anos ou mais, mesmo que não tenha participado da primeira fase. A pesquisa é voluntária, sendo possível interromper a participação a qualquer momento.

Como na primeira fase da pesquisa observou-se que apenas 23,7% dos participantes eram homens, sendo 14,4% autodeclarados não-brancos e 19% de famílias de baixa renda, a intenção é diversificar essa amostra, para que possa ser representativa da população brasileira.

A participação é considerada importante porque, com a contribuição de mais pessoas, a equipe responsável poderá levantar dados sobre o impacto da pandemia na saúde mental dos brasileiros, a fim de gerar informações relevantes para o tratamento de transtornos mentais como depressão, ansiedade, estresse pós-traumático e uso de substâncias.

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O Centro Integrado de Atendimento às Vítimas de Acidentes (Ciava) do Hospital Universitário de Santa Maria (Husm) iniciou um projeto de pesquisa, chamado “Covid Psiq”, para monitorar elementos que levam a transtornos psicológicos no contexto da atual pandemia de Covid-19.

Segundo a acadêmica de Medicina da UFSM Bianca Negretto, coautora da pesquisa, a proposta envolve a divulgação simultânea à coleta de dados de alguns resultados nas redes sociais do Ciava, que apontarão os principais sintomas e fatores de risco para desenvolvê-los. "A gente busca identificar fatores de risco sociodemográficos, além de ver se esses sintomas têm relação com traços de personalidade individuais”, afirma.

Para chegar a essas informações, o grupo elaborou um questionário, aprovado pelo Comitê de Ética, que pode ser respondido online por pessoas com 18 anos ou mais que residam no Brasil ou brasileiros morando no exterior. A pesquisa leva aproximadamente 20 minutos e pode ser respondida por meio de smartphones, tablets ou computadores. O questionário também está disponível no Facebook e no Instagram (@covidpsiq).

Após a coleta das respostas iniciais, será utilizada uma plataforma de coleta de questionários chamada Survey Monkey, que oferece ferramentas de análise de dados. Um professor matemático e estatístico da Universidade Franciscana (UFN) auxiliará nesse processo. A depender do número de participantes, a ideia é disponibilizar os dados diariamente.

Além disso, segundo Bianca, a intenção é criar um referencial de evidência que possa, no caso de eventos estressantes futuros, ajudar os serviços de saúde mental a identificarem mais precocemente as futuras demandas e permita a elaboração de estratégias de prevenção e enfrentamento de forma certeira. "Entendemos que acontecimentos estressantes - como é o caso da atual pandemia pela Covid-19 - são, em sua maioria, inevitáveis. Entretanto, é possível reduzir suas repercussões quando se conhece melhor a população acometida”, destaca.

O Covid Psiq não trabalha com um número mínimo de participantes, mas quanto mais variado for o público, melhor. "Queremos que responda desde o jovem que teve a aula suspensa, passando pelo trabalhador que encarou o risco de prejuízo financeiro, até o aposentado que sentiu medo por ser população de risco. Queremos que profissionais e estudantes da área da saúde respondam para entender quais foram as repercussões psíquicas da exposição. E também queremos que pessoas que não sentiram tanto impacto participem, para conseguirmos ver quais são as características relacionadas a elas”, afirma Bianca.

O grupo responsável pela pesquisa é formado pelo professor Vitor Calegaro e outros 12 estudantes de Medicina da UFSM. Também participam do projeto o Departamento de Neuropsiquiatria da UFSM, o Husm e o Ciava, além da pneumologista Alessandra Bertolazzi.

Texto: Juan Grings, acadêmico de Jornalismo, bolsista da Agência de Notícias da UFSM
Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista da Agência de Notícias da UFSM

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