UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com Universidade Federal de Santa Maria Tue, 10 Mar 2026 13:28:58 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com 32 32 UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/11/10/2o-vertice-experiencia-interface-e-mercado-sera-no-dia-29-de-novembro Mon, 10 Nov 2025 13:45:17 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=71323

A UFSM, por meio do Laboratório de Interfaces do curso de Desenho Industrial, realizará a segunda edição do evento Vértice — Experiência, Interface e Mercado no dia 29 de novembro, a partir das 8h30, no auditório da Edutech – Terraço do Mercado da Vila Belga, localizado na Rua Manuel Ribas, 2038, Centro de Santa Maria.

O Vértice reúne academia, setor público e iniciativa privada para um diálogo aberto sobre tendências, práticas e oportunidades no design de interfaces (UI/UX). É voltado a estudantes, docentes, profissionais e entusiastas do design e áreas afins que desejam aprofundar conhecimentos em UI/UX; relacionar disciplina e mercado; ampliar networking e conexões com o setor.

Este evento fortalece o papel da UFSM como agente de integração entre ensino, pesquisa e mercado no campo do design de interfaces, contribuindo para conectar estudantes e egressos com demandas reais do mercado; promover interdisciplinaridade entre arte, design, tecnologia e negócios; impulsionar práticas de design centradas no usuário em contextos reais. Também destaca os egressos do curso de Desenho Industrial que se destacam no mercado profissional.

Programação, link para inscrições e mais informações no site.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2024/12/31/ufsm-integra-estudo-sobre-percepcao-de-riscos-hidrogeologicos-em-mapas Tue, 31 Dec 2024 11:30:00 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=68008

Tendo em vista as fortes chuvas que atingiram o Rio Grande do Sul em maio deste ano, a designer de Comunicação Visual e doutoranda da Universidade de Ferrara, na Itália, Laura Bortoloni está desenvolvendo uma pesquisa que investiga a percepção da população sobre os riscos hidrológicos representados em mapas. 

O trabalho é desenvolvido em parceria com o Departamento de Artes Visuais e o Laboratório de Geologia Ambiental (Lageolam) da UFSM, e busca investigar como o design da informação, o design gráfico e a cartografia podem contribuir para disseminar informações complexas sobre desastres naturais. No momento, a pesquisa está em fase de coleta de dados sobre mapas informativos, via questionário no Google Forms, que pode ser preenchido até 31 de janeiro de 2025. 

[caption id="attachment_68010" align="alignright" width="663"] No mapa, é possível identificar o grau de risco em cada moradia do bairro[/caption]

A inspiração para a pesquisa de Laura surgiu de uma problemática. “Às vezes, essas representações são tão complexas que invalidam a possibilidade de serem entendidas pelo público em geral”, argumenta a doutoranda. Nesse sentido, o trabalho busca entender como os mapas podem ajudar a reduzir o impacto dos eventos climáticos extremos. 

A pesquisa e a UFSM

Na UFSM, a professora do Departamento de Artes Visuais, do Centro de Letras e Artes (CAL), Cristina Ribas foi responsável por conectar Laura com o triste cenário presenciado no Estado. “Quando cheguei na UFSM, eu iniciei o projeto ‘Cartografia das águas’, onde estudamos os desafios que as águas trazem e a sua relação com os mapas e percepção das pessoas sobre elas. Depois, eu recebi uma mensagem da Laura e começamos a conversar sobre a pesquisa dela”, descreve Cristina.

Após o contato, Cristina e Laura passaram a unir os conhecimentos. “No início, eu passei para ela alguns mapeamentos que eu já havia feito em meu projeto e passamos a ajustar os parâmetros para que ela viesse fazer uma visita de campo. Por causa das enchentes, o município se tornou o objeto da pesquisa dela”, explica a docente.

Em novembro de 2024, Laura chegou em Santa Maria e, com auxílio da equipe do Lageolam - que na época desenvolvia o Plano Municipal de Redução de Riscos -, realizou uma visita para conhecer as áreas de risco dos bairros Urlândia e Santos. 

Com as observações da visita, a pesquisadora, em parceria com o Lageolam, desenvolveu o mapa de riscos hidrogeológicos do bairro Urlândia. O mapa também foi utilizado no questionário da pesquisa, com a ideia de estudar a percepção e compreensão do respondente sobre a imagem e seus elementos técnicos e gráficos. Nesse sentido, o mapa desenhado vai contra as representações usuais — que normalmente trazem mapas mais gerais — porque aborda os riscos específicos em cada moradia do bairro. 

O que será feito com os resultados?

Preparação e mitigação são duas palavras-chave que guiam o futuro da pesquisa. “Espero que mapas melhor projetados, e desenvolvidos ouvindo as necessidades dos cidadãos, possam ajudar a aumentar a conscientização sobre riscos e perigos”, detalha a pesquisadora.

Como parte da pesquisa contou com o redesign de mapas do bairro Urlândia, Laura tem a esperança de que seu trabalho colabore para a região. “Na última parte do questionário, há uma série de mapas de risco da Urlândia, um bairro de Santa Maria fortemente afetado pela enchente, no qual o Lageolam está trabalhando. Espero que os resultados me ajudem a entender quais escolhas visuais são mais úteis e eficazes para transmitir a mensagem, que, neste caso, é o nível de risco”, finaliza a doutoranda.

Para perguntas ou mais informações sobre a pesquisa, o e-mail de Laura é laura.bortoloni@unife.it.

Texto e fotos: Pedro Moro, acadêmico de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias
Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ccr/2024/12/10/abertura-da-exposicao-tecendo-santa-maria-ocorre-no-jardim-botanico-hoje-10 Tue, 10 Dec 2024 13:34:04 +0000 http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ccr/?p=11011

Hoje, dia 10 de dezembro, às 15 horas, o Jardim Botânico da UFSM recebe a abertura da exposição Tecendo Santa Maria. A mostra, que ficará em exibição até o dia 15 de dezembro, é fruto do trabalho colaborativo de diferentes projetos e laboratórios da UFSM, unindo arte, design e tradição.

Com curadoria da professora Cristina Landerdahl, a exposição é uma realização conjunta dos projetos Ateliê de Tecelagem, coordenado pela professora Ana Gabriela de Freitas Saccol (Departamento de Zootecnia), e do projeto de extensão Design e Território, coordenado pela professora Carolina Iuva de Mello (Departamento de Desenho Industrial). Ambos os projetos foram desenvolvidos no âmbito do Laboratório da Lã (LabLã), sob a coordenação da servidora Simone de David Antônio, também do Departamento de Zootecnia da UFSM.

Com o argumento curatorial conectando pessoas e entrelaçando saberes, as obras expostas utilizam lã para representar elementos do Distrito Criativo Centro-Gare, valorizando o saber artesanal e o patrimônio cultural de Santa Maria.

Entre as artistas que irão expor estão:

  • Camila Saccol Fros
  • Marlene Lovatto
  • Mirian Guarienti
  • Mirian Shalemberg
  • Rosangela Possamei
  • Simone de David Antônio

A comunidade acadêmica e o público geral estão convidados a prestigiar a exposição e explorar a conexão entre o saber tradicional e o contemporâneo, destacando a relevância do trabalho manual e do patrimônio cultural na identidade da nossa cidade.

No dia 15 de dezembro, durante o Viva o 55BET Pro, será oferecida uma Oficina de Feltragem Seca, também no Jardim Botânico, que ocorrerá das 16h às 18h. Mais informações no Instagram do LabLã.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2024/11/06/ufsm-promove-evento-sobre-tendencias-e-desafios-do-design-no-sabado-9 Wed, 06 Nov 2024 10:31:52 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=67535

O Departamento de Desenho Industrial da UFSM promove no próximo sábado (9) o evento "Vértice: experiência, interface e mercado”, organizado pelos alunos do Laboratório de Interfaces, com supervisão e idealização da professora Débora Aita Gasparetto e do profissional da área Carlos Donaduzzi. O evento tem apoio da Prefeitura Municipal e da Urmob e é gratuito e aberto à comunidade. 

Das 8h30 às 12h, no Lab Criativo da Vila Belga, o evento contará com profissionais da área em diferentes nichos de mercado, vinculados a grandes empresas privadas, startups, ao setor público e à academia, visando oferecer uma imersão no mercado de design de interfaces, destacando as novas tendências, práticas e oportunidades na área de UI (User Interface) e UX (User Experience).

A iniciativa é voltada para estudantes, professores, profissionais e entusiastas da área de design que buscam aprimorar seus conhecimentos sobre as demandas do mercado, das tecnologias e ampliar seu networking.

Além do evento presencial, o website do projeto conta com um conteúdo extra de entrevistas com alguns alunos que passaram pelo laboratório e atualmente estão inseridos no mercado, trazendo suas vivências. 

Inscrições gratuitas pelo website. Restam poucas vagas.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2024/10/29/evento-sobre-tendencias-e-desafios-do-design-sera-no-dia-9-de-novembro Tue, 29 Oct 2024 11:23:37 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=67417

O Departamento de Desenho Industrial da UFSM promoverá o evento "Vértice: experiência, interface e mercado”, organizado pelos alunos do Laboratório de Interfaces, com supervisão e idealização da professora Débora Aita Gasparetto e do profissional da área Carlos Donaduzzi. A programação é gratuita e aberta à comunidade. 

No dia 9 de novembro, sábado, das 8h30 às 12h, no Lab Criativo da Vila Belga, o evento contará com profissionais da área em diferentes nichos de mercado, vinculados a grandes empresas privadas, startups, ao setor público e à academia, visando oferecer uma imersão no mercado de design de interfaces, destacando as novas tendências, práticas e oportunidades na área de UI (User Interface) e UX (User Experience).

A iniciativa é voltada para estudantes, professores, profissionais e entusiastas da área de design que buscam aprimorar seus conhecimentos sobre as demandas do mercado, das tecnologias e ampliar seu networking.

Além do evento presencial, o website do projeto conta com um conteúdo extra de entrevistas com alguns alunos que passaram pelo laboratório e atualmente estão inseridos no mercado, trazendo suas vivências. 

Inscrições gratuitas pelo website.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/experimental/revista-o-qi/2023/12/15/lancamento-da-12a-edicao Fri, 15 Dec 2023 13:00:00 +0000 http://www.55bet-pro.com/midias/experimental/revista-o-qi/?p=692

Comunicamos o lançamento da 12ª edição (2023) do periódico O QI - Revista Experimental do Curso de Produção Editorial sob a coordenação da professora Cláudia Bomfá, apresentando o dossiê temático “Design e cidadania: criatividade como instrumento social”.

Partindo da provocação “Para quem você faz design?”, lançamos um dossiê temático que trata da aplicação do design em diversas mídias e áreas do conhecimento, como instrumento social que facilita as vivências em sociedade. Assim, a edição busca compilar resultados provenientes de projetos experimentais, pesquisas e relatos profissionais que valorizem produções criativas desenvolvidas sobre os princípios da cidadania, inclusão e acessibilidade. 

A edição inclui no seu dossiê temático 2 originais, 1 ensaio, 3 relatos de produção e 3 resumos de monografia. Além da seção temática, a O QI possui uma seção de temas livres, que apresenta 4 artigos, 1 ensaio, 2 relatos de produção e 2 resenhas críticas. Dá-se destaque especial para o original de Clara Guedes Pinto, do projeto ColorADD (Portugal), abordando o Sistema de Identificação de Cores para Daltônicos.

Leia a versão digital aqui.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/cursos/graduacao/santa-maria/relacoes-internacionais/2022/11/22/curso-de-relacoes-internacionais-apresenta-sua-nova-identidade-visual Tue, 22 Nov 2022 12:31:26 +0000 http://www.55bet-pro.com/cursos/graduacao/santa-maria/relacoes-internacionais/?p=1703

Em reunião realizada pelo Colegiado de Relações Internacionais, em sua 40º sessão, foi escolhida pelos integrantes sua nova logo, buscando um design mais moderno. A nova identidade visual do Curso de Relações Internacionais foi desenvolvida pelo estudante José Domingos Bazanella Neto, e apresenta as iniciais do curso em azul marinho e celeste, e sobre a letra “I” um desenho do globo terrestre com algumas coordenadas geográficas. Na base da imagem está o nome do curso em preto, e abaixo deste, as iniciais da Universidade Federal de Santa Maria, na cor grafite.

 

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/cal/editais/001-2022-12 Mon, 17 Oct 2022 15:44:11 +0000 http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/cal/?post_type=editais&p=3014 A Coordenação do Curso de Especialização em Design de Superfície do Centro de Artes e Letras da Universidade Federal de Santa Maria torna público o Edital para seleção de acadêmicos(as) dos Cursos de Graduação em Artes Visuais e/ou Desenho Industrial da UFSM para atuarem como bolsistas no Curso de Especialização em Design de Superfície da UFSM.

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A Coordenação do Curso de Especialização em Design de Superfície do Centro de Artes e Letras da Universidade Federal de Santa Maria torna público o Edital para seleção de acadêmicos(as) dos Cursos de Graduação em Artes Visuais e/ou Desenho Industrial da UFSM para atuarem como bolsistas no Curso de Especialização em Design de Superfície da UFSM.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2021/11/16/palestra-nesta-quarta-feira-vai-abordar-edicao-e-roteirizacao-de-material-didatico Tue, 16 Nov 2021 21:52:18 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=57197 Nesta quarta-feira (17), ocorre a 51ª palestra dos Seminários Abertos das Letras da UFSM, cujo título é “Sobre edição e roteirização de material didático”. Esta edição terá como debatedores Lielson Zeni, que é doutorando em Letras pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e atua como editor na Darkside Books, e Guilherme Kroll, editor da Balão Editorial e Conrad. A mediação ficará a cargo da professora Maria Clara Carneiro, do Departamento de Letras Estrangeiras e Modernas da UFSM. A palestra será transmitida às 15h no canal dos seminários no Youtube.]]> UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2021/11/10/professora-da-ufsm-foi-jurada-do-premio-jabuti-na-categoria-projeto-grafico Wed, 10 Nov 2021 21:54:56 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=57174

A Câmara Brasileira do Livro (CBL) divulgou na terça-feira (9) a lista dos finalistas nas 20 categorias do 63º Prêmio Jabuti, que é uma das mais importantes premiações literárias do Brasil. A ocasião serviu também para tornar pública a relação dos jurados, cujos nomes eram mantidos em sigilo, em conformidade com o regulamento da premiação. Entre os nomes revelados está o da professora Marilia de Araujo Barcellos, do Departamento de Ciências da Comunicação da UFSM, que está entre os três jurados da categoria Projeto Gráfico.

Apesar de trabalhar no mercado editorial desde 1989, esta foi a primeira vez em que ela foi convidada a ser jurada de uma premiação. Na opinião dela, houve “um movimento muito saudável de descentralização na composição dos jurados em todas as categorias”, com a inclusão de nomes de fora do eixo Rio/São Paulo.

[caption id="attachment_57175" align="alignright" width="458"] “Um bom projeto gráfico faz a gente ler sem esforço”, afirma a professora Marilia Barcellos[/caption]

Da organização do Jabuti, ela recebeu em sua casa vários livros para análise. “Resido num prédio mais antigo, sem elevador, e para subir as caixas até o terceiro andar foi uma ‘novela’!”, relembra a professora. Marilia passou então as suas férias acadêmicas analisando as obras, das quais, em uma primeira triagem, selecionou cerca de 40%. “Daí fiquei um tempo me familiarizando com cada um deles, e aos poucos, excluindo ou destacando-os da minha listagem.”

De acordo com o regulamento do Prêmio Jabuti, são três os critérios para avaliar o projeto gráfico dos livros: composição estética; originalidade e inovação; funcionalidade e adequação ao perfil da obra.

“O projeto gráfico é uma etapa muito importante do processo editorial. Um bom projeto deve atender harmoniosamente o conteúdo e a sua materialidade em toda sua estrutura: elementos extratextuais, pré-textuais, textuais e pós-textuais, ou seja, uma composição que permita uma leitura agradável, um manuseio confortável, a fim de que o conteúdo seja recebido da melhor maneira possível. É só lembrar, por exemplo, daqueles livros que a gente não consegue lê-los porque têm a letra muito pequenininha, ou frases compridas, a largura da página que o olho não alcança, ou mesmo a sensação estranha de segurar um livro pesado em mãos, ou que tenhamos de abrir as páginas ao máximo para podermos ler o texto próximo à margem interna da folha”, explica Marilia.

Para concluir o julgamento, cada jurado teve de indicar 13 livros para a organização do Jabuti, aos quais atribuíram notas de 7 a 10, sendo uma nota diferente para cada critério de avaliação. Marília resume as características que para ela compõem um bom projeto gráfico:

“Eu diria que alguns itens essenciais para quem trabalha na área parecem supérfluos para alguns, mas são extremamente importantes, por exemplo: a inserção do colofão, no final do livro, com os dados do material utilizado na obra. Houve quem o ignorasse, mas são informações preciosas que valorizam o projeto gráfico identificando onde foi impresso, qual o papel utilizado, dentre outras coisas que valorizam a produção. Um bom projeto gráfico ajuda a gente a efetuar a leitura, a partir de uma boa disposição das imagens, do arejamento entre as linhas, das ilustrações pertinentes inseridas (com a possibilidade de um toque especial ao folhear o papel macio), das cores. Um bom projeto gráfico faz a gente ler sem esforço”.

Na lista divulgada na terça-feira, há dez finalistas em cada categoria; antes da divulgação do resultado final, essa lista passará por um afunilamento, com cinco concorrentes por categoria, cuja divulgação está prevista para a próxima terça-feira (16). Por fim, os vencedores nas 20 categorias serão divulgados em uma solenidade on-line (a ser transmitida no canal da CBL no Youtube) no dia 25 de novembro, às 19h, a qual terá o ator Dan Stulbach como mestre de cerimônias.

Os vencedores em cada categoria vão receber um prêmio de R$ 5 mil cada um e a estatueta do Jabuti. Entre os concorrentes está o professor Enéias Tavares, dos cursos de Letras da UFSM, que tem se destacado na literatura fantástica. Ele é o autor do romance Parthenon Místico, que é um dos dez finalistas na categoria Romance de Entretenimento. Na cerimônia, também será revelado o título escolhido como Livro do Ano, cujo autor ganhará um prêmio de R$ 100 mil. O homenageado da noite será o escritor Ignácio de Loyola Brandão, nomeado como a Personalidade Literária do 63º Prêmio Jabuti.

Texto: Lucas Casali

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2021/10/29/professor-da-ufsm-recebe-dupla-premiacao-na-odisseia-de-literatura-fantastica Fri, 29 Oct 2021 19:07:32 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=57074 [caption id="attachment_57075" align="alignright" width="388"] O professor Enéias Tavares expõe no Orc Studio os prêmios recebidos pelo romance "Parthenon Místico"[/caption]

O professor Enéias Tavares, do Departamento de Letras Clássicas e Linguística da UFSM, conquistou dois troféus na edição 2021 do Prêmio Odisseia de Literatura Fantástica. O seu romance Parthenon Místico, escrito no gênero steampunk, venceu nas categorias Melhor Capa e Projeto Gráfico e Melhor Narrativa Longa de Ficção Científica.

Publicado no ano passado pela editora Darkside Books, o livro premiado continua a aprofundar o universo literário e transmídia da série literária Brasiliana Steampunk, criada pelo autor, a qual já dispõe de livros, quadrinhos, jogos e uma série audiovisual, A Todo Vapor!, lançada também em 2020 no serviço de streaming Amazon Prime. Parthenon Místico presta homenagem não apenas aos heróis da literatura clássica, como também ao grupo real Partenon Literário, que viveu em Porto Alegre na segunda metade do século 19 e foi responsável por uma série de obras sociais, artísticas e educacionais.

Enquanto obra transmídia, o livro apresenta uma seção final com um QR Code que dá acesso a diversos conteúdos multimídia como audiodramas, dossiês ilustrados, quadrinhos e mapas, todos produzidos a partir do Orc Studio – Laboratório de Economia Criativa, localizado no Espaço Multidisciplinar da UFSM em Silveira Martins. Enéias é o diretor do laboratório, que é vinculado aos cursos de Letras. De acordo com ele, a palavra Orc é uma alusão a um personagem do poeta William Blake que significa energia criativa.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/arco/guia-daltonismo-acessibilidade-cromatica Mon, 18 Oct 2021 13:49:58 +0000 http://www.55bet-pro.com/midias/arco/?p=8707 “Assim que você passar pela casa verde, dobre na próxima esquina, seu destino fica no prédio rosa”. “Quando for ao mercado, quero que traga um tomate bem vermelho”. “Para efetuar o pagamento, basta pressionar o botão verde”. “Pegue a caneta azul naquele estojo amarelo”. São grandes as chances de você já ter ouvido frases como essas em algum momento da sua vida ao realizar tarefas cotidianas. 

Utilizar a cor para informar detalhes e especificações costuma ser uma alternativa de  simplificar o que se deseja comunicar. Entretanto, para indivíduos que não percebem as cores do mesmo modo que a maioria das pessoas, essas situações podem provocar muita insegurança e ansiedade - especialmente quando não há acessibilidade em relação às cores na maneira como produtos, serviços e metodologias são construídos. Entender as informações das placas de trânsito, observar o semáforo ao atravessar a rua, escolher tintas para a decoração da casa, interpretar alguma questão de prova que apresenta legendas em cores, selecionar frutas no supermercado, e observar a palidez da pele de um paciente em um atendimento médico são alguns dos exemplos. 

O daltonismo, também chamado de discromatopsia ou até mesmo de deficiência visual das cores, refere-se à dificuldade de identificar e diferenciar certos intervalos de cores. De acordo com o Conselho Federal de Medicina, cerca de 5% da população mundial possui algum tipo de daltonismo. Você achou pouco? Isso representa aproximadamente 390 milhões de pessoas no planeta. Há quem tenha daltonismo em decorrência de fatores genéticos - mais comum -, e ainda quem adquira ao longo da vida, principalmente em razão de doenças e lesões, entre outros motivos. No que se refere à classificação, existem oito tipos de daltonismo, além da presença de certos graus, como leve, moderado e severo. 

No olho humano de quem não possui daltonismo, há o funcionamento de três tipos de células capazes de “perceber” a cor. Esses tipos de células são conhecidos como “cones” e são denominados de acordo com o tipo de luz que são capazes de captar - como vermelha, verde e azul. Quem tem algum tipo de deficiência parcial em alguma dessas células pode possuir três tipos de daltonismo: protanomalia (em relação ao cone vermelho), deuteranomalia (em relação ao cone verde) e tritanomalia (em relação ao cone azul). Esses são os tipos de daltonismo com o grau mais leve, já que, embora haja alguma deficiência em um dos cones, a pessoa possui os três tipos de célula. A seguir, repare, respectivamente, a simulação de algumas frutas e legumes para pessoas sem daltonismo e pessoas com protanomalia, deuteranomalia e tritanomalia:

Visão tricromática | Fonte: Freepik e Pilestone

Já para aquelas pessoas com deficiência total ou até mesmo a ausência de algum dos cones, há outros três tipos de daltonismo: protanopia (em relação ao vermelho), deuteranopia (em relação ao verde) e tritanopia (em relação ao azul). Nesses casos, pela ausência do funcionamento dos cones, os graus são considerados mais elevados e certas cores podem ser percebidas como outras bem diferentes ou serem vistas como tons de cinza, dependendo de cada tipo. Sendo assim, note agora a comparação de algumas frutas e legumes para pessoas sem daltonismo e pessoas com protanopia, deuteranopia e tritanopia:

Visão dicromática | Fonte: Freepik e Pilestone

Por fim, há ainda os tipos de daltonismo chamados de monocromáticos/acromáticos, quando há apenas um cone sem deficiência ou todas as células fotossensíveis com algum tipo de deficiência ou ausência. São divididos em dois tipos: monocromacia atípica/monocromacia do cone azul, quando há apenas o funcionamento do cone sensível à luz azul, e monocromacia típica/acromatopsia, tipo de daltonismo que vê somente em escala de cinza. A seguir, observe, respectivamente, também a simulação de algumas frutas e legumes para pessoas sem daltonismo e pessoas com monocromacia do cone azul e acromatopsia:

Visão monocromática | Fonte: Freepik e Pilestone

Embora haja uma complexidade muito grande em relação à visão humana, especialmente à visão colorida, ainda há uma extrema desinformação sobre o daltonismo. Entre os mitos mais difundidos, estão os de que pessoas com daltonismo veem somente em preto e branco e de que apenas homens podem  ter tal limitação visual. Além disso, há uma enorme carência de pesquisas acadêmicas sobre o assunto nas mais diversas áreas do conhecimento, como na medicina, na pedagogia e, sobretudo, na comunicação e no design - o que contribui para a falta de informação sobre como criar com acessibilidade.

Justamente em vista disso, durante a minha graduação em Comunicação Social - Publicidade e Propaganda na UFSM, me debrucei a pesquisar sobre perspectivas de inclusão e acessibilidade em projetos e produtos comunicacionais para pessoas com daltonismo, já que também sou uma pessoa daltônica que tem sua vida pessoal, acadêmica e profissional impactada por barreiras geradas pela falta de acessibilidade. Como minha pesquisa consiste na entrega de um produto, tomei a iniciativa de desenvolver um guia de boas práticas, intitulado “Guia de Acessibilidade Cromática para Daltonismo”, voltado a profissionais da indústria criativa que, de alguma maneira, trabalham com a utilização das cores no dia a dia - como designers, publicitários, desenvolvedores, produtores editoriais e arquitetos. O material propõe auxiliar e facilitar o ensino e o exercício prático no que diz respeito ao desenvolvimento de projetos plenamente acessíveis em relação às cores.

Capa do “Guia de Acessibilidade Cromática para Daltonismo” | Fonte: Thiovane Pereira

Além de 20 soluções de acessibilidade mapeadas, um dos principais resultados do estudo, de fato, foi a criação de um modelo de princípios de acessibilidade, nomeados de ‘princípios de acessibilidade cromática’, que, quando interseccionados adequadamente a uma dada circunstância, asseguram que todo e qualquer projeto ou produto comunicacional seja acessível em relação às cores. Para validar as recomendações presentes no material, foram realizados grupos de avaliação com a presença de pessoas com diferentes tipos de daltonismo, profissões e faixa etárias de cidades do Brasil e da Espanha. 

A fim de tornar o guia de boas práticas o mais acessível possível e garantir autonomia e segurança a profissionais que, porventura, possam ter algum tipo de deficiência, o projeto conta com o apoio do ColorADD, um sistema de identificação de cores único, inclusivo, universal e transversal, criado pelo designer português Miguel Neiva, que associa um determinado símbolo gráfico a uma cor. Dessa maneira, torna-se possível que a cor de cada página do material possa ser identificada facilmente por pessoas com daltonismo.

ColorADD | Fonte: ColorADD

Caso você tenha interesse em conhecer um pouco mais sobre estudo e entender como a acessibilidade em relação às cores pode ser aplicada no dia a dia e em projetos e produtos comunicacionais, o “Guia de Acessibilidade Cromática para Daltonismo” foi lançado de maneira digital, pública e gratuita no dia 17 de outubro. O guia pretende contribuir para que projetos tornem-se, de fato, mais acessíveis para pessoas que possuem algum tipo de daltonismo.

*Texto por Thiovane Pereira. Thiovane possui daltonismo, é publicitário pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e pesquisa sobre acessibilidade em relação às cores. Além de trabalhar como diretor de arte, presta serviços de consultoria sobre como tornar seus projetos mais acessíveis para pessoas com daltonismo. É idealizador do projeto “Guia de Acessibilidade Cromática para Daltonismo”. 

Expediente

Ilustração: Luiz Figueiró, acadêmico de Desenho Industrial e voluntário

Mídia Social: Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Eloíze Moraes, estagiária de Jornalismo e bolsista; e Caroline de Souza, acadêmica de Jornalismo e voluntária

Edição de Produção: Esther Klein, acadêmica de Jornalismo e bolsista

Edição Geral: Luciane Treulieb e Maurício Dias, jornalistas

Alimento foto criado por onlyyouqj - br.freepik.com]]>
UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/editoras/facos/historia-da-arte-no-desenho-industrial-imagens-fantasmas Sat, 06 Mar 2021 21:24:25 +0000 http://www.55bet-pro.com/editoras/facos/?page_id=152 História da Arte no Desenho Industrial: imagens fantasmas
Débora Aita Gasparetto (organizadora)
[caption id="attachment_162" align="alignleft" width="211"] História da arte no desenho industrial: imagens fantasmas[/caption] A publicação reúne artigos e relatórios de projetos desenvolvidos de 2016 a 2019 na Disciplina História da Arte I, ministrada pela Profa Dra Débora Aita Gasparetto no Curso de Desenho Industrial da UFSM. O Bio condutor dos textos é o Atlas Mnemosyne, de Aby Warburg (2010) bem como e os conceitos de sintoma e anacronismo, explorados por Georges Didi-Hubermann (2013, 2015). A proposta é estimular os alunos a pensarem a história da arte por meio de imagens e contribuir para a aplicação da disciplina em projetos, articulando com outras disciplinas e metodologias de desenho industrial. [caption id="attachment_162" align="alignleft" width="211"] História da arte no desenho industrial: imagens fantasmas[/caption] A publicação reúne artigos e relatórios de projetos desenvolvidos de 2016 a 2019 na Disciplina História da Arte I, ministrada pela Profa Dra Débora Aita Gasparetto no Curso de Desenho Industrial da UFSM. O Bio condutor dos textos é o Atlas Mnemosyne, de Aby Warburg (2010) bem como e os conceitos de sintoma e anacronismo, explorados por Georges Didi-Hubermann (2013, 2015). A proposta é estimular os alunos a pensarem a história da arte por meio de imagens e contribuir para a aplicação da disciplina em projetos, articulando com outras disciplinas e metodologias de desenho industrial.

Acesso à obra

Versão PDF Versão HTML No Manancial Dados da obra Sumário Autoria Licença Creative Commons Dados da obra Publicação: 2020 / 1ª edição ISBN: 978-65-5773-011-9 (HTML) 978-65-5773-012-6 (PDF) Referência:  GASPARETTO, Débora Aita (Org.). História da Arte no Desenho Industrial: imagens fantasmas. Santa Maria/RS: FACOS-UFSM, 2020. 274 p. (Recurso eletrônico) Sumário
  • Introdução
  • Mammalia: um Atlas Mnemosyne da Amamentação Interespécies
  • O processo de composição da capa desta publicação e a sobrevivência das imagens
  • Arte e algumas inquietações sobre a loucura
  • Sobrevivência: a pré-história por meio da cerâmica
  • Design da identidade visual da banda musical “EGIPHANY” inspirada na Arte Egípcia
  • Joias Contemporâneas: Realidade Aumentada para dar vida à Arte Egípcia
  • Uso de padronagem, ilustração e artesanato para o desenvolvimento de embalagens com base na Arte Mesopotâmica
  • Processo de criação do projeto de design baseado na história da Arte Grega
  • Assombramentos da Arte Romana: representatividade LGBT
  • A Arte Bizantina e sua releitura na contemporaneidade
  • Releitura da Tapeçaria de Bayeux em batalhas contemporâneas
  • Padrões da Arte Gótica e a sua sobrevivência na Moda Autoral
  • A renascença conectada, uma nova renascença
  • Renascimento: dos banquetes à miséria 
  • Processo de criação do projeto baseado na arte barroca
  • Como seria no Barroco 
  • O movimento artístico Rococó como referência para design gráfico
  • Relatório de Projeto: História da Arte na Rua
  • Relatório de Projeto: História da Arte na Caixa de Cereal
  • Relatório de Projeto: História da Arte no Copo de Café
  • Relatório de projeto: história da arte no projeto ARTÉS
  • Relatório de projeto: história da arte no projeto “A arte é uma viagem”
  • Relatório de projeto: história da arte no projeto ART FOR ALL
  • Relatório de projeto: história da arte no projeto Procura-se
Autoria Organizadora: Débora Aita Gasparetto.  Autores:  Isadora Aita Lucio, Noam Wurzel, Débora Aita Gasparetto, Cristielle Luise Rodrigues Silva, Guilherme Centeno Roberts, Ana Lúcia Oderich, Fellipe Dalcin, Gabriel Da Cás, João Marco Abreu Christo, Luckas Holkem, Samuel Bastianello, Heloisa Falqueto Caliman, Luiz Henrique de Souza Moreira, Marieli Hubner do Prado, Mariana Kuhl Cidade, Giovanna Ribeiro De Oliveira, Isabelle De Moraes Gugelmim, Pedro Afonso Martins Altissimo, Marcos Brod Júnior, Amanda Melchiors, Eduarda Olechak Castelli, Luana Visentini, Luiza De Almeida Oliveira, Nathalie Coelho Crispim, William Bernardo Andreatta, Janaíne Perini, Leonardo Penna, Isadora Boscardin Espindola, Valentina Ortiz Ribeiro, Daniela Nunes Flores, Pedro Henrique Dias Sousa, Pedro Prestes Matiuzzi, Ana Helena Gonçalves de Oliveira, Italo Renan Rodrigues de Paula, Julio Becker, Natália Gomes Dalla Lana, Ângelo Assumpção, Bianca Marchesan, Gustavo Stahl, Leopoldo Engroff, Natalia Ledur, Rogério Pomorski, Helena Smidt, Jaqueline Friedrich Petroni, Jonas William, Andersom Brum Eduardo Pastro, Julia Lima, Julienne Oliveira, Vinicius Gumisson, Affonso Montagner Maia, Joana RafBin Ancinelo, Rafael Mena Barreto de Freitas, Alexandre Campanholo, Ana Carolina Souza de Almeida, Felipe Lázaro de Lima Carvalho, Ana Alicia Flores, Camila Santarem, Gabriel Beiró, Julia Kuffner, Camila Mantovani, Tayná Mai, Vitória Barboza Bertoncello, Giovanna Riesgo, Gabriel Lopes, Daniela Amaral, Marcelo Biacchi, Lucas Dalcin, Alexandre Pawlowski da Silva, Greice Pettine, Giovana Casati de Almeida, Larissa Dornelles, Angela Nicole Lopez Ulloa, Aline Rubert, Thuyla Azambuja de Freitas, Alice Alves Moreira, Mila Monteiro Machado, Antonela Formentini Chiesa, Pedro Ernesto Silva Lameira, Gustavo Zottele Freitas, Julia Carmelli Campos, Lara Coimbra de Lima dos Santos, Guilherme Mohr Gomes, Nicole Prado Schneider, Marlon da Silveira Mello e Fabio Trennepohl. Licença Creative Commons Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional. Para ver uma cópia desta licença, visite: http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/]]>
UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2020/10/26/abertas-as-inscricoes-para-minicurso-de-criacao-de-portfolios-artistico-educativos Mon, 26 Oct 2020 11:41:25 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=54250

Estão abertas inscrições para o minicurso Criação de Portfólios Artístico/Educativos, do Projeto de Ensino Portfólios Artístico/Educativos, contemplado pelo Edital Fien 2020. O projeto dialoga com a disciplina Práticas Educativas B, da licenciatura em Artes Visuais da UFSM, e visa à produção de material artístico/educativo que tenha viés didático, por intermédio de plataformas virtuais de acesso livre e gratuito. Neste sentido, o objetivo é desenvolver uma produção online, seja como museu virtual, seja para processos de aprendizagem a partir das Artes Visuais, auxílio para docentes no diálogo com estudantes de diferentes níveis da Educação Básica.

O minicurso contará também com palestras das professoras doutoras Mirian Celeste Martins, da Universidade Presbiteriana Mackenzie, e Viga Gordilho, da Universidade Federal da Bahia. As palestras devem ocorrer via plataforma RNP, com link a ser disponibilizado aos inscritos.

O minicurso dispõe de 30 vagas e deverá ter um total de carga horária de 8 horas, com material também disponibilizado via Google Drive da UFSM para os participantes. Serão aceitas inscrições de estudantes de Artes Visuais e Design da UFSM e reservadas 10 vagas para discentes de outras instituições universitárias no país. 

A seleção se dará de acordo com o preenchimento dos dados solicitados e serão enviados e-mails aos selecionados.

As inscrições podem ser realizadas por meio do link.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/editoras/facos/metodologia-5is Fri, 09 Oct 2020 21:43:05 +0000 http://www.55bet-pro.com/editoras/facos/?page_id=92 Metodologia 5I's: projetos e processos
Débora Aita Gasparetto (organizadora)
[caption id="attachment_93" align="aligncenter" width="212"] Metodologia 5I's: projetos e processos[/caption]

A organização sistematiza a metodologia utilizada no Laboratório de Interfaces do Desenho Industrial da UFSM, intitulada 5I`s, por meio de artigos que demonstram o desenvolvimento e os processos de projetos de design de interfaces. Consiste no compartilhamento do aprendizado de alguns dos alunos que passaram pelo Laboratório de Interfaces, com seus projetos encantadores, propositores e resolutores de problemas reais, simples e pessoais ou extremamente complexos e coletivos.

[caption id="attachment_93" align="alignleft" width="212"] Metodologia 5I's: projetos e processos[/caption]

A organização sistematiza a metodologia utilizada no Laboratório de Interfaces do Desenho Industrial da UFSM, intitulada 5I`s, por meio de artigos que demonstram o desenvolvimento e os processos de projetos de design de interfaces. Consiste no compartilhamento do aprendizado de alguns dos alunos que passaram pelo Laboratório de Interfaces, com seus projetos encantadores, propositores e resolutores de problemas reais, simples e pessoais ou extremamente complexos e coletivos.

Acesso à obra

Versão PDF Versão HTML No Manancial Dados da obra Sumário Autoria Licença Creative Commons Dados da obra

Publicação:
2020 / 1ª edição
ISBN:
978-65-5773-008-9 (HTML)
978-65-5773-007-2 (PDF) 

Referência: 
GASPARETTO, Débora Aita (Org.). Metodologia 5I’s: projetos e processos. Santa Maria/RS: FACOS-UFSM, 2020. 351 p. (Recurso eletrônico)

Sumário
  • Introdução (p. 8-16);
  • Artigos diversos (p. 17-331);
  • Sobre o(a)s autore(a)s – vídeos;
  • Confira outros projetos desenvolvidos no Laboratório com a metodologia 5I’s
Autoria Organizadores: Débora Aita Gasparetto.

Autores: Débora Aita Gasparetto, Andressa Dotto Colusso, Felipe Láxaro de Lima Carvalho, Gabriela Nehring, Gustavo Lago Quatrin, Henrique Pivetta Viero, Joao Vitor de Mello, Julia Lima, Juliana Krupahtz, Laura Muller, Lucas Pozzobon, Micheli da S. Grigolo, Natã da Silva, Taynane Senna, Fabricio Arend MAica Pereira, Lidiane Castagna Gonçalves, Milena Dutra Kosciuk, Nathalie Coelho Crispim, Valentina Montenegro da Silva. Licença Creative Commons

Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional. Para ver uma cópia desta licença, visite: http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/arco/como-nasce-uma-joia Wed, 09 May 2018 20:50:17 +0000 http://coral.55bet-pro.com/arco/sitenovo/?p=3559 Trabalho criativo e atenção aos detalhes são habilidades desenvolvidas no Laboratório de Joalheria da UFSM. Nele, acadêmicos do curso de Desenho Industrial são desafiados a criar peças a partir das propostas da professora da disciplina Mariana Cidade. Durante o semestre, os alunos devem produzir uma aliança e um pingente, além de um trabalho final. “O projeto da aliança e do pingente é para mostrar para o aluno que ele pode se formar e montar seu próprio ateliê em casa, comprar suas ferramentas e desenvolver por ele mesmo”, explica Mariana. Já o trabalho final é voltado ao âmbito industrial, para que os estudantes saibam como é a criação dentro de uma fábrica de joias. Da inspiração à criação A primeira etapa de elaboração é passar pelo processo criativo, quando os alunos projetam a ideia das joias e a transformam em um desenho. Os temas são modificados constantemente pela professora. Neste semestre, o processo aconteceu em parceria com o Laboratório de Botânica, onde os estudantes puderam analisar as formas de insetos, plantas, galhos e folhas através dos microscópios. A partir da visualização, surgiram os primeiros esboços das joias.  Posteriormente, é preparada a liga, através da fundição dos metais brutos (geralmente prata e cobre). Após a fundição, o metal passa pelo processo de laminação para dar forma à peça. Com uma serra, são feitos, então, os recortes que o aluno planejou. A última etapa é o acabamento: são usadas várias limas para retirar as imperfeições que permaneceram. Logo em seguida, são utilizadas lixas e, para finalizar, a joia é polida. [caption id="attachment_3575" align="aligncenter" width="1024"] Metais são aquecidos com maçarico[/caption] [caption id="attachment_3576" align="aligncenter" width="1024"] Após a fusão, a liga é colocada em uma forma[/caption] [caption id="attachment_3578" align="aligncenter" width="1024"] A professora Mariana Cidade verifica o tamanho da lâmina em relação ao desenho de um pingente proposto por um aluno[/caption] [caption id="attachment_3577" align="aligncenter" width="1024"] O lingote passa pelo processo de laminação[/caption] [caption id="attachment_3579" align="aligncenter" width="1024"] Corte do material conforme o desenho projetado pelo aluno[/caption] A professora Mariana explica que o Laboratório dispõe das ferramentas e dos equipamentos, mas não possui nenhum tipo de metal estocado. Alguns alunos que estão em estágio mais avançado do ateliê optam pelo uso de materiais não convencionais, a exemplo da acadêmica Mariela Miranda, que desenvolve joias a partir de componentes de celulares estragados. [caption id="attachment_3580" align="aligncenter" width="1024"] Mariela Miranda utiliza elementos de celulares estragados na criação das joias[/caption] O destino das peças Assim que as peças são finalizadas e avaliadas pela docente, o estudante escolhe um destino para elas. A maioria opta por  usar o produto ou presentear algum familiar, pois cada aluno produz poucas peças ao longo do semestre. As peças produzidas pelos alunos de semestres anteriores foram exibidas no encerramento do evento As múltiplas possibilidades do design, realizado de 3 a 25 de abril. Na ocasião, os próprios alunos desfilaram utilizando as peças que criaram. [caption id="attachment_3581" align="aligncenter" width="1024"] Alunos do curso de Desenho Industrial desfilaram com as peças criadas por eles mesmos[/caption] No evento, a acadêmica Ivi Pivetta Viero exibiu o pingente criado para o seu trabalho de conclusão de curso. Ela conta que se inspirou nas peças de lego e buscou trazer opções diferentes para que as pessoas pudessem customizar as peças. “Defini que o conceito seria uma coleção modular, versátil e interativa. A partir disso, criei painéis imagéticos com produtos que tivessem esse conceito, e desses painéis, fui extraindo formas”, explica a estudante. O pingente desenvolvido por Ivi é feito de prata e resina de diversas cores, para que se possa fazer as combinações que preferir. Ela comentou que, posteriormente, pretende testar novos materiais para a criação dos módulos, e a execução de outras peças que possam fazer parte desta coleção de joias. [caption id="attachment_3582" align="aligncenter" width="683"] Ivi Pivetta Viero criou uma joia inspirada em peças de lego[/caption] O trabalho da Ana Luiza Seeger Guerra se destacou durante a exposição por envolver a colaboração de outro laboratório, o de Tipografia Editorial do Desenho Industrial. Suas joias são da Coleção Tipográfica, devido às formas terem origem em fontes tipográficas. Além desse trabalho, Ana Luiza escreveu um artigo relacionando tipografia e joalheria, mostrando as semelhanças entre as ferramentas usadas em ambas. [caption id="attachment_3583" align="aligncenter" width="683"] Ana Luiza Seeger Guerra se inspirou em fontes tipográficas para a criação de suas peças[/caption] Reportagem: Martina Irigoyen Fotografia: Rafael Happke]]> UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/arco/o-bebedouro-do-futuro Wed, 08 Jun 2016 19:23:28 +0000 http://coral.55bet-pro.com/arco/sitenovo/?p=1783

Quando buscava ideias para seu Trabalho de Conclusão de Curso em Desenho Industrial – Projeto de Produto, Bruno Pergher decidiu verificar como as pessoas se comportavam no ambiente público em Santa Maria. Observou que a maioria apenas circulava, indo de um compromisso a outro, e passava grande parte de seu dia fora de casa. Como estudante da UFSM, Bruno andava bastante pelo campus e frequentemente o calor o afetava, durante o verão. “Eu sempre sentia muita sede e a falta de um local para beber água na parada de ônibus, por exemplo”, conta. Dessa necessidade, surgiu a ideia de elaborar um bebedouro público.

Orientado pela professora Fabiane Vieira Romano, o estudante começou a trabalhar no que seria um bebedouro não somente público, mas de fácil acesso para cadeirantes. A primeira etapa consistiu em pesquisas sobre mobiliário urbano e normas existentes, o que gerou uma lista de requisitos obrigatórios que o aparelho deveria conter. Bruno aprimorou o bebedouro com características mais funcionais, como a torneira com ligação direta ao fornecimento de água do local em que fosse instalado e um sistema separado para que uma garrafa de até três litros pudesse ser enchida. “Isto o tornaria flexível, e a utilidade atingiria moradores de rua, também”, diz Bruno.

O primeiro protótipo, com modelagem preparada em computador, foi construído em papelão. Conforme o aparelho era aprimorado, houve a produção de outro, em madeira. O bebedouro acabou atingindo um formato diferente do convencional, devido às adaptações que seu criador fez, desenhando uma altura única para que o usuário, independentemente de sua condição física, tivesse uma interação natural com o sistema. Apesar de ser inicialmente pensado para locais como parques e praças, o bebedouro também poderia ser instalado em áreas residenciais ou corporativas.

De maneira inesperada para Bruno, sua criação obteve grande visibilidade. Houve contato com a Prefeitura Municipal de Santa Maria e vários empresários, que conheceram seu projeto na Multifeira de Santa Maria (Feisma), onde Bruno ganhou o 1º lugar no Prêmio Perfil Empreendedor. O bebedouro também obteve diversos prêmios nacionais e internacionais, como o 1º lugar na categoria Design de Impacto Social (Estudante) no 4º Prêmio SEBRAE Minas Design, 1° lugar no prêmio Bornancini – categoria Mobiliário Urbano e foi um dos vencedores do concurso de design “Nutrir o planeta, energia para a vida”, promovido pelo Instituto Europeu de Design e Expo Milão 2015.

Bruno Pergher se formou no primeiro semestre de 2015, levando consigo o sucesso de seu Trabalho de Conclusão de Curso. Para o futuro, ele espera ver pelo menos um bebedouro instalado em Santa Maria, principalmente nas paradas de ônibus da UFSM. Entre outros objetivos, quer produzir sua criação com outros materiais, em escala industrial.

Repórter: Myrella Allgayer

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