UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com Universidade Federal de Santa Maria Sun, 19 Apr 2026 16:37:52 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com 32 32 UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/cursos/graduacao/santa-maria/relacoes-internacionais/2022/11/18/convite-para-evento-descolonizando-a-pesquisa-em-direito-internacional Fri, 18 Nov 2022 17:51:03 +0000 http://www.55bet-pro.com/cursos/graduacao/santa-maria/relacoes-internacionais/?p=1697

NPPDI - Núcleo de Pesquisa e Práticas em Direito Internacional (CNPq/UFSM) convida para a 8 Edição do Ateliê de Pesquisa em Direito Internacional: 

Descolonizando a Pesquisa em Direito Internacional 

Boa parte da produção acadêmica no campo do Direito Internacional na América Latina reproduz de forma acrítica as teorias e técnicas que provêm das estruturas de poder projetadas a partir da matriz cultural de poder colonial. Este Ateliê de Pesquisa quer analisar a dinâmica centro-periferia que ainda caracteriza o campo e explorar algumas possibilidades de descolonização dessa produção a partir da absorção de novos espaços, processos e escalas de interação entre direito internacional e política. O objetivo é discutir pesquisas em andamento a partir da "virada metodológica" e da "virada ontológica" que caracterizam o campo do DI, buscando nelas possibilidades de descolonização da pesquisa e das práticas acadêmicas.

Datas: 18 e 25 de Novembro e 02 e 09 de Dezembro de 2022, às 10h, 

Local: Google Meet

A atividade é aberta à comunidade acadêmica e externa 

Link disponibilizado mediante inscrições pelo e-mail: nppdi@55bet-pro.com

Maiores informações: http://www.55bet-pro.com/grupos/nppdi

Cronograma: 18/11/2022: TICKNER, Arlene B. Core, periphery and (neo)imperialist International Relations. European Journal of International Relations, v. 19, n. 03, p.  627-646, 2013. 

25/11/2022: BLANEY, David L. & TICKNER, Arlene B. Worlding, Ontological Politics and the Possibility of a Decolonial IR. Millennium: Journal of International Studies, v. 45, n. 03, p. 293-311, 2017.

02/12/2022: SANDHOLTZ, Wayne & WHYTOCK, Christopher A. The Politics of International Law. In: SANDHOLTZ, Wayne & WHYTOCK, Christopher A. (Eds.). Research Handbook on the Politics of International Law. Cheltenham e Northampton: Edward Elgar, 2017. p. 1-24 

09/12/2022: XAVIER, Sujith. Learning from below: theorising global governance through ethnographies and critical reflections from the Global South. Windsor Yearbook of Access to Justice, v. 33, n. 03, Special Issue: Conspiring in Cairo & Canada: Placing TWAIL Scholarship and Praxis, p. 229-255, 2016.
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Inscrições abertas para a 12ª Edição do Ciclo de Debates em Direito Internacional. O evento está sendo organizado pelo Núcleo de Pesquisa e Prática em Direito Internacional da UFSM

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Nesta quinta-feira, dia 15 de setembro, a comunidade senegalesa celebrará o Grand Magal em Santa Maria. A festa religiosa e cultural senegalesa, que é comemorada em todo o mundo, será aberta ao público na cidade depois de dois anos, em decorrência da pandemia. A data de realização do Grand Magal acontece na cidade de Touba, no Senegal, e em todas as cidades e países no mundo que abrigam imigrantes senegaleses. Santa Maria é uma entre as cidades gaúchas que conta com a presença da comunidade senegalesa envolvida com a celebração.

O Grand Magal é uma festa religiosa e cultural que simboliza a memória ao líder religioso do Mouridismo, Cheikh Ahmadou Bamba, que se exilou em um ato de resistência espiritual e política ao Império Francês, ainda no século XIX. O dia de celebração do Grand Magal é considerado o mais importante para a confraria islâmica do Mouridismo, vertente com bastante representação entre os senegaleses. Durante a celebração, são realizadas festas com canções religiosas, as khassidas (poesias de autoria de Bamba), além do compartilhamento de um almoço com a comunidade presente. O objetivo principal da festa é promover um momento de oração e agradecimento coletivos.

Sua realização também em Santa Maria simboliza a hospitalidade e a acolhida desta cidade, bem como afirma o município como espaço de integração local e de respeito à diversidade cultural e religiosa, uma das bases dos direitos humanos. 

A celebração iniciará às 10h no Centro de Economia Solidária Dom Ivo Lorscheiter (no Bairro Nossa Sra. Medianeira).

O evento é realizado pela Comunidade Senegalesa de Santa Maria e conta com o apoio e organização do MIGRAIDH, Grupo de Pesquisa, Ensino e Extensão Direitos Humanos e Mobilidade Humana Internacional, representante da Cátedra Sérgio Vieira de Mello na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).

A entrada é gratuita e haverá a distribuição de almoços para os participantes ofertados pela Comunidade Senegalesa.

Segue a programação completa do dia:

10h- canto de khassidas (poesia senegalesa) 

12h- almoço gratuito.

13h -canto de Khassidas

14h- relatos de organizadores e colaboradores do evento

15h- agradecimentos e encerramento.

Com informações do Migraidh

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O NPPDI - Núcleo de Pesquisa e Práticas em Direito Internacional (CNPq/UFSM) convida para a 
7a Edição do Ateliê de Pesquisa em Direito Internacional: Inter e transdisciplinaridade
Os Ateliês de Pesquisa visam introduzir na formação universitária da/os estudantes, na prática de organizações não-governamentais (ONGs) protetivas de direitos humanos e no imaginário/prática dos movimentos sociais/sociedade locais a prática de pesquisa no campo do direito internacional que inovem teórica, material e metodologicamente. Nesta 7a Edição, o Ateliê pautará discussões interdisciplinares a partir da literatura especializada nas conexões entre a pesquisa nos campos de Relações Internacionais e Direito Internacional, buscando capacitar a/os pesquisadora/es para a realização de pesquisas transdisciplinares, que ultrapassem rótulos disciplinares tradicionais e se proponham a abordar problemas do mundo concreto fazendo uso de ferramentas originadas em ambos os campos.

Dias 22 e 29 de Julho e 05 e 12 de Agosto de 2022, das 10h às 12h.

A atividade é aberta à comunidade acadêmica e externa. Inscrições pelo e-mail: nppdi@55bet-pro.com

Maiores informações: http://www.55bet-pro.com/grupos/nppdi

Calendário:

22/07: ABBOTT, Kenneth W. Modern International Relations Theory: a prospectus for international lawyers. Yale Journal of Internationnal Law, v. 14, p.335-411, 1989.

29/07: SLAUGHTER, Anne-Marie. International Law and International Relations Theory: A Dual Agenda. American Journal of International Law, v. 87, n. 2, p. 205-239, 1993.

05/08: HAFNER-BURTON, Emilie M.; VICTOR, David G.; LUPU, Yonatan. Political Science Research on International Law: the state of the field. American Journal of International Law, v. 106, n.1, p. 47-97, 2012.

12/08: WHYTOCK, Christopher A. From International Law and International Relations to Law and World Politics. Oxford Research Encyclopedia of Politics, 2018.

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No dia 20 de junho, Dia Mundial do Refugiado, o Migraidh e Cátedra Sérgio Vieira de Mello da UFSM realizam ato em homenagem à luta de milhões de pessoas que foram obrigadas a deixar seus lares para fugirem de conflitos, guerras, perseguições, insegurança alimentar e violações de direitos humanos. Os dados das migrações forçadas do último ano são divulgados tradicionalmente pelo ACNUR nesta semana de homenagens e registram o aumento ano a ano dos deslocamentos forçados, como também apontam para um enorme desafio de direitos humanos: o do reconhecimento do sujeito de direitos, do acolhimento, do acesso a direitos e política públicas, da integração local e do respeito e dignidade.

Esta data invoca a responsabilidade dos Estados e da sociedade com os direitos humanos da população refugiada e migrante! Para (co)memorar este dia e sensibilizar para esta importante agenda de direitos humanos, o Migraidh e a Cátedra Sérgio Vieira de Mello realizam o Ato de Luta por Reconhecimento, que acontecerá em dois momentos:

√ Às 12h, em frente ao Restaurante Universitário da UFSM, haverá microfone aberto com o debate “luta, resistência e promoção dos direitos humanos”. 

√ Às 17h30min, no auditório do Prédio da Reitoria (sala 218), haverá a exibição de curtas de animação e debates contemporâneos sobre refúgio.

Este ato também marca o compromisso da universidade com os direitos humanos e a inclusão de refugiados e migrantes pelo acesso à educação. Em qualquer tempo, o direito ao refúgio precisa ser assegurado e fortalecido como um direito humano!

 

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/arco/o-direito-internacional-e-as-crises-de-saude-publica-2 Fri, 29 Apr 2022 16:18:27 +0000 http://www.55bet-pro.com/midias/arco/?p=9220 Até pouco tempo atrás, a ligação entre as áreas do direito e da saúde parecia incompreensível para muitas pessoas. Mas, em 2020, a pandemia de Covid-19 mostrou ao mundo que as ciências jurídicas e as crises emergenciais de saúde global têm mais em comum do que se imaginava. A jurista Deisy Ventura, graduada em Direito pela UFSM em 1989, estuda a relação entre pandemias e o direito internacional desde 2008 e é uma das vanguardistas na área da regulamentação internacional da saúde. Atualmente, Deisy é professora e coordenadora do doutorado em Saúde Global e Sustentabilidade na USP.

Ilustração horizontal e colorida de mulher sentada em frente a um microfone. Ela tem pele branca, rosto redondo, nariz e boca médios. Tem cabelos curtos, na altura do ombro, encaracolados e na cor castanho escuro. Tem sobrancelhas grossas e usa um delineado vermelho. Usa brinco de argola vermelha e colar com pingente de argola vermelha. Veste camisa cinza sobre decote vermelho. Está atrás de uma mesa com tampo marrom, em frente a um microfone cinza em um tripé na mesma cor. Está com as mãos para o alto, aos lados do microfone. O fundo é branco.

Ainda na UFSM, entre os anos de 1994 e 1996, Deisy fez o mestrado em Integração Latino-Americana, temática que estava em alta na época, pois se tratavam dos anos iniciais do Mercosul. A professora conta que esse mestrado multidisciplinar, que envolvia principalmente as áreas de Direito, Economia e História, possibilitou que ela descobrisse a área da integração regional, na qual acabou trabalhando por mais de 15 anos. “O mestrado na UFSM me abriu os olhos para um processo que estava acontecendo na região e no mundo e me deu a base para que eu pudesse me candidatar ao processo seletivo na Sorbonne. Foi definitivo para mim”, conta a jurista. Na Universidade Paris 1 Panthéon-Sorbonne, localizada na França, Deisy concluiu um segundo mestrado e um doutorado em Direito Internacional.

Após a finalização do doutorado, Deisy trabalhou durante três anos na Secretaria do Mercosul, em Montevidéu, no Uruguai. Foi ali, lidando com as negociações do bloco, que a jurista conheceu os negociadores da saúde. Na época, algumas questões sobre normas de circulação de alimentos na Europa surgiram, devido à encefalopatia espongiforme bovina, doença cerebral que acometeu diversos rebanhos de bovinos adultos. Os seres humanos adquiriam a doença por meio da ingestão de produtos de carne contaminada. Com isso, a relação entre o direito e a saúde passou a ser mais valorizada, e foi a partir daí que Deisy começou a pesquisar sobre o tema, o que já faz há mais de 20 anos.

A jurista decidiu dedicar seus estudos plenamente a questões sanitárias quando foi aprovada como docente na USP, onde trabalhou inicialmente com temas de integração regional e saúde, sobre o princípio da precaução e as crises sanitárias. Então, em 2008, quando houve a pandemia de H1N1, a professora se envolveu com os aspectos jurídicos da gripe. O seu primeiro artigo sobre pandemias foi publicado em 2009. Em 2012, Deisy fez sua livre-docência em direito internacional sobre a gripe H1N1 na USP. “Muita gente não entendia o que era isso, aliás acho que a maior parte das pessoas entendeu mesmo o que eu pesquisava agora, todo mundo entendeu o impacto enorme que a pandemia tem sobre o direito e particularmente sobre os direitos humanos”, conta a egressa da UFSM.

OS DIREITOS NA PANDEMIA
Durante a crise sanitária de Covid-19, Deisy se tornou uma voz muito potente na mídia no que se refere aos direitos da população. Ela é uma das articuladoras do Projeto Direitos na Pandemia, que tem como objetivo avaliar o impacto do coronavírus sobre os direitos humanos e, particularmente, analisar as normas jurídicas, a jurisprudência do Tribunal de Contas da União, do Supremo Tribunal Federal e ajudar a entender as consequências desse excesso de leis em relação à pandemia. São analisadas todas as normas, federais e
estaduais, não apenas aquelas relacionadas explicitamente à saúde, visando detectar os possíveis impactos negativos, para que nenhuma medida normativa seja excessiva e que a proteção dos direitos da população seja garantida.
Expediente:Reportagem: Alice dos Santos, acadêmica de Jornalismo;Diagramação e ilustração: Filipe Duarte, acadêmico de Desenho Industrial
Conteúdo produzido para a 12ª edição impressa da Revista Arco (Dezembro 2021)]]>
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O  Núcleo de Pesquisa e Práticas em Direito Internacional da UFSM apresenta a 11ª edição do Ciclo de Debates em Direito Internacional: Cooperação Internacional -  atores, fatores e processos.

Essa edição do evento visa discutir a institucionalidade da cooperação internacional e indagar os limites e possibilidades de entendê-la a partir das fontes do direito internacional. As edições do Ciclo de Debate em Direito Internacional objetivam fomentar na disciplina de Direito Internacional novas oportunidades para pensar o papel do direito internacional na construção e transformação da realidade regional.

A atividade é aberta à comunidade acadêmica e externa. Inscrições devem ser realizadas  pelo e-mail nppdi@55bet-pro.com 

Mais informações e cronograma de leituras podem ser obtidos na página do Núcleo de Pesquisa e Práticas em Direito Internacional.

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O  Núcleo de Pesquisa e Práticas em Direito Internacional (CNPq/UFSM/NPPDI) apresenta a 11ª edição do Ciclo de Debates em Direito Internacional: Cooperação Internacional -  atores, fatores e processos.

Essa edição visa discutir a institucionalidade da cooperação internacional e indagar os limites e possibilidades de entendê-la a partir das fontes do direito internacional. As edições do Ciclo de Debate em Direito Internacional objetivam fomentar na disciplina de Direito Internacional novas oportunidades para pensar o papel do direito internacional na construção e transformação da realidade regional.

A atividade é aberta à comunidade acadêmica e externa. Inscrições devem ser realizadas  pelo e-mail nppdi@55bet-pro.com 

Mais informações: http://www.55bet-pro.com/grupos/nppdi 

Cronograma de leituras:  

06/05
Contextualização: relação técnica entre direito internacional e cooperação internacional – tipos normativos que positivam a cooperação sul-sul do Brasil
ABC – Agência Brasileira de Cooperação. Manual de Gestão da Cooperação Técnica Sul-Sul. Brasília: Ministério das Relações Exteriores, 2013. p. 15-22.

História da cooperação norte-sul (CNS)
MILANI, Carlos R. S. A evolução histórica da cooperação norte-sul. In: SOUZA, André de Mello e. (Org.). Repensando a cooperação internacional para o desenvolvimento. Brasília: Ipea, 2014. p. 33-56

13/05
História da cooperação sul-sul (CSS)
AYLLÓN, Bruno Pino. A evolução histórica da cooperação sul-sul (CSS). In: SOUZA, André de Mello e. (Org.). Repensando a cooperação internacional para o desenvolvimento. Brasília: Ipea, 2014. p. 57-86.

CSS e teorias de RI
CAIXETA, Marina B. A cooperação sul-sul: novos referenciais teóricos nas relações internacionais como contribuição das epistemologias do sul. Rev. Conj. Aust., Porto Alegre, v.6, n.32, p. 4-18, out./nov., 2015.

20/05
Desafios sobre a recepção de CSS
MOREIRA, Alvaro. From the paradigmatic to the practical battlefield: Southern development cooperation practices in a traditional aid hosting context. Rev. Bras. Polít. Int., 63(2): 1-18, 2020.

Desafios de avaliação da CSS 
RIZZO, Aline Duarte da Graça. Avaliação da Cooperação Sul-Sul: Uma Análise Comparada das Perspectiva de Avaliação do Brasil, Índia e África do Sul. Texto para Discussão (IPEA), v. 2523, 2019.

27/05
Desafios atuais da CSS e percepções críticas
BERGAMASCHI, Isaline; TICKNER, Arlene B. Introduction: South–South Cooperation Beyond the Myths – A Critical Analysis. In: BERGAMASCHI, Isaline; MOORE, Phoebe; TICKNER, Arlene B. (Eds.). South-South Cooperation Beyond the Myths. Rising Donors, New Aid Practices? London: Palgrave Macmillan, 2017. p.1-27

Tendências atuais de CSS 
BERGAMASCHI, Isaline; DURÁN, Jimena. Conclusion: South–South Cooperation Experiences Compared and the Way Forward. In: BERGAMASCHI, Isaline; MOORE, Phoebe; TICKNER, Arlene B. (Eds.). South-South Cooperation Beyond the Myths. Rising Donors, New Aid Practices? London: Palgrave Macmillan, 2017. p. 301-324.

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Ilustração horizontal e colorida de mulher sentada em frente a um microfone. Ela tem pele branca, rosto redondo, nariz e boca médios. Tem cabelos curtos, na altura do ombro, encaracolados e na cor castanho escuro. Tem sobrancelhas grossas e usa um delineado vermelho. Usa brinco de argola vermelha e colar com pingente de argola vermelha. Veste camisa cinza sobre decote vermelho. Está atrás de uma mesa com tampo marrom, em frente a um microfone cinza em um tripé na mesma cor. Está com as mãos para o alto, aos lados do microfone. O fundo é branco.

Ainda na UFSM, entre os anos de 1994 e 1996, Deisy fez o mestrado em Integração Latino-Americana, temática que estava em alta na época, pois se tratavam dos anos iniciais do Mercosul. A professora conta que esse mestrado multidisciplinar, que envolvia principalmente as áreas de Direito, Economia e História, possibilitou que ela descobrisse a área da integração regional, na qual acabou trabalhando por mais de 15 anos. “O mestrado na UFSM me abriu os olhos para um processo que estava acontecendo na região e no mundo e me deu a base para que eu pudesse me candidatar ao processo seletivo na Sorbonne. Foi definitivo para mim”, conta a jurista. Na Universidade Paris 1 Panthéon-Sorbonne, localizada na França, Deisy concluiu um segundo mestrado e um doutorado em Direito Internacional.

Após a finalização do doutorado, Deisy trabalhou durante três anos na Secretaria do Mercosul, em Montevidéu, no Uruguai. Foi ali, lidando com as negociações do bloco, que a jurista conheceu os negociadores da saúde. Na época, algumas questões sobre normas de circulação de alimentos na Europa surgiram, devido à encefalopatia espongiforme bovina, doença cerebral que acometeu diversos rebanhos de bovinos adultos. Os seres humanos adquiriam a doença por meio da ingestão de produtos de carne contaminada. Com isso, a relação entre o direito e a saúde passou a ser mais valorizada, e foi a partir daí que Deisy começou a pesquisar sobre o tema, o que já faz há mais de 20 anos.

A jurista decidiu dedicar seus estudos plenamente a questões sanitárias quando foi aprovada como docente na USP, onde trabalhou inicialmente com temas de integração regional e saúde, sobre o princípio da precaução e as crises sanitárias. Então, em 2008, quando houve a pandemia de H1N1, a professora se envolveu com os aspectos jurídicos da gripe. O seu primeiro artigo sobre pandemias foi publicado em 2009. Em 2012, Deisy fez sua livre-docência em direito internacional sobre a gripe H1N1 na USP. “Muita gente não entendia o que era isso, aliás acho que a maior parte das pessoas entendeu mesmo o que eu pesquisava agora, todo mundo entendeu o impacto enorme que a pandemia tem sobre o direito e particularmente sobre os direitos humanos”, conta a egressa da UFSM.

 OS DIREITOS NA PANDEMIA
Durante a crise sanitária de Covid-19, Deisy se tornou uma voz muito potente na mídia no que se refere aos direitos da população. Ela é uma das articuladoras do Projeto Direitos na Pandemia, que tem como objetivo avaliar o impacto do coronavírus sobre os direitos humanos e, particularmente, analisar as normas jurídicas, a jurisprudência do Tribunal de Contas da União, do Supremo Tribunal Federal e ajudar a entender as consequências desse excesso de leis em relação à pandemia. São analisadas todas as normas, federais e
estaduais, não apenas aquelas relacionadas explicitamente à saúde, visando detectar os possíveis impactos negativos, para que nenhuma medida normativa seja excessiva e que a proteção dos direitos da população seja garantida.

 

Expediente: Reportagem: Alice dos Santos, acadêmica de Jornalismo; Diagramação e ilustração: Filipe Duarte, acadêmico de Desenho Industrial
Conteúdo produzido para a 12ª edição impressa da Revista Arco (Dezembro 2021)
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Iniciativas que vêm sendo desenvolvidas foram apresentadas durante reuniões

 

Na última sexta-feira (18), a coordenadora do Grupo de Pesquisa, Ensino e Extensão Direitos Humanos e Mobilidade Humana Internacional – Cátedra Sérgio Vieira de Mello (Migraidh/CSVM) da UFSM, Giuliana Redin, juntamente com integrantes do grupo, recebeu Iurqui Pinheiro, coordenador de projetos da Organização Internacional para as Migrações (OIM), e Tânia Fritoli, gerente de projetos da Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais (Adra) Brasil, para discutir a inserção laboral de migrantes em Santa Maria e região. Na ocasião, foram apresentadas diferentes iniciativas lideradas pelas organizações em prol da inserção de migrantes no mercado de trabalho no Brasil.

O Projeto Oportunidades – Integração no Brasil, da OIM, tem como objetivo impulsionar a integração econômica de venezuelanos e migrantes de países vizinhos em situação de vulnerabilidade no Brasil e atua em diferentes frentes, do fomento ao empreendedorismo para migrantes que querem iniciar seu negócio ou que já são empreendedores à capacitação profissional, à empregabilidade nos setores produtivos locais. Um dos projetos apoiados pelo Oportunidades e apresentados no encontro é o Connect Brasil, iniciativa da Adra Rio Grande do Sul, que estruturou uma plataforma que conecta migrantes a vagas no mercado de trabalho do Rio Grande do Sul e apoia o empreendedorismo na área de doceria gourmet.

Para a professora Giuliana, a parceria entre a OIM e o Migraidh/CSVM é fundamental para o fortalecimento das redes locais de apoio à inserção laboral e estímulo à contratação de migrantes no setor produtivo local, essenciais à integração local.

Os mesmos projetos foram apresentados em reunião do Migraidh/CSVM, OIM e Adra Brasil com o secretário João Chaves e o chefe de gabinete Naldo Vargas, da Secretaria de Município de Desenvolvimento Social de Santa Maria. Na ocasião, foi destacada a importância da inserção dos municípios nas estratégias de interiorização de venezuelanos pelo governo federal. 

A inserção laboral de migrantes e refugiados é uma das questões mais relevantes para o Migraidh/CSVM e foi tema de um painel e de um módulo no 2º Curso de Formação e Capacitação em Direitos Humanos para Servidores Públicos e Atores Sociais de Santa Maria, Migração, Refúgio e Políticas Públicas, realizado em dezembro de 2021.

Atualmente, uma equipe do Migraidh/CSVM faz o levantamento semanal das vagas de trabalho disponíveis em Santa Maria e região e divulga nas redes sociais e nos grupos dos migrantes. A equipe auxilia, também, na criação e formatação de currículos, bem como na facilitação e orientação dos migrantes para as entrevistas de trabalho.

Texto: Marília Moreira Ravanello/Migraidh
Foto: Divulgação

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Nos dias 06 e 13 de dezembro, manhãs e tardes, ocorrerá a segunda edição do Curso de Formação em Direitos Humanos para Servidores Públicos e Atores Sociais de Santa Maria, voltado à Migração, Refúgio e Políticas Públicas. Promovido pelo Migraidh e Cátedra Sérgio Vieira de Mello da UFSM, em parceria com a Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas da UFSM (PROGEP), as Secretarias de Município de Desenvolvimento Social, Educação e Saúde e Câmara de Vereadores de Santa Maria, o curso busca fortalecer os serviços públicos de atenção à população migrante e refugiada em Santa Maria.

“Apesar de ainda haver uma ausência de diretrizes nacionais de políticas públicas voltadas à população migrante e refugiada, aqui em Santa Maria e região, com iniciativas como esta, avançamos em ações coordenadas entre o Poder Público e a sociedade civil para o atendimento, acolhimento e integração local desta população. Isso é grandioso em termos de promoção de direitos humanos, pois o migrante que acessa os serviços públicos e vive na cidade recebe acolhida e atenção qualificada a partir da sua realidade e tem potencializada a possibilidade de inserção social e laboral”, afirma a professora Giuliana Redin, coordenadora do Migraidh.

O Curso é dirigido a servidores públicos, atores sociais e interessados na temática e será oferecido em quatro módulos, os quais abordarão a realidade migratória e vulnerabilidades, a Política de Estado brasileira sobre migrações, compromissos das instituições com os direitos humanos, promoção da igualdade e inserção social, a agenda de políticas públicas voltadas ao grupo social e compartilhamento de boas práticas e depoimentos.

Segundo a professora Giuliana, “a formação busca dar luz a uma realidade pouco conhecida, tanto do ponto de vista das situações vivenciadas no cotidiano do migrante e refugiado, como também da Política de Estado brasileira sobre as migrações. Além disso, busca derrubar estereótipos de exclusão e discriminação em relação ao grupo social e contribuir para o entendimento sobre a importância do imigrante para o desenvolvimento da sociedade de acolhida.”

Uma etapa final é prevista como Plenária de Consolidação das discussões e de proposição de criação de um Comitê Municipal de Atenção ao Migrante e ao Refugiado, a ser instituído em lei, com representação dos Poderes Públicos e sociedade civil articulados na governança das migrações. Mais uma iniciativa voltada ao compromisso público com a agenda, a exemplo da Carta de Santa Maria sobre Políticas Públicas para Migrantes e Refugiados com diretrizes, que recebeu Moção de Apoio do Legislativo Municipal no mesmo ano, n. 20055/2017, resultado da etapa final da primeira edição do Curso, ofertada em 2017.

Ainda no âmbito do Curso, o Migraidh realizará no dia 13 de dezembro a Pré-Conferência de Saúde Mental, preparatória à V Conferência de Saúde Mental do Município. Um espaço participativo importante para a formulação de proposições voltadas à atenção e cuidado da saúde da população migrante e refugiada.

As inscrições estão abertas até 2 de dezembro pelo formulário online. Para os servidores da UFSM, as inscrições poderão ser realizadas por meio do Portal de Capacitação.

São previstas duas modalidades de participação. A presencial ocorrerá no plenário da Câmara de Vereadores de Santa Maria, com limite de vagas, as quais serão destinadas preferencialmente a servidores públicos de Santa Maria, por ordem de inscrição. A modalidade online será transmitida pelo YouTube e lista de participação disponibilizada pelo chat ao tempo da transmissão. No dia 2 de dezembro a organização do curso comunicará por e-mail sobre a confirmação da modalidade para cada inscrito e instruções para o início do curso, incluindo protocolos sanitários.

PROGRAMAÇÃO

06 de dezembro

– Manhã e tarde, Plenário da Câmara de Vereadores

– 8h / 8h30min – Recepção

– 8h30min / 9h – Abertura

Módulo I. Migrantes E Refugiados: Vulnerabilidades E Direitos Humanos

– 9h15min / 10h15min – Painel 1. Fluxos Migratórios: Categorias e Proteção de Direitos Humanos

– 10h45min / 12h30min – Painel 2. Múltiplas Vulnerabilidades e Redução das Desigualdades 

Módulo 2. Política de Estado para Migrações e Refúgio

– 13h30min / 14h30min – Painel 1. Direitos Fundamentais e Proteção de Migrantes e Refugiados

– 14h30min / 15h – Painel 2. Acesso a Direitos e Informação

– 15h30min / 16h30min – Painel 3. Políticas Públicas para Migrantes e Refugiados

– 16h30min / 17h – Depoimentos

Módulo 3 (1ª Parte). Atendimento, Acolhimento e Integração Local

– 17h10min / 18h30min – Painel 1. Português Como Língua de Acolhimento

13 de dezembro

– Manhã e tarde, Plenário da Câmara de Vereadores

Módulo 3 - Atendimento, Acolhimento e Integração Local

– 8h30min / 10h – Painel 2. Atendimento Psicossocial

– 10h20min / 12h30min – Pré-Conferência Municipal de Saúde Mental do Migraidh – Preparatória da 5ª Conferência Municipal de Saúde Mental de Santa Maria

– 13h30min / 14h10min – Painel 3. Regularização Documental

– 14h10min / 15h30min – Painel 4. Inserção Laboral

Módulo 4 - Santa Maria Como Cidade de Acolhida

– 15h45min / 16h45 – Depoimentos

 Etapa Final

– 17h / 18h30min – Plenária de Consolidação e proposição do Comitê Municipal de Atenção ao Migrante e Refugiado

 

Divulgação: Equipe Migraidh/CSVM

 

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O Núcleo de Pesquisa e Práticas em Direito Internacional (NPPDI - CNPq/UFSM) promove a 10ª edição do Ciclo de Debates em Direito Internacional: Direito Internacional como Micronarrativa. A próxima atividade acontece nesta sexta-feira (5), às 10h, em link disponibilizado por e-mail após inscrição realizada. O professor Ademar Pozzatti, do curso de Direito, será o condutor da atividade.  
 
A atividade é aberta às comunidades acadêmica e externa. Inscrições pelo e-mail nppdi@55bet-pro.com.
 
Mais informações e material de leitura disponível no site.
 
Os diversos Ciclos de Debate em Direito Internacional querem fomentar na disciplina de Direito Internacional novas oportunidades para pensar o papel do direito internacional na construção e transformação da realidade regional.
 
Fonte: Núcleo de Comunicação Institucional do CCSH
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O  Núcleo de Pesquisa e Práticas em Direito Internacional (NPPDI- CNPq/UFSM) promove a 10ª Edição do Ciclo de Debates em Direito Internacional: Direito Internacional como Micronarrativa. A próxima atividade acontece dia 5 de novembro (sexta-feira), 10h, em link disponibilizado por e-mail após inscrição realizada. 
 
A atividade é aberta à comunidade acadêmica e externa. Inscrições pelo e-mail nppdi@55bet-pro.com
Mais informações: http://www.55bet-pro.com/grupos/nppdi (material de leitura disponível)
 
Os diversos Ciclos de Debate em Direito Internacional querem fomentar na disciplina de Direito Internacional  novas oportunidades para pensar o papel do direito internacional na construção e transformação da realidade regional.
 
 
 
Cronograma de leituras: 
 
05/11 - KENNEDY, David. One, Two, Three, Many Legal Orders: Legal Pluralism and the Cosmopolitan Dream. N.Y.U. Review of Law and Social Change, vol. 31, 3° ed., p. 641- 659, 2006.
 
12/11 - LEPGOLD, Joseph. Is Anyone Listening? International Relations Theory and the Problem of Policy Relevance. Political Science Quarterly, v. 113, n. 1, spring 1998. p. 43-62.
 
19/11 - ESLAVA, Luis; PAHUJA, Sundhya. Between Resistance and Reform: TWAIL and the Universality of International Law. TRADE L. & DEV., Spring, 2011, v. 3, n. 1. p. 103-130.
 
26/11 - Eslava, L. (2014) Istanbul Vignettes, Observing the Everyday Operation of International Law. London Review of International Law, V. 2, I. 1, 2014, 3–47.

 

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Acolhimento da primeira turma de estudantes ingressantes pela Resolução 041/2016

Compreender a realidade enfrentada por migrantes e refugiados é um grande desafio. Porém, mais do que isso, o projeto Migraidh da UFSM, busca a proteção e promoção de direitos humanos destas populações. O Migraidh é um Grupo de Pesquisa, Ensino e Extensão dos Direitos Humanos e Mobilidade Humana Internacional da UFSM, com atuação desde 2013. Por meio dele são realizadas ações dirigidas à proteção e promoção de direitos humanos, ao acesso à direitos, ao combate à xenofobia, ao desenvolvimento de processos legislativos e políticas públicas e de integração local da população migrante e refugiada, principalmente aquela estruturalmente vulnerável. 

Reunindo participantes de diversas áreas do conhecimento interessados na temática da migração e direitos humanos, o programa de extensão trabalha em assessoria a Migrantes e Refugiados. Isso ocorre por meio das seis linhas de pesquisa que o projeto possui, nas áreas do Direito, Ciências Sociais, Comunicação Social, Letras e Psicologia da UFSM, liderado pela professora Giuliana Redin, coordenadora do projeto.

Conversamos com a professora Giuliana a fim de ampliar o espaço de conhecimento de um projeto de desmedida importância social, principalmente, relacionado a sua importância em um cenário de restrições pandêmicas.

Agência de Notícias – O Migraidh é um projeto que une diversos cursos da UFSM em prol de melhores condições para os imigrantes. Sendo assim, quais são as ações em desenvolvimento pelo Programa de Extensão nesse momento?

Giuliana Redin – Desde a pandemia, o Programa de Extensão do Migraidh, Assessoria a Imigrantes e Refugiados, mantém suas atividades adaptadas aos protocolos sanitários e mais intensamente realizadas de forma remota. Contudo, essas atividades nunca foram suspensas, pois estão ligadas à atenção à população migrante e refugiada, ainda mais vulnerável no contexto da pandemia. Então foram estruturadas as Mesas de Informações, um projeto que conta com o apoio direto do ACNUR, Agência das Nações Unidas para Refugiados, para o atendimento por canal de WhatsApp nos eixos da assessoria jurídica e documental, atendimento clínico psicológico, que é feito pelo convênio do Migraidh com o Núcleo de Psicanálise da UFSM, acesso aos serviços públicos e assistência social, oferta de rodas de conversa para o ensino do português como língua de acolhimento e apoio e acolhimento. Muitas dessas ações requerem o acompanhamento presencial, nestas situações a equipe de extensionistas atua com rigorosa observância dos protocolos sanitários. O contexto da pandemia agravou a situação de muitos imigrantes relativamente à regularização migratória e segurança alimentar: por mais de um ano, perduraram os efeitos de sucessivas portarias do governo federal de fechamento de fronteiras às migrações por razão humanitária, em violação aos direitos fundamentais assegurados na Lei de Migração e Lei do Refúgio, como o direito de regularização documental, de solicitar refúgio e não sofrer deportação sumária, que é uma Política de Estado; na prática essas portarias não impediram o acesso dos imigrantes no território nacional, mas os deixaram sem acesso ao direito de documentação; a maior dificuldade do acesso a trabalho e renda, situação agravada pelo fato de que muitos imigrantes estavam em situação de indocumentação e encontravam ainda maior dificuldade de inserção no mercado formal de trabalho. Atuamos no enfrentamento a essas situações, não apenas pela incidência junto aos Poderes Legislativo e Executivo, de forma colaborativa e em conjunto com outras organizações e espaços coletivos, como o Fórum Permanente de Mobilidade Humana do Rio Grande do Sul e a RAC, Rede Advocacy Colaborativo, como também nas redes de atenção à agenda da segurança alimentar, de forma mais pontual. 

Neste ano, abrimos edital para novos/as participantes nas seis linhas de pesquisa nas áreas do Direito, Ciências Sociais, Comunicação Social, Letras e Psicologia com participação concomitante no Programa de Extensão. Estamos fortalecendo projeto estratégicos, a exemplo a oferta de mais uma edição do Curso de Capacitação para Servidores Públicos e Atores Sociais em Direitos Humanos, voltado ao atendimento, acolhimento e integração de migrantes e refugiados e a confecção de material informativo para acesso da população migrante aos serviços públicos e também de orientação a servidores e atores sociais. O desenvolvimento do trabalho cotidiano do Migraidh também conta no ano de 2021 com bolsas do Observatório de Direitos Humanos da UFSM e das Ações do COREDE Centro da Pró-Reitoria de Extensão da UFSM e são as seguintes: Atendimento e assessoria jurídica individualizada e coletiva, também colaborativa com órgãos públicos, por meio de peticionamentos e pareceres; Apoio psicossocial e atendimento psicológico, este prestado por meio do convênio interno firmado com o Núcleo de Psicanálise do Curso de Psicologia da UFSM; Apoio para o acesso a serviços públicos; Ensino do português como língua de acolhimento no âmbito das Rodas de Conversa; Ações de integração local da população migrante e refugiada; Fortalecimento de redes voltadas ao acolhimento, atendimento e inserção laboral da população migrante e refugiada; Mediação junto ao Executivo e Legislativo municipais para as agendas de políticas públicas para a população migrante e refugiada; Atuação em advocacy: iniciativa e proposição de políticas públicas e incidência em processos legislativos e administrativos relativos à agenda das migrações; Apoio técnico à aplicação da Resolução 41/2016 (art. 8º), que institui a Política de Ingresso de Migrantes e Refugiados na UFSM, e desenvolvimento das práticas de acolhida e permanência de estudantes imigrantes e refugiados na universidade; Ativismo na promoção dos direitos humanos da população migrante e refugiada por meio de ações de combate à xenofobia e todas as formas de discriminação. 

Agência de Notícias – Quais os principais desafios que já eram enfrentados anteriormente por imigrantes e refugiados que optam pelo Brasil como país de destino? E quais são os principais desafios agora em meio a pandemia?

Giuliana Redin – Migrantes internacionais estão sujeitos a vulnerabilidades decorrentes da condição jurídica frente ao Estado, como a documental, a diferença cultural e linguística, a xenofobia estrutural, as condições socioeconômicas e psíquicas que decorrem dos deslocamentos humanos. São dimensões da exclusão estrutural, tanto em relação ao Estado, no campo político-jurídico, como diante da sociedade de acolhida e da subjetividade do sujeito em mobilidade. A agenda das migrações é altamente atravessada por uma lógica de securitização, que faz recair sobre o estrangeiro a estigmatização e que reforçam a discriminação e relações de sujeição. Na pandemia, como referido na primeira questão, o fechamento de fronteiras aos migrantes por razão humanitária e refugiados foi um desastre do ponto de vista dos direitos humanos, porque sujeitou migrantes e refugiados à rotas de migração inseguras, os expôs ainda mais a situações de exploração, impedindo-os de acessarem o direito fundamental à regularização documental e solicitação de refúgio, e, com isso, estabeleceu um clima de deportabilidade no país, implicando na impossibilidade de fato de acessarem outros direitos, a exemplo, o trabalho.

Celebração do Grand Magal, manifestação religiosa senegalesa, em Santa Maria.

Agência de Notícias – Como promover um diálogo intercultural eficiente entre o meio acadêmico, a sociedade geral e os imigrantes em um momento com tantas restrições?

Giuliana Redin – Esse diálogo é sempre desafiador, porque o meio acadêmico espelha a própria sociedade, o racismo estrutural e a xenofobia arraigada na ideia de identidade nacional, que trata diferente o imigrante europeu em relação ao imigrante do Sul Global. Então, em qualquer tempo, os esforços estão voltados à construção de espaços de promoção da interculturalidade. Um bom exemplo são as Rodas de Conversa para o ensino do português como língua de acolhimento, que atualmente estão sendo ofertadas de forma remota. Esse espaço associa a aprendizagem da língua portuguesa à integração local de migrantes e à construção de uma consciência intercultural, de respeito à singularidade e à diferença. É um espaço construído pelos imigrantes, principais difusores e interlocutores, como oportunidade de inserção do migrante no laço social da comunidade, fortalecimento das redes de informação para acessibilidade ao trabalho e renda, saúde, educação, necessidades cotidianas e socialização de vivências, motivações e dificuldades. Ainda de forma remota, oferecem interação, aproximação e apoio. Outras atividades também estão sendo realizadas neste momento, como os diálogos interculturais promovidos com o apoio do Laboratório EntreLínguas da UFSM, para o desenvolvimento de materiais voltados ao atendimento das necessidades linguísticas dos imigrantes estudantes na universidade. As restrições da pandemia implicaram na impossibilidade de realização do Grand Magal, organizado pela comunidade senegalesa de Santa Maria, em 2020, evento de significativa importância na integração e para a diversidade cultural.

Agência de Notícias – Ainda sem a possibilidade de encontros presenciais, como estão sendo feitas as ações e encontros de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidas pelo Migraidh? E como está sendo o apoio da Universidade ao projeto?

Giuliana Redin – As atividades são realizadas prioritariamente de forma remota, com encontros semanais do coletivo, não apenas de planejamento das ações, que estão organizadas em Grupos de Trabalho, mas também relativas aos grupos de estudos das linhas de pesquisa. As ações de atendimento a migrantes e refugiados são desenvolvidas diariamente de forma remota ou presencial, a depender da demanda, pelas ações das/os bolsistas. São bolsas custeadas pelo Observatório de Direitos Humanos e pela Pró-Reitoria de Extensão, referente ao edital das ações voltadas ao COREDE Central, Conselho de Desenvolvimento Regional de Desenvolvimento do estado do Rio Grande do Sul. O espaço físico das ações do Migraidh é alocado no prédio da Antiga Reitoria, no centro de Santa Maria, e será mantido ali com as demais iniciativas que comporão o Espaço de Ações Comunitárias e Empreendedoras que está em implantação no referido prédio. Isso é muito importante, pois o Migraidh manterá sua atuação no território, no centro da cidade, permitindo assim uma maior aproximação e acesso por parte da população migrante e refugiada que vive em Santa Maria. 

Agência de Notícias – E a assistência direta aos imigrantes nesse período pandêmico, como está acontecendo?

Giuliana Redin – Preferencialmente de forma remota. As Mesas de Informações envolvem uma equipe de bolsistas e voluntários de diversas áreas que realizam atendimento pelo canal de WhatsApp nos eixos da assessoria jurídica e documental, atendimento clínico psicológico, acesso aos serviços públicos e assistência social e ensino do português como língua de acolhimento. Alguns atendimentos presenciais são necessários para que a resposta à demanda seja possível, ocasião em que todos os protocolos sanitários são respeitados. 

Agência de Notícias – Em função das atividades remotas propostas, nesse ano os encontros do projeto tiveram a participação de pesquisadores, profissionais e representantes da sociedade civil de diferentes partes do Brasil. Qual a importância dessa participação e, principalmente, de integrantes, para além da academia, no projeto?

Giuliana Redin – As possibilidades de desenvolvimento de atividades remotas, encontros, reuniões, conferências, potencializaram muito a interação de atores sociais envolvidos com a temática, no âmbito acadêmico, poderes públicos e sociedade civil, bem como a própria participação do Migraidh em reuniões de redes, que até então, eram presenciais. Um exemplo, foi a participação nos espaços do Fórum Permanente de Mobilidade Humana do Rio Grande do Sul, a principal instância de articulação de sociedade civil, bem como na Rede Advocacy Colaborativo, que atua na incidência nos processos legislativos e junto ao Poder Executivo em Brasília. Apenas a modalidade remota poderia permitir essa interação, que tem gerado muitos resultados em ações integradas ligadas à agenda. No ingresso de novo/as participantes no Migraidh de 2021, o grupo passou a contar com a participação de pessoas de vários estados do Brasil e ligadas a diversas universidades e outros coletivos, o que é extremamente rico do ponto de vista do intercâmbio e fortalecimento de redes. Atualmente, participam do grupo 43 integrantes, dentre docentes, estudantes de graduação e pós-graduação e profissionais voluntários. 

Agência de Notícias – Muitos alunos neste momento encontram dificuldades para acompanhar as aulas e atividades acadêmicas devido à falta de acesso às tecnologias. Essa também é uma realidade para alunos imigrantes? O Migraidh possui ações que auxiliam nessa questão e no auxílio da inserção dos imigrantes na universidade?

Giuliana Redin – As dificuldades de acesso às tecnologias para aulas e atividades acadêmicas remotas agravadas pela situação socioeconômica são as mesmas para imigrantes e estudantes nacionais que necessitam da assistência estudantil. O Migraidh não conta com fonte de financiamento própria, mas atua no apoio para acesso aos editais da UFSM. Especificamente em decorrência da pandemia, do ensino no âmbito do REDE e do distanciamento social, os imigrantes moradores da casa do estudante, a grande maioria, por não possuírem família no Brasil, mantiveram-se nas dependências da casa. Nesse contexto, o Migraidh atuou oferecendo Rodas de Conversa de promoção de cuidado em saúde mental, com  participantes do coletivo e estudantes migrantes e refugiados da UFSM. Um espaço de escuta, diálogo, aproximação e promoção de saúde, muitos foram os temas abordados que permitiram convívio e interação em tempos de maior distanciamento social.  

Agência de Notícias – Que papel você acredita que a Universidade deve assumir na promoção de políticas públicas eficientes voltadas para os imigrantes que chegam até aqui?

Giuliana Redin – Em dezembro 2016, pela autonomia da universidade, conquistamos na UFSM a Política de Ingresso para Migrantes e Refugiados. A Resolução 041/2016, cuja proposição foi de iniciativa do Migraidh, prevê critérios diferenciados para o acesso dessa população ao ensino, como uma modalidade de ação afirmativa, baseada na igualdade de oportunidades. Apesar da importância desta ação afirmativa – inserida em uma realidade potencial de exclusão deste grupo social do acesso à educação superior, já que, conforme dados do ACNUR, apenas 3% dos refugiados conseguem acessar a educação superior, em um comparativo com 37% da população em geral que acessa a educação superior no mundo -, foram abertos apenas dois editais nos anos de 2017 e 2018. Neste momento, a nossa luta é pela retomada desta importante política na universidade, não apenas pelo que representa do ponto de vista da inclusão social e democratização da universidade, mas também por promover internacionalização do conhecimento e o fortalecimento dos processos educacionais, sociais e humanos, pela riqueza da diversidade cultural que a imigração oportuniza. Essa política, instituída pela autonomia universitária, reconhece o direito à igualdade e à integração, está baseada no compromisso da universidade afirmado no Plano de Desenvolvimento Institucional com a inclusão social, com os direitos humanos e a democratização do ensino, assim como no convênio firmado com a Agência das Nações Unidas para Refugiados, que instituiu na UFSM a Cátedra Sérgio Vieira de Mello, a qual o Migraidh é responsável técnico, além dos princípios constitucionais, tratados internacionais e direitos consagrados Política de Estado para migrantes e refugiados. 

É importante destacar que se trata de política pública no âmbito da autonomia da universidade, portanto institui direitos e não pode ser encarada como “caridade”, ideia que pode ser associada a uma desvalorização objetiva e social do diferente. Em relação às políticas de permanência na universidade, para além do acesso aos benefícios da assistência estudantil em igualdade de condições aos nacionais, também é fundamental que possamos avançar nas nas ações baseadas no reconhecimento das especificidades que decorrem das migrações internacionais, como a língua, a cultura, a formação educacional. Em 2019 e agora em 2021, a universidade lançou editais de bolsas para os estudantes migrantes e refugiados participarem em projetos de pesquisa, ensino e extensão, o que é significativo do ponto de vista da possibilidade de inserção deste grupo, que traz a riqueza da diversidade cultural na construção dos processos educacionais. A autonomia universitária também pode promover integração por meio da desburocratização e facilitação documental no que concerne a revalidação e reconhecimento de diplomas universitários. O Migraidh atua neste momento nesta demanda.

Com as ações desenvolvidas pelo Migraidh e Cátedra Sérgio Vieira de Mello, a universidade atua no local, para além dos muros, prestando atendimento e contribuindo para a integração de migrantes e refugiados, no escopo de suas ações. Além disso, colabora com o processo de formulação e construção de políticas públicas voltadas a migrantes e refugiados e fortalecimento da cooperação com os poderes públicos e sociedade civil. Exemplo desta atuação, foi a Moção de Apoio concedida em 2017 pela Câmara de Vereadores à Carta de Santa Maria sobre Políticas Públicas para Migrantes e Refugiados. Neste ano, o Migraidh promoverá uma conferência preparatória à Conferência Municipal de Saúde Mental do Município de Santa Maria. 

Mais informações sobre o Migraidh

E-mail: migraidh@gmail.com

Entrevista: Katiana Campeol, estudante e estagiária de Jornalismo
Fotos: Alessandra Jungs de Almeida, acervo do Migraidh
Edição: Davi Pereira, jornalista

Agência de Notícias UFSM

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2021/07/13/ufsm-promove-oficina-sobre-direitos-humanos-e-antirracismo Tue, 13 Jul 2021 11:33:50 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=56277
O  Núcleo de Pesquisa e Práticas em Direito Internacional (NPPDI - CNPq/UFSM) convida para a Oficina de Direitos Humanos Antirracismo, Deocolonialidades e Direito Internacional, que será realizada no dia 20 de julho, às 14h30, com link disponibilizado mediante inscrição a ser realizada pelo e-mail nppdi@55bet-pro.com A convidada será Karine de Souza Silva, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). 
 
As disciplinas de Direito Internacional e Relações Internacionais estão intimamente relacionadas com hierarquias raciais. Entretanto, paradoxalmente, as dinâmicas da raça têm sido silenciadas nas análises do sistema internacional pelas teorias hegemônicas destas áreas. Esta oficina objetiva evidenciar os silêncios que concorrem para a perpetuação do racismo como eixo fundante dessas disciplinas e afirmar a necessidade de introduzir a raça e a branquitude como categorias analíticas fundamentais no estudo das relações de poder no sistema-mundo. 
 
Mais informações no link.
 
Texto: Núcleo de Comunicação Institucional do CCSH
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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ccsh/2021/07/12/oficina-antirracismo-esta-com-inscricoes-abertas Mon, 12 Jul 2021 18:14:55 +0000 http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ccsh/?p=2994
 O  Núcleo de Pesquisa e Práticas em Direito Internacional (NPPDI - CNPq/UFSM) convida para a Oficina de Direitos Humanos Antirracismo, Deocolonialidades e Direito Internacional no dia 20 de julho, às 14h30min com link disponibilizado mediante inscrição a ser realizada pelo e-mail nppdi@55bet-pro.com A fala será por Karine de Souza Silva do PPGRI/PPGD/UFSC. 
 
As disciplinas de Direito Internacional e Relações Internacionais estão intimamente relacionadas com hierarquias raciais. Entretanto, paradoxalmente, as dinâmicas da raça têm sido silenciadas nas análises do sistema internacional pelas teorias hegemônicas destas áreas. Esta Oficina objetiva evidenciar os silêncios que concorrem para a perpetuação do racismo como eixo fundante dessas disciplinas e afirmar a necessidade de introduzir a raça e a branquitude como categorias analíticas fundamentais no estudo das relações de poder no sistema-mundo. Esta reflexão tem sua base teórica nas epistemologias anticoloniais, pós-coloniais e decoloniais, porque estas permitem compreender como o padrão de dominação colonial fundado na raça ainda segue em operação. Reconhecer as interações entre raça e poder é condição sine qua non para viabilizar horizontes emancipatórios baseados em sociabilidades não hierarquizadoras.
 
 
 
 
 
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O  Núcleo de Pesquisa e Práticas em Direito Internacional (NPPDI – CNPq), do Centro de Ciências Sociais e Humanas (CCSH) da UFSM, realiza a 9ª edição do Ciclo de Debates em Direito Internacional: A Política do Direito Internacional a partir de sexta-feira (2), às 10h. Os demais encontros virtuais serão nos dias 9, 23 e 30 de julho. 
 
Nesta edição, o Ciclo vai discutir categorias de análise como o enviesamento estrutural, o gerencialismo e a indeterminação dos vocábulos jurídicos, além das políticas latino-americanistas do Direito Internacional, tanto no âmbito da mobilização político-institucional quanto no campo de pesquisa acadêmica. 
 
Os diversos Ciclos de Debate em Direito Internacional querem fomentar na disciplina de Direito Internacional na região novas oportunidades para pensar o papel do Direito Internacional na construção e transformação da realidade regional.
 
A atividade é aberta à comunidade acadêmica e também ao público externo. Inscrições pelo e-mail nppdi@55bet-pro.com.
 
Mais informações podem ser obtidas no site
 
Fonte: Núcleo de Comunicação Institucional do CCSH
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O  Núcleo de Pesquisa e Práticas em Direito Internacional (NPPDI - CNPq/UFSM) convida para a 9ª Edição do Ciclo de Debates em Direito Internacional: A POLÍTICA DO DIREITO INTERNACIONAL. 
 
Nesta Edição, o Ciclo vai discutir categorias de análise tais como o enviesamento estrutural, o gerencialismo e a indeterminação dos vocábulos jurídicos (Koskenniemi), e também "as políticas" latino-americanistas do direito internacional, tanto no âmbito da mobilização político-institucional (Obregón) quanto no campo de pesquisa acadêmica (Lorca). 
 
Os diversos Ciclos de Debate em Direito Internacional querem fomentar na disciplina de Direito Internacional na região novas oportunidades para pensar o papel do direito internacional na construção e transformação da realidade regional.
 
A atividade é aberta à comunidade acadêmica e externa. Inscrições pelo e-mail: nppdi@55bet-pro.com 
 
Mais informações podem ser obtidas aqui
 
 
Cronograma de leituras: 
 
02/07 - KOSKENNIEMI, Martti, The politics of international law. Eur. J. Int'l L., 1, 1990.  p. 4-32.
 
09/07 - KOSKENNIEMI, Martti, The politics of international law – 20 Years Later. Eur. J. Int'l L., vol. 20, n.1, 2009. p. 7-19.
 
23/07 - LORCA, Arnulf, International Law in Latin America or Latin American International Law: Rise, Fall and Retrieval of a Tradition of Legal Thinking and Political Imagination’. Harvard International Law Journal 47:283-305, 2006.
 
30/07 - OBREGÓN, Liliana, Between Civilisation and Barbarism: Creole interventions in international law, Third World Quarterly 27(5): 815–832, 2006
 
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O Núcleo de de Pesquisas e Práticas em Direito Internacional (NPPDI) convida para a Oficina de "Direitos Humanos e Relações Internacionais: qual caminho seguir?" , com Juliana Viggiano(PPGRI/UFSC) . A atividade será realizada no dia 17 de junho (quinta-feira), às 14h30min na sala virtual disponibilizada mediante inscrição pelo e-mail nppdi@55bet-pro.com
 
As debilidades que se encontram na garantia efetiva dos direitos humanos podem ser trabalhadas a partir de diferentes dimensões. Esta Oficina  propõe-se a trabalhar com perspectivas epistemológicas e metodológicas que salientem características e dinâmicas distintas das leituras tradicionais no campo das Relações Internacionais, sobretudo aquelas que elucidam as práticas de advocacy e suas consequências para os direitos humanos nos países em desenvolvimento. Por isso, a atividade busca problematizar diversas nuances, formas, movimentos, mecanismos, processos, padrões e limitações que se desenvolvem na prática de compatibilizar preceitos universais com dinâmicas locais. Isto é, quer-se enfatizar como algumas políticas locais convergem, divergem, contradizem, corroboram noções institucionalizadas dos direitos humanos no sistema internacional.
 
A Oficina de Direitos Humanos pretende discutir questões como: as lacunas entre os preceitos normativos e a implementação dos direitos humanos decorrem de limitações na tradução de normativas universais para contextos locais? Ou, em uma visão invertida, a necessidade de adaptação é tão severa que torna as normativas universais virtualmente incompatíveis com as realidades locais? Igualmente, o quanto se distanciam as percepções liberais de direitos humanos – as quais orientam as perspectivas do sistema universal de práticas - dos entendimentos e processos históricos, sociais e culturais de sociedades não pertencentes ao núcleo duro do sistema ocidental? De que forma perspectivas não ocidentais podem afetar as normas internacionais de direitos humanos e qual relevância analítica adquire a perspectiva regional tomando como ponto de partida essas premissas? E ainda: quais contribuições as práticas institucionais provenientes de sociedades do Sul Global podem aportar à compreensão dos direitos humanos?
 
Para mais informações, acesse  http://www.55bet-pro.com/grupos/nppdi 
 
 
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Na semana de celebrações do Dia Mundial do Refugiado, o Migraidh e Cátedra Sérgio Vieira de Mello da UFSM promovem a live Revalidação de Diplomas e Inserção de Migrantes e Refugiados nas Universidades, que será transmitida no dia 21 de junho, às 19h, pelo Canal do Migraidh/CSVM no YouTube. As inscrições para o evento serão realizadas pelo formulário.

O evento apresenta um dos debates mais sensíveis da agenda migratória, o da integração local, a partir de um dos muitos desafios: a revalidação e reconhecimento de diplomas e a inserção da população migrante e refugiada nas universidades. Desde 1997, a Lei de Refúgio estabeleceu como Política de Estado a facilitação para o reconhecimento de certificados e diplomas e ingresso em instituições acadêmicas de todos os níveis, “levando-se em consideração a situação desfavorável vivenciada pelos refugiados”. Ainda, desde 2017, a Lei de Migração expressamente assegurou como princípio a “igualdade de tratamento e de oportunidade” e a “inclusão social, laboral e produtiva do migrante por meio de políticas públicas”.

Passados 24 anos da Lei de Refúgio, essas respostas ainda não vieram. Refugiados e migrantes encontram enorme barreira para que sua qualificação seja reconhecida no Brasil, ficam muito mais submetidos a condições desiguais de trabalho e a nossa sociedade perde o potencial da qualificação humana, científica e cultural, essencial para seu desenvolvimento. A situação de migração também impossibilita jovens migrantes acessarem em igualdade de condições a educação superior. Em relação aos refugiados, apenas 3% estão matriculados no ensino superior, conforme dados estatísticos dos países que acolhem mais da metade das crianças refugiadas no mundo (ACNUR, 2019).

São essenciais políticas públicas que possam mudar esse panorama de exclusão e as universidades, pela autonomia que lhes é conferida, podem produzir respostas para mudança dessa realidade.

O diálogo objetiva aprofundar a discussão sobre os desafios de direitos humanos que decorrem desta agenda, experiências e perspectivas. Será mediado pela coordenadora do Migraidh e Cátedra Sérgio Vieira de Mello na UFSM, professora Giuliana Redin, e contará com a participação de especialistas no tema e representantes da Universidade Federal de Santa Maria:

Camila Suemi Tardin, advogada na Associação Compassiva e coordenadora do Projeto de Revalidação de Diploma de Refugiados a nível nacional em parceria com o ACNUR;

William Torres Laureano da Rosa, Assistente Sênior de Elegibilidade do escritório da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) em São Paulo, pesquisador da UNICAMP e professor do Programa de Relações Internacionais San Tiago Dantas (UNESP, UNICAMP, PUC-SP).

Leonardo Cavalcanti, professor da UnB e coordenador do Observatório das Migrações Internacionais (OBMigra).

Luciano Schuch, professor e vice-reitor da UFSM.

Luiz Eduardo Boneti, estudante do Curso de Direito e coordenador do DCE.

Haroon Ali, estudante do Curso de Medicina da UFSM.

Sobre a Cátedra Sérgio Vieira de Mello na UFSM

A Cátedra Sérgio Vieira de Mello foi instituída na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) no ano de 2015, pela assinatura do Termo de Parceria entre a universidade e o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados e representa o compromisso da UFSM com a agenda de direitos humanos da população refugiada no âmbito de sua autonomia universitária. O convênio objetiva a promoção e difusão do Direito Internacional dos Refugiados e integração local de migrantes forçados.

O Migraidh, Grupo de Ensino, Pesquisa e Extensão, Direitos Humanos e Mobilidade Humana Internacional, é o responsável técnico pelo Convênio, que é subsidiado pelas suas ações. Dentre suas iniciativas, destaca-se a proposta de Resolução para a criação do “Programa de Acesso à Educação Técnica e Superior da UFSM para refugiados e imigrantes em situação de vulnerabilidade”, protocolada em 2014 sob n. 23081.019460/2014-68, como ampliação das ações afirmativas na universidade. Tal política, orientada pelo princípio fundamental da igualdade de oportunidade e de tratamento no acesso à educação técnica e superior, foi aprovada na UFSM em 2016, e referenciada nacional e internacionalmente pelo seu caráter inovador na promoção de direitos humanos.

No dia da live, será disponibilizado formulário para certificação.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2021/06/09/oficina-sobre-direito-a-alimentacao-e-acesso-a-terra-no-brasil-acontece-nesta-quarta-9 Wed, 09 Jun 2021 12:22:38 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=55990
O Núcleo de Pesquisas e Práticas em Direito Internacional (NPPDI) da UFSM realiza a Oficina de Direitos Humanos “Direito Humano à Alimentação e o Acesso à Terra no Brasil”, com Maria Giulia Gaede Senesi, da Paris School of International Affairs/SciencesPo, nesta quarta-feira (9), às 14h, na sala virtual que será disponibilizada mediante inscrição pelo e-mail nppdi@55bet-pro.com
 
A fome no Brasil atingiu 10,3 milhões de pessoas, de acordo com dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que a mediu entre os anos de 2017-2018. Desse número, 7,7 milhões vivem em áreas urbanas e 2,6 milhões em áreas rurais. A fome aumentou 43,7% nos últimos cinco anos. Paradoxalmente, pesquisas mostram que a proporção deste número é ainda maior nas áreas rurais, onde quase metade das famílias vive com insegurança alimentar, num contingente que representa 44% do total. Isto quer dizer que em uma das áreas onde a produção de alimentos poderia proporcionar aos cidadãos o acesso à sua própria alimentação, a barreira estrutural de acesso à terra mina a plena implementação do direito à alimentação.  

Nesse sentido, esta Oficina de Direitos Humanos quer debater os avanços institucionais no reconhecimento e implementação do direito à alimentação e a sua relação com as dificuldades históricas de acesso à terra. 
 
Mais informações sobre o NPPDI no site e no Instagram
 
Fonte: Núcleo de Comunicação Institucional do CCSH
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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ccsh/2021/06/08/oficina-sobre-direito-humano-a-alimentacao-e-o-acesso-a-terra-no-brasil-acontece-dia-9 Tue, 08 Jun 2021 18:36:57 +0000 http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ccsh/?p=2921
O Núcleo de de Pesquisas e Práticas em Direito Internacional (NPPDI) convida para a Oficina de Direitos Humanos intitulada "Direito Humano à alimentação e o acesso à terra no Brasil", com Maria Giulia Gaede Senesi  (Paris School of International Affairs / SciencesPo). A atividade será realizada no dia 9 de junho (quarta-feira), às 14h na sala virtual disponibilizada mediante inscrição pelo e-mail nppdi@55bet-pro.com
 
A fome no Brasil atingiu 10,3 milhões de pessoas, de acordo com dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que a mediu entre os anos de 2017-2018. Desse número, 7,7 milhões vivem em áreas urbanas e 2,6 milhões em áreas rurais. A fome aumentou 43,7% nos últimos cinco anos. Paradoxalmente, pesquisas mostram que a proporção deste número é ainda maior nas áreas rurais, onde quase metade das famílias vive com insegurança alimentar, num contingente que representa 44% do total. Isto quer dizer que em uma das áreas onde a produção de alimentos poderia proporcionar aos cidadãos o acesso à sua própria alimentação, a barreira estrutural de acesso à terra mina a plena implementação do direito à alimentação.  

Nesse sentido, esta Oficina de Direitos Humanos quer debater os avanços institucionais no reconhecimento e implementação do direito à alimentação, e a sua relação com as dificuldades históricas de acesso à terra. 
 
Para mais informações, acesse  http://www.55bet-pro.com/grupos/nppdi 
 
 
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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2021/05/18/edital-abre-vagas-para-tutoria-em-iniciacao-cientifica-e-em-acoes-de-extensao-no-nppdi-ccsh Tue, 18 May 2021 10:34:22 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=55796
O Núcleo de Pesquisa e Práticas em Direito Internacional (NPPDI) CNPq/UFSM, juntamente com o curso de Relações Internacionais e os Programas de Pós-Graduação em Direito e em Relações Internacionais da UFSM, divulga a abertura de até cinco vagas para estudantes e profissionais egressos dos cursos de graduação e pós-graduação em Direito, Relações Internacionais ou áreas afins interessados em participar de tutoria em iniciação científica e de ações de extensão, de caráter não remunerado, no NPPDI (CNPq/UFSM), sob a coordenação do professor Ademar Pozzatti. As inscrições são aceitas até 25 de maio. 
 
O NPPDI é uma iniciativa conjunta de pesquisadores do CCSH/UFSM e de instituições parceiras para o desenvolvimento de pesquisas científicas e ações de extensão universitária relacionadas ao direito internacional dos direitos humanos dentro das linhas de pesquisa “Instituições e desenvolvimento” e “Direitos na sociedade em rede: atores, fatores e processos da mundialização”. O NPPDI é certificado no Diretório de Grupos de Pesquisa do CNPq pela UFSM.
 
Mais informações no edital.
 
Dúvidas podem ser esclarecidas pelo e-mail nppdi@55bet-pro.com.
 
Fonte: Núcleo de Divulgação Institucional do CCSH
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O NPPDI – Núcleo de Pesquisa e Práticas em Direito Internacional (CNPq/UFSM), juntamente com o Curso de Relações Internacionais e os Programas de Pós-Graduação em Direito e em Relações Internacionais da UFSM, torna público a abertura de vagas para estudantes e/ou profissionais interessados em participar de tutoria em iniciação científica e de ações de extensão, de caráter não remunerado, no NPPDI (CNPq/UFSM), sob a coordenação da Prof. Dr. Ademar Pozzatti. As inscrições são aceitas até 25 de maio. 
 
O NPPDI é uma iniciativa conjunta de pesquisadoras/es do CCSH/UFSM e de instituições parceiras para o desenvolvimento de pesquisas científicas e ações de extensão universitária relacionadas ao direito internacional dos direitos humanos dentro das linhas de pesquisa “instituições e desenvolvimento” e “direitos na sociedade em rede: atores, fatores e processos da mundialização”. O NPPDI é certificado no Diretório de Grupos de Pesquisa do CNPq pela UFSM.
 
O Núcleo tem vocação transdisciplinar e crítica, buscando unir saberes populares e acadêmicos na condução das pesquisas e na construção do conhecimento universitário, razão pela qual aposta na indissociabilidade entre pesquisa e extensão.
 
Dúvidas podem ser esclarecidas pelo e-mail nppdi@55bet-pro.com
 
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O NPPDI - Núcleo de Pesquisa e Práticas em Direito Internacional realizará, nos dias 30 de setembro e 01 de outubro às 8h e as 19h na Escola Estadual de Ensino Médio Dr. Walter Jobim, a 5ª Edição do Cine Direitos Humanos com as temáticas de Violência de Gênero e Fake News. 

A ação de extensão “Cine Direitos Humanos” faz parte do programa de extensão “As fronteiras do direito: a permeabilidade das fontes normativas internacionais na esfera local” e relaciona-se teórico-conceitualmente com o projeto de pesquisa “Direito internacional e políticas públicas locais: o papel da cooperação internacional sul-americana para a efetivação dos direitos humanos”.

O Cine Direitos Humanos objetiva estabelecer diálogos transdisciplinares capazes de aproximar os discursos jus-internacionalista e cinematográfico, delineando uma gramática comum entre ambos, apta a fortalecer a tradução entre saberes e culturas, no âmbito acadêmico e jurisdicional brasileiro, em especial no que toca à proteção aos direitos humanos. Para tanto, a ação de extensão propõe um diálogo horizontal sobre as temáticas apresentadas e exemplificadas nos filmes passados nos dias da ação – Grandes Olhos e O Círculo.

A atividade conta em 2019 com 18 estudantes extensionistas e é coordenada pelos membros do NPPDI com foco nos alunos do ensino médio e EJA da Escola Walter Jobim. 

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