UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com Universidade Federal de Santa Maria Tue, 17 Mar 2026 00:37:40 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com 32 32 UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/experimental/revistatxt/2024/07/25/a-escolha-de-se-doar-a-ciencia Thu, 25 Jul 2024 20:30:00 +0000 http://www.55bet-pro.com/midias/experimental/revistatxt/?p=3915

Para escutar o áudio da reportagem, clique abaixo:

A morte não é um medo da enfermeira Martha Azevedo. Com 32 anos, ela comunicou à família o destino que deseja para seu corpo: a doação aos laboratórios e salas de aula do Departamento de Morfologia da UFSM. A profissional de saúde é uma das 54 inscritas no Programa de Doação Voluntária de Corpos, que registra um crescimento de 40% após a pandemia.

No Brasil, há 39 programas semelhantes. O Rio Grande do Sul concentra uma em cada quatro iniciativas no país. São dez espalhadas pelo Estado. A UFSM tem o quinto programa de doação mais antigo do Estado. Criada em 2016 para estudos e pesquisas, a iniciativa auxilia na formação acadêmica de mais de mil alunos por ano. Desde a fundação do projeto, 11 corpos foram doados e 54 intenções foram formalizadas.

Comunicar em vida o desejo de doar o próprio corpo é uma prática assegurada por lei desde 2002. O texto diz, no artigo 14, que “É válida, com objetivo científico, ou altruístico, a disposição gratuita do próprio corpo, no todo ou em parte, para depois da morte”. Martha fala que o desejo de ser doadora surgiu durante a graduação em enfermagem, há seis anos: “Ter contato com um corpo foi essencial para minha formação. Fiquei pensando em uma forma de retribuir o gesto de quem já se foi, e também poder ajudar outros alunos assim como eu”, contou a enfermeira.

Crescimento de doadores

Fotografia horizontal, colorida, de metade de um crânio humano, de resina, da cor amarela. No lado esquerdo da imagem aparece parte da cavidade do nariz, um dos olhos e metade dos dentes. O fundo está desfocado e retrata uma sala de aula, com mesas e cadeiras brancas. Há um corpo deitado sobre uma das mesas, coberto por um tecido azul. Na parede branca existe um quadro verde-escuro fixado.
Crânio humano | Foto: Francine Castro

As intenções de doação cresceram na UFSM até 2019, mas foram prejudicadas com o início dos casos de Covid-19. Em 2020, o programa não recebeu nenhuma declaração. No entanto, o número aumentou depois de 2021 e chegou a sete em 2023, uma alta de 40% com o fim da pandemia. No primeiro semestre deste ano, o departamento recebeu cinco documentos.

Mais da metade das pessoas que manifestam formalmente a vontade têm idade superior a 40 anos e cerca de 60% são mulheres. No entanto, não há um perfil socioeconômico definido dos doadores, como informa o professor Carlos Eduardo Seyfert, coordenador do programa. “Tivemos, por exemplo, pessoas que são gratas à ciência, por serem curadas de câncer ou doença rara. Outros simplesmente querem encontrar uma forma de continuar sendo úteis após a morte”, afirmou.

A terapeuta Marisa Zuse, 54, é outro exemplo. Ela já comunicou à família sobre o desejo de destinar seu corpo à ciência. Residente em Santa Maria, tomou a decisão após um encontro com familiares, quando um estudante de Medicina comentou sobre os programas que existiam. “Na mesma hora já decidi. Posso contribuir de alguma forma. Quero ser útil”, completou. 

Gráfico de colunas verticais na cor amarelo-mostarda, mostra que em 2020 não houve doações. Em 2021 tiveram quatro. Em 2022, cinco. No ano de 2023, sete doações e em 2024, cinco. O fundo é branco.
Fonte: Departamento de Morfologia da UFSM

O que é feito com os corpos?

Os corpos que chegam no Departamento de Morfologia do 55BET Pro de Santa Maria passam por um processo de fixação. A etapa inclui formol ou salmoura para evitar a decomposição. Cerca de seis meses após a aplicação do produto, o corpo poderá ser usado. 

Os materiais são utilizados em aulas de anatomia humana, como informa o chefe do Departamento de Morfologia da UFSM, professor João Cezar Dias. Ele destaca a importância do contato direto com corpos humanos reais, que proporcionam a compreensão detalhada - algo que modelos anatômicos não conseguem replicar."Todos os cursos da saúde têm disciplinas de anatomia, às vezes mais de uma, inclusive. Nosso respeito é total, com todo corpo sobre a bancada. Mantemos a ética com quem está ali nos ajudando", afirmou João Cezar.

Como ser um doador?

Qualquer pessoa maior de 18 anos pode doar o corpo para fins acadêmicos e científicos. A única excessão é que não são aceitos corpos em caso de morte violenta, ou seja: decorrente de acidentes de qualquer natureza, homicídio ou suicídio. Isso porque os corpos devem ser submetidos à necropsia e, conforme necessidade da investigação, devem estar à disposição para exumação.

A declaração de doação de órgãos e restos mortais é feita com base em um modelo disponível no site da universidade (acesse aqui o documento). Para reconhecimento é preciso procurar um cartório ou realizar a assinatura digital por meio do cadastro online no Gov.br (acesse o serviço aqui). O professor orienta que pelo menos uma pessoa  - de preferência familiar - assine como testemunha, pois apesar de declarar o desejo em vida, a família é superior na decisão da destinação do corpo após a morte. O documento deve ser preenchido em três vias: uma é entregue diretamente no Departamento de Morfologia da UFSM e as outras duas ficam com o doador e a família. No caso do indivíduo manifestar interesse para a família em destinar o corpo para a universidade, mas não formalizar o desejo, a família pode optar por destinar mesmo assim.

Depois do falecimento, a família deve fazer contato com a Universidade para informar o óbito. É permitido que o corpo seja velado antes de ser encaminhado ao Departamento. A decisão cabe à família, que também arca com o custo do transporte entre a funerária e a UFSM.  Participar do programa não exclui a possibilidade de doar órgãos para transplante e é possível doar apenas partes do corpo.

Reportagem: Francine Castro e Tayline Manganeli

Contato: francine.castro@acad.55bet-pro.com/tayline.alves@acad.55bet-pro.com

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/arco/16-curiosidades-sobre-doacao-de-sangue Thu, 24 Nov 2022 17:34:58 +0000 http://www.55bet-pro.com/midias/arco/?p=9546

1 - É verdade que 1 bolsa de sangue pode salvar até 4 vidas?

Sim. Após a coleta, os componentes do sangue, chamados hemocomponentes, são separados por um processo de centrifugação. O processo de separação dos hemocomponentes divide o sangue em quatro partes: concentrado de hemácias, concentrado de plaquetas, plasma fresco congelado e crioprecipitado. Cada um deles tem uma função específica junto ao organismo humano. Desse modo, uma única bolsa de sangue pode ser utilizada por até quatro pacientes, a depender das necessidades de cada um.

O sangue coletado passa por uma bateria de exames sorológicos e imunológicos antes de ser considerado apto para o uso. Esses exames são realizados com a amostra de sangue coletada antes da doação, e não com o sangue da bolsa. Os exames feitos após a coleta também permitem identificar o grupo sanguíneo (A; B; AB; ou O) e o fator Rh (positivo ou negativo).

2 -  O que é a janela imunológica e como ela interfere no processo de doação?

Quando o possível doador chega ao local de doação, o primeiro passo é o cadastro, para o qual é necessário documento oficial com foto. Posteriormente, ele será encaminhado para um processo de triagem hematológica, em que serão realizados exames rápidos e necessários para entender sua condição física: a pressão arterial é medida, o peso e a altura são verificados, e as taxas de hemoglobina são conferidas. Esse processo ajuda, por exemplo, a verificar se o possível doador não está com princípio de anemia, o que impede a doação. 

Após essa etapa, ele é encaminhado para a triagem clínica, que consiste em uma entrevista com um especialista capacitado. A pessoa fornece informações acerca de hábitos e atitudes que podem impactar o processo de doação, como relações sexuais realizadas sem o uso de preservativos, o uso de medicamentos, a ingestão recente de bebidas alcoólicas, entre outras informações que irão designar se ele está apto ou não a ser um doador. 

A enfermeira Liliane Simon, que atua junto ao hemocentro Regional de Santa Maria, enfatiza a importância da triagem clínica: “As perguntas são baseadas em protocolos nacionais. Ao final da entrevista, vamos colocar o doador na situação de apto ou inapto. Se ele for inapto, também vamos ter que definir, a partir das informações coletadas, quantos dias ele vai ficar em inaptidão, se é um dia, se é um mês, se é um ano ou se é uma inaptidão definitiva”, explica Liliane.

Na entrevista, é indicado que o doador forneça todas as informações corretamente, sem omissões, em virtude da chamada janela imunológica. Trata-se do período em que infecções permanecem incubadas, e que podem ou não ser detectadas nos exames realizados com o sangue coletado. 

Após o processo de triagem, se o doador for considerado apto a realizar a doação, ele irá  para a coleta, que dura em torno de 15 minutos.

3 - Por que existe o voto de autoexclusão depois da doação?

Após o doador realizar o processo de coleta do sangue, ele é encaminhado para outro local, onde irá receber um lanche e poderá descansar antes de deixar o espaço de doação. Nesse momento, é fornecido ao doador um formulário em que ele será questionado acerca da veracidade das informações prestadas na entrevista, o chamado “voto de autoexclusão”. Esse voto não contém a identificação do nome do doador, apenas um código que corresponde à bolsa de sangue coletada.

Esse processo é importante para garantir a qualidade do sangue doado, uma vez que, como já mencionado, há a janela imunológica, em que algumas infecções podem estar em processo de incubação, e que, portanto, não são detectadas nos exames feitos com o sangue coletado. Caso o paciente assinale no formulário que mentiu na entrevista, o sangue é descartado.

Andressa Baccin dos Santos, assistente social responsável pela captação de doadores do Hemocentro Regional de Santa Maria,  comenta sobre a importância dessa etapa: “No voto de autoexclusão, o doador vai dizer se a bolsa dele pode ser transmitida a outro paciente ou não, se ele falou a verdade na entrevista ou se omitiu informações. É o momento em que ele, numa reflexão interna, precisa ser sincero. Esse voto é colocado em uma urna e não é identificado com nomes em nenhum momento, é tudo com código do doador”, explica Andressa.

4 - Qual é o custo do processo de doação?

O processo de doação de sangue não é barato. Andressa pontua que o valor para a coleta de uma bolsa é de aproximadamente 750 reais. Já o processo de doação de plaquetas por aférese é ainda mais caro, com valores entre 1200 e 1500 reais por bolsa coletada.

O processo de coleta por aférese é diferente da doação convencional. Nele, o doador fica conectado a um equipamento automatizado, que irá coletar o sangue e separar seus componentes por meio de um processo de centrifugação. O componente do sangue que será coletado (hemácias ou plaquetas) é retido e os demais retornam ao indivíduo. Esse processo é repetido até que o número de componentes estipulado para a coleta seja atingido. Com esse processo, é possível coletar uma maior quantidade do componente do sangue desejado.

Esse tipo de coleta precisa obedecer a normas um pouco distintas daquelas estabelecidas para a doação convencional, por isso é importante consultar informações sobre os requisitos para realizar a doação.

5 - Quais os requisitos para doar?

  • Para ser um doador, a pessoa interessada precisa ter entre 16 e 69 anos. Menores de 18 anos podem doar apenas com o consentimento dos responsáveis e pessoas com idade acima de 60 anos só podem doar caso já tenham realizado alguma doação de sangue antes de completarem 60 anos;

  • É preciso que a pessoa pese no mínimo 50 quilos;

  • É necessário que a pessoa tenha tido no mínimo seis horas de sono nas últimas 24 horas;

6 - Quais os cuidados que o doador deve ter antes, durante e após o processo de doação?

O processo que antecede a doação do sangue envolve o cuidado com a alimentação, ao evitar alimentos gordurosos e prezar por uma boa hidratação. É indicado que o doador tenha uma boa noite de sono, além de cuidados essenciais como evitar a ingestão de bebidas alcoólicas e não fumar. Vale destacar que, quanto mais hidratado o doador estiver, mais fácil será a coleta. 

Durante o processo, enquanto ainda está no local da doação, é importante que ele se alimente com o lanche disponibilizado e também permaneça no espaço por cerca de 15 minutos, a fim de confirmar se está em boas condições para deixar o ambiente. Durante o restante do dia, é indicado que o doador descanse, se alimente sem alimentos gordurosos, beba bastante água e não faça esforço físico.

7 - Há restrições para pessoas LGBTQIAP+ serem doadoras?

Por muitos anos, a comunidade LGBTQIAP+ sofreu estigmas a respeito da doação de sangue. Apenas em 2020, com a baixa nos estoques de sangue acarretada pela pandemia de Covid-19, o Supremo Tribunal Federal (STF) considerou ilegal a norma vigente, o que possibilitou que a comunidade LGBTQIAP+ possa doar sangue sem restrições causadas pela sexualidade ou pela identidade de gênero. Em 2021, foi aprovado no Senado um projeto de lei que proíbe a discriminação de doadores de sangue com base na orientação sexual, o PL 2.353/2021. Anteriormente, homens que mantinham relações sexuais com outros homens e suas eventuais parceiras só poderiam doar passados 12 meses da última relação sexual.

O estigma acerca da doação de sangue por homossexuais remonta aos anos 1980, com os altos números de contaminação por HIV/AIDS, quando os homossexuais eram considerados “grupos de risco” para a doença. Com o passar dos anos, o entendimento acerca de “grupo de risco” foi substituído por “comportamento de risco”, pois o que irá influenciar uma possível contaminação é o comportamento do indivíduo e não seu pertencimento a um determinado grupo de indivíduos.

Além disso, a contaminação pelo vírus da AIDS não está restrita à comunidade LGBTQIAP+. Também por isso que os exames prévios realizados com o sangue de todos os doadores são importantes, para detectar possíveis doenças, além da triagem clínica, que irá alertar para eventuais comportamentos de risco.

8 - Qual o tempo indicado entre as doações?

Para homens, o tempo indicado é de dois meses, com um limite de quatro doações por ano. Já para as mulheres, o tempo indicado é de três meses, com um limite de três doações anuais. Essa diferenciação ocorre por conta da reposição de ferro no organismo. Para pessoas que menstruam, a reposição não é constante, devido à perda mensal de sangue ocasionada pela menstruação.

9 - O que impede a doação de sangue por um determinado período?

A doação de sangue é impedida temporariamente em casos de realização de determinadas cirurgias (veja abaixo); caso o doador esteja com febre; com sintomas de gripe, de resfriado ou de diarreia. Nesses casos, a doação é possível sete dias após o desaparecimento dos sintomas. Para o caso de amamentação, deve-se aguardar 12 meses após o parto e, caso o doador tenha ingerido bebidas alcoólicas nas 12 horas que antecedem a doação, também estará inapto temporariamente.

Outros comportamentos ou fatores (como o uso de determinados medicamentos, por exemplo) que podem impedir a doação por um determinado período podem ser consultados junto a profissionais da saúde, que irão se inteirar das especificidades de cada caso. Essas dúvidas podem ser expostas e já respondidas no momento do agendamento para realizar a doação ou serem realizadas na etapa da triagem clínica, quando acontecerá a entrevista.

10 - O que impede a doação de sangue para sempre?

  • Ter passado por um quadro de hepatite depois dos 11 anos de idade. Nos casos em que a doença ocorreu antes dessa idade, há grande probabilidade de ter sido hepatite do tipo A, que não deixa sequelas nem partículas virais no sangue e, portanto, não é um impedimento para a doação. 

  • Ter desenvolvido malária do tipo Plasmodium Malariae. Caso a pessoa tenha desenvolvido algum dos outros tipos da doença, poderá doar depois de respeitado o tempo para recuperação;

  • Fazer uso de drogas ilícitas injetáveis como heroína e cocaína;

  • Ter evidência clínica ou laboratorial das seguintes doenças transmitidas pelo sangue: Hepatites B e C, AIDS, doenças associadas aos vírus HTLV (causa doenças neurológicas graves e degenerativas e doenças hematológicas, como a leucemia) e Doença de Chagas;

  • Ter desenvolvido algum tipo de câncer durante a vida. Apenas dois tipos de tumores, após curados, permitem a doação de sangue - carcinoma basocelular de pele e carcinoma de cérvix de colo de útero;

  • Problemas de coagulação.

11 - Tatuagens e piercings impedem a doação?

No geral, a resposta para esse questionamento é sim, mas há especificidades em cada caso. Tatuagens e piercings demandam uma espera de um ano para que a pessoa volte a ser apta a doar. No entanto, esse período pode ser reduzido para seis meses caso o ambiente em que a pessoa fez a tatuagem ou colocou o piercing tenha a certificação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Caso o piercing seja colocado em regiões mucosas (boca ou genitália), a doação de sangue só pode ser efetuada 12 meses após a retirada do objeto. Essa restrição se deve ao fato de esses locais oferecerem constantes condições de infecções, uma vez que estão mais expostos à contaminação.

12 - O uso de medicamentos influencia na doação?

Sim, contudo, há particularidades que devem ser consideradas. Anti-hipertensivos não inviabilizam a doação, por exemplo, mas é preciso ter cuidado caso o doador tenha iniciado um tratamento recentemente, o que vai influenciar na oscilação da pressão arterial e, por esse motivo, é aconselhado que ele aguarde um período antes de doar. O período ideal será determinado por um profissional de saúde, após análise de cada caso.

Além disso, em casos em que a pessoa utiliza mais de um medicamento, há possibilidade de esse uso causar a inaptidão do doador. “Há alguns medicamentos que sozinhos não inviabilizam, mas se misturar todos eles, vai impossibilitar. Então, os colegas na triagem vão verificar também se esses medicamentos não vão prejudicar tanto o receptor quanto o doador, por isso é interessante que o doador traga todos os medicamentos que toma para serem verificados por um profissional da saúde”, ressalta Andressa.

13 - Fiz uma cirurgia, posso doar sangue?

Algumas cirurgias impedem a doação em virtude da perda de sangue que o paciente sofreu, mas há outros pontos que precisam ser analisados, como a doença que originou a necessidade da cirurgia, já que ela pode ser um motivo que impede a doação de forma definitiva. Além disso, é importante considerar outros fatores, como o uso de medicamentos no pós-operatório.

Pontuada a necessidade de entender as especificidades de cada caso, segue abaixo algumas cirurgias realizadas frequentemente e que têm diferentes períodos de espera para a aptidão à doação:

  • Parto normal: apto após 12 semanas;

  • Parto cesariana: apto após seis meses;

  • Extração de cálculos renais: apto após três meses;

  • DIU: não interfere no processo de doação;

  • Cirurgias de tireóide: apto após seis meses;

  • Cirurgias cardíacas: inaptidão definitiva;

  • Aplicação de toxina botulínica (botox): apto após 12 meses;

  • Extração dentária: apto após três dias.

14 - Tive Covid-19, posso doar?

Sim! Atualmente, aconselha-se que a doação seja feita depois do período de dez dias após o término do período de isolamento. Anteriormente, era indicado que os doadores respeitassem um período de dez dias após o término dos sintomas, mas, devido ao aumento da cobertura vacinal e formas mais leves de desenvolvimento da doença, é possível que o doador não tenha sintomas, o que levou a mudanças na indicação de cuidados. 

Andressa enfatiza algumas especificidades: “Se essa pessoa tem alguma comorbidade, se não foi um um processo tranquilo em relação à Covid-19, ela deve aguardar mais um tempo. Caso ela tenha passado por uma internação, vai ter que aguardar seis meses para vir doar”, explica.

15 - Tomar vacinas influencia na doação de sangue?

Sim. Diferentes vacinas têm diferentes períodos de espera para realizar a doação. Na vacina da gripe, é de 48 horas. Já a vacina contra a febre amarela demanda uma espera de 30 dias.

No caso das vacinas contra a Covid-19, o tempo de espera também depende do laboratório fabricante da vacina. Para quem tomou Coronavac, o tempo de espera é de 48 horas após a aplicação, mas para aqueles que foram vacinados com AstraZeneca, Pfizer-BioNTech e Janssen, o tempo de espera é de sete dias.

16 - Quais os benefícios de ser um doador?

O ato de doar sangue, além de ajudar outras pessoas, também fornece alguns benefícios sociais para o doador. Esses variam de região para região, mas englobam meia-entrada em cinemas, shows, bares, além de isenção na taxa de pagamento de inscrições em concursos públicos. 

No Rio Grande do Sul, a Lei 13.891, de janeiro de 2012, institui, para os doadores de sangue do estado, meia-entrada em eventos culturais, esportivos e de lazer realizados em locais públicos. Além disso, o inciso IV do artigo 473 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) também institui que o doador pode se ausentar do trabalho durante um dia para realizar a doação, mediante comprovação do ato. Essa ausência não acarreta em prejuízo salarial e pode ser feita uma vez por ano.

Para saber mais:

Para quem posso doar?
Tipo Doa para Recebe de
O- Todos os tipos sanguíneos O-
O+ Todos os tipos Fator Rh+ O- e O+
A- A-, A+, AB- e AB+ O- e A-
A+ A+ e AB+ O-, O+, A- e A+
B- B-, B+, AB- e AB+ O- e B-
B+ B+ e AB+ O-, O+, B- e B+
AB- AB- e AB+ Todos os tipos Fator Rh-
AB+ AB+ Todos Rh+ e Rh-

Como faço para doar?

As doações podem ser feitas no Hemocentro Regional de Santa Maria, localizado na Alameda Santiago do Chile, 35 - Nossa Senhora das Dores (próximo ao Fórum). O horário de funcionamento para a doação de sangue é das 8h às 14h, de segunda a sexta-feira, e também no terceiro sábado do mês, das 8h às 12h.

O agendamento para realização das doações pode ser feito pelo site, pelo telefone do hemocentro (55) 3221-5262, ou pelo WhatsApp (55) 98428-8274. Pessoas com interesse em doar também podem comparecer presencialmente ao Hemocentro, onde serão informadas acerca dos horários de funcionamento e encaminhadas para a realização do agendamento. Dúvidas podem ser encaminhadas para o e-mail recepcao-hemosm@saude.rs.gov.br e mais informações, como os níveis de estoque de sangue, estão disponíveis também no perfil do Instagram @hemosmrs.

Andressa destaca que, durante o agendamento, já são fornecidas informações aos doadores, para que o procedimento ocorra de forma segura e tranquila. “Ele precisa estar alimentado, se sentindo bem, ter uma preparação prévia para essa doação, não ingerir bebida alcoólica no dia anterior, dormir pelo menos seis horas antes. Essas orientações nós procuramos dar no momento do agendamento, por isso que ele é tão importante”, conta a assistente social.

Ações em prol do dia 25 de novembro em Santa Maria:

Em alusão ao dia nacional do doador de sangue, o Hemocentro de Santa Maria organizou, em parceria com o Lions Clube, um GreNal pela Vida, realizado do dia 16 de novembro ao dia 25. “É uma espécie de competição saudável entre os gremistas e os colorados, para ver qual das torcidas mobiliza mais doadores. Além dessa campanha, vamos realizar várias outras homenagens aos doadores”, conta Andressa.

A assistente social ainda relata que as homenagens aos doadores contarão com a participação da banda do Centro Social e Cultural Vicente Pallotti, o Tamborico, além da distribuição de alguns mimos. O Hemocentro, que teve uma queda de cerca de 20% nas doações durante a pandemia, busca agora uma maior conscientização acerca da importância da doação.

Expediente: Reportagem: Milene Eichelberger, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Design gráfico: Luiz Figueiró e Noam Wurzel, acadêmicos de Desenho Industrial e bolsistas; Mídia social: Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Gabriel Escobar, acadêmico de Jornalismo e bolsista; e Nathália Brum, acadêmica de Jornalismo e estagiária; Edição de Produção: Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Edição geral: Luciane Treulieb, jornalista.]]>
UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/arco/souparte-doacao-por-assinatura Fri, 27 Aug 2021 13:43:24 +0000 http://www.55bet-pro.com/midias/arco/?p=8639

“Existem vários exemplos de assinaturas em nosso cotidiano, como Spotify, Netflix e Amazon Prime. Por que não assinar uma ONG também?”. Com essa fala, o professor da UFSM Luciano Mattana sintetiza a proposta da Sou Parte: ser um sistema inovador no qual o usuário pode fazer doações mensais e recorrentes para causas e ONGs sociais, sobretudo em formato de assinaturas.

A iniciativa surgiu em uma disciplina de Mattana no curso de Publicidade e Propaganda na Universidade. “No trabalho final dessa disciplina, a proposta era a gente identificar alguns problemas da sociedade”, explica a relações públicas Mari Luana Pozzobon, sócia fundadora da Sou Parte. A experiência anterior de Mari, que por um ano tinha trabalhado como assessora de comunicação em uma instituição beneficente, foi o que a inspirou a iniciar o projeto: “Acabei conhecendo um pouco sobre a realidade da organização, as dificuldades - principalmente na captação de recursos - e como era difícil para a instituição se manter”. A estudante levou essa vivência para o professor e, juntos, eles idealizaram e colocaram em prática a plataforma.

“Eu vi isso ao longo da minha vida inteira. As instituições sofrem com a pontualidade dos projetos, com a rotatividade de pessoas que vão ajudar, voluntários, funcionários, ou seja, tudo tem um ciclo efêmero. Há um esforço em renovar esses ciclos a todo momento, não há continuidade”, constata Mattana. O principal objetivo da Sou Parte é, portanto, resolver tal rotatividade das ONGs:  “Conta de luz vem todo mês, salário é todo mês, conta de mercado é todo mês. Não é você ir lá e doar uma vez e pronto. Os problemas acontecem diariamente. A Sou Parte enxerga dessa forma, não como doações pontuais, mas como assinaturas”, salientam os idealizadores do projeto. 

A Sou Parte está vinculada à Incubadora Tecnológica da UFSM: “Incubou no início da pandemia. A gente iniciou o projeto em julho de 2020, quando as coisas ainda estavam meio instáveis”, conta Mari. A Associação Brasileira de Captadores de Recursos (ABCR) mostrou que, nos primeiros meses da pandemia, cerca de R$6 bilhões foram doados para as ONGs, mas, com o passar dos meses, essas contribuições diminuíram. É aí que entra a importância das doações recorrentes: essa maneira de ajudar é o que sustenta o trabalho e gera a noção de compromissos que as instituições podem ou não assumir de acordo com a receita que dispõem. 

Instituições beneficiadas

Até o momento, a Sou Parte atende a duas instituições em Santa Maria. Uma delas é o Centro de Desenvolvimento Comunitário (CDC) Estação dos Ventos, no bairro João Goulart. O CDC busca atender às necessidades básicas da comunidade local, especialmente crianças de até seis anos, ao proporcionar melhor qualidade de vida, lazer e alimentação, em local adequado, onde possam passar o dia enquanto seus pais trabalham. A outra ONG é o Lar Vila Itagiba, instituição de longa permanência, sem fins lucrativos, na qual vivem 63 idosos. “A instituição se mantém com 70% da aposentadoria dos idosos. Esse valor não cobre nem nossa folha de pagamento de colaboradores. Além disso, nós temos a destinação do imposto de renda, que é variável, temos as doações de pessoas físicas, promovemos rifas e eventos, e participamos de editais”, explica Karoline Arend, funcionária da instituição. Ela comenta que a Sou Parte chega como um aliado e uma possibilidade de segurança financeira: “É uma forma que podemos receber doações recorrentes e, com isso, planejar de maneira mais clara onde iremos investir o recurso”. 

Na prática, como funciona?

Em fase de testes, o projeto está cadastrando organizações e causas sociais e, em breve, terá diversas ONGs para que o usuário possa apoiar o projeto com o qual mais se identifica.

Na plataforma, as doações funcionam a partir de assinaturas, o usuário tem a possibilidade de realizar uma assinatura via cartão de crédito para doar todos os meses ou fazer uma única doação (cartão de crédito, boleto ou pix). Além disso, o sistema permite o acompanhamento da aplicação dos recursos e a identificação do impacto social que as doações geram. Tal transparência visa deixar o doador seguro para assinar a Sou Parte.

E quais os benefícios?

Segundo os idealizadores, aderir a esse tipo de doação é uma boa escolha, porque o doador ganha a possibilidade de colaborar com as ONGs, de uma maneira prática e constante, em um formato que não demanda disponibilidade ou tempo do assinante. 

Entre os benefícios oriundos da receita recorrente, a ONG passa a contar com a previsibilidade de receita, a possibilidade de profissionalização dos serviços diante da entrada regular de verbas e, consequentemente, a sustentabilidade financeira. 

A partir disso, a sociedade ganha com a viabilização de empreendimentos sociais, geração de emprego e renda em entidades e redução de desigualdades socioeconômicas.

Expediente

Repórter: Ana Luiza Deicke, acadêmica de Jornalismo da Universidade Franciscana (UFN) e estagiária

Ilustrador: Luiz Figueiró, acadêmico de Desenho Industrial e voluntário

Mídia Social: Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista; e Eloíze Moraes estagiária de Jornalismo

Edição de Produção: Esther Klein, acadêmica de Jornalismo e bolsista

Edição Geral: Luciane Treulieb e Maurício Dias, jornalistas

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2020/04/29/grupo-de-pesquisa-ecoinovar-faz-doacao-de-cestas-basicas Wed, 29 Apr 2020 11:42:43 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=51960 [caption id="attachment_51961" align="alignright" width="438"]Foto colorida horizontal mostra uma pessoa fazendo entregas a outra, ambas de máscaras, em frente a um mercado Kamila Frizzo, doutoranda e membro do Grupo Ecoinovar, entregou as doações a servidor da Secretaria de Educação[/caption]

O Fórum Internacional Ecoinovar, como forma de contribuir neste momento de pandemia, realizou a doação de 20 cestas básicas de alimentos para a Secretaria Municipal de Educação. Os alimentos serão distribuídos para famílias de alunos da rede municipal de Santa Maria.

A ação solidária "Ecoinovar na Escola" foi promovida pelo Grupo de Pesquisa Ecoinovar, formado por docentes e discentes da graduação e da pós-graduação da UFSM e liderado pelos professores do Departamento de Ciências Administrativas Clandia Maffini Gomes, Flavia Luciane Scherer, Jordana Marques Kneipp e Roberto Schoproni Bichueti.

Foto: Divulgação

 

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2020/04/06/ufsm-busca-captar-recursos-para-combate-a-covid-19-por-meio-de-projeto-da-fatec Mon, 06 Apr 2020 18:01:55 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=51666

A Fundação de Apoio à Tecnologia e Ciência (Fatec) elaborou um projeto para apoiar as ações e estratégias da UFSM voltadas ao combate ao coronavírus. Trata-se da "Ação Fatec/UFSM contra a pandemia Covid-19", uma iniciativa para arrecadar doações de pessoas físicas e jurídicas que serão destinadas aos diferentes projetos em execução pela UFSM e Hospital Universitário de Santa Maria (Husm) no enfrentamento à pandemia.

O objetivo da Fatec é atuar como um elemento de ligação entre o esforço comunitário e o esforço técnico-científico da UFSM, auxiliando no suprimento de bens de capital e de consumo para as atividades da comunidade acadêmica engajada em encontrar soluções inovadores para o combate à pandemia.

A ideia surgiu na sexta-feira (3), por demanda do Gabinete do Reitor,  e ganhou corpo no final de semana, após conversas virtuais envolvendo a diretoria e a gerência executiva da Fatec e representantes da Pró-Reitoria de Planejamento (Proplan) da UFSM. Nesta segunda (6) foi providenciada a abertura de uma conta corrente no Banco do Brasil (ver detalhes no final do texto e na imagem ao lado) para recebimento das doações, que já podem ser feitas pelo período de seis meses, prazo que poderá ser prorrogado se a pandemia persistir. 

O diretor da Fundação, professor Jéferson de Souza Flores, explica que as doações podem ser feitas por pessoas físicas e jurídicas diretamente na conta bancária, podendo ser destinadas tanto de forma geral, para todas as ações desenvolvidas no âmbito da UFSM, quanto para projetos específicos, como a produção de álcool gel, produção e reforma de respiradores, entre outros. Neste sentido, está sendo desenvolvido um formulário específico para quem quiser direcionar sua doação. Este formulário estará disponível a partir desta terça-feira (7) pela manhã no site da Fatec

A destinação dos valores arrecadados será definida por um comitê técnico, a ser composto por representantes da UFSM e do Husm, conforme as prioridades. "A Fatec se encarrega da parte burocrática, de arrecadação e prestação de contas, e a UFSM, por meio do comitê técnico, vai dizer quais são as prioridades na aplicação dos recursos", explica Jéferson. 

À Fundação, a partir das indicações do comitê técnico, também caberá a aplicação dos recursos, que poderá contemplar a aquisição de insumos para profilaxia; aquisição de peças, materiais, máquinas e insumos correlatos ao reparo, desenvolvimento e construção de ventiladores mecânicos para suporte respiratório em seres humanos; aquisição de outros bens de consumo e de capital considerados necessários para o tratamento de pacientes de Covid-19; e repasse de recursos físicos e financeiros à ações voltadas ao combate da pandemia.

A metodologia adotada pela Fatec consistirá nas seguintes etapas: auxiliar na realização e promoção de campanha de arrecadação de recursos oriundos de doações de pessoas físicas e jurídicas, bem como de orçamentos públicos; aplicar os recursos arrecadados especificamente na aquisição de bens de capital e de consumo para serem disponibilizados às ações ordinárias e extraordinárias do Husm e de grupos de pesquisa e extensão da UFSM, nas formas, quantidades e prazos designados pela UFSM; destinar recursos financeiros para projetos correlatos devidamente registrados na Fatec.

Também estão previstas na metodologia as demais etapas: formalizar os devidos processos de compras, com os requisitos mínimos necessários para garantir a economicidade e eficiência da despesa; movimentar os recursos exclusivamente através de conta bancária específica; contabilizar a receita e despesa em contas facilmente identificáveis; preparar a devida prestação de contas e expô-la ao escrutínio público através dos devidos meios de promoção de transparência; permitir o fácil acesso da UFSM e do Ministério Público a todos os atos, processos e elementos constituintes de suas ações de execução do projeto. 

Segundo Jéferson, a ideia é criar um conselho fiscal, com membros representando o Ministério Público, o Conselho de Curadores da UFSM e a Proplan, para fiscalizar a movimentação dos recursos, garantindo segurança de arrecadação e destinação de recursos para quem realizou a doação e assegurando transparência à comunidade.

A Fatec é uma entidade de direito privado, sem fins lucrativos, que tem como objetivo básico dar o suporte ao desenvolvimento da tecnologia, das ciências e das artes, pelo apoio às atividades de ensino, pesquisa e extensão da UFSM, pelo assessoramento à elaboração de projetos e administração dos recursos obtidos. Neste momento de grave crise, soma-se aos esforços institucionais de combate à pandemia. "Nosso objetivo é pelo menos ajudar a mitigar os efeitos deste vírus, atendendo às demandas geradas pela pandemia", afirma o professor. 

Como doar:

Os interessados já podem doar para Banco do Brasil, agência 1484-2, conta corrente 43051-X, Fatec UFSM Covid-19. No momento do depósito/transferência, no campo “código identificador”, digitar o próprio CPF ou CNPJ.

Quem pode doar:

Qualquer pessoa física ou jurídica, entes públicos.

Texto: Agência de Notícias da UFSM

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A turma de Responsabilidade Socioambiental  e Sustentabilidade do programa de Pós-Graduação em Administração está arrecadando alimentos não perecíveis e roupas para doação principalmente para crianças de 0 a 5 anos.

O período de coleta vai até 12 de julho. Uma caixa no hall de entrada do prédio 74C está colocada para arrecadação.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2018/08/13/biblioteca-setorial-do-ccsh-inaugura-o-pegueleve-de-livros Mon, 13 Aug 2018 14:55:13 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=43826 Novo espaço fica no prédio 74D[/caption]

A Biblioteca Setorial do CCSH (BSCCSH) inaugurou um novo espaço nessa volta de semestre: o Pegue&Leve. Nele, o usuário pode doar o seu livro, bem como levar e devolver, sem precisar notificar a Biblioteca.

De acordo com a bibliotecária Jusélia da Silva, responsável pelo espaço, o fluxo de doações de livros é grande e nem todas as obras podem ser contabilizadas no catálogo da BSCCSH. Sendo assim, o Pegue&Leve foi pensado para beneficiar o usuário, oportunizando acesso a esses livros.

Na avaliação de Jusélia, os leitores têm aprovado o espaço, já que as obras estão sendo levadas e devolvidas em um fluxo intenso

O espaço Pegue&Leve é permanente e se encontra na entrada da Biblioteca Setorial do CCSH, localizada no prédio 74D (atrás do Planetário), estando disponível a todos os interessados, não somente aos estudantes do CCSH.

Texto e foto: Juan Grings, estudante de Jornalismo, bolsista do Núcleo de Comunicação Institucional do CCSH (NCI/CCSH)

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