UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com Universidade Federal de Santa Maria Thu, 23 Apr 2026 06:20:42 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com 32 32 UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgept/2025/06/09/egressa-do-ppgpet-publica-artigo-sobre-transformacoes-vivenciadas-pelos-sujeitos-da-eja-ept-proeja-fic Mon, 09 Jun 2025 19:02:11 +0000 http://www.55bet-pro.com/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgept/?p=1865

A egressa do Programa de Pós-Graduação em Educação Profissional e Tecnológica (PPGPET/UFSM), Rosimara Cargnin, publicou o artigo “As transformações vivenciadas pelos sujeitos da EJA-EPT (PROEJA FIC)” na revista Contexto & Educação, da Editora Unijuí, em uma edição especial de 2025, em coautoria com as pesquisadoras Mariglei Severo Maraschin e Giselda Mesch, ambas da UFSM. O trabalho é um recorte da dissertação de mestrado de Rosimara, orientada pela professora Mariglei.

[caption id="attachment_1866" align="aligncenter" width="212"]A egressa do Programa de Pós-Graduação em Educação Profissional e Tecnológica (PPGPET/UFSM), Rosimara Cargnin, publicou o artigo “As transformações vivenciadas pelos sujeitos da EJA-EPT (PROEJA FIC)” na revista Contexto & Educação, da Editora Unijuí, em uma edição especial de 2025. Fonte: Reprodução Revista Contexto & Educação[/caption]

O artigo analisa as transformações vivenciadas pelos sujeitos da EJA-EPT, destacando mudanças que vão além do espaço escolar, alcançando aspectos pessoais, profissionais e familiares. “As transformações se deram na integralidade do sujeito, modificando também seu entorno”, afirma Rosimara. A publicação busca divulgar a relevância dessa política pública e o impacto social da EJA-EPT.

Leia mais: Gamificação no ensino de anatomia humana: artigo do PPGEPT é publicado na Revista Recital

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A egressa da UFSM Janaina Betto recebeu o prêmio de melhor tese no 10° Encontro da Rede de Estudos Rurais, realizado de 27 a 31 de agosto na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), São Paulo. O evento teve como tema “Terra, fome e poder: desafios para o rural contemporâneo”.
 
A tese condecorada, "Presença, chamado, reflorestar: criações políticas da marcha das mulheres indígenas", foi defendida por Janaina em 2022 no Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural, sob orientação do professor Marcos Botton Piccin, do Departamento de Educação Agrícola e Extensão Rural da UFSM, e co-orientação da professora Luiza Dias Flores, da Universidade Federal do Amazonas (UFAM). Ela apresenta uma descrição etnográfica detalhada da Marcha das Mulheres Indígenas, em suas edições de 2019 e 2021, e de alguns eventos online que aconteceram durante a pandemia, todos organizados pela Articulação Nacional das Mulheres Indígenas Guerreiras da Ancestralidade (Anmiga). 
 
Janaina explica que o tema surgiu a partir da 1ª marcha, em 2019. "Foi quando decidi que esse modo de luta, pautado no canto, na dança, no ritual e também nas ações políticas de enfrentamento, merecia maior atenção da academia. As marchas são uma forma de mobilização feminina indígena recente, cujas pautas principais são a luta pela terra (demarcação de terras indígenas) e pelo fim das diversas formas de violência com o corpo-território. A pesquisa possui ineditismo, pois reflete um acompanhamento dessa fase inicial de mobilização via marchas e de seus desdobramentos nos anos seguintes. A pesquisa também tem sua relevância porque demonstra que a sociedade não-indígena pode aprender com as mulheres indígenas acerca de outros relações possíveis com a terra, que sejam pautadas no cuidado e não na exploração, em prol da garantia de um futuro possível para todos e todas", destaca.
 
A egressa da UFSM foi a primeira mulher pesquisadora a receber o Prêmio “Maria de Nazareth Baudel Wanderley”, que reconhece a excelência de trabalhos interdisciplinares e das ciências sociais com enfoque rural. A premiação também é importante por sinalizar maior abertura dos estudos rurais à presença indígena. "A ciência que fazemos na universidade pode (e deve) ser feita a partir do diálogo com os conhecimentos ancestrais dos diversos povos indígenas. Temos mais de 305 etnias em nosso país, essa diversidade deve ter celebrada. Cabe destacar que na atualidade contamos com excelentes pesquisadoras indígenas, como Jozileia Kaingang, Braulina Baniwa, Sandra Benites, Cristiane Pankararu, Ana Manoela Karipuna, entre outras. Na UFSM, por exemplo, a estudante de Relações Internacionais Rayane Xipaya está construindo uma trajetória como pesquisadora na área de direito internacional do reconhecimento, meio ambiente e raça", relata.
 
Atualmente, Janaína mantém vínculo com a UFSM por meio de um TED UFSM/Incra, contribuindo como pesquisadora no Núcleo de Extensão e Pesquisa “Territorialidades, Extensão Rural e Reforma Agrária”, além de auxiliar no projeto “Rede Básica”, com a elaboração de materiais didáticos para educação indígena, e no programa Gênero, Interseccionalidade e Direitos Humanos (GIDH). Também está trabalhando na elaboração de um livro decorrente da tese e de artigos para periódicos nas áreas dos estudos rurais e da antropologia.
 
"Intenciono que essa premiação incentive outros pesquisadores e outras pesquisadoras jovens a apostar na importância da pesquisa junto a povos indígenas, comunidades tradicionais, quilombolas e camponeses, sobretudo mulheres, para construir reflexões relevantes e saídas diante das diversas crises que vivemos como sociedade", afirma.
 
A Rede de Estudos Rurais é uma associação sem fins lucrativos, com sede no Rio de Janeiro, formada por pesquisadores voltados para o estudo dos fenômenos rurais.
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A egressa do curso de Arquitetura e Urbanismo da UFSM Juana Basso Gruber recebeu menção honrosa em um concurso nacional que premia trabalhos de conclusão de curso ou trabalhos realizados durante a graduação. O anúncio ocorreu no dia 17 de abril, em uma live no Instagram da Minimum, que organiza concursos de Arquitetura e Urbanismo para estudantes e recém-formados, buscando dar notoriedade a jovens talentos da arquitetura brasileira.

Graduada em 2022, a bacharel em Arquitetura e Urbanismo, que recebeu o prêmio na categoria "Jovem Talento da Arquitetura de 2022", afirmou que estava muito feliz pelo resultado. Ela ainda comentou sobre o reconhecimento: “É um fruto que estou colhendo depois de toda a minha caminhada na UFSM, que me deu muita base para isso”.

Projeto premiado

O trabalho final de graduação (TFG) de Juana teve como título "[i]material: fragmentos do patrimônio vivo de Santa Maria". A orientação do trabalho foi da professora Leonora Romano. A temática principal era o lugar do imaterial. A pesquisa girou em torno do patrimônio imaterial de Santa Maria, que abrange os livros de registro e são uma forma de patrimônio que não se consegue tocar, mas se consegue vivenciar. E como ainda não há um registro oficial desse tipo de patrimônio na cidade, Juana pensou que o seu trabalho final seria uma boa oportunidade para falar sobre isso.

Na Arquitetura, os alunos devem fazer um projeto final que consiste em duas partes. Na primeira, é feita uma pesquisa relacionada ao tema, e depois, a elaboração do projeto e o seu detalhamento. Assim, para construir a sua base teórica, Juana teve que entender mais sobre patrimônio imaterial, memórias, memória coletiva, preservação do patrimônio e também uma parte artística. 

Pavilhões para simbolizar o patrimônio imaterial

Após a pesquisa, houve a proposta de construção de quatro pavilhões móveis, que podem ser levados pela cidade, podendo ser montados ou desmontados. Eles podem estar juntos, simbolizando o patrimônio imaterial como um todo, ou separados, sendo levados para diferentes pontos da cidade. O ponto de encontro dos pavilhões seria o 55BET Pro Sede da UFSM. E cada uma das edificações representa um livro de registro, que se refere a algum tipo de patrimônio imaterial: celebrações, lugares, saberes e formas de expressão. 

O objetivo dos pavilhões era ser um apontamento urbano, que deveria chamar a atenção para o patrimônio e para a sua preservação. "Cada um trazia esse tema com eles e levava um espaço onde poderiam ocorrer oficinas, exposições ou também instalações artísticas, que representavam o patrimônio imaterial em si, como a Feira do Livro", afirmou Juana.

A finalidade do projeto premiado era criar espaços para o imaginário dos bens culturais da cidade de Santa Maria e para toda Santa Maria.

Texto: Mariane Machado, estudante de Jornalismo e voluntária da Agência de Notícias
Imagens: Reprodução

Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2023/04/13/pesquisadora-da-ufsm-sera-revisora-de-revista-cientifica-britanica Thu, 13 Apr 2023 12:55:02 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=61820

Charlene Moro Stefanel, formada em Engenharia Florestal em 2013 pela UFSM, com mestrado e doutorado também concluídos na Universidade, se tornou parte da equipe de revisores da Scientific Reports, revista do grupo Nature, em março deste ano. Sua tarefa é identificar se artigos submetidos para a revista têm relevância, qualidade e metodologias adequadas e, portanto, se estão apropriados para serem publicados.

A egressa já faz parte de grupos de revisores de outras treze revistas científicas brasileiras, como a NATIVA, Caatinga e Revista Brasileira de Ciências da Amazônia. Ela comenta que sua função na Scientific Reports se difere das revistas brasileiras com as quais está acostumada. "Eles deixam bem claro, antes de iniciar a avaliação, que ‘o mérito da pesquisa é a sociedade que julga', o que devemos revisar é se a metodologia é adequada e se está de acordo com o escopo da revista. Nas revistas brasileiras, além da metodologia e escopo, geralmente avaliamos o mérito também”, comenta Charlene.

A Scientific Reports foi criada em 2011 e tem como foco divulgar trabalhos acadêmicos de todas as áreas das ciências naturais. Conforme a classificação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), a revista possui Qualis A1 em todas as áreas em que é avaliada, ou seja, faz parte do grupo de extrema excelência no meio científico, portanto é acessado e referência em trabalhos pelo mundo. Segundo Charlene, “A Scientific Reports é uma revista de reconhecimento internacional”.

Reconhecimento pelo trabalho desenvolvido

Charlene conta que o convite para atuar junto a Scientific Reports surgiu a partir dos trabalhos feitos e publicados com o grupo de pesquisa, “Desenvolvimento de Germoplasma Florestal”, do Núcleo de Biotecnologia e Melhoramento, vinculado à UFSM e orientado pela professora Lia Rejane Reiniger. Charlene destaca que apesar de não fazer mais parte do grupo de pesquisa, ele tem um importante papel na sua trajetória até integrar a equipe de revisores da revista. 

“Geralmente aqui no Brasil a gente se cadastra na revista e coloca se quer ser revisor ou não. Na Nature não é assim. Esse convite chegou até mim justamente pelos trabalhos que eu publiquei pelo nosso grupo de pesquisa”, relata Charlene. 

Com estudos na área de pesquisa de melhoramento genético, a pesquisadora define a importância desse convite em uma palavra: reconhecimento. “Para mim, quer dizer que estou no caminho certo. Por mais perrengue que a gente passe, ser convidada é um reconhecimento profissional enorme. Uma conquista muito grande”, conta Charlene.

Scientific Reports e a UFSM

Charlene, que atualmente é discente na especialização em Educação Ambiental e pesquisadora voluntária na UFSM, vê a atuação na equipe de revisores de um periódico internacional como uma oportunidade de visibilidade para a Universidade. Além disso, ela avalia que estar nesse espaço de circulação de conhecimentos, ciência e pesquisa é muito enriquecedor: “traz muitos benefícios de conhecimento para nós. Ver as metodologias novas que estão sendo feitas e que a gente pode aplicar aqui”, finaliza.


Texto: Gabriel Escobar, estudante de jornalismo e bolsista da Agência de Notícias
Edição: Mariana Henriques, jornalista

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A egressa do curso de Agronomia e também do Programa de Pós-Graduação em Extensão Rural da UFSM - Isabel Cristina Silva - assumiu neste mês a gerência de Formação e Qualificação da ANATER - Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural. 

O compromisso assumido visa "auxiliar na promoção de uma ATER democrática, agroecológica e onde as mulheres e juventude sejam protagonistas na transformação de seus territórios", afirmou Isabel.

 

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2018/10/17/egressa-da-ufsm-participa-de-programa-organizado-pelo-facebook Wed, 17 Oct 2018 13:50:41 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=44996 Paula Pfeifer posa em frente a um painel do Facebook com assinaturas Paula Pfeifer[/caption] Paula Pfeifer, graduada em Ciências Sociais pela UFSM, escritora, empresária e criadora de conteúdo, foi selecionada para participar do Facebook Comunity Leadership Program. As atividades foram realizadas na semana passada, em Menlo Park, na Califórnia. Ainda com 16 anos, Paula recebeu o diagnóstico de deficiência auditiva neurossensorial progressiva, e a partir daí decidiu criar o blog Crônicas da Surdez, através do qual se propôs a falar abertamente sobre a situação. Segundo ela, desde a criação da plataforma, a intenção era “ser a pessoa amiga que nunca tive para conversar sobre a surdez”. Depois de vários anos utilizando aparelhos auditivos, atualmente a blogueira faz uso de um implante coclear bilateral e trabalha incentivando a reabilitação auditiva e o uso do implante. As histórias compartilhadas através do blog se tornaram livros e ganharam visibilidade. Hoje, é possível acompanhar as publicações do blog através de plataformas como o Facebook e o Instagram. A participação no programa organizado pelo Facebook foi uma surpresa para a escritora. A iniciativa tem como objetivo dar suporte a projetos como o Crônicas da Surdez, capacitando as lideranças comunitárias capazes de aproximar pessoas e criar conexões. Anunciado em fevereiro deste ano, o programa selecionou 115 pessoas, entre líderes comunitários em residência, bolsistas e participantes jovens. Paula foi escolhida para integrar o grupo dos cinco residentes, que vão receber até um milhão de dólares cada para desenvolver suas comunidades, em parceria com experts do Facebook, durante um ano. A experiência iniciou já na semana anterior, em Nova York, durante o lançamento do programa. Lá, Paula conheceu os outros quatro residentes, provenientes da Índia, França, Estados Unidos e África. Juntos, participaram durante dois dias de reuniões nos escritórios do Facebook e do Instagram. A partir do dia 9, todos os participantes selecionados iniciaram os primeiros treinamentos para o programa no quartel general do Facebook, na Califórnia. Para Paula, esta “é uma oportunidade única de tirar os surdos que ouvem da invisibilidade e criar um projeto bem abrangente que envolva dede acessibilidade até doação de aparelhos para membros do nosso grupo”. Além do Crônicas da Surdez, outras oito comunidades brasileiras participam do programa e receberão 50 mil dólares para desenvolver seus projetos. São elas: Politiquê, Mommys, Startup Weekend, Associação do Câncer de Garganta e de Pescoço, Mulheres que Decidem, Maternativa, Força meninas e Politize. A experiência de Paula nos Estados Unidos terminou no sábado (13). É possível acompanhar os relatos de Paula através do blog, além das plataformas do Facebook e do Instagram. Texto: Bárbara Marmor, acadêmica de Jornalismo, bolsista da Agência de Notícias Edição: Ricardo Bonfanti Foto: Arquivo pessoal]]>