UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com Universidade Federal de Santa Maria Tue, 21 Apr 2026 02:40:15 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com 32 32 UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ccr/2025/02/05/3a-reuniao-de-atualizacao-tecnica-sobre-calagem-e-adubacao-em-frutiferas-discute-desafios-climaticos-no-sul-do-brasil Wed, 05 Feb 2025 12:19:25 +0000 http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ccr/?p=11141

Nos dias 21, 22 e 23 de maio de 2025, a cidade de Bento Gonçalves sediará a 3ª Reunião de Atualização Técnica sobre Calagem e Adubação em Frutíferas. O evento, que tem como tema central “Os desafios das mudanças climáticas no Sul do Brasil”, reunirá especialistas, produtores, estudantes e pesquisadores para debater estratégias e inovações no manejo de solos e adubação de frutíferas frente às mudanças climáticas.

Organizado pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul - 55BET Pro Bento Gonçalves, Embrapa Uva e Vinho e Universidade Federal de Santa Maria, com o apoio de instituições como UFPEL, UFSC, EPAGRI, Emater/RS e Núcleo Regional Sul da Sociedade Brasileira de Ciência do Solo (NRS-SBCS), o evento promete ser um espaço de troca de conhecimentos e experiências para fortalecer a fruticultura na região.

Programação diversificada

A programação do evento inclui palestras, visitas técnicas e apresentação de trabalhos científicos em formato de pôsteres. Entre os palestrantes confirmados estão renomados pesquisadores de instituições do Rio Grande do Sul e de outras regiões do Brasil.

No primeiro dia (21/05), os participantes poderão acompanhar discussões sobre previsões climáticas para o cultivo de frutíferas e a dinâmica da água em áreas declivosas. Já no segundo dia (22/05), temas como fisiologia das espécies frutíferas, predição de adubação, bioinsumos e fertirrigação estarão em pauta. O dia será encerrado com um jantar de confraternização.

No terceiro dia (23/05), os participantes terão a oportunidade de realizar visitas técnicas a propriedades rurais e instituições de pesquisa, onde poderão observar na prática o manejo do solo em videiras, pessegueiros e morangueiros, além de conhecer novas cultivares e estratégias de adubação. Para visualizar a programação completa clique aqui.

Público-alvo e inscrições

O evento é voltado para produtores rurais, profissionais, estudantes, professores e pesquisadores envolvidos na cadeia produtiva de frutas. As inscrições já estão abertas e podem ser realizadas clicando aqui.

Expectativas

Segundo os organizadores, a 3ª edição do evento busca oferecer um ambiente confortável e propício para a discussão e troca de ideias, com o objetivo de contribuir para a inovação e o desenvolvimento de soluções sustentáveis na fruticultura. “Esperamos que os participantes possam compartilhar conhecimentos que ajudem a enfrentar os desafios impostos pelas mudanças climáticas e a fortalecer a produção de frutas no Sul do Brasil”, destacou o professor Gustavo Brunetto, um dos coordenadores do evento e docente da UFSM.

Para mais informações acesse o site oficial do evento: www.adubafrutifera.com.br.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2024/10/11/ufsm-embrapa-e-emater-realizam-ineditos-sobre-producao-de-mandioca-de-forma-sustentavel Fri, 11 Oct 2024 15:11:38 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=67184

A Universidade Federal de Santa Maria, por meio da FieldsCrops, e a Embrapa Cerrados, com sede em Brasília, e a Emater de Goiás, do Distrito Federal e de Minas Gerais realizaram um estudo inédito sobre a produção sustentável na cultura de mandioca na região tropical - a maior produtora do tubérculo. Os resultados foram apresentados à Emater, nesta semana, pela equipe da Fields Crops sob o título "Lacunas de produtividade e fatores de manejo que causam as lacunas de mandioca no Brasil tropical".

O levantamento contou com a colaboração de pesquisadores da Embrapa e de extensionistas da Emater em mais de uma centena de lavouras nas regiões Centro-Oeste e Sudeste. A Equipe FieldCrops, coordenada pelos professores Nereu Augusto Streck e Alencar Junior Zanon, organizou o projeto desde a concepção até a análise dos dados. Os resultados fizeram parte da tese de doutorado de Kelin Pribs Bexaira, do Programa de Pós-graduação em Agronomia da UFSM.

"Os resultados servirão para ajudar os produtores de mandioca do Centro-Oeste e do Sudeste do Brasil a produzir mais mandioca sem aumentar os custos e nem aumentar a área", explica o Nereu. Conforme o professor, o trabalho é importante principalmente para os agricultores familiares, que têm uma área limitada para a produção e podem, inclusive,  reduzir o espaço destinado ao plantio e a mão de obra. Nereu ainda destaca a atuação conjunta de instituições públicas federais e estaduais para a resolução de problemas práticos dos agricultores brasileiros e como a pós-graduação pode gerar informações científicas com aplicação prática para a sociedade brasileira.

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Estão abertas as inscrições para a capacitação “Prevenção e controle do carrapato dos bovinos no Sul do Brasil”, desenvolvida pela Embrapa Pecuária Sul.

Os interessados podem se inscrever entre 22 de julho e 04 de agosto, através da plataforma e-Campo da Embrapa, ao custo de R$ 80,00. O treinamento é totalmente online e autoinstrucional, com carga horária de 30 horas.

[caption id="attachment_10264" align="alignright" width="541"] Rhipicephalus boophilus[/caption]

“Esta capacitação é direcionada a profissionais e produtores que lidam com o desafio do controle do carrapato bovino em sistemas de produção da região Sul do Brasil. Os participantes terão oportunidade de aprofundar seus conhecimentos para auxílio na elaboração de planos de prevenção e controle do parasitismo. Seu conteúdo também é indicado como complementação do aprendizado no tema para estudantes de medicina veterinária em formação”, explica a pesquisadora da Embrapa Pecuária Sul e instrutora da capacitação, Cláudia Gomes.

Confira os assuntos abordados:

Módulo I. Bioecologia do carrapato dos bovinos aplicada à prevenção e controle

Aula 1. Biologia de R. microplus e a relação parasito-hospedeiro

Aula 2. Prejuízos causados pelo parasitismo

Aula 3. Influência do clima nas infestações dos campos e animais na região Sul

Aula 4. Relação entre o carrapato dos bovinos e os surtos de tristeza parasitária bovina

Aula 5. Formas de controle parasitário, vantagens e desvantagens

Módulo II. Controle químico do carrapato dos bovinos

Aula 1. Evolução do controle químico e a relação com o uso eficiente dos acaricidas

Aula 2. Tipos de controle químico

Aula 3. Acaricidas químicos

Aula 4. Cuidados no preparo e administração de acaricidas

Aula 5. Resistência aos acaricidas

Módulo III. Estruturando um plano de prevenção e controle do carrapato dos bovinos

Aula 1. Variáveis a serem consideradas na elaboração/revisão de um plano de prevenção/controle do carrapato dos bovinos

Aula 2. Plano para a prevenção/controle do carrapato dos bovinos na prática

Os participantes recebem certificado da Embrapa ao concluir o treinamento.

Mais informações podem ser obtidas através do e-mail cppsul.e-campo@embrapa.br.

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De 15 a 17 de maio, acontece o Meeting of Agricultural Chief Scientists of G20 States (MACS-G20), em Brasília. O tema desta edição é “Construindo um mundo mais justo e um planeta mais sustentável”. O evento é organizado pela Embrapa e reunirá representantes de instituições científicas ligadas à pesquisa agrícola de diversos países.

G20 é o principal fórum mundial que discute aspectos da governança econômica global com capacidade de influenciar a agenda internacional. Juntas, as nações do G20 representam cerca de 80% da economia global, 2/3 da população mundial e são elas: África do Sul, Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, China, Coreia do Sul, Estados Unidos, França, Índia, Indonésia, Itália, Japão, México, Reino Unido, Rússia, Turquia, União Africana (recém-admitida) e União Europeia.

A presidência do Brasil no G20 em 2024 traz assuntos prioritários do atual governo brasileiro, com o tema “Construindo um mundo justo e um planeta sustentável” incluindo o combate à fome, pobreza e desigualdade, as três dimensões do desenvolvimento sustentável (econômica, social e ambiental) e a reforma da governança global.

O evento G20-MACS (Meeting of Agricultural Chief Scientists) é o encontro anual das presidências das organizações de pesquisa agropecuária ligadas aos Ministérios da Agricultura ou similares, dos países do G20, para discussões de alto nível com foco em pesquisa e desenvolvimento no âmbito da agricultura, para dar visibilidade global para questões de segurança alimentar e promover ações conjuntas internacionalmente.

Liderado pelo país-membro que está com a presidência rotativa anual do G20, que neste ano é o Brasil, e por determinação do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), a Embrapa é a principal coordenadora/organizadora do evento G20-MACS 2024, tendo o apoio e orientações do MAPA e Ministério das Relações Exteriores (MRE).

Acompanhe os desdobramentos do MACS-G20 clicando aqui.

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A ciência avança mais uma vez para impulsionar a agricultura brasileira. A equipe FieldCrops da UFSM, em colaboração com a Embrapa Clima Temperado e a Embrapa Arroz e Feijão, acaba de disponibilizar para a sociedade um importante avanço: a calibração e validação de genótipos tropicais de arroz no modelo SimulArroz. 

O SimulArroz destaca-se como o único modelo brasileiro de arroz fundamentado em processos, e agora, com a integração dos genótipos tropicais, oferece uma ferramenta ainda mais precisa e adaptada à realidade nacional.

A introdução desses genótipos tropicais é resultado de anos de pesquisa e desenvolvimento conduzidos por especialistas dedicados a entender as demandas específicas da agricultura brasileira, especialmente nas regiões de clima tropical. Com isso, espera-se impulsionar a produtividade e a sustentabilidade dos sistemas de produção de arroz no país.

O trabalho colaborativo entre a UFSM e as unidades da Embrapa demonstra o potencial e a importância da sinergia entre instituições de pesquisa para promover avanços significativos no setor agrícola. Além disso, a disponibilização desses resultados para a sociedade, por meio da publicação na Revista Agriambi, fortalece o compromisso com a transparência e a disseminação do conhecimento científico.

Para acessar o artigo completo e conhecer mais sobre esse importante avanço para a agricultura brasileira, clique aqui.

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O Grupo de Estudos de Predição de Adubação e Potencial de Contaminação de Elementos em Solos da UFSM recebeu, nos dias 19, 20 e 21 de setembro, dois pesquisadores: Dr. Caio de Teves Inácio, da Embrapa Solos e Agrobiologia e Dr. David Vilas Boas de Campos, da Embrapa Solos, ambos do Rio de Janeiro. A visita marcou um momento significativo para a pesquisa e inovação na área de fertilizantes no sul do Brasil.

O GEPACES, coordenado pelo professor Gustavo Brunetto do Departamento de Solos da UFSM, está envolvido em um projeto de pesquisa financiado pelo CNPq, sob a coordenação do Dr. Caio de Teves Inácio. Este projeto ambicioso tem como um dos principais objetivos a produção de Estruvita a partir de dejetos de animais, que são produzidos em grande quantidade na região Sul do Brasil. A Estruvita não só pode ser usada como fertilizante, mas também tem potencial para ser empregada na produção de fertilizante organomineral, contribuindo para práticas agrícolas sustentáveis.

No âmbito do projeto, o Grupo desempenha um papel técnico, sendo responsável pela realização de experimentos em casa de vegetação e campo. Durante a visita dos pesquisadores, foram realizadas reuniões técnicas na UFSM para discutir detalhes do projeto. Além disso, uma visita técnica foi realizada em uma propriedade local que produz resíduos de animais, proporcionando uma compreensão prática e aprofundada do processo.

A colaboração se estende além das fronteiras da UFSM, alcançando também o 55BET Pro do Instituto Federal Farroupilha (IFFar), 55BET Pro Santo Augusto (RS). O professor Lessandro de Conti, egresso do GEPACES, atualmente representa a instituição nesse projeto inovador. Estão planejados ensaios de campo na área experimental do IFFar, demonstrando o alcance e o impacto prático dessa parceria interinstitucional.

O GEPACES expressa profundo agradecimento pela colaboração frutífera que está sendo desenvolvida entre todas as instituições envolvidas. Essa colaboração não apenas impulsiona a pesquisa acadêmica, mas também promove práticas agrícolas mais sustentáveis e eficazes na região, abrindo caminho para um futuro mais verde e produtivo.

Para mais informações sobre o projeto e as atividades do GEPACES entre em contato pelo Instagram.

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Neste domingo (10), o professor Alencar Junior Zanon, Coordenador da Equipe FieldCrops, e a doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Agronomia e integrante da Equipe FieldCrops, Isabela Pilecco, proferiram a palestra “Maximizando a produção de milho: desvendando as lacunas de produtividade no Sul do Brasil", na plenária de abertura da 3ª Reunião Técnica Sul-Brasileira de Pesquisa de Milho e Sorgo (3ª MISOSUL), que está ocorrendo na Embrapa Clima Temperado em Pelotas/RS.  

[caption id="attachment_8927" align="alignleft" width="341"] Doutoranda Isabela Pilecco - PPG em Agronomia da UFSM[/caption]

Na oportunidade, foram apresentados dados de potencial e lacunas de produtividade de milho no Sul do Brasil e os fatores que estão causando as lacunas de produtividade. Os dados de potencial foram baseados em 15 anos agrícolas e os dados de manejo tem como base 640 lavouras de milho acompanhadas no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina de 2017/2018 a 2021/2022. Algumas das práticas de manejo que foram identificadas como causas das lacunas são: data de semeadura, pH do solo, dose de nitrogênio, fósforo e potássio e manejo fitossanitário. Também divulgaram a 2ª Edição do Livro Ecofisiologia de Milho Visando Altas Produtividades, que será lançado em 2023. 

A Equipe FieldCrops agradece pelo convite para participar da Plenária de Abertura da 3ª Reunião Técnica Sul-Brasileira de Pesquisa de Milho e Sorgo e, principalmente, aos produtores que participaram do projeto e à Emater/RS-ASCAR e Epagri pela parceria nesse projeto. 

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2023/07/03/pesquisa-da-ufsm-e-embrapa-mostra-que-o-trigo-absorve-mais-co2-do-que-emite Mon, 03 Jul 2023 13:17:57 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=62826 [caption id="attachment_62827" align="alignright" width="661"]foto colorida horizontal mostra uma extensão de terra que é para ser uma lavoura, com palha na terra, ao fundo uma área de mata, coxilhas, em um dia nublado, e em destaque um equipamento que parece uma placa solar em um tripé com uma antena em cima Torre de fluxo captou os dados em uma lavoura em Carazinho[/caption]

Uma pesquisa realizada pela UFSM e Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) apontou que o trigo tem condições de absorver mais carbono do que emite, contanto que bem manejado, com a redução ao máximo dos períodos de entressafra (pousio), em que o solo fica sem outros cultivos. Com o objetivo de avaliar as diferenças entre emissão e retenção de carbono no sistema de produção trigo-soja, quantificando os fluxos de CO2 em uma lavoura comercial de grãos, o estudo apontou que, durante o ciclo produtivo, o trigo atua como “descarbonizante”, ajudando a reduzir os gases de efeito estufa da atmosfera.

Os resultados deram origem ao artigo "CO2 flux in a wheat/soybean succession in subtropical Brazil: a carbon sink", de autoria do então doutorando em Física da UFSM Gustavo Pujol Veeck e de outros pesquisadores, entre os quais o doutorando de Meteorologia da UFSM Tiago Bremm, a professora Lidiane Buligon, do Departamento de Matemática, o professor Rodrigo Josemar Seminoti Jacques, do Departamento de Solos, e a professora Débora Regina Roberti, do Departamento de Física, orientadora de Gustavo.

Débora explica que a UFSM já executou estudos semelhantes, mas este foi o primeiro em uma lavoura comercial, de dimensões maiores, e não em áreas experimentais. À Universidade coube o processamento dos dados coletados por pesquisadores da Embrapa Trigo em uma lavoura em Carazinho por meio de uma torre de fluxo. De acordo com a professora, a torre de fluxo, que abrange uma área de 30 a 40 hectares, permite uma resposta rápida sobre os fluxos de gases no sistema, gerando uma sólida base de dados em apenas um ano, enquanto outras técnicas de campo demandam até mais de cinco anos para uma resposta segura em relação ao balanço de carbono no ambiente.

Trigo "descarbonizante"

O balanço de carbono foi registrado em cada etapa do sistema de produção, abrangendo o cultivo do trigo, o pousio de primavera (entre a colheita do trigo e a semeadura da soja), o cultivo da soja e o pousio de outono (após a colheita da soja até a entrada da cultura de inverno). Para avaliar o balanço de CO2, a pesquisa considerou a retenção no sistema de produção e a emissão para a atmosfera, descontado o carbono que foi exportado nos grãos colhidos.

O balanço de carbono em cada etapa da produção de grãos, após descontada a quantidade extraída pelos grãos na colheita, mostrou que o trigo incorporou no sistema 75g de CO2 por metro quadrado (m2); a soja, apenas 3g CO2/m2; e os dois períodos de pousio emitiram 572g CO2/m2.

Assim, o trigo apresentou o que os pesquisadores chamam de “balanço negativo” de carbono, já que a cultura sequestra mais carbono do que emite para a atmosfera. A absorção da cultura do trigo durante o ciclo neutralizou as emissões dos períodos de pousio e garantiu a oferta líquida de 185g CO2/m2, ou seja, 1.850kg CO2 por hectare, comprovando a possibilidade de o trigo atuar como cultura “descarbonizante” na produção de grãos do sul do Brasil, região responsável por mais de 90% do trigo e por 30% da soja produzidos no país.

Os resultados da pesquisa apontam ainda os impactos negativos do pousio no sistema de produção de grãos em relação à emissão de CO2. Em apenas 30 dias, foi capaz de emitir 27% de todo o carbono que o trigo e a soja acumularam em 11 meses de cultivo. Dessa forma, o cultivo de inverno ajuda a equilibrar o sistema, já que a soja absorve praticamente o mesmo valor de CO2 que emite, enquanto o trigo retira CO2 da atmosfera. Alternativas para reduzir ou eliminar o pousio entre as culturas no outono, tornando o balanço de carbono ainda mais negativo, seriam plantas de cobertura, para produção de grãos e de forragens.

 

O trabalho no Laboratório de Gases de Efeito Estufa

Os dados coletados por pesquisadores da Embrapa na torre de fluxo em Carazinho foram analisados no Departamento de Física da UFSM pelo
Laboratório de Micrometeorologia, que recentemente se desmembrou também no Laboratório de Gases de Efeito Estufa. Este laboratório é especialista em estimativa de fluxo de gases do efeito estufa entre uma superfície e a atmosfera obtidos por torres de fluxo através da metodologia “Eddy Covariance” (ou covariância dos vórtices).

Este método estima os fluxos de gases entre uma superfície do solo e a atmosfera, através de uma covariância estatística entre as flutuações temporais da velocidade vertical do vento com as flutuações temporais da concentração de gases. A turbulência é o processo físico responsável por estes fluxos na atmosfera, estudado principalmente na área de micrometeorologia. Como os dados a campo podem ser afetados por intempéries e outros fatores, inúmeras técnicas estatísticas para fechamento de falha e processamento final dos fluxos são necessárias, inclusive redes neurais e inteligência artificial.

Esta metodologia é considerada o estado da arte na estimativa dos balanços de carbono em ecossistemas, pois é capaz de fornecer resultados precisos a cada 30 minutos e medidas contínuas a longo prazo, podendo, assim, determinar fatores de emissão em diferentes etapas na produção, apontando períodos que demandam aperfeiçoamento. 

O resultado, segundo Débora, foi traduzido para uma linguagem simples, acessível ao produtor e à assistência técnica, para que os conhecimentos possam ser adotados na lavoura, visando a um manejo mais eficiente das áreas agrícolas na retenção de carbono em prol de um sistema de produção de grãos mais sustentável.

Para a professora, o estudo mostra que o Rio Grande do Sul tem potencial enorme de absorção de carbono, ficando claro que a rotação de culturas e a cobertura permanente do solo trazem mais benefícios do que impactos ao meio ambiente. "É importante não só a título de pesquisa, mas de política pública, de como encaminhar a agricultura gaúcha, e mostra como a agricultura pode ser sustentável se bem manejada", destaca.

Este tipo de dado obtido pela pesquisa da UFSM e Embrapa também será fundamental quando o mercado de carbono estiver regulamentado, porque vai indicar se um determinado sistema de produção agropecuário é emissor ou absorvedor de carbono.

Texto: Ricardo Bonfanti, jornalista, com informações da Assessoria de Imprensa da Embrapa
Arte: Assessoria de Imprensa da Embrapa
Foto: Divulgação

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[caption id="attachment_8491" align="alignleft" width="351"] Secretário da Agricultura do RS e vice-Reitora da UFSM na abertura do evento[/caption]

Com objetivo de discutir o mercado da lã, a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), por meio do Departamento de Diagnóstico e Pesquisa Agropecuária (DDPA) e do Fundo de Desenvolvimento da Ovinocultura do Estado, realiza o 2º Simpósio Gaúcho de Ovinocultura: o mercado da lã no RS e a 1ª Mostra de Produtos em Lã Ovina, que se inicia hoje na UFSM. 

Entre os participantes estão criadores de ovinos, esquiladores, cooperativas, barracas que comercializam a lã, indústrias, artesãos e designers que utilizam a lã como matéria-prima, além de universidades, instituições de pesquisa, de Assistência Técnica e Extensão Rural e entidades que representam o setor. O Rio Grande do Sul é o maior estado do Brasil produtor de lãs, com cerca de 8,6 mil toneladas por ano. 

Conforme a analista agropecuária e florestal e membro da Secretaria Executiva do Fundovinos, Sabrina Vaz, a ideia do Simpósio é obter informações que possam contribuir para o desenvolvimento da cadeia, para agregação de valor aos produtos e para a geração de novos produtos; aproximar os atores da cadeia da lã, os agentes públicos e as instituições de ensino e pesquisa; identificar demandas dos diferentes atores; identificar possíveis usos para os diferentes tipos de lã; e propor ações, tanto para a iniciativa privada, como para o Poder Público nas diferentes esferas para o desenvolvimento da cadeia da lã. “Queremos conhecer melhor a cadeia produtiva da ovinocultura, nivelando informações disponíveis sobre a produção, beneficiamento e comercialização da lã”, afirma. 

O evento está contando com o apoio de diversas instituições envolvidas com o tema, como Embrapa Pecuária Sul, Emater/RS-Ascar, UFSM, Sebrae, Federação das Cooperativas de Lã, Laboratório de Lã da UFSM, Arco, Urcamp, Unipampa e Prefeitura de Santa Maria. A pesquisadora da Embrapa, Magda Benavides, realiza duas apresentações no evento. 

O quê: 2º Simpósio Gaúcho de Ovinocultura: o mercado da lã no RS e a 1ª Mostra de Produtos em Lã Ovina

Quando: 29 e 30 de junho

Onde: Auditório Flávio Miguel Schneider, anexo ao Prédio 42 (CCR - UFSM)

Programação completa: clique aqui.

Fotos: Thalia Walker

 

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Está disponível a 4ª edição revista e ampliada do Glossário de Fitopatologia, obra da Embrapa direcionada a apresentar conceitos relacionados às doenças de plantas e seu controle e servir de guia orientador e facilitador para comunicação entre estudantes e profissionais envolvidos com esta área de conhecimento da agronomia.

O livro, em formato digital, conta com 596 páginas. Esta edição é resultado do esforço e participação de pesquisadores da Embrapa Amazônia Ocidental, da Embrapa Café, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia e da Universidade de Brasília.

Na apresentação do livro, o chefe-geral da Embrapa Amazônia Ocidental, Everton Rabelo Cordeiro, afirma que a fitopatologia é uma área de extrema importância para o agronegócio brasileiro, pois suas pesquisas visam minimizar os prejuízos diretos e indiretos causados pelas doenças de plantas. Cordeiro cita que  há centenas de profissionais envolvidos no ensino, na pesquisa e em atividades de campo para o controle de doenças de plantas no Brasil, que é um país expoente na produção mundial de alimentos e de produtos florestais.

Nesse contexto, a obra é direcionada a estudantes, professores, pesquisadores, fiscais agropecuários, técnicos da extensão rural e da iniciativa privada, consultores e produtores rurais que atuam na área do controle de doenças de plantas.  

[caption id="attachment_8408" align="alignright" width="371"] Na foto, técnico observa sintomas da doença Sigatoka negra em folha de bananeira. [/caption]

O Glossário de Fitopatologia teve sua primeira edição em 2010, com atualizações em 2014 e 2016. Um dos autores do livro, o pesquisador da Embrapa Amazônia Ocidental, Luadir Gasparotto, informa que nesta 4ª edição (2023) foram incluídos 1.650 verbetes, resgatados de literatura nacional e internacional, acessados após a publicação da 3ª edição. Ao todo são cerca de 8 mil verbetes sobre diversos assuntos da fitopatologia.

De acordo com Gasparotto, o objetivo da obra é despertar, em estudantes de graduação e pós-graduação e profissionais da área agronômica o interesse pelo conhecimento e uso correto dos termos ligados à fitopatologia e ao controle de doenças de plantas.

O download do livro é gratuito e pode ser feito clicando aqui.

São autores do Glossário de Fitopatologia: Luadir Gasparotto , engenheiro-agrônomo, doutor em Fitopatologia, pesquisador da Embrapa Amazônia Ocidental;  José Clério Rezende Pereira (in memoriam), engenheiro-agrônomo, doutor em Fitopatologia, pesquisador da Embrapa Amazônia Ocidental; Rogério Eiji Hanada, engenheiro-agrônomo, doutor em Biotecnologia, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia; Juvenil Enrique Cares, engenheiro-agrônomo, Ph.D. em Fitopatologia, professor da Universidade de Brasília; José Cristino Abreu de Araújo, engenheiro-agrônomo, doutor em Fitopatologia, pesquisador aposentado da Embrapa Amazônia Ocidental; Paula Cristina da Silva Ângelo, bióloga, doutora em Ciências Biológicas, pesquisadora da Embrapa Café.

 
Texto e foto de Síglia Souza (Mtb 66/AM) - Embrapa Amazônia Ocidental
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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2023/02/13/sistema-silvipastoril-auxilia-pastagens-e-animais-no-periodo-de-estiagem Mon, 13 Feb 2023 12:28:06 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=61203 [caption id="attachment_61204" align="alignright" width="800"]foto colorida horizontal mostra um gramado com animais pastando e ao fundo árvores altas em um terreno levemente ondulado Sistema de integração lavoura-pecuária-floresta desenvolvido em Agudo reduz as áreas de calor[/caption]

A UFSM, por meio do curso de Engenharia Florestal, em parceria com a Embrapa e a Emater, vem desenvolvendo um trabalho voltado à utilização do sistema silvipastoril, que propicia a integração lavoura-pecuária-floresta. O sistema vem dando ótimos resultados, especialmente em um período de estiagem, porque permite a criação de um microclima na parte do sub-bosque que reduz em média oito graus a temperatura, trazendo bem-estar para os animais e alívio para a pastagem. Além disso, é um sistema com enorme potencial de sequestro de carbono devido à presença de árvores. 

O professor do curso de Engenharia Florestal da UFSM, Jorge Farias, constata que “o que estamos observando é a perfeita harmonia de crescimento de árvores e de pastos, com ganhos para ambos. Crescimento muito acima da média das árvores, crescimento de qualidade da pastagem e agora, neste ano em que estamos passando pelo terceiro ano de estiagem no Rio Grande do Sul, o produtor tem relatado que onde o pasto está menos degradado, menos sofrido, é no sistema silvipastoril”.

Para Farias, vários conceitos estão sendo revistos com a adoção deste sistema. O que se está vendo, na prática, é que a floresta maximiza o uso do solo sem prejuízo da pastagem, que o sistema garante um melhor fluxo de renda, que é possível a manutenção da pecuária mesmo durante a estiagem e que as florestas representam carbono. 

"O trabalho tem tido um resultado fantástico, especialmente em relação ao pasto, isto é, o consórcio proposto entre floresta e pastagem não prejudica em nada a produção de pasto, ou seja, a floresta passa a ser um plus no fluxo de caixa da propriedade. Além disso, nesse período de estiagem, se confirmou que o consórcio traz benefícios à pastagem e aos animais. Seguimos analisando os aspectos financeiros do sistema, as formas de maximizar esse consórcio e, especialmente, como o sistema silvipastoril pode contribuir para mitigar as mudanças climáticas e até criar uma nova fonte de renda para esses proprietários, via pagamento por serviços ambientais", destaca o professor, para quem, com este trabalho, a UFSM assume um importante protagonismo nessa área e se destaca em nível nacional.
 
Farias, que integra o Comitê Gestor do Plano ABC+ no estado desde maio de 2022, relata que o projeto mescla a extensão e a pesquisa, com áreas de observação em Cacequi, São Francisco de Assis, São Pedro do Sul, Dilermando de Aguiar, Santa Maria e em Agudo. Alunos de graduação e de pós-graduação da Engenharia Florestal realizam pesquisas sobre o tema.
 
Recentemente, a coordenação do Comitê Gestor Estadual do Plano de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (Plano ABC+), da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), que tem como objetivo promover a adaptação à mudança do clima e o controle das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) na agropecuária brasileira, com aumento da eficiência e resiliência dos sistemas produtivos, visitou produtores de municípios da região central do estado que utilizam o sistema silvipastoril. O objetivo da visita, que também contou com representantes da UFSM e da Emater, foi avaliar e discutir com os produtores rurais o desempenho deste sistema neste período de seca. A regional de Santa Maria da Emater atende hoje 40 propriedades com o sistema silvipastoril.
 
Com informações da Assessoria de Comunicação da Seapi
Fotos: Fernando Dias/Seapi
 
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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2021/03/15/live-sobre-o-aplicativo-planejarroz-ocorre-nesta-terca-16-a-tarde Mon, 15 Mar 2021 17:17:09 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=55310

"Performance do PlanejArroz na safra 2020/2021" é o tema da live que ocorre nesta terça-feira (16), às 13h30, com a participação do professor Nereu Augusto Streck, coordenador da Equipe FieldCrops na UFSM. A transmissão é pelo canal da Embrapa no YouTube.

Também participam da live o pesquisador da Embrapa Clima Temperado Sílvio Steinmetz e o diretor-técnico do Irga, Ricardo Kroeff, como moderador.

O PlanejArroz é um aplicativo gratuito, desenvolvido pela parceria entre a UFSM, a Embrapa, o Irga e o Inmet para realizar o planejamento do manejo inteligente e estimativa da produtividade nas lavouras orizícolas gaúchas.

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Nesta segunda-feira (25), às 13h30, o professor do Centro de Ciências Rurais (CCR) e coordenador da Equipe FieldCrops na UFSM Nereu Augusto Streck participa como convidado de uma live no canal da Embrapa no YouTube, juntamente com o diretor-técnico do Instituto Riograndense do Arroz (Irga), Ricardo Kroef, atualizando a safra de arroz 2020/21 no RS e dando dicas de como o aplicativo PlanejArroz pode ajudar o orizicultor gaúcho a construir a produtividade da lavoura nesta reta final.

O PlanejArroz é uma ferramenta para auxiliar o produtor de arroz no manejo inteligente da lavoura e ainda ter uma previsão de produtividade. A ferramenta digital foi desenvolvida através de uma parceria entre a UFSM, a Embrapa, o Irga e o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e pode ser baixado gratuitamente no link.

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A Equipe Simanihot na UFSM realiza nesta terça-feira (30) uma live com o tema "Melhoramento participativo de mandioca". Será às 17h, no Instagram @equipesimanihot.

O coordenador da Equipe Simanihot, Nereu Streck, vai conversar sobre o tema com o pesquisador da Embrapa Cerrados Eduardo Alano Vieira.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2020/01/30/ufsm-e-uma-das-organizadoras-de-evento-sobre-calagem-e-adubacao-em-frutiferas Thu, 30 Jan 2020 13:32:16 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=51041

A UFSM, por meio do Grupo de Estudo de Predição de Adubação e Potencial de Contaminação de Elementos no Solo (Gepaces), com apoio do PPG em Ciência do Solo e do Departamento de Solos, é uma das instituições organizadoras da 1ª Reunião de Atualização Técnica sobre Calagem e Adubação em Frutíferas, que será realizada de 5 a 7 de maio, no auditório da Fundação Casa das Artes de Bento Gonçalves (RS). Também são organizadores o IFRS e a Embrapa Uva e Vinho.

O evento tem como proposta divulgar resultados atuais de pesquisas em várias frutíferas cultivadas. Um dos objetivos é subsidiar atualizações futuras do sistema oficial de recomendação de calagem e adubação em frutíferas, presente no Manual de Calagem e Adubação, publicado pela Comissão de Química e Fertilidade do Solo (CQFS-RS/SC).

A programação contará com palestras e lançamento de livro com capítulos relacionados à temática. Interessados poderão submeter resumos científicos. 

O público-alvo são produtores, técnicos, estudantes, professores, pesquisadores e demais interessados.

Mais informações, inscrições online e normas para a elaboração de resumos no site.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2019/11/05/equipe-da-ufsm-e-destaque-em-evento-da-embrapa-gado-de-leite-em-minas-gerais Tue, 05 Nov 2019 13:53:16 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=50268

Uma equipe da UFSM ficou em 5º lugar no Vacathon, evento promovido pela Embrapa Gado de Leite, em Juiz de Fora (MG), de 28 de outubro a 1º de novembro. Participaram mais de 110 estudantes do Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul.

O Vacathon consiste em uma maratona de programação cujo objetivo é debater ideias para o desenvolvimento de softwares e hardwares. Durante o evento, os participantes visitaram o campo experimental da Embrapa em Coronel Pacheco (MG) e trabalharam sob a mentoria de pesquisadores renomados de áreas como genética animal e vegetal, nutrição, sistemas de produção, saúde e bem-estar animal e qualidade do leite.

Estudantes de diversas instituições de ensino apresentaram soluções digitais voltadas para a cadeia produtiva do leite, após 48 horas de trabalho ininterruptas, com mentoria integral. Cada equipe foi composta por três a cinco alunos, com uma mescla de estudantes das áreas de ciências agrárias e exatas – e, opcionalmente, de humanas.

A participação da UFSM no evento foi organizada pela Agência de Inovação e Transferência de Tecnologia (Agittec).

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2019/02/25/noite-de-campo-irga-simularroz-foi-novidade-na-abertura-da-colheita-do-arroz Mon, 25 Feb 2019 11:25:21 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=46627 Grupo da UFSM participou do evento em Capão do Leão[/caption]

A Equipe SimulArroz da UFSM participou na semana passada da 29ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz. O maior evento de arroz da América Latina aconteceu de quarta (20) a sexta-feira (22), na Estação Experimental Terras Baixas da Embrapa Clima Temperado, em Capão do Leão, na região de Pelotas.

Segundo o coordenador da Equipe SimulArroz na UFSM, o professor do Departamento de Fitotecnia do Centro de Ciências Rurais Alencar Junior Zanon, 47 alunos da UFSM, a maioria integrantes da Equipe, participaram do evento.

O ponto alto para a Equipe SimulArroz foi a realização da 1ª Noite de Campo Irga/SimulArroz no primeiro dia do evento, a partir das 19h, na vitrine tecnológica do Irga. Durante uma hora e meia, integrantes da Equipe SimulArroz dividiram com extensionistas e pesquisadores do Irga palestras e demonstrações práticas sobre a produção de soja em terras baixas. Foram tratados os principais pilares para construção de altas produtividades de soja visando ao lucro do produtor. Foi a primeira vez na história da abertura da colheita do arroz que houve uma noite de campo, o que chamou a atenção de participantes e expositores.

A realização da 29ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz foi da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz),  correalização da Embrapa e patrocínio do Irga e Ministério da Agricultura.

Foto: Divulgação]]>
UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2018/11/21/ufsm-e-embrapa-clima-temperado-formalizam-parceria-para-desenvolvimento-de-software Wed, 21 Nov 2018 14:24:46 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=45646

Uma comitiva da Embrapa Clima Temperado, com sede em Pelotas, visitou a UFSM nesta terça-feira (20) com o objetivo de formalizar uma parceria entre as instituições para o desenvolvimento conjunto de um aplicativo voltado à produção de arroz. A iniciativa visa unificar o software SimulArroz, desenvolvido na UFSM, com o programa GD Arroz, da Embrapa.

A atuação conjunta em pesquisas anteriores foi um dos motivos que levou a Embrapa Clima Temperado a buscar o estreitamento das relações com a Universidade, segundo o chefe-geral da instituição, o agrônomo e egresso da UFSM, Clenio Nalito Pillon. “Estamos buscando a complementaridade entre as competência, as estruturas e os recursos que temos na Universidade e na Embrapa. Nosso objetivo é construirmos uma grande plataforma de cooperação entre as instituições visando oferecer uma série de serviços inteligentes voltados para eficientização do sistema de produção na cadeia produtiva do arroz”, afirma Pillon.

O reitor da UFSM, professor Paulo Afonso Burmann, que recebeu em seu Gabinete as equipes da Embrapa e do SimulArroz, considera que a parceria entre as instituições representa uma racionalização de esforços no sentido de contribuir com a melhoria da produtividade do setor agrícola gaúcho. “Estamos desenhando uma nova parceria com a Embrapa, compartilhando nossas habilidades e competências. Além disso, estamos fortalecendo a relação entre o ensino, a pesquisa e a extensão, colocando, de fato, o conhecimento produzido à serviço dos produtores”, comemorou o reitor.

Burmann destacou a importância da construção de um termo de cooperação mais abrangente entre a Universidade e a Embrapa, visando o desenvolvimento de outros projetos, com maior inserção de estudantes de graduação e pós-graduação. O reitor também defendeu a articulação entre as instituições para a busca de apoio junto a órgãos de fomento, como a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs), visando a abertura de um linha de financiamento específico para projetos voltados ao setor produtivo do arroz.

Para coordenador do projeto SimulArroz, professor Nereu Augusto Streck, a aproximação entre UFSM e Embrapa é um marco histórico para o agronegócio do Rio Grande do Sul, especialmente para o setor orizícola gaúcho, responsável pela produção de cerca de 70% do arroz consumido em todo o país. “Nós estamos fazendo essa articulação para entregar para a sociedade, para o produtor e para o extensionista um produto que tem validação científica e, principalmente, validação prática”, afirma Streck.

Sobre o aplicativo - O SimulArroz é um software baseado em um modelo matemático dinâmico que simula diversos processos ecofisiológicos da cultura do arroz. Já o GD Arroz baseia-se no cálculo de graus-dia para estimar a data de ocorrência dos principais estádios de desenvolvimento da planta de arroz, visando otimizar as práticas de manejo a serem executadas na lavoura. Streck explica que a ferramenta resultante da unificação dos softwares irá gerar um aplicativo que permitirá ao produtor um melhor planejamento da lavoura de arroz.

O integrante da Equipe SimulArroz, que conduz experimentos e pesquisas sobre o cultivo que vão gerar dados ao aplicativo, Michel da Rocha, destaca que a agricultura está em uma nova era, a “4.0 (digital)”. Ainda sobre o desenvolvimento do software, Rocha reforça que “precisamos retratar o que acontece no campo. Esse aplicativo será uma ferramenta validada cientificamente e que vai refletir uma informação de qualidade ao produtor auxiliando no manejo e elevando sua produtividade”, ressalta.

A previsão é de que a nova ferramenta seja apresentada aos produtores rurais durante a Expointer de 2019.

Texto: Assessoria de Comunicação do Gabinete do Reitor

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