UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com Universidade Federal de Santa Maria Thu, 23 Apr 2026 06:20:42 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com 32 32 UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/11/05/intersummit-traz-discussoes-sobre-internacionalizacao-em-casa-para-a-jai Wed, 05 Nov 2025 11:14:35 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=71255 [caption id="attachment_71257" align="alignright" width="578"] Coordenadora do evento, Roseli Gonçalves do Nascimento fala durante a abertura[/caption]

Teve início nesta terça (4) a 1ª edição do InteRSummit, subevento da Jornada Acadêmica integrada (JAI) que irá promover talks (palestras e mesas-redondas) e workshops sobre o tema "Internacionalização em casa" até a quinta-feira (6). O evento é realizado pelo Laboratório de Pesquisa e Ensino de Leitura e Redação (LabLeR), Rede Andifes IsF/Português, Diretoria de Relações Internacionais (DRI) e pela Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP). 

Segundo a coordenadora do evento e co-coordenadora do LabLeR, Roseli Gonçalves do Nascimento, a internacionalização em casa consiste em ações de internacionalização que são desenvolvidas dentro da Universidade, ou seja, diferente das ações de intercâmbio e mobilidade acadêmica, voltadas também para receber estudantes e professores estrangeiros.

“Esse evento surgiu com a ideia de mitigar o desafio da Universidade, que é o da internacionalização, por meio da promoção de um ambiente culturalmente diverso para compartilhamento de pesquisas em línguas adicionais. Queremos criar esse ambiente rico em que as pessoas estejam preparadas para receber estudantes, colegas internacionais, e também poder participar dessas situações”, comenta Roseli.

InteRSummit une ações de internacionalização

As atividades desta semana, porém, não são as únicas que fazem parte da programação do InteRSummit. Com o objetivo de unir as ações de internacionalização promovidas pela Universidade e expandir o tema por meio da participação na JAI, o evento integra os já existentes Simpósio de Intercâmbio Acadêmico (SIA), o EMI Consulting Group, e o Collaborative Online International Learning (COIL).

As atividades do SIA têm programação própria. É dividido em dois subeventos: o Symposium of Academic Exchange (SAE), voltado para alunos não anglófonos do ensino médio, da graduação e da pós-graduação, de qualquer área, que quiserem apresentar trabalhos em inglês, e o Pesquisadores sem Fronteiras (PsF), que é voltado para alunos estrangeiros que quiserem apresentar trabalhos em andamento em português. As apresentações do PsF ocorrem nesta quarta (5), enquanto as apresentações do SAE estão previstas para os dias 24 a 26 de novembro.

Roseli também comenta que é muito importante que o InteRSummit seja realizado como subevento da JAI. “Nós vínhamos trabalhando com o Simpósio de Intercâmbio Acadêmico como um evento satélite [da JAI], mas a nossa ideia é justamente institucionalizar esse evento. Por isso está ocorrendo durante a JAI, que é essa essa semana que nós deixamos um pouquinho de lado as nossas atividades regulares acadêmicas para refletir sobre as pesquisas que vêm acontecendo, discutir mais sobre temas, no caso deste evento, sobre a internacionalização”, explica a coordenadora.

[caption id="attachment_71258" align="alignleft" width="560"]Foto colorida horizontal. Um homem está de pé, é branco, usa óculos, tem cabelo preto, e está vestindo calça jeans, camisa azul e um casaco preto. Ele está falando e gesticulando com as mãos. Atrás dele, há uma lousa com slides projetados do lado direito da foto. Do lado esquerdo é possível ver a parede, que tem desenhos pintados nela, e uma planta no canto inferior. Na parte inferior da foto é possível ver algumas cadeiras e uma mulher de cabelo castanho, sentada de costas. Pesquisador Felipe Guimarães, da UFES, foi o primeiro palestrante[/caption]

Palestras e workshops promovem trocas com outras universidades

As palestras, mesas-redondas e workshops abordam temáticas dentro de três eixos: políticas linguísticas para a internacionalização universitária; pedagogias bilíngues/translíngues e internacionalização da educação; e EMI e formação de professores para o contexto de internacionalização.

Dentre os objetivos da criação do InteRSummit, estão a oportunização de trocas com outras universidades do país, por meio das palestras e workshops. A primeira edição conta com palestrantes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), além dos palestrantes da UFSM e do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia Farroupilha (IFFAR).

“Um dos objetivos do evento é enriquecer a discussão, trazendo esses colegas que estudam sobre esses temas, e tendo esse compartilhamento de ideias para pensarmos o que funcionaria para nós na UFSM, nos inspirar com esses colegas. E talvez eles também aprenderem, ou levem as experiências que são bem sucedidas aqui para as suas universidades”, comenta Roseli.

No primeiro dia do evento, a programação contou com a presença de três pesquisadores convidados. O professor da UFES Felipe Guimarães abordou o tema "Políticas linguísticas para internacionalização - dimensões, atores e níveis".

[caption id="attachment_71259" align="alignright" width="484"]Foto colorida horizontal. Duas mulheres posam para uma foto, sorrindo. A da esquerda tem cabelo ruivo médio liso e franja, usa óculos, e está vestindo uma blusa colorida e um casaco preto. A da direita também usa óculos, tem cabelo loiro escuro curto, liso, e usa uma blusa branca. Ao fundo, há uma parede com pinturas coloridas. Pesquisadoras da UFRGS Simone Sarmento e Anamaria Welp[/caption]

Já Simone Sarmento e Anamaria Welp são pesquisadoras da UFRGS e também vieram à UFSM para apresentar talks sobre o tema da internacionalização. Anamaria abordou em sua palestra, no primeiro dia, que escolas privadas têm cada vez mais adotado a educação bilíngue, o que não acontece da mesma forma em escolas públicas, onde o número de alunos imigrantes tem aumentado nas últimas décadas.

“É muito importante que se comece também a oferecer o inglês para essas escolas. É uma língua hegemônica, que corre o risco de perpetuar desigualdades e diferenças, mas ao mesmo tempo, nós vamos deixar essas crianças de fora desse movimento? Enquanto as crianças nas escolas privadas têm acesso a um mundo inteiro que se faz em inglês, as crianças da escola pública vão ser privadas disso por não terem tido as mesmas oportunidades”, explica a pesquisadora.

Já Simone, que participa da programação nesta quarta (5), junto com Anamaria, salientou a importância da internacionalização no ensino superior, e observou que as temáticas das palestras de ambas pesquisadoras conversam entre si. “Se os alunos estiverem imersos em um ambiente intercultural dentro da universidade, e não só para aqueles que vão para um intercâmbio fora, mas para todos os alunos, isso pode até ajudar a equalizar esse abismo nesse capital linguístico e cultural. Eu pego bem o gancho dela [Anamaria], que começa na educação básica, e depois vai para a educação superior, mostrando que as nossas políticas tem que ser voltadas para essas pessoas que não podem pagar o ensino privado”, relatou Simone.

Primeira edição é desafio

Além disso, há o interesse em impulsionar a discussão sobre a internacionalização em casa no Rio Grande do Sul. Por isso, o nome do evento destaca a sigla do estado - RS - em maiúsculo.

“Essa primeira edição é um desafio para nós, porque é uma proposta nova. São muitas atividades, às vezes até difícil de, talvez, deixar claro para o público. Justamente por essa riqueza, ele se torna um evento complexo. Mas esperamos dar visibilidade para as ações de internacionalização que são feitas localmente. Tem muitos colegas de diferentes áreas interessados em promover intercâmbio virtual nas suas disciplinas, ou em como usar uma língua adicional como meio de instrução no curso”, declara Roseli.

As talks e os workshops continuam na quarta (5) e quinta-feira (6), no Salão Imembuí, no 2ª andar do prédio da Reitoria. Confira a programação completa.

Texto: Giulia Maffi, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias
Fotos: Daniel Michelon De Carli
Edição: Ricardo Bonfanti

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/09/23/grupo-oferece-consultorias-para-professores-que-querem-dar-aula-de-diferentes-conteudos-em-ingles Tue, 23 Sep 2025 13:03:43 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=70597 Foto colorida horizontal. A imagem mostra, em uma sala de aula, do lado direito, a tradutora Amy em pé, à frente de um grupo de sete pessoas sentadas, sendo cinco homens e duas mulheres. Amy usa roupa casual e tem as mãos inclinadas. O grupo está sentado de forma distribuída em cadeiras laranjas ao redor de mesas hexagonais. Ao fundo há duas paredes, uma branca lisa, e outra preta, com palavras brancas escritas nela: “Realize novas conexões em espaços criativos, tecnológicos e criativos”.
Consultorias reúnem professores interessados em ofertar disciplinas regulares em inglês

Uma das medidas da Universidade para intensificar o processo de internacionalização consiste em incorporar às grades curriculares disciplinas ministradas em outras línguas, a OLMI (Other Languages as Medium of Instruction), e em inglês, a EMI (English as Medium of Instruction). As cadeiras não ensinam um idioma, mas conteúdos regulares dos cursos em outras línguas, como francês e espanhol, além do inglês.

A utilização do método OLMI ou EMI geralmente parte da iniciativa do próprio professor ou de uma necessidade por conta da utilização de bibliografia estrangeira, como disciplinas dos cursos da área de Exatas. Por isso, o EMI Consulting Group foi criado com a intenção de auxiliar professores e, também, reunir os dados referentes a essas disciplinas.

 

Grupo de consultorias para professores de disciplinas EMI

 

O EMI Consulting Group surgiu em 2024, derivado de pesquisas do Laboratório de Pesquisa e Ensino de Leitura e Redação (LabLeR) do Centro de Artes e Letras (CAL). O grupo tem orientação pedagógica da professora e co-coordenadora do laboratório Graciela Rabuske Hendges, que foi coordenadora geral do Programa Idioma sem Fronteiras (IsF) da UFSM. A professora também orientou pesquisas de mestrado e doutorado de Gabriel Salinet e Juliana Michelon, sobre o uso do EMI em sala de aula. 

O projeto é uma parceria do LabLeR com a Diretoria de Relações Internacionais (DRI), por meio das tradutoras institucionais Amy Graham Lee e Daniela do Canto. Amy conta que Graciela foi sua professora durante o doutorado, período em que conheceu o EMI. “Eles [Graciela e Gabriel] foram uns dos primeiros a coletar vários dados de pesquisa sobre o EMI na UFSM, e trabalham muito teoricamente sobre isso. E eu sugeri trazer isso para a prática”, lembra. A ideia surgiu durante o mini pós-doutorado de três meses da tradutora nos Estados Unidos. “Eu estudei sobre docentes não nativos que dão aula nas universidades nos Estados Unidos. E voltei com ideias para começar um projeto piloto”, conta. 

As consultorias ocorrem cerca de duas vezes por semestre mediante inscrição. Como surgiu de pesquisas sobre o EMI, é voltado para professoras em disciplinas ministradas em inglês, mas Amy adianta que o grupo planeja expandir as consultorias para OLMI. 

Em 2024, cerca de 16 professores participaram das consultorias. A tradutora informa que os docentes são de diversas áreas diferentes. “Tem da Biologia, das Artes, da Filosofia, da Medicina e da Fisioterapia. E tem muitos da Engenharia, Computação, Informática e Física. Tem alguns cursos que tradicionalmente usam muito inglês, como Química, Física e Engenharia Elétrica”, comenta.

Durante as consultorias, os professores podem trocar experiências entre si, e a equipe tira dúvidas, auxilia em dificuldades e discute possíveis soluções, a partir de suas próprias pesquisas e experiências. Além disso, o grupo propõe que sejam feitos planejamentos de aulas durante os encontros.

Foto colorida horizontal. Um grupo de onze pessoas, incluindo a tradutora Amy, usa roupas casuais e está em formato de círculo ao redor de duas mesas. As mesas tem formato de hexágono, e em cima dela há celulares, garrafas, papéis, uma pequena bolsa e pratos com comida. Ao fundo há caixas de som e uma imagem projetada na parede, com um texto
Consultorias permitem trocas de experiências e discussão de dúvidas

Uso do EMI em sala de aula

A tradutora Amy comenta que os professores não precisam de uma formação extensa no idioma - apesar de muitos já terem esse conhecimento prévio -, pois esse não é o principal objetivo do EMI. “Quanto mais professores se capacitarem melhor, porque vão ter mais consciência sobre sua prática pedagógica. Não é apenas mudar o idioma da mesma aula, tem certas coisas que mudam também. E a ideia não é que o professor precise ter o melhor inglês do mundo, ser o que chamamos de quase nativo. É sobre usar o inglês na sua área profissional”, enfatiza.

O EMI não significa que aquela aula vai ser inteiramente igual à que anteriormente era ministrada em português, ou que em nenhum momento será permitido falar o idioma materno. É um método adaptável e flexível. Amy explica que o professor pode começar com o uso de algum recurso, como um vídeo. “Falamos muito sobre o que chamamos de translanguage, que é transitar entre inglês e português. Quando precisa, pode usar português, não tem problema nenhum”, explica. 

Ela acrescenta que o uso de outro idioma pode ser gradual. “O professor muitas vezes vem inseguro se vai conseguir, mas mesmo algum componente, como um vídeo, já configura uma prática de EMI. Não precisa ser tudo ou nada”, aponta.

Um dos motivos das dificuldades para a implementação do EMI é a falta de um regulamento. Segundo a tradutora, é mais fácil encontrar essas disciplinas na pós-graduação, pois na graduação elas não podem ser obrigatórias, precisam ser eletivas ou complementares, o que limita as possibilidades. Por isso, um dos objetivos do grupo de consultoria é criar uma resolução que facilite esse processo.

 

Contribuições do EMI como modelo de ensino

O EMI é uma prática que oportuniza ao estudante a expansão do conhecimento acadêmico em uma língua estrangeira. É uma alternativa para quem não conseguem realizar a mobilidade internacional, por meio de intercâmbios. De acordo com a tradutora, apenas 6% da comunidade acadêmica participa de mobilidade no exterior. “Assim eles estão fazendo um tipo de intercâmbio em casa. Aquele aluno que não teve condições de fazer um curso particular de inglês, estará contemplado nessas ações. E é justamente isso que queremos, que seja inclusiva”, defende.

E, além disso, estudantes e professores de fora da Universidade que não sabem português poderão assistir ou ministrar aulas em inglês. “Essa é uma ferramenta poderosa ao fazer com que os discentes tenham mais iniciativa para atuar em um mundo globalizado, para participarem de atividades futuras de intercâmbio, ou atividades de internacionalização. Tem sido uma experiência bem gratificante e produtiva em sala de aula”, relata o docente Élvis Carissimi, do curso de Engenharia Civil.

 

Como entrar em contato

Email: dri.idiomas@55bet-pro.com

Instagram: @dri.ufsm e @linc_ufsm

 

 

Texto: Giulia Maffi, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias

 

Fotos: EMI Consulting Group/UFSM

Edição: Maurício Dias, jornalista

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O EMI Group Consulting — grupo de consultoria sobre o uso do Inglês como Meio de Instrução (EMI) — está com inscrições abertas para uma nova sessão de consultoria híbrida (presencial e online), que ocorrerá na sexta-feira, dia 12 de setembro, das 14h às 15h30. As inscrições podem ser realizadas até o dia 10 de setembro, por meio do formulário disponível neste link. O link para acesso à sala virtual será enviado aos participantes inscritos no dia da sessão.

Este projeto estratégico, que teve início em 2024, é direcionado a docentes da UFSM interessados em incorporar a língua inglesa em suas práticas pedagógicas. Seu principal objetivo é criar um espaço colaborativo para discussão e planejamento de ações relacionadas ao EMI na universidade.

Para o segundo semestre de 2025, a proposta do projeto é oferecer suporte a docentes que já estão implementando, ou que planejam implementar o EMI em disciplinas a partir do ano que vem. Esse apoio contempla tanto questões metodológicas e linguísticas como demandas específicas do contexto de cada docente.

No primeiro semestre, foi iniciado um processo de planejamento com docentes participantes, visando à definição das disciplinas que poderão ser ofertadas com componentes em inglês, bem como à discussão dos trâmites administrativos necessários. A próxima sessão dará continuidade a esse planejamento, e docentes que ainda não participaram terão a oportunidade de iniciar seus projetos. Além disso, o encontro incluirá um momento para feedback de aulas EMI em andamento.

Ao longo do ano, espera-se que os participantes construam coletivamente uma proposta de política institucional para o uso do inglês e de outras línguas adicionais como meio de instrução e educação.

O EMI Group Consulting é uma iniciativa realizada em parceria entre o Núcleo de Estudos sobre Letramentos Acadêmicos, vinculado ao Laboratório de Pesquisa e Ensino de Leitura e Redação, e o Núcleo de Idiomas e Traduções da Diretoria de Relações Internacionais da UFSM. Dúvidas podem ser encaminhadas para o e-mail dri.traducoes@55bet-pro.com.

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O curso de Arquitetura e Urbanismo do Centro de Tecnologia da UFSM oferta, pela primeira vez, uma disciplina ministrada integralmente em inglês. A disciplina complementar de graduação “Estudos em Detalhamento Construtivo (DAU1127)”, conduzida pela professora Isis Portolan dos Santos, marca a estreia do curso em atividades acadêmicas na língua inglesa.

Estudantes aprendem termos técnicos aplicados ao ambiente profissional (foto: divulgação)

A iniciativa foi fomentada pelo Escritório de Assuntos Internacionais do CT e pela Diretoria de Relações Internacionais da UFSM (DRI), que incentiva o uso do EMI (English as a Medium of Instruction) como estratégia de internacionalização, ampliando a presença do idioma nas práticas pedagógicas.

Por se tratar de uma disciplina optativa, não há oferta em português neste semestre. O componente curricular foi selecionado por utilizar terminologia relativamente acessível, com foco em termos arquitetônicos e recursos visuais de detalhamentos construtivos, o que facilita a compreensão.

Atualmente, 30 estudantes estão matriculados. A disciplina tem carga horária de 30h e as aulas partem do conhecimento prévio dos acadêmicos sobre inglês e desenho técnico. Como apoio, é utilizado o site Archidict, que auxilia no reconhecimento de vocabulário e técnicas de construção.

A professora Isis destaca que sua motivação para lecionar em inglês surgiu tanto do interesse institucional de internacionalização do CT quanto de um objetivo pessoal: aprimorar a prática linguística. Com fluência no idioma, experiência em intercâmbio e mais de 10 anos de produção científica em inglês, a docente uniu formação pessoal à proposta da Universidade.

Prof. Isis Portolan orienta estudantes em inglês como estratégia de internacionalização (foto: Emilly Wacht)

Entre os estudantes, a surpresa inicial deu lugar à receptividade. Muitos não sabiam que a disciplina seria ofertada em inglês, mas ressaltaram a flexibilidade da professora em explicar novamente os conteúdos em português quando necessário. Apesar do susto, a turma avalia a experiência como positiva, destacando a oportunidade de associar o aprendizado técnico ao desenvolvimento da linguagem.

O acadêmico Anthonio Saraiva, do curso de Arquitetura e Urbanismo, avalia: “Acho que essa oportunidade que vai além do conteúdo que a gente vai aprender, sobre detalhamento, que é uma etapa difícil na parte de projeto: a gente vai aprender também o inglês técnico.”

A oferta da disciplina em inglês reforça o compromisso do Centro de Tecnologia da UFSM com a internacionalização, além de oportunizar aos estudantes o contato direto com termos técnicos da área e contribuindo para sua inserção no mercado de trabalho e na produção científica.


Texto por Emilly Vargas Wacht, acadêmica de jornalismo, com supervisão da Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM

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O EMI Group Consulting – grupo de consultoria sobre Inglês como Meio de Instrução (EMI) – retomará suas atividades em maio de 2025, por meio da oferta de uma sessão de consultoria em duas modalidades (presencial e on-line). Esse projeto estratégico é voltado para docentes da UFSM que possuem interesse em incorporar o inglês em suas aulas e tem como objetivo principal a criação de um espaço para discussão e planejamento de ações sobre EMI na instituição. 

Em 2024, foram realizadas duas sessões, nas quais docentes com diferentes níveis de experiência com EMI compartilharam suas vivências sobre anseios, descobertas e êxitos quanto a boas práticas de comunicação em sala de aula, estratégias pedagógicas e questões administrativas. Para este ano, a proposta da consultoria é oferecer suporte para docentes que planejam implementar o EMI em disciplinas a partir do segundo semestre de 2025. Esse suporte se dará tanto com relação à questões linguísticas (pronúncia, escrita) e metodológicas quanto à demandas específicas do contexto de cada participante.

Na primeira sessão de 2025, será iniciado um planejamento junto às pessoas interessadas para definição de quais disciplinas serão ofertadas com inclusão de componente(s) em língua inglesa e discussão sobre os possíveis trâmites administrativos necessários para essa oferta. Além disso, nesta sessão também serão definidos os tópicos a serem abordados nas sessões seguintes. A comunidade docente interessada pode optar entre dois formatos: presencial ou remoto. O encontro presencial acontecerá no dia 14 de maio, das 14h às 15h30min, no Espaço Collab da ProInova (Prédio 61H – UFSM). Já o encontro virtual acontecerá no dia 16 de maio, também das 14h às 15h30min, via Google Meet (o link será enviado por e-mail aos inscritos).

As inscrições ocorrem até 14 de maio, através do formulário disponível neste link

O EMI Group Consulting é o resultado de uma parceria entre o Núcleo de Estudos sobre Letramentos Acadêmicos do Laboratório de Pesquisa e Ensino de Leitura e Redação com o Núcleo de Idiomas e Traduções da Secretaria de Apoio Internacional. Ao longo do ano, a expectativa é que os participantes do projeto também possam construir conjuntamente uma proposta de política institucional para o uso do inglês e de outras línguas adicionais como meio de instrução ou educação (práticas conhecidas como EMI/OLMI).

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No dia 17 de outubro de 2024, foi realizada na UFSM a primeira sessão de consultoria para professores(as) interessados em integrar a língua inglesa em suas disciplinas. O encontro integra a iniciativa EMI Group Consulting, um projeto piloto estratégico desenvolvido por meio de uma parceria entre o Núcleo de Idiomas e Traduções (NITRA) da Secretaria de Apoio Internacional (SAI), o Laboratório de Pesquisa e Ensino de Leitura e Redação (LabLeR) do Departamento de Letras Estrangeiras Modernas (DLEM) e o Programa de Pós-graduação em Letras (PPGL). O objetivo principal dessa iniciativa é o fortalecimento da internacionalização de nossa instituição através da expansão do uso do inglês como meio de instrução (EMI) na UFSM. 

- Quer saber mais sobre o EMI e o EMI Group Consulting? Leia a notícia completa publicada anteriormente! 

[caption id="attachment_4947" align="alignleft" width="598"] Primeira sessão de consultoria para grupos sobre EMI[/caption]

O primeiro encontro contou com a participação de docentes com diferentes experiências em relação ao EMI e oriundos de diversas áreas do conhecimento, tais como engenharia, química, tecnologia da informação e administração. Nele, foram abordados os princípios norteadores do EMI e o compartilhamento de estudos de caso, trajetórias individuais e dicas práticas. A principal finalidade da sessão foi proporcionar trocas entre docentes que já usam EMI na UFSM e aqueles(as) que querem conhecer mais sobre essa modalidade. Alguns dos tópicos abordados foram os aspectos práticos a serem decididos no colegiado do programa, planejamento das aulas, incentivos para professores(as), quem são os alunos(as) que participam de aulas EMI, o que muda na aula comparado às aulas ministradas em português, e a porcentagem de inglês e português utilizada nas aulas. 

O segundo encontro ocorrerá no dia 14 de novembro, das 14h00min às 16h00min,  no Espaço Collab da ProInova (Prédio 61H - UFSM). O tema dessa sessão será “EMI e instrução explícita” e nela serão abordadas as estratégias que podem ajudar a estruturar a aula, tornando as atividades e tarefas mais transparentes quanto aos objetivos, formato e critérios de avaliação. Poderão participar dessa sessão quaisquer docentes interessados, mesmo que não tenham participado da primeira sessão. Para se inscrever, basta preencher o formulário disponível neste link até às 11h00min da data do evento.

Quaisquer dúvidas sobre as consultorias devem ser encaminhadas para o e-mail sai.traducoes@55bet-pro.com

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Na tarde da próxima sexta-feira (10) será realizado o 1º Simpósio sobre Inglês como Meio de Instrução (EMI) na UFSM. O evento integra um conjunto de ações informativas sobre o EMI, abreviação de “English as a Medium of Instruction”, caracterizado pelo uso do inglês em disciplinas onde ele não é a língua predominante. É voltado para docentes interessados no desenvolvimento e implementação da modalidade em suas disciplinas.

O simpósio ocorrerá no miniauditório 109, localizado na Coordenadoria de Tecnologia Educacional (CTE), prédio 14 do 55BET Pro Sede, a partir das 14h, com transmissão pelo canal da UFSM no YouTube.

A relevância do evento está relacionada ao papel do EMI como instrumento de internacionalização, auxiliando na criação de currículos e infraestrutura de acolhimento que gerem interesse da comunidade internacional para com a UFSM. Por isso, o evento é organizado conjuntamente pela Secretaria de Apoio Internacional (SAI), Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP), Departamento de Letras Estrangeiras Modernas (DLEM), Núcleo de Estudos sobre Letramentos Acadêmicos (Nela) e Laboratório de Pesquisa e Ensino de Leitura e Redação (LabLer).

Confira a programação completa:

14h – Abertura

14h30 – Palestra: “Linking North and South: a Roadmap to Inclusive Internationalization/Conectando Norte e Sul: um Roteiro para a Internacionalização Inclusiva”

  • Profa. Dra. Ana Luiza Pires de Freitas – Docente do Departamento de Educação e Humanidades (UFCSPA)
  • Profa. Dra. Julie Walaszczyk – Université de Mons (Bélgica)

15h30 – Mesa-redonda: “EMI na UFSM: experiências e perspectivas docentes”

  • Prof. Dr. Lucio Strazzabosco Dorneles – Programa de Pós-Graduação em Física
  • Prof. Dr. Igor Castellano da Silva – Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais
  • Profa. Dra. Damaris Kirsch Pinheiro – Programa de Pós-Graduação em Meteorologia

16h30 – Mesa-redonda: “EMI na UFSM: experiências e perspectivas discentes”

  • Doutorando Johny Andres Jaramillo Palacio – Programa de Pós-Graduação em Física
  • Mestranda Luiza Delaflora Cassol – Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais
  • Mestrandos Gabriel Salinet Rodrigues e Juliana Michelon Ribeiro – Programa de Pós-Graduação em Letras

Fonte: Núcleo de Comunicação da SAI

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