UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com Universidade Federal de Santa Maria Wed, 25 Mar 2026 01:56:36 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com 32 32 UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ct/2025/09/19/maior-veiculo-solar-do-mundo-solarbutterfly-visita-a-ufsm Fri, 19 Sep 2025 19:28:06 +0000 http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ct/?p=7306
SolarButterfly em frente ao CT

Santa Maria recebeu, nesta sexta-feira (19/09), o SolarButterfly, o maior veículo movido a energia solar do mundo. A tripulação do veículo, que partiu da Suíça, está na reta final de uma jornada de quatro anos ao redor do planeta, tendo percorrido até então mais de 86 mil quilômetros em 43 países. O grupo foi recebido na UFSM por professores e estudantes do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica (PPGEE) do Centro de Tecnologia (CT).

Depois da chuva do começo da manhã, o sol voltou junto da chegada do veículo - fundamental para recarregar as baterias do SolarButterfly, que conta com 80m² de painéis solares. O veículo ficou estacionado em frente ao prédio principal do CT e esteve aberto para visitação da imprensa e dos estudantes. À tarde, a equipe fez uma apresentação, no auditório Pércio Reis, onde os suíços Simon Hofmann e Reto Baumann compartilharam as experiências da expedição e responderam perguntas.

O SolarButterfly

Com formato inovador, o SolarButterfly é uma tiny house autônoma em forma de borboleta, com 9 metros de comprimento. O projeto é rebocado por um carro elétrico e é abastecido por asas solares retráteis, que geram energia suficiente para percorrer até 200 km por dia sem qualquer emissão de poluentes. Idealizado pelo pioneiro solar Louis Palmer e desenvolvido pela Universidade de Lucerna (HSLU), na Suíça, é o primeiro veículo do mundo construído em grande parte com garrafas PET recicladas retiradas do oceano.

Em seu interior, a casa sobre rodas conta com uma cozinha completa, quatro camas, chuveiro e espaços de trabalho e oficina. A missão central do projeto, uma iniciativa de uma ONG (http://solarbutterfly.org/), é promover a sustentabilidade e apresentar ao público soluções economicamente viáveis para os problemas causados pelas mudanças climáticas. Envolvendo uma equipe de mais de 100 pessoas, o projeto do SolarButterfly já reuniu centenas de inovações de fácil aplicação e vem visitando escolas em vários continentes para sensibilizar os jovens acerca das tecnologias sustentáveis.

Simon Hofmann, um dos tripulantes do SolarButterfly, aponta que "a ideia nasceu durante a pandemia, com a visão de demonstrar que já é possível viajar e viver completa e suficientemente sem o uso de energia vinda de combustíveis fósseis". Ele explica a origem do nome, uma metáfora sobre a transformação que deve inspirar o modo de vida dos humanos:

"Como uma borboleta, que se transforma ao longo de sua jornada, coletamos também outras soluções que encontramos em todo o mundo, que já existem e que funcionam para frear o aquecimento global e para dar à próxima geração um planeta para viver em uma situação confortável. E isso é incrível! Por exemplo, encontramos um engenheiro na Alemanha que construiu pequenas turbinas em forma de peixe que, inseridas nos riachos, geram energia para vilarejos inteiros. Na Finlândia, descobrimos um inventor que está aquecendo areia em silos durante o verão e no inverno ele usa o calor para gerar aquecimento e energia para sua casa".

Após passar pela África e desembarcar recentemente no Uruguai, o SolarButterfly segue viagem pelo Brasil até Belém (PA), para a COP 30, em novembro, com destino final na Colômbia. Simon destaca: "Estamos indo a Belém para participar da próxima Conferência do Clima, onde políticos de todo o mundo estão se juntando. Gostaríamos de apresentar para eles o projeto SolarButterfly e todas as soluções que já coletamos, para lhes dizer que agora é hora de parar de falar e começar a agir, as soluções estão aqui". Até o fim da viagem, a equipe pretende totalizar os 100 mil quilômetros rodados, levando a mensagem da sustentabilidade.

CT-UFSM: protagonismo em mobilidade sustentável

O Centro de Tecnologia da UFSM foi escolhido como ponto de parada estratégico devido ao seu protagonismo nas pesquisas sobre mobilidade alternativa à combustão. Além do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica, anfitrião da visita e um dos melhores cursos da área no país, há outras iniciativas de destaque na área. Dentre elas: o Instituto de Energia e Mobilidade (IEM, antigo INRI), que desenvolve projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação em parceria com o setor industrial e elétrico; as pesquisas do Grupo de Pesquisas em Motores, Combustíveis e Emissões (GPMOT); e o novo grupo de competição, Bombaja H2, que está desenvolvendo um protótipo movido a hidrogênio. A acolhida à equipe envolveu também membros do Ramo Estudantil do IEEE UFSM.

Simon disse que a decisão de vir a Santa Maria se deu por sugestão de Louis Palmer, que é quem organiza o roteiro da viagem. "É uma universidade enorme, serve bem para nosso projeto e eu espero que nosso projeto também sirva para sua Universidade; estou orgulhoso de estar aqui", afirmou Simon.

SolarButterfly com as "asas" fechadas

Por Subdivisão de Comunicação do CT/UFSM.
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Durante os dias 25, 26 e 28 de março, será realizado em Santa Maria o Road Show Huawei Solar, promovido pela empresa especializada em soluções de Tecnologia da Informação e Comunicação Huawei, em parceria com a Associação Brasileira de Geração Distribuída (ABGD). 

Passando por cerca de 70 cidades brasileiras, o projeto promove capacitações básicas sobre instalação de sistemas fotovoltaicos, levando conhecimento e inovação às comunidades. O curso é promovido em uma sala de aula dentro da unidade móvel Road Show Huawei Solar. Além disso, no espaço também há uma casa com cozinha e lavanderia, totalmente equipadas, abastecidas por um sistema de energia solar, uma microgeração distribuída on-grid e off-grid real, que será utilizada para as atividades demonstrativas. 

Em Santa Maria, a unidade móvel estará estacionada em frente ao prédio 7 do Centro de Tecnologia (CT), no 55BET Pro Sede da UFSM. São três dias de curso, nos turnos da manhã e tarde, com carga horária de oito horas. A participação é aberta à comunidade.

Serão abordadas noções básicas de regulamentação de geração distribuída de energia elétrica, dimensionamento preliminar de projetos solares fotovoltaicos, segurança e qualidade das instalações e vendas.

Para se inscrever, é necessário possuir ensino médio completo e realizar a doação de 1kg de alimento não perecível após preencher o formulário no site oficial.  

Algumas informações importantes aos participantes: Não é permitido falar ao celular dentro da unidade móvel; serão seguidos todos os protocolos de distanciamento social para Covid-19, bem como o uso de máscara é obrigatório durante todo o curso. Será disponibilizado certificado de participação aos participantes que atingirem nota 7 na avaliação final.

Fonte: Divulgação Institucional do Centro de Tecnologia

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/arco/protagonismo-feminino-na-energia-solar Mon, 03 May 2021 19:05:33 +0000 http://www.55bet-pro.com/midias/arco/?p=6589 Alcançar a igualdade de gênero e assegurar energia acessível e sustentável para todos. Esses são dois dos 17 Objetivos Globais para o Desenvolvimento Sustentável (ODS’s) que compõem a Agenda 2030, proposta pela Organização das Nações Unidas (ONU), durante a Assembleia Geral das Nações Unidas de 2015. A Rede Brasileira de Mulheres na Energia Solar, ou Rede MESol, nasce com o propósito de conciliar essas duas questões. Além de contribuir para os avanços em direção a novos modelos de energias renováveis, a Rede atua desde 2019 no combate da desigualdade de gênero dentro do setor de energia elétrica e busca criar um ambiente que seja inclusivo e diversificado.

Tudo começou no Laboratório Fotovoltaica da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), onde aconteceu o 1º Encontro de Mulheres na Energia Solar, o qual deu origem à Rede MESol. Kathlen Schneider, mestre em Engenharia Civil pela UFSC e cofundadora da Rede, explica por que o projeto foi idealizado: “No laboratório, somos um grupo grande de mulheres com bastante voz, mas quando saímos do laboratório e vamos para outros lugares, percebemos que nós somos minoria. Em congressos, além de poucas mulheres participantes do evento, vemos poucas mulheres nas mesas de debates. Por mais que o setor tenha crescido bastante e tenha mais mulheres se inserindo, é muito claro que tem essa desigualdade entre homens e mulheres”. A partir dessas percepções, Kathlen e outras quatro cofundadoras contataram outras mulheres por meio de um formulário com alguns questionamentos como “Quem são as mulheres que atuam na energia solar? O que elas fazem no setor? Quais são as barreiras que elas enfrentam? Quais as necessidades que elas têm? E como podemos construir um setor de forma mais igualitária e diversa?” 

Depois de receber cerca de 130 respostas do Brasil inteiro, a Rede MESol definiu quatro frentes de atuação.

Se olharmos para os números, iniciativas como a Rede MESol se mostram fundamentais. Estudos mostram que, no Brasil, 39% dos postos de trabalho nas áreas de engenharia são ocupados por mulheres. Na área de pesquisa acadêmica, apenas 29% das pesquisadoras são mulheres - e esse número diminui para 20% quando se trata de mulheres bolsistas de produtividade em pesquisas A1 do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) nas áreas de ciências exatas e engenharias. Mundialmente, as mulheres ocupam 32% dos postos de trabalho no setor de energias renováveis, porém a maioria delas estão em funções administrativas.

No Brasil não há  informações precisas que mostrem o perfil de quem trabalha no setor. “Quando levantamos dados, normalmente não estão segregados por gênero: não sabemos a quantidade de homens e mulheres, não sabemos a diferença salarial, a diferenciação de raça, não sabemos se as mulheres estão mais na área técnica ou administrativa” explica Kathlen. Por esse motivo, a Rede trabalha para mapear o setor e, assim, fazer recortes de gênero e traçar estratégias para construir um ambiente mais equilibrado entre mulheres e homens. 

A maternidade está entre os maiores desafios para mulheres da área, seja no mercado de trabalho ou na carreira científica. Dados de uma pesquisa de 2017, desenvolvida pelo projeto “Parent in Science”, mostram que a maternidade teve impacto negativo na carreira de 81% das pesquisadoras entrevistadas. O estudo também apontou que cientistas mães têm quatro anos de queda no número de publicações após a gestação, enquanto pesquisadoras sem filhos mantêm a regularidade de trabalhos publicados. Essa diferença na produção se torna um problema para as pesquisadoras quando o critério de universidades e agências de fomento à pesquisa consideram a produtividade dos últimos anos como critério para selecionar bolsistas e projetos. 

Apenas desde o dia 15 de abril, a plataforma Lattes, sistema oficial de cadastro de currículos dos pesquisadores no Brasil, passou a permitir a inclusão de períodos de licença-maternidade - ato simples, mas que carrega enorme simbologia na promoção de equidade de gênero na área acadêmica.  Kathlen afirma que muitos eventos não são preparados para receber mães com seus filhos. Por isso, a frente “promover” do MESol trabalha para a inclusão dessas mulheres nesses espaços.

A importância do uso de energia solar

A energia solar é gerada através de módulos fotovoltaicos que captam a luz do sol. Esses módulos devem estar posicionados em um lugar estratégico já que, quanto mais o sol incidir sobre eles, maior será a energia gerada. Após a captação nos módulos fotovoltaicos, a energia solar é transformada em energia elétrica. 

Desde 2018, quando inaugurou a Usina de Microgeração Solar Fotovoltaica no campus sede, através do projeto de Eficiência Energética, a UFSM tem investido fortemente neste modelo de energia sustentável. Atualmente, a universidade conta com 140 kW de potência instalada de geração solar fotovoltaica - e com a previsão de instalação de mais duas plantas de 400 kW, nos campus de Camobi e de Cachoeira do Sul. Além de contribuir para a sustentabilidade ambiental, o aumento no uso de energia solar irá representar uma redução de cerca de 10% na conta de energia mensal da universidade, de acordo com Luciane Canha, professora do Departamento de Eletromecânica e Sistemas de Potência da UFSM. 

O uso de energia solar fotovoltaica dentro do campus contribuiu para que a UFSM fosse considerada a 25ª instituição de ensino superior mais sustentável do Brasil de 2020, segundo o ranking GreenMetric.

O protagonismo feminino na UFSM

A UFSM é uma das instituições referência na geração de energia fotovoltaica na região central do estado - e são mulheres que lideram muitas das ações desenvolvidas dentro da universidade. Para a professora Luciane Canha, uma dessas pesquisadoras e integrante da Rede MESol, a relação que é construída com outras mulheres do setor facilita a cooperação entre colegas que acontece de uma maneira direta, clara e sem preconceito. “Nos permite trocar informações, nos conectar mais rapidamente e ter uma abertura maior por se tratar de um grupo de mulheres, em que você consegue entender que há sororidade", destaca.

Ainda que se apresente um setor majoritariamente masculino, engenheiras e pesquisadoras da UFSM têm um papel importante no processo de sustentabilidade da universidade. Luciane, como professora, percebe uma mudança no cenário com uma participação mais frequente de mulheres que buscam o setor de energias renováveis para trabalhar. 

Nesse contexto, o projeto de extensão “Uniescola: Mulheres rumo à engenharia construindo o futuro”, atua para despertar o interesse pelas ciências exatas, engenharias e computação de meninas estudantes dos ensinos fundamental e médio de Santa Maria. Através de atividades com diferentes metodologias - tais como cursos, palestras, oficinas e aulas práticas - o projeto busca desenvolver suas vocações científicas com aprendizados relacionados ao cotidiano e ao ambiente físico e social a qual essas meninas estão inseridas. São cinco escolas participantes: Escola Municipal Dom Luiz Victor Sartor, localizada no bairro Nonoai; Escola Municipal de Ensino Fundamental Professora Altina Teixeira, na Vila Caramelo; Escola Estadual de Educação Básica Augusto Ruschi, no bairro Juscelino Kubistchek, Escola Estadual de Educação Básica Professora Margarida Lopes, em Camobi e a Escola Marista Santa Marta, presente no bairro Nova Santa Marta. 

Nilza Zampieri, coordenadora do Uniescola e professora do Centro de Tecnologia, ressalta a importância do projeto para as participantes: “Ter como exemplo acadêmicas mulheres apaixonadas pela área, faz com que essas meninas, que muitas vezes não tem perspectiva de chegar à universidade, animem-se com a possibilidade de cursar engenharia”. Com a pandemia do novo coronavírus, o projeto está parado devido ao fechamento de escolas, mas, segundo Nilza, a ideia é voltar com as atividades no futuro.

Expediente

Repórter: Luís Gustavo Santos, acadêmico de Jornalismo e bolsista

Ilustradora: Amanda Pinho, acadêmica de Produção Editorial e bolsista

Mídia Social: Nathalia Pitol, acadêmica de Relações Públicas e bolsista

Edição de Produção: Esther Klein, acadêmica de Jornalismo e bolsista

Edição Geral: Luciane Treulieb e Maurício Dias, jornalistas

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/arco/alternativa-a-geracao-de-energia Wed, 07 Nov 2018 13:30:03 +0000 http://coral.55bet-pro.com/arco/sitenovo/?p=4839 Iluminar os quase cem prédios da UFSM, além de fazer funcionar equipamentos de laboratórios e outros setores, gera um gasto mensal de aproximadamente um milhão de reais com energia elétrica. Como alternativa a parte dessa conta, a Universidade inaugurou na última terça-feira (06) uma mini usina fotovoltaica, instalada aos fundos do Centro de Tecnologia. O local foi escolhido por ter menor sombreamento, além de estar próximo aos responsáveis pelo controle das placas. “A energia solar fotovoltaica é uma energia proveniente da radiação solar, que vem por meio de fótons. Os fótons agitam alguns elementos químicos, como o silício, que é o material das placas, e produzem a corrente elétrica”, explica a pró-reitora substituta de Infraestrutura da UFSM, a doutora em Engenharia Civil Ísis Portolan dos Santos. Desta forma, a energia luminosa é convertida em energia elétrica, usada para acender uma lâmpada, por exemplo. Reportagem: Paulo César Ferraz e Andressa Motter, acadêmicos de Jornalismo Infográfico: Noam Wurzel, acadêmico de Desenho Industrial]]> UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2018/11/06/ufsm-rge-sul-e-cpfl-energia-inauguram-usina-fotovoltaica Tue, 06 Nov 2018 19:40:58 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=45468

Foi inaugurada oficialmente, na manhã desta terça-feira (6), a Usina de Microgeração Solar Fotovoltaica, instalada no campus sede da UFSM. A Usina é uma das ações do Projeto de Eficiência Energética da UFSM e foi viabilizada por meio de uma parceria com a Rio Grande Energia (RGE Sul) e a Companhia Piratininga de Força e Luz (CPFL Energia). Estiveram presentes no ato o reitor e o vice-reitor da UFSM, professores Paulo Afonso Burmann e Luciano Schuch; o presidente da RGE Sul, José Carlos Saciloto Tadiello; o gerente de eficiência energética da CPFL Energia, Felipe Henrique Zaia; o vice-prefeito de Santa Maria, Sérgio Cechin; o coordenador do projeto de Eficiência Energética da UFSM e diretor do Centro de Tecnologia, professor Tiago Marchesan; e o coordenador do projeto de Pesquisa e Desenvolvimento, professor Daniel Bernardon.  

Em funcionamento desde o mês de outubro, a Usina tem potência de 100 kW e deve gerar uma economia de cerca de R$ 140 mil por ano para a Universidade. Além desta ação, o projeto de Eficiência Energética também viabilizou a substituição de lâmpadas de alto consumo por lâmpadas de LED, em salas de aula e na Avenida Roraima, e a instalação de  uma Central de Monitoramento de Eficiência Energética, de onde os operadores podem acompanhar a geração de energia fotovoltaica e o funcionamento do sistema de iluminação. No total, a CPFL Energia e a RGE Sul investiram R$ 3,9 milhões de reais em projetos de eficiência energética e de pesquisa e desenvolvimento (P&D).

Para o gerente de eficiência energética da CPFL Energia, Felipe Henrique Zaia, a instalação da usina fotovoltaica representa um legado para a Universidade, contribuindo não somente para a economia de recursos, mas também para o desenvolvimento de novas tecnologias e a formação qualificada de recursos humanos. Já o presidente da RGE Sul, José Carlos Saciloto Tadiello, comemorou a parceria com a Universidade e reforçou o compromisso da empresa com a melhoria da prestação dos serviços e com investimentos na área da eficientização energética.

O coordenador do projeto de Eficiência Energética da UFSM, professor Tiago Marchesan, ressaltou a sinergia entre os pesquisadores, estudantes e empresas incubadas da Universidade com as concessionárias de energia. Para Marchesan, os investimentos na eficientização energética do campus representarão uma economia de recursos para a UFSM, mas também permitirão o desenvolvimento de novas pesquisas que reverterão em benefícios para a sociedade: “A UFSM é um laboratório vivo. Nós somos uma cidade de aproximadamente 35 mil habitantes. Os estudos e parcerias em projetos de pesquisa e desenvolvimento, certamente, irão prosperar mercados”, salientou o professor.

Em sua fala, o reitor da UFSM, Paulo Burmann, reforçou a  importância da pesquisa desenvolvida na Universidade e da busca por parcerias com novos atores: “Estamos dando, hoje, uma declaração inequívoca de que estamos no caminho certo”. Para Burmann, o projeto de eficiência energética desenvolvido no campus é um exemplo de transferência da ciência e da tecnologia desenvolvida na universidade para a sociedade. As ações de eficientização energética, de geração de energia fotovoltaica e de monitoramento e automação de redes de distribuição, segundo ele, “poderão servir como modelo para municípios, estados e o país inteiro”.

Texto: Assessoria de Comunicação do Gabinete do Reitor

Fotos: Mirian Quadros

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A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), a Rio Grande Energia (RGE Sul) e a Companhia Piratininga de Força e Luz (CPFL Energia) inaugurarão, na próxima terça-feira (6), a Usina de Microgeração Solar Fotovoltaica instalada no campus sede da Universidade, em Camobi. Estarão presentes no ato o reitor da UFSM, Paulo Afonso Burmann, e o presidente da RGE, José Carlos Saciloto Tadiello. A cerimônia de inauguração está marcada para as 10h, no prédio 9 E, próximo ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

Em funcionamento desde o início do mês de outubro, a Usina de Microgeração Solar Fotovoltaica instalada na UFSM tem potência de 100 kW, com capacidade para fornecer energia para os prédios próximos à sua localização. A expectativa é que a estrutura gere uma economia de cerca de R$ 140 mil por ano para a Universidade.

A usina é uma das ações do Projeto de Eficiência Energética da UFSM, desenvolvido pela RGE Sul, por meio do Programa de Eficiência Energética regulado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Além da usina, o projeto já viabilizou a substituição, por lâmpadas de LED, de 1,3 mil lâmpadas fluorescentes em salas de aula e espaços internos e 56 lâmpadas de vapor de sódio da Avenida Roraima. Também foi instalada uma Central de Monitoramento de Eficiência Energética, de onde os operadores podem acompanhar a geração de energia fotovoltaica e o funcionamento do sistema de iluminação da Avenida Roraima.

Uma próxima etapa do projeto está prevista para o início de 2019, quando serão instalados medidores de energia individualizados nas diferentes unidades acadêmicas e conectados à Central de Monitoramento, o que irá permitir uma otimização dos recursos.

Texto: Assessoria de Comunicação do Gabinete do Reitor

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2018/10/10/usina-de-geracao-de-energia-solar-comeca-a-funcionar-na-ufsm Wed, 10 Oct 2018 11:11:34 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=45008 Foto horizontal colorida dos painéis solares da usina Usina de geração de energia com painéis solares[/caption]

A usina de geração de energia com painéis solares (fotovoltaicos), instalada no campus sede da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), está em pleno funcionamento desde a última segunda-feira (8). Esta é a terceira ação prevista no projeto de eficiência energética da Universidade, que conta com o apoio da Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL) e da RGE Sul.

A usina, que tem potência de 100 kW, passa a integrar o sistema energético da UFSM, fornecendo energia para os prédios próximos à sua localização, ao fundos do Colégio Técnico Industrial de Santa Maria (CTISM). Desde o início de seu funcionamento, já foram gerados, em média, cerca de 600 kWh. Para a pró-reitora substituta de Infraestrutura, professora Isis Portolan dos Santos, o pico máximo de produção deverá ocorrer em dezembro, quando estivermos em pleno verão.

Para o coordenador do projeto de Eficiência Energética na UFSM e diretor do Centro de Tecnologia, Tiago Marchesan, “a construção da usina fotovoltaica é um grande marco para a Universidade, pois ela representa uma economia financeira estimada em torno de R$ 140 mil por ano, devido à produção própria de energia pela UFSM”. A inauguração oficial da usina deve acontecer no início do mês de novembro, com a presença do diretor presidente da RGE Sul.

Além da usina fotovoltaica, o projeto de eficiência energética contempla outras ações, como a substituição de lâmpadas de maior consumo por lâmpadas de LED - mais duráveis e eficientes. Em junho deste ano, 1,3 mil lâmpadas fluorescentes foram substituídas em salas de aula e espaços internos e 56 lâmpadas de vapor de sódio foram trocadas por luminárias de LED ao longo da Avenida Roraima. Ainda está prevista a instalação de 50 medidores de energia distribuídos pelo campus, desenvolvidos por uma das startup incubadas na Pulsar Incubadora UFSM.

Texto: Assessoria de Comunicação Gabinete do Reitor Fotos: Marcos Oliveira]]>