UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com Universidade Federal de Santa Maria Mon, 27 Apr 2026 20:44:56 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com 32 32 UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2026/04/22/exposicao-retratos-de-resiliencia-chega-ao-complexo-multicultural-e-segue-itinerancia-pela-ufsm Wed, 22 Apr 2026 18:58:29 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=72571

A exposição fotográfica “Retratos de Resiliência: UFSM na recuperação de seu acervo” foi instalada nesta quarta-feira (22) no hall do Complexo Multicultural da Antiga Reitoria, no centro de Santa Maria. A mostra permanece em exibição no local até o dia 30 de abril, dando continuidade ao seu circuito itinerante pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).

A atividade integra o projeto de desenvolvimento institucional “Exposição Retratos de Resiliência: UFSM na recuperação de seu acervo” e reúne registros que evidenciam o trabalho coletivo de recuperação de documentos afetados pelas enchentes.

Com imagens produzidas por servidoras e servidores da instituição, a exposição destaca os bastidores do processo de salvaguarda do acervo documental, valorizando o empenho técnico e humano envolvido na preservação da memória institucional.

Após a passagem pelo Complexo Multicultural, a mostra tem previsão de circulação pelos campi de Palmeira das Missões e Cachoeira do Sul, encerrando o calendário itinerante da iniciativa.

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“Nós precisamos mostrar, mostrar e mostrar. Essa é a nossa tarefa”, é o que pontuou a reitora da UFSM, Martha Adaime, durante a cerimônia de abertura da mostra itinerante “Arrancadas de Nós: Histórias que Precisam Ser Contadas”, na manhã de quinta-feira (5). A exposição, instalada no hall do prédio da Reitoria, apresenta banners que retratam vítimas de feminicídio no Rio Grande do Sul.

O evento contou com a presença da deputada estadual Stela Farias (PT), autora da proposta que deu origem à iniciativa. “Nós fomos procurados por uma mãe, que veio e disse ‘minha filha foi morta, foi arrancada de nós. Eu queria que vocês levassem a memória da minha filha junto com vocês’. Daí, pensamos na exposição itinerante”, comentou.

O intuito é dar visibilidade a histórias marcadas pela violência para que elas não sejam esquecidas e, sobretudo, para que não se repitam. Ao apresentar os rostos e as trajetórias das vítimas, a exposição busca sensibilizar o público e reforçar a necessidade de ampliar o debate sobre prevenção e enfrentamento ao feminicídio. 

A iniciativa ganha ainda mais relevância diante do cenário atual: somente em 2026, o Rio Grande do Sul já registra 20 mulheres assassinadas, o que evidencia a urgência de ações que combatam o feminicídio e promovam a proteção das mulheres. Por meio da exposição, dados e estatísticas são transformados em narrativas que ressaltam a dimensão humana da violência de gênero. 

[caption id="attachment_72138" align="alignleft" width="509"] Reitora destacou a importância de debater a causa feminina[/caption]

Primeira mulher a ocupar o cargo de reitora da UFSM,  a professora Martha Adaime destacou o papel da Universidade na promoção de debates acerca da causa feminina. Para ela, a Instituição deve se consolidar como um espaço permanente de reflexão e enfrentamento desse tipo de violência.

“A Universidade cada vez mais precisa abrir esse espaço. Não só no mês de março, mas sempre. Que os nossos docentes possam estar preparados para falar sobre violência de gênero sem medo”, afirmou.

A mostra vem sendo executada pela Força-Tarefa de Combate aos Feminicídios da Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, em parceria com o Senado Federal e a Câmara dos Deputados. Na UFSM, ela permanece aberta à visitação no hall da Reitoria até esta sexta (6).

Texto: Camille Moraes, acadêmica de Jornalismo, voluntária da Agência de Notícias
Fotos: Pedro Pereira, jornalista
Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/2026/03/05/exposicao-arrancadas-de-nos-e-aberta-no-hall-da-reitoria-da-ufsm-e-reforca-debate-sobre-violencia-contra-as-mulheres Thu, 05 Mar 2026 18:52:28 +0000 http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/?p=15075       A exposição itinerante permanente “Arrancadas de Nós – Histórias que precisam ser contadas” foi aberta na manhã desta quinta-feira, 5 de março, no Hall da Reitoria da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). A mostra integra a programação do Mês da Mulher, organizada pela Pró-Reitoria de Extensão (PRE) da Universidade e reúne imagens e histórias de dez mulheres vítimas de feminicídio no estado do Rio Grande do Sul, propondo à comunidade acadêmica e à sociedade uma reflexão sobre a violência de gênero e a necessidade de fortalecer ações de enfrentamento a esse tipo de crime.

      A iniciativa integra uma mobilização mais ampla de conscientização sobre a violência contra as mulheres e ocorre simultaneamente em outras três cidades do estado.

Exposição no hall da Reitoria

    Com caráter itinerante, a exposição percorre municípios do Rio Grande do Sul levando o debate para universidades, escolas e instituições públicas. Durante a abertura, representantes de diferentes instituições destacaram a importância de trazer o tema para o espaço universitário e ampliar o diálogo com a comunidade. 

      A exposição tem como objetivo dar visibilidade à realidade do feminicídio no Brasil e homenagear mulheres que perderam suas vidas em razão da violência de gênero. A iniciativa busca sensibilizar a sociedade sobre a gravidade desse tipo de crime, considerado uma das formas mais cruéis de violência contra as mulheres, além de promover reflexão sobre as consequências do feminicídio para as famílias e para a comunidade. As fotografias expostas foram selecionadas pela Coordenação da Força-Tarefa de Combate aos Feminicídios da Comissão de Segurança, Serviços Públicos e Modernização do Estado da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul. Cada imagem apresenta um breve relato sobre a mulher retratada, trazendo informações sobre sua trajetória de vida e sobre o crime do qual foi vítima. A mostra também pretende estimular o debate público sobre a prevenção da violência de gênero e fortalecer parcerias com instituições, organizações e movimentos sociais que atuam na defesa dos direitos das mulheres, contribuindo para ampliar a conscientização e mobilização social em torno do enfrentamento ao feminicídio.

    A cerimônia de abertura contou com a presença de diversas autoridades acadêmicas e representantes de instituições públicas e da sociedade civil. Estiveram presentes a reitora da Universidade, Martha Adaime, o vice-reitor, Thiago Marquesan, e a pró-reitora de extensão, Milena Freire, além da deputada estadual Stela Farias, responsável por levar a exposição a diferentes municípios do estado. Também participaram da abertura o juiz da Vara da Violência Doméstica, Rafael Aguinão, a representante do Comitê de Igualdade de Gênero da UFSM, Monalisa Siqueira, secretárias municipais, vereadoras, integrantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Santa Maria, pró-reitoras, docentes, servidoras técnico-administrativas e estudantes da Universidade.
Representante do Comitê de Igualdade de Gênero da UFSM, Monalisa Siqueira.

     A representante do Comitê de Igualdade de Gênero da UFSM, Monalisa Siqueira, ressaltou que o momento é de reflexão, mas também de mobilização diante do aumento dos casos de feminicídio no país. Segundo ela, a universidade tem papel fundamental na promoção de políticas e ações voltadas à igualdade de gênero. “Nosso objetivo é promover políticas de igualdade dentro da Universidade, acompanhar ações, acolher demandas e fortalecer uma cultura que enfrente as diferentes formas de violência contra as mulheres”, afirmou.

    A exposição também chama atenção para os números recentes da violência de gênero. De acordo com dados mencionados durante o evento, apenas nos primeiros meses deste ano, o Rio Grande do Sul já registra cerca de 20 casos de feminicídio, um aumento superior a 50% em relação ao mesmo período do ano anterior.

 

     O juiz da Vara da Violência Doméstica, Rafael Agnon, destacou que o combate à violência contra a mulher exige uma atuação conjunta entre diferentes áreas da sociedade. Para ele, embora as ações do sistema de justiça sejam importantes, elas não são suficientes por si só. “Temos trabalhado com medidas protetivas e prisões, mas o enfrentamento precisa ser multidimensional. Precisamos também de educação, comunicação e debate público para tirar esse problema da invisibilidade”, destacou.

Juiz da Vara da Violência Doméstica, Rafael Agnon
Deputada Estadual Stela Farias.

 

A deputada estadual Stela Farias, responsável pela articulação da exposição, explicou que a iniciativa surgiu a partir do pedido de familiares de uma vítima de feminicídio que desejavam manter viva a memória da filha. A partir desse relato, surgiu a proposta de criar uma mostra itinerante com histórias de mulheres assassinadas. Desde então, a exposição passou a percorrer diferentes cidades do estado. Atualmente, há diversos conjuntos de painéis em circulação, permitindo que a mostra aconteça simultaneamente em vários locais.

“A ideia é justamente provocar reflexão, dar visibilidade a essas histórias e mostrar que não estamos falando apenas de números, mas de vidas interrompidas, de sonhos e de famílias”, explicou a deputada.

Segundo ela, o projeto já passou por dezenas de municípios e deve continuar circulando pelo estado nos próximos meses, levando o debate sobre violência de gênero para escolas, universidades e espaços públicos.

 

A reitora da UFSM, Martha Adaime, destacou que a Universidade tem buscado desenvolver políticas institucionais voltadas à igualdade de gênero e ao enfrentamento das violências. “Essas são questões complexas e precisam ser enfrentadas de diversas formas. A universidade tem o papel de produzir conhecimento, promover educação e incentivar o debate para transformar essa realidade”, afirmou.

Reitora Martha Adaime.

A exposição permanece aberta à visitação no Hall da Reitoria da UFSM até amanhã, dia 06/03, e integra as atividades de conscientização e debate sobre a violência de gênero desenvolvidas na instituição ao longo do mês.

A programação do “8M na UFSM”, organizada pela Casa Verônica da UFSM em conjunto com a PRE, segue ao longo de todo o mês de março com diferentes atividades voltadas ao debate sobre direitos das mulheres, igualdade de gênero e enfrentamento às violências. 

A agenda inclui rodas de conversa, exposições, ações culturais e eventos acadêmicos promovidos por diferentes unidades e projetos da Universidade. A programação completa pode ser conferida no perfil do Instagram @extensaoufsm.

Folders informativos distribuídos na cerimônia.

Texto e fotos: Gabriele Mendes, bolsista de jornalismo da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).

Revisão: Catharina Viegas, revisora de textos da Subdivisão de Divulgação e Editoração (PRE/UFSM).

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Imagel colorida em formato quadrado com fundo alaranjado. O convite traz como ênfase o nome da exposição, o local e a data. Também estão presentes as marcas do realizados, o Lasca, e dos setores apoiadores,A inaguração da exposição "Escavando Histórias: a jornada da arqueologia através dos tempos" será no dia 9 de dezembro, às 10h, no Laboratório de Arqueologia, Sociedade e Cultura das Américas (Lasca). A mostra estará aberta ao público em geral a partir do dia 10 na sede do Laboratório, na Floriano Peixoto, 1184.

A nova exposição convido o visitante a conhecer as origens da arqueologia, os métodos científicos e as descobertas contemporâneas, e percorrer os caminhos dessa ciência que, muitas vezes associada a aventuras e tesouros é, em essência, uma ferramenta poderosa para compreender a humanidade em suas múltiplas facetas através dos tempo.

 
Mostra "Escavando Histórias: a jornada da arqueologia através dos tempos"
Dia 9: Inauguração às 10h
Dia 10: Abertura para o público geral
Local: Lasca (Rua Floriano Peixoto, 1184, ao lado da Antiga Reitoria)
 
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Unir o amor pela fotografia e a vontade de divulgar projetos desenvolvidos na UFSM foi uma das vontades que motivou a acadêmica do curso de Desenho Industrial da UFSM, Ana Alicia Flores, a desenvolver seu trabalho de Conclusão de Curso. Para encerrar seu período de graduação, a estudante organizou a exposição “Conexões Visíveis”, que está aberta para visitação até o dia 12 de julho no posto de saúde Wilson Paulo Noal, em Camobi.

Quem passa pelo local pode acompanhar e interagir com a exposição
Painéis destacam projetos e oportunidades

O objetivo do trabalho da acadêmica é dar visibilidade a projetos de extensão da UFSM e incentivar a participação de pessoas da comunidade que estão aptas a usufruir dos serviços. “Eu queria que meu trabalho chegasse até as pessoas, por isso a escolha por um lugar de grande circulação, com um grande público, e que muitas vezes desconhece todas as possibilidades que a Universidade oferece”, conta Ana. 

Ana Alicia escolheu seis projetos: “comecei a pesquisar, falei com os coordenadores dos projetos e percebi que o alcance de muitas ações ainda era restrito, poucas pessoas da comunidade externa conheciam”, conta. A estudante optou por selecionar projetos áreas diversas da UFSM: “quis mostrar que as oportunidades são diversas e que são muitas as ações de impacto social”, destaca.

Os projetos que compõem a exposição são:

  • DiVerso: o projeto oferta aulas de dança, teatro, oficinas de acessibilidade e outras ações voltadas para pessoas com deficiência, mas também abertas a todos os interessados.
  • Alternativa: o Pré-Universitário Popular Alternativa oferece aulas e atividades preparatórias para o Exame Nacional do Ensino Médio e o vestibular da UFSM. Podem se inscrever pessoas de qualquer idade que contemplem os requisitos socioeconômicos.
  • Pró-Saúde: o programa oferece exercícios adaptados, como pilates, hidroginástica, caminhada e musculação, para gestantes, pessoas com doenças reumáticas e dores crônicas.
  • Migraidh: o projeto oferece assessoria jurídica, apoio psicossocial, assistência no acesso a serviços públicos, auxílio no aprendizado da língua portuguesa, além de ações de integração e acolhimento para migrantes e refugiados.
  • Progredir - Incubadora Social: o projeto oferece cursos gratuitos de capacitação. São ofertados cursos sobre instalações elétricas, pintura predial, elaboração de massas e biscoitos, sondagem e paisagismo.
  • Era rede que me faltava: o programa promove oficinas e eventos, além de oferecer espaços de escuta e outros serviços para mulheres de diversos setores. São atendidas profissionais da iniciativa privada, servidoras públicas e empreendedoras.
[caption id="attachment_66210" align="alignright" width="362"] Ana Alicia e Ricardo Lencina montam o expositor[/caption]

A partir daí, a acadêmica passou a se envolver com as ações, fotografá-las e, assim, reunir o material que resultou na exposição. “Com as fotos já tiradas, decidi que iria expor, aí veio a etapa de criação do expositor - a estrutura onde as fotos ficam”, destaca Ana. A possibilidade da exposição no posto de saúde se deu através do diálogo com a Prefeitura Municipal.

Para quem utiliza o espaço, é a oportunidade de conhecer mais sobre a UFSM: “achei bem importante, a gente pode se distrair enquanto espera, e também saber mais sobre os projetos”, conta Gabrieli Pereira Ferreira, de 21 anos. Quem também passou pelo espaço foi a jornalista Caroline de Souza Silva, que nos conta: “a preocupação de que as pessoas tenham acesso a esse tipo de serviço é muito importante, isso faz com que os projetos se estendam para além do arco e este é um local mais do que adequado para isso”, relata.

Os visitantes ainda podem assinar uma lista de presença, em que indica se tem interesse em participar de alguns dos projetos. Ana Alicia conta que com os dados do interessado, a ideia é providenciar o contato quando a iniciativa estiver com vagas abertas. A exposição fica montada até a próxima sexta-feira, dia 12 de julho. 

Texto: Milene Eichelberger, estudante de jornalismo e estagiária da Agência de Notícias
Fotos: Ana Alícia Flores, estudante de desenho industrial
Edição: Mariana Henriques, jornalista

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Caracóis sagazes, críticos e prontos para tecer comentários sobre o cotidiano. Uma centena deles estão presentes na exposição Karakóis, que teve início nesta segunda-feira, dia 13, no Centro de Artes e Letras da UFSM. De autoria do cartunista e docente da UFSM Máucio Bonotto Rodrigues, as obras ficam expostas na sala Cláudio Carriconde, no hall do prédio 40. 

Os Karakóis nasceram em 2020, durante a pandemia. Máucio conta que a ideia surgiu para substituir o Massa Folhada, folhetim impresso que ele produzia e distribuía desde 2015. “Em março de 2020 eu distribuí a edição 20 do Massa Folhada, era uma distribuição pela cidade, em bibliotecas e escolas. Era uma logística física, que passou a ser perigosa com a pandemia. Daí surge a ideia de retomar os Karakóis, que eu já havia feito um ou outro, e ganhou repercussão”, relembra o cartunista. Máucio também destaca que as primeiras edições retratavam a vida reclusa na pandemia, era a incerteza do período transportada para o mundo dos karakóis coloridos: “os primeiros caracóis utilizavam máscara, passavam pelas situações da pandemia, tinha a louça na pia e o não reconhecer o outro na rua. Comecei a postar e tive um feedback bom, aí eu continuei”, relata. 

[caption id="attachment_64519" align="alignright" width="500"] Familiares, colegas e amigos de Máucio prestigiam a abertura da exposição[/caption]

Mas por que caracóis? Os personagens que ilustram as obras de Máucio não são mera coincidência: “lembra a infância! Todo mundo já viu um caracol no pátio da escola, já brincou com um, fazem parte da nossa vida”, conta. A criticidade dos personagens unidos a beleza dos desenhos impressionou quem visitava a exposição, como a acadêmica de Desenho Industrial Amanda Zink de Ley de Souza: “o Máucio consegue captar as pequenas nuances do cotidiano e colocar em palavras e desenhos, a gente consegue se identificar”, conta a estudante. Máucio é formado em Desenho Industrial e isso também é uma inspiração para Amanda: “dá um orgulho e esperança em pensar que futuramente a gente pode estar aqui também, com uma exposição”, destaca. 

Para o diretor do Centro de Artes e Letras, Gil Roberto Costa Negreiros, a exposição é uma parte importante das comemorações dos 60 anos do CAL: “é uma honra receber a exposição do Máucio, nosso professor e grande artista. Essa exposição deixa o CAL mais divertido, mais colorido e mais crítico”, destaca. O diretor também enfatiza a importância do espaço de exposição no Centro: “é ótimo ver essa sala sendo utilizada. Que no próximo ano tenhamos ela melhorada, para que mais professores e outros artistas possam expor aqui”, diz. Na fala de abertura da exposição, Máucio também ecoou a vontade de Gil, ao destacar a importante reabertura do espaço e a necessidade de valorização do local. 

[caption id="attachment_64520" align="alignleft" width="500"] Sandra e Máucio celebram a exposição[/caption]

Os visitantes também destacam a importância de espaços culturais na UFSM: “essa sala é muito interessante, poder conhecer outros artistas e trabalhos é uma experiência única na nossa formação”, conta Rogério Silva, acadêmico de Artes Visuais. A também aluna de Artes Visuais, Isma Lisot, esteve no evento e destacou: “é muito importante ter essas iniciativas, eu adoro visitar exposições então quanto mais tivermos, melhor é”, diz animada. 

Máucio dedicou a exposição para duas professoras e amigas, Ivone Richter e Sandra Knackfuss, além de citar com carinho a presença de seus alunos e colegas de departamento. “O CAL não é minha segunda casa, é minha segunda vida”, relatou o cartunista. “Na época que eu fui professora aqui, muitas exposições aconteceram nessa mesma sala. O Máucio foi meu aluno, conheço há muitos anos, e fico orgulhosa da criatividade dele, de ter feito parte da sua formação”, conta Sandra, uma das homenageadas. 

[caption id="attachment_64521" align="alignright" width="501"] Em seu primeiro dia, a exposição teve intensa participação de acadêmicos da Universidade[/caption]

A acadêmica Daniela Nunes Flores, de Desenho Industrial, foi uma das responsáveis por apoiar o projeto gráfico da exposição e a organização do evento: “para mim foi uma grande experiência, pude trabalhar com pessoas muito boas, com muito conhecimento. Tivemos várias reuniões, foi muito aprendizado compartilhado”, conta a estudante. 

A exposição permanece no CAL até o dia 30 de novembro e pode ser visitada nas segundas, das 14h30min às 18h30min, e de terça a sexta das 8:30 às 12:30, no período da manhã,  e das 14h30min às 18h30min na tarde. Máucio também publica as obras em seu perfil no Facebook.

 

 

 

Confira algumas fotos da abertura da Exposição:

Texto: Milene Eichelberger, estudante de jornalismo e voluntária da Agência de Notícias
Fotos: Ana Alicia Flores, estudante de desenho industrial e bolsista da Agência de Notícias
Edição: Mariana Henriques, jornalista

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O doutorando pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais (PPGArt) da UFSM Antonio Junior realiza, até 30 de agosto, a exposição individual "Memórias restituídas" no Museu da Imagem e do Som de Mato Grosso do Sul, localizado em Campo Grande.
 
A mostra é composta por 25 fotografias que fazem parte de uma investigação realizada entre 2013-2017 na UFSM, partindo de apropriações de fotografias de arquivos pessoais e familiares, conhecidos e desconhecidos. A exposição convida a entrar no universo pessoal e visual proposto pelas fotografias, no seu cotidiano e intimidade, atuando de modo dialogante e interativo com essas mesmas histórias, reconstruindo e construindo outras memórias. 
 
Segundo o doutorando, a identificação do público com objetos, ambientações e as poses estáticas os leva a uma aproximação do universo da memória fazendo referência a vivências pessoais, culturais e nostálgicas.
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Desde segunda-feira (12) até a próxima sexta-feira (16 ), na Sala Eduardo Trevisan, na Câmara de Vereadores de Santa Maria, é possível visitar a exposição sobre os 150 anos da Loja Maçônica Luz e Trabalho.

A abertura aconteceu na segunda-feira e teve a presença de professores do Departamento de Arquivologia do CCSH da UFSM Fernanda Pedrazzi, Jorge Cruz e Sonia Constante, juntamente com a estudante de Relações Públicas Isabela Andrade. O evento teve a presença do Venerável-Mestre da Loja Luz e Trabalho, Dante Lotufo, do Presidente da Sociedade Beneficente Paz e Trabalho, Jair Flores da Silva, e do Presidente da Câmara, Givago Ribeiro. Foi registrada também a presença de diversos membros da Loja e servidores da UFSM, como os professores Rudiney Pereira, representante da Pró-Reitoria de Extensão e Maria Medianeira Padoin, do Departamento de História.

A exposição é fruto do Edital do Distrito Criativo da Pró- Reitoria de Extensão. A visitação é gratuita.

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Percebendo a mudança de perfil des estudantes de História da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e os crescentes casos de LGBTfobia e transfobia nos espaços acadêmicos, o Diretório e o Coletivo trazem para o campus a exposição que celebra diversidade, propõe visibilidade e constrói espaços para reflexão e sensibilização sobre a pauta. 
 
A Visitrans é uma exposição itinerante, projeto da vereadora Marina Callegaro com apoio de Cilene Rossi, amiga de Verônica de Oliveira, a Mãe Loira; esta foi uma ativista trans de Santa Maria que acolhia a comunidade LGBTQIA+ de toda região sul, e que hoje traz impulso de luta para muites que vieram depois, como a própria Cilene. Verônica, covardemente morta em 2019, após ser madrinha da Parada da Diversidade de Santa Maria, é hoje o nosso grito por uma sociedade sem transfobia, em defesa da diversidade sexual, de gênero e das políticas públicas pautadas em uma perspectiva de classe para a comunidade LGBTQIA+.  
 
📍Convidamos à todes para prestigiar o evento que acontecerá nos dias 02, 03, 04 e 05 de maio no hall do 74C; no último dia (05), haverá uma roda de conversa aberta para a comunidade e a ser divulgada nos próximos dias.
 
 
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Percebendo a mudança de perfil des estudantes de História da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e os crescentes casos de LGBTfobia e transfobia nos espaços acadêmicos, o Diretório e o Coletivo trazem para o campus a exposição que celebra diversidade, propõe visibilidade e constrói espaços para reflexão e sensibilização sobre a pauta. 

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📍Convidamos à todes para prestigiar o evento que acontecerá nos dias 02, 03, 04 e 05 de maio no hall do 74C; no último dia (05), haverá uma roda de conversa aberta para a comunidade e a ser divulgada nos próximos dias.

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Percebendo a mudança de perfil des estudantes de História da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e os crescentes casos de LGBTfobia e transfobia nos espaços acadêmicos, o Diretório e o Coletivo trazem para o campus a exposição que celebra diversidade, propõe visibilidade e constrói espaços para reflexão e sensibilização sobre a pauta. 
 
A Visitrans é uma exposição itinerante, projeto da vereadora Marina Callegaro com apoio de Cilene Rossi, amiga de Verônica de Oliveira, a Mãe Loira; esta foi uma ativista trans de Santa Maria que acolhia a comunidade LGBTQIA+ de toda região sul, e que hoje traz impulso de luta para muites que vieram depois, como a própria Cilene. Verônica, covardemente morta em 2019, após ser madrinha da Parada da Diversidade de Santa Maria, é hoje o nosso grito por uma sociedade sem transfobia, em defesa da diversidade sexual, de gênero e das políticas públicas pautadas em uma perspectiva de classe para a comunidade LGBTQIA+.  
 
📍Convidamos à todes para prestigiar o evento que acontecerá nos dias 02, 03, 04 e 05 de maio no hall do 74C; no último dia (05), haverá uma roda de conversa aberta para a comunidade e a ser divulgada nos próximos dias.
 
 
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Percebendo a mudança de perfil des estudantes de História da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e os crescentes casos de LGBTfobia e transfobia nos espaços acadêmicos, o Diretório e o Coletivo trazem para o campus a exposição que celebra diversidade, propõe visibilidade e constrói espaços para reflexão e sensibilização sobre a pauta. 

A Visitrans é uma exposição itinerante, projeto da vereadora Marina Callegaro com apoio de Cilene Rossi, amiga de Verônica de Oliveira, a Mãe Loira; esta foi uma ativista trans de Santa Maria que acolhia a comunidade LGBTQIA+ de toda região sul, e que hoje traz impulso de luta para muites que vieram depois, como a própria Cilene. Verônica, covardemente morta em 2019, após ser madrinha da Parada da Diversidade de Santa Maria, é hoje o nosso grito por uma sociedade sem transfobia, em defesa da diversidade sexual, de gênero e das políticas públicas pautadas em uma perspectiva de classe para a comunidade LGBTQIA+.  

📍Convidamos à todes para prestigiar o evento que acontecerá nos dias 02, 03, 04 e 05 de maio no hall do 74C; no último dia (05), haverá uma roda de conversa aberta para a comunidade e a ser divulgada nos próximos dias.

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A exposição “Caminhar, Habitar, Transitar“, de Valquiria Navarro, apresenta os resultados de sua pesquisa de Mestrado em Artes Visuais (PPGART/UFSM), orientada pela Drª Reinilda Bergenmayer Minuzzi. Objetiva-se com esta exposição apresentar ao público o resultado da pesquisa realizada ao longo do mestrado, a fim de alcançar um público o qual não foi possível durante o ano de 2021.

O trabalho reflete acerca das relações com os locais de vivência da artista, com foco nas práticas de caminhar, habitar e transitar diante das restrições impostas pela Pandemia. Tais práticas resultaram na produção de três vídeos, que abordam o deslocamento a pé por áreas urbanas, as percepções adquiridas pelo isolamento social e a abordagem subjetiva de distintos trânsitos.

A presença das esculturas, que integram os vídeos na sala de exposições, procura permitir uma aproximação do público com alguns dos elementos presentes no trabalho, assim como evidenciar sua importância para o processo criativo.

A abertura da exposição ocorre no dia 19 de julho as 17 horas, na Sala de Exposições Claudio Carriconde, no Centro de Artes e Letras da Universidade Federal de Santa Maria (CAL/UFSM). A mostra segue aberta à visitação até 29 de julho de segunda à sexta-feira, das 8 às 12h e das 13h30 às 17h30.


Texto: dvulgação.

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Texto: Divulgação

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Link de acesso para a exposição: http://www.artsteps.com/embed/623cd15523e98e95525158c2/560/315

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Na última quarta-feira (23) foi encerrada, em Bagé, a Exposição do Prêmio Cultural Pindorama, por determinação do poder público do município. O prêmio é resultado da articulação da Unipampa, Universidade Federal de Pelotas e UFSM e a exposição ocorreria até o dia 31 de março.

Segue a nota:

A Pró-Reitoria de Extensão (PRE) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) manifesta repúdio e preocupação com a censura imposta à exposição do Prêmio Cultural Pindorama. A mostra trazia ao público obras com a temática “Sobre-Vivências”, abordando reflexões sobre o período da pandemia da covid-19 e as modificações impostas no convívio social.

O Prêmio Cultural Pindorama é uma articulação da UFSM, da Universidade Federal do Pampa (Unipampa) e da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), objetivando incentivar a reflexão artística acerca da realidade, valorizar a produção cultural e estimular o surgimento de novos artistas.

Reiteramos que a Arte é um direito fundamental das sociedades democráticas, apoiando e sustentando a liberdade de expressão e a manifestação cultural dos cidadãos. Como Dante Alighieri canta em A Divina Comédia”, é na Arte que o homem coloca a sua esperança e que busca a verdade que não conhece, mas que sabe existir.

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Na década de 1960, o quero-quero, conhecido como o “sentinela dos pampas”, foi escolhido como mascote oficial da então Universidade de Santa Maria (USM). De acordo com o livro UFSM - Memórias, de Luiz Gonzaga Isaía, a ave foi escolhida pelo reitor José Mariano da Rocha Filho para representar a interiorização do ensino, por fazer parte da identidade gaúcha e pelo zelo com o que defende o seu ninho. O responsável por dar forma a todo esse simbolismo foi Joel Saldanha, o primeiro desenhista da Universidade, que construiu uma carreira de 34 anos dentro da instituição.

Desenho em preto e branco de um quero-quero com expressão facial alegre. Ele está em pé, com uma cuia de chimarrão em uma mão e a chaleira preta em outra. Veste uma camisa preta com o nome "USM", em caixa alta e branco; usa um lenço atado no pescoço e esporas nos pés. O fundo é branco.

Sua história na Universidade começou no dia 27 de agosto de 1957, quando foi contratado para fazer os desenhos de cirurgias para as aulas de José Mariano da Rocha na Faculdade de Medicina. No ano de 1961, Saldanha foi eleito presidente do Centro de Funcionários das Faculdades de Farmácia e Medicina de Santa Maria.

Ilustração horizontal e colorida de um homem de pele branca e grisalho. Ele está no centro da imagem, em plano médio; é magro, tem pele branca, olhos escuros, sobrancelhas e cabelos grisalhos; veste camisa social de manga curta na cor verde clara; usa um relógio de pulso cinza; segura uma câmera preta na mão. O fundo é azul.

No ano de 1963, a pedido do professor Artur Primavesi, iniciou os trabalhos de um desenho animado intitulado “Vida do Solo”, filmado em 16mm e cores. Esse projeto durou até 1968. Saldanha desenhou também as Medalhas do Mérito Universitário e a bandeira com brasão para a Universidade. Ao longo de sua carreira na instituição, trabalhou com desenho, produções audiovisuais, cartazes, projetos de móveis, álbuns seriados e ilustrações cirúrgicas, até se aposentar em janeiro de 1991.

Sua maior paixão, o audiovisual

A obra de Joel Saldanha foi um dos temas da 48ª Feira do Livro de Santa Maria, por meio da exposição interativa “Nos Animados Tempos de Joel Saldanha”, realizada pela TV OVO na Sala de Exposições da Universidade Franciscana (UFN), do dia 8 ao dia 29 de outubro de 2021.

Fotografia horizontal e colorida de um homem que assiste uma exposição. Ele tem pele branca, cabelos curtos e barba pretos; veste moletom bordô; usa máscara cirúrgica azul e óculos. Está de perfil. em frente a um quadro. No quadro, desenhos de Joel Saldanha, fotos dele, com destaque para o quero-quero, em frente ao homem. O fundo do quadro é branco.

Denise Copetti, assistente de produção da TV OVO, conta que recebeu o acervo no início de 2020, doado pelas filhas de Saldanha. Mas, por conta da pandemia, os trabalhos na TV foram interrompidos e não foi possível analisar o material com profundidade. A abertura de um edital da Lei Aldir Blanc, no entanto, trouxe a possibilidade de iniciar o projeto de catalogação e exposição do acervo. O projeto foi aprovado e, a partir disso, foi encaminhado recurso para organizar o acervo e fazer uma exposição com vídeos sobre ele.

Assim, com o auxílio da Fundação Eny, a TV OVO iniciou, em julho de 2021, o processo de catalogação e organização do acervo que, entre materiais de desenhos, películas, filmes e objetos de cenários, soma mais de 300 itens. A exposição foi concebida no formato virtual, mas, com o arrefecimento da pandemia, surgiu a oportunidade de levar parte do acervo até o público.

Fotografia horizontal e colorida de uma projeção de slides com recorte de página do jornal "O Diário". Ao fundo, duas mulheres conversam em frente a uma parede branca.

Além dos desenhos e obras cinematográficas, a exposição também continha trechos de entrevistas e até mesmo uma espécie de documentário intitulado “O desenho animado e sua técnica”, no qual Saldanha mostrava como era o processo de criação por trás de suas animações. Esse material deu um formato interativo para o projeto: “Foi bacana porque a gente pôde colocar ele falando sobre o trabalho dele, como ele fazia, como ele produzia”, destaca Denise. O material exposto foi dividido em etapas, como um passo a passo de produção de uma realização audiovisual, que começava com os desenhos e terminava com um filme completo disponível para o público assistir.

Fotografia horizontal e colorida de um boneco em miniatura, deitado sobre uma maca. O boneco tem pele branca, cabelos, bigode e olhos escuros, expressão facial angustiada; usa óculos com armação redonda; veste camisa listrada cinza e branca, calça azul, cinto e sapatos pretos. Está sobre uma maca marrom, com aparelho preso à cabeça. A foto é tirada de cima para baixo. Ao lado esquerdo do boneco, uma luminária cinza em miniatura. O fundo é a mesa branca e pedaço de piso marrom.

Quem auxiliou na curadoria foi a jornalista Marilice Daronco. Enquanto realizava sua monografia de especialização em Cinema, finalizada em 2012, ela fez algumas entrevistas com Joel Saldanha, que posteriormente integraram o livro O Nosso Cinema Era Super (que conta a história do circuito de cinema Super-8 em Santa Maria). Parte dessas entrevistas também integraram a exposição da TV OVO.

Marilice conta que, na época das entrevistas, as obras de Saldanha eram desconhecidas, então cada encontro com ele era uma nova etapa de descoberta - mesmo de elementos básicos, como quais eram as produções, o formato e o tempo levado para finalizar cada uma delas. Ela recorda que, à medida que ele falava de suas obras, as trazia e as mostrava, o que tornou o processo muito enriquecedor para ela enquanto pesquisadora.

Sobre as obras, a jornalista destaca a qualidade dos trabalhos e o perfeccionismo de Joel Saldanha, mesmo em uma época como a década de 1970, onde era muito difícil fazer audiovisual, por conta da escassez e do preço dos equipamentos. Além disso, suas animações eram feitas no formato quadro-a-quadro, no qual, em vez de os personagens se movimentarem pelos palcos, é o palco que muda a cada cena. Essa técnica complexa e que requer muita dedicação era feita nas suas horas vagas, pois, como Marilice frisa, essa era a sua paixão.

Para ela, a contribuição de Saldanha não se restringe apenas ao audiovisual de Santa Maria, mas também para o cenário estadual e nacional. “Ele foi um grande desenhista e uma pessoa muito apaixonada pelo cinema. Esses realizadores pioneiros faziam isso por amor pelo cinema, pelo desejo de se aperfeiçoar. É muito legal ver que o audiovisual cresceu em torno disso”, afirma.

Durante as entrevistas, Marilice pôde conhecer o autor e o carinho que ele tinha por suas produções: “Durante a vida, ele não teve o trabalho reconhecido dessa forma, em uma exposição com todos os seus materiais. Ver aquelas coisas reunidas teria sido muito importante para ele - e é muito importante para nós podermos conhecer e valorizar o trabalho de personagens como ele, pioneiros do cinema”, ressalta.

Fotografia horizontal e colorida de uma mulher de pele branca que segura um quadro na mão. Ela está de perfil, tem pele branca, cabelos castanhos, ondulados e na altura do ombro; usa máscara cirúrgica branca e veste blusa preta. Nas mãos, o quadro é colorido. Ao fundo, uma parede branca e quadro em tons de azul.

Reencontro e redescoberta

A exposição foi especialmente marcante para Aline Saldanha, filha mais nova de Joel Saldanha. Ela reconhece que, por mais que tenha acompanhado e guardado o acervo durante  anos, o evento foi uma redescoberta, pois teve a oportunidade de ver a grandiosidade de todas as obras reunidas. “Ele era plural, gostava de muitas coisas e a mente dele estava sempre pensando em algo novo. Meu pai adorava contrariar a ideia de que algo era impossível de ser feito e não desistia de uma ideia por mais difícil que fosse colocá-la em prática”, conta a caçula.

Fotografia horizontal e colorida de três bonecos em miniatura sentados ao redor de uma mesa. Dois vestem roupas militares e capacete em tom bordô. O terceiro usa terno preto. A mesa é marrom. Um dos militares apontao dedo para o homem de terno. Ao fundo, detalhes da mesa branca.

A filha recorda que a relação de Saldanha com o audiovisual era tão intrínseca que já fazia parte do jeito dele de ser e de ver o mundo: “Fomos criadas vendo o pai filmar, inventar, criar, fotografar, produzir”. Por meio da criação de bonecos, prédios, cenários, letreiros e até alguns equipamentos, o cineasta sempre criava uma nova forma de dar vida às suas ideias.

Aline destaca o grande orgulho pelo legado de seu pai e acredita que, se ele pudesse ter visto a exposição, teria a sensação de ‘missão cumprida’ por perceber que a sua paixão fez sentido para outras pessoas. “Foi o trabalho de uma vida toda, a paixão, a criatividade, o tempo e a energia dele estavam ali. A exposição foi não só uma forma de homenagear e reconhecer isso, mas de fazer as pessoas terem contato com a sua genialidade. Ele ficaria muito feliz se visse que sua obra pode inspirar, instigar e, quem sabe, transformar pessoas”, finaliza.

Após o fim da exposição, o acervo voltou para a sede da TV OVO, onde está guardado. No futuro, a TV planeja criar peças audiovisuais sobre as obras. Até o momento, não há previsão de uma nova exposição.

A trajetória de um artista

Filho de Tácito Maciel Saldanha e Libania Coimbra Saldanha, Joel nasceu no dia 18 de fevereiro de 1936, na cidade de Quaraí – RS, porém foi registrado em Alegrete, para onde a família se mudou 15 dias após seu nascimento. Foi criado com cinco irmãos. Moraram em diversas cidades, em função das transferências do seu pai, militar.

No ano de 1945, quando a família residia em Rosário do Sul, o pequeno Joel conheceu o jornal Glôbo Juvenil, que o introduziu às histórias de quadrinhos com aventuras do Super-Homem, Capitão América, Tocha Humana, Popeye e outros. Apaixonado por esse universo, passou a consumir todos os tipos de revistas de quadrinhos. Junto de seus amigos, criava suas próprias fantasias de heróis para as brincadeiras.

Em 1947, Joel construiu seu primeiro rádio de galena - um dos primeiros modelos de rádio, alimentado pelo mineral galena e que não precisava de fonte de energia para funcionar. A partir daí, foi construindo mais modelos e os aperfeiçoou para sintonizar várias emissoras. Ele também tinha, junto com o irmão José Maria, uma fábrica de brinquedos feitos de madeira compensada e pintados com esmalte anilina para serem vendidos às outras crianças da rua.

Nessa época, conheceu um homem chamado Gersy, que desenhava e vendia HQ’s para editoras do Rio de Janeiro e São Paulo. Foi ele quem ensinou Joel a desenhar com tinta nanquim. Na ânsia de dominar a técnica, ele passou a criar as próprias HQ’s e sentiu que ali estava o seu futuro.

Outra influência foi seu pai: Tácito Saldanha. Apaixonado por fotografia, complementava a renda do exército com fotografias 3x4 para a carteira militar de novos recrutas. Ele possuía uma câmera com tripé e construiu sua própria câmara escura onde revelava seus filmes. Com ele, Joel Saldanha aprendeu os segredos da fotografia.

Em 1948, com a ajuda de um amigo, construiu seu primeiro projetor de slides para filmes de 35 mm a partir de restos e pontas de filmes que conseguiam com o operador de projeção de cinema. Em 1950, fabricou seu primeiro projetor de cinematográfico 16mm e com ele reunia a gurizada da rua para realizar sessões de cinema. Logo em seguida, fabricou uma filmadora 16mm. A partir daí, o cinema entrou em seu sangue e ele nunca mais descansou, segundo suas próprias palavras.

Em julho de 1952, a família foi transferida para Quaraí. Lá, Saldanha começou a trabalhar com desenho, pintando letreiros para a prefeitura. Em 1954, mudou-se para Santa Maria e, no ano seguinte, entrou para o exército. Nas horas de folga, fez curso de fotografia no Instituto Técnico Cultural de São Paulo. Comprou sua primeira câmera 35mm, marca Baldinette e com objetiva Schneider 1.8 e, assim como seu pai, fazia fotos no quartel para ganhar um dinheiro extra.

Depois de sair do quartel, foi trabalhar como arte finalista na agência de publicidade Provenda, onde fazia acabamentos em nanquim. Posteriormente, ele assumiu o departamento de criação da agência.Trabalhava também como desenhista freelancer para o Jornal A Razão, fazia propagandas e logotipos para empresas da cidade, criou os logotipos da Joalheria Troian, União dos Caixeiros Viajantes, Sociedade Socepe, entre outros. Em junho de 1960, começou o curso de desenho artístico e comercial no Instituto Universal Brasileiro (IUB). No mês seguinte, construiu um telescópio tipo Newton (refletor) de 120 aumentos (amplia a imagem em até 120 vezes).

Em 1971, começou o Curso de Rádio, Eletrônica e Televisão por correspondência na Hemphill Schools da Califórnia, Estados Unidos, com duração de sete meses. Em 1973, fez Curso de Audiovisuais no Centro de Ensino Técnico do Estado da Guanabara (CETEG). Em 1977, começou a se aventurar no campo do desenho animado. Construiu sua mesa de filmagem, fez o desenho de centenas de fotogramas para filmar quadro a quadro. Fez um desenho animado em cores, um curta metragem que contava a história de três gatos: “Os Miautralhas”. Produziu também um filme em cores, “O desenho animado e sua técnica”, que utilizava nas palestras que fazia no Curso de Comunicação e no Curso de Belas Artes da UFSM. 

Na área da animação, fez também experiências com efeitos especiais de câmeras, espelhos, prismas, maquetes, explosões, fundos invisíveis, sobreposições, invisibilidade, objetos voadores e backgrounds.

Em 1983, começou a projetar a sua oficina caseira. No ano seguinte, começou a construção com uma máquina multiuso onde podia cortar metais, plásticos e cerâmicas. Em 1985 e 1986, construiu uma bancada e furadeira de baixa rotação. A partir de 1987, deixou de lado a mecânica, para se dedicar à pintura.

Em 14 de julho de 1998, começou a construir um projetor de cinema 16mm com peças fabricadas por ele. Também montou um telescópio refletor (de Newton) com 400 aumentos. Em 2 de junho de 2005, começou a criar maquetes e bonecos para uma experiência de animação em vídeo. Fez inúmeras maquetes, cenários e bonecos para o projeto, mas não chegou a filmar. 

Criou projetos, histórias, desenhos e filmes até 2017, quando, em decorrência de um problema circulatório e posterior cirurgia, ficou impossibilitado de exercer sua autonomia e dar continuidade às suas invencionices. Joel faleceu em 12 de janeiro de 2018, deixando como maior legado a sua brilhante trajetória.

Família

Em junho de 1976, nasceu sua primeira filha, Mônica. Miriam, sua segunda filha, nasceu em outubro de 1977. Ambas são fruto de sua relação com Ivandira Dotto, com quem se casou em 1963 e se divorciou em 1980. 

Em 1981, casou-se com Neia Berneira. Dessa união nasceu, em março de 1982, sua filha Sílvia e, em maio de 1983, sua caçula, Aline. Se separou de Neia em 1992. 

Em 2000, nasceu sua primeira neta, Brenda, filha de Miriam. Nasceram também Marianna, em 2007, e Antonella, em 2014, filhas de Mônica; e Rafael, em 2012, filho de Silvia. Em 2016, nasceu sua bisneta Mikaela, filha de Brenda.

Expediente:

Reportagem: Bernardo Salcedo, acadêmico de Jornalismo e voluntário; Design Gráfico: Luiz Figueiró, acadêmico de Desenho Industrial e bolsista; Mídia Social: Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Alice Santos, acadêmica de Jornalismo e voluntária; Rebeca Kroll, acadêmica de Jornalismo e voluntária; Martina Pozzebon, acadêmica de Jornalismo e estagiária; Edição de Produção: Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Edição Geral: Luciane Treulieb e Maurício Dias, jornalistas.]]>
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As obras e as narrativas presentes nesta exposição — criadas em diferentes linguagens e por artistas com diferentes graus acadêmicos — demonstram como a Instituição potencializa, problematiza e desafia, em diferentes aspectos, as experiências, as vivências e as subjetividades dos seus acadêmicos. Além das obras, os visitantes da exposição poderão conhecer um pouco mais dos artistas e de como a UFSM atuou na visão de mundo deles/delas, no campo social, político e cultural, refletindo esse olhar nas produções artísticas dessas pessoas.

A elaboração do Projeto e a Curadoria da Exposição têm assinatura dos estudantes Barbara Almeida, Eduarda Teixeira Streck, Flávia Queiroz e Rafael Lesses da Silva. A exposição A universidade em nós integra a Galeria Virtual do CC, que recebeu sua primeira exposição em junho de 2020, com 60 obras de artistas visuais de Santa Maria (RS).

Para acessar as obras em exposição, basta entrar no site 55bet-pro.com/cc e selecionar o menu Galeria Virtual.

Para acessar a Sala Comemorativa dos 60 anos, é só clicar neste link.

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Redação: Wellington Felipe Hack/ PRE UFSM

Revisão: Erica Medeiros /PRE UFSM

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As obras e as narrativas presentes nesta exposição — criadas em diferentes linguagens e por artistas com diferentes graus acadêmicos — demonstram como a Instituição potencializa, problematiza e desafia, em diferentes aspectos, as experiências, as vivências e as subjetividades dos seus acadêmicos. Além das obras, os visitantes da exposição poderão conhecer um pouco mais dos artistas e de como a UFSM atuou na visão de mundo deles/delas, no campo social, político e cultural, refletindo esse olhar nas produções artísticas dessas pessoas.

A elaboração do Projeto e a Curadoria da Exposição têm assinatura dos estudantes Barbara Almeida, Eduarda Teixeira Streck, Flávia Queiroz e Rafael Lesses da Silva. A exposição A universidade em nós integra a Galeria Virtual do CC, que recebeu sua primeira exposição em junho de 2020, com 60 obras de artistas visuais de Santa Maria (RS).

Para acessar as obras em exposição, basta entrar no site 55bet-pro.com/cc e selecionar o menu Galeria Virtual.

Para acessar a Sala Comemorativa dos 60 anos, é só clicar neste link.

Redação: Wellington Felipe Hack/ PRE UFSM

Revisão: Erica Medeiros /PRE UFSM

Agenda 2030 na UFSM

A ação de Extensão apresentada neste texto atende aos seguintes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Acesse as imagens para saber mais sobre cada um deles.

ODS 4
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A Biblioteca Central da UFSM recebe até 13 de dezembro a exposição "Processos experimentais em pintura", que apresenta trabalhos de acadêmicos do Centro de Artes e Letras (CAL), sob curadoria da professora Talita Esquivel.

A exposição pode ser vista no térreo e no segundo piso da BC.

Os alunos que têm trabalhos expostos podem ser conferidos na imagem ao lado.   

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Na última terça-feira (09), os alunos de Engenharia Sanitária e Ambiental da disciplina HDS 1029 - Tratamento e disposição final de resíduos sólidos, ministrada pela Professora Ana Beatris Souza, fizeram uma exposição dos trabalhos do semestre no hall do Centro de Tecnologia. O projeto foi desenvolvido junto ao Experimentar, e tinha o objetivo de fazer com que os alunos se envolvessem fora de sala de aula em atividades mais ativas acerca dos conteúdos tratados ao longo do semestre.

A disciplina visa fornecer conhecimento para a elaboração de projetos para o tratamento e/ou a disposição final dos resíduos sólidos considerando a viabilidade técnica, ambiental e econômica.  E o projeto de ensino "Mão na Massa" realizado pela professora foi dividido em três etapas: 

  1. Você conhece o seu resíduo? Criação de um sistema de compostagem alternativo com materiais recicláveis. 
  2. O tratamento dos resíduos: Etapa para trabalhar com outros tipos de tratamentos de resíduos. Formulação de revista sobre os diferentes tipos de tratamento, portfólios "Veja na Prova" e "Sem Exame".
  3.  Para onde vai o seu resíduo? Elaboração de um dimensionamento de uma usina de triagem e compostagem. E dimensionamento de aterro sanitário.

Além de ser importante para os acadêmicos, a atividade realizada também é relevante para a sociedade em geral, pois é uma maneira de disseminar maneiras práticas de destino correto para materiais recicláveis e resíduos orgânicos que podem ser utilizados para fazer a compostagem. 

Confira as fotos da atividade: 

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A Coordenadoria de Saúde e Qualidade de Vida do Servidor promove nesta semana uma série de eventos voltados aos servidores técnico-administrativos em educação.

De 7 a 9 de maio acontece a Exposição "A Arte além do Ofício - exposição para o Dia das Mães", no hall da Reitoria. Trata-se de uma mostra de peças artesanais que foram confeccionadas por servidoras da UFSM. As peças artesanais ficarão expostas sempre das 8h às 17h.

Já na sexta-feira (9) ocorre o 8º Seminário de Preparação para aposentadoria, no salão Imembuí (2º andar da Reitoria), das 9h às 12h e das 13h30min às 17h.

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Exposição acontece no Centro de Convenções nos dias 25 e 26/04 e na Reitoria a partir de segunda (29)

Nesta quinta-feira (25) acontece a abertura da exposição Orquestrando na UFSM, juntamente com a abertura da Temporada de Concertos da Orquestra Sinfônica da UFSM. A exposição apresenta uma amostra da memória fotográfica dos concertos da Orquestra, de 1970 à 2018.

A mostra é composta por 14 banners com 56 fotografias de concertos da Sinfônica que integram o Arquivo Fotográfico da UFSM, custodiado pelo Departamento de Arquivo Geral e o Arquivo Fotográfico da Orquestra Sinfônica de Santa Maria.

A exposição acontece nesta quinta e sexta-feira (26), no Centro de Convenções da UFSM e de 29 de abril a 3 de maio no Hall da Reitoria.

Produção:

Cristina Strohschoen dos Santos – Arquivista do Departamento de Arquivo Geral da UFSM, Mestre em Patrimônio Cultural e Coordenadora do Projeto Orquestrando Arquivos Musicais na UFSM: História e Memória da Orquestra Sinfônica de Santa Maria

Hélvio Spode – acadêmico do Curso de Arquivologia e bolsista do Projeto Orquestrando Arquivos Musicais na UFSM

Alexandre Rodrigues - acadêmico do Curso de Desenho Industrial, arte e diagramação, voluntário.

Texto: Assessoria da Orquestra Sinfônica de Santa Maria
Fotografia: Acervo da Orquestra

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