UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com Universidade Federal de Santa Maria Thu, 05 Mar 2026 20:01:25 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com 32 32 UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/07/18/formula-ufsm-apresenta-o-prototipo-que-celebra-os-15-anos-da-equipe-automobilistica Fri, 18 Jul 2025 21:58:33 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=69871 Em 2025, a Fórmula UFSM retorna às suas cores originais: vermelho e preto[/caption] Em comemoração ao legado de 15 anos da equipe Fórmula UFSM, foi realizada a apresentação do protótipo FU-2025 na noite da quinta-feira (18), no auditório Wilson Aita, anexo C do Centro de Tecnologia (CT). No evento, a estética do carro foi revelada, bem como o nome do protótipo: Ares. O projeto Fórmula UFSM é uma equipe de competição universitária dedicada ao desenvolvimento de veículos de corrida. Fundado em 2010, o programa incentiva os estudantes a projetar, construir, testar e competir com seus próprios carros. O protótipo FU-25, o Ares, representará a UFSM na competição Fórmula SAE Brasil, que neste ano acontece de 30 de julho a 3 de agosto, no Esporte Clube Piracicabano de Automobilismo (ECPA), em Piracicaba (SP). A competição tem como objetivo oferecer aos estudantes de engenharia a oportunidade de aplicar, na prática, os conhecimentos adquiridos em sala de aula, por meio do desenvolvimento completo de um projeto, exatamente como o Fórmula UFSM desempenha. Em 2024, a equipe de Santa Maria conquistou o 4° lugar geral na competição nacional. Atualmente, a Fórmula UFSM conta com cerca de 32 integrantes, dos cursos de Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Engenharia de Produção, Fabricação Mecânica, Jornalismo e Química. O fundador e coordenador do Fórmula UFSM é o professor Mario Martins, e os professores coorientadores são Fernando Bayer, Roberto Hausen e Ronaldo Glufke. Nome e identidade – Todo ano é feito um processo de naming para decidir como será intitulado o novo protótipo, no qual participam todos os chefes dos subsistemas, junto da diretoria e dos professores. A partir do afunilamento de mais de cem nomes, chegaram a “Ares”, nome do deus grego da guerra. Coorientador da equipe e professor de Desenho Industrial, Ronaldo Glufke explica como funciona a identidade visual do protótipo. “O carro tem uma cara nova todo ano. Então, tem um nome novo e, a partir de alguns conceitos atribuídos a este nome, se define toda a questão característica visual dentro dos limites formais que o carro assume. Toda essa parte de grafismos, da cor, é muito em função da atribuição simbólica que o nome define.” [caption id="attachment_69874" align="alignleft" width="560"] O nome Ares (deus grego da guerra) e a identidade visual do carro remetem à ideia de agressividade[/caption] Uma diferença notória do FU-2025 para os últimos carros foi o retorno da cor vermelha ao protótipo. “Esse ano a equipe voltou a usar as cores vermelho e preto, que são as cores originais do Fórmula UFSM. Os últimos dois carros eram preto e dourado, porque era uma homenagem ao Ayrton Senna. Como são 15 anos, voltamos à identidade original da equipe”, conta Gabriele Mendes. Estudante de Jornalismo e coordenadora de comunicação da equipe, ela foi a responsável pela apresentação do protótipo durante a cerimônia. Diferenciais – Durante o evento, o diretor técnico e o capitão do Fórmula UFSM, Gabriel Mainardi e Luiz Coelho, respectivamente, explicaram as mudanças e melhorias do protótipo de 2025. De acordo com eles, o objetivo geral da temporada é que o FU-2025 seja o melhor em todas as provas dinâmicas. Ou seja, a ideia é que a cada ano o veículo se torne mais rápido, mais forte e mais leve. Eles também destacam algumas das inovações do Ares em comparação com os protótipos anteriores: hoops com geometria inclinada; sistema de combustível com regulador interno e linha de alimentação rígida; mangas de eixo e cubos de roda usinados em alumínio; eletroventilador com motor brushless; geometria de suspensão redesenhada e módulo de distribuição de potência. Entretanto, o grande diferencial do carro da Fórmula UFSM em 2025 foi na parte da validação, que é quando a manufatura do carro está pronta e se aplica o protótipo em testes efetivos. Foram mais de cem dias de validação, marca que há quatro anos não conseguiam replicar. Luiz Coelho comenta a relevância do feito. “É extremamente importante, porque realmente diz se o seu carro é confiável ou não. E quanto mais você consegue validar ele, atrelado a isso vem o refino, melhor setup de suspensão, melhor calibração de motor e melhor refinamento geral do carro”. [caption id="attachment_69875" align="alignright" width="607"] Professores e alunos integrantes do projeto posam junto ao carro[/caption] Para 2025, a Fórmula UFSM selou uma parceria com a Base Aérea de Santa Maria (Basm) para realizar as testagens de aceleração e skid pad (prova que avalia a aceleração lateral do protótipo). Lá foi possível definir o setup das provas e aprimorar pilotos. “As acelerações demandam um espaço muito amplo, limpo e seguro para fazer, devido realmente à didática da prova. A aceleração é uma prova em que o carro alcança a maior velocidade possível, e o skid pad é uma prova em que, por ser em uma curva de raio constante, a chance do carro escapar ou sair do percurso é muito grande”, explica Gabriel Mainardi quanto à importância da parceria com Basm. A Fórmula UFSM inovou ainda ao realizar um fim de semana de validação no Venâncio Kart Club, em Venâncio Aires. Essa parceria possibilitou validações extremas e a testagem do máximo potencial do carro. Foram 127 km rodados em Venâncio Aires, onde também foi concluída a seleção de pilotos. Foram selecionados: Patrick Baelz e Guilherme Moraes (na aceleração); Gabriel Mainardi e João Reschke (no skid pad); Luiz Coelho e Guilherme Moraes (no autocross); Luiz Coelho e Patrick Baelz (no enduro). Fórmula SAE – Docente do curso de Engenharia Mecânica e fundador da Fórmula UFSM, o professor Mario Martins esclarece que a competição não é apenas uma corrida automobilística. “É um misto de uma corrida, de um congresso, de uma feira de apresentação de produtos industriais. Os alunos têm que apresentar diversos aspectos dos carros e defender do ponto de vista do projeto para o juiz. Além de apresentar o comportamento dinâmico do veículo avaliado em diversas provas práticas, também têm que apresentar em provas que avaliam os aspectos conceituais do projeto e mercadológicos. Têm que conseguir vender o projeto e assim exercitam também habilidades de comunicação e de marketing[...] Os alunos estão lá se mostrando, e alguns saem efetivamente contratados. Porque a indústria está lá, assistindo, vendo, acompanhando os melhores trabalhos.” Texto: Marina Brignol, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias Fotos: Paulo Baraúna, estudante de Desenho Industrial e bolsista da Agência de Notícias Edição: Lucas Casali]]> UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2024/10/24/ctism-reutiliza-materiais-eletronicos-para-a-fabricacao-de-pen-drives Thu, 24 Oct 2024 21:03:14 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=67369 Placas de armazenamento chegaram sem estrutura externa[/caption] Impressão 3D. Conectores USB. Placas de memória. Criatividade. Esses foram os ingredientes utilizados pela equipe liderada pelos professores Moacir Eckhardt e Gilmar Fernando Vogel para a produção de um pen drive para uso na UFSM. O projeto utiliza placas de memória doadas, conectores USB em desuso e corpos de apoio impressos em 3D, com impressoras e materiais do Colégio Técnico Industrial de Santa Maria (Ctism), criando um produto sustentável que já faz parte da rotina de equipes de setores da universidade. Segundo Victor de Carli Lopes, da Coordenadoria da Cidadania da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), as placas de armazenamento fazem parte de uma doação da Receita Federal. Elas chegaram à UFSM isoladas, mas com o potencial de auxiliar em demandas que envolvem o compartilhamento e a mobilidade de arquivos. O problema era justamente a ausência de uma estrutura adequada e firme, o que impedia as placas de terem contato com o computador e, portanto, de serem utilizadas. Neste momento, entrou em ação a equipe do Ctism. Além dos professores do curso de Fabricação Mecânica, participaram da empreitada o técnico em mecânica Carlos Benetti e os bolsistas de graduação Guilherme Benites Rodrigues, Matheus Steindorff Xavier e Samuel Davi Bley. Juntos, eles passaram a buscar possíveis soluções, esboçando ideias de estruturas e chegando, ao final, à ideia de um pen drive. [caption id="attachment_67371" align="alignright" width="600"] Conectores USB reutilizados são um dos destaques sustentáveis do projeto[/caption] Ao longo da ideação e discussão dos protótipos possíveis, a equipe teve a ideia de reutilizar a estrutura de metal de conectores USB. Com isso em mente, deslocaram-se até o Almoxarifado Central da UFSM e recolheram esses materiais de periféricos (mouses, teclados e afins) que estavam a caminho do descarte. Para o acabamento, a equipe utilizou um material termocontrátil, que encolhe ao entrar em contato com calor. A partir daí, foi fácil dar continuidade ao projeto, que foi concluído em menos de um mês. Ao todo, 55 pen drives foram fabricados. Antes de enviá-los para os usuários finais, a equipe ainda testou um por um, identificando uma perda mínima de dois dispositivos. Concluídos, eles foram distribuídos para a PRE e entre os professores do Ctism, onde têm sido especialmente úteis para estudantes que não possuem condições financeiras para adquirir um pen drive novo. Além disso, o professor Eckhardt afirma que existe interesse e disponibilidade de produção de novas unidades, caso haja demanda. “O conhecimento de como fazer, nós já temos”, afirma. Texto: Subdivisão de Divulgação e Eventos da PRE Imagens: professor Moacir Eckhardt]]> UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/2024/10/10/ctism-reutiliza-materiais-em-desenvolvimento-de-pendrives-para-uso-na-ufsm Thu, 10 Oct 2024 18:14:13 +0000 http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/?p=10595 [caption id="attachment_10592" align="alignright" width="225"] Placas de armazenamento chegaram sem estrutura externa.[/caption]

Impressão 3D. Conectores USB. Placas de memória. Criatividade. Esses foram os ingredientes utilizados pela equipe liderada pelos professores Moacir Eckhardt e Gilmar Fernando Vogel para a produção de um pen drive para uso na UFSM. O projeto utiliza placas de memória doadas, conectores USB em desuso e corpos de apoio impressos em 3D, com impressoras e materiais do CTISM (Colégio Técnico Industrial de Santa Maria), criando um produto sustentável que já faz parte da rotina de equipes de setores da universidade.

Segundo Victor de Carli Lopes, da Coordenadoria da Cidadania da PRE (Pró-reitoria de Extensão), as placas de armazenamento fazem parte de uma doação da Receita Federal. Elas chegaram à UFSM isoladas, mas com o potencial de auxiliar em demandas que envolvem o compartilhamento e a mobilidade de arquivos. O problema era justamente a ausência de uma estrutura adequada e firme, o que impedia as placas de terem contato com o computador e, portanto, de serem utilizadas.

Neste momento, entrou em ação a equipe do CTISM. Além dos professores do curso de Fabricação Mecânica, participaram da empreitada o técnico administrativo Carlos Benetti e os bolsistas de graduação Guilherme Benites Rodrigues, Matheus Steindorff Xavier e Samuel Davi Bley. Juntos, eles passaram a buscar possíveis soluções, esboçando ideias de estruturas e chegando, ao final, à ideia de um pen drive.

[caption id="attachment_10594" align="alignright" width="400"] Conectores USB reutilizados são destaque sustentável do projeto.[/caption]

Ao longo da ideação e discussão dos protótipos possíveis, a equipe teve a ideia de reutilizar a estrutura de metal de conectores de USB. Com isso em mente, deslocaram-se até o Almoxarifado Central da UFSM e recolheram esses materiais de periféricos (mouses, teclados e afins) que estavam a caminho do descarte. Para acabamento, a equipe utilizou um material termocontrátil, que encolhe ao entrar em contato com calor. A partir daí, foi fácil dar continuidade ao projeto, que foi concluído em menos de um mês.

Ao todo, 55 pen drives foram fabricados. Antes de enviá-los para os usuários finais, a equipe ainda testou um por um, identificando uma perda mínima de dois dispositivos. Concluídos, eles foram distribuídos para a PRE e entre os professores do CTISM, onde têm sido especialmente úteis para estudantes que não possuem condições financeiras para adquirir um pen drive novo. Além disso, o professor Eckhardt afirma que existe interesse e disponibilidade de produção de novas unidades, caso haja demanda – “O conhecimento de como fazer, nós já temos”, afirma. 


Texto: Pedro Souza, da Subdivisão de Divulgação e Eventos da PRE

Revisão: Valéria Luzardo, da Subdivisão de Divulgação e Eventos da PRE

Imagens: Professor Moacir Eckhardt, do curso de Fabricação Mecânica do CTISM

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