UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com Universidade Federal de Santa Maria Mon, 27 Apr 2026 21:30:20 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com 32 32 UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2026/04/14/parceria-entre-ufsm-e-empresa-teve-destaque-durante-encontro-de-viveiros-em-estancia-velha Tue, 14 Apr 2026 10:55:55 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=72466 [caption id="attachment_72467" align="alignright" width="466"] Dilson Bisognin ministrou palestra[/caption]

Mais uma atividade referente à parceria em melhoramento genético entre o Núcleo de Melhoramento e Propagação Vegetativa de Plantas (MPVP), do Departamento de Fitotecnia da UFSM, e a empresa Seta S/A Extrativa Tanino de Acácia foi realizada na semana passada. O professor Dilson Bisognin, coordenador do acordo de parceria, ministrou na sexta-feira (10) a palestra "Melhoramento genético de acácia-negra: parceria UFSM e Seta" durante o 11º Encontro de Viveiros, promovido pela empresa em Estância Velha.

Segundo ele, esse é um dos eventos mais importantes para a cadeia produtiva da acácia-negra, por divulgar os principais avanços com pesquisa e qualificar os viveiristas para a melhoria da qualidade das mudas produzidas.

Os produtores passarão a receber mudas potencializadas, com potencial de produtividade 80% maior, produzidas a partir de sementes oriundas do programa desenvolvido com a UFSM.

Foto: Divulgação 

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/08/18/pesquisador-da-ufsm-recebe-premio-no-13o-congresso-brasileiro-de-arroz-irrigado Mon, 18 Aug 2025 11:27:17 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=70155
[caption id="attachment_70156" align="alignright" width="510"]foto colorida horizontal de um homem apresentando dados em um telão e falando ao microfone Nereu ministrou minicurso sobre o aplicativo PlanejArroz durante o congresso[/caption] O professor do Departamento de Fitotecnia da UFSM e um dos coordenadores da Equipe FieldCrops Nereu Augusto Streck recebeu um prêmio durante o 13º Congresso Brasileiro de Arroz Irrigado, que aconteceu de 12 a 15 de agosto, em Pelotas. 
 
A honraria foi concedida a Nereu por sua relevante contribuição à cadeia produtiva do arroz nas últimas duas décadas, em especial pelo desenvolvimento do SimulArroz, o único modelo brasileiro baseado em processos da cultura do arroz e que é responsável pelo módulo Produtividade no aplicativo PlanejArroz, ferramenta digital criada em parceria da UFSM com a Embrapa Clima Temperado, o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) e o Instituto Rio Grandense do Arroz (IRGA). O aplicativo ajuda os produtores a produzirem arroz com mais sustentabilidade ambiental, social, econômica e com menos emissão de gases de efeito estufa.
 
"O arroz, junto com o feijão, é o alimento mais importante do prato de mais de 200 milhões de brasileiros, e ajudar a cadeia produtiva do cereal a ter mais sustentabilidade é a nossa função na pesquisa" comenta Nereu. "Este prêmio foi conquistado a muitas mãos nestes 20 anos, especialmente os estudantes de mestrado e doutorado dos programas de pós-graduação em Engenharia Agrícola e em Agronomia sob minha orientação, que, através de suas dissertações e teses, geraram conhecimento científico que hoje está ajudando, de um lado, os produtores de arroz do Rio Grande do Sul, e na outra ponta, os brasileiros que consomem arroz seguro todos os dias", completa.
 
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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ccr/2025/04/03/estudantes-testam-seus-conhecimentos-na-competicao-agronomica-da-ufsm Thu, 03 Apr 2025 19:26:12 +0000 http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ccr/?p=11512 [caption id="attachment_11513" align="alignright" width="488"] 1º Lugar - Equipe Telmo Amado[/caption]

No sábado, 29 de março, a área experimental do Sistema Irriga da UFSM foi sede da Competição Agronômica, evento que envolveu 12 provas nas quais os estudantes puderam aplicar na prática os conhecimentos adquiridos em sala de aula. A competição foi organizada pelo PET Agronomia UFSM, com o apoio da coordenação do Curso de Agronomia, da Direção do Centro de Ciências Rurais (CCR) e dos departamentos de Fitotecnia, Defesa Fitossanitária e Solos.

Equipes vencedoras

1º Lugar - Equipe Telmo Amado

  • Augusto Fischer Roberti - 8º semestre

  • Augusto Alencar Tratsch Rossi - 8º semestre

  • Kamille Marques de Souza - 8º semestre

  • Beatriz Michelato de Barcelos - 8º semestre

  • Arthur Dallanora - 6º semestre

  • Igor Cavalli - 8º semestre

    [caption id="attachment_11514" align="alignright" width="482"] 2º lugar - Equipe Yoshida[/caption]
  • Luiz Henrique Buligon - 2º semestre

  • Ingrid Rodrigues Soncini - 8º semestre

2º Lugar - Equipe Yoshida

  • Gabriel Jahnke Marchioro - 7º semestre

  • Pedro Henrique Figueiredo Boscaini - 5º semestre

  • José Pedro Maraschin Vieira - 7º semestre

  • Rafael Begnini Pinzetta - 7º semestre

  • Vitor Cargnin Pegoraro - 7º semestre

  • Samuel Levi de Andrade Ferreira - 3º semestre

  • Guilherme da Silva Figueira - 7º semestre

  • Vinícius Duarte Bicca - PPGAgronomia

3º Lugar - Equipe Romeu Afonso de Souza Kiihl

[caption id="attachment_11515" align="alignright" width="477"] 3º Lugar - Equipe Romeu Afonso de Souza Kiihl[/caption]
  • José Eduardo Facco - 5º semestre

  • Felipe Schmidt Dalla Porta - PPGEA

  • Laurem Lago - 7º semestre

  • Vitória Signor - 7º semestre

  • Bianca Bock Almeida - 3º semestre

  • Érico dos Santos Drobut - 4º semestre

  • Carlos Augusto Marconato - 5º semestre

  • Marylia Posser Cargnin - 8º semestre

A competição permitiu que os estudantes demonstrassem habilidades técnicas e trabalho em equipe, fundamentais para sua formação profissional.

Após a competição, teve confraternização dos participantes e do público que prestigiou com salchipão. 

Confira a reportagem da TV 55BET Pro sobre o evento clicando aqui.

 

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/03/24/coordenado-pela-ufsm-flores-para-todos-tem-a-maior-fase-desde-seu-inicio-em-2018 Mon, 24 Mar 2025 10:53:56 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=68614
A 15ª fase do projeto Flores para Todos, que começou neste mês, já é a maior em número de participantes e em espécies de flores da história do projeto, iniciado no primeiro semestre de 2018. Segundo o professor do Departamento de Fitotecnia do Centro de Ciências Rurais (CCR) da UFSM Nereu Augusto Streck, coordenador nacional do projeto, neste semestre são 61 famílias rurais e 16 escolas do campo de 73 municípios em oito estados (MA, PI, PB, PE, SE, MG, PR e RS) que estão participando do Flores para Todos e que agora se somam às 404 famílias rurais e 71 escolas do campo de 221 municípios em 21 estados brasileiros, além do Distrito Federal, que já haviam participado até dezembro de 2024 (14ª fase).
 
Segundo Nereu, estes números inéditos representam a força e a contribuição do Flores para Todos para a floricultura brasileira, que a cada fase forma novos empreendedores e gera informações na realidade de cada propriedade rural e nas escolas do campo em todo Brasil. A rede nacional para implementar e concretizar o projeto a cada semestre só é possível graças às Equipes PhenoGlad em instituições de extensão, pesquisa e ensino localizadas nas cinco regiões brasileiras.
 
Números detalhados da 15ª fase do projeto Flores para Todos:
 
- Gladíolo: 20 produtores, 3 escolas do campo e 7 universidades e institutos federais em 26 municípios de 7 estados (MA, PI, PB, PE, AL, SE, e RS);
- Statice: 11 produtores, 1 universidade e 2 escolas do campo em 12 municípios de 2 estados (RS e MG);
- Girassol de corte: 22 produtores, 11 escolas do campo e 4 universidades e institutos federais em 28 municípios de 8 estados (MA, PI, PB, PE, SE, MG, PR e RS);
- Dália de corte: 3 produtores em 3 municípios do RS;
- Ornithogalum: 5 produtores em 4 municípios do RS.
 
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No dia 12 de março, quarta-feira, o Grupo de Pesquisas em Grandes Culturas de Coxilha da UFSM realizou o seu tradicional Dia de Campo, esta foi a 14ª edição do evento.

Estiveram presentes cerca de 350 participantes, produtores, alunos e pesquisadores da área. A palestra de abertura foi abordada pela pesquisadora do Departamento de Diagnóstico e Pesquisa Agropecuária da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (DDPA/Seapi) e doutora em Ciência do Solo, Gerusa Steffen, falou sobre “Potencialidades do uso de Trichoderma na melhoria da qualidade biológica de sistemas agrícolas”.

Na ocasião foram apresentados os resultados de pesquisas desenvolvidas, divididos em 15 estações técnicas. Os participantes tiveram acesso exclusivo aos resultados de pesquisas de ponta conduzidas por alunos de pós-graduação e graduação.

O Grupo da Coxilha é coordenado pelo professor Thomas Martin, do Departamento de Fitotecnia, que busca constantemente aproximar a Universidade da comunidade, com iniciativas como esta e o cultivo de soja, milho e trigo, que visa compartilhar os conhecimentos adquiridos através de pesquisas e que envolvem o uso de inoculantes, promotores de crescimento, métodos de manejo do solo e conservação datas de plantio e colheita, entre outros aspectos importantes das grandes culturas.

Este encontro anual proporciona um ambiente dinâmico e colaborativo para a troca de ideias e experiências entre os participantes, promovendo uma comunidade mais informada e preparada para os desafios e oportunidades do mercado agrícola atual.

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A erva-mate, matéria-prima do tradicional chimarrão, é o alimento mais característico da cultura gaúcha. Estima-se que cerca de 100 mil toneladas da erva sejam consumidas anualmente pela população do Rio Grande do Sul, conforme o Instituto Brasileiro de Erva-Mate (Ibramate).

Tendo isso em mente, em fevereiro deste ano a região de Machadinho recebeu o reconhecimento da Indicação Geográfica (IG) como produtora de erva-mate, título concedido pelo Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI). Segundo o INPI, “a Indicação Geográfica (IG) identifica a origem de um produto ou serviço que tem certas qualidades graças à sua origem geográfica ou que tem origem em um local conhecido por aquele produto ou serviço".

A conquista da IG contou com o suporte científico do professor do Departamento de Fitotecnia da UFSM Dilson Bisognin, que explica o valor desse reconhecimento. “Com o tempo essa conquista trará uma maior valorização do produto, ou seja, os produtores passarão a comercializar um produto com um maior valor agregado, porque as IGs oferecem uma credibilidade de segurança e qualidade ao produto, logo o consumidor terá preferência”, afirma.

Além disso, Dilson destaca que a IG reforça a valorização cultural e histórica da erva-mate em relação ao estado. “A planta da erva é a planta símbolo do Rio Grande do Sul. O chimarrão segue esse mesmo caminho, porque é a bebida tradicional da nossa região”, afirma o professor, baseando-se na Lei nº 11.929, de 20 de junho de 2003, a qual define o chimarrão como "Bebida Símbolo do Rio Grande do Sul". 

A conquista da IG de Machadinho deve-se aos relatórios técnicos que o professor da UFSM elaborou sobre a região do Alto Taquari. Ele explica que os dados recolhidos remeteram às condições edafoclimáticas dos locais, e consideraram os principais impactos na produtividade e qualidade da erva-mate. “O Alto Taquari é o polo com a maior produção do Estado. Por isso, nossas pesquisas buscam caracterizar a qualidade dos produtos dessas regiões”, argumenta. O reconhecimento da IG para o Alto Taquari também já foi solicitado, e os relatórios desenvolvidos contribuirão nesse processo de obtenção da Indicação.

Qual a importância de estudar sobre erva-mate?

O Instituto Pasteur, fundação francesa voltada a estudos biológicos, reconhece a erva-mate como “uma das plantas mais completas do mundo”. Isso porque, segundo dados, a espécie possui cerca de 237 compostos biofuncionais, que são capazes de atuar nos processos metabólicos e reduzir o risco de surgimento de doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes e Alzheimer.

[caption id="attachment_68515" align="alignleft" width="556"]foto quadrada colorida de duas fileiras de plantas de uma altura de cerca de 2 metros, entre elas gramíneas, ao fundo céu nublado Plantas em produção de um clone desenvolvido no grupo de pesquisa liderado pelo professor Dilson Bisognin[/caption]

Dessa forma, Dilson argumenta que os estudos sobre a erva-mate revelam um grande potencial relacionado à saúde humana. “Temos uma série de compostos que são altamente benéficos para a nossa saúde. É um alimento e um suporte”, comenta.

Além disso, o professor destaca que a visibilidade, que acompanha a IG sob certo produto, aumenta o reconhecimento sobre ele. Logo, permite que a comunidade científica atente-se para ele, estude e retorne para a sociedade as descobertas favoráveis à humanidade.

Erva-mate e a Universidade

Na UFSM, os relatórios técnicos da região do Alto Taquari foram desenvolvidos no projeto de pesquisa “Melhoramento e Propagação Vegetativa de Plantas (MPVP)”, liderado por Dilson. No projeto, dentre diversas atividades, são realizados estudos sobre a genética da erva-mate e as formas de propagação da espécie. “Nós estudamos formas de clonagem e melhoramento da qualidade do produto por meio da manipulação genética. Atualmente, estamos no estágio de lançar essas plantas selecionadas e fazermos testes para ver se será possível fazer com que essa tecnologia de clonagem chegue aos produtores”, conta o docente.

Dilson explica que, na prática, a clonagem representa a replicação de um indivíduo. Nesse sentido, se uma planta clonada de erva-mate com alto teor cafeína, por exemplo, for inserida em uma plantação, as ervas ao redor irão replicar essa característica. Assim, segundo o pesquisador, o uso dessa tecnologia permite que haja melhor controle sobre a qualidade do produto.

Os avanços já são uma realidade. Em março de 2024 a UFSM firmou parceria com o Ibramate na intenção de aprimorar as pesquisas de clonagem que já ocorriam na Universidade, e levar a tecnologia para outras regiões do Rio Grande do Sul. A reportagem completa sobre o assunto pode ser conferida aqui.

Texto e arte gráfica: Pedro Moro, estudante de Jornalismo e bolsista na Agência de Notícias
Foto: arquivo pessoal de Dilson Bisognin
Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista

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Entre os dias 18 e 20 de fevereiro, ocorreu a 35ª Abertura Oficial da Colheita de Arroz e Grãos em Terras Baixas, no município de Capão do Leão, Rio Grande do Sul. Este é o maior evento do setor arrozeiro da América Latina e reúne produtores rurais, pesquisadores nacionais e internacionais, estudantes e empresas.

Na ocasião, a Equipe FieldCrops representou a UFSM, o Centro de Ciências Rurais e os Programas de Pós-Graduação em Agronomia (PPGAgro) e em Engenharia Agrícola (PPGEA). Durante o evento, foram apresentados os resultados obtidos nos últimos três anos do projeto Rice Money Maker, uma iniciativa apoiada pela Latin American Rice Networking, que busca identificar os principais desafios que limitam o potencial produtivo das lavouras de arroz na América Latina. Na quarta edição, o Rice Money Maker abrange a cadeia produtiva em três países - Brasil, Argentina e Paraguai - e fundamenta-se nos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, considerando os três pilares da sustentabilidade: ambiental, econômico e social.

Participaram desse evento o professor Alencar Junior Zanon, da UFSM, Camille Flores, doutoranda do PPGA – UFSM, Bruna Pinto Ramos e Érico dos Santos Drobut, ambos estudantes do curso de Agronomia da UFSM e demais pesquisadores da Equipe FieldCrops.

Para Bruna Pinto Ramos, a experiência foi uma oportunidade única de networking com professores renomados, pesquisadores internacionais e empresas do setor arrozeiro. Segundo ela, foi uma honra apresentar o Rice Money Maker e representar a UFSM nesse evento de grande relevância. Para Camille Flores foi uma oportunidade de entregar à sociedade, os resultados gerados nos 3 anos do Rice Money Maker, além de levar a iniciativa aos produtores e técnicos que ainda não tiveram a oportunidade de conhecê-lo.

O professor Alencar destacou que o evento proporcionou uma excelente oportunidade de entregar resultados para a sociedade do que está sendo realizado no âmbito da universidade.

Durante o evento o professor Alencar representou o professor Nereu Streck (do Departamento de Fitotecnia da UFSM) na solenidade de assinatura do Protocolo de Intenções de renovação das parcerias do aplicativo PlanejArroz. Estiveram presentes na solenidade as seguintes autoridades: Rodrigo Machado (Presidente do IRGA), Waldyr Stumpf Júnior (Chefe da Embrapa Clima Temperado), José Cléber Dias de Souza (Superintendente do MAPA), Clenio Pillon (Diretor Nacional de Pesquisa e Inovação da Embrapa), Clair Kuhn (Secretário da Agricultura do RS), professor Alencar Junior Zanon (Representando o Magnífico Reitor da UFSM - professor Luciano Schuch), Alexandre Velho (Presidente da Federarroz) e Alexandre Lyndenmeyer (Deputado Federal-RS).

Este aplicativo é uma iniciativa da Embrapa Clima Temperado, da Equipe FieldCrops, do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), do Instituto Rio Grandense do Arroz (IRGA) e da Federarroz. O aplicativo pode ser baixado gratuitamente nas lojas do sistema Android e IOS.

A 35ª edição da Abertura Oficial da Colheita de Arroz e Grãos em Terras Baixas atraiu mais de 10 mil participantes ao longo dos três dias, consolidando-se como um dos eventos mais importantes do setor. A cada ano, o evento ganha mais abrangência e relevância, reforçando seu papel na difusão de conhecimento e inovação para a cadeia produtiva do arroz na América Latina.

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O Núcleo de Melhoramento e Propagação Vegetativa de Plantas (MPVP), vinculado ao Departamento de Fitotecnia da UFSM, está com seleção aberta para alunos do curso de Agronomia interessados em atuar em atividades de pesquisa, desenvolvimento científico e tecnológico, inovação e extensão. O foco principal das atividades será em projetos de melhoramento genético e propagação vegetativa de espécies anuais e perenes.

A participação no MPVP oferece aos estudantes a oportunidade de aplicar os conhecimentos adquiridos no curso, desenvolver novas habilidades e interagir com profissionais da área, ampliando sua rede de contatos. Além disso, conforme o treinamento e as habilidades individuais, os estagiários podem ser direcionados para bolsas nos respectivos projetos, impulsionando sua trajetória acadêmica.

Os interessados devem enviar histórico escolar, comprovante de matrícula e o link do currículo Lattes para dilson.bisognin@55bet-pro.com. Mais informações podem ser encontradas no site 55bet-pro.com/mpvp.

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O Departamento de Fitotecnia da UFSM convida toda a comunidade acadêmica para participar de uma palestra que será realizada no dia 17 de outubro de 2024, às 9h30min, no Auditório do Departamento de Fitotecnia, localizado no Prédio 77 da UFSM. A palestra abordará o tema "Atividades de Melhoramento Genético na UFLA e UFPR", destacando pesquisas e avanços na área do melhoramento genético de plantas.

Os palestrantes convidados são a professora Flávia Maria Avelar Gonçalves, da Universidade Federal de Lavras, e o professor João Carlos Bespalhok Filho, da Universidade Federal do Paraná, ambos especialistas em genética e melhoramento vegetal.

O evento é aberto a estudantes, professores, pesquisadores e demais interessados no tema. Será uma oportunidade para trocar experiências e conhecer os mais recentes trabalhos desenvolvidos nas áreas de pesquisa genética em importantes instituições do Brasil. 

Inscrições gratuitas clicando aqui, vagas limitadas.

 

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[caption id="attachment_66055" align="alignright" width="506"]foto colorida horizontal com pessoas sentadas em mesas paralelas, frente a frente, acompanhando um homem que fala em pé olhando para um telão Zanon apresentou resultados de estudos[/caption] O professor do Departamento de Fitotecnia da UFSM Alencar Zanon, consultor do Fundo Latino-Americano de Arroz Irrigado (Flar), e a aluna de doutorado do Programa de Pós-Graduação em Agronomia e pesquisadora visitante do Flar Camille Flores participaram da XIV Conferência Internacional de Arroz para América Latina e Caribe, que ocorreu na Cidade do Panamá de 10 a 14 de junho.
 
Na oportunidade, foram apresentados dados do Campeonato Rice Money Maker e resultados obtidos em sistemas de rotação arroz-soja em projetos desenvolvidos na Colômbia e na Venezuela, bem como um workshop de potencial e lacunas de rendimento de arroz, com representantes de diferentes países da América Latina e Caribe.
 
Juntamente ao Fundo Latino-Americano de Arroz Irrigado, a UFSM pôde compartilhar as experiências que vem tendo com a produção sustentável de arroz, através da análise de dados de lavouras no Mercosul, assim como o avanço da soja no sistema de produção de arroz na Argentina, Brasil, Uruguai, Colômbia e Venezuela.
 
Já com a Universidade de Nebraska-Lincoln, nos Estados Unidos, foi apresentado o Projeto Global Yield Gap Atlas, com o objetivo de compartilhar os potenciais e as lacunas de rendimento na cultura do arroz em diferentes países e fomentar a formação de um grupo com pesquisadores e técnicos para levar o projeto a todos países da América Latina.
 
Zanon comenta que os resultados desses três projetos contribuíram para a formação de recursos humanos de alta qualidade tanto de graduação em Agronomia quanto de mestrado e doutorado do PPGEA e PPGAgro da UFSM. Além disso, permite que o conhecimento gerado na UFSM possa chegar a diferentes países da América Latina, contribuindo para a produção sustentável de alimentos.
 
Mais informações no site da Equipe FieldCrops
 
Foto: Divulgação
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Na última terça-feira (12), um marco histórico foi alcançado na Universidade Federal de Santa Maria com a aquisição da primeira máquina ceifadeira-debulhadeira, um equipamento de última geração que promete revolucionar os processos agrícolas no campus. A compra foi possível graças aos investimentos conjuntos da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), do Centro de Ciências Rurais (CCR) e do Gabinete do Reitor.

A entrega do equipamento ao Departamento de Fitotecnia foi celebrada com a presença ilustre de diversas autoridades acadêmicas e membros da comunidade universitária. Entre os presentes estavam o Reitor da UFSM, Prof. Luciano Schuch, o Chefe de Gabinete, Prof. Eduardo Rizzatti, e o Diretor do Centro de Ciências Rurais, Prof. Alessandro Dal' Col Lúcio. Também marcou presença o Chefe do Departamento de Fitotecnia, Prof. Astor Henrique Nied, entre outros professores e funcionários do departamento.

A máquina ceifadeira-debulhadeira representa um avanço significativo para as atividades de pesquisa e ensino no campo da agronomia e da engenharia agrícola na UFSM. Com capacidade de aumentar a eficiência na colheita e no processamento de grãos, a nova tecnologia promete impulsionar a produtividade e a qualidade dos estudos desenvolvidos no Departamento de Fitotecnia.

O Prof. Luciano Schuch falou da importância desse investimento para o avanço da ciência e da tecnologia na universidade, pois esta aquisição representa um passo significativo na missão de promover o desenvolvimento regional através da pesquisa e da inovação. "Estamos comprometidos em proporcionar as melhores condições para que nossos pesquisadores e estudantes alcancem todo seu potencial.", destacou o Reitor.

A ceifadeira-debulhadeira é um exemplo do compromisso da UFSM em manter-se na vanguarda da pesquisa e da educação, oferecendo recursos e infraestrutura de ponta para sua comunidade acadêmica. Com essa conquista, o CCR reafirma seu papel como um centro de excelência no estudo e na aplicação de tecnologias voltadas para o desenvolvimento sustentável do agronegócio e do meio rural.

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A UFSM e o Instituto Brasileiro de Erva-Mate (Ibramate) firmaram parceria que tem como foco a pesquisa com clones de erva-mate. Com a utilização de uma técnica na qual a Universidade é pioneira, a intenção é atingir um novo patamar no que se refere à produção destes clones, beneficiando, por meio de tecnologias de clonagem, toda a cadeia produtiva.

O professor do Departamento de Fitotecnia do Centro de Ciências Rurais (CCR) Dilson Antônio Bisognin, coordenador do projeto e líder do Grupo de Pesquisa em Melhoramento e Propagação Vegetativa de Plantas, explica que o principal objetivo é estabelecer clones da cultura utilizando a técnica de miniestaquia e disponibilizá-los para os produtores, em parceria com o Ibramate e empresas ervateiras do Rio Grande do Sul.

Embora a UFSM já tenha diversos trabalhos desenvolvidos com indústrias do setor, a parceria com o Ibramate é mais recente: este é o segundo projeto em conjunto, com aporte de R$ 60 mil provenientes do Fundomate e prazo de duração de 24 meses. Mas o professor explica que, considerando o tempo necessário para o desenvolvimento das plantas, os resultados desses materiais poderão ser consolidados no prazo de oito a dez anos. Portanto, trata-se de um estudo de médio a longo prazo.

Histórico consolidado

A UFSM já tem um histórico consolidado neste ramo. De acordo com Bisognin, os estudos com erva-mate no 55BET Pro Sede remontam ao início dos anos 2000, inicialmente com orientação de alunos de pós-graduação. Atualmente, no jardim clonal de erva-mate do Departamento de Fitotecnia, já são produzidas mudas. Recentemente foi concluído outro projeto, também em parceria com o Ibramate, voltado ao estudo da concentração de fitoquímicos no produto e de como isso varia nos diferentes polos ervateiros. “Aqui no 55BET Pro Sede, a erva-mate é tratada em diversos aspectos dentro da cadeia produtiva, vinculado a produtores e à indústria. Estamos buscando as principais demandas da cadeia e tentando resolvê-las”, ressalta.

Centralizadas no Departamento de Fitotecnia do CCR, especialmente no Laboratório de Melhoramento e Propagação Vegetativa de Plantas (MPVP), as pesquisas relacionadas à erva-mate são interdisciplinares. O Departamento de Química, por exemplo, é parceiro para a análise de fitoquímicos e outros compostos existentes no produto, enquanto no Departamento de Solos também são realizadas análises. Já com o Setor de Paisagismo, a parceria é para a utilização da erva-mate na recomposição de áreas com plantas nativas.

Jardim clonal de erva-mate do Departamento de Fitotecnia

O trabalho é realizado principalmente por alunos de graduação e de pós-graduação em Engenharia Florestal da UFSM. Alguns conduzem seus projetos de dissertação e tese apoiando estes convênios firmados. Parte do projeto de mestrado da aluna Denize Gazzana, por exemplo, foi fundamental tanto para o desenvolvimento de novos clones quando para o aprimoramento da técnica de miniestaquia para a produção de mudas de erva-mate.

Estudos genéticos e a quantificação de fitoquímicos e pigmentos em folhas de plantas em produção em polos ervateiros são partes dos projetos de mestrado da Chakira Londero e de doutorado de Larissa Bitencourt junto ao Programa de Pós-Graduação em Engenharia Florestal.

“É gratificante entender como uma espécie que está presente em nossa vida desde a infância pode nos trazer diversos benefícios, e compreender os processos pelos quais isso ocorre”, afirma Chakira, que é formada em Engenheira Florestal pela UFSM 55BET Pro Frederico Westphalen e há poucos dias defendeu a dissertação intitulada “Composição de fitoquímicos e pigmentos em plantas de erva-mate cultivadas no RS”.

Já Larissa estuda a variabilidade e estrutura genética da erva-mate em produção comercial no Rio Grande do Sul. “Conhecer a variabilidade genética e como se dá a sua distribuição nas populações é importante para definirmos estratégias de melhoramento para o desenvolvimento de novas cultivares, principalmente clonais, o que é inovador para a cadeia produtiva da erva-mate”, afirma a doutoranda.

Muda de erva-mate pronta para ser plantada a campo
Mudas transplantadas em fase de estabelecimento, após o enraizamento da miniestaca
Miniestaca já enraizada, em fase de estabelecimento, com brotações novas

Inovação da UFSM

A criação de clones de erva-mate por miniestaquia utilizando sistema fechado de cultivo sem solo, desenvolvido pelo coordenador do projeto, é uma inovação significativa. De acordo com ele, a miniestaquia é uma variação da técnica da estaquia, um método de propagação vegetativa de plantas que consiste no plantio de pequenas propágulos oriundos de caule, raízes ou folhas que, em condições adequadas, desenvolvem-se em novas plantas.

A diferença é que a miniestaquia usa, primeiramente, pedaços de plantas menores, oriundos de plantas que já foram propagadas por alguma técnica, como a estaquia. “A miniestaquia a partir de plantas conduzidas em minijardim clonal no sistema fechado de cultivo, com areia como substrato, é uma tecnologia única da UFSM. Realizamos muitos estudos para, por exemplo, definir quando coletar essas brotações, qual é o tamanho das miniestacas, qual é o substrato que vamos utilizar para o enraizamento, quais as condições de enraizamento etc.”, destaca.

Em seguida, passa-se para a etapa do clone, que é a propagação vegetativa de uma planta idealmente selecionada para as suas características. A vantagem do clone é que se trata de uma cópia genética idêntica da planta de onde foi retirada a miniestaca. “A partir do momento que identificamos uma planta que é boa para ser produzida comercialmente, nós vamos multiplicá-la e podemos produzir grandes áreas somente com aquela genética, com plantas mais produtivas, que resultem em um produto comercial de melhor qualidade”, afirma Bisognin.

A saúde de quem não dispensa um chimarrão também é uma preocupação. O professor exemplifica que, se o produto precisar de maiores teores de fitoquímicos, que são metabólitos secundários produzidos pelas plantas de erva-mate, como antioxidantes, as plantas serão trabalhadas com este direcionamento, pelos efeitos benéficos para a saúde dos consumidores.

Clones para todo o RS

Com a produção de mudas na UFSM, deverão ser estabelecidos povoamentos clonais em várias regiões do estado. Segundo Bisognin, há cinco polos ervateiros gaúchos, e a intenção é levar os clones a cada um deles, considerando as especificidades de cada ambiente, como tipo de solo, relevo, fertilidade e disponibilidade hídrica. Na região de Venâncio Aires, por exemplo, os produtores utilizam cultivos anuais nas entrelinhas da erva-mate, o que pode afetar a produtividade e a qualidade do produto. “Temos manejos diferentes, condições diferentes, e deverá haver uma interação entre os clones que estamos produzindo e as práticas de manejo que mais se adaptam”, relata. 

“Vamos melhorar a produtividade e a qualidade da produção de erva-mate no Rio Grande do Sul, impactando diretamente a indústria e o produtor”, afirma o professor, lembrando que o trabalho está conectado a demandas da cadeia produtiva. O financiamento via Fundomate atesta a relevância do estudo. “Essa forte conexão com o setor produtivo nos fortalece como Instituição junto aos produtores e à indústria ervateira”, ressalta.

Pós-graduandos do MPVP: Chakira Londero, Larissa Bittencourt e o mestrando Antônio Lunkes

Importância para acadêmicos

Além de representar uma forte conexão da Universidade com o setor produtivo, o projeto também irá proporcionar ainda mais o treinamento de recursos humanos por meio da pesquisa e de trabalhos a campo. “Isso permite que os alunos viagem, executem atividades a campo, enxerguem as dificuldades e os problemas e participem do processo de resolução”, afirma o professor.

Chakira relata que o trabalho desenvolvido com a erva-mate durante o mestrado foi de grande importância, não só para compreender melhor a cadeia produtiva e avaliar trabalhos a campo, mas também para seu desenvolvimento acadêmico.

Da mesma forma, Larissa destaca a relevância do projeto. “Ter a possibilidade de trazer informações pertinentes, que auxiliem na melhoria do setor produtivo da erva-mate do Rio Grande do Sul, é muito gratificante, e trabalhando com uma ótima equipe, com total apoio do professor e da Universidade, é mais importante ainda para meu crescimento e aprendizagem, não só acadêmica, mas pessoal também”, diz.

Texto: Ricardo Bonfanti
Arte: Daniel Michelon De Carli
Fotos: Ana Alicia Flores, acadêmica de Desenho Industrial, bolsista da Agência de Notícias

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A equipe PhenoGlad da UFSM esteve participando da 24ª edição do Congresso Brasileiro de Floricultura e Plantas Ornamentais, que foi realizado dos dias 20 a 23 de novembro de 2023, em Bento Gonçalves/RS. O CBFPO é um evento técnico científico que ocorre a cada dois anos em diferentes locais do Brasil, sendo a primeira vez no Rio Grande do Sul.

Neste ano, a Equipe PhenoGlad trouxe para o congresso a palestra intitulada “Projeto PhenoGlad – Ensaio Brasileiro de girassol de corte: uma rede nacional multiinstitucional de pesquisa para entender a interação genótipo x ambiente”, que foi ministrada pela professora do Departamento de Fitotecnia e Coordenadora da Equipe PhenoGlad na UFSM Lilian Osmari Uhlmann, com o propósito de apresentar os resultados obtidos no Ensaio Brasileiro de Girassol de Corte. A Professora Fernanda Alice Londero Backes, do mesmo Departamento, também esteve presente no evento.

Neste esforço multiinstitucional, de Norte a Sul do Brasil, em todos os biomas brasileiros, o Ensaio Brasileiro de Girassol de Corte objetivou estudar a adaptabilidade e a estabilidade de novos materiais de girassol de corte e assim entender melhor a interação entre genótipo e ambiente, em todo território Nacional.

O Ensaio foi conduzido em 10 estados brasileiros e os resultados foram compilados num e-book. Agradecemos às Equipes PhenoGlad e às instituições de Ensino Superior pela condução do ensaio nos diferentes locais, à Farao Seeds e à Mansuino Breeding Emotions, que confiaram na Equipe da UFSM para trazer novidades para a Floricultura Brasileira.

O e-book está disponível gratuitamente na bio do Instagram da Equipe PhenoGlad ou clicando aqui.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2023/04/13/50-anos-joao-colpo Thu, 13 Apr 2023 11:18:52 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=61729

Quem vê as manhãs agitadas, cheias de carros, motos e ônibus que cruzam a Avenida Roraima para entrar na UFSM, pode não saber que, dentro da Universidade, também é possível encontrar a paz e o sossego do campo. Acordar antes do sol nascer, estar no campo assim que ele começa a surgir e sair apenas ao anoitecer é a rotina de João Vicente do Amaral Colpo, de 70 anos, 50 deles dedicados à Universidade Federal de Santa Maria. Desde o dia 1º de janeiro de 1973 o servidor trabalha no setor de agropecuária do Laboratório de Fitotecnia da UFSM.

João e outros servidores do setor plantam, manejam e colhem culturas diversas como trigo, soja, milho, arroz e até flores como girassol, utilizadas principalmente na área de pesquisa em uma espaço de aproximadamente 25 hectares. Há também hortas com verduras e legumes como couve, beterraba, cenoura, além de temperos que são utilizados em atividades de ensino dos cursos de Centro de Ciências Rurais (CCR).

Há meio século no Departamento de Fitotecnia, João é o funcionário mais velho do setor. Ele iniciou sua carreira na época em que a Universidade começava a se estabelecer em Camobi, por conta disso, trabalhos que hoje são realizados com maquinário de última geração como  arar, gradear e roçar a terra, eram feitos manualmente. "Naquela época era tudo braçal. Nós tínhamos junta de bois, arado e capinadeira que estão até hoje guardados como lembrança".

Hoje em desuso no galpão, ferramentas manuais como capinadeira, junta de bois e arado eram os únicos instrumentos de trabalho disponíveis quando o servidor ingressou na UFSM

Dentre as equipamentos históricos já utilizados por João, seu favorito é o trator Valmet 1976, o primeiro da história do departamento

Com meio século de carreira, João viu a chegada de todos os seus colegas, entre eles, Joel Dias (58) que também possui uma longa trajetória dentro da universidade. “Nós temos mais de 30 anos de convivência e nos damos muito bem. Quando eu cheguei ele já estava aqui há muito tempo e essa experiência me ajudou bastante”, lembra Joel. 

Mesmo com tanto tempo de convivência, até o colega ficou surpreso com os anos de relação entre o servidor e a UFSM, digna de bodas de ouro. “Sabia que ele estava aqui há bastante tempo, mas não sabia que era tanto. Fiquei sabendo por conta da repercussão que teve. Com certeza é algo raro, porque normalmente as pessoas não ficam tanto tempo assim, ainda mais no mesmo local”, afirma o colega.

Neste tempo o servidor também acompanhou a trajetória de inúmeros alunos. Alguns desses se tornaram professores e voltaram a encontrá-lo, agora como colegas. “Vi muitos alunos que se tornaram professores e que se aposentaram antes de mim (risos)". João conta que até hoje muitos professores novos que encontra já são velhos conhecidos seus da época de estudante.

Após testemunhar tantas mudanças e evoluções em 50 anos, um dos maiores orgulhos de seu João é uma coisa que sempre se manteve igual: a relação com colegas, docentes e estudantes. “Sempre me dei bem com todo mundo porque aqui nos tratamos como família, independente de quem seja”, enfatiza. A boa relação e o amor pelo trabalho que ele descreve como “algo que faz bem para a saúde” o motivam a continuar. 

Entre as alegrias e desafios de uma história que já dura mais de 50 anos, João se sente “faceiro” em poder continuar a fazer parte da história da UFSM. “A universidade é uma relíquia que muitas pessoas não dão valor. Se não existisse a Universidade em Santa Maria, nós não teríamos empregos. Além disso, nós temos filhos e netos que têm a oportunidade de estudar aqui de graça e com qualidade”, finaliza.

Vídeo

Para saber um pouco mais sobre a relação entre João e a UFSM, veja o seu depoimento abaixo:

http://www.youtube.com/watch?v=MLNMKCE7mhA&feature=youtu.be

Texto, fotos e vídeo: Bernardo Silva, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias
Edição: Mariana Henriques, jornalista

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2020/10/05/professor-do-ccr-sera-palestrante-em-evento-online-da-ufla Mon, 05 Oct 2020 11:48:58 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=53864

O professor Alessandro Dal'Col Lúcio, do Departamento de Fitotecnia do Centro de Ciências Rurais (CCR) da UFSM, será palestrante do 1º Workshop em Regressão Não Linear do Departamento de Estatística da Universidade Federal de Lavras (UFLA), que será realizado de forma online de 26 a 28 de outubro. 

A palestra do professor da UFSM, intitulada "Modelos de regressão não-linear: uma aplicação em olericultura", será no dia 28, às 14h.

Mais informações e inscrições para o evento, que é gratuito e aberto a interessados, no site.

 

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2020/05/11/equipe-fieldcrops-da-ufsm-promove-live-nesta-segunda-feira-11 Mon, 11 May 2020 11:29:02 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=52112

A Equipe FieldCrops da UFSM promove nesta segunda-feira (11), às 19h30, uma live intitulada "Decisões baseadas em dados e não em opiniões". O professor Alencar Junior Zanon, do Departamento de Fitotecnia do Centro de Ciências Rurais (CCR), vai falar sobre o manejo da cultura da soja visando ao lucro do produtor.

A live pode ser acompanhada pelo Facebook.

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Os projetos para desenvolvimento de processos e produtos inovadores dos empreendedores Michel Rocha da Silva, Cristiane Graepin e Betania Vahl de Paula foram recentemente aprovados no programa Doutor Empreendedor. Os três projetos receberão apoio financeiro para finalizarem o desenvolvimento de suas tecnologias e serem colocados rapidamente no mercado.

Os projetos estão sendo desenvolvidos em empresas incubadas na Agência de Inovação e Transferência de Tecnologia (Agittec) da UFSM, das quais os contemplados são sócios. Todos concluíram seus doutorados em Programas de Pós-Graduação da UFSM e esta formação foi de grande importância para fortalecer e qualificar as propostas submetidas.

O edital do programa foi lançado em outubro de 2019 pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Rio Grande do Sul (Sebrae/RS). O objetivo do programa Doutor Empreendedor é fomentar projetos de pesquisa e desenvolvimento de produtos (bens e serviços) ou de processos inovadores realizados por doutores apoiados por instituições científicas, tecnológicas e de inovação (ICT), públicas ou privadas, e sem fins lucrativos, sediadas no Rio Grande do Sul.

O processo de seleção foi dividido em três etapas: análise documental, avaliação das propostas e apresentação e defesa oral perante comissão julgadora. Durante este processo a Agittec auxiliou os proponentes na qualificação e lapidação das propostas.

A sócia da empresa Performance Vegetal Betania Vahl de Paula destacou a importância desse apoio recebido. “Agradeço à Coordenadoria de Empreendedorismo da Agittec, pois quando passei para a terceira etapa pedi para montarem uma banca treino para nós, e prontamente nos ajudaram. Os membros da banca treino deram dicas preciosas pra mim e para o Michel”, afirma.

O coordenador de Empreendedorismo da Agittec, Silon Procath, frisa que o apoio da Fapergs é fundamental para startups ganharam velocidade no desenvolvimento de seus produtos e uma chancela de qualidade nos projetos desenvolvidos pelas três empresas incubadas na Agittec.

Conheça os projetos aprovados da UFSM:

Aplicativo para prever o período residual de fungicidas em soja
Pesquisador: Michel Rocha da Silva, recém doutor do Programa de Pós-Graduação em Agronomia da UFSM.
Tutor acadêmico: Nereu Augusto Streck e Alencar Junior Zanon, professores do Departamento de Fitotecnia da UFSM.
Resumo do projeto: Será desenvolvido um aplicativo para monitorar e prever intervalo entre aplicações de fungicida (pesticida que destrói ou inibe a ação dos fungos que geralmente atacam as plantas) em soja. O aplicativo informará o produtor quando o período residual do fungicida estiver abaixo do nível mínimo para controlar as doenças das plantas. Esse período vai variar de acordo com o ambiente (chuva, temperatura, sol).

Sistema de eletrocoagulação-flotação: uma unidade de tratamento de águas e efluentes inovadora para demandas eventuais e remotas do saneamento básico
Pesquisador: Cristiane Graepin, recém doutora do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil do Centro de Tecnologia da UFSM.
Tutor acadêmico: Elvis Carissimi, professor do Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental do Centro de Tecnologia da UFSM.
Resumo do projeto: a nova tecnologia de tratamento de água e efluentes oportunizará um avanço ao saneamento básico brasileiro, auxiliando na meta de universalização do saneamento definida no objetivo de desenvolvimento sustentável 6 da Agenda de 2030 da Organização das Nações Unidas, bem como na sustentabilidade ambiental e melhoria de qualidade de vida da população.

Plataforma inovadora para ajudar na estimativa da necessidade de adubação em culturas, aumentando a produtividade e diminuindo os riscos de contaminação ambiental
Pesquisadora: Betania Vahl de Paula, recém doutora do Programa de Pós-Graduação em Ciência do Solo da UFSM.
Tutor acadêmico: Gustavo Brunetto, professor do Departamento de Solos do Centro de Ciências Rurais da UFSM.
Resumo do projeto: Desenvolvimento de uma plataforma que a partir de resultados de análises foliares gera faixas de suficiências de nutrientes para as mais diversas culturas. Pode ser utilizada por técnicos e produtores como uma ferramenta na hora de planejar a adubação. Este projeto tem grande potencial de crescimento por ser viável para várias culturas e por ter grandes benefícios financeiros para os agricultores, visto que poderá contribuir para melhorar a adubação em cultivos, gerando uso racional de fertilizantes, incremento de produtividade ou de qualidade, aliado a redução do risco de contaminação do meio ambiente.

Para o tutor do projeto encaminhado por Michel Rocha da Silva, professor Nereu Augusto Streck, os resultados já atingidos com a pesquisa realizada são uma garantia de que a ferramenta vai funcionar no campo. “Ou seja, teremos a chancela da comunidade científica em uma ferramenta que vai auxiliar o produtor rural no manejo da sua lavoura”, explica.

O resultado do edital foi divulgado na última sexta-feira (17). Confira todos os projetos selecionados aqui.

Texto: Luana Giazzon, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agittec

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Arte com informações sobre o eventoO 2º Dia de Campo Simanihot acontece nesta terça-feira (4), na área experimental do Departamento de Fitotecnia da UFSM, no campus sede, a partir das 13h30. Serão apresentadas quatro estações técnicas sobre a cultura da mandioca, desde o plantio mecanizado até o beneficiamento das raízes, com foco na agricultura familiar.

O evento estava previsto para o dia 21 de maio, mas foi cancelado devido à chuva. Confira a programação na imagem ao lado.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no local por estudantes, produtores, extensionistas e público em geral.

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