UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com Universidade Federal de Santa Maria Mon, 27 Apr 2026 11:09:19 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com 32 32 UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/06/02/7a-festa-literaria-de-santa-maria-tem-inicio-nesta-terca-feira-3 Mon, 02 Jun 2025 15:28:54 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=69365

Imagem colorida vertical com o cartaz do evento. A arte traz como destaque o nome 7ª Flism, Feira Literária de Santa Maria, o período de 3 a 6 e junho, o local no Centro de Artes e Letras. Existe a imagem de um livro e de uma boca com a língua de fora. O campus da UFSM Santa Maria se prepara para receber, nesta terça-feira, 3 de junho, a 7ª edição da Festa Literária de Santa Maria (FLISM). O evento, organizado pelo Centro de Artes e Letras (CAL), acontece entre os dias 3 e 6 de junho no Teatro Caixa Preta, de forma gratuita. Os interessados em receber certificados de participação no evento devem realizar a inscrição por meio do formulário. 

De acordo com a professora Raquel Trentin, uma das organizadoras do evento, a ação busca trazer a Santa Maria uma Festa voltada à leitura e à reflexão sobre a arte da ficção. “A FLISM vem com o intuito de demarcar esse espaço e energizar ainda mais a cena cultural da cidade, recebendo autores(as), editores(as) e leitores(as) para discutir as várias vertentes da literatura contemporânea e clássica”, ressalta.

Esta edição da FLISM trará ao público autores dedicados ao pensamento contemporâneo, abordando questões raciais, heranças coloniais, educação popular, desigualdade social e relação entre a humanidade e o meio ambiente. Entre os destaques, estão Maria Valéria Rezende, Ana Maria Gonçalves, Veronica Stigger e José Falero. A feira promoverá sessões com temáticas variadas, perpassando as literaturas estrangeira, brasileira, gaúcha e santa-mariense. Além disso, haverá atividades sobre produção do cinema e de histórias em quadrinhos em Santa Maria.

“Não é de hoje que Santa Maria é conhecida como polo de produção cultural e artística. Também é referência estadual e nacional na produção acadêmica, em especial pelo renome da UFSM. A FLISM é um evento com cara de festa, gratuito e aberto ao público, centrado na discussão de diversos gêneros literários, de leitura e da escrita. Assim como outras festas literárias do país, queremos trazer para a cidade escritores e escritoras em destaque no cenário atual, assim como divulgar a produção local e regional”, enfatiza Raquel.

A 7ª Festa Literária de Santa Maria conta com o apoio da Universidade Federal de Santa Maria, da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd) e do Centro de Artes e Letras (CAL). A realização é de estudantes e docentes da UFSM. 


PROGRAMAÇÃO DA 7ª FLISM

Local: Teatro Caixa Preta

Terça (3)
18h30 – Abertura
19h – Ana Maria Gonçalves: o Brasil escrito em corpos negros
20h30 – Sessão de autógrafos

Quarta (4)
14h – Os 120 anos de Érico Veríssimo
15h – Os romances de Virginia Woolf: a batalha
16h30 – Cinema em Santa Maria
17h30 – Oficinas de leitura
19h – Veronica Stigger: uma estética do estranhamento e do impacto
20h30 – Sessão de autógrafos

Quinta (5)
14h – Literatura, censura e resistência
15h – Trabalho e quadrinhos: configurações possíveis
16h30 – Escritoras latino-americanas no século XIX
19h – Maria Valéria Rezende: história, memória e resistência na literatura

Sexta (6)
14h – Agência de detetives Guanabara Real e os mistérios da Escrita Coletiva
15h – Harry Potter e o enfeitiçamento do público
16h30 – José Falero: mas em que mundo tu escreves?
17h – Sessão de autógrafos
18h30 – Arraiá do Caixa

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/2025/06/02/flism-2025 Mon, 02 Jun 2025 14:24:57 +0000 http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/?p=12715 O campus da UFSM Santa Maria se prepara para receber, nesta terça-feira, 3 de junho, a 7.ª edição da Festa Literária de Santa Maria (FLISM). O evento, organizado pelo Centro de Artes e Letras (CAL), acontece entre os dias 3 e 6 de junho no Teatro Caixa Preta, de forma gratuita. Os interessados em receber certificados de participação no evento devem realizar a inscrição por meio do formulário.  

De acordo com a professora Raquel Trentin, uma das organizadoras do evento, a ação busca trazer a Santa Maria uma Festa voltada à leitura e à reflexão sobre a arte da ficção. “A FLISM vem com o intuito de demarcar esse espaço e energizar ainda mais a cena cultural da cidade, recebendo autores(as), editores(as) e leitores(as) para discutir as várias vertentes da literatura contemporânea e clássica”, ressalta.

Esta edição da FLISM trará ao público autores dedicados ao pensamento contemporâneo, abordando questões raciais, heranças coloniais, educação popular, desigualdade social e o relacionamento entre a humanidade e o meio ambiente. Entre os destaques, estão Maria Valéria Rezende, Ana Maria Gonçalves, Veronica Stigger e José Falero. O evento também promoverá sessões com temáticas variadas, perpassando a literatura estrangeira, brasileira, gaúcha e santa-mariense, além de atividades sobre produção do cinema e de histórias em quadrinhos em Santa Maria.

“Não é de hoje que Santa Maria é conhecida como polo de produção cultural e artística. Também é referência estadual e nacional na produção acadêmica, em especial pelo renome da UFSM. A FLISM é um evento com cara de festa, gratuito e aberto ao público, centrado na discussão de diversos gêneros literários, de leitura e da escrita. Assim como outras festas literárias do país, queremos trazer para a cidade escritores e escritoras em destaque no cenário atual, assim como divulgar a produção local e regional”, enfatiza Raquel.

A 7.ª Festa Literária de Santa Maria conta com o apoio da Universidade Federal de Santa Maria, da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), da Pró-Reitoria de Graduação (PROGRAD) e do Centro de Artes e Letras (CAL). A realização é de estudantes e docentes da UFSM. Confira a programação:

PROGRAMAÇÃO 7.ª FLISM – Teatro Caixa Preta

Terça (3)

18h30 – Abertura

19h – Ana Maria Gonçalves: o Brasil escrito em corpos negros

20h30 – Sessão de autógrafos

 

Quarta (4)

14h – Os 120 anos de Érico Veríssimo

15h – Os romances de Virginia Woolf: a batalha

16h30 – Cinema em Santa Maria

17h30 – Oficinas de leitura

19h – Veronica Stigger: uma estética do estranhamento e do impacto

20h30 – Sessão de autógrafos

 

Quinta (5)

14h – Literatura, censura e resistência

15h – Trabalho e quadrinhos: configurações possíveis

16h30 – Escritoras latino-americanas no século XIX

19h – Maria Valéria Rezende: história, memória e resistência na literatura

 

Sexta (6)

14h – Agência de detetives Guanabara Real e os mistérios da Escrita Coletiva

15h – Harry Potter e o enfeitiçamento do público

16h30 – José Falero: mas em que mundo tu escreve?

17h – Sessão de autógrafos

18h30 – Arraiá do Caixa

Texto: Wellington Hack, Subdivisão de Divulgação e Editoração PRE

Revisão: Valéria Luzardo, Subdivisão de Divulgação e Editoração PRE

Agenda 2030 na UFSM

A ação de extensão apresentada neste texto se alinha ao seguinte Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS).

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A 7ª Festa Literária de Santa Maria (Flism) será realizada de 3 a 6 de junho, no Centro de Artes e Letras (CAL) da UFSM. A Flism é um projeto de extensão que tem por objetivo o incentivo à leitura, à educação pelas artes e à sensibilização crítica e estética por meio do encontro com pensadores, escritores e artistas. Tradicionalmente são realizadas atividades como painéis, debates, bate-papos, sessões de autógrafos, entre outras.

A promoção é do Centro de Artes e Letras (CAL), Pró-Reitoria de Extensão (PRE), Núcleo de Estudos Poéticos e Literários (Nepel) e cursos de Letras Licenciatura, Letras Bacharelado e Música da Universidade.

Informações sobre programação e inscrições serão divulgadas oportunamente no perfil do evento no Instagram.

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Em mais um ano, a literatura é celebrada. Entre os dias 04 e 07 de outubro, a Cesma é palco da sexta edição da Festa Literária de Santa Maria, a Flism, evento que promove o encontro dos santa-marienses com a literatura e diferentes formas de arte como a música, o teatro e a dança. A programação desta edição leva a magia e a diversidade da literatura ao público através de debates sobre a cultura indígena, a autoria trans e a relação de escritores com as plataformas digitais.

A Flism é um projeto de extensão da Universidade Federal de Santa Maria, vinculado ao Centro de Artes e Letras (CAL) da Instituição. Enéias Tavares, um dos organizadores do evento, conta que a iniciativa surgiu a partir do desejo de levar o debate sobre literatura ao centro da cidade. “Queremos estabelecer uma ponte entre a Instituição e a cidade. O evento ocorre aqui na Cesma para mostrar à população que a UFSM está aqui”, completa. 

Cultura indígena, autoria trans e plataformas digitais em debate na Cesma

A cada edição da Festa Literária, a Cesma é palco da diversidade - presente a partir da escolha de autores e temática dos painéis. Na edição deste ano, a programação incluiu, pela primeira vez, o debate sobre a cultura indígena, a autoria trans na literatura e as novas mídias, como o podcast. Raquel Trentin, também organizadora do evento, explica que, a cada ano, são incluídas novas vozes para dialogar com os interesses do público. “A gente vive um momento em que precisamos promover a leitura, mas acima de tudo, a escuta da diversidade e das diferentes perspectivas de mundo. Então, acho que a programação diz muito sobre isso”, afirma a docente. 

[caption id="attachment_64027" align="alignright" width="501"] Adilson Rossa e Evandro Depiante se apresentaram para o público antes do início dos debates literários[/caption]

A abertura do evento, que ocorreu na noite da quarta-feira (04), recebeu o premiado escritor português José Luís Peixoto - referência na literatura contemporânea. A programação teve sequência na tarde da quinta-feira (05) com o escritor e ativista indígena Daniel Munduruku. Autor de livros como “Histórias de índio”, “O olho bom do menino” e “Meu vô Apolinário”, ele compartilhou os desafios na inserção da literatura indígena na sociedade. “Nos fizeram esquecer o que estava atrás de nós, que é o passado e a nossa memória. Porque no passado dos brasileiros tem os negros e os indígenas. Mas acabaram esquecendo que a gente faz parte desse território, desse lugar. E quando essas vozes aparecem, infelizmente, são acompanhadas de intolerância e perseguição. Como não aprendemos a tolerância, a gente não consegue praticar. A gente só faz o que aprendeu a fazer”, afirma Munduruku. Diante dessa perspectiva, o escritor encontrou na literatura uma forma de contar as crenças indígenas e reconstruir, no Brasil, uma formação que ensine sobre o passado brasileiro e sua ancestralidade. 

Na sequência, a programação contou com painéis sobre narrativas de terror, tecnologia, literatura gaúcha e lançamentos - que encerraram o segundo dia de evento. A novidade ficou por conta do painel “Literatura e Podcast” que debateu o uso de novas mídias, com AJ Oliveira, criador de “Os 12 Trabalhos do Escritor”, um dos podcasts literários mais antigos do Brasil. A iniciativa já conta com mais de trezentas horas de entrevistas com escritores nacionais sobre todos os processos de criação, desde a escrita até a publicação e carreira. 

[caption id="attachment_64028" align="alignleft" width="501"] Diversos artistas subiram ao palco da Cesma para apresentação artísticas. Na imagem, Júlia Urach durante a performance “A sede”[/caption]

AJ Oliveira contou que é ouvinte de podcast há mais de 15 anos - “quando tudo ainda era mato”, como ele afirma. Foi dessa forma que viu no formato uma possibilidade democrática e acessível para falar sobre escrita criativa, mesmo antes do smartphone. “É acessível porque para você ter acesso a ele, só precisa ter internet  e fazer um download. E também no que diz respeito a produção de conteúdo - para criar um podcast, eu só precisava de internet, de um computador que eu já tinha e um microfone velho de 15 reais que utilizei na época”, lembra. Com isso, de casa, ele iniciou a trajetória como podcaster porque, naquele momento, ainda não existia um conteúdo que falasse sobre o assunto. Hoje é referência no país.

Na fila para garantir a foto e o autógrafo com Daniel Munduruku, a psicóloga Liana Baldissera conta que sempre procura aproveitar eventos literários e o contato com diferentes autores. “Esses espaços são importantíssimos. Foi lindo escutar escritores como o Daniel. Eu já sabia que ia ser especial, o evento traz questões muito interessantes de forma sensível”, afirma Liana. As acadêmicas de Letras na UFSM, Polyana Floriano e Milena Ilha também aproveitaram a oportunidade para agregar conhecimento. “É a primeira vez que participamos e espero ter essa oportunidade outras vezes porque é um contato direto com a literatura. Esse envolvimento é cultura, é vida”, comenta Polyana.

Onde diferentes artes se encontram

[caption id="attachment_64025" align="alignright" width="500"] Após os debates, o público pode garantir autógrafos dos autores presentes no evento[/caption]

A sexta edição da Flism também promove o encontro da literatura com a música, a dança e o teatro através de intervenções artísticas. Gérson Werlang, docente do curso de Música da UFSM e organizador do evento, afirma que o objetivo desse movimento, que se intensifica a cada nova edição, está em promover a integração entre diferentes artes. “Sentimos que enriquece o evento quando encontramos, além da literatura, a música, a dança e o teatro. É uma tendência que vamos manter e até aumentar no futuro”, completa.

Os acadêmicos de Música da UFSM, Adilson Rossa e Evandro Depiante, receberam os inscritos com muita música antes do início dos painéis. A dupla que se formou há pouco tempo, a partir da troca no curso, fez sua primeira apresentação para o público durante o evento. “Eu acredito que seja bem importante trazer a música para um evento literário… A gente só tem a ganhar com essa integração”, conta Evandro. A dupla ainda falou com entusiasmo sobre a acolhida do público - que até dançou e cantou junto. 

Festa Literária segue nesta sexta e sábado

A Flism segue nesta sexta-feira, 06, com painéis sobre literatura e magia, autoria trans, literatura em Santa Maria, além de um bate-papo com a escritora Mar Becker e sessão de autógrafos. O encerramento do evento acontece no sábado, 07, no campus da UFSM em Silveira Martins. Por lá, o público encontra mais debates sobre literárias, exposições artísticas e palhaçaria. Para os organizadores, essa foi uma forma de ampliar a iniciativa para além de Santa Maria. “É uma programação pensada também para o público conhecer o espaço, que é muito bonito por sinal. Dessa forma, conseguimos ampliar o universo da UFSM”, afirma Gérson. 

Confira a programação: 

Sexta-feira (Cesma):
14h - Faces do Insólito Latino-Americano 
Com Renata Farias de Felippe

15h - Literatura e Magia
Com Marcia Heloisa e Enéias Tavares

16h - Literatura de/em Santa Maria
Com Ana Beltrame e mediação de Pedro Brum Santos

17h30 - Autoria Trans na Literatura Contemporânea
Com Anselmo Peres Alós

19h - Mar Becker: “Tornar o Amor uma Casa”
Com mediação de Raquel Trentin 

20h30 - Sessão de autógrafos

Sábado (UFSM Silveira Martins)
14h-17h - Atividades Culturais

Texto e fotos: Thais Immig, estudante de jornalismo e voluntária da Agência de Notícias
Edição: Mariana Henriques, jornalista

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Inicia hoje (04) e segue até sábado (07), a 6ª edição da FLISM – Festa Literária de Santa Maria. A  programação envolve painéis, bate-papos, saraus, lançamentos de livros, sessão de autógrafos, intervenções artísticas, entre outras atividades culturais. O evento, que integra a comemoração dos 60 anos do Centro de Artes e Letras da UFSM, é aberto à participação da comunidade e tem entrada franca, sendo preciso fazer inscrição prévia através do formulário. A programação acontece na Cesma, no centro de Santa Maria, e em Silveira Martins.

A abertura está prevista para às 18h desta quarta-feira, no auditório da Cesma, com a presença do premiado escritor português José Luís Peixoto, ganhador dos Prêmios José Saramago e Oceanos. A abertura contará, também, com debate envolvendo escrita, cultura portuguesa e sociedade atual.

Também compõem a programação da FLISM 2023 o escritor Daniel Munduruku, um dos principais nomes da literatura indígena no Brasil; a poeta Mar Becker, expoente da poesia recente brasileira; além de diversos outros encontros e painéis, sobre literatura trans, literatura e podcast, entre outros.  

Com idealização e curadoria dos professores da UFSM, Raquel Trentin, Enéias Tavares e Gérson Werlang, a FLISM conta com a parceria do Centro de Artes e Letras da UFSM, Secretaria de Cultura de Santa Maria, Cesma-Cooperativa dos Estudantes de Santa Maria e Rede Sina. 

Programação:

O4 de outubro - CESMA

18h: Abertura
19h: José Luís Peixoto: A Casa & o mundo
Mediação Gérson Werlang

05 de outubro - Cesma
14h: Daniel Munduruku: Literatura indígena: ancestralidade, memória educação
Mediação de Vítor Biasoli e Joceli Sirai Sales

15h30min: Literatura, terror e tecnologia
Com Juliane Vicente e mediação de Enéias Tavares

16h30min: Literatura e podcast
Com AJ Oliveira e Jéssica Dalcim

17h30min:  Literatura gaúcha contemporânea 
Com Lilian Rocha, Liana Timm, Roberto Prym, Odemir Tex JR e Rosana Zucolo

19h: Lançamentos e sarau literário Sina Poética - Rede Sina (Old School Pub)

06 de outubro - Cesma

14h: Faces do insólito latino-americano: Mariana Enriquez e suas contemporâneas
Com Renata Farias de Felippe

15h: Literatura e magia
Com Marcia Heloisa e mediação de Enéias Tavares

16h: Literatura de/em Santa Maria: Ana Beltrame - a história de Dendiara, a amazônia e a escuridão contemporânea
Mediação de Pedro Brum Santos

17h30min: De objeto a sujeito: a representação da autoria trans na literatura brasileira contemporânea
Com Anselmo Peres Alós

19h Mar Becker: “tornar o amor uma casa”  
Mediação de Raquel Trentin Oliveira

20h30 Sessão de autógrafos 

07 de outubro - UFSM Silveira Martins

Programação Cultural  - 14 às 17h
Visita Guiada à Exposição "Saramago 100 Anos: O Inventor de Bússolas” 
Fora da Casinha: intervenção palhagógica com Pureza (Projeto Brincandanças/Programa de Extensão UFSM Cia de Dança)
Visita Guiada à Exposição "Fantástico Brasileiro"
Apresentações Musicais

 

Palco Cultural da 6ª FLISM

Apresentações artísticas no decorrer do evento. Acontecem na Cesma, em variados espaços.

Rebolando o Carimbó
Coreógrafo: Jesse da Cruz
Intérprete: Julia Roncai e Gabriel Machado

Perecendo  
Teatro
Concepção & Atuação: Tatiana Barros Vinadé

Duo a Tempo
Músicos: Evandro Depiante (violão & voz)
Adilson Rossa (trompete & voz)

Tangos de Piazolla
Músicos: Dener Madruga Pinheiro (contrabaixo)
Pablo Reis (violino)

Grandes Sucessos da música popular brasileira
Músicos: Jonathan Anacleto Hoffmann (teclado & voz)
Gustavo Silva (violão & voz)

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A Festa Literária de Santa Maria (FLISM) é um encontro literário, que consiste na discussão e divulgação da literatura na comunidade, através de conversas sobre e com grandes escritores. O objetivo é expandir o conhecimento e o debate sobre literatura, livros e o valor da leitura para além do público acadêmico, envolvendo a comunidade de Santa Maria e região. 

Neste ano, ocorre a 6ª edição da FLISM que acontece entre os dias 4 e 7 de outubro de 2023 na Cooperativa dos Estudantes de Santa Maria (CESMA) e no Espaço Multidisciplinar de Pesquisa e Extensão da UFSM em Silveira Martins.

A programação envolve a participação de importantes e reconhecidos autores da literatura brasileira contemporânea e a discussão, por professores convidados, de obras literárias.

Neste ano, o evento conta com painéis sobre diversos temas, como literatura indígena, literatura, terror e tecnologia, literatura e podcast, literatura gaúcha contemporânea, literatura e magia, faces do insólito latino-americano, literatura de/em Santa Maria e autoria trans na literatura contemporânea.

As inscrições estão abertas e as vagas são limitadas!
Inscreva-se
em: http://forms.gle/9S4bFo7rPX33Y5k69

Confira a programação completa:

Confira alguns convidados de cada dia, para saber mais, siga a FLISM no Instagram!

4 de outubro
5 de outubro
6 de outubro

Esperamos você para festejarmos a literatura, a arte e a cultura!

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A 5ª edição da Festa Literária de Santa Maria (Flism) será realizada de forma presencial entre os dias 5 e 8 de outubro, no auditório da Cesma, no centro de Santa Maria. Apoiada pelo Programa de Pós-Graduação em Letras (PPGL) da UFSM, a celebração da literatura regional, nacional e internacional mais uma vez contará com palestras e conversas mediadas por docentes, pesquisadores e escritores da Universidade, além de convidados especiais.

Discussões atuais da sociedade através da literatura

Como em anos anteriores, a Flism irá discutir temas sociais apoiados em obras literárias premiadas. Como ocorrerá com a presença de Taiasmin Ohnmacht, finalista do Prêmio São Paulo de Literatura, na categoria Melhor Romance de Estreia de 2021, com “Vozes de Retratos íntimos”, pela Editora Taverna. Nele, a narradora-personagem atrela as suas memórias familiares ao racismo estrutural que domina a sociedade brasileira, ao mesmo tempo imaginando formas de reexistência e ressignificação dessa história. A mediação é de Ilse Vivian.

Para discutir "Literatura no Caos da Informação", o convidado é o escritor Michel Laub, com obras de destaque, como “Música Anterior”, que recebeu o Prêmio Erico Verissimo da União Brasileira de Escritores, na categoria Revelação, e “Diário da Queda”, ganhadora dos prêmios Brasília de Literatura e Bravo/Bradesco, na categoria Romance. Em conversa com Renata de Felippe e Gérson Werlang, Michel falará de seu livro e do papel da literatura num mundo imerso nos excessos do caos informativo.

Já no painel "Musas Praguejadoras da Literatura", a convidada é a autora de “Boca do Inferno”, Ana Miranda. A história, protagonizada por Gregório de Matos e Antonio Vieira, é considerada percursora do novo romance histórico brasileiro e foi traduzida para diversos idiomas. Com mediação de Raquel Trentin Oliveira, Ana abordará sua produção textual construída de uma perspectiva multicultural, contestadora de discursos e poderes dominantes, baseada na memória da literatura brasileira e do Brasil como um todo.

Além disso, o autor de mais de 100 títulos de literatura infanto-juvenil, como "A Droga da Obediência", "Papo de Sapato" e "O Fantástico Mistério de Feiurinha" junta-se às atrações da Festa Literária. Pedro Bandeira escreve há mais de quatro décadas para crianças e adolescentes e, aos 80 anos, continua ativo, agora também nas redes sociais. Na Flism, Enéias Tavares conversará com o escritor sobre sua história.

Debates sobre clássicos

Não obstante, autores que já partiram, mas marcaram seus nomes na história da literatura, estarão com seu legado em pauta no evento. Um deles é James Joyce, autor do chamado maior romance do século XX, “Ulysses”. Em um bate-papo, Mônica Stefani e Lielson Zeni abordarão a longevidade da obra após um século de lançamento. Outro nome prestigiado é de Carolina Maria de Jesus, conhecida por “Quarto de Despejo”. Sua vida, obra e polêmicas serão perpassadas com base em suas experiências pela literatura de autoria negra.

Entusiastas de clássicos da literatura mundial também poderão acompanhar a palestra sobre Emily Brontë, autora de “Morro dos Ventos Uivantes”, responsável por abrir caminhos do romantismo oitocentista. Neste painel, Marcia Heloísa, escritora de “Vitorianas Macabras” e estudiosa da ficção inglesa da época, discutirá a obra e o tempo de Brontë.

Não menos importante, Felipe de Oliveira, influente poeta da Semana de Arte Moderna de 1922, santa-mariense, autor de “Lanterna Verde” e figura política da Revolução de 1930, terá seu dia de discussão, comandado por Pedro Brum e Lucas Zamberlan.

Inscrições abertas

As inscrições para o evento podem ser feitas gratuitamente pelo e-mail contato.flism@gmail.com ou pelo formulário. A presença em 70% das atividades dá direito a certificado de 16h.
 
Mais informações e a programação da Flism podem ser acompanhadas no Instagram e no Facebook.
 
Texto: Gabrielle Pillon, acadêmica de Jornalismo, bolsista da Agência de Notícias
Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista
 
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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/arco/arco-entrevista-escritor-milton-hatoum Thu, 22 Jul 2021 11:14:12 +0000 http://www.55bet-pro.com/midias/arco/?p=8550
Ilustração colorida na horizonal. O fundo da imagem é dividido ao meio entre duas cores - verde e vermelho bordô. À esquerda, a silhueta de um homem com óculos lendo um livro. À direita, a legenda de "Entrevista: Milton Hatoum".

Com o intuito de promover debates e divulgar a literatura para a comunidade santa-mariense, a Festa Literária de Santa-Maria (FLISM) foi realizada pela primeira vez, em 2018, no auditório da Cooperativa dos Estudantes de Santa Maria (Cesma). Através de conversas sobre (e com) grandes escritores, as discussões são mediadas por professores, agentes culturais, críticos literários e autores locais. 

O evento foi idealizado pelos professores do Curso de Letras da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Raquel Trentin e Enéias Tavares, juntamente com o professor do Curso de Música da UFSM, Gérson Werlang. Durante os quatro anos de realização, vários escritores renomados passaram pelo evento, como Ignácio de Loyola Brandão, Luiz Ruffato e Leticia Wierzchowski.

O professor do Departamento de Letras vernáculas da UFSM, Pedro Brum, comenta que a FLISM permite que os participantes desenvolvam o exercício da reflexão, a aquisição do saber, a capacidade de penetrar nos problemas da vida, o senso de beleza e a percepção da complexidade do mundo, através da experiência literária como atividade que reforça o ato de pensar criticamente sobre o que se lê, sobre as realidades implicadas no ato de produção e de leitura. 

Em 2020, a pandemia de Covid-19 impossibilitou a realização do evento na Cesma, mas os organizadores conseguiram adaptá-lo para o meio online. Por isso, a terceira edição ficou conhecida como ‘FLISM em Casa’. Nesta quarta edição, em 2021, que aconteceu entre os dias 13 a 16 de julho, também de forma remota - transmitida pelo canal do YouTube -, a festa teve, pela primeira vez, a presença de uma escritora internacional, a autora portuguesa Lídia Jorge. Ainda como parte da programação, houve discussões com poetas locais,  uma conversa com André Diniz sobre sua graphic novel, A Revolta da Vacina, publicada pela editora DarkSide Books, e um debate com o escritor Milton Hatoum, mediado pelo professor Brum, que encerrou a FLISM.

Premiado escritor brasileiro, Milton Hatoum nasceu em Manaus, no Amazonas. Seu primeiro livro, o Relato de um Certo Oriente, foi publicado em 1989 e venceu o Prêmio Jabuti - premiação tradicional da literatura brasileira. Em 2006, seu livro Cinzas do Norte, publicado em 2005, também levou o prêmio na categoria de Melhor Romance. Dois Irmãos, publicado em 2000 e Órfãos do Eldorado, publicado em 2008, ganharam adaptações audiovisuais. O autor também foi professor da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) de 1984 a 1999.

Para Brum, o que mais lhe impressiona na obra de Hatoum “é o sentido de busca de uma identidade que é, ao mesmo tempo, manauara, brasileira, libanesa ou tudo isso ao mesmo tempo, expressa sobretudo no engenho de seus narradores”.  Diante disso, a Revista Arco conversou com Milton Hatoum sobre suas obras,  o contexto da leitura no Brasil e a importância de eventos como a FLISM.

ARCO: Quais livros formaram quem você é hoje?

Bom, como livros formadores, posso citar o Érico Veríssimo, o Graciliano Ramos, que foram importantes. Li um pouco de literatura francesa, na minha primeira juventude em Manaus, e também os contos do Machado de Assis, li também parte dos Sertões, de Euclides da Cunha, foram autores importantes na minha vida. Naquele momento, dos 12 aos 15 anos, antes de viajar para Brasília, foram autores fundamentais, porque não havia televisão em Manaus, então o nosso acesso ao Brasil era através da literatura e de fotografias. Aprendi muito com Vidas Secas, do Graciliano Ramos, por exemplo, conheci o sertão da vida sertaneja, da cultura sertaneja, da brutalidade social e da miséria. Anos depois, reli esses livros e aos poucos me aprofundei em outras obras também, de outras línguas. Tive sorte, na infância, pela presença de um narrador oral que era o meu avô materno, e isso estimulou a minha imaginação, do contador de histórias com a sua sabedoria, de experiência de vida. Retribuí muito tempo depois com um conto do livro A Cidade Ilhada, que homenageia esse narrador oral. Enfim, tive sorte de ter tido bons professores na escola pública, no Colégio Pedro Segundo em Manaus, depois em Brasília e São Paulo, foi importantíssimo. Enquanto não se investir em educação pública de qualidade, nós vamos ser apenas caricaturas de democracia que nunca foi tão caricata quanto é nos dias atuais.

ARCO - Em relação às suas obras, a memória é o tema em comum que perpassa por todas elas. A vida em Manaus, a herança libanesa e agora na trilogia O Lugar Mais Sombrio, a ditadura. Como é o processo de articular o passado com o presente e colocar suas lembranças nos romances, ou seja, como é distinguir no desenvolvimento da escrita o que é ficcional e o que é memória?

Seria um movimento. Porque a memória de um passado distante - e isso sempre trabalhei nos meus livros, por isso levo tanto tempo para escrevê-los, às vezes dez anos como aconteceu com Dois Irmãos ou com a trilogia O Lugar Mais Sombrio -; a memória, eu penso como um movimento do passado que chega ao presente. Não é algo cristalizado no passado, ela repercute no presente. Portanto, todo esse movimento é construído pela linguagem, pela forma mais importante na literatura. Como que você constrói a sua narrativa?, de qual ponto de vista?, questões técnicas de estrutura de personagem, de conflitos de tempo e de espaço. E tudo isso, relacionado com a minha experiência de vida e de leitura, tem a ver com uma reflexão sobre a minha cidade ou sobre as cidades onde vivi. De alguma forma, todos os meus romances possuem a vontade de dialogar com o presente. Quando escrevo sobre a Amazônia no Dois Irmãos ou no Cinzas do Norte, estou relatando um tempo desses conflitos humanos, de um quadro histórico. A memória assume um papel importantíssimo, daquelas passagens da vida um pouco ofuscadas ou nebulosas, que constrói, através da imaginação, o pilar mais importante de uma obra de arte. A questão é transformar a imaginação em linguagem.

ARCO - Qual a importância de eventos que promovem debates literários, como a FLISM?

É auspicioso, é importantíssimo e fico grato pelo convite de participar desse festival, patrocinado por uma universidade pública. Também fui professor de uma instituição pública, a Universidade Federal do Amazonas (UFAM), durante 15 anos, inclusive no período do governo Collor (1990-1992) - outro mandato presidencial insidioso que trabalhou contra as universidades, contra o ensino público; que não estava interessado na pesquisa, na educação, enfim, no financiamento dessas universidades. Então, o evento é de grande importância, porque assim podem surgir questões literárias e, de modo oblíquo ou indireto, questões políticas também. A presença de professores, de pesquisadores, de estudantes e do público de um modo geral em um evento patrocinado e promovido por uma universidade pública é algo importantíssimo nesse momento trágico da vida política, social e cultural brasileira.

ARCO - Nos últimos anos, no Brasil, estamos percebendo um aumento da desinformação, de ataques à liberdade de imprensa e de expressão. Enfim, uma intensificação de discursos de ódio. Você considera que a literatura e outras formas de expressões culturais e artísticas podem ser uma maneira de lutar contra esses atos de repressão?

Sim. Mas, a literatura e as artes, de um modo geral, não são discursos ideológicos. Quando você lê um romance, geralmente, o leitor ou a leitora faz perguntas e são elas que conduzem a reflexão de uma questão, de um problema ou de um conflito humano. Então, eu acho que em qualquer circunstância a literatura é uma espécie de salvação. Permite uma viagem da imaginação através da linguagem e também apresenta uma forma de reflexão sobre o presente que vivemos. O que acontece, hoje, no Brasil, é uma forma de opressão que inibe muitas pessoas. Mas não nos cala, nós não somos obrigados a silenciar. Então, por isso, escrevemos, precisamos ler e continuar a fazer o ofício que mais nos satisfaz. No meu caso, o que me move para escrever é o desejo. Porém, a situação é muito adversa para quem admira ou para quem convive ou não pode viver sem a arte, sem a imaginação. A dificuldade de financiamentos para filmes, para peças de teatro, para festivais de músicas, prejudica a produção artística no Brasil, o que é muito preocupante.

ARCO - Poderia comentar um pouco sobre a problemática levantada pela Receita Federal e por outros membros do governo sobre a taxação de livros e sobre a declaração que “pobres não leem livros”?

A elite do governo acredita que o livro é artigo de luxo para poucos, consumido por poucos e assim exclui a massa de brasileiros, a grande maioria dos brasileiros que gostariam de ler. Agora, dizer que só os ricos gostam de ler é de fato uma afirmação das mais preconceituosas e uma grande mentira. Uma afirmação sem nenhuma evidência na realidade. Como comentei, fui professor por quase 15 anos em universidade pública. Meus alunos e minhas alunas eram pessoas humildes, de famílias humildes, e todos queriam ler. Havia um desejo enorme de ler e, às vezes, eles não podiam comprar - muitas vezes eu fotocopiava livros ou doava para a própria biblioteca que não possuía certas obras. Então, há uma carência enorme, sobretudo no Amazonas. Por isso, a elite brasileira é preconceituosa e cruel. E o Ministro da Economia responde aos anseios dessa elite, na verdade, ele pertence a essa elite e não está preocupado com a qualidade de vida do povo brasileiro, nem com acesso à educação pública de qualidade e à cultura. Mas nós devemos criticar isso, não silenciar, e apostar na força da literatura cujo alcance aparentemente é pequeno, no entanto tem o poder de formar leitores. Como dizia Antônio Candido, nosso maior crítico literário, “o direito à literatura também faz parte dos direitos humanos”. Então, o festival de literatura promovido por uma universidade pública dá sentido e dá densidade a esse direito.

 ARCO – Para finalizar, gostaria de saber: o que significa a literatura para você? 

A literatura é uma das formas de se ver o mundo, não é um espelho do real, contudo é uma tentativa de reproduzir a realidade. Na verdade, o escritor ou a escritora, de algum modo, criam um universo ficcional e trabalham com isso para expressar suas inquietações, seus fantasmas e os conflitos humanos. No centro de tudo isso está a linguagem. Muitas vezes, o que se lê expressa o mundo interior, subjetivo, em vez de o mundo no qual vivemos. São mergulhos da intimidade, a obra da Clarice Lispector é um exemplo.

Expediente

Reportagem: Eduarda Paz, acadêmica de Jornalismo e voluntária da revista Arco

Ilustração: Noam Wurzel, acadêmico de Desenho Industrial e bolsista

Mídia Social: Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Eloíze Moraes e Martina Pozzebon, estagiárias de Jornalismo

Editora de Produção: Esther Klein, acadêmica de Jornalismo e bolsista

Edição Geral: Luciane Treulieb e Maurício Dias, jornalistas

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2021/07/12/com-apoio-da-ufsm-4a-festa-literaria-de-santa-maria-ocorre-nesta-semana Mon, 12 Jul 2021 23:32:41 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=56275 A quarta edição da Festa Literária de Santa Maria (Flism) acontece nesta semana, de terça (13) a sexta-feira (16), com apoio da UFSM e do Centro de Artes e Letras (CAL). A organização é de iniciativa dos professores do curso de Letras Raquel Trentin e Enéias Tavares e do docente do curso de Música Gérson Werlang, sendo os três pesquisadores do Programa de Pós-Graduação em Letras e da linha de pesquisa Literatura, Cultura e Interdisciplinaridade.

Como ocorreu no ano passado, em 2021 a Flism retorna em seu site oficial e no seu canal do YouTube para mais uma edição virtual, desta vez investindo não apenas em nomes importantes da literatura brasileira contemporânea, como também em sua primeira presença internacional, a da autora portuguesa Lídia Jorge.

Além dela, a Flism segue com uma programação variada e eclética, com painéis sobre temas como literatura brasileira, literatura de autoria feminina, literatura fantástica e a participação do quadrinista André Diniz e, no encerramento, de Milton Hatoum. A programação completa pode ser conferida na imagem ao lado e na página do evento no Facebook.

Para garantir vaga no evento, que é gratuito, e também certificado, as inscrições pode ser feitas até o meio-dia desta terça-feira através do formulário. Para os não inscritos, também é possível assistir à programação da Flism, via YouTube.

Neste ano, além do apoio da UFSM, da UFSM Silveira Martins e da Prefeitura de Santa Maria, o evento conta também com apoio financeiro do edital decorrente da Lei Emergencial Aldir Blanc. 

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A quarta edição da Festa Literária de Santa Maria (Flism) acontece na próxima semana, de terça (13) a sexta-feira (16), com apoio da UFSM e do Centro de Artes e Letras (CAL). A organização é de iniciativa dos professores do curso de Letras Raquel Trentin e Enéias Tavares e do docente do curso de Música Gérson Werlang, sendo os três pesquisadores do Programa de Pós-Graduação em Letras e da linha de pesquisa Literatura, Cultura e Interdisciplinaridade. 
 
Como ocorreu no ano passado, em 2021 a Flism retorna em seu site oficial e no seu canal do YouTube para mais uma edição virtual, desta vez investindo não apenas em nomes importantes da literatura brasileira contemporânea, como também em sua primeira presença internacional, a da autora portuguesa Lídia Jorge.
 
Além dela, a Flism segue com uma programação variada e eclética, com painéis sobre temas como literatura brasileira, literatura de autoria feminina e literatura fantástica e participação do quadrinista André Diniz e, no encerramento, de Milton Hatoum. A programação completa pode ser conferida na imagem ao lado e na página do evento no Facebook.
 
Para garantir vaga no evento, que é gratuito, e também certificado, as inscrições estão sendo feitas através do formulário.
 
Neste ano, além do apoio da UFSM, da UFSM Silveira Martins e da Prefeitura de Santa Maria, o evento conta também com apoio financeiro do edital decorrente da Lei Emergencial Aldir Blanc. 
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A FLISM em Casa- a edição de 2020 da Festa Literária de Santa Maria - terminou, depois de três semanas de uma programação intensa e variada com mais de cinco mil visualizações. Neste ano, a FLISM debateu literatura, arte, pandemia, escrita e mercado, além dos já tradicionais debates sobre autoria, representatividade, formação de leitores e literatura em Santa Maria. Além de ter sido realizada de forma virtual, a FLISM disponibilizou diversos conteúdos produzidos por dezenas de escritores, professores e estudantes no portal www.flism.com.br e no canal da Festa Literária de Santa Maria no Youtube.

Entre alguns destaques, tanto da programação deste ano quanto dos dois anos anteriores, estão disponíveis os painéis com Luiz RuffatoLetícia WierzchowskiIgnácio de Loyola Brandão, Leonel CaldelaEliana Alvez CruzCristóvão TezzaLuiz Antonio de Assis BrasilLuisa Geisler, Marcelo Ferroni, Natalia Polesso e Samir Machado . Também é possível conferir a Homenagem a Clarice Lispector com a professora Nádia Battella Gorlib, o painel Literatura de/em Santa Maria, além de um vídeo especial que detalha o trabalho de todos os envolvidos na Festa Literária.
 

Idealizado e organizado pelos professores do Centro de Artes e Letras Gérson Werlang, Raquel Trentin e Enéias Tavares, o projeto "FLISM em Casa" fez parte da Chamada Pública 07/2020 da Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, que selecionou ações de extensão no enfrentamento à Pandemia da Covid-19, com programação digital da empresa DotWeb Soluções Inteligentes, além do apoio das livrarias CESMA e Athena e da Prefeitura Municipal de Santa Maria nas Edições Anteriores.

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A Festa Literária de Santa Maria (FLISM) está realizando sua terceira edição neste mês de julho. Em 2020, a edição acontece virtualmente, devido às restrições causadas pela pandemia de COVID-19. A FLISM tem realizado lives transmitidas no seu próprio canal do Youtube desde o último dia 8 e segue até o próximo dia 24.

Denominada "FLISM em Casa", a festa deste ano debate os dias atuais e as pandemias dentro da literatura. As transmissões com escritores convidados acontecem nas quartas-feiras. O primeiro convidado foi o escritor Cristóvão Tezza, na abertura do evento. Já na última quarta-feira (15), foi a vez da escritora e jornalista Eliana Alves Cruz. A FLISM ainda receberá o autor gaúcho Luiz Antônio de Assis Brasil.

Ao longo da edição de 2020, a FLISM reuniu uma diversidade de escritores, pesquisadores e professores no debate literário. Pelo viés da literatura, o evento tem discutido questões como necropolítica, pandemia e isolamento social. Como nas últimas edições do evento, a última semana apresentará uma mesa redonda, na próxima quarta-feira (23), com os escritores Luisa Geisler, Marcelo Ferroni, Natalia Borges Polesso e Samir Machado de Machado.

O encerramento, no dia 24, haverá homenagem à escritora Clarisse Lispector, com a biógrafa e professora da USP, Nádia Batella Gotlib. O último dia ainda conta com a participação dos professores e pesquisadores Gérson Werlang, Enéias Tavares e Nikelen Witter, em um bate-papo sobre a literatura de Santa Maria.

Conteúdo online e indicações literárias como atração da FLISM de 2020

Outras duas ações da FLISM são as séries “drops literários”, que são vídeos de curta duração contendo passagens de livros e poemas, e “o que estou lendo?”, em que escritores compartilham suas experiências de leitura no contexto de isolamento social. Ambas as séries podem ser acompanhadas nas redes sociais da FLISM.

O professor Gerson Werlang acredita que, no momento atual, a arte está propondo uma reflexão a respeito da vida humana. “Se não fosse a literatura, arte, a música, e por extensão o cinema, imagine como as pessoas iriam enfrentar essa pandemia? A arte em geral, nos fornece diversão e ao mesmo tempo, assume a frente das discussões nesse momento".

A FLISM em Casa já debateu grandes obras que abordam um contexto de pandemia. Indicada pelo professor da UFSM, Lucas Zamberlan, os romances ''Lucíola'', de José de Alencar e ''Memórias Póstumas de Brás Cubas'', de Machado de Assis, clássicos brasileiros que registram a febre amarela que ocorreu no Rio de Janeiro em 1850.

Na temática de literatura e isolamento, o professor da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), Paulo Ricardo Kralik, apresentou quatro obras, três portuguesas e uma angolana, que têm em comum personagens isolados em espaços fechados e um detalhamento desses espaços. A primeira obra é ''Ensaio sobre a cegueira'', de José Saramago. A segunda é ''O osso da borboleta'', de Rui Cardoso Martins. Em seguida o professor discute as obras ''Debaixo de algum céu'', de Nuno Camarneiro e a ''Teoria geral do esquecimento'', de José Eduardo Agualusa.

O professor Gérson Werlang comentou na última quinta-feira (16) o clássico Decameron, de Giovanni Boccaccio, abordando o modo como as personagens desta obra da literatura italiana contornaram a Peste Bubônica (conhecida como Peste Negra), que atingiu a Itália no século XIV.

A programação da última semana do evento está disponível nas redes sociais da FLISM e todos os vídeos do evento estão disponíveis no site e no canal do Youtube .

Reportagem: Ana Júlia Müller Fernandes, bolsista da Agência de Noticias da UFSM
Edição: Davi Pereira

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Um dos nomes mais influentes da literatura gaúcha, Leticia Wierzchowski foi a convidada especial do segundo dia de atividades da Festa Literária de Santa Maria (Flism). O painel, que teve mediação do professor da UFSM Gérson Werlang, aconteceu na noite desta quinta-feira (12), no auditório da Cooperativa dos Estudantes de Santa Maria (Cesma), no centro da cidade.

Reconhecida como a “voz do romance” do Rio Grande do Sul, a autora tem como principal obra “A casa das sete mulheres”, que foi adaptada pela Rede Globo em uma minissérie exibida em 2003. Também roteirista, Leticia
Wierzchowski possui 28 livros escritos e compartilhou com os presentes sua trajetória de vida no painel intitulado “A alegria da escrita.”

Ao revelar um pouco sobre sua carreira, a escritora contou ao público que antes de se dedicar às letras cursou arquitetura, mas não chegou a completar. Foi também proprietária de uma confecção de roupas e trabalhou no escritório de construção civil de seu pai. Neste último emprego, começou a escrever ficção, tendo como referências as histórias de Érico Veríssimo.

Em 1998, aos 26 anos, Leticia publicou seu primeiro livro, “O anjo e o resto de nós”. Mas foi com seu quinto trabalho, “A casa das sete mulheres”, que Wierzchowski alcançou o sucesso. De acordo com a autora, a história é inspirada em um trecho do livro “Varões assinalados”, do escritor Tabajara Ruas. Em 2017 a escritora encerrou a trilogia de “A casa das sete mulheres” com o romance “Travessia: a história de amor de Anita e Giuseppe Garibaldi”.

Durante o espaço aberto para perguntas da plateia, Leticia falou sobre o seu processo de escrita e o que a literatura representa na sua vida. “A literatura tem o poder de subverter as realidades. Eu quero contar histórias para todo mundo e nunca me faltarão histórias”, enfatizou. Ao final, aconteceu a sessão de autógrafos de lançamento do seu último livro, “O menino que comeu uma biblioteca.”

Além do bate-papo especial com Leticia Wierzchowski, a programação do dia da Flism também contou com um painel sobre vida e obra do poeta português Fernando Pessoa, um debate sobre narrativas transmídia, um painel sobre os 50 anos da morte do escritor americano Jack Kerouac e, também, a discussão sobre a produção da crônica em Santa Maria.

A programação segue até esta sexta (13), com debates abertos, painéis especiais, lançamentos de livros e sessões de autógrafos no auditório da Cesma, localizado na Rua Professor Braga, 55.

Mais informações na página do evento no Facebook.

Texto: Pablo Iglesias, acadêmico de Jornalismo, bolsista da Agência de Notícias

Foto: Thiago Rampelotti/Divulgação

Edição: Ricardo Bonfanti

 

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Apesar da forte chuva, dezenas de pessoas lotaram, no final da tarde desta quarta-feira (11), o auditório da Cooperativa dos Estudantes de Santa Maria (Cesma), no centro da cidade, para prestigiar a abertura da segunda edição da Festa Literária de Santa Maria (Flism).

A primeira atividade do evento foi um painel especial com o escritor membro da Academia Brasileira de Letras (ABL) Ignácio de Loyola Brandão, mediado pela professora do curso de Letras da UFSM Raquel Trentin.

“O principal objetivo é levar a discussão da literatura para o centro da cidade, oferecendo um espaço com o formato menos acadêmico, mais festivo e de celebração das diferentes literaturas”, afirmou Raquel, uma das organizadoras e idealizadoras da Flism, juntamente com os professores Enéias Tavares e Gérson Werlang, com colaboração de outros docentes da UFSM.

[caption id="attachment_49464" align="alignleft" width="500"]Foto colorida horizontal mostra em plano fechado, sentados em poltronas, o autor convidado falando ao microfone e ao lado uma mulher ruiva olhando para ele Ignácio de Loyola Brandão foi o convidado para o painel de abertura do evento[/caption]

Com mais de 40 livros publicados em diversos idiomas e ganhador de alguns reconhecimentos, como o Prêmio Jabuti de Literatura de 2008 e o Prêmio Machado de Assis de 2016, Ignácio de Loyola Brandão foi a personalidade escolhida para dar início às festividades da segunda edição da Flism.

Com passagem pelo jornalismo e escritor de crônicas, contos e romances, Loyola dividiu com o público o seu bom-humor ao relatar suas experiências literárias e curiosas histórias de vida, como a de uma paixão por uma mulher natural de Santa Maria na sua juventude.

Durante o painel, Loyola contou como escreveu um de seus maiores sucessos, o romance “Zero”, publicado em 1974, e também sobre a distopia “Não verás país nenhum”, de 1981. O primeiro teve sua primeira edição censurada e marcou uma certa mudança na literatura da época. Já o segundo aborda questões evidentes na atualidade, como a miséria e os problemas ambientais, mesmo décadas depois de escrito.

Ao mencionar a extinção de eventos literários importantes, como a Jornada Literária de Passo fundo, o autor foi aplaudido de pé pelos presentes ao evidenciar a Flism como um ponto de resistência no momento político atual. “Esta festa é um momento muito especial, pois contribui para desenvolver ou formar leitores”, ressaltou Loyola.

Ao final, o público pôde fazer perguntas e participar do lançamento de “Desta terra nada vai sobrar, a não ser o vento que sopra sobre ela”, 45º livro escrito pelo autor.

A convidada desta quinta (12) é a autora da obra “A Casa das 7 Mulheres”, Leticia Wierzchowski. A programação segue até sexta-feira (13), com debates abertos, painéis especiais, lançamentos de livros e sessões de autógrafos no auditório da Cesma.

Programação completa e mais informações sobre o evento na página no Facebook.

Texto: Pablo Iglesias, acadêmico de Jornalismo, bolsista da Agência de Notícias

Fotos: Thiago Rampelotti/Divulgação 

Edição: Ricardo Bonfanti

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Arte com a capa do livro e informações referentes ao lançamento

O professor do Departamento de Letras Clássicas e Linguística e Pesquisador do Laboratório Corpus e do Espaço Multidisciplinar UFSM Silveira Martins Enéias Tavares lança nesta quinta-feira (12), às 17h30, na Livraria Athena (Floriano Peixoto, 1112), o livro "Fantástico Brasileiro – O Insólito Literário do Romantismo ao Fantasismo". O livro, que tem co-autoria de Bruno Anselmi Matangrano (USP/CNPq) e edição pela Arte & Letra, de Curitiba, já foi lançado em Porto Alegre e São Paulo e agora recebe seu lançamento na cidade, em meio à 1ª Festa Literária de Santa Maria.

O estudo crítico voltado para professores e público em geral parte de um projeto de pesquisa e extensão sediado na UFSM que mapeia a história do insólito literário em nosso país, percorrendo200 anos de história literária para mostrar que o fantástico sempre motivou interesse de escritores, críticos, editores e leitores em nosso país. Partindo do romantismo até chegar ao presente, o volume discute os diversos modos narrativos de ontem e de hoje, como as várias fantasias, a distopia, o horror, o steampunk, dentre outros, sem perder de vista a importância de quem escreve, publica, divulga e estuda tais temas no Brasil. Tudo isso para mostrar que o elemento insólito sempre se revelou uma parte importante de nosso patrimônio literário, embora nem sempre tenha sido valorizado e entendido como tal.

O projeto já virou exposição itinerante e agora ganha um volume com mais de 300 páginas, prefácio de Flavio García, professor da Uerj e um dos mais respeitados teóricos brasileiros das questões do insólito literário, posfácio de Roberto de Sousa Causo, ficcionista, pesquisador e ensaísta, e mais de 20 ilustrações de Karl Felippe, apresentando um percurso pelos grandes movimentos literários que marcaram nossa história e culminam na defesa de um novo movimento, o Fantasismo. Para uma entrevista completa com os autores, publicada no jornal Estado de São Paulo, sobre o livro e o momento atual da literatura fantástica no Brasil, acesse aqui: parte 1 e parte 2.

A atividade é gratuita e compõe a programação da Flism. Mais informações na página do evento no Facebook.

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