UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com Universidade Federal de Santa Maria Thu, 05 Mar 2026 00:21:30 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com 32 32 UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/08/12/como-e-possivel-identificar-parentesco-pelo-dna Tue, 12 Aug 2025 18:36:05 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=70116

O que é identidade? Para alguns, é um número impresso no Registro Civil. Para outros, está nas características que nos diferenciam: o jeito de falar, o formato do rosto ou a história que carregamos. Mas existe também uma assinatura invisível, presente desde o início da nossa existência e gravada dentro de cada célula: o DNA.

Por vezes, esse registro escondido em nossas células é extremamente necessário para identificação de pessoas desaparecidas. Em 2024, o país registrou cerca de 70 mil desaparecimentos, e o Rio Grande do Sul se enquadrou como o segundo estado com mais casos, sendo 7.538 ocorrências. No estado, esse cenário ainda foi agravado pelas enchentes de maio do ano passado. Conforme o Ministério da Justiça, houve um aumento de 7,09% no número de desaparecimentos após as chuvas.

 

Contextos como esse evidenciaram a necessidade de criar a Campanha Nacional de Coleta de DNA de Familiares de Pessoas Desaparecidas, que, em 2025, acontece até sexta-feira 15 de agosto e visa ampliar o Banco Nacional de Perfis Genéticos (BNPG). Apesar da iniciativa possuir ampla divulgação, ainda pouco se destaca sobre o processo científico por trás da coleta e como é possível identificar parentesco pelo DNA.

A ciência por trás da coleta

Descoberto em 1953, DNA significa ácido desoxirribonucleico. Essa molécula está presente em basicamente todas as células que formam o corpo humano e é responsável por armazenar e transmitir as informações genéticas de um indivíduo, sendo assim, parte da nossa identidade.

De maneira didática, o professor Daniel Graichen, também diretor do Laboratório de Genética Evolutiva da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), situado no 55BET Pro de Palmeira das Missões, explica que o DNA é como um “manual de instruções” escrito com um “alfabeto químico” de quatro letras (A, T, C e G), que significam Adenina, Timina, Citosina e Guanina, respectivamente.

Com isso, o DNA serve como molde para que as células produzam o RNA mensageiro que, por sua vez, é utilizado como molde para a síntese de proteínas. Conforme Graichen, as proteínas são moléculas metabólicas e estruturais de todos os seres vivos e determinam todos os nossos fenótipos, ou seja, características observáveis de um organismo, como a cor dos olhos e até aspectos mais complexos do metabolismo e do comportamento.

Sobre a ciência por trás da campanha de coleta, Graichen conta que a determinação de parentesco por meio da análise de DNA baseia-se na comparação de regiões específicas do genoma, o conjunto completo de informações genéticas de um ser humano contido no DNA, entre dois ou mais indivíduos. “Essas regiões, denominadas marcadores genéticos, apresentam elevada variabilidade entre pessoas, mas seguem padrões previsíveis de herança mendeliana”, aponta.

Nos testes de paternidade e na identificação individual, os marcadores mais empregados são os microssatélites ou STRs (Short Tandem Repeats). O professor explica que esses elementos consistem em pequenas sequências de nucleotídeos, o “alfabeto químico”, repetidas em conjunto, por exemplo, (ATT ATT ATT ATT ATT ATT), cujo número de repetições varia entre os indivíduos.

Graichen ainda revela que os microssatélites são amplamente utilizados devido a três características principais: alta variabilidade genética entre indivíduos, a herança previsível, com 50% dos alelos provenientes da mãe e 50% do pai, e a facilidade de amplificação por PCR e análise com alta precisão.

O professor comenta que no contexto de teste de paternidade, verifica-se se um indivíduo apresenta combinações de alelos compatíveis com a contribuição genética de um suposto pai, mãe ou outro parente. “A compatibilidade é confirmada quando todos os marcadores podem ser explicados pela soma genética dos supostos genitores”, elucida Graichen.

Segundo ele, no Brasil e em diversos países, os exames forenses e de parentesco seguem painéis padronizados de STRs. O padrão internacionalmente mais reconhecido é o CODIS (Combined DNA Index System), que atualmente contempla 20 marcadores. “O mesmo raciocínio é aplicado para exclusão de paternidade ou absolvição judicial: um suspeito pode ser excluído se o DNA presente na prova não apresentar compatibilidade genética com o seu perfil”, acrescenta.

Em casos de desaparecimentos, Graichen reforça que: “quando não há amostras biológicas diretas da pessoa antes do sumiço, pode-se utilizar o DNA de familiares biológicos, como pais, filhos ou irmãos, para verificar se a amostra encontrada é compatível com a linhagem genética e, assim, estabelecer uma associação com o desaparecido”.

A imagem colorida horizontal apresenta uma explicação visual e textual sobre a estrutura do DNA, com um fundo azul quadriculado e elementos gráficos coloridos que representam a molécula. No centro, há uma ilustração estilizada da dupla hélice do DNA, semelhante a uma escada em espiral. Os “degraus” da escada são formados por pares de esferas conectadas por linhas brancas, simbolizando as bases nitrogenadas. As esferas amarelas e rosas representam os pares de bases químicas que sempre se unem da mesma forma: Adenina (A) com Timina (T) e Citosina (C) com Guanina (G). À esquerda da imagem, um texto explica que o DNA tem formato de dupla hélice e que cada degrau é formado por duas bases unidas. À direita, outro texto define o que são bases nitrogenadas, listando as quatro principais bases que compõem o DNA. Abaixo, em letras grandes e destacadas, está a informação sobre o pareamento específico das bases: “A com T, C com G”. O design da imagem é colorido e didático, com linguagem acessível, voltado para fins educativos. Mostrar menos Conteúdo original excluído.

Quais técnicas e equipamentos se utilizam nesse processo?

De acordo com o professora Graichen, o processo de identificação genética normalmente envolve várias etapas, como a coleta de amostras de sangue, mucosa bucal, ossos ou dentes, a extração do DNA com reagentes químicos ou kits automatizados, e a amplificação do material genético por PCR.

Ele afirma que a técnica PCR é essencial porque "sintetiza in vitro uma região específica do DNA, aumentando em milhões de vezes sua representatividade", o que permite uma análise precisa. Após isso, aplica-se a técnica eletroforese capilar, que utiliza campo elétrico para separar os fragmentos amplificados por tamanho e determinar o número de repetições em cada marcador genético, criando um “perfil genético”.

Por fim, a interpretação dos resultados é feita com o auxílio de softwares e bancos de dados, que ajudam a calcular a probabilidade de parentesco. Entre os equipamentos utilizados estão termocicladores (aparelhos que permitem a amplificação de fragmentos de DNA), sequenciadores automáticos de DNA, centrífugas, cabines de biossegurança e computadores com programas de bioinformática.

Com a estrutura atual, o professor acrescenta que os “testes de parentesco bem conduzidos podem alcançar confiança estatística acima de 99,99% para confirmar ou excluir paternidade/maternidade, porém, nenhum método é absolutamente infalível e erros como, troca ou contaminação de amostras, interpretação incorreta dos dados, casos raros de mutações ou mosaicos genéticos e relações biológicas atípicas, tais como irmãos muito semelhantes geneticamente, podem ocorrer”.

Benefícios e limitações dos bancos de perfis genéticos

No Brasil, existe o Banco Nacional de Perfis Genéticos (BNPG), instituído no âmbito da Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos (RIBPG). Ele integra um instrumento de auxílio nas investigações criminais e na identificação de pessoas desaparecidas. Graichen conta que esses locais “não armazenam o DNA das pessoas, mas o perfil genético identificado pelas técnicas mencionadas anteriormente”.

Ao considerar o cenário nacional, Graichen destaca, a partir do seu ponto vista, os benefícios atingidos com a criação do BNPG e as iniciativas de coleta: “a ampliação da eficácia investigativa, com potencial de acelerar a resolução de crimes e de reabrir casos arquivados, a contribuição significativa para a localização e identificação de pessoas desaparecidas, a integração entre diferentes unidades da federação, promovendo padronização técnica e eficiência operacional, e a possibilidade de prevenir erros judiciais, permitindo tanto a confirmação da autoria de crimes quanto a exclusão de suspeitos inocentes, são pontos positivos”, frisa

Entretanto, o diretor do Laboratório de Genética Evolutiva também aponta desafios e limitações. “A cobertura populacional, embora numericamente relevante, permanece restrita em comparação a países que adotaram sistemas semelhantes há mais tempo, como Estados Unidos e Reino Unido, limitando o alcance potencial do banco”, revela. Atualmente, a RIBPG é composta por 23 laboratórios e cobre todas as 27 unidades federativas. Nesse sentido, Graichen aponta que “persistem desigualdades regionais na infraestrutura laboratorial, o que pode gerar assimetrias na capacidade de análise e processamento das amostras".

Além disso, o professor  alerta que “a manutenção da base demanda rigorosos protocolos de segurança da informação, a fim de prevenir acessos não autorizados e usos indevidos. Outro ponto, é o cadastramento compulsório que em casos previstos na legislação suscita debates sobre privacidade, direitos individuais e limites éticos, impondo a necessidade de um arcabouço jurídico robusto e transparente”, finaliza.

A Campanha Nacional de Coleta de DNA

Iniciada em 2021, a Campanha Nacional de Coleta de DNA de Familiares de Pessoas Desaparecidas chegou a sua terceira edição em 2025, com 334 pontos de coleta, ativos até o dia 15 de agosto, Brasil afora.  

Em Santa Maria, a campanha recebe a população no Posto Médico Legal de Santa Maria, localizado na Rua Floriano Peixoto, 1750.

Para realizar a coleta, os familiares devem apresentar um documento de identificação e as informações do Boletim de Ocorrência do desaparecimento (número, estado de registro, delegacia). Itens pessoais da pessoa desaparecida, como escova de dentes ou dente de leite, também podem ajudar na identificação. 

Vale ressaltar ainda que há uma hierarquia de prioridade para a doação de material genético. Em primeiro estão, filhos(as) biológicos(as) e o outro genitor, em segundo lugar, Pai e/ou mãe biológicos e, por fim, estão os irmãos biológicos (mesmo pai e mesma mãe). 

O procedimento de coleta é simples e pode ser feito de duas formas: por meio de um cotonete passado na parte interna da bochecha ou com uma gota de sangue extraída do dedo.

Mais detalhes sobre a campanha, outros locais de coleta, dúvidas frequentes e informações sobre as próximas edições podem ser acompanhadas no site do MJSP.

Texto e arte gráfica: Pedro Moro, estudante de Jornalismo e bolsista na Agência de Notícias

Edição: Maurício Dias

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O Grupo de Estudos em Genética e Melhoramento Animal - Genepec - da UFSM participou do XVI Simpósio Brasileiro de Melhoramento Animal, promovido pela Sociedade Brasileira de Melhoramento Animal (SBMA).

O evento foi marcado por momentos de aprendizado, apresentações de trabalhos, atualização científica e troca de experiências com profissionais e pesquisadores de destaque na área, fortalecendo o conhecimento e as práticas relacionadas ao melhoramento genético animal.

O Genepec agradece à SBMA pela organização do simpósio, aos docentes, especialmente à professora Thaise Melo, que incentivam e orientam o grupo e a todos que contribuíram para viabilizar a participação.

A experiência reforça o compromisso do CCR em contribuir com a ciência e o desenvolvimento do melhoramento genético animal no Brasil.

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No mês de fevereiro, a equipe do Laboratório de Apicultura e Meliponicultura da UFSM, vinculado ao Departamento de Zootecnia, realizou a colheita do mel. A colheita foi possível após um longo ano de trabalho, investindo em alimentação artificial para as abelhas. Investimentos genéticos foram igualmente aplicados.

A responsável pelo laboratório, Professora Fernanda Breda Mello, que também é tutora do Grupo PET Zootecnia, pontuou que toda a equipe contribuiu para o grande resultado da colheita.

 

 

Acompanhe as ações do LAPIMEL pelo perfil do Instagram.

Fotos e informações: LAPIMEL

 

 

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O GenePec - é o grupo ligado ao Projeto de Extensão: "Uso de ferramentas virtuais para disseminação de conhecimento sobre Melhoramento Genético Animal à sociedade”, coordenado pela Professora do Departamento de Zootecnia da UFSM - Prof.ª Thaise Pinto de Melo, é financiado pelo FIEX e em parceria da UFSM com a DOGMA - Doutores da Genética e Melhoramento Animal.

O primeiro evento deste ano do grupo ocorreu em formato híbrido - presencial e on-line - e contou com uma programação atualizada na área de genética animal. Foram cinco dias de muito aprendizado, trocas de experiências e parcerias formadas - 24, 25, 26, 31 de outubro e 1º de novembro.

O GenePec reafirma o seu propósito de disseminar o melhoramento genético à sociedade e fica imensamente grato a todos(as) que participaram e fizeram do encontro um sucesso. O esforço de cada um para que tudo saísse conforme planejado foi essencial para o grupo alcançar o êxito na proposta de integrar o campo a universidade.

Participe da pesquisa de opinião se participou do evento, clicando aqui. Para acessar o seu certificado, o link é o mesmo da pesquisa.

 

Confira algumas fotos do evento:

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/arco/a-pesquisa-como-forma-de-prevencao Wed, 03 Jul 2019 17:49:01 +0000 http://coral.55bet-pro.com/arco/sitenovo/?p=5546 . Alguns mosquitos carregam consigo ameaças à saúde da população, devido às doenças que podem transmitir, como Chikungunya, Dengue e Zika vírus. Em busca de avanços científicos que relacionem a saúde pública a esses insetos, o egresso da UFSM Gabriel da Luz Wallau se especializou na área de Biologia Molecular e Bioinformática e, atualmente, trabalha na unidade da Fundação Oswaldo Cruz de Aggeu Magalhães, em Recife, onde existe um setor de pesquisa dedicado à Entomologia – o estudo dos insetos. Gabriel ingressou no curso de Ciências Biológicas da UFSM em 2004 e só saiu da Universidade em 2013, ao concluir o doutorado em Biodiversidade Animal. Quando conheceu a disciplina de Biologia Celular, ministrada pelo professor Elgion Loreto, o acadêmico percebeu que havia descoberto o rumo de sua carreira: ser pesquisador. Na disciplina, Gabriel aprendeu como funcionam as células do corpo humano e dos animais, bactérias e plantas. “Ao produzir conhecimento científico, estamos ajudando a humanidade a se conhecer melhor e conhecer melhor as coisas que a rodeia”, observa o biólogo. Durante o segundo semestre da graduação, o pesquisador iniciou estágio no Laboratório de Biologia Molecular e Sequenciamento, o LabDros, orientado pelo professor Elgion. Ali, estudava as moscas das frutas, chamadas drosófilas – que conferem o sufixo Dros ao Laboratório –, e foi nesse período que se interessou por se aprofundar no estudo do genoma e dos parasitas genéticos. Entre genomas, mosquitos e computadores O genoma é o conjunto de letras químicas que determinam características de um organismo, como, por exemplo, cor ou tamanho. O trabalho de Gabriel no momento é sequenciar o DNA de diferentes espécies de mosquitos, ou seja, estudar a sequência do genoma desses insetos. A partir desse estudo, busca-se permitir um melhor controle populacional, podendo diminuir o número de mosquitos ou até mesmo eliminá-los. Segundo o pesquisador, o genoma dos mosquitos é gigante, quase do tamanho do genoma humano (três bilhões de “letras” químicas), e por esse motivo não é possível realizar esse estudo manualmente anotando no caderno. É para suprir essa necessidade que se faz uso da bioinformática, outra área de atuação de Gabriel. A bioinformática utiliza os computadores para organizar, ler e interpretar informações sobre as sequências genômicas. O objetivo final dessas pesquisas é entender como funciona o mosquito para poder prevenir a transmissão de doenças para os seres humanos. Mesmo cinco anos depois de ter saído da UFSM, Gabriel ainda mantém contato e colabora com a Universidade, principalmente com o LabDros: “Trocamos ideias sobre projetos, ele nos auxilia na área de Bioinformática e compartilha amostras biológicas para analisar, tanto na UFSM quanto em Recife”, conta o professor Elgion. A área da pesquisa científica fascina Gabriel por estar em constante mudança: “Não existe trabalho repetitivo em ser cientista. Como ficar cansado ou entediado com algo que todo dia apresenta um quebra-cabeças novo para ser resolvido?”, questiona. Tanta admiração por ciência levou Gabriel a ocupar um lugar semelhante ao de quem lhe transmitiu conhecimento. A vontade de buscar e compartilhar descobertas tornou Gabriel orientador, no Instituto Fiocruz, de um grupo de pesquisa na área de patógenos/vetores, que abrange o conhecimento que ele adquiriu durante o período acadêmico na UFSM. Reportagem: Mirella Joels Ilustração e Diagramação: Pollyana Santoro Locução: Marcelo de Franceschi]]> UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2019/04/10/atividades-que-envolvem-organismos-geneticamente-modificados-devem-estar-cadastradas-na-cibio Wed, 10 Apr 2019 14:52:21 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=47283

Desde 2008, a UFSM conta com a Comissão Interna de Biossegurança (CIBio) para gerir as atividades de ensino, pesquisa e extensão que envolvem Organismos Geneticamente Modificados (OGMs), conforme determinado pela Lei N° 11.105, de 24 de março de 2005.

De acordo com a legislação brasileira, um OGM é qualquer organismo que tiver seu material genético modificado por meio de técnicas de engenharia genética, independente da origem do material.

É responsabilidade da CIBio assegurar aos órgãos superiores que as atividades desenvolvidas na Universidade seguem as exigências da legislação brasileira de biossegurança.

Todos os diretores de unidades e profissionais da Universidade que trabalham com OGMs devem estar cadastrados no Certificado de Qualidade em Biossegurança (CQB) da UFSM para continuarem suas atividades de pesquisa, sob pena de estarem infringindo a Lei de Biossegurança. Assim, todos os pesquisadores responsáveis pelas atividades com OGMs devem encaminhar à CIBio seus nomes, título da linha de pesquisa, OGM(s) envolvido(s) e local de trabalho.

A partir dessas informações, a CIBio irá, com os pesquisadores, providenciar seus enquadramentos junto ao CQB da UFSM. A comissão orienta que somente servidores da UFSM cadastrem projetos. As informações devem ser enviadas para o e-mail da CIBio, cibio@55bet-pro.com. Mais informações pelo telefone 3220-9362.

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