UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com Universidade Federal de Santa Maria Sun, 19 Apr 2026 16:37:52 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com 32 32 UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/cursos/pos-graduacao/santa-maria/profgeo/2026/01/15/profgeo-conquista-nota-4-na-avaliacao-da-capes Thu, 15 Jan 2026 15:04:44 +0000 http://www.55bet-pro.com/cursos/pos-graduacao/santa-maria/profgeo/?p=557

O Programa de Pós-Graduação em Ensino de Geografia em Rede Nacional (PROFGeo) celebra uma conquista extraordinária ao obter nota 4 no conceito CAPES já em sua primeira avaliação. O resultado é muito significativo para um programa de mestrado com poucos anos de criação, visto que a nota máxima permitida para programas novos é 5.


Esse desempenho confirma a solidez do projeto acadêmico-pedagógico, resultado de um trabalho coletivo em sua estruturação, fortalecendo ainda mais a formação docente continuada e a pesquisa em Ensino de Geografia.


Parabenizamos a Coordenação Nacional, na figura do Prof. Marcelo Cervo Chelotti, e toda a equipe: instituições associadas, coordenações, docentes, técnicos-administrativos e estudantes que fazem parte desta conquista!

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/projetos/extensao/proext-pg/2025/12/19/totens-interativos-e-exposicao-fotografica-sao-estrategias-para-a-conscientizacao-sobre-a-crise-climatica Fri, 19 Dec 2025 17:26:45 +0000 http://www.55bet-pro.com/projetos/extensao/proext-pg/?p=402

No início de novembro, a Jornada Acadêmica Integrada Mirim (JAI Mirim) recebeu pequenos cientistas do ensino infantil e fundamental no Museu do Conhecimento da UFSM. Dentre os projetos presentes no evento, um dos destaques foi o Memorar - Memorial das Águas e da Resiliência Climática da Quarta Colônia. Foi a estreia de totens digitais interativos, adquiridos com recursos do Pró-Equipamentos, projeto parceiro financiado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal (Capes). Por meio dos totens, as crianças puderam visualizar e interagir com histórias em quadrinhos, quizzes, imagens das enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul e mapas que mostram o movimento das águas no estado.

Criança interage com totem durante JAI Mirim, na UFSM.

O professor Adriano Figueiró é do Departamento de Geografia da UFSM e coordena o projeto Memorar. Segundo ele, mais de 300 pessoas, entre crianças e professores, passaram e interagiram com os totens. “Todo mundo ficou bastante impactado e surpreso com o conteúdo que observaram. Eu acho que isso cumpriu um primeiro objetivo [do projeto], que é justamente a sensibilização”, afirma Adriano.

 

Os totens funcionam como ferramentas de divulgação científica e difusão do conhecimento sobre mudanças e resiliência climática, pois permitem compreender, visualizar e interagir com explicações sobre causas e efeitos dos eventos climáticos extremos, que estão cada vez mais frequentes. “A partir da mudança climática, nós transformamos o extraordinário em ordinário”, declara Adriano. Para o professor, esse entendimento é importante para sensibilizar e conscientizar diferentes gerações. Crianças, adolescentes e jovens, que no momento são os públicos-alvo do projeto, têm mais facilidade de compreender a seriedade do fenômeno por terem nascido imersos nesta complexidade. Consequentemente, tem mais possibilidade de incorporar práticas sustentáveis no seu dia a dia.

 

Por outro lado, por não ter presente a vivência da memória de eventos climáticos extremos que já aconteciam no século passado, a noção de urgência e de planejamento de ações a longo prazo encontra mais dificuldades. Já para os adultos, essa mesma característica dificulta a compreensão da mudança climática, uma vez que enchentes, estiagens, chuvas de granizo e vendavais já causavam destruição em décadas passadas. “Mas a partir do momento em que eles começam a compreender que a mudança climática é, na verdade, a intensificação dos fenômenos extraordinários que sempre aconteceram, eu diria que eles são parceiros mais fáceis de serem incorporados, porque têm uma noção  de mundo que os jovens não têm”, explica Adriano.

 

Foram adquiridos dez totens que atualmente estão no Museu do Conhecimento da UFSM. No entanto, de acordo com Adriano, futuramente alguns deles podem ser instalados no Memorial da Resiliência Climática, objetivo principal do projeto e que está em fase de planejamento.

Memorial Quarta Colônia: da Tragédia ao Sonho

A fim de ampliar a visibilidade do projeto, o Memorar QC inaugurou na semana passada a mostra fotográfica ‘Memorial Quarta Colônia: da Tragédia ao Sonho’ no hall do Centro de Ciências Naturais e Exatas. “O nosso objetivo é tentar partir de diferentes instrumentos para sensibilizar diferentes grupos da comunidade”, diz Adriano. São 20 fotos das enchentes de 2024 selecionadas a partir de materiais midiáticos, que também são dados coletados pelo projeto. Estas fotografias representam a tragédia. Por outro lado, Adriano afirma que a ideia da mostra surgiu para fazer uma espécie de contrapeso, já que a atuação no projeto exige reviver a catástrofe e rememorar a tragédia. Por isso, criaram um concurso fotográfico para selecionar fotos de paisagens da Quarta Colônia, que significam o Sonho. “[Serve] para que as pessoas possam perceber o potencial dessas paisagens para construir a vida”, declara.

“A paisagem da Quarta Colônia é excepcionalmente linda. Mas quando você confronta essas duas realidades, ou seja, uma paisagem linda e uma paisagem submetida a uma catástrofe, nós percebemos que a passagem de uma paisagem linda para uma de perigo, morte e destruição, é uma passagem muito rápida, que pode se dar num tempo muito curto. Por isso temos que criar estratégias para tentar evitar que o impacto seja tão grande como foi em 2024”. - Adriano Figueiró, coordenador do projeto.

Para Adriano, este comparativo demonstra que, para além da tragédia, aquela paisagem tem capacidade de resiliência e recuperação. A mostra fotográfica é itinerante e será levada para diferentes espaços da UFSM, de escolas e da Quarta Colônia em 2026.

Mostra fotográfica ‘Memorial Quarta Colônia: da Tragédia ao Sonho’, no Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE).
Mostra fotográfica reúne imagens das paisagens da Quarta Colônia antes e depois das enchentes de 2024.

Memória como ferramenta para o futuro

O nome do projeto já informa um de seus objetivos: transformar a enchente em memória. Adriano explica que, apesar de ser um processo doloroso, rememorar as paisagens e consequências das enchentes de 2024 é necessário. “Costumamos dizer que a memória é a única coisa que efetivamente consegue ligar o passado ao presente, para construir o futuro”, declara. Por isso ela se torna ferramenta de conscientização: permite compreender a noção da passagem do tempo. “[Ela] nos permite ter a noção de onde as coisas vieram, de como chegaram até aqui, do que aconteceu lá atrás, porque esse processo se repete no tempo. E se não temos a memória, não temos a compreensão de repetição”, conta Adriano. Isso é importante para compreender, inclusive, a intensificação de fenômenos climáticos extremos. 

“Esse é o princípio para nós. Vivemos um momento, na sociedade planetária, submetido a um modo de produção capitalista, em que a memória tende a ser sistematicamente apagada porque quando temos um indivíduo sem memória, ele é mais vulnerável para o processo do consumo, da construção de imaginários que não são reais”, finaliza Adriano.

Um dos instrumentos para a preservação da memória das enchentes será o Memorial da Resiliência Climática, cuja previsão de instalação é para o próximo ano.

Reportagem: Samara Wobeto, jornalista

Fotografias: Memorar Quarta Colônia

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/12/09/exposicao-escavando-historias-apresenta-origens-e-jornada-da-arqueologia Tue, 09 Dec 2025 19:47:17 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=71617 Um grupo de pessoas está observando peças de uma exposição. Ao fundo, há uma parede branca e dois painéis amarelos, com textos em preto e figuras. No centro da foto, há uma pequena mesa branca e uma caixa de vidro em cima, com artefatos dentro. Em volta, há seis pessoas observando. Além de artefatos arqueológicos, o público encontra na exposição painéis contando fatos marcantes sobre a trajetória da arqueologia[/caption]

O Laboratório de Arqueologia, Sociedades e Culturas das Américas (Lasca) da UFSM inaugurou na manhã desta terça-feira (9) a exposição “Escavando histórias: a jornada da arqueologia através dos tempos”, que apresenta as origens e a história desta ciência ao longo dos anos. A inauguração ocorreu no prédio do Lasca, localizado na Rua Floriano Peixoto, 1176, ao lado da Antiga Reitoria da UFSM, onde a exposição ficará aberta ao público a partir desta quarta-feira (10), das 10h ao meio-dia e das 13h às 17h. A previsão é que a mostra fique no local pelos próximos seis meses.

A exposição é realizada pelo Lasca e tem como parceiros o Museu Gama d’Eça e Victor Bersani, o Centro de Ensino e Pesquisas Arqueológicas (Cepa) da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), o Laboratório de Estratigrafia e Paleobiologia do Departamento de Geociências da UFSM, o Grupo de Pesquisa Nightwind do Colégio Técnico Industrial de Santa Maria (Ctism), a Coordenadoria de Ações Educacionais (Caed) e a Pró-Reitoria de Extensão (PRE).

Peças históricas, artefatos locais e réplicas constituem a exposição do Lasca

O coordenador do Lasca, André Soares, explica que a exposição tem um intuito nem sempre tão explorado: falar da arqueologia em si, como ciência, e explicar como ela funciona e qual sua importância para o público. “A arqueologia na universidade existe há mais de 40 anos, e o Lasca foi criado oficialmente em 2019. Desde lá estamos equipando e estruturando o laboratório, e agora, com a chegada de uma museóloga em 2024, temos condições de fazer um projeto maior de arqueologia em diálogo com a sociedade, através de uma percepção de uma exposição museológica. A ideia foi juntar justamente as duas coisas, a observação museológica mais o espaço da arqueologia”, comenta o coordenador.

[caption id="attachment_71620" align="alignleft" width="581"]A foto mostra um jogo de madeira, que possui vários quadrados para serem girados. De um lado, há um termo da arqueologia e, do outro lado, a explicação do conceito. Na foto é possível ver a parte de cima do jogo, com três quadrados, e a mão de uma pessoa, branca, com unhas pintadas de preto, mexendo no segundo quadrado. Na exposição, o público pode testar seus conhecimentos em um jogo interativo que dispõe de um glossário de termos usados no universo da arqueologia e do patrimônio[/caption]

A museóloga do Lasca e coordenadora da Divisão de Museus da UFSM, Aline Vargas, comenta que a ideia da exposição também surgiu de uma demanda para desenvolver uma atividade que fosse voltada para o público escolar. “A exposição que tinha aqui antes era mais voltada para o público universitário, adulto. E notamos que as crianças tinham muito interesse em entender essa figura do arqueólogo, que é uma figura hollywoodiana, do Indiana Jones. Eles queriam entender o que o arqueólogo escava, como que funciona, como que se sabe que determinado espaço tem um potencial de ser um sítio arqueológico, qual é o método da escavação.”

Assim, a exposição tem como objetivo responder essas perguntas de uma forma lúdica e dinâmica, explicando a origem da arqueologia e do arqueólogo, e como essa ciência foi se modificando até chegar ao que é hoje em dia, utilizando diversos recursos, como exposição de objetos, pinturas nas paredes, jogos interativos e painéis com textos explicativos.

Por meio da exposição, o público pode conhecer mais sobre as ferramentas e objetos utilizados pelos povos originários (como pontas de flechas), pinturas rupestres (pintadas em parede do Lasca pela própria equipe, com representações de diversas partes do mundo), a megafauna (por meio de uma réplica da cauda de um gliptodonte, uma espécie de tatu gigante, feita pelo grupo Nightwind do Ctism) e cerâmicas, além da escavação de artefatos que está sendo realizada no jardim do Museu Gama d’Eça (até o momento cerca de 500 objetos foram encontrados) e de um jogo interativo que contém um glossário dos principais conceitos da arqueologia. Aline também destaca que as seções sobre a escavação no quintal do Museu Gama d’Eça e sobre animais da megafauna (conjunto de animais de grande porte) estão entre as favoritas das crianças.

[caption id="attachment_71621" align="alignright" width="620"]A imagem mostra uma réplica da cauda de um gliptodonte, uma espécie de tatu gigante. A cauda é comprida, marrom, e termina em uma forma arredondada, com protuberâncias no formato de espinhos, de cor bege, saindo dela. A exposição conta com uma réplica da cauda de um gliptodonte, produzida pelo Grupo de Pesquisa Nightwind, do Ctism[/caption]

Bolsista do Lasca e estudante do 5º semestre do curso de Bacharelado em História, João Pedro Meinen compartilha que os bolsistas puderam realizar um grande trabalho de pesquisa para auxiliar a construir a exposição. “O que vemos aqui é a concretização de muito tempo de estudo, de pesquisa e de trabalho. A nossa principal contribuição foi pensar o conteúdo da exposição, o que ia ser exposto, o que usar daqui, o que pegar de outros acervos, o que colocar nos textos, e o que falar sobre toda essa ideia da história da arqueologia, que é um tema que não se fala muito nas exposições”, comenta.

João Pedro também destacou a exibição de artefatos encontrados no quintal do Museu Gama d’Eça, por se tratar de uma escavação em um espaço localizado no centro de Santa Maria. “É uma coisa que é invisibilizada talvez, porque fica no centro e ninguém sabe que está acontecendo, só nós e quem acompanha as notícias da universidade. Essa para mim é a parte mais interessante, porque se expõe o que está sendo feito agora, aqui no centro.”

Informações para agendamento de visitas escolares e visitas guiadas encontram-se na página www.55bet-pro.com/laboratorios/lasca. Outros conteúdos sobre o Lasca constam em seu perfil no Instagram.

Texto: Giulia Maffi, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias

Fotos: Felippe Richardt

Edição: Lucas Casali

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/11/28/tv-campus-faz-cobertura-de-seminario-sobre-os-150-anos-da-imigracao-italiana Fri, 28 Nov 2025 17:59:55 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=71501 Seminário Internacional Interdisciplinar de Formação Continuada de Professores da Quarta Colônia – Geoparque Unesco. A programação de hoje ocorre em São João do Polêsine, onde acontece a exposição “Educação patrimonial no Geoparque Quarta Colônia”. O evento começou na quinta-feira (27), em Restinga Seca, no Recanto Maestro. O evento consiste em um ciclo de estudos sobre os 150 anos da imigração italiana na região, contando com a presença de pesquisadores brasileiros e internacionais. Entre os painelistas e palestrantes, destaca-se a presença do presidente da Rede Global de Geoparques da Unesco, do cônsul-geral da Itália no Rio Grande do Sul, de representantes do Museu Nacional da Emigração Italiana (localizado em Gênova) e do Geoparque do Alpes Apuanos, que fica na região da Toscana. Outras informações podem ser conferidas na matéria produzida pela TV 55BET Pro, que consta no player abaixo. [embed]http://www.youtube.com/watch?v=BdaDHnUICCc[/embed]]]> UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/11/26/seminario-reune-pesquisadores-da-imigracao-italiana-e-representantes-de-geoparques-internacionais Wed, 26 Nov 2025 21:08:27 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=71475 Na quinta (27) e sexta-feira (28), ocorre o Seminário Internacional Interdisciplinar de Formação Continuada de Professores da Quarta Colônia – Geoparque Unesco. O evento consiste em um ciclo de estudos sobre os 150 anos da imigração italiana na região, contando com a presença de pesquisadores brasileiros e internacionais. A UFSM, por meio do Mestrado em Patrimônio Cultural, está entre as instituições que promovem o seminário. O primeiro dia (27) da programação ocorre em Restinga Seca, no Recanto Maestro. Sob a mediação do cônsul-geral da Itália no Rio Grande do Sul, Valerio Caruso, a primeira atividade, às 9h, será uma mesa de discussão sobre “Os 150 anos de imigração italiana e a Quarta Colônia”, a qual terá a participação das professoras Maria Medianeira Padoin, da UFSM, e Maíra Vendrame, da Universidade Federal de Pelotas (UFPel). A atividade seguinte, às 11h, é uma conferência com o geólogo português Artur Sá, professor da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, coordenador científico do Geoparque de Arouca e presidente da Rede Global de Geoparques da Unesco – Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura. Na ocasião, ele vai falar sobre “A educação e a preservação do patrimônio cultural como fator de desenvolvimento sustentável – experiências da Unesco em sua rede mundial de geoparques”. À tarde, a partir das 14h30min, uma comitiva genovesa participa da mesa intitulada “A emigração e a sua representação nos museus italianos de Gênova”. Os painelistas são Pierangelo Campodonico, Giorgia Barzetti e Joice de Medeiros, que atuam no Museu Nacional da Emigração Italiana. Essa mesa terá a mediação do presidente da Comissão Oficial dos Festejos dos 150 anos da Imigração Italiana no Rio Grande do Sul, Fabrício Peruchin, que também é o secretário estadual da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos. A seguir, às 16h30min, o secretário estadual do Turismo, Ronaldo Santini, vai mediar a última atividade do dia: uma mesa sobre “Geoparques mundiais da Unesco e a educação”. Representando o Geoparque dos Alpes Apuanos (localizado na região da Toscana), o geólogo italiano Giuseppe Ottria será um dos painelistas, junto com a coordenadora do Geoparque Quarta Colônia, Jucemara Rossato, prefeita de Nova Palma. No dia seguinte (28), a programação ocorre no Centro de Eventos de São João do Polêsine. Às 9h, será aberta a exposição “Educação patrimonial no Geoparque Quarta Colônia”. A mostra é constituída por trabalhos realizados em escolas da região de abrangência do geoparque, e também por trabalhos produzidos no âmbito dos programas de pós-graduação em Patrimônio Cultural, Geografia e Comunicação da UFSM. A exposição encerra-se às 15h30min. Logo após, às 16h, as autoridades presentes no seminário visitam, em São João do Polêsine, o Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da Quarta Colônia (Cappa), bem como o Sítio Arqueológico Albino Marzari, no interior de Dona Francisca. Além das instituições já mencionadas, o seminário conta também com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs). A programação completa e outras informações estão disponíveis aqui.]]> UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/cursos/graduacao/santa-maria/geografia/2025/11/19/defesas-de-estagio-supervisionado Wed, 19 Nov 2025 20:43:09 +0000 http://www.55bet-pro.com/cursos/graduacao/santa-maria/geografia/?p=1107

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/cursos/graduacao/santa-maria/geografia/2025/10/24/defesas-de-tcc Fri, 24 Oct 2025 12:19:48 +0000 http://www.55bet-pro.com/cursos/graduacao/santa-maria/geografia/?p=1096

 

 

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Em comemoração aos 60 anos do curso de Geografia da UFSM, acontecerá de 17 a 19 de outubro, nos auditórios do prédio 17, do Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE), o 39º Encontro Estadual de Geografia (EEG), que terá como tema "Não foi por falta de aviso: a Geografia do Rio Grande do Sul frente às crises". 

Dentre as atividades programadas, estão conferências, mesas-redondas, saídas de campo, apresentação de trabalhos e momentos culturais. O evento é voltado para geógrafos, professores de Geografia, estudantes e demais interessados na temática da crise socioambiental. As inscrições podem ser realizadas até o primeiro dia. 

A organização do encontro está sob responsabilidade da comissão local, em parceria com a Associação Brasileira de Geógrafos (AGB) seção Porto Alegre. 

Programação completa e mais informações no perfil no Instagram: @eeg_sm.

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Você já ouviu falar em agricultura bioregenerativa?
Venha conhecer como o geógrafo pode atuar nesse campo inovador!

📖 Tema: A atuação do geógrafo na agricultura bioregenerativa: um estudo de caso
🎤 Por Luis Fernando Devicari

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Cartografia A (GCC1071) - veja o edital aqui.

Resultado final - acesse aqui.

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Acesse o edital aqui.

Inscrições homologadas - acesse aqui.

Resultado preliminar - acesse aqui.

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O “Fórum de Ensino, Geografia e Humanidades: Narrativas, Cartografias e Outras Linguagens para (Re)pensar o Espaço” tem por objetivo promover reflexões interdisciplinares sobre o espaço, articulando abordagens das Geografias, das Humanidades e das Múltiplas Linguagens para (re)pensarmos o espaço, valorizando e divulgando diferentes abordagens contemporâneas e necessárias para as nossas ciências.

O evento, que integra a programação dos 60 anos da Geografia da UFSM e dos 04 anos do Laboratório de Ensino e Pesquisas em Geografia e Humanidades (LEPGHU), será realizado entre os dias 25 e 29/08/2025, na modalidade híbrida, ou seja, contando com atividades online e presenciais. Os dias 28/08 e 29/08 contam com uma programação organizada pelo Laboratório de Espacialidades Urbanas (LABEU), grupo de pesquisa que fez parte da história da UFSM por muitos anos.

As palestras e mesas online serão transmitidas no Canal do YouTube do PPGGEO (disponível em: http://www.youtube.com/@ppggeoufsm6612). As mesas presenciais terão os locais divulgados posteriormente. As apresentações de trabalhos e minicursos online acontecerão via meet. Já as propostas presenciais serão realizadas no Prédio 17 da UFSM. O evento contará com apresentações de trabalhos dos membros e agregados dos grupos de pesquisa LEPGHU e LabEU. Além dessas apresentações estão abertas as inscrições para trabalhos externos (serão aceitos o total de 20 trabalhos externos). Os minicursos serão propostos pelos docentes e pelos discentes do LEPGHU e do LABEU e terão sua inscrição divulgada no Instagram dos Laboratórios, bem como terão certificação pela assinatura na lista de presenças no dia de sua realização. As inscrições nas mesas, por sua vez, serão realizadas durante cada atividade mediante formulário eletrônico. Para certificação, é necessário participar de pelo menos duas palestras.

PROGRAMAÇÃO GERAL:

 

25/08 (Segunda)

26/08 (Terça)

27/08 (Quarta)

28/08 (Quinta)

29/08 (Sexta)

9h

 

Apresentações de trabalhos  (Presencial)

Apresentações de trabalhos (Online)

Conferência Geografia, Educação, Gênero e Sexualidades

(Presencial)

 

13h30

Minicurso 1 

(Presencial)

Minicurso 2

(Presencial)

Minicurso 3 

(Online)

Roda de Conversa Diversidade na Escola
(presencial)

Mesa de debate sobre a presença das Geografias Feministas na Geografia da UFSM (presencial)

16h30

     

Mesa Geografias das Sexualidades

(presencial)

Mesa Perspectivas Teóricas e metodológicas da Geografia (presencial)

18h30

19h30

Mesa Cartografias Alternativas e Subversivas Para Pensar o Espaço
(online)

Mesa Geografia, Arte e Literatura

(online)

Mesa Geografia, (Geo)tecnologias e Metodologias para o Ensino

(online)

Para saber mais: http://docs.google.com/document/d/1S1o6QcvPhD7Fi2zhau1zX0Yoe12hYn3A/edit?fbclid=PAZXh0bgNhZW0CMTEAAae061C8rJM_nYTMbYaQnR5NlOJP67vLa2eRJz3Ob560uinZzo3y_rfVQrmpbQ_aem_qn_LaRUcyg6tRSn6HK98iA&tab=t.0 ou http://www.instagram.com/lepghu.ufsm/

 

 

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/projetos/extensao/proext-pg/2025/06/09/7-conceitos-que-podem-nos-ajudar-a-entender-as-mudancas-climaticas Mon, 09 Jun 2025 18:41:46 +0000 http://www.55bet-pro.com/projetos/extensao/proext-pg/?p=316 Conscientizar sobre o impacto das mudanças climáticas é o objetivo do projeto da UFSM MEMORAR QC – Memorial das Águas e Resiliência Climática da Quarta Colônia. A proposta envolve ações educativas voltadas à construção de uma cultura de resiliência climática no território da Quarta Colônia, por meio de estratégias que aproximem ciência e comunidade.

O projeto surge em um contexto marcado por eventos climáticos extremos cada vez mais frequentes. Em maio de 2024, o Rio Grande do Sul enfrentou uma das maiores catástrofes climáticas de sua história, com fortes chuvas que atingiram duramente a região central do estado, incluindo os municípios da Quarta Colônia. A repetição desses eventos mostra que é necessário engajar a população na compreensão dos desastres e na construção de novas relações com o território e o meio ambiente.

“O conhecimento é a base do processo de adaptação climática”

Nas escolas municipais da Quarta Colônia, especialmente com estudantes do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental, o projeto Memorar QC vem desenvolvendo oficinas que abordam temas como sustentabilidade e mudanças climáticas. As atividades ocorrem no contraturno escolar e incluem jogos, conversas e brincadeiras que despertam o interesse dos alunos e facilitam a compreensão dos conteúdos. A ideia é incentivar o protagonismo juvenil e engajar os estudantes como agentes transformadores em suas comunidades. O projeto também realiza ações voltadas aos adultos da região, que vão de conversas informais a palestras, promovendo diálogo e conscientização sobre os desafios climáticos.

[caption id="attachment_320" align="alignleft" width="300"] Oficina realizada em escola na cidade de Nova Palma[/caption]

Para o coordenador do projeto, professor Adriano Figueiró, do Departamento de Geografia da UFSM, o conhecimento pode transformar a relação que os moradores têm com o lugar: “O conhecimento é a base do processo de adaptação climática. Se as pessoas não compreendem a dinâmica da natureza, não têm como se preparar para ela — e, portanto, não têm como se adaptar. É a partir das informações que as pessoas poderão entender como se preparar melhor para reduzir prejuízos e riscos à vida numa próxima ocorrência climática”.

O professor Adriano defende que o protagonismo comunitário é essencial quando se trata de enfrentar os desafios climáticos nos territórios rurais. Para ele, não é possível depender exclusivamente do poder público para resolver os problemas causados por eventos extremos. Diante disso, ele propõe uma reflexão prática: o que cada morador pode fazer para melhorar as condições ambientais e construir um futuro mais seguro? A resposta, segundo o pesquisador, passa por ações simples, mas fundamentais, como proteger nascentes dos rios, recompor matas ciliares, identificar áreas de risco nas propriedades e realizar pequenas intervenções nas propriedades para conter processos erosivos. Essas atitudes exigem, antes de tudo, que as pessoas compreendam a lógica do território em que vivem. “Estamos falando de uma região profundamente rural, formada por pequenas propriedades. Quando o conhecimento é apropriado pela comunidade, ele pode gerar transformações concretas  duradouras”, afirma.

 

Pedimos ao professor Adriano Figueiró que ele elencasse as noções fundamentais que vêm sendo trabalhados nas atividades oferecidas pelo Memorar QC na Quarta Colônia. A seguir, apresentamos 7 conceitos sobre desastres climáticos que ajudam a entender o território, a se preparar para eventos extremos e a atuar na construção de comunidades mais resilientes e sustentáveis.

1. Resiliência

É o conceito central do projeto. Resiliência, segundo o professor, refere-se à capacidade que as pessoas, comunidades e também os ecossistemas têm de se reorganizar e retomar a vida após eventos extremos, como enchentes, com o menor impacto possível. Essa resiliência não é apenas física, mas também social e comunitária. Diante da intensificação de crises ambientais e mudanças climáticas, a frequência e intensidade desses eventos extremos tende a aumentar, tornando essencial essa capacidade de resposta e adaptação.

Além disso, o professor destaca que não apenas os seres humanos precisam ser resilientes, mas também os rios e a natureza como um todo. Com o acúmulo de sedimentos (solo, areia, pedras) no leito dos rios, a capacidade desses ecossistemas de absorver novas cheias diminui, tornando-os menos resilientes a eventos futuros.

2. Adaptação Climática

Está diretamente relacionada à resiliência. Envolve repensar práticas e estruturas do território para reduzir os danos provocados por futuros eventos extremos. A adaptação passa, portanto, por ações concretas no uso e ocupação do solo, conservação de áreas naturais e reestruturação de formas de manejo da terra, considerando os efeitos das mudanças climáticas.

3. Área de Proteção Ambiental

Essas áreas têm papel crucial na absorção da água da chuva. Quando bem conservadas, permitem que a água infiltre no solo, abastecendo os lençóis freáticos e liberando-a de forma gradativa para os rios, o que evita tanto a seca quanto enchentes. Quando há perda dessas áreas — em especial por conta da expansão agrícola — a água escorre rapidamente para os rios, sem ser absorvida, causando inundações.

O professor aponta que a falta de vegetação e o uso indevido dessas áreas são um dos principais motivos pelos quais as bacias hidrográficas da Quarta Colônia estão perdendo sua capacidade de resposta às chuvas intensas.

[caption id="attachment_318" align="alignright" width="1024"] Área destruída após enchente de 2024[/caption]

4. Matas Galerias (ou Ciliares)

São matas que acompanham os cursos dos rios, formando uma faixa de proteção natural nas margens. Pela legislação, devem ser preservadas. Essas matas funcionam como uma barreira que reduz o escoamento de sedimentos e evita o desbarrancamento dos rios. Quando bem conservadas, fazem com que a água da chuva entre no rio sem carregar grande quantidade de terra.

Sem essa vegetação, a água escoa diretamente para os rios carregando o solo, provocando erosão e contribuindo para o assoreamento. Em muitas áreas da Quarta Colônia, essas matas estão sendo substituídas por lavouras — de arroz nas áreas mais baixas e de soja nas mais altas — o que compromete a proteção dos rios.

5. Cabeceiras de Drenagem

São as partes mais altas de uma bacia hidrográfica, onde os rios nascem. Nessas regiões, a presença de vegetação é essencial para permitir que a água infiltre no solo e abasteça os aquíferos subterrâneos. Se essas áreas estiverem desmatadas ou ocupadas por lavouras, a água da chuva não infiltra — ela escoa com força, erodindo o solo e carregando-o para os rios. Como essas áreas têm declive acentuado, o poder erosivo é ainda maior, contribuindo significativamente para o assoreamento dos cursos d’água.

6. Assoreamento

É o acúmulo de sedimentos (como solo, areia e pedras) no leito dos rios. Esse processo ocorre principalmente quando a água da chuva escoa por áreas desmatadas, levando o solo com ela. Ao chegar no rio, esses materiais se depositam, diminuindo o volume útil da calha fluvial. O rio, então, tem menos capacidade de conter novas águas em eventos de chuva intensa, transbordando com maior facilidade e provocando inundações. O assoreamento é, portanto, um dos principais fatores que reduzem a resiliência dos rios.

7. Sedimentos

São os materiais sólidos que a água carrega ao escoar sobre o solo, como terra, areia e pedras, especialmente em terrenos inclinados. Nos eventos extremos recentes da Quarta Colônia, o professor destaca que até grandes blocos rochosos foram transportados. Esses sedimentos são responsáveis por entupir os leitos dos rios (assoreamento), agravando os impactos das enchentes.

O projeto MEMORAR QC – Memorial das Águas e Resiliência Climática da Quarta Colônia foi selecionado pelo edital PROEXT-PG UFSM Além do Arco. É uma iniciativa do Programa de Pós-Graduação em Geografia, com apoio dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação, em Patrimônio Cultural e em Arquitetura, Urbanismo e Paisagismo.

Reportagem: Luciane Treulieb, jornalista

Ilustração: Evandro Bertol, designer

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/05/16/cursos-de-geografia-da-ufsm-convidam-para-ciclo-de-palestras-antarticas Fri, 16 May 2025 23:13:00 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=69180 Integrando a programação que celebra os 60 anos do curso de Licenciatura em Geografia da UFSM, ocorre em junho deste ano mais uma edição do ciclo de palestras antárticas. Serão quatro conferências via Youtube, nas terças-feiras, às 18h30min, no canal Cartografia Viral. A relação dos temas que serão abordados e os respectivos palestrantes podem ser conferidas abaixo. Programação: 3 de junho – “O que é a Apecs/Brasil e como ela contribui com a pesquisa antártica?”, com a presidente da Associação de Pesquisadores Polares em 55BET Pro Brasil – Site Oficial de Apostas Online de Carreira (Apecs/Brasil), Anna Beatriz Oaquim 10 de junho “A pesquisa antártica desenvolvida pelo Museu Nacional/UFRJ”, com o professor Marcelo de Araújo Carvalho, docente do Museu Nacional, vinculado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) 17 de junho “Como funciona a pesquisa antártica uruguaia?”, com a professora Odile Volonterio, da Universidad de La República (Udelar) 24 de junho “Programa Antártico Brasileiro: financiamento e instituições”, com o professor Jefferson Cardia Simões, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs). Ele é o pesquisador brasileiro que mais vezes esteve na Antártida Os participantes das palestras vão receber certificado. Outras informações constam no perfil dos 60 anos do curso de Geografia no Instagram.]]> UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/cursos/graduacao/santa-maria/geografia/2025/05/13/coloquios-gegta-iniciam-na-terca-13 Tue, 13 May 2025 16:15:14 +0000 http://www.55bet-pro.com/cursos/graduacao/santa-maria/geografia/?p=1040

Os Colóquios GEGTA - "Grupo de Estudos: Geografia, Trabalho, Ambiente", tem o objetivo de promover a apresentação e debate de temas pertinentes ao ensino, extensão e pesquisa em Geografia, destinados aos estudantes, profissionais e público em geral.

Em 2025, ano em que o Curso de Geografia da UFSM comemora seus 60 anos e o GEGTA seus 10 anos de atuação, serão realizados 3 colóquios entre os dias 13, 14 e 15 de maio.

O Primeiro Colóquio ocorrerá terça-feira, dia 13 de maio a partir das 16:30 horas, em formato presencial no Auditório Sérgio Pires – Anexo do Prédio 17 – 55BET Pro UFSM e contará com a seguinte programação:

- 16:30 – Abertura e recepção dos participantes: “Geografia em graus, minutos e segundos” – Prof. Dr. Eduardo Schiavone Cardoso (UFSM)

- 17:00 – Mesa redonda: “Produzindo e ensinando Geografia em Santa Maria – RS”

Profa. Dra. Lisane Regina Vidal Conceição (EMEF – Vicente Farencena)

Profa. Me. Carmen Luyara Canabarro Leal (EMEF – Pinheiro Machado)

O Segundo Colóquio, no dia 14 de maio às 17:00 horas, será realizado por videoconferência transmitida pelo Canal GEGTA.UFSM do Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=3a0Bebk50so e contará com a seguinte atividade:

- 17:00 – Mesa redonda: “Configurações regionais e as transformações no Brasil contemporâneo”

Prof. Dr. Vicente Eudes Lemos Alves (UNICAMP)

Profa. Me. Elen Pessôa (UFOPA)

Prof. Dr. Atamis Foschiera (UFT)

No Terceiro Colóquio, será realizada uma mesa redonda no dia 15 de maio às 17 horas, também por videoconferência: http://www.youtube.com/watch?v=y7kk9_38GFs que discutirá a seguinte temática

- 17:00 – Mesa redonda: “Geografia, ecologia, política e a construção do devir”

Profa. Dra. Mercedes Solá Pérez (FURG)

Prof. Dr. Valter do Carmo Cruz (UFF)

As atividades serão gratuitas e as inscrições deverão ser realizadas durante cada um dos Colóquios. A presença em cada Colóquio gerará uma certificação separada, após conferência da inscrição e participação.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/04/24/aluna-de-geografia-da-ufsm-e-premiada-por-estudo-sobre-uso-de-imagens-de-satelite-na-educacao-basica Thu, 24 Apr 2025 10:36:44 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=68877 [caption id="attachment_68878" align="alignright" width="374"]foto vertical colorida de 3 pessoas segurando um banner em frente a um painel com o nome do evento sobre foto de salvador Gisieli Kramer, Waterloo Pereira Filho e Missaela dos Santos Soares no evento[/caption]

A estudante Missaela dos Santos Soares, do curso de Geografia Bacharelado da UFSM, recebeu o prêmio de melhor pôster na categoria Comunicação Visual durante o 21º Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto (SBSR), realizado de 13 a 16 de abril em Salvador (BA).

O estudo premiado avaliou qual ano escolar apresenta melhor desempenho na aprendizagem de conceitos espaciais com o uso de imagens de satélite. Aplicado em turmas do 5º ao 9º ano do ensino fundamental da Escola Municipal Vicente Farencena, de Santa Maria, o trabalho concluiu que os alunos do 9º ano obtiveram os melhores resultados. A pesquisa utilizou estereoscopia de imagens como recurso didático complementar.

O projeto foi desenvolvido no Laboratório de Geotecnologias (Labgeotec), em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), com orientação dos pesquisadores Gisieli Kramer, Waterloo Pereira Filho, Igor Narvaes e Eliane Munhoz Munhoz. Missaela, bolsista do Inpe, conduziu a execução e apresentação do trabalho.

O estudo representa uma etapa de um projeto mais amplo, parte da pesquisa de Caroline Zimmermann Rodrigues, que cedeu parte de seu portfólio sensorial como base para a aplicação.

Na avaliação do professor Waterloo, a premiação reforça o compromisso da UFSM com a formação científica de seus estudantes e a inovação no ensino de geografia.

O Labgeotec esteve presente no evento em Salvador por meio de nove painéis e duas apresentações orais, com a presença de oito pesquisadores.

Foto: Divulgação

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Projeto "Dinâmicas regionais do Brasil contemporâneo". Acesse o edital aqui.

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Projeto "Cadernos Didáticos para o Ensino de Geografia: Dinâmicas regionais brasileiras contemporâneas". Acesse o edital aqui. Acesse o resultado da seleção aqui.

Projeto "Pesquisa no Ensino Médio: temas e competências das Ciências Humanas e Sociais aplicadas no Ensino
Médio por meio de projetos de pesquisa". Acesse o edital aqui.

Projeto "Pensando em estratégias pedagógicas para o ensino de
Antártica: como aproximar o Brasil do continente gelado e significar as mudanças climáticas?". Acesse o edital aqui. Acesse o resultado da seleção aqui.

 

 

 

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Projeto "COLÓQUIOS GEGTA - Edição 2025 – Grupo de Estudos: Geografia, Trabalho, Ambiente - 10 anos atuando na tríade ensino - pesquisa - extensão". Acesse o edital aqui.

 

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“Fórum de Ensino, Geografia e Humanidades: Narrativas, Cartografias e Outras Linguagens para (Re)pensar o Espaço” tem por objetivo promover reflexões interdisciplinares sobre o espaço, articulando abordagens das Geografias, das Humanidades e das Múltiplas Linguagens para (re)pensarmos o espaço, valorizando e divulgando diferentes abordagens contemporâneas e necessárias para as nossas ciências.

O evento, que integra a programação dos 60 anos da Geografia da UFSM e dos 04 anos do Laboratório de Ensino e Pesquisas em Geografia e Humanidades (LEPGHU), será realizado entre os dias 25 e 29/08/2025, na modalidade híbrida, ou seja, contando com atividades online e presenciais. Também contará com a organização do Laboratório de Espacialidades Urbanas (LABEU), grupo de pesquisa que fez parte da história da UFSM por muitos anos.

As atividades online serão transmitidas no Canal do YouTube do PPGGEO (disponível em: http://www.youtube.com/@ppggeoufsm6612). Já as propostas presenciais serão realizadas no Prédio 17 da UFSM. O evento contará com apresentações de trabalhos dos membros e agregados dos grupos de pesquisa organizadores do Fórum. Os minicursos serão propostos pelos docentes e pelos discentes do LEPGHU e do LABEU e terão sua inscrição divulgada no Instagram dos Laboratórios, bem como terão certificação pela assinatura na lista de presenças no dia de sua realização. A inscrição nas palestras, por sua vez, será realizada durante cada atividade mediante formulário eletrônico. Para certificação, é necessário participar de pelo menos duas palestras.

Para acompanhar a divulgação detalhada ou tirar dúvidas sobre a programação, acesse: http://www.instagram.com/lepghu.ufsm/ e manda DM.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/04/11/simposio-nacional-da-paisagem-ocorre-de-24-a-26-de-abril-em-silveira-martins Fri, 11 Apr 2025 18:27:31 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=68799 O Espaço Multidisciplinar de Silveira Martins vai receber, de 24 a 26 de abril, o Simpósio Nacional da Paisagem, evento que integra as atividades comemorativas aos 60 anos do curso de Licenciatura em Geografia da UFSM. Tendo como tema central “Caminhos, conexões e possibilidades de investigação”, o evento é promovido pelo Núcleo de Estudos da Paisagem. Da mesma forma que as outras atividades comemorativas ao aniversário do curso, o simpósio visa a promover a integração entre professores (ativos e aposentados), alunos e egressos dos cursos de licenciatura, bacharelado e pós-graduação em Geografia. A participação nas atividades também é gratuita e aberta ao público em geral. A programação, no primeiro dia (24), inclui uma mesa de abertura com coordenadores de grupos de pesquisa, inauguração da exposição “Paisagens rurais nos estados do Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Pernambuco e Paraíba” e apresentação de trabalhos. O segundo dia (25) será dedicado a apresentações dos grupos de pesquisa das universidades convidadas: Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e universidades federais do Rio Grande do Sul (Ufrgs), da Paraíba (UFPB) e de Pernambuco (UFPE). Por fim, no último dia (26), haverá saída para trabalho de campo ao longo da Quarta Colônia de Imigração Italiana. As inscrições para ouvintes seguem abertas até 18 de abril. A programação completa e instruções para inscrição, entre outras informações, constam no perfil dos 60 anos do curso de Geografia no Instragram.]]> UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ccne/eventos/simposio-nacional-da-paisagem-caminhos-conexoes-e-possibilidades-de-investigacao Mon, 31 Mar 2025 16:53:09 +0000 http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ccne/?post_type=eventos&p=5660 O Simpósio Nacional da Paisagem acontecerá nos dias 24, 25 e 26 de abril de 2025, no Espaço Multidisciplinar da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), na cidade de Silveira Martins – RS.

O evento é organizado pelos Grupos de Pesquisa em Paisagem da PUC-Rio, UFSM, UFPE, UFPB e UFRGS e tem como objetivo promover discussões sobre os caminhos, conexões e possibilidades de investigação no campo da paisagem.

A programação preliminar contará com conferências, mesas-redondas, exposições, trabalho de campo e um jantar por adesão.

A organização do evento na UFSM está sendo realizada pelo Prof. Dr. Cesar de David e pelo Grupo de Pesquisa NEPA (Núcleo de Estudos da Paisagem).

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O Simpósio Nacional da Paisagem acontecerá nos dias 24, 25 e 26 de abril de 2025, no Espaço Multidisciplinar da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), na cidade de Silveira Martins – RS.

O evento é organizado pelos Grupos de Pesquisa em Paisagem da PUC-Rio, UFSM, UFPE, UFPB e UFRGS e tem como objetivo promover discussões sobre os caminhos, conexões e possibilidades de investigação no campo da paisagem.

A programação preliminar contará com conferências, mesas-redondas, exposições, trabalho de campo e um jantar por adesão.

A organização do evento na UFSM está sendo realizada pelo Prof. Dr. Cesar de David e pelo Grupo de Pesquisa NEPA (Núcleo de Estudos da Paisagem).

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