UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com Universidade Federal de Santa Maria Wed, 11 Mar 2026 00:06:44 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com 32 32 UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/08/08/terras-raras-cacapava Fri, 08 Aug 2025 12:24:18 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=70067 Foto colorida horizontal de uma dois homens ao longe, em frente a um riacho. Ao fundo, um rochedo, que contém os minerais.
Um dos achados da pesquisa é a rocha de corbonatito Picada dos Tocos, rica em elementos de terras raras

As ‘terras raras’ ganharam o noticiário internacional com a manifestação de interesse do governo norte-americano nas reservas do Brasil, da China e da Ucrânia e da Groenlândia. O motivo se dá pela importância econômica de substâncias que podem ser usadas em ligas metálicas para produção de chips de celulares, motores elétricos, turbinas eólicas, satélites e mísseis. Esses materiais não são raros, mas dificilmente são encontrados de forma concentrada em um único lugar.  

Apesar de o Brasil ter a segunda maior reserva mundial de terras raras, estimada em 21 milhões de toneladas, o equivalente a 23%, o país ainda não produz e nem refina - a China detém 44 milhões de toneladas, cerca de 49%, e se destaca como o maior produtor, maior responsável pelo refino e pela fabricação de ímãs, conforme dados da Mineral Commodity Summaries de 2025.

As reservas brasileiras estão presentes nas cinco regiões. No Sul, a região de Caçapava do Sul se destaca pela alta concentração de terras raras em rochas de carbonatito. Essa é uma das descobertas de pesquisa, liderada pelo professor Marcelo Barcellos da Rosa, do Departamento de Química da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), e realizada em conjunto com o Departamento de Geociências da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e curso de Geologia da Universidade do Pampa (Unipampa - 55BET Pro Caçapava). O estudo é financiado pelo edital Mineral Estratégicos do Conselho Nacional de Desenvolvimento e Pesquisa (CNPq) e seguirá até dezembro de 2026.

Para discutir o tema, a Agência de Notícias conversou com o químico Lucas Mironuk Frescura, do Laboratório de Pesquisas Químicas e Farmacêuticas da UFSM. Lucas é doutor em Ciências com ênfase em Química pela UFSM e direciona seus estudos aos elementos de terras raras no Centro do Rio Grande do Sul.

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS - Você considera a expressão ‘terra rara’ imprecisa, já que alguns dos elementos são abundantes na crosta terrestre? 

LUCAS MIRONUK FRESCURA - Sim, o termo ‘terras raras’ sugere que esses elementos sejam escassos, quando na verdade são relativamente abundantes na crosta terrestre. A origem do nome vem dos séculos XVIII e XIX, quando os cientistas começaram a isolar esses elementos na forma de óxidos, substâncias que, naquela época, eram chamadas genericamente de ‘terras’, como nos casos das ‘terras alcalinas’ ou dos ‘metais alcalino-terrosos’. Já o adjetivo ‘raras’ surgiu porque, no início, esses elementos foram descobertos em poucos minerais, localizados em áreas específicas, com primeiros relatos em depósitos próximos a Ytterby, na Suécia. Além disso, a separação entre eles era e ainda é difícil devido às suas propriedades químicas muito semelhantes. Com o passar do tempo, essa raridade ficou apenas no nome. Muitos elementos como cério, lantânio e neodímio são mais abundantes que metais conhecidos, como o cobalto, o níquel ou o chumbo. Até mesmo os elementos terras raras menos abundantes, como túlio e lutécio, são encontrados em maior quantidade na crosta terrestre do que a prata ou os metais do grupo da platina.

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS - Por que os chamados elementos de terras raras (ETRs) são difíceis de serem encontrados de forma concentrada?

LUCAS MIRONUK FRESCURA - Embora os elementos de terras raras sejam relativamente abundantes na crosta terrestre, dificilmente eles são encontrados de forma concentrada em um único local. Isso ocorre porque eles apresentam propriedades químicas muito semelhantes entre si, o que faz com que se distribuam de maneira dispersa em diversos minerais, em vez de se acumularem isoladamente. Além disso, são elementos considerados incompatíveis durante a formação de rochas, ou seja, tendem a se concentrar apenas nos estágios finais da cristalização magmática, em ambientes geológicos menos comuns, como os carbonatitos (objetos do nosso projeto). Como resultado, poucos depósitos naturais apresentam concentrações suficientemente altas para viabilizar a extração econômica desses metais, o que torna sua produção um desafio técnico e estratégico.

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS - O que falta para o Brasil produzir e refinar ETR?

LUCAS MIRONUK FRESCURA - Apesar do Brasil possuir a segunda maior reserva de terras raras, perdendo apenas para a China, o país ainda enfrenta obstáculos para transformar esse potencial em produção e refino em escala industrial. O principal desafio está na falta de uma cadeia integrada, que inclui desde a mineração e o beneficiamento até o refino químico e a separação individual dos elementos, etapas que exigem tecnologia avançada, investimentos robustos e domínio de processos complexos. É por esse motivo que não seria incorreta a expressão ‘terras caras’ para esses elementos. Além disso, há entraves regulatórios, ambientais e logísticos, além da ausência de políticas industriais de longo prazo que incentivem a verticalização e agregação de valor no território nacional. Hoje, o Brasil exporta parte desses minerais em estado bruto ou parcialmente beneficiado, mas ainda depende de países como a China para as etapas finais de purificação. Apesar disso, desde 2010 esses elementos ganharam destaque no governo brasileiro. Aqui na UFSM, estamos no segundo projeto envolvendo os elementos terras raras, resultado desse maior interesse. O primeiro foi aprovado em 2013 e, assim como o atual, também foi coordenado pelo professor Marcelo Barcellos da Rosa. 

Foto colorida horizontal de grupo de pessoas em um terreno com pedrinhas no chão e vegetação no entorno
Área de estudo dos pesquisadores da UFSM, UFRGS e Unipampa
Foto colorida horizontal de um campo verde, uma planície. No centro, em miniatura um grupo de pessoas com roupas de protenção contra chuva
Grupo faz atividades de campo na região de Caçapava do Sul

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS - Qual a importância da região de Caçapava do Sul para o estudo dos ETR?

LUCAS MIRONUK FRESCURA - A região de Caçapava do Sul, no Rio Grande do Sul, é um local de ocorrência de minerais estratégicos e críticos para o Brasil, pois apresenta ocorrências de rochas com elevados teores de Elementos Terras Raras, Nióbio e Tântalo, entre outros elementos de interesse. A concentração desses elementos ocorreu devido aos processos geológicos que ocorreram na região, em especial devido à presença de rochas denominadas carbonatitos, uma das muitas rochas formadas na evolução geológica do Escudo Sul-riograndense. Essa rocha, rara em termos de ocorrência no mundo, é a principal portadora desses elementos estratégicos e críticos que podem trazer o desenvolvimento para a indústria brasileira de alta tecnologia, como por exemplo, para a produção de ímãs de neodímio para motores elétricos de carros.  

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS - Que evidências já se tem das ETR na região de Caçapava do Sul? Foram encontrados minerais que contém ETR lá? Pode citar alguns?

LUCAS MIRONUK FRESCURA - Os carbonatitos são rochas ígneas que ocorrem em menos de 1% da superfície terrestre, com predominância de minerais carbonáticos. Em Caçapava do Sul, estudos têm identificado a presença de corpos carbonatíticos, como o Passo Feio e Picadas dos Tocos. Esses carbonatitos são compostos primariamente por calcita e/ou dolomita e contêm uma variedade de minerais acessórios que atuam como importantes portadores de ETRs, Nióbio e Tântalo. Entre eles, destacam-se a apatita, minerais do grupo do pirocloro e, minerais de ETRs como monazita-(Ce) e aeschynita-(Ce). A ocorrência desses minerais, por vezes em concentrações significativas, aponta para o potencial econômico da região, dado o papel vital desses elementos no uso em tecnologias modernas.

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS  - Qual objetivo principal do projeto da UFSM com a UFRGS e a Unipampa? 

LUCAS MIRONUK FRESCURA - Este projeto possui caráter interinstitucional e multidisciplinar, reunindo pesquisadores das áreas de Geologia, Química e Biologia das universidades UFSM, UFRGS e Unipampa – 55BET Pro Caçapava do Sul. O principal objetivo é identificar áreas com potencial enriquecimento geológico de elementos terras raras (ETRs) e avaliar o ambiente como um todo, considerando diferentes matrizes ambientais. A UFSM é responsável pela coordenação do projeto, realizada pelo professor Marcelo Barcellos da Rosa, do Departamento de Química, com auxílio do pesquisador Lucas Mironuk Frescura. 

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS - Qual o papel de cada instituição?

LUCAS MIRONUK FRESCURA - A UFSM realiza a coleta e a análise de amostras de solo, vegetação nativa e águas superficiais, com o intuito de determinar a presença e o comportamento geoquímico dos ETRs nessas matrizes. Atualmente, a equipe da UFSM conta com três bolsistas de desenvolvimento tecnológico e um bolsista de iniciação científica (CNPq).

A UFRGS, por meio de seu Departamento de Geociências, contribui com a identificação e caracterização das rochas carbonáticas, com participação direta do professor Ednei Koester e do geólogo Daniel Triboli Vieira, além de outros docentes colaboradores. As atividades da UFRGS incluem o preparo e análise de amostras de rochas, identificação mineralógica, quantificação de terras raras e a realização de estudos isotópicos e datações geológicas. A equipe conta com um bolsista de desenvolvimento tecnológico e quatro bolsistas de iniciação científica. 

A Unipampa, devido à atuação regional por meio do curso de Geologia, contribui na identificação de áreas e minerais de interesse e também participa na caracterização da fauna local para fins de coleta e análise ambiental. Atualmente, a Unipampa conta com dois bolsistas de iniciação científica dedicados ao projeto, que são orientados pelas professoras Luciana Arnt Abichequer e Caroline Wagner. 

É importante destacar que, embora as funções estejam organizadas por instituição, o projeto se desenvolve de forma colaborativa, com integração constante entre os pesquisadores nas diferentes etapas.

 

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS - Até agora qual seria o principal resultado da pesquisa sobre terras raras na região de Caçapava do Sul?

LUCAS MIRONUK FRESCURA - Atualmente já determinamos a concentração desses elementos em amostras de rocha, solo e vegetação nativa, a carqueja, e já temos resultados que mostram uma importante concentração de elementos terras raras nas rochas de carbonatitos, e concentração considerável nas amostras de solo, com valores de concentração 9 vezes maiores que outras regiões do Brasil, 12 vezes maior que solos de Cuba e 6 vezes maior que solos da China.  

 

Texto: Maurício Dias

Fotos: Laboratório de Pesquisas Químicas e Farmacêuticas /Divulgação/UFSM

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2024/05/17/equipe-tecnica-da-ufsm-visita-sao-joao-do-polesine Fri, 17 May 2024 12:56:43 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=65843

Uma equipe técnica formada por geólogos, geógrafos, biólogos, arquitetos e engenheiros visitou, na última quarta-feira (15), o distrito de Vale Vêneto, em São João do Polêsine. A iniciativa da Universidade Federal de Santa Maria busca realizar uma primeira avaliação dos deslizamentos que aconteceram na região da Quarta Colônia, em virtude das chuvas que atingiram o estado.  

A Quarta Colônia sofreu com mais de uma centena de deslizamentos nas últimas semanas. A mobilização da equipe de pesquisadores da Instituição é um primeiro passo para o trabalho de proposta de soluções para a região. A bióloga e assessora do Gabinete do Reitor, Sonia Zanini Cechin, conta que a atuação do grupo multidisciplinar de profissionais irá permitir uma reconstrução das cidades pensada para evitar futuros desastres: “a ideia foi trazer essa equipe de profissionais para uma primeira avaliação do que aconteceu, para, posteriormente, nos debruçarmos sobre isso e conseguirmos propor soluções que possam ajudar a minimizar os estragos que ocorreram na região”, conta.

Matione Sonego, prefeito de São João do Polêsine, destacou a importância do trabalho da Universidade junto aos municípios: “essa equipe técnica é muito importante porque nós não temos, aqui no município, um corpo técnico que possa fazer esse tipo de avaliação”, contou. O prefeito também enfatizou que os deslizamentos ocorridos em São João do Polêsine fizeram o poder público repensar toda a estrutura da cidade: “nós estamos reavaliando toda a nossa situação, todas as nossas áreas de ocupação, todas as nossas construções, porque muitas áreas que nós tínhamos como seguras foram inundadas ou houve desmoronamento”, relata. 

Resiliência Climática

Um dos tópicos pontuados pela equipe técnica é o necessário cuidado com as ações futuras. A engenheira florestal e professora da UFSM, Ana Paula Rovedder, destacou a necessidade das cidades estarem preparadas para futuros eventos climáticos extremos: “esperamos que de agora em diante o tema seja tratado com maior seriedade. É importante ouvir a comunidade científica para que nós possamos alcançar a resiliência climática”. A professora também explica o termo: “uma série de medidas, de políticas, de treinamentos e até mesmo de popularização do conhecimento, de conscientização da população, para reduzir danos nos próximos eventos”, conta.

Questionada sobre os processos de reconstrução e reflorestamento, Ana Paula destacou a necessidade de uma visão global, mas com adaptações locais: “temos locais como as várzeas dos grandes rios, onde o maior problema é a inundação, e locais como a Quarta Colônia, onde os principais problemas são os deslizamentos”, relata. A professora também destaca a qualificação das ações da UFSM: “nós temos toda a condição, enquanto Universidade, de trabalhar em tecnologias sociais e adaptativas para fazer o enfrentamento dessa situação”, enfatiza. 

Os especialistas que formaram a equipe foram: Andréa Nummer, Luís Eduardo Robaina, Romário Trentin, Augusto Nobre e César De David (Geógrafos e Geólogos); Ana Paula Rovedder e Fabrício Sutili (Engenheiros florestais); Sonia Zanini Cechin (Bióloga); Rinaldo Pinheiro (Engenheiro civil).

Saiba mais sobre a visita técnica na matéria produzida para a TV 55BET Pro.

http://www.youtube.com/watch?v=aPyRsZpv5p4

Confira alguns registros da visita técnica:

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Texto e fotos: Milene Aparecida Eichelberger - acadêmica de jornalismo e estagiária na Agência de Notícias 
Edição: Mariana Henriques, jornalista

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2018/09/27/professora-da-ufsm-e-uma-das-autoras-de-livro-sobre-geologia-e-engenharia-ambiental Thu, 27 Sep 2018 19:32:48 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=44782 A professora Malva Mancuso, do Departamento de Engenharia e Tecnologia Ambiental da UFSM (campus Frederico Westphalen), contribuiu com um artigo para o livro Geologia de Engenharia e Ambiental, lançado no dia 4 de setembro durante o 16º Congresso Brasileiro de Geologia de Engenharia e Ambiental, que ocorreu em São Paulo. O lançamento coincidiu com a comemoração dos 50 anos da Associação Brasileira de Engenharia de Geologia e Ambiental, responsável pela publicação do livro, que tem como organizadores Antonio Manoel dos Santos Oliveira e João Jerônimo Monticeli. Dividido em três volumes, a obra conta com a participação de autores brasileiros e estrangeiros. Segundo a professora Malva, o livro é bastante didático e possui questões para revisão. "É possível utilizá-lo como bibliografia para disciplinas da graduação ou na pós-graduação". A docente foi convidada a contribuir no capítulo “Águas subterrâneas”, que ela escreveu em parceria com os geólogos Adalberto Aurélio Azevedo e José Albuquerque Filho. Esse conteúdo a professora Malva desenvolve em sala de aula nas disciplinas de hidrogeologia, recuperação de áreas degradadas, tanto na graduação como na pós-graduação. Além disso, ela coordena o Grupo de Pesquisa em Hidrodinâmica Ambiental. Com informações da Assessoria de Comunicação do 55BET Pro de Frederico Westphalen]]> UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/arco/post466 Sat, 13 May 2017 00:40:07 +0000 http://www.55bet-pro.com/comunicacao/arco/2017/05/12/post466/

O planeta Terra tem cerca de 4,5 bilhões de anos. Para entender melhor sua história, os cientistas dividem o tempo geológico em cinco níveis de classificação, chamadas unidades cronoestratigráficas: éons, eras, períodos, épocas e idades.

 

Os éons são grandes e indeterminados espaços de tempo e estão divididos em quatro classificações: fanerozoico (últimos 542 milhões de anos), proterozoico, arqueano e hadeano. Deles, apenas o hadeano não é dividido em eras. As eras são caracterizadas conforme as diferentes posições dos continentes, dos oceanos e dos seus seres vivos. Dentro das eras estão divididos os períodos. As épocas, por sua vez, são divisões dentro dos períodos e são divididas em idades.

 

Segundo os pesquisadores, vivemos atualmente no período Quaternário da era Cenozóica. Nesta sétima edição, as reportagens do Dossiê são relacionadas aos estudos paleontológicos desenvolvidos pelo Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica (CAPPA) da UFSM. Os pesquisadores do CAPPA trabalham com os achados fósseis do período Triássico ( cerca de 250 a 200 milhões de anos atrás).

 

O Triássico é o primeiro dos três períodos que compõem a era Mesozoica, os que se seguem são chamados de Jurássico e Cretáceo. No Jurássico, os dinossauros dominavam, contudo no Cretáceo eles foram extintos.  

 

Antes disso existiu o Permiano, último período da era Paleozóica, quando aconteceu a união das massas da terra. Essas massas formaram um grande continente chamado Pangeia e um grande oceano que a rodeava chamado Pantalassa.

  Repórter: Paola Dias e Luan Romero Infografia: Juliana Krupahtz]]>