UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com Universidade Federal de Santa Maria Fri, 27 Mar 2026 23:49:18 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com 32 32 UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/2024/07/18/conecta-ufsm-realiza-evento-para-ampliar-ideias-sobre-desenvolvimento-regional Thu, 18 Jul 2024 18:50:34 +0000 http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/?p=10107

Ao longo do dia 10 de julho, a UFSM, por meio da PRE, realizou a primeira edição do evento institucional “Conecta”, relacionado à iniciativa Território Imembuy. Esse programa, lançado em 2023, é uma proposta da universidade com foco no desenvolvimento do centro gaúcho, contemplando cerca de 40 municípios e mais de 700 mil habitantes. Por sua vez, o Conecta tem objetivo de apresentar os projetos desenvolvidos na região, possibilitando compartilhamento de ideias, experiências e ações  entre os envolvidos.

O evento foi realizado pela Coordenadoria de Desenvolvimento Regional (Coder) e dividido segundo os eixos do edital de chamada de ações do Território Imembuy: Eixo 1 - Silveira Martins e CAPPA, Eixo 2 - Santa Maria Distrito Criativo-Centro-Gare e Eixo 3 - Geoparques. No início de junho, a iniciativa esteve em Silveira Martins, cumprindo o respectivo eixo.

Evento ocorreu em dois turnos, focando em diferentes eixos

Na manhã, o Conecta focou no Eixo - Distrito Criativo Centro-Gare. As atividades contaram com mediação de Patricia de Freitas Ferreira, representante da Subdivisão de Geoparques, que conduziu o início do evento, por meio das falas da vice-reitora, Marta Adaime; do pró-reitor de extensão, Flavi Lisboa; do representante do área de Desenvolvimento Regional da PRE, Leandro Gabbi; e Roberto Oliveira, que representou o Comitê Gestor do Distrito Criativo Centro-Gare. Depois das falas, os projetos atuantes no Distrito Criativo foram apresentados, seguidos por uma dinâmica em grupo para compartilhamento de ideias.

À tarde, a mesma estrutura de falas foi utilizada para focar no Eixo 3 - Geoparques. A mediação e as falas iniciais seguiram a mesma da manhã: Marta Adaime, Flavi Lisboa e Leandro Gabbi, com a inclusão de Alizandra Dazman, representante do Comitê Gestor do Caçapava Geoparque Mundial da UNESCO e de um representante do Comitê Gestor do Geoparque Raízes de Pedra. Após as falas e a apresentação dos projetos, novamente os presentes foram convidados a discutir suas ideias em grupo.


Texto: Pedro Souza, da Subdivisão de Divulgação e Eventos da PRE

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A próxima terça-feira (05) é o dia em que a universidade será reconhecida, pela segunda vez, com o prêmio referente ao Selo ODS EDU, que premia instituições de ensino que contribuem para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Os ODS, elaborados pela Organização das Nações Unidas (ONU), são um processo de cooperação internacional em busca de desenvolvimento sustentável. Ao todo, somam-se 17 objetivos e 169 metas que fazem parte da Agenda 2030, um apelo global à ação para, coletivamente, dissociar o crescimento econômico da pobreza, da desigualdade e das mudanças climáticas.

O evento de reconhecimento ocorre na Escola Paulista da Magistratura (EPM), na capital paulista. A representação da UFSM é responsabilidade de Alice Moro Neocatto, chefe de Apoio a Projetos de Extensão da Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, que receberá o prêmio destinado à universidade. O reconhecimento faz parte da estratégia de implementação da Agenda 2030 no Brasil, por meio do fomento da internalização dos objetivos no âmbito das instituições de ensino. Para acompanhar o evento, é possível acessar o site e o Instagram da iniciativa.

Das 12 instituições da região sul inscritas, a UFSM é a sexta mais impactante, totalizando 28 pontos. Os projetos reconhecidos e suas respectivas soma de pontos são: Incubadora Social (2), Polifeira do Agricultor (4), Espaço Multiprofissional Casa Verônica (3), Telhado verde no Jardim Botânico (4), Planetário (2), Observatório de Direitos Humanos (8) e Geoparques (5). O documento com todas as 39 instituições inscritas e seus respectivos projetos selecionados podem ser acessadas neste link.


Texto: Pedro Souza, da Subdivisão de Divulgação e Eventos da PRE

Revisão: Camila Steinhorst, da Subdivisão de Divulgação e Eventos da PRE

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2023/12/12/progredir-geoparque-quarta-colonia-realiza-formatura-de-mais-de-40-estudantes-em-pinhal-grande Tue, 12 Dec 2023 16:52:55 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=64814

Foi realizada, na noite de segunda, 11, a formatura de quatro cursos do programa Progredir Geoparque Quarta Colônia no município de Pinhal Grande. Mais de 40 estudantes concluíram os cursos de Habilidades Culinárias básicas e Atendimento em Restaurante; Sabão, Sabonetes e Cosméticos Naturais; Bordado Livre II; e Domínio Comum. Esta foi a última formatura do programa na cidade, encerrando um ciclo de dois anos de atividade no Quarta Colônia Geoparque Mundial da UNESCO.

Para a responsável pelo Progredir junto à Pró-Reitoria de Extensão UFSM, Angelita Zimmermann, os momentos de formatura representam toda a alegria presente no programa e as conexões entre os conhecimentos tradicionais e acadêmicos que transformam o território. Angelita enfatizou o Progredir como uma ação de reconexão das estudantes consigo mesmas e com esse lugar único no mundo, permitindo que se reconheçam como fundamentais para a existência do Geoparque.

Leandro Gabbi, do Desenvolvimento Regional da UFSM, lembrou do protagonismo exercido pelas formandas do programa no Geoparque Quarta Colônia, agregando conhecimento e proporcionando o desenvolvimento sustentável da região. Leandro também ressaltou que o Progredir é o maior programa de capacitação e de formação que o território já recebeu, contribuindo significativamente para a melhora da autoestima e para a qualidade de vida no Geoparque.

De acordo com a secretária da Assistência Social e Habitação de Pinhal Grande, Denize de David, acompanhar os cursos e a evolução das participantes do programa foi emocionante. Denize destacou as trocas de experiências e as oportunidades de convivência entre as participantes proporcionadas pelo Progredir, construindo saberes e possibilitando novas conquistas pessoais às egressas.  

 
Progredir Geoparque Quarta Colônia em números - Pinhal Grande

Iniciado em 2022 no Quarta Colônia Geoparque Mundial da UNESCO, o Progredir encerra suas atividades neste mês. O programa é desenvolvido pela Universidade Federal de Santa Maria, por meio da Pró-Reitoria de Extensão, e pelos Centros de Referência da Assistência Social (CRAS) dos nove municípios que integram o território e conta com financiamento do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (Governo Federal).

No município de Pinhal Grande, o Progredir Geoparque Quarta Colônia promoveu, em dois anos, 276 horas de formação, divididas em 07 cursos com mais de 221 participantes inscritos – representando, aproximadamente, 6% da população local.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2023/11/24/progredir-geoparque-quarta-colonia-certifica-85-estudantes-em-faxinal-do-soturno Fri, 24 Nov 2023 17:17:34 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=64635 [caption id="attachment_64636" align="alignright" width="602"] Progredir certificou mais 85 estudantes[/caption]

Encerrando os cursos promovidos pelo Progredir Geoparque Quarta Colônia no município de Faxinal do Soturno, aconteceu, na noite da última quinta-feira, 23, a formatura e a entrega de certificados a 85 estudantes do programa. A cerimônia contou com a participação dos familiares e amigos dos formandos, representantes da UFSM, do CRAS de Faxinal de Soturno, do CONDESUS e da Prefeitura Municipal de Faxinal do Soturno. Ao todo, três cursos foram finalizados: Massas artesanais e possíveis aplicações; Sabão, sabonetes e cosméticos naturais e Garçom/Garçonete.

Para a responsável do Progredir Geoparque Quarta Colônia na UFSM, Angelita Zimmermann, a ação desenvolvida no território aprimorou os conhecimentos e as habilidades pessoais que os moradores já tinham, além de incentivar outras criações pessoais, com olhos nos potenciais naturais e culturais do Geoparque, no reconhecimento e nos laços de amizade entre as pessoas que integram a comunidade. Angelita também agradeceu pelo acolhimento na cidade, ressaltando as contribuições que cada egresso imprimiu no programa.  “Cada um que está aqui hoje é reconhecido e é importante para o território. Aquilo que vocês já faziam aqui, neste local, será cada vez melhor”.

De acordo com a coordenadora do CRAS de Faxinal do Soturno, Cristina Cerezer, o Progredir Geoparque Quarta Colônia permitiu a vários estudantes ingressarem no mercado de trabalho após a conclusão das formações, atuando como um importante incentivo para a qualificação profissional e pessoal dos moradores. Cristina ainda destacou a parceria com diferentes secretarias do município e com a UFSM para que as formações fossem acessíveis ao maior número de moradores.

A formanda Jaqueline Pinheiro ressaltou a importância do Progredir Geoparque Quarta Colônia para o compartilhamento de experiências e saberes entre as participantes, além de servir de um espaço privilegiado para o respeito às diferenças e o convívio afetivo. “Quem de nós não voltou à infância ou à adolescência, quando a mãe ou a avó fazia as massas, os molhos e os sabores. Quem de nós não sentiu aquela saudade que acalenta a alma ou lembranças revividas durante os cursos”, lembrou em seu discurso.

Progredir Geoparque Quarta Colônia em números - Faxinal do Soturno

Iniciado em 2022 no Quarta Colônia Geoparque Mundial da UNESCO, o Progredir encerra suas atividades em dezembro de 2023. O programa é desenvolvido pela Universidade Federal de Santa Maria, por meio da Pró-Reitoria de Extensão, e pelos Centros de Referência da Assistência Social (CRAS) dos nove municípios que integram o território e conta com financiamento do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (Governo do Brasil).

No município de Faxinal do Soturno, o Progredir Geoparque Quarta Colônia promoveu, em dois anos, 544 horas de formação, divididas em 13 cursos com mais de 500 participantes inscritos – representando, aproximadamente, 8% da população local.

Com informações e foto da Assessoria de Comunicação do Progredir Geoparque Quarta Colônia

 
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Encontro reuniu representantes de universidades de todo o país

Aproximadamente 100 pró-reitores de instituições de ensino superior do Brasil participaram da reunião entre o Fórum Nacional de Pró-Reitores de Graduação (ForGRAD) e o Colégio de Pró-Reitores de Graduação das IFES (CoGRAD), com objetivo de discutir os desafios e rumos da educação superior nacional. A abertura do evento ocorreu dia 15/6, às 8h30, no Salão Imembuí, no segundo andar do prédio da reitoria. O CoGRAD reúne os pró-reitores de graduação das universidades federais, enquanto o ForGRAD contempla os pró-reitores de Institutos Federais e também de universidades privadas. 

O Pró-Reitor de Graduação da UFSM e coordenador do CoGRAD, Jerônimo Tybusch, explica que o objetivo é gerar conhecimento e soluções coletivas para problemas compartilhados entre as instituições. “Nós formamos redes e grupos de trabalho para amadurecer de forma coletiva as problemáticas e desafios a respeito do ensino superior como a adequação do orçamento, licenciaturas e formação”, afirma.

Além de Jerônimo, participaram da mesa de abertura o reitor da UFSM, Luciano Schuch, o presidente do ForGrad, Assis Leão Silva, Ricardo Fonseca, o vice-coordenador do CoGRAD, Eduardo Cezari, e a vice-presidente do ForGRAD e Pró-Reitora de Graduação da Unipampa, Shirley Nascimento, instituição que também é anfitriã do encontro. 

UFSM dá exemplo para UNESCO e presidente do CNE fala sobre importância de políticas públicas

Reitor da UFSM falou sobre a importância da atuação conjunta das instituições

Em sua fala de abertura, o reitor da UFSM destacou a importância da articulação conjunta entre as universidades para responder aos questionamentos e ataques sofridos pelas instituições e servidores públicos. Schuch também falou sobre a importância da integração da universidade com a comunidade, trabalho reconhecido pela UNESCO na divulgação e atuação da UFSM nos Geoparques da Quarta Colônia e de Caçapava. “A avaliadora da UNESCO disse que a UFSM era uma instituição ‘transgressora’, pois as universidades europeias não se envolvem na criação dos Geoparques, enquanto os projetos de extensão da universidade foram muito ativos nesse processo. O fato da UFSM ser uma ‘transgressora’ é algo que me deixa muito feliz”, afirmou o reitor. Outro desafio mencionado por Schuch foi a importância de repensar o ensino e as práticas em sala de aula, em um contexto em que os jovens utilizam cada vez mais a tecnologia, e o modo tradicional de ensino tem enfrentado dificuldades.

Ainda pela manhã, o presidente do Conselho Nacional de Educação (CNE), Luiz Roberto Curi, participou da reunião por videoconferência. O presidente destacou a importância dos gestores das instituições de ensino superior levarem em conta como a desigualdade social afeta a trajetória educacional de cada aluno com evasões e déficit educacional, de forma que uma pequena parcela da população ingresse no ensino superior e uma menor ainda se mantenha, principalmente nas instituições públicas. 

Curi defendeu a implementação de políticas públicas para acesso, permanência e empregabilidade das minorias sociais e em situação de vulnerabilidade no ensino superior, como processos seletivos menos elitistas e que tornem a universidade mais acessível para a população em geral. À tarde, os pró-reitores se reuniram com representantes do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP). 

Programação da reunião conjunta Cograd/Forgrad

O encontro teve programação científico-cultural até o sábado (17). Entre os eventos propostos, uma visita guiada dos pró-reitores pela UFSM e uma visita ao Geoparque de Caçapava do Sul. 

Dia 15 (Quinta-feira)

14h – Reunião com Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira
17h30 – Plenária ForGRAD 
17h30 – Visita ao Planetário UFSM e campus sede da Instituição

Dia 16 (Sexta-feira)

9h – Imersão de gestores para cocriar soluções

Dia 17 (Sábado)

8h30 – Saída para atividades culturais Geoparque e Unipampa 

Texto: Bernardo Silva, estudante de jornalismo e bolsista da Agência de Notícias
Fotos: Ana Alicia Flores, estudante de desenho industrial e bolsista da Agência de Notícias
Edição: Mariana Henriques, jornalista

Fonte: 55bet-pro.com

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No dia 17 de junho 2023 os alunos do curso de graduação em administração diurno matriculados na disciplina de “Sustentabilidade e Organizações” e os alunos matriculados na  disciplina de “Responsabilidade socioambiental e sustentabilidade” do Programa de Pós-Graduação em Administração realizaram uma visita técnica na Fazenda e Novelaria Santa Marta localizada na região das Guaritas no município de Caçapava do Sul/RS.  Os alunos foram acompanhados pela Professora Jordana Marques Kneipp (docente responsável pelas duas disciplinas) e pela Professora Débora Bobsin.

A Fazenda e Novelaria Santa Marta é parceira do Geoparque Caçapava e possui um processo de tingimento natural da lã de ovelha, sendo um caso de economia circular. O tingimento é realizado com plantas nativas do bioma pampa; que são colhidas na propriedade respeitando as estações e os ciclos.  Os produtos da novelaria possuem certificação de extrativismo sustentável da flora nativa para tingimento e o selo de Geoproduto. Para esquilar o rebanho, a Novelaria utiliza a técnica Tally-hi; um método criado na década de 40 pelos irmãos Bowen (também conhecida como Método Bowen). Este tipo de esquila foi escolhido por ser aprovado pelas Boas Práticas e Bem-estar animal. Este método proporciona menos estresse e o animal não fica maneado (amarrado/preso) e pode ser utilizado no pré-parto; reduzindo as chances de perda de cordeiros e ainda um maior rendimento na coleta da lã; tendo em vista que o velo sai inteiro. A visita à propriedade possibilitou que os alunos conhecessem todo o processo da Novelaria, o que foi uma oportunidade de vivenciar na prática os conteúdos abordados nas duas disciplinas. Foto3
Foto2
Acadêmicos de Administração da Universidade Federal de Santa Maria durante a visita à Fazenda e Novelaria Santa Marta, localizada na região das Guaritas, no município de Caçapava do Sul/RS.
Para conhecer um pouco mais do Trabalho da Novelaria Santa Marta, acesso o Facebook ou Instagram: http://www.facebook.com/novelariasantamarta/ http://www.instagram.com/novelaria_stamarta/?hl=en]]>
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O Programa de Pós-Graduação em Patrimônio Cultural realizará o painel “Governos e mercado: aspectos econômicos da cultura no Geoparque Quarta Colônia", no dia 28 de abril, a partir das 14h.

Serão apresentados os resultados da análise de alocação de recursos públicos pelas prefeituras da Quarta Colônia e da avaliação dos aspectos ligados ao mercado da cultura nesses municípios, enfatizando o número de empresas e trabalhadores envolvidos no setor cultural.

Atividade irá acontecer no Salão Imembuí, no prédio da Reitoria, e contará com a participação dos professores Thiago Costa Martins (PPG Patrimônio Cultural/UFSM e PPG Políticas Públicas/Unipampa) e Victor da Silva Oliveira (PPG Planejamento e Desenvolvimento Regional e Urbano na Amazônia/Unifesspa), que desde 2013 desenvolvem estudos que analisam a temática. A mediação será realizada pelo prof. Flavi Ferreira Lisboa Filho, Pró-Reitor de Extensão da UFSM.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/cal/editais/001-2023-22 Thu, 20 Apr 2023 20:03:26 +0000 http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/cal/?post_type=editais&p=3311 A ação de extensão denominada “Política de Línguas na Quarta Colônia/RS: formação de comitê gestor e educação para a alteridade” (GAP/CAL n. 058645) torna pública a abertura de inscrições para seleção de BOLSISTA para atuação junto ao projeto estratégico Geoparques UFSM.

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A ação de extensão denominada “Política de Línguas na Quarta Colônia/RS: formação de comitê gestor e educação para a alteridade” (GAP/CAL n. 058645) torna pública a abertura de inscrições para seleção de BOLSISTA para atuação junto ao projeto estratégico Geoparques UFSM.

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A ação de extensão denominada ENCRUZILHADAS DE SABERES E FAZERES: CIRANDAS E PARTILHAS (nº 059383) torna pública a abertura de inscrições para seleção de BOLSISTA para atuar junto ao projeto estratégico Geoparques UFSM.

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O professor Borba, do Departamento de Geociências da UFSM, recebe oficialmente, amanhã (31), o título de “Cidadão Caçapavano”, conferido em reconhecimento às ações em benefício da comunidade caçapavana. A titulação já foi oficializada pela Câmara Municipal de Vereadores através de Decreto publicado no mês de janeiro. No entanto, a solenidade de entrega contou com confirmação de presença prévia e ocorrerá na Chácara do Forte, local de relevância cultural e geológica (geossítio) para o município caçapavano.

Natural de Porto Alegre, André iniciou o contato com o município de Caçapava do Sul durante a graduação em Geologia, por ser um local comum e um dos melhores do estado para estudar a área. Durante a carreira, o vínculo com este território se intensificou e despertou o interesse por suas questões geológicas. A partir do estudo e entusiasmo despertado pelo conhecimento da região, André foi a primeira pessoa a pensar que Caçapava poderia ser um aspirante a Geoparque da UNESCO. A ideia, apresentada em 2010, ainda está em processo e é resultado de iniciativas anteriores; como por exemplo, a apresentação de legislações e discussões sobre  a conservação do geopatrimônio para autoridades municipais em 2013. Dentre essas estratégias, está a declaração e o reconhecimento de Caçapava do Sul como ”Capital Gaúcha da Geodiversidade”,  pela Lei Estadual nº 14.708/2015.
Área geológica de Caçapava do Sul - Foto: Divulgação/UFSM
André ocupa o papel de coordenador científico e foi responsável pela maior parte do dossiê de candidatura do Geoparque Caçapava à UNESCO, bem como dos outros diversos documentos e contatos necessários para a comprovação da pontuação para o órgão internacional. Ele acredita que esse feito contribuiu para a conquista do título de cidadão caçapavano, pois incentivou ao longo dos anos o contato com a comunidade, entidades culturais, autoridades, comunidade rural, entre outros. 

“Como pessoa e profissional, o título de cidadão é uma realização, um ápice na minha carreira. Em primeiro lugar por gostar tanto de caçapava, pela história geológica, das rochas, formas de relevo, das pessoas, por tudo que conquistei e as amizades que fiz. É um reconhecimento muito importante ", ressalta André.

Como recado para a comunidade da UFSM, o pedido é que se engajem cada vez mais com os geoparques da instituição: “tem a Quarta Colônia e Caçapava. Mas se envolvam sempre com Caçapava do Sul, fazendo pesquisas e extensão - que foi muito importante todo esse tempo. Busquem trabalhar por essa comunidade que merece tanto, que é a comunidade de Caçapava” declara André. O CCNE parabeniza o professor André Borba, a Pró-Reitoria de Extensão, a comunidade caçapavana e todos e todas envolvidas no trabalho desenvolvido pela UFSM no município de Caçapava do Sul. Texto: Júlia Weber, acadêmica de jornalismo e bolsista da Subdivisão de Comunicação do CCNE. Edição: Natália Huber da Silva, chefe da Subdivisão de Comunicação do CCNE.]]>
UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ccne/2022/05/25/geologia-geomorfologia-e-geotecnologia-grupos-academicos-da-geografia Wed, 25 May 2022 13:06:00 +0000 http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ccne/?p=2710

As universidades, de modo geral, são estruturadas por três pilares imprescindíveis para a execução efetiva de seu papel na sociedade: o ensino, a pesquisa e a extensão. Estudantes de graduação e pós-graduação, docentes e técnicos administrativos em educação se organizam coletivamente em grupos acadêmicos, com o objetivo de executar projetos que contemplem um ou mais componentes dessa tríade universitária. 

O Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE) possui dezenas de grupos acadêmicos organizados em oito áreas temáticas, uma delas é a Geografia, que até o momento conta com 14 grupos responsáveis pelo desenvolvimento de projetos em diversas linhas de pesquisa da Geociências. Entre as vertentes estão as ciências que estudam a origem, composição, estrutura e evolução da Terra — como a geologia, geomorfologia, climatologia, entre outras — e a geotecnologia, que consiste num conjunto de tecnologias para coleta, processamento, análise e disponibilização de informações georreferenciadas. 

Confira a seguir os Grupos Acadêmicos da área de Geografia: 

Laboratório de Climatologia Ambiental e Subtropical (LaCAS)

O Laboratório de Climatologia Ambiental e Subtropical (LaCAS), coordenado pelo Prof. Dr. Cássio Arthur Wollmann, desenvolve projetos de ensino, pesquisa e extensão vinculados à Climatologia Geográfica, Climatologia Regional, Clima Urbano e Conforto Ambiental. O principal objetivo do grupo é a formação de recursos humanos em Geografia e Climatologia Geográfica, buscando entender os fenômenos atmosféricos de baixa altitude que compõem o espaço geográfico. Com este propósito, o grupo caracteriza-se pela ampla execução de trabalhos de campo com o intuito de coleta de dados climáticos de natureza primária, para posterior análise em ambiente de laboratório. 

Desde 2012, o grupo está envolvido na execução de projetos de pesquisa em unidades de conservação no território gaúcho e estudos de clima urbano, monitorando Santa Maria e cidades próximas, além de Porto Alegre e Balneário Camboriú (SC). Realiza, ainda, pesquisas em unidades de conservação dos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, como o Parque Nacional dos Aparados da Serra, Parque Nacional da Serra Geral, Estação Ecológica do TAIM, entre outros. 

[caption id="attachment_2714" align="alignright" width="458"] Fotografias esféricas para cálculo do Fator de Visão do Céu (Sky View Factor - SVF) dos pontos de coletas de dados climáticos em Balneário Camboriú/SC. / BCC PROJECT[/caption]

O projeto mais recente é intitulado “O Sistema Clima Urbano de Balneário Camboriú/SC”, BCC Project, e se trata de uma investigação internacional sobre o maior processo de verticalização urbana do Hemisfério Sul. A verticalização em ambientes climáticos subtropicais pode ter efeitos potencializados quando comparados aos ambientes tropicais e equatoriais, dada a disponibilidade de energia solar e sua distribuição variável ao longo do dia, principalmente no verão. Estudos em grandes metrópoles costeiras, como Nova York, Los Angeles, Tóquio, Nicósia, Atenas, Cingapura e Hong Kong servem de referência, mas, embora sejam litorâneas, não estão na mesma latitude subtropical de Balneário Camboriú e não possuem as mesmas condições geourbanas. 

O objetivo do projeto é avaliar a evolução nítida e ininterrupta da morfologia urbana em Balneário Camboriú e a forma como ela promove mudanças na dinâmica do campo termo-higrométrico da cidade, influenciando também no conforto humano da população em espaços abertos, bem como na concentração de material particulado em suspensão, e em áreas de risco de eventos de extremos de precipitação. Também fazem parte do BCC Project instituições associadas; Fundação Universidade Federal de Rondônia (UNIR), Universidade de São Paulo (USP) e Royal Melbourne Institute of Technology (RMIT). 

 

Grupo de Pesquisa em Patrimônio Natural, Geoconservação e Gestão da Água (PANGEA)

O Grupo de Pesquisa em Patrimônio Natural, Geoconservação e Gestão da Água (PANGEA), formado oficialmente em 2015 e vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Geografia da UFSM, é constituído de pesquisadores e estudantes das áreas de geografia, geologia, gestão ambiental, engenharia ambiental, arquitetura e turismo. Sob coordenação do Prof. Adriano Severo Figueiró, o grupo trabalha as dimensões da conservação da natureza, da educação e da sensibilização para as questões ambientais, do turismo sustentável e do desenvolvimento endógeno. 

Atualmente, o PANGEA desenvolve as suas atividades com foco na assessoria a dois territórios que estão se candidatando ao selo de Geoparque Mundial da UNESCO: Caçapava do Sul e Quarta Colônia. Outro projeto ao qual se dedica é o “Projeto Palomas: Geoconservação no pampa Brasil-Uruguai”, que consiste na inventariação do geopatrimônio mais expressivo do Pampa Brasil-Uruguai, com vistas à proposição de estratégias interpretativas capazes de estimular a inserção destes geossítios nos roteiros turísticos já existentes, buscando aliar o geoturismo às demais alternativas de desenvolvimento endógeno do Pampa. O processo já se encontra em elaboração e é esperado que até o final do projeto se possa lançar um mapa do geopatrimônio pampeano e um guia geoturístico capaz de oferecer o suporte necessário à divulgação geopatrimonial e geoturística deste território. 

 

Laboratório de Estratigrafia e Paleobiologia (LEP)

O Laboratório de Estratigrafia e Paleobiologia (LEP) foi revitalizado em 1998, e desde então é coordenado pelo professor Átila Augusto Stock da Rosa. Localizado na sala 1019, subsolo do prédio 17, do Departamento de Geociências, o LEP conta com a coleção paleontológica da UFSM, baseada principalmente em vertebrados e plantas do Triássico da região central do Rio Grande do Sul. A coleção apresenta cerca de 1500 fósseis descritos, entre vertebrados, invertebrados, plantas e icnofósseis. A coleção de vertebrados fósseis conta com os holótipos de diversas espécies triássicas, destacando-se o dinossauro sauropodomorfo Unaysaurus tolentinoi, o cinodonte Alemoatherium huebneri, o capitossaurídeo Tomeia witeckii, o tanistrofeídeo Elessaurus gondwanaoccidens.

 

Grupo de Pesquisa em Intemperismo e Formas de Relevo (TAFONI) 

Criado em 2020, com a coordenação do Prof. Dr. André Weissheimer de Borba, o Grupo de Pesquisa em Intemperismo e Formas de Relevo (TAFONI) se propõe a estudar os processos de intemperismo e erosão, tal como as formas de relevo e as feições resultantes desses mecanismos, em áreas geográficas selecionadas da região central, centro-sul e centro-oeste do Rio Grande do Sul: o planalto dissecado das Guaritas, a cuesta dissecada da Serra do Segredo, ambas em Caçapava do Sul; as mesetas e morros testemunhos da região de São Vicente do Sul e São Francisco de Assis; a Serra do Caverá e a Cuesta do Haedo, entre Rosário do Sul e Santana do Livramento. 

O grupo, formado por pesquisadores em geologia, geografia e geomorfologia da UFSM e da Unipampa/Caçapava, pretende compreender a resistência das diferentes rochas presentes nessas feições, o papel das estruturas de deformação rúptil na infiltração da água nos maciços, os mecanismos e as taxas de denudação em diferentes setores dessas formas de relevo. Possui duas linhas de pesquisa: Gênese e evolução de cavidades de intemperismo (tafoni, honeycomb e gnammas) e Processos e controles sobre a retração de escarpas (relevos tabulares e cuestas). 

 

Laboratório de Geologia Ambiental (LAGEOLAM)

Em atividade desde 1995, sob a coordenação dos professores Luís Eduardo de Souza Robaina e Romario Trentin, o Laboratório de Geologia Ambiental (LAGEOLAM) desenvolve atividades nas áreas de diagnóstico ambiental e geologia aplicada, contribuindo para o conhecimento sobre processos geomorfológicos, zoneamentos geoambientais e áreas de risco de danos e perdas devido a ocorrência de processos superficiais. Os trabalhos de extensão do grupo são voltados a mapeamentos temáticos e a criação de Atlas Geoambientais. Considerando que a questão dos riscos ambientais no ambiente urbano se multiplica, os pesquisadores buscam alternativas que visem harmonizar a relação entre os moradores locais e a preservação da qualidade ambiental. 

A iniciativa de construir um banco de dados, através de um Atlas, com as informações e dados obtidos em trabalhos temáticos na região oeste do Rio Grande do Sul, baseia-se na demanda existente, por parte de educadores e técnicos municipais, especialmente, em municípios de pequeno porte, de informações ligadas a diferentes temas de forma espacializada e georreferenciada. Em áreas rurais com processos erosivos acelerados, os trabalhos de mapeamento e análise dos processos geomorfológicos são importantes ferramentas de gestão ambiental.

 

Biodiversidade, Conservação e Uso Sustentável no Bioma Pampa

Coordenado pela Profª. Drª. Anabela Silveira de Oliveira Deble (URCAMP), com participação do Prof. Dr. Mauro Kumpfer Werlang (UFSM), as pesquisas estão relacionadas ao estudo dos ecossistemas campestres. Os ecossistemas campestres são os mais extensos no mundo, compondo cerca de 39 milhões de km², sendo sistemas dominados por um substrato inferior heliófilo e compostos principalmente por gramíneas e ciperáceas, associada a diversas outras famílias botânicas. As espécies arbustivas ou arbóreas são raras, estando mais bem representadas em terrenos inclinados ou associadas a formações saxícolas. Esses ambientes nas últimas décadas foram utilizados nas atividades de agricultura e silvicultura modificando drasticamente esses locais, o que faz dos campos os ecossistemas mais ameaçados do planeta. Os Estudos sobre o uso sustentável desses ecossistemas serve como estratégia para a conservação da Biodiversidade, aliando a pesquisa em Botânica, Zoologia, Ecologia e Geografia. 

 
Laboratório de Geotecnologias (LABGEOTEC)
[caption id="attachment_2715" align="alignleft" width="450"] Coleta de dados por sensoriamento remoto na Usina Hidrelétrica Passo Real - RS. / LABGEOTEC[/caption]

O Laboratório de Geotecnologias (LABGEOTEC), coordenado pelo Prof. Dr. Waterloo Pereira Filho é utilizado para o desenvolvimento de projetos na área de hidrogeografia, com o uso dos recursos de Sensoriamento Remoto, Sistema de informações Geográficas e Geoprocessamento. Os projetos de ensino estão relacionados à inovação tecnológica em Sensoriamento Remoto oferecidas nos níveis Básico e Superior. Já os projetos de pesquisa abordam questões ambientais principalmente associadas à caracterização da Geografia Física em bacias hidrográficas e sua relação com o sistema aquático. Projetos de Sensoriamento Remoto em reservatórios e rios têm sido desenvolvidos com objetivos de identificar a capacidade dos diferentes sensores, no que diz respeito às pesquisas relacionadas à refletância da água. 

Possui convênios com grupos e institutos de pesquisa de outras instituições (USP e UFG 55BET Pro Jataí) que possibilitam o aporte de recursos oriundos de outras fontes como o PROCAD-CAPES. Possui ainda, convênios internacionais com a Universidade de Victória (Canadá), UNAICC (União Nacional para Construção de Cuba/Cuba) e o Centro Regional de Educação em Ciências e Tecnologia Espacial para a América Latina e o Caribe (México).

 

CONESAT - Monitorando o CONESUL

Formado em 2018 a partir de um projeto piloto, o grupo CONESAT - Monitorando o CONESUL com Sensoriamento Remoto, tem o objetivo de promover a pesquisa e o desenvolvimento no âmbito do CONESUL com produtos de sensoriamento remoto. Assim, o foco é voltado às esferas de biosfera, antroposfera, litosfera, hidrosfera e atmosfera. O grupo atua na linha do “Sensoriamento remoto do ambiente no CONESUL”. O CONESUL é uma região composta pelas zonas austrais da América do Sul, ao sul do Trópico de Capricórnio (Argentina, Sul do Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai). O objetivo do projeto é fazer o uso de dados de sensoriamento remoto para entender as dinâmicas do CONESUL em múltiplas escalas. Para isso, são abordados os seguintes temas: meio ambiente; agricultura; águas interiores e costeiras; florestas e biomas; e atmosfera. 

 

Sensoriamento Remoto Espectral-Angular (SREA)

Com sede no campus de Frederico Westphalen, o grupo de pesquisa Sensoriamento Remoto Espectral-Angular (SREA), visa promover a integração dos estudos de sensoriamento remoto espectral e angular com foco em aplicações florestais, agronômicas e ambientais. O comportamento espectral de alvos é fundamental para a correta interpretação, manipulação e extração de informações dos dados de sensoriamento remoto. Contudo, alguns fatores externos podem afetar significativamente a resposta espectral de alvos (geometria e iluminação/aquisição dos dados, efeitos atmosféricos, resolução espectral e espacial do sensor). Nesse sentido, estudar a relação entre a resposta espectral de alvos, a direção de espalhamento (retroespalhamento e espalhamento frontal) e o ângulo de iluminação e aquisição é fundamental para o grupo. 

 

Leia mais sobre os grupos acadêmicos da Geografia na segunda parte da matéria, na qual são apresentados os grupos com temáticas que estudam as dinâmicas entre os seres humanos com o meio. 

 


Texto: Jéssica Medeiros, acadêmica de jornalismo 

Revisão e Edição: Natália Huber



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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/cursos/graduacao/santa-maria/administracao/editais/008-2022-2 Thu, 19 May 2022 19:19:50 +0000 http://www.55bet-pro.com/cursos/graduacao/santa-maria/administracao/?post_type=editais&p=1324 A ação de extensão denominada Gestão de custos de formação de preço torna pública a abertura de inscrições para seleção de BOLSISTA para atuar junto ao projeto estratégico Geoparques UFSM, conforme descrição das vagas no item 3 desta chamada.

Projeto: Gestão de custos e formação de preço

* 20 horas semanais;
* Estar regularmente matriculado em curso de graduação da
UFSM;
* Ter conhecimento do Pacote Office (Word, Excel, Power Point);

A inscrição será realizada através do e-mail robertodegregori@55bet-pro.com
As entrevistas seguirão Cronograma conforme item 5 deste edital, realizadas pelo Google Meet, com link da sala a ser enviado a/ao candidata/o por e-mail no ato de deferimento de inscrição.

 

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A ação de extensão denominada Gestão de custos de formação de preço torna pública a abertura de inscrições para seleção de BOLSISTA para atuar junto ao projeto estratégico Geoparques UFSM, conforme descrição das vagas no item 3 desta chamada.

Projeto: Gestão de custos e formação de preço

* 20 horas semanais;
* Estar regularmente matriculado em curso de graduação da
UFSM;
* Ter conhecimento do Pacote Office (Word, Excel, Power Point);

A inscrição será realizada através do e-mail robertodegregori@55bet-pro.com
As entrevistas seguirão Cronograma conforme item 5 deste edital, realizadas pelo Google Meet, com link da sala a ser enviado a/ao candidata/o por e-mail no ato de deferimento de inscrição.

 

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Projeto de pesquisa: Educação Empreendedora e Negócios de Impacto no Novo Ensino Médio.

Inscrições: 16/05/2022 a 20/05/2022.

O/A bolsista deverá ter disponibilidade de 12/20 (vinte) horas semanais a qual corresponderá à remuneração de R$ 250,00 mensais para alunos do ensino médio; R$ 400,00 mensais para alunos da graduação; e R$ 650,00 mensais para alunos da pós-graduação.

Contato da Prof.ª Debora Bobsin: deborabobsin@gmail.com

 

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Edital de bolsa de extensão de projeto vinculado ao Geoparque Caçapava do Sul.

Projeto de pesquisa: Educação Empreendedora e Negócios de Impacto no Novo Ensino Médio.

Inscrições: 16/05/2022 a 20/05/2022.

O/A bolsista deverá ter disponibilidade de 12/20 (vinte) horas semanais a qual corresponderá à remuneração de R$ 250,00 mensais para alunos do ensino médio; R$ 400,00 mensais para alunos da graduação; e R$ 650,00 mensais para alunos da pós-graduação.

Contato da Prof.ª Debora Bobsin: deborabobsin@gmail.com

 

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Maehary bonapartei representa um réptil de pequenas dimensões que é tido como o mais basal da linha evolutiva que deu origem aos pterossauros. O estudo também demonstra que Faxinalipterus minimus, não é um réptil alado, ao contrário do que se supunha. 

Pesquisadores da Universidade Federal de Santa Maria, do Museu Nacional da UFRJ, da Universidade Regional do Cariri, da Universidade Federal do Pampa, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e da COPPE/UFRJ apresentaram, nesta terça-feira (03), um estudo de revisão sobre um pequeno réptil denominado Faxinalipterus minimus, proveniente de rochas do Triássico (cerca de 225 milhões de anos atrás) do Rio Grande do Sul. O estudo “Reassessment of Faxinalipterus minimus, a purported Triassic pterosaur from southern Brazil with the description of a new taxon” (Em PT: Reavaliação de Faxinalipterus minimus, um suposto pterossauro do Triássico do sul do Brasil com a descrição de um novo táxon”), foi publicado em destaque pela revista PeerJ.

Faxinalipterus foi descrito há mais de uma década (2010), sendo atribuído ao grupo Pterosauria, que reúne os primeiros vertebrados a desenvolverem o voo ativo. Originalmente, o fóssil de Faxinalipterus era composto por ossos do esqueleto pós-cranial e por uma parte do crânio (uma maxila com dentes), encontrados separadamente em duas expedições de campo, ocorridas em 2002 e 2005, no sítio fossilífero Linha São Luiz, localizado no município de Faxinal do Soturno. Assim, não era possível afirmar com certeza se todas as partes pertenceriam a um mesmo tipo de animal. Apesar disso, assumiu-se na época que todos os ossos pertenciam a uma única espécie, denominada Faxinalipterus minimus

[caption id="attachment_2649" align="alignleft" width="514"] Maehary em vida. (Ilustração: Márcio L. Castro)[/caption]

A nova análise de Faxinalipterus, permitiu estabelecer que, de fato, existiam ali duas espécies distintas. Ou seja, a maxila pertenceria a outro animal. Isso foi possível com base na comparação com um novo fóssil encontrado recentemente no mesmo sítio Linha São Luiz. O novo fóssil é composto por um crânio incompleto, cuja maxila exibe as mesmas feições da maxila atribuída a Faxinalipterus, além de partes da mandíbula, partes de uma escápula e de vértebras. Desta forma, a maxila de Faxinalipterus pode ser incorporada à descrição do novo fóssil que recebeu o nome Maehary bonapartei

Para Alexander Kellner, especialista em pterossauros que atualmente dirige o Museu Nacional/UFRJ, sempre houve uma grande dúvida se os dois exemplares atribuídos ao Faxinalipterus representavam uma mesma espécie, e se esta se tratava de um réptil alado. Tendo examinado o exemplar logo após a publicação em 2010, ele constatou que diversos ossos poderiam estar mal identificados e viu a falta de características diagnósticas dos pterossauros, entre elas a ausência de feições específicas no úmero (osso do braço), como uma projetada crista deltopeitoral, que é típica dos pterossauros. 

Borja Holgado do Institut Català de Paleontologia Miquel Crusafont (Barcelona, Espanha) também especialista em pterossauros, analisou o material e concordou com as conclusões iniciais. “Estava claro para mim que se trata de um réptil primitivo que não pertencia aos pterossauros, pois não apresentava nenhuma feição inequívoca dessa linhagem” esclarece, para logo apontar: “Mas também o conhecimento presente das faunas de finais do Triássico indica que a disparidade de animais da época na qual datam os primeiros pterossauros era tão grande que encontram-se animais que à primeira vista poderiam lembrar pterossauros, mas realmente não são. Isso foi o que aconteceu com Faxinalipterus e Maehary”.

“O material no qual o Faxinalipterus é baseado, é muito frágil e muito incompleto. Além disso, partes dos ossos estavam encobertas por rocha, necessitando uma preparação mais detalhada” comentou Cesar Schultz, da UFRGS, um dos autores do trabalho de 2010 e da nova pesquisa que acaba de ser publicada. A preparação do material original requereu muita experiência, e foi realizada no Museu Nacional. “Felizmente tivemos a possibilidade de fotografar em detalhe todo o exemplar”, salientou Orlando Grillo, que teve o cuidado de reproduzir em forma de desenhos cada detalhe anatômico dos ossos de Faxinalipterus.

[caption id="attachment_2648" align="alignright" width="614"] Crânio do Maehary (Foto: Rodrigo Temp Müller)[/caption]

Foi com ajuda de um tomógrafo que o enigma foi sendo revelado. “A tomografia computadorizada tem sido uma ferramenta cada vez mais utilizada nos estudos paleontológicos” destaca Ricardo Lopes da COPPE/UFRJ. “É uma análise não-destrutiva que permite a visualização de detalhes anatômicos ainda recobertos pela rocha sedimentar onde o fóssil está preservado” complementa Olga Araújo, também da COPPE.

“No trabalho original de 2010, verificamos que os dentes presentes na maxila de Faxinalipterus eram muito espaçados entre si, o que é uma característica de pterossauros primitivos do Triássico. Porém, a tomografia da maxila demonstrou que os dentes não eram separados, pois muitos dentes haviam sido perdidos na fossilização. Com isso, o padrão da dentição e o próximo espaçamento entre os alvéolos (cavidades onde os dentes se inserem) não eram condizentes com pterossauros,” destaca Marina Soares. 

Após estes estudos, ainda pairava a dúvida sobre quem era, afinal, Faxinalipterus. A solução veio a partir do achado de um novo exemplar que havia sido coletado na mesma região de onde vieram os exemplares de Faxinalipterus. “Coletas sistemáticas têm sido realizadas pelo CAPPA (Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da Quarta Colônia), da UFSM, revelando uma série de novas espécies fósseis para o Triássico do Rio Grande do Sul” comentou Flávio Pretto. No sítio fossilífero Linha de São Luiz, no município de Faxinal do Soturno, já foram encontrados diversos fósseis, como parentes próximos dos mamíferos, dinossauros e outros répteis. A região onde foram realizadas as escavações fica localizada no território do Geoparque Quarta Colônia Aspirante UNESCO.

“Quando tivemos acesso ao estudo que estava sendo desenvolvido pela equipe do Museu Nacional, ficou claro que a maxila, até então referida à Faxinalipterus, era muito similar ao material que a gente estava estudando,” complementou Leonardo Kerber. “Definitivamente não se tratavam de exemplares de um pterossauro,” reforçou Felipe Pinheiro, da UNIPAMPA, pesquisador também especialista em répteis alados.

Usando uma base de dados anatômicos, a equipe estabeleceu que Faxinalipterus estaria proximamente relacionado aos lagerpetídeos, um ramo considerado como grupo-irmão de Pterosauria em estudos mais recentes. Juntos, lagerpetídeos e pterossauros formam um grupo mais abrangente denominado Pterosauromorpha. Neste contexto, a nova espécie Maehary bonapartei foi posicionada como o membro mais primitivo dentro de Pterosauromorpha. "Isto é, Faxinalipterus e Maehary não são pterossauros, porém são aparentados a eles. Especialmente Maehary se configura como um elemento-chave na elucidação de como as características anatômicas foram evoluindo ao longo da linhagem dos pterossauromorfos até os pterossauros propriamente ditos, totalmente adaptados ao voo", pontua Rodrigo Müller. "Essas espécies, com um comprimento estimado em 30 cm para Faxinalipterus e 40 cm para Maehary, demonstram a importância de prosseguir as coletas de fósseis nessa região".

O nome do gênero da nova espécie vem de Ma'ehary, uma expressão do povo originário Guarani-Kaiowa, que significa “quem olha para o céu” em alusão à sua posição na linha evolutiva dos répteis, sendo o mais primitivo dos Pterosauromorpha, grupo que inclui os pterossauros. O nome específico é uma justa homenagem ao principal pesquisador de vertebrados fósseis da Argentina, José Fernando Bonaparte (1928 - 2020), falecido recentemente, e que atuou ativamente junto com paleontólogos brasileiros em afloramentos do Rio Grande do Sul, na coleta e descrição de muitos vertebrados extintos que viveram durante o período Triássico, incluindo Faxinalipterus.

Agora os pesquisadores seguem em busca de novos achados que ajudem a entender como surgiram as primeiras formas desse tão fascinante grupo, os pterossauros.

 

Texto: Alexander W.A. Kellner, Borja Holgado, Orlando Grillo, Flávio Augusto Pretto, Leonardo Kerber, Felipe Lima Pinheiro, Marina Bento Soares, Cesar Leandro Schultz, Ricardo Tadeu Lopes, Olga Araújo e Rodrigo Temp Müller

Ilustração: Marcio L. Castro

Foto: Rodrigo Temp Müller

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Projeto executado em conjunto pela UFSM e o município de Nova Palma, em que foram desenvolvidos materiais de divulgação e a publicação de um livro catálogo, com os 40 capitéis existentes no município.

O Projeto foi desenvolvido por docentes do Curso de Gestão em Turismo da UFSM:  Dalva Maria Righi Dotto (coordenadora); Monica Elisa Dias Pons (participante); Caroline Ciliane Ceretta (colaboradora); com a contribuição dos bolsistas: Caroline Lescano Christofari, Paola Goulart da Silva e Valéria Bones Costa; o apoio da Pró Reitoria de Extensão (Projeto Geoparque Quarta Colônia – Aspirante UNESCO); e a participação em todo o processo do turismólogo Diego Trindade Hahn, do município de Nova Palma.

(vídeo realizado/veiculado pelo município de Nova Palma)

http://www.youtube.com/watch?v=SibJNy_d7J8

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Caroline Siqueira | Redação UMA

Monte Grappa, Ivorá - RS.

Neste mês, Universidade Federal de Santa Maria visitou o Gabinete do Prefeito de Ivorá, Saulo Piccinin, com o intuito de firmar o Plano de Manejo do Parque Natural Municipal Monte Grappa. Este documento é fundamental para  a preservação da biodiversidade do local, que faz parte da zona núcleo do corredor ecológico da Quarta Colônia Aspirante UNESCO. 

Suzanne Marcuzzo, professora do Colégio Politécnico e coordenadora do Núcleo de Estudos de Áreas Protegidas, participou do encontro junto com Jordano Moro, vice-prefeito de Ivorá, e Cheila Zanon, secretária municipal de Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente. Profissionais técnicos da Prefeitura e do NEAP, responsáveis pela elaboração do Plano, e pesquisadores do Curso de Geografia, que analisaram o Monte Grappa enquanto monumento ecológico, também estavam presentes. 

O Geoparque é uma iniciativa da Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), com finalidade de preservar o patrimônio natural e cultural dos municípios gaúchos de Agudo, Dona Francisca, Faxinal do Soturno, Ivorá, Nova Palma , Pinhal Grande , Restinga Seca , São João do Polêsine e Silveira Martins. A beleza natural, a biodiversidade única e a raridade dos fósseis que compõem a Quarta Colônia são os pontos que a caracterizam como Geoparque, segundo a UNESCO. 

A interação da Universidade com essa região visa implementar novas alternativas para a economia regional, de forma sustentável, com educação ambiental e incentivo à geração de renda por meio do mercado privado e pelo turismo. Todas as ações são fomentadas pelo conhecimento acadêmico, capacitação da comunidade, pesquisa, extensão, e da articulação junto ao governo local, entidades e população.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/cursos/graduacao/santa-maria/tecnologia-em-gestao-de-turismo/editais/003-2020-2 Wed, 23 Dec 2020 02:28:50 +0000 http://www.55bet-pro.com/cursos/graduacao/santa-maria/tecnologia-em-gestao-de-turismo/?post_type=editais&p=297 A Universidade Federal de Santa Maria, através do projeto institucional “Geoparques” da Pró-Reitoria de Extensão, torna pública a abertura de inscrições para seleção de BOLSISTA, acadêmicos de cursos de graduação, para atuar junto ao projeto Geoparque Quarta Colônia nesta chamada, conforme item 3.

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A Universidade Federal de Santa Maria, através do projeto institucional “Geoparques” da Pró-Reitoria de Extensão, torna pública a abertura de inscrições para seleção de BOLSISTA, acadêmicos de cursos de graduação, para atuar junto ao projeto Geoparque Quarta Colônia nesta chamada, conforme item 3.

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A Universidade Federal de Santa Maria, através do projeto institucional “Geoparques” da Pró-Reitoria de Extensão, torna pública a abertura de inscrições para seleção de BOLSISTA, acadêmicos de cursos de graduação em Arquitetura e Urbanismo, Direto e Ciências Sociais, para atuar junto ao projeto “Planejamento Ambiental da Quarta Colônia: motivando a comunidade pela implantação de um Geoparque”

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Será realizado neste sábado (26) a terceira edição do Paleodia da Quarta Colônia aliando diversão e aprendizado sobre Paleontologia.

Horário: a partir das 15h;

Local: CAPPA (Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica) – Rua Maximiliano Vizzotto, 598, São João do Polêsine (RS).

Dentre as atividades programadas, estão:

  • Mostra paleontológica
  • Gastronomia da Quarta Colônia
  • Cinessauro
  • Oficina sobre animais peçonhentos
  • Caça fósseis
  • Trilhas
  • Oficinas de desenhos
  • Arco e flecha
  • Oficina de Esculturas
  • Olha o passarinho
  • Palhaços
  • Observação noturna do céu
  • Viva o 55BET Pro Especial - Banda De Alma Gaúcha
  • Banca de erva-mate e água quente

Haverá distribuição de erva-mate e água quente. Leve sua cuia, térmica, cadeira e aproveite o dia no CAPPA. 

Para mais detalhes, acompanhe o evento no Facebook.

Realização/apoio: Projeto Geoparque Quarta Colônia; Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da Quarta Colônia (CAPPA/UFSM); Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE); Pró-Reitoria de Extensão/UFSM; CONDESUS; Prefeitura Municipal de São João do Polêsine.

 

Com informações de CAPPA/UFSM.

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A Quarta Colônia é muito conhecida pelo seu patrimônio cultural, herança de imigrantes europeus que lá construíram sua história. E porque não valorizar ainda mais esse tesouro em uma estratégia de integração com as riquezas naturais da região? Foi o que pensou o professor do Departamento de Arquitetura e Urbanismo e doutorando no Programa de Pós-Graduação em Geografia, Dilson Cecchin. Em sua tese de doutorado, orientada pelo professor Adriano Severo Figueiró, Cecchin trabalha em uma triagem dos pontos de interesse patrimonial da Quarta Colônia para a elaboração de roteiros geoturísticos que integram patrimônio natural e cultural.

O trabalho será defendido em agosto desse ano e está em sintonia com a proposta de implementação do Geoparque Quarta Colônia. “Como estava surgindo o projeto do Geoparque, achei que era o momento de trazer o meu conhecimento sobre patrimônio em um trabalho que desse algum retorno para a região. Quem vai a um geoparque, da mesma forma que poderá ver uma cachoeira, uma gruta, ou qualquer elemento natural, também pode visitar locais de interesse do ponto de vista cultural”, conta Cecchin.

Em sua pesquisa de mestrado, Cecchin já havia trabalhado com o patrimônio cultural da Quarta Colônia analisando o desenho dos antigos sobrados históricos. Agora o pesquisador foi a campo para reavaliar os pontos mapeados pelo Levantamento de Edificações de Interesse Histórico da Quarta Colônia, feito em 2009 pelo Departamento de Arquitetura e Urbanismo em parceria com o Consórcio de Desenvolvimento Sustentável da Quarta Colônia (Condesus). A partir daí foi possível criar um mapa do patrimônio cultural que considera os locais com maior interesse patrimonial. Os roteiros geoturísticos estão sendo pensados a partir do cruzamento deste mapa com um segundo: o mapa do patrimônio natural, elaborado a partir de uma dissertação defendida em 2016 pela agora doutoranda Djulia Ziemann, que elencou 24 geossítios (local com valor geológico ou palentológico) com potencial para visitação na região.

Os pontos mais representativos e de maior valor turístico desses roteiros estarão sinalizados em uma maquete da quarta Colônia, um dos produtos resultantes da tese. Com quase nove metros quadrados a maquete está em processo de construção há mais de um ano pelo maquetista e estudante de Arquitetura José Dalcin e está sendo montada no Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica (CAPPA), em São João do Polêsine. A partir do mês de agosto quem visitar o local poderá ver, em pequena escala, o relevo, os cursos hídricos e as estradas de acesso de toda a Quarta Colônia em uma estrutura de sessenta centímetros de altura que facilita a visualização até mesmo para crianças menores. E a maquete ainda tem uma pegada sustentável: toda a base foi construída com madeira reaproveitada de uma reforma realizada na UFSM.

Ainda está nos planos a ideia de expandir o trabalho para um aplicativo que congregue informações e a localização de cada ponto dos roteiros turísticos, o que está sendo planejado em parceria com a doutoranda Julia Ziemann e os professores André Soares e Enio Giotto. E não para por aí: com grande gosto pelas artes, o professor tem se dedicado à pintura de aquarelas com as paisagens da Quarta Colônia que serão apresentadas em forma de cartão postal e poderão ser reproduzidas como geoprodutos, ou seja, produtos que fazem alusão ao patrimônio natural e cultural da região. Entre os cenários pintados estão os casarios e sobrados que são seu objeto de pesquisa há bastante tempo. 

Essas edificações são exemplares da arquitetura vernacular da época e guardam semelhanças com traços de construções alemãs e italianas, países de origem dos primeiros imigrantes a chegarem na Quarta Colônia. De acordo com Cecchin, elas são um grande símbolo de sucesso desses imigrantes em suas propriedades que, sem muitas condições, vieram tentar a vida em terras brasileiras. Seja pela extração de matéria-prima ou pela otimização do relevo e da força hídrica como auxílio nas técnicas primitivas de construção, a geodiversidade do local foi uma das peças fundamentais para que os sobrados pudessem ser levantados, o que dá a eles um interessante potencial geoturístico aliado ao fato de serem uma marca da colonização.

De acordo com o professor, muitas dessas edificações, que estão dispersas pelo território, não são preservadas e estão se perdendo em função das intempéries e da falta de manutenção. Para Cecchin a estratégia de integração com o patrimônio natural em um Geoparque é uma possibilidade de valorização desse importante bem material e histórico. “O Geoparque tem a força necessária para unir as comunidades com o objetivo do desenvolvimento turístico e pode beneficiar muito a região”, acrescenta o pesquisador.

 

Geoparque Quarta Colônia

Os geoparques são territórios reconhecidos pela Unesco por apresentarem relevância geológica mundial e estratégias de desenvolvimento territorial sustentável. Atualmente, existem 127 Geoparques Mundiais da Unesco em 35 países, e apenas 1 no Brasil. A Quarta Colônia apresenta uma condição ímpar dentro do Brasil para a criação de um Geoparque. Isso se dá pela beleza natural das suas paisagens, da abundância de água de seus rios e de suas cascatas, da raridade dos fósseis ali encontrados – que testemunham as mudanças ambientais do planeta nos últimos 250 milhões de anos – e pela cultura preservada dos seus imigrantes.

Desde 2018 a Pró-Reitoria de Extensão da UFSM abriga um projeto institucional que tem o objetivo de auxiliar no processo de implementação de dois geoparques: o Geoparque Quarta Colônia e o Geoparque Caçapava. A intenção é coordenar uma estratégia de geoparque visando novas alternativas para a economia regional, de forma sustentável, por meio da conservação do patrimônio natural e cultural, da educação para o meio ambiente e do incentivo ao turismo local, através da apropriação do conhecimento acadêmico, das atividades de extensão e da articulação junto ao poder público local, entidades e sociedade civil organizada.

Texto: Elise Souza – MTB 18.433

Bolsista de jornalismo NDI PRE

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