UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com Universidade Federal de Santa Maria Mon, 30 Mar 2026 21:18:32 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com 32 32 UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2024/11/11/caminhada-internacional-na-natureza-ocorre-no-dia-23-de-novembro-em-nova-esperanca-do-sul Mon, 11 Nov 2024 15:11:06 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=67579

No dia 23 de novembro, acontece mais uma edição da Caminhada Internacional da Natureza. Nesta edição, o percurso será por Nova Esperança do Sul e objetiva explorar as belezas naturais e culturais da região, incentivando o turismo rural e fortalecendo a conexão entre visitantes e o meio ambiente.

Com um percurso de aproximadamente 10 km, a caminhada começa na praça central de Nova Esperança do Sul e segue rumo à Gruta Nossa Senhora de Fátima, com passagem pela Igreja de Pedra São Caetano, que serviu de cenário para a novela "A Dona do Pedaço", da Rede Globo. Durante o trajeto, os caminhantes irão conhecer cachoeiras, capelas, estradas rurais, formações geológicas e mata nativa. No retorno, será disponibilizado transporte gratuito até o ponto inicial.

A iniciativa é uma parceria entre Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, Geoparques, Prefeituras Municipais e Emater/RS. As inscrições podem ser feitas no site.

Programação:

 7h30 - Café da manhã (por adesão - R$20)
8h - Abertura e alongamento
8h10 - 55BET Pro Brasil – Site Oficial de Apostas Online da caminhada
12h - Almoço (por adesão - R$30)

 O percurso começa no centro da cidade e termina na Gruta Nossa Senhora de Fátima. A visitação ao local requer um ingresso de R$10.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2023/12/13/progredir-finaliza-suas-atividades-no-quarta-colonia-geoparque-mundial-da-unesco Wed, 13 Dec 2023 16:56:07 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=64829

Na última semana foi realizado o encontro de encerramento do Programa Progredir Geoparque Quarta Colônia na UFSM Silveira Martins. O programa foi financiado pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS/Governo Federal) e desenvolvido pela UFSM em parceria com os Centros de Referência da Assistência Social (CRAS) e com o Consórcio de Desenvolvimento Sustentável da Quarta Colônia (Condesus).

Iniciado em 2022, o Progredir ofertou cursos de qualificação profissional para inscritos no Cadastro Único (CadÚnico), proporcionando a conquista de novas oportunidades para geração de trabalho, renda e emprego. A operacionalização do programa foi prevista para os anos de 2022 e 2023, com aplicação financeira do Governo Federal de, aproximadamente, R$ 1,08 milhão, tendo como público prioritário mulheres entre 18 e 29 anos. 

Participaram do evento de encerramento representantes e gestores da UFSM, assistentes sociais dos CRAS dos nove municípios da Quarta Colônia, egressas e egressos do programa, tutores, instrutores e proponentes de cursos, bem como cuidadoras infantis e gestores das secretarias de assistência social. 

Para a responsável pelo programa junto à Subdivisão de Geoparques da UFSM, Angelita Zimmermann, nos dois anos em que o Progredir esteve atuando na região muitas (re)conexões foram estabelecidas. Além de destacar o potencial de geração de trabalho, emprego e renda, especialmente às mulheres do território, Angelita também lembrou dos benefícios de ser estudante para a saúde mental, o bem-estar social e o auto-reconhecimento dos participantes como agentes de transformação sócio-histórica no desenvolvimento do local.

Jaciele Carine Vidor Sell, coordenadora do Progredir Geoparque Quarta Colônia e uma das idealizadoras do programa na UFSM, ressaltou a importância da ação para o desenvolvimento do Geoparque e para a vinculação das pessoas com o seu território. Jaciele enfatizou o papel das mulheres para o sucesso do programa na Quarta Colônia, colocando-as em papéis de decisão e que as possibilitaram pensar e trabalhar com uma política social alinhada às necessidades do público-alvo.

O plano de trabalho do Progredir Geoparque Quarta Colônia estabelecia o prazo de dois anos (2022-2023) para a execução orçamentária e realização das formações no território. Nesse período, o programa contou com a participação de mais 3.182 moradores, distribuídos em 98 turmas e em 3.960 horas de formação. Do total de participantes, quase a totalidade, aproximadamente 87,43%, foram mulheres.

O Pró-Reitor de Extensão da UFSM, Flavi Ferreira Lisboa Filho, ressaltou as parcerias estabelecidas entre diversos atores para a efetivação do Progredir Geoparque Quarta Colônia, especialmente dos esforços entre as secretarias municipais de assistência social e os CRAS do território. Para o gestor, o cumprimento das metas estabelecidas antes do prazo previsto demonstra o empenho de todos os envolvidos no programa para o avanço das comunidades locais.

Luciano Schuch, reitor da UFSM, destacou as contribuições do Progredir para fortalecer a vinculação dos moradores com o Geoparque e para as conexões entre a universidade e a comunidade regional. De acordo com Schuch, mesmo após a conclusão do programa no território, a UFSM continuará desenvolvendo ações de extensão para o desenvolvimento regional, possibilitando o desenvolvimento local sustentável.

Além das formações, o Programa ofertava uma rede de suporte para que as/os participantes pudessem concluir suas atividades e receberem o certificado emitido pela UFSM. Todos os cursos contaram com lanches para os estudantes, kit com material didático, cuidadoras para crianças de até 6 anos de idade e, em alguns municípios, transporte oferecido para moradores de regiões distantes dos locais dos cursos. 

Novas ações nos territórios da Quarta Colônia e de Caçapava do Sul

Com o encerramento do Progredir na Quarta Colônia, conforme previsto no plano de trabalho aprovado em 2021, a expectativa é que novos recursos sejam destinados pelo Governo Federal para a implementação do Progredir no Geoparque Caçapava. A previsão é que a nova fase do programa tenha início em 2024 no território, levando à população caçapavana cursos de qualificação profissional e pessoal, além de incentivar a geração de trabalho, emprego e renda no município.

Além disso, o território da Quarta Colônia continuará a ser atendido por inúmeros projetos fomentados por editais internos de extensão que envolvem extensionistas de diversos centros da instituição, bem como por meio de uma proposta de cursos provenientes de um projeto desenvolvido pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFSM, com financiamento do Fundação de Apoio à Pesquisa do Rio Grande do Sul (FAPERGS). 

De acordo com a integrante do projeto, Verenice Zanchi, serão organizados cursos de extensão para o público feminino jovem no formato híbrido, com temáticas sobre inovação tecnológica, uso e consumo das Tecnologias da Informação e da Comunicação (TICs) e representatividade feminina. As novas formações terão como foco a construção de redes de apoio para jovens mulheres, fomentando o reconhecimento feminino nas áreas de inovação e tecnologia.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2023/09/15/tv-campus-estreia-documentario-o-sopro-da-mina Fri, 15 Sep 2023 15:16:37 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=63741

Estreou nesta sexta-feira (15) o documentário “O Sopro da Mina”, uma produção da TV 55BET Pro da UFSM em parceria com diversos setores da Universidade, como o Programa de Pós-Graduação em Patrimônio Cultural (PPGPC), Pró-Reitoria de Extensão, Caçapava Geoparque Mundial da Unesco e Estúdio 21.  A obra é produto da pesquisa de mestrado do servidor da TV 55BET Pro e diretor do documentário, Thomás Townsend, para o Programa de Pós-Graduação em Patrimônio Cultural, orientada por Flavi Ferreira Lisboa Filho.

A narrativa revela um encontro do passado da mineração com o presente no povoado conhecido como Minas do Camaquã. Embora tenha encerrado as atividades de extração de minérios em 1996, a localidade ainda possui forte vínculo com a identidade mineira, resultado de mais de dois séculos de exploração de cobre na região.

Confira: 

http://youtu.be/kPPOBC2f59Q?si=mubP9moD_szJShnQ]]>
UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2023/09/13/geoparques-assinam-acordo-de-cooperacao Wed, 13 Sep 2023 19:23:42 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=63699 [caption id="attachment_63700" align="alignleft" width="700"] O coordenador científico André Borba (segundo sentado à esquerda) e a diretora Jaciele Sell (primeira sentada à direita) representaram Caçapava e Quarta Colônia no tratado bilateral (Foto: Daniela do Canto)[/caption]

Os Geoparques Caçapava e Quarta Colônia assinaram hoje (13) dois acordos de cooperação com o Geoparque Maestrazgo. Os chamados protocolos de irmanamento foram assinados na sede do Parque Cultural de Maestrazgo, localizado na comunidade autônoma Aragão, nordeste da Espanha. A parceria entre os “geoparques irmãos” prevê cooperação em iniciativas de investigação e divulgação científica, educação, desenvolvimento sustentável, conservação da natureza e patrimônio geológico, promoção do turismo e dos geoparques. 

Assinaram os termos a diretora do Geoparque Quarta Colônia e pró-reitora substituta de Extensão da UFSM, Jaciele Sell, e André Borba, coordenador científico do Geoparque Caçapava e professor no departamento de Geociências da UFSM. Carmen Soler Monfort, presidente do Parque Cultural de Maestrazgo, representou o geoparque espanhol.

André destaca a importância do Maestrazgo, um dos quatro primeiros territórios a entrar na Rede Global de Geoparques, e do acordo, para os próximos passos dos geoparques. “O acordo é muito importante porque podemos aprender com as boas práticas do território de Maestrazgo e trazer as nossas contribuições. Além disso, o trabalho em rede é um pré-requisito importante na revalidação dos territórios no programa da Unesco”, analisa.

Ángel Hernández, diretor do geoparque Maestrazgo, se diz muito contente com a aproximação entre os geoparques e a possibilidade de compartilhar experiências entre os territórios. "O irmanamento que assinamos hoje, em Maestrazgo, lugar onde teve início a Rede Mundial de Geoparques, tem um simbolismo muito importante. Esse é o início de uma aventura de colaboração e empreendimentos para um futuro muito promissor. Seguiremos colaborando, compartilhando projetos, investigações e demais ações necessárias para o desenvolvimento dos nossos territórios geoparques", afirmou o diretor.

A visita ao Geoparque de Maestrazgos não foi apenas uma oportunidade de aprendizado, mas sim uma troca de conhecimento entre os dois lados do Atlântico.“É uma grande alegria recebê-los neste momento porque vocês trazem seus ensinamentos e sua cultura”, disse Irma Moliner, presidente da associação cultural Las Calderas, que tem como objetivo preservar o patrimônio histórico e cultural da cidade de Gargallo, na comunidade de Aragão.

Representantes dos municípios e associações vinculadas aos Geoparques Caçapava e Quarta Colônia também realizaram encontros com lideranças políticas da região, como Hermínio Sancho alcalde (semelhante a prefeito) de Mezquita de Jarque e deputado espanhol por Teruel, província de Aragão. Sancho enfatizou a importância da parceria bilateral. “Acredito que os Geoparques precisam se unir. Fazemos parte do mesmo mundo, temos os mesmos problemas, mas também as mesmas virtudes e precisamos compartilhá-las com os demais”.

Silvia Gimeno, alcadesa (semelhante a prefeita) de La Mata de los Olmos e ex-presidenta do Parque Cultural, destaca que além da união entre os geoparques, é preciso somar esforços nas áreas científicas, técnicas e políticas para que os territórios possam trazer desenvolvimento regional. 

As semelhanças entre os geoparques irmãos

[caption id="attachment_63701" align="alignright" width="702"] Assim como a Quarta Colônia, Maestrazgo possui áreas de patrimônio paleontológico (Foto: Clóvis Montagner)[/caption]

A comitiva que representa os Geoparques e seus municípios está em território espanhol desde segunda-feira (11). Na terça-feira (12), o grupo iniciou a visita ao parque geológico, que abrange 43 municípios de Teruel, uma das três províncias de Aragão, e suas atrações históricas, culturais e naturais. O pró-reitor de Extensão Flavi Lisboa Filho conta que Maestrazgo possui áreas de patrimônio paleontológico, assim como a Quarta Colônia. Um exemplo é o parque e museu paleontológico “Las Cerradicas”, no município de Galve, primeira parada da visita. “Os dinossauros que foram encontrados aqui são mais novos que os nossos dinossauros da quarta colônia, embora sejam um pouco maiores”, detalha Flavi. Pouco mais de 50 km de distância do local, há mais achados históricos, como mostra o museu da cidade de Gargallo. A principal atração é o fóssil de uma tartaruga gigante, encontrada em uma mina de carvão desativada.

O Geoparque de Maestrazgo também possui um vasto patrimônio geológico como o seu agora irmão, Caçapava. No município de Aliaga, o mirante Alto de Camarillas possui rochas tão antigas que guardam a história da vida no planeta terra, assim como o Mirador de la Sarteneja. O geossítio de Aliaga também conta com um museu que explica a importância geológica do local para os turistas. Outro ponto turístico famoso por sua importância geológica são os “Órganos de Montoro”, que recebem esse nome por conta das suas torres de calcário com mais de 200 metros de altura. Este monumento natural do período Cretáceo (145 - 66 milhões de anos atrás) fica na cidade de Ejulve, aproximadamente 27 km de Aliaga.

[caption id="attachment_63702" align="aligncenter" width="900"] Durante a visita, equipe conheceu diferentes pontos do Geoparque de Maestrazgo (Foto: Clóvis Montagner)[/caption]

Continuidade da Missão

Na quinta-feira (15), a comitiva se desloca para Portugal  onde, na sexta-feira (16), irá visitar o Geoparque Arouca  para conhecer sua estrutura, projetos e fortalecer outra parceria para ajudar a consolidar os Geoparques de Caçapava e Quarta Colônia no cenário internacional.

Texto: Bernardo Silva, estudante de jornalismo e bolsista da Agência de Notícias
Edição: Mariana Henriques

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2023/07/26/caminhadas-na-natureza-acontecera-em-novembro-em-restinga-seca Wed, 26 Jul 2023 12:16:05 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=63108 [caption id="attachment_63110" align="alignright" width="601"] Em reunião das Comunidades Quilombolas com a gestão pública municipal, Emater, UFSM e Geoparque foi definida a data do Caminhadas na Natureza[/caption]

Na sexta-feira, 14 de julho, as comunidades quilombolas do município de Restinga Sêca se reuniram para discutir sobre o “Caminhadas na Natureza do Geoparque Quarta Colônia”, evento que será realizado em novembro no meio rural do município. O roteiro percorrerá as  Comunidades Quilombolas de Restinga Sêca, tendo como tema central "Caminhando com os Quilombolas: história e ancestralidade". 

A caminhada já tem data marcada e será no sábado, dia 11 de novembro de 2023. Antes disso, no dia 15 de agosto, será realizado um pré-teste para as últimas definições para o dia, como percurso e extensão do trajeto. 

A reunião de planejamento das Caminhadas contou com a participação de 12 pessoas, incluindo membros das comunidades quilombolas Rincão dos Martimianos e Quilombo Vó Firmina e Vó Maria Eulina, líderes locais, secretários do município, extensionistas da Emater Restinga Sêca e de Santa Maria. A equipe do Geoparque Quarta Colônia, ligada ao Programa do Geoparque de Assistência Técnica e Extensão Rural (PROGEATER), marcou presença para oferecer suporte na organização e planejamento do evento.

Caminhadas na Natureza

As Caminhadas na Natureza são uma oportunidade de unir preservação ambiental, turismo sustentável e valorização das comunidades locais. O evento em Restinga Sêca destaca-se por proporcionar um encontro com as Comunidades Quilombolas, que têm uma história rica e uma herança ancestral fascinante para compartilhar. Sobre essa organização, Clédis Rezende de Souza da comunidade do Quilombo Martimianos de Restinga Sêca, destaca que “hoje nossa comunidade está se organizando para um futuro próspero dentro do turismo da Quarta Colônia, assim vê e acolhe com muito alegria essa parceria com a Emater e prefeitura, pois nossas comunidades, que hoje estão praticamente invisíveis, tem a oportunidade de mostrar seus valores e história”. 

Essa iniciativa, além de promover a visibilidade das Comunidades Quilombolas, também incentiva o reconhecimento de sua importância cultural e social. Ao caminhar pelo local, os participantes terão a oportunidade de mergulhar nas tradições quilombolas, conhecer suas histórias transmitidas oralmente e testemunhar a preservação de valores culturais que resistiram ao longo do tempo. Para a secretária de Desenvolvimento Econômico, Cultura, Turismo e Esporte, Shaiane Dotto, “a edição das Caminhadas na Natureza em Restinga Sêca é muito importante para a visibilidade das comunidades quilombolas. Temos a expectativa de um bom público prestigiando e valorizando as comunidades que farão o receptivo e mostrar que além da natureza rica que dispomos, também poderemos mostrar a diversidade cultural no Geoparque Quarta Colônia a partir destas comunidades”.

A extensionista rural social da EMATER de Restinga Sêca, Mariane Roman Menegon, destaca que “as Caminhadas na Natureza são um importante momento para o resgate cultural e da ancestralidade das comunidades remanescentes de quilombo, apresentando esta cultura que resiste no território da Quarta Colônia.” 

Além disso, as Caminhadas na Natureza são uma forma de apreciar a rica biodiversidade da região, contribuindo para a conscientização ambiental e estimulando a conservação dos recursos naturais. Ao unir a natureza do Geoparque Quarta Colônia com a presença das Comunidades Quilombolas, o evento cria uma experiência que promove a valorização do patrimônio natural e cultural da região.

Com informações da Assessoria de Comunicação do Geoparque Quarta Colônia

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2022/12/08/geoparques-quarta-colonia-e-cacapava-recebem-parecer-positivo-de-avaliadores-da-unesco Thu, 08 Dec 2022 19:45:10 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=60736

Nesta quinta-feira (8), o Conselho do Programa de Geoparques Mundiais da UNESCO aprovou o relatório dos avaliadores dos Geoparques Quarta Colônia e Caçapava do Sul, recomendando a certificação dos territórios como geoparques mundiais.

Após esta etapa, a decisão ainda precisa ser referendada pela assembleia da UNESCO. Em caso positivo, os territórios ganham certificação em cerimônia que deve ocorrer em abril de 2023. 

O processo de avaliação

A avaliação do Geoparque Quarta Colônia iniciou em 24 de outubro. A comissão avaliadora foi composta por Hernández Sesé, do Geoparque Maestrazgo/ Dinópolis (Espanha) e Helga Chulepin, representante da UNESCO em Montevidéu (Uruguai). O Geoparque Caçapava teve seu processo de avaliação iniciado no dia 6 de novembro. A comissão avaliadora foi composta pelo Geólogo e Paleontólogo, Mahito Watanabe (Japão) e pelo Cientista Ambiental, Antonino Sanz Matencio (Espanha).

Durante a missão, os avaliadores procuraram conhecer, observar e analisar o que tem sido feito nos territórios postulantes, compreendendo de que forma a região está cumprindo os requisitos necessários para a certificação, os resultados obtidos até agora e os planos para o futuro. No tempo em que estiveram no Rio Grande do Sul, os avaliadores percorreram as regiões e puderam os conhecer os atrativos turísticos, culturais e históricos dos locais.

Foto: Cleusa Jung

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2022/11/06/missao-de-avaliacao-do-geoparque-cacapava-aspirante-unesco-iniciou-neste-domingo-06 Mon, 07 Nov 2022 00:59:01 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=60299 Iniciou hoje (06) a missão dos avaliadores do projeto Geoparque Caçapava Aspirante Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura  (Unesco). A comissão avaliadora é composta pelo Geólogo e Paleontólogo, Mahito Watanabe (Japão) e pelo Cientista Ambiental, Antonino Sanz Matencio (Espanha).

Durante toda esta semana os avaliadores irão percorrer a região de Caçapava do Sul e conhecer os atrativos turísticos, culturais e históricos do local, com o objetivo de avaliar o território para o recebimento do certificado de Geoparque Mundial da Unesco.

Abertura da Missão

[caption id="attachment_60309" align="alignleft" width="491"] Solenidade de abertura da Missão (Foto: Wellington Hack)[/caption]

Os avaliadores desembarcaram no sábado (05) em Porto Alegre e participaram, na tarde deste domingo (06), de uma reunião de abertura da missão, que aconteceu na Universidade Federal do Pampa (Unipampa) campus Caçapava do Sul. Entre apresentações artísticas e degustação de produtos produzidos na região, a equipe pode iniciar o processo de reconhecimento do local e compreender de que forma as iniciativas têm andamento.

Na solenidade de abertura, além dos avaliadores, estiveram presentes o reitor da UFSM, Luciano Schuch, o reitor da Unipampa, Roberlaine Ribeiro Jorge, o Diretor do campus da Unipampa em Caçapava do Sul, José Waldomiro Rojas, o prefeito municipal de Caçapava do Sul, Giovani Amestoy da Silva, o Secretário de Cultura e Turismo de Caçapava do Sul, Stener Camargo, representantes do poder público, da comunidade acadêmica, além da equipe responsável pelo Geoparque Caçapava, que tem André Borba na Coordenação Científica.

Ponto em comum entre todas as falas foi a alegria e expectativa pela avaliação que será realizada, já que o trabalho que será apresentado é uma construção sólida e fruto de dedicação coletiva. O projeto Geoparque Caçapava é realizado em cooperação entre a UFSM, Unipampa e  prefeitura de Caçapava do Sul, além de contar com o apoio da comunidade, instituições e empresas locais.

André Borba destacou que a força do Geoparque Caçapava está no engajamento da comunidade, universidades e do poder público. O coordenador explicou que o que será apresentado nos próximos dias é resultado de um trabalho que vem sendo realizado há pelo menos 10 anos, quando se buscou o reconhecimento de Caçapava do Sul como capital gaúcha da Geodiversidade e, a partir daí, novas iniciativas foram se desenvolvendo. Para o professor, o projeto só tem êxito porque encontra apoiadores em diversas frentes, com destaque para a Unipampa. “A existência do campus da Unipampa em Caçapava do Sul foi crucial para que o projeto se consolidasse e tivesse confiança, orgulho e apoio das pessoas”, explica.

Na mesma perspectiva, Mahito Watanabe afirmou que pelo pouco que pode observar até agora, Caçapava está no caminho certo. Ele explica que nos próximos dias irá percorrer a região, avaliando o que já foi feito, o que está em execução e quais os planos futuros. Antes da missão, os avaliadores recebem um dossiê contendo informações técnicas sobre o território e o que acontece na região. No entanto, Watanabe reflete que, um ponto muito importante que não está nos documentos e que só pode ser visto in loco, é o envolvimento da região e o modo como tudo funciona na prática.

Antonino Sanz Matencio  afirmou estar muito impressionado e emocionado. Ele explica que o trabalho que irão realizar na região é muito importante, pois envolve muitas pessoas e histórias. “Meu papel é “escutar, observar e escrever”, falou. Assim como Watanabe, ele ressaltou a importância do que será visto ao vivo, de entender as pessoas, saber o que pensam, sentem e como abraçam o projeto, desejando com que ele realmente aconteça e tenha continuidade.

Após o fim do processo, os avaliadores tem cerca de duas semanas para encaminhar os relatórios da avaliação ao  Comitê Mundial de Geoparques. A expectativa é que em dezembro o Conselho, que é constituído por 12 membros, se reúna e avalie se o Geoparque Caçapava tem condições de ser criado e validado. 

Impacto de um Geoparque

[caption id="attachment_60310" align="alignright" width="525"] Coletiva de imprensa com equipe do Geoparque e avaliadores (Foto: Wellington Hack)[/caption]

Mahito Watanabe destacou a importância de obtenção do selo de Geoparque através de duas perspectivas. A primeira é o impacto imediato, que afirma ser no orgulho da população sobre teu território. O segundo ponto se desenvolve de forma gradual e está relacionado com aspectos econômicos.  O avaliador também percebe que, em territórios que já possuem o selo de Geoparque, a tendência é que muitos jovens que antes saíam da cidade em busca de oportunidades em outros locais, permaneçam.  

Essa mesma ideia é compartilhada por Antonino Sanz Matencio. Ele explica que quando a comunidade tem mais possibilidades de conhecer o seu patrimônio cultural, histórico e geológico, sua relação com esses espaços muda. Sendo assim, pensa que um Geoparque é uma nova maneira de se relacionar com o território e com seus produtos. O avaliador afirma que, a partir daí, é visível o crescimento na geração de emprego, renda e  turismo em territórios que já são um Geoparque.

Cronograma dos avaliadores

Nos próximos dias a equipe deve percorrer cerca de 200 km para conhecer as riquezas geológicas da região de Caçapava do Sul, que possui mais de 30 geossítios catalogados.

Amanhã (07) a comitiva de avaliação visitará o Pórtico de Caçapava do Sul, o Jardim da Geodiversidade Professor Maurício Ribeiro, a Secretaria de Cultura e Turismo, o Centro Histórico, o Forte Dom Pedro II, o Geossítio Caieiras, uma produtora de azeite de oliva, e o Geossítio Toca das Carretas, com vista para o Geossítio Cerro da Angélica.

Esta é a segunda visita de avaliadores em territórios aspirantes a Geoparque. Em outubro desde ano, uma equipe de avaliadores visitou o Geoparque Quarta Colônia.

 

Texto: Mariana Henriques
Fotos do texto: Divulgação Geoparque Caçapava
Foto de capa: André Borba

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Neste final de semana, o público de Santa Maria poderá saborear e apreciar, no Royal Plaza Shopping, a produção de 23 empreendimentos de municípios da região. No sábado (4), das 11h às 22h, e no domingo (5), das 11h às 20h, acontece a mostra do projeto de extensão Geoprodotto: Valorando Saberes e Sabores da Quarta Colônia, que estará no Espaço Royal, no 1º andar do shopping. Entre os produtos que o público poderá adquirir, destacam-se alimentos como pães, cucas, biscoitos, bolachas, queijos, salames, cachaça, vinho, cerveja e geleias, entre outros. A exposição inclui ainda produtos de artesanato em palha, bordados e cutelaria, além de empreendimentos que investem no turismo, como viagens e trilhas que exploram a beleza das paisagens e da arquitetura da região.

Coordenado pela professora Neila Richards, do Departamento de Tecnologia e Ciência dos Alimentos da UFSM, esse projeto tem o objetivo de apoiar as pequenas agroindústrias familiares da região da Quarta Colônia de Imigração Italiana na produção e comercialização de seus produtos, para que estejam em consonância com a legislação vigente, devidamente certificados, levando à geração de empregos e renda às pequenas propriedades rurais da região. Além disso, o projeto vai qualificar as agroindústrias para a elaboração de “geoprodutos”, contribuindo com o processo de instituir o Geoparque da Quarta Colônia. O pedido de certificação da região como geoparque foi enviado para a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2021/04/14/cuteleiro-lanca-colecao-de-facas-inspiradas-nos-fosseis-pre-historicos-de-agudo Wed, 14 Apr 2021 20:11:23 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=55521 O artesão cuteleiro Yitzhak Menegassi produziu uma coleção de facas artesanais que tem como temática os fósseis de animais pré-históricos encontrados no município de Agudo. O projeto contou com a assessoria técnica da UFSM, através do Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica (Cappa) e da equipe administrativa do Geoparque Quarta Colônia Aspirante Unesco.

A região central do estado é conhecida cada vez mais pela riqueza de fósseis que são encontrados com frequência, com destaque ao município de Agudo, que teve o maior número de achados registrados nos últimos anos. A ideia de unir as descobertas científicas com a produção local partiu do radialista Gilberto Pereira Jordani, da cidade de Agudo, após uma entrevista com Rodrigo Temp Müller, paleontólogo do Cappa, sobre uma descoberta de fóssil na região. O radialista apresentou a ideia a Yitzhak, que aceitou o desafio de trazer características de animais extintos há cerca de 230 milhões de anos às suas facas.

[caption id="attachment_55522" align="alignright" width="574"] Ao todo, foram criadas oito facas, inspiradas em oito animais pré-históricos cujos fósseis foram encontrados em Agudo[/caption]

Com sede na cidade de São João do Polêsine, o Cappa foi criado com o objetivo de dar suporte ao desenvolvimento da pesquisa paleontológica e geológica, bem como  a pesquisadores de outras áreas interessados em atuar nos sítios fossilíferos na região da Quarta Colônia de Imigração Italiana (formada pelos municípios de Agudo, Dona Francisca, Faxinal do Soturno, Restinga Seca, São João do Polêsine, lvorá, Silveira Martins, Nova Palma e Pinhal Grande). Este centro destina-se à atividade acadêmico-científica e à divulgação da paleontologia em nível regional, estadual, nacional e internacional.

Com a assessoria técnica e científica gratuita prestada por Rodrigo através do Cappa, Yitzhak confeccionou oito modelos de facas inspiradas em oito fósseis que foram escavados no município de Agudo. Os animais escolhidos foram: Agudotherium gassenae, Dynamosuchus collisensis, Macrocollum itaquii, Pampadromaeus barberenai, Trucidocynodon riograndensis, Bagualosaurus agudoensis, Sacisaurus agudoensis e Erythrovenator jacuiensis.

Segundo Yitzhak, Rodrigo lhe apresentou os fósseis encontrados em Agudo e como eles deveriam ter sido em vida, além de outras informações e curiosidades. A partir disso, em cada faca ele tentou captar algum aspecto desses animais, seja através de como poderiam ter sido em vida ou pela forma dos ossos fossilizados. Por exemplo, a faca inspirada no Dynamosuchus collisensis é um cutelo com o formato do corpo do animal. Mas, além disso, estudos apontam que ele teria uma mordida muito forte, capaz de quebrar ossos; assim o cutelo tem uma função inspirada no hábito do animal. Já a faca que leva o nome do Sacisaurus agudoensis, além de carregar o contorno do crânio do animal na lâmina, tem o cabo baseado em um de seus ossos.

“A ideia foi lançada no dia 28 de agosto do ano passado. Primeiro veio a parte dos desenhos, associada à imagem de cada bicho, e como poderia levá-la para a faca.  As facas não são somente para colecionador, pertencem a uma coleção que pode ser comprada separada e são funcionais. Então, além da estética, as facas possuem corte. As facas foram cortadas a laser, para ter um formato bem semelhante ao animal, e na parte do cabo utilizei a madeira guajuvira, que é encontrada com facilidade aqui na região”, conta o cuteleiro.

[caption id="attachment_55523" align="alignleft" width="621"] O Dynamosuchus collisensis, cuja poderosa mordida teria sido capaz de quebrar ossos, foi um dos animais escolhidos para a coleção de facas[/caption]

Como forma de difundir o conhecimento, as facas serão acompanhadas de um informativo que contém a ilustração do animal e seus dados principais, como idade, onde foi encontrado e alimentação, além de curiosidades. 

Atividades de divulgação – Além de apoiar iniciativas como essa, o Cappa também desenvolve outras atividades que levam o conhecimento científico e da paleontologia à comunidade. Rodrigo explica que a principal atividade de divulgação do centro fica a cargo da mostra paleontológica, onde é possível realizar visitas guiadas, o que inclui os laboratórios de pesquisa. 

“Outras atividades também incluem o Paleodia, que é um evento anual organizado pelo Cappa em parceria com outras unidades da UFSM, no qual são realizadas várias atividades com finalidade de divulgação científica, como por exemplo a ‘caça aos fósseis’, onde as crianças ficam em um sítio paleontológico de brincadeira em busca de réplicas de fósseis, as quais elas podem levar para casa. Atualmente, com a mostra fechada para visitas por conta da pandemia, o Cappa tem tentado se aproximar do público geral através das redes sociais (Facebook e Instagram), onde são postados conteúdos relacionados às novas descobertas, curiosidades paleontológicas e informações sobre os fósseis da região”, comenta o paleontólogo.

Geoparque A UFSM possui outros projetos que, além de apoiar a produção local, incentivam e levam conhecimento à comunidade regional. Um exemplo é o Projeto Geoparque Quarta Colônia, que visa a novas alternativas para a economia regional, de forma sustentável, por meio da conservação do patrimônio natural e cultural, da educação para o meio ambiente e do incentivo à geração de renda através de iniciativas privadas e do turismo local.

O projeto assinou no ano passado uma carta de intenções, via Itamaraty, para a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), cuja finalidade é a obtenção do título de geoparque mundial para o território da Quarta Colônia. A certificação é concedida pela Unesco aos territórios que possuem um patrimônio geológico/geomorfológico ou paleontológico singular, com raridade e que consigam relacionar esse patrimônio com o modo de vida das pessoas, com a cultura e com a natureza local, conservando a memória da terra e das pessoas do lugar.

[caption id="attachment_55524" align="alignright" width="693"] Cortadas a laser, as facas são funcionais e podem ser adquiridas separadamente. Sua elaboração teve a assessoria técnica e científica do Cappa[/caption]

“Costumamos dizer que a Quarta Colônia já é um geoparque, e que só precisa conectar as ações, as iniciativas, em torno do potencial patrimonial (tanto natural quanto cultural) que existe no território. Além disso, temos o patrimônio paleontológico, os fósseis encontrados na Quarta Colônia, que são raros e contam uma parte da evolução da história do planeta que seria desconhecida se não tivessem sido encontrados. Ainda assim, não restam dúvidas de que uma das necessidades para que o território receba a certificação é a apropriação do projeto por parte da comunidade. É preciso que a comunidade faça parte e se veja como geoparque, que participe das comissões do Comitê Gestor do Geoparque e que auxilie na resolução de problemas e sugira soluções para as demandas levantadas. Outra fragilidade que pode ser apontada pela Unesco é a questão de infraestrutura e acessos aos atrativos turísticos da Quarta Colônia e aos geossítios”, aponta a coordenadora institucional do Geoparque, Jaciele Carine Sell.

O selo de geoparque concedido pela Unesco não envolve apoio financeiro, mas busca qualificar e destacar os territórios. Jaciele argumenta que o “selo de qualidade” está relacionado a uma estratégia de desenvolvimento sustentável que, ao estar funcionando de forma articulada (incluindo turismo, conservação do patrimônio natural e cultural, educação e geração de renda), garante retorno à comunidade de diversas formas. A certificação é algo a mais, como um “título” do lugar, que pode ser usado para captar recursos, para atrair investimentos. Os próximos passos no processo serão o envio de um dossiê, previsto para este ano, e a visita dos avaliadores da Unesco ao território, que está prevista para o primeiro semestre de 2022.

Existem diversas atividades promovidas pelo projeto, como capacitações e formações na criação de linhas de produtos, na área de empreendedorismo, de marketing, de precificação e de oficinas de boas práticas na produção de alimentos, assim como na divulgação das habilidades e dos produtos para o público que mora na Quarta Colônia ou que a visita.

Iniciativas como a coleção de facas artesanais dos fósseis encontrados em Agudo podem ser auxiliadas pela UFSM através do suporte, estímulo, orientação e divulgação do material, enquanto iniciativa parceira do Geoparque. “Ações como essa, onde a iniciativa privada assume para si e se compromete em compartilhar o conhecimento científico, fazem com que toda a população seja beneficiada, seja pelo produto em si, seja pela disseminação e popularização do patrimônio local de forma respeitosa, contribuindo inclusive para sua conservação”, argumenta Jaciele.

Os interessados em adquirir as facas podem entrar em contato pelo Whatsapp (55) 99989-7995 ou pelo e-mail yitzhakmenegassi@outlook.com. Outras informações constam nas páginas do Facebook e Instagram da Cutelaria Menegassi.

Texto: Ana Júlia Müller Fernandes, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias

Ilustrações: As reconstruções em vida dos fósseis foram realizadas por Márcio L. Castro

Edição: Lucas Casali

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Na próxima quinta-feira (25), a partir das 19h, acontece mais uma edição virtual do Dose de Ciência — projeto que, criado em 2018, visa a discutir Ciência de forma descontraída. O evento será transmitido ao vivo através do Facebook da Pró-Reitoria de Extensão da UFSM. Na edição que abordará os Geoparques da Unesco, os convidados serão os professores André Borba (UFSM) e Patrício Melo (Urca/Unesco).

Os Geoparques — territórios reconhecidos pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) — podem ser um município ou um conjunto de cidades, no quais a “Memória da Terra” é preservada e utilizada de forma sustentável, gerando desenvolvimento para a sua comunidade. Esse desenvolvimento pode acontecer no turismo, na criação de produtos, na gastronomia, no artesanato e em todas as formas de atividades que conservem e valorizem o patrimônio geológico-geomorfológico, como rochas, minerais, água, solos, relevos, paisagens e fósseis, em associação à cultura da comunidade. Na UFSM, há dois projetos que visam à criação de Geoparques na região central do Rio Grande do Sul: o projeto Geoparque Quarta Colônia e o projeto Geoparque Caçapava.

André Borba, que é geólogo e professor do Departamento de Geociências (UFSM), participa do projeto Geoparque Caçapava. André tem se dedicado a pesquisas na área de geodiversidade, patrimônio geológico e geoconservação, na busca da integração entre o conhecimento geológico, da preservação do meio ambiente e do desenvolvimento sustentável de áreas rurais.

Patrício Melo é professor do curso de Direito e ex-reitor da Universidade Regional do Cariri (Urca), no Ceará. Coordena o Setor de Cultura do Araripe Unesco Global Geopark e é especialista da Unesco para o Programa de Geoparques Mundiais da Unesco. Patrício também é coordenador adjunto da Rede de Geoparques da América Latina e Caribe, além de membro da Diretoria da Rede Global de Geoparks – GGN, representando a América Latina.

O público poderá interagir enviando seus questionamentos através dos canais institucionais da PRE. O Dose de Ciência Especial é uma iniciativa da Universidade Federal de Santa Maria, através da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) e da Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP).

Texto: Núcleo de Divulgação Institucional da PRE

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Estão abertas até o dia 16 de outubro as inscrições para a 2ª Semana Acadêmica do Curso de Gestão de Turismo, cujo tema é "Turismo: estratégias para o desenvolvimento regional através da implementação dos geoparques Quarta Colônia e Caçapava do Sul".

A Semana Acadêmica do Turismo ocorre nos dias 21, 22 e 24 de outubro, paralelamente à Jornada Acadêmica Integrada (JAI) da UFSM, no auditório do Centro de Tecnologia (sala 355 do anexo A). O investimento é de R$ 35,00, e as inscrições podem ser feitas com os integrantes do Centro Acadêmico do Turismo (CaTur) ou através do link.

O evento é realizado por estudantes do Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Turismo da UFSM, através do Centro Acadêmico de Turismo, contando com o patrocínio de empresas e apoio do curso, Laturis - Laboratório de Turismo da UFSM, CCSH, Comissão Setorial de Avaliação, Rádio Universidade e UniFM 107.9.

A programação completa pode ser conferida na página do evento no Facebook.

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O Núcleo de Implementação da Excelência Esportiva e Manutenção da Saúde (Nieems), ligado ao Centro de Educação Física e Desporto (Cefd) da UFSM, vai implementar um polo de canoagem em Nova Palma, vinculado ao projeto Geoparque Quarta Colônia. 

Na sexta-feira (28), o professor Luiz Fernando Cuozzo Lemos, coordenador do Nieems e do projeto de canoagem, e sua equipe estiveram no município para conversar com o prefeito, André Luiz Rossato, e visitar as escolas, fazendo a divulgação do projeto e chamando os alunos para as práticas de canoagem, que terão início em agosto. Toda a comunidade escolar de Nova Palma será convidada a participar. A equipe da UFSM também visitou o balneário do município, local onde ocorrerão as aulas.

Foto: Divulgação

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Sucesso de público em 2018, o Paleodia da Quarta Colônia, que tem o objetivo de popularizar o conhecimento científico sobre paleontologia, chega a sua terceira edição. Na última quarta-feira (19), a equipe promotora do evento se reuniu na sede do Condesus Quarta Colônia para tratar da organização do próximo evento, que ocorre em outubro desse ano.

A partir dessa edição, o evento organizado pelo Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da UFSM (Cappa), ligado ao Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE), e pelo Consórcio de Desenvolvimento Sustentável da Quarta Colônia, terá apoio institucional da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), por meio do projeto Geoparque.

Como nos anos anteriores, o Paleodia terá atrações que são sensação entre as crianças, como o caça-fósseis, as visitas guiadas e as salas de cinema. Algumas das novidades serão as atividades ligadas ao projeto Geoparque Quarta Colônia e a possibilidade de extensão do evento até o turno da noite, ainda em análise pelos organizadores.

Estiveram presentes na reunião a coordenadora do projeto Geoparque, Jaciele Sell, a diretora do CCNE, Sonia Cechin, o paleontólogo do Cappa, Flávio Pretto, e outros representantes do Centro, além de representantes do Condesus.

Texto e foto: Núcleo de Divulgação Institucional da PRE

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O secretário-chefe da Casa Civil, Otomar Vivian, conheceu a iniciativa de duas universidades gaúchas em criar o Geoparque de Caçapava do Sul, apresentada na manhã da última sexta-feira (26). O projeto é fruto de uma parceria entre as Universidades Federais do Pampa (Unipampa) e de Santa Maria (UFSM).

O geólogo da UFSM André Borba destacou a relevância que Caçapava do Sul tem em receber o geoparque e lembrou que o deputado federal Pedro Westphalen foi o autor da proposta, enquanto deputado estadual, que reconheceu Caçapava como a Capital Gaúcha da Geodiversidade, conforme a lei 14.708/15. O município conta com um patrimônio geológico singular, como as rochas/relevo das Pedras das Guaritas.

Durante a reunião, diferentes exemplos já existentes em outros países foram expostos, os quais atraem turistas e visitantes. “Entendemos como uma oportunidade de contribuir com o desenvolvimento local/regional e com a obtenção de uma certificação e visibilidade internacional”, explicou Marco Hansen, reitor da Unipampa.

Segundo o pró-reitor de Extensão da UFSM, Flavi Lisboa, a Unesco reconhece como geoparques as regiões que agregam importância histórica, cultural, paisagística, geológica, arqueológica, paleontológica e científica. A pró-reitora de Extensão da Unipampa, Nádia Bucco, o professor de Geologia e Geofísica da Unipampa, Felipe Guadagnin, e a professora de Geografia na UFSM, Jaciele Sell, também estiveram no encontro.

Otomar Vivian enfatizou a importância de um projeto como esse para o desenvolvimento da região e de todo o Estado, além de ser um grande exemplo como base educacional decisiva. “Com certeza, o governo Eduardo Leite, com seus secretários das pastas multidisciplinares que se identifiquem com a iniciativa, atuaremos como facilitadores para que o projeto se torne realidade”, acrescentou.

Ficou definida uma nova reunião, no campus da Unipampa em Caçapava do Sul, quando será apresentado o projeto final, com a participação dos reitores das universidades e os secretários de Estado.

Texto: Grazielle Araújo, Assessoria de Comunicação da Casa Civil

Foto: Nabor Goulart/Divulgação

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Grupo de pessoas, algumas agachadas, outras em pé, circundam um esqueleto de dinossauro no Cappa em pose para foto
Grupo que participou da reunião realizada junto ao Cappa

Ocorreu nesta quarta-feira (19), no Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica (Cappa), em São João do Polêsine, a primeira reunião aberta à comunidade externa para dialogar sobre o projeto do Geoparque na Quarta Colônia.

Estiveram presentes os prefeitos da região, docentes e pesquisadores da UFSM que trabalham com a temática. Ao todo foram 35 participantes, de diversos centros de ensino, contemplando áreas como geografia, turismo, arquitetura, artes, educação física, história, comunicação, entre outras

O encontro teve o objetivo de debater o projeto do Geoparque, apresentando às prefeituras as diversas áreas de conhecimento que podem contribuir com o desenvolvimento regional e ouvir as demandas e expectativas da comunidade em relação ao Geoparque.

A previsão é de que as próximas reuniões aconteçam a partir de fevereiro do próximo ano.

Com informações e foto do Núcleo de Divulgação Institucional da PRE

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