UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com Universidade Federal de Santa Maria Thu, 23 Apr 2026 20:33:19 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com 32 32 UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/05/13/felizcidade-promove-saude-e-bem-estar-para-idosos-de-santa-maria Tue, 13 May 2025 11:00:00 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=69081

O envelhecimento saudável é um desafio global. Em uma sociedade que, muitas vezes, marginaliza corpos que envelhecem, iniciativas como o projeto Feliz(c)idade, da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), ganham ainda mais relevância. Coordenado pela professora Melissa Braz, do Programa de Pós-Graduação em Gerontologia, a iniciativa foi uma das selecionadas pelo edital PROEXT-PG e busca criar espaços voltados para o cuidado integral de pessoas idosas.

Entre as atividades desenvolvidas pelo projeto Feliz(c)idade estão ações junto aos grupos Corpo Mais, Mexe Coração e Renascer. Esses grupos já existiam anteriormente, e o projeto passou a atuar com eles a partir de 2024. Cada um deles trabalha aspectos específicos do envelhecimento, combinando atividades físicas, rodas de conversa e práticas voltadas à saúde física e emocional. O grupo Corpo Mais é focado na promoção de saúde com ênfase em exercícios: há uma turma de ginástica e outra de dança. O Renascer surgiu da necessidade de acolher mulheres com histórico de câncer de mama, muitas delas em fase de reabilitação. Já o Mexe Coração é composto por idosos, na maioria mulheres com idade superior a 70 anos, que participam regularmente de atividades físicas orientadas, em especial aulas de dança (veja mais detalhes sobre cada grupo no final da matéria).

Saberes partilhados

Os temas abordados nas atividades dos grupos costumam surgir das demandas dos próprios participantes. No grupo Renascer, por exemplo, entre os temas mais recentes solicitados estão alimentação, cuidados com a pele no verão e questões relacionadas à memória e às demências. “Elas pediram pra gente fazer atividades cognitivas nos encontros”, conta a professora Melissa. Além das discussões e atividades físicas e educativas, os grupos celebram datas comemorativas, como Páscoa e São João, fortalecendo os vínculos afetivos e promovendo o bem-estar coletivo.

A integração entre ensino, pesquisa e extensão é uma das marcas do Feliz(c)idade. O projeto permite que os estudantes do Programa de Pós-Graduação em Gerontologia vinculem seus temas de pesquisa às ações desenvolvidas com a comunidade. “A gente vem incorporando o conhecimento dos mestrandos às atividades de extensão, popularizando o que eles têm estudado com os participantes do grupo”, destaca Melissa Braz. 

A enfermeira e mestranda em Gerontologia Jéssica Ferreira dos Santos relata que a experiência tem sido marcante em sua trajetória acadêmica. “Pude vivenciar, de forma direta, desafios e potenciais inerentes ao processo de envelhecimento e refletir sobre como as interações intergeracionais enriquecem tanto a vida dos idosos quanto a formação acadêmica e pessoal de quem dedica cuidados a eles”, afirma.

Ressignificar o envelhecer

O impacto do projeto na vida dos participantes vai além da promoção da saúde física e cognitiva. Melissa Braz salienta os aspectos emocionais e sociais que emergem, especialmente no grupo Renascer - voltado a mulheres que já passaram ou estão em tratamento oncológico. “Algumas mulheres chegam nervosas, numa fase muito sensível do tratamento, logo depois que recebem o diagnóstico, antes de passar por uma cirurgia”, relata. Nesse contexto, o acolhimento oferecido pelo grupo – tanto pelos estudantes e profissionais envolvidos quanto pelas demais participantes – torna-se fundamental. A convivência entre pessoas que compartilham experiências semelhantes é uma das forças do projeto. “Elas comentam essa importância de estar no meio dos pares, das pessoas que já viveram situações que elas estão vivendo”, afirma Melissa.

Nos demais grupos, os relatos também mostram transformações significativas. No Corpo Mais, por exemplo, o exercício físico se revela um catalisador de bem-estar. “As pessoas contam que muitas vezes chegavam deprimidas, cansadas, sem energia para nada, e agora percebem outra relação com o corpo”, relata a professora. Com mais disposição, elas voltam a realizar tarefas diárias com autonomia e prazer — seja brincar com os netos ou retomar rotinas já esquecidas.

De acordo com o professor Gustavo Duarte, coordenador do projeto Corpo Mais, a proposta atual amplia o olhar sobre o envelhecimento, promovendo encontros entre diferentes gerações. “Antes eu trabalhava só com o público 60+. Hoje, abri o grupo para incentivar essas relações a partir dos 40 anos. É uma forma de as pessoas se prepararem para o seu envelhecimento. E os idosos não ficam só num gueto, num grupo só com gente da mesma idade”, explica.

A professora aposentada de Educação Física, Vera Regina Duarte, de 74 anos, conta que decidiu participar do projeto Corpo Mais por gostar muito de dançar e por sentir necessidade de se exercitar. “Esses encontros significam muito pra mim. Além de conhecer outras pessoas, são momentos de muita descontração e alegria. Participando desse projeto, aprendi a necessidade de nos exercitar e conviver com pessoas diferentes do nosso círculo de amizade”, declara. Já a costureira aposentada Eva dos Santos de Oliveira, de 79 anos, participa do grupo Renascer e do Mexe Coração: “Aprendi muito sobre o câncer de mama, e gosto muito de todas as atividades e das colegas. A cada dia faço novas amizades”, reforça.

Envelhecimento ativo

O envelhecer ativo é a tônica do projeto. “A gente não está olhando pro ‘não’. A gente está olhando para as possibilidades”, resume Melissa Braz. O foco está na valorização do que cada pessoa ainda pode fazer — e não nas limitações impostas pelo tempo.

As atividades físicas visam preservar a autonomia, estimular a confiança e promover qualidade de vida. Cada exercício respeita as condições individuais, com o objetivo de fortalecer o protagonismo na própria saúde. Afinal, como destaca a coordenadora, o perfil das pessoas idosas mudou: muitas são ativas, engajadas e determinadas a viver com plenitude.

[caption id="attachment_305" align="alignright" width="719"] Idosos participam em atividade do Grupo Corpo Mais[/caption]

Essa visão é compartilhada pelo professor Gustavo, que ressalta o valor do envelhecimento ativo e da busca por bem-estar. “Ao participar do projeto, as mudanças são muitas, desde a parte física que a gente trabalha — questões de equilíbrio, memória, fortalecimento muscular — até o prazer que a dança e a ginástica proporcionam”, afirma. Ele também observa que os alunos idosos são os mais assíduos e quase não faltam às aulas do projeto. “Valorizam o tempo presente”, complementa.

Visibilidade para o envelhecer

O envelhecimento já não se parece com o que víamos há poucas décadas. Vivemos mais, com mais qualidade de vida, acesso à informação e participação social. Ainda assim, como ressalta Melissa Braz, os corpos envelhecidos seguem sendo marginalizados. “É um grupo que não tem as necessidades ouvidas nem satisfeitas. Nosso papel é dar visibilidade para essas pessoas, proporcionar saúde e qualidade de vida”, enfatiza. Ao coordenar o projeto de extensão, ela destaca a importância de romper com essa invisibilidade e construir espaços em que as pessoas idosas possam se expressar, compartilhar vivências e seguir aprendendo.
Para Melissa, os encontros promovem transformações profundas, tanto para quem participa quanto para quem coordena. Conviver com as pessoas idosas, para ela, é uma aula constante sobre sonhos, sabedoria e resistência. Ouvir as histórias, desejos e planos de quem já percorreu tantos caminhos ajuda a ressignificar o envelhecer — inclusive para quem está só começando a pensar nessa fase da vida. A troca geracional também marca a trajetória do professor Gustavo Duarte. Ele observa que os idosos oferecem lições valiosas sobre presença e valorização da vida cotidiana: “A maioria dos idosos que faz ginástica e dança comigo valoriza, no dia a dia, as pequenas coisas, não só as grandes. Isso é um grande aprendizado, né? Que eu levo para a minha vida e tento passar para os alunos também”, finaliza.

Como participar?

A participação nos grupos do projeto Feliz(C)idade é aberta à comunidade. Os encontros seguem durante todo o ano letivo da Universidade e fazem uma pausa apenas durante o recesso acadêmico.

Projeto Corpo Mais

Responsável: Gustavo Duarte

Para quem: Pessoas a partir de 40 anos 

Local: CDA (complexo Didático Artístico, ao lado do CEFD, no campus da UFSM)

Dia: Quartas-feiras 

Horários:

Ginástica e Ritmos : 14h

Grupo de Danças: 15h

Inscrições: A partir de agosto. As orientações serão divulgados no site do CEFD

Mexe Coração

Responsável: Marlon Crespani

Para quem:  Idosos a partir de 60 anos

Local: Antiga Reitoria – UFSM

Dia e horário: Segundas e quintas-feiras, às 15h

Inscrições: O ingresso ocorre prioritariamente por convite de participantes já integrados ao projeto

Grupo Renascer

Responsável: Melissa Braz

Para quem: Mulheres com câncer de mama

Periodicidade: Quinzenal. Próximo encontro será dia 13 de maio
Dia e horário: Terças-feiras, às 14h

Local: prédio do CEREST, Alameda Santiago do Chile, 435, próximo ao Hemocentro de Santa Maria

Inscrições: Não é necessário processo seletivo nem inscrição prévia. Basta chegar com um pouco de antecedência no local e conversar com a responsável

Mais informações: (55) 99975-7026 (professora Melissa)

Reportagem: Luciane Treulieb, jornalista

Ilustração: Evandro Bertol, designer

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/projetos/extensao/proext-pg/2025/05/12/felizcidade-promove-saude-e-bem-estar-para-idosos-de-santa-maria Mon, 12 May 2025 17:38:19 +0000 http://www.55bet-pro.com/projetos/extensao/proext-pg/?p=303

Saberes partilhados

Os temas abordados nas atividades dos grupos costumam surgir das demandas dos próprios participantes. No grupo Renascer, por exemplo, entre os temas mais recentes solicitados estão alimentação, cuidados com a pele no verão e questões relacionadas à memória e às demências. “Elas pediram pra gente fazer atividades cognitivas nos encontros”, conta a professora Melissa. Além das discussões e atividades físicas e educativas, os grupos celebram datas comemorativas, como Páscoa e São João, fortalecendo os vínculos afetivos e promovendo o bem-estar coletivo. [caption id="attachment_306" align="alignright" width="493"] Participantes do Projeto Renascer reunidas após conversa sobre alimentação[/caption] A integração entre ensino, pesquisa e extensão é uma das marcas do Feliz(c)idade. O projeto permite que os estudantes do Programa de Pós-Graduação em Gerontologia vinculem seus temas de pesquisa às ações desenvolvidas com a comunidade. “A gente vem incorporando o conhecimento dos mestrandos às atividades de extensão, popularizando o que eles têm estudado com os participantes do grupo”, destaca Melissa Braz. A enfermeira e mestranda em Gerontologia Jéssica Ferreira dos Santos relata que a experiência tem sido marcante em sua trajetória acadêmica. “Pude vivenciar, de forma direta, desafios e potenciais inerentes ao processo de envelhecimento e refletir sobre como as interações intergeracionais enriquecem tanto a vida dos idosos quanto a formação acadêmica e pessoal de quem dedica cuidados a eles”, afirma.

Ressignificar o envelhecer

O impacto do projeto na vida dos participantes vai além da promoção da saúde física e cognitiva. Melissa Braz salienta os aspectos emocionais e sociais que emergem, especialmente no grupo Renascer - voltado a mulheres que já passaram ou estão em tratamento oncológico. “Algumas mulheres chegam nervosas, numa fase muito sensível do tratamento, logo depois que recebem o diagnóstico, antes de passar por uma cirurgia”, relata. Nesse contexto, o acolhimento oferecido pelo grupo – tanto pelos estudantes e profissionais envolvidos quanto pelas demais participantes – torna-se fundamental. A convivência entre pessoas que compartilham experiências semelhantes é uma das forças do projeto. “Elas comentam essa importância de estar no meio dos pares, das pessoas que já viveram situações que elas estão vivendo”, afirma Melissa. Nos demais grupos, os relatos também mostram transformações significativas. No Corpo Mais, por exemplo, o exercício físico se revela um catalisador de bem-estar. “As pessoas contam que muitas vezes chegavam deprimidas, cansadas, sem energia para nada, e agora percebem outra relação com o corpo”, relata a professora. Com mais disposição, elas voltam a realizar tarefas diárias com autonomia e prazer — seja brincar com os netos ou retomar rotinas já esquecidas. De acordo com o professor Gustavo Duarte, coordenador do projeto Corpo Mais, a proposta atual amplia o olhar sobre o envelhecimento, promovendo encontros entre diferentes gerações. “Antes eu trabalhava só com o público 60+. Hoje, abri o grupo para incentivar essas relações a partir dos 40 anos. É uma forma de as pessoas se prepararem para o seu envelhecimento. E os idosos não ficam só num gueto, num grupo só com gente da mesma idade”, explica. A professora aposentada de Educação Física, Vera Regina Duarte, de 74 anos, conta que decidiu participar do projeto Corpo Mais por gostar muito de dançar e por sentir necessidade de se exercitar. “Esses encontros significam muito pra mim. Além de conhecer outras pessoas, são momentos de muita descontração e alegria. Participando desse projeto, aprendi a necessidade de nos exercitar e conviver com pessoas diferentes do nosso círculo de amizade”, declara. Já a costureira aposentada Eva dos Santos de Oliveira, de 79 anos, participa do grupo Renascer e do Mexe Coração: “Aprendi muito sobre o câncer de mama, e gosto muito de todas as atividades e das colegas. A cada dia faço novas amizades”, reforça.

Envelhecimento ativo

O envelhecer ativo é a tônica do projeto. “A gente não está olhando pro ‘não’. A gente está olhando para as possibilidades”, resume Melissa Braz. O foco está na valorização do que cada pessoa ainda pode fazer — e não nas limitações impostas pelo tempo. As atividades físicas visam preservar a autonomia, estimular a confiança e promover qualidade de vida. Cada exercício respeita as condições individuais, com o objetivo de fortalecer o protagonismo na própria saúde. Afinal, como destaca a coordenadora, o perfil das pessoas idosas mudou: muitas são ativas, engajadas e determinadas a viver com plenitude. [caption id="attachment_305" align="alignright" width="719"] Idosos participam em atividade do Grupo Corpo Mais[/caption] Essa visão é compartilhada pelo professor Gustavo, que ressalta o valor do envelhecimento ativo e da busca por bem-estar. “Ao participar do projeto, as mudanças são muitas, desde a parte física que a gente trabalha — questões de equilíbrio, memória, fortalecimento muscular — até o prazer que a dança e a ginástica proporcionam”, afirma. Ele também observa que os alunos idosos são os mais assíduos e quase não faltam às aulas do projeto. “Valorizam o tempo presente”, complementa.

Visibilidade para o envelhecer

O envelhecimento já não se parece com o que víamos há poucas décadas. Vivemos mais, com mais qualidade de vida, acesso à informação e participação social. Ainda assim, como ressalta Melissa Braz, os corpos envelhecidos seguem sendo marginalizados. “É um grupo que não tem as necessidades ouvidas nem satisfeitas. Nosso papel é dar visibilidade para essas pessoas, proporcionar saúde e qualidade de vida”, enfatiza. Ao coordenar o projeto de extensão, ela destaca a importância de romper com essa invisibilidade e construir espaços em que as pessoas idosas possam se expressar, compartilhar vivências e seguir aprendendo. Para Melissa, os encontros promovem transformações profundas, tanto para quem participa quanto para quem coordena. Conviver com as pessoas idosas, para ela, é uma aula constante sobre sonhos, sabedoria e resistência. Ouvir as histórias, desejos e planos de quem já percorreu tantos caminhos ajuda a ressignificar o envelhecer — inclusive para quem está só começando a pensar nessa fase da vida. A troca geracional também marca a trajetória do professor Gustavo Duarte. Ele observa que os idosos oferecem lições valiosas sobre presença e valorização da vida cotidiana: “A maioria dos idosos que faz ginástica e dança comigo valoriza, no dia a dia, as pequenas coisas, não só as grandes. Isso é um grande aprendizado, né? Que eu levo para a minha vida e tento passar para os alunos também”, finaliza.

Como participar?

A participação nos grupos do projeto Feliz(C)idade é aberta à comunidade. Os encontros seguem durante todo o ano letivo da Universidade e fazem uma pausa apenas durante o recesso acadêmico. Projeto Corpo Mais Responsável: Gustavo Duarte Para quem: Pessoas a partir de 40 anos Local: CDA (complexo Didático Artístico, ao lado do CEFD, no campus da UFSM) Dia: Quartas-feiras Horários: Ginástica e Ritmos : 14h Grupo de Danças: 15h Inscrições: A partir de agosto. As orientações serão divulgados no site do CEFD Mexe Coração Responsável: Marlon Crestani Para quem:  Idosos a partir de 60 anos Local: Antiga Reitoria – UFSM Dia e horário: Segundas e quintas-feiras, às 15h Inscrições: O ingresso ocorre prioritariamente por convite de participantes já integrados ao projeto Grupo Renascer Responsável: Melissa Braz Para quem: Mulheres com câncer de mama Periodicidade: Quinzenal. Próximo encontro será dia 13 de maio Dia e horário: Terças-feiras, às 14h Local: prédio do CEREST, Alameda Santiago do Chile, 435, próximo ao Hemocentro de Santa Maria Inscrições: Não é necessário processo seletivo nem inscrição prévia. Basta chegar com um pouco de antecedência no local e conversar com a responsável Mais informações: (55) 99975-7026 (professora Melissa) Reportagem: Luciane Treulieb, jornalista Ilustração: Evandro Bertol, designer]]>
UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2024/12/12/felizcidade-projeto-promove-envelhecimento-saudavel-e-integracao-com-a-comunidade Thu, 12 Dec 2024 17:09:24 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=67935

O envelhecimento saudável contempla diversos aspectos: biológicos, psicológicos, culturais e sociais. O projeto FELIZ(C)IDADE: Corpo MAIS no Cuidado e na promoção do Envelhecimento Saudável foi uma das contempladas pelo Edital PROEXT PG UFSM e tem o objetivo promover a saúde, a prevenção de doenças e a preparação dos indivíduos para a aposentadoria. 

Para entender mais sobre a proposta, conversamos com Melissa Medeiros Braz, docente do Programa de Pós-Graduação em Gerontologia da UFSM e coordenadora da proposta. 

Como o projeto visa impactar a sociedade?

O projeto busca ampliar o impacto das atividades da pós-graduação na sociedade por meio de ações interdisciplinares de ensino, pesquisa e extensão. As atividades incluem a promoção de um envelhecimento saudável, desenvolvimento de ações voltadas à melhoria da qualidade de vida, fortalecimento da cidadania e justiça social. Ele está alinhado às demandas sociais identificadas na Consulta Popular do Estado do Rio Grande do Sul, com foco em atividades socialmente relevantes que dialogam com políticas públicas.

Por que o projeto é relevante?

O envelhecimento saudável é um desafio global, e iniciativas como esta são essenciais para promover a qualidade de vida de uma população que está envelhecendo cada vez mais. O projeto contribui para a democratização do conhecimento científico, fortalece a integração da universidade com a sociedade e responde a necessidades locais com soluções fundamentadas em pesquisa. Além disso, reforça o papel social da universidade em buscar justiça, cidadania e desenvolvimento sustentável.

Como participar de projetos de extensão influenciou a tua carreira?

Participar de projetos de extensão foi uma experiência essencial para o desenvolvimento da minha trajetória acadêmica e profissional, como docente e pesquisadora.  Esses projetos me permitiram fortalecer a habilidade de planejar e coordenar ações interdisciplinares, promovendo o diálogo entre diferentes áreas do conhecimento e setores da sociedade. A experiência de trabalhar diretamente com diferentes comunidades possibilitou um entendimento mais profundo sobre as necessidades locais, aprimorando minha capacidade de propor soluções práticas e sustentáveis para desafios reais. Além disso, o envolvimento em extensão ampliou minhas competências em gestão de equipes, mediação de conflitos, e na construção de parcerias com entidades públicas e privadas. Contribuiu também para que eu pudesse aperfeiçoar habilidades didáticas e de comunicação, traduzindo conteúdos acadêmicos para diferentes públicos. Essa vivência reforçou meu compromisso em conectar a universidade à sociedade, garantindo que a produção científica tenha impacto significativo na vida das pessoas e na construção de uma sociedade mais justa e inclusiva.

Qual é a importância de um edital como o Proext-PG para estimular a extensão na pós-graduação?

Editais como o Proext-PG incentivam a integração entre ensino, pesquisa e extensão, promovendo uma formação mais completa para os pós-graduandos. Institucionalmente, aumentam o engajamento dos programas de pós-graduação em ações sociais, contribuindo para maior visibilidade e relevância da universidade. Socialmente, os projetos contemplados podem gerar impactos significativos ao responderem a demandas locais de forma prática e inovadora, promovendo desenvolvimento sustentável e cidadania.

Por que graduandos e pós-graduandos deveriam participar de projetos de extensão?

Como docente, pesquisadora e coordenadora, busco sempre inspirar estudantes a vivenciarem essas oportunidades de extensão, pois acredito que elas são essenciais para formar profissionais críticos, inovadores e comprometidos com a realidade ao seu redor. Participar de projetos de extensão permite que os alunos apliquem conhecimentos acadêmicos em problemas reais, favorecendo uma formação mais prática e humanística. Essas atividades fortalecem competências como comunicação, trabalho em equipe e pensamento crítico. Além disso, a experiência em extensão enriquece a pesquisa, ao trazer demandas sociais como foco de investigação, e amplia a visão do papel do ensino para além dos muros da universidade.

A integração efetiva entre os programas de pós-graduação e as demandas sociais é essencial para garantir que o conhecimento produzido nas universidades não apenas avance academicamente, mas também transforme vidas. Projetos como este promovem o protagonismo dos estudantes e reforçam o compromisso da universidade com a construção de uma sociedade mais justa e sustentável.

Em 2026, que mudanças você imagina que terão ocorrido nas comunidades apontadas como público-alvo do projeto?

Em 2026, espero ver comunidades mais conscientes sobre os cuidados necessários para um envelhecimento saudável. É provável que exista uma maior integração intergeracional, redução de preconceitos sobre o envelhecimento e melhoria no acesso a políticas públicas voltadas à população idosa. As ações realizadas devem ter fortalecido redes de apoio social e contribuído para uma maior autonomia e qualidade de vida dos idosos atendidos.

 

Texto: Milene Eichelberger, acadêmica de jornalismo

Revisão: Luciane Treulieb, jornalista

Ilustração: Evandro Bertol, designer 

Aluata Comunicação e Ciência

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/projetos/extensao/proext-pg/2024/12/12/felizcidade-projeto-promove-envelhecimento-saudavel-e-integracao-com-a-comunidade Thu, 12 Dec 2024 16:56:23 +0000 http://www.55bet-pro.com/projetos/extensao/proext-pg/?p=273

O envelhecimento saudável contempla diversos aspectos: biológicos, psicológicos, culturais e sociais. O projeto FELIZ(C)IDADE: Corpo MAIS no Cuidado e na promoção do Envelhecimento Saudável foi uma das contempladas pelo Edital PROEXT PG UFSM e tem o objetivo promover a saúde, a prevenção de doenças e a preparação dos indivíduos para a aposentadoria. 

Para entender mais sobre a proposta, conversamos com Melissa Medeiros Braz, docente do Programa de Pós-Graduação em Gerontologia da UFSM e coordenadora da proposta. 

Como o projeto visa impactar a sociedade?

O projeto busca ampliar o impacto das atividades da pós-graduação na sociedade por meio de ações interdisciplinares de ensino, pesquisa e extensão. As atividades incluem a promoção de um envelhecimento saudável, desenvolvimento de ações voltadas à melhoria da qualidade de vida, fortalecimento da cidadania e justiça social. Ele está alinhado às demandas sociais identificadas na Consulta Popular do Estado do Rio Grande do Sul, com foco em atividades socialmente relevantes que dialogam com políticas públicas.

Por que o projeto é relevante?

O envelhecimento saudável é um desafio global, e iniciativas como esta são essenciais para promover a qualidade de vida de uma população que está envelhecendo cada vez mais. O projeto contribui para a democratização do conhecimento científico, fortalece a integração da universidade com a sociedade e responde a necessidades locais com soluções fundamentadas em pesquisa. Além disso, reforça o papel social da universidade em buscar justiça, cidadania e desenvolvimento sustentável.

Como participar de projetos de extensão influenciou a tua carreira?

Participar de projetos de extensão foi uma experiência essencial para o desenvolvimento da minha trajetória acadêmica e profissional, como docente e pesquisadora.  Esses projetos me permitiram fortalecer a habilidade de planejar e coordenar ações interdisciplinares, promovendo o diálogo entre diferentes áreas do conhecimento e setores da sociedade. A experiência de trabalhar diretamente com diferentes comunidades possibilitou um entendimento mais profundo sobre as necessidades locais, aprimorando minha capacidade de propor soluções práticas e sustentáveis para desafios reais. Além disso, o envolvimento em extensão ampliou minhas competências em gestão de equipes, mediação de conflitos, e na construção de parcerias com entidades públicas e privadas. Contribuiu também para que eu pudesse aperfeiçoar habilidades didáticas e de comunicação, traduzindo conteúdos acadêmicos para diferentes públicos. Essa vivência reforçou meu compromisso em conectar a universidade à sociedade, garantindo que a produção científica tenha impacto significativo na vida das pessoas e na construção de uma sociedade mais justa e inclusiva.

Qual é a importância de um edital como o Proext-PG para estimular a extensão na pós-graduação?

Editais como o Proext-PG incentivam a integração entre ensino, pesquisa e extensão, promovendo uma formação mais completa para os pós-graduandos. Institucionalmente, aumentam o engajamento dos programas de pós-graduação em ações sociais, contribuindo para maior visibilidade e relevância da universidade. Socialmente, os projetos contemplados podem gerar impactos significativos ao responderem a demandas locais de forma prática e inovadora, promovendo desenvolvimento sustentável e cidadania.

Por que graduandos e pós-graduandos deveriam participar de projetos de extensão?

Como docente, pesquisadora e coordenadora, busco sempre inspirar estudantes a vivenciarem essas oportunidades de extensão, pois acredito que elas são essenciais para formar profissionais críticos, inovadores e comprometidos com a realidade ao seu redor. Participar de projetos de extensão permite que os alunos apliquem conhecimentos acadêmicos em problemas reais, favorecendo uma formação mais prática e humanística. Essas atividades fortalecem competências como comunicação, trabalho em equipe e pensamento crítico. Além disso, a experiência em extensão enriquece a pesquisa, ao trazer demandas sociais como foco de investigação, e amplia a visão do papel do ensino para além dos muros da universidade.

A integração efetiva entre os programas de pós-graduação e as demandas sociais é essencial para garantir que o conhecimento produzido nas universidades não apenas avance academicamente, mas também transforme vidas. Projetos como este promovem o protagonismo dos estudantes e reforçam o compromisso da universidade com a construção de uma sociedade mais justa e sustentável.

 

Em 2026, que mudanças você imagina que terão ocorrido nas comunidades apontadas como público-alvo do projeto?

Em 2026, espero ver comunidades mais conscientes sobre os cuidados necessários para um envelhecimento saudável. É provável que exista uma maior integração intergeracional, redução de preconceitos sobre o envelhecimento e melhoria no acesso a políticas públicas voltadas à população idosa. As ações realizadas devem ter fortalecido redes de apoio social e contribuído para uma maior autonomia e qualidade de vida dos idosos atendidos.

 

Texto: Milene Eichelberger, acadêmica de jornalismo

Revisão: Luciane Treulieb, jornalista

Ilustração: Evandro Bertol, designer 

Aluata Comunicação e Ciência

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2023/11/13/jaqueline-weber-ministra-nesta-quinta-feira-a-palestra-ser-campeao-e-questao-de-escolha Mon, 13 Nov 2023 18:21:51 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=64494 Nesta quinta-feira (16), o Centro de Educação Física e Desportos (CEFD) promove uma palestra com atleta Jaqueline Weber, que faz parte da seleção brasileira de atletismo, especialista em provas de meio-fundo, além de ser mestranda em Gerontologia pela UFSM. Tendo como título “Ser campeão é uma questão de escolha”, a palestra começa às 13h30min no Complexo Didático e Artístico (CDA). A atividade é uma iniciativa das coordenações dos cursos de Educação Física e do Mestrado em Gerontologia da UFSM, bem como do Núcleo de Implementação da Excelência Esportiva e Manutenção da Saúde (Nieems). Para assistir à palestra, os interessados devem preencher o formulário de inscrição.]]> UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2023/10/16/conheca-jaqueline-weber-velocista-multicampea-e-mestranda-em-gerontologia-na-ufsm-que-vai-disputar-os-pan-americanos-de-2023 Mon, 16 Oct 2023 12:22:08 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=64102 [caption id="attachment_64103" align="alignright" width="670"]foto colorida horizontal de uma mulher, loira, trança no cabelo, camiseta do atletismo ufsm, segurando uma medalha com uma mão e apontanto o dedo pra cima com a outra, sorrindo para a câmera Para Jaqueline, representar a UFSM em competições é, entre outras sensações positivas, “grandioso” e “sensacional” (Foto NIEEMS/Divulgação)[/caption]

Impedir o esquecimento de atletas de esportes de alto rendimento, como também suas ideias, é uma das missões de Jaqueline Weber, meio-fundista multicampeã e mestranda em Gerontologia pela UFSM. Atualmente, ela é coordenadora de diferentes projetos sociais e esportivos no que diz respeito ao cenário nacional da modalidade e tem vínculo com a agremiação esporte Praia Clube, de Uberlândia, Minas Gerais.

A gerontologia, campo de pesquisas de Jaqueline, é o estudo do processo de envelhecimento e seus efeitos em indivíduos, grupos e na sociedade. Nascida no município gaúcho de Teutônia, a atleta reside em Santa Cruz do Sul desde 2013, quando foi convidada pelo então treinador Jorge Peçanha - figura histórica do atletismo brasileiro e “o maior do Rio Grande do Sul” nas categorias meio-fundo (800 a 3000m) e fundo (5000m a 24km), segundo a estudante da Federal - a representar a equipe de outra instituição universitária.

A teutoniense divide a vida de meio-fundista com a de estudante, que se ligam por meio de sua participação em competições, somada ao trabalho acadêmico em relação ao desempenho e a vida de atletas de alto rendimento, com o passar do tempo. “A gente teve grandes heróis olímpicos com histórias riquíssimas e com processos de treinamento sensacionais. Não se vê documentos de estudos em cima deles, os treinamentos que eles fizeram, as análises... Isso tudo é muito pouco registrado e acaba se perdendo”, declarou.

“Essa parte científica aliada à parte prática seria incrível”, também relatou Jaqueline. Ao longo dos anos, passaram-se diferentes edições dos Jogos Universitários Brasileiros (JUBs), torneios de nível estadual, nacional e mundial, até que, em 2023, a gaúcha subiu um degrau em sua carreira. Além da disputa do Mundial de Atletismo na Hungria, a aluna da Universidade será uma das brasileiras na disputa dos Jogos Pan-Americanos de outubro a novembro, no Chile.

Para entender melhor como funciona a “vida dupla” de atleta internacional e mestranda em Gerontologia, a Agência de Notícias da UFSM conversou com Jaqueline sobre sua relação com a instituição, sua carreira, suas experiências, as expectativas para o campeonato continental e, também, sua pesquisa. Confira o que ela disse:

Você é formada em Educação Física pela Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc). O que te fez parar na Universidade Federal de Santa Maria?
Santa Maria entrou na minha vida em 2021, através do incentivo do professor Luiz Fernando Cuozzo Lemos, que coordena o projeto de Atletismo e também o Programa de Pós-Graduação em Gerontologia da UFSM. Quando abriu o edital, ele sugeriu que eu fizesse e eu topei a ideia. Estávamos no meio da pandemia e eu sempre tive esse desejo de fazer mestrado. Eu sabia que talvez não fosse a hora mais ideal, pelas coisas que eu teria pela frente, mas eu também sabia que se eu ficasse muito tempo sem estudar, visto que me formei na graduação em 2019, dificilmente depois eu voltaria. Então, eu resolvi arriscar e hoje estou já estou com a minha qualificação feita e com meu projeto de pesquisa pronto. Só preciso, agora, fazer a parte da pesquisa, das entrevistas e, enfim, ver os resultados, de fato, do trabalho do meu mestrado.

Qual a sua relação com as atividades físicas e com o esporte em geral?
É muito profunda. Sou atleta desde os dez anos de idade, graduada em Educação Física - Bacharelado e faço mestrado em Gerontologia, com uma pesquisa baseada principalmente no envelhecimento dos atletas de alto rendimento. Além disso, tenho um projeto social em Santa Cruz do Sul que atende 50 crianças, ajudo o meu noivo na sua assessoria esportiva de corrida, temos uma academia aqui também e tem um outro projeto que se chama “pista de velocidade”, que é uma inovação tecnológica criada por ele, da qual já rodamos mais de dez estados do Brasil por conta dessa inovação. É esporte na veia. Sou vice-presidente da Comissão de Atletas da Confederação Brasileira de Atletismo, então também estou diretamente envolvida nas questões de gestão do nosso esporte, com um “pezinho” até em um sonho futuro de, quem sabe, integrar o Comitê Olímpico Brasileiro. Mas sou totalmente ligada ao esporte 24 horas por dia. Eu respiro esporte, eu faço esporte e eu sou esporte. Isso é o que me move e é o que eu amo.

[caption id="attachment_64105" align="alignleft" width="513"]foto quadrada colorida de uma atleta correndo, roupa preta e verde, braço direito e indicador apontado para cima Apesar de ainda não ter “experimentado” o local, a meio-fundista parabeniza a UFSM pelo projeto da pista de corrida (Foto Instagram/Reprodução)[/caption]

Você pode explicar como é o seu projeto de pesquisa do mestrado?
É um mapeamento do processo de envelhecimento dos atletas olímpicos brasileiros, levando em conta os que disputaram a categoria meio-fundo do atletismo que representaram nosso país de 1984 até 2016. Hoje, na prática, o alto rendimento e o mundo acadêmico não conversam. Então, há muito poucos registros e estudos em cima do processo de treinamento, da questão fisiológica, da questão de alimentação, e, ainda menos, do processo de envelhecimento do atleta. Baseado nisso, o projeto foi construído justamente para entender como está sendo o envelhecimento dos atletas brasileiros que representaram o Brasil em jogos olímpicos. Principalmente, para mapear quais são as maiores dificuldades e como eles estão hoje. Também, ver se tem alguma questão de saúde, de resquícios que o alto rendimento deixou, se foi bom, se foi ruim, como eles estão financeiramente… Tudo isso para entender, analisar e depois, a partir dessas descobertas, desenvolver, em conjunto com a Confederação Brasileira de Atletismo, um programa de transição de carreira, que seria uma espécie de curso para dar um direcionamento aos atletas que ainda estão em atuação e eles conseguirem se preparar da melhor maneira possível para o fim da carreira. É o que eu falo no meu projeto: quando você está em alto nível, você tem o holofote, recurso e suporte. Não como se deveria ter, como nos Estados Unidos e na Europa, por exemplo, mas se tem um olhar da Confederação e do Comitê Olímpico. Quando você para de atuar, você é esquecido. A ideia é justamente criar um programa que possa dar esse suporte para o atleta. Até porque, ele se aposenta tendo vivido somente um um terço da vida. Tem mais dois terços pela frente e, muitas vezes, ele não está preparado para o que está por vir.

Você acredita que sua experiência no atletismo beneficia sua vida acadêmica de alguma forma?
Eu não tenho dúvidas que traz uma bagagem muito importante e muito interessante. Talvez eu, por ter uma vida tão dedicada ao esporte de alto rendimento, não tenha o desempenho acadêmico ideal. Por outro lado, eu trago um outro tipo de visão. Eu acho que é isso que torna tudo tão interessante. Eu inclusive já debati com o Luiz e com mais pesquisadores que a gente precisa fazer cada vez mais essa troca do meio acadêmico e científico com a parte prática do esporte. Quando se fala em alto rendimento no Brasil, e se compara com a questão dos Estados Unidos, que é uma potência, se usa muito pouco a parte científica. É tudo muito no achômetro. A gente tem dados para utilizar e melhorar vários aspectos para ser mais assertivo na parte do treinamento, da recuperação, da biomecânica e, nesse caso, do envelhecimento. A gente poderia ser muito mais assertivo se tivesse uma proximidade maior da parte acadêmica com a parte prática.

Como você consegue conciliar a vida de atleta com os compromissos acadêmicos?
Esse é o grande ponto. É difícil e, talvez, um dos maiores desafios junto da questão de coordenar um projeto social, mas tudo é questão de organização. Eu tenho um suporte muito legal em Santa Maria do meu orientador e de outros bolsistas acadêmicos que vão me ajudando para que eu consiga desenvolver da melhor forma possível. Eu conto com esse suporte sensacional deles e, no mais, é isso. A gente vai se organizando e tentando fazer da melhor forma possível porque, realmente, eu sei que essa pesquisa vai ser muito interessante e vai agregar bastante. Até porque, hoje, só existe um programa de transição de carreira no Comitê Olímpico Brasileiro, que trata somente dos atletas olímpicos, mas a gente sabe que os atletas de atletismo, de uma forma geral, também precisam desse suporte. A carreira de um atleta tem suporte até ele trazer resultados e estar na mídia hoje. Depois, o atleta é escanteado. Eu acho que falta um olhar nesse sentido e eu acho que eu, meus colegas e a Universidade Federal de Santa Maria podemos contribuir muito com o atletismo nacional, que é uma coisa muito grandiosa.

Já teve a oportunidade de praticar na nova pista de corrida da UFSM?
Não. Ainda não fui para Santa Maria, mas tô bem por dentro de tudo. É uma pista excelente. Em novembro eu quero “dar um pulo” aí, mas acho que eu vou estar de férias. Então, se eu for, só dar um “trotinho” nela. É um grande complexo, que vai agregar muito. Não só no meio acadêmico, como também na comunidade. Eu sou muito defensora da abertura desses espaços dentro de instituições públicas para utilização da população, das crianças, de fazer torneios, enfim. É um material muito caro e um investimento muito alto. Eu sempre luto para ter uma aqui em Santa Cruz do Sul, em um parque público e de muito acesso porque, com certeza, vai ser importante para os meus treinamentos, mas também para as pessoas. Às vezes, nem se tem noção do quão diferente é um espaço digno, adequado e de primeiro mundo que, na verdade, é tão normal e, para a gente, do Brasil, é uma coisa surreal. Se você for para a Europa, nem existe pista de brita. Enfim, é fantástico esse espaço. Santa Maria é uma cidade privilegiada no Brasil e gostaria de parabenizar, inclusive, todos os envolvidos, e desejar que todo mundo faça uso dessa incrível ferramenta que a UFSM possui.

Qual a sensação de representar uma instituição como a UFSM em tantas competições, ao longo dos anos?
É muito grandioso. É uma honra, na verdade, fazer parte desse quadro de acadêmicos e futura mestre em uma Universidade tão respeitada a nível nacional. Vivenciar um pouco do esporte junto com a UFSM ajuda, de certa forma, a instigar, a inspirar e a desenvolver programas e atletas. É sensacional. É uma gratidão. A sensação é muito positiva.

Qual você acha que será o maior desafio nos Jogos Pan-Americanos de 2023?
O maior desafio, que também é o meu maior desejo, é subir ao pódio. É uma vontade muito forte, mas eu sei que para isso acontecer eu vou ter que estar correndo muito próximo da minha melhor marca pessoal, senão a minha melhor marca pessoal, no final do ano. Eu já fiz minha melhor marca pessoal em junho de 2023, na Europa, e eu preciso voltar a correr muito próximo para estar no pódio. Esse é o grande desafio. Claro que primeiro tem que passar para a final para depois pensar na medalha, mas enfim. Vou tentar me preparar da melhor forma possível na altitude para chegar bem competitiva e desempenhar bem no Pan-Americano.

Texto: Pedro Pereira, estudante de jornalismo e estagiário da Agência de Notícias
Edição: Mariana Henriques e Ricardo Bonfanti, jornalistas

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2022/11/01/ufsm-sediou-forum-que-discutiu-o-envelhecimento-humano Tue, 01 Nov 2022 19:12:07 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=60246

Entre os dias 27 e 28 de outubro, a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) sediou o X Fórum Gaúcho do Envelhecimento Humano e II Simpósio de Biogerontologia. O evento reuniu pesquisadores, professores, profissionais da área e a comunidade para discutir o envelhecimento saudável. 

Fernanda Barbisan, que trabalhou na organização do Fórum, destaca que o objetivo foi difundir conhecimentos sobre esse processo. “A população está envelhecendo cada vez mais, e o grande desafio é o envelhecimento saudável. Viver por mais tempo e com mais saúde”, relata. O evento incluiu palestras e atividades de extensão voltadas ao público idoso, como oficinas de ioga, dança, bons hábitos alimentares e saúde mental. A novidade desta edição foi a exposição de trabalhos científicos que discutiam o tema, em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Gerontologia da UFSM. “Eu acho muito importante discutir o envelhecimento humano para que a gente possa ter qualidade de vida. Isso nos dá força”, comenta Odete Silveira, participante do evento. 

Além disso, parte da programação também foi pensada para o público em geral, de diferentes faixas etárias. Isso porque um dos propósitos do Fórum foi destacar que o processo de envelhecimento humano precisa ser uma preocupação de todos. “Para que possamos ter uma qualidade de vida boa aos 60 ou 70 anos, a gente tem que começar a construir tijolinhos o mais cedo possível porque hoje sabemos que o envelhecimento saudável depende de uma vida com qualidade”, destaca Fernanda. 

A iniciativa foi promovida pelo Programa de Pós-Graduação em Gerontologia da UFSM e pelas 14 universidades que integram o Fórum Gaúcho de Envelhecimento Humano, grupo que há mais de 20 anos se encontra para discutir e compreender o panorama do envelhecimento no Brasil e no mundo. 

Para conferir registros do evento, assista a matéria da TV 55BET Pro: 

http://www.youtube.com/watch?v=9N4WzDsphrw&t=16s

Texto: Thais Immig, estudante de jornalismo e voluntária da Agência de Notícias
Edição: Mariana Henriques, jornalista
Reportagem: TV 55BET Pro

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2022/10/03/x-forum-gaucho-do-envelhecimento-humano-e-ii-simposio-de-biogerontologia Mon, 03 Oct 2022 12:15:54 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=59895

Promovidos pelo Programa de Pós-Graduação em Gerontologia da UFSM, o Fórum Gaúcho de Envelhecimento Humano e o Simpósio de Biogerontologia ocorrerão pela primeira vez em Santa Maria. Todas as ações da programação tem como objetivo estimular a discussão acerca do envelhecimento saudável, a partir de mesas-redondas, palestras, oficinas e videoconferências. Para participar, é necessário realizar inscrição até dia 22 de outubro, através do site dos eventos.

Durante os dois dias de realização, haverá atividades acontecendo de modo híbrido: presencialmente, no auditório Wilson Aita, localizado no Centro de Tecnologia do campus sede da UFSM; e online, por meio de transmissão do YouTube exclusiva para pessoas inscritas. O evento é aberto para participação do público em geral. Para as atividades científicas, é preciso realizar a inscrição e o pagamento de uma taxa de R$80,00 para idosos, estudantes de graduação e pós-graduação, e R$100,00 para docentes e profissionais membros da comunidade em geral. Já as oficinas de extensão são gratuitas e destinadas ao público de 60 anos ou mais. Vale destacar que todas as ações requerem inscrição prévia, mesmo as oficinas aquelas com gratuidade.

Programação

As 18 oficinas confirmadas, a serem realizadas de modo presencial na UFSM, devem abordar assuntos variados, como: alimentação, prevenção e convivência com doenças, atividades culturais como oficinas de contos gaúchos e dança, meditação, sexualidade e noções de reanimação. Ao encontro dessas temáticas, a programação científica deve propiciar o debate sobre os desafios de mudarmos a forma como a sociedade pensa e age em relação à velhice, e como lidar de maneira saudável com a finitude. Além disso, os melhores trabalhos submetidos receberão premiação.

A programação completa pode ser acessada aqui.

Importância de se discutir o envelhecimento

De acordo com pesquisa do IBGE, publicada em julho de 2022, o número de idosos no Brasil aumentou quase em 40%, entre 2012 e 2021, e a tendência para os próximos anos é que estes dados continuem a crescer de maneira significativa. Para 2050, por exemplo, espera-se que haja 73 idosos para cada 100 crianças. Por decorrência de tal perspectiva, foi criado em 2000, o Fórum Gaúcho de Envelhecimento Humano, e em 2018, ocorreu a primeira edição do Simpósio de Biogerontologia. Ambas iniciativas com o intuito de fomentar o diálogo a respeito do conceito de envelhecimento saudável e bem-sucedido, em relação a aspectos biológicos, sociais, psicológicos e clínicos.  

A coordenadora geral do Fórum, professora Fernanda Barbisen, explica que a base para evolução da sociedade é compreender o envelhecimento humano:’uma vez que a expectativa de vida está aumentando, seja no Brasil ou no mundo, as pessoas estão vivendo mais. Portanto, existe a necessidade de estarmos continuamente estudando e monitorando aspectos associados ao envelhecimento, incluindo as necessidades físicas, emocionais e sociais de pessoas com idade mais avançada.  Afinal, o objetivo das pessoas é conseguir envelhecer com saúde e mantendo a qualidade de vida.’’

A iniciativa, que nasceu da parceria entre universidades do Rio Grande do Sul, hoje conta com 13 instituições, além da própria UFSM, que organizam os dois eventos: Universidade de Caxias do Sul (UCS), Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA), Universidade Católica de Pelotas (UCPel), Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC), Universidade do Vale do Taquari (UNIVATES), Universidade Federal do Rio Grande (FURG), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Universidade Federal de Pelotas (UFPel), Universidade de Cruz Alta (UNICRUZ), Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (UNIJUÍ), Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS), Universidade Luterana do Brasil - campus Canoas (ULBRA Canoas) e Universidade de Passo Fundo (UPF).

Texto: Laurent Keller, estudante de jornalismo, bolsista da Agência de Notícias
Edição: Mariana Henriques, jornalista

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Será realizado, de 27 a 28 de outubro, na Universidade Federal de Santa Maria, o X Fórum Gaúcho do Envelhecimento Humano e o II Simpósio de Biogerontologia e Saúde. O evento será híbrido, ou seja, acontecerá de maneira presencial, no auditório Wilson Aita, no Centro de Tecnologia do campus sede da UFSM, e terá transmissão on-line. Estão planejadas tanto atividade de extensão, que são as oficinas voltadas exclusivamente ao público idoso, quanto atividade científica, voltada para a comunidade acadêmica.

O evento consistirá de sessões temáticas com espaço para debate. Também está prevista apresentação e premiação dos melhores trabalhos submetidos. Para a participação presencial, será obrigatória a apresentação de carteira de vacinação contra a Covid-19 com esquema vacinal completo.

De acordo com os organizadores do evento, professores e pesquisadores experts em suas áreas de estudos relacionadas ao envelhecimento humano saudável apresentarão, através de conferências e mesas redondas, suas experiências e mais recentes resultados, buscando sempre uma visão interdisciplinar do processo de envelhecimento.  

As atividades do evento foram programadas pelas quatorze universidades que integram o Fórum Gaúcho do Envelhecimento Humano e pelo Programa de Pós-Graduação em Gerontologia da Universidade Federal de Santa Maria.

A programação completa e as inscrições para as atividades podem ser encontradas no site. 

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2022/02/21/mestranda-da-ufsm-conquista-2-medalhas-em-sul-americano-de-atletismo Mon, 21 Feb 2022 17:05:32 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=57808

atleta jaqueline weber segura duas medalhas no peito. Está em pé no centro da pista, cabelos loiros atados para trás, uniforme verde da seleção brasileira de atletismo.
Atleta estreia com medalhas na temporada 2022

A atleta Jaqueline Weber, mestranda em Gerontologia na UFSM, representou o Brasil no último final de semana no Campeonato Sul Americano Indoor, em Cochabamba, na Bolívia. A altitude de quase 2600m não intimidou Jaqueline, que conquistou a medalha de bronze no sábado nos 1500 metros e a prata no domingo nos 800 metros.

- Certamente começamos a temporada 2022 com o pé direito. Desde antes de viajar, eu sabia que a altitude atrapalharia meus tempos, mas que independente disso, eu tinha plena condições de brigar por medalhas em ambas as provas. - pontua a atleta. - Confesso que o 1500 metros foi um pouco mais difícil, até por se tratar de uma prova mais longa, que exige mais capacidade aeróbica. Ao fim da prova, terminei com a medalha de bronze no peito e o cilindro de oxigênio no rosto - relata.

A atleta foi superada por duas bolivianas que vivem a 4 mil metros de altitude. No domingo, Jaque voltou à pista para os 800 metros e travou um arremate final de prova espetacular com a atleta uruguaia Débora Rodrigues.

- Fizemos uma prova conservadora, mais tática, e deixamos a definição para os último 200 metros. Nossa disputa levantou a arquibancada. Fiquei satisfeita por ter conseguido fazer uma prova progressiva e ter chego muito perto da Débora.

Jaque Weber agora se prepara para o início das competições em pista aberta (outdoor).
- Temos uma temporada longa e cheia de eventos. Pretendemos estar competindo no dia 26 de março em Montevideu, no Uruguai e dia 02 de abril, em Concepcion del Uruguay, na Argentina - destaca a atleta.

O Brasil foi o campeão geral do Campeonato Sul Americano Indoor e Jaque foi a única atleta feminina da delegação a conquistar duas medalhas.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2022/02/16/aluna-da-ufsm-vai-disputar-os-campeonatos-sul-americanos-indoor-de-atletismo Wed, 16 Feb 2022 22:24:31 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=57777 [caption id="attachment_57778" align="alignright" width="527"] Na competição deste final de semana, Jaqueline terá de enfrentar, além das atletas rivais, a altitude de mais de 2.500 metros da cidade de Cochabamba. Foto: Wagner do Carmo[/caption]

A Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) divulgou a lista dos convocados para representar o país nos Campeonatos Sul-Americanos Indoor de Atletismo, que serão disputados no sábado (19) e domingo (20) em Cochabamba, na Bolívia. Foram convocados 46 atletas (23 homens e 23 mulheres), entre os quais está a acadêmica Jaqueline Beatriz Weber, mestranda em Gerontologia pela UFSM. Ela vai competir nas provas de 800 metros e 1.500 metros rasos.

Foi uma alegria muito grande. Começar o ano representando nosso país em um evento internacional traz grandes energias para tudo que está por vir nesta temporada”, comemora Jaqueline.

Apesar da euforia pela convocação, ela destaca os desafios que terá que enfrentar, começando pelos mais de 2.500 metros de altitude da cidade boliviana. “Será a primeira vez que competirei em altitude. O ar rarefeito certamente prejudicará o rendimento, portanto já estamos cientes disso. Porém essa será uma barreira que todas minhas adversárias também terão que enfrentar. Além disso, será a primeira vez que correrei em pista coberta, de 200 metros. Ela tem curvas inclinadas e características específicas, como poucos pontos para realizar ultrapassagens. Soma-se ao desafio de estrear a temporada em fevereiro. Normalmente fazemos isso em março.”

O Brasil não possui nenhuma pista indoor, por isso esta será para ela uma oportunidade para conhecer esse tipo de ambiente e desenvolver suas habilidades. “Apesar do Brasil não possuir essa estrutura, a temporada indoor no mundo, principalmente na Europa e EUA, é muito forte, culminando inclusive em um Campeonato Mundial Indoor, que ocorrerá em março. Neste ano será construída a primeira pista coberta do país em Balneário Camboriú. Mas estou muito feliz de já poder ter essa experiência e arrancar em um ano que tem um calendário recheado de grandes objetivos vestindo a camiseta da seleção brasileira e me desafiando com grandes adversárias sul-americanas.”

Delegação – No dia 8 de fevereiro, a CBAt fez uma primeira convocação, transmitida via Youtube, na qual Jaqueline Weber já constava entre os nomes chamados. Essa convocação foi, entretanto, anulada devido a divergências de critérios e interpretação do ranking brasileiro. Por esse motivo, houve no dia seguinte (9) uma reunião extraordinária do Conselho Técnico da CBAt para definir esses critérios de forma mais precisa. Na mesma ocasião, foi divulgada uma nova lista de convocados para a seleção brasileira, com 45 integrantes (22 homens e 23 mulheres), no qual permaneceu o nome da atleta da UFSM.

Por motivos diversos, vários dos atletas convocados pediram dispensa da delegação, e outros foram chamados em seus lugares. Na última lista de integrantes da delegação brasileira para a competição em Cochabamba, divulgada nesta quarta-feira (16) pela CBAt, Jaqueline consta como a única atleta a representar o Rio Grande do Sul nas provas femininas. No masculino, haverá dois representantes gaúchos: Samory Uiki Bandeira Fraga, no salto em distância, e Almir Cunha dos Santos, no salto triplo.

Com informações das assessorias de comunicação da CBAt e da Associação Medalha de Ouro

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2022/01/28/1o-simposio-internacional-pos-gerontologia Fri, 28 Jan 2022 18:21:08 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=57699 Inicia-se nesta sexta-feira (28), com prolongamento no sábado (29), o 1º Simpósio Internacional do Programa de Pós-Graduação em Gerontologia da UFSM, organizado em parceria com o Núcleo de Implementação da Excelência Esportiva e Manutenção da Saúde (Nieems). O evento, que será transmitido via Google Meet, tem por objetivo oportunizar a exposição e debate do conhecimento e de ações produzidas em gerontologia em distintos contextos e em uma perspectiva interdisciplinar, a partir de palestras com pesquisadores da área e apresentação de resultados parciais e finais de trabalhos acadêmicos. Contando com a participação de conferencistas de diferentes universidades brasileiras, bem como de Portugal, Equador e Cuba, o simpósio vai contar em sua programação com palestras, mesas-redondas e apresentação de trabalhos. Nas conferências, serão abordados temas como envelhecimento, genética e atividade física, saúde mental, idosas em situação de violência, exercício físico e neuroplasticidade, qualidade de vida, avaliação física em idosos, corrida depois dos 40 anos e cuidado geriátrico. Outras informações constam na página do evento.]]> UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2021/11/30/pos-em-gerontologia-realiza-em-janeiro-de-2022-o-seu-1o-simposio-internacional Tue, 30 Nov 2021 19:25:05 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=57370 Nos dias 28 e 29 de janeiro, ocorre o 1º Simpósio Internacional do Programa de Pós-Graduação em Gerontologia da UFSM, organizado em parceria com o Núcleo de Implementação da Excelência Esportiva e Manutenção da Saúde. O evento, que será transmitido via Youtube, tem por objetivo oportunizar a exposição e debate do conhecimento e de ações produzidas em gerontologia em distintos contextos e em uma perspectiva interdisciplinar, a partir de palestras com pesquisadores da área e apresentação de resultados parciais e finais de trabalhos acadêmicos. O prazo final para a submissão de trabalhos foi prorrogado para o dia 10 de dezembro. As inscrições são gratuitas. O regulamento para submissão de trabalhos e a relação dos palestrantes, entre outras informações, estão disponíveis aqui. A programação completa será divulgada em breve.]]> UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2021/10/08/pesquisa-investiga-como-o-guarana-e-acai-podem-atuar-na-reversao-do-envelhecimento-da-pele Fri, 08 Oct 2021 20:26:37 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=56871

Resíduos do pó do guaraná e da semente do açaí são benéficos à cicatrização e desaceleração do envelhecimento da pele e impactam direto na incidência e prevalência de feridas difíceis de cicatrizar. A pesquisa desenvolvida pela doutora Ednea Ribeiro, a partir do projeto “Desenvolvimento biotecnológico à base de resíduos do pó do guaraná e da semente do açaí”, foi apoiada pelo Programa de Infraestrutura para Jovens Pesquisadores – Programa Primeiros Projetos (PPP), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam).

De acordo com Ednea, o estudo aponta que muitos subprodutos gerados pelo uso de frutos amazônicos têm potencial econômico e podem gerar receitas adicionais aos produtores e também auxiliar na saúde e longevidade humana.

Colheita de Guaraná – “A relevância está na necessidade de desenvolvermos produtos de origem vegetal baseado na biodiversidade amazônica que sejam benéficos para a pele. O envelhecimento biológico tem um profundo impacto na pele, que é o maior órgão do nosso corpo. A pele é muito importante, porque, além de nos proteger contra os raios ultravioletas, evita infecções por microrganismos e, também, regula a nossa temperatura corporal, entre outras funções. O envelhecimento leva a uma desestruturação da pele e com isto idosos acabam desenvolvendo uma série de disfunções, incluindo maior dificuldade de cicatrização e regeneração também”, sintetizou a pesquisadora.

Conforme explicou Ednea, o efeito do extrato combinado guaraná/açaí foi avaliado em cultura de células da pele humana. Além disso, estudos complementares também foram conduzidos com óleos combinados e processados de copaíba e andiroba, que já são amplamente utilizados em preparações dermato-cosméticas e que podem também ser utilizados junto ao extrato de guaraná e do açaí.

O conjunto dos resultados apontou que o extrato combinado dos frutos possui grande efeito cicatrizante com potencial aplicação no tratamento de feridas crônicas e, também, da fibrose e cicatrizes patológicas (hipertróficas). Estes resultados são inovadores e abrem a possibilidade para o uso deste material, que hoje não tem valor econômico agregado e é um problema ambiental no seu descarte pela indústria de cosméticos e dermatológicos”, alertou.

Metodologia – Para a realização da pesquisa foram feitas extrações e análises da composição química e principais características do extrato do guaraná e açaí. Também foram desenvolvidos estudos in vitro nos quais as células da pele foram adquiridas comercialmente, cultivadas em laboratório e expostas a agentes aceleradores do envelhecimento. Além do mais, foram feitos testes nos quais estas culturas foram rasgadas, mimetizando assim feridas ou lesões associadas a intervenções cirúrgicas, como explicou a pesquisadora.

O formulado à base dos resíduos do pó do guaraná e semente do açaí atuam na reversão do envelhecimento de células da pele, aumentando a viabilidade e a proliferação das células, além de modular a expressão de genes relacionados com a função da derme”, acrescentou.

Parceiros – Segundo Ednea Ribeiro, a pesquisa foi desenvolvida em colaboração com pesquisadores do Laboratório de Biogenômica da UFSM e dos programas de pós-graduação em Cirurgia da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e Ciências da Saúde da UFSM, e está sendo implantada no novo laboratório de pesquisas da Fundação Universidade Aberta da Terceira Idade (Funati), denominado Gerontec.

No laboratório da Funati serão implantados estudos complementares ao projeto a partir de testes do formulado na pele de adultos e idosos. Assim, em 2022, esperamos conseguir implantar esta segunda fase do nosso estudo, a ser realizada totalmente nas dependências da Funati aqui em Manaus”, comemorou.

Na UFSM, o Laboratório de Biogenômica ajudou a testar se um extrato a partir de guaraná e açaí teria efeitos benéficos sobre o envelhecimento e regeneração da pele. A pesquisa também resultou em uma dissertação de mestrado defendida por Fellipe Danezi Felin, no dia 2 de setembro, no Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde da UFSM. Intitulado Efeito de um Formulado Desenvolvido com Pó de Guaraná e Semente de Açaí, em Modelos Experimentais de Reparo Pós-Cirúrgico: Estudo da Cicatrização, o trabalho teve como orientador o professor Tiango Aguiar Ribeiro e, como coorientadora, a professora Ivana Beatrice Manica da Cruz.

Texto: Valdete Araújo, da Fapeam, com acréscimo da Agência de Notícias da UFSM

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As docentes Vanessa Ramos Kirsten, do Departamento de Alimentação e Nutrição, e Marinês Tambara Leite, do Departamento de Ciências da Saúde da UFSM 55BET Pro Palmeira das Missões, lançam o livro "Sociedade, Envelhecimento e Saúde da Pessoa Idosa", do qual foram organizadoras. Outros professores e alunos de graduação e de pós-graduação da UFSM-PM participaram como autores de capítulos do livro.

A produção da obra foi uma iniciativa do corpo docente do Programa de Pós-Graduação em Gerontologia da UFSM, em conjunto com discentes e colaboradores do programa. O livro conta com textos extraídos das pesquisas e estudos desenvolvidos pelos alunos e docentes do programa, os quais abordam, de maneira multidisciplinar, as diversas facetas do processo do envelhecimento. 

De acordo com Vanessa, o lançamento do livro está previsto para o início das atividades letivas do PPG em Gerontologia. “O livro traz uma riqueza de informações sobre o processo do envelhecimento, que vai desde os programas e políticas públicas, passa pela alimentação, imagem corporal, saúde cardiovascular, modos de vida até a internação. Para quem ama a área da Gerontologia, a obra traz infinitas possibilidades de compreensão sobre vários aspectos do processo do envelhecimento, por meio das pesquisas de alunos e professores do PPG Geronto UFSM”, afirma. 

Para Marinês, organizar uma obra na área do envelhecimento humano foi uma experiência muito significativa. “Esse trabalho permitiu a leitura de múltiplos olhares sobre a temática, ampliando conhecimentos de forma multi e interdisciplinar. Considero que o livro é um depositário de ideias e de resultados de estudos científicos de diversos autores que consideram, valorizam e respeitam a pessoa idosa em suas dimensões social, biológica, cultural, psicológica e clínica”, relata.

A obra está disponível para aquisição, nos formatos online e físico, no site da Editora CRV.

Fonte: Assessoria de Comunicação da UFSM-PM

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As docentes da UFSM Margrid Beuter, Marines Tambara Leite e Caren da Silva Jacobi, juntamente com doutorandas e egressos do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem (PPGEnf), do Centro de Ciências da Saúde (CCS), assinam publicações na Série Enfermagem e Pandemias - Enfermagem Gerontológica no Cuidado ao Idoso em Tempos da Covid-19, e-book organizado pela Associação Brasileira de Enfermagem (ABEn). Os autores são membros do Núcleo Interdisciplinar de Estudos e Pesquisas sobre o Envelhecimento (Niepe) da UFSM e representam a Instituição no Departamento Científico de Enfermagem Gerontológica.

O material foi produzido por enfermeiros que atuam e pesquisam na área da enfermagem geriátrica e gerontológica no Brasil e buscam auxiliar os profissionais de enfermagem que cuidam da população idosa, maiores vítimas da Covid-19, em diferentes cenários. O conhecimento científico é aliado ao enfrentamento da situação de pandemia e visa recuperar a saúde de vítimas do novo coronavírus, assim como preservar a saúde física e mental da equipe de enfermagem.

As doutorandas do PPGEnf que participam da publicação são as enfermeiras Carolina Backes, Eliane Raquel Rieth Benetti, Larissa Venturini e Sandra da Silva Kinalski.

O e-book está disponível no link.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2020/04/01/ppg-em-gerontologia-da-ufsm-coordena-criacao-de-portal-sobre-temas-cientificos Wed, 01 Apr 2020 13:17:24 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=51595

O Programa de Pós-Graduação em Gerontologia da UFSM, em parceria com a Fundação Universidade Aberta da Terceira Idade (Funati-UEA), coordenou a criação do portal Ciência & Consciência, uma plataforma virtual organizada por pesquisadores e profissionais oriundos de diversas áreas do conhecimento e produzida de modo cooperativo, solidário e sem fins lucrativos. 

O principal objetivo do portal, lançado nesta terça-feira (31), é divulgar, compartilhar e discutir informações qualificadas baseadas em evidências científicas, que muitas vezes ficam diluídas dentro da grande quantidade de material disponível na internet sobre um determinado tema, principalmente envolvendo aspectos gerontológicos e de atenção à pessoa idosa. A ideia surgiu a partir da pandemia do coronavírus, mas a intenção é que outros temas também sejam contemplados.

O Ciência & Consciência visa contribuir com profissionais da área da saúde e da população em geral, concentrando uma ampla gama de informações de fontes confiáveis e verificáveis sobre temáticas que afetam a população brasileira e mundial, como a pandemia do coronavírus.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2019/12/11/ufsm-firma-parceria-com-fundacao-do-amazonas-para-intercambio-em-saude-e-envelhecimento Wed, 11 Dec 2019 13:56:46 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=50792

Na última semana, o diretor do Centro de Educação Física e Desporto (CEFD), Rosalvo Sawitzki, e a coordenadora do curso de mestrado em Gerontologia, Ivana da Cruz, estiveram na sede da Fundação Universidade Aberta da Terceira Idade (Funati), em Manaus (AM), participando do 1º Workshop de Pesquisa, Inovação e Desenvolvimento de Tecnologia para o Envelhecimento.

Na ocasião, Rosalvo representou o reitor da UFSM, Paulo Afonso Burmann, na assinatura de uma parceria entre aquela instituição e a UFSM, no sentido de viabilizar o intercambio de professores e estudantes, especialmente de pós-graduação, nas áreas do envelhecimento e da Educação Física.

A iniciativa de formalizar o acordo partiu do curso de Gerontologia, uma vez que a professora Ivana desenvolve pesquisas junto à Funati desde sua criação, há mais de dez anos. A parceria tem o apoio da Universidade Estadual do Amazonas (UEA).

Fonte: Núcleo de Comunicação Institucional do CEFD

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2019/06/07/curso-de-formacao-em-gerontologia-sera-realizado-na-proxima-semana Fri, 07 Jun 2019 12:36:04 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=48042

Curso de Formação em Gerontologia será promovido pelo Programa de Pós-Graduação em Gerontologia, do Centro de Educação Física e Desportos (Cefd), nos dias 14 e 15 de junho, no auditório do Colégio Politécnico.

As inscrições, abertas ao público em geral, podem ser feitas por meio do formulário disponível na página do evento no Facebook.

Programação:

14 de junho
Manhã
8h30 - 9h30 - Credenciamento
9h30 – Apresentação do curso - Prof. Dr. Marco Aurélio de Figueiredo Acosta
9h45 – Momento cultural
10h - Intervalo (coffee break)
10h15 - Palestra “A aposentadoria e suas implicações / PPA - Experiência da UFSM” - administrador Carlos Augusto Cunha Filho, especialista em Gestão de Recursos Humanos, mestrando em Gerontologia (UFSM)
11h - Palestra “Os 7 Is da geriatria: principais síndromes geriátricas” - fisioterapeuta Gabriele Ruiz Keller, mestranda em Gerontologia (UFSM)
Tarde
13h30 - Palestra “O envelhecimento humano em 10 pontos” - Prof. Dr. Marco Aurélio de Figueiredo Acosta, licenciado em Educação Física (UFSM), mestrado e doutorado em Ciências do Movimento (UFSM), professor associado da UFSM e coordenador substituto do Programa de Pós-Graduação em Gerontologia (UFSM)
14h15 - Palestra “A população idosa e os direitos previdenciários e assistenciais” - assistente social Fernanda Giordani Kretzmann, especialista em Direito de Família e Mediação de Conflitos (Fapas) e mestranda em Gerontologia (UFSM)
15h - Intervalo (coffee break)
15h30 - Palestra “Estratégias e cuidados no envelhecimento cutâneo” - enfermeira Liana Marques, especialista em Enfermagem Dermatológica
16h15 - Palestra “As interfaces do envelhecer e a saúde da população negra no contexto de gênero e classe” - fisioterapeuta Sandra Beatriz Aires dos Santos - especialista em ReabilitaçãoFísico-Motora (UFSM) e mestranda em Gerontologia (UFSM)
Noite
18h30 - Palestra "Gerontologia educacional: a interface da educação com o
envelhecimento" - assistente social Clarita Souza Baroni Silveira, especialista em Gestão Pública (UFN) e mestranda em Gerontologia (UFSM)
19h15 - Palestra “A queda em pessoas idosas e a fratura de fêmur como grave consequência” - fisioterapeuta Ana Paula Donato, especialista em Reabilitação Físico-Motora (UFSM) e mestranda em Gerontologia (UFSM) e fisioterapeuta Gabriele Ruiz Keller - mestranda em Gerontologia (UFSM)
20h - Encerramento

15 de junho
Manhã
9h - Palestra “Cohousing: Arquitetura para a Longevidade” - nutricionista Taciane Gabriela Jeske - especialista. em Gerontologia e Saúde Mental e mestranda em Gerontologia- UFSM.
9h45 - Palestra “Bioética, envelhecimento e Cuidados Paliativos” - terapeuta ocupacional Nathalie da Costa Nascimento, especialista. em Gestão e Atenção Hospitalar no Sistema Público de Saúde com ênfase na Hemato-Oncologia (UFSM) e mestranda em Gerontologia (UFSM).

10h30 - Intervalo (coffee break)
10h45 - Palestra “A assistência de enfermagem a idosos longevos em uma Unidade de Pronto Socorro” - enfermeira Natalina Maria da Silva, especialista em Terapia Intensiva (UFN) e mestranda em Gerontologia (UFSM).
11h30 - Encerramento
Tarde
13h30 - Palestra "A gerontologia e os estudos interdisciplinares" - fisioterapeuta Laura Appel, mestranda em Gerontologia (UFSM).
14h15 - Palestra "Gênero e sexualidade de pessoas idosas" - fisioterapeuta Deise Iop Tavares, especialista em Reabilitação Físico-Motora (UFSM), mestranda em Gerontologia (UFSM) e fisioterapeuta Mariana Pes Turchiello, especialista em Reabilitação Físico-Motora (UFSM) e
mestranda em Gerontologia (UFSM).
15h30 - Encerramento
Obs.: A programação poderá sofrer alteração.

 

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2019/05/03/abertas-inscricoes-para-o-curso-de-formacao-em-gerontologia-que-sera-nos-dias-14-e-15-de-junho Fri, 03 May 2019 14:48:32 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=47603

Arte horizontal com informações do evento sobre fundo verde claro. Pequena foto mostra uma mão segurando a mão de um idosoEstão abertas até 7 de junho as inscrições para o Curso de Formação em Gerontologia, que será realizado nos dias 14 e 15 de junho, no auditório do Colégio Politécnico, campus sede da UFSM. O evento é idealizado por professores e alunos do Programa de Pós-Graduação em Gerontologia e ocorre todos os anos, tendo como público-alvo estudantes de cursos técnicos e de graduação, além da comunidade em geral.

O objetivo do curso é promover uma aproximação inicial dos profissionais e estudantes interessados na área do envelhecimento humano, bem como oportunizar um espaço de discussão e articulação técnico-científica dos mestrandos do PPG em Gerontologia da UFSM.

Os palestrantes serão divulgados assim que forem confirmados.

Valores da inscrição até 31 de maio: estudantes de nível médio e graduação, R$ 60,00, e demais, R$ 70,00. A partir do dia 1º de junho, estudantes de nível médio e graduação, R$ 70,00, e demais, R$ 80,00.

Inscrições pelo link.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2018/09/18/1o-simposio-de-biogerontologia-e-saude-reuniu-participantes-de-diversos-estados Tue, 18 Sep 2018 10:51:13 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=44569 Simpósio tratou do neuroenvelhecimento, do câncer e da relação entre dieta e atividade física[/caption] O 1º Simpósio de Biogerontologia e Saúde ocorreu, na última sexta (14) e no último sábado (15), no Auditório Wilson Aita, no anexo C do Centro de Tecnologia (CT). Os principais temas tratados no evento foram o neuroenvelhecimento, câncer e o binômio dieta/atividade física. Entre os temas abordados nas conferências e painéis, destacam-se os seguintes: modelos de células neurais, zebrafish e roedores no estudo das doenças de Parkinson e Alzheimer, envelhecimento da pele, manejo de lesões, psicofármacos e depressão, dieta amazônica, atividade física, oncogenética, biogenômica, suplementos fitoterápicos e quimioterapia, estresse dos idosos e de seus cuidadores, diabetes e doenças cardiometabólicas. Os assuntos foram abordados por professores e pesquisadores das universidades federais de Santa Maria (UFSM), do Rio Grande do Sul (UFRGS), de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) e do Pampa (Unipampa), e também da Pontifícia Universidade Católica (PUCRS), Universidade de Passo Fundo, Universidade Regional do Noroeste do Estado (Unijuí), Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e Universidade Ibirapuera (Unib). A ideia de realizar o evento, como conta uma das organizadoras, Fernanda Barbisan, surgiu do fato de que a biogerontologia, que estuda como ocorre o envelhecimento biológico, ou seja o envelhecimento das células, é uma área pouco conhecida no Brasil, sendo a base para todo o envelhecimento humano, ainda buscando compreender como o ambiente afeta o processo de envelhecer. Por exemplo, como atividade física, dieta e estresse podem influenciar no processo de envelhecer de cada pessoa. Fernanda ainda destaca a importância da realização do evento. “Consideramos o evento relevante, por ser o primeiro no Brasil voltado ao debate dos diversos aspectos do envelhecimento biológico. No Brasil, atualmente, a expectativa de vida gira em torno de 76 anos, ou seja, já estamos com uma boa longevidade, mas o grande problema é que a partir dos 56 anos, mais ou menos, os brasileiros passam a conviver com doenças crônicas não transmissíveis, como as dislipidemias, diabetes, depressão, dores nas articulações dificultando movimentos”, relata. Ao total, 300 pessoas participaram do evento, incluindo alunos de graduação e pós-graduação dos diversas instituições do estado e também de Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Amazonas. O evento contou com sessões temáticas, com espaço para debate e apresentações de trabalhos. Foram 128 trabalhos aprovados, sendo que 125 foram apresentados sob a forma de pôster e os três melhores foram apresentados de forma oral. O destaque do evento foi a entrega do Prêmio Sir Peter Medawar, conferido aos três melhores trabalhos enviados para o simpósio. Os trabalhos vencedores do prêmio foram: “A gente acha que com a gente não vai acontecer: um estudo de casos múltiplos sobre envelhecer com HIV/Aids". Autores: I. C. P. Paludo, L. R. Olesiak, A. M. Quintana (UFSM). "Adaptation and validation of the chilean version of the test your memory (TYM) test". Autores: G. Urrutia, P. García (Universidad de Talca, Talca, Chile, e UFSM). "Avaliação do efeito in vitro do laser de baixa potência na proliferação de fibroblastos senescentes expostos a um estressor". Autores: D. R. Maldaner, M. M. M. F. Duarte, N. C. de A. Bonotto, E. C. D. Flora, C. M. U. Negretto, C. C. Marasciulo, A. J. F. Knupp (UFSM e Ulbra/SM). A promoção do evento foi do Programa de Pós-Graduação em Gerontologia e do Laboratório de Biogenômica, com o apoio das ligas acadêmicas de Geriatria e Gerontologia, Patologia e Genética, Medicina do Exercício e Esporte da UFSM. Texto: Laura Coelho de Almeida, acadêmica de Jornalismo e bolsista na Agência de Notícias da UFSM Fotos: Maria Luísa Viana, acadêmica de Jornalismo da UFN e estagária da Agência de Notícias da UFSM Edição: Ricardo Bonfanti]]>