UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com Universidade Federal de Santa Maria Wed, 01 Apr 2026 11:16:02 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com 32 32 UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pet/agronomia/2023/11/15/esta-no-ar-mais-um-episodio-pra-la-de-especial-do-hora-do-mate%f0%9f%a7%89 Thu, 16 Nov 2023 01:23:14 +0000 http://www.55bet-pro.com/pet/agronomia/?p=1148

No Ep. 18 as petianas Fernanda Ribeiro e Luana Flores tiveram uma conversa muito interessante com Profº Dr. Fábio Thewes, Graduado em Agronomia pela Universidade Federal de Santa Maria (2013), Mestre e Doutor em Agronomia pela Universidade Federal de Santa Maria. Período de Doutorado Sanduíche na Universidade de Hohenheim - Kompetenzzentrum Obstbau Bodensee/Alemanha, com a temática: “Plantio Direto em hortaliças.”Esta temporada tem como tema principal: “Solo Vivo”.🎧 Ouça agora, esse baita episódio que está imperdível! Pegue teu mate e escute o Ep.18 do Hora do Mate! 🧉

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ccr/2023/03/28/inscricoes-para-bolsas-de-assistencia-tecnica-na-area-de-producao-de-frutas-e-hortalicas-encerram-amanha Tue, 28 Mar 2023 16:13:52 +0000 http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ccr/?p=7537

As inscrições para a seleção de bolsistas para atuar no Projeto de Extensão Nº 054843: “Polifeira do Agricultor” encerram amanhã (29). Alunos(as) interessados(as) podem consultar edital completo e realizar a inscrição clicando aqui.

As atividades da bolsa incluem: acompanhamento das reuniões com agricultores; organização, execução e apoio dos eventos produzidos pelo projeto; apoiar a realização de tarefas administrativas de gestão da Polifeira; acompanhamento durante a feira e interação com os agricultores na busca de informações e demandas; visitas de monitoramento nas propriedades, conversas diretas com os participantes do projeto e análise de problemas e possíveis soluções; estudo e preparação de materiais para criar a capacidade de orientar os agricultores em produção agroecológica; auxílio e desenvolvimento de atividades de manejo e condução de pomares e horta; preparar eventos de qualificação dos feirantes; organização da montagem da feira – carregar tendas, colocar material de divulgação; atividades de fomento a participação na Polifeira, projetos e ações desenvolvidas na UFSM; preparar e apresentar resumo na JAI – 2023; outras atividades inerentes ao projeto.

 

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2022/08/09/iluminacao-artificial-de-hortalicas-apresenta-resultados-positivos Tue, 09 Aug 2022 18:55:15 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=59359

A partir de uma horta piloto, estudantes de Engenharia Elétrica da UFSM campus Cachoeira do Sul estão estudando o impacto da iluminação artificial para o cultivo de hortaliças, com o objetivo de aumentar os níveis de produtividade em um período de tempo inferior ao habitual. Como resultado da primeira colheita, feita com 72 pés de alface estimulados com suplementação luminosa e 18 sem estímulo, notou-se um aumento no tamanho, na área foliar, no peso e no diâmetro das plantas.

Os pés de alface da pesquisa foram estimulados por seis horas de luz artificial por dia, ao longo de 45 dias, e os resultados preliminares, apresentados a seguir, são valores médios de cada canteiro analisado:

Número de folhas de cada pé: 47% maior em pés com suplementação;
Área foliar (área das folhas): 63% maior em pés com suplementação;
Peso de cada pé: 57% maior em pés com suplementação;
Diâmetro do pé: 17% maior em pés com suplementação.

Iniciado em 2021, o projeto compunha o Trabalho de Conclusão de Curso de um dos estudantes de engenharia, mas atualmente tem continuidade através de três alunos de graduação e três docentes do campus de Cachoeira do Sul. Segundo o professor coordenador da pesquisa, Paulo César Vargas da Luz, o estudo é feito em Cachoeira porque a cidade possui um número significativo de pequenos produtores de hortaliças, o que é importante para o projeto, uma vez que sua finalidade é criar um sistema favorável, economicamente, aos agricultores locais.

Estrutura da iluminação suplementar

A iluminação artificial, fornecida por lâmpadas LED, imita a luz solar, utilizada pela planta para o crescimento. Assim, os pés de alface são estimulados a crescer durante a noite, por “entenderem” que o dia ainda não acabou, permitindo que o fotoperíodo (duração do dia em relação à noite) da planta seja aproveitado ao máximo. Até o momento, o projeto detém 10 canteiros de 1m² cada, sendo oito destes compostos por lâmpadas LED em azul e vermelho, cores que geram uma iluminação rosa, característica das fazendas urbanas (pink farm). Acionadas automaticamente no fim da tarde, às 18 horas, as luminárias são programadas também para se desligarem em intervalos de tempos diferentes.

Da Luz explica que os pesquisadores pretendem quantificar o crescimento das hortaliças em relação ao tempo e à energia gasta no sistema de iluminação para, posteriormente, propor um sistema de iluminação mais acessível financeiramente. Tal fator é relevante para o projeto porque a ideia é que ele apresente baixo custo e seja de fácil implementação, para ser replicado por pequenos produtores. “É buscada a simplicidade para profissionais que não sejam especialistas da área de engenharia elétrica. Para tanto, pretendemos a documentação do projeto com manuais e vídeos que facilitem a reprodução dos sistemas propostos. [...] Através desse sistema, o tempo de cultivo de uma horta reduz, o que aumenta a produtividade desta área em um mesmo período de tempo. Por consequência, aumenta também a rentabilidade para estes agricultores.”, explica o professor responsável.

Projeto indoor

Para além da pesquisa de suplementação luminosa, os estudantes de engenharia elétrica também estão desenvolvendo um projeto indoor, no qual uma estufa de pequeno porte para temperos e hortaliças recebe iluminação, irrigação e calor artificiais. Neste caso, as plantas não ganham luz natural, por serem criadas em locais fechados, como apartamentos, por exemplo.

O futuro da iluminação artificial

Quanto aos próximos passos do projeto de iluminação artificial, o Coordenador da pesquisa expressa que, caso os resultados seguintes sigam sendo favoráveis, o objetivo é expandir o sistema piloto para diferentes tipos de cultivos, já que a suplementação luminosa pode ser aplicada a variadas categorias de plantas, variando apenas os períodos de iluminação e a potência das lâmpadas. 

Por meio de novas pesquisas, os acadêmicos de engenharia elétrica pretendem analisar questões como valor nutricional, controle de qualidade do solo e implementação de estufas totalmente automatizadas. A partir desse estudo ampliado, até o final de 2022, devem ser firmadas parcerias com produtores da região de Cachoeira do Sul, com o intuito de promover cultivos maiores.

 

Texto: Laurent Keller, estudante de jornalismo, bolsista da Agência de Notícias
Fotos: Paulo César Vargas da Luz
Edição: Mariana Henriques, jornalista

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2020/09/03/hortalicas-nao-convencionais-sao-tema-de-live-nesta-quinta-3 Thu, 03 Sep 2020 11:13:10 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=53508

Uma live nesta quinta-feira (3), às 17h, no Instagram @PhenoGlad e no Facebook, vai debater plantas alimentícias (hortaliças) não convencionais.

O coordenador da Equipe PhenoGlad na UFSM, professor Nereu Augusto Streck, conversa com a pesquisadora da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) Marinalva Woods Pedrosa.

 

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/arco/hortalicas-hidroponicas-sao-organicas Tue, 11 Sep 2018 12:49:05 +0000 http://coral.55bet-pro.com/arco/sitenovo/?p=4455 O cultivo de plantas na água, sem contato algum com o solo ou substrato, e em ambiente protegido, é chamado de hidroponia (hydro = água, ponos = trabalho) ou ainda sistema NFT (Nutrient Film Technique). A maioria das hortaliças pode ser cultivada neste sistema, especialmente as folhosas, como alface, rúcula, salsa e cebolinha.   O jeito mais fácil de identificar uma planta hidropônica na prateleira do supermercado é observando a embalagem, que normalmente contém uma unidade da hortaliça e está devidamente identificada, ou pela presença da raiz (no caso da alface), em tonalidade clara. Além disso, as hortaliças hidropônicas geralmente apresentam boa aparência, sendo o aspecto visual do produto bastante levado em conta pelo consumidor na hora da compra. Mas é possível que hortaliças hidropônicas sejam orgânicas?   A professora de Olericultura do Departamento de Fitotecnia do Centro de Ciências Rurais da UFSM, Natalia Teixeira Schwab, explica que, se levado ao pé da letra o que diz a legislação para a produção orgânica no Brasil, seria difícil enquadrar a produção hidropônica em um sistema orgânico certificado. “Muitas pessoas pensam que a produção orgânica é aquela que não utiliza agrotóxicos, mas não é só isso. Existem diferenças no processo de preparação do solo - no caso da produção convencional no solo, na seleção dos adubos, que devem ser oriundos de fontes renováveis [aquelas que se regeneram espontaneamente ou através da intervenção humana] e no controle de doenças e pragas”, explica Natalia. No entanto, para sanar completamente a questão, é necessário antes conhecer mais sobre a hidroponia. A técnica é bastante antiga, contudo chegou ao Brasil somente na década de 1980. Surgiu inicialmente com o sistema de floating (flutuante, em português), também conhecido como DFT (Deep Film Technique ou técnica de filme profundo, em português) ou piscina. Nele não existem canais de cultivo, mas sim uma mesa na qual permanece uma lâmina de solução nutritiva em contato com as plantas. O sistema evoluiu até chegar ao formato utilizado atualmente, conhecido por NFT, no qual um filme de água nutritiva passa pela raiz da planta através de calhas.   Segundo a professora Natalia, o sistema de hidroponia, por ser conduzido em ambiente protegido (estufas), possibilita o controle de todo o processo produtivo, desde as condições ambientais, como a temperatura e a umidade do ar, até a quantidade de nutrientes recebida pelas hortaliças. Com isso, é possível cultivar plantas em um ciclo mais curto, aumentando a produção por área, além de garantir a qualidade visual do produto, tornando-o mais valorizado no mercado.   Porém, apesar dos benefícios da produção hidropônica em estufas, esta é uma das características que dificultam a execução da lei para a produção orgânica, que preconiza o emprego de  recursos renováveis, e a estufa, por ser de plástico, e este derivar do petróleo, vai contra o determinado. Além disso, muitos dos adubos utilizados nesse sistema não são derivados de fontes renováveis. O que o cultivo em estufa permite, segundo Natalia, é a redução ou substituição de agrotóxicos por outros insumos e técnicas - cumprindo parte da lei. Uma delas é realizar o controle de insetos por meio de iscas entomológicas - placas coloridas que atraem e capturam tais pragas - o que resulta em uma produção mais limpa.     O sistema, se comparado ao convencional, possui custo mais elevado, especialmente na fase de instalação, nas manutenções da estrutura física e na compra de adubos - mais caros que os utilizados no cultivo convencional no solo. Além disso, é altamente dependente de energia elétrica - na falta dela, a produção é perdida - e exige conhecimento técnico elevado. Contudo, a hidroponia, se bem manejada, proporciona todas as condições que a planta precisa para crescer, de acordo com Natalia, que complementa: “É um sistema muito interessante, uma fábrica de alimentos. Acredito que a tendência da produção de hortaliças seja ir para a hidroponia”.   Neste sentido, refinamentos da técnica já foram desenvolvidos: a aquaponia, na qual é consorciada a criação de peixes com o cultivo de hortaliças; e a aeroponia, que, em vez de filme de água com nutrientes, ocorre a aspersão de nutrientes nas plantas, reduzindo o consumo de água. No entanto, ainda não existem linhas específicas de incentivo governamental à produção de hortaliças e, por consequência, da produção hidropônica.       Agora, no supermercado, você já sabe: hortaliças hidropônicas não são necessariamente orgânicas. De qualquer forma, são alimentos extremamente saudáveis e devem ser consumidos sem moderação.     Reportagem: Andressa Motter, acadêmica de Jornalismo Edição: Tainara Liesenfeld, acadêmica de Jornalismo Ilustração: Juliana  Krupahtz, acadêm ica de Desenho Industrial Fotografia: Arquivo pessoal]]>