UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com Universidade Federal de Santa Maria Thu, 16 Apr 2026 20:21:41 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com 32 32 UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2024/11/19/ha-uma-decada-projeto-zelo-e-sinonimo-de-cuidado-para-caes-e-gatos-abandonados-no-campus-sede Tue, 19 Nov 2024 10:48:14 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=67639 [caption id="attachment_67650" align="alignright" width="473"]foto vertical colorida de duas moças abraçadas lado a lado, olhando para a câmera, ao lado banners do projeto e abaixo caixas com itens à venda Brechó angaria recursos para o projeto[/caption]

Criado em 2014, o Projeto Zelo atua há 10 anos com o propósito de conscientizar a população acadêmica e geral sobre a causa animal e auxiliar cães e gatos em situação de vulnerabilidade no campus. Em 2018, a iniciativa - que originalmente era vinculada ao Gabinete do Vice-Reitor - foi assumida pela Pró-Reitoria de Extensão (PRE), sob a coordenação da professora Fabiana Stecca, do Departamento de Ensino do Colégio Politécnico.

O projeto conta com uma equipe institucional e multidisciplinar formada por servidores e estudantes. O Zelo age, principalmente, por meio de palestras educacionais com a temática do abandono e dos maus-tratos. No último ano, quase 100 cães passaram pelo grupo.

Com campanhas e meios próprios de arrecadação de recursos para os tratamentos dos animais, o Zelo encaminha cães e gatos abandonados para atendimento veterinário e adoção. Os serviços prestados pelo projeto são exclusivos para os bichanos que têm relação com o 55BET Pro Sede. 

Para Fabiana, de modo geral, ainda não há um entendimento sobre o papel educativo do Zelo. “Acham que, por ser de uma instituição pública, o projeto tem que se responsabilizar. Infelizmente, quanto mais nós, as ONGs e os municípios trabalhamos, mais as demandas surgem. Isso acontece porque as pessoas acham que alguém vai fazer o que elas não fizeram: cuidar dos animais”, desabafa.

Protocolo de atendimento 

Quando há notificação de abandono, o projeto organiza uma série de etapas de verificação. O primeiro passo é solicitar ao reportador os locais onde o cão ou gato foi visto e com que frequência, além de fotos do animal. Pelas redes sociais, o Zelo tenta localizar o tutor. Não havendo tutela reconhecida, é agendada uma consulta para conferir o estado geral de saúde do animal.

Após a checagem de saúde, verifica-se a castração dos animais com idade suficiente para esse processo. Os cães e gatos castrados são direcionados para a adoção. Para os que ainda não passaram pela castração, inicia-se uma campanha de captação de recursos. 

Assim que se constata que o bicho está saudável e castrado, ocorre o encaminhamento para a adoção responsável. Fabiana evidencia que a prioridade é castrar todos os animais adultos que passam pelo projeto para facilitar o processo de adoção e reduzir o aumento populacional. 

Parceria com o Hospital Veterinário Universitário

O trabalho do Hospital Veterinário Universitário (HVU) com o Zelo foi instituído desde o início do projeto. Ex-coordenadora do Zelo, a professora Anne do Amaral, associada ao Departamento de Clínica de Pequenos Animais do Centro de Ciência Rurais (CCR), considera que o ponto forte da atuação do Zelo é o processo de monitoramento desses animais soltos no campus. 

A professora do CCR entende que, ao acompanhar os abandonos e promover a educação responsável, o Zelo evita o abandono de novos cães. “O campus não é um local adequado, a gente gostaria que mais nenhum animal estivesse na rua, mas infelizmente isso ainda não é uma realidade”, relata.

No entanto, embora sejam realizados no HVU, os atendimentos não são gratuitos. De acordo com Anne, os custos são abatidos por recursos públicos destinados pela reitoria e que os tratamentos são variados. “Tudo o que se faz aqui tem custos. Tratamos lesões de pele, doenças infectocontagiosas, gatos com doenças virais. Identificada a necessidade de atendimento, o Zelo nos passa os animais que, depois de tratados, são liberados para voltar ao local onde vivem ou para a adoção”, conclui.

Adoção responsável

O processo de adoção coordenado pelo Zelo se inicia com postagens no seu perfil no Instagram com as principais características do animal para que os interessados em adotá-lo entrem em contato com o projeto. Após, acontece uma pré-entrevista para saber se a pessoa tem condições de se tornar uma adotante e um lar apropriado. A etapa final é composta por uma entrevista mais direta com detalhes sobre o que se sabe da vida do animal até aquele momento.

Fabiana salienta que algumas regras são rígidas para garantir o bem-estar do animal. “Muita gente fala que os projetos são chatos, que perguntam demais, mas os animais têm perfis. É obrigatório pensar na segurança e na socialização desse cão ou gato. Para adotar um gato o apartamento tem que ser telado e não pode ter rota de fuga", exemplifica.

A coordenadora ressalta a importância de não se adotar por impulso. “Animais não são uma coisa para se jogar fora. Eles têm vida, sentimentos. Adoção responsável é saber que o animal pode contar com o dono até o fim. Inclusive, é preciso se preparar para que o animal tenha com quem ficar se acontecer algo com o dono, seja por morte, gravidez, mudança ou outros motivos”, afirma a professora.

[caption id="attachment_67649" align="alignright" width="516"]foto colorida horizontal de um cão de grande porte deitado sobre um acolchoado Caso do "Amarelo" foi um dos que mobilizaram o grupo[/caption]

O crime do abandono

Em junho deste ano, o Zelo denunciou o abandono do cão apelidado de “Amarelo”, ocorrido em maio nas proximidades do Parque Tecnológico e Centro de Educação Física e Desportos (CEFD). Os autores - que, posteriormente, confessaram o ato e foram indiciados criminalmente - foram identificados pelo sistema de câmeras da Vigilância da UFSM e um boletim de ocorrência foi registrado. Previsto pela Lei 9.605/98, o crime, com alteração da lei nº 14.064/2020, tem pena de reclusão de 2 a 5 anos, multa e proibição da guarda. 

Sobre o caso, em uma publicação no Instagram, o projeto frisou que, na UFSM, não há abrigo e nem atendimento gratuito e que existe uma alta demanda de voluntários, lares temporários e doações. De 2018 a 2023, foram encaminhadas castrações para 62 cães e 105 gatos. No mesmo período, 158 cães e 158 gatos atendidos pelo Zelo foram adotados. Até a publicação desta reportagem, o registro de abandonos em 2024 chegava a 19 casos. Cães ainda não adotados formam a maioria desses animais. 

A coordenadora reforça que o abandono se configura pela falta de um tutor responsável, questão que expõe o animal a diversos perigos. “Um animal que está solto, dentro ou fora do campus, mesmo tendo os cuidados básicos, continua sendo abandonado, pode ser atropelado, não sabe se virar sozinho. Então, todo esse caminho exige o esforço da nossa equipe, dos voluntários, para ser possível observar e cuidar dos animais”, explica.

Saiba como apoiar

O projeto capta recursos por meio do brechó Grife do Zelo, que reverte todos os ganhos para a causa animal, e a campanha contínua “Bixo que ajuda bicho”, que incentiva a arrecadação de alguns itens. Pacotes de ração, sobras de medicamentos veterinários, potes de alimentação, coleiras, caixas de transporte, acessórios para pets e pessoas, roupas e calçados são aceitos. O que não é destinado aos animais é revendido.

Contribuições financeiras também são bem-vindas por meio da chave PIX fabiana@55bet-pro.com, da coordenadora. Durante a semana, nos turnos da manhã, tarde e noite, doações materiais podem ser entregues na portaria do Colégio Politécnico  (bloco F), na sala C9 (bloco C) ou na CESPOL (bloco A). Outras formas de auxiliar o projeto são promover trotes solidários, participar do Zelo como voluntário ou se candidatar a lar temporário.

Texto: Kemyllin Dutra, acadêmica de Jornalismo, voluntária da Agência de Notícias
Fotos: Arquivo
Edição: Ricardo Bonfanti

]]>
UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2023/07/10/oleo-de-canabidiol-e-utilizado-para-tratar-dermatite-atopica-canina-no-hvu-da-ufsm Mon, 10 Jul 2023 11:00:52 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=62891 [caption id="attachment_62896" align="alignright" width="732"]Fotografia horizontal de duas pessoas à esquerda. Uma das pessoas na foto é Carollina, que está ao lado esquerdo. Ela é uma mulher branca, loira e usa um jaleco branco com o brasão da UFSM na manga. Há outra pessoa na foto, Saulo. Ele está no centro. Saulo é um homem branco, tem cabelo curto e marrom; usa um jaleco branco. Na frente dos dois tem um cachorro de pelagem branco no peito e marrom na face e orelhas, o animal recebe uma dose do medicamento à base de cannabis. O cenário é de uma sala com as paredes brancas e uma janela ao lado direito da foto. A janela está aberta e entra luz solar. Carollina e Saulo mostram como é a aplicação nos pets[/caption]

O gato Gregório morreu no ano de 2018 em decorrência da Doença de Cröhn, que pode ser tratada com substâncias da cannabis. Na época, a tutora Carollina Mariga não tinha conhecimento do medicamento. A perda do seu animal motivou a futura mestre em Medicina Veterinária a utilizar o espaço da UFSM para auxiliar famílias que, assim como a dela, estavam dispostas a buscar alternativas de tratamento para o bem-estar dos pets. 

Foi assim que, de forma inédita, o óleo de canabidiol começou a ser aplicado em cães com dermatite atópica canina no Hospital Veterinário Universitário (HVU) de Santa Maria. A iniciativa é parte do projeto de mestrado de Carollina. Esta doença, embora não seja fatal, causa coceira excessiva na pele, o que faz com que os cachorros se machuquem ao se coçarem constantemente. A cannabis é uma alternativa para aliviar os sintomas, já que a doença não tem cura. 

“Nosso objetivo é usar os efeitos antiinflamatórios presentes no óleo para aliviar a coceira que os cachorros têm. Isso porque o tratamento tradicional dessa doença são medicamentos caros e com grandes efeitos colaterais”, explicou Saulo Tadeu Filho, docente do curso de Medicina Veterinária e orientador da pesquisa. 

O óleo foi doado por instituições nacionais e o processo de testagens iniciou em agosto de 2022. Ainda segundo o professor, se a Universidade não disponibilizasse o medicamento de forma gratuita por meio do projeto, ele não seria acessível para parte da população. Além de um tratamento que é para a vida toda, cada frasco da substância custa cerca de R$ 300,00. 

Logo após as tramitações para se adquirir legalmente o óleo pela UFSM, as testagens foram iniciadas em pacientes do HVU que já tinham a doença diagnosticada. Os tutores recebiam os frascos do hospital e medicavam os animais em casa. Foram 14 cães participantes - incluindo o grupo controle (parte do grupo experimental que não recebe o tratamento. Serve como base de comparação aos pacientes que receberam e é uma tática crucial para pesquisas de testes, como os recentes testes das vacinas). Entre as raças, estão labradores, sem raça definida, dachshund (salsichinha), e em grande maioria, shih-tzus. 

O óleo utilizado contém 1.500mg de CBD (canabidiol) e 72mg de THC (tetrahidrocanabinol, principal substância psicoativa) num frasco de 30ml. A dose estipulada para a pesquisa foi de 2,5mg/kg para cada cão. O óleo cobriu o período de tratamento estipulado no projeto. Mas, quem teve interesse em seguir com a medicação, pôde adquirir por associação, mediante prescrição veterinária.

 

[caption id="attachment_62897" align="alignleft" width="380"]Fotografia vertical de um cão da raça golden. Ele tem o pelo denso e amarelado. Ele está de costas para a câmera, de língua para fora e olhando para o lado. Está em um campo, deitado em uma manta colorida. Woody, cão de Jéssica e participante do projeto (Foto: Jéssica dos Santos Ribeiro/Arquivo pessoal)[/caption]

Primeiros resultados e desafios

Apesar de a análise laboratorial não apresentar grandes resultados na pele dos animais, a mudança na prática é expressiva: muitos cães melhoraram com o tratamento, outros estabilizaram. “A gente teve os mais variados resultados, assim como é a terapia canábica. Cada um vai responder de uma forma. Tivemos animais que passaram o primeiro verão sem crise, os que ainda estão em terapia, mas já melhoraram, e outros que não responderam ao tratamento”, comenta Carollina Mariga.

A melhora já foi observada pela tutora do Woody, um golden retriever que iniciou o tratamento recentemente. O caso dele foi diferente, pois participou do projeto como grupo controle. Jéssica dos Santos Ribeiro seguiu com a equipe para o processo de uso do verdadeiro óleo e reajuste das doses para o animal. 

O cão tem um caso grave de coceiras e utiliza outros medicamentos para conter as crises. “Ainda não chegamos na concentração ideal do canabidiol, mas percebemos uma redução na dose dos outros medicamentos, como o corticóide, que é necessário para ele sair de crises, quando acontecem. Hoje, ele precisa de metade da dose que ele usava antes”, comenta a tutora.

Diante dos resultados, alguns desafios foram identificados durante as etapas de trabalho. Os pesquisadores entenderam que outras variáveis influenciam nos resultados de melhora, como o ambiente em que o animal vive, a dedicação do tutor, a sua rotina, entre outros aspectos. Carollina, porém, explica que a pesquisa não pode exigir uma realidade utópica dos cães. “Mantivemos a realidade do animal e acrescentamos a cannabis para verificar somente a atuação dela. Obviamente que associar mais cuidados poderia ter uma melhora significativa, mas aí iria sair do escopo da pesquisa”, comenta.

Outro desafio foram as doses. Em um primeiro momento, a pesquisa se propôs a utilizar uma dose fixa, algo que já pensam em mudar no projeto de doutorado. “Tem pacientes que não respondem à primeira dose, mas a outras mais altas. E isso não fizemos, mas queremos. Variar a dose ou aumentar até um determinado patamar em que o paciente possa responder”, disse Saulo Tadeu. A próxima etapa muda também o componente do tratamento: agora as testagens serão com óleo de cannabis, e não mais canabidiol.

Cannabis x Canabidiol: A cannabis é a planta com todas suas substâncias e compostos. O canabidiol é uma das substâncias químicas encontradas na cannabis que constitui uma parte dos compostos da planta.

 

Quais os critérios para participar

A parceria entre pesquisadores e as instituições que disponibilizaram o óleo de cannabis rendeu produtos suficientes para a sequência da experimentação no doutorado da discente. Além disso, o uso de canabidiol para a dermatite atópica canina já está registrado como projeto na Universidade e a ideia é que cada vez mais pessoas se integrem na pesquisa.

A continuidade da ação possibilita que mais tutores levem seus animais de estimação a este tratamento. Atualmente o projeto não está recrutando novos cães, isso porque a etapa de mestrado foi concluída. Para a etapa de doutoramento, estima-se ampliar o acesso. Como a seleção para o projeto é feita pela própria lista de pacientes do HVU, tutores que têm interesse em cadastrar seus pets na pesquisa já podem agendar consulta.

[caption id="attachment_62898" align="alignright" width="603"]Fotografia horizontal de uma pessoa. Centralizada na foto está Carollina. Ela é uma mulher branca, loira e usa um jaleco branco com o brasão da UFSM na manga. Carollina segura na mão esquerda um frasco de vidro marrom com detalhes azuis. Na mão direita Carollina segura um conta-gotas que está contendo o líquido amarelado. A parede ao fundo do cenário é branca. Carollina e o frasco do óleo de canabidiol[/caption]

O número de contato do Hospital é (55) 99161-7477. Ele fica localizado no 55BET Pro Sede da Universidade, prédio 97, após o Colégio Politécnico. Saulo, orientador do projeto, diz que a demanda é grande, pois a dermatite atópica é comum em cães. “Os animais cadastrados serão avaliados para saber se estão aptos a participar do estudo”, explica o professor. 

É a discente que seleciona os pets que entram. Para isso, alguns critérios são avaliados, entre eles: estar com dermatite atópica diagnosticada, controle de pulga e dieta hipoalergênica, estar com o dente limpo e não ser muito obeso. Além disso, é crucial que o tutor seja muito dedicado, pois é ele quem realiza o tratamento em casa e precisa estar em constante contato com a equipe do projeto para dar atualizações.

 

Estudos com cannabis tendem a crescer

Apesar dos benefícios já comprovados da cannabis, a venda dela e de substâncias derivadas não é legalizada no Brasil. Para conseguir este tipo de produto de forma excepcional, diversos documentos precisam ser autorizados com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Porém, a pesquisa com a cannabis é uma tendência nas universidades e nos centros médicos. 

Cada vez mais este medicamento é liberado por órgãos governamentais e os cientistas entendem os benefícios da planta para as áreas da saúde humana e animal. Conforme a Associação Brasileira da Indústria de Canabinóides, os pedidos de importação da cannabis medicinal aumentaram 110% em 2021, comparado com 2020.

“A gente sabe que ainda tem preconceito, o pessoal pensa na cannabis como ilícita. Não é essa parte, mas a medicinal e útil. Eu deixo como mensagem que os pesquisadores tentem trabalhar a cannabis, pois tem muito a explorar”, comentou o orientador. Apesar da reação negativa desta parte da sociedade, 79% das pessoas se declaram a favor do fornecimento gratuito de medicamentos feitos a partir da planta da maconha no Sistema Único de Saúde (SUS), segundo o instituto de pesquisa DataSenado.

Apoiadores ou não, os tutores não demonstraram receio ao uso do óleo de canabidiol para auxiliar seus bichinhos. Os pesquisadores se alegram com o retorno e confiança no projeto: “A gente não teve nenhuma resistência de tutores aqui, realmente eles são muito 'cabeça aberta', o que a gente agradece muito”, diz Carollina. 

Ser pioneira nos testes clínicos do óleo de canabidiol em cães torna a Universidade referência em mais uma área da ciência e motiva que o estudo siga avançando em outros centros de ensino. Além disso, outros benefícios já são vistos, como instituições que manifestaram interesse em vínculos com a UFSM para parcerias no projeto, como a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

 

[caption id="attachment_62899" align="alignleft" width="632"]Fotografia horizontal de três pessoas centralizadas sorrindo. Uma delas, Carollina, está na ponta esquerda. Ela é uma mulher branca, loira e usa uma jaqueta azul. O segundo, Rafael, está no meio. Ele é um homem branco, com barba e cabelo curto marrom; usa uma camiseta com listras verticais. Ao lado dele, no canto direito, Saulo é um homem branco com cabelo curto e preto. Ele usa uma manta preta, jaqueta preta e blusão vermelho. Todos usam calças escuras. Na frente do trio, uma mesa com os óleos importados, dois expostos e os outros embalados. O cenário é de uma sala com plantas, com uma janela aberta atrás. Carollina Mariga, Saulo Tadeu e Rafael Minuzzi na entrega do óleo (Foto: Setor de Importações/Arquivo)[/caption]

Primeira importação de óleo de canabidiol na UFSM

Os resultados da pesquisa não seriam possíveis sem a contribuição do Setor de Importações da UFSM, que cuida de todas as tramitações legais para que itens sejam importados conforme a lei. O pedido também gerou um novo desafio para a equipe: por conta do projeto, no ano passado foi a primeira vez em que o óleo de canabidiol foi importado pela Universidade. Por se tratar de um produto sensível, as tramitações exigiram uma atenção dobrada.

Os cientistas fizeram questão de mencionar e elogiar a ajuda que tiveram para conseguir o principal produto da pesquisa. “Somos muito gratos a tudo que o setor fez para conseguirmos o óleo, porque tudo envolve muita burocracia e eles sempre se colocaram à disposição”, comentou o docente.

Em junho, a UFSM teve outra novidade no que tange à importação: a primeira do óleo de cannabis, doado por uma empresa do Arkansas, nos Estados Unidos. O processo iniciou ainda em 2022. Depois de uma grande demanda de autorizações, os produtos para o projeto de doutorado de Carollina chegaram.

“Foi necessária a emissão da autorização ao controle e guarda dos produtos e a autorização de importação junto à Anvisa. Ainda foi realizado o licenciamento de importação com a Receita Federal, que trata da anuência do órgão de controle e da autorização de embarque até o Brasil. Por fim, foi realizado o desembaraço aduaneiro em São Paulo e a entrega final na UFSM”, explicou Rafael Minuzzi, chefe do Setor de Importações.

Texto: Paula Appolinario e Gustavo Salin Nuh, estudantes de Jornalismo e estagiários da Agência de Notícias
Fotos: Gustavo Salin Nuh
Edição: Lucas Casali e Ricardo Bonfanti, jornalistas

]]>
UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2022/05/09/abandono-de-animais-na-ufsm-cresce-apos-retorno-do-ensino-presencial Mon, 09 May 2022 13:07:00 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=58480 [caption id="attachment_58484" align="alignright" width="646"]Foto colorida horizontal mostra uma pessoa de costas, em frente a uma parede onde há duas prateleiras com muitas roupas Valores arrecadados no brechó do Projeto Zelo, no Politécnico, são destinados aos cuidados com os animais[/caption]

O abandono de animais no 55BET Pro Sede da UFSM vem crescendo após o retorno do ensino presencial. No total, 9 cachorros foram abandonados na Instituição ao longo das três primeiras semanas de aula, iniciadas em 11 de abril, de acordo com levantamento feito pelo Projeto Zelo. O perfil dos animais é bem definido: em maioria, sem castração e de grande porte. Até o momento, os responsáveis pelos abandonos não foram identificados e os cachorros seguem soltos pelo campus, sem abrigo.

Infelizmente, essa prática não é atual. O descarte de animais no campus acontece há, ao menos, quatro décadas, segundo relato de Fabiana Stecca, coordenadora do Zelo, projeto de extensão criado em 2014 pelo Gabinete do Vice-Reitor, com o intuito de trabalhar a conscientização para o não abandono e para a guarda responsável de animais. ‘’O abandono nunca parou, ele só foi se modificando. Na pandemia o problema ficou pior ainda, porque os animais abandonados chegavam aqui, quase todos, com problemas sérios de saúde. Tivemos situações de animais extremamente magros, famintos, com anemia inclusive’’, expõe a coordenadora.

O principal foco do Zelo é criar eventos e palestras, tanto dentro quanto fora da UFSM, para conscientizar a população acerca da causa animal. Entretanto, devido à quantidade de animais desassistidos presentes na Universidade, o projeto passou a atuar também arrecadando fundos para tratamento, castração e alimentação dos animais, além de elaborar campanhas de adoção.

Contudo, uma das voluntárias do projeto, Carla Flores, servidora atuante no curso de Odontologia, destaca que o projeto não possui abrigo próprio para os cachorros e gatos abandonados, assim como não realiza tratamentos médicos, já que o Zelo não tem por objetivo principal oferecer assistência aos animais. 

Ao encontro desse relato, Raíssa Nascimento, bolsista do projeto e estudante de Desenho Industrial, informa que o campus não é o local adequado para nenhum animal: ‘’Na universidade, eles estão sujeitos a perigos, principalmente, quando ficam mais velhos e com problemas de saúde, porque não há ninguém 24 horas disponível no campus para cuidar deles. Os animais soltos pela UFSM podem ser atropelados, brigarem entre si, ou se exporem a doenças", relata.

Em decorrência do número alto de animais desamparados - estima-se que mais de 90 -, o Zelo tem encontrado dificuldades para conseguir lares temporários suficientes e recursos financeiros para a compra de ração e vacina, e para o custeio de tratamentos, que geralmente são caros. Fabiana Stecca esclarece que, enquanto projeto de extensão, o Zelo recebe dinheiro público somente para bolsas, pequenas necessidades de custeio e repasses destinados ao Hospital Veterinário Universitário (HVU), uma vez que os animais abandonados não possuem nenhum tipo de atendimento gratuito. Fora isso, todo capital é arrecadado por meio de doações.

[caption id="attachment_58485" align="alignleft" width="504"]Foto colorida horizontal mostra dois gatinhos de pelagem bege, um deitado e outro sentado, em uma calçada em frente a uma área verde. Ambos os gatos olham para a câmera No campus, animais abandonados estão sujeitos a perigos[/caption]

Como coibir o abandono?

O abandono e maus tratos de animais é crime, previsto pelo artigo 32 da Lei Federal nº 9605 de 1998. Portanto, quando há informações suficientes sobre o abandono, é possível realizar denúncia e boletim de ocorrência. Por isso, a coordenadora do Projeto Zelo pede que as pessoas comuniquem o projeto, ou o vigilante da UFSM mais próximo, caso presenciem situações estranhas, como carros estacionados em locais incomuns do campus, para que assim os criminosos sejam responsabilizados.

Formas de ajudar o Zelo

Financeiramente, o Projeto recebe doações pelo pix fabiana@55bet-pro.com, ou por dinheiro em espécie, diretamente na recepção do Colégio Politécnico da UFSM, de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h. Doações de ração também são bem-vindas, bem como de roupas, calçados e acessórios, já que o Zelo possui um brechó, também localizado no Politécnico, cujo valor arrecadado se destina totalmente aos cuidados animais. Para conferir as peças disponíveis, basta acessar @grifedozelo no Instagram. Imãs, camisetas e calendários também são vendidos pelo Projeto todas terças-feiras de manhã na PoliFeira, na Avenida Roraima.

Outra maneira de auxiliar é tornando-se voluntário, através do e-mail citado acima, ou diretamente por mensagem no Instagram (@zeloufsm) ou Facebook (@projetozeloufsm). Também é possível adotar, ser lar temporário e apadrinhar os animais, tanto gatos quanto cachorros, ou então oferecer carona solidária, para ajudar no deslocamento até o HVU, por exemplo.

Se nenhuma dessas formas de colaboração forem viáveis, ainda é possível ajudar compartilhando os posts de divulgação dos animais disponíveis para adoção, publicados nas redes sociais do Zelo.

Texto: Laurent de Lima Keller, acadêmica de Jornalismo, bolsista da Agência de Notícias
Fotos: Ana Alícia Flores, acadêmica de Desenho Industrial, bolsista da Agência de Notícias, e Rafael Happke/Arquivo (foto de capa)
Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista

]]>
UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2022/04/25/hospital-veterinario-retoma-atendimentos-a-comunidade-em-horario-integral Mon, 25 Apr 2022 17:05:02 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=58343

O Hospital Veterinário Universitário da UFSM retomou os atendimentos com horário integral, das 7h e 30min às 19h e 30min. Os serviços disponíveis à comunidade podem ser agendados pelo telefone (55) 3220-8167 ou (55) 3220-8817, durante o horário de funcionamento. 

Todos os atendimentos voltam à sua normalidade, sem restrição emergencial. Para mais informações, acesse a página do HVU.  

Serviços fornecidos: 

- oftalmologia;

- ultrassonografia;

- radiologia;

- guia farmacoterapêutico;

- neurologia;

- clínico geral.

]]>
UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2020/06/22/ufsm-conta-com-centro-de-pesquisa-em-terapia-hiperbarica-veterinaria Mon, 22 Jun 2020 13:59:05 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=52616 [caption id="attachment_52617" align="alignright" width="462"] Câmara hiperbárica instalada no Hospital Veterinário Universitário[/caption]

O Hospital Veterinário (HVU) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) passou a contar em junho com a primeira câmara hiperbárica da HVM para tratamento de animais instalada na região sul do Brasil. O equipamento foi cedido pela HVM Brasil, única distribuidora e operadora dessa máquina específica para uso veterinário no mundo. Com o uso do equipamento, e credenciamento da Associação Hiperbárica Veterinária (VHA), Santa Maria terá um centro de referência em pesquisa, ensino e extensão em terapia hiperbárica.

O executivo da HVM Brasil, Jean Robert Malek, destaca que a terapia hiperbárica possui diversos usos em medicina veterinária, dentre eles tratamento de lesões, doenças e preparação pré-cirúrgica dos animais, aumentando a chance de sobrevivência à operação. Malek, que esteve na UFSM no ano passado, acompanhou a instalação da máquina juntamente com os professores Daniel Curvello de Mendonça Muller e Maurício Veloso Brun, do Departamento de Clínica de Pequenos Animais, do Centro de Ciências Rurais da UFSM (CCR).

A câmara hiperbárica é utilizada para terapia com oxigênio puro em alta pressão. Para entendermos: o ar que respiramos normalmente, ao nível do mar, conta com 21% de oxigênio. A câmara, no entanto, permite que o paciente respire ar com 100% de oxigênio, o que pode trazer vantagens no tratamento. O professor Daniel destaca que o tratamento da terapia hiperbárica trará benefícios tanto na visibilidade das pesquisas, quanto na possibilidade de tratamento dos animais, além de todo o aprendizado pelos alunos.

Ele explica que a utilização desse tipo de equipamento começou na Marinha, quando mergulhadores voltavam para a superfície, e formam bolhas de ar dentro da corrente sanguínea. “A alta pressão de oxigênio comprimia essas bolhas, e elas eram eliminadas. Essa câmera  permite tratar o paciente, no nosso caso os pequeno animais, com oxigênio em alto pressão. A câmera é super segura, com várias válvulas sensores, permitindo a realização desse tipo de tratamento”, explica. 

O serviço será oferecido após adaptações na sala onde a máquina foi instalada. O tratamento será utilizado apenas com indicações médicas, após todo o processo de consultas, exames e análise de cada caso. “É um novo serviço que estamos criando na universidade. O atendimento dos pacientes será via HVU/UFSM, e os médicos veterinários encaminharão aqueles casos que eles acreditam que tenham indicação. Essa parceria com a HVM é excelente e vai nos permitir  utilizar esse equipamento para ensino, pesquisa e extensão, tal como é o tripé da universidade”, destaca o professor Maurício. 

Parceria UFSM e HVM 

Em 2019, o professor Maurício participou de um congresso veterinário em São Paulo, quando teve oportunidade de conhecer o executivo da HVM. Jean Malek conta que lhe chamou a atenção o nível de competência do professor na área de medicina hiperbárica. Este fato, aliado à UFSM ser referência na área da medicina veterinária no país, levou a empresa a decidir formalizar uma cooperação efetiva com a Universidade. Desde o ano passado, os professores mantiveram o contato com a HVM e, com o apoio da Agência de Inovação e Transferência de Tecnologia da UFSM (Agittec), conseguiram realizar os trâmites contratuais para efetivar o convênio entre a empresa e a universidade.

“A Agittec foi essencial para a realização dessa parceria. Estamos muito satisfeitos com o trabalho deles”, ressalta o executivo da HVM. O professor Daniel também destaca a importância do trabalho realizado pela Agittec. “Todo esse processo ocorreu de forma tranquila, tivemos  todo o empenho da Coordenadoria de Transferência de Tecnologia para realizar o processo contratual. Por vezes falta no meio acadêmico, o entendimento da importância da Agittec na UFSM”, enfatiza o professor do CCR.

 O contrato de parceria assinado pela UFSM e HVM, prevê o uso do equipamento durante 60 meses, contados a partir da sua instalação, e pode ser renovado. Em contrapartida, a UFSM vai trabalhar no  desenvolvimento de pesquisas na área da medicina veterinária, e aplicabilidade da terapia hiperbárica. “Estamos confiantes que este centro de pesquisa vai produzir grandes resultados e contribuirá para o desenvolvimento da oxigenoterapia hiperbárica na medicina veterinária”, enfatiza o executivo da HVM. Os professores Daniel e Maurício receberam  treinamentos online e presencial da empresa para a utilização da máquina e poderão capacitar outras pessoas para manusear o equipamento.

A UFSM é a única universidade brasileira que tem esse equipamento, específico para terapia hiperbárica. “A ideia é que a nossa universidade se transforme em referência mundial nesse tipo tratamento e no uso dessa tecnologia”, ressalta o professor Maurício Brun, que já tem uma patente concedida na Espanha e licenciada por uma empresa gaúcha. 

Sobre a HVM 

A HVM é líder mundial em câmaras hiperbáricas para uso na medicina veterinária. Com mais de 100 mil tratamentos realizados e mais de 80 câmaras colocadas nos Estados Unidos (EUA) Reino Unido, Portugal, Nova Zelândia, Canadá, Singapura, Austrália e agora Brasil. Isto inclui as seguintes escolas de Medicina Veterinária. A primeira câmara HVM no Brasil foi inaugurada em 2019 em São Paulo capital. “Hoje, temos parcerias com 3 universidades importante nos EUA, a Universidade da Flórida (UF), Universidade Estadual de Louisiana (LSU), e a Universidade de Auburn”, explica o executivo da HVM, Jean Robert Malek.  

Acesse o site da Agittec e saiba mais sobre a interação entre UFSM e empresa.  

Texto: Luana Giazzon, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Inovação e Transferência de Tecnologia (Agittec)
Edição: João Ricardo Gazzaneo
Fotos: Guilherme Rech Cassanego

*Notícia corrigida no dia 24 de junho às 10h50. 

]]>
UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2020/03/16/hospital-veterinario-universitario-vai-atender-apenas-casos-de-urgencia-e-emergencia Mon, 16 Mar 2020 19:47:33 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=51442 suspensão das atividades acadêmicas e administrativas presenciais na UFSM, a direção do Hospital Veterinário Universitário informa que serão atendidos apenas casos de urgência e emergência. Nesse período, não haverá marcação de consultas e os animais internados não receberão visitas.]]> UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2019/10/18/hospital-veterinario-podera-desenvolver-pesquisas-em-terapia-hiperbarica Fri, 18 Oct 2019 13:38:20 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=50049 [caption id="attachment_50050" align="alignnone" width="1920"] O executivo da HVM, empresa com sede nos EUA, sinalizou a possibilidade de doação de uma câmara hiperbárica para o Hospital Veterinário[/caption]

O vice-reitor Luciano Schuch recebeu na manhã de quinta-feira (17) Jean Robert Malek, executivo da HVM Brasil, principal distribuidora e operadora de câmaras hiperbáricas específicas para uso veterinário no mundo. A visita foi acompanhada pelos professores  Daniel Curvello de Mendonça Müller e Maurício Veloso Brum, do Departamento de Clínica de Pequenos Animais, do Centro de CIências Rurais da UFSM.

O executivo da HVM sinalizou a possibilidade de doação de uma câmara hiperbárica para o Hospital Veterinário e sua intenção de fundar na UFSM o primeiro centro de oxigenoterapia hiperbárica veterinária no Brasil. “Isso abre espaço para a possibilidade de trazer para a UFSM estudantes e professores do exterior para treinar com o uso do equipamento e nele realizar pesquisas”, afirmou Jean Malek. Ele destacou que a terapia hiperbárica possui diversos usos em medicina veterinária, dentre eles a preparação pré-cirúrgica dos animais, aumentando a chance de sobrevivência à operação. 

O vice-reitor Luciano Schuch saudou a proposta, afirmando que a UFSM tem todo o interesse na iniciativa em desenvolver pesquisas como essa. “Queremos criar aqui em nossa Universidade um polo de agrotecnologia. Esta seria uma parceira importante para qualificarmos ainda mais a área de medicina veterinária, que já é destaque no país com um dos melhores cursos de graduação do país e pós-graduação com nota máxima na Capes”, comemorou o reitor em exercício.

Texto e foto: Aline Dalmolin/Assessoria de Comunicação do Gabinete do Reitor


]]>
UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2019/08/20/novo-exame-disponivel-de-ultrassonografia-pre-natal-para-cadelas-e-gatas Tue, 20 Aug 2019 21:19:44 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=49152 [caption id="attachment_49153" align="alignleft" width="250"] Ultrassonografia feita no Hospital Veterinário[/caption]

O Setor de Imagem do HVU iniciou a realização de exames externos de ultrassonografia gestacional em cadelas e gatas. Os exames ocorrem às quartas-feiras, das 8h30min às 11h, conforme disponibilidade de agendamento.

O exame pode ser solicitado diretamente no Setor de Imagem ou pelo telefone 3220-8813.

Na ocasião do primeiro exame, é necessário realizar cadastro na recepção do Hospital Veterinário. Este acompanhamento pré-natal inclui 3 exames.

O Pré-natal é importante porque:

  • Nele pode ser feito diagnóstico gestacional precoce ou tardio,
  • Acompanhamento garante a saúde da mãe e dos filhotes,
  • É possível determinar/prever a data do parto,
  • Por meio do exame é possível identificar anormalidades.

 

Texto: Núcleo de Divulgação Institucional do CCR

]]>
UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2019/02/26/hospital-veterinario-universitario-tera-alteracoes-no-atendimento-na-proxima-semana Tue, 26 Feb 2019 12:23:16 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=46658 - Dia 4 de março: dia não letivo. Será realizada uma desinfecção, desratização e dedetização. - Dia 6 de março: o Hospital Veterinário Universitário estará fechado para limpeza em consequência da desinfecção, desratização e dedetização do dia 4. - Dias 7 e 8 de março: em razão da diminuição de pessoal, o HVU estará com atendimento priorizando emergências e urgências.]]>