UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com Universidade Federal de Santa Maria Tue, 21 Apr 2026 23:18:54 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com 32 32 UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/10/31/em-celebracao-ao-mes-da-consciencia-negra-ufsm-pm-sedia-a-exposicao-fotografica-memoria-orgulho-e-identidade Fri, 31 Oct 2025 15:34:26 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=71185 Foto colorida horizontal de homem de costas que observa fotos enquadradas em uma parede vermelha. A imagem mostra parcialmente as fotos de praticantes de cultos afro
Exposição integra programação do Mês da Consciências Negra no campus Palmeir das Missões
Foto colorida horizontal de mulher negra com roupa branca e turbante na cabeça. A mulher usa um colar, está de braços abertos e sorrindo. O local em que ela está tem folhas verdes largas
Exposição traz imagens de religiões afrobrasileiros

A exposição fotográfica “Memória, Orgulho e Identidade” pode ser visitada no hall do Prédio 1 da UFSM – 55BET Pro Palmeira das Missões até 19 de novembro. Com fotografias do documentarista Diogo Zanatta e curadoria da museóloga Patrícia Vivian, a mostra reúne mais de 30 imagens resultantes de pesquisa de campo em seis terreiros do norte do Rio Grande do Sul. As fotografias registram pessoas, espaços e ritos de religiões de matriz africana.

A mostra já passou por Passo Fundo, Marau, Erechim e Carazinho, onde contou com batuque e presença de Mãe Carmem de Holanda, liderança do Candomblé. Na ocasião, Mãe Carmem resumiu o espírito da mostra: “As nossas tradições pregam o bem, a vida em comunidade e a valorização da natureza; respeito entre religiões precisa ser um compromisso de todos.”

Para a curadora Patrícia Vivian, trazer a exposição para a UFSM aproxima universidades, escolas, comunidades de terreiro e pessoas em geral: “O trabalho convida a ver com calma e a ouvir com respeito, sem preconceitos. As imagens ajudam a desmontar estereótipos e a abrir diálogo público sobre liberdade e diversidade religiosa”, comenta. Já o fotógrafo Diogo Zanatta ressalta o caráter documental: “As fotos nasceram de escuta em cada casa visitada. São retratos de fé e para valorizar essas crenças que ainda são tratadas com discriminação.”

Sobre a PNAB (Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura)

“Fazer cultura no interior já é difícil. Fazer um projeto sobre religiões de matriz africana só foi possível por causa da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento. Essa política dá acesso a quem nunca teve: pessoas pretas, pardas, indígenas, periféricas, LGBTQIA+, como eu”, destaca o idealizador Nicolas Lian. Ele também conta que o intuito do projeto é dar visibilidade aos povos de terreiros e ressalta a receptividade das lideranças religiosas. “Quando a gente chegou nos terreiros, a vontade das lideranças de falar, de contar suas histórias, de desmistificar os preconceitos foi enorme. Eles vivem a intolerância todo dia e, mesmo assim, recebem a gente com generosidade, com verdade. Cada terreiro tem sua forma de pensar, de praticar, de viver — e isso mostra como há uma diversidade imensa dentro das próprias religiões afro-brasileiras, que quase ninguém conhece porque nunca tem espaço”.

Material Educativo

Além das imagens, o público encontra material educativo gratuito: um livreto com conceitos e referências sobre as tradições afro-brasileiras que foi pensado para aprofundar os conhecimentos a respeito do tema. Em cada cidade, a equipe promove conversas com educadores e gestores culturais, estimulando o uso pedagógico do acervo e ações de combate ao racismo religioso.

A equipe também registra os impactos da circulação para compor um futuro curta documental desdobramento do projeto, com depoimentos de pais e mães de santo e de visitantes sobre o que a mostra mobiliza nas cidades por onde passa. O projeto é realizado pela Skopo Media, produtora cultural de Passo Fundo que atua com audiovisual, fotografia e design. A produtora também realiza formações, assessorias e projetos culturais voltados para a valorização de territórios e narrativas sociais.

Texto: Divisão de Divulgação Institucional UFSM PM

Fotos: Diogo Zanatta/Divulgação

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2020/10/23/grupo-de-pesquisa-comunicacao-identidades-e-fronteiras-realiza-coloquio-internacional-nesta-sexta-23 Fri, 23 Oct 2020 10:56:40 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=54219

O Grupo de Pesquisa Comunicação, Identidades e Fronteiras do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFSM realiza nesta sexta (23), das 9h às 18h, seu 6º Colóquio Internacional. Neste ano, o evento será composto por quatro lives pelo YouTube, que podem ser assistidas por todos os interessados.

O evento abordará temáticas como a cobertura da pandemia Covid-19 na Argentina e no Brasil, cobertura noticiosa e controle social, discursos jornalísticos produzidos em capas de revista semanais, desigualdades socioterritoriais no acesso à infraestrutura de internet, lugar de fala e jornalismo e cultura nas fronteiras.

O grupo, liderado pela professora Ada Cristina Machado Silveira, foi fundado a partir de preocupações comuns acerca das representações identitárias realizadas em função de diversos processos midiáticos. Organiza-se em torno dos temas vinculados às identidades (coletiva, cultural, de gênero, étnica) e sua manifestação nos suportes baseados seja nas tradicionais relações representacionais (imagem, sujeito, objeto) ou na inovadora perspectiva da virtualidade.

Para receber certificado de ouvinte, é preciso preencher o formulário.

Mais detalhes sobre temas, participantes e horários no canal do Poscom no YouTube.

 

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2019/05/02/ufsm-e-ufrr-promovem-ciclo-de-palestras-sobre-a-cobertura-jornalistica-na-fronteira-brasil-venezuela Thu, 02 May 2019 12:56:41 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=47571 Arte com informações do evento sobre foto de refugiados venezuelanos entrando no Brasil com malas A UFSM promove na próxima semana, em conjunto com a Universidade Federal de Roraima (UFRR), um ciclo de palestras intitulado “A cobertura jornalística na fronteira Brasil-Venezuela: relatos do local para o global”. O evento é organizado pelo Programa de Extensão Universitária Rede Terecom, da UFRR, em parceria com o Grupo de Pesquisa Comunicação, Identidades e Fronteiras, da UFSM. O circuito de palestras ocorre nos dias 7 e 10 de maio, das 18h às 22h, no Auditório Alexandre Borges, na UFRR, em Boa Vista. O evento será presencial e terá transmissão via Facebook da Rede Terecom, com emissão de certificado. São 165 vagas para participantes na modalidade presencial e 200 vagas na modalidade online. As palestras serão ministradas por jornalistas radicados em Roraima que atuaram e/ou atuam na cobertura da crise na fronteira Brasil-Venezuela para a mídia nacional e internacional. A professora Ada Cristina Machado, coordenadora do Grupo de Pesquisa Comunicação, Identidades e Fronteiras da UFSM, explica que o evento foi organizado tendo em vista a dificuldade que se tem de obter informações concretas e fidedignas sobre os acontecimentos que envolvem a relação do Brasil com a Venezuela. Nesse sentido, o ciclo de palestras tem como objetivo produzir conhecimentos consistentes sobre essa relação fronteiriça, que é muito particular devido aos fluxos imigratórios, vínculos comerciais e tensionamentos políticos. Para entender um pouco mais da realidade da região, o coordenador do Programa Rede Terecom da UFRR, professor Edileuson Santos Almeida, explica que aquele Estado recebe imigrantes advindos do país vizinho, carentes de emprego, saúde, alimentação adequada e sem formação qualificada. As políticas públicas brasileiras não têm respondido na mesma velocidade que as demandas, e com o agravamento dessa situação, a Venezuela suspendeu o contrato de fornecimento de energia que abastecia Roraima há mais de 20 anos. Ambos os professores responsáveis pela organização do evento acreditam que a abordagem mais explorada pela mídia de referência diz respeito ao tensionamento que existe entre o governo brasileiro e o venezuelano. Segundo eles, essa postura resulta em uma cobertura parcial, que mostra essa região como sendo um lugar de tensão e eminentes distúrbios. “Nós não conhecemos, de fato, a região Norte do nosso país, devido à contingência da estrutura de mídia que nós temos, que realiza a mediação das informações com base nos seus interesses econômicos específicos que provêm das capitais situadas na costa litorânea”, enfatiza a professora Ada. Almeida salienta que a fronteira Brasil-Venezuela se revela mais uma vez como espaço de disputa de narrativas, mas pela primeira vez conta com a participação da cobertura feita pela ótica da mídia local, ou pelo menos de seus profissionais, que conhecem a realidade, como protagonistas na produção de notícias. “Em algumas situações a cobertura apenas alimentou as tensões, o que culminou inclusive com ataques xenófobos aos venezuelanos que vivem em cidades do Estado de Roraima, mas também teve casos em que a cobertura resultou em ações positivas a favor dos imigrantes”, afirma. Ele esclarece que o ciclo de palestras também tem a intenção de entender como essa mídia local se apropriou da temática e que tipo de narrativas são apresentadas sobre o conflito. Inscrições para o evento podem ser feitas pelo link. Programação: Dia 7 de maio - Jornalista Cyneida Correia - repórter do Grupo Folha e correspondente do Jornal Estadão e Wall Street Journal; - Fotojornalista Priscilla Torres - Grupo Folha e correspondente de agências de notícias; - Jornalista Gleide Rodrigues - documentarista; - Jornalista Érica Figueiredo - repórter da Rede Amazônica e correspondente da TV Globo; - Publicitário Wagner Pessoa - ex-repórter-cinematográfico da Rede Amazônica e correspondente da TV Globo. Dia 10 de maio - Jornalista Bruno Perez - repórter da Band Roraima e correspondente da TV Band nacional; - Jornalista Josué Ferreira - repórter do Jornal Roraima em Tempo e correspondente da BBC Brasil; - Acadêmico de Jornalismo Robson Moreira - repórter da Rede Amazônica e correspondente da TV Globo; - Acadêmico de Jornalismo Alan Chaves - ex-repórter do G1/RR e correspondente do G1 nacional; - Repórter-cinematográfico Roque Neto - Rede Amazônica e correspondente da TV Globo. Texto: Bruna Meinen Feil, acadêmica de Jornalismo, bolsista da Agência de Notícias Edição: Ricardo Bonfanti]]>