UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com Universidade Federal de Santa Maria Tue, 21 Apr 2026 18:29:15 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com 32 32 UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/prograd/2025/09/29/ufsm-debate-politicas-de-acoes-afirmativas-inclusao-e-equidade-no-ambito-da-pos-graduacao-nesta-terca-feira-30 Mon, 29 Sep 2025 12:32:23 +0000 http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/prograd/?p=25313

 

A UFSM promove nesta terça-feira (30), às 14 horas, no auditório da CAEd (prédio 67), o 3º Seminário de Ações Afirmativas e Inclusão na Pós-Graduação. O evento é organizado conjuntamente pela Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP), Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (PRAE), Coordenadoria de Ações Educacionais da Pró-reitoria de Graduação (CAEd/PROGRAD), Observatório de Direitos Humanos (ODH), Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI) e Associação de Pós-Graduandas e Pós-Graduandos da UFSM (APG).

O seminário tem como objetivo ampliar o debate sobre políticas de inclusão e equidade no âmbito da pós-graduação, reunindo docentes, estudantes e representantes institucionais para compartilhar experiências e fortalecer as ações afirmativas na UFSM.

A programação inicia com uma conferência de abertura ministrada pela professora Diana Anunciação Santos, da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), que abordará o tema “Reflexões e experiências em ações afirmativas e inclusão na pós-graduação”.

Na sequência, será realizado um painel com diferentes perspectivas institucionais sobre o cenário atual da pós-graduação da UFSM após a implementação da Política de Ações Afirmativas e Inclusão. Participam do painel representantes da PRPGP, de um Programa de Pós-Graduação da UFSM, do NEABI/PRE, da PRAE e da CAED, com relatos e reflexões sobre ingresso por cotas, assistência estudantil, acessibilidade e a construção de políticas de equidade.

A participação no seminário é aberta à comunidade acadêmica e não exige inscrição prévia. Confira a programação na página do evento. Outras informações podem ser solicitadas ao e-mail cpg.prpgp@55bet-pro.com

Fonte: 55bet-pro.com 

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A UFSM promove nesta terça-feira (30), às 14h, no auditório da CAED (prédio 67), o 3º Seminário de Ações Afirmativas e Inclusão na Pós-Graduação. O evento é organizado conjuntamente pela Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP), Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (PRAE), Coordenadoria de Ações Educacionais (CAED/PROGRAD), Observatório de Direitos Humanos (ODH), Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI) e Associação de Pós-Graduandas e Pós-Graduandos da UFSM (APG).

O seminário tem como objetivo ampliar o debate sobre políticas de inclusão e equidade no âmbito da pós-graduação, reunindo docentes, estudantes e representantes institucionais para compartilhar experiências e fortalecer as ações afirmativas na UFSM.

A programação inicia com uma conferência de abertura ministrada pela professora Diana Anunciação Santos, da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), que abordará o tema “Reflexões e experiências em ações afirmativas e inclusão na pós-graduação”.

Na sequência, será realizado um painel com diferentes perspectivas institucionais sobre o cenário atual da pós-graduação da UFSM após a implementação da Política de Ações Afirmativas e Inclusão. Participam do painel representantes da PRPGP, de um Programa de Pós-Graduação da UFSM, do NEABI/PRE, da PRAE e da CAED, com relatos e reflexões sobre ingresso por cotas, assistência estudantil, acessibilidade e a construção de políticas de equidade.

A participação no seminário é aberta à comunidade acadêmica e não exige inscrição prévia.

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A UFSM promove no dia 30 de setembro, às 14h, no auditório da CAED (prédio 67), o 3º Seminário de Ações Afirmativas e Inclusão na Pós-Graduação. O evento é organizado conjuntamente pela Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP), Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (PRAE), Coordenadoria de Ações Educacionais (CAED/PROGRAD), Observatório de Direitos Humanos (ODH), Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI) e Associação de Pós-Graduandas e Pós-Graduandos da UFSM (APG).

O seminário tem como objetivo ampliar o debate sobre políticas de inclusão e equidade no âmbito da pós-graduação, reunindo docentes, estudantes e representantes institucionais para compartilhar experiências e fortalecer as ações afirmativas na UFSM.

A programação inicia com uma conferência de abertura ministrada pela professora Diana Anunciação Santos, da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), que abordará o tema “Reflexões e experiências em ações afirmativas e inclusão na pós-graduação”.

Na sequência, será realizado um painel com diferentes perspectivas institucionais sobre o cenário atual da pós-graduação da UFSM após a implementação da Política de Ações Afirmativas e Inclusão (Res. UFSM N. 68/2021). Participam representantes da PRPGP, de um Programa de Pós-Graduação da UFSM, do NEABI/PRE, da PRAE e da CAED, trazendo relatos e reflexões sobre ingresso por cotas, assistência estudantil, acessibilidade e a construção de políticas de equidade.

A participação é aberta à comunidade acadêmica e não exige inscrição prévia.

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O Seminário Integrador promovido em parceria entre o PPGEPT (Programa de Pós-Graduação em Educação Profissional e Tecnológica), o PIBID (Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência) Química e o PIBID Educação Especial reforçou a urgência de discutir a inclusão nos processos de formação docente. A atividade, que reuniu estudantes da graduação e da pós-graduação, teve como objetivo central refletir sobre práticas pedagógicas mais humanas e inclusivas, a partir da escuta de pessoas com deficiência (PCD) e da vivência concreta nas escolas.

A professora Cláudia Barin, uma das organizadoras do evento, destaca que a escolha da temática surgiu das inquietações trazidas pelos próprios estudantes do PIBID, ao relatarem desafios que observam no cotidiano escolar. “Como posso propor uma ação mais inclusiva? O que devo fazer para auxiliar alunos com deficiência?" Essas foram algumas das perguntas que motivaram a realização do seminário.

[caption id="attachment_1879" align="aligncenter" width="240"]Seminário Integrador Fonte: Reprodução Seminário Integrador[/caption]

Fortalecendo Vínculos e Saberes para uma Educação mais Inclusiva

A proposta, construída em diálogo entre as professoras Cláudia Barin (PIBID Química) e Sabrina (PIBID Educação Especial), encontrou no PPGEPT um espaço fértil para ampliar a abordagem sobre inclusão. Segundo a professora Claudia, a parceria fortalece os vínculos entre graduação e pós-graduação, promovendo uma troca de saberes que enriquece ambos os níveis de formação. “Aproximar esses sujeitos amplia a construção de um fazer pedagógico mais inclusivo e humano”, afirma.

Um dos pontos altos do evento foi a escuta ativa de estudantes com deficiência, convidados a compartilhar suas trajetórias até a universidade, os obstáculos enfrentados e as estratégias que facilitaram seu percurso acadêmico. “Nada melhor que alguém em seu lugar de fala para nos ajudar a compreender as demandas da inclusão, para além das adaptações arquitetônicas”, ressalta a docente.

[caption id="attachment_1880" align="aligncenter" width="300"] Fonte: Acervo Interno do Seminário Integrador[/caption]

A professora Cláudia Barin acredita que a universidade tem papel fundamental na promoção de debates sobre inclusão e diversidade. “A UFSM já proporciona espaços de formação sobre essa temática, mas esse processo será realmente efetivo quando toda a comunidade acadêmica se comprometer com um fazer pedagógico inclusivo, não para o mero cumprimento da legislação, mas por uma verdadeira transformação dos espaços de ensino, pesquisa e extensão das universidades.”

A realização do seminário não pretendeu encerrar o debate, mas sim ampliá-lo, criando oportunidades para que professores em formação e em exercício repensem suas práticas à luz das experiências compartilhadas. “Acredito que todos saíram do evento tocados, pensando em como construir ambientes mais acolhedores e inclusivos”, conclui a professora.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/04/17/comercial-de-margarina-para-todos-os-gostos-e-familias Thu, 17 Apr 2025 11:30:19 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=68835 Pense em uma família. Provavelmente, você deve ter pensado na sua ou na família de alguma pessoa próxima. Agora, imagine uma família perfeita, como aquelas famílias de “comerciais de margarina”. É provável que as imagens mentais do primeiro e do segundo caso sejam um pouco diferentes ou, até mesmo, não tenham nada a ver entre si. O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) do publicitário Guilherme Silveira subverte esse estereótipo narrativo para criar peças que estejam mais próximas da realidade dos consumidores.

O projeto experimental desenvolvido na UFSM se tornou a campanha “Lembranças São Feitas Aqui”, exibida pela rede Beltrame Supermercados. A peça traz como protagonista uma pessoa com deficiência, o que não é muito comum no cenário publicitário. Como Guilherme relata em seu trabalho, apesar de 24% da população brasileira possuir alguma deficiência, a presença de PcDs em campanhas, no ano de 2021, foi apenas de 3%, número que caiu para 0,8% em 2022. 

A realidade dentro das agências publicitárias também é excludente. O Observatório de Diversidade na Propaganda apontou que, em 2024, apenas 0,92% dos profissionais de publicidade eram PcD. Guilherme, no entanto, não queria apenas dar visibilidade a esses números, mas também confrontá-los. “Não queria realizar apenas um trabalho acadêmico para concluir o TCC. Meu objetivo era desenvolver algo com impacto real e que pudesse ser utilizado por uma marca real”, destaca o publicitário. 

Por isso, o então estudante de Publicidade e Propaganda, e também uma pessoa com deficiência, focou em trazer a inclusão não só na frente das câmeras, mas em todo o processo criativo da campanha. Aspectos da produção como seleção de elenco, locações, equipamentos e equipe, foram pensados para atender às necessidades de inclusão e acessibilidade no espaço de gravação e também na comunicação entre a equipe. 

A proposta da campanha buscou trabalhar o tema da memória afetiva dos momentos em família através da estratégia narrativa da “família de comercial de margarina”. O objetivo do publicitário não era apenas incluir e fazer uma campanha com uma pessoa com deficiência, mas também criar um roteiro que a incorporasse na narrativa de forma natural, para além da deficiência. “O projeto ajuda a naturalizar a presença de PcDs na sociedade como pais, filhos e cidadãos,  mostrando que fazemos parte do dia a dia como qualquer outra pessoa”, enfatiza Guilherme.

Buscar representatividade, não caridade

[caption id="attachment_68837" align="alignleft" width="544"] Para uma publicidade mais plural passa pela representação em frente às câmeras, mas também pelos profissionais que conduzem o processo criativo[/caption]

A representatividade de grupos minoritários, como pessoas negras e LGBTQIA+, ainda é um desafio para a publicidade. No entanto, a exclusão de pessoas com deficiência é ainda maior. “Enquanto outras minorias conquistam seus espaços, mesmo que lentamente, pessoas com deficiência não são retratadas como consumidores comuns e parte ativa da sociedade, mas como exceções, fontes de inspiração ou alvos de caridade”, pontua o publicitário.

Além de garantir a presença de pessoas com deficiência no espaço publicitário, outro desafio é a forma como elas são retratadas dentro da narrativa. Estudos analisados pelo publicitário observam que as poucas peças que incluíam PcDs geralmente os retratavam como convidados, ou os mostravam durante a realização de atividades individuais, como preparar uma receita, para enfatizar o discurso de superação; nunca, porém, retratadas como protagonistas do núcleo familiar.

Guilherme destaca a importância do publicitário ter sensibilidade para compreender questões sociais que não o afetem diretamente, além da inclusão de pessoas que tragam essas vivências no processo criativo e de execução de campanhas que trabalham com a temática da diversidade. Somente com esta postura é possível garantir que a representatividade seja abordada de forma real, respeitosa  e ajude a desconstruir os estereótipos do senso comum.

[caption id="attachment_68838" align="alignright" width="286"] A campanha teve como objetivo promover a representatividade na frente e por trás das câmeras, com foco na diversidade também no processo criativo[/caption]

Pitada de diversidade aos comerciais de margarina sem sal

O estereótipo da “família comercial de margarina” é um conceito que carrega dentro de si uma série de ideias que refletem preconceitos vigentes na sociedade. Como o publicitário explica, esse clichê se consolidou na década de 1980, sempre protagonizado por famílias brancas e heteronormativas. 

O início do interesse do publicitário sobre o tema ocorreu durante o terceiro semestre, na disciplina de Redação Publicitária. Em um dos exercícios da cadeira, ele precisava desenvolver uma estratégia narrativa baseada em um clichê. Foi então que ele decidiu explorar o conceito “família de margarina”, que reflete o ideal de família perfeita.

Durante suas pesquisas, Guilherme observou que a primeira subversão desse conceito foi acontecer em 2018, quando surgiram as primeiras peças neste segmento com pessoas negras, mas que ainda não estavam incluídas no conceito de família perfeita. “O que me chamou atenção é que raramente essas pessoas eram protagonistas ou integrantes do grupo familiar, elas apareciam como convidadas. Isso me levou a questionar onde estavam as famílias dessas pessoas”, conta.

A campanha assinada pelo Beltrame Supermercados teve Guilherme como produtor executivo e roteirista, Emilly Ziegler como diretora de arte e a Azzo Estúdio como produtora audiovisual. Já a locação foi cedida pelo Espaço Recanto, e o Brechó da Vó Adelaide e a loja de moda plus size Corpo Livre forneceram o figurino.

Assista ao comercial:

http://www.youtube.com/watch?v=P6XwRbq9Da0

Texto: Bernardo Silva, estudante de jornalismo e bolsista da Agência de Notícias
Foto: Arquivo pessoal de Guilherme Silva
Edição: Mariana Henriques, jornalista

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Confira no Youtube da UFSM

O evento faz parte do projeto "Territórios conectados pela sororidade: questões de gênero, TICs e fortalecimento de laços em espaços periféricos - EDITAL FAPERGS/CNPq 07/2022". O projeto tem uma parceria com os Programas de graduação e pós-graduação em Comunicação da UFSM, Desenvolvimento Regional da UFRGS - 55BET Pro Litoral, Turismo do IFFAR - 55BET Pro São Borja, Turismo da FURG - 55BET Pro Santa Vitória do Palmar, bem como de parceiros como FAO Chile e Emater/RS Santa Maria e CRECI.

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A Universidade Federal de Santa Maria está com inscrições abertas para dois cursos de aperfeiçoamento, oferecidos na modalidade EaD.

São 3.750 vagas para cada curso, destinadas a professores(as) e gestores(as) da educação básica atuantes na rede pública ou privada do Rio Grande do Sul. Também podem concorrer às vagas quem possuir diploma de graduação em cursos de licenciatura ou diploma de complementação pedagógica equivalente à licenciatura.

Os cursos ofertados são:

- "Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva": Curso de extensão de 120 horas, com atividades totalmente a distância, abordando:  

  • Direitos Humanos, diversidade e educação inclusiva;
  • Desenvolvimento humano, ensino e aprendizagem na perspectiva da Educação Inclusiva;
  • Currículo, tecnologias e práticas pedagógicas inclusivas; e
  • Práticas, recursos e materiais pedagógicos inclusivos na Escola.

 

 

 

 

 

 

 


- "Formação para Docência e Gestão para a Educação das Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola": Curso de extensão de 120 horas, com atividades totalmente a distância, abordando: 

  • Panorama Étnico-Racial e Quilombola Brasileiro;
  • Culturas e Territorialidades;
  • Educação Antirracista na Prática; e
  • Gestão Democrática para a Diversidade.


As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até o dia 10 de janeiro de 2025, pelo portal da Coordenadoria de Tecnologia Educacional: processoseletivo.nte.55bet-pro.com.

A realização é da UFSM, em parceria com Universidade Federal de Pelotas (UFPEL), Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA) e Universidade Federal do Rio Grande (FURG), por meio do Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB), Diretoria de Educação a Distância (DED/CAPES) e Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (SECADI/MEC).

Outras informações podem ser solicitadas aos e-mails inclusao@cead.55bet-pro.com ou etnico_raciais@cead.55bet-pro.com.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2024/12/02/ufsm-recebe-mais-uma-edicao-do-festival-paralimpico-no-proximo-sabado Mon, 02 Dec 2024 20:16:47 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=67826 Instagram.]]> UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2024/10/22/laboratorio-de-comunicacao-acessivel-da-ufsm-campus-frederico-westphalen-produz-manuais-de-onboarding Tue, 22 Oct 2024 14:46:27 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=67337

No primeiro semestre de 2024, estudantes da disciplina de Laboratório de Comunicação Acessível nas Organizações do Curso de Relações Públicas da UFSM 55BET Pro Frederico Westphalen produziram Manuais de Onboarding Acessível para organizações. O manual contempla as etapas de contratação, boas-vindas e permanência de novos colaboradores, com boas práticas para a inclusão.

O processo de elaboração desse instrumento foi feito a partir de consulta à legislação vigente, a Lei Brasileira de Inclusão e a Lei de Cotas; realização de pesquisa de benchmarking, ferramenta utilizada para observar melhores práticas em empresas do mesmo nicho; planejamento; teste do produto; e elaboração do conteúdo. A realização do benchmarking revelou que a acessibilidade em processos de Onboarding é um tema escasso nas empresas, não mencionado ou mencionado em um contexto geral, necessitando abordagens específicas para a inclusão.

Os manuais produzidos contemplam dois públicos específicos: pessoas com daltonismo e baixa visão e pessoas com deficiência física. As empresas mencionadas são apenas ilustrativas. Além do conteúdo dos manuais, a construção dos designs também empregou ferramentas de acessibilidade, por exemplo, as cores utilizadas, fontes em tamanhos acessíveis para leitura e sem serifa, uso de hiperlinks e linguagem clara e objetiva.

Os arquivos estão disponíveis para download..

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/projetos/pesquisa/lazos/2024/08/29/lancamento-do-projeto-producao-cultural-acessivel-pca-e-guia-de-inclusao-da-diversidade Thu, 29 Aug 2024 14:36:59 +0000 http://www.55bet-pro.com/projetos/pesquisa/lazos/?p=126

No dia 16 de agosto de 2024 aconteceu o lançamento do projeto PCA, de Leonardo Soares, e do Guia de inclusão da diversidade nas organizações, de ana Luiza Marins Melo, ambos sob a orientação de Carlise Rudnicki.

O evento aconteceu na Antiga Reitoria da UFSM, 16 de agosto, sexta-feira, 18h30. No dia seguinte, 17 (sábado), realizamos uma oficina prática de produção cultural e boas práticas de acessibilidade, ministrada pela Profa. Carlise Rudnicki, no Centro de Tecnologia da UFSM, prédio 07.

As ações fazem parte do projeto de pesquisa Territórios Conectados  pela Sororidade (Edital 2022 FAPERGS/CNPq) e #elasnaTI, com o apoio do Programa UFSM Solidária e Cidadã: esperança e reconstrução para o Rio Grande do Sul.  

A imagem conta com os todos os participantes do evento na sala de inovação da Antiga Reitoria da UFSM.]]>
UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2024/08/26/festival-paralimpico-ocorre-na-ufsm-no-dia-21-de-setembro Mon, 26 Aug 2024 18:20:57 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=66642 formulário on-line ou de forma presencial, na sede do Naeefa, que fica na sala 1005 do CEFD.]]> UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2024/08/23/equipe-de-basquete-em-cadeira-de-rodas-da-ufsm-volta-as-quadras-neste-fim-de-semana Fri, 23 Aug 2024 18:42:48 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=66605 Treinos do grupo acontecem no ginásio 2 do CEFD, nas quartas e sextas-feiras[/caption] Neste sábado (24) e no domingo (25), a Força sobre Rodas, equipe de basquete em cadeira de rodas da UFSM, vai a Santa Cruz do Sul para participar da Copa Gaúcha de 2024. A competição acontece no Ginásio Poliesportivo Arnão, sede do União Corinthians (clube que representa a cidade na Liga Nacional de Basquete), e será a primeira disputa da modalidade em nível estadual desde o fim da pandemia. O time se unirá com a equipe da Prefeitura de Panambi para o torneio deste fim de semana, em razão de uma parceria que o treinador João Vitor Zibell, aluno do Programa de Pós-Graduação em Ciências do Movimento e Reabilitação da UFSM, tem com a instituição. No campeonato, o elenco da UFSM vai encontrar rivais de Caxias do Sul, Pelotas e Novo Hamburgo, além dos santa-cruzenses. A Força sobre Rodas faz parte do Núcleo de Apoio e Estudos da Educação Física Adaptada (Naeefa), coordenado pela professora do Centro de Educação Física e Desportos (CEFD) Luciana Palma. Formada por atletas de toda a comunidade, sem ser exclusivamente composta por estudantes da UFSM, a equipe tem o desejo de chegar a Santa Cruz do Sul para entrar na briga com os demais participantes. Contudo, o objetivo principal da iniciativa se resume em uma palavra: pertencimento. Inovando a partir da prática O esboço do primeiro projeto da universidade envolvendo esportes em cadeira de rodas surgiu entre 2005 e 2006, com o apoio do então estudante do curso de Educação Física Vinícius Denardin, hoje docente da Universidade Estadual de Roraima. Luciana relembra que, naquela época, ter um time competitivo que representasse a instituição era uma meta do Naeefa, que neste ano completou 30 anos de existência. [caption id="attachment_66607" align="alignleft" width="605"] Sob o olhar da professora Luciana Palma (coordenador do núcleo), os integrantes do projeto disputam uma partida[/caption] Inicialmente, não foi no basquete que a proposta deu os primeiros passos, mas sim no handebol. Isso se deu pois o núcleo teve o apoio de professores do CEFD como César Geller e Luiz Celso Giacomini, que têm uma relação histórica com a modalidade. Como jogador e técnico, respectivamente, nas décadas de 1970 e 1980, eles fizeram parte da lendária “geração de ouro” santa-mariense da modalidade, que chegou a conquistar honrarias nacionais e internacionais. A unidade de ensino, dessa forma, apoiou o núcleo, adquiriu as cadeiras para a prática do esporte e, em 2009, a Força Sobre Rodas começou oficialmente, já participando de alguns eventos. Quatro anos depois, a equipe foi desafiada por outras agremiações do Rio Grande do Sul a praticar também o basquete, visto que era uma modalidade mais desenvolvida no estado, até mesmo por ser mais acessível para pessoas com deficiência. Foi por esse motivo, inclusive, que a iniciativa decidiu mudar totalmente a oferta. “Não existiam outros times de handebol em cadeira de rodas. Éramos sozinhos”, brincou Luciana. Desde 2013, então, o projeto atual segue na ativa. A única parada nas atividades foi devido à pandemia, entre 2020 e 2021. Os treinamentos voltaram a ser realizados somente na metade de 2023, através de uma abordagem mais lúdica, social, com o objetivo de reconectar o grupo com a comunidade. Oportunidade para todos Hoje na pós-graduação, Zibell é formado na Licenciatura em Educação Física pela UFSM. Ele começou a fazer parte da iniciativa como monitor, em 2017, posição que ocupou por dois anos até virar treinador. Há cinco anos à frente do plantel, ele revela: “já deu para ter várias experiências legais, tanto coisas próprias do esporte como questões da docência, de como saber lidar com diferentes comportamentos. Por mais que seja uma equipe esportiva, tem essa parte da educação”. [caption id="attachment_66608" align="alignright" width="594"] O treinador João Vitor Zibell é aluno do Programa de Pós-Graduação em Ciências do Movimento e Reabilitação[/caption] No momento, o grupo conta com dez atletas (todos homens) com presença contínua nos treinamentos, que acontecem no ginásio 2 do CEFD, nas quartas e sextas-feiras, reunindo cerca de 18 integrantes do projeto, ao todo. Na visão do técnico, a proposta tem o objetivo de ser um espaço de acolhimento, onde os jogadores sintam segurança em ser quem são, mas que siga as condutas de um time competitivo. “É interessante ter umas atividades em que as pessoas não se sintam como se fossem ‘café com leite’. Não sou a favor disso. A pessoa tem que participar na seriedade, dando o seu máximo, assim como os outros também têm que dar o máximo”, explicou Zibell. Ele admite que, se necessário, a equipe faz algumas adaptações, como levar a cesta mais para perto do chão. Porém, “o jogo acontece da mesma forma”, destacou. Nesta modalidade, os atletas utilizam cadeiras de rodas específicas para o esporte, pensando na mobilidade e na estabilidade, como também na agilidade, com rodas inclinadas visando aumentar o equilíbrio. Os jogadores podem dar até dois toques na bola antes de precisarem driblar, passar ou arremessar. Por enquanto, a Copa Gaúcha, que acontece neste fim de semana, é o único torneio no calendário de competições da Força sobre Rodas. Entretanto, a própria disputa pode receber novas etapas até o fim da temporada. Diferentemente de outros times da UFSM, a equipe não suspende as atividades durante as férias, ainda que promova algumas pausas curtas. Faz parte da rotina Ricardo Schneider, de 17 anos, teve um contato inicial com a Força Sobre Rodas quando ainda era criança, em 2016. Contudo, foi apenas em 2022, quando começou o ensino médio, que ele realmente passou a fazer parte do time. O jovem conta que, embora o projeto seja sua primeira experiência praticando um esporte, esta área faz parte de sua vida “literalmente desde que era um bebê”. [caption id="attachment_66609" align="alignleft" width="604"] Ricardo Schneider (conduzindo a bola) é o atleta mais jovem do Força Sobre Rodas, com 17 anos de idade[/caption] “A minha família sempre me apoiou muito. Meu irmão já fez todas as modalidades possíveis e imagináveis. O basquete, além de ser o mais acessível para a pessoa que usa cadeira de rodas, é algo em que eu me interesso muito. Eu acompanho bastante a NBA, jogo no videogame. Meus amigos também jogam basquete. O basquete está presente em todas as esferas do meu dia a dia”, relatou. Para ele, fazer parte da Força Sobre Rodas diz respeito à satisfação pessoal de poder praticar o esporte que ama, além de ser uma opção de atividade física para evitar ficar só “parado em casa”. Schneider, o mais novo da turma, vê no grupo muitas pessoas com rotinas de trabalho, que mesmo assim reservam um tempo para treinar. Jari Pacheco e José Antonio Bortolussi são exemplos. Os atletas estão no time desde quando o foco era no handebol em cadeira de rodas. O primeiro revela que teve dificuldades em se adaptar às práticas e brinca que conseguiu na base da insistência, com o apoio do treinador. O segundo, por outro lado, não era muito fã das modalidades e afirma ter dificuldades até hoje, mas garante: “não tem como largar isso por nada, agora é a minha paixão”. Tanto os jogadores quanto o técnico e a coordenadora afirmam que o deslocamento através do transporte público é uma das complicações encontradas pela equipe até hoje. “É toda uma logística muito delicada. Já passamos por altos e baixos, porque existe sempre uma demanda de recursos financeiros e nem sempre temos condições de estar em todas as competições”, salientou Luciana. Interessados em participar da Força Sobre Rodas podem entrar em contato através do Instagram do Naeefa. Os planos do núcleo vão desde a implementação de uma categoria de base, para iniciação, ao pleno funcionamento como time. “Quero ver muitas pessoas participando, jogando, e que a equipe realmente seja uma ‘força sobre rodas’. Eu espero e confio que isso vai acontecer”, enfatizou a professora. Texto: Pedro Pereira, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias Fotos: Gustavo Damascena, estudante de Produção Editorial e bolsista da Agência de Notícias Edição: Lucas Casali]]> UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/prograd/2024/08/04/parfor-equidade-formacao-especifica-de-professoresas-oferta-30-vagas-no-curso-de-licenciatura-em-educacao-especial-inclusiva Sun, 04 Aug 2024 13:59:55 +0000 http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/prograd/?p=23044

 

A Universidade Federal de Santa Maria, por meio da Pró-reitoria de Graduação (Prograd) e do Programa PARFOR Equidade, está com inscrições abertas para ingresso no curso de Licenciatura em Educação Especial Inclusiva.

São ofertadas 30 vagas para ingresso no segundo semestre de 2024. Durante a vigência do curso, cada estudante indígena, pardo, preto, quilombola e das populações do campo, assim como pessoa surda ou pertencente ao público-alvo da educação especial, regularmente matriculado(a) em curso do PARFOR Equidade, em conformidade com as regras do item 11 do edital, receberá uma bolsa mensal de setecentos reais.

As inscrições gratuitas foram prorrogadas até o dia 26 de agosto e podem ser feitas pelo acesso ao Edital 061/2024 (Cronograma Retificado) no site 55bet-pro.com/prograd

O curso de graduação é presencial e será ministrado no campus sede da UFSM, em Santa Maria, nas sextas-feiras e aos sábados. O curso é composto por dez semestres letivos.

As vagas do edital estão organizadas em dois grupos:

Grupo I (15 vagas) – para professores e professoras da rede pública da Educação Básica (EB) e/ou das redes de formação por alternância que já atuem na área do curso sem possuir a formação adequada; e

Grupo II (15 vagas) - para oito modalidades de cota (destinadas a quem cursou o Ensino Médio integralmente em escola pública) e para a Ampla Concorrência (para quem não se enquadra no Sistema de Cotas ou quem não deseja participar da seleção por meio delas).

Para o Grupo I, a seleção utilizará a análise curricular na classificação das pessoas inscritas. A análise vai pontuar o tempo de atuação docente na educação básica e o tempo de atuação com o público-alvo da Educação Especial.

Para o Grupo II, a seleção será realizada pelas notas finais do 3º ano do Ensino Médio em Língua Portuguesa e Matemática. No caso de candidatos(as) que concluíram o Ensino Médio via ENEM ou ENCCEJA, as notas usadas serão as de Linguagens e Matemática, conforme o comprovante anexado no momento da inscrição. A análise curricular vai pontuar comprovantes de atuação como monitor do público da educação especial na educação básica e/ou no ensino superior, conforme modelo do edital.

RECOMENDAÇÕES PARA A INSCRIÇÃO – Antes do acesso ao Painel do Candidato para realização da inscrição, a Prograd recomenda aos(às) candidatos(as) a separação e digitalização prévia de toda a documentação solicitada, bem como a leitura atenta do Edital 061/2024 (Retificado) na íntegra, o qual está disponível no site 55bet-pro.com/prograd.

No momento da inscrição, as pessoas interessadas devem preencher o Questionário Socioeconômico com cuidado, pois as informações socioeconômicas, sobre etnia e sobre deficiência serão usadas para definir as cotas em que os candidatos concorrerão às vagas.

As pessoas classificadas deverão, no momento da confirmação de vaga e matrícula, comprovar as condições declaradas perante a Comissão de Ingresso Acadêmico da UFSM, seja pelo envio correto dos documentos, seja por entrevista via webconferência, dependendo da cota em que forem enquadradas, sob risco de perda da vaga.

O QUE É O PARFOR EQUIDADE? O Programa Nacional de Fomento à Equidade na Formação de Professores da Educação Básica tem por objetivo formar professores(as) em licenciaturas específicas. O PARFOR Equidade atende as redes públicas de educação básica e as redes comunitárias de formação por alternância, que ofereçam educação escolar indígena, quilombola e do campo, assim como educação especial inclusiva e educação bilíngue de pessoas surdas.

Dúvidas sobre a inscrição podem ser encaminhadas ao Núcleo de Ingresso e Seleção Acadêmicos, pelo e-mail falecom@nisa.55bet-pro.com.

Dúvidas sobre as bolsas, currículo e organização do curso podem ser enviadas ao e-mail parfor.equidade@55bet-pro.com.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/prograd/2024/08/01/caed-convida-para-a-palestra-on-line-o-que-e-a-dupla-excepcionalidade Thu, 01 Aug 2024 09:53:11 +0000 http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/prograd/?p=22999

 

A Subdivisão de Acessibilidade da Coordenadoria de Ações Educacionais (CAEd/PROGRAD) convida as pessoas interessadas para participar da Palestra "O que é a Dupla Excepcionalidade?".

A ministrante será Ronise Venturini Medeiros, professora de Educação Especial e doutoranda em Educação.

A palestra gratuita ocorrerá no dia 05 de agosto, segunda-feira, às 15 horas, através do Google Meet.

Podem realizar inscrição todas as pessoas interessadas na temática, através DESTE FORMULÁRIO. O link para o evento será enviado para o e-mail cadastrado, pouco antes do horário de início da palestra.

A Dupla Excepcionalidade pode estar presente em crianças e adultos, e consiste em uma condição em que Altas Habilidades/Superdotação coexistem com algum transtorno ou deficiência.

Por exemplo, a pessoa pode apresentar Altas Habilidades/Superdotação ao mesmo tempo em que possui Transtornos de Aprendizagem (como disgrafia, discalculia ou dislexia), ou Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), ou, ainda, Transtornos do Espectro Autista (TEA).

Essa condição paradoxal pode trazer sofrimento psíquico e dificuldades sociais e educacionais ao indivíduo. A Dupla Excepcionalidade demanda que familiares e educadores informem-se e interessem-se pelo tema, para um manejo humanizado, inclusivo, precoce e eficaz da condição.

Outras informações sobre o evento podem ser solicitadas ao e-mail caed.acessibilidade@55bet-pro.com

 

[caption id="attachment_23000" align="aligncenter" width="576"] Descrição de imagem: Card informativo com fundo cinza claro. Ao centro, há um quadrado cinza escuro e, sobreposta a ele na parte superior, a foto de uma mulher. Ela tem pele clara, cabelo liso e longo na cor castanho escuro, suas sobrancelhas são da mesma cor do cabelo, seus olhos são grandes em um tom de verde claro, ela está sorrindo, usa um batom vermelho claro e blusa de lã na cor bege. Logo abaixo da foto, as informações: “Palestra”, “O que é a dupla excepcionalidade?”, “Ronise Venturini Medeiros”, “Professora de Educação Especial, doutoranda em Educação”, “05/08/2024”, “15h”, “Via Google Meet”. Sobreposto na parte inferior do quadrado, um retângulo cinza claro contendo: “Para fazer a inscrição, acesse o site da CAED no link da bio”. Abaixo, um retângulo na cor cinza escuro, contendo: à esquerda, o brasão da UFSM com “UFSM Coordenadoria de Ações Educacionais”; ao lado e à direita “Subdivisão de Acessibilidade”. Fim da descrição.[/caption]

 

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/prograd/2024/07/17/ufsm-disponibiliza-a-comunidade-em-geral-curso-aberto-on-line-de-40-horas-sobre-acessibilidade Wed, 17 Jul 2024 17:26:48 +0000 http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/prograd/?p=22944

 

A Universidade Federal de Santa Maria, por meio da Coordenadoria de Tecnologia Educacional (CTE/Prograd) e da Subdivisão de Acessibilidade da Coordenadoria de Ações Educacionais (CAEd/Prograd), oferta à comunidade o curso on-line aberto sobre Acessibilidade na Educação Profissional e Tecnológica e na Educação Superior.

O curso visa contribuir com a capacitação de profissionais da educação e público interessado sobre a temática da inclusão, na Educação Profissional e Tecnológica e na Educação Superior, de pessoas com deficiência, Transtorno do Espectro Autista e Altas Habilidades/Superdotação.

O curso gratuito é ofertado no formato MOOC (Massive Open Online Course), ou seja, ele é aberto, massivo, on-line, disponibilizado à população em geral e é autoinstrucional, sem a interação com tutores ou professores.

O conteúdo foi desenvolvido por profissionais e colaboradores da Subdivisão de Acessibilidade da CAEd/Prograd/UFSM. Entre os temas abordados no curso, estão possibilidades de adaptações pedagógicas e estratégias de acessibilidade e inclusão para estudantes com surdez, deficiência auditiva, deficiência visual, deficiência intelectual, altas habilidades/superdotação e transtorno do espectro autista.

Confira o programa completo do Curso clicando AQUI.

As inscrições estão permanentemente abertas, e podem ser feitas enquanto o curso estiver disponível no site da UFSM.

A pessoa interessada deve criar uma conta na plataforma de ensino "Moodle Capacitação" da UFSM no endereço http://ead05.proj.55bet-pro.com/login/ ou ativar seu cadastro, se já tiver uma conta.

Uma vez realizado o login, o botão de autoinscrição no Curso Acessibilidade na Educação Profissional e Tecnológica e na Educação Superior estará disponível no rodapé da página http://ead05.proj.55bet-pro.com/enrol/index.php?id=5875 .

A carga horária do curso é de 40 horas, com fornecimento de certificado da UFSM para os concluintes que cumprirem as atividades de avaliação.

Conheça outros cursos no formato MOOC ofertados pela UFSM, no site http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/prograd/cte/cursos-de-capacitacao-do-nte/cursos-autoinstrucionais.

Dúvidas podem ser encaminhadas ao e-mail equipecapacitacao@cead.55bet-pro.com

[caption id="attachment_22965" align="aligncenter" width="800"] Descrição de imagem: Card de divulgação de MOOC. Ilustração colorida. No lado esquerdo, dois meninos jovens conversando, um de cadeiras de rodas, branco, ruivo com uma mochila vermelha em seu colo, o outro, está em pé, é branco com cabelos escuros, se comunica com as mãos por sinais. Atrás deles, um arco azul. Na parte superior, o título, dentro de um destaque laranja: “MOOC Acessibilidade na Educação Profissional e Tecnológica e na Educação Superior”. Logo abaixo, à direita, três destaques laranjas, um abaixo do outro: 1º- “Público indicado: Profissionais da educação e demais interessados na temática”, 2º- “Carga horária: 40 horas” e 3º- “Objetivo geral: Contribuir com a formação sobre a temática da inclusão de pessoas com deficiência, Transtorno do Espectro Autista e Altas Habilidades/Superdotação na Educação Profissional e Tecnológica e na Educação Superior. Na parte inferior do card três logos da instituição: UFSM Pró-Reitoria de Graduação, UFSM Coordenadoria de Ações Educacionais e Coordenadoria de Tecnologia Educacional.[/caption]

 

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/prograd/caed/2024/07/16/cte-e-caed-disponibilizam-mooc-sobre-acessibilidade Tue, 16 Jul 2024 12:07:09 +0000 http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/prograd/caed/?p=6412

A Universidade Federal de Santa Maria, por meio da Coordenadoria de Tecnologia Educacional (CTE) e da Subdivisão de Acessibilidade da Coordenadoria de Ações Educacionais (Caed/Prograd), oferta à comunidade o MOOC Acessibilidade na Educação Profissional e Tecnológica e na Educação Superior.

O curso visa contribuir com a capacitação de profissionais da educação sobre a temática da inclusão de pessoas com deficiência, Transtorno do Espectro Autista e Altas Habilidades/Superdotação na Educação Profissional e Tecnológica e na Educação Superior.

Confira a síntese das informações sobre o curso:

– Curso on-line aberto e massivo (Massive Open Online Course – MOOC), autoinstrucional.
– Plataforma de ensino: Moodle Capacitação da UFSM.
– Conteúdo desenvolvido por profissionais e colaboradores da Subdivisão de Acessibilidade.
– Carga horária de 40h.
– Inscrições abertas a partir de 12/07/24. As mesmas são permanentes, pelo tempo que o curso estiver disponível no site.
– Público indicado: profissionais da educação e demais interessados na temática.
– Certificado de conclusão aos concluintes.
– Dúvidas podem ser esclarecidas pelo e-mail: equipecapacitacao@cead.55bet-pro.com.

Para se inscrever em qualquer curso MOOC, promovido pela CTE, o interessado precisa criar uma conta no Moodle Capacitação. Caso já tenha um cadastro, basta escolher o curso e solicitar a autoinscrição.

Para ler o informativo completo do curso CLIQUE AQUI.

Aproveite e confira outros cursos MOOCs, ofertados pela CTE em: http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/prograd/cte/cursos-de-capacitacao-do-nte/cursos-autoinstrucionais.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2024/07/15/time-masculino-de-goalball-da-ufsm-esta-em-curitiba-para-disputar-regional-sul Mon, 15 Jul 2024 16:53:46 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=66292 [caption id="attachment_66293" align="alignright" width="505"]Na fotografia horizontal e colorida, cinco pessoas estão em um ginásio, com paredes de tijolos vermelhos e chão de madeira azul, com demarcações de fita para delimitar a quadra de goalball. À esquerda, duas estão de pé. À direita, três estão deitadas em frente à goleira de goalball, em posição pronta para iniciar a partida. Equipe está com grande expectativa para participar da primeira competição[/caption]

Na última sexta-feira (12), a equipe masculina de goalball da UFSM partiu do Centro de Educação Física e Desportos (CEFD) rumo a Curitiba, no Paraná, para o Campeonato Regional Sul de 2024. A competição, que serve como classificatório para as Série A e B do Campeonato Brasileiro da modalidade, começou no domingo (14) e vai até sábado (20).

Ao lado dos melhores times da Região Sul do Brasil, os “Guris da Federal”, formado por atletas que não necessariamente têm vínculo com a instituição, chegam em solo paranaense para disputar um torneio pela primeira vez na história. O esquadrão faz parte do projeto de goalball do Núcleo de Apoio e Estudos da Educação Física Adaptada (NAEEFA) do CEFD, que foi reconhecido oficialmente como Centro de Referência Paralímpico em janeiro deste ano.

A coordenadora é a professora Luciana Palma e os treinadores que encabeçam a comissão técnica são Felipe Gaspary, estudante de Educação Física - Bacharelado, e Mateus Manchini, aluno do Programa de Pós-Graduação em Ciências do Movimento e Reabilitação. Nesta semana, os representantes da Universidade estarão dividindo as quadras com atletas da Seleção Brasileira do esporte, atual medalhista de ouro dos Jogos Paralímpicos.

A nossa expectativa, acima de tudo, é fazer um bom campeonato. Que a gente consiga fazer algum enfrentamento com as equipes que também estão iniciando. Quem sabe, trazer uma primeira vitória para o goalball masculino da UFSM”, projetou Manchini. Para Gaspary, a ideia é a mesma: “estamos trabalhando e pensando sim na classificação, vamos lutar ao máximo para isso. Se a gente passar para a próxima fase já vai ser uma grande conquista. Mas o esquema é ficar com os ‘pezinhos no chão'”.

Investida da UFSM na modalidade

[caption id="attachment_66294" align="alignleft" width="503"]Na fotografia horizontal e colorida, três pessoas estão em um ginásio, com paredes de
tijolos vermelhos e chão de madeira azul, com demarcações de fita para delimitar a
quadra de goalball. À esquerda, atrás do trio, está a goleira. Os três estão deitados, no
meio de uma partida. Um deles está segurando a bola. Na modalidade, cada equipe é formada por três jogadores[/caption]

O primeiro projeto de goalball na UFSM nasceu em 2010, através da indicação de um ex-integrante das iniciativas do NAEEFA. Na época, o núcleo promovia uma iniciativa voltada a atividades físicas para pessoas com deficiência visual nas piscinas da Instituição, até que, com o apoio da Associação de Cegos e Deficientes Visuais de Santa Maria, surgiu a oportunidade de desenvolver a prática esportiva além da natação. Começamos de uma forma muito tímida, sem a bola apropriada. Usávamos uma bola de vôlei dentro de uma sacola plástica envolvida em um papel celofane para fazer barulho no chão. Nós não tínhamos goleiras, não tínhamos as fitas demarcatórias. Eu inventei de colocar um barbante para delimitar o solo. Fomos indo através de experimentos, justamente para criar um espaço social de interação, inclusão, através do esporte”, relembrou Luciana.

O goalball é praticado da seguinte forma: em uma quadra retangular, são colocadas duas goleiras do mesmo comprimento da linha de fundo. Com duas equipes formadas por três jogadores cada, além de três substitutos no banco, o objetivo é lançar as bolas em direção aos rivais a fim de balançar as redes. Dentro dessas bolas têm um objeto oco chamado “guizo”, para que os atletas consigam se localizar por meio do barulho. Todos jogam vendados, a fim de garantir a igualdade de condições, e vence quem finalizar a partida à frente no placar.

As traves que o time da UFSM utiliza para treinar foram um presente do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB). O projeto foi realizado até 2015 pois, em 2016, precisou ser suspenso pela falta de participantes para seguir na ativa. Em 2019, porém, foi retomado mas, em função da pandemia foi paralisado novamente. Em 2022 voltou e, apesar da pausa de cerca de 45 dias neste ano devido às enchentes, segue de forma contínua até os dias de hoje. A preparação de olho na disputa começou com o início do primeiro semestre letivo, no dia 11 de março.

Regional Sul

[caption id="attachment_66295" align="alignleft" width="501"]Na fotografia horizontal e colorida, com paredes de tijolos vermelhos e chão de madeira
azul, o atleta Daverlan Dalla Lana está agachado, em posição de jogo. Daverlan é um
homem branco, alto, magro, de cabelo curto e castanho escuro, vestindo um moletom
preto, uma calça azul e chuteiras vermelhas. Daverlan é um dos integrantes dos "Guris da Federal"[/caption]

O campeão e o vice-campeão do Regional Sul de 2024 estão confirmados na Série A e na Série B do Campeonato Brasileiro, respectivamente. Entretanto, quatro equipes que fazem parte da edição deste ano já estão classificadas a alguma das etapas nacionais deste ano. Dessa forma, caso estas cheguem à decisão do título, as vagas serão distribuídas às próximas colocações.

A competição reúne os 15 melhores esquadrões entre Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná e fecha a temporada de torneios locais da Confederação Brasileira de Desportos de Deficientes Visuais (CBDV). Os jogos acontecem no Ginásio do Tarumã e, nos últimos meses, foram realizados os certames Centro-Norte, Nordeste, Sudeste 1 e Sudeste 2.

Antes da catástrofe climática mudar os planos, o Regional Sul estava previsto para ser sediado em Porto Alegre, no mês de junho. No lugar do campeonato, ocorreria na UFSM a Copa Gaúcha de Goalball - contudo, também por conta das fortes chuvas, foi adiada e ainda não tem data definida. As transmissões das partidas ficam por conta da “TV Camisa 10”, no YouTube.

Um incentivo a mais

[caption id="attachment_66296" align="alignright" width="502"]Na fotografia horizontal e colorida, com paredes de tijolos vermelhos e chão de madeira
azul, a atleta Ester Giuliani está de pé, segurando a bola, pronta para fazer o
lançamento. Atrás dela, está a goleira de goalball. Ester é uma mulher branca, alta,
magra, de cabelo preso e castanho escuro. Ela está vestindo uma camiseta branca com
detalhes pretos e azuis, uma calça preta e tênis pretos. Ester Giuliani em posição para fazer o lançamento[/caption]

Oficialmente um Centro de Referência Paralímpico desde janeiro, o CEFD passa a ter a chancela do CPB para fomentar a prática de modalidades inclusivas. Entretanto, para Luciana, o apoio é muito mais que isso: “vai desde a motivação. Nós, professores e atletas, recebemos esse reconhecimento com muita alegria e como uma força para continuarmos sendo melhores. Isso é muito importante. Ao mesmo tempo, é mais uma responsabilidade, mas uma responsabilidade boa, porque eles (atletas) carregam nos ombros esse peso que é a UFSM de uma forma muito carinhosa”.

O reconhecimento se deu através da candidatura da instituição e de uma visita técnica, que serviu para analisar a estrutura da Universidade no que diz respeito à acessibilidade e a procura por esportes paralímpicos. Neste ano, o NAEEFA celebrou 30 anos de existência, em abril. “Quando eles ouvem ‘nós estamos representando um Centro de Referência, a UFSM, o NAEEFA, eles vibram. Essa motivação eleva a participação, a permanência. É muito legal saber que alguém está reconhecendo o esforço de cada um”, afirmou a coordenadora do projeto.

Daverlan Dalla Lana, egresso do curso de Pedagogia, professor da rede municipal e desde 2011 no plantel universitário, é um dos veteranos. Ele conta que, inicialmente, conseguiu ficar apenas dois anos no time por conta do trabalho mas, quando retornou em 2019, foi abraçado e sente orgulho da iniciativa.

É um esporte que movimenta, que te dá atenção, noção do espaço, do tempo, além da questão da comunicação em grupo. Eu acho importantíssimo que a UFSM promova essa oportunidade para nós nos formarmos enquanto atletas e também auxiliarmos a Universidade nessa caminhada”, relatou Dalla Lana, que define a participação do elenco no Regional como “um passo gigantesco para o esporte paralímpico da cidade e da região..

Entre os guris da Federal, também tem Ester Giuliani, formada em Letras pela instituição. A jogadora defende o esquadrão da Associação de Cegos do Rio Grande do Sul (ACERGS), de Porto Alegre, mas treina nas dependências do CEFD, junto do naipe masculino. Ela vestiu as cores da UFSM em 2019, quando fez parte do grupo que conquistou o título da Copa Sul em Florianópolis, Santa Catarina. Após a pandemia, pela falta de integrantes, a equipe se desfez.

Em 2022, representando os gaúchos, foi eleita destaque do Regional Sul. Para ela, o goalball serve como uma maneira de cuidar de si mesma: “é uma modalidade que eu conheci e me encontrei. Isso se dá muito pelo incentivo dos colegas e da dedicação e planejamento dos professores, que fazem toda a diferença. Minha expectativa é eu acreditar mais em mim. Com o passar dos campeonatos, eu estou ganhando mais confiança. Preciso manter a calma e dar o meu melhor”.

O NAEEFA está em busca de atletas para formar um novo elenco feminino. Para participar, não é necessário ser vinculado à UFSM, mas ter pelo menos 20 anos de idade. A proposta também é de implementar uma “categoria de base” para iniciação esportiva: “a nossa ideia para o futuro é ter um momento com o pessoal que já é experiente, mas ter outro momento também com o pessoal que está começando”, disseram membros da comissão técnica. Acesse o Instagram do núcleo aqui.

Texto: Pedro Pereira, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias
Fotos: Ana Alícia Flores, estudante de Desenho Industrial e bolsista da Agência de Notícias
Edição: Mariana Henriques, jornalista

 

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2024/01/31/ufsm-e-reconhecida-oficialmente-como-centro-de-referencia-paralimpico Wed, 31 Jan 2024 22:48:00 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=65096 O reitor Luciano Schuch (ao centro, de camisa branca) recebeu representantes do CEFD para a assinatura do acordo de cooperação técnica com o Comitê Paralímpico Brasileiro[/caption] Com o acordo, a UFSM passa a poder sediar competições oficiais de modalidades inclusivas, como o goalball e o basquete em cadeira de rodas (esportes em que a instituição dispõe de equipes), como também outras iniciativas, tal qual o Festival Paralímpico. Em 23 de abril de 2024, o Naeefa, núcleo responsável por promover as atividades para pessoas com deficiência, completa 30 anos de existência. A coordenadora do grupo expressou, em sua manifestação, a importância da assinatura do acordo. “Acredito que a transformação em Centro de Referência Paralímpico é um momento histórico e de reconhecimento de todo o trabalho percorrido ao longo de todos esses anos, seja na extensão, principalmente, que é um dos nossos grandes caminhos, na pesquisa e no ensino”, declarou Luciana, que é, além de docente, graduada pela UFSM. Além da professora, assinaram o termo o diretor do CEFD e o reitor. Segundo Schuch, a universidade receber esta chancela do CPB é essencial para exibir à comunidade que o trabalho realizado pela instituição é voltado para todos. “A gente consegue mostrar para a sociedade a importância das pessoas com deficiência estarem convivendo através do esporte competitivo e do esporte casual, que estão usufruindo da mesma infraestrutura”. Para Sawitzki, “a importância dessa assinatura é que a sociedade saiba que nós somos referência no assunto e estamos com condições de atender a comunidade, respaldados pelo Comitê Paralímpico Brasileiro”. Antes de oficialmente se tornar um Centro de Referência, a UFSM passou por outras duas etapas: a candidatura, realizada via carta de intenções, e a visita técnica, em que são analisados critérios como estrutura, acessibilidade ao espaço e procura por esportes paralímpicos. [caption id="attachment_65098" align="alignleft" width="622"] A professora da UFSM Luciana Palma é coordenadora do Núcleo de Apoio e Estudos da Educação Física Adaptada (Naeefa)[/caption] Benefícios e metas Somada à visibilidade que o acordo deve proporcionar, Luciana crê que a potencialidade de desenvolvimento da UFSM no universo dos esportes adaptados será intensificada. Para ela, a história mostra isso: “já são pelo menos 30 anos em que o Centro de Educação Física e Desportos vem desenvolvendo atividades relacionadas ao desporto paralímpico. Os benefícios não são só para a instituição, mas para todos os professores envolvidos na formação acadêmica, os estudantes que irão se envolver e as pessoas com deficiência”. A coordenadora do Naeefa ainda garante que os jovens e suas famílias terão papel fundamental na participação das novas iniciativas que poderão ser realizadas em função da transição para um Centro de Referência. “Desde as crianças, visto que temos projetos vinculados ao desenvolvimento juvenil, até o alto rendimento. As pessoas poderão passar por todas essas etapas tendo interesse, vontade e disponibilidade”. “Também é muito importante resgatar o envolvimento da família, no que diz respeito ao contexto social dessas pessoas. A gente acaba fazendo o que é de suma importância: desenvolver sempre a inclusão social”, continuou a professora. Até o momento, não há alterações na infraestrutura da UFSM confirmadas. Entretanto, para Luciana, a intenção é que melhorias sejam implementadas – não apenas no que diz respeito a questões de ordem estrutural, mas também organizacional. “Tudo que nós conseguirmos melhorar em termos de acessibilidade será sempre bem-vindo”. Oportunidade para acadêmicos Marcele Dornelles e Felipe Gaspary são acadêmicos do Bacharelado em Educação Física e integrantes do Naeefa. Para a aluna do CEFD, o acordo será essencial para que estudantes de diferentes cursos além da Educação Física, como Fisioterapia e Terapia Ocupacional, possam ter a possibilidade de trabalhar com modalidades paralímpicas. “Essa transformação só tem a engrandecer o conhecimento da comunidade acadêmica”, relatou Marcele. [caption id="attachment_65100" align="alignright" width="643"] O CEFD já recebeu três edições do Festival Paralímpico, que neste ano ocorre em 21 de setembro[/caption] De acordo com Gaspary, a transição para Centro de Referência pode instigar o interesse dos estudantes no envolvimento com as práticas paradesportivas. “A gente espera que agora estudos e novas ferramentas venham se somar ao que a gente já trabalha. Isso faz com que se desperte a curiosidade sobre o desenvolvimento de esportes para pessoas com deficiência.” Próximos passos Com o acordo, a UFSM pode sediar torneios oficiais de modalidades paralímpicas. Conforme anunciado pela coordenadora do Naeefa, o próximo torneio realizado no CEFD será a segunda etapa da Copa Gaúcha de Goalball, no dia 13 de julho. A rodada de abertura será em maio, na cidade de Porto Alegre, e a terceira em Rio Grande, no mês de outubro. A UFSM, que dispõe de uma equipe na modalidade, recebeu goleiras e traves do esporte através de uma doação do Comitê Paralímpico Brasileiro. O tradicional Festival Paralímpico, que já teve três edições promovidas pela instituição, já tem data para acontecer neste ano: 21 de setembro, um sábado. De acordo com Luciana, “é um compromisso assumido, agora enquanto Centro de Referência, desenvolver o Festival Paralímpico todos os anos”. Texto: Pedro Pereira, estudante de Jornalismo e estagiário da Agência de Notícias Fotos: Ana Alícia Flores, estudante de Desenho Industrial e bolsista da Agência de Notícias Edição: Lucas Casali]]> UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ccr/2023/10/27/professora-ira-abordar-os-desafios-da-comunicacao-acessivel-e-inclusiva-na-semana-academica-de-tecnologia-em-alimentos Fri, 27 Oct 2023 18:12:01 +0000 http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ccr/?p=9243

A professora Carlise Porto Schneider Rudnicki, do Departamento de Ciências da Comunicação da UFSM, está pronta para palestrar na décima segunda edição da Semana Acadêmica de Tecnologia em Alimentos. A professora Carlise apresentará a palestra intitulada "Desafios de uma Comunicação Acessível e Inclusiva". O evento está agendado para o dia 31 de outubro, às 16 horas, na Sala Cláudio Mussói, localizada no térreo do Prédio 42, no campus sede da UFSM.

A palestra da professora é gratuita e promete explorar questões relevantes relacionadas à comunicação acessível e inclusiva, destacando desafios contemporâneos e estratégias para garantir que a comunicação seja compreensível e acessível para todas as pessoas, independentemente de suas habilidades ou limitações.

O evento é uma iniciativa conjunta do Curso Superior de Tecnologia em Alimentos e do Setor de Apoio Pedagógico do Centro de Ciências Rurais. A décima segunda edição da Semana Acadêmica de Tecnologia em Alimentos busca proporcionar aos participantes uma compreensão mais profunda das questões enfrentadas pela indústria de alimentos, incluindo não apenas aspectos técnicos, mas também áreas interdisciplinares vitais, como a comunicação inclusiva.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/experimental/revistatxt/2023/07/28/no-ritmo-do-movimento-paralimpico Fri, 28 Jul 2023 12:00:28 +0000 http://www.55bet-pro.com/midias/experimental/revistatxt/?p=3761

Os esportes na vida de uma pessoa com deficiência podem representar uma oportunidade de mudança. Arquimedes da Silva, de 62 anos e atleta de modalidades paralímpicas da UFSM, vivencia a prática de esportes e a participação de eventos proporcionados pela universidade: “Esse é um dos melhores momentos para demonstrarmos às pessoas que o deficiente físico não pode ficar parado”, expressa com entusiasmo, após uma partida de basquete. Além das atividades melhorarem a saúde física, auxiliam na sociabilização entre pessoas com e sem deficiência e também as torna mais independentes no seu dia a dia. 

O ritmo do movimento paralímpico chega à UFSM por meio de diferentes modalidades ofertadas na instituição. Há mais de 15 anos são disponibilizadas inúmeras atividades monitoradas por professores e acadêmicos para a prática esportiva, através de projetos como os desenvolvidos pelo Núcleo de Apoio e Estudos da Educação Física Adaptada (NAEEFA). Cerca de 200 alunos participam de projetos integradores que acolhem pessoas com deficiência. Goalball, basquete em cadeira de rodas, atividades aquáticas e handebol são alguns exemplos de esportes ofertados pela Universidade.

A procura pelas modalidades paralímpicas tem aumentado. Conforme a coordenadora do Programa Segundo Tempo Paradesporto, Luciana Palma, existe lista de espera em algumas categorias, em função do próprio tipo de atividade que é desenvolvida. “É importante saber os esportes que as pessoas procuram para podermos proporciona-los e os atletas se encontrarem nos projetos”, explica. Conforme a própria coordenadora relata, as práticas na piscina são as mais desejadas pelo público. Todas as segundas e quartas-feiras são realizados encontros do programa “Piscina Alegre”, que reúne alunos de todas as idades. Eles descobrem, a cada aula, que as atividades aquáticas, além de divertidas, estimulam melhorias nos domínios do corpo. 

Aprendizados do Goalball

Dentre os esportes disponibilizados pela Universidade, o goalball foi desenvolvido exclusivamente para pessoas com deficiência visual, ao contrário de outras modalidades paralímpicas que são adaptadas: "Aqui na Universidade eles conseguem participar do goalball, realizando uma atividade física que tem benefícios como qualquer outra”, afirma o professor de Educação Física da UFSM, Mateus Manchini. Ele enfatiza que muitos alunos nunca tiveram acesso à educação escolar e almeja que o projeto continue, que seus alunos passem a entender melhor sobre os benefícios e conceitos físicos apresentados e levar esses aprendizados para vida cotidiana. 

As modalidades do projeto têm aulas ministradas por acadêmicos de cursos como  Educação Física, Terapia Ocupacional, Fisioterapia e Medicina. Para se tornar monitores, os discentes devem fazer  um curso de formação. No primeiro semestre de 2023,  40 estudantes participaram das monitorias.

Foto na horizontal em quadra de futebol. Homem deitado de lado, com os braços estendidos em posição de defesa na prática do Goalball. Homem usa camiseta azul com a escrita “Atleta” nas costas, usa cotoveleira e tornozeleira pretas, tênis vermelho. Quadra de futebol em tijolos laranjas, chão azul com listras sinalizando a quadra em branco.

Em ritmo de festival 

Ações como o Festival Paralímpico fazem parte das iniciativas esportivas que acontecem na Universidade. Em 2023, a instituição foi sede do evento pelo segundo ano consecutivo e proporcionou a prática de esportes adaptados para pessoas com e sem deficiência. O festival é uma promoção do Comitê Paralímpico Brasileiro e Loterias Caixa e tem o objetivo de propiciar a inclusão social por meio do esporte. O atleta Arquimedes é amante da prática de atividades físicas e valoriza a importância do incentivo esportivo através da instituição: “Eu colhi apenas benefícios no momento em que comecei a participar dos projetos da universidade”, conta. 

Além da disposição e interesse dos próprios esportistas, o incentivo da família, amigos e responsáveis é essencial para que os atletas sintam segurança para começar novas atividades. Maria Iris é mãe de Brian - atleta de 23 anos com paralisia cerebral. A mãe conta, com emoção, que a procura pela prática do paradesporto foi uma iniciativa do filho: “Ele gosta, e não só por praticar, mas também de interagir com outras pessoas, fica bem ansioso e pergunta quando vão ocorrer as atividades. É muito bom, nós como família ficamos felizes de vê-lo feliz”.

  No contexto do movimento paralímpico, testemunhamos atletas como Arquimedes e Brian, que não permitem que suas limitações os confinem e transformam desafios em motivação. Arquimedes menciona que quando uma pessoa com deficiência física fica parada, pode adoecer: “E por que fica doente? Porque não tem uma atividade, um motivo para se mexer e sair da cama”, conta o atleta.


Reportagem: Manuella Silveira e Yasmin Matos
Fotos: Manuella Silveira
Contato: manu.salemsilveira@hotmail.com / yasmin.cruttoz@gmail.com

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/experimental/revistatxt/2023/07/26/ensino-de-libras-na-ufsm Wed, 26 Jul 2023 12:00:11 +0000 http://www.55bet-pro.com/midias/experimental/revistatxt/?p=3829
Fotografia horizontal e colorida de uma sala de aula com um grupo de pessoas sentadas em um semicírculo. Todas são mulheres. Em primeiro plano, as estudantes de costas estão sentadas em cadeiras pretas estofadas. Elas estão com as mãos levantadas e as palmas abertas, e praticam um sinal de Libras. A maioria tem pele branca e cabelos compridos em tons de castanho escuro, ruivo e loiro. Usam camisetas de manga curta nas cores preta, branca, creme, tie dye e florido. Em segundo plano, no centro do semicírculo, uma mulher em pé também está com as mãos levantadas. Ela sorri. Ela tem pele branca, tem cabelo preto, curto e liso; ela veste uma blusa preta e usa óculos. Atrás dela, quadro horizontal branco. Ao lado dela e na parte esquerda da imagem, uma mulher de pele branca sentada atrás de uma mesa bege com computador preto. Ela tem cabelo preto e liso, usa óculos e veste uma blusa branca. Atrás dela, tela de projeção de slides com uma imagem de canoa, sinal que o grupo está fazendo. Na extremidade esquerda da imagem, cortinas azuis. O fundo é uma parede branca.
Aula de Libras da CAED com a professora Diéssica no Centro de Ciências Sociais e Humanas. | Foto: Júlia Almeida

Desde a lei 10.436, a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) é reconhecida como meio legal de comunicação, e pelo decreto 5626, a disciplina de Libras é obrigatória nos cursos de Licenciatura e Fonoaudiologia. A recém-formada em História Licenciatura, Juliana Brisolla, cursou como disciplina obrigatória em seu último semestre da graduação, e relata que ainda não teve a oportunidade de praticar a língua. “Não lembro de tudo, só alguns sinais, e acho que conseguiria me comunicar muito pouco", afirma Juliana.

O ensino de Libras na UFSM é oferecido em duas modalidades - disciplinas obrigatórias e complementares. Em média, mil estudantes por ano passam pelas disciplinas de Libras. Porém, um dos fatores que dificultam o ensino é a falta de continuidade no aprendizado. Os alunos surdos ainda enfrentam uma barreira para se comunicar com os alunos ouvintes e demais profissionais.

A UFSM também realiza cursos de Libras por meio da Coordenadoria de Ações Educacionais (CAED), e de disciplinas complementares dos cursos de graduação, as DCGs. A professora do Departamento de Educação Especial da UFSM, Mônica Zavacki - que atualmente ministra aulas de Libras para os cursos de Educação Especial e para o Programa Especial de Graduação (PEG) - explica que a inclusão da disciplina como obrigatória é um avanço. “Os surdos estão no mundo assim como qualquer outra pessoa, então eles devem ter o seu direito linguístico assegurado”, complementa Mônica.

A docente do Departamento de Educação Especial da UFSM, Carilissa Dall’Alba comenta as dificuldades em ministrar aulas de Libras. “Os ouvintes acabam aprendendo Libras já adultos, o que é diferente da aprendizagem das crianças, que, quando aprendem pequenas, têm muito mais facilidade”, afirma Carilissa. Além disso, a professora, que é surda, também menciona o capacitismo presente nas disciplinas: "Precisa de um processo até se adaptar e entender como se relacionar, porque em geral, esses estudantes nunca nem viram uma professora surda fora daqui”.

As DCG’s têm duração de um semestre, e a falta de prática e contato com pessoas surdas faz com que os discentes esqueçam o que foi ensinado. Segundo a chefe do Departamento de Educação Especial, Liane Camatti, o ensino vai além da comunicação. “A gente sempre tenta ensinar também o que é a língua, quem é o surdo, quais as diferenças culturais e linguísticas, como funciona os processos de desenvolvimento de uma criança surda”, destaca Liane. De acordo com ela, com essa maneira de ensino, os estudantes conseguem ter processos mais humanizados no contato com alunos surdos. 

Sobre os intérpretes, Liane comenta que, como o cargo foi extinto em 2019, há uma dificuldade de repor quando profissionais saem da universidade. “Não tem mais como fazer contratação ou concurso para intérprete, então a gente precisa urgentemente que essa legislação seja revogada”, declara Liane. A professora também explica que, atualmente, não há falta de intérpretes, mas que a situação pode mudar caso o número de alunos surdos aumente.“É muito cansativo ficar interpretando durante duas horas direto sozinha, então a cada 20 minutos as intérpretes fazem revezamento, por isso sempre precisa de duas juntas”, ela explica.

O ensino de Libras também é importante para a interação dos acadêmicos surdos que estão na Universidade, como ressalta a intérprete de Libras da CAED, Diéssica Zacarias Vargas. “O ideal é que essa língua fosse ensinada nas escolas, inclusive para as crianças, [assim] nós teríamos surdos que se comunicam com todas as pessoas sem dificuldade”, afirma Diéssica.

A professora Liane também considera a visibilidade que as aulas de Libras proporcionam, um dos principais benefícios: “Começa a dar mais valorização e visibiliza uma língua que há 15, 20 anos atrás, não circulava, era invisível. E isso diminui aquele choque que as pessoas tinham diante da língua e dos surdos, por conta daquela falta de informações. A lei tem 21 anos apenas, mas a história dos surdos e da educação de surdos tem muito mais do que isso”.


Reportagem: Giulia Maffi e Júlia Almeida
Contato:giuliamaffi08@gmail.com / juliaalmeidarechia@gmail.com

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/experimental/revistatxt/2023/07/18/inclusao-nas-ondas-do-radio Tue, 18 Jul 2023 12:00:20 +0000 http://www.55bet-pro.com/midias/experimental/revistatxt/?p=3741

No ar desde 1998, “De Perto Ninguém é Normal” é um projeto para pessoas com transtornos ou sofrimento mental severo e persistente. A iniciativa é coordenada por profissionais da equipe técnica em saúde mental do Centro de Atenção Psicossocial Prado Veppo (CAPS) e conta com cerca de 12 integrantes. As reuniões são quinzenais, intercaladas por gravações para o programa, transmitido às segundas-feiras, às 17h, na Rádio Universidade 800 AM.

Dicas de saúde, receitas, recados, músicas, entrevistas e piadas compõem os quadros produzidos e apresentados pelos participantes. O rádio também é utilizado para discutir demandas de saúde mental, discursos contra o preconceito, luta antimanicomial e reivindicação de mobilização social para suas pautas. A principal solicitação dos participantes é a implementação de mais um CAPS em Santa Maria. A demanda surge devido à superlotação dos quatro centros da cidade e a enorme fila de espera. 

Em dias de gravação, o segundo andar da Casa da Comunicação da UFSM lota. Em meio às risadas e roteiros espalhados pelos corredores, os psicólogos tentam encaminhar as gravações no estúdio. Os participantes ocupam o tempo de espera de diversas formas: Tião conta piadas e Pedro distribui versículos aos colegas. Isso acontece enquanto outros gravam na sala ao lado. Todos querem contribuir e têm liberdade para isso: a criatividade é percebida em bordões como “Acorda povo de Santa Maria”, frase recorrente de Pedro durante as gravações.

Autonomia e saúde mental

A doutora em Psicologia Social e coordenadora do projeto, Marcele Zucolotto, afirma que a iniciativa visa o acompanhamento da saúde mental com a substituição do modelo centrado no tratamento hospitalar. Para ela, é fundamental preservar a cidadania e os vínculos sociais dos pacientes com autonomia e integração social.

A coordenadora salienta a importância do projeto ao atender uma população historicamente marginalizada, estigmatizada e esquecida por políticas públicas. O projeto possibilita a construção e o fortalecimento de autonomia aos membros, bem como de maior participação e integração social como o programa veiculado na Rádio, desde os anos 90.

  A professora acredita que o veículo é um dispositivo de circulação da voz e expressão do coletivo. Para ela, o programa pode conscientizar a comunidade de Santa Maria: “Mobiliza e sensibiliza [a população] da importância de assuntos referentes à saúde mental e da importância do respeito e de inserção social dessa população”, afirma a coordenadora.

Um dos participantes mais antigos do “De Perto Ninguém é Normal”, Ronaldo Aguiar, relata a melhora na qualidade de vida, bem estar e na interação com outras pessoas em 28 anos no projeto. Ronaldo consumia mais de dez remédios e relata que passava os dias dormindo, dopado, não interagia e teve que encarar oito internações devido a surtos psicóticos. Atualmente, consome dois remédios e está há mais de 15 anos sem internações. “Graças a Deus me sinto muito bem”, assegura. O participante compreende a importância do trabalho que o CAPS realiza e recomenda o ambiente para quem passa por momentos de alto estresse mental. 


Os atendimentos no CAPS Prado Veppo, para transtornos mentais graves, podem ser solicitados pelo telefone (55) 3174-1582.

Desenho vertical com bordas em grafite e fundo vazado de um homem em frente a um microfone de rádio. O homem é jovem e está de perfil. Ele tem cabelo curto e liso, é musculoso e está com expressão facial concentrada. Um dos braços está cruzado na altura do estômago e o outro está estendido. Ele veste uma camiseta com um broche de laço. O microfone está na altura do queixo e suspenso em uma estrutura de metal e tem a logomarca da Rádio Universidade 800AM. Seis ondas sonoras saem do microfone. O fundo é branco.
Ilustração: Isabela Souza Jardim

"Para a UFSM, é uma oportunidade de reconhecimento de uma população que  historicamente sofreu estigmas e esteve à margem de políticas públicas e cuidados adequados”
Marcelle Zucolotto, psicóloga social e coordenadora do "De Perto Ninguém é Normal"


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Reportagem: Mariana Camargo
Contato: camargo.mariana@acad.55bet-pro.com

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Escultura de flor desenvolvida por Caroline

Uma escultura em formato de flor que permite que pessoas surdas sintam as vibrações das músicas: a “Blooming Sounds” (Sons de Florescência) foi elaborada por Caroline Gaudeoso, egressa do curso de Engenharia Acústica da UFSM e exposta em museus da Europa. Feita de materiais como madeira e acrílico, a obra é conectada a um shaker e vibra como um auto-falante mas, em vez do som, ele emite vibração nos diferentes tipos de superfícies.

Trajetória para a acessibilidade musical

Caroline iniciou o projeto quando estava no mestrado em Engenharia Acústica, na Universidade Técnica da Dinamarca. No entanto, o interesse no tema é anterior, e parte das vivências que teve na UFSM, das trocas com colegas e professores e das oportunidades geradas na graduação.

Para o desenvolvimento da “Blooming Sounds”. durante seis meses, ela e o colega francês Justin Sabaté trabalharam sob orientação do professor Jeremy Marozeau e com ajuda da artista Kiral World. “A gente foi testando como cada pétala vibrava. A partir disso, tentamos fazer com que elas tivessem padrões de frequências de ressonância diferentes, para poder vibrar com o maior espectro das músicas que fossem tocar”, explicou a engenheira.

Segundo a idealizadora, o trabalho foi criado para a comunidade surda sentir a música, mas não somente: também tem o objetivo de passar mais informações sobre as canções que normalmente não são priorizadas pelos ouvintes, como a vibração de cada acorde. “É muito interessante você sentir a música de outra forma que não seja só através do som”, comentou.

Mesmo quando ainda estava em seus primeiros protótipos, a Blooming Sounds era exposta em diversos locais renomados no continente europeu. O primeiro deles foi em um dos dias do Distortion, um festival de música que acontece nas ruas de Copenhague, capital da Dinamarca. Depois, ficou cerca de 10 dias no Copenhagen Contemporary, um museu de arte contemporânea na mesma cidade. Quando estava no Museu de História e Arte de Genebra, na Suíça, músicos eram mensalmente convidados para concertos no local. As canções eram tocadas e as esculturas vibravam em tempo real.

As pesquisas que incluem os sentidos das músicas para pessoas surdas cada vez mais estão em pauta. No ano passado, o humorista Whindersson Nunes patrocinou pesquisas de um protótipo produzido pela startup TRON. O vocalista da banda Coldplay, que foi destaque no Rock in Rio em 2022, já comentou que distribui coletes para surdos nos shows do grupo. O trabalho de Caroline reforça a discussão da inclusão e acessibilidade na música.

Quem é Caroline e como o projeto surgiu

Caroline Gaudeoso, 27 anos, nasceu e cresceu em Santos, São Paulo. Ainda no ensino médio, ela visitou uma feira de ciências na Universidade de São Paulo (USP), onde se interessou pelo projeto de uma pulseira que vibrava com as músicas reproduzidas em um teclado. Com isso em mente, em 2014, Caroline ingressou na graduação de Engenharia Acústica na UFSM, única Instituição do país que oferta o curso, e onde poderia estudar e desenvolver iniciativas semelhantes com o que conheceu.

A experiência na instituição reforçou a vontade em trabalhar com a acessibilidade musical. “Eu fiz as disciplinas Libras I e II como complementares, e gostei muito. Foi um ano nesse conteúdo. Eu conheci alguns surdos na UFSM e cheguei a conversar com alguns professores sobre essa ideia. Tive bastante incentivo”, explicou. A ideia da pulseira continuou com a engenheira durante toda sua formação.

Durante este processo, ela realizou o estágio obrigatório de graduação em uma empresa na Dinamarca. Foi onde se inscreveu no mestrado e conheceu o professor que já estava com um projeto em andamento na área em que ela queria. “Um aluno há muito tempo que fez um banco que vibrava, era bem simples. O professor abriu novas vagas para o projeto e eu entrei, no objetivo de desenvolver esculturas com a mesma proposta, mas de outras formas”, conta, explicando como a obra em formato de flor surgiu. Hoje, ela não atua mais diretamente no projeto, mas, alguns colegas seguem no ramo desenvolvendo esculturas cada vez mais qualificadas.

Focada em concluir a dissertação do mestrado, Caroline relembra da importância da Universidade para chegar onde está hoje: “Foi extremamente importante, eu realmente não sei o que teria feito se não fosse esse curso na UFSM, porque era o que eu queria e sigo com a temática no mestrado agora. Tenho muita paixão pela engenharia acústica e a UFSM foi a base para isso”, finaliza.

Texto: Paula Appolinario, estudante de jornalismo e estagiária da Agência de Notícias
Fotos: Arquivo pessoal de Caroline
Edição: Mariana Henriques, jornalista

Fonte: 55bet-pro.com

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A Universidade Federal de Santa Maria, através da Coordenadoria de Ações Educacionais (CAEd/Prograd), disponibiliza um série de monitorias, para auxiliar acadêmicos(as) da Universidade que estejam enfrentando alguma dificuldade em sua rotina de estudos.

A responsável pelas monitorias é a Subdivisão de Ações Afirmativas Sociais, Étnico-Raciais e Indígenas da CAEd. Os(as) estudantes que desejam orientações devem solicitar atendimento (presencial, no Prédio 67, Sala 1112, próximo ao Prédio 21, ou online) por meio de formulário específico:​

MONITORIA DE APOIO ÀS TECNOLOGIAS DIGITAIS: Para alunos(as) da UFSM com dificuldades no uso ou no acesso a tecnologias necessárias ao seu desempenho acadêmico.

A solicitação de atendimento (presencial, no Prédio 67, Sala 1112, ou online, deve ser realizada via formulário, no link: http://forms.gle/jdK3TQhktVAQQNnK8

Outras informações podem ser solicitadas ao email:

monitoria.tecnol.digitais.caed@55bet-pro.com 

 

 

MONITORIA INDÍGENA: Para alunos(as) indígenas da UFSM com dificuldades na compreensão dos conteúdos das disciplinas, no uso e acesso às tecnologias necessárias ao seu desempenho acadêmico ou dificuldades de adaptação à rotina universitária.

A monitoria é oferecida de forma presencial (no Prédio 67, sala 1112), ou online. 

A solicitação de atendimento, com indicação de horários disponíveis, deve ser feita via formulário, no link  http://forms.gle/RXhDJH3MChnen8ng6.

Outras informações podem ser obtidas no e-mail monitoriaindigena.caed@55bet-pro.com 

 

MONITORIA DE APOIO À LEITURA DE TEXTOS ACADÊMICOS: Para alunos(as) da UFSM com dificuldades na compreensão, análise e síntese de textos científicos e acadêmicos.

A monitora é prestada de forma presencial ou on-line. A solicitação de atendimento deve ser feita via formulário, no link: http://forms.gle/EEgXC8z5Skp51V8o6.

Outras informações são obtidas pelo e-mail: monitoria.apoioleituraeplac.caed@55bet-pro.com

 

MONITORIA PLAC - PORTUGUÊS COMO LÍNGUA DE ACOLHIMENTO: Voltada a estudantes estrangeiros(as), refugiados(as), migrantes e intercambistas da UFSM, que estejam passando por dificuldades no entendimento da Língua Portuguesa.

A monitoria é prestada de forma presencial, no Prédio 67, Sala 1112, ou de modo online.

.A solicitação de atendimento deve ser feita pelo formulário disponível em  http://forms.gle/9KFCCYH2zyht7PAx8.

Em caso de dúvida, entre em contato com o setor pelo e-mail  monitoria.apoioleituraeplac.caed@55bet-pro.com 

 

 

 

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[caption id="attachment_20691" align="alignright" width="500"] Descrição da imagem: Sobre fundo laranja, recortes de cinco fotos ao centro mostram uma mulher cadeirante sorrindo, uma mulher que sinaliza com expressão séria, crianças que riem com uma professora, dois jovens e uma menina que tiram uma selfie e um jovem com expressão séria. Linhas amarelas conectam as imagens. Acima, Secretaria da Cultura de Santa Maria apresenta. Logo abaixo à direita: Assim Vivemos, mostra de filmes sobre deficiência. Santa Maria – RS. Abaixo das fotos, 22 a 26 de abril. Audiodescrição, libras, legendas. @festivalassimvivemos. Financiamento: Logomarcas do Fundo Municipal de Cultura e da Prefeitura Municipal de Santa Maria.[/caption]

Estudantes, servidores(as) docentes e técnico-administrativos, bem como a comunidade em geral, estão convidados a prestigiar a Mostra "Assim Vivemos", que divulga filmes sobre deficiência.

No dia 25 de abril, terça-feira, a UFSM irá receber, no auditório do prédio 67, duas sessões da Mostra. A entrada é gratuita.

Após cada sessão, haverá um bate-papo com o público sobre os temas abordados nos filmes. Todas as sessões contarão com audiodescrição, Língua Brasileira de Sinais (Libras) e legendas descritivas.

A Mostra é oriunda do Festival "Assim Vivemos", evento consagrado com dez edições, que ocorre desde 2003 no Centro Cultural Banco do Brasil, nas cidades do Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo. A divulgação é do Fundo Municipal de Cultura de Santa Maria e da Secretaria Municipal de Cultura.

Confira a programação da Mostra na UFSM:

25/04 - Terça-feira:

14h – Sessão 2 (74 minutos), com os filmes:
- "Eu sou Irina" (Rússia, 9 min., 2019) e
- "Sete Léguas" (Espanha, 65 min., 2019)

19h – Sessão 1 (70 minutos), com os filmes:
- "Mona" (Brasil, 6 min., 2018)
- "Ver e crer" (Rússia, 13 min., 2007)
- "Estrangeiros" (Brasil, 20 min., 2013) e
- "Uma menina em 10 x 10" (Myanmar, 29 min., 2016)

Local: UFSM – Auditório do Prédio 67, onde funciona a CAEd - Coordenadoria de Ações Educacionais da UFSM, próximo ao Prédio 21. Av. Roraima, 1000, 55BET Pro Sede, no bairro Camobi.

Outras informações estão disponíveis no Instagram do Festival "Assim Vivemos".

 

Confira a Programação completa da Mostra em Santa Maria, com horário e local de exibição:

22/04 - Sábado
15h – Sessão 1
Local: ACDV – Associação de Cegos e Deficientes Visuais. Rua Manuel Ribas, 1924 - Vila Belga.

24/04 - Segunda-feira
8h – Sessão 2
14h – Sessão 1
Local: APAE. Rua Cel. Benjamim D'Ávila Prado, 400 - Bairro Santa Marta.

25/04 - Terça-feira
14h – Sessão 2
19h – Sessão 1
Local: UFSM – Auditório do prédio 67. Av. Roraima, 1000 - Camobi.

26/04 - Quarta-feira
10h: Sessão 2
19h: Sessão 1
Local: EEEE Reinaldo F. Coser. Rua Valdemar Coimbra, SN - Bairro Lorenzi.


‌Confira as sinopses dos filmes:

Sessão 1 (70 min.):

"Mona"
Direção: Lucca Messer
Brasil | 6 min. | 2018
Sinopse: Em 2017, Mona se torna a primeira mulher negra cadeirante a se apresentar no Teatro Municipal de São Paulo, Brasil. Quebrando barreiras no mundo da dança, Mona também representa a superação de preconceitos cotidianos contra pessoas negras na maior cidade da América do Sul. Como bailarina e atriz, ela é hoje um símbolo nacional de resistência.

"Ver e crer"
Direção: Tofik Shakhverdiev
Rússia | 13 min. | 2007
Sinopse: Sergey tem 22 anos. É cego desde os oito. Está no terceiro ano da universidade, onde estuda computação. É muito independente e adora praticar esportes – futebol e judô. Sergey aprendeu a perceber a trajetória da bola através da audição. Desenvolveu esta capacidade jogando “golbol”, um jogo semelhante ao futebol, jogado por pessoas com deficiência visual parcial ou total. O filme mostra um pouco da sua vida, seus amigos, hobbies, estudos e esportes favoritos.

"Estrangeiros"
Direção: Sônia Machado Lima
Brasil | 20 min. | 2013
Sinopse: A fala tem poder e se impõe como forma superior de comunicação, forçando pessoas surdas a aprenderem a repetir sons que não conseguem ouvir. É um esforço tremendo e desgastante. Até que, muitas vezes chega o momento em que o surdo descobre que foi inútil o tempo em que tentou aprender algo que simplesmente não lhe servia. O filme pretende mostrar um caminho de descoberta, dúvida, silêncio, alegria, aceitação, incompreensão e afirmação.

"Uma menina em 10 x 10"
Direção: Mai May Sakarwah, Mary, Yu Par Mo Mo
Myanmar | 29 min. | 2016
Sinopse: Ngu Wah Hlaing foi abandonada por sua mãe quando era um bebê por causa de sua deficiência. Uma monja e seu filho, que é transgênero, a adotaram e a amam. Atualmente, Ngu Wah Hlaing tem 11 anos de idade, mas não sabe ler e escrever porque é recusada pelas escolas devido à sua deficiência.


Sessão 2 (74 min.):

"Eu sou Irina"
Dir. Tatyana Rotar
Rússia | 9 min. | 2019
Sinopse: Irina é uma mulher que perdeu a visão e a audição em um acidente. Depois disso, houve um período de profunda depressão, desespero e falta de vontade de viver. Mas quando ela conheceu uma pessoa que a levou ao mundo do teatro, Irina teve sua segunda chance.

"Sete Léguas"
Dir. Jon Ander Santamaría, Marcia Castillo
Espanha | 65 min. | 2019
Sinopse: Uma notícia publicada no outro lado do mundo leva um grupo de pessoas de diferentes origens a pôr em prática algo que parecia impossível: colocar crianças com deficiências motoras como protagonistas em um palco de teatro. Para famílias que vêm sofrendo muitos percalços há anos, algo aparentemente tão comum como levar as crianças para aulas de dança é, na verdade, uma grande mudança em suas vidas. Todas as vozes que compõem esta pequena companhia de dança nos contam sobre essa experiência inspiradora.

 

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