UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com Universidade Federal de Santa Maria Sat, 14 Mar 2026 14:04:52 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com 32 32 UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/12/01/lasca-inaugura-exposicao-escavando-historias-a-jornada-da-arqueologia-atraves-dos-tempos Mon, 01 Dec 2025 15:44:04 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=71523

Imagel colorida em formato quadrado com fundo alaranjado. O convite traz como ênfase o nome da exposição, o local e a data. Também estão presentes as marcas do realizados, o Lasca, e dos setores apoiadores,A inaguração da exposição "Escavando Histórias: a jornada da arqueologia através dos tempos" será no dia 9 de dezembro, às 10h, no Laboratório de Arqueologia, Sociedade e Cultura das Américas (Lasca). A mostra estará aberta ao público em geral a partir do dia 10 na sede do Laboratório, na Floriano Peixoto, 1184.

A nova exposição convido o visitante a conhecer as origens da arqueologia, os métodos científicos e as descobertas contemporâneas, e percorrer os caminhos dessa ciência que, muitas vezes associada a aventuras e tesouros é, em essência, uma ferramenta poderosa para compreender a humanidade em suas múltiplas facetas através dos tempo.

 
Mostra "Escavando Histórias: a jornada da arqueologia através dos tempos"
Dia 9: Inauguração às 10h
Dia 10: Abertura para o público geral
Local: Lasca (Rua Floriano Peixoto, 1184, ao lado da Antiga Reitoria)
 
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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/11/05/equipe-do-lasca-participa-de-seminario-internacional-em-campo-grande Wed, 05 Nov 2025 18:50:09 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=71272

O Laboratório de Arqueologia, Sociedades e Culturas das Américas (Lasca) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) participará do  2º Seminário Internacional da Apheleia América do Sul. O encontro acontecerá de 26 e 28 de novembro, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, e tem como tema Patrimônio, Lugares e Sustentabilidade.

A rede Apheleia surgiu com apoio da Comissão Europeia e está presente em todos os continente com o foco na contribuição das Humanidades para a gestão territorial e sustentável. A organização atua em pesquisa, inovação e desenvolvimento nesta área e teve papel decisivo na concepção e na criação do programa transdisciplinar Bridges, da Unesco, voltado para Humanidades e Sustentabilidade.

Além do seminário internacional da organização Apheleia, a equipe do Lasca também apresentará comunicações orais na Reunião do Observatório Sul-Americano de Patrimônio, Lugares, Humanidades e Artes (Olhar) da Associação das Universidades do Grupo Montevidéo (AUGM).

A UFSM mantém convênio na área de Arqueologia com a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), com quem desenvolve trabalhos no Programa Institucional Trilha Rupestre.

 

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/09/05/escavacao-encontra-fragmentos-do-telhado-original-do-predio-onde-funciona-o-museu-gama-deca Fri, 05 Sep 2025 13:48:32 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=70414 Foto colorida horizontal de mão escavando terra com uma ferramenta, que tira a terra de cima de um pedaço de telha.
Telha original usada no palacete de Astrogildo de Azevedo foi encontrada em escavação da UFSM

Pesquisadores do Laboratório de Arqueologia, Sociedades e Culturas das Américas (Lasca), da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), encontraram, entre os mais de 500 itens, fragmentos de dois tipos de telhado nas escavações nos fundos do Museu Gama d'Eça, na Rua do Acampamento. A pesquisa, coordenada pelo professor e arqueólogo André Luís Ramos Soares, concluiu que os fragmentos são de eternit, usada na cobertura original do palacete em que viveu Astrogildo de Azevedo, e de capa e canal, utilizada no anexos construídos posteriormente.

O eternit, como explica o professor André, pode ser considerado o avô ou o bisavô do brasilit. É um tipo de cobertura avermelhada de fabricação belga e vendida no início do século passado no Rio de Janeiro. Próximo às telhas, foram encontrados parafusos de fixação com a inscrição em alemão “werk”, que pode ser traduzido como “fábrica”. A partir da pista dos parafusos, os arqueólogos conseguiram identificar em um catálogo de anúncios do final do século XIX o eternit, o que contribui para a hipótese de que faziam parte da cobertura do palacete de Azevedo no início do século passado. Durante a apuração desta reportagem, na tarde do dia 26 de agosto, a equipe do Lasca encontrou um parafuso fixado em um pedaço de eternit na área de escavação, fato que contribuiu para a tese.

Já a capa e canal é uma telha cerâmica vermelha que permite o encaixe de umas nas outras - uma unidade para cima e a outra invertida -, conferindo uma estética mais rústica. O professor André acredita que como não estava disponível a telha eternit no período das benfeitorias, o novo proprietário, Miguel Beleza, genro de Azevedo, optou por usar nos anexos ao prédio original a telha capa e canal.

Foto colorida horizontal de pedaço de telha no solo úmido. À frente da telha uma carta ponta o norte magnético. Ao lado direito, uma placa com cores vermelho, amarelo, verde e preto,
Fragmento de telha eternit, utilizada na cobertura original do palacete de Astrogildo de Azevedo
Foto colorida horizontal do professor André com uma placa riscada com giz o nome do museu e a data 26/8/25
Professor André anota as informações da localização da telha enernit na área escavada

Indícios do palacete de Azevedo e das transformações de Miguel Beleza

O antigo palacete de Azevedo, onde funciona o Museu Gama d’Eça, foi construído entre 1912 e 1913 pelo escritório de engenharia Rudolph Ahrons no local onde funcionou, no final do século XIX, o consultório do médico Pantaleão Pinto e, a partir de 1882, a Farmácia Daudt. De acordo com o Museu Gama d’Eça, embora não existam fontes documentais, o projeto é atribuído a Theodor Wiederspahn, integrante do escritório de engenharia, e responsável por prédios importantes do Rio Grande do Sul, como o Hotel Majestic, onde hoje funciona a Casa de Cultura Mario Quintana. Ambas as edificações pertencem ao mesmo movimento arquitetônico, o eclético, caracterizado pela combinação de elementos de outras escolas e de diferentes materiais.  

O coordenador do Lasca, professor André Soares, acredita que o palacete devia se destacar bastante na Rua do Acampamento de mais de um século atrás. A construção com dois andares e com telhado vermelho contrastaria com o casario modesto de portas e janelas.

Antes de ser sede do Gama d’Eça, o prédio passou por diferentes transformações. As mais significativas ocorreram após a morte de Azevedo, quando sua filha Stela e seu genro Miguel Beleza herdaram a propriedade em 1946. As principais modificações estão relacionadas ao jardim, que ganhou naipes de baralho, um pequeno zoológico com espécies exóticas e piscinas infantil e adulta - consideradas as primeiras de Santa Maria. 

Durante a escavação do Lasca, uma surpresa: debaixo dos ladrilhos paulistas, feitos de caquinhos de lajota, surgiu o que seria um outro paisagismo com tijolos inteiros. Se os ladrilhos remetem ao projeto idealizado por Beleza, o segundo, provavelmente seja o original do palacete de Azevedo. Até hoje outros elementos do período em que a filha e o genro do médico viveram podem ser notados, como a área destinada à piscina adulta e os desenhos dos naipes de baralho.

Após a morte do casal, que não teve filhos, o palacete ficou desocupado. Inicialmente a Prefeitura firmou contrato de locação, em 1963, mas acabou declarando de “utilidade pública” com o intuito de, mais tarde, desapropriar, devido ao interesse manifestado pela Universidade. Durante a ditadura militar, de 1964 a 1984, a sede administrativa da Prefeitura funcionou ali. Em 1984, o Município se transferiu para a rua Venâncio Aires, no Parque Itaimbé. No ano seguinte, a UFSM instalou, no antigo palacete e nos anexos, o Museu Gama d'Eça, que funcionava no campus, e o Museu Victor Bernasi, que estava na sede da SUCV. Somente em 2013 a UFSM assumiu a titularidade do terreno, sob a condição de que seja mantido o museu. 

Foto colorida horizontal de pátio. Do lado direito, um homem em direção a uma área circular com tijolos em volta de uma árvore. Pouco acima, cobrindo parcialmente, um outro tipo de piso feito de cacos de telha
Professor André à frente da área escavação em que se pode perceber os pisos das duas diferentes épocas: o da caquinhos, mais recente, do projeto idealizado por Miguel Beleza; e o de tijolos, do período em que o palacete pertenceu a Astrogildo de Azevedo

Arqueologia histórica x arqueologia pré-histórica

A equipe do Lasca realiza as escavações em uma área de 25m² nos fundos do museu, local do antigo jardim, com autorização do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). O objetivo da pesquisa é identificar as camadas de ocupação humana a partir da materialidade.

Em meio aos objetos encontrados, destacam-se indícios da construção do palacete de Azevedo, do período de transformações idealizadas por Beleza. Os pesquisadores acreditam que o atual quintal do museu tenha funcionado como um aterro, ou seja, local em que as pessoas deixavam material de descarte das construções. “O que é lixo para alguns, para nós é história”, comenta o professor André Soares, coordenador do Lasca.

Há objetos mais antigos que os da construção do palacete original. Um item interessante é um artefato de vidro, que a equipe de arqueologia estima ser indígena. Muito antes do acampamento militar do final do século XVIII, que deu origem a Santa Maria, a região teve aldeamentos guaranis. 

Até o momento, a equipe do Lasca já encontrou mais de 500 peças de diferentes materiais, como lítico, cerâmica, louça, vidro, metal, plástico, osso, carvão e sedimento de solo. Entre os achados estão porcelana de origem inglesa e brinquedos do século XIX, frasco de perfume, cacos de garrafas, ossos de animais silvestres e de animais usados como alimentação. “Temos aqui restos de um churrasco”, brinca o professor. 

Diferentemente da arqueologia pré-histórica, realizada onde há indícios de sociedades sem escrita, como as cavernas e os sítios com inscrições rupestres, a arqueologia histórica se preocupa com a materialidade de períodos mais recentes. No Brasil, a janela temporal compreende mais de cinco séculos e pode ser estendida até algumas décadas atrás. 

“Nas escavações pré-históricas tem um deslumbramento visual”, comenta o historiador Patrick Ventura, mestrando em Patrimônio Cultural pela UFSM, sobre os dias de campo em cavernas e sítios rupestres. Nas históricas, a escavação pode acontecer num lugar até então despercebido do cotidiano e que guarda interesse histórico, como o entorno da rua do Acampamento. “Estamos aqui para reescrever a história ou quem sabe escrevê-la. O legal é contarmos a história que não está nos livros de história. É a vida cotidiana”, declara o coordenador do Lasca, professor André Soares.. 

Uma escavação no centro de uma cidade não é algo comum no Brasil. Por isso, o Lasca deve convidar pesquisadores de outras instituições para que tenham a oportunidade de participar de um dia de campo e, também, contribuir com os estudos. O primeiro convidado é o arqueólogo Suliano Ferrasso, que faz doutorado na Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc). Suliano, especialista em zooarqueologia, deve contribuir com informações sobre os achados de fauna silvestre, que podem remeter ao antigo zoológico de Miguel Beleza ou quem sabe a períodos mais distantes. 

Foto colorida horizontal do historiador Patrick com a cabeça voltada para a esquerda e mãos acima de uma placa com dois pequenos soldadinhos de chumbo
O historiador Patrick mostra os soldadinhos de chumbo do século XIX
Foto colorida horizontal. A imagem ao centro traz um boneco de chumbo sem rosto com um trompete. O boneco tem uma cor de ferrugem
Soldadinho de chumbo com instrumento musical do século XIX

Soldadinhos de chumbo, arquétipos dos papéis na guerra

Entre os objetos encontrados pela equipe de pesquisadores da UFSM, estão dois soldadinhos de chumbo do final do século XIX. Um dos bonecos militares traz consigo um trompete e o outro não traz nenhum acessório. 

Os brinquedos carregam arquétipos, ou seja, representações de papéis sociais que as crianças poderiam desempenhar na vida adulta. “Os objetos em geral representam os valores da época e contribuem para a formação dos sujeitos infantis”, explica Marco Bottega, estudante do 4º semestre do curso de História que participa das escavações. É importante ponderar que o conceito de infância mudou e muito. No que se refere ao século XIX, a criança era percebida como um ‘pequeno adulto’ e os brinquedos diferiam conforme o gênero.

O historiador Patrick Ventura complementa que bonecos militares guardam relação com períodos de guerra. O pesquisador cita que bonecos militares encontrados, por exemplo, na França se referem a guerras na Europa e têm coloração relacionada com os exército que representavam. “Os soldadinhos daqui são diferentes dos que encontramos em catálogos. Eles não têm formato de rosto, o que ajuda a dar um datação”, destaca.  

Além de soldadinhos do final do século retrasado, os pesquisadores identificaram brinquedos mais recentes e que, provavelmente, pertenciam a outras crianças, que são um botão vermelho de jogo de futebol de botão, uma perna e um braço de bonecas feitas de plástico.

Foto colorida horizontal de fragmentos de objetos, como louça, telha, identificados com fitas com códigos.
Itens encontrados na escavação, como louça inglesa do século XIX, poderão ser conferidas na próxima exposição do Lasca, prevista para novembro

Exposição no Lasca

Os itens encontrados em campo passam por diferentes etapas no laboratório. É lá que ocorre, depois da limpeza, o trabalho de identificação por meio de diferentes técnicas, como o uso de microscópio para melhor leitura e comparação com fotos em catálogos, e, depois, a categorização. As informações são inseridas em um banco de dados, que, por enquanto, é interno. A museóloga Aline Vargas, do Lasca, ressalta que a instituição deve adquirir o Tainacan, um programa usado para repositório digital e que permitirá o acesso de pesquisadores de todo o mundo. 

Outra etapa fundamental é a publicação, que ajuda na disseminação das informações e na troca com outros pesquisadores. Estão previstos três artigos pela equipe do Laboratório, um sobre a escavação em geral, outro que relata a pesquisa das telhas e o último que conta o achado dos soldadinhos de chumbo.

Mesmo antes da conclusão do trabalho de campo, parte das peças devem ser expostas à comunidade na sede do Lasca, localizada ao lado do prédio da Antiga Reitoria, na Rua Floriano Peixoto. Aline adianta que em novembro a nova mostra do laboratório poderá ser visitada já com itens encontrados na escavação no jardim do Gama d’Eça.

Linha do tempo

Final do século XIX - Local abrigou uma edificação onde funcionava o consultório do médico Pantaleão Pinto

1882 - Parte do prédio foi cedido para o farmacêutico João Daudt Filho e funcionou como sede da Farmácia Daudt

1912 - Palacete de Astrogildo de Azevedo, onde funcionavam residência e consultório médico, começou a ser construído por empresa de engenharia Rudolph Ahrons

1946 - Stela Azevedo, filha de Astrogildo, herdou a propriedade. O marido dela, Miguel Beleza, coordenou uma série de mudanças de lugar, principalmente no jardim

1963 - A prefeitura firma contrato de locação do prédio após a morte do casal que não deixou herdeiros

1964 - O edifício passou a ser considerado de utilidade pública e, depois, foi desapropriado pela União. A partir deste ano até 1984, a Administração Municipal, a partir de comodato com a União, usou o palacete como sede

1985 - A UFSM transfere o Museu Gama d’Eça, do campus, e o Museu Victor Bersani, do prédio da SUCV, para o palacete

2013 - A titularidade do ´prédio foi transferida da União para a Universidade

(Fonte: Museu Gama d'Eça)

Texto: Maurício Dias

Fotos: Daniel Michelon de Carli

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A equipe formada pelos pesquisadores da UFMS, UFSM e UNESC recebeu a equipe da prefeitura de
Alcinópolis durante os trabalhos de escavação arqueológica na Gruta da Mesa, no Parque Municipal Templo dos Pilares. Na ocasião, também tivemos oportunidade de receber a estudante de Mestrado do Instituto Politécnico de Tomar, Portugal, a arquiteta Mischa de Guzmán, da Indonésia.

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A equipe formada pelos pesquisadores da UFMS, UFSM e UNESC recebeu a equipe da prefeitura de Alcinópolis durante os trabalhos de escavação arqueológica na Gruta da Mesa, no Parque Municipal Templo dos Pilares. Na ocasião, também tivemos oportunidade de receber a estudante de Mestrado do Instituto Politécnico de Tomar, Portugal, a arquiteta Mischa de Guzmán, da Indonésia.

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Em comemoração à Semana dos Museus, que ocorre entre os dias 12 e 18 de maio, o Laboratório de Arqueologia, Sociedade e Cultura das Américas (Lasca) da UFSM realiza nesta quinta-feira (15), no auditório do prédio 74C, às 10h, a exibição do documentário "Dahomey". A comunidade santa-mariense é convidada a participar das reflexões sobre história, patrimônio e descolonização.

O evento terá como convidado o professor Sérgio Klamt, do Centro de Ensino e Pesquisas Arqueológicas da Unisc, que se juntará ao coordenador do Lasca, André Soares, para debater alguns aspectos da obra.

O documentário, vencedor do Leão de Ouro no Festival de Berlim em 2024, relata a volta de 26 objetos saqueados durante a colonização francesa para o território de Daomé. De Paris para o país africano, esse retorno faz parte de um movimento contemporâneo encabeçado por nações colonizadas que reivindicam artes e tesouros roubados. Mais do que isso, reivindicam seus passados e presentes em vistas de reconstruir suas histórias políticas e sociais. A cineasta Mati Diop, dessa forma, documenta essa viagem de volta, relatando questões do mundo pós-colonial através de múltiplos pontos de vista e debates levantados pelos estudantes da Universidade de Abomey-Calavi. Dúvidas sobre o que fazer e que tipo de atitude adotar diante desses artefatos estão no cerne do documentário.

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O 11º Seminário Internacional APHELEIA propôs debater temas relacionados com Filosofia e Ciências Humanas, dentro da temática “Comunidades em Transformação: artes, artesanato e materialidades”.

O Prof. Dr. André Soares realizou a palestra intitulada "Hands that mold: art, artcrafts and heritage at rock art trail, Alcinópolis, MS, Brazil".

            Além da submissão de artigos científicos, foram realizadas maquetes de sítios arqueológicos, como a Anta da Foz do Rio Frio, aula no Internacional Master in Quaternary and Prehistory -IMQP, e workshop de cerâmica arqueológica ministrada pelo Prof. André Soares no dia 04 de abril.

No caso das maquetes, um aplicativo de realidade aumentada pode mostrar como seria um enterramento na Anta da foz no período neolítico. A Anta foi utilizada entre 3200 a.C até 1500 a.C como local de enterramento de lideranças tribais.

Atualizações estão sendo feitas nas páginas do APHELEIA - http://apheleiaproject.org/ - e  @institutoterraememoria no Instagram e Facebook.




http://vimeo.com/1076495588/376a63a1d7?ts=0&share=copy http://vimeo.com/1076500670/2f83f0da4d?ts=0&share=copy]]>
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O Laboratório de Arqueologia, Sociedades e Culturas das Américas-LASCA, da Divisão de Museus, Assessoria de Cultura e Arte da Pró-Reitoria de Extensão (PRE) torna pública a abertura de inscrições para três (3) vagas de bolsistas, sendo duas (2) de Graduação e uma (1) de Pós-Graduação matriculadas/os na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), para atuarem junto ao LASCA, com início das atividades em 01 de abril de 2025.

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A UFSM conta com diversos espaços voltados à preservação, divulgação e popularização das artes, da história e da ciência. Confira a seguir mais informações sobre os espaços museais da Universidade.

Gama d’Eça: um prédio histórico no coração da cidade

O museu localizado na Rua do Acampamento possui um vasto acervo em arqueologia, paleontologia, numismática e geologia

O prédio localizado na Rua do Acampamento, número 81, guarda parte da história de Santa Maria. Já o acervo do Museu Gama d’Eça, que ocupa o seu interior, conta a história do mundo. Entre os mais diversos artefatos do museu, pode-se voltar no tempo em alguns séculos ou milhões de anos, até o período em que os dinossauros eram a espécie dominante na Terra.

Desde 1985 o Gama d’Eça localiza-se no prédio que fica em uma das principais vias de Santa Maria e aproxima a população da cidade do conhecimento das áreas de arqueologia, paleontologia, numismática e geologia. A exposição Fragmentos do Rio Grande do Sul, localizada no hall do museu, mostra artefatos do período dos Sete Povos das Missões até a Guerra do Paraguai. Os banners da exposição contextualizam e contam detalhes sobre os períodos e acontecimentos históricos que marcaram o estado.

Ao longo dos corredores do antigo casarão são encontrados diversos objetos históricos, como relógios, despertadores e ampulhetas do século 19 e móveis que guardam parte da história, como a cômoda de Pinheiro Machado, político de destaque durante o período da República Velha. O museu fica aberto de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

Confira fotos do Museu Gama d'Eça: 

Lasca conta a história dos primeiros habitantes do Rio Grande do Sul

O acervo do grupo de pesquisa possui aproximadamente 200 mil peças sobre os povos originários gaúchos

Entender o passado para olhar o presente e o futuro. Essa é apenas uma das lições que podem ser aprendidas em uma visita ao Laboratório de Arqueologia, Sociedades e Culturas das Américas (Lasca) e seu acervo arqueológico com aproximadamente 200 mil peças sobre os povos originários do Rio Grande do Sul. Os artefatos são de períodos anteriores à chegada dos europeus ao território brasileiro. Podem contar histórias de grupos que viviam aqui há 13 mil anos. 

Por meio das peças do acervo é possível compreender a história e o modo de vida dos povos indígenas, suas invenções, hábitos alimentares e a forma como manejavam plantas e animais. Todos esses elementos mostram como o Rio Grande do Sul e o Brasil são herdeiros culturais e genéticos dos povos originários. Além das exposições, o Lasca desenvolve pesquisas nas áreas de arqueologia pré-histórica e histórica, educação patrimonial e bioarqueologia. 

Desde o dia 16 de setembro, o laboratório realiza a exposição “Fragmentos da história do RS: Os Metais do Lasca”, que exibe o acervo construído durante os 40 anos de projetos arqueológicos realizados pela UFSM. 

O conhecimento gerado a partir da pesquisa chega ao público por meio de atividades lúdicas e educativas, como oficinas de educação patrimonial abertas ao público e cartilhas educativas, disponíveis gratuitamente em seu site institucional. O Lasca promove atualmente cursos de arqueologia e educação patrimonial em parceria com a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul.

O Lasca fica localizado no Complexo Multicultural da Antiga Reitoria, na Rua Floriano Peixoto, 1184, bairro Centro. A visitação é gratuita e ocorre de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 17h, exceto em feriados.

Confira fotos do Lasca:

As obras que fazem parte do Acervo Artístico

O espaço conta com duas salas de exposição, obras de artistas nacionais e internacionais, além de um espaço imersivo para os visitantes

A porta dos fundos da Biblioteca Central é uma entrada para o universo das artes visuais. O Acervo Artístico da UFSM é um espaço de dois andares que conta com mais de 300 desenhos, pinturas, ilustrações e fotografias de artistas nacionais e internacionais. No espaço encontram-se obras de artistas da Argentina, Uruguai, Estados Unidos, Japão e países da Europa. 

O térreo do acervo conta com dois ateliês, onde são realizadas as exposições, uma com material do acervo e outra de artistas vinculados à universidade ou externos. As obras que não estão em exposição ficam na área da reserva técnica. Entre as obras guardadas estão alguns quadros de Iberê Camargo (1914-1994), um dos mais renomados artistas visuais brasileiros. Nascido em Restinga Seca, Iberê Camargo estudou arte em Santa Maria. Por conta da sua relação com a cidade, ele doou algumas de suas obras para a UFSM.

No segundo piso do acervo há uma sala chamada de “Caverna”, por conta da sua iluminação e acústica. O objetivo da Caverna é ensinar sobre culturas antigas e arte contemporânea de forma imersiva. Assim, pinturas rupestres e grafites iluminados por neon e acompanhados por música ambiental são as atrações da exposição. 

O Acervo Artístico abre de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, sem fechar ao meio-dia. Nos domingos de Viva o 55BET Pro o espaço também abre para visitação. Grupos que desejam conhecer as obras podem agendar visita pelo site

Confira fotos do Acervo Artístico:

Planetário: o primeiro do RS a desvendar os mistérios do espaço

Marcante pelo seu design único, o Planetário é o espaço da UFSM que mais recebe visitantes

O Planetário é um dos espaços museais mais visitados na UFSM. Em 2023 foram realizadas 405 sessões de exibição, com público total de aproximadamente 22 mil pessoas, de 94 municípios gaúchos. Seja na entrada ou na saída, o design do Planetário faz com que o prédio seja fotografado com uma atração turística. O Planetário se destaca pelo seu design e também pelo pioneirismo. Inaugurado em 1971, ele foi o primeiro planetário do Rio Grande do Sul e o primeiro do interior do Brasil.

O hall do prédio está com uma exposição de banners sobre meteoritos, mas o que mais chama atenção é um objeto azul não identificado. É o primeiro projetor utilizado na cúpula do Planetário que ficou ativo por 40 anos. Além do projetor atual, que é digital, o espaço conta com dois telescópios para observação do céu e projetores convencionais para a realização de aulas.

Em outubro o Planetário vai realizar uma programação especial para o público infantil durante a Semana da Criança. Uma das atividades será a observação noturna do céu no dia 12 de outubro.

O Planetário fica aberto de segunda a sexta-feira, das 9h às 11h e das 13h30min às 15h30min, para sessões agendadas por escolas ou grupos de visitantes, que podem escolher entre os nove filmes disponíveis para exibição. Para o público geral são realizadas três sessões abertas todas as semanas. Os horários de exibição são divulgados no Instagram do Planetário.

Confira fotos do Planetário:

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Museu de Solos mostra o que está sob os nossos pés

Acervo do museu mostra a diversidade geológica do estado, combinando a exposição de fragmentos com tecnologia

Argissolo e planossolo. Para entender o que essas palavras significam, basta olhar para baixo. Esses são os dois principais solos que formam Santa Maria e estão entre as 130 amostras dos solos do território gaúcho que podem ser encontradas no Museu de Solos do Rio Grande do Sul, que fica no prédio 44 do Centro de Ciências Rurais da UFSM. 

Também fazem parte do acervo rochas e minerais que são encontrados em cada região e foram responsáveis pela formação de cada solo. Cada fragmento de solo possui um QR Code que traz informações sobre a classificação do monolito, dados químicos, ambientais e fotos de sua paisagem. 

A coleção do museu é visitada por estudantes de ciências rurais, ciências da natureza e engenharia, inclusive de outras universidades. No ano passado, o museu recebeu em torno de dois mil visitantes, entre acadêmicos e público escolar. Além do ensino, o Museu de Solos também se relaciona com a pesquisa. É integrado ao Programa de Pós-Graduação em Ciência do Solo, que obtém nota máxima na avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

O acervo do museu tem como objetivo despertar a curiosidade dos visitantes para o estudo dos solos e sua diversidade, como os raros organossolos, ricos em matéria orgânica e presentes em apenas 1% de todo o território gaúcho, e podossolos presentes em algumas áreas do litoral. Considerado um “organismo vivo”, o solo contém um quarto da biodiversidade da Terra. Aprender a manejá-lo de forma correta é fundamental para a produção sustentável e eficiente de alimentos e também para minimizar e evitar os impactos da atividade humana neste componente fundamental para o surgimento e manutenção da vida no planeta.

É preciso realizar agendamento para visitar o museu, que tem horários disponíveis de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h30min às 18h O Museu de Solos também está disponível para visitas em escolas. O contato pode ser realizado pelo número (55) 3020-8108, ou pelo e-mail fapedron@55bet-pro.com. No site do museu também estão disponíveis materiais informativos, didáticos e pedagógicos, como atividades e experimentos que podem ser usados em sala de aula. 

Confira fotos do Museu de Solos:

Mostra de Ciências Morfológicas é parada obrigatória para estudantes de anatomia humana e animal

Ossadas de animais, exemplares taxidermizados, esqueleto e até cérebro humano podem ser encontrados no museu do prédio 19

A Mostra de Ciências Morfológicas é um espaço multidisciplinar onde o público pode visualizar e aprender sobre o corpo humano e animal. O acervo da mostra conta com mais de 200 peças que ensinam sobre a anatomia humana e animal. Desde a sua inauguração, em novembro de 2022, o museu já recebeu mais de três mil pessoas, em sua maioria estudantes do ensino fundamental e médio. 

Alguns dos exemplares completos ou parciais de animais, como morcego, avestruz, ema, gato, baleia e tubarão, possuem um QR Code. Ao acessá-lo o visitante encontra informações, fotos e curiosidades sobre cada espécie. A parte de anatomia humana conta com crânio, esqueleto, cérebros humanos e representações didáticas de sistemas do corpo. Alguns desses materiais foram utilizados pelos primeiros cursos da área de saúde na UFSM e estão entre os mais antigos do acervo.

Neste segundo semestre a Mostra de Ciências Morfológicas está envolvida na realização da Olimpíada Morfológica 2024. A Mostra de Ciências Morfológicas vai promover encontros, capacitações e treinamentos com todas as escolas públicas da 8ª Coordenadoria Regional de Educação, que abrange 23 municípios. As inscrições para a Olimpíada podem ser feitas pelo site do museu.

O espaço fixo do museu é localizado na sala Prof. Roberto D. Teixeira, número 3127, prédio 19 do campus sede. A visita ocorre após agendamento, que pode ser feito pelo e-mail mostramorfo@55bet-pro.com ou pelo perfil do museu no Instagram. A Mostra de Ciências Morfológicas tem horários disponíveis de segunda a sexta-feira, das 8h30min às 11h30min e das 13h30min às 17h30min. Nos domingos de Viva o 55BET Pro, o acervo também fica aberto para o público.

Confira fotos da Mostra de Ciências Morfológicas:

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Jardim Botânico mostra a biodiversidade presente no campus

Espaço conta com plantas nativas e exóticas, animais taxidermizados e atrações como telhado verde e jardim sensorial 

O Jardim Botânico conta com mais de 1.500 tipos de plantas de 350 espécies diferentes. A beleza e diversidade atraem cerca de 10 mil visitantes por ano. O espaço faz parte do Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE) e foi inaugurado em 1981, o que tornou real o sonho do professor Santo Masiero, engajado no projeto desde a fundação da UFSM. O então professor do Departamento de Biologia foi uma das pessoas que cultivaram as primeiras espécies do jardim, recebidas por meio de doações.

Inicialmente povoado por plantas de outros setores da universidade e até mesmo doadas por floriculturas, hoje o Jardim Botânico possui uma vasta coleção de plantas nativas e exóticas, além de atrações turísticas como o telhado verde, trilhas guiadas, jardim sensorial, viveiro de plantas carnívoras, exposição de animais taxidermizados, entre outros. Aves, mamíferos, répteis, anfíbios e insetos também fazem parte da paisagem, interagem com as plantas e contribuem para a existência e conservação da biodiversidade, objetivo principal do espaço.

A multidisciplinaridade do jardim pode ser atestada pelos seus visitantes. Cursos como Ciências Biológicas, Engenharia Florestal, Gestão Ambiental, Geografia e Engenharia Civil realizam pesquisas em parceria com o Jardim Botânico. Os trabalhos são publicados em eventos científicos e também em periódicos. Estudantes de Desenho Industrial e Dança também estão entre o público que frequenta o Jardim, o que mostra que a natureza pode ser tanto fonte de inspiração artística quanto contemplada como uma obra de arte. O Jardim Botânico recebe bolsistas, estagiários e monitores de diferentes cursos, que realizam atividades de pesquisa, ensino e extensão.

Entre as plantas que podem ser encontradas no acervo do espaço estão o Palmiteiro Juçara, ameaçado de extinção, e a Ilex paraguariensis, popularmente conhecida como árvore da erva-mate. O Jardim Botânico fica aberto de segunda a sexta-feira, das 8h30min às 12h e das 13h30min às 17h. A entrada é gratuita. Para visitas em grupos é necessário realizar agendamento. Mais informações podem ser encontradas no site do Jardim Botânico e em suas redes sociais.

Confira fotos do Jardim Botânico:

Cappa mostra que os primeiros dinossauros eram gaúchos 

O centro de pesquisa descobriu na região fósseis únicos do período Triássico na região central do RS

Existem espaços famosos por possuírem em seus acervos obras que não são encontradas em nenhum outro lugar do mundo. O Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da Quarta Colônia (Cappa) da UFSM conta com fósseis descobertos na região central do Rio Grande de Sul e que estão entre os primeiros dinossauros a habitarem a terra, como o Macrocollum itaquii, o Buriolestes schultzi e Cornualbus primus, a mais nova descoberta realizada por pesquisadores da UFSM. Os espécimes são do período Triássico, que ocorreu entre 240 e 225 milhões de anos atrás.

Além dos répteis daquele período, o espaço possui exemplares de parentes da classe reptilia e mamíferos que viveram na mesma época ou até antes deles. Ao todo, o acervo possui aproximadamente 500 fósseis que já foram catalogados e outros que ainda são analisados pelos pesquisadores do Cappa. O espaço foi criado em 2003 pelo Consórcio de Desenvolvimento Sustentável da Quarta Colônia (Condesus). Em 2010, o centro foi doado para a UFSM e, em 2013, foi inaugurado oficialmente, vinculado ao Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE).

No âmbito da pesquisa paleontológica, o Cappa conta com parcerias nacionais e internacionais, sem abrir mão de que os pesquisadores da UFSM mantenham o protagonismo em estudos realizados com fósseis descobertos na região. Como resultado, a UFSM é referência nacional na área de paleontologia, com trabalhos publicados em revistas internacionais do segmento, como a Nature. 

No dia 9 de novembro o Cappa realiza o Paleodia, onde escolas da região visitam o centro e realizam atividades relacionadas à paleontologia. Escolas devem entrar em contato pelo Cappa pelo Whatsapp (55) 99974-1090 ou pelo e-mail cappa@55bet-pro.com. Também é possível acompanhar as atividades e atualizações pelo seu Instagram. O centro, localizado em São João do Polêsine, pode ser visitado de segunda a sexta-feira, das 9h às 11h30min e das 13h30min às 17h. Para visitas guiadas, é obrigatório realizar o agendamento. Nos sábados, domingos e feriados, o horário de funcionamento é o mesmo, mas apenas visitas guiadas para mais de 10 pessoas precisam ser agendadas.

Confira fotos do Cappa:

Mais informações no site da Divisão de Museus da UFSM, vinculada à Coordenadoria de Cultura e Arte da Pró-Reitoria de Extensão.

Texto: Bernardo Silva, acadêmico de Jornalismo, bolsista da Agência de Notícias
Fotos: Gustavo Damascena, acadêmico de Desenho Industrial, bolsista (com exceção do Cappa/Arquivo e da Mostra de Ciências Morfológicas/Ana Alicia Flores/Arquivo)
Edição: Lucas Casali e Ricardo Bonfanti, jornalistas 
Arte de Capa: Daniel Michelon De Carli, Agência de Notícias

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2024/07/12/conheca-a-caverna-espaco-imersivo-que-reune-historia-e-arte-rupestre-na-ufsm Fri, 12 Jul 2024 13:14:48 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=66257 [caption id="attachment_66264" align="alignright" width="733"]foto colorida horizontal de pessoas em semicirculo Abertura oficial da Caverna ocorreu na quinta-feira (11)[/caption]

Inaugurada na manhã desta quinta-feira (11), a Caverna é um projeto multidisciplinar, que, através de elementos como tinta neon, luz negra e recursos sonoros, oferece uma imersão na era pré-histórica. As evidências históricas ajudaram o grupo responsável, liderado pelo administrador do Acervo Artístico, Rafael Happke, a retratar nas paredes de uma sala escura as artes rupestres encontradas nos diferentes continentes. Voltado principalmente para o público escolar, o projeto busca proporcionar aos estudantes que visitam o local o contato com a ciência de uma lúdica e interativa.

A Caverna já está aberta para a visitação do público em geral, durante o horário de funcionamento do Acervo Artístico (segunda a sexta-feira, das 9h às 18h). Para turmas, deve ser feito agendamento prévio através das redes sociais  ou pelo e-mail do Acervo Artístico.

Inauguração

O evento de abertura se dividiu em dois momentos. O primeiro foi um ato de solenidade, que deu as boas vindas às autoridades presentes, como a vice-reitora, Martha Adaime, o pró-reitor de Extensão (PRE), Flavi Ferreira Lisboa Filho, a coordenadora de Arte e Cultura da PRE, Vera Lúcia Vianna, e o vice-diretor do Centro de Educação, José Ribeiro, além de acadêmicos, bolsistas e voluntários participantes do projeto, que prestigiaram o evento. Já o segundo momento foi dedicado à primeira sessão imersiva da Caverna, que fez a alegria de outro grupo de convidados ilustres: a turma de 5º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Bernardino Fernandes. 

Mas, antes de embarcar na viagem pela pré-história, a vice-reitora direcionou sua fala aos pequenos, perguntando a forma como se comunicam hoje e citando as mudanças ao longo do tempo. “A universidade é um lugar onde se produz conhecimento. E nesse local, a gente precisa transformar esse conhecimento de forma acessível, inclusiva a toda comunidade. Vocês foram escolhidos para estarem aqui hoje pela primeira vez nesse espaço. A gente agradece por estarem aqui conosco”, concluiu Martha.

[caption id="attachment_66265" align="alignright" width="557"]foto colorida horizontal com adultos e crianças em uma sala escura com projeções coloridas nas paredes Primeira visita foi de alunos da Escola Bernardino Fernandes[/caption]

Crianças na Caverna

A turma de nove alunos foi convidada para estar presente graças ao contato em uma visita no Acervo no ano passado. Uma das professoras que acompanhou a turma, Carolina Noya, conta que a experiência com outra turma em uma exposição de fotografias havia sido muito positiva e criou um vínculo com a administração do Acervo. Agora, uma nova turma pôde visitar o local e aprender mais sobre a evolução da história. 

A professora veio trabalhando a temática na sala de aula ao longo dos dias, mas acredita que a experiência é um complemento essencial. “Além de gerar uma significância na aprendizagem do conteúdo, é uma vivência para a vida. É muito bonito, eles estão muito felizes, alegres e eufóricos. É muito importante também eles estarem na universidade e poderem transitar aqui”, destaca Carolina.

O idealizador do projeto, Rafael Happke, evidencia o papel educativo da Caverna de oferecer um espaço que muitas escolas não têm a oportunidade de criar, seja por falta de recursos ou espaço físico. Por isso, o local foi planejado, principalmente, para o público escolar, com opções de narração para turmas dos anos iniciais, ensino fundamental e ensino médio, com conteúdos apropriados para a faixa etária. 

Rafael afirma que para além de ofertar conhecimento, a equipe do Acervo também recebe em troca. "As crianças vêm visitar a universidade e aproveitam o espaço para aprender, compartilhar, ensinar. Eles nos ensinam, a cada visita que recebemos, a gente aprende bastante”, ressalta.

[caption id="attachment_66266" align="alignleft" width="570"]foto colorida horizontal com crianças em uma sala escura com projeções coloridas nas paredes Projeto oferece imersão na era pré-histórica por meio de artes rupestres nas paredes[/caption]

Surgimento do projeto

A ideia começou a partir de uma experiência feita pelo professor e coordenador do Laboratório de Arqueologia, Sociedade e Cultura das Américas (Lasca), André Luis Ramos Soares. Uma sala em desuso, tida como desinteressante por ser escura, foi o local perfeito para o professor introduzir um pouco da temática da arte rupestre para crianças que visitavam o acervo. A partir dessas experimentações, a equipe do Acervo se interessou pela ideia e resolveu fazer algumas melhorias no local, ainda com o apoio do Lasca, que, segundo Rafael, é fundamental para oferecer uma visita de maior qualidade.

Implementação 

O projeto da Caverna ainda está em andamento, e sua abertura para visitação marca o início de uma nova etapa. Mas, para torná-la possível, foi necessário o trabalho de uma equipe multidisciplinar, formada por alunos, bolsistas e voluntários, que foram responsáveis desde a parte de pesquisa das referências rupestres até a organização visual do espaço. As artes nas paredes foram feitas a partir da técnica de stencil, que facilita a pintura. O espaço escuro ganha vida com as cores neon, que brilham com o auxílio da luz negra. 

A iniciativa contou essencialmente com o apoio da PRE, que abraçou a ideia, além da parceria com o Núcleo de Rádios da UFSM, que também contribuiu com o projeto.

Texto: Júlia Weber, estudante de Jornalismo e estagiária da Agência de Notícias
Fotos: Ana Alícia Flores, estudante de Desenho Industrial e bolsista da Agência de Notícias, e Júlia Weber
Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2024/07/02/projeto-de-extensao-promove-atividades-culturais-com-comunidades-atingidas-pelas-enchentes Tue, 02 Jul 2024 13:30:54 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=66181

A Divisão de Museus, vinculada à Pró-Reitoria de Extensão, leva alunos de regiões afetadas pelas enchentes de maio a espaços culturais da Universidade, através do projeto de extensão UFSM Solidária e Cidadã. Os primeiros participantes foram alunos do primeiro ano da Escola  Municipal de Ensino Fundamental Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, localizada na zona norte de Santa Maria. Eles conheceram o Museu Gama D’Eça no último dia 19.

A visita contou com a participação do Laboratório de Arqueologia, Sociedades e Culturas das Américas (LASCA) da UFSM, que realizou uma oficina sobre educação patrimonial a respeito dos povos originários do Rio Grande do Sul, por meio de atividades com arco e flecha.

O chefe da Divisão de Museus, Augusto Nobre Gonçalves, explica que o projeto visa atuar em comunidades que, apesar de estarem geograficamente próximas da UFSM, não conseguem acessar os seus bens culturais. Por isso, o UFSM Solidária e Cidadã realiza uma busca ativa nas escolas ao invés de esperá-las. O transporte dos alunos e professoras da escola foi realizado com um ônibus cedido pela Pró-Reitoria de Infraestrutura.

Para saber mais sobre o programa e a visita, assista à reportagem produzida pela TV 55BET Pro.

http://www.youtube.com/watch?v=4FhrTQpd_Dk

Texto: Bernardo Silva, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias
Foto de capa: Divisão de Museus, divulgação
Edição: Mariana Henriques, jornalista

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2024/03/20/professor-apresenta-praticas-de-laboratorio-de-arqueologia-da-ufsm-em-seminario-em-portugal Wed, 20 Mar 2024 20:05:09 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=65492 Assinatura da renovação do convênio entre a UFSM e o Instituto Politécnico de Tomar. Na ocasião, estiveram presentes (da esq. para a dir.) os professores Luiz Oosterbeek, coordenador do evento; João Coroado, diretor do instituto; André Soares, da UFSM; e Eduardo Campechano, da Universidade César Vallejo, do Peru[/caption] Docente do Programa de Pós-Graduação em Patrimônio Cultural da UFSM, o professor André Luis Ramos Soares está participando do 10º Seminário Internacional da Apheleia – Humanities International Association for Cultural Integrated Landscape Management. Tendo como temática geral “Museus, paisagens e governança”, o seminário começou na última quarta (13) e segue até esta sexta-feira (22) no Centro Cultural Elvino Pereira, na cidade de Mação, em Portugal. Integrando a programação do último sábado (16), o professor da UFSM apresentou ao público as práticas do Laboratório de Arqueologia, Sociedades e Culturas das Américas (Lasca). No ano passado, Soares participou da coordenação do evento Apheleia América do Sul, e neste ano, além da apresentação no evento, realizou a renovação do acordo entre a UFSM e o Instituto Politécnico de Tomar, de Portugal. “É fundamental a participação em redes internacionais, tanto para a graduação como para a pós”, afirma Soares, que é o coordenador do Lasca e também docente do Departamento de História da UFSM e coordenador da Cátedra Unesco em Fronteiras e Migrações.]]> UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/projetos/pesquisa/catedra-unesco/2023/10/24/unesc-recebe-o-1o-seminario-internacional-apheleia-america-do-sul Tue, 24 Oct 2023 17:19:11 +0000 http://www.55bet-pro.com/projetos/pesquisa/catedra-unesco/?p=296

Link de acesso: http://portallitoralsul.com.br/unesc-recebe-o-1o-seminario-internacional-apheleia-america-do-sul/

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2023/03/28/laboratorio-lasca-seleciona-voluntarios-de-diferentes-cursos Tue, 28 Mar 2023 12:59:00 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=61663

O Laboratório de Arqueologia, Sociedades e Culturas das Américas (Lasca) está selecionando acadêmicos voluntários para auxiliar na condução das ações de gestão de acervos, pesquisa em Arqueologia, comunicação e atendimento aos visitantes.

As inscrições deverão ser feitas pelo e-mail lascaufsm@gmail.com, com cópia para alrsoaressan@gmail.com, no período de 31 de março a 14 de abril.

Mais informações na chamada interna.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2022/09/06/viva-o-campus-especial-de-volta-as-aulas-acontece-no-proximo-domingo-11 Tue, 06 Sep 2022 19:40:23 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=59611

A Pró-Reitoria de Extensão da UFSM, por meio da Coordenadoria de Cultura e Arte, promove, no próximo domingo, 11 de setembro, o Viva o 55BET Pro Volta às Aulas. O evento é aberto a toda a comunidade e acontece entre às 14h e às 18h.

Esta edição contará com atividades dos espaços museais da Universidade que são: Planetário, com sessões abertas ao público; Acervo Artístico, com a mostra “Reavivando um Patrimônio”; LASCA Laboratório de Arqueologia, Sociedades e Culturas das Américas, com a exposição “A Trajetória da Arqueologia no Rio Grande do Sul”; MACT - Museu de Arte, Ciência e  Tecnologia, com a exposição do FACTO 9; Jardim Botânico; Mostra de Ciências Morfológicas, além de passeios pela Rota dos Murais e pela Rota das Esculturas. No espaço Multiuso será realizado exposição dos empreendimentos da Incubadora Social, teremos também sessão do curta “Aurora - A Rua Que Queria Ser Um Rio” pelo Cineclube Da Boca; o Projeto: Olha o Passarinho e as presenças da Polifeira do Agricultor e da Grife UFSM junto ao Planetário.

A atração artística deste domingo será por conta do Show Vozes do Monte, com a participação de quatro bandas.

O Viva o 55BET Pro busca incentivar a participação cultural e artística da comunidade, e a conscientização e o cuidado com o meio ambiente, trazendo a sociedade para o espaço interno aos arcos da Instituição. Realizado desde 2018, a ação tem ganhado espaço na agenda de Santa Maria, ressaltando as habilidades e as experiências movimentadas pela UFSM nas diversas áreas de atuação.  

Programação

Show: Vozes do Monte
Participação de Quatro Bandas Musicais
16h - Largo do Planetário

Projeto: Olha o Passarinho!
15h – Inscrição = 20 participantes
Local: Largo do Planetário

Exposição dos empreendimentos da Incubadora Social
15h – Corre Dazarte, Recicle Arte, Vila Resistência, GAM Mãos de Ouro e Arsele Reciclagem (Parceira da Incubadora)
Local: Espaço Multiuso

GrifeUFSM
15h às 18h
Local: Marquise do Planetário

Cineclube da Boca
15h30min - Curta “Aurora - A Rua Que Queria Ser Um Rio”, direção de Radhi Meron
Local: Auditório do Prédio 67

Plantário
Sessões de Filmes:
15h – Universo
16h – Da Terra ao Universo

Acervo Artístico
15h às 18h – Mostra: Reavivando um Patrimônio
Local: Acervo Artístico (Prédio da Biblioteca Central – entrada pelos fundos)

LASCA - Laboratório de Arqueologia, Sociedades e Culturas das Américas
15h às 18h– Exposição: A Trajetória da Arqueologia no Rio Grande do Sul
Local: Acervo Artístico (Prédio da Biblioteca Central – entrada pelos fundos)

Jardim Botânico
15h às 18h
Local: Prédio 13F

Rota dos Murais
15h30min - Saída do Arco de entrada da UFSM

Rota das Esculturas
15h30min - Saída da Reitoria da UFSM (Escultura Silvestre Peciar)

Polifeira do Agricultor
15h às 18h
Local: Largo do Planetário

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2022/06/14/retomada-do-viva-o-campus-atraiu-cerca-de-10-mil-pessoas-ao-campus-da-ufsm Tue, 14 Jun 2022 11:56:47 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=58864

Neste domingo (12), ocorreu a primeira edição do Viva o 55BET Pro de 2022, marcando o retorno do tradicional evento, depois de dois anos de suspensão devido à pandemia. O tema desta edição foi a comemoração dos cinco anos do Centro de Convenções da UFSM. A Universidade recebeu a comunidade com uma programação das 15h às 18h, com atividades para toda a família.

Para conhecer melhor as artes da Universidade, foram feitas tours guiadas pelo campus: a Rota das Esculturas e a Rota dos Murais. O Planetário fez três sessões dos filmes “O mundo virtual de Arthur” e “Dois Pedacinhos de Vidro”. No largo do Planetário, foram realizadas apresentações de dança de turmas dos grupos Ritmo de Camobi, Companhia Diácono Danças Urbanas e Cia de Danças UFSM, além de contar com animação do DJ PC. Todas as atrações foram voluntárias, sem nenhum custo para a UFSM.

O grupo Ritmo de Camobi utilizou a oportunidade para mostrar os jovens talentos e falar sobre a arrecadação de dinheiro para participação em festivais de dança. A Cia. Diácono falou sobre a história do projeto e do objetivo de levar arte a regiões periféricas da cidade e incluir esses jovens em situação de vulnerabilidade social. A Companhia também arrecada doações para participar de competições e manter o projeto. A Polifeira também esteve presente e o público pôde apreciar comidas feitas na hora, como pastéis, crepes, entre tantos outros lanches e bebidas.

Eduardo Bolzan e Gizele Azevedo aproveitaram o dia ensolarado em família para curtir o evento: “Escolhemos vir aqui hoje por ser um espaço público amplo e com uma grande área verde”. O casal, que já frequentou o Viva o 55BET Pro em outros anos, contou estar gostando da edição pós-pandemia. Para Ana Paula Perlin e Jordana Kneipp, o evento reúne diversas pessoas na UFSM e é um ótimo passeio para se fazer: “Com o retorno do presencial o pessoal realmente aderiu e está gostando muito desse espaço de convivência que o campus proporciona”. As duas, que são servidoras da Universidade, acrescentaram que o dia ensolarado contribuiu para o sucesso do evento.

O Acervo Artístico, localizado na Biblioteca Central, sediou a Mostra Reavivando um Patrimônio e a Mostra de Videogames Retrô da Estante Gamer. A parceria com a Estante Gamer foi uma iniciativa da equipe do Acervo Artístico, que ofereceu o espaço para expor os videogames antigos, com modelos dos anos 70 até anos 2000, que são restaurados, catalogados e até vendidos pela Estante Gamer. Para tornar a mostra mais interativa, foram disponibilizados diversos jogos de videogame para o público. As televisões utilizadas na atividade foram cedidas pela própria UFSM, e algumas foram inclusive doadas à Estante Gamer, por estarem sem utilidade. O responsável pela exposição, Mateus Medeiros, estudante de História - Licenciatura na UFSM desde 2020, nunca havia participado de um Viva o 55BET Pro, e não imaginava que a movimentação e interesse do público seriam tão intensos. "É muito gratificante ver o pessoal com o olho brilhando, curtindo e jogando”, afirmou. 

O Laboratório de Arqueologia, Sociedade e Cultura das Américas (Lasca) promoveu visitas mediadas à exposição “A trajetória da Arqueologia no Rio Grande do Sul”, aberta desde 2019 no LASCA e, agora no Acervo Artístico, com artefatos, maquetes e painéis explicativos sobre a arqueologia no estado. 

O reitor, Luciano Schuch, e a vice-reitora, Martha Adaime, prestigiaram o evento. Schuch afirmou que o Viva o 55BET Pro é uma mostra do quanto a UFSM é importante para Santa Maria, sendo o grande parque com área verde da cidade. Para ele, é muito importante essa oportunidade de interação da comunidade com a Universidade. “As pessoas conhecerem a Universidade, não só os estudantes, mas as família virem para cá e aproveitarem esse patrimônio, que existe aqui em Santa Maria e é muito bom, é muito importante”, disse. 

A expectativa inicial era de que a média de público se manteria como antes da pandemia - cerca de 5 mil pessoas. Contudo, a estimativa é de que cerca de 10 mil pessoas passaram pelo 55BET Pro Sede no domingo.

 

Confirma alguns registros do evento:

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Texto: Ana Laura Iwai e Maria Carolina Dias, acadêmicas de Jornalismo
Fotos: Ana Alícia Flores, acadêmica de Desenho Industrial, bolsista da Agência de Notícias
Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista

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