UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com Universidade Federal de Santa Maria Sun, 19 Apr 2026 16:37:52 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com 32 32 UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/prograd/2026/03/17/ufsm-oferta-curso-de-lingua-de-sinais-para-a-comunidade-em-geral Tue, 17 Mar 2026 21:39:00 +0000 http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/prograd/?p=26569

 

A Universidade Federal de Santa Maria está com inscrições abertas para o curso de Língua Brasileira de Sinais (Libras), oferecido a estudantes e servidores da UFSM, bem como à comunidade em geral.

O curso é uma realização da Subdivisão de Acessibilidade da Coordenadoria de Ações Educacionais da Pró-Reitoria de Graduação (CAEd/Prograd).

As inscrições seguem até o dia 26 de março de 2026.

As aulas acontecerão presencialmente às quintas feiras, das 15 às 17 horas.

O curso inicia dia 09/04 e segue até o dia 18/06/2026.

A taxa de inscrição é de R$ 50,00.  São ofertadas trinta vagas.

O link de inscrição está disponível AQUI.

O preenchimento do formulário não garante a inscrição, pois as inscrições serão validadas somente após a confirmação do pagamento e conforme o número de vagas.

Em caso de desistência após o pagamento (ou no decorrer do curso), não haverá devolução do valor da taxa de inscrição. O curso será realizado mediante um número mínimo de inscritos.

Após o pagamento, a pessoa inscrita deve enviar seu nome completo e comprovante para o e-mail librason@55bet-pro.comOutras informações podem ser solicitadas a este mesmo e-mail e pelo telefone (55) 3220-9622.

Fonte: 55bet-pro.com/caed 

 

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/experimental/revistatxt/2023/07/26/ensino-de-libras-na-ufsm Wed, 26 Jul 2023 12:00:11 +0000 http://www.55bet-pro.com/midias/experimental/revistatxt/?p=3829
Fotografia horizontal e colorida de uma sala de aula com um grupo de pessoas sentadas em um semicírculo. Todas são mulheres. Em primeiro plano, as estudantes de costas estão sentadas em cadeiras pretas estofadas. Elas estão com as mãos levantadas e as palmas abertas, e praticam um sinal de Libras. A maioria tem pele branca e cabelos compridos em tons de castanho escuro, ruivo e loiro. Usam camisetas de manga curta nas cores preta, branca, creme, tie dye e florido. Em segundo plano, no centro do semicírculo, uma mulher em pé também está com as mãos levantadas. Ela sorri. Ela tem pele branca, tem cabelo preto, curto e liso; ela veste uma blusa preta e usa óculos. Atrás dela, quadro horizontal branco. Ao lado dela e na parte esquerda da imagem, uma mulher de pele branca sentada atrás de uma mesa bege com computador preto. Ela tem cabelo preto e liso, usa óculos e veste uma blusa branca. Atrás dela, tela de projeção de slides com uma imagem de canoa, sinal que o grupo está fazendo. Na extremidade esquerda da imagem, cortinas azuis. O fundo é uma parede branca.
Aula de Libras da CAED com a professora Diéssica no Centro de Ciências Sociais e Humanas. | Foto: Júlia Almeida

Desde a lei 10.436, a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) é reconhecida como meio legal de comunicação, e pelo decreto 5626, a disciplina de Libras é obrigatória nos cursos de Licenciatura e Fonoaudiologia. A recém-formada em História Licenciatura, Juliana Brisolla, cursou como disciplina obrigatória em seu último semestre da graduação, e relata que ainda não teve a oportunidade de praticar a língua. “Não lembro de tudo, só alguns sinais, e acho que conseguiria me comunicar muito pouco", afirma Juliana.

O ensino de Libras na UFSM é oferecido em duas modalidades - disciplinas obrigatórias e complementares. Em média, mil estudantes por ano passam pelas disciplinas de Libras. Porém, um dos fatores que dificultam o ensino é a falta de continuidade no aprendizado. Os alunos surdos ainda enfrentam uma barreira para se comunicar com os alunos ouvintes e demais profissionais.

A UFSM também realiza cursos de Libras por meio da Coordenadoria de Ações Educacionais (CAED), e de disciplinas complementares dos cursos de graduação, as DCGs. A professora do Departamento de Educação Especial da UFSM, Mônica Zavacki - que atualmente ministra aulas de Libras para os cursos de Educação Especial e para o Programa Especial de Graduação (PEG) - explica que a inclusão da disciplina como obrigatória é um avanço. “Os surdos estão no mundo assim como qualquer outra pessoa, então eles devem ter o seu direito linguístico assegurado”, complementa Mônica.

A docente do Departamento de Educação Especial da UFSM, Carilissa Dall’Alba comenta as dificuldades em ministrar aulas de Libras. “Os ouvintes acabam aprendendo Libras já adultos, o que é diferente da aprendizagem das crianças, que, quando aprendem pequenas, têm muito mais facilidade”, afirma Carilissa. Além disso, a professora, que é surda, também menciona o capacitismo presente nas disciplinas: "Precisa de um processo até se adaptar e entender como se relacionar, porque em geral, esses estudantes nunca nem viram uma professora surda fora daqui”.

As DCG’s têm duração de um semestre, e a falta de prática e contato com pessoas surdas faz com que os discentes esqueçam o que foi ensinado. Segundo a chefe do Departamento de Educação Especial, Liane Camatti, o ensino vai além da comunicação. “A gente sempre tenta ensinar também o que é a língua, quem é o surdo, quais as diferenças culturais e linguísticas, como funciona os processos de desenvolvimento de uma criança surda”, destaca Liane. De acordo com ela, com essa maneira de ensino, os estudantes conseguem ter processos mais humanizados no contato com alunos surdos. 

Sobre os intérpretes, Liane comenta que, como o cargo foi extinto em 2019, há uma dificuldade de repor quando profissionais saem da universidade. “Não tem mais como fazer contratação ou concurso para intérprete, então a gente precisa urgentemente que essa legislação seja revogada”, declara Liane. A professora também explica que, atualmente, não há falta de intérpretes, mas que a situação pode mudar caso o número de alunos surdos aumente.“É muito cansativo ficar interpretando durante duas horas direto sozinha, então a cada 20 minutos as intérpretes fazem revezamento, por isso sempre precisa de duas juntas”, ela explica.

O ensino de Libras também é importante para a interação dos acadêmicos surdos que estão na Universidade, como ressalta a intérprete de Libras da CAED, Diéssica Zacarias Vargas. “O ideal é que essa língua fosse ensinada nas escolas, inclusive para as crianças, [assim] nós teríamos surdos que se comunicam com todas as pessoas sem dificuldade”, afirma Diéssica.

A professora Liane também considera a visibilidade que as aulas de Libras proporcionam, um dos principais benefícios: “Começa a dar mais valorização e visibiliza uma língua que há 15, 20 anos atrás, não circulava, era invisível. E isso diminui aquele choque que as pessoas tinham diante da língua e dos surdos, por conta daquela falta de informações. A lei tem 21 anos apenas, mas a história dos surdos e da educação de surdos tem muito mais do que isso”.


Reportagem: Giulia Maffi e Júlia Almeida
Contato:giuliamaffi08@gmail.com / juliaalmeidarechia@gmail.com

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2023/03/14/ufsm-promove-curso-basico-de-libras-para-servidores Tue, 14 Mar 2023 12:22:04 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=61434

A Universidade Federal de Santa Maria, por meio da Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (PROGEP), informa que estão abertas as inscrições para o Curso de Libras Básico – Turma 1/2023. O objetivo da capacitação é possibilitar aos servidores da UFSM a aprendizagem e o contato com a Libras, oportunizando a acessibilidade e a inclusão das pessoas surdas nos diferentes contextos universitários.

O curso será ministrado pela  servidora Mariléia Lúcia Stolz, na modalidade presencial, no período de 11 de abril a 20 de junho, contemplando 22 horas. Serão ofertadas 30 vagas para servidores da UFSM. As inscrições vão do dia 07 de março até 06 de abril de 2023. 

A descrição completa dos conteúdos abordados no curso e a inscrição podem ser encontradas no Portal de Capacitação.

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foto colorida horizontal mostra uma pessoa em pé, comunicando-se em Libras com pessoas sentadas em semicírculo, ao fundo as vidraças do térreo da biblioteca
Atividades ocorrem toda segunda à tarde no térreo da BSCCSH

Nesta segunda-feira (26), foi comemorado o Dia Nacional da Pessoa Surda. Na Biblioteca Setorial do Centro de Ciências Sociais e Humanas (CCSH), é realizado toda segunda, às 15h, um Encontro de Conversação em Língua Brasileira de Sinais (Libras). Neste último, devido à data, a atividade foi ainda mais especial.

O encontro realizado pela BSCCSH tem como objetivo ser um espaço de integração entre os ouvintes e surdos, sendo uma troca importante de diferentes perspectivas e vivências. Os temas abordados são diversos, e geralmente são acompanhados com exercícios para o aprendizado da Libras. 

O encontro é mediado por Rochele Morais, que é surda. Ela, que é estudante de Educação Física e bolsista na Biblioteca Setorial, conta com a ajuda de colegas que têm um conhecimento mais avançado de Libras para transmitir para a oralidade o que está sendo dito pela mediadora. Para Rochele, o encontro ajuda bastante na empatia do surdo com o ouvinte, pois propicia ao ouvinte um melhor entendimento das vivências do surdo e da sua forma de comunicação.

Para Rochele, o encontro é um espaço que ajuda na comunicação. Cada um tem o seu tempo de aprendizado e de nível de conhecimento de Libras, mas todos possuem um conhecimento básico para a comunicação entre eles, reflete ela. “É importante que as pessoas tenham contato com o surdo, e para o surdo também é importante para o seu desenvolvimento fora da biblioteca”, afirma.

O encontro é aberto a qualquer interessado, e não é necessário conhecimento prévio de Libras. As atividades realizadas possuem dinâmica diferenciada a cada aula e duram, em média, uma hora.

A biblioteca do CCSH conta com outras iniciativas de acessibilidade, como a distribuição de cartazes com o alfabeto em Libras e ensinando como pedir para retirar o livro na língua de sinais e como ter acesso às salas de estudo individuais. Também há vídeos em Libras que apresentam legendas para facilitar a comunicação entre o ouvinte e o surdo.

Texto: Mariane Machado, acadêmica de Jornalismo, voluntária da Agência de Notícias
Fotos: Ana Alícia Flores, acadêmica de Desenho Industrial, bolsista da Agência de Notícias
Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista

Fonte: 55bet-pro.com 

 

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Nesta segunda-feira (26), foi comemorado o Dia Nacional do Surdo. Na Biblioteca Setorial do Centro de Ciências Sociais e Humanas (CCSH), é realizado toda segunda, às 15h, um Encontro de Conversação em Libras. Neste último, devido à data, a atividade foi ainda mais especial.

O encontro realizado pela BSCCSH tem como objetivo ser um espaço de integração entre os ouvintes e surdos, sendo uma troca importante de diferentes perspectivas e vivências. Os temas abordados são diversos, e geralmente são acompanhados com exercícios para o aprendizado da Língua Brasileira de Sinais (Libras). 

O encontro é mediado por Rochele Morais, estudante de Educação Física e bolsista na Biblioteca Setorial, que é surda. Ela conta com a ajuda de colegas que têm um conhecimento mais avançado de Libras para transmitir para a oralidade o que está sendo dito pela mediadora. Para Rochele, o encontro ajuda bastante na empatia do surdo com o ouvinte, pois propicia ao ouvinte um melhor entendimento das vivências do surdo e da sua forma de comunicação.

Para Rochele, o encontro é um espaço que ajuda na comunicação. Cada um tem o seu tempo de aprendizado e de nível de conhecimento de Libras, mas todos possuem um conhecimento básico para a comunicação entre eles, reflete ela. "É importante que as pessoas tenham contato com o surdo, e para o surdo também é importante para o seu desenvolvimento fora da biblioteca”, afirma.

O encontro é aberto a qualquer interessado, e não é necessário conhecimento prévio de Libras. As atividades realizadas possuem dinâmica diferenciada a cada aula e duram, em média, uma hora.

A biblioteca do CCSH conta com outras iniciativas de acessibilidades, como a distribuição de cartazes com o alfabeto em Libras e ensinando como pedir para retirar o livro na língua de sinais e como ter acesso às salas de estudo individuais. Também há vídeos em Libras que apresentam legendas para facilitar a comunicação entre o ouvinte e o surdo.

Texto: Mariane Machado, acadêmica de Jornalismo, voluntária da Agência de Notícias
Fotos: Ana Alícia Flores, acadêmica de Desenho Industrial, bolsista da Agência de Notícias
Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista

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A Universidade Federal de Santa Maria, por meio da Coordenadoria de Ações Educacionais (CAEd/Prograd), está com inscrições abertas para o curso presencial de Língua Brasileira de Sinais (Libras). A iniciativa é voltada a acadêmicos(as) e servidores(as) da UFSM, bem como à comunidade em geral.

As aulas acontecerão presencialmente durante todo o semestre letivo. As inscrições se encerram no dia 15 de setembro. A taxa de inscrição é de R$ 50,00.

O preenchimento do formulário não garante a inscrição, pois as inscrições serão validadas somente após a confirmação do pagamento e de acordo com o número de vagas.

Em caso de desistência após o pagamento (ou no decorrer do curso), não haverá devolução do valor da taxa de inscrição.

 

Curso Básico de Libras

As aulas iniciam no dia 28/09 e serão realizadas todas as quartas-feiras, das 09h30 às 11h30.

O curso se encerra no dia 25/01/2023.

Total de vagas: 30 vagas.

 Link para realizar a inscrição – curso básico:

http://portal.55bet-pro.com/concursos/inscricao/opcoes.html?edicao=4526

Após o pagamento, a pessoa inscrita deve enviar o nome e o comprovante para o e-mail: libras.ufsm2018@gmail.com

 

Curso Intermediário de Libras

Para realizar a inscrição no curso intermediário, a pessoa interessada deve anexar o certificado de curso básico de Libras (ou comprovante de aprovação em disciplina de Libras) no local indicado no formulário de inscrição.

As aulas iniciam no dia 06/10 e serão realizadas todas as quintas-feiras, das 14h às 16h.

O curso se encerra no dia 26/01/2023.

Total de vagas: 30 vagas.

Link para realizar a inscrição – curso intermediário:

http://portal.55bet-pro.com/concursos/inscricao/opcoes.html?edicao=4541

Após o pagamento, a pessoa inscrita deve enviar o nome e comprovante para o e-mail: libras.ufsm2018@gmail.com

Fonte: Site CAEd/Prograd

 

Descrição de imagem: Card vertical de divulgação de curso. Centralizado superiormente, o título: “Inscrições para o CURSO DE LIBRAS”, abaixo: “BÁSICO E INTERMEDIÁRIO”. No centro da imagem as respectivas informações, uma abaixo da outra: “AULAS PRESENCIAIS”, “Local: UFSM – 55BET Pro Santa Maria”, “Inscrições: 12/09/2022 a 15/09/2022”, “Realização: PROGRAD – CAEd” e “Subdivisão de Acessibilidade”. Na parte inferior, à esquerda, o brasão da Universidade Federal de Santa Maria e “UFSM” “Coordenadoria de Ações Educacionais” ao lado. No canto inferior direito, a imagem de um homem negro sorrindo. Ele está com o polegar da mão direita levantado, mão direita apoiada sobre a palma da mão esquerda. Fundo em degradê de tons roxos em marrons.

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A Universidade Federal de Santa Maria, por meio da Coordenadoria de Ações Educacionais (CAEd/Prograd), divulga os cursos presenciais de Língua Brasileira de Sinais (Libras), voltados a acadêmicos(as), servidores(as) da UFSM e comunidade em geral.

As inscrições foram prorrogadas para 10 de abril.São ofertadas uma turma de Curso Básico e uma turma de Curso Intermediário. Para realizar a inscrição no Curso Intermediário será necessário anexar ao formulário o certificado de curso Básico de Libras ou comprovante de aprovação em disciplina de Libras. 

As aulas acontecerão presencialmente durante todo o semestre letivo.

 

Período de inscrições: 04/04/2022 a 06/04/2022.

Taxa de inscrição: R$ 50,00. 

Após o pagamento, a pessoa inscrita deve enviar o nome e o comprovante para o e-mail libras.ufsm2018@gmail.com .

O preenchimento do formulário não garante a vaga, pois as inscrições serão validadas somente após a confirmação do pagamento e conforme o número de vagas.

Em caso de desistência após o pagamento (ou no decorrer do curso), não haverá devolução do valor da taxa de inscrição.

Outras informações podem ser obtidas no emaillibras.ufsm2018@gmail.com e pelo telefone (55) 3220 9622.

 

Curso Básico de Libras

As aulas iniciam no dia 27/04 e serão realizadas todas as quartas-feiras, das 14h às 16h.

O curso se encerra no dia 03/08.

Total de vagas: 30

Link para realizar a inscrição – Curso Básico (a partir do dia 04/04): 

http://portal.55bet-pro.com/concursos/inscricao/opcoes.html?edicao=4321

 

Curso Intermediário de Libras

As aulas iniciam no dia 28/04 e serão realizadas todas as quintas-feiras, das 14h às 16h.

O curso se encerra no dia 04/08.

Total de vagas: 30

Link para realizar a inscrição – Curso Intermediário (a partir do dia 04/04):

http://portal.55bet-pro.com/concursos/inscricao/opcoes.html?edicao=4322

 

[caption id="attachment_19069" align="aligncenter" width="800"] Descrição de imagem: Card vertical de divulgação de curso. No topo, o título: "Inscrições para o CURSO DE LIBRAS", abaixo: "BÁSICO E INTERMEDIÁRIO". No centro da imagem as respectivas informações, uma abaixo da outra: "AULAS PRESENCIAIS", "Local: UFSM - 55BET Pro Santa Maria", "Inscrições prorrogadas: até o dia 10/04/2022", "Realização: PROGRAD - CAEd" e "Subdivisão de Acessibilidade". Na parte inferior, à esquerda, o brasão da Universidade Federal de Santa Maria, ao lado "UFSM" e "Coordenadoria de Ações Educacionais". No canto inferior direito, a imagem de uma mulher sorridente de cabelos compridos, tem a mão direita em configuração de mão em letra "C" sobre o dorso da mão esquerda. Fundo cinza.[/caption]

 

 


 Fonte: 55bet-pro.com/caed 

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A Coordenadoria de Ações Educacionais da Pró-reitoria de Graduação da UFSM (CAEd/Prograd) está oferecendo 30 vagas no Curso Básico On-line de Língua Brasileira de Sinais (Libras).

O curso é destinado a pessoas que possuem pouco ou nenhum contato com Libras, e é aberto a acadêmicos(as), servidores(as) da UFSM e à comunidade em geral.

As aulas acontecerão de 21/10/2021 a 17/02/2022, às quintas-feiras, das 14 às 16 horas. O curso seguirá o calendário acadêmico da UFSM, com recesso de final de ano.

As aulas serão ministradas via Google Meet. É necessário que os(as) inscritos(as) tenham celular ou computador com câmera e acesso à internet.

O link do formulário para inscrição pode ser acessado AQUI. As inscrições terminam em 17 de outubro. Os(as) selecionados(as) receberão um e-mail confirmando a sua vaga e informando o link de acesso.

Outras informações podem ser obtidas pelo email caed@55bet-pro.com

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Um dos projetos contemplados com bolsa pelo Observatório de Direitos Humanos em 2021 é o Oficinas de Teatro para pessoas com e sem deficiência. Neste mês de agosto, foi lançado o material produzido em conjunto com o Grupo de Pesquisa Teatro Flexível: práticas cênicas e acessibilidade (CNPq/UFSM), coordenado pela professora Marcia Berselli. A produção traz vídeo em libras, áudio e material escrito, com e sem imagens.

Conforme a professora, o grupo já vinha produzindo materiais que buscassem a inclusão de quem fosse apreciá-lo, mas ainda faltava criar uma produção que desse conta das pessoas surdas. Desta forma, a produção mais recente, "Cardápio Somático – O pólen a flutuar", trouxe também um vídeo em libras, com a mesma história disponibilizada nos outros formatos.

- A gente disponiliza os cardápios somáticos no nosso site. Tem descrição das práticas, documento só com a descrição, sem imagem, outro com descrição e imagem, e outro só com áudio, com acessibilidade para quem tem deficiência visual. Mas a gente não estava satisfeito em relação ao conteúdo para pessoas surdas. Porque apesar de a descrição já auxiliar, a pessoa vai la e lê, a descrição é em português, que não é a primeira língua das pessoas surdas, ela ainda assim não era tão acessível. Então, agora, a gente lançou o primeiro cardápio em Libras, pensado para essa língua. O conteúdo é o mesmo para todas as pessoas que vão acessar, mas permite a abordagem corporal da Libras - conta Marcia.

O material foi organizado pela colaboradora do grupo de pesquisa Amanda Pedrotti, pelo Sidnei Junior, Marcia Berselli, contando também com o suporte do Filipe Cardoso no design dos materiais. A bolsista do ODH Carolina Luiza Silveira da Rosa fez a edição do vídeo, enquanto o aluno Douglas Leopold fez a comunicação em Libras.

A Amanda é professora de Teatro, bailarina, atriz e vem pesquisando as abordagens somáticas do movimento. O Sidnei Junior é acadêmico do curso de Artes Cênicas e se interessa por composição cênica. Já o Filipe é acadêmico do curso de Licenciatura em Teatro e está no sexto semestre, além das abordagens somáticas, o Filipe vem se interessando por foto-performance e tem também um repertório constituído na área de design gráfico.

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No dia 13 de agosto, recomeçam as atividades do projeto de extensão Oficinas Online de Teatro para Surdos, o qual é vinculado ao Grupo de Pesquisa Teatro Flexível – Práticas Cênicas e Acessibilidade, coordenado pela professora Marcia Berselli, do Departamento de Artes Cênicas da UFSM. Pessoas surdas de todo o Brasil podem participar das oficinas, desde que tenham idade mínima de 13 anos. Os encontros acontecem todas as sextas-feiras, das 19h30min às 20h30min, através da plataforma Zoom, além do suporte via WhatsApp para atividades específicas. A comunicação com os participantes acontece por meio da Língua Brasileira de Sinais (Libras).

As oficinas têm como foco o desenvolvimento de um processo de drama, contando com a mediação de dois integrantes do Teatro Flexível: Douglas Leopold, aluno de Licenciatura em Teatro da UFSM, e Priscila Jardim, mestranda em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Neste semestre, o encerramento das oficinas está previsto para o mês de novembro.

Para participar, os interessados devem preencher o formulário de inscrição. Outras informações constam no endereço www.teatroflexivel.com.br e na página do projeto no Instagram.

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Expediente

Reportagem: Bibiana Pinheiro

Diagramação e ilustrações: Marcele Reis, acadêmica de Publicidade e Propaganda

Edição: Maurício Dias

Revisão: Alcione Bidinoto

*Reportagem em quadrinhos publicada na 11ª edição impressa da revista Arco.

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A Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (Progep) informa que estão abertas as inscrições para o curso de Libras básico na modalidade EaD. A capacitação tem como objetivo possibilitar aos servidores da UFSM a aprendizagem e o contato com a Libras, oportunizando a acessibilidade e a inclusão das pessoas surdas nos diferentes contextos universitários. O curso será ministrado, de forma voluntária, pela servidora Mariléia Lúcia Stolz, no período de 12 de abril a 23 de maio, contemplando 30 horas.

A realização da capacitação visa incentivar o desenvolvimento dos servidores da UFSM, mesmo neste momento de suspensão das atividades presenciais.

Serão ofertadas 50 vagas para servidores da UFSM. As inscrições poderão ser realizadas até o dia 8 de abril, no Portal de Capacitação.

Mais informações podem ser obtidas com o Núcleo de Educação e Desenvolvimento, pelo e-mail ned@55bet-pro.com.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2021/03/16/centro-de-educacao-lanca-cartilha-sobre-a-covid-19-para-surdos Tue, 16 Mar 2021 11:05:29 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=55307

A cartilha Covid-19 no foco da acessibilidade para surdos foi concebida e realizada como trabalho de Estágio Supervisionado em Educação de Surdos no curso de Educação Especial do Centro de Educação da UFSM, com o intuito de informar à comunidade surda sobre a pandemia de coronavírus. Os autores são a professora Tania Micheline Miorando e os alunos Victor Cezar Kraetzig e Cristiane Bittencourt Reginaldo, da Educação Especial.

Dividida em tópicos, ilustrada e contando com links de vídeos em Libras, a cartilha oferece ao leitor um panorama sobre a Covid-19, explicando a definição, origem, sintomas, as formas de transmissão e prevenção, de forma simples, direta, abrangente e acessível.

Com esta iniciativa, os autores acreditam dar um passo importante na conscientização e cidadania da comunidade surda, materializando, assim, a tão sonhada inclusão social.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2020/05/27/docentes-gravam-videos-em-libras-sobre-temas-ligados-a-pandemia Wed, 27 May 2020 11:48:23 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=52332 [caption id="attachment_52333" align="alignright" width="378"]Foto colorida vertical mostra duas mulheres de costas e à frente delas, gesticulando para a câmara, uma moça, atrás um fundo azul e uma luz forte de estúdio Conteúdo foi produzido em parceria com o NTE[/caption]

Na semana passada, um grupo de docentes do Departamento de Educação Especial, do Centro de Educação (CE), trabalhou na produção de um material digital em Libras voltado à acessibilidade de pessoas surdas em tempo de pandemia da Covid-19. O trabalho visa contribuir para a melhoria das frágeis condições de acesso das pessoas surdas aos serviços e informações na área da saúde.

Foram produzidos dois sinalários de termos correntes, que já compõem o catálogo do NTE Tube, específicos nas discussões sobre o momento atual. O material foi produzido por iniciativa das professoras Carilissa Dall'Alba, Cláudia Sarturi, Giovana Hautrive, Liane Camatti, Mônica Zavacki e Paula Sremin, e foi viabilizado pelo Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE), com o auxílio do Estúdio SAB.

A intenção é compartilhar os vídeos com alunos, profissionais da área da saúde, com o Hospital Universitário (Husm) e demais interessados.

Foto: Divulgação

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2020/04/30/inscricoes-abertas-para-curso-de-libras-na-modalidade-a-distancia Thu, 30 Apr 2020 12:51:22 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=51994

A Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (Progep) informa que estão abertas as inscrições para o Curso de Libras Básico – EAD. A capacitação tem como objetivo possibilitar aos servidores da UFSM a aprendizagem e o contato com a Libras, oportunizando a acessibilidade e a inclusão das pessoas surdas nos diferentes contextos universitários.

O curso será ministrado, de forma voluntária, pela servidora Mariléia Lúcia Stolz, na modalidade EAD, no período de 11 de maio a 21 de junho de 2020, contemplando 30 horas.

A realização da capacitação visa incentivar o desenvolvimento dos servidores da UFSM, mesmo neste momento de suspensão das atividades presenciais.

Serão ofertadas 40 vagas para servidores da UFSM. As inscrições poderão ser realizadas até o dia 7 de maio, no Portal de Capacitação.

Mais informações poderão ser obtidas com o Núcleo de Educação e Desenvolvimento, pelo e-mail ned@55bet-pro.com.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2020/04/17/ufsm-disponibiliza-videos-em-libras-durante-a-pandemia Fri, 17 Apr 2020 11:06:27 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=51870

A Coordenadoria de Ações Educacionais (Caed) da UFSM está produzindo vídeos em Língua Brasileira de Sinais (Libras), com a finalidade de proporcionar acessibilidade linguística para a comunidade surda em assuntos relacionados à pandemia do novo coronavírus. 

Entre os vídeos, que foram gravados e editados pela equipe de tradutores e intérpretes de Libras da Caed, estão as transmissões realizadas pelo reitor, Paulo Afonso Burmann, entre outros. 

Confira os vídeos já publicados neste link.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2020/03/30/tradutores-e-interpretes-de-lingua-de-sinais-gravam-videos-em-libras-sobre-a-covid-19 Mon, 30 Mar 2020 11:39:53 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=51579

Os tradutores e intérpretes de língua de sinais da Coordenadoria de Ações Educacionais (CAEd), no período de suspensão das atividades acadêmicas e administrativas presenciais da UFSM, estão gravando vídeos acessíveis por meio da Língua Brasileira de Sinais (Libras) sobre o coronavírus. A maioria das informações veiculadas na mídia é produzida oralmente, e isso prejudica os surdos, que ficam sem acesso aos conteúdos.

A partir disso, a equipe vem realizando estudo dos vídeos e posterior gravação dessas informações, para que a comunidade surda tenha mais acessibilidade e possa saber o que vem acontecendo em relação ao coronavírus.

Já foram gravados vídeos em Libras da transmissão ao vivo realizada pelo reitor da UFSM, Paulo Afonso Burmann, entre outros, que estão disponíveis na página do Facebook do Núcleo de Acessibilidade da UFSM.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2019/11/20/reunioes-dos-conselhos-superiores-serao-transmitidas-em-libras-a-partir-de-sexta-22 Wed, 20 Nov 2019 13:44:58 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=50509

A partir da próxima sexta-feira (22), os Conselhos Superiores da UFSM terão suas reuniões transmitidas na Língua Brasileira de Sinais (Libras). A iniciativa, que conta com o apoio da Coordenadoria de Ações Educacionais (Caed), visa à acessibilidade. As reuniões são transmitidas via Farol

Os Conselhos Superiores, compostos pelos Conselhos Universitário, de Ensino, Pesquisa e Extensão e de Curadores, são órgãos da Administração Superior da UFSM, de deliberação coletiva, conforme Regimento Geral da UFSM e Estatuto, e deliberam sobre assuntos administrativos e de definição da política geral da UFSM, assuntos relacionados ao ensino, pesquisa e extensão e referentes ao controle e à fiscalização econômico-financeira da UFSM, respectivamente.

 

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ccne/2019/05/10/oficina-de-libras-marca-discussoes-sobre-inclusao-na-biblioteca-setorial Fri, 10 May 2019 14:46:40 +0000 http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ccne/?p=1282

[caption id="attachment_1283" align="alignleft" width="300"] Palavra libras sendo escrita pelas normas da Língua Brasileira de Sinais. Créditos: PET Pedagogia UFBA.[/caption]

Desde 2002 a Língua Brasileira de Sinais (Libras) é considerada como a segunda língua oficial do Brasil. Isso só foi possível através da Lei nº 10.436 que a reconhece “como meio legal de comunicação e expressão a Língua Brasileira de Sinais - Libras e outros recursos de expressão a ela associados”. Ela também é, na maioria das vezes, a primeira forma de comunicação aprendida pelas pessoas surdas. Porém, a falta de um conhecimento maior sobre Libras, pela grande maioria das pessoas, dificulta a inclusão de quem depende dela para se comunicar.

Na universidade, a situação não é diferente, pois nem todos os servidores e alunos têm familiaridade com a Língua. Portanto, foi pensando nisso que a Biblioteca Setorial do CCNE realizou o evento “Vamos aprender Libras? ”, com a finalidade de trazer uma perspectiva histórica acerca da Libras e também propor discussões sobre o preconceito que atinge as pessoas surdas.

Os alunos presentes participaram de oficinas a respeito da Língua* dos sinais. Dentre elas, a sobre “mitos e verdade sobre Libras”, em que eles compartilharam suas visões, antes e depois de conhecerem a Língua. Assim como, puderam ter contato com a sinalização básica de Libras.

“Ter participado do evento “Vamos aprender libras” foi algo muito especial para mim. A tarde foi marcada por debates sobre a inclusão de pessoas surdas na sociedade, sobre a importância das leis que garantem os direitos dos cidadãos surdos, assim como, o do ensino de libras nas grades curriculares dos cursos de licenciatura da UFSM. ” Ressaltou Daniel Hoffmann, acadêmico de Licenciatura em Letras – Inglês.

Daniel destacou, ainda, a relevância de conhecer Libras, pois isso auxilia no preparo de futuros professores para dar suporte e criar maiores oportunidades para as pessoas surdas sentirem-se incluídas tanto na sociedade quanto no âmbito acadêmico.

Entre os aprendizados proporcionados aos participantes pelo evento, está o fato de que foram as pessoas que desenvolveram o mercado de trabalho e, portanto, é necessário respeitar as diferenças e garantir que o acesso a ele seja permitido a todos indivíduos.

 

*Errata: o termo linguagem foi equivocadamente utilizado no lugar de Língua na postagem original.

Texto por: Fabrício Simões Dias, acadêmico de Comunicação Social – Jornalismo e bolsista do Núcleo de Divulgação Institucional do CCNE

Revisão: Wellington Gonçalves, relações públicas do Núcleo de Divulgação Institucional do CCNE

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/arco/cartografia-inclusiva Mon, 28 Jan 2019 15:44:36 +0000 http://coral.55bet-pro.com/arco/sitenovo/?p=5214 As novas políticas públicas educacionais alavancadas a partir de 2003 incluíram importantes medidas destinadas a alunos com deficiência. Diante deste cenário, o projeto Cartografia Inclusiva, desenvolvido por Tuane Telles Rodrigues durante o mestrado no Programa de Pós-Graduação em Geografia da UFSM, surgiu para suprir a carência de alguns métodos usados em sala de aula para o ensino da geografia. A pesquisadora elaborou um jogo digital, o CartoCon, dirigido a estudantes com surdez, fazendo do entretenimento um meio voltado ao ensino e à aprendizagem.    A criação do jogo digital O CartoCon surgiu da união das palavras Cartografia + Conexões. Ambas representam o objetivo central do jogo, ou seja, a integração entre aprendizado, inclusão e cartografia. Para a construção da ferramenta pedagógica, a pesquisadora analisou o espaço que poderia ser representado, os conteúdos que deveriam ser abordados dentro da plataforma e a adaptação da língua portuguesa para a Linguagem Brasileira dos Sinais (Libras). O primeiro passo foi a seleção da área a ser explorada no jogo - neste caso, o centro de Santa Maria. A região foi escolhida em virtude do seu uso público e de sua importância cultural. Os quatro pontos de referência e seus locais de destaque foram: ao Nordeste, onde o jogo inicia, a Praça Saldanha Marinho e o Theatro Treze de Maio. É por meio dele que são dados os pontos de partida para as outras direções. O Museu Gama D’Eça, situado ao Sudeste do município, faz parte de outro ponto do jogo. Do museu, chega-se à Praça Saturnino de Brito, terceiro ponto, que fica no Sudoeste. Por último, a Catedral de Santa Maria, no Noroeste. Ao todo, foram 15 atividades desenvolvidas dentro do jogo, que demoram um tempo estimado de 1 hora e 30 minutos para serem completadas. Entre as habilidades necessárias para realizá-las, destaca-se conhecer sobre escala, projeção, orientação, título, fonte e legenda de um mapa, forma da Terra, localização, representações cartográficas, cartografia digital e o uso de ferramentas de localização. Durante o percurso do CartoCon, cujo movimento do personagem é feito por meio do Cursor Control Keys (teclado no computador com as setas que indicam as quatro direções), as atividades iniciais são apresentadas a partir de uma moeda dourada, que, quando ativada, mostra o exercício cartográfico. Posteriormente, ao abrir uma pasta, é apresentado o ambiente, que demonstra, em ordem, a questão de escolha do idioma: Libras, português ou inglês. Assim, os alunos têm a possibilidade de trabalhar com sentidos básicos da cartografia, como orientação, escala, coordenadas geográficas e representações - que engloba carta, mapa e planta. Os participantes tiveram como ponto de partida - ou carta, na linguagem do jogo - o bairro Camobi. Execução das atividades Geralmente, em jogos digitais, os comandos de ações e tarefas que devem ser realizadas no decorrer do game aparecem escritos na tela. Ao pensar em um jogo adaptado para a comunidade surda, se faz necessária a representação desses comandos em linguagem de sinais, uma vez que, embora surdos não apresentem problemas para decodificar os símbolos gráficos, grande parte não consegue atribuir sentido ao que lê. Essa dificuldade é decorrente da falta de conhecimento da língua usada na escrita dos comandos que aparecem nos jogos, o português, no caso dos surdos brasileiros. O CartoCon procurou justamente acabar com essa dificuldade. Com a possibilidade de ver os comandos representados na Língua Brasileira de Sinais, o aluno surdo tem uma fácil compreensão do que está sendo pedido e consegue executar o jogo normalmente. Tuane conta que, ainda na etapa de concepção do jogo e durante a tradução dos comandos do jogo para a Linguagem Brasileira de Sinais, foram criados 50 exercícios, em vídeos de no máximo dois minutos, pensando nos conteúdos que deveriam ser apresentados. Ela explica que, para gravá-los, foi necessário o desenvolvimento de sinais apropriados a alguns conteúdos da cartografia e da Geografia como um todo, para os quais não existe tradução em Libras. Após isso, a pesquisadora editou os vídeos para remover sons ambientais, pausas durante a gravação e ajustar enquadramentos. “Tudo demandou tempo e um árduo trabalho”, salienta a mestranda. A quantidade expressiva de exercícios está relacionada ao objetivo de não haver repetição de tarefas entre os alunos. A pesquisadora pensou que, quando o CartoCon fosse acessado por uma turma, cada estudante deveria encontrar questões diferentes do seu colega próximo. As atividades foram feitas de maneira bem direta, com perguntas rápidas. Os desafios foram ilustrados com imagens lúdicas, que, se manuseadas, geravam as próprias respostas. Por exemplo: mover as linhas dos três nortes expressos nas cartas topográficas para acertar as posições corretas em seus ângulos, tal como ponteiros de um relógio analógico. O exercício final foi gerado com o propósito de reunir todos os conceitos e temas abordados ao longo do jogo. A partir deste último exercício, o aluno é capaz de montar um mapa de localização de Santa Maria ou dos municípios mais próximos, tendo a possibilidade de personalizar o gráfico. Os lugares possíveis de fazer a customização são os municípios de São Martinho da Serra, Itaara, Júlio de Castilhos, Silveira Martins, São João do Polêsine, Restinga Seca, Formigueiro, São Sepé, São Gabriel, Dilermando de Aguiar e São Pedro do Sul. No final do jogo, o aluno pode imprimir o mapa, tendo acesso à pontuação total obtida. “Esperamos que os alunos aprendam a dominar não apenas os elementos constituintes do mapa, mas que possam aprender o processo de confecção, tornando-se, assim, mapeadores conscientes”, deseja a criadora do jogo. Pontuação   Com a expectativa de dar uma linguagem mais gamer ao CartoCon, Tuane implementou um ranking, objetivando, também, estimular a competitividade e a busca pelo acerto nos alunos.  
Até 100 pontos finais, o educando ganha o título de “Cartógrafo Local” Até 150 pontos finais, o educando é um “Cartógrafo Global” Até 200 pontos finais, “Sábio Cartógrafo” De 500 pontos para cima, “Senhor da Cartografia” Somando 1000 pontos: “Mestre Supremo da Cartografia”
Experiência positiva A Escola Dr. Reinaldo Fernando Cóser, localizada na Vila Lorenzi, foi escolhida por Tuane para o desenvolvimento desse trabalho, após a análise da quantidade de alunos surdos que estudam em Santa Maria. A avaliação da pesquisadora comparou números dos censos de 2000 e 2010, disponibilizados pelos órgãos de educação do município. A escola, que inclui o ensino a pessoas surdas, é referência no quesito atendimento especializado, principalmente por usar Libras para a comunicação no ambiente escolar. Além disso, dos 28 professores que trabalham na escola, cinco deles também têm surdez. “A escola se difere por compreender que os alunos com essas necessidades precisam desenvolver a sua língua oficial, que lhes traz conforto, dinâmica e sentido de pertencimento à cultura surda”, justifica a pós-graduanda. Tuane, para a realização do seu trabalho, obedeceu aos critérios do processo de alfabetização cartográfica, que faz parte dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN’s). Os conteúdos das atividades, mais o exercício final - denominado Monte seu Mapa -, foram produzidos com base nas habilidades que se desejam construir nos estudantes. Portanto, as metas eram que os alunos lessem e interpretassem as ilustrações cartográficas. Assim, praticando com o jogo digital, foi possível entender em quais temáticas os estudantes apresentavam dificuldades e, ao mesmo tempo, facilidades. Para a professora de geografia na instituição, Márcia Dalastra, o projeto desenvolvido a partir do jogo terá continuidade em suas aulas. “Eu achei bem interessante o trabalho dela, especialmente por um detalhe: a inclusão. Isso porque o jogo é tanto para o ouvinte quanto para o surdo, porque têm as perguntas em Libras nele. Eles praticaram algo na língua deles e, por isso, ficaram muito felizes. É uma coisa nova. É a prova do quanto as a tecnologias podem afetar positivamente no processo de inclusão”, demonstra a educadora. Sobre a vivência com os alunos surdos, Tuane relata: “A experiência vivida na escola foi enriquecedora. Eles atendem alunos de Santa Maria e região e para esses alunos a escola se tornou um lugar onde podem aprender e praticar em Libras, pois ela não é apenas a forma de comunicar, é a expressão e o reconhecimento da comunidade, é o orgulho em se transformar, se aprimorar e exigir respeito à individualidade. As escolas de educação especial, como o Cóser, são um ambiente de confiança, de socialização e de aprendizado”. Reportagem: Guilherme de Vargas, acadêmico de Jornalismo Edição: Andressa Motter e Bernardo Abbad, acadêmicos de Jornalismo Ilustrações: Pollyana Santoro, acadêmica de Desenho Industrial]]>
UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2018/11/05/projeto-fomenta-producao-cultural-surda Mon, 05 Nov 2018 16:15:06 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=45426

Criado em 2002, o Projeto Mãos Livres da UFSM busca pesquisar sobre a produção de artefatos bilíngues, promovendo a construção do conhecimento da população surda brasileira. Desde sua fundação, a proposta se dedicado à educação dos surdos, ao reconhecimento da Língua Brasileira de Sinais (Libras) e à produção de artefatos culturais para a comunidade surda.

O projeto conta com 17 colaboradores, entre integrantes da Associação dos Surdos de Santa Maria, acadêmicos surdos da UFSM, professores surdos do Departamento de Educação Especial e intérpretes do Núcleo de Acessibilidade, da Coordenadoria de Ações Educacionais.

O Mãos Livres trabalha em quatro interfaces. A primeira compreende livros bilíngues de literaturas popular e erudita, apresentados em formato impresso e digital. A segunda são os artefatos educativos em Libras, que tratam sobre diferentes áreas do conhecimento como Matemática, Geografia, História, Preservação da Cultura Tradicional. A terceira interface contempla vídeos de literatura em Libras, que apresentam temas científicos, filosóficos e culturais contemporâneos com interpretação, tradução e/ou dramatização de lendas, mitos e contos  de clássicos nacionais e internacionais. O último eixo é composto de vídeos de narrativas de vida sinalizadas em Libras, com protagonistas surdos relatando suas histórias de vida. 

Segundo a professora Melânia de Melo Casarin, do Departamento de Educação Especial, o público sempre recebeu muito bem o projeto. Na época em que foi criado, o Mãos Livres existiam poucas iniciativas em Porto Alegre sobre a produção de livros em Libras. Até hoje há procura das obras em formatos impresso e digital. “Nós temos percebido atitudes favoráveis tanto da comunidade surda, quanto dos professores e ouvintes em todo país", comenta.

O processo de publicação no Brasil ainda é muito caro, quando se trata em publicação impressa, aponta a professora. A partir disto, o projeto teve a ideia de criar um sítio, em que toda a materialidade ficasse disponibilizada para a comunidade a partir da aba “livros digitais”.

 3ª Mostra Projeto Mãos Livres

O projeto Mãos Livres realiza mostras anuais com temas da contemporaneidade relacionados com educação de surdos. Falar hoje sobre fomentadores de cultura, divulgadores da cultura surda pela internet é uma discussão premente. Visando discutira o tema, uma das palestras deste ano será "Produção Cultural Surda na Internet: Influenciadores Digitais", contando com a presença dos irmãos Tainá e Andrei Borges, moradores de Caxias do Sul. Eles mantêm o canal Visurdo, no Youtube, onde manifestam as impressões e opiniões sobre os  temas referentes à cultura surda.

Outro assunto a ser debatido é a cultura surda na atualidade e suas diferentes interfaces. A palestra “Culturas Surdas e Modos de Vida” será ministrada pela professora Anie Pereira Goularte Gomes, do Departamento de Educação Especial, que elabora tese de doutorado sobre o tema.

O diferencial da Mostra, neste ano, é que o livro “Antônio, o Viajante”, primeiro volume de uma coleção. A obra será entregue sem custos aos inscritos na mostra que estiverem no lançamento.  

Para Melânia, a importância da realização da mostra é manter viva a experiência do projeto, produzir e dar retorno à comunidade surda de Santa Maria em um momento de interação interpessoal.

A 3ª Mostra Projeto Mãos Livres será realizada no dia 14, às 13h30, no Auditório Audimax, no Centro de Educação.  As inscrições podem ser feitas pelo site

PROGRAMAÇÃO

13h30 - Credenciamento

14h - Abertura com professora Melânia de Melo Casarin

14h15 - Produção Cultural Surda na Internet: Influenciadores Digitais

Bate-papo com Andrei Borges e Tainá Borges com mediação de Helenne Sanderson

15h - Culturas Surdas e Modos de Vida

Professora Anie Pereira Goularte Gomes e Helenne Sanderson com mediação da professora Carlissa Dall’Aba

15h45 Apresentação Artística

16h15 Coffee break com lançamento de "Antônio, o viajante", pela Editora Facos/UFSM

Texto: Laura Coelho de Almeira, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias

Edição: Maurício Dias

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2018/10/31/politica-linguistica-da-ufsm-foca-na-internacionalizacao Wed, 31 Oct 2018 13:44:29 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=45382 Comissão de Política Linguística buscará solucionar demandas da UFSM Para Graciela Hendges, a comissão terá um papel essencial, pois deverá diagnosticar com precisão demandas que a Universidade precisa atender. De maneira geral, a professora aponta alguns aspectos já previstos pela política e que precisam ser resolvidos. Um dos destaques é o aumento da proficiência em línguas estrangeiras na comunidade Universitária. A professora explica que desde 2014 a UFSM aplica testes de proficiência gratuitamente, na tentativa de diagnosticar o nível de domínio dos estudantes em relação às línguas estrangeiras. Os resultados obtidos, baseados na participação de uma pequena parcela da população universitária, cerca de cinco mil pessoas, demonstram que 50% do total possui nível básico de proficiência e 30% têm pré-intermediário. Embora o resultado apresente apenas parte da situação vivida na Universidade, já que grupos que possuem o domínio da língua muitas vezes não realizam o teste, é necessário aperfeiçoar o domínio dos estudantes em relação a outros idiomas. Com o aumento da proficiência, as publicações dos acadêmicos e profissionais vinculados à Universidade no exterior devem crescer. Dessa maneira, a Instituição passa a contribuir para a construção do conhecimento em níveis internacionais. Outro interesse é aumentar o número de mobilidades acadêmicas. É importante que a Universidade tenha estudantes e professores participando de atividades internacionais e, principalmente, que receba estudantes do exterior. “Cada vez que alguém vai para fora, conhece colegas, conhece orientadores que vão dar origem a novas parceiras, então é um efeito dominó”, comenta Graciela. Entretanto, para que isso ocorra, a professora ressalta que é necessário pensar em currículos com ofertas de disciplinas em outros idiomas que não o Português. Conforme explica o professor Fábio Duarte, atualmente a SAI auxilia nas atividades de alunos de graduação e pós graduação que realizam intercâmbio através dos acordos bilaterais ou pelos programas de mobilidade oferecidos pela Associação de Universidades Grupo Montevideo (AUGM). Em 2018, o total de intercâmbios realizados da UFSM para o exterior já soma 120 alunos, e o movimento contrário, ou seja, de alunos do exterior que vieram estudar na Universidade, é de 70 estudantes. A assistência em relação aos intercambistas que chegam à UFSM compõe outra pauta que deverá ser pensada pela comissão. Atualmente a recepção dos alunos estrangeiros é organizada pela SAI, através da Semana do Acolhimento. Conforme Fábio, neste período são propostas atividades internas, como a apresentação da Universidade e dos cursos de idiomas oferecidos, principalmente o curso de Português, para que os alunos interessados possam iniciar suas aulas. O professor explica que, salvo casos específicos ou em que os estudantes estrangeiros estão cursando a pós-graduação, não há obrigatoriedade em realizar o curso de Português. Para a professora do Departamento de Letras, nesse caso é necessário melhorar a comunicação entre os órgãos da Universidade, a fim de que os alunos estrangeiros sejam melhor direcionados para os cursos. Para isso, é preciso estudar o perfil do estudante que chega e entender quais são suas demandas linguísticas. À medida em que este diagnóstico ocorrer de maneira integrada, será mais fácil assistir ao aluno, pois será possível oferecer cursos "sob-medida" para cada estudante. Graciela chama atenção, ainda, como trabalho da Comissão de Política Linguística, para a necessidade de pensar em maneiras de dar reconhecimento aos estudantes, professores e técnico-administrativos em educação (TAEs) que realizam testes de proficiência, buscam cursos e formações complementares. Mais que isso, outra demanda importante é reconhecer o papel da política como representação institucional. “Uma Política Linguística ajuda a sinalizar onde a Universidade precisa estar presente, precisa estar envolvida e precisa se manifestar”, explica. A professora ressalta o caráter plurilinguístico da política. Desta maneira, a UFSM entende que todos os idiomas devem ser assistidos com a mesma importância, além de dar atenção a todos os grupos linguísticos, minoritários ou não, que compõem a Universidade. A Comissão de Política Linguística será formada por sete representantes de diferentes áreas das Letras, entre elas, alemão, espanhol, francês, inglês, português para estrangeiros, português e literatura. Completam o grupo representações do Departamento de Educação Especial da Área de Libras, Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP), Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Prae) e da Coordenadoria de Educação Básica, Técnica e Tecnológica da UFSM. Os projetos e ações desenvolvidas pela política têm caráter institucional. Assim, além de envolver a comunidade acadêmica, docentes, TAEs e a comunidade externa da UFSM, as iniciativas contemplam os outros campi da Universidade. [caption id="attachment_45383" align="alignleft" width="350"]Mulher em pé ensinando sinais para jovens que participaram do Descubra. No Descuba, visitantes puderam conhecer alguns sinais de Libras[/caption] A Política Linguística e o incentivo ao ensino e aprendizado das Libras Outro objetivo proposto a partir da instituição da Política Linguística é o fomento ao ensino e aprendizado da Língua Brasileira de Sinais (Libras) na UFSM. Conforme previsto na Lei 10.436/2002, os currículos de todas as licenciaturas das universidades, bem como do curso de Fonoaudiologia, preveem o ensino da Libras de maneira obrigatória. Na UFSM, nos cursos em que Língua Brasileira de Sinais é oferecida como disciplina complementar, as vagas são rapidamente preenchidas, como explica Shanna Krening, tradutora e intérprete de sinais da Coordenadoria de Ações Educacionais (Caed) da UFSM. De acordo com Diéssica Vargas Lopes, também tradutora e intérprete de sinais da Caed, a coordenadoria realiza diversos projetos de ensino de Libras para a comunidade acadêmica e para o público de fora da Universidade. Um exemplo é o Libras ON, por meio do qual são ofertados cursos nos níveis básico, intermediário e avançado. A coordenadora da Caed, Sílvia Pavão, chama atenção para o papel da Universidade, que desde 2014 trabalha no incentivo às atividades realizadas pela coordenadoria. Neste sentido, a política serve como incentivo ao avanço no conhecimento e à disseminação das práticas oferecidas pela UFSM para o ensino de Libras, que contemplam toda a comunidade acadêmica, além da comunidade externa. Texto: Bárbara Marmor, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias Foto: Maria Luísa Viana Edição: Ricardo Bonfanti]]> UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2018/10/24/processo-seletivo-simplificado-contrata-profissionais-tecnicos-especializados-em-linguagem-de-sinais Wed, 24 Oct 2018 11:58:27 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=45247 A Coordenadoria de Concursos da Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (Progep) da UFSM informa que estão abertas até o dia 2 de novembro as inscrições para o processo seletivo simplificado para contratação temporária de profissionais técnico especializados em Língua de Sinais, regido pelo Edital n. 041/2018-Progep/UFSM.

São duas vagas para o campus sede, em Santa Maria.

Edital e inscrições no link.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2018/10/15/3a-mostra-projeto-maos-livres-sera-realizada-no-dia-14-de-novembro Mon, 15 Oct 2018 11:06:46 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=45058 programação do evento.  ]]> UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/arco/estrategias-de-ensino-para-alunos-com-surdez-na-universidade Wed, 26 Sep 2018 18:23:25 +0000 http://coral.55bet-pro.com/arco/sitenovo/?p=4615 Entender de que forma as estratégias de ensino empregadas pelos docentes contribuem para acadêmicos surdos nos cursos de graduação da UFSM é o enfoque da dissertação da pós-graduanda em Educação Juliana Corrêa de Lima. A pesquisa de Juliana, que também é tradutora e intérprete de Libras na instituição, foi realizada por meio de entrevistas mediante a análise de conteúdo, a partir dos discursos das pessoas pesquisadas durante o questionário. O uso dessas técnicas proporcionou uma observação mais ampla quanto às questões de inclusão, acessibilidade e às diferentes maneiras que visam auxiliar na permanência e assistência dos estudantes surdos no ensino superior, garantindo-os maior qualidade na aprendizagem. De acordo com Juliana, a organização do sistema educacional é pautada pela leitura e pela escrita e, mesmo com a presença de um intérprete de Libras em sala de aula, o curto espaço de uma hora-aula pode prejudicar a compreensão de alunos com surdez. Pessoas surdas se utilizam muito das estratégias visuais para perceber o mundo. Daí a sugestão, vinda dos próprios estudantes surdos na Educação Superior, de utilizar outras estratégias que podem colaborar ainda mais para a aprendizagem”, analisa a pesquisadora. Mas, afinal, que estratégias são essas? Para além da presença de um intérprete, a mestranda apresenta outras opções que podem ser testadas em sala de aula. A apresentação de filmes está entre uma delas. Conforme a pesquisa, os vídeos devem ser passados sempre com legendas. Caso o material não seja legendado, existe a possibilidade do uso de softwares, como o Windows Movie Maker, por exemplo. Sempre que o conteúdo permitir, o professor pode usar o quadro para desenhar, fazer detalhes ou esquematizar suas ideias. Sugere-se, da mesma forma, a utilização de cores diferentes, setas e símbolos que auxiliem os alunos no entendimento da matéria. Durante a aula, os conceitos podem ser passados por apresentações de imagens. Estas, se em meio digital, podem ser reproduzidas com a ajuda de um projetor multimídia. Outra opção é usá-las de forma impressa. Segundo o estudo, o emprego de slides para a aula é, talvez, a estratégia mais aplicada atualmente. Contudo, recomendam-se alguns cuidados. A exagerada utilização de textos está entre um dos aspectos que devem ser evitados. Os slides devem ter o máximo de detalhes de informações visuais possíveis, como imagens, desenhos e figuras, além de frases curtas, preferencialmente associadas com as ilustrações. Atividades práticas, com dinâmicas de interação que sejam relacionadas ao conteúdo, tornam-se uma possibilidade de integração do estudante com surdez. A pesquisa também expressa que a pessoa surda entende a partir do olhar aquilo que deve ser feito. Assim, não é necessária permanentemente a presença de um intérprete, o que acaba favorecendo a autonomia acadêmica. Sempre que possível, os professores podem se adequar aos seus alunos surdos, frequentando os cursos de Libras oferecidos pela instituição, ou até mesmo buscando sinais básicos, exclusivamente destinados à disciplina desenvolvida. Com antecedência, deve ser disponibilizado o conteúdo impresso para o acadêmico reproduzir em ambiente virtual. Dessa forma, o acompanhamento fica mais fácil, sem a perda do foco no intérprete para copiar o conteúdo. Falando em ambiente virtual, a plataforma Moodle é essencial para a aprendizagem dos acadêmicos surdos. Ela facilita ao estudante com surdez um acompanhamento mais compreensível sobre o assunto passado em aula, tendo a oportunidade de interagir diretamente com os seus colegas e professores, independentemente da presença do intérprete em Libras.   De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - Inep, estes são os números de acadêmicos surdos matriculados no Ensino Superior; os dados são de 2017, os mais atualizados até agora   O estudo Durante o desenvolvimento de sua investigação, Juliana considerou o número de acadêmicos surdos matriculados regularmente nos cursos da UFSM. “A verificação da situação acadêmica foi feita recorrendo aos relatórios anuais da instituição, de ações educacionais e de um projeto de extensão desenvolvido em 2015 e 2016”, explica. O projeto de extensão ao qual Juliana se referiu foi proposto pela Coordenadoria de Ações Educacionais (Caed) e se chamava Projeto de Desempenho Acadêmico. Nele, realizaram-se técnicas de apoio e acompanhamento pedagógico para os discentes com surdez da UFSM, que foram feitos por intérpretes em Libras da instituição. Em um segundo momento, a pós-graduanda fez contato com sete alunos selecionados por mensagem eletrônica, para uma entrevista individual. “Após o aceite dos participantes, foi realizada a entrevista individual em Libras. As entrevistas com os acadêmicos surdos foram filmadas para a análise final”, elucida a intérprete. Com os três professores que participaram da conversação, o procedimento de seleção daqueles que fizeram parte da pesquisa foi utilizando o critério de indicação. Assim, foram escolhidos os docentes recomendados pelos acadêmicos na entrevista. Ao fazer as entrevistas com os discentes, Juliana também conseguiu dar a eles a oportunidade de se manifestarem a respeito do percurso acadêmico. Um dos alunos com quem Juliana conversou para a dissertação afirmou que “se fosse professor, faria atividades com mais acessibilidade, atividades práticas que os surdos possam participar e entender olhando o que deve ser feito, daí não precisa estar sempre com o intérprete. Eu também gostaria que os professores aprendessem mais alguns sinais básicos que eu preciso no curso para eu poder me comunicar diretamente com eles”, manifesta. Uma das constatações é que os acadêmicos surdos não se sentem plenamente incluídos e não conseguem aprender. Os alunos têm interesse em permanecerem no ambiente universitário, mas, ao mesmo tempo, alguns fatores dificultam a manutenção dessas pessoas nas instituições de ensino superior, como o isolamento e a discriminação. “Eles percebem atitudes segregacionistas dos ouvintes. Porém, o surdo sente orgulho por estar neste nível de ensino, que favorece a conquista da autonomia pessoal e profissional”, expõe a pós-graduanda. O estudo manifesta que há, até agora, certos empecilhos em relação à acessibilidade comunicacional, até porque os acadêmicos relatam que os professores não se adaptam, não utilizam legenda e empregam os mesmos recursos usados com os alunos que são ouvintes. Segundo a pesquisadora,  “a relação dos estudantes com os professores podem ser marcadas por desrespeito e distanciamentos, sendo essa situação motivada pelo desconhecimento da cultura surda”. Juliana complementa dando algumas opções básicas para um melhor entendimento dos alunos. “Ações que a equipe da Caed já vem ofertando aos estudantes com surdez, como acompanhamento do desempenho acadêmico (atendimento individualizado durante o semestre), oferta do português para surdos, curso de Libras e Atendimento Educacional especializado”. A importância de um tradutor/intérprete em sala de aula As dificuldades não são propriedade exclusiva dos acadêmicos surdos. Elas acabam se somando a outros contratempos, como, por exemplo, a dependência de um tradutor/intérprete, o que limita, mais ainda, a comunicação com o docente. Além disso, a instituição não possui um intérprete para cada discente, tendo, portanto, que se adequar aos horários deles. São 14 intérpretes ao total. “Acadêmicos surdos e seus professores podem demonstrar insatisfação quanto a uma possível dependência ou invasão do tradutor/intérprete, do ponto de vista da relação de aprendizagem e seus vínculos”, justifica a autora. Apesar de ser importante a presença do tradutor/intérprete em sala de aula, alguns estudantes preferem não ficar dependentes somente deste profissional, a fim de obterem suas próprias interpretações sobre o que está sendo passado, e se relacionarem com os ouvintes ao redor. “A proposta de inclusão na Educação Superior para a surdez ainda é distante. Há muitas barreiras de acessibilidade aos conteúdos e pouca inclusão no espaço acadêmico”, mostra. Dicas para aprender o básico de Libras 1 - A Universidade de São Paulo (USP) oferece, desde 2015, em sua plataforma digital, um curso sobre a Língua Brasileira de Sinais. As aulas são organizadas pelo professor do Departamento de Linguística da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLHC/USP), Prof. Dr. Felipe Venâncio Barbosa. Como parte da formação, existem videoaulas, material didático e atividades direcionadas a não-surdos. Para ter acesso ao conteúdo, não é necessário ter qualquer cadastro. 2- Se quiser mais auxílio sobre as Libras, pode chamar o Hugo. Sim, ele é um intérprete em 3D e apresentador do aplicativo Hand Talk (em português, “conversa de mão”), por meio do qual é possível fazer tradução de texto e voz para Libras. O aplicativo está disponível nas plataformas Android e IOS. 3- No Youtube também existem canais interessantes para o aprendizado das Libras com aulas ministradas por pessoas com fluência na língua. É o caso da Universidade das Libras,  Incluir Tecnologia, Danrley Oliveira, Libras Pernambuco, Éden Veloso e Paula Maria Markewickz. Reportagem: Guilherme de Vargas, acadêmico de Jornalismo Edição: Tainara Liesenfeld, acadêmica de Jornalismo Ilustrações: Deirdre Holanda, acadêmica de Desenho Industrial]]>