UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com Universidade Federal de Santa Maria Sat, 25 Apr 2026 03:04:08 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com 32 32 UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2026/04/17/literatura-infantil Fri, 17 Apr 2026 15:52:59 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=72536 O dia 18 de abril marca o Dia Nacional do Livro Infantil. A data celebra o aniversário de Monteiro Lobato, figura de referência na literatura infantil, e reforça a importância dessa manifestação cultural. A leitura contribui para o desenvolvimento cognitivo da criança ao incentivar a imaginação, criatividade e o aumento do vocabulário. A conexão com as personagens gera identificação nos pequenos, o que proporciona sentimentos de valorização e compreensão. Por isso, é importante que haja incentivo à prática da leitura desde cedo, por meio da escola e dos familiares.

Existem diversas maneiras de inspirar esse hábito. Uma delas é a leitura compartilhada, por meio da mediação. Doutora em Educação e docente do curso de Psicologia da Universidade Federal de Satna Maria (UFSM), Taís Fim Alberti, defende, a partir da Psicologia Histórico-Cultural, que a leitura insere o sujeito na cultura social vigente. “A gente se humaniza na relação com os outros. Então, é nessa relação de mediação que a gente vai passar para essa nova pessoinha os instrumentos e os signos da nossa cultura”, reforça. 

A mediação, descrita pela professora, envolve a leitura compartilhada, ou seja, com outras pessoas - um adulto, um professor ou até uma criança mais velha. Isso permite que a criança se expresse ao conversar sobre a história e falar sobre o que sente e observa. Taís explica que “a leitura é um componente essencial para o desenvolvimento dessas funções psíquicas superiores”.

Ao pensar no desenvolvimento intelectual, é importante refletir sobre o aspecto sócio-emocional presente no ensino. A Psicologia Histórico-Cultural destaca um papel da escolarização. “A escola e o ensino são condições para o desenvolvimento”, ressalta. A docente reflete sobre como a escola tem papel fundamental em sistematizar o conhecimento e, também, criar leitores, pois proporciona o acesso à leitura.

Assim, o livro se materializa em um objeto tátil com textura e ilustração que estímulos à inventividade do leitor e fazem com este se envolva com a história narrada. Na UFSM, o Programa de Pós-Graduação em Comunicação (Poscom) desenvolve pesquisas sobre o mercado editorial e hábitos de leitura na infância. A doutoranda Danielle Neugebauer Wille, que estuda o tema, ressalta como elementos visuais que fogem do texto são essenciais no livro infantil: “a criança fica muito mais interessada e interage muito mais com o livro a partir disso”.

Com um trabalho sobre livros para crianças de quatro a cinco anos, Danielle busca compreender como se dá a experiência estética a partir da materialidade gráfica dos livros infantis - precursores da inovação nesse aspecto. Permeada por sua experiência pessoal como mãe de Pedro, de seis anos, ela pesquisa como o contato da criança com o livro e a leitura compartilhada se dão na relação entre pais e filhos. “O livro infantil dá abertura e proximidade dentro da parentalidade. É um momento de convívio com a criança que possibilita a conversa sobre suas vivências”, comenta a pesquisadora orientada pela professor Sandra Depexe, do Poscom.

Foto colorida vertical de livro infantil com desenho de cobra azul sobre um fundo amarelo. A cabeça da cobra acompanha o formato da capa da obra, que tem dois olhos e um lingua.
Litetura infantil precisa ser lúdica

A escolha do livro

A professora Taís reforça a importância da escolha cuidadosa do livro, da mediação de alguém com conhecimento sobre a obra e o hábito da leitura alinhado à fase do desenvolvimento. “A literatura que a gente escolher pode transformar isso em algo exaustivo, cansativo”, pondera. Já Danielle argumenta que a leitura não é somente para que se converse com a criança sobre determinado assunto, mas também para que ela se sinta feliz naquele momento.

Outro elemento que chama atenção é o conteúdo da história. Atualmente, os livros fogem da ideia moralista, da “moral da história”, muito presente em livros infantis desatualizados. “Antigamente, o único objetivo do livro era esse. Hoje em dia, ele tem muito mais abertura para ter uma experiência de prazer”, pontua a pesquisadora.

É interessante que as famílias também se mobilizem ao procurar obras com temáticas relevantes para debate ainda na infância, inclusive aqueles de assuntos difíceis de abordar. “É possível permitir que a criança se expresse a partir de alguma vivência real, e a literatura vem como um suporte para aquilo que ela está vivenciando”, reflete Taís. 

A importância da ilustração

A pesquisadora Ana Julia Rodrigues defendeu sua dissertação “‘Eu Gosto de Ler, Só Que Eu Não Leio Muito’: Consumo e Práticas de Leitura de Livros Infantis em uma Escola Pública de Santa Maria”, no Poscom, no dia 27 de março. O estudo trata do consumo de livros infantis e como se dá a relação das crianças com a literatura. Ana Julia percebeu que a ilustração sempre chamou muito a atenção das crianças.

“Sempre que a gente perguntava: ‘por que que tu escolheu esse livro?’, eles sempre destacavam o valor da ilustração”. Ana Julia relata que muitas crianças atentavam para a capa, as cores e os aspectos editoriais, o que revelava sua afinidade com a ilustração. 

“É muito deles se identificarem. Muitas vezes é um personagem ou uma cor que chama a atenção. Eles se identificam não necessariamente com a história, mas com algum elemento”, constata.

Foto colorida vertical de livro infantil e formato quadrado do livro "Quem abre o bocão". A obra tem na capa principal, em azul, tem dois olhinhos na parte de cima, e uma área vazada em formato de boca. Na página seguinte, visível atráves da área vazada, vários personagens, passarinhos e pintinhos, e uma superfície vermelha

Formas, cores, ilustrações e personagens ajudam no incentivo à leitura
Foto colorida vertical de mulher jovem em pé. Ela usa óculos, tem cabelos claro longo, usa blusa branca e calça escura. Atrás dela, a projeção de um slide com o nome da pesquisa “‘Eu Gosto de Ler, Só Que Eu Não Leio Muito’: Consumo e Práticas de Leitura de Livros Infantis em uma Escola Pública de Santa Maria”

Ana Júlia defendeu dissertação sobre consumo de livros infantis em escola pública

Hábitos de leitura na infância

A pesquisa de Ana Julia, também orientada pela professora Sandra Depexe, destaca a importância da mediação e o papel central das escolas no interesse que a criança possui ou desenvolve na leitura. Ao buscar compreender a relação criança-livro atualmente, ela observou que, em muitos contextos, “a escola é o único lugar que vai ofertar essa relação com o livro infantil”.

A dissertação aponta que as formas de consumo do livro carregam significados sociais. “A gente observa que, de fato, a escola é o principal local que oferece e oportuniza essa relação”, relata. O alto custo do livro infantil ainda é um fator de afastamento do universo da literatura. Danielle concorda com Ana e reforça que o livro não é um produto cultural barato e acessível. Por isso, ela lembra que, para muitas famílias, a escola é a possibilidade desse contato com a literatura.

Lobato e o Sítio

Monteiro Lobato foi o responsável por revolucionar a literatura infantil no Brasil com o livro “Reinações de Narizinho”, relançado posteriormente como parte da série "Sítio do Pica Pau Amarelo", a primeira escrita para crianças. Com uma linguagem fácil, o autor construiu um universo fantástico e ganhou o país com seus personagens criativos e curiosos. A obra foi traduzida para outros idiomas e recebeu adaptações para cinema, televisão e quadrinhos.

O dia 18 de abril celebra o Dia Nacional do Livro Infantil em homenagem ao autor considerado o “pai da literatura infantil” no Brasil.

Literatura infantil x literatura juvenil

O livro infantil é concebido para a criança, com formato, ilustrações, cores, quantidade de texto e linguagem específicas. Já a literatura infantil é todo o texto adequado à criança. Atualmente também se considera literatura infantil aquela obra que tem, não só o texto, mas também a ilustração de qualidade. A escritora Cecília Meireles defendia que a “Literatura Infantil é aquela que as crianças leem com agrado”.

Não existem regras expressas para definir o livro juvenil, mas o que se observa – em comparação com o infantil – é o predomínio de textos mais longos, com letras em corpo menor, poucas ilustrações, quase sempre em preto e branco. Com relação ao conteúdo, os juvenis apresentam uma divisão em gêneros de forma mais clara: aventura, suspense, romance, mistério e ficção científica. 

Texto: Júlia Ciervo Zucchetto, acadêmica de Jornalismo e estagiária da Agência de Notícias

Fotos: Arquivo Pessoal/Ana Júlia Rodrigues

Edição: Maurício Dias, jornalista

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/08/28/inteligencias-artificiais-historias-infantis Thu, 28 Aug 2025 16:28:49 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=70309

O Pequeno Príncipe, As Aventuras de Pinóquio e o Patinho Feio são exemplos clássicos da literatura infantil. De maneira geral, esses livros tratam de amizade, sonhos e autodescoberta. Assim, esses elementos tornaram as obras marcantes na vida de inúmeras pessoas. 

“As narrativas infantis têm papel central na formação de valores e visões de mundo. Pensando nisso, quanto mais pluralidade e diversidade houver nessas histórias, maiores são as chances de se construir uma sociedade mais justa e respeitosa”, pensa Camila Peixoto Farias, psicanalista e professora do curso de psicologia da Universidade Federal de Pelotas.

Ao pensar na concepção dessas narrativas, com o tempo, as formas de criação de histórias sofreram mudanças. Antes da popularização do uso do computador, o uso de lápis ou canetas, papel e outras ferramentas manuais eram indispensáveis. Hoje, com o rápido avanço tecnológico, um novo mecanismo de produção se destaca: a inteligência artificial (IA) gerativa.

Esse crescimento se apresenta em dados publicados pela Google e Ipsos revelam que o Brasil é um dos países que mais utilizaram IAs generativas em 2024. Em números expressivos, em média 54% dos brasileiros usaram essas ferramentas, enquanto a média global ficou em 48%. O estudo, que entrevistou cerca de 21 mil pessoas em 21 países, destacou ainda que os brasileiros optam pelas IAs, principalmente, como assistente de escrita e tradutor.

Disciplina aborda o uso de IAs na criação de narrativas infantis

Discussões sobre esse novo modelo de criação já são feitas nas salas de aula da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Um exemplo disso acontece na disciplina complementar de graduação (DCG) de Inteligência Artificial Generativa e Narrativas Para a Infância, ministrada pela primeira vez em 2025 pela professora Cristina Marques Gomes, do Departamento de Comunicação da UFSM.

Capacitar estudantes de comunicação para compreender, aplicar e supervisionar ferramentas de IAs generativas na criação, análise e adaptação de livros e narrativas infantis, além de promover o pensamento crítico e ético sobre as implicações legais, estéticas, sociais e culturais dessas ferramentas na infância estão entre os objetivos da cadeira.

Segundo a professora Cristina, a DCG surgiu a partir da experiência com a disciplina intitulada Inteligência Artificial Aplicada à Pesquisa Científica, ofertada em 2023 e 2024. A docente conta que a primeira versão contou com estudantes de diversas áreas, como Turismo, Sistemas de Informação, Administração e Ciências Sociais. Já na segunda oferta, em 2024, a turma passou a ser composta apenas por alunos de Comunicação, o que motivou a criação de uma disciplina mais especializada.

Ao considerar os objetivos da disciplina, Cristina revela que os estudantes utilizarão diferentes recursos de inteligência artificial, como ferramentas de revisão de literatura científica, design gráfico e produção visual. “A disciplina é extremamente relevante, porque aborda os impactos que as ferramentas de inteligência artificial generativa vêm exercendo nos processos criativos, de publicação e circulação de livros infantis”, destaca.

Esse impacto citado por Cristina também estimulou a estudante de Relações Públicas Myrela da Silva Porciúncula Pinta a se inscrever na disciplina. “Eu sinto que a gente ainda não tem tanto conhecimento aprofundado sobre inteligência artificial, principalmente com um tema relacionado à infância”, pontua. Myrela considera importante a inserção de debates sobre IAs na formação de profissionais de comunicação e opina que “se usarmos de forma moderada e com cuidado, não haverá tantos problemas”.

Uso ético e responsável das IAs

A professora Cristina informa que o debate acadêmico é marcado por duas correntes: “alguns autores adotam uma visão apocalíptica, alertando para os riscos de vieses algorítmicos, perda de diversidade narrativa e questões éticas graves. Outros defendem a integração criativa da IA como ferramenta democratizadora, que pode ampliar o acesso e a produção literária, especialmente para autores independentes”.

Ao pensar na questão ética mencionada pela professora, a psicóloga Camila Peixoto alerta que a IA não cria de forma autônoma, apenas replica padrões existentes nos dados que recebe. Por isso, considera essencial a supervisão de adultos e profissionais da educação e psicologia no processo criativo com crianças, para garantir que as narrativas sejam éticas, seguras e adequadas ao desenvolvimento. “A inteligência artificial não é nem inteligente nem artificial. Ela é um banco de dados alimentado por seres humanos. Então precisa de supervisão, especialmente quando falamos em criança, porque ela vai reproduzir tanto o que temos de bom na sociedade quanto as violências e preconceitos”, enfatiza.

Além de professora de psicologia, Camila é autora do livro infantil Enraive-ser para construir o próprio caminho, lançado em julho deste ano. Na obra, que surgiu da sua vivência como mãe e pesquisadora, a docente percebeu a falta de narrativas infantis que abordassem a raiva de forma construtiva e com personagens femininas. A proposta do livro é ajudar a criança a reconhecer e direcionar esse sentimento de forma saudável, rompendo com estereótipos de gênero e oferecendo alternativas que não sejam violentas.

Nesse sentido, a autora contempla o valor de obras que estimulam a criatividade e a pluralidade. “Se a gente sonha em construir um mundo melhor, a gente tem que cuidar das narrativas que está transmitindo para as nossas crianças. Quanto mais a gente puder pluralizar, diversificar, trazer diferentes perspectivas, é mais provável da gente ter um mundo mais igualitário, mais respeitoso, menos desigual”, afirma.

Universidades devem incentivar o debate ético sobre IAs

Diante do atual contexto de avanços das IAs, tanto Cristina quanto Camila defendem o papel vital das universidades nessa discussão. Para Cristina, “as instituições de pesquisa e os professores devem assumir um papel ativo no estudo aprofundado e contínuo da inteligência artificial, promovendo a compreensão crítica das potencialidades e riscos das tecnologias, integrando a IA aos currículos, incentivando o debate ético, social e cultural sobre o impacto da IA nas atividades acadêmicas, culturais e profissionais”.

Em consonância com o pensamento de Cristina, a psicóloga acrescenta: “o nosso papel é trazer para cena essa complexidade dos debates. Não deixar que uma perspectiva capitalista, mercadológica, individualista, fique como dominante. Ao falar de inteligência artificial ou de eletrônicos, temos que falar também de vínculo, da forma como os adultos trabalham, do tempo livre, de como a sociedade se relaciona com as crianças”.

Inteligência artificial é tema motivador da 40ª JAI

Como reforçado pelas pesquisadoras, o debate sobre as IAs no mundo acadêmico é emergente e necessário. Com isso, neste ano, o tema motivador da 40ª edição da Jornada Acadêmica Integrada (JAI) aborda os desafios e oportunidades diante do avanço das inteligências artificiais (Não há obrigatoriedade dos trabalhos submetidos abordarem IAs).

As inscrições estão abertas até as 17h desta sexta-feira (29), exclusivamente pelo site da JAI

A submissão é gratuita e aberta a estudantes da UFSM e de outras instituições, no caso da JAI Externos. A jornada acontece entre os dias 3 e 7 de novembro de 2025, integrando atividades de ensino, pesquisa, extensão e inovação. 

Essa reportagem integra a série “Inteligência Artificial em Pauta”, uma iniciativa da Agência de Notícias que busca refletir sobre os desafios, oportunidades e consequências das IAs em diferentes contextos.

Texto: Pedro Moro e Jessica Mocellin, estudantes de Jornalismo e bolsistas na Agência de Notícias;

Artes: Pedro Moro (Conversa do chat sobre narrativa) e Unicom (campanha JAI)

Edição: Maurício Dias, jornalista

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/editoras/facos/adeus-bibi-a-hora-de-largar-a-chupeta Thu, 03 Jun 2021 21:27:04 +0000 http://www.55bet-pro.com/editoras/facos/?page_id=182 Adeus Bibi: a hora de largar a chupeta
Mariana Marquezan, Aline Munekata Gonçalves, André Krusser Dalmazzo, Angela Ruviaro Busanello Stella, Estela Maris Jurach, João Alberto de Almeida Gonçalves, Larissa Maria Coutinho da Silva, Mariana da Silva Corrêa.
[caption id="attachment_215" align="aligncenter" width="300"] Adeus Bibi: a hora de largar a chupeta[/caption]

Caro leitor, "Adeus Bibi: A Hora de Largar a Chupeta" é um livro infantil idealizado e concebido através do Programa de extensão "Saúde em Conto" da Universidade Federal de Santa Maria, do qual participam alunos e docentes dos cursos de Odontologia, Fonoaudiologia e Desenho Industrial. Esse material é dedicado a todas as crianças, em especial àquelas que usam chupeta, pois aqui aprenderão de maneira divertida quais as possíveis consequências de seu uso. Além disso, esse material auxiliará os pais a conduzirem o uso racional da chupeta e dará dicas para a retirada desse hábito quando necessário. O desenvolvimento e impressão desse material foram possíveis com o apoio financeiro do Fundo de Incentivo à Extensão (FIEX CCS/UFSM 2019). Sendo assim, deixamos aqui registrado nosso agradecimento. Solte sua imaginação e tenha uma ótima leitura com muitas descobertas!

[caption id="attachment_215" align="aligncenter" width="300"] Adeus Bibi: a hora de largar a chupeta[/caption]

Caro leitor, "Adeus Bibi: A Hora de Largar a Chupeta" é um livro infantil idealizado e concebido através do Programa de extensão "Saúde em Conto" da Universidade Federal de Santa Maria, do qual participam alunos e docentes dos cursos de Odontologia, Fonoaudiologia e Desenho Industrial. Esse material é dedicado a todas as crianças, em especial àquelas que usam chupeta, pois aqui aprenderão de maneira divertida quais as possíveis consequências de seu uso. Além disso, esse material auxiliará os pais a conduzirem o uso racional da chupeta e dará dicas para a retirada desse hábito quando necessário. O desenvolvimento e impressão desse material foram possíveis com o apoio financeiro do Fundo de Incentivo à Extensão (FIEX CCS/UFSM 2019). Sendo assim, deixamos aqui registrado nosso agradecimento. Solte sua imaginação e tenha uma ótima leitura com muitas descobertas!

Acesso à obra

Versão PDF No Manancial Dados da obra Autoria Licença Creative Commons Dados da obra

Publicação:
2019 / 1ª edição
ISBN: 978-85-8384-090-9

Referência: 
MARQUEZAN, Mariana et al. Adeus Bibi: a hora de largar a chupeta. Santa Maria/RS: FACOS-UFSM, 2019. 42 p. (Recurso eletrônico)

Autoria Autores:Mariana Marquezan,Aline Munekata Gonçalves,André Krusser Dalmazzo,Angela Ruviaro Busanello Stella, Estela Maris Jurach,João Alberto de Almeida Gonçalves, Larissa Maria Coutinho da Silva, Mariana da Silva Corrêa. Ilustrações:Larissa Maria Coutinho da Silva. Licença Creative Commons

Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional. Para ver uma cópia desta licença, visite: http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/

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