UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com Universidade Federal de Santa Maria Thu, 23 Apr 2026 23:19:16 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com 32 32 UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2019/06/19/nanossatelite-projetado-em-parceria-entre-ufsm-e-inpe-completa-cinco-anos-em-orbita Wed, 19 Jun 2019 13:49:56 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=48242 [caption id="attachment_48243" align="alignleft" width="450"]Na foto, um homem ajusta um dispositivo eletrônico retangular em uma plataforma metálica. Um segundo homem observa. Os dois estão agachados. Em 2104, equipe apresentou plataforma de serviço do NanosatC BR-1 (Foto: Felippe Richardt/AN/UFSM)[/caption]

Nesta quarta-feira (19), o primeiro nanossatélite científico brasileiro, o NanoSatC-BR1, completa cinco anos em órbita. O lançamento ocorreu em 2014, em uma base russa localizada na cidade de Yasny, sendo considerado um marco pelo pioneirismo e incentivo a outras missões brasileiras com cubesats, importantes também para a capacitação de recursos humanos para a área espacial.

Fruto de uma parceria do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) com a UFSM, por meio do Laboratório de Ciências Espaciais de Santa Maria (Lacesm), o NanoSatC-BR1 é um pequeno satélite científico, pesando pouco mais de um quilo, e o primeiro cubesat desenvolvido no país.

O lançamento teve especial importância para a UFSM porque, além de equipes de estudantes e pesquisadores atuando em parceria com o Inpe, um dos circuitos integrados (chip) do nanossatélite foi desenvolvido pela Santa Maria Design House (SMDH), ligada a grupos de pesquisa da Universidade.

Após cinco anos em órbita, o satélite continua a enviar dados dos subsistemas de sua plataforma e carga úteis. As informações são utilizadas em pesquisas sobre clima espacial e fenômenos como a Anomalia Magnética do Atlântico Sul, uma “falha” do campo magnético terrestre que fica sobre o Brasil e pode afetar as comunicações, redes de distribuição de energia, os sinais de satélites de posicionamento global (como o GPS), ou mesmo causar falhas de equipamentos eletrônicos, como computadores de bordo.

NanoSatC-BR2 está sendo finalizado

[caption id="attachment_48244" align="alignleft" width="350"]Dispositivo eletrônico retangular composto de várias placas Pesquisador integra sonda de Langmuir à plataforma de serviço do NanosatC-BR2 (Foto: Divulgação/INPE)[/caption]

Segundo o pesquisador do Inpe Nelson Jorge Schuch, atualmente as equipes do Inpe e da UFSM estão trabalhando na finalização do NanoSatC-BR2 - CubeSat 2U, graças aos recursos complementares obtidos da Secretaria Executiva do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), da Agência Espacial Brasileira e do próprio Inpe, com a Reitoria da UFSM e com apoio de gestão administrativa-financeira da Fatec. O lançamento ao espaço deverá ocorrer entre o final de 2019 e o primeiro trimestre de 2020, a depender do veículo lançador.

É possível acompanhar o NanoSatC-BR1 pelo site e também por aplicativos.

Fotos: Felippe Richardt/ Arquivo Agência de Notícias UFSM e Divulgação/INPE

 

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