UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com Universidade Federal de Santa Maria Sat, 02 May 2026 01:02:02 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com 32 32 UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ccr/2025/05/12/palestra-sobre-neurociencia-e-aprendizagem-ocorre-no-ccr-dia-14-de-maio Tue, 13 May 2025 01:55:07 +0000 http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ccr/?p=11636

A Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (PROGEP), por meio do Núcleo de Educação e Desenvolvimento (NED), convida a comunidade acadêmica para a palestra “A Contribuição da Neurociência para a Compreensão da Aprendizagem”, que será realizada no dia 14 de maio de 2025, das 14h às 17h, no Auditório Flavio Miguel Schneider, anexo ao Prédio 42 do Centro de Ciências Rurais (CCR) da UFSM.

A atividade acontece em parceria com os Setores de Apoio Pedagógico do CCR, do Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE) e da Unidade de Apoio Pedagógico do Centro de Ciências da Saúde (CCS). O objetivo é oferecer um espaço de reflexão sobre os avanços da neurociência e como esses conhecimentos podem contribuir para o entendimento dos processos de ensino e aprendizagem, com foco nos mecanismos neurobiológicos que sustentam o comportamento humano e o desenvolvimento cognitivo.

O palestrante será o Prof. PhD. Guilherme Marcos Nogueira, especialista em aspectos cognitivos e emocionais do envelhecimento, com ampla experiência em educação e neurociência aplicada ao comportamento e à aprendizagem. Professor de cursos de pós-graduação nas áreas de Pedagogia, Psicologia, Neuropsicopedagogia e Direito. Nogueira também é consultor em projetos socioeducativos e fundador do Grupo de Estudos dos Aspectos Neuroafetivos do Comportamento e da Aprendizagem (GEANCA).

Inscrições:

Contato:

apoio.pedagogico.ccr@55bet-pro.com

A participação é gratuita e presencial. A iniciativa busca integrar conhecimentos científicos ao cotidiano de educadores, estudantes e demais interessados, contribuindo para práticas pedagógicas mais eficazes e alinhadas às descobertas da neurociência.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2022/11/17/6o-seminario-de-inovacao-pedagogica-recebe-inscricoes-ate-domingo-20 Thu, 17 Nov 2022 13:06:20 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=60497

Estão abertas até o próximo domingo (20) as inscrições para o 6º Seminário de Inovação Pedagógica (SIP), evento online e gratuito que ocorrerá nos dias 2 e 3 de dezembro, tendo como temática "Aproximações entre inovação e neurociência aplicada à educação". A inscrição é condicionada à submissão de resumo expandido de 6 a 8 páginas e áudio de apresentação do resumo.

A sexta edição do evento está sendo trabalhada de forma colaborativa entre as instituições parceiras - UFSM, Unipampa e UFPel - para possibilitar reflexões teórico-conceituais e socialização de vivências com inovação pedagógica, pela articulação de profissionais da Educação Básica e a Universidade, na perspectiva da formação acadêmico-profissional.

Como nas edições anteriores, o SIP mantém na programação o desenvolvimento das Rodas de ConversAção, quando serão socializados os relatos de experiência com inovação pedagógica.

Programação completa, link para inscrição e mais informações estão disponíveis no site do evento.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2022/09/28/neuroliga-da-ufsm-vai-oferecer-curso-preparatorio-para-olimpiada-de-neurociencias Wed, 28 Sep 2022 23:22:02 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=59866 A Universidade Federal do Rio de Janeiro organiza todo ano a Olimpíada Brasileira de Neurociências, da qual participam alunos do ensino médio das redes pública e privada. Com o objetivo de chamar alunos interessados em participar em 2023 da etapa local (ou seja, da 5ª Olimpíada Santa-Mariense de Neurociências, também conhecida como Santa Maria Brain Bee) a Neuroliga – Liga Acadêmica de Neurociências da UFSM vai oferecer gratuitamente, no formato on-line, um curso preparatório para a competição. Podem participar estudantes que, até o dia 1º de julho do ano que vem, estejam na faixa etária dos 14 aos 19 anos, desde que não estejam matriculados no ensino superior. O curso contempla os conteúdos que são abordados na prova: morfologia (anatomia e histologia) do sistema nervoso; neurociências básicas e neurofisiologia; neurociências clínicas. A previsão é que o curso comece no final de outubro e siga até meados de dezembro deste ano, com duas aulas por semana. Após uma pausa nas férias de verão, o curso prossegue nos meses de fevereiro e março de 2023. As aulas serão ministradas por membros da Neuroliga, que é formada por acadêmicos da UFSM de diversos cursos da área da saúde. As datas da competição ainda não foram definidas. A Neuroliga (que também é o comitê local da olimpíada) está aguardando a divulgação das datas da próxima Olimpíada Brasileira de Neurociências para definir o período de realização da olimpíada santa-mariense. Além de competir na etapa local, ao final do curso os participantes farão uma prova on-line e, caso consigam se classificar, poderão participar da olimpíada nacional, que tem como objetivo despertar o interesse pelas neurociências em estudantes do ensino médio. Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail brainbeesm@gmail.com e também nas redes sociais da Santa Maria Brain Bee e da Neuroliga UFSM.]]> UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/arco/olimpiada-santa-mariense-neurociencias Thu, 15 Apr 2021 13:12:34 +0000 http://www.55bet-pro.com/midias/arco/?p=6537 Competições escolares despertam o interesse dos estudantes pela pesquisa

As olimpíadas de conhecimento, também chamadas de olimpíadas escolares, possuem um longo legado que remonta ao século 19. No Brasil, elas começaram a ganhar notoriedade em 2005, com a criação da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP). As principais áreas contempladas nas provas, desde o princípio, são as ciências exatas e as naturais. Entretanto, no século 21, surgiram competições relacionadas às ciências humanas - como a de história, a de língua portuguesa, a de filosofia e a de geografia -, com o objetivo de incentivar professores e alunos nas diversas áreas do conhecimento.

As provas têm o intuito de ser práticas não apenas de competição - já que estimulam os estudantes a se desafiarem além do contexto da sala de aula - mas também possibilitar o aprofundamento sobre um determinado conteúdo, além de ajudar na integração entre os participantes. Esses foram alguns dos propósitos que levaram os integrantes da Liga Acadêmica de Neurociência da Universidade Federal de Santa Maria (Neuroliga UFSM) a criarem, em 2019, o comitê local para realizar a Olimpíada Santa-Mariense de Neurociências.

A Neuroliga UFSM é um projeto de extensão criado por acadêmicos do curso de Medicina que trata de assuntos relacionados às neurociências. Hoje em dia, o projeto tem caráter multidisciplinar e abrange outros cursos da área da saúde e até mesmo cursos de outros Centros, como Psicologia, do Centro de Ciências Sociais e Humanas (CCSH).

A Neuroliga UFSM e a disseminação das neurociências

Antes de continuar a leitura, você sabe o que é a neurociência? É uma ampla área de estudo, a qual engloba desde pesquisas relacionadas às investigações filosóficas entre a relação do cérebro físico e a mente humana a pesquisas sobre os neurônios – células responsáveis pela transmissão dos impulsos nervosos, que transmitem a outras células do organismo uma determinada informação - por exemplo, retirar a mão de um objeto muito quente. 

A acadêmica do 7º semestre de Medicina e diretora da Comissão de Comunicação da Neuroliga UFSM, Eduarda Kunkel, comenta que um dos pontos de partida dos integrantes ao desenvolver a Olimpíada Santa-Mariense de Neurociências para estudantes do ensino médio partiu da questão “Por que precisamos de pesquisadores nessa área?”. Kunkel ressalta que a competição consiste em uma maior divulgação do campo das neurociências, com o objetivo de incentivar os alunos a conhecerem e até mesmo pensarem em seguir no ramo científico. 

Com o acelerado envelhecimento da população mundial, o índice de casos de demências cresce e se torna um dos desafios atuais da saúde pública. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), de 2017, os casos de demência no mundo são estimados em 35,6 milhões - esse número deve dobrar até 2030 e triplicar até 2050. Existem várias formas diferentes de demência, sendo que a mais conhecida é a doença de Alzheimer.

Vale lembrar que as doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer e o Parkinson, não têm cura até o momento, e afetam, em sua maioria, a parcela com idade mais avançada da população. “As pessoas que estudam neurociências, para chegar no nível acadêmico, precisam se dedicar por muito tempo. E um dos propósitos da olimpíada é justamente incentivar o pessoal do ensino médio a já sair pensando em talvez seguir na área, porque demanda muito tempo de estudo e especialização”, afirma Kunkel.

Como a pandemia afetou a Olimpíada

Parte dos integrantes da Liga organizam um curso preparatório para instruir os alunos a  realizar a prova da Olimpíada Santa-Mariense. Os estudantes podem se inscrever de forma gratuita e não existe nenhum tipo de processo seletivo para participar. As aulas são ministradas pelos monitores do curso e são divididas em três principais áreas: Morfologia, Neurociências Básicas e Neurociências Clínicas.

Antes da pandemia de Covid-19, era realizada uma prova teórica para selecionar os alunos para uma segunda etapa de aulas - a parte prática - em um dos laboratórios do Centro de Ciências da Saúde (CCS) da UFSM, já que o local não comportava um grande número de participantes. No laboratório, ocorriam as aulas de histologia, com microscópios, lâminas e eram mostradas as peças anatômicas. Em 2021, o curso vai ser realizado de forma remota, via plataforma de videochamada, e não será necessário aplicar a prova para a segunda etapa.

Aula prática do curso preparatório da Neuroliga UFSM, no laboratório do Centro de Ciências da Saúde (CCS) da UFSM, em 2019. Créditos: Arquivo da Neuroliga UFSM

O curso preparatório era divulgado nas escolas de Santa Maria. Contudo, neste ano a disseminação das informações sobre as aulas e sobre a 3ª edição da Olimpíada precisou ficar restrita às redes sociais. O curso começou no dia 17 de março e vai até o dia 30 de abril, e as inscrições para participar estão abertas até o dia 15 de abril . A competição será realizada no dia 2 de maio e o resultado sairá no dia posterior, 3 de maio. A prova conta com questões de múltipla escolha e com uma parte prática, na qual o estudante vai ter que analisar vídeos e imagens sobre morfologia e casos clínicos para responder às questões propostas.

Uma novidade em 2021 é o sistema de cotas. Vão ser três vagas para a ampla concorrência e três vagas para escolas públicas. Assim, os seis alunos selecionados na fase local poderão competir na Olimpíada Brasileira de Neurociências (OBN) ou Brazilian Brain Bee. Nas duas edições anteriores, apenas três competidores iam para a fase nacional.

Por que estudar neurociências na escola?

Alexandre Vargas se formou ano passado no ensino médio e participou das duas edições anteriores da disputa. Este ano, vai participar como monitor do curso preparatório. Diante disso, vai ministrar as disciplinas de sentidos químicos – a neurociência do olfato e do paladar –, e também as sobre a fisiologia do sono e os estados do cérebro. “Temas que gosto muito e que agora vou ter a oportunidade de passar para frente o que aprendi”.

A estudante Laís Foster, do terceiro ano do Colégio Politécnico da UFSM, vai participar novamente do curso preparatório. Ela já havia feito parte da 2ª edição da Olimpíada, a qual contou com duas fases - a primeira presencial em 2019 e a segunda já de forma virtual em 2020. A aluna conheceu a competição por meio da divulgação feita pela Neuroliga UFSM em sua escola. Ela conta que alguns colegas já haviam participado e relatavam as experiências práticas nos laboratórios. Assim, decidiu ingressar no curso para aprofundar-se mais no tema. Foster ressalta a importância de estudar sobre o assunto, “o nosso sistema nervoso comanda tudo o que nós fazemos, desde o nosso sono, desde a fala, movimentos, a memória. Então, é importante que conheçamos e saibamos desde cedo como nós, seres humanos, funcionamos”.

O estudante Alessandro Dutra, também do terceiro ano do Politécnico, participa das aulas realizadas pela Liga desde seu primeiro ano do ensino médio. Ele reforça a necessidade de conhecer as neurociências com mais profundidade já no ensino médio e no fundamental, e conta que o processo favorece o autoconhecimento. Dutra ainda ressalta sobre como a neurociência ajuda a ter um conhecimento maior sobre temas como transtornos mentais e doenças psicológicas. Além disso, para o aluno, uma das motivações ao aprender sobre a área é o fato de ainda haver muito o que descobrir, “é uma ciência que ainda está em desenvolvimento, muitas coisas que ainda os pesquisadores não sabem. Aprender sobre isso é uma motivação para que no futuro possamos descobrir.”.

A coordenadora do Ensino Médio do Politécnico da UFSM, professora Terezinha Cleoni Dalmolin, afirma que as Olimpíadas ajudam na dedicação dos alunos em relação às disciplinas da matriz curricular. “Para nós, educadores, a Olimpíada Santa-Mariense de Neurociências veio contribuir para o aprendizado dos estudantes.”.

A Olimpíada Brasileira de Neurociências

No ano passado, os três estudantes foram selecionados para competir na Olimpíada Brasileira de Neurociências, já de forma online. Vargas teve a oportunidade de ser selecionado também em 2019, antes da pandemia. Dessa forma, pôde competir na capital fluminense, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), sede da fase nacional. “A oportunidade de participar da Olimpíada Santa-Mariense de Neurociências já havia sido excepcional, e a chance de participar duas vezes da Olimpíada Brasileira de Neurociências foi, de todos os modos, mágica”, relata.

Em 2020, os participantes selecionados para a etapa nacional puderam participar de um curso de formação inicial em neurociências pela UFRJ organizado pela OBN. Dutra teve a chance de realizar o curso e conta que aprendeu como o campo das neurociências é amplo, “eu consegui abrir um pouco mais meus olhos para o campo das neurociências. Não engloba só a Biologia ou a Medicina, mas também a Psicologia e a Informática, áreas muito distintas”.

Foster diz que foi uma experiência única participar do curso, pois tiveram uma série de aulas mais aprofundadas sobre o sistema nervoso. “Foram aulas muito relevantes. Além da possibilidade de ter contato com outros alunos interessados pelo tema. Toda essa relação foi muito significativa”.

A OBN foi instituída em 2013, a partir da iniciativa do professor associado da UFRJ do Programa de Neurobiologia, Alfred Sholl-Franco, doutor em Ciências Biológicas, e da criação de um comitê nacional do Núcleo de Divulgação Científica e Ensino de Neurociências (NuDCEN) nas dependências do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho (BCCF). A Olimpíada contou também com o apoio da UFRJ e  da Organização Ciências e Cognição (OCC).

Em 2021, a primeira etapa da fase nacional será no dia 30 de maio. Nela, serão realizadas três provas: a primeira de Morfologia – Neuroanatomia, Neurohistologia e Embriologia do Sistema Nervoso – com questões de múltipla escolha; na segunda, o Quiz - que também terá questões de múltipla escolha sobre conhecimentos gerais em neurociências, como o sistema nervoso e os sistemas sensoriais- ; e a Clínica Neurofuncional, que será a última parte, a qual envolve a apresentação de casos clínicos, através de vídeos e desafios, para o aluno desvendar.

A segunda etapa da fase nacional ocorrerá no dia 13 de junho e apenas os 10 primeiros colocados na primeira fase competem na prova Live Questions, que consiste em uma avaliação oral, na qual o candidato responde perguntas apresentadas por uma banca de juízes. As questões envolvem conhecimentos gerais em neurociências como envelhecimento, mecanismos de ação do álcool e de drogas, entre outros temas específicos. A live de premiação é no dia 14 de junho.

O ganhador da OBN, além de uma premiação da própria competição, pode disputar a etapa internacional, a International Brain Bee - fundada em 1998 por Norbert Myslinski, da Universidade de Maryland (Estados Unidos), em um período de grande incentivo relacionado à pesquisa e à divulgação das neurociências no mundo. Até o momento, não foi divulgada a data da etapa internacional, que ocorrerá também de forma virtual.

Ciência em pauta

Por fim, o objetivo de concretizar as Olimpíadas é fomentar a divulgação científica entre professores e alunos. A OBN pode ser realizada por candidatos independentes ou por células descentralizadas. O modelo de organização descentralizada permite que professores do ensino médio realizem a competição em sua escola ou comunidade sem precisar de uma estrutura completa do comitê local - com especialistas para construir a prova. Por isso, a prova recebida pelas células ou pelos candidatos independentes é feita pela própria OBN.

Ademais, as competições são oportunidades de os alunos conhecerem o que gostam de estudar ou até mesmo o que não sentem muita afinidade. Kunkel ressalta a importância de participar, pois abrem caminhos e oportunidades para os estudantes. As provas, muitas vezes, auxiliam na decisão sobre qual área seguir no ensino superior. “Incentivo a participação para todo o aluno do ensino médio. É nesta etapa que o estudante acaba optando pelos cursos superiores onde poderá dar continuidade a esta descoberta”, comenta Dalmolin.

Expediente

Reportagem: Eduarda Paz, acadêmica de Jornalismo e voluntária da revista Arco

Ilustração: Yasmin Faccin, acadêmica de Desenho Industrial e bolsista

Mídia Social: Nathália Pitol, acadêmica de Relações Públicas e bolsista, e Ana Ribeiro, acadêmica de Produção Editorial e voluntária

Editora de Produção: Esther Klein, acadêmica de Jornalismo e bolsista

Edição Geral: Luciane Treulieb e Maurício Dias, jornalistas

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2018/11/20/evento-vai-discutir-a-neurociencia-e-a-afetividade-no-processo-de-aprendizagem Tue, 20 Nov 2018 13:44:46 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=45612 Cartaz em cores com informações sobre o evento e desenhos de cabeças com o cérebro destacadoA neurociência tem muito a revelar sobre o que é aprendizagem emocional, o papel da memória e das conexões afetivas na construção do conhecimento pelo ser humano.

Para discutir o tema, a Unidade de Apoio Pedagógico do CCR promove o encontro "Neurociência e afetividade no processo de aprendizagem", com o professor Guilherme Nogueira (PUC/RS e consultor do Sesi), no dia 26 de novembro, às 16h, no Auditório Sérgio Pires (junto ao prédio 17 do CCNE).

O público-alvo compreende professores de diversos níveis de ensino, estudantes e especialistas das áreas da Educação, Psicologia e afins.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no link.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/arco/post474 Tue, 04 Jul 2017 19:11:36 +0000 http://www.55bet-pro.com/comunicacao/arco/2017/07/04/post474/ Nem sempre entendemos o que acontece no nosso corpo durante nossas atividades diárias. Pensando nisso, o projeto NeuroArTE: Museu Itinerante de Neurociência, Arte e Tecnologia, parceria entre os Programa de Pós-Graduação de Educação e Ciências (UFSM/UFRGS/FURG) e o de Artes Visuais (UFSM), realiza exposições interativas na comunidade. Jessié Gutierres, integrante do projeto e doutorando pelo Programa de Pós-Graduação Educação em Ciências (UFRGS) coordenou a produção do documentário O cérebro de Thauan, que de forma lúdica e, ao mesmo tempo com linguagem científica, explica as diferentes respostas que o nosso cérebro dá às situações do cotidiano.   O roteiro do vídeo conta a história de um aluno do Ensino Médio que é praticante de capoeira e está se preparando para competir em um campeonato da sua região. “A produção desse documentário faz parte de minha tese de doutorado e visa encontrar as melhores formas de popularizar conceitos teóricos e mais complexos da neurociência para os estudantes”, conta Jessié.   Para a produção do documentário, o pesquisador contou com a participação de um grupo de capoeira do Centro de Educação Física e Desportos (CEFD), de uma turma do Colégio Técnico Industrial de Santa Maria (CTISM) e também do aluno de iniciação científica, Thauan Lopes, para atuar como protagonista do curta. Já para a estruturação do roteiro, Jessié teve a ajuda de uma produtora de audiovisual da região, que também trabalhou na trilha sonora do vídeo, junto com um bolsista do projeto, o mestre em Artes Visuais Carlos Donaduzzi. “Todo documentário foi gravado e finalizado no período de uma semana. As cenas foram filmadas em Silveira Martins e também em Santa Maria, no campus da UFSM”, conta o bolsista.   O documentário é reproduzido durante as visitas de escolas e da comunidade ao museu itinerante do NeuroArTE. O vídeo, segundo Jessié, tem uma linguagem científica simples, mas marcante pela forma como aborda e explora o assunto. “Deu para perceber que atingimos o coração e as mentes dos participantes e acho que nenhuma pesquisa básica é tão potente e motivadora para causar tais resultados em pouco tempo como foi este documentário”, relata ele após observar o público durante as visitas.  

  NeuroArTE: a neurociência próxima da comunidade O projeto NeuroArTE surgiu a partir de inúmeras parcerias bem-sucedidas da professora do Departamento de Artes Visuais da UFSM Nara Cristina Santos e da professora do Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular da UFSM Maria Rosa Chitolina. A elaboração do Museu Itinerante surgiu da necessidade que o grupo sentiu de popularizar o conhecimento da neurociência e da tecnologia para além do meio acadêmico. Com a aprovação do projeto em edital do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, em 2015, eles tiveram verba para pôr suas ideias em prática, e, com ajuda de colaboradores, começaram as primeiras criações de módulos e a primeira exposição que aconteceu no Centro de Artes e Letras (CAL). Mais tarde, durante a Semana do Cérebro, chegou ao Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE)  e, por fim, ao CEFD. “No ano seguinte, nós planejamos fazer a itineração desse museu e aí ficamos vários meses trabalhando nos módulos que nós achávamos que estavam faltando e que poderiam estar segregados daquela nossa ideia inicial”, conta a coordenadora Maria Rosa.   As exposições são feitas por módulos que contam com jogos, como mover uma bolinha através das ondas cerebrais, ou ainda um vídeo em 3D feito em realidade virtual. Para interagir com as crianças e elas entenderem como funcionam as conduções nervosas, foi feito um tapete com um cérebro gigante, tudo voltado para o conhecimento básico sobre o cérebro. O Cérebro de Thauan também faz parte da exposição, e Jessié pretende explorar em novos vídeos como o cérebro no seu desenvolvimento evolutivo foi capaz de complexificar a linguagem humana. “Chegamos a fazer algumas filmagens com alunos estrangeiros da Espanha, França e Nigéria que estão na pós-graduação e residindo na cidade, como também de alunos de diferentes etnias indígenas para explorar os diferentes idiomas”, comenta ele.   Você pode conferir as ações do projeto NeuroArTE em sua página no Facebook   Repórter: Júlia Goulart Foto: Divulgação]]>