UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com Universidade Federal de Santa Maria Mon, 16 Mar 2026 12:48:33 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com 32 32 UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/10/03/pioneira-no-pais-ufsm-tem-disciplina-voltada-ao-esporte-orientacao Fri, 03 Oct 2025 11:57:20 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=70720

Infográfico ilustrado e colorido que explica, de maneira simples, como funciona o esporte orientação. Com fundo azul, mostra um percurso sinuoso em meio à natureza. Três pessoas sobre o percurso  representam os atletas em diferentes pontos desse percurso. Na parte superior um menino segura um mapa, ao lado dele há o texto “Para a prática é necessário utilizar um mapa ou bússola para sua realização. Os atletas saem juntos do mesmo ponto de partida”. No meio da imagem uma menina segura uma bússola, próximo a ela há um símbolo redondo com a palavra “controle” e ao lado dela o texto “passam por pontos de controle, marcados no terreno e que exigem comprovação que o atleta passou por aquele determinado local, em algumas situações esse ponto de controle é eletrônico”. Na parte inferior da imagem uma menina corre em direção a uma faixa amarela onde está escrito “chegada”, próximo a ela o texto “após a passagem pelos pontos de controle, no menor tempo possível, o praticante se encaminha para a chegada do percurso e se consagra vencedor quem chegar primeiro”. 
O curso superior de Tecnologia em Geoprocessamento, do Colégio Politécnico da UFSM, tem nova disciplina voltada para a extensão. Implementada neste segundo semestre de 2025, a disciplina de "Cartografia temática para atividades esportivas e de lazer na natureza" é pioneira não só na Universidade, como também no Brasil.

O professor voluntário do curso José Nilton Silva Vargas, responsável pelas aulas, destaca que o objetivo da disciplina é “qualificar os nossos futuros profissionais, geógrafos ou tecnólogos em geoprocessamento para que trabalhem com uma cartografia temática ligada à atividade esportiva que acontece na natureza”.

Parceria com escolas

A disciplina é organizada de maneira que contemple conhecimentos práticos e teóricos. Além da sala de aula, o conhecimento em relação à cartografia do esporte orientação será levado para as escolas municipais de Santa Maria, por meio de assessorias aos professores para que as atividades sejam praticadas nas escolas.

Essa parceria também está inserida no projeto Orienta55BET Pro, em que a disciplina é o suporte para apoiar as oficinas de capacitação de professores na elaboração de mapa pedagógico para a iniciação no esporte orientação. As oficinas têm o objetivo de ensinar como elaborar mapas pedagógicos para utilização em sala de aula, pensando na realidade dos espaços disponíveis para desenvolver o esporte orientação nas escolas municipais.

Para a finalização da disciplina de "Cartografia temática para atividades esportivas e de lazer na natureza", o professor explica o que será desejado: “um mapa para atividades, que chamamos de sprint, que são feitas em áreas urbanizadas, como em parques, em uma escala de 1 para 4.000. O sprint vai usar um conjunto de símbolos temáticos que são balizados pela Federação Internacional em um documento chamado Espron, que são as especificações internacionais para mapas”.

O esporte orientação

Essa atividade, esportiva ou de lazer, acontece na natureza, que é o campo do jogo. Para a prática, é necessário utilizar um mapa ou bússola. Os atletas saem juntos do mesmo ponto de partida, passam por pontos de controles, marcados no  terreno, que exigem comprovação que o atleta passou por aquele determinado local - em algumas situações esse ponto de controle é eletrônico. Após a passagem pelos pontos de controle, no menor tempo possível, o praticante se encaminha para a chegada do percurso. Consagra-se vencedor quem chegar primeiro.

O esporte possui as modalidades pedestre, precisão, em bicicleta e em esqui. A modalidade pedestre é disputada pelo competidor a pé nas distâncias sprint, média, longa e maratona. A modalidade de precisão é disputada por atletas com deficiência, enquadrados nas regras do Comitê Paralímpico. Na modalidade com o uso da bicicleta, o atleta tem que chegar nos controles com a bicicleta, pode cortar caminho, mas não pode sair fora da trilha. E na modalidade esqui, o atleta realiza o percurso na neve. 

Equipe de orientação da UFSM 

A Universidade conta com uma equipe da modalidade desde 2019, que surgiu para disputar uma competição universitária. Atualmente, a equipe é composta por seis atletas, sendo três mulheres e três homens. Em agosto, a equipe disputou o Campeonato Gaúcho e conquistou medalhas de campeão e vice-campeão. Um dos vencedores foi o professor José Nilton, que treina a equipe. 

Para participar da equipe de orientação da Universidade, basta demonstrar interesse por meio do Núcleo de Implementação da Excelência Esportiva e Manutenção da Saúde (NIEEMS), do Centro de Educação Física e Desporto (CEFD). Nos próximos semestres, o objetivo ofertar a modalidade no Esporte Universitário.

Texto: Milena Gubiani, estudante de Jornalismo e voluntária da Agência de Notícias
Design gráfico: Lisa de Mello, estudante de Desenho Industrial e estagiária na Agência de Notícias
Edição: Ricardo Bonfanti

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/projetos/institucional/observatorio-crise/2024/07/18/eventos-climaticos-extremos-atualizacao Thu, 18 Jul 2024 13:04:48 +0000 http://www.55bet-pro.com/projetos/institucional/observatorio-crise/?p=354

O maior desastre climático no Estado do RS, ocorrido em 2024, atingiu mais de 2,4 milhões de pessoas, em 93% dos municípios gaúchos, resultando em 182 pessoas mortas em função das inundações, enchentes e deslizamentos de terra ocasionados pela chuva em excesso decorrente das mudanças climáticas. Dois meses depois, 31 pessoas seguem desaparecidas e centenas ainda estão em abrigos provisórios.*

 

De 2011 para cá, foram quase vinte tragédias climáticas no Brasil, resultando em 1.800 mortes. Não é novidade que eventos extremos serão cada vez mais frequentes daqui para frente e, por isso, é preciso que as organizações e o poder público estejam preparados para agir imediata e assertivamente.  No contexto do RS, pôde ser observado atraso na emissão de alertas oficiais, falta de objetividade e clareza das advertências, emissão de informações desencontradas, além da disseminação de desinformação e falta de coordenação dos processos de gestão e da comunicação de risco e de crise.

 

Nessa direção, a fim de contribuir para a superação deste cenário, além de pensar em formas de, daqui para frente, aperfeiçoarmos a comunicação em contextos extremos, elencamos algumas orientações básicas para prevenção, mitigação, preparação, resposta, restabelecimento e recuperação em situações críticas e de desastres. A partir das sugestões abaixo, da experiência e de pesquisas científicas, é possível perceber que o momento em que é mais demandado esforço e energia é na fase da prevenção, mitigação e preparação, momento que histórica e sistematicamente são negligenciados no Brasil.

 

As orientações a seguir partem de uma perspectiva comunicacional e leva em conta uma visão interdisciplinar visto que a gestão de riscos e de crises é um processo complexo que necessita da atuação conjunta de diversas áreas especializadas. Tais sugestões são voltadas à população, às organizações públicas e privadas, governos e aos veículos de comunicação para ação em casos de tempestades, incêndios florestais, deslizamentos de encostas, tornados, ciclones, inundações e enchentes.

 

ORIENTAÇÕES:

 

PREVENÇÃO, MITIGAÇÃO E PREPARAÇÃO

– Monitoramento contínuo de situações de risco para identificação, mapeamento e acompanhamento em tempo real;

– Emissão de alertas em tempo hábil para que a população possa agir;

– Alertas precisam informar o que a população deve fazer (para onde ir e o que levar, por exemplo);

– Programas de educação nas escolas a fim de contribuir para a percepção de risco pelos estudantes, para a prevenção e o que fazer em cada potencial evento crítico;

– Projetos de educomunicação nas escolas visando à alfabetização midiática e informacional;

– Dispositivo público de referência que centralize informações e alertas (relativos ao clima e a outras áreas como saúde ou segurança pública);

– Profissionalização da área de gestão de risco e crise, com profissionais de carreira, de perfil técnico, competentes para atuar em contextos de risco e crise;

– Treinamento e capacitação (oficinas e cursos de formação) para diversos setores da sociedade visando ao desenvolvimento de habilidades e competências para lidar com situações de risco e de crise;

– Cooperação entre órgãos de Proteção e Defesa Civil nacionais, estaduais e municipais junto aos governos com Universidades e Institutos de Pesquisa;

– Órgão que centralize e coordene a integração dos esforços de diferentes frentes de atuação (a exemplo da FEMA nos EUA);

– Plano de contingência que considere diferentes cenários e delineie as ações de resposta em caso de emergência;

– Porta-vozes treinados para situações de crise, sejam eles prefeitos, secretários, assessores, governadores, Presidente da República, Ministros de Estado;

– Realização de simulados envolvendo a população ou grupos da comunidade que possam auxiliar em momentos-chave, e não apenas militares e outros servidores dos governos;

– Realização de campanhas informacionais permanentes sobre áreas de risco, mudanças climáticas, percepção de risco, alertas, segurança, etc.;

– Conselhos Municipais que realizem encontros periódicos com a participação da comunidade;

– Formação para jornalistas e inclusão das mudanças climáticas como pauta permanente e crítica na imprensa;

– Gabinete de Crise/Sala de Crise com atuação permanente e não apenas durante o evento extremo;

– Investimento financeiro, material e em pessoal para atuar exclusivamente em prevenção, mitigação e preparação;

– Moradores de cada região devem se cadastrar nos sistemas de alerta da Defesa Civil (SMS: enviar o CEP da localidade para 40199 por SMS, Telegram: pesquisar o contato Defesa Civil Alertas, Whatsapp: cadastrar o nº 6120344611 e interagir com o robô informando CEP);

– Além da emissão de alertas via dispositivos eletrônicos e/ou digitais, a comunicação precisa ser feita de forma offline também, através de líderes comunitários, sistemas de alto-falantes, sirenes, carros de som e rádio;

– Ao primeiro sinal de alerta, a população precisa ter em mãos um kit de emergência com itens de primeira necessidade, sobrevivência ou de importância para identificação.

 

RESPOSTA

– A população deve informar-se pelos canais de comunicação oficiais dos governos e de outros órgãos oficiais envolvidos (Defesa Civil, Bombeiros, INMET, Cemaden, empresas de distribuição de energia elétrica e água);

– Estar atento às notas e aos comunicados emitidos pela Sala de Situação e/ou Gabinete de Crise dos governos;

– Empresas devem adiar campanhas de comunicação de caráter mercadológico, pois nada é mais importante do que salvar vidas;

– Compartilhar alertas oficiais para que as pessoas saiam das áreas de risco a fim de diminuir o número de resgates e concentrar os esforços das equipes;

– A população deve evitar registrar e postar imagens em redes sociais digitais apenas por entretenimento ou em busca de seguidores e curtidas, principalmente se houver crianças e idosos nas fotografias e vídeos;

– Não compartilhar informações inverídicas, sem checagem e sem apuração;

– Disponibilização rápida de abrigos temporários e provisórios em local seguro e acessível para a população afetada;

– Garantia de dignidade para as pessoas atingidas (segurança, água potável, alimentação, banheiro, coberta), principalmente para crianças, mulheres, pessoas com deficiência e idosos;

– Não compartilhar informações que não contribuam para ajudar as vítimas e as equipes de resgate e assistência;

– Alertas de emergência devem ser veiculados imediatamente através de plantão de notícias televisivo em redes de TV aberta local e regional;

– Empresas devem usar seus perfis nas redes sociais digitais e seus contatos para amplificar o auxílio às vítimas;

– Veículos de comunicação devem, além da cobertura das consequências do ocorrido, relacionar com as mudanças climáticas e suas causas;

– A abordagem da mídia sobre o desastre deve ocorrer de forma responsável, evitando sensacionalismo, relativização ou espetacularização;

– Gestores de empresas, parlamentares e governantes precisam se posicionar publicamente diante do evento, tendo em vista a responsabilidade e o capital social inerentes aos cargos que ocupam;

– Influenciadores digitais e personalidades artísticas e esportivas podem contribuir para a disseminação responsável de informações relevantes tendo em vista a grande base de seguidores na ambiência da internet;

– Empresas devem realizar campanhas que tenham a finalidade de ajudar na situação crítica, dando visibilidade para a causa e não para marca/personalidade/instituição/ empresa/produto/serviço;

– A população deve buscar informar-se a partir de publicações de veículos de comunicação reconhecidos pela prática do Jornalismo (impresso, digital, radiofônico, televisivo);

– Os governos podem potencializar o uso de emissoras de Rádio, sistema de alto-falantes e carros de som nas ruas, se possível, como alternativa à internet e outros meios que necessitam de energia elétrica, a fim de realizar alertas e informes sobre a situação;

 

RESTABELECIMENTO e RECUPERAÇÃO

– Atuação conjunta de governos, órgãos governamentais, institutos de pesquisa, Universidades, empresas e ONGS;

– Fortalecimento da resiliência das cidades e da população por meio da avaliação do acontecimento, listagem de aprendizados e de medidas a serem tomadas com vistas à prevenção, mitigação, preparação e resposta para possíveis eventos climáticos extremos;

– População deve informar-se pelos canais oficiais de comunicação dos governos a fim de evitar cair em golpes de criminosos (informação de dados pessoais, depósitos em contas bancárias, entre outros);

– Parcerias público-privadas que auxiliem na reconstrução das cidades;

– Investimento público imediato em infraestrutura e reconstrução de curto, médio e longo prazos;

– Fortalecimento das instituições de resposta a desastres, a exemplo da Defesa Civil e dos Bombeiros;

– A partir dos acontecimentos e após o restabelecimento, verificar falhas a serem corrigidas e evitadas em eventos climáticos extremos futuros;

– Fiscalização do uso de recursos públicos, do trabalho de voluntários, da estrutura de abrigos e da atuação de agentes públicos neste momento;

– A mídia tem papel preponderante em potencializar e fortalecer a discussão sobre as mudanças climáticas (relacionando de forma complexa e crítica com as práticas de gestão pública, políticas públicas existentes ou não, cultura da prevenção), evitando relativização e esquecimento. Esta pauta é urgente e deve permear o debate de diversos assuntos, a exemplo de política, responsabilidade social e eleições;

– Assistência psicológica de curto a longo prazos para a população afetada pelo evento extremo;

– A comunicação institucional dos governos e órgãos competentes da área em questão devem realizar um processo de fortalecimento da área a fim de gerar confiança da população e ser/tornar-se canal de referência para informações de utilidade pública.

__________________

*Fonte: Defesa Civil – números do último balanço das enchentes (08/07/2024). Disponível em: http://www.defesacivil.rs.gov.br/defesa-civil-atualiza-balanco-das-enchentes-no-rs-08-7

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2024/07/03/aluno-da-ufsm-e-convocado-para-defender-o-brasil-no-mundial-universitario-de-orientacao Wed, 03 Jul 2024 10:44:34 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=66184 [caption id="attachment_66185" align="alignright" width="533"]foto quadrada colorida de um homem correndo, usando camiseta verde, calção preto, boné azul, justamente no momento em que passa em frente a porta aberta de uma igreja Junior Lizzi disputando o Campeonato Brasileiro 2023[/caption]

A convocação do aluno da UFSM Junior Lizzi para o FISU World University Championship Orienteering 2024 foi divulgada na última semana. O atleta é o único do Sul a representar a Confederação Brasileira do Desporto Universitário (CBDU). O mundial, realizado pela Federação Internacional do Desporto Universitário (FISU), ocorrerá na cidade de Bansko, na Bulgária, de 1º a 5 de agosto. 

Junior Lizzi cursa Geoprocessamento pelo Colégio Politécnico e é membro do Núcleo de Implementação da Excelência Esportiva e Manutenção da Saúde (NIEEMS), do Centro de Educação Física e Desporto (CEFD). Esta será a segunda competição do atleta no ano. Em março, competiu na Copa Sul, alcançando o 2° lugar na categoria Sprint e o 3° lugar na categoria Floresta.

Lizzi comenta que a convocação é uma oportunidade para divulgar o esporte, que não é muito conhecido, na região, e que a realização deste sonho envolve muito esforço e dedicação. “Essa convocação significa muito pra mim, pois a partir dela eu vou conseguir impulsionar novos atletas a alcançarem seus objetivos dentro do esporte”, destaca. 

Para o mundial, Junior Lizzi conta com o apoio financeiro da Universidade, que irá arcar com o valor das passagens do atleta. Além disso, espaços como a pista de atletismo também estão disponíveis para seu treinamento. Lizzi precisará arcar apenas com os gastos em hospedagens.

Ao longo da carreira, Lizzi acumula títulos nacionais e internacionais. Atualmente, ocupa o 1° lugar no ranking regional e o 2° lugar no nacional. Confira abaixo algumas das conquistas do atleta ao longo da carreira:

2022

1° lugar - Revezamento (Campeonato Sul-Americano)

1° lugar - Revezamento (Brasileiro Estudantil e Universitário)

2° lugar - Geral (Campeonato Sul-Americano)

5° lugar - Geral (Brasileiro Estudantil e Universitário)

2023

1° lugar - Geral (Campeonato Gaúcho Sprint)

1° lugar - Percurso Floresta (Copa Sul de Orientação)

2° lugar - Sprint (Copa Sul de Orientação)

3° lugar - Geral (Campeonato Municipal de Santa Maria)

3° lugar - Geral (Campeonato Gaúcho)

3° lugar - Sprint (Troféu Sudeste de Orientação)

6° lugar - Geral (Campeonato Brasileiro)

6° lugar - Geral (Campeonato Brasileiro Sprint)

7° lugar - Percurso Floresta (Troféu Sudeste de Orientação)

2024

2° lugar - Sprint (Copa Sul de Orientação)

3° lugar - Floresta (Copa Sul de Orientação)

Esporte Orientação

O Esporte Orientação é bastante difundido no ramo militar, incluído em 1974 como uma disciplina obrigatória no currículo da Escola de Educação Física do Exército (EsEFEx), e consiste na junção de corrida e localização. Para sua realização, o atleta utiliza apenas um mapa e uma bússola, e deve encontrar todos os pontos de controle dispostos no mapa no menor tempo possível. Vence a corrida quem atravessar a linha de chegada primeiro. Além disso, a Corrida de Orientação pode ser realizada em áreas urbanas (categoria Sprint) ou na floresta.

Texto: Andreina Possan, acadêmica de Jornalismo e estagiária da Agência de Notícias
Foto: Arquivo Pessoal
Edição: Lucas Casali e Ricardo Bonfanti, jornalistas

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/projetos/institucional/observatorio-crise/2024/05/09/desastres-climaticos Thu, 09 May 2024 18:38:43 +0000 http://www.55bet-pro.com/projetos/institucional/observatorio-crise/?p=316

O Estado do RS convive com chuvas e consequentes inundações e enchentes em muitas cidades, incluindo a capital Porto Alegre. Já foram registradas mais de 100 mortes e 200 feridos, centenas de pessoas ainda esperam por resgate nos telhados de casas ou estão em abrigos provisórios aguardando a água dos rios recuar para reiniciarem suas vidas. Outra parcela da população convive com a tristeza e a angústia causada pelas imagens que chegam, ou então com o medo da expansão do perímetro de inundação, inclusive chegando a outros municípios.

Em face desse cenário, o momento é de ajudar de todas as formas possíveis, com doações de toda ordem (água potável, medicamentos, dinheiro, alimentos, roupas, produtos de higiene, colchões), trabalho voluntário nos abrigos e também na divulgação de informações que auxiliem a mitigar os efeitos dos acontecimentos.

Nessa direção, a fim de auxiliar na assistência e no restabelecimento, além de pensar em formas de – daqui para frente – aperfeiçoarmos a comunicação em contextos extremos, elencamos algumas orientações básicas para resposta e contribuição em situações críticas e de desastres.

Tais orientações para resposta em situações de desastres ligados à crise climática foram formuladas sob a perspectiva comunicacional e são voltadas à população, às organizações públicas e privadas, governos e aos veículos de comunicação para ação em casos de tempestades, incêndios florestais, deslizamentos de encostas, tornados, ciclones, inundações e enchentes.

ORIENTAÇÕES:

– A população deve priorizar informar-se pelos canais de comunicação oficiais dos governos e de outros órgãos oficiais envolvidos (Defesa Civil, Bombeiros, INMET, Cemaden, empresas de distribuição de energia elétrica e água);

– Estar atento às notas e aos comunicados emitidos pela Sala de Situação e/ou Gabinete de Crise dos governos;

– Moradores de cada região devem se cadastrar no sistema de alerta SMS da Defesa Civil (basta enviar o CEP da localidade para 40199 por SMS);

– A população deve buscar informar-se a partir de publicações de veículos de comunicação reconhecidos pela prática do Jornalismo (impresso, digital, radiofônico, televisivo);

– Os governos podem potencializar o uso de emissoras de Rádio, sistema de alto-falantes e carros de som nas ruas, se possível, como alternativa à internet e outros meios que necessitam de energia elétrica, a fim de realizar alertas e informes sobre a situação;

- Alertas de emergência devem ser veiculados imediatamente através de plantão de notícias televisivo em redes de TV local e regional;

– Empresas devem usar seus perfis nas redes sociais digitais e seus contatos para amplificar o auxílio às vítimas;

– Veículos de comunicação devem, além da cobertura das consequências do ocorrido, relacionar com as mudanças climáticas e suas causas;

– A abordagem da mídia sobre a pauta da crise climática deve ocorrer continuamente e de forma responsável, evitando sensacionalismo, relativização, espetacularização ou esquecimento;

– Gestores de empresas, parlamentares e governantes precisam se posicionar publicamente diante do desastre, tendo em vista a responsabilidade e o capital social inerentes aos cargos que ocupam;

– Influenciadores digitais e personalidades artísticas e esportivas podem contribuir para a disseminação responsável de informações relevantes tendo em vista a grande base de seguidores na ambiência da internet;

– Empresas podem realizar campanhas que tenham a finalidade de ajudar na situação crítica, dando visibilidade para a causa e não para marca/personalidade/instituição/ empresa/produto/serviço;

– Empresas devem adiar campanhas de comunicação de caráter mercadológico, pois nada é mais importante do que salvar vidas;

– Compartilhar alertas oficiais para que as pessoas saiam das áreas de risco a fim de diminuir o número de resgates e concentrar os esforços das equipes;

– A população deve evitar registrar e postar imagens em redes sociais digitais apenas por entretenimento ou em busca de seguidores e curtidas, principalmente se houver crianças e idosos nas fotografias e vídeos;

– Não compartilhar informações inverídicas, sem checagem e sem apuração;

– Não compartilhar informações que não contribuam para ajudar as vítimas e as equipes de resgate e assistência.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/projetos/institucional/observatorio-crise/2024/02/26/teste Mon, 26 Feb 2024 12:11:51 +0000 http://www.55bet-pro.com/projetos/institucional/observatorio-crise/?p=305

A gestão de uma crise começa bem antes de um evento crítico se instaurar. Não basta tratar o problema já em andamento. É preciso agir antes. Por isso, impõe-se a gestão de riscos, ainda pouco implementada no Brasil. É a partir dela que se dá o mapeamento de sinais que o entorno emite e que podem indicar riscos, culminando em crises como os ataques a escolas. É através dela que cenários são antecipados no intuito de se chegar a melhores respostas de ação. Nessa direção, a contenção dos ataques a escolas passa pela gestão de riscos com vistas à prevenção e não apenas ao gerenciamento do fato já consumado.

 

Forni (2023) alerta que “Esse tema das escolas não comporta espasmos que acontecem quando barragens se rompem, edifícios, boates, museus incendeiam e se anunciam ‘medidas rigorosas’ que não se efetivam”. Sendo assim, policiais armados, botões anti-pânico, portas com detector de metais e muros altos não irão resolver a problemática. A triste experiência norte-americana nos mostra isso. É muito mais complexo, profundo e delicado. Por isso, precisam ser levados em conta os riscos detectados, as causas dos acontecimentos e os sinais que estudantes, pais e professores dão para as autoridades e especialistas, a saber, conflitos e bullying no ambiente escolar e disseminação e consumo de discursos de ódio na ambiência da internet. Além disso, há de se levar em conta os efeitos psicológicos da pandemia, a política armamentista em curso até pouco tempo e a cultura de violência propagada em redes sociais digitais sem regulação.

 

A gestão de riscos começa em casa, com a atuação de pais, tutores e responsáveis no acompanhamento das atividades dos filhos na internet e na escola. Continua com a escola cumprindo seu papel através da educação formal e do exercício da convivência coletiva. Passa pela mídia, que atravessa todas as esferas da sociedade ao pautar a opinião pública. Ainda depende da atuação governamental e do Poder Público os quais devem garantir segurança. Em suma, a atuação para prevenir eventos críticos como os ocorridos no Brasil neste início de 2023 requer ação conjunta, integrada, multidisciplinar e multissetorial. Envolve pais, responsáveis, escolas, creches, Secretarias de Educação, Polícias, Imprensa, influenciadores digitais, Governos, Poderes da República e Sociedade.

 

Diante desse contexto, somamo-nos a esta “força-tarefa” que busca evitar novos ataques ou, ao menos, diminuir seus impactos, especialmente no que se refere à preservação de vidas. A comunicação é apenas um dos componentes envolvidos e imprescindíveis à gestão e ao gerenciamento de crises. No entanto, em face deste cenário desafiador para todos os setores e governos, para várias áreas e para a sociedade, propomos orientações no sentido de fornecer subsídios para a elaboração de protocolos de prevenção e de ação. Tais norteadores foram organizados com base em notas técnicas, pesquisas, guias e manuais compilados e referenciados ao final deste texto e que contribuem para o esforço conjunto da gestão de riscos e de crises na área da Educação.

 

Orientações sugeridas:

 

Pais e/ou responsáveis:

– Observar comportamento de isolamento e/ou de agressividade;

– Monitorar sites, redes sociais, aplicativos e jogos online que os filhos acessam;

– Não compartilhar boatos sobre possíveis ataques;

– Revisar materiais escolares dos filhos diariamente;

– Conversar com os filhos sobre temas (religião, raça, gênero, sexualidade, etc.) comumente presentes em práticas de discriminação, intolerância e bullying (homofobia, misoginia, xenofobia, racismo, transfobia, machismo, gordofobia, etc.);

– Observar o interesse por armas e explosivos, casos de massacres e/ou idolatria a figuras violentas;

– Monitorar a qualidade da saúde mental dos filhos e, se necessário, buscar ajuda especializada;

– Em caso de conhecimento de suspeitas de ataque, contatar a Escola, a Polícia ou denunciar em canais oficiais.

 

Escolas, creches e secretarias de Educação:

– Identificar e tomar medidas em casos de bullying;

– Identificar e tomar medidas em conflitos entre estudantes ou entre estudantes e professores;

– Não compartilhar boatos sobre possíveis ataques;

– Desenvolver atividades para a educação midiática e “alfabetização digital”;

– Manter equipe multidisciplinar para monitorar e auxiliar na saúde mental dos estudantes;

– Ter ações de acolhimento e escuta ativa;

– Identificar estudantes com comportamento violento e monitorar;

– Prevenir a violência por meio de atividades educativas;

– Realizar treinamento e capacitações para situações de emergência e de primeiros socorros para estudantes e professores;

– Desenvolver e divulgar para a equipe da escola/creche um plano de emergência contendo mapa de riscos, protocolos de ação, sistemas de alerta e de resposta;

– Ter porta-voz preparado para a comunicação com pais e imprensa;

– Em caso de suspeita/ameaça de ataque, contatar a Polícia.

 

Imprensa e influenciadores digitais:

– Evitar compartilhar boatos ou tentativas de ataques a fim de não promover medo e pânico;

– Evitar divulgar nome e foto dos envolvidos em ataques para não contribuir com o “efeito-contágio”;

– Evitar divulgar nome e foto de vítimas, principalmente se forem crianças;

– Evitar divulgar os casos de ataques de forma sensacionalista ou espetaculosa;

– Evitar descrever as táticas e estratégias das forças de segurança;

– Levar em conta o impacto das informações sobre a dignidade e a segurança das pessoas;

– Buscar desconstruir rumores, discursos de ódio e teorias conspiratórias;

– Divulgar informações de utilidade pública e didáticas, no sentido de auxiliar na prevenção, na mitigação de danos e da perda de vidas.

 

Executivo, Legislativo e Judiciário:

– Manter canal de denúncias específico permanentemente aberto, a exemplo do recém-criado Escola Segura;

– Propor políticas públicas voltadas ao desarmamento;

– Empreender a regulação de aplicativos de mensagens, mídias sociais digitais e sites de redes sociais digitais;

– Propor políticas públicas relativas à cultura de paz e contra o discurso de ódio;

– Exigir das Big Techs (Twitter, TikTok, Whatsapp, Facebook, Discord, Telegram, etc.) a remoção de conteúdo que faça menção à violência contra escolas, estudantes e professores e/ou incentive ataques;

– Identificar e responsabilizar pessoas que postam mensagens e imagens de ameaças a escolas ou de incentivo a ataques;

– Exigir das Big Techs a reprovação de conteúdos nazistas, fascistas, homofóbicos, transfóbicos e racistas, proibindo sua publicação e impulsionamento pago;

– Aplicar as leis existentes e propor novas leis que deem conta da complexidade do tema.

 

Sociedade em geral:

– Não espalhar boatos sobre ataques a fim de evitar medo e pânico;

– Denunciar suspeitas em canais oficiais dos governos e para a Polícia;

– Denunciar o compartilhamento de fake news às plataformas em que foram publicadas;

– Não compartilhar imagens e nomes de quem comete massacres;

– Não clicar ou compartilhar links contendo imagens de algum ataque.

 

Ressalte-se que tais sugestões de medidas não encerram em si as possibilidades e estratégias de gestão desta questão especialmente complexa e delicada, até porque o assunto exige medidas de diversas áreas de forma integrada. No entanto, diante do contexto de incertezas, medo e pânico buscamos – através do compartilhamento de informações e de conhecimentos produzidos na área da Comunicação Organizacional e da Gestão de Riscos e de Crises – contribuir para a discussão e o amadurecimento do tema que ainda é bastante incipiente no Brasil.

 

Referências e fontes:

Canal de Denúncias Escola Segura. Ministério da Justiça e Segurança Pública. Disponível em: http://www.gov.br/mj/pt-br/escolasegura

 Comunidade escolar na prevenção e resposta às violências contra crianças e adolescentes. Unicef. 2022. Disponível em: http://www.unicef.org/brazil/relatorios/comunidade-escolar-na-prevencao-e-resposta-as-violencias

Escolas à beira de um ataque de nervos. Observatório da Comunicação de Crise. Disponível em: http://55bet-pro.com/r-880-218

 Grupo Globo muda política sobre coberturas de massacres. Disponível em: http://g1.globo.com/economia/midia-e-marketing/noticia/2023/04/05/grupo-globo-muda-politica-sobre-cobertura-de-massacres.ghtml

Guia de resposta a emergência em escolas: foco em situações de ameaça à integridade física, saúde e segurança. Cosafe Latam. Disponível em: http://cosafe.com.br/guia-de-resposta-a-emergencia-em-escolas/

 Guide for Developing High-Quality School Emergency Operations PlainFema (Federal Emergency Management Agency). Disponível em: http://www.fema.gov/sites/default/files/2020-07/guide-developing-school-emergency-operations-plans.pdf

How To Stop Shootings and Gun Violence in Schools. Everytown for Gun Safety Support Fund. Disponível em: http://everytownresearch.org/report/how-to-stop-shootings-and-gun-violence-in-schools/

Nota técnica #15 – Extremismo violento em ambiente escolar. Monitor do Debate Político no Meio Digital. Disponível em: http://www.monitordigital.org/2023/03/29/nota-tecnica-15-extremismo-violento-em-ambiente-escolar/

Terrorismo e a mídia: um manual para jornalistas. Unesco. 2018. Disponível em: http://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000265479

Veículos de imprensa mudam política de cobertura de ataques a escolas. Disponível em: http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-04/veiculos-de-imprensa-mudam-politica-de-cobertura-de-ataques-escolas

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/cursos/graduacao/santa-maria/agronomia/2022/12/14/envio-de-declaracoes-de-orientacao-de-estagio-e-tcc-2023-1 Wed, 14 Dec 2022 17:35:15 +0000 http://www.55bet-pro.com/cursos/graduacao/santa-maria/agronomia/?p=760

Prezados alunos,

Solicitamos para quem irá realizar o Estágio e/ou TCC no próximo semestre (2023/1) que nos encaminhe por e-mail (sigccr.afa@55bet-pro.com), cópia digitalizada da Declaração de Orientação de TCC (modelo está disponível em http://www.55bet-pro.com/cursos/graduacao/santa-maria/agronomia/trabalho-de-conclusao-de-curso-tcc/) e/ou a cópia digitalizada da Declaração de Orientação de Estágio (disponível em http://www.55bet-pro.com/cursos/graduacao/santa-maria/agronomia/estagio-curricular/) assinada(s) pelo orientador, até o dia 13 de janeiro de 2023.

Para que o aluno possa ser matriculado tanto no estágio quanto no TCC é necessário a integralização (aprovação) em todas as disciplinas obrigatórias. 

Antes de iniciar as atividades de estágio na empresa o aluno deve providenciar toda a documentação necessária (termo de compromisso e convênio) conforme instruções da página do curso.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2022/07/11/equipe-da-ufsm-conquista-titulos-em-campeonato-brasileiro-universitario-de-orientacao Mon, 11 Jul 2022 13:20:30 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=59087
[caption id="attachment_59088" align="alignright" width="467"]foto colorida vertical mostra em primeiro plano os 3 acadêmicos da UFSM premiados, a partir da esquerda Luciano, Ana Paula e Júnior. Eles seguram as medalhas penduradas no pescoço e um banner do grupo de orientação. Atrás há árvores e um outdoor do evento em um dia de sol Luciano, Ana Paula e Júnior participaram da disputa no interior de São Paulo[/caption] A equipe de orientação da UFSM conquistou o primeiro lugar na categoria revezamento por equipes durante o 18º Campeonato Brasileiro Estudantil e Universitário de Orientação, que ocorreu de sexta-feira (8) a domingo (10) na cidade de Olímpia (SP).
 
Nas disputas individuais, o acadêmico de Engenharia Mecânica Luciano de Souza Oliveira venceu na categoria H21U. Na mesma categoria, o acadêmico de Engenharia Mecânica Irineu Junior Lizi Bicudo ficou em oitavo. No feminino, a acadêmica de Educação Física Ana Paula Koeche ficou em segundo lugar na categoria D21AU.
 
A equipe, que foi selecionada e convocada pelo Núcleo de Implementação da Excelência Esportiva e Manutenção da Saúde (NIEEMS) do Centro de Educação Física e Desporto (CEFD), tem como instrutor o acadêmico José Nilton Silva Vargas, do Curso Superior em Tecnologia em Geoprocessamento da UFSM. 
 
O evento contou com a participação de representantes de cerca de 15 instituições de ensino superior.
 
Colaboração: Anderson Carpes/Núcleo de Rádios da UFSM
Foto: Divulgação
 
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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/cefd/2022/07/08/equipe-da-ufsm-participara-do-campeonato-brasileiro-estudantil-e-universitario-de-orientacao Fri, 08 Jul 2022 20:06:22 +0000 http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/cefd/?p=2015

A equipe de Orientação da UFSM foi selecionada para participar do  XVIII Campeonato Brasileiro Estudantil e Universitário de Orientação (CBEUO 2022), na cidade de Olímpia, interior de São Paulo. A equipe foi selecionada e convocada pelo Núcleo de Implementação da Excelência Esportiva e Manutenção da Saúde (Nieems) da UFSM, coordenado pelo professor Luiz Fernando Cuozzo Lemos, tendo como seu instrutor José Nilton Silva Vargas, acadêmico Curso Superior em Tecnologia em Geoprocessamento da UFSM. Os alunos que representarão a UFSM na competição são: Ana Paula Koeche, acadêmica do curso de Educação Física - bacharelado, Luciano de Souza Oliveira, Acadêmico do Curso de Engenharia Mecânica e Irineu Junior Lizi Bicudo, Acadêmico do Curso de Engenharia Agrícola. 

Organizado pela Confederação Brasileira do Desporto Universitário (CBDU) e pela Confederação Brasileira do Desporto Escolar (CBDE), CBEUO 2022 terá a participação de quinze estabelecimentos de ensino superior.  

Além disso, para constituir uma seleção ou equipe representativa para competições internacionais, a Confederação Brasileira de Orientação (CBO) , a partir do CBEUO 2022, adotará medidas inovadoras como a criação dos Ranking Nacionais Universitários e Ranking Nacional Estudantil, a fim de  conseguir os fundos e validação da sua participação em eventos dessa magnitude, através da busca de parcerias junto às Confederações Brasileiras de Desportos Estudantil e Desporto Universitário (CBDE e CBDU). A pretensão é estar presente com equipes representativas nos eventos Gymnasiade, Mundial Escolar Sub-15, Mundial Universitário, Mundial Júnior e outros similares que venham a ser organizados no futuro pelos órgão desportivos internacionais. 

Confira a equipe de Orientação que representará a UFSM no CBEUO 2022 abaixo, da esquerda para a direita, os atletas são Irineu Junior Lizi Bicudo, Luciano de Souza Oliveira e Ana Paula Koeche.

 

 Mais informações do evento disponíveis nos sites da CBO e da FOSP - Federação de Orientação do Estado de São Paulo

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2022/07/04/academicos-representam-a-ufsm-em-campeonato-brasileiro-de-orientacao Mon, 04 Jul 2022 12:30:18 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=59042
A equipe de orientação da UFSM foi selecionada para participar do 18º Campeonato Brasileiro Estudantil e Universitário de Orientação a partir de sexta-feira (8) em Olímpia (SP). Selecionada e convocada pelo Núcleo de Implementação da Excelência Esportiva e Manutenção da Saúde (NIEEMS) do Centro de Educação Física e Desporto (CEFD), a equipe tem como instrutor o acadêmico José Nilton Silva Vargas, do Curso Superior em Tecnologia em Geoprocessamento da UFSM. Os integrantes são os acadêmicos Ana Paula Koeche, do curso de Educação Física Bacharelado; Luciano de Souza Oliveira, de Engenharia Mecânica; e Irineu Junior Lizi Bicudo, de Engenharia Agrícola. 
 
O evento já tem confirmada a participação de representantes de cerca de 15 instituições de ensino superior, e conta com a chancela das Confederações Brasileiras de Desporto Estudantil e Desporto Universitário (CBDE e CBDU).
 
Mais informações sobre o campeonato estão disponíveis no site da Federação de Orientação do Estado de São Paulo.
 
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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2018/10/23/oficina-de-orientacao-sera-realizada-na-tarde-de-quinta-feira-25 Tue, 23 Oct 2018 11:57:51 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=45224 A acadêmica de Educação Física - bacharelado Ana Paula Koeche promove uma oficina de Orientação na próxima quinta-feira (25), aberta a toda a comunidade universitária.

A oficina ocorrerá mesmo com chuva, tendo início a partir das 15h30, em frente ao Centro de Convenções, devendo encerrar-se por volta das 17h30.

Não é necessário fazer inscrição, basta chegar e participar.

É aconselhável que o participante vá com roupa apropriada para a prática de atividade física.

Texto: Núcleo de Divulgação Institucional do CEFD

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