UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com Universidade Federal de Santa Maria Mon, 23 Mar 2026 20:31:58 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com 32 32 UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2022/04/08/calourada-2022-medidas-contra-a-covid-19-sao-estabelecidas-para-garantir-um-retorno-presencial-seguro Fri, 08 Apr 2022 15:57:52 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=58173

Com o retorno presencial às atividades acadêmicas marcado para o dia 11 de abril de 2022, a Universidade Federal de Santa Maria busca medidas para garantir uma volta com responsabilidade e segurança para todos que frequentam o campus. 

Uso de máscaras

O Centro de Operações de Emergência em Saúde para Educação – COVID 19 – UFSM (COE-E UFSM) definiu, em reunião realizada nesta quinta-feira (7), pela desobrigatoriedade do o uso das máscaras nos ambientes abertos e pela recomendação do uso em ambientes fechados da Instituição. 

Essa decisão leva em conta o atual momento da pandemia e o fato de que grande parcela da comunidade acadêmica está vacinada. Ao mesmo tempo, a recomendação para o uso busca proteger os indivíduos em situação de maior vulnerabilidade, considerando que, com o retorno presencial das atividades na Instituição, haverá um aumento na circulação de pessoas no campus. 

A nota completa do COE-E pode ser encontrada aqui e é válida para todos os campi da UFSM. O Gabinete do reitor também se manifestou sobre o assunto.

Comprovante de vacinação

A UFSM também solicita aos estudantes o esquema vacinal completo contra a Covid-19. O prazo para o comprimento da Normativa N. 01/2022 se dá até o início das aulas de seus respectivos cursos. 

Segundo o documento, os estudantes deverão acessar o portal do aluno, responder ao questionário e anexar os comprovantes vacinais, dando preferência para o Certificado Nacional de Vacinação Covid-19, gerado em PDF e com código QR Code disponibilizado pelo aplicativo Conecte SUS. Em caso de contraindicação médica, o certificado de vacinação poderá ser substituído, por declaração da condição, assinada por médico responsável, devendo a declaração ser digitalizada (escaneada) e salva em PDF. 

Caso o estudante esteja com dificuldades para acessar o comprovante de vacinação no portal, basta seguir as dicas abaixo: 

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COMPROVANTE-DE-VACINAÇÃO_CARROSSEL_03

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Caso esteja encontrando dificuldades para anexar o arquivo no Portal, confira o passo a passo.  

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COMPROVANTE-DE-VACINAÇÃO_CARROSSEL_06

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Os estudantes que não anexarem o comprovante de vacinação ou tiverem os seus recursos indeferidos não terão acesso ao portal, o que gera dificuldade em acessar os serviços da Universidade e na realização da matrícula ao curso. 

Texto: Karla Giovana Essy, acadêmica de Jornalismo
Edição: Mariana Henriques, jornalista
Design Gráfico: Mariana Pickersgill, acadêmica de Publicidade e Propaganda

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2022/02/15/retorno-presencial-das-atividades-academicas-e-calendario-ufsm-2022-sao-aprovados-pelo-cepe Tue, 15 Feb 2022 21:53:20 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=57771

Imagem quadrada colorida de visa aérea do campus em segundo plano e de texto em primeiro plano sobre o retorno presencial das atividades acadêmicasEm reunião que ocorreu na manhã e no início da tarde desta terça, dia 15 de fevereiro, o Conselho Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE) aprovou o calendário UFSM 2022 e definiu o retorno às aulas presenciais para o dia 11 de abril. Para acesso e permanência da comunidade universitária às dependências da instituição, a UFSM exigirá a comprovação do esquema vacinal completo, mediante carteira de vacinação ou comprovante presente no aplicativo Conectesus.

Neste ano, as aulas do primeiro e do segundo semestre serão presenciais. Todavia, poderão ocorrer atividades à distância, desde que estas compreendam até 40% da carga horária total do curso, conforme previsto por lei, mediante processo simplificado e temporário que será regulado por instrução normativa da Pró-Reitoria de Graduação (PROGRAD), em consonância com a legislação nacional e as normativas da UFSM.

Sobre a aprovação, o reitor, professor Luciano Schuch, comentou: “Desde a suspensão das atividades presenciais, há dois anos, nós vínhamos discutindo o retorno presencial, porque essa é a essência da nossa instituição. Não somos uma universidade que trabalha de forma remota. Por mais que tenhamos um núcleo muito forte de ensino à distância, a UFSM é uma universidade presencial”.

Na realização das atividades internas, deverá ser respeitado o distanciamento de 1,5 metro. Além disso, os alunos deverão usar qualquer tipo de máscara dentro das dependências da instituição. Em situações excepcionais, essa distância poderá ser diminuída para 1 metro. Nesse caso, os alunos deverão usar máscaras do tipo  N95 ou PFF2. A UFSM fornecerá, em ambos os casos, as máscaras adequadas para todos os alunos com Benefício Socioeconômico(BSE).

 

CALENDÁRIO ACADÊMICO

O novo calendário acadêmico tem início no dia 11 de abril de 2022 e terminará no dia 4 de fevereiro de 2023. O intervalo entre os semestres será de 20 de agosto e 12 de setembro de 2022. A partir do início do primeiro semestre de 2022, o Regime de Exercícios Domiciliares (REDE) será revogado, bem como todas as suas disposições e aplicações, no intuito de possibilitar o retorno das atividades acadêmicas presenciais. 

Em virtude do período de transição e para fins de manutenção do BSE, permanecerão flexibilizadas apenas os prazos e números de trancamentos, as disposições referentes ao Plano de Acompanhamento Pedagógico (PAP) e a carga horária mínima para matrícula até o fim do primeiro semestre de 2022.

 

CALENDÁRIO SUPLEMENTAR

O calendário suplementar, que teve início em junho de 2021, vai durar até o final do segundo semestre de 2022. Assim, os cursos da UFSM, caso tenham plano de contingência de sua unidade aprovado, poderão propor, em consonância com os departamentos didáticos, a estratégia de recuperação das atividades práticas que não puderam ser realizadas por meio do REDE, de maneira condensada, modular, gradual e escalonada, de acordo com a realidade e necessidades particulares de cada curso. Essa decisão se estenderá aos cursos de pós-graduação da universidade.

O documento completo, com todas as informações, será divulgado pela UFSM nos próximos dias.

 

Texto: Luís Henrique Ramires, estagiário da Assessoria de Comunicação do Gabinete do Reitor

Edição: Mariana Henriques, Assessoria de Comunicação do Gabinete do Reitor

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/arco/me-vacinei-e-agora Wed, 27 Oct 2021 12:28:52 +0000 http://www.55bet-pro.com/midias/arco/?p=8726 Posicionado em quarto lugar no ranking entre países que mais aplicaram doses no mundo, o Brasil já conta com mais de 153 milhões de pessoas vacinadas pelo menos parcialmente contra Covid-19. Isso representa 71% da população brasileira, segundo dados desta terça-feira (26/10) do Mapa de Vacinação contra Covid-19 no Brasil, do G1 – o qual é baseado em informações do Consórcio de Veículos de Imprensa, com dados retirados de secretarias estaduais de saúde. Quando se trata de imunização completa, 52% da população já tomou as duas doses ou a dose única da vacina. Essas progressões colocam o Brasil em 62º lugar no ranking mundial referente à classificação proporcional, ou seja, considerando a quantidade de doses aplicadas em relação à população total de um país, segundo a Agência CNN.

Apesar dos avanços nas campanhas de vacinação e da consequente maior flexibilização das medidas de segurança em diversos estados brasileiros, muitas dúvidas permanecem sobre o contexto atual e o futuro da pandemia. Transmissão pós-vacina, passaporte vacinal, vacinação de crianças, dose de reforço, fim da pandemia: a Arco conversou com o professor do Departamento de Saúde Coletiva da UFSM, Marcos Antônio Lobato, para tirar essas dúvidas.

Transmissão pós-vacina

Após a vacinação, seguimos transmitindo? Segundo Lobato, a resposta é sim: “São poucas as vacinas que conseguem nos impedir de transmitir. Por exemplo, a vacina da gripe não nos impede totalmente de contrair ou transmitir a doença. Isso já conhecido na ciência: não é sim ou não, não é branco ou preto. O fato de não haver essa certeza acontece por um motivo semelhante ao de algumas pessoas conseguirem resistir ao vírus, ou transmitirem menos, ou mal adoecerem: porque depende da resposta imune de cada pessoa. Mas, quando temos uma exposição à vacina, isso gera uma resposta imune melhor. O que acontece é que pessoas vacinadas, quando contaminadas, pela memória imunológica recorrente da imunização, têm uma resposta mais rápida ao vírus. Mas existe a possibilidade de nunca deixarmos de transmitir. Na verdade, é essa a expectativa da maioria dos cientistas do mundo e da própria OMS [Organização Mundial de Saúde].”

Vacina x imunidade natural

A imunidade natural se refere à que é construída a partir de uma contaminação prévia. No caso do coronavírus, ela era usada como uma justificativa para negacionistas da vacina relativizarem as campanhas e promoverem que a “imunidade de rebanho” só seria atingida a partir de uma infecção em massa. Porém, segundo estudo norte-americano publicado no CDC (Center for Desease, Control and Prevention), a possibilidade de uma reinfecção do vírus em casos de não vacinados é duas vezes maior do que entre as pessoas totalmente imunizadas pela vacina. 

Lobato explica: “O vírus precisa entrar no nosso corpo para manter a sobrevivência da espécie dele, e nós precisamos evitar que ele nos cause mal. É uma briga. Quem tem as melhores estratégias sobrevive. Os vírus têm essas estratégias envolvidas em enganar o nosso sistema imunológico, mas as vacinas são desenvolvidas estrategicamente para evitar isso. Os desenvolvedores das vacinas procuram características que possam estimular a nossa imunidade de maneira melhor, para [caso haja uma contaminação] provocar mais resposta imune. Por isso, quem é vacinado tem menos chance de ter a doença e de ‘repetir’ a doença, em comparação a quem não é vacinado, e tem o que chamamos de “imunidade natural”, por já ter contraído a doença. E daí, de onde vem a imunidade rebanho? Não vem. A imunidade natural com esse vírus não funcionou, se não o grande experimento natural da história do Brasil, que foi Manaus, não teria acontecido.

Vamos imaginar que temos um sistema de vigilância para detectar [o vírus]. A ‘arma de defesa’ é a mesma, mas, com a vacina, colocamos mais um ‘sensor’ – e, assim, a resposta é mais rápida.”

Vacinação de crianças

No Brasil, a vacinação de crianças menores de 12 anos ainda não foi permitida – como em alguns países como China e Chile. Lobato comenta:  “A regra geral é que, primeiro, testamos as vacinas em adultos, depois em idosos e, depois disso tudo, aplicamos nas crianças. Mas temos que ponderar o risco-benefício: com a Covid-19, nós descobrimos que as crianças têm muito menos probabilidade de adoecer gravemente do que todos os outros grupos etários. Isso nos dá mais tempo, eticamente falando, de estudar mais os efeitos possíveis nas crianças antes de aplicar em massa. O que não era o caso dos idosos: nós tivemos que ofertar antes, porque eles eram o grupo mais frágil, então a chance de ter danos colaterais, o risco disso, era compensado pelo benefício potencial.

E tivemos êxito, porque mesmo tendo menos pesquisas do que seria o ideal, as respostas foram boas entre os idosos - isso levando em conta a experiência que já tínhamos com outras vacinas. Não somos novatos nesse aspecto.”

Passaporte Vacinal

A implementação da exigência do passaporte vacinal na entrada de algumas atividades de lazer e estabelecimentos no Rio Grande do Sul aconteceu no início de outubro. Mas será que essa medida, que já havia sido adotada em outros estados, como em São Paulo, tem eficácia assegurada quando se trata de reduzir os riscos da flexibilização de tais atividades?

Nesse sentido, Lobato explica: “Existe uma certa controvérsia em relação a isso, mas, por princípio, o uso do passaporte vacinal faz todo o sentido. Se pensa assim: ‘qual é o objetivo de fazer a vacinação?’, é que toda a população se vacine e isso garanta que todo o espaço que frequentamos esteja mais protegido. Isso porque as pessoas irão contrair e transmitir menos, assim como ter menos probabilidade de adoecer - e estaremos protegidos contra o adoecimento grave e a morte. Se estamos entre um grupo que não está totalmente vacinado, teremos mais pessoas doentes circulando - mesmo entre as vacinadas -, carregando uma carga viral maior, e mais pessoas com chance de adoecer gravemente. 

Então, separar esses grupos e dizer que quem é vacinado tem mais liberdade de circular ou pode acessar espaços mais confinados, como teatros e cinemas, faz sentido. É como se a gente criasse artificialmente uma comunidade 100% coberta pela vacina. De certa forma, também estimula a vacinação para poder participar. É como todo mundo andar com cinto de segurança nos carros: eu estou me protegendo, mas estou protegendo o outro também.

Mas, ainda assim, tem que haver alguns cuidados, como todo mundo estar de máscara e o ambiente estar com muita ventilação.  Do ponto de vista coletivo, já tivemos muitas flexibilizações. Isso aconteceu porque tem mais gente vacinada. Parar o uso da máscara é o último passo, quando já tivermos o que chamamos de imunidade coletiva.  Isso significa que a pessoa que não está protegida, ao estar no meio de outras vacinadas, conta com uma barreira de proteção, que impede que essa pessoa tenha contato com outros não vacinados. Esse é um dos princípios da vacinação que gera imunidade coletiva. Não há a necessidade de se ter 100% de cobertura da população para isso.  Nos fenômenos de epidemia de transmissão que são com doenças como Covid-19 - doenças de transmissão ampla -, quando não conseguimos identificar exatamente quem transmitiu primeiro, precisamos manter alguns tipos de cuidado até atingirmos uma boa cobertura plena de vacinação em toda a população, pensando coletivamente.” 

Dose de reforço

A aplicação das doses de reforço em idosos e profissionais da saúde já é uma realidade no Brasil. Mas será que, no futuro, ela será aplicada em toda a população? Lobato diz que: “É provável, eu não tenho certeza disso ainda. Com mais certeza, mais evidências, os idosos e as pessoas com algum comprometimento da imunidade têm de receber. Mas, daí, o princípio é outro: a resposta imunológica dessas pessoas à vacina é menor do que das pessoas que têm imunidade plena - jovens, pessoas que não tomam medicamentos que diminuem a imunidade. E o reforço entre pessoas que têm imunidade plena e que são trabalhadores da saúde é justificado porque a exposição ao vírus no ambiente de trabalho ainda é muito grande, mesmo que não seja tão alta como antes. Então faz sentido o reforço para trabalhadores de saúde. E depois, é possível que sim, o resto da população toda. Mas isso não está confirmado, porque tem uma coisa para se ponderar, que é: não é melhor termos todos, no mundo todo, vacinados do que algumas pessoas com três doses? Inclusive tem um questionamento, até da OMS, de estarmos pensando na terceira dose enquanto há alguns países que não conseguiram vacinar nem 10% de sua população. E isso nos deixa em risco: entre essa população que não foi vacinada, onde o vírus ‘original’ ainda circula, pode surgir uma nova variante, inclusive que seja resistente às vacinas – que hoje estão nos protegendo. Isso é uma discussão de saúde global. Pandemias são coletivas, as decisões têm que ser coletivas.”

O fim de pandemia

Em relação ao fim da pandemia, Lobato ressalta: “A classificação de pandemia é feita pela Organização Mundial da Saúde. É a OMS que vai declarar o fim da pandemia. Existem parâmetros técnicos para isso: quando tivermos uma estabilidade e uma queda importante do número de casos, quando chegarmos perto do fim da transmissão, quando tivermos algo que é chamado um estado endêmico. A pandemia é um estado epidêmico, que significa que os casos continuam crescendo ao longo do tempo e que, se liberamos o comportamento para uma normalidade, eles irão aumentar - então temos que estar controlando.  A pandemia terminará quando nós chegarmos em uma dimensão de casos leves, graves e número de óbitos que seja estável, mas não existe um parâmetro de quantidade certo, ainda precisamos de um tempo para entender isso. Podemos projetar: se chegamos nos números de agora com cerca de 50% das pessoas com as duas doses, então devemos esperar ter um número muito melhor quando estivermos perto de 100% das doses”.

Expediente

Repórter: Esther Klein, acadêmica de Jornalismo e bolsista

Ilustrador: Noam Wurzel, acadêmico de Desenho Industrial e bolsista

Mídia Social: Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Caroline de Souza, acadêmica de Jornalismo e voluntária; e Martina Pozzebon, acadêmica de Jornalismo e estagiária

Edição Geral: Luciane Treulieb e Maurício Dias, jornalistas

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