UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com Universidade Federal de Santa Maria Thu, 19 Mar 2026 15:58:29 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com 32 32 UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/orgaos-suplementares/inovatec/2024/03/22/projeto-de-parceria-entre-performance-vegetal-e-ufsm-fw-e-aprovado-em-edital-da-rede-nacional-de-ensino-e-pesquisa Fri, 22 Mar 2024 22:45:17 +0000 http://www.55bet-pro.com/orgaos-suplementares/inovatec/?p=1997
Participação da Performance Vegetal e professor Ricardo Tombesi na webconferência da primeira reunião geral com os Grupos de Trabalho sobre o Programa de P&D Serviços Avançados

A Performance Vegetal, startup da Pulsar Incubadora Tecnológica, vinculado ao InovaTec UFSM Parque Tecnológico, em parceria com o Professor Ricardo Tombesi da UFSM - FW elaboraram o projeto "Uma Plataforma Gameficada para Auxiliar na Curricularização da Extensão”. A iniciativa visa facilitar a implementação da curricularização de no mínimo 10% em atividades de extensão nas instituições brasileiras de ensino previstos na Lei n.º 13.005/2014 por meio de uma ferramenta que viabilize a aproximação entre as instituições e a sociedade, permitindo que estas ofereçam atividades de extensão de forma mais eficiente.

O projeto, ainda em fase de desenvolvimento, foi aprovado no edital do Programa de PD&I Serviços Avançados 2024 da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa - RNP. Através do edital foram selecionados três Grupos de Trabalho (GTs) para ao longo de 12 meses desenvolverem um Mínimo Produto Viável (MVP), sendo o projeto aprovado no GTMaisAção. 

O coordenador do projeto, Professor Ricardo Tombesi, destaca a importância da parceria entre startups e instituições de ensino, conforme previsto no edital da RNP. Ele ressalta que a plataforma desenvolvida será uma alternativa viável para as instituições brasileiras, sendo potencialmente incluída no arcabouço de soluções da RNP, que inclui alguns serviços conhecidos como a plataforma Moodle. "Existe uma demanda de todas as instituições brasileiras de ensino, elas precisam se adequar em relação à oferta de uma carga horária de extensão. A gente chama de curricularização da extensão. Só que na prática, essa resolução pegou todos despreparados nas universidades, porque ninguém sabe de fato como fazer isso, ou tem uma dificuldade muito grande para fazer isso. E aí que surge a ideia do projeto, que é criar uma ferramenta para facilitar, para viabilizar essa aproximação entre as instituições e a sociedade”, comenta o professor ao descrever a finalidade do projeto.

Conforme a CEO da Performance Vegetal, Betania Vahl de Paula, “a Performance vai entrar junto com a RNP pensando a parte do modelo de negócio. Então a nossa expectativa é desenvolver o projeto e, ao final, incluí-lo no catálogo da RNP como um dos produtos que podem ser comercializados”. Além disso, Betania destaca que o projeto vem para contribuir para a formação dos estudantes numa área que é de extrema importância, a extensão acadêmica.

Betania enfatiza a importância do apoio da RNP, das instituições de ensino e das parcerias estabelecidas para o sucesso do projeto. Ela destaca o compromisso da Performance Vegetal em contribuir com soluções que beneficiem a sociedade e o ambiente acadêmico. Além disso, ela ressalta o papel da Pró-reitoria de Inovação e Empreendedorismo - PROINOVA para que o projeto fosse submetido com êxito. "É importante destacar também que estes editais são abertos todos os anos e várias empresas, várias startups podem se candidatar. Muitas vezes as startups não se candidatam porque não tem esse apoio. Não tem uma pró-reitoria que possa auxiliá-los, enquanto nós temos a Proinova que desde sua criação nos auxilia muito”, complementa ela.

A participação também de outras instituições de ensino, como a Unesp - Universidade Estadual Paulista, demonstra a amplitude e o impacto multidisciplinar do projeto. A colaboração entre diferentes atores fortalece a visão de futuro e a robustez da iniciativa.

A parceria entre a Performance Vegetal e o professor Ricardo Tombesi já é antiga. Ambos foram aprovados anteriormente no edital GameRS, da Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia - SICT, com o projeto “Guardiões da Cibersustentabilidade”, que propõe uma  abordagem de usar a gamificação para promover a conscientização sobre sustentabilidade nas escolas públicas e privadas.

Com o atual projeto em andamento, espera-se não apenas cumprir com as exigências legais, mas também promover uma integração mais efetiva entre as instituições de ensino e a comunidade. A plataforma gamificada representa um passo significativo em direção a uma educação mais prática e engajada.

 

Texto: Fabrício Dias, bolsista de jornalismo do InovaTec UFSM Parque Tecnológico.

Foto: Performance Vegetal.

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Da esquerda à direita: Saulo Penna (Auster Tecnologia), Betania Vahl de Paula (Performance Vegetal) e Carlos Costa Beber.

No último sábado (16), o Mercado da Vila Belga em Santa Maria se tornou palco de um encontro vibrante entre startups, empresários, estudantes e entusiastas da inovação durante o Startup Day. O evento, que integrou um movimento nacional simultâneo, reuniu diversos participantes em uma manhã repleta de debates, insights e networking. Três startups da Pulsar Incubadora Tecnológica, vinculada ao InovaTec UFSM Parque Tecnológico, a Auster Tecnologia, Get Commerce e Performance Vegetal, apresentaram painéis sobre suas trajetórias e trouxeram um pouco sobre os aspectos na construção de um negócio. 

Fruto da união do Café com Inovação (Inova Centro), Beer’n’Business (Santa Valley) e do apoio do empreendedor Carlos Costa Beber, o Startup Day Santa Maria se destacou como um evento singular. A iniciativa local integrou um movimento nacional que conectou diversas cidades em prol do fomento ao empreendedorismo e à inovação. 

A programação do Startup Day proporcionou aos participantes uma imersão profunda no universo das startups. Logo após o café da manhã, as ações do Inova Centro e da Santa Valley foram apresentadas, abrindo caminho para um bate-papo mediado pelo empreendedor Carlos Costa Beber. Três painéis temáticos abordaram tópicos cruciais para o desenvolvimento do ecossistema inovador:

Como iniciar e acelerar uma startup: com Betania Vahl de Paula (Performance Vegetal) e Saulo Penna Neto (Auster Tecnologia), o painel desvendou os desafios e oportunidades das fases iniciais de um negócio inovador.

Como transformar uma startup em uma grande empresa: José Augusto Arnuti Aita, sócio-fundador da Get Commerce, compartilhou sua trajetória de sucesso e insights valiosos para o crescimento de startups.

Como inovar em segmentos tradicionais: Hélio Militz Júnior, CEO da Urbanes Empreendimentos e Urbanes Parques, apresentou cases de sucesso e estratégias para impulsionar a inovação em setores já consolidados.

Após os painéis, um bate-papo aberto possibilitou a interação do público com os palestrantes, que responderam perguntas e esclareceram dúvidas. O evento se encerrou com um momento de networking, promovendo o contato entre participantes e a troca de experiências.

Para Betania Vahl de Paula, CEO da Performance Vegetal, a oportunidade de compartilhar diferentes trajetórias de startups foi enriquecedora. "Não existe uma receita de bolo, cada startup tem sua história e motivação. E isso envolve as coisas darem erradas por vezes, às vezes você acerta, às vezes você erra, e o importante é que você não desista dos seus sonhos", destacou, ressaltando a importância da persistência e do aprendizado com os erros. Para Betania, “o Startup Day é um dia para lembrar dessa trajetória das startups, que têm histórias diferentes, motivos diferentes para nascer, mas que no final das contas, todas elas estão tentando mudar o mundo para melhor”.

Saulo Penna, CEO da Auster Tecnologia, elogiou a organização do evento e a grande procura pelo tema. "Foi um evento sucinto e direto ao ponto, mas também foi muito enriquecedor, tivemos a oportunidade de interagir com o público", afirmou.

O Startup Day 2024 em Santa Maria mostrou o potencial da cidade para o desenvolvimento de startups e a importância da união entre diferentes agentes do ecossistema inovador. A edição local reforça o compromisso com o fomento do empreendedorismo e da inovação, conectando Santa Maria ao cenário nacional e construindo um futuro promissor para a região.

Texto: Fabrício Dias, bolsista de jornalismo do InovaTec UFSM Parque Tecnológico.

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A plataforma Performance Vegetal, desenvolvida na Incubadora Pulsar, vinculada ao Parque de Inovação, Ciência e Tecnologia (Inovatec) da UFSM, inova ao estabelecer padrões de diagnóstico nutricional em culturas vegetais. A análise permite aos agricultores adicionar a quantidade exata de adubo e nutrientes às plantações. Assim, é possível reduzir os gastos de produção e a contaminação ambiental. Devido ao caráter inédito, a startup foi aprovada na edição de 2022 do Programa Centelha, que incentiva a criação de empreendimentos inovadores no Rio Grande do Sul.

A diretora executiva da empresa, Betania de Paula, conta ter começado a desenvolver a plataforma em 2019, durante seu doutorado em Nutrição e Fertilidade de Solos na UFSM, quando percebeu ser necessário estabelecer maior precisão nos padrões de referência nutricional em plantas. ’Assim como o médico precisa de exames, o agrônomo também precisa’’, explica Betania, ao falar das características variáveis que envolvem o desenvolvimento de culturas, que se alteram conforme o vegetal cultivado, os objetivos do produtor, o tipo de solo, o tamanho da área plantada e o clima em que o produto está inserido. Todos esses aspectos são considerados pela Performance Vegetal, que, através da inteligência artificial, simula matematicamente a absorção de nutrientes pela planta analisada e estabelece as quantidades exatas de adubação necessárias para que aquele vegetal em específico se desenvolva ao máximo, sem excessos nem deficiências. Assim, o produtor consegue economizar nos custos de produção, e também evitar o despejo de fertilizantes excedentes no solo e na água.

Para determinar tais números, é preciso observar as particularidades do cultivo por pelo menos uma safra. Contudo, esse período depende do tamanho da área utilizada: quanto maior, mais rápida é feita a análise. O investimento para usufruir da Performance Vegetal também depende das características das áreas cultivadas e dos vegetais em exame, que podem ser dos mais diversos tipos.

Todos esses pontos são analisados e armazenados no aplicativo e no site da empresa, estruturados por cientistas da computação. A plataforma também serve como caderno de campo, uma vez que as atualizações periódicas das safras são anotadas, formando um histórico para o produtor. 

Os próximos passos da plataforma

A Performance Vegetal já apresenta um histórico de editais vencidos ao longo dos seus três anos de desenvolvimento, como o programa Doutor Empreendedor Fapergs 2020, em que Betania foi eleita como uma das 20 doutoras empreendedoras do Rio Grande do Sul, e o Techfuturo 2021, em que a tecnologia da Performance foi escolhida como uma das portadoras de futuro. E para os próximos anos, o objetivo é participar de mais editais, porque além dos incentivos financeiros fornecidos pelos programas, eles também geram visibilidade para as iniciativas, de acordo com a diretora executiva.

Agora, com o Programa Centelha, a ideia da empresa é levar a plataforma para o mercado, visto que o aprimoramento do projeto já foi realizado por meio de testes pilotos, a partir dos editais anteriores. Nessa lógica, a finalidade da Performance Vegetal é transformar conhecimento científico em produtos que cheguem à população. Por isso, a startup tem como meta atual a elaboração de uma equipe de gestão de vendas, para estimular a comercialização da tecnologia. Há, inclusive, duas bolsas disponibilizadas a estudantes da UFSM, que se interessem pela iniciativa. Em caso de interesse, entrar em contato com a empresa pelo e-mail contato@performancevegetal.com.br. 

Texto: Laurent Keller, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias
Foto de capa: Ana Alícia Flores, acadêmica de Desenho Industrial, bolsista da Agência de Notícias
Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2022/10/26/aprovada-no-programa-centelha-startup-da-ufsm-inova-no-diagnostico-de-nutricao-vegetal Wed, 26 Oct 2022 11:38:24 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=60148

A plataforma Performance Vegetal, desenvolvida na Incubadora Pulsar, vinculada ao Parque de Inovação, Ciência e Tecnologia (Inovatec) da UFSM, inova ao estabelecer padrões de diagnóstico nutricional em culturas vegetais. A análise permite aos agricultores adicionar a quantidade exata de adubo e nutrientes às plantações. Assim, é possível reduzir os gastos de produção e a contaminação ambiental. Devido ao caráter inédito, a startup foi aprovada na edição de 2022 do Programa Centelha, que incentiva a criação de empreendimentos inovadores no Rio Grande do Sul.

A diretora executiva da empresa, Betania de Paula, conta ter começado a desenvolver a plataforma em 2019, durante seu doutorado em Nutrição e Fertilidade de Solos na UFSM, quando percebeu ser necessário estabelecer maior precisão nos padrões de referência nutricional em plantas. ’Assim como o médico precisa de exames, o agrônomo também precisa’’, explica Betania, ao falar das características variáveis que envolvem o desenvolvimento de culturas, que se alteram conforme o vegetal cultivado, os objetivos do produtor, o tipo de solo, o tamanho da área plantada e o clima em que o produto está inserido. Todos esses aspectos são considerados pela Performance Vegetal, que, através da inteligência artificial, simula matematicamente a absorção de nutrientes pela planta analisada e estabelece as quantidades exatas de adubação necessárias para que aquele vegetal em específico se desenvolva ao máximo, sem excessos nem deficiências. Assim, o produtor consegue economizar nos custos de produção, e também evitar o despejo de fertilizantes excedentes no solo e na água.

Para determinar tais números, é preciso observar as particularidades do cultivo por pelo menos uma safra. Contudo, esse período depende do tamanho da área utilizada: quanto maior, mais rápida é feita a análise. O investimento para usufruir da Performance Vegetal também depende das características das áreas cultivadas e dos vegetais em exame, que podem ser dos mais diversos tipos.

Todos esses pontos são analisados e armazenados no aplicativo e no site da empresa, estruturados por cientistas da computação. A plataforma também serve como caderno de campo, uma vez que as atualizações periódicas das safras são anotadas, formando um histórico para o produtor. 

Os próximos passos da plataforma

A Performance Vegetal já apresenta um histórico de editais vencidos ao longo dos seus três anos de desenvolvimento, como o programa Doutor Empreendedor Fapergs 2020, em que Betania foi eleita como uma das 20 doutoras empreendedoras do Rio Grande do Sul, e o Techfuturo 2021, em que a tecnologia da Performance foi escolhida como uma das portadoras de futuro. E para os próximos anos, o objetivo é participar de mais editais, porque além dos incentivos financeiros fornecidos pelos programas, eles também geram visibilidade para as iniciativas, de acordo com a diretora executiva.

Agora, com o Programa Centelha, a ideia da empresa é levar a plataforma para o mercado, visto que o aprimoramento do projeto já foi realizado por meio de testes pilotos, a partir dos editais anteriores. Nessa lógica, a finalidade da Performance Vegetal é transformar conhecimento científico em produtos que cheguem à população. Por isso, a startup tem como meta atual a elaboração de uma equipe de gestão de vendas, para estimular a comercialização da tecnologia. Há, inclusive, duas bolsas disponibilizadas a estudantes da UFSM, que se interessem pela iniciativa. Em caso de interesse, entrar em contato com a empresa pelo e-mail contato@performancevegetal.com.br

Texto: Laurent Keller, estudante de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias
Foto de capa: Ana Alícia Flores, acadêmica de Desenho Industrial, bolsista da Agência de Notícias
Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista

 

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