UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com Universidade Federal de Santa Maria Sat, 14 Mar 2026 14:04:52 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com 32 32 UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/08/13/petrobras-reportagem-egressos Wed, 13 Aug 2025 19:05:03 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=70137 A Seleção Petrobras de Jornalismo Ciência & Diversidade recebeu 184 inscrições de propostas de reportagens em texto, áudio e vídeo de todo o país. Entre as 15 iniciativas escolhidas pela comissão julgadora, está a dos jornalistas Lavínia dos Santos Machado e Rodrigo Alcântara Davila, egressos do curso de Jornalismo do campus Frederico Westphalen. O edital é direcionado para produções científicas feitas por grupos sub-representados na sociedade ou ainda que tratem de temáticas sobre inclusão e diversidade.

Os jornalistas Lavínia e Rodrigo apresentaram a proposta de reportagem em áudio:“Para uma ciência antirracista: as meninas e mulheres negras na pesquisa científica”. A  reportagem será veiculada, inicialmente, na Rádio Comunitária de Frederico Westphalen e, depois, em outras emissoras integrantes da Associação Gaúcha de Radiodifusão Comunitária (Abraço RS). Assim como as demais reportagens selecionadas, a iniciativa será contemplada com o valor de R$ 20 mil.

Conforme o site da Petrobras, a comissão julgadora usou como critérios: aderência e pertinência em relação aos temas de ciência e diversidade; interesse jornalístico; relevância e resultados para os grupos sub-representados e para a sociedade; consistência do detalhamento da sugestão e a viabilidade e conteúdo do plano de reportagem.

Foto colorida vertical de mulher jovem negra com cabelo comprido. Ela sorri e está em frente ao microfone em um estúdio de rádio
Jornalista Lavínia Machado direcionou seus estudos ao rádio e ao combate ao racismo

Cientistas pretas na mídia sonora

Lavínia comenta que o estágio atual é de ajustes da proposta encaminhada à Petrobras para definir os caminhos da apuração das informações. Ela e Rodrigo querem entrevistar meninas e mulheres pretas que atuam nas ciências exatas. 

“A intenção é acompanhar e apresentar as trajetórias dessas mulheres, desde jovens que hoje ingressam nas universidades até profissionais já formadas e atuantes no mercado. Queremos dar visibilidade às suas vivências, destacando como se deu a construção de cada caminhada, os obstáculos superados e as contribuições para uma ciência mais inclusiva e diversa”, explica.

A mídia sonora foi escolhida por ser, no ponto de vista de ambos, a melhor forma de chegar à comunidade. “Nos últimos anos da minha graduação, eu estagiei em rádio comunitária e considero um divisor de águas na minha trajetória. Tive experiência com jornal impresso, mas percebi que o rádio alcança as pessoas de um jeito único, especialmente pela abrangência e pela proximidade com o público”, afirma Lavínia, que se formou em 2023 e atuou em rádio durante três anos. 

Foto colorida vertical de homem jovem branco com fones de ouvido em frente a um microfone. Ele está sorrindo.
Jornalista Rodrigo Davila, egresso da UFSM, atua há mais de 10 anos em rádio

O colega, Rodrigo, egresso da turma de 2017, tem mais de dez anos de experiência em mídia sonora. “Inclusive parte do que aprendi nesse período veio dele”, acrescenta. Além da parceria no projeto encaminhado à Petrobras, Rodrigo também foi finalista do Prêmio de Jornalismo da Sociedade Brasileira de Hérnia e Parede Abdominal, com a série em áudio “Quando tudo sai do lugar: os riscos da hérnia” também neste ano.

Para Lavi´nia, o áudio estabelece uma maior conexão entre quem produz e quem escuta, além de oferecer possibilidades distintas das demais mídias. “A narrativa em áudio tem um papel essencial para prender a atenção do público, permitindo que a história seja contada de maneira envolvente”, observa.


Por um jornalismo antirracista

Lavínia ingressou no curso de Jornalismo do campus Frederico Westphalen em 2019 e desde cedo se envolveu com a temática antirracista. O marco foi a participação, ainda no primeiro ano de faculdade, do IV Congresso de Pesquisadores/as Negros/as da Região Sul, o Copene Sul, em Jaguarão (RS), com o pôster “Foram 83 tiros: um estudo de agendamento sobre as mortes de Evaldo Rosa dos Santos e Luciano Macedo nos jornais Folha de S.Paulo e O Globo”. “A partir desse evento, passei a me reconhecer ainda mais como mulher preta e a direcionar minha atuação para a luta por um jornalismo antirracista que se tornou o meu norte durante a graduação”, destaca.

Enquanto estudante, Lavínia participou de projetos de ensino, da organização de evento sobre Jornalismo Antirracista, grupo de pesquisa e foi bolsista do Observatório de Comunicação Pública (OBCOMP). A professora Janaína Gomes, que acompanhou a trajetória da acadêmica enfatiza: “Lavínia descobriu sua identidade na universidade muito cedo. Da mesma forma o grande talento para a pesquisa e para um jornalismo mais profundo e comprometido socialmente”.

A universitária aprofundou seu estudo na temática no trabalho de conclusão de curso (TCC) “Como construir um jornalismo antirracista: compreensões, práticas e reflexões para jornalistas e estudantes”, orientado pelo professor Reges Schwab.“O objetivo foi refletir sobre caminhos para construir um jornalismo antirracista no Brasil”, lembra. 

A partir da compreensão do racismo, da análise das práticas profissionais e da discussão sobre a relevância do tema para jornalistas e estudantes, o TCC discorreu sobre os caminhos para a construção de um jornalismo antirracista no país. Ao final do trabalho, Lavínia produziu um manual antirracista para jornalistas e estudantes da área. Já no estágio, ela retomou ao tema ao produzir a série de programas Faixa Preta, que discutiu temas como raça, escravidão, branqueamento, resistência, racismo e antirracismo. 

Texto: Maurício Dias

Fotos: Arquivo Pessoal

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/arco/for-a-clean-air Thu, 02 Jun 2022 19:48:17 +0000 http://www.55bet-pro.com/midias/arco/?p=9206 Diesel oil, a derivative of petroleum, is a fuel composed of hydrocarbons, which are chemical compounds made up of carbon and hydrogen atoms. Diesel is used in vehicles such as buses and trucks, since diesel-powered engines have a lifespan about 30% longer than their gas-powered counterparts and also consume less fuel. On the other hand, the diesel engine is more expensive and less responsive.

 

Given the alarming state of the environment, a great deal of research has focused on ways to reduce pollution. One of the main issues involving diesel is the harmful nitrogen and sulfur emissions from its combustion. Diesel releases a larger amount of these molecules into the atmosphere than fuels such as gasoline and alcohol, which means it pollutes more. These molecules cause problems for the environment, such as acid rain.

 

Weighing the benefits and drawbacks, one thing is certain: if using diesel is necessary, reducing its damage in nature is just as important.

 

Towards that end, Petrobras, the Brazilian oil and gas company, launched a project in 2006 in partnership with the Industrial and Environmental Chemical Analysis Laboratory at UFSM (LAQIA). The project between the public company and the University research group aims to create alternatives to improve diesel oil, focusing on reducing its sulfur and nitrogen compounds.

Image Description: Horizontal color photo of a gas pump. In the center-left, a green strip with a gray seal that says “S-10 Regular D”. Next to it, the price “2.99”. The pump is gray. In the background, a blurred car.

Reduce and Remove

When working with chemical reactions, temperature and pressure are very important factors. While raising pressure and temperature can speed up reactions, it can also make them more difficult to perform. In the industry, a hydrogenation process has traditionally been used to remove sulfur from diesel oil. This process requires a temperature of around 300 degrees centigrade and a pressure of 200 atmospheres. The result is diesel containing between 100 and 500 parts per million (ppm) of sulfur. According to Dr. Érico Marlon Moraes Flores, professor of the UFSM Department of Chemistry and coordinator of the project, hydrogenation does not remove the most resistant sulfur compounds, which remain in the diesel oil.

 

The LAQIA team proposed a change. Instead of removing the pollutants from the fuel through hydrogenation, they attempted an ultrasound-assisted oxidative process. Using this process allowed them to work with a temperature of 90 degrees at atmospheric pressure, that is, without needing to add hydrogen. The result was surprising: even working at a low temperature and pressure, they were able to reach a level of only five parts per million.

Why ultrasound?

Ultrasound energy is used to accelerate chemical reactions. In this case, it facilitates the process by eliminating the need for high temperature and pressure. Because it increases the efficiency of the reaction, while decreasing the use of chemical agents, solvents and reagents, it is considered an alternative technology. It reduces both the energy used in the process and the severity of the working conditions.

 

According to Dr. Flores, ultrasound has some singularities when compared to other types of energy, such as the formation of cavitation bubbles, which are small bubbles of gas that arise in liquid, speeding up the process. Under the action of ultrasound, these bubbles begin to pulsate and increase in size until they implode. At that point, they create high-pressure and high-speed jets in the liquid medium, which reach up to 400 meters per second. As the temperature rises, there is intense agitation in the medium, facilitating contact between the reactants and phases, thus accelerating the reaction.

 

Without ultrasound, the reaction to extract sulfur and nitrogen molecules from diesel takes about six hours. With the use of ultrasound, this time drops to about fifteen minutes, making the reaction twenty-four times faster.

Closer than you might think

Improving diesel quality has resulted in a number of benefits. The LAQIA team started on the project in 2006 with the objective of developing a method to effectively remove sulfur and nitrogen, in order to ensure the production of fuel that would meet a series of new specifications and recommendations of the Brazilian National Agency of Petroleum, Natural Gas and Biofuels. 

 

By the end of 2012, in addition to common diesel fuel, which contains 500 ppm of sulfur, Brazilian gas stations began offering a less polluting diesel, called S50. The letter 'S' stands for sulfur, and the number stands for 50 mg of sulfur per liter of diesel. In order to comply with the Brazilian Program for Motor Vehicle Air Pollution Control, the S50 diesel was later replaced by S10, with an even lower sulfur content. 

 

Walter Mendes Mucha, a lawyer who uses the new diesel to power his truck, says he can tell the difference between the fuels because S10 diesel has a much less pungent smell than regular diesel. Even if he wanted to fill up on common diesel, Walter couldn’t because his truck was designed only to run on S10.

 

Reflecting these changes in the fuel supply, small diesel trucks have begun to be manufactured to run only on this type of diesel and these engines can sustain damages if they are fueled with common diesel. The inverse situation, however, offers no risks. Engines manufactured prior to 2012 and designed to use regular diesel can be fueled using S10 without any drawbacks.

 

Another advantage of using S10 diesel is that the engine oil doesn’t have to be changed as often, since S10 reduces contamination. It also improves the cold start system, which boosts the operation of vehicles on cold days and decreases the emission of white smoke, which is harmful to the environment.

 

All of these advantages are a result of the decreased amount of sulfur in the formula.  However, this depends on a complex fuel refinement process, which is expensive. The outcome is reflected in the final consumer price: S10 diesel is more expensive than common diesel.

We have to purify

Many industrial processes rely on the use of fuels at some stage. Factories, power plants and vehicles need them to function. However, the burning of fossil fuels, which enabled industrial development, has also led to environmental pollution

 

Sulfur is released into the atmosphere from the burning of diesel oil, its raw material, petroleum, and also coal. Once in the air, it comes in contact with oxygen, causing the smog that hangs over large urban areas.

 

In the air, sulfur molecules cause numerous health problems. Continued exposure to this pollution can cause irritation to the nose and throat, coughs and shortness of breath, as well as aggravate cardiovascular and respiratory diseases, such as asthma and bronchitis. 

 

When sulfur reacts with the water present in the atmosphere, it forms sulfuric acid, resulting in acid rain. Rain naturally contains a small degree of acidity, but the emission of gases such as sulfur intensifies this effect to the point of causing harm to the environment. The main problems caused by this phenomenon are destruction of vegetation cover, such as forests and crops, alteration of ecosystems present in lakes and rivers, contamination of drinking water and destruction of monuments and buildings. In addition, acid rain can fall far from the location where the pollution originated, because winds can carry it up to several miles away.

 

The project to reduce sulfur in diesel oil by ultrasound is still underway. The research has already yielded a patent for the project with Petrobras, an honorable mention from the Capes Thesis Award and a Petrobras Inventor Award. In addition, the Center for Studies on Petroleum, CEPETRO, has been established at UFSM to carry out this research. Through alternative technologies, diesel is being improved so that the final product results in cleaner air for the environment and the population.

Image Description: Horizontal color photo of three researchers around an open notebook on a marble table. There are two men and one woman. They are wearing white lab coats and have black safety glasses hanging from their necks. In the background, white shelves.

Reporter: Natascha Carvalho;

Photographer: Pedro Porto;

Graphic Design: Tayanne Senna and Projetar Industrial Design Company.

Published 2013

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/arco/ufsm-participa-do-desenvolvimento-de-novo-metodo-nacional-de-dimensionamento-de-pavimentos Thu, 07 Feb 2019 15:45:25 +0000 http://coral.55bet-pro.com/arco/sitenovo/?p=5260 GEPPASV) da UFSM. Esse monitoramento, que acontece periodicamente, consiste na coleta dados para o desenvolvimento de pesquisas que levaram a um novo método nacional de dimensionamento de pavimentos. A nova metodologia, que foi desenvolvida por meio de uma parceria entre o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), a Coppe (Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia) e a Rede Temática de Asfaltos (da qual a UFSM faz parte), atualizou os procedimentos adotados no Brasil desde metade do século passado. O novo método nacional de dimensionamento de pavimentos O primeiro método de dimensionamento do pavimento asfáltico brasileiro, e que vinha sendo utilizado, foi idealizado pelo engenheiro Murillo Lopes de Souza e implementado na década de 1960. Para o professor do departamento de Transporte e um dos pesquisadores e coordenadores do GEPPASV Luciano Specht, o método na época foi revolucionário, contudo, ficou obsoleto. Tanto o volume de caminhões que circulam pelas rodovias quanto a capacidade em massa transportada aumentaram. “Se uma caixa d’água projetada em 1965 funcionaria nos dias atuais, pois a carga suportada por ela não mudou, o mesmo não acontece com as rodovias” argumenta Specht. Com essa defasagem, em meados dos anos 2000, a Petrobras passou a articular parcerias com universidades federais para que, através de pesquisas científicas, fosse possível efetuar a atualização do modelo de dimensionamento asfáltico. “A preocupação da Petrobras na época era de que se o pavimento não fosse bem dimensionado, ele iria estragar mais cedo.” ressalta Specht. Assim, o desenvolvimento de uma nova metodologia traria economia nos custos com os asfaltos no país. [caption id="attachment_5264" align="alignleft" width="1024"] Amostra de asfalto em aparelho que testa a resistência da mistura asfáltica. A amostra é prensada para verificar deformação ou fissura.[/caption] Da aproximação com as universidades, a Rede de Tecnologia em Asfalto foi criada. “Para se fazer um método de dimensionamento de pavimentos, é preciso de uma série de pressupostos, de ensaios de materiais, de dimensionamento, de cálculos matemáticos e precisa também de uma calibração de campo.” diz Specht. Na época, a primeira medida tomada foi a compra de máquinas e instrumentos para que assim, as pesquisas pudessem ter início. A UFSM passou a integrar a rede a partir desses primeiros estágios. Após o investimento em infraestrutura, as universidades passaram a implantar os trechos de pavimentos asfálticos para calibração. “Cada trecho possui em torno de 300 metros, os quais monitoramos semestralmente para coleta de dados” fala Specht. Em Santa Maria, além do trecho da avenida Roraima, há dois trechos na faixa velha e outro na avenida Hélvio Basso. O monitoramento periódico desses trechos é importante para a coleta de dados sobre como os pavimentos vão se degradando ao longo do tempo. Essas informações são armazenadas e alimentam um software que, a partir de determinados parâmetros, faz as modelagens estatísticas, das quais é possível tomar decisões de manutenção do asfalto. O novo método, chamado de Medina, em homenagem ao engenheiro Jacques de Medina, um dos pioneiros na pesquisa da mecânica dos pavimentos no Brasil, leva em consideração os afundamentos em trilhas de roda- parâmetro já utilizado no método anterior. A novidade é que agora também são levadas em conta as trincas (pequenas aberturas) formadas pela fadiga da camada asfáltica. O desenvolvimento científico gerado Para chegar a uma atualização da metodologia, foram anos de pesquisa. “Tudo isso faz parte de um monitoramento. De seis em seis meses, nós fizemos um check-up completo do pavimento, como se fosse um exame de saúde. A gente pega esses dados, organiza e manda para a Petrobras. Eles sistematizam as informações, para calibrar o novo método”, comenta Specht. E as pesquisas não devem parar. Os alunos de mestrado e doutorado ligados ao GEPPASV continuam trabalhando na coleta dos dados dos trechos monitorados em Santa Maria, como também desenvolvem investigações que visam a atualização no médio e longo prazo do Medina, e de como o país irá gerir os pavimentos asfálticos. A engenheira civil e mestranda Debora Tanise Bordin atua no monitoramento dos trechos em Santa Maria para a montagem de um banco de dados, com diferentes parâmetros, como a quantidade de trincas (pequenas aberturas no asfalto) e tráfego. Essas informações são analisadas em ensaios comparativos para que se possa estabelecer modelagens estatísticas que indicam os níveis de degradação do asfalto. [caption id="attachment_5263" align="alignleft" width="1024"] Da esquerda para a direita: Débora, Lucas e Bethania, pesquisadores do GEPPASV[/caption] Já o doutorando Lucas Dotto Bueno, também engenheiro civil, investiga modelos de previsão de irregularidade do pavimento. “A irregularidade é um indicador de conforto do usuário. quando você está em um carro andando na rodovia e sente muita trepidação, significa que aquela rodovia está muito irregular”, explica Lucas. Esse indicador deve passar a integrar os contratos de concessão para o cuidado dos pavimentos. A engenheira civil e mestranda Bethania Machado Correa investiga o que vem a ser o futuro na gestão dos pavimentos - a reciclagem do asfalto. De maneira mais específica, seus estudos enfocam o comportamento mecânico de misturas asfálticas feitas a partir de asfalto reciclado, ou seja, como diferentes misturas se comportam sob a ações mecânicas, como por exemplo, o impacto do trânsito no asfalto. Reportagem: Luan Moraes Romero Edição: Luciane Treulieb Fotografia: Rafael Happke]]> UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2018/10/11/representantes-da-petrobras-visitam-a-ufsm-para-conhecer-laboratorio-de-pavimentacao Thu, 11 Oct 2018 20:37:47 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=45050 Visita técnica de representantes da Petrobras ocorreu na última sexta-feira (5)[/caption] Na última sexta-feira (5), Maria Helena Prisco Paraíso Ramos e Luis Alberto Herrmann do Nascimento, respectivamente gerente de produtos e consultor técnico da Petrobras, conheceram a sede do Grupo de Estudos e Pesquisas em Pavimentação e Segurança Viária (Geppasv). Na ocasião, eles estiveram acompanhados dos professores Luciano Specht, Deividi Pereira e Magnos Baroni, os três do Departamento de Transportes da UFSM, além do diretor e da vice-diretora do Centro de Tecnologia, respectivamente Tiago Bandeira Marchesan e Tatiana Cervo Cureau, do reitor Paulo Afonso Burmann e do vice-reitor Luciano Schuch. A programação da visita também contou com reuniões e apresentações de trabalhos de mestrado e doutorado do Programa de Pós-graduação em Engenharia Civil. “Este momento foi muito importante, pois marca o encerramento de uma etapa e a preparação para novos desafios, que só foram possíveis com a participação dos investimentos da Petrobras”, disse o professor Luciano Specht, que é coordenador do projeto Aquisição de Equipamentos para o Laboratório de Materiais de Construção Civil da UFSM para a Realização de Pesquisas em Ligantes e Pavimentos Asfálticos. A parceria da Petrobras com o Geppasv remonta ao ano de 2010. Desde então, segundo o professor Specht, a empresa já aportou nesse núcleo de pesquisa mais de R$ 7 milhões em equipamentos e bolsas. Dos quatro projetos resultantes dessa parceria, apenas um está em andamento; os restantes já foram concluídos. Em colaboração, a universidade investiu cerca de R$ 800 mil na reforma da área física localizada junto ao Laboratório de Materiais de Construção Civil, no prédio 10 do Centro de Tecnologia (CT). Specht conta orgulhoso que “o laboratório de ligantes que nós temos aqui é o único do estado. Completo, igual a esse, nós temos só mais dois no Brasil: o da própria Petrobras e o da USP.” Todo investimento é voltado para a pesquisa de um novo método de dimensionamento brasileiro para que o desempenho de pavimentos seja mais efetivo. Nesse sentido, o Geppasv trabalha integrado à Rede Temática de Asfaltos, formada por várias universidades e pelo Instituto de Pesquisas Rodoviárias. Com a infraestrutura laboratorial existente, podem ser realizados na UFSM estudos e pesquisas para a caracterização de ligantes asfálticos, caracterização mecânica de materiais a partir de ensaios dinâmicos e para a realização de levantamentos de irregularidade longitudinal e afundamentos de trilha de roda de pavimentos experimentais em serviço. Com informações e foto do Núcleo de Divulgação Institucional do CT]]> UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ct/2018/05/30/geppasv-realiza-palestra-sobre-novo-metodo-nacional-de-dimensionamento-de-pavimentos Wed, 30 May 2018 21:37:38 +0000 http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ct/2018/05/30/geppasv-realiza-palestra-sobre-novo-metodo-nacional-de-dimensionamento-de-pavimentos/ palestra_geppasv_1.jpg

O Grupo de Estudos e Pesquisas em Pavimentação e Segurança Viária (GEPPASV) realizou, na última sexta-feira (25), a palestra “Novo método Nacional de dimensionamento de pavimentos”, ministrada pelo professor do Departamento de Transportes, Luciano Specht e o acadêmico de Engenharia Civil da UFSM, Patrick Maboni. A atividade aconteceu no auditório Pércio Reis e contou com 86 participantes, entre estudantes, profissionais de empresas de pavimentação da região e Engenheiros do DAER/RS.

O GEPPASV, que recebeu recentemente engenheiros do DNIT para uma troca de conhecimentos, está trabalhando no desenvolvimento do novo método de dimensionamento de pavimentos asfálticos nacional, juntamente com a Petrobras, algumas instituições de ensino do exterior e outras oito universidades brasileiras. Trata-se de uma ferramenta que possibilita monitorar o desempenho de rodovias em todo o país em situações climáticas distintas. Ela pode auxiliar na escolha do melhor tipo de ligante para cada situação específica, aponta a espessura necessária de camada de revestimento asfáltico a ser utilizada e o tipo de revestimento que apresentará melhor desempenho, além de mensurar em quanto tempo as fissuras vão surgir. Saiba mais sobre o GEPPASV.]]>