UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com Universidade Federal de Santa Maria Fri, 13 Mar 2026 23:19:44 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com 32 32 UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ccr/2024/12/18/ppg-em-ciencia-do-solo-realiza-seminario-de-autoavaliacao-e-planejamento-visando-aprimorar-metas-para-2025-2028 Wed, 18 Dec 2024 11:59:55 +0000 http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ccr/?p=11053

No dia 2 de dezembro de 2024, o Programa de Pós-Graduação em Ciência do Solo (PPGCS) da UFSM promoveu o Seminário de Autoavaliação e Planejamento. O evento teve como objetivo debater os pontos fortes e os desafios enfrentados pelo programa, além de traçar estratégias para o futuro.

Durante o encontro, os participantes realizaram discussões aprofundadas sobre a Avaliação Quadrienal (Sucupira), destacando indicadores de desempenho acadêmico e administrativo. Foram abordadas estratégias para a melhoria contínua do programa, buscando aperfeiçoar tanto a produção científica quanto a gestão interna.

Ao final do seminário, os presentes contribuíram com sugestões e propostas para as metas do PPGCS para o período de 2025-2028. As propostas priorizaram o impacto social do programa, a qualidade da formação oferecida e o fortalecimento de parcerias institucionais.

O Seminário destacou o compromisso do PPGCS com a excelência acadêmica e a responsabilidade social, consolidando seu papel na formação de profissionais e na geração de conhecimento na área de Ciência do Solo.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2023/05/10/proplan-encontro-unidades-ensino Wed, 10 May 2023 21:07:07 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=62175
Dirigentes das unidades de ensino da UFSM participaram de encontro com equipe da Proplan
A Pró-Reitoria de Planejamento realizou um café da manhã com os dirigentes das unidades de ensino da Universidade Federal de Santa Maria nesta quarta-feira, dia 10, no Salão Imembuí. O encontro teve como finalidade discutir estratégias de planejamento institucional e pautas importantes que envolvem diferentes áreas da Proplan e as demandas das unidades. O analista de TI Fernando Barbosa, pró-reitor adjunto da Proplan e coordenador de Planejamento e Avaliação Institucional, fez uma explanação sobre o planejamento institucional da Universidade e a atuação da pasta. Foram apresentados dados sobre a contribuição das unidades de ensino para a composição do Índice Geral de Cursos (IGC), principal indicador para uma universidade de excelência. A importância da sistematização de dados da instituição foi destacada por diferentes dirigentes das unidades para a compreensão do quadro geral da Universidade e para a tomada de decisão. O diretor do Centro de Tecnologia, Tiago Marchesan, comentou que a UFSM tem, hoje, uma ‘cultura de dados’. O pró-reitor de Planejamento, Rafael Lazzari, avalia o encontro como positivo para a busca da aproximação e para discutir temas que vão nortear o futuro da instituição, como planejamento orçamentário, modernização administrativa, tecnologia da informação e comunicação.
Planejamento institucional foi um dos temas discutidos em encontro da Proplan com os diretores das unidades de ensino
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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2022/12/15/50-anos-proplan Thu, 15 Dec 2022 14:41:53 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=60784 Participantes do evento puderam homenagear a Proplan através de mensagens (Foto: Ana Laura Iwai)[/caption]

Nesta quarta-feira (14), a Pró-Reitoria de Planejamento (Proplan) comemorou 50 anos da área na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) em evento no Salão Imembuí, localizado no prédio da Reitoria. Ao longo do dia, representantes de diferentes coordenadorias relataram seus trabalhos, metas para o futuro e dialogaram sobre o objetivo de tornar os serviços cada vez mais integrados e harmonizados.

No início da manhã, estudantes do Curso de Dança Licenciatura apresentaram a Coreografia "Speculum temporis", durante a abertura do evento. Os presentes também podiam deixar alguma mensagem para  a Pró-Reitoria e sua equipe.

Apresentação do Curso de Dança Licenciatura (Foto: Ana Alicia Flores)
Apresentação do Curso de Dança Licenciatura (Foto: Ana Alicia Flores)

Tributo à história

A Proplan coordena as atividades de planejamento, orçamento e modernização administrativa no âmbito da UFSM, com a emissão de pareceres sobre convênios, contratos, ajustes e acordos. Também analisa informações internas e externas à Universidade, necessárias para a avaliação do esforço educacional e à tomada de decisões da gestão. Criada em 1972, a Pró-Reitoria teve seu início como uma assessoria ligada ao Gabinete do Reitor. Em 1978, por meio de uma resolução do Conselho Universitário, estabeleceu-se no formato atual.

[caption id="attachment_60806" align="alignleft" width="497"] Nilza Zampieri e Martha Adaime, ex-pró-reitoras de Planejamento, dialogaram sobre os 50 anos da Proplan (Foto: Ana Alicia Flores)[/caption]

Como forma de homenagem a todos que contribuíram para sua história, o evento contou com a participação de diretores das unidades de ensino, docentes, técnicos-administrativos em educação, estudantes, e antigos pró-reitores. No painel “50 anos de planejamento da UFSM”, antigos pró-reitores relataram suas experiências, desafios e realizações frente à Proplan. O atual pró-reitor de Planejamento, Rafael Lazzari, afirmou que muito além de um diálogo, o evento se reveste de um simbolismo, ao considerar a comemoração na mesma data dos 62 anos da Universidade. Em seu pronunciamento, salientou que, em um ano turbulento, de insegurança orçamentária, é preciso parar e refletir sobre "o que queremos dos nossos setores, dos nossos cursos e da Instituição". Lazzari ressaltou que não se pode perder de vista a satisfação dos estudantes e servidores em pertencer à UFSM,  com o envolvimento, a imagem institucional e a relação com a sociedade continuamente em voga. 

A partir disso, o gestor reiterou a importância do trabalho realizado pela Proplan e a responsabilidade de todos, em sua atuação como servidores, com o compromisso institucional e o senso de coletivo. "Não adianta só planejar, é preciso também ter ação", destacou o pró-reitor, ao demandar os colaboradores a continuarem trabalhando fortes e unidos. Após sua fala, o professor prestou homenagem à vice-reitora, Martha Adaime, por sua contribuição à Proplan, enquanto ex-pró-reitora.

[caption id="attachment_60797" align="alignright" width="499"] Luciano Schuch destacou a importância do setor de planejamento para a Universidade (Foto: Ana Alicia Flores)[/caption]

O reitor, Luciano Schuch, também lembrou dos 62 anos da Universidade, e se disse honrado por acompanhar este momento da história da Universidade. Ele afirmou que a integração dos setores de planejamento, tecnologia da informação e comunicação da Universidade vem dando resultados exitosos. Na visão dele, a Pró-Reitoria de Planejamento está cada vez mais profissional. "Nunca tivemos tantos dados e de fácil acesso. São dados para tomarmos decisões, que direcionam nossos investimentos", destacou. Schuch lembrou ainda que o planejamento da UFSM é referência até mesmo para o Ministério da Educação (MEC), que já buscou auxílio da Instituição para um trabalho referente à divulgação de dados do sistema nacional educacional.

A vice-reitora, Martha Adaime, que atuou como pró-reitora da Proplan durante a gestão anterior da UFSM, relatou que quando foi convidada para o cargo, recebeu como um grande desafio a sua carreira. Ainda,  lembrou que a Proplan sempre teve a característica de ser uma família, e segue assim, com todos comprometidos com o trabalho, ao manterem o órgão no auge de sua importância para a UFSM, mostrando indicadores que vão ajudar a apontar o futuro. Marta destacou também que as formas de gerir mudaram durante todos esses anos de trabalho, o que trouxe  novos desafios e outras demandas no processo de aperfeiçoamento do ofício. 

[caption id="attachment_60799" align="alignleft" width="502"] Frank, Fernando e Joeder falaram sobre a importância da Proplan em diferentes momentos da Universidade (Foto: Ana Alicia Flores)[/caption]

A seguir, o economista e também ex-pró-reitor de planejamento, Frank Leonardo Casado, contou que desde seu início na pasta, sempre procurou se atualizar para melhorar seu trabalho, ao saber que as necessidades mudam. Frank, que atualmente é assessor especial de Controle Interno da UFSM, relatou que o principal objetivo da Proplan é trabalhar com eficiência e gerar impacto na sociedade. 

Por fim, Joeder Campos Soares, coordenador de Planejamento Econômico (COPLEC), mencionou que, no período de pandemia, a Pró-reitoria  se mostrou ainda mais importante ao prestar suporte à comunidade acadêmica, com trabalho em equipe, resiliência, sabedoria e cooperação mútua. Joeder, participou em tempo real por chamada de vídeo, comemorou os resultados obtidos até o momento, ao mesmo tempo em que destacou a importância de pensar no futuro.

A integração de intenções 

[caption id="attachment_60798" align="alignright" width="499"] Rafael Lazzari afirmou que a integração nas atividades do setor é fundamental para o desenvolvimento do trabalho (Foto: Ana Alicia Flores)[/caption]

Na parte da tarde, representantes de diferentes setores da Pró-Reitoria realizaram o painel “Proplan de cara nova: 2022 e além”, quando cada um pôde contar seus respectivos trabalhos e objetivos para o futuro. 

O pró-reitor Rafael Lazzari ressaltou qual é o grande objetivo que norteia as atividades do órgão: a integração. Segundo o gestor, faz-se necessário criar alternativas para as novas realidades que surgem e, enquanto membros da administração da Universidade, os servidores são essenciais para o funcionamento da própria em sua finalidade máxima - a formação de profissionais e o fomento à pesquisa. Isto é, para que um pesquisador consiga ter os recursos ideais para seu ofício, há todo um empenho dentro dos setores para tornar possível a realização dos serviços prestados pela UFSM. Desse modo, Rafael quis passar a mensagem de que a integração é a harmonia e conexão entre direções dos centros, unidades de ensino e demais subdivisões, através do diálogo e do olhar ao Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI).  

Reestruturar a cultura de trabalho 

[caption id="attachment_60790" align="alignleft" width="501"] Taiani Kienetz relatou avanços e desafios da modernização administrativa (Foto: Ana Laura Iwai)[/caption]

Outro assunto discutido foi a Modernização Administrativa pela qual a UFSM está passando. Sobre o tema, a Coordenadora de Planejamento Administrativo (COPLAD), Taiani Kienetz, falou sobre a reestruturação, seus avanços e desafios. De acordo com Taiani, a Modernização Administrativa tem por objetivos o mapeamento e a otimização dos processos da Universidade, com a implantação de um modelo de gestão baseado em processos, alinhado com a tecnologia da informação (TI) e com novas ferramentas de gestão, a fim de atingir as metas do PDI.

Para Taiani, reestruturar não é somente encaixar e trocar pessoas de cargos, mas sim mudar a cultura de um lugar e portanto, o modo como uma função é vista e relacionada com seu entorno. Até o momento, seis reestruturações foram realizadas em centros de ensino (Centro de Tecnologia, Centro de Ciências Naturais e Exatas, Centro de Ciências Sociais e Humanas, Centro de Educação Física e Desportos, Centro de Ciências Rurais, além do campus da UFSM em Frederico Westphalen) e mais três de Pró-Reitorias (Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa, Pró-Reitoria de Graduação e Pró-Reitoria de Extensão). Para 2023, já está prevista a consolidação da Pró-Reitoria de Inovação bem como a reestruturação da própria Proplan. Mesmo com estes avanços, a coordenadora conta que é um processo lento, coberto de trâmites e solicitações entre diversos órgãos. Dentre esses esforços, Taiani entende que uma resolução precisa chegar ao usuário final para ter validade, ou seja, este precisa estar a par das mudanças que o afetam.

Em relação às transformações sofridas pela Proplan, a administradora cita a adesão ao Programa de Gestão Estratégica e Transformação do Estado (TransformaGov), comandado pelo Ministério da Economia. Ele tem por objetivo avaliar e modernizar a gestão estratégica dos órgãos integrantes da administração pública federal direta, autárquica e fundacional, a fim de otimizar suas políticas públicas e conferir mais eficiência ao gasto público. Sendo assim, a coordenadora da COPLAD afirma que o grande desafio do setor é balancear as exigências financeiras do Ministério supracitado com as exigências do Ministério da Educação, o qual a Universidade é vinculada.

Captação de recursos em Fundações de Apoio  

[caption id="attachment_60791" align="alignright" width="501"] Márcia Lorentz abordou as relações da Universidade com Fundações de Apoio (Foto: Ana Laura Iwai)[/caption]

A seguir, foi a vez de Márcia Lorentz, Coordenadora de Projetos e Convênios (COPROC), relatar como o trabalho do setor com fundações de apoio auxilia pesquisadores da Instituição, principalmente em um período de cortes orçamentários.

A partir da Resolução UFSM nº 089, de maio de 2022, o vínculo da UFSM com as fundações foi regulamentado, com o propósito de executar projetos de pesquisa, ensino, extensão, desenvolvimento institucional, científico e tecnológico, além de estimular a inovação e a prestação de serviços na Universidade, em parceria com instituições públicas ou privadas. Nesse sentido, Márcia revela que há cada vez mais esforços na busca de recursos externos para projetos da Universidade, como, por exemplo, a partir de emendas parlamentares. Outra ilustração dos benefícios desse modelo é a mais nova parceria do Centro de Tecnologia (CT) com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), que atrairá cerca de 7 milhões de reais para a Universidade em cinco anos. Não obstante, a relação da UFSM com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (FAPERGS) é estreitada constantemente. 

A TI como aliada 

[caption id="attachment_60792" align="alignleft" width="397"] Gustavo Kantorski destacou a importância da UFSM acompanhar os desenvolvimentos na área de TI (Foto: Ana Laura Iwai)[/caption]

Em relação ao papel da Tecnologia da Informação (TI) nas melhorias em planejamento, o Centro de Processamento de Dados (CPD) foi representado por seu diretor, o analista de TI Gustavo Kantorski. Em sua fala, ele afirmou que as mudanças na área exigem que a Instituição as acompanhe. Com mais de 30 mil pontos de rede espalhados pelo campus e 60 Km de fibra ótica, a UFSM interage com a sociedade através dessa tecnologia, entende o analista. Ainda, Gustavo acredita que esse aspecto se tornou ainda mais perceptível durante a pandemia, quando a TI foi o cerne para que as atividades da Universidade continuassem a acontecer e realizar seus trabalhos.

Aliado a isso, o diretor diz que houve uma mudança cultural na Instituição quanto à análise de dados. Segundo Gustavo, o conhecimento extraído dos dados e como ele afeta o usuário final tornou-se prioridade em Tecnologia de Informação. “Hoje, a TI é multidisciplinar, por tocar toda a sociedade. Logo, ela precisa estar altamente disponível para que serviços funcionem”, destaca. Gustavo encerra sua participação ao elencar o desejo de investimentos em Inteligência Artificial para haver a solução sustentável de problemas atuais. 

Comunicação no planejamento

[caption id="attachment_60793" align="alignright" width="334"] Maurício Dias falou sobre as relações entre comunicação e planejamento (Foto: Ana Laura Iwai)[/caption]

O painel encerrou-se com o jornalista Maurício Dias, Coordenador de Comunicação Social da UFSM. Para ele, o vínculo da área à Proplan e assim, ao planejamento, é algo raro na administração pública de Instituições Federais, mas que pode ser visto de forma muito positiva. Ele entende que a união das duas esferas proporciona resultados potencializados, com a comunicação a trazer indicadores e o planejamento, por sua vez, a interpretá-los. Assim como a TI, a comunicação perpassa toda a Universidade, enfatiza Maurício.

O jornalista também ressaltou o aspecto de comunicação pública realizado pelos veículos universitários, como a TV 55BET Pro, a qual pode exibir conteúdos de diversas áreas pertinentes à sociedade, além de exibir programação de outras universidades federais. As duas emissoras de rádio da UFSM, Rádio Universidade AM e UNIFM, igualmente foram citadas por Maurício, o qual orgulhou-se do crescimento da nova programação das mesmas, repleta de colunas, comentários, entrevistas, música, dentre outros formatos. Da mesma forma, Maurício enalteceu a importância do trabalho da Revista Arco em divulgação científica, principalmente no período da pandemia, destacou o papel da Unidade de Comunicação Integrada (Unicom) na produção de campanhas institucionais e da Agência de Notícias em informar tanto a comunidade acadêmica quanto a comunidade externa sobre tudo que envolve a universidade. Por fim, comentou sobre a relevância da comunicação interna na rotina de trabalho, como algo que deve ser praticado por todos.

Dados acessíveis 

[caption id="attachment_60794" align="alignleft" width="493"] Marcelo Kroth explicou sobre a importância da análise e visualização de dados (Foto: Gabrielle Pillon)[/caption]

Na reta final do encontro, o coordenador de Planejamento Informacional (COPLIN), Marcelo Kroth, contou ao público como é feita a visualização de dados com o Power BI e seu uso na coleta de informações quanto às necessidades da Universidade. Aliás, sua funcionalidade se estende à elaboração do Relatório Anual de Gestão, parte integrante do processo de prestação de contas da UFSM ao Tribunal de Contas da União (TCU). 

Power BI (business intelligence) é uma plataforma desenvolvida pela Microsoft, com foco em facilitar, de forma visual, a análise de dados de alguma organização e ajudar os gestores a obterem percepções mais profundas e completas sobre seus dados. Uma de suas aplicações pode ser vista no site da Proplan, em que dados da UFSM podem ser comparados com os de outras Instituições Federais de Ensino pelo país. Com essa ferramenta, Marcelo afirmou a possibilidade da gestão em fazer a leitura de informações para entender qual área está mais carente ou mais abundante em cada setor, para influenciar na aplicação de recursos e políticas.  Desta maneira, o coordenador da COPLIN alertou para o desafio de tornar o conjunto de dados mais acessível à população, com a tradução das informações para uma linguagem simples e assim, atender a demanda da sociedade. Marcelo também relatou os planos de centralizar a fonte de dados da UFSM, com o propósito de integrar as informações das unidades de ensino e demais setores.

Práticas em audiovisual

[caption id="attachment_60785" align="alignright" width="497"] Pedro Amaral falou sobre produção audiovisual (Foto: Gabrielle Pillon)[/caption]

Para encerrar a programação, o editor de imagens da TV 55BET Pro, o publicitário Pedro Amaral, ministrou uma oficina a respeito dos "Fundamentos da Produção Audiovisual". Em sua explicação, o público pode conhecer mais sobre as etapas de produção de um produto audiovisual, a escrita do roteiro com seus modelos e os principais programas de edição de vídeo, além de dicas sobre enquadramento e iluminação em fotos e vídeos. Pedro lembrou aos presentes que, quando se está em produção, deve-se definir para qual objetivo, público e plataforma o produto audiovisual em questão se destina, visto que cada um tem especificidades que devem ser consideradas no momento da produção. 

Texto: Gabrielle Pillon e Tatiane Paumann, estudantes de jornalismo
Edição: Mariana Henriques, jornalista

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2022/12/07/50-anos-planejamento Wed, 07 Dec 2022 13:05:27 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=60719

O planejamento da UFSM completou 50 anos em 2022. Para lembrar a data e promover a reflexão, a Pró-Reitoria de Planejamento realiza no dia 14 de dezembro, no Salão Imbembuí, o evento institucional sobre as cinco décadas da área. No mesmo dia da atividade, a UFSM completa 62 anos.

A programação terá duas etapas. Pela manhã, um momento para recuperar a história do planejamento e traçar perspectivas com quem esteve ou está à frente da área na UFSM. Pela tarde, um espaço para dialogar sobre os diferentes temas que compreendem a Proplan, incluindo a Comunicação Social e a Tecnologia da Informação.

A área do planejamento surgiu a partir da Assessoria de Planejamento (Asseplan) do Gabinete do Reitor, em 1972, implantada a partir do Parecer n. 014/72. A implementação da Pró-Reitoria de Planejamento foi aprovada a partir da Resolução n. 15/78 da UFSM, de 29 de junho de 1978. 

 PROGRAMAÇÃO

Pela manhã, a partir das 9h15, o painel "50 anos de Planejamento da UFSM" contará com a participação dos professores José Maria Pereira Dias, que atuou como pró-reitor entre 1993 e 1997, e Nilza Zampieri, pró-reitora entre 2005 e 2008. O painel terá mediação do atual pró-reitor, professor Rafael Lazzari.

O segundo painel, "Desafios e Perspectivas do Planejamento da UFSM", terá como convidados a vice-reitora, professora Martha Adaime, e os economistas Frank Casado, assessor do Gabinete do Reitor, e Joeder Soeres, coordenador de Planejamento Econômico. Todos já atuaram como pró-reitores de Planejamento. A mediação do painel será de Fernando Barbosa, pró-reitor adjunto da Proplan.

A programação da tarde, nominada "Proplan de cara nova: 2022 e além", terá como abertura a participação do professor Rafael Lazzari com o tema "Novas perspectivas da realidade universitária". Na sequência, a administradora Taiani Kienetz, coordenadora de Planejamento Administrativo, tratará da "Modernização Administrativa". A administradora Márcia Lorentz, coordenadora de Projetos e Convênios, apresentará o tema "Fundações de Apoio".  O analista de TI Gustavo Kantorski, diretor do Centro de Processamento de Dados (CPD), abordará "Planejamento e Tecnologia de Informação". O jornalista Maurício Dias, coordenador de Comunicação Social, e outros gestores dos setores de comunicação, falarão sobre "Planejamento e Comunicação".  

O analista de TI Marcelo Kroth, coordenador de Planejamento Informacional, trará dicas de Power BI, software utilizado para visualização de dados. A última participação da segunda etapa terá um caráter bem prático, voltado para o audiovisual, com a apresentação de Pedro Amaral, editor de imagens da TV 55BET Pro.

O evento é gratuito e aberto para interessados em geral, como gestores da Universidade, técnicos, professores e estudantes das áreas de administração, gestão pública, economia, ciências contábeis, comunicação social, design, tecnologia da informação e engenharia da produção. 

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As professoras Liliane Dutra Brignol (Coordenação) e Laura Storch (GT de Planejamento Estratégico e Autoavaliação) representaram o POSCOM na 4ª Etapa do IV Seminário Institucional de Avaliação e Planejamento da Pós-Graduação da UFSM, evento presencial que ocorre no Espaço Multidisciplinar de Pesquisa e Extensão da UFSM em Silveira Martins (UFSM Silveira Martins), entre os dias 22 e 25 de novembro de 2022.

A etapa final do seminário de acompanhamento de cursos, iniciado em julho, teve por objetivo a apresentação e discussão do diagnóstico, plano de metas e plano de ação dos Programas de Pós-graduação da UFSM com vistas a sua qualificação. 

O evento foi organizado com uma sessão de abertura com palestrantes externos no dia 22/11 pela manhã. Neste momento inicial, a discussão girou em torno do futuro da pós-graduação stricto sensu no Brasil, a partir de reflexões propostas pelos professores Connie McManus (UnB), Rui Vicente Oppermann (UFRGS) e Romildo Dias Toledo Filho (UFRJ).

Na sequência, foram propostas sessões temáticas (ao longo da semana) para acompanhamento dos cursos de acordo com a nota recebida na Avaliação Quadrienal 2021. A apresentação do Poscom foi realizada no segundo dia do evento, no turno da manhã, quando a coordenadora relatou os principais encaminhamentos do plano de metas e ações que nortearão o Programa nos próximos anos. O plano foi construído coletivamente, sob condução do GT de Planejamento Estratégico e Autoavaliação, que conta com a participação das professoras Liliane Brignol, Viviane Borelli, Laura Storch, Sandra Depexe e Sandra Rúbia da Silva, além de representação discentes e de egressos.

Mesa de abertura

O processo contou com reuniões de auto avaliação com todos os docentes (nos dia 18 de julho e 24 de outubro), reuniões específicas de trabalho do GT (nos dias 5 de julho, 28 de setembro, 21 de outubro), participação nas etapas anteriores do IV Seminário Institucional de Avaliação e Planejamento da Pós-Graduação da UFSM (lançado no dia 8 de julho, com treinamento sobre a Stela Experta e Stela Experta PG, nos dias 15 e 27 de julho, e reunião sobre Panorama Institucional da Avaliação Quadrienal e apresentação Painel de indicadores PG, no dia 13 de setembro), até a preparação para apresentação do plano de metas e plano de ação à PRPGP, durante o evento em Silveira Martins. 

Para o plano de metas e ações, o Poscom considerou os seguintes dados e etapas: Indicadores internos e externos (Relatório Sucupira 2017-2020; Ficha de recomendação; Painel de indicadores PRPGP; coleta Sucupira; reuniões de Colegiado e de autoavaliação; pesquisas anteriores realizadas com o corpo discente); Coleta swot (participação online de todos os docentes com síntese das percepções coletivas em reunião de 18/7), sistematização inicial pelo GT para formulação de metas e ações e consolidação dos dados e elaboração do plano em reunião docente realizada no dia 24 de outubro. Após ampla discussão, foram consolidados os objetivos e metas a compor o planejamento do Poscom, que foram referendados também em reunião do Colegiado.

Após a participação no seminário, foram recebidas sugestões de avaliadores externos e também será enviado um parecer com sinalizações a serem consideradas para ajustes no planejamento, que deverá ser apresentado para toda a comunidade acadêmica em breve. O seminário representou, ainda, uma oportunidade para troca de experiências entre os programas de pós-graduação da UFSM, o compartilhamento de desafios comuns e o relato sobre boas práticas.

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Aconteceu na tarde desta quinta-feira (9), no Salão Imembuí, no prédio da Reitoria da UFSM, uma reunião de trabalho entre os servidores da Pró-Reitoria de Planejamento (Proplan), do Centro de Processamento de Dados (CPD) e da Coordenadoria de Comunicação Social, que integrarão a estrutura da Proplan após a reestruturação. O pró-reitor de Planejamento, Rafael Lazzari, destacou que a reunião de trabalho foi uma demanda dos próprios servidores, e objetivou o compartilhamento de informações, visando a uma maior integração. "Nós temos que ocupar os espaços institucionais, e isso tem a ver com o nosso dia a dia", disse.

[caption id="attachment_58834" align="alignright" width="554"]Foto colorida horizontal mostra o pró-reitor, de barba, blazer preto, camisa branca, uma mão segurando o celular, a outra gesticulando, e na frente dele, de costas, o público sentado ouvindo sua fala Pró-reitor de Planejamento, Rafael Lazzari, destacou os objetivos do encontro (Foto: Tatiane Paumann)[/caption]

Lazzari apontou que, em um cenário de pós-pandemia, marcado por dificuldades orçamentárias, reestruturações de órgãos institucionais e outros desafios, é preciso, a partir de um olhar sobre os setores, sobre a estrutura da Proplan, trabalhar de forma cada vez mais integrada, com diálogo, sem retrabalho, com vistas a atender as necessidades da Instituição. "É dialogando que vamos crescer", enfatizou, acrescentando que os servidores cada vez mais serão desafiados a trabalhar de forma integrada.

A integração foi a tônica das falas da vice-reitora, Martha Adaime, e do reitor, Luciano Schuch, ambos presentes à abertura do encontro. Martha lembrou de sua passagem pela Proplan, e afirmou que a recente reestruturação da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd) foi inspirada no trabalho realizado pelo grupo do Planejamento. A vice-reitora se disse satisfeita por ver que o grupo agora vê a Proplan de maneira diferente, integrada à Comunicação e ao CPD. "A integração dos atores para o caminho que queremos seguir é fundamental", ressaltou.

Já o reitor elogiou o trabalho que vem sendo feito pela Proplan em todas as suas ações, e afirmou que a tendência é haver, cada vez mais, mais pessoas trabalhando no mesmo setor, melhorando a estrutura, por isso a importância da integração, de cada um parar para pensar no seu papel no todo, fazendo mudanças para impactar a sociedade. "A Proplan tem que ser o pulmão que vai dar ritmo à Universidade", disse Schuch. O reitor também destacou também como a diminuição no orçamento da Universidade acaba afetando a todos, com a diminuição de trabalhadores terceirizados dando apoio junto às coordenadorias. Nos últimos anos, 269 servidores e 400 terceirizados deixaram de trabalhar na Universidade. 

Após as falas, houve explanação sobre o trabalho desenvolvido pelo CPD, Coordenadoria de Comunicação Social, Coordenadoria de Projetos e Convênios (Coproc), Coordenadoria de Planejamento Informacional (Coplin), Coordenadoria de Planejamento e Avaliação Institucional (Coplai), Coordenadoria de Planejamento Administrativo (Coplad) e Coordenadoria de Planejamento Econômico (Coplec). Foram apresentados resultados e objetivos de cada coordenadoria, visando à integração com os demais setores da Proplan, de forma que seja cada vez maior a busca por melhores resultados para a Universidade.

Texto: Tatiane Paumann, acadêmica de Jornalismo, voluntária da Agência de Notícias
Edição: Ricardo Bonfanti, jornalista

 

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Professor Rafael Lazzari é o novo pró-reitor de Planejamento para a gestão 2022-2025

A questão orçamentária das universidades públicas brasileiras é um dos temas mais recorrentes do debate público brasileiro e ponto de preocupação nas instituições de ensino nos últimos anos. Desde 2014, as universidades têm sofrido decréscimos nos valores relativos às despesas discricionárias -  custeio e investimentos -, além de constantes contingenciamentos. O cenário se agravou desde a entrada em vigor da Emenda Constitucional 95, conhecida como a Emenda do Teto de Gastos, que estabeleceu um novo Regime Fiscal em que despesas e investimentos públicos ficam limitados aos mesmos valores do ano anterior, corrigidos pela inflação.

Em 2022, o orçamento para custeio e investimentos da UFSM previsto pela Lei Orçamentária Anual (LOA 2022) será de R$ 125.965.001,00. De acordo com o novo pró-reitor de Planejamento da UFSM, professor Rafael Lazzari, o orçamento retornou a um patamar menor do que 2019, o último ano de atividades presenciais antes da pandemia de COVID-19. 

Nesta entrevista à Agência de Notícias da UFSM, o pró-reitor falou sobre os desafios da instituição diante da defasagem orçamentária, as prioridades a serem apresentadas e discutidas pelas instâncias decisórias da universidade, o foco na garantia dos direitos dos estudantes na assistência estudantil, na qualidade do ensino, nos projetos estratégicos e outros assuntos relacionados.

Nomeado pró-reitor de Planejamento da UFSM para a gestão 2022-2025, Rafael Lazzari é zootecnista formado pela UFSM em 2002, com mestrado e doutorado em Zootecnia também pela instituição. Faz parte do corpo docente do  Programa de Pós-Graduação em Agronegócios (PPGAGR) e foi diretor do 55BET Pro da UFSM em Palmeira das Missões.

Agência de Notícias - Neste início de nova gestão, como a Proplan avalia o cenário financeiro da UFSM, com a perspectiva de retorno à presencialidade?

Rafael Lazzari - O retorno à presencialidade vai acontecer em abril. Com isso, a grande questão da Universidade se refere aos encargos necessários para o funcionamento da instituição.  Se compararmos ao ano de 2019 (último com atividades presenciais), o orçamento geral em  2022 apresenta R$ 10 milhões a menos em termos de valores nominais (sem contar a  inflação). Além disso, o custo dos encargos aumenta pelas correções dos contratos e aumento da demanda. O foco da instituição será dimensionar bem esses gastos, para atender as demandas que vão ocorrer pela volta às aulas.

AN - Para a realidade da UFSM em 2022, qual seria o patamar orçamentário ideal e o quão preocupante é a defasagem do orçamento deste ano?

Rafael Lazzari - Nunca é fácil dimensionar o “patamar ideal” de orçamento. Temos diversos tipos de gastos na instituição, demandas de ensino, pesquisa e extensão, contratos, obras, manutenção de equipamentos, reformas, recursos para a assistência estudantil, entre outros. Em relação a 2021, temos uma redução dos recursos disponíveis para investimentos (capital). No cenário atual, será difícil, por exemplo, iniciar novas obras. Se compararmos com o histórico dos últimos anos, desde 2015 temos uma defasagem orçamentária, principalmente a partir da Emenda do Teto de Gastos. 

AN - Na atual realidade orçamentária, como será a atuação da gestão, em especial o Planejamento? Já estariam definidas as áreas de atenção prioritárias ?

Rafael Lazzari - O planejamento da atual gestão será, cada vez mais, de qualificar o uso dos recursos, sem perder o foco na qualidade dos cursos de graduação e pós-graduação. Isto inclui manter a assistência estudantil, revisar constantemente os gastos de manutenção da Universidade, aumentar a captação de recursos em projetos, investir e valorizar a Inovação. Na questão de obras, há necessidade de reformas e qualificação dos espaços físicos existentes, visando a melhoria do ensino da pesquisa e extensão. A definição das áreas prioritárias será discutida e apresentada no Plano de Gestão, que será submetido ao Conselho Universitário ainda neste semestre.

AN - Uma pergunta que tem sido um questionamento constante para a comunidade nos últimos anos: a atual gestão trabalha com um cenário mais extremo, como o de paralisação das atividades ? 

Rafael Lazzari - A gestão trabalha com muita responsabilidade para atender às demandas, dentro do cenário orçamentário. A Universidade não vai parar as atividades, porém terá que ter muito controle na execução dos recursos, como mencionado nas questões anteriores.

AN - Quais áreas são mais preocupantes para este ano?

Rafael Lazzari - Todas as áreas são importantes, porém a manutenção da assistência estudantil e as despesas para o funcionamento básico são temas sempre em pauta. Ao mesmo tempo, a UFSM possui uma série de projetos estratégicos, além da preocupação em atender as demandas das Unidades de Ensino.

AN - E qual a avaliação sobre a situação da assistência estudantil?

Rafael Lazzari - Quanto à assistência estudantil, estamos dispondo de um montante de R$ 25 milhões para o exercício de 2022. No entanto, devido à volta das atividades presenciais, torna-se necessário a adoção de protocolos de biossegurança para retorno do funcionamento do restaurante universitário e moradias estudantis. Não obstante, os programas de assistência estudantil precisam ter a sua continuidade assegurada. Assim, existe risco desse valor ser insuficiente, considerando a defasagem ocorrida após a implementação do teto de gastos. 

Reportagem: Davi Pereira, Agência de Notícias da UFSM
Fotografia: Assessoria de Comunicação da UFSM Palmeira das 
Missõe

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O Conselho de Curadores e o Conselho Universitário (Consu) da UFSM aprovaram o Relatório de Gestão 2020. O Relatório é um documento oficial elaborado pelos responsáveis pela Unidade Prestadora de Contas (UPC), que tem como propósito oferecer uma visão clara para a sociedade sobre a prestação de contas e avaliação dos gestores. Ele é um meio democrático de monitorar e controlar a conduta dos agentes públicos, bem como aumentar a capacidade de aprendizado e a efetividade da administração pública na produção de resultados para a sociedade. Por meio deste Relatório é possível demonstrar, esclarecer e justificar os resultados alcançados no ano de 2020, de acordo com as metas estabelecidas pelo Plano de Gestão 2018-2021 e pelo Plano de Desenvolvimento Institucional 2016-2026 (PDI) da Universidade.

Na UFSM, o Relatório é organizado pela Coordenadoria de Planejamento Informacional (Coplin) e pela Coordenadoria de Planejamento e Avaliação Institucional (Coplai), vinculadas à Pró-reitoria de Planejamento (Proplan), e contou com a revisão da Coordenadoria de Comunicação Social e da Unidade de Comunicação Integrada (Unicom). O Relatório de Gestão 2020 foi estruturado em sete capítulos com informações em texto, gráficos, tabelas e links que dão acesso a outros materiais informativos da Universidade. Dentre os capítulos do Relatório, são apresentados os resultados conquistados pela instituição em 2020, através da estratégia prevista no PDI, que estabelece sete desafios com os quais a instituição se comprometeu, durante o período de 2016 a 2026: Internacionalização; Educação inovadora e transformadora com excelência acadêmica; Inclusão social; Inovação, geração de conhecimento e transferência de tecnologia; Modernização e desenvolvimento organizacional; Desenvolvimento local, regional e nacional; e Gestão ambiental.  

 

Resultados do Relatório de Gestão 2020

 

O relatório descreve os sete desafios institucionais, demonstrando seus resultados em relação ao plano de metas e objetivos estratégicos planejados no PDI. A grande meta da UFSM é consolidar-se como uma universidade de excelência, com um olhar nacional, pelo principal indicador universitário do país, o Índice Geral de Cursos (IGC), tomando como referência rankings universitários reconhecidos no exterior. O IGC é, no Brasil, o índice que representa a qualidade do ensino superior. Ele sintetiza, em um único conceito, que varia de 1 a 5, o índice de uma instituição. 

A UFSM tem como meta para 2022 estar entre as universidades brasileiras que possuem o conceito máximo do IGC, que é 5. Para atingir essa nota, é preciso obter um IGC contínuo de 3,945. Historicamente, a UFSM apresenta uma evolução no conceito contínuo do IGC, tendo apenas dois pontos de redução que foram nos anos de 2013 e 2015 . Desde 2018, o IGC faz parte da estratégia da UFSM, e o resultado da universidade mantém-se em evolução. No ano de 2019, último disponível, a UFSM manteve o IGC 4, apresentando um IGC contínuo de 3,907

 

 

Para ter um olhar internacional sobre a excelência, a UFSM tomou como referência o QS Ranking da América Latina, classificação reconhecida internacionalmente, que avalia aspectos como o impacto e produtividade da pesquisa, o comprometimento no ensino, a empregabilidade, o impacto on-line e a internacionalização nas instituições de ensino superior da América Latina. Atualmente, a UFSM está em 25° lugar entre as brasileiras participantes do ranking. A meta, para 2022, é estar entre as 20 melhores brasileiras colocadas no QS Ranking da América Latina. Nas últimas edições, a UFSM perdeu posições. No intuito de retomar e atingir a meta, a UFSM direcionará esforços, especialmente para os quesitos de internacionalização e impacto da pesquisa, avaliados pelo ranking.

 

 

O desafio da Internacionalização abrange objetivos direcionados ao aumento da inserção científica institucional, bem como ao desenvolvimento de ações relacionadas a proporcionar experiências de internacionalização aos alunos, incentivar a realização de convênios e parcerias internacionais e, ainda, à busca pela melhoria da infraestrutura de apoio para o acolhimento e integração internacional. Visando esses objetivos, a UFSM definiu como meta estar entre as 20 brasileiras mais bem posicionadas no pilar Internacionalização do QS Ranking América Latina. A dimensão Internacionalização do QS Ranking América Latina avalia o grau de abertura internacional, por meio das publicações em coautoria com pesquisadores estrangeiros.

 

 

 A Figura 11 mostra que desde a primeira edição em que participou do ranking, a UFSM ganhou nove posições no pilar internacionalização. Na última edição, atingiu o 22° lugar entre as brasileiras. A inclusão desse indicador no plano de metas confere a ele uma importância institucional, e esforços serão direcionados para atingir a 20ª posição, por exemplo, priorizando a qualificação de docentes no exterior e o contato dos estudantes com docentes e discentes de outros países.

A Educação Inovadora e Transformadora com Excelência Acadêmica representa o desafio 2, que aborda os objetivos voltados para a oferta de cursos de excelência integrados à sociedade, bem como a busca pela satisfação dos alunos e pela sua formação integral. Dessa forma, faz parte da estratégia da UFSM formar alunos em cursos com níveis de qualidade cada vez maiores. Parte-se do Conceito de Curso (CC), que é um indicador da qualidade do ensino para os cursos de graduação que não fazem Enade, e são avaliados por visitas in loco de técnicos do Ministério da Educação. É possível notar que no último resultado de avaliação em 2018, a UFSM aumentou 4% o seu percentual de cursos com CC 4 e 5, atingindo e mantendo a meta em 2019 de 96% .

 

 

Outro resultado de destaque da UFSM referente ao desafio 2, é o alcance e superação da meta de 85% dos cursos com conceito CPC 4 e 5 até 2022 no Conceito Preliminar de Curso (CPC). Como consta na figura 16, em 2019, 89% dos cursos da UFSM atingiram os conceitos 4 e 5. O CPC é um indicador de qualidade dos cursos de graduação, que indica o quanto a universidade agregou de conhecimento ao estudante, e na avaliação das condições oferecidas pela universidade, em termos de infraestrutura, corpo docente e recursos didático-pedagógicos. O CPC é um dos indicadores que compõem o IGC – Índice Geral de Cursos, por isso, ter bons resultados no CPC contribui diretamente para que a UFSM atinja a sua principal meta.

 

 

 

A Inclusão Social na UFSM faz parte da diretriz do desafio 3, que tem como objetivo fortalecer políticas de acesso à universidade e reforçar a assistência estudantil com foco na permanência dos estudantes, conclusão dos estudos e bom uso dos recursos. Abrange, ainda, objetivos voltados para disseminar uma cultura ética em relação à inclusão social e ao meio-ambiente, e preparar o corpo técnico e docente para lidar com os diferentes aspectos da inclusão social. A UFSM é referência pelas políticas de inclusão social que adota, tanto para o ingresso, quanto para a permanência e formação dos estudantes.

Dessa forma, a UFSM, através dos recursos de assistência, consegue proporcionar aos estudantes a garantia da conclusão do curso. Atualmente, 72,4% dos estudantes que recebem algum tipo de benefício socioeconômico conseguem concluir seu curso em até um semestre além do previsto. Esse dado é obtido através do Tempo de Formação, que  é adotado como um indicador da eficiência dos programas de assistência estudantil promovidos pela Universidade.  Ele representa o percentual de estudantes, dentre aqueles cadastrados em programas de Benefício Socioeconômico (BSE) e Plano Nacional de Assistência Estudantil (PNAES), que conseguem concluir o curso com, no máximo, um semestre além do tempo previsto de atraso. Para 2022, a UFSM deseja aumentar essa porcentagem de estudantes beneficiários de programas de assistência: a meta é que 80% dos estudantes consigam concluir o curso no prazo previsto.  

 

 

O Desafio 4, Inovação, Geração de Conhecimento e Transferência de Tecnologia está diretamente relacionado ao pilar de pesquisa da universidade, e abrange objetivos direcionados a desenvolver e inserir na sociedade tecnologias sociais e a produção artística e cultural; aumentar a inserção científica institucional; bem como fortalecer a inovação, o desenvolvimento tecnológico e a transferência de tecnologias para a sociedade. A estratégia para este Desafio foca na pesquisa e na inovação.

A UFSM atualmente possui 39 empresas incubadas recebendo apoio científico, tecnológico, suporte operacional e utilizando a infraestrutura da universidade para desenvolver seus projetos inovadores. Visando à expansão dos ambientes de inovação e empreendedorismo, articulando empresas, governo e universidades, nos últimos dois anos, o número de empresas incubadas na UFSM cresceu em 116%. A meta é que, em 2022, a UFSM possa oferecer esse suporte para 50 empresas, que terão as orientações e o planejamento necessários para se desenvolverem e sobreviverem no mercado.

 

 

Outra meta do desafio 4 está ligada à consolidação e excelência dos Programas de Pós-Graduação (PPGs). Atualmente, a UFSM conta com 14 PPGs com conceito 5, 6 e 7 avaliados pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), que utiliza critérios adequados a cada área de conhecimento, em uma escala de 1 a 7 pontos. A meta para 2022 é a UFSM ter 20 programas com conceitos 5, 6 e 7. Portanto, pelo menos 6 dos 24 programas que têm conceito 4 devem subir para o conceito 5 na próxima avaliação Capes.

 

 

O Desafio 5, Modernização e Desenvolvimento Organizacional está relacionado à gestão institucional, como fortalecer políticas de governança, transparência e profissionalização da gestão; otimizar rotinas administrativas e os sistemas de informação; aumentar a eficiência do processo de comunicação institucional; além de objetivos voltados ao aumento do orçamento recebido do governo federal e incremento da captação de recursos extraorçamentários.

No intuito de ter maior eficiência na gestão de seus encargos, (que são as despesas necessárias como energia elétrica, vigilância, limpeza e conservação para a instituição manter suas atividades) a UFSM se propôs a chegar em 2022 com uma redução real, destes gastos, de 18%, tendo como base o ano de 2019. Em 2019, o total de encargos da UFSM foi de R$ 75,4 milhões. Atingindo a meta, a projeção é que, em 2022, a UFSM tenha R$ 8,9 milhões a menos de gastos com encargos.

 

 

Desenvolvimento Local, Regional e Nacional são objetivos do Desafio 6, que está voltado ao relacionamento da Universidade com a sociedade. O foco estratégico está em fortalecer as ações de integração com a sociedade, especialmente por meio dos ambientes de inovação e de ações e projetos de extensão nos campi fora de sede, atuando ao mesmo tempo para consolidar ações e programas de extensão de referência em todos os oito eixos da extensão.

Dessa forma, a UFSM oferece e desenvolve diversas ações que oportunizam o desenvolvimento local, regional e nacional, como as atividades de empreendedorismo durante a formação acadêmica. Uma alternativa para qualificar o empreendedorismo na UFSM é através do Ranking de Universidades Empreendedoras (RUE). Na última edição do ranking, a UFSM atingiu a 9ª posição, entre as 123 brasileiras ranqueadas. Essa posição colocou a UFSM entre as universidades contempladas, em 2019, com um Termo de Execução Descentralizada (TED) Inovação, repassado pelo Ministério da Educação, no valor de R$ 1 milhão, o qual resultou em obras voltadas à inovação na Universidade. A meta é subir pelo menos uma posição até 2022, conquistando o 8º lugar entre as universidades mais empreendedoras do país

 

 

Outro foco estratégico do desafio 6, é estabelecer laços entre a comunidade acadêmica e a sociedade através dos projetos de extensão. Atualmente, a UFSM desenvolve ações de extensão em todos os municípios da região Centro Oeste gaúcha.  Em Cachoeira do Sul, 59% das cidades do entorno do campus contam com ações de extensão universitária da UFSM. Já na região Noroeste, 54% dos municípios das proximidades de Frederico e Palmeira são contemplados com ações extensionistas. A UFSM determinou como meta ampliar o percentual de cidades contempladas com ações de extensão desenvolvidas nos campi de Cachoeira do Sul, Frederico Westphalen e Palmeira das Missões. A meta é que, até 2022, 70% dos municípios das regiões Centro Oriental e Noroeste do Rio Grande do Sul tenham ações de extensão da UFSM. No entorno do campus sede, 100% das cidades são contempladas com ações extensionistas da universidade.



 

O último desafio do PDI é o da Gestão Ambiental, que está relacionado com a contribuição que a Universidade pode dar à sociedade, ao implantar um sistema de gestão ambiental que torne a UFSM modelo no tratamento de questões ambientais, bem como pela formação de indivíduos que tenham consciência ambiental. No âmbito deste Desafio, a UFSM já possui um conjunto de ações e práticas que vêm sendo implementadas há alguns anos.

Um exemplo da efetividade e contribuição dessas ações é o desempenho geral da universidade no GreenMetric Ranking, no qual a UFSM ficou entre as 25 universidades brasileiras mais sustentáveis. Para o ano de 2022, a meta é estarmos entre as 20 universidades com melhor desempenho sustentável no país. O GreenMetric Ranking considera, além dos critérios de mobilidade e energia e mudanças climáticas, aspectos relacionados ao ensino, à pesquisa e ao orçamento voltados para a sustentabilidade, o tratamento de água e resíduos, assim como a distribuição de áreas livres, de vegetação e de drenagem no espaço físico da instituição. 

 

Mudanças no Relatório de Gestão

 

De acordo com o coordenador da Coplin, Marcelo Lopes Kroth, o Relatório de Gestão vem passando por grandes mudanças em seu formato por meio de orientações do Tribunal de Contas da União (TCU). O novo formato do relatório apresenta uma visão mais integrada da universidade. “O Relatório de Gestão na forma de relato integrado não é simplesmente sobre a estrutura do relatório, mas sobre a forma de pensar a instituição, de aprimorar o sistema de comunicação da universidade com a sociedade e, quando melhoramos a comunicação, os objetivos que foram traçados no PDI são mais facilmente compreendidos por todos, tanto aqueles que tomam decisões, quanto pelos que executam as tarefas no dia a dia e também por toda a comunidade que é afetada por esses objetivos. O grande desafio é estimular o pensamento integrado, um esforço coordenado para a integração de diferentes setores para mostrar os valores que a UFSM entrega para a sociedade de forma clara, concisa e transparente."

A mudança no projeto gráfico do relatório possibilitou um entendimento mais acessível e dinâmico sobre a gestão da universidade através de fotografias, gráficos e de texto com uma linguagem mais cidadã, como explica Daniel Michelon de Carli, um dos responsáveis pelo projeto gráfico e diagramação do relatório. “O novo formato e trabalho gráfico do relatório está mais semelhante com a diagramação de uma revista do que um relatório tradicional, e isso possibilita o interesse da comunidade de fora da academia. A formatação também foi pensada para o meio digital, que acaba sendo o meio principal de acesso e distribuição desse material".

Reportagem: Ana Júlia Müller Fernandes, acadêmica de Jornalismo e estagiária na Unidade de Comunicação Integrada
Imagens: Reprodução / Relatório de Gestão UFSM 2020
Edição: João Ricardo Gazzaneo

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A UFSM conta com um novo documento norteador da estratégia institucional para os próximos dois anos. Aprovado recentemente, o Plano de Metas Institucionais para 2022 apresenta indicadores e objetivos para todos os sete desafios institucionais presentes no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) - um avanço em relação ao Plano de Metas anterior, que contemplava somente três. O alvo é ser uma Universidade de excelência.

Aprovado primeiramente pelo Comitê de Governança, Riscos e Controle da UFSM, em reunião em 19 de janeiro, e em seguida consolidado pelo Conselho Universitário (Consu), na sessão de 29 de janeiro de 2021, o Plano de Metas Institucionais da UFSM para 2022 é resultado da revisão do Plano de Metas 2018-2021, com a proposição de novos indicadores, no intuito de servir como um direcionador da estratégia institucional para o período.

O trabalho de revisão, segundo a coordenadora da Coordenadoria de Planejamento e Avaliação Institucional da Pró-Reitoria de Planejamento (Proplan), Giana Silva Giacomelli, foi realizado de julho a dezembro de 2020. O processo ocorreu em duas fases de encontros virtuais com os gestores universitários. As reuniões da primeira fase tiveram o intuito de contextualizar a situação das metas atuais e retomar sugestões que haviam sido discutidas na elaboração do Plano de Metas 2018-2021.

A partir dessas reuniões, foi construída uma visão geral da estratégia institucional, contemplando um novo horizonte de planejamento (2022) e o direcionamento de ações a serem priorizadas nesse período. Esta visão serviu de base para as reuniões da segunda fase, para as quais a equipe da Proplan organizou itens de medição que contemplassem a visão geral da estratégia institucional. A partir desses itens de medição, foram definidas as opções de indicadores e metas apresentadas aos gestores universitários.

Segundo Giana, o direcionamento da estratégia foi feito com o horizonte de 2022 levando em consideração que o próximo ano deve marcar o início da gestão da próxima Reitoria eleita. Com isso, a futura administração da Universidade tem o ano de 2022 como prazo para revisar o Plano e traçar a estratégia institucional para o próximo período.

Metas para os desafios institucionais

Os principais diferenciais do Plano de Metas para 2022 são a integração ao Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) e a apresentação de indicadores e metas para todos os desafios institucionais contemplados no PDI, enquanto o planejamento anterior contemplava apenas três dos sete desafios. "Pode-se dizer que o foco principal é o alcance da visão institucional, com a meta de 'ser uma Universidade de excelência', de forma que todos os outros indicadores, de alguma forma, colaboram com o alcance dessa grande meta", avalia Giana.

Os principais objetivos estipulados no Plano são evoluir da nota 4 para 5 no Índice Geral de Cursos (IGC) até o próximo ano e ficar entre as 20 melhores universidades brasileiras no QS Ranking para a América Latina - atualmente a UFSM figura entre as 25 primeiras. Confira, em linhas gerais, os objetivos para cada um dos sete desafios do PDI:

- Desafio 1 - Internacionalização: aumentar a qualificação e pesquisa internacional, com mais alunos e professores estrangeiros;
- Desafio 2 - Educação Inovadora e Transformadora com Excelência Acadêmica: mais concluintes, satisfação e inserção na sociedade;
- Desafio 3 - Inclusão Social: mais efetividade nas ações já realizadas;
- Desafio 4 - Inovação, Geração de Conhecimento e Transferência de Tecnologia: ter mais pós-graduandos, mais pesquisas de impacto e inovação;
- Desafio 5 - Modernização e Desenvolvimento Organizacional: mais recursos externos e governança e menos encargos;
- Desafio 6 - Desenvolvimento Local, Regional e Nacional: mais visibilidade, presença regional e impacto direto;
- Desafio 7 - Gestão Ambiental: mais reconhecimento nas práticas adotadas pela UFSM.

Giana lembra que os sete desafios institucionais representam um compromisso assumido pela comunidade acadêmica no PDI 2016-2026. Os desafios 2 - Educação Inovadora e Transformadora com Excelência Acadêmica, 4 - Inovação, Geração de Conhecimento e Transferência de Tecnologia e 6 - Desenvolvimento Local, Regional e Nacional têm relação direta com o tripé ensino, pesquisa e extensão.

Já os desafios 1 - Internacionalização, 3 - Inclusão Social e 7 - Gestão Ambiental representam aspectos que ultrapassam esse tripé, mas também foram elencados como direcionadores do desenvolvimento institucional. Todos estes são suportados pelo desafio 5 - Modernização e Desenvolvimento Organizacional, o quarto pilar das universidades, que representa a gestão universitária.

Plano de Metas e PDI

O Plano de Metas recentemente aprovado para a UFSM tem ligação intrínseca com outros documentos institucionais, em especial o PDI. De acordo com o pró-reitor adjunto de Planejamento e coordenador da Coordenadoria de Projetos e Convênios, Fernando Pires Barbosa, o PDI deve ser visto como o direcionador da estratégia de desenvolvimento institucional, com um olhar de longo prazo no qual estão presentes as diretrizes sobre as quais a Instituição pretende se desenvolver durante o período de vigência.

O Plano de Metas é parte integrante do PDI, e materializa as diretrizes e objetivos gerais previstos no PDI em um conjunto de metas a serem alcançadas. "Na prática, o Plano de Metas indica o ritmo que a Universidade pretende avançar em cada um dos seus desafios institucionais. É no Plano de Metas que fica materializada a estratégia da Instituição, indicando, por exemplo, os índices de qualidade a serem alcançados pelos cursos, questões relativas à evasão, abertura de cursos de pós-graduação, projeção científica e tecnológica, entre outros", explica Fernando.

Já o Plano de Gestão expande essa visão, complementando-a com quais ações e projetos serão realizados para alcançar as metas previstas. Como o próprio nome diz, este plano é inerente ao período de gestão da Reitoria. O Plano de Metas não tem essa restrição, podendo ser mais longo ou mais curto, conforme a Instituição julgar mais adequado.

"De maneira simplificada, podemos dizer que o PDI é o direcionador da estratégia institucional, o Plano de Metas é o ritmo com que a estratégia será implementada, e o Plano de Gestão são as ações e projetos que serão executados para cumprir a sua estratégia. Todos estão interligados entre si e, como todo plano, são passíveis de mudança à medida que o tempo passa e os cenários internos e externos vão sendo modificados", observa Fernando.

Impacto da pandemia no Plano de Metas

A suspensão das atividades presenciais na UFSM no ano passado devido à pandemia de Covid-19 provocou alterações no processo de elaboração do Plano de Metas, mas não afetou o resultado final. Segundo Giana, as reuniões virtuais e toda a organização diferenciada necessária foram desafios a serem superados, mas trouxeram muito aprendizado. Além disso, o contexto da pandemia e seus possíveis impactos futuros foram considerados na definição das metas, especialmente nas relacionadas à formação acadêmica e evasão, bem como nas relacionadas à internacionalização e gestão universitária. 

No momento, a equipe da Proplan está organizando um site de acompanhamento do Plano de Metas, que será divulgado oportunamente. O próximo passo é conseguir que todas as unidades universitárias possam "se enxergar" nesse plano e identificar a forma como contribuem com a estratégia da UFSM. "A expectativa é de que a cultura de ter indicadores e metas para nortear a estratégia institucional se perpetue na Universidade", afirma Giana.

Texto: Agência de Notícias da UFSM

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A Unidade de Comunicação Integrada (Unicom), vinculada à Pró-reitoria de Planejamento (Proplan),  publicou nesta semana o Relatório Clipping 2020. O material detalha e analisa qualitativa e quantitativamente notícias, reportagens, notas, colunas, artigos e demais inserções sobre a universidade publicadas nos veículos de imprensa durante o ano de 2020, além de comparar os resultados com o ano anterior.

Segundo o levantamento, em 2020 foram publicadas 3.264 notícias e afins sobre a UFSM, abrangendo veículos de comunicação com projeção regional, estadual, nacional e internacional. Fora do país, a UFSM foi destaque em reportagens de veículos como The New York Times e National Geographic. O assunto com maior destaque, em função do contexto atual, foi a pandemia da Covid-19, mostrando a forte atuação da universidade em diversas frente contra a doença. Outros temas com maior notoriedade na mídia foram o Descubra UFSM, os 60 anos da universidade, a Jornada Acadêmica Integrada (JAI), o Sisu e as descobertas do Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica (CAPPA). Conforme as informações que constam no relatório, o número de publicações aumentou em comparação ao ano de 2019, quando foram veiculadas 2.898 notícias sobre a universidade.

Além dessas informações, o relatório traz ainda o cálculo de mídia espontânea, a classificação das notícias de acordo com os sete desafios do Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da UFSM, fontes mais citadas, tipos de veículos, projeção geográfica, entre outros. 

Para o jornalista e diretor da Coordenadoria de Comunicação Social da UFSM, Maurício Dias, o clipping é um instrumento importante para a assessoria de imprensa e relacionamento com a mídia, e também serve como auditoria de imagem da universidade. “A partir desse trabalho é possível monitorar a forma como os veículos de comunicação vem tratando a nossa universidade, se é de maneira neutra, negativa ou positiva. Esse monitoramento também é importante para pensarmos em novas estratégias de relacionamento com a imprensa e identificar outras pautas que podem ser trabalhadas pela universidade”, destaca.

Como é feito o clipping da UFSM?

O clipping é realizado diariamente pela equipe da Unicom, que faz o monitoramento fixo de 34 portais de notícias, incluindo sites, blogs, emissoras de rádio e de televisão. Também são recebidos alertas via e-mail da assessoria de imprensa da UFSM, e monitoramentos específicos. A partir disso, os dados são inseridos no sistema e é gerada uma página com as informações através da plataforma Power BI. As informações podem ser acompanhadas na página da Análise de Visibilidade Midiática da UFSM

Texto: Luana Giazzon, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Unidade de Comunicação Integrada
Edição: João Ricardo Gazzaneo

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A UFSM vem passando por um processo de modernização administrativa que impactará positivamente nas unidades da Instituição (pró-reitorias, órgãos de apoio, suplementares e executivos, bem como unidades de ensino). O trabalho teve início em junho de 2017, motivado pela necessidade de busca da excelência na gestão universitária. Atualmente o projeto encontra-se em sua quarta fase, de otimização dos processos e estruturas. Alguns resultados já são perceptíveis.

O pró-reitor de Planejamento da UFSM, Frank Leonardo Casado, relata que, em seis décadas de existência, a UFSM tem experimentado diferentes enfoques e práticas gerenciais, resultado de mudanças internas e externas à Instituição. Este ambiente dinâmico, segundo ele, leva à necessidade de melhoria e inovação da estrutura organizacional existente. "Fator importante também é romper com paradigmas contraproducentes, além da necessidade do acompanhamento da própria evolução da gestão pública, com a importância da implementação da governança no contexto institucional", destaca.

Assim, buscando a excelência na gestão universitária, o Projeto de Modernização Administrativa da Reitoria da UFSM tem como principais objetivos o mapeamento e otimização dos processos da UFSM; uma mudança de cultura, através da implementação de um novo modelo de gestão baseado em processos, alinhamento com a tecnologia da informação (TI) e modernas ferramentas de gestão; definição de um modelo de dimensionamento de pessoal e de competências; redesenho organizacional; e a implementação da gestão arquivística.

O projeto de modernização já mapeou e validou, até meados de maio, 667 subprocessos e atividades, que foram agrupados em 24 macroprocessos da Instituição. Os processos mapeados e validados, disponíveis no Portal de Processos, estão auxiliando a elaboração das propostas de reestruturação das unidades.

As próximas fases do projeto consistem na implementação de uma reestruturação das atuais unidades, inclusive para atender às recentes exigências legais do contexto nacional, como a extinção de cargos em comissão e funções gratificadas (ver abaixo), corroborando para a necessidade de uma reestruturação organizacional da UFSM, de forma que continue ofertando serviços de qualidade com uma estrutura mais enxuta. Também está prevista a implementação da gestão por competência na gestão de pessoas; da gestão arquivística em cada processo mapeado; da gestão de riscos estratégicos e operacionais; e da gestão da informação e do conhecimento para a tomada de decisão.

Essas fases, conforme o pró-reitor, estão desencadeando a reformulação das competências de unidades administrativas e exigindo a capacitação da comunidade acadêmica. "A reestruturação poderá trazer impactos qualitativos – frutos da manutenção e melhoria dos serviços ofertados, com uma estrutura mais enxuta – e quantitativos, podendo ser observados pela economia gerada pela melhoria de processos, tais como a diminuição do tempo de execução", relata Frank. Um exemplo é o processo de afastamento eventual, que já foi otimizado na UFSM.

Medidas do governo alteram o processo

O trabalho de modernização administrativa teve seu andamento alterado devido a medidas recentes do governo federal. Ainda em 2018, o Decreto nº 9.262 extinguiu 30 cargos na UFSM e vedou a abertura de concurso público para 332 servidores técnico-administrativos em educação (TAEs). Já o Decreto nº 9.725, de 12 de março de 2019, cortará 354 funções de função gratificada (FG) níveis 4 a 7. Atualmente, a UFSM conta com 937 funções gratificadas e cargos de direção, devendo passar para 583 a partir de 1º de agosto, quando o decreto entrará em vigor.

Além destes há ainda o Decreto nº 9.739/2019, que revogou determinação de 2009, passando a exigir o cadastro da estrutura no Sistema de Organização e Inovação Institucional do Governo Federal (Siorg). Para que a estrutura organizacional da UFSM esteja corretamente informada no Siorg, terá que sofrer alterações significativas, enquadrando-se à legislação federal, principalmente no que diz respeito às estruturas das coordenações de curso de graduação e de pós-graduação, que contam com a designação de Função Comissionada de Coordenação de Curso (FCC), função esta exclusivamente utilizada para remunerar coordenação acadêmica, ou seja, não se pode exercer coordenação administrativa.

Desse modo, estas coordenações de cursos não podem ser consideradas unidades administrativas, de acordo com a Lei 12.677/2012. "Deverá ser revista a posição das secretarias dos cursos, pois, atualmente, encontram-se subordinadas às coordenações de cursos. Além disso, o decreto que extingue as FGs também exige o repensar da estrutura destas secretarias, pois essas estruturas utilizam em sua maioria as FGs que serão extintas", observa Frank.

Assim, estes decretos alteraram o andamento do trabalho de modernização administrativa, no sentido de ampliação do escopo: inicialmente estava focado na Reitoria, mas hoje também estão sendo trabalhadas as unidades de ensino. Além disso, o prazo de entrega da proposta de reestruturação deve ser adequado aos prazos estabelecidos nos decretos. 

O pró-reitor ainda salienta que a proposta de reestruturação, que deveria tomar por base os processos devidamente otimizados, deverá, além disso, enquadrar-se à nova realidade do contexto nacional, ou seja, adaptando-se às disponibilidades de FGs e cargos de direção (CDs) atuais, visto que só se pode criar uma unidade organizacional com a sua respectiva chefia (FG e/ou CD), e como serão extintas 354 chefias, a estrutura deverá ser ainda mais enxuta.

Como é hoje e como deverá ser

A estrutura da UFSM atualmente pode ser considerada como de departamentalização heterogênea, conforme a teoria administrativa, pois apresenta unidades que perpassam praticamente todos os tipos do que seria uma departamentalização horizontal, isto é, composta por estruturas agrupadas por funções/atividades, serviços/produtos, especialidade/especialistas e, inclusive, por ato normativo legal. Além disso, também há todos os níveis de gestão da departamentalização vertical: estratégico, tático e operacional.

Para o pró-reitor de Planejamento, o principal problema da estrutura atual da UFSM não é o fato de ser departamentalizada ou heterogênea, e sim, a confusão conceitual que se criou culturalmente na Instituição de que cada atividade ou tarefa deve ser executada em uma unidade administrativa específica, resultando em estruturas extremamente segmentadas, o que dificulta a visão do todo, inclusive na execução das atividades dos processos, quando analisados na íntegra, pois cada setor só domina a sua parte no processo.

E qual seria o modelo ideal para a Instituição? O Manual de Estruturas Organizacionais da Universidade Federal de Santa Maria, recentemente lançado (ver abaixo), traz conceitos presentes na literatura mundial sobre o tema e, principalmente, referências de modelos estruturais encontrados em instituições federais de ensino superior: a departamentalização vertical ou hierárquica e a departamentalização horizontal. Porém, segundo o pró-reitor, o que se pretende é padronizar tais estruturas, no sentido de definição de níveis de gestão, e organizar o desenvolvimento das atividades rotineiras da melhor maneira possível, levando em consideração os processos já mapeados, até se adquirir a maturidade suficiente para definir uma estrutura baseada no modelo por processos.

O modelo por processos, inclusive, está previsto no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) 2016-2026: “Para tornar-se uma Instituição moderna, sem contrariar os aspectos legais, éticos e morais, a UFSM deverá basear a sua gestão organizacional em alguns basilares, quais sejam: um sistema de compliance eficiente e uma arquitetura organizacional fundamentada em metodologias modernas, coerentes com os anseios da comunidade interna e externa e dentro do conceito de gestão por processos”.

A intenção é que a departamentalização na UFSM siga, em ordem de prioridade, dois critérios. O primeiro deles é a integração: quanto mais as atividades trabalham integradas, mais razão há para ficarem no mesmo departamento. Neste sentido, processos e atividades com alto grau de integração, interdependência ou semelhança, devem preferencialmente ficar no mesmo departamento. Desta forma, a divisão do trabalho entre as equipes proporciona o aprendizado organizacional, maior integração, compartilhamento de soluções e atividades, bem como a melhor coordenação de processos correlatos. Outro critério é a diferenciação: de regra, as atividades diferentes quanto à natureza devem ficar em departamentos separados.

"Uma mudança estrutural é um processo longo, pois envolve a mudança de cultura organizacional, envolve mudanças que impactam na vida das pessoas", analisa Frank, acrescentando que a mudança será advinda da padronização das unidades e subunidades, de acordo com suas competências e processos, corrigindo possíveis distorções entre a denominação da estrutura, a denominação da autoridade e o nível de cargo.

Por enquanto, a estrutura organizacional da UFSM não sofreu alterações decorrentes do Projeto de Modernização, visto que a quarta fase, que aborda a otimização dos processos e estruturas, ainda está no início. Além disso, algumas das propostas de reestruturação tiveram de ser remodeladas devido aos decretos governamentais. As mudanças, enfatiza Frank, deverão estar de acordo com os prazos determinados por tais decretos.

Manual de Estruturas Organizacionais da UFSM

A Coordenadoria de Planejamento Administrativo (Coplad) da Proplan lançou em maio o Manual de Estruturas Organizacionais da UFSM, documento que reúne conceitos referentes aos tipos de departamentalização, assim como seus princípios, critérios e metodologia, visando à padronização, modernização e profissionalização da gestão institucional, além de oferecer orientações técnicas para a criação, organização e reestruturação de unidades organizacionais da universidade.

O documento também apresenta esclarecimentos sobre cargos de direção, funções gratificadas e sobre estrutura organizacional, abordando a Metodologia de Estrutura Tríplice, que divide a estrutura organizacional em três categorias: estrutura de base permanente (no caso da UFSM, pró-reitorias, Gabinete do Reitor, unidades de ensino, etc), estrutura semipermanente ou órgãos colegiados (conselho, comissão permanente e comitê) e estrutura temporária (programa, projeto, comissão temporária e grupo de trabalho).

De acordo com Frank, o documento serve como ferramenta conceitual para auxiliar os gestores na definição das unidades e subunidades pelas quais são responsáveis, auxiliando na (re)construção das competências destas, das atribuições dos chefes e dos processos que estão sob responsabilidade das unidades e subunidades ou em que estas participem.

"Consideramos o manual não como resultado do trabalho de reestruturação, mas como material de apoio para subsidiar a construção de propostas que considerem aspectos políticos aliados às questões técnicas e legais que precisam ser atendidas", avalia.

O manual e outras informações estão disponíveis para a comunidade acadêmica no site de Arquitetura Organizacional da Proplan.

Comunidade acadêmica envolvida na reestruturação

A reestruturação administrativa da UFSM está sendo trabalhada em conjunto com a comunidade acadêmica. Todas as unidades estão discutindo suas estruturas, com acompanhamento da equipe do Projeto de Modernização. Os dirigentes das unidades – de ensino e administrativas – participam ativamente das discussões, visando alcançar a estrutura que melhor atenda às demandas da comunidade universitária, considerando todo o contexto da Instituição e a legislação vigente.

O pró-reitor de Planejamento, juntamente com a equipe da Coplad, tem se reunido com as unidades e subunidade da UFSM, explicando a metodologia proposta no manual de estruturas e disponibilizando os processos mapeados/validados do setor, para facilitar as discussões e o redesenho da estrutura organizacional das unidades.

A partir deste material e do primeiro encontro, as equipes estão se reunindo, discutindo internamente e elaborando suas propostas, para apresentá-las à Proplan até este mês de junho. De posse destas propostas, a equipe analisará se estão de acordo com a metodologia trabalhada no manual, com os processos validados na Instituição e com a disponibilidade de FGs e CDs da Universidade.

A partir da consolidação das propostas encaminhadas, a Proplan validará a proposta de cada unidade e/ou encaminhará uma contraproposta com as adequações necessárias até que se obtenha uma proposta final a ser encaminhada aos Conselhos Superiores da Instituição, para análises e discussões, até a obtenção da homologação de tais propostas. 

Texto: Agência de Notícias

Foto: Raquel Elise de Moraes/Arquivo

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O Gabinete do reitor da UFSM publicou nesta terça-feira (4) uma série de perguntas e respostas sobre a Instrução Normativa 02, de 12 de setembro de 2018. 

Publicada pelo Ministério de Planejamento e Gestão, a IN 02 estabelece orientação, critérios e procedimentos gerais a serem observados acerca do controle da jornada de trabalho nos órgãos e entidades integrantes da Administração Pública Federal. 

 

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