UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com Universidade Federal de Santa Maria Mon, 09 Mar 2026 23:12:11 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com 32 32 UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/2025/08/19/mais-uma-edicao-do-viva-o-campus-do-patrimonio-cultural-no-dia-24-08 Tue, 19 Aug 2025 18:44:16 +0000 http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/?p=13339

A Universidade Federal de Santa Maria, por meio da Pró-Reitoria de Extensão UFSM, através da Coordenadoria de Cultura e Arte, promove, neste domingo, 24 de Agosto, o Viva o 55BET Pro  do Patrimônio Cultural. O evento integra as ações da universidade em alusão ao Dia Estadual do Patrimônio Cultural, as atividades são abertas a toda comunidade e acontecem das 15h às 19h.

O Viva o 55BET Pro busca incentivar a participação cultural e artística da comunidade, promovendo a conscientização e o cuidado com o Meio Ambiente ao trazer a sociedade para o campus da Instituição. Realizado desde 2014, a ação tem ganhado espaço na agenda de Santa Maria, ressaltando as habilidades e as experiências movimentadas pela UFSM nas diversas áreas de atuação institucional.

A edição de 2025 contará com a presença dos parceiros do VC: da Polifeira do Agricultor; Sessões no Planetário abertas ao público; e do mais novo parceiro o LabCuni que oferece uma experiência única realizando o piquenique com os coelhos, da Mostra de Morfologia, do Projeto Hangar e de atividades no Jardim Botânico.

Confira a programação:

Atividades Parceiros VC:
Jardim Botânico 

15h às 18h

Visita livre ao telhado verde

Reinauguração do novo jardim sensorial com visitas livres

Exposição de animais taxidermizados

Horta mandala

Planetário

Sessões de Cúpula

15h - Da Terra ao Universo
16h - O Mundo Virtual de Arthur + As Aventuras de Zito
17h - Estrelas dos Faraós

Piquenique com o Coelho

15h às 18h

Local: Largo do Planetário

Interação com os coelhos do LabCuni

Mostra Morfo

Exposição da Morfologia
15h às 18h
Prédio 19

Projeto Hangar Aeroespacial
15h-18h: 

* Apresentações gerais

* Simulador de voo

* ⁠15:30 - Oficina de minifoguetes

Local: Prédio H (Em frente ao INRI e do lado do GPMOT, final da rua do INPE)

Presença da Polifeira do Agricultor 

Local: Largo do Planetário

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Para celebrar o aniversário da UFSM, a PoliFeira do Agricultor, em parceria com a feirante Rosângela Moro, promoveram um bolo de 2 metros de comprimento e 73 centímetros de largura. A sobremesa foi recepcionada aos gracejos de estudantes, servidores e feirantes, além de, o tradicional “parabéns pra você”, cantado em coro pela comunidade acadêmica e acompanhado pelo reitor, Luciano Schuch, e pela vice-reitora, Martha Adaime.

Chegada do bolo de 63 anos da UFSM. (Foto: Mariane Machado)

A feirante Rosângela, proprietária da banca Empório Rosângela Moro e integrante da PoliFeira há seis meses, comenta: “Recebemos o convite 2 dias antes do evento. Fiquei honrada e ao mesmo tempo nervosa, porque eu nunca havia montado um bolo de aniversário, minha especialidade são bolos caseiros”. Os bolos da confeiteira fazem sucesso e para esse desafio ela contou com a ajuda da mãe Ana Lucia Moro, do pai Nilton Moro, e da funcionária Ana Lucia Geraldo.  

A montagem do bolo ocorreu durante a manhã da Quinta-feira (14), no Laboratório de Processamento de frutas e Panificação do Colégio Politécnico, com um recheio de chocolate e Prestígio. Já na decoração, Rosângela resolveu inovar, criando um conceito especial para a ocasião. “Utilizei um merengue suíço com limão siciliano maçaricado, para dar a ideia do marrom remetendo a terra fértil". Para complementar a decoração foram utilizadas frutas e flores, todas vindas de bancas da feira. Nesse sentido, a confeiteira explica a mensagem que gostaria de transmitir com os elementos escolhidos na decoração do bolo: “Há 63 anos a UFSM lança sementes em terras férteis, para que frutifiquem e floresçam pelo mundo.” afirma. Rosângela ainda contou com o incentivo de Cristiano Dotto, coordenador da PoliFeira, que a acompanhou e deu suporte durante todo o evento.  

A agricultura familiar esteve presente 

Para completar os festejos de aniversário, a PoliFeira do Agricultor teve uma edição especial no estacionamento da reitoria, com todos os produtos provenientes da agricultura familiar. A edição ocorreu das 8h da manhã até as 17h da tarde, contando com 11 bancas no local.

O coordenador Cristiano Dotto, comenta a importância da participação da feira no evento: “Primeiro é um reconhecimento da própria instituição, para com a finalidade do projeto, que desde o início tem o intuito de reconectar aquele que consome com quem produz o alimento, isso reflete em qualidade de vida.” afirma. Dotto também comenta a função social da feira. “Hoje eu vejo a PoliFeira como um lugar de socialização tanto de quem vende com quem compra, mas também onde amigos se encontram para tomar um suco para conversar e interagir, ali você vê pessoas de todos os centros”, finaliza ele.

HORÁRIOS E LOCAIS:

– PoliFeira do Agricultor no campus sede da UFSM: todas as quintas-feiras no Largo do Planetário, das 13h às 17h30min; todos os domingos no Largo do Planetário, das 14h às 18h.

– PoliFeira do Agricultor na Avenida Roraima: todas as terças-feiras, entre a Faixa Velha e a Faixa Nova de Camobi, das 7h às 12h30min;

Texto: Victor Souza, acadêmico de Jornalismo e bolsista da PoliFeira do Agricultor

Revisão: Assessoria de Comunicação do Colégio Politécnico da UFSM

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2023/12/14/aniversario-tem-que-ter-bolo-comemoracao-dos-63-da-ufsm-segue-durante-a-tarde Thu, 14 Dec 2023 22:06:31 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=64863 [caption id="attachment_64864" align="alignright" width="501"] A vice-reitora, Martha Adaime, e o reitor, Luciano Schuch, deram início ao canto de parabéns à UFSM[/caption]

“Parabéns pra você, nesta data querida! Muitas felicidades, muitos anos de vida!”. O tradicional canto presente nas festividades de aniversário também fez parte da comemoração dos 63 anos da UFSM. Na tarde desta quinta-feira, 14, a programação, que iniciou de manhã com o lançamento do VT Institucional e premiação de pesquisadores, teve sequência com um momento simbólico de “parabéns pra você” e entrega de bolo.

O momento iniciou com a fala do reitor, Luciano Schuch, e da vice-reitora, Martha Adaime, que parabenizaram a UFSM pelos 63 anos e deram início ao canto de parabéns para a Universidade, que foi acompanhado por alunos, técnico-administrativos em educação e docentes que estiveram presentes no hall da Reitoria. A vice-reitora destaca que essa integração é importante porque representa todos que passam pela UFSM e por trazer símbolos que não podem faltar em uma festa de aniversário. “Durante a organização dessa programação, nós pensamos que aniversário tem que ter bolo, né? Aí o desafio de fazer um bolo que pudesse ser partilhado com diversas pessoas”, completa Martha. E o resultado foi um bolo de 2 metros de comprimento e 73 centímetros de largura.

[caption id="attachment_64865" align="alignleft" width="500"] Bolo era recheado de chocolate com merengue de limão siciliano[/caption]

A responsável por garantir que o aniversário da UFSM tivesse o tradicional bolo foi Rosângela Moro. Ela é feirante na Polifeira do Agricultor há seis meses e conta que foi um desafio em dose dupla: “Primeiro, pelo tamanho. E o segundo desafio foi aprender a fazer o bolo [risos] porque foi meu primeiro bolo de aniversário assim. Eu tive que estudar, pesquisar e fazer as medidas certinhas. A intenção da decoração foi criar um caminho, que foi composto por frutas orgânicas da Polifeira - por significar a jornada de quem fez parte da história da UFSM. O merengue maçaricado foi usado para remeter ao marrom da terra e à fertilidade. 

As massas e os recheios foram feitos na indústria familiar em que Rosângela atua e a montagem foi realizada no laboratório do Politécnico com a ajuda dos pais e da funcionária Ana. Apesar do desafio, Rosângela conta com um sorriso largo sobre a experiência: “Eu confesso que escorreu uma lágrima, tô muito emocionada. Quando o bolo chegou todo mundo gritou e para mim foi incrível, não sei nem explicar”, afirma a feirante. 

[caption id="attachment_64866" align="alignright" width="505"] Dezenas de pessoas se reuniram para momento do parabéns e distribuição do bolo[/caption]

O bolo de aniversário feito pela Rosângela foi compartilhado com as dezenas de pessoas que estiveram no local, como Adriana Ribas, servidora da Instituição desde 1991. Ela conta que participa da programação há mais de 30 anos e, neste ano, não poderia ser diferente. “Para mim é uma honra porque eu sou uma das pessoas que está há bastante tempo aqui. Me sinto orgulhosa de fazer parte do time da Universidade. A UFSM é tudo de bom”, afirma Adriana.

A programação do 63º aniversário da UFSM segue durante a noite. Às 20h, no Centro de Convenções, será realizado o espetáculo Concertos Sinfônicos: Beatles Everywhere, uma parceria da Orquestra Sinfônica de Santa Maria com a Magical Mystery Band.

Texto e fotos: Thais Immig, estudante de jornalismo e voluntária da Agência de Notícias
Edição: Mariana Henriques, jornalista

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/experimental/revistatxt/2023/07/13/raizes-que-contam-historias Thu, 13 Jul 2023 12:00:37 +0000 http://www.55bet-pro.com/midias/experimental/revistatxt/?p=3809
Fotografia horizontal e colorida  de quatro pessoas de pele branca, em pé em frente a uma casa velha de madeira. São duas mulheres no centro, e dois homens, um em cada extremidade. Eles sorriem levemente. No lado esquerdo está o Senhor Darci, de pele clara, estatura média e com aproximadamente 60 anos. Ele veste uma camisa gola polo preta, uma calça jeans escura e usa um chapéu de palha. Ele está de mãos dadas com Dona Maria, que está ao seu lado. Ela tem pele clara, estatura média e com aproximadamente 60 anos. Tem cabelos brancos presos em rabo de cavalo. Ela veste uma camiseta preta com uma estampa da logo do “Feirão Colonial” e uma leggin preta. Ao seu lado, está Ana Paula, mulher de pele clara, com cabelo castanho escuro preso em rabo de cavalo, estatura média e com aproximadamente 30 anos. Ela veste camiseta e leggin pretas. Por último, ao seu lado, está Jefferson, um homem de pele clara, estatura alta, e com aproximadamente 30 anos. Ele usa um boné verde escuro, veste camiseta e bermuda pretas. Jefferson está com a mão esquerda no bolso da bermuda. Atrás deles, a casa de madeira, que é de cor branca envelhecida e tem telhado de zinco. Ao fundo da imagem e acima da casa, está o topo de algumas árvores em tons de verde e laranja. O chão é de terra.
Família da tenda Silveira e Souza. Seu Darci, dona Maria, Ana Paula e Jeferson, respectivamente. | Foto: Gabriel Barros

Uma casinha de madeira em meio a duas construções de tijolos, rodeada de galpões e uma vida inteira aos fundos: as plantações. Localizada no interior de Arroio Grande, distrito de Santa Maria, a família de produtores da tenda Silveira e Souza abre suas portas para a .TXT. Recepcionadas pela agricultora Maria Zorzella e sua família, acompanhamos um dia de preparação e colheita para a Polifeira do Agricultor.

Dona Maria e seus três cães nos levam para conhecer a plantação familiar. Atrás da casa de madeira, estendem-se mais de 30 variedades de árvores frutíferas, algumas vindas de fora do Rio Grande do Sul. Do açaí à seriguela, do urucum à laranja cidra, pés de cravo, mudas de mini-abacaxi, avelã. 

Conforme avançamos, ouvimos o estalar das folhas no chão e o cantar dos pássaros. Borboletas voam ao nosso redor e os beija-flores trabalham na  polinização das flores. A agricultora nos guia até a estufa de cactos e mostra com orgulho as diferentes espécies cultivadas - mais um diferencial dos comerciantes.  Depois, seguimos em direção à horta para acompanhar a colheita das hortaliças e verduras. Couve, brócolis, alface, repolho e cenoura são alguns dos produtos que ainda estão na terra mas que, no dia seguinte, estariam na Avenida Roraima para serem vendidos.

Enquanto seu filho Jeferson e seu esposo Darci colhem os alimentos, com um corte rápido e preciso na raiz, dona Maria nos conta da preocupação com o clima. Os períodos de seca dificultaram o crescimento do hortifrutti, ao mesmo tempo em que as chuvas intensas destruíram verduras e legumes. O coordenador da Polifeira do Agricultor, Gustavo Pinto, também falou sobre o problema que impede produtores de participar da feira: “Estamos com poucos feirantes porque vários não têm o que comercializar. Não tem água nem para beber na propriedade deles. Os açudes, os reservatórios de água, a maioria está seco”, lamenta. 

Maria Zorzella Souza, agricultora há mais de 40 anos, participa da Polifeira desde a sua criação, em 2016. Foi convidada por André Raddatz, feirante que incentivou Gustavo a formar a feira. Desde então, ela e Darci fazem parte do projeto. Há um ano, seu filho Jeferson e a esposa Ana Paula também passaram a fazer parte da iniciativa. Devido às consequências da seca, somente Jeferson e Ana Paula têm ido vender os produtos na avenida Roraima e em frente ao planetário da UFSM.

Mão de obra familiar

Todas as etapas, desde o plantio à colheita, somados aos produtos caseiros feitos por Ana Paula, são realizadas pela família. Eles prezam pela mão de obra familiar, uma das principais exigências da Polifeira. “A feira é para agricultores familiares, o público prioritário é esse. Eles podem vender de vizinhos, desde que seja da nossa região ou algum produto que não tenha por aqui, como o arroz orgânico”, comenta Gustavo. 

Devido ao potencial de 30 mil pessoas que passam todos os dias pelo campus, a Polifeira inicialmente foi pensada como oportunidade de gerar renda para os produtores. Com o tempo, percebeu-se que também permite segurança alimentar para os consumidores em relação à origem do produto. Isso porque o projeto controla a rastreabilidade, quem e como produz. “A feira passa a ser voltada do agricultor para o consumidor. E, nos últimos anos, já vejo ela com papel de debater criticamente questões alimentares”, conclui o coordenador.

Sem agrotóxico

A família Silveira e Souza trabalha com o conceito de alimento saudável. A preocupação é produzir mercadorias de qualidade que respeitem os processos naturais, sem uso de agrotóxicos. “É como o Darci diz: para saber o que come, é só o que a gente planta, porque nada tu vai comer sem agrotóxico. Não adianta, tudo que vem de fora, vem com agrotóxico”, observa Maria.

Para Gustavo, colocar a questão alimentar em discussão no espaço universitário é uma oportunidade para entender os objetivos do desenvolvimento sustentável. Dessa forma, a Polifeira prova ser mais do que um simples comércio ao valorizar os princípios do alimento natural produzido pelo agricultor na região central do estado.

Conforme os últimos alimentos são recolhidos, Dona Maria fala sobre o apoio que os produtores recebem do projeto. Profissionais agrônomos e cursos são oferecidos para os feirantes. Para ela, todo esse conhecimento é uma das grandes vantagens da Polifeira.

Construção de raízes

A colheita do dia dura cerca de uma hora. Seu Darci, com chapéu de palha, e Jeferson, de pés descalços e embarrados, começam a carregar os caixotes com as hortaliças até a caminhonete. Como a propriedade é extensa, não teria como carregar um a um até o galpão para serem higienizados. Seguimos o caminho de volta a pé com a agricultora. Durante o percurso, ela nos fala sobre outro benefício proporcionado pelo projeto: os vínculos criados com o público. “Tu pega amizade. As pessoas vêm direto onde a gente está. Então, é como eu digo sempre, é a convivência e saber como tratar as pessoas”, conta Dona Maria.

A Polifeira é a única fonte de renda da família. Dona Maria revela que os melhores dias de vendas são dentro da UFSM - em que o suco de laranja, os hortifrutis e o geladinho fazem sucesso. Além disso, são vendidos escondidinhos, crepes, pastéis e panquecas. Assim como eles, outras 30 famílias são beneficiadas pelo projeto. Desde 2018, já foram comercializados mais de R$ 2,5 milhões. “É muito dinheiro pensando numa feira dentro de um 55BET Pro Universitário”, afirma Gustavo, que se impressiona com os altos números.

“É brabo ser mulher” 

Depois de retornarmos à frente da casa, nos acomodamos em cadeiras de praia sobre a grama verde. Nesse momento, tivemos a oportunidade de ouvir dona Maria e Ana Paula sobre as dificuldades de ser feirante. Ana Paula pontua os preconceitos em relação à sua idade. “Tem bastante discriminação, principalmente ali na Roraima. Como sou eu que faço os escondidinhos e as panquecas, sempre acham que é a mãe de Jefferson quem faz. Tipo, a Ana é nova, não sabe fazer... É brabo ser mulher”. 

Outra situação que elas vivenciam é a queda do movimento durante as férias da Universidade. Nesse período, a Roraima se torna o principal ponto de vendas, onde não há energia elétrica para o uso de fritadeiras ou espremedores de frutas. Outro problema de infraestrutura é a necessidade de montagem e desmontagem dos gazebos em dia de feira. Por isso, uma das metas da coordenação da Polifeira é a construção de um lugar fixo.

No fim da conversa, fomos surpreendidas por Ana Paula com duas bandejas de um delicioso bolo de chocolate. O ambiente é preenchido pelo aroma, que ressalta o sentimento de afeto.  Após muitos ensinamentos e risadas, em meio a um entardecer dourado e cercadas pela serenidade da natureza, encerramos nossa visita à propriedade. As duas mulheres compartilham conosco a importância deste lugar na vida delas. “É uma escolha nossa. Acredito que teria outras coisas melhores. Talvez sim, talvez não. Mas a qualidade de vida que a gente tem aqui é imensurável perto da qualidade de vida da cidade, sabe?", comenta Ana Paula. E dona Maria ressalta: "Não saio daqui por nada”.  


Conheça a Polifeira do Agricultor

Todas às terças, das 7h às 12h30, na Avenida Roraima. Nas quintas, no Largo do  Planetário da UFSM, das 12h  às 17h30.


Reportagem: Maria Francisca de Mello, Mariana Rodrigues e Samara Debiasi
Contato: mariafranciscamello24@gmail.com / mariana.rodrigues@acad.55bet-pro.com / samara.debiasi@acad.55bet-pro.com

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Nos dias 02, 04, 09 e 16 de maio, no turno da noite, os integrantes da PoliFeira do Agricultor e do Feirão Colonial participaram do Curso de Qualificação em Boas Práticas de Manipulação de Alimentos, realizado no Colégio Politécnico. A ocasião totalizou o número de 24 inscritos e capacitados; destes, 10 são feirantes e 2 são bolsistas ligados à PoliFeira do Agricultor e ao Projeto de Ovos Coloniais de Galinhas Livres de Gaiolas da Região Central do RS.

Aula teórica ministrada no curso. Foto: enviada pela organização do curso.

A atividade foi organizada pela representante do Departamento de Tecnologia e Ciência de Alimentos da UFSM, Dra. Flávia Michelon Dalla Nora, como uma ação do Projeto de Extensão de capacitação de manipuladores de alimentos vinculado ao Centro de Ciências Rurais, em conjunto com a representante do Serviço de Inspeção Municipal de Santa Maria, Dra. Lidiane Viera, a bolsista de extensão da PoliFeira do Agricultor, Dra. Karem Vieira, a mestranda do Programa de Extensão Rural e participante do programa de fomento à economia solidária desenvolvido no Feirão Colonial, Jéssica Bettencourt Romeiro e a Mestra Fernanda Miranda.

Durante o curso, que teve carga horária de 16 horas, foram ministrados temas relacionados à legislação federal, alimentos seguros, segurança de alimentos, perigos nos alimentos, doenças de transmissão hídrica e alimentar, intoxicação e infecção por alimentos. Além disso, atividades para a fixação do conteúdo também foram realizadas, como testes de superfície com placas e gincanas com jogos interativos.

 

Temas definidos pela Portaria 216/2004 e abordados na atividade
  • Higienização de instalações, equipamentos, móveis e utensílios;
  • Higiene e saúde dos manipuladores de alimentos;
  • Edificações, instalações, equipamentos, móveis e utensílios;
  • Abastecimento de água;
  • Controle integrado de vetores e pragas;
  • Recepção e armazenamento de matérias-primas, ingredientes e embalagens;
  • Preparo, armazenamento, distribuição, transporte e apresentação de alimentos;
  • Manejo de resíduos;
  • Manual de Boas Práticas;
  • Procedimentos Operacionais Padrão.

Incentivo a boas práticas

O projeto Polifeira do Agricultor, coordenado pelo professor Gustavo Pinto, tem como uma das exigências para ingressar como feirante a realização de capacitações contínuas, dentre elas está o Curso de Boas Práticas de Manipulação de Alimentos para quem possui agroindústrias ou entreposto de ovos. A instrução é de que todos os feirantes realizem a capacitação. Anteriormente, durante o Descubra UFSM de 2022, outro curso similar foi ofertado aos participantes da feira. A Dra. Karem afirma que, desta forma, é possível garantir que todos possuam o conhecimento e a certificação necessária em relação à legislação e aos cuidados que devem ser levados em consideração no preparo do produto alimentício, com o foco na segurança de alimentos e na saúde do consumidor final.

O representante da Agroindústria Bem no Ponto e feirante Joel Weber, que esteve presente no curso, afirma que a atividade que foi mais marcante para ele foi a de rememoração de etapas, que foi o momento em que todas as partes das boas práticas foram repassadas e realizadas com os alunos, desde o lavar das mãos e a utilização da vestimenta correta. Já a funcionária da Boutique da Colônia e também participante da feira, Patrícia Quatrin, conta que o momento trouxe a representação de inúmeros procedimentos de boas práticas que são muito úteis, principalmente para quem estiver iniciando na área e tiver interesse em aprender.

Atividades como a realizada fazem parte de um incentivo aos produtores e agricultores que desejam seguir e crescer no ramo alimentício. Por isso, a coordenação da Polifeira do Agricultor acredita na importância e necessidade de proporcionar essas oportunidades para os feirantes que dela participam.

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Com o propósito de estimular o crescimento na venda de ovos de agricultores familiares locais e atingir uma maior qualidade de produto para os consumidores, o projeto “Ovos Coloniais de Galinhas Livres de Gaiolas da Região Central”, vinculado à PoliFeira do Agricultor, da Universidade Federal de Santa Maria, possui, desde o dia 17 de maio, uma segunda Casa do Ovo. O entreposto está localizado na propriedade do produtor Gustavo Zanon, no Sítio dos Mellos, em Faxinal do Soturno. A unidade segue o modelo do Entreposto de Ovos do Colégio Politécnico da UFSM e os ovos produzidos e inspecionados nela já estão disponíveis para comercialização.

Ovos Dom Gentil. Foto: Julie Vescia.

O trabalhador, avicultor e produtor de ovos de galinhas livres de gaiola, Gustavo Zanon, põe em funcionamento a segunda Casa do Ovo, após a primeira iniciativa, abrigada na propriedade de Luiz Adolfo Bier. A propriedade de Zanon conta com 700 aves no total, 400 no início da postura e 300 em postura, e estas têm produzido em torno de 240 ovos por dia. Antes, ele processava sua produção no Entreposto de Ovos do Colégio Politécnico, disponibilizado pelo projeto. Agora, ele obteve a autorização do Serviço de Inspeção Municipal de Faxinal do Soturno para ter a própria Casa do Ovo, com a possibilidade de que as etapas de ovoscopia, classificação, acondicionamento, rotulagem, armazenagem e expedição de ovos sejam feitas em sua propriedade.

Galinha livre de gaiola. Foto: Assessoria de Comunicação da PoliFeira do Agricultor

Zanon conta que estava com o aviário em fase de construção quando recebeu a visita do professor Gustavo Pinto, parceiro do Projeto dos Ovos e coordenador da PoliFeira, que chegou até a família através do Geoparque Quarta Colônia, os apresentou o projeto e os convidou para fazer parte. O produtor conta que aceitou a proposta inicialmente por não ter muito conhecimento sobre o assunto e almejar aprender, e afirma que o projeto foi essencial para sua trajetória e para com a construção do novo entreposto. Ele afirma que além da integração entre os produtores, pôde adquirir informações sobre a área de produção de ovos com reuniões, cursos e assistências técnicas proporcionadas pela iniciativa.

A ideia da granja, chamada Dom Gentil - nome dado em homenagem ao avô de sua esposa, Bruna - surgiu durante o período da pandemia de 2020. Zanon reflete que foi por conta do isolamento na quarentena que sua família refletiu e resolveu procurar uma qualidade de vida melhor e, com isso, um trabalho lucrativo que favorecesse a natureza e a saúde.

O Projeto de Ovos Coloniais de Galinhas Livres de Gaiolas da Região Central do RS tem o objetivo de, inicialmente, integrar produtores ao modelo alternativo de produção de ovos e prestar assistência a eles, com a possibilidade da utilização do entreposto do Colégio Politécnico, vinculado à iniciativa. Após isso, a intenção é de que os produtores consigam seguir no ramo com sua própria casa do ovo legalizada pelo Serviço de Inspeção Municipal. Para Zanon, o projeto serviu como um incentivo e um encorajamento para permanecer na propriedade rural e não migrar para a cidade.


Locais para comprar os ovos de galinhas livres da Granja Dom Gentil:

Supermercado Beliváqua, de Faxinal do Soturno

Supermercado Reis, de São João do Polêsine

Texto: Júlia Petenon.
Edição: Giuliana Seerig.

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As inscrições para a seleção de bolsistas para atuar no Projeto de Extensão Nº 054843: “Polifeira do Agricultor” encerram amanhã (29). Alunos(as) interessados(as) podem consultar edital completo e realizar a inscrição clicando aqui.

As atividades da bolsa incluem: acompanhamento das reuniões com agricultores; organização, execução e apoio dos eventos produzidos pelo projeto; apoiar a realização de tarefas administrativas de gestão da Polifeira; acompanhamento durante a feira e interação com os agricultores na busca de informações e demandas; visitas de monitoramento nas propriedades, conversas diretas com os participantes do projeto e análise de problemas e possíveis soluções; estudo e preparação de materiais para criar a capacidade de orientar os agricultores em produção agroecológica; auxílio e desenvolvimento de atividades de manejo e condução de pomares e horta; preparar eventos de qualificação dos feirantes; organização da montagem da feira – carregar tendas, colocar material de divulgação; atividades de fomento a participação na Polifeira, projetos e ações desenvolvidas na UFSM; preparar e apresentar resumo na JAI – 2023; outras atividades inerentes ao projeto.

 

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Hortaliças afetadas pela seca. Fotos enviadas por André Raddatz.
Hortaliças afetadas pela seca. Fotos enviadas por André Raddatz.
Hortaliças afetadas pela seca. Fotos enviadas por André Raddatz.
Hortaliças afetadas pela seca. Fotos enviadas por André Raddatz.
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Frutas e vegetais dessecados. (Foto: Júlia Petenon)

Com intuito de aumentar o tempo de conservação e preservar as propriedades dos produtos, o estudante de Administração e feirante do projeto, Vinicius Mortari, trabalha com alimentos desidratados. Ele idealizou a iniciativa no ano de 2021, testando e fazendo experimentos na prática até chegar ao seu produto final. Vinicius faz parte de um grupo de cinco estudantes que tiveram oportunidade de entrar no projeto naquele ano com o propósito de fomentar o estudo interligado ao comércio.

As frutas secas, além de terem altos níveis de fibras, também possuem complexos antioxidantes, pouca gordura, são fonte de energia e cheias de nutrientes condensados. Por ser retirada praticamente toda a água do alimento, as propriedades ficam concentradas em um pequeno volume, o que faz com que as pessoas consumam menos e mesmo assim não se perca a quantidade de nutrientes ingeridos. Vinicius conta que os consumidores costumam comprar para confraternizações, viagens e consumo individual. Os produtos dispostos na feira servem não só para alimentação como também são úteis na preparação de chás naturais, drinks e outras bebidas. Um dos mais consumidos é o abacaxi.

Segundo a professora Marlene Lovatto, do Curso de Alimentos do Colégio Politécnico, existem informações importantes sobre os alimentos dessecados, a começar, por exemplo, pelo maior tempo que elas têm de prateleira. O consumidor pode comprar mais de um tipo de fruta ou vegetal e alcançar os nutrientes necessários para o seu dia comendo poucas fatias de cada, afirma a professora. Da mesma forma, não se pode exagerar na quantidade, para não passar do limite do consumo diário de calorias recomendado. Ela afirma que esse tipo de produto não perde em sabor e ainda traz benefícios de praticidade, como as pessoas poderem carregar seu lanche em pequenos potes, ou até mesmo armazenar sua comida em locais menores. Para cozinhar os vegetais, a professora explica que eles aumentam mas não voltam ao seu tamanho normal, por terem ligações quebradas no processo, porque algumas das proteínas que estão presentes na membrana celular se desnaturam para a saída de água, o que não afeta nos nutrientes deles in natura.

O valor praticado pelo produto na feira, mais alto em relação a um produto in natura, se justifica a partir do momento em que, para produzir 100 gramas de alimentos dessecados, são utilizados em torno de 800 a até 1000 gramas da fruta ou vegetal em seu estado natural, por ser composto em grande parte de água, além de não serem utilizados açúcares e conservantes no processo, afirma Marlene.

Onde comprar

O feirante Vinicius Mortari participa ativamente das feiras nas quintas, no Largo do Planetário, das 12h às 17:30. Atualmente, ele comercializa abacaxi, manga, maçã, banana, limão, laranja, morango, kiwi, cenoura, berinjela, cebola e tomate dessecados.

Feirante Vinicius Mortari. (Foto: Júlia Petenon)

Texto e fotos: Júlia Petenon.
Edição: Giuliana Seerig.

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Com intuito de preservar a saúde tanto do agricultor quanto do consumidor, a PoliFeira preza por fomentar a produção e comercialização de alimentos em seus períodos de produção, o que chamamos de frutas de estação. Isso acontece atualmente no caso dos morangos, que estão dispostos nas bancas de diversos feirantes presentes na Avenida Roraima, no Largo do Planetário e no Shopping Praça Nova, às terças, quintas e domingos, respectivamente.

Os ideais da feira são estabelecidos a partir de um processo de cultivo sem o uso de produtos químicos, ratificado por uma análise laboratorial realizada semanalmente, em que se verifica a presença ou não de agrotóxicos nos alimentos. Além da orientação técnica para priorizar insumos biológicos e manejos para evitar que pragas e doenças ocorram, todas as semanas são amostras dos alimentos são recolhidas e enviadas para o Laboratório de Análises de Pesticidas da UFSM (LARP-UFSM). No laboratório, por meio de métodos de análises específicas, esses alimentos são avaliados de modo a garantir a segurança para o consumidor que busca opções mais saudáveis para a sua alimentação.

O morango já foi apontado pelos relatórios da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), como um dos alimentos com maior índice de irregularidades no uso de agrotóxicos. Na Polifeira, isso não acontece, pois os agricultores são orientados por uma equipe técnica do projeto, que inclui técnicos e estudantes, a utilizar manejos que auxiliam na potencialização dos próprios recursos de equilíbrio do meio ambiente. Segundo o agrônomo Raviel Dickel, um desses é o que prioriza o uso de insumos biológicos. Para melhorar a qualidade do fruto e seu aspecto, por exemplo, estimula-se a expansão de colmeias de abelhas sem ferrão, já que a polinização dos morangueiros promovem frutas com mais peso e melhor sabor. Todo o sucesso ou não do trabalho de assistência técnica é verificado por meio do monitoramento de alimentos realizados posteriormente.

Além desse controle, as frutas são frescas, com a colheita realizada muito próxima ao momento da comercialização. Ademais, são cultivados por agricultores regionais, o que faz com que a compra na feira seja uma forma de auxiliar e apoiar as famílias a permanecerem na agricultura familiar. Assim, a PoliFeira, como um projeto de extensão da UFSM, entrega alimentos que garantem não agredir a saúde do consumidor, assim como frutas e hortaliças frescas e com sabores acentuados, que vivem seu ciclo de produção de acordo com os processos naturais.

Horários de feira

  • Avenida Roraima: das 7:30 às 12:00.
  • Largo do Planetário: das 12:00 às 17:30.
  • Shopping Praça Nova: nos 2 e 4 domingos do mês, das 14:00 às 20:00.

Texto: Júlia Petenon
Revisão: Giuliana Seerig

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Como parte das celebrações da Semana Farroupilha, a Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (Progep) e a PoliFeira do Agricultor propõem uma programação especial para comemorar a data. A ação será realizada na próxima quinta-feira, dia 15, das 12h às 14h, no Largo do Planetário.

Como uma data festiva da cultura gaúcha, a Semana Farroupilha é lembrada e celebrada do dia 13 ao 20 de setembro, dia em que a Revolução Farroupilha é homenageada com desfiles, danças, shows e caracterização. É como parte dessa semana que, no momento e local da feira na universidade, acontecerá uma mateada comemorativa.

A animação do evento contará com a participação do Grupo de Dança DTG Noel Guarany, com uma apresentação de danças típicas da cultura gaúcha. Além disso, uma roleta com espaço de brindes estará disponível para que o público possa jogar e se divertir. Também estará disposto no ambiente erva-mate e água quente aos interessados que levarem suas cuias no dia.

Para mais informações, acompanhe o Instagram da PoliFeira do Agricultor (@polifeira) e o Instagram da PROGEP (@progepufsm).

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/politecnico/2022/09/05/integrantes-da-polifeira-do-agricultor-unem-a-preservacao-da-natureza-a-agricultura-com-agroflorestas Mon, 05 Sep 2022 12:33:43 +0000 http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/politecnico/?p=5899 Granja Abreu: um recomeço em uma nova geração O trabalho com a agricultura começou com Elezon Abreu, 45 anos, em 2002, quando adquiriu a propriedade que mantém com cultivo de verduras e legumes como alface, radicci, couve, milho, beterraba, tomate, rabanete e variedades de temperos. Em seguida, iniciou o plantio de árvores frutíferas como laranjeiras, pessegueiros e tangerineiras. Mas com a ajuda e pesquisa do filho Élison Oliveira Abreu, 25 anos, foi possível a implantação de uma agrofloresta, em 2007. Desde então, as hortaliças são cultivadas em meio às árvores, atividade que auxilia na preservação do meio ambiente, por fazer com que a agricultura e a natureza coexistam e colaborem uma para o fortalecimento da outra. Élison conta que, no início, o ambiente era uma “capoeira” (mato que cresce após a derrubada da vegetação original) e foi limpo para fazer uma área para pastoreio de animais. Segundo ele, alcançou-se um estágio em que a propriedade não possuía nenhuma árvore. Foi então quando o jovem começou a assistir diversos vídeos sobre agroflorestas e se interessou pelo assunto, deixando as árvores nativas crescerem, preservando e reflorestando o ambiente. O produtor afirma que as árvores frutíferas e suas plantações se misturam com o bioma nativo, de forma que sua produção entre em harmonia com a natureza. Entre as demais espécies de frutíferas da propriedade estão cedro, angico, araçá, pé de canela, charlie-charlie, abacateira, bananeira, pessegueiro, tangerineira, laranjeira e aroeira.
Registros da Granja Abreu (Foto: Franciéli Barcellos.)
Registros da Granja Abreu (Foto: Franciéli Barcellos.)
Registros da Granja Abreu (Foto: Franciéli Barcellos.)
Registros da Granja Abreu (Foto: Franciéli Barcellos.)
Registros da Granja Abreu (Foto: Franciéli Barcellos.)
Registros da Granja Abreu (Foto: Franciéli Barcellos.)
Registros da Granja Abreu (Foto: Franciéli Barcellos.)
Registros da Granja Abreu (Foto: Franciéli Barcellos.)
Registros da Granja Abreu (Foto: Franciéli Barcellos.)
Registros da Granja Abreu (Foto: Franciéli Barcellos.)
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Sítio Jumane: formação técnica em Fruticultura

André Raddatz, agricultor participante da PoliFeira, começou sua primeira agrofloresta em 2015, quando estava cursando Técnico em Fruticultura no Colégio Politécnico da UFSM. Ele iniciou pelo plantio de Pitaya. A segunda agrofloresta idealizada por Raddatz foi a de frutas nativas, que abriga os seguintes produtos: castanha do Pará, castanha do Maranhão, seriguela, batinga, sete capote, guabiju, jabuticaba amarela, cabeludinha, manga, abacate, gabiroba e cereja do Rio Grande do Sul. Seu terceiro projeto foi baseado nas frutas exóticas - pimenta da Jamaica, canela, mangostão, rambutan, pitomba, achachairú, araçá-boi, jabuticaba azul, jabuticaba híbrida, jaca, lichia, avocado, kay Appel, ameixa de natal, atemoia, limão caviar. Seu André, atualmente, tem a intenção de fazer dois pomares: um de erva mate e um de palmeira jussara, também na forma de agrofloresta. O agricultor conta que também trabalha com consórcios de frutíferas, que consiste basicamente em unir duas plantações em prol do benefício dos frutos. André cita que a bergamota sem semente, se estiver exposta a sol pleno, apresenta deformações, por isso precisa das outras árvores que forneçam sombra; nesse caso, ele usa a bananeira para essa finalidade. Além da bergamota, a Pitaya também tem consórcio com a banana, segundo o produtor: sem as bananeiras o ramo da Pitaya fica amarelo e a fruta pode morrer com o sol. No meio da nogueira pecã de sua propriedade, o agricultor planta alface, cenoura, mandioca, beterraba, entre outros produtos.
Registros do Sítio Jumane. (Fotos: Isadora Huff).
Registros do Sítio Jumane. (Fotos: Isadora Huff).
Registros do Sítio Jumane. (Fotos: Isadora Huff).
Registros do Sítio Jumane. (Fotos: Isadora Huff).
Registros do Sítio Jumane. (Fotos: Isadora Huff).
Registros do Sítio Jumane. (Fotos: Isadora Huff).
Registros do Sítio Jumane. (Fotos: Isadora Huff).
Registros do Sítio Jumane. (Fotos: Isadora Huff).
Registros do Sítio Jumane. (Fotos: Isadora Huff).
Registros do Sítio Jumane. (Fotos: Isadora Huff).
Registros do Sítio Jumane. (Fotos: Isadora Huff).
Registros do Sítio Jumane. (Fotos: Isadora Huff).
Registros do Sítio Jumane. (Fotos: Isadora Huff).
Registros do Sítio Jumane. (Fotos: Isadora Huff).
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Qualificação é a chave para dar força para essas iniciativas

Na última sexta-feira (19), participantes da Polifeira do Agricultor e do Técnico em Fruticultura tiveram uma tarde focada no tema da agrofloresta, com visitas em propriedades onde essa técnica de produção é utilizada. A primeira visita aconteceu no Sítio Caetés, de Ana Paula Rovedder e Ricardo Bergamo, professores do Centro de Ciências Rurais e participantes do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Recuperação de Áreas Degradadas (Neprade/UFSM). Na ocasião, conceitos relacionados à agrofloresta, restauração ecológica e produção de água foram discutidos. Foi possível ver a recuperação do ambiente que as agroflorestas promovem, entendendo os processos iniciais que lhe são inerentes. Simbolicamente, o Sítio Caetés fez questão que fosse plantado pelo grupo visitante uma paineira, que representa o quanto a restauração é marcada pela presença e história humana sobre os sistemas.
Registro da visita na propriedade dos professores.
Outra experiência com agrofloresta está no Sítio Jumane, de propriedade de André Geraldo Raddatz, já citado. Nesta ocasião, houve um reconhecimento das principais espécies frutícolas existentes no Sítio, onde o agricultor pôde demonstrar o que tem feito para conviver com o meio ambiente. O sítio tem buscado desenvolver espécies e cultivos que proporcionem uma distribuição de oferta de frutas ao longo do ano. Essa iniciativa tem a finalidade de distribuir o trabalho e a necessidade de mão de obra ao longo do ano, assim como a renda proporcionada pela agricultura. Trabalhar com agroflorestas é um desafio para os agricultores, que tinham um modo de produção sustentado em tirar o máximo da produção que seus ecossistemas tinham capacidade de produzir. Recuperar o conhecimento de convivência com o meio ambiente, bem como criar novas formas de construção desse conhecimento é uma caminhada necessária para a agricultura familiar. Segundo o professor do Colégio Politécnico da UFSM, Gustavo Pinto da Silva, no caso da Polifeira do Agricultor, por ser um projeto que trata das questões alimentares, essas agendas precisam ser incorporadas e sustentadas ao longo do tempo. Para mais informações sobre os agricultores da PoliFeira e suas propriedades, acompanhe a feira no Instagram: @PoliFeira. (Texto: Júlia Petenon / Edição: Giuliana Seerig)]]>
UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/politecnico/2022/01/19/estiagem-e-altas-temperaturas-afetam-produtores-da-polifeira-do-agricultor Wed, 19 Jan 2022 19:27:10 +0000 http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/politecnico/?p=5035

Até a última quarta-feira(12), 200 dos 497 municípios do Rio Grande do Sul decretaram situação de emergência em razão da estiagem. Santa Maria, município que abriga a PoliFeira do Agricultor, está dentro do número de locais que vêm sendo afetados pela seca, fazendo com que os produtores rurais da cidade passem por diversas dificuldades para manter sua produção.

A estiagem tem atingido significativamente a produção de hortaliças na região central do estado. Algumas propriedades têm optado por reduzir o uso de estratégias de mitigação dos impactos causados pela falta de chuva, como por exemplo a irrigação, em favor de manter o estoque de água para consumo domiciliar e animal.

Além da seca, a onda de altas temperaturas dos últimos dias também dificulta a vida dos agricultores. Os dois fatores juntos acabam tornando inviável o plantio e o crescimento de determinadas culturas, o que, por consequência, irá refletir na oferta de alimentos nas próximas semanas.

Texto: Júlia Petenon, assessoria de comunicação da PoliFeira.

http://youtu.be/IBNqwEoXvSs
Vídeo gravado pela equipe da PoliFeira.
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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/2021/09/22/polifeira-do-agricultor-distribui-cestas-ao-projeto-maos-unidas Wed, 22 Sep 2021 13:54:29 +0000 http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/pre/?p=6005 Ontem, no dia 21 de setembro, foram montadas cestas na Polifeira do Agricultor com produtos provenientes da agricultura familiar destinadas ao Projeto Māos Unidas, localizado na Vila Jardim em Camobi. A iniciativa é realizada pelo Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica e Profissional (SINASEFESM), que faz a compra de alimentos na Polifeira trimestralmente para doação ao projeto que atende famílias necessitadas. Entre os alimentos presentes na cesta estão ovos, feijão, arroz, frango, banha e verduras.

A Polifeira já atuou como intermediária em diversas ações como essa desde a sua criação. Durante a pandemia, também foi ponto de coleta do UFSM Solidária, campanha que visa arrecadar e doar alimentos e agasalhos para instituições parceiras do Observatório dos Direitos Humanos da Universidade e para o Banco de Alimentos de Santa Maria. Agora as doações podem ser realizadas no hall do prédio da Reitoria da Universidade.

Com informações da Assessoria Polifeira 

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No dia 25 de Agosto, esta quarta-feira, se comemora o dia do feirante, data em que se homenageia esses profissionais essenciais para a economia regional e nacional. Com produtos frescos, frutas, legumes, verduras ou mesmo objetos para o lar, as feiras livres são parte fundamental de quase todas as cidades no Brasil. Na Universidade Federal de Santa Maria, muitos projetos se relacionam com a atividade do feirante. Profa. Gisele Guimarães, integrante do Departamento de Educação Agrícola e Extensão Rural (DEAER), coordena um importante programa de fomento à economia solidária que permite uma proximidade com os produtores rurais que também comercializam seus produtos. “Em Santa Maria, nós temos a experiência do projeto Esperança-Cooesperança, referência mundial em economia solidária, e dentro deste projeto, fazemos a organização do Feirão Colonial”.

O Feirão Colonial conta com 29 anos de existência e acontece todos os sábados pela manhã no terminal de referência de economia solidária Dom Ivo Lorscheiter. Antes da pandemia da Covid-19, ele reunia cerca de dois mil consumidores. Atualmente, o número se reduziu, ao mesmo tempo que a economia solidária foi uma alternativa ao desemprego alarmante que assola o país desde o começo da disseminação do vírus, especialmente na faixa etária de jovens de 25 a 30 anos.

O DEAER trabalha junto aos feirantes vinculados a esta feira. “Todos os feirantes de alimentos, cosméticos, artesanato, medicina alternativa, somam cerca de 120”, destaca Gisele. “O DEAR trabalha formando estes feirantes em organização coletiva, formação para comercialização, qualificação dos produtos, legalização sanitária, organização do espaço. E, atualmente, informamos sobre medidas de prevenção de Covid-19. Estamos lá todo sábado para fazer o controle dos protocolos”.

Em 2021, somou-se aos projetos já consolidados a missão de inserir os feirantes em práticas de e-commerce, auxiliando no meio digital a partir da utilização do pix e mecanismo de vendas pelas redes sociais. “O objetivo final é a construção de uma plataforma de feira virtual. Só que isto só será feito quando os feirantes estiverem bem inseridos no meio digital.” Gisele destaca ainda que as feiras são importantes canais de vendas e se tornam negócios atraentes para a sucessão familiar, permitindo principalmente que jovens e mulheres, que têm difícil inserção no meio rural, continuem com trabalho e renda. Além dos feirantes, os consumidores ganham ao adquirir produtos mais frescos e de melhor qualidade.

Para projetos futuros, destaca-se a realização da Feira Internacional do Cooperativismo no terminal de referência de economia solidária Dom Ivo Lorscheiter. Ela será híbrida e acontecerá do dia 3 até o dia 7 de outubro em modalidades online e presencial. Depois, do dia 8 ao dia 10, passará a ser presencial. Esta feira serve não apenas para a comercialização dos produtos de economia solidária regional, mas também como um espaço de formação através de seminários, palestras e fóruns.

Com o intuito de fortalecer os feirantes que praticam agricultura familiar, a extensão universitária e práticas de alimentação mais saudáveis, a PoliFeira do Agricultor da UFSM, outro projeto de extensão da UFSM realizado no âmbito do Colégio Politécnico, funciona há quatro anos sob a coordenação do Prof. Gustavo Pinto. Englobando hoje 24 famílias, além de um assentamento de reforma agrária e uma cooperativa, o projeto também precisou rearranjar alguns aspectos no contexto da pandemia. Atualmente a PoliFeira ocorre fora do espaço da Universidade, na Avenida Roraima, das 7h às 12h30 de todas as terças. Produtos como frutas, hortaliças, grãos, laticínios, ovos coloniais, salames, cucas, massas, sucos naturais, dentre tantos outros, de produção direta das famílias cadastradas no projeto, estão entre as ofertas semanais.

Um dos aspectos essenciais da PoliFeira é também a assistência técnica aos agricultores e apoio aos feirantes por meio da criação de marcas e produtos inovadores. Desde que começou, no dia 24 de abril de 2017, milhares de pessoas já passaram pelos estandes da feira, que se tornou uma referência de trabalho com agricultura familiar e alimentação saudável não só para a região, mas para outros projetos que extrapolam a região sul do Brasil.

A Polifeira do Agricultor é até então a única feira livre do país que se tem conhecimento que faz monitoramento contínuo da presença de resíduos de pesticidas, e nisto já se somam mais de sete mil resultados com compostos zerados. Prof. Gustavo Pinto destaca que existe hoje uma demanda por parte dos consumidores de alimentos sem resíduos de pesticidas e sem contaminação química. A PoliFeira se destaca por fazer esse trabalho educativo de construção conjunta de sistemas de produção mais sustentáveis, sem um caráter de policiamento, mas buscando sempre fornecer orientação adequada. São nessas ações que o auxílio técnico aos feirantes, muitos deles produtores de seus próprios itens, se concretiza.

Texto: Assessoria de Comunicação do Colégio Politécnico; Assessoria de Comunicação da PoliFeira do Agricultor

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O livro “Produção de ovos coloniais na Região Central do Rio Grande do Sul: alguns apontamentos iniciais" foi lançado na última quarta (07) em evento realizado na sede da CRESOL - Agência Camobi. Com autoria de Gustavo Pinto da Silva, Leandro Magon, Gisélia Pereira Amorim e Cristiano de Avila Dotto e em edição realizada pela Cooperativa Escola dos Estudantes do Colégio Politécnico da UFSM (CESPOL), o material se propõe a ser um guia para novos produtores, orientando os primeiros passos do Projeto de Ovos Coloniais da Região Central, desenvolvido sob liderança do Colégio Politécnico da UFSM. O livro também está disponível em formato e-book na Página do Grupo Interdisciplinar de Pesquisas Agroalimentares Georreferenciadas (GIPAG).   

O projeto nasceu no ano de 2020 em uma parceria entre a PoliFeira do Agricultor e Coopercedro, buscando incentivar uma área de produção pouco desenvolvida na região. “Existe uma série de considerações que devem ser levadas em conta para quem quer empreender na área da avicultura colonial”, apresenta o professor do Politécnico Gustavo Pinto da Silva. O livro apresenta uma série de pré-requisitos para que se tenha sucesso no negócio, desde a infraestrutura de galpões e equipamentos adequados, escolha da ração, controle de roedores, orientações de mercados e marketing, entre outros. “Fazemos isso para que as pessoas não cheguem na metade do seu trabalho e se arrependam por não ter feito outras escolhas”, completa Gustavo. Por ser um projeto com alguns diferenciais, em especial a criação livre de gaiolas e com um ambiente que proporcione o desenvolvimento das características naturais das aves, os requisitos a serem observados não são os mesmos que em uma granja industrial. Além disso, existe uma preocupação com a alimentação alternativa, fora do binômio soja-milho, sem aditivos químicos, sempre pensando no bem-estar animal e na qualidade final dos ovos que será resultado dos hábitos alimentares das galinhas. O projeto se destaca pela ênfase no desenvolvimento local e por parcerias importantes para a inserção do produto no mercado. 

Na cerimônia do evento, a agricultora Jusane Turri Carvalho, participante do projeto desde 2020, realizou a entrega de um exemplar do guia para Cristina Knirsch, proprietária rural de que iniciará a produção de ovos coloniais na localidade de Nova São Paulo em Agudo. Cristina, enquanto aguarda a liberação da inspetoria e à convite da Emater, se integra ao Projeto entendendo a importância da leitura da publicação para o conhecimento de todas as etapas e aspectos que envolvem a produção. Claudia Bernardini, extensionista da Emater de Agudo que acompanha a nova integrante do Projeto, reitera a importância do Projeto Ovos Coloniais e afirma que estamos vivendo um momento ímpar para os pequenos produtores que procuram novas alternativas de produção. Ressaltou que, através das inspetorias, as prefeituras têm facilitado a legalização da produção e que o Colégio Politécnico e a UFSM são parceiros fundamentais para garantir o conhecimento e acompanhamento em todas as etapas da produção.

O Vice Reitor da UFSM, Luciano Schuck, cumprimentou os autores da publicação pela importância da transmissão e multiplicação do conhecimento, com uma obra de grande utilidade para orientar os produtores que desejarem iniciar a atividade de forma segura. O professor Gustavo Pinto agradeceu à CRESOL pelo apoio na impressão do material, ressaltando que produtores da região poderão ter acesso a uma cópia na agência Camobi. 

O evento contou com a presença do presidente da CRESOL, Fernando dos Santos Lima, o diretor Vagner Bianchini (Diretor Administrativo), o gerente da agência Camobi, Rui Antunes e dos autores Gustavo Pinto da Silva e Leandro Magon. Representando o Colégio Politécnico, estiveram presentes a diretora do Colégio Politécnico, Marta Von Ende, e o prof. Jaime Stecca. Representando a reitoria da UFSM, compareceram o Vice-Reitor Luciano Schuck, e o Prof. Rudiney Soares Pereira (Pró-Reitor Adjunto de Extensão).  Estiveram presentes Claudia Bernardini, representando a Gerência Regional da EMATER-RS/ASCAR, o Secretário de Desenvolvimento Rural Rodrigo Menna Barreto e Toni Angel Zanini, representando a Prefeitura Municipal de Santa Maria, além de Josemar Brutti, presidente da Coopercedro.

Solenidade de lançamento
Solenidade de lançamento
Livros em formato impresso
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Desenvolvido pelo Colégio Politécnico da UFSM em parceria com PoliFeira do Agricultor e cooperativa Coopercedro, projeto incentiva a produção de ovos tipo colonial com galinhas criadas livres de gaiolas e sem uso de insumos químicos

O projeto “Produção de Ovos Coloniais na Região Central do Rio Grande do Sul” iniciou suas atividades no ano passado, oferecendo qualificação a agricultores em avicultura colonial e buscando desenvolver sistemas de produção de ovos com galinhas livres de gaiolas e sem uso de insumos químicos. Nos últimos meses, o projeto vem crescendo e registra um incremento nos agricultores participantes e nos números de produção: tendo iniciado com duas granjas e produção de 400 dúzias semanais, possui hoje 6 granjas com um total de 1460 dúzias semanais. A iniciativa, feita em uma parceria do Colégio Politécnico da UFSM, PoliFeira do Agricultor e Cooperativa Coopercedro, envolve agricultores de localidades como Dilermando de Aguiar, Jari, Restinga Sêca, Faxinal do Soturno e São João do Polêsine. 

Outro passo importante foi dado com a inserção dos produtos em redes de supermercados de Santa Maria, assim como em lojas especializadas em itens de tipo colonial. Os ovos receberam neste ano embalagem e marca própria desenvolvidas pela equipe de bolsistas do Colégio e estão sendo comercializados também na PoliFeira do Agricultor e Feirão Regional, que acontece nas manhãs de terças-feiras na Avenida Roraima, na Feira da Roraima, quartas-feiras e sábados pela manhã, assim como no Feirão Colonial, aos sábados pela manhã, no Centro de Referência de Economia Solidária Dom Ivo Lorscheiter.

    Supermercados: 

    Bella Vista, Beltrame, Royal, Vera e Filhos, Fruteira do Alemão, Célio.

    Lojas especializadas:

    Boutique da Colônia, Vó Naná Produtos Coloniais, Nação Verde.

    Feiras: 

    Feirão Regional, Feirão Colonial, PoliFeira do Agricultor, Feira da Roraima.

    Tele-vendas:

    (55) 99631-2749

 

O projeto surgiu da necessidade constatada em pesquisas de fomentar a produção local de ovos, gerando desenvolvimento e renda para pequenos agricultores e diversificando suas atividades. Existem hoje ligadas ao projeto três unidades de inspeção de ovos coloniais na Região Central, sendo duas na forma de entreposto e uma na forma de Casa do Ovo. O Entreposto de Ovos Granja Quarta Colônia está relacionado a Coopercedro. O Entreposto de Ovos do Colégio Politécnico da UFSM com a Polifeira do Agricultor. A Casa do Ovo está  localizada em Agudo e comercializa a marca Ovos Agudense.

Gustavo Pinto da Silva, um dos coordenadores do projeto, destaca que o desafio do projeto é se apropriar de parte do mercado de ovos e mostrar para os consumidores que suas decisões alimentares, no exercício de sua liberdade de escolha, podem influenciar e impactar a vida das famílias rurais de nossa região. “Temos o desafio de buscar mostrar que esse ovo colonial é resultado de um processo produtivo com o mínimo de interferência sobre o modo de vida das aves, considerando o bem estar animal e zero de aditivos de qualquer espécie”. 

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Desde a última terça-feira (18), a 11ª Edição da Revista Arco passou a ser entregue semanalmente na Polifeira do Agricultor para clientes e público em geral. A distribuição ocorre sempre durante o horário da feira, das 7h às 12h30, na Avenida Roraima, próximo à Universidade Federal de Santa Maria.

Segundo Cristiano Dotto, assessor técnico da equipe de coordenação da Polifeira, a entrega ocorre nas bancas dos agricultores do local. “Quando o consumidor adquire o alimento em uma banca, ele é convidado a levar uma revista para casa”, comenta. 

Desde a suspensão das atividades presenciais acadêmicas e administrativas não essenciais na Universidade, a Revista Arco estava sendo entregue apenas em pontos fixos da Universidade, como no prédio da Reitoria, em que a circulação de pessoas segue baixa devido à pandemia. 

O editor-chefe da 11ª Edição da Revista Arco, Maurício Dias, expõe os prejuízos desse momento na circulação do material: “com a pandemia não estávamos conseguindo distribuí-la em nenhum local, deixamos guardada durante todo esse tempo”. Ele também explica a importância da circulação para um maior alcance de público, proporcionado pela contribuição dos agricultores, servidores e bolsistas da Polifeira do Agricultor. “É uma maneira de fazer com que as pessoas possam ter acesso a um conteúdo de uma maneira gratuita, além de acompanhar o que a Universidade faz”, aponta.

A Revista Arco é uma publicação de jornalismo científico e cultural produzida pela Coordenadoria de Comunicação Social da universidade. A equipe é composta por alunos dos cursos de Comunicação Social e Desenho Industrial da UFSM e coordenada pelos jornalistas Maurício Dias e Luciane Treulieb. A 11ª Edição da Revista traz o dossiê sobre mídias sociais, que aborda os problemas das fake news e do discurso de ódio; diário de campo sobre autocuidado dos recicladores de lixo; ensaio fotográfico sobre visibilidade trans; matéria em quadrinhos acerca da Língua Brasileira de Sinais; infográfico que resgata a descoberta e a evolução da cerveja.

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Na edição da última terça (9) da Polifeira do Agricultor, foi lançada a marca própria de ovos coloniais de galinhas livres de gaiola, com a venda da produção da Quinta da Gama. Em apenas duas horas, foram comercializadas cerca de 140 dúzias de ovos, o que mostra o grande interesse do público em alimentação saudável e natural, proveniente de um sistema no qual os animais são criados com bem-estar, alimentação mais natural e livres de gaiolas. A Polifeira está acontecendo nas terças-feiras, das 7h às 12h, na Avenida Roraima, entre a Faixa Velha (RS-509) e a Faixa Nova de Camobi (RSC-287).

Esse lançamento faz parte de uma série de ações dentro do projeto de extensão “Produção de Ovos Coloniais da Região Central Galinhas Livres de Gaiolas”, desenvolvido para apoiar agricultores que se qualificaram em avicultura colonial e viabilizar os processos relacionados ao desenvolvimento de sistemas de produção de ovos coloniais. Existem, ligadas ao projeto, três unidades de inspeção de ovos coloniais na Região Central, sendo duas na forma de entreposto (Entreposto de Ovos Granja Quarta Colônia e o Entreposto de Ovos do Colégio Politécnico da UFSM) e a Casa do Ovo Agudense, localizada no município de Agudo. Esta somente recebe ovos das granjas que fazem parte do projeto, enquanto que os outros dois entrepostos podem receber ovos de diferentes granjas, desde que estas sejam registradas na Inspetoria Veterinária.

O projeto já envolve produtores de oito municípios (Jari, Dilermando de Aguiar, Santa Maria, Restinga Seca, Formigueiro, Faxinal do Soturno, Itaara e São João do Polêsine), com um total de aproximadamente 10 mil aves. Alguns agricultores já estão comercializando a produção, como a Granja Quarta Colônia, a Granja Novo, a Granja Agudense e a Quinta Dom Guilherme, dentre outras. 

A Quinta da Gama iniciou na última terça a comercialização na Polifeira, mas outros agricultores estão em fase inicial de produção de ovos e deverão em breve escoá-los por meio de marca própria e da marca do projeto. Todos criam suas aves em condições de produção livres de gaiolas e com acesso a espaços de pastoreio (piquetes), onde os animais podem ciscar livremente, caçar insetos e tomar sol, ou seja, expressar suas características naturais. Os ovos de galinhas livres de gaiola também podem ser adquiridos na Cooperativa de Produção e Desenvolvimento Rural dos Agricultores Familiares de Santa Maria (Coopercedro), em sua loja central na Praça Saturnino de Brito, em horário comercial.

O projeto de extensão prevê ainda o lançamento de um e-book para os interessados em empreender na avicultura colonial. Trata-se de um conjunto de orientações relativas a esse tipo de empreendimento, organizados pelos autores Gustavo Pinto da Silva, Leandro Magon, Giselia Morin e Cristiano Dotto. O livro será lançado de forma gratuita pela Editora da Cooperativa dos Estudantes do Colégio Politécnico.

Representando o Colégio Politécnico, fazem parte da equipe do projeto o técnico em agropecuária Cristiano Dotto, o professor Gustavo Pinto da Silva e bolsistas das áreas da Comunicação e Zootecnia. Pela Coopercedro, é coordenado por Josemar Brutti, Alcione Claro e Leandro Magon. Todo o trabalho é mediado pela equipe da publicitária Mara Matiuzzi Kunzler, responsável pela criação e produção das peças publicitárias do projeto.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2020/12/04/polifeira-do-agricultor-participa-da-feicoop-neste-sabado-5 Fri, 04 Dec 2020 16:03:27 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=54694

O projeto PoliFeira do Agricultor da UFSM anuncia a sua participação e de alguns dos seus agricultores na Feicoop juntamente com o Feirão da Irmã Lourdes, no sábado, dia 05 de dezembro. A Feira internacional do cooperativismo (FEICOOP) é uma grande escola de organização, formação de convivência, do voluntariado e dos Movimentos Sociais e Economia Solidária. É um abraço do Fórum Social Mundial que constrói um "outro mundo possível" e uma "Outra Economia que já Acontece!" .

O evento ocorre no Centro de Referência de Economia Solidária Dom Ivo Lorscheiter, na Rua Heitor Campos - ao lado do Colégio Irmão José Otão – Bairro Medianeira. E tem início pela manhã, a partir das 6 horas.

A PoliFeira também informa que manterá a sua edição no dia 8 de dezembro, terça-feira. A feira acontece na Avenida Roraima, em Camobi. Das 7h às 12h30min.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2020/03/18/polifeira-do-agricultor-passa-a-ocorrer-apenas-nas-tercas-feiras-em-frente-a-biblioteca-central Wed, 18 Mar 2020 10:51:50 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=51471

O projeto de extensão PoliFeira do Agricultor, diante da situação preocupante ocasionada pelo coronavírus, anuncia que não irá parar. Acredita-se que, com medidas de precauções, as feiras livres se tornam locais menos sujeitos a contaminação das pessoas para adquirirem seus alimentos, já que funcionam em ambientes abertos, com o mínimo de toque das pessoas nas estruturas físicas.

Dessa forma, a equipe do projeto anuncia que as edições da PoliFeira ocorrerão exclusivamente às terças-feiras, no período das 7h30 às 13h, junto à Biblioteca Central da UFSM.

Assim, não haverá edições da PoliFeira às quintas-feiras no Planetário, até segunda ordem. Esta semana, por questões organizacionais, não haverá nenhuma edição, retornando na terça (24). 

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ccsh/2019/04/24/polifeira-completa-dois-anos Wed, 24 Apr 2019 18:56:46 +0000 http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ccsh/?p=2045

A Polifeira, projeto de extensão do Colégio Politécnico, completa dois anos nesta semana. O projeto reúne agricultores familiares de Santa Maria e Região em uma feira na Universidade Federal de Santa Maria.

O  aniversário é na quarta-feira (24) e as comemorações serão feitas nos dias de feira: terça e quinta-feira. 

Na terça-feira (23), a feira ocorre ao lado da Biblioteca Central, no 55BET Pro da UFSM, Das 07h às 14h. A manhã contará com música acústica e bolo a partir das 11h. Além disso, o projeto Floresce do Curso Técnico em Paisagismo do Colégio Politécnico da UFSM estará comercializando flores. 

Na quinta-feira (25), a feira ocorre ao lado do Planetário, no 55BET Pro da UFSM, durante todo o dia. O bolo para comemorar o aniversário será às 15h30min, e das 16h às 16h30min, o acordeonista Fernando Avila se apresentará. 

Outras atrações do dia serão: presença do curso em enfermagem e Curso técnico em cuidado de idosos; presença do curso de Gestão Ambiental do Colégio Politécnico; projeto de extensão Flores para Todos, desenvolvido pelas Equipes PhenoGlad da UFSM e de várias instituições no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná; e unidade móvel de coleta de sangue do hemocentro, para todos que quiserem poderem realizar a doação.

Fonte: assessoria de imprensa da Polifeira

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2018/10/04/atividades-interativas-sao-destaques-da-quinta-edicao-do-descubra-ufsm Fri, 05 Oct 2018 01:14:22 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=44905
Quinta edição do Descubra, que segue até este sábado (6), traz uma série de atividades interativas

Começou na manhã desta quinta feira (4), o Descubra UFSM. O evento, que completa cinco anos, promove o primeiro contato entre os alunos do ensino médio e demais interessados com a Universidade, por meio de um espaço dinâmico para sanar dúvidas sobre cursos técnicos, tecnológicos, licenciaturas e bacharelados.

Como de costume, o Descubra contou com diversas atividades promovidas por estudantes e professores dos cursos da Universidade, bem como exposições de projetos de extensão e oferta de serviços à comunidade.

Mostra de cursos ocorre na área externa e no pavilhão principal

Cursos do Centro de Educação oportunizam experiências sensoriais para que visitantes compreendam rotinas de cegos e cadeirantes

A descoberta inicia logo na chegada ao Centro de Eventos. Na Rua das Artes, o visitante encontra informações sobre o curso de Artes Visuais e pode apreciar exposições e instalações produzidas pelos universitários. No espaço, é possível participar de atividades de experimentação e conferir performances dos alunos de Dança, curso que marca presença no evento. Isto porque, neste ano, as aulas práticas ocorrem durante o Descubra e são abertas a todos os visitantes. Conforme explica Gabriela Siqueira, formanda do curso de Dança, a ideia para a próximo ano é oferecer oficinas para os visitantes.

Além da Rua das Artes, o Centro de Artes e Letras (CAL) chamou atenção pelos equipamentos apresentados pelo curso de Música e Tecnologias. O visitante que for até o estande poderá conhecer os programas utilizados no curso para as performances e produções dos materiais sonoros, além de conhecer controladores produzidos por estudantes a partir dos projetos de pesquisa.

Entre os cursos ofertados pelo Centro de Tecnologia (CT), a Engenharia Acústica chama atenção pela instrumentação. Os alunos presentes no estande da graduação explicam a utilidade de alguns aparelhos usados em aula, entre eles as Placas de Chladni, para o estudo das vibrações.

Outro curso que investiu na aparelhagem foi o de Meteorologia. Integrados ao Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE), os alunos desta graduação trouxeram a exposição de instrumentos de medição de ventos e temperatura utilizados nas aulas. O CCNE também realiza reações químicas e exposição de fotos do Jardim Botânico postadas no Instagram.

O Centro de Educação (CE) propõe atividades de experimentação com audiodescrição e cadeiras de rodas. Quem visitar o estande dos cursos de Pedagogia e Educação Especial poderá participar da dinâmica da  vendagem, em que será guiado por uma monitora e percorrerá um curto trajeto no pavilhão principal.

O estande do curso de História, do Centro de Ciências Sociais e Humanas (CCSH), destaca-se por trazer alguns Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC). O intuito é mostrar ao visitante quais são as áreas e temas que a pesquisa em história pode desenvolver. A estudante Vitória Miron, da licenciatura em História,  enfatiza a grande participação do público.

Os cursos do Centro de Ciências da Saúde (CCS) trouxeram amostras das produções em laboratório. Um exemplo é o curso de Farmácia, que além da observação microscópica e dos jogos interativos, expõe os cosméticos manipulados na Farmácia Escola.

Já o curso de Zootecnia, do Centro de Ciências Rurais (CCR), apostou na maior exposição de materiais que ilustrem as atividades desenvolvidas durante a formação.

O Descubra conta ainda com a participação e apresentação dos cursos oferecidos pelos Colégios Politécnico e Técnico Industrial de Santa Maria e nos outros campi da UFSM, são eles, Frederico Westphalen, Cachoeira do Sul e Palmeira das Missões.

Destaques na área externa do Descubra

Outras atividades desenvolvidas na Universidade ganharam destaque. Na área externa é possível conhecer projetos como o PET – Indígena, onde o visitante poderá conhecer as atividades desenvolvida pelo Projeto, além de degustar exemplos da culinária típica Kaigang Guaraní, novidade desta edição.

A Tenda do Afeto, vinculada ao Centro de Ciências da Saúde, e as atividades dos cursos técnicos de Enfermagem e de Cuidado de Idosos, oferecidos pelo Colégio Politécnico, também estão na área externa.

O projeto Polifeira do Agricultor teve sua primeira participação no Descubra. Conforme Eduarda Fraga, estudante de Relações Internacionais e feirante da Quinta da Gama, o foco, neste momento, não é a venda de produtos orgânicos e vegetais, mas sim as comidas artesanais.

O Descubra UFSM segue sábado (6), no Centro de Eventos. Nesta sexta, o horário de visitação será das 9h às 17h. No sábado, das 9h às 14h. As atividades são abertas à comunidade em geral.

Texto: Bárbara Marmor, acadêmica de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias

Fotos: Maria Luísa Viana, acadêmica de Jornalismo da UFN e estagiária da Agência de Notícias

Edição: Maurício Dias

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