UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com Universidade Federal de Santa Maria Sat, 21 Mar 2026 02:24:02 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com 32 32 UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/orgaos-suplementares/dri/eventos/cinema-italiano-ufsm Tue, 04 Nov 2025 20:28:24 +0000 http://www.55bet-pro.com/orgaos-suplementares/dri/?post_type=eventos&p=5455 A Diretoria de Relações Internacionais (DRI) convida a comunidade acadêmica a prestigiar o 20⁰ Festival de Cinema Italiano no Brasil. Idealizado por Nico Rossini e Erica Bernardini, o projeto evoluiu de uma semana temática para um dos principais festivais culturais do país, contando com sessões retrospectivas de clássicos e com uma série de filmes inéditos no Brasil.

Este ano, o tema celebrado é “Il Cinema che Racconta, I Maestri che Ispirano” (O Cinema que Conta, Os Mestres que Inspiram), um mergulho nos mestres que transformaram a linguagem cinematográfica italiana e deixaram um legado que continua a inspirar novas gerações.

A UFSM participa deste grande evento promovendo a exibição presencial de dois filmes inéditos (conforme programação abaixo). Logo após o término do filme do dia 18, ocorrerá também a Conversa sobre Cinema e Cultura Italiana, com o José Zanella (representante da Agência Consular de Santa Maria) e Alexandre Maccari (Pesquisador de História do Cinema e Cinéfilo). Paralelamente, durante todo o período de exibição dos filmes, estará acontecendo no mesmo local uma exposição de arte denominada “A Quarta Colônia em Aquarelas”, com obras de Dilson Nicholoso Cechin.

]]>
A Diretoria de Relações Internacionais (DRI) convida a comunidade acadêmica a prestigiar o 20⁰ Festival de Cinema Italiano no Brasil. Idealizado por Nico Rossini e Erica Bernardini, o projeto evoluiu de uma semana temática para um dos principais festivais culturais do país, contando com sessões retrospectivas de clássicos e com uma série de filmes inéditos no Brasil.

Este ano, o tema celebrado é “Il Cinema che Racconta, I Maestri che Ispirano” (O Cinema que Conta, Os Mestres que Inspiram), um mergulho nos mestres que transformaram a linguagem cinematográfica italiana e deixaram um legado que continua a inspirar novas gerações.

A UFSM participa deste grande evento promovendo a exibição presencial de dois filmes inéditos (conforme programação abaixo). Logo após o término do filme do dia 18, ocorrerá também a Conversa sobre Cinema e Cultura Italiana, com o José Zanella (representante da Agência Consular de Santa Maria) e Alexandre Maccari (Pesquisador de História do Cinema e Cinéfilo). Paralelamente, durante todo o período de exibição dos filmes, estará acontecendo no mesmo local uma exposição de arte denominada “A Quarta Colônia em Aquarelas”, com obras de Dilson Nicholoso Cechin.

]]>
UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/projetos/extensao/proext-pg/2025/03/14/educacao-midiatica-comunicadores-populares-combater-desinformacao-climatica Fri, 14 Mar 2025 17:15:10 +0000 http://www.55bet-pro.com/projetos/extensao/proext-pg/?p=284 Quando as chuvas torrenciais transbordaram a Sanga da Restinga em 29 de abril de 2024, o município de Restinga Seca, no Rio Grande do Sul, sofreu alagamentos em casas, estabelecimentos comerciais e sociais. Localizada na região da Quarta Colônia e próxima a Santa Maria, a cidade foi uma das primeiras a ser atingida pelas enchentes de maio de 2024. Um dos locais alagados foi a Rádio Integração, em que Norton Ávila trabalha como jornalista. 


Além dos problemas imediatos, como a perda de bens materiais, mantimentos, abrigo e acesso a algumas localidades, a comunicação foi outro elemento afetado. A queda de energia elétrica prejudicou o sinal transmitido pelas torres de internet e, consequentemente, a possibilidade das pessoas se informarem pela televisão e mesmo por redes sociais. Neste momento, as ondas sonoras se tornaram essenciais. “O rádio era praticamente o único meio de comunicação aqui, ainda mais para o pessoal do interior”, relata Norton. Na ausência de luz, o rádio a pilha virou aliado. Na época, a UFSM integrou uma campanha liderada pela Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), que arrecadou pilhas e rádios para distribuição na região.

Descrição da imagem: ilustração horizontal e colorida de um urso polar branco, que sorri em meio às mudanças climáticas. O urso usa um chapéu marrom, e está sentado em um bloco de gelo que derrete. Ao redor dele, focos de incêndio, e uma xícara de café sobre uma mesa redonda marrom. Ao lado esquerdo do urso, um balão de fala com o texto 'Tá tudo bem'. O bloco de gelo está no meio do mar, azul, que se estende no infinito. Na parte superior da imagem, nuvens em tom cinza escuro, e três raios que caem na direção do mar.

Em voga no debate sobre o cenário das mudanças climáticas, a desinformação também ganhou contornos reais durante o acontecimento. Norton conta que surgiram informações desencontradas que se potencializaram pelo compartilhamento em redes sociais e, com isso, acabaram por desinformar. “Qualquer coisa, pequena que fosse, devido ao tamanho da tragédia virava uma grande informação que muitas vezes não se confirmava, que não era verdade”, relembra.

Desinformação climática

Neste cenário, o fenômeno é nomeado como desinformação climática. Para a professora e pesquisadora Laura Storch, do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFSM, a noção do conceito é complexa porque parte de um debate mais amplo, da desinformação e letramento comunicacional e digital, mas também compreende questões emergenciais sobre o clima. “Envolve tanto o conhecimento científico sobre as mudanças climáticas e sobre as transformações que a vida humana no planeta tem gerado para os sistemas ecológicos, mas também um conjunto de informações e desinformações vinculadas ao modo como as mudanças climáticas afetam as populações”, destaca Laura.

 

As desinformações podem ser classificadas em dois níveis, de acordo com Laura. O primeiro é o que valoriza o absurdo, cujas postagens envolvem teorias da conspiração, como as que dizem que as mudanças climáticas não existem. “E tem desinformações que são muito pelo modo como o próprio conhecimento científico é produzido, que no contexto de uma sociedade muito complexa se torna difícil de popularizar”, cita Laura. Para a pesquisadora, a ideia da divergência no pensamento científico contribui para a criação de questionamentos. “Esse tipo de dúvida que a ciência coloca é muito difícil de ser explicada em um contexto popular, e vai gerar um conjunto de ideias que podem alimentar as desinformações mais catastróficas, como o debate se existe aquecimento global”, explica.

 

Segundo Laura, a desinformação climática é perigosa de maneira palpável. “Ela também é capaz de gerar morte, de gerar perdas, de gerar destruição, porque ela é capaz de operar com o descaso, com a desorganização das comunidades. Ela é capaz de desarticular ações que já estavam em andamento”, expõe. A problemática é cívica, social e política, e afeta, inclusive, a democracia, porque ela depende também da participação e da confiança. Norton Ávila reflete que o fenômeno afeta seu dia-a-dia no trabalho, principalmente quando disseminado por pessoas que não verificam a informação. ‘Eu sinto na pele’, desabafa. Para o jornalista, a atenção com a questão ambiental ainda não é prioridade para a comunidade restinguense. “Eles estão mais preocupados com a solução, em ter esse bem restabelecido, quem foi atingido em casa, a ponte que apresentava defeitos e ainda não foi reconstruída”, avalia Norton.

 

Comunicação de Proximidade

As enchentes de maio de 2024 também sacudiram o grupo de pesquisadores do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFSM (Poscom). Com o acontecimento, veio a sensação de impotência. Além da coleta de doações, docentes, estudantes de graduação e pós-graduação participaram do projeto de arrecadação de pilhas e rádios a pilha para as áreas atingidas da Quarta Colônia. 

 

Mas uma pergunta continuou presente para as pesquisadoras: qual é o papel da comunicação nesse contexto? Laura conta que começaram a perceber que a atuação do campo não é emergencial, como a da área da saúde. “Ele acontece antes e depois. Deveria ter acontecido antes, deveria estar lá para ajudar essas comunidades a se organizar e a estar preparadas”, comenta.

 

É a partir da vontade de compartilhar as pesquisas com a comunidade que surgiu o projeto ‘Comunicação de Proximidade: memória, resiliência e adaptação social a riscos climáticos e catástrofes naturais na Quarta Colônia’, liderado pelo Poscom e em parceria com os Programas de Pós-Graduação da Geografia (PPGeo), do Patrimônio Cultural (PPGPC), da Enfermagem (PPGEnf) e de Letras (PPGL). “A ideia do projeto nasceu desse desconforto, desse incômodo, de como a gente poderia atuar e gerar ações concretas para a comunidade”, explica Laura. O ‘Comunicação de Proximidade’ é uma das dez propostas contempladas pelo edital do Programa de Extensão 2024/2026.

 

O projeto parte do conceito que o nomeia para articular os debates de território e governança ao papel da política e do pertencimento regional em uma dinâmica comunicacional, que nasce na comunidade para a comunidade. “O papel da comunicação de proximidade é qualificar a informação e a discussão cívica para gerar protocolos de segurança e de alerta, e para gerar debates que fomentem políticas de prevenção”, destaca Laura. 

 

Para a pesquisadora, a questão do território é importante porque a desinformação climática afeta, de maneira mais contundente, os desertos de notícias, ou seja, locais em que há ausência de meios e veículos de comunicação especializados. A cobertura sobre as enchentes, por exemplo, começou pela Quarta Colônia por ser a primeira afetada, mas na medida em que a emergência climática e humanitária tomou proporções grandes na região metropolitana, a cobertura se deslocou e teve maior ênfase em Porto Alegre. 

 

Laura define o jornalismo como prática material, que existe no tempo e no espaço e, por isso, tem limitações do que consegue fazer.

“Então essas zonas de sombreamento são naturais. As desinformações vão acompanhar a lógica acontecimental, vão ser olhadas e estar em foco. Enquanto isso, as zonas de sombra informacional, em particular os desertos de notícias, vão gerar apagamentos maiores da possibilidade de desmentir, verificar e corrigir a informação”, evidencia Laura.

Educação midiática

Um dos braços do projeto é a educação midiática. As oficinas em escolas foram uma das formas encontradas para efetivar a extensão. Ministradas por estudantes de pós-graduação da Geografia e da Comunicação em novembro de 2024, as oficinas trataram sobre as características geográficas da Quarta Colônia, a compreensão de como aconteceram os deslizamentos e erosões, e da desinformação, por meio das notícias falsas. 

 

Vanessa Manfio é professora de geografia na Escola Municipal de Ensino Fundamental Professora Cândida Zasso, que fica na área urbana de Nova Palma - RS. Esta é uma das escolas que receberam as oficinas. Estudantes do 6º e 7º ano puderam compreender mais sobre o clima na oficina da Geografia, e os do 8º e 9º aprenderam sobre desinformação. Além da parte teórica inicial, os estudantes puderam gravar vídeos e tirar fotos e interagir por meio de seus relatos de experiências. Vanessa conta que muitos dos alunos foram atingidos pela enchente: perderam casas, bens materiais e roupas. 

 

Para ela, a experiência foi significativa por permitir que pudessem identificar desinformações. “Circulava muitos vídeos sobre o ‘rompimento’ da barragem de Itaúba, da Usina Hidrelétrica de Nova Palma. Isso assustava muito a gente. Nossos alunos conseguiram perceber que algumas informações que circularam na época das enchentes não eram verdadeiras”, conta Vanessa. A professora avalia que o conhecimento é positivo, pois permite maior cuidado na percepção da origem da informação e, consequentemente, no seu compartilhamento. “Precisamos estar com um olhar atento e aberto de que nem tudo que circula na internet é verdadeiro. Precisamos buscar uma fonte de informações correta, e quando chega um material desse tipo não podemos sair divulgando sem saber se é verdade”, reflete.

 

Próximos passos

Além da educação midiática, o projeto ‘Comunicação de Proximidade’ tem mais dois braços. O primeiro é o da constituição do ecossistema comunicacional da região, que consiste no mapeamento de comunicadores populares que são referências para a informação de qualidade. E o segundo se refere à criação de grupos de discussão com a comunidade para o desenho de protocolos de comunicação de alerta e de segurança. A intenção é que a Quarta Colônia esteja mais preparada, em termos comunicacionais, caso emergências climáticas voltem a acontecer.

Expediente

Reportagem: Samara Wobeto, jornalista

Edição: Luciane Treulieb, jornalista

Design: Evandro Bertol, designer

]]>
UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2023/09/15/tv-campus-estreia-documentario-o-sopro-da-mina Fri, 15 Sep 2023 15:16:37 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=63741

Estreou nesta sexta-feira (15) o documentário “O Sopro da Mina”, uma produção da TV 55BET Pro da UFSM em parceria com diversos setores da Universidade, como o Programa de Pós-Graduação em Patrimônio Cultural (PPGPC), Pró-Reitoria de Extensão, Caçapava Geoparque Mundial da Unesco e Estúdio 21.  A obra é produto da pesquisa de mestrado do servidor da TV 55BET Pro e diretor do documentário, Thomás Townsend, para o Programa de Pós-Graduação em Patrimônio Cultural, orientada por Flavi Ferreira Lisboa Filho.

A narrativa revela um encontro do passado da mineração com o presente no povoado conhecido como Minas do Camaquã. Embora tenha encerrado as atividades de extração de minérios em 1996, a localidade ainda possui forte vínculo com a identidade mineira, resultado de mais de dois séculos de exploração de cobre na região.

Confira: 

http://youtu.be/kPPOBC2f59Q?si=mubP9moD_szJShnQ]]>
UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2021/12/10/ufsm-promove-palestra-sobre-recursos-educacionais-abertos-e-direitos-autorais-neste-sabado-11 Fri, 10 Dec 2021 10:36:55 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=57445
Dois programas de pós-graduação da UFSM, em Patrimônio Cultural (PPGPC-CCSH) e em Ensino de História (ProfHistória-CE), promovem neste sábado (11) palestra integrativa com a professora Mara Denize Mazzardo, doutora em Educação e pesquisadora sobre EaD e Recursos Educacionais Abertos. O tema será "Recursos Educacionais Abertos e direitos autorais – produção e acesso ao conhecimento". O evento ocorre online, a partir das 9h, sendo aberto ao público em geral. 
 
A transmissão será via Google Meet. Interessados em participar devem solicitar acesso pelo e-mail ppgppcufsm@gmail.com.
]]>
UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgpc/editais/001-2021 Wed, 21 Jul 2021 21:23:59 +0000 http://www.55bet-pro.com/cursos/pos-graduacao/santa-maria/ppgpc/?post_type=editais&p=560 A Comissão Eleitoral do Programa de Pós-Graduação em Patrimônio Cultural, designada pela Ordem de Serviço Nº 015/2021 de 14 de julho de 2021 do CCSH, no exercício de suas atribuições legais e regulamentares, torna pública a abertura do processo para eleição de Coordenador e Coordenador Substituto do Programa de Pós-Graduação em Patrimônio Cultural do Centro de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Federal de Santa Maria

]]>
A Comissão Eleitoral do Programa de Pós-Graduação em Patrimônio Cultural, designada pela Ordem de Serviço Nº 015/2021 de 14 de julho de 2021 do CCSH, no exercício de suas atribuições legais e regulamentares, torna pública a abertura do processo para eleição de Coordenador e Coordenador Substituto do Programa de Pós-Graduação em Patrimônio Cultural do Centro de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Federal de Santa Maria

]]>