UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com Universidade Federal de Santa Maria Fri, 13 Mar 2026 23:19:44 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com 32 32 UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2022/09/02/ufsm-em-rede-quando-a-universidade-rompe-suas-proprias-fronteiras Fri, 02 Sep 2022 12:06:15 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=59559 [caption id="attachment_59564" align="alignright" width="757"]Foto colorida horizontal mostra um homem em uma sala, de fones de ouvido, no lado esquerdo, e à frente dele dois monitores, que mostram a realização de eventos com inúmeros participantes Durante a pandemia, eventos, bancas e formaturas foram realizados em formato online (Foto: Arquivo/Ascom)[/caption]

Com aulas virtuais via REDE, os acadêmicos e professores da UFSM viram suas atividades em um novo e desconhecido formato, assim como ocorreu com as demais Instituições de Ensino Superior brasileiras. A participação em eventos, bancas ou até mesmo as formaturas adquiriu um novo formato. Mobilidades acadêmicas que eram comuns até o momento precisaram ser repensadas, de modo que os estudantes, mesmo em meio à pandemia, pudessem ter experiências para além da universidade. É o que a terceira reportagem da série sobre o UFSM em REDE aborda.

Um novo olhar sobre eventos

Para a relações públicas Solange Prediger, assessora de Comunicação do Gabinete do Reitor, a realização de eventos online, embora sendo a única opção, deixou uma forte marca na Universidade. Ela conta que, com a transmissão de encontros, mais pessoas puderam participar deles, algo que era limitado na presencialidade, devido a questões de tempo, mobilidade e até divulgação. Além disso, o fato de celebrações serem gravadas permite que os momentos sejam eternizados e passíveis de serem revisitados. 

Com a volta do presencial este ano, diversas atividades como inaugurações, formaturas e posses voltaram a seu tradicional formato, em um espaço físico e com pessoas presentes. No entanto, Solange acredita que agora entende-se que é possível unir isso ao fator online, ou seja, quando há estrutura para gravar e transmitir o momento, além da possibilidade de interação do público. Em outras palavras, o modelo híbrido. Ainda, avalia que há muito a melhorar: “Nós perdemos no quesito das trocas, mas ganhamos no quesito 'estrutura do evento', conseguimos enxergar melhor para saber como fazê-lo chegar em mais pessoas”.

Ao mesmo tempo, a relações públicas pondera que é necessário pensar em quais situações é propício proceder dessa forma. Ao analisar qual o caráter do evento e, portanto, seu público de interesse e cobertura, pode-se definir se é válido uma transmissão. Por exemplo, uma formatura, que abrange familiares e amigos dos formandos em grande escala para acompanhar a cerimônia: alguns podem estar presentes, outros não necessariamente. Até o próprio aluno, se por acaso estiver em um estágio fora da cidade, pode ter a opção de colar grau a distância, mas junto a seus colegas. Já uma ocasião com finalidade burocrática interna entre servidores, como assinaturas de processos, não precisa ser transmitida, devido a sua característica corriqueira  e específica. 

Um elemento desse novo espectro de cerimônias é, segundo Solange, a oportunidade de novos palestrantes, por vezes inacessíveis em decorrência da agenda, poderem participar de algum evento na Universidade, via internet. O contrário também ocorre, quando membros da Instituição podem marcar seu nome em outras universidades. Ambos os movimentos ajudam a divulgar a UFSM a novos públicos, entende a relações públicas. “Com certeza, atingimos um público diferenciado dessa forma, são pessoas diferentes que ouviram falar da Universidade por esse meio”, observa.

Para que essa conquista não deixe de avançar, Solange vê o quanto é preciso investir ainda mais em novas capacitações, para que ninguém fique de fora por não saber utilizar uma tecnologia. Não obstante, ela acredita que, embora há formatos que as pessoas já estão acostumadas, como as videoconferências via Google Meet, deve-se buscar aprender novas funcionalidades, para estar apto a existir em um ambiente virtual mais inclusivo com suas atualizações.

O conhecido em uma nova faceta 

A mobilidade acadêmica sempre foi muito buscada pelos estudantes. A perspectiva de cursar parte da graduação em outra instituição, realizar trocas de conhecimentos e experiências culturais é extremamente rica para o desenvolvimento acadêmico e pessoal. Com a impossibilidade de realizar viagens, intercâmbios e qualquer tipo de mobilidade, tal interação foi fortemente afetada.

Uma possibilidade encontrada para minimizar os danos do período foram os programas de mobilidade virtual, que consiste em o acadêmico fazer um semestre em outra universidade, de forma remota, com todas ou uma parte das disciplinas para serem aproveitadas no currículo. Com isso em mente, a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) implementou o Programa de Mobilidade Virtual em Rede de Instituições Federais de Ensino Superior (Promover), que visava oportunizar mobilidade de estudantes entre instituições federais através de vagas em disciplinas ofertadas em 12 universidades brasileiras, incluindo a UFSM. Além disso, o convênio da Universidade com a Asociación de Universidades Grupo Montevideo (AUGM) continuou em vigor, ao incentivar a mobilidade virtual entre os estudantes, sem o adicional de custos de locomoção e permanência.

Para o professor Júlio César Rodriguez, assessor do Gabinete do Reitor na Secretaria de Apoio Internacional (SAI), o programa de mobilidade virtual foi incentivado pelas universidades participantes para que os estudantes não perdessem a oportunidade de frequentar, mesmo sem se mover, outra instituição. Ele conta que esse formato tinha regras e editais, assim como o modelo presencial, mas com mais vagas disponíveis e até melhores condições para o aluno, o qual, muitas vezes, não consegue viajar a outro país e tem dificuldade de concorrer a editais de mobilidade presencial. 

Em relação ao Promover, o pró-reitor de Graduação, professor Jerônimo Tybusch orgulha-se ao lembrar que a UFSM, além de participar da criação e funcionamento do programa, foi uma das universidades que mais ofertou disciplinas - mais de 120, de todas as áreas do conhecimento. Até junho de 2021, 331 estudantes das outras Instituições Federais de Ensino Superior (Ifes) matricularam-se na UFSM, enquanto 461 fizeram o movimento contrário. No total, 10 mil alunos participaram da mobilidade virtual só até essa data. Inclusive, há conversas com a Andifes para que instituições internacionais participem do Promover, em um sistema consolidado de mobilidade virtual, para que ocorra regularmente. 

[caption id="attachment_59565" align="alignleft" width="676"]Foto colorida horizontal mostra o reitor, sentado em uma mesa, e do outro lado da foto um monitor de computador com um evento sendo realizado. Ele está em uma sala e ao fundo, uma parede branca e um relógio antigo Para o reitor da UFSM, as tecnologias facilitam a interação de pessoas de diversas partes do mundo (Foto: Arquivo/Ascom)[/caption]

Um novo público 

Para o reitor, Luciano Schuch, esse sistema de aprendizagem virtual não vai aumentar o número de estrangeiros na Universidade, mas sim qualificá-los. Segundo ele, o uso recorrente das tecnologias torna a interação de pessoas de diversas partes do mundo muito mais fácil e natural, pois é só fazer uma videochamada, o que outrora era um tabu dentro do ambiente universitário. O gestor ressalta que essa discussão não está acontecendo por causa da pandemia, foi apenas acelerada por ela, porque, quando isso ocorreu, o terreno estava pronto. “Era um processo irreversível”, admite. 

Com isso, na intenção de tornar a UFSM atrativa a diferentes públicos de variadas instituições, pretende-se implementar a política de disponibilizar 100 vagas extras a alunos estrangeiros, isto é, eles farão a seleção em suas universidades de origem e, se aprovados, virão estudar em Santa Maria. Nesse sentido, quanto mais variedade de culturas em uma sala de aula, mais se aprende sobre diversidade, seja de gênero, raça, dentre outros. Também, o reitor lembra a questão da reciprocidade: “Se tivermos estrutura para receber um aluno estrangeiro, as universidades parceiras darão a mesma oportunidade ao nosso aluno”.  

Planos promissores 

Ademais, a Prograd planeja levar a mobilidade digital para fora do continente. Com parte da carga horária de cursos sendo síncrona e a distância, tudo é possível. Para Jerônimo, esse movimento potencializa a “troca dentro do nosso sistema federal e internacional, pois as universidades só têm a ganhar em termos regionais”. Aliado a isso, o professor cita seu grupo de pesquisa, o qual, enquanto estava em formato virtual, contemplou pessoas de lugares inéditos, como Goiás e Minas Gerais. A fim de que esse pessoal continue trabalhando em conjunto, as reuniões serão híbridas, para que todo o potencial não se perca, “um ganho grande em termos de intercâmbio e cooperação, tanto nacional quanto internacional”, salienta. 

Dentro da Andifes, Jerônimo participa de uma comissão que cobra do Conselho Nacional de Educação um posicionamento a respeito da questão híbrida, já que atualmente só existe a mobilidade presencial ou a distância. Dessa forma, o pró-reitor acredita que o fator presencial será potencializado, com metodologias ativas, sala de aula invertida, dentre outras opções. Com isso, percebe-se o quanto o acadêmico receberia com mais investimentos no digital. O gestor conta: “Eu já utilizo o Moodle para disponibilizar o conteúdo para o aluno com antecedência, para que ele possa se preparar para a aula”. 

Olhar para trás para mirar à frente 

De legado, o pró-reitor enxerga que ficou uma movimentação maior para produção de vídeos, conteúdos e melhoria do processo de ensino aprendizagem. De exemplo, cita o fato de poder participar de defesa de teses e dissertações sem viajar e, portanto, com sustentabilidade, e o uso de programas e aplicativos dentro da administração da Universidade nas reuniões de diversos segmentos.

Solange, por sua vez, acredita que a tendência proporcionada por essa experiência remota é de que o espaço acadêmico possa ser frequentado por quem outrora sofria de limitações. Com isso, não se pode esquecer que uma maior igualdade de acesso básico à Internet e a outros serviços é imprescindível para a democratização dos espaços. Ademais, o presencial e o online não competem e podem funcionar simultaneamente, como já acontece em reuniões de conselhos com autoridades de centros espalhados pelas cidades.

Em relação à mobilidade virtual, o professor Júlio Cesar pretende mantê-la junto com a presencial. No entanto, a tendência é de queda na oferta à medida que a presencialidade retorna a 100%. Isso é devido ao fato de que há pouca infraestrutura para os docentes transmitirem suas aulas, onde a maioria dos alunos estarão presentes, contra uma minoria que estará em outro lugar. Já para os programas de pós-graduação que se adaptaram ao remoto, não há tantos impasses. 

“Se eu posso conectar muito mais, por quê não o fazê-lo?" É a mensagem que Schuch quer passar. Ele acrescenta ainda: com o acadêmico e o administrativo. Para esse último, a ideia é que se pegue todo o trabalho manual e braçal para que o sistema faça e, assim, o servidor público fique livre para pensar a transformação da Universidade.

Na próxima matéria da série serão abordadas as perspectivas em relação ao trabalho remoto.

Texto: Gabrielle Pillon, acadêmica de Jornalismo, bolsista da Agência de Notícias
Foto de capa: Mariana Henriques, jornalista

Edição: Mariana Henriques e Ricardo Bonfanti, jornalistas

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2021/10/15/programa-de-mobilidade-virtual-em-rede-da-andifes-abre-inscricoes Fri, 15 Oct 2021 19:35:00 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=56893

A Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) lançou o Programa de Mobilidade Virtual em Rede de Instituições Federais de Ensino Superior (Promover Andifes), que visa oportunizar a mobilidade de estudantes entre instituições federais através de vagas em disciplinas ofertadas em 12 universidades brasileiras, entre elas a UFSM. Promover Bloco 2 inscrições de 18 a 24/11

Estudantes das instituições participantes podem solicitar a sua participação em até três opções de disciplinas, conforme o edital disponível na página do Promover.

As inscrições para o bloco 1 (FURG, UFES, UFMA, UFPA, UFRN e UFSM) podem ser feitas de 13 a 20 de outubro, e para o bloco 2 (UFG, UFSB, UnB, UFV e UFU), de 18 a 24 de novembro.

Na UFSM, o e-mail para contato é promover.ifes@55bet-pro.com.

Confira podcast da Revista Arco sobre mobilidade acadêmica.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/experimental/revistatxt/2021/09/01/programa-nacional-promove-intercambio-sem-sair-de-casa Wed, 01 Sep 2021 17:32:46 +0000 http://www.55bet-pro.com/midias/experimental/revistatxt/?p=3599

Em sua 2ª edição, ‘Promover Andifes’ oportuniza interação entre 12 universidades brasileiras. Apesar do formato virtual, estudantes relatam experiências positivas.

Ilustração colorida do mapa do Brasil, centralizado e preenchido na cor verde, com a divisão de estados em linha verde claro. Bandeiras amarelas identificam seis universidades: UFMA no Maranhão, UFRN no Rio Grande do Norte, UnB no Distrito Federal, UFU em Minas Gerais, UFES no Espírito Santo e UFSM no Rio Grande do Sul. À esquerda do mapa, fotos de 3 estudantes mulheres aplicadas em três celulares ilustrados. À direita do mapa, fotos de 2 estudantes, um homem e uma mulher, aplicadas em dois celulares ilustrados.

Viver novas experiências acadêmicas e conhecer novos lugares é o que motiva muitos estudantes a buscarem oportunidades de intercâmbio. No contexto pandêmico, essa vivência parecia não ser possível devido às restrições sanitárias necessárias. Entretanto, para oportunizar a mobilidade acadêmica, ainda  em um novo formato, a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior lançou o Programa de Mobilidade Virtual em Rede ANDIFES (Promover ANDIFES).  

 Quatro Universidades Federais participaram de um projeto piloto, já na 2ª edição o número ampliou para 12 -  a UFSM foi uma delas. O objetivo é oferecer a mobilidade acadêmica de forma virtual,  e que os estudantes participem de até três disciplinas em diferentes Universidades. A oportunidade foi divulgada pelos meios de comunicação oficiais das universidades e pelas redes sociais, como Twitter.  Com isso, foram mobilizados cerca de 10 mil alunos em todo Brasil.

Entre as  instituições preferidas pelos 461 alunos da UFSM que se inscreveram no Promover Andifes, estão a Universidade Federal de Uberlândia (UFU), seguida da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), e Universidade Federal de Rio Grande (FURG). Foram feitos 1.048 pedidos em disciplinas nas outras onze instituições participantes.

Da UFSM para o Brasil

A estudante Letícia Miolo, 22 anos, cursa Ciências Biológicas na UFSM e aproveitou a oportunidade para conhecer a Universidade de Brasília (Unb). A principal motivação foi cursar disciplinas que não constam na sua grade regular e aprofundar em assuntos de seu interesse. A estudante avaliou a experiência como positiva, não só pelos novos aprendizados que adquiriu, como também pela experiência de entender como funciona a dinâmica dentro de outra instituição. “Apesar da experiência ser virtual, consegui ter uma interação com a universidade e com as pessoas. Como é remoto, é muito mais acessível para mim do que se a mobilidade fosse presencial, uma vez que não precisei do deslocamento, nem precisaria parar o que estou fazendo agora na UFSM”, destaca Miolo.

Já a acadêmica Paôla Pfeifer, 23 anos, cursa Licenciatura em História e participou de disciplinas no centro-oeste, na Universidade de Brasília (UnB), e no nordeste, na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). As diferenças culturais e geográficas marcaram a experiência, mas o apoio dos professores e colegas de turma auxiliaram na adaptação. “Na UFRN, a aula começa às 7h da manhã. Aqui no Rio Grande essa hora não é nem dia. Esse fato por si só já era formador de um diálogo e de trocas culturais, ambientais, sociais e geográficas”, compartilha Pfeifer.

[caption id="attachment_3600" align="aligncenter" width="1024"]Ilustração colorida do mapa do Brasil, centralizado e preenchido na cor verde, com a divisão de estados em linha verde claro. Três celulares ilustrados com fotos de três estudantes mulheres, dois à esquerda do mapa e o outro à direita. No primeiro celular, à esquerda do mapa, a fotografia de uma mulher com cabelos lisos e pretos, vestindo uma blusa de mangas compridas na cor caramelo. Ao lado do celular, em letras azuis, a informação “Lorena Colares - Arquitetura e Urbanismo (UFSM)”, identificando a estudante. Uma seta preta liga a fotografia de Lorena à bandeira no estado de Minas Gerais, com a sigla UFU. No segundo celular, à esquerda do mapa, a fotografia de uma mulher com olhos claros, cabelos com mechas verdes e olhando para a direita. Ao lado do celular, em letras azuis, a informação “Letícia Miolo - Ciências Biológicas (UFSM)”, identificando a estudante. Uma seta preta liga a fotografia de Letícia à bandeira no estado do Distrito Federal, com a sigla UnB. No terceiro celular, à direita do mapa, a fotografia de uma mulher com cabelos curtos e castanhos, usando óculos e sorrindo. Ao lado do celular, em letras azuis, a informação “Paôla Pfeifer - História Licenciatura(UFSM)”, identificando a estudante. Uma seta preta liga a fotografia de Paôla à bandeira no estado do Distrito Federal, com a sigla UnB. Outra seta preta liga a fotografia de Paôla à bandeira no estado do Rio Grande do Norte, com a sigla UFRN. Estudantes da UFSM cursaram disciplinas em outras universidades brasileiras[/caption]

A diversidade de disciplinas ofertadas chamou a atenção de Lorena Colares, 22 anos, que cursa Arquitetura e Urbanismo no 55BET Pro UFSM - Cachoeira do Sul. Ela está em Bagé/RS e participou de disciplinas na Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e Universidade de Brasília (UnB). “Me interessei por diversas disciplinas, principalmente as que estavam relacionadas à prática de arquitetura e urbanismo voltadas para uma abordagem diferente da convencional do curso”. Ela conta que considerou a flexibilidade  dos horários, pois como faz um curso noturno, teve a oportunidade de cursar matérias durante o dia. “Isso facilitou a minha grade de horários”, ressalta Colares.

Oportunidade mais acessível

A professora do Departamento de Ciências da Comunicação da UFSM - Frederico Westphalen , Cláudia Herte de Moraes, ministra a disciplina de Políticas Públicas em Comunicação que contou com alunos de outras instituições. “Acredito que é muito importante a mobilidade acadêmica, uma vez que tanto os estudantes da UFSM quanto de outras instituições podem buscar formação complementar diferenciada, procurando temas e disciplinas que são desenvolvidas de formas variadas”, destaca Moraes.

[caption id="attachment_3601" align="aligncenter" width="1024"]Ilustração do mapa do brasil em verde, com fundo cinza e textura parecendo papel amassado. À esquerda, a fotografia de uma mulher aplicada em um monitor ilustrado. A mulher, na faixa dos 40 anos, tem cabelos castanhos encaracolados e na altura dos ombros. Ela usa óculos e está sorrindo para a foto. À direita do monitor, a informação “Cláudia Herte de Moraes - Docente de Comunicação Social (UFSM-FW). Ministrou disciplina ofertada no Promover Andifes”. Docente Cláudia Herte de Moraes ministrou disciplina ofertada no programa[/caption]

A UFSM ofertou 502 vagas para estudantes de outras universidades, das quais 362 foram preenchidas. Foram disponibilizadas oportunidades para 110 disciplinas de diversos cursos e campi.

A docente destaca que a mobilidade virtual apresenta desafios culturais e de interação entre estudantes e professores, porém é uma oportunidade acessível por não envolver custos de deslocamento dos estudantes. “Acredito que para algumas disciplinas o sistema da mobilidade virtual possa ser inclusive um caminho possível de manutenção a partir destas experiências realizadas durante a pandemia”, aponta a Moraes. 

UFSM de portas abertas

Carlos Alcântara, 21 anos, cursa Comunicação Social - Jornalismo na Universidade Federal do Maranhão (UFMA) e visitou o sul do país através da UFSM. “A mobilidade acadêmica é uma ferramenta essencial na formação de todo acadêmico que ama experimentar ambientes, formatos e conteúdos novos. Hoje eu digo que a mobilidade acadêmica que a UFSM me proporcionou me fez um pesquisador um pouco mais completo, mais a par da minha profissão”, compartilha Alcântara. Sobre a experiência de intercâmbio virtual, o aluno disse que precisou adaptar a rotina para conciliar o ensino remoto da UFMA e da UFSM. Além dos desafios da pandemia, as diferenças culturais geraram um choque, que foi superado pelo acolhimento recebido. “É impossível conhecer uma Universidade totalmente dessa forma, digital, mas eu conheci um recorte de uma universidade que é como a minha, uma mãe que acolhe todo mundo da melhor maneira possível”, destaca Alcântara.

[caption id="attachment_3602" align="aligncenter" width="1024"]Ilustração colorida do mapa do Brasil, centralizado e preenchido na cor verde, com a divisão de estados em linha verde claro. Dois celulares ilustrados com fotos de dois estudantes, uma mulher e um homem. No primeiro celular, à esquerda do mapa, a fotografia de um homem com cabelos castanhos e curtos, com bigode e cavanhaque. Ele usa óculos e veste uma camiseta branca com ilustração da Marvel. Ao lado do celular, em letras azuis, a informação “Carlos Alcântara - Comunicação Social - Jornalismo (UFMA)”, identificando o estudante. Uma seta preta liga a fotografia de Carlos à bandeira no estado do Rio Grande do Sul, com a sigla UFSM. No segundo celular, à direita do mapa, a fotografia de uma mulher morena com cabelos curtos e pretos. Ao lado do celular, em letras azuis, a informação “Tayna Poppe - Agronomia (UFES)”, identificando a estudante. Uma seta preta liga a fotografia de Tayna à bandeira no estado do Distrito Federal, com a sigla UnB. Outra seta preta liga a fotografia de Paôla à bandeira no estado do Rio Grande do Sul, com a sigla UFSM. UFSM recebeu estudantes de todo Brasil.[/caption]

Direto do Sudeste para o Sul, a estudante Tayna Poppe, 23 anos, cursa Agronomia na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) - 55BET Pro Alegre e participou de disciplinas na UFSM e UFMA. “É engraçado porque eu tenho aula no sul e no nordeste, então é nítido a diferença em tudo”, destaca Poppe. "Na UFSM, me interessei pela disciplina de Botânica Agrícola, por ser da minha área, também pela experiência de ter aula com pessoas do sul e pelo o que eu poderia aprender com eles, já que são referência no tema”, ressalta a estudante.

Segundo informações da Agência de Notícias (http://www.55bet-pro.com/2021/06/01/cerca-de-10-mil-alunos-vao-participar-da-2a-edicao-do-programa-promover-andifes/), a UFSM participará também da 3ª edição do programa, prevista para o próximo semestre. Saiba mais sobre o Promover na UFSM (www.55bet-pro.com/pro-reitorias/prograd//promover) e na página da Andifes (www.andifes.org.br).

 

Reportagem: Stella Sampaio Silveira Zan de Santana

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2021/05/07/promover-andifes-inscricoes-para-intercambio-virtual-entre-universidades-brasileiras-ja-estao-abertas Fri, 07 May 2021 13:31:11 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=55729

Nesta quinta-feira (06), a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) publicou o edital para inscrição no Programa de Mobilidade Virtual em Rede de Instituições Federais de Ensino Superior, o Promover
Andifes.

O Promover reúne 12 universidades brasileiras, incluindo a UFSM, a fim de que alguns de seus estudantes façam determinadas disciplinas, de maneira remota, em outras instituições. Assim, o aluno poderá trocar experiência acadêmica com colegas de outros
estados. Serão, ao todo, 9.874 vagas ofertadas, sendo 504 na UFSM. Além disso, a universidade também disponibilizou 121 disciplinas, organizadas entre as seguintes áreas: Humanas, Exatas e da Terra, Biológicas, Engenharias, Saúde, Ciências Agrárias, Ciências Sociais Aplicadas e Linguística, Letras e Artes. A lista completa com todas as matérias pode ser encontrada na página do Promover dentro do site da UFSM.

Além da Universidade Federal de Santa Maria, também participarão do programa Universidade Federal de Goiás (UFG), Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), Universidade Federal do Rio Grande (FURG), Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Universidade Federal do Pará (UFPA), Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA), Universidade Federal Fluminense (UFU), Universidade Federal de Viçosa (UFV) e Universidade de Brasília (UnB).

Live realizada pela Prograd auxiliou estudantes interessados


A Pró-Reitoria de Graduação da UFSM realizou uma live no seu canal no YouTube, com Jerônimo Tybush, pró-reitor de graduação, e o reitor Paulo Afonso Burmann. A transmissão esclareceu algumas dúvidas, como do uso da página do programa no site da UFSM e do acesso ao edital.

Tybush reforçou que o resultado preliminar dos alunos aprovados para o programa sai no dia 18 de maio. No entanto, a definição final só deve ocorrer no dia 24, já que é necessário um período após o primeiro prazo para possíveis pedidos de recurso. O pró-reitor também agradeceu ao CPD, o Centro de Processamento de Dados da UFSM, pela agilidade na montagem da página sobre o Promover Andifes. Segundo ele, mais de 10 mil estudantes estão envolvidos com o programa.

Reportagem: Juan Grings, bolsista de jornalismo na Agência de Notícias da UFSM
Edição: Davi Pereira

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