UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com Universidade Federal de Santa Maria Wed, 22 Apr 2026 21:38:18 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com 32 32 UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2023/03/29/ufsm-melhora-desempenho-no-igc-e-aumenta-numero-de-cursos-com-conceito-5-no-cpc Wed, 29 Mar 2023 18:35:02 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=61686
A UFSM tem motivos para comemorar o anúncio do Conceito Preliminar de Curso (CPC) e do Índice Geral de Cursos Avaliados da Instituição (IGC) referentes a 2021, que o Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgaram nesta terça-feira (28). O CPC e o IGC são dois dos quatro Indicadores de Qualidade da Educação Superior que fazem parte do ciclo de resultados calculados a partir do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) de 2021 e que ainda não haviam sido divulgados.
 
No CPC, indicador de qualidade que avalia os cursos de graduação, dos 34 cursos da UFSM avaliados, os conceitos distribuíram-se da seguinte forma:

- 7 cursos obtiveram o conceito faixa 5Computação licenciatura (EAD), Física licenciatura integral, Geografia bacharelado, Letras Inglês licenciatura, Letras Português licenciatura (presencial), Química licenciatura, Química bacharelado;
- 24 cursos obtiveram conceito faixa 4;
- 3 cursos obtiveram conceito faixa 3.
 
 
No total, 31 cursos da UFSM obtiveram conceitos 4 e 5, considerados índices de excelência. Em relação aos cursos que obtiveram o conceito 5, o número subiu se comparado com a avaliação de 2017, que contemplou o mesmo grupo de cursos: naquele ano, quatro ficaram com CPC 5. Na comparação com a divulgação anterior, de 2019, que abrangeu outras graduações, o índice da UFSM também avançou: passou de 3 para 5 cursos com conceito máximo.
 
O cálculo do CPC e sua divulgação ocorrem no ano seguinte ao da realização do Enade, com base na avaliação de desempenho de estudantes, no valor agregado pelo processo formativo e em insumos referentes às condições de oferta – corpo docente, infraestrutura e recursos didático-pedagógicos –, conforme metodologia aprovada pela Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior (Conaes). Além disso, o CPC serve de parâmetro regulatório para os processos de Renovação de Reconhecimento dos cursos de graduação. Ressalta-se que os indicadores divulgados agora são referentes ainda ao ano de 2021, pois houve um atraso na divulgação por parte do Inep. Inicialmente, os indicadores deveriam ter sido publicados ainda em 2022.
 

Aumento no conceito contínuo

No que se refere ao Índice Geral de Cursos (IGC), que avalia a instituição, a UFSM manteve seu conceito faixa 4, com um aumento em seu conceito contínuo, que passou de 3,906 (2019) para 3,928 (2021). 

O IGC abrange indicadores de cursos de graduação e pós-graduação. Nas graduações, é utilizada a média dos conceitos preliminares de curso (CPC) da instituição e ainda variáveis como corpo docente, infraestrutura e organização didático-pedagógica. Assim, sintetiza num único indicador a qualidade média de tudo o que a Instituição oferece.

O procurador educacional institucional, Douglas Flores de Almeida, exalta a participação da UFSM no processo e os resultados obtidos. "Parabenizo a todos os cursos, na figura de seus coordenadores, pelos resultados obtidos e pelo apoio durante o processo. O Enade nos demanda um grande trabalho e esforço na mobilização dos estudantes, mas sabemos de sua importância para promover as reflexões necessárias na busca pela melhoria e qualidade do trabalho desenvolvido em nossa instituição", destaca.

Expectativa por conceito 5

A UFSM segue sua trajetória de aumento no IGC, em busca do conceito máximo (IGC = 5). Na avaliação do pró-reitor adjunto de Planejamento, Fernando Pires Barbosa, este índice já teria sido atingido se o resultado divulgado nesta semana considerasse os resultados mais recentes da pós-graduação, e não os de 2020, como ocorreu. Em setembro do ano passado, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) divulgou o resultado da Avaliação Quadrienal dos cursos de pós-graduação referente ao período 2017-2020, sendo que a UFSM obteve aumento da nota em 25 Programas de Pós-Graduação (PPGs).

Conforme Barbosa, é provável que, assim que os novos resultados da pós-graduação sejam considerados no Índice Geral de Curso, a UFSM atinja o IGC=5, que é uma de suas principais metas institucionais.

De qualquer forma, os avanços são comemorados pelo reitor, Luciano Schuch. "Esses dados mostram que estamos trabalhando na direção correta, em busca de uma universidade cada vez mais inclusiva, próxima da sociedade e de excelência", afirma.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2022/11/18/reitor-da-ufsm-firma-parcerias-durante-agenda-em-brasilia Fri, 18 Nov 2022 14:44:13 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=60526 [caption id="attachment_60527" align="alignright" width="567"]foto colorida horizontal com 3 homens de camisa clara e blazer escuro, sendo que o do meio segura um papel com imagem do projeto Pacheco, Pimenta e Schuch[/caption]

O reitor da UFSM, Luciano Schuch, esteve em Brasília na quinta-feira (17) para a assinar com o governo federal acordo para o desenvolvimento do “Agrotec Experience: Espaço Multiuso do Agronegócio da UFSM”.

O objetivo do Agrotec Experience é estabelecer um ambiente que potencialize a cooperação entre os diversos modelos de instituição e produtores que compõem a cadeia de produção agropecuária do Rio Grande do Sul, a fim de identificar demandas e potencializar ações de inovação e extensão.

O projeto será sediado no 55BET Pro Sede da Universidade e integrado ao Parque de Inovação, Ciência e Tecnologia (Inovatec), junto ao Centro de Eventos. Terá 86.500 m² de área, com quatro acessos, e capacidade de receber 10 mil visitantes por dia. A previsão de construção é até o fim de 2024. 

Também participaram da agenda na capital federal o presidente da Cacism, Luiz Fernando do Couto Pacheco, e o deputado federal Paulo Pimenta.

[caption id="attachment_60528" align="alignleft" width="567"] Schuch e Luiz Guilherme[/caption]

Parceria assinada com o DNIT

No Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Schuch assinou, também na quinta (17), um Termo de Execução Descentralizada (TED) com o representante da autarquia, o diretor de Planejamento e Pesquisa, Luiz Guilherme Rodrigues de Mello.

A parceria permite que a UFSM realize estudos técnicos especializados na área de dimensionamento de pavimentos asfálticos, a implantação de trechos experimentais, a avaliação de misturas asfálticas e a previsão da irregularidade longitudinal.

De acordo com o diretor do DNIT, com a assinatura do documento, a autarquia terá um conhecimento mais detalhado sobre os processos de calibração do novo método de dimensionamento, o MeDiNa. Luiz Guilherme disse ainda que a ação deve promover melhores resultados nos projetos de pavimento das rodovias federais sob jurisdição do Departamento.

O reitor agradeceu a confiança do DNIT na Instituição e complementou falando sobre a promoção do desenvolvimento da ciência e da tecnologia. Além disso, ressaltou a importância do retorno desse investimento para a sociedade brasileira.

O TED é um instrumento de descentralização de créditos entre órgãos e/ou entidades integrantes do Orçamento Fiscal e da Seguridade Social da União. A colaboração da Diretoria de Planejamento e Pesquisa (DPP) e do Instituto de Pesquisas Rodoviárias (IPR) com a Universidade executa programas, projetos e pesquisas na área de infraestrutura rodoviária. A vigência do contrato é de cinco anos.

O reitor ainda segue em Brasília para uma reunião com a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes).

Fotos: Divulgação

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2022/05/31/reitor-da-ufsm-afirma-que-bloqueio-de-recursos-para-as-universidades-deve-afetar-servicos Tue, 31 May 2022 13:33:36 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=58707
O reitor da UFSM, Luciano Schuch, manifestou preocupação com o bloqueio de 14,5% das verbas de universidades e institutos federais para as despesas de custeio e investimento, anunciado na sexta-feira (27) pelo Ministério da Educação. O corte equivale a R$ 1 bilhão. Para a UFSM, o impacto é de cerca de R$ 19 milhões a menos em 2022.
 
"Já vínhamos fazendo uma adequação do orçamento da universidade. Neste ano o orçamento foi reduzido em quase 26% a menos que em 2019, que foi o último ano da presencialidade. Fizemos toda uma adequação dos serviços terceirizados e custeio para funcionar este ano com um cenário já reduzido, e agora, a notícia de bloqueio de R$ 1 bilhão, para nós impacta cerca de R$ 19 milhões. Se não vier uma reversão, não existe como se adequar, não teria como manter os serviços funcionando com um bloqueio tão grande", afirmou Schuch ao jornalista Gilson Piber, no programa Editoria 107,9, da UniFM. 
 
Na entrevista, Schuch fala sobre os possíveis impactos do corte orçamentário e a mobilização da Andifes para tentar reverter o bloqueio. Ouça a entrevista:
 

[audio mp3="http://www.55bet-pro.com/app/uploads/2022/05/Editoria-107.9-Entrevista-Reitor-Luciano-Schuck-30.05.2022.mp3"][/audio]

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2022/01/14/entrevista-reitor-luciano-schuch-fala-sobre-desafios-da-ufsm-nos-proximos-4-anos Fri, 14 Jan 2022 12:41:02 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=57637

O reitor recém-empossado da UFSM para a gestão 2022-2025 Luciano Schuch fala nesta entrevista sobre temas importantes para a Universidade, como inovação, enfrentamento das crises orçamentária e de fomento à pesquisa, desburocratização e relação entre os campi, entre outras questões.

[caption id="attachment_57640" align="alignright" width="774"]Foto colorida horizontal mostra, em primeiro plano, o reitor, usando camisa branca, de óculos, sorrindo, em frente a uma escultura e tendo ao fundo o prédio da reitoria, em um dia de céu azul Luciano Schuch: "temos muito trabalho pela frente"[/caption]

Em que patamar a UFSM se encontra hoje quanto ao cumprimento das metas do Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) e quais são os objetos da instituição para os próximos quatro anos?

Constituímos o Plano de Desenvolvimento Institucional em 2016, com um horizonte de 10 anos, até 2026, e nossa gestão será cumprida até quase ao final deste prazo. Este é o nosso principal norteador da universidade, que guia todas as atividades das gestões. Também temos um Plano de Metas, que é o que nos leva a cumprir os objetivos do PDI. Nós temos trabalhado em busca de uma universidade de excelência e acreditamos que, já em 2022, com a próxima avaliação do MEC, já estaremos atingindo o conceito 5 no Índice Geral de Cursos (IGC). Porém, temos muito trabalho pela frente. O Plano é avaliado ano a ano, e novos indicadores e metas são desenvolvidos. Mas seguimos fortemente em busca da internacionalização da nossa universidade e da qualidade do ensino em todos os níveis - no fundamental, técnico, tecnológico, graduação e pós-graduação. O desenvolvimento regional está sempre no nosso horizonte, pois a universidade só é forte quando está junto à sociedade. A inovação e o empreendedorismo precisam fazer parte da nossa cultura institucional, do desenvolvimento e da criação de emprego e renda na nossa universidade. A organização administrativa precisa cada vez mais ser discutida  para facilitar a vida dos nossos usuários, que são a nossa comunidade: por isso, a busca por serviços digitais é uma constante na UFSM. Por fim, a questão da sustentabilidade: a universidade, mesmo com mais de 35 mil pessoas, precisa pensar sempre em como reduzir o impacto ao meio ambiente, através da redução do consumo de energia, o uso de energias renováveis, redução do consumo de papel, equipamentos mais eficientes. Estes são os nossos desafios para os próximos quatro anos: uma universidade moderna, desburocratizada, preocupada com a sustentabilidade, com o meio ambiente e, ao mesmo tempo, uma universidade de excelência. 

De que forma a nova gestão da universidade enfrentará os desafios da educação pública e de qualidade frente ao cenário político e econômico que têm afetado o orçamento das IFES?

A questão orçamentária das IFES, especial da nossa universidade, é um ponto de muita preocupação. Estamos avançando para um retorno presencial neste ano e, por isso, todos os encargos aumentam, como energia elétrica, consumo de combustível, limpeza, contratos terceirizados em geral. Isto faz com que o nosso orçamento fique menor ainda. Precisaremos trabalhar muito com a racionalização dos nossos gastos, como a implantação dos processos digitais, que diminuem a circulação de papel, verificando e revisando o que é necessário em nossos contratos terceirizados, para trabalharmos com o mínimo que garanta o funcionamento da universidade. Precisamos trabalhar junto ao Congresso Nacional e os Ministérios para revertermos esta realidade orçamentária. Precisamos mobilizar uma força política muito forte junto ao Congresso, pois o orçamento que nos foi disponibilizado em 2022, de R$120 milhões de reais, corresponde aos valores de quatro a cinco anos atrás, sem contar que, nos últimos dois anos, não tivemos presencialidade na nossa universidade. Todos estes fatores pressionam muito e precisaremos discutir junto ao MEC a importância dos recursos para o custeio da universidade e da necessidade dos investimentos necessários. Então trabalharemos pela racionalização dos nossos gastos e, ao mesmo tempo, continuaremos lutando por um cenário favorável política e economicamente para o nosso país.

Quanto à Assistência Estudantil, como o senhor avalia as conquistas dos últimos anos em um cenário de dificuldades em que sentido a UFSM precisa caminhar para a garantia deste direito fundamental aos nossos estudantes?

A Assistência Estudantil é um dos pilares da nossa instituição. Temos orgulho de sermos uma das melhores e mais importantes neste quesito no Brasil e na América Latina. Precisamos manter as conquistas dos últimos anos na questão da forma de acesso à universidade, de trazer a população mais carente para dentro da universidade. Ao mesmo tempo, isto pressiona a Assistência Estudantil. Os recursos do PNAES (Programa Nacional de Assistência Estudantil) vêm se reduzindo, o que faz com que a UFSM precise alocar recursos próprios para que a assistência estudantil seja garantida. Mas precisamos seguir nesta direção, pois a assistência estudantil é a garantia de sucesso, de formatura dos nossos estudantes, a garantia de um cidadão transformador. Na última semana, estávamos na cerimônia de posse da nova direção do 55BET Pro de Cachoeira do Sul e o novo diretor deu um depoimento muito importante: foi morador da Casa do Estudante, filho de um entregador de leite, conseguiu se formar na nossa universidade, iniciou uma carreira docente e hoje se tornou diretor da unidade de Cachoeira do Sul. E isto é motivo de orgulho, pois mostra que a Assistência Estudantil é fundamental e precisamos mantê-la e expandi-la com qualidade, mantendo nossas bolsas, o acesso ao Restaurante Universitário, à internet, à equipamentos para o estudo. Como trabalhamos com o BSE (Benefício Socioeconômico), com mais de 5 mil alunos atualmente, precisamos buscar recursos tanto no PNAES quanto orçamentário para garantir a qualidade da Assistência Estudantil na nossa universidade. 

Quais são os desafios para o aprofundamento das políticas afirmativas dentro da universidade, tanto para os estudantes como para a comunidade acadêmica em geral?

As políticas afirmativas são uma das grandes conquistas das universidades federais do nosso país. Precisamos seguir com esta política. Em um país com tanta desigualdade como o nosso, as ações afirmativas são necessárias e precisamos lutar por elas, mesmo em um cenário em que, frequentemente, se questiona o papel dessas políticas afirmativas, das cotas para pessoas com baixa renda, para negros, indígenas, imigrantes e refugiados. São políticas fundamentais, pois a universidade é feita da diversidade. É através desta diversidade que a universidade terá qualidade e conseguirá romper com o status quo da sociedade. E como é bom vermos nas formaturas de hoje depoimentos de alunos que são os primeiros membros da família que se formam em uma universidade. Isto é transformador e, por isso, as ações afirmativas têm colaborado muito. Mas, ao mesmo tempo, precisamos de toda uma infraestrutura de apoio à esta população que ingressa na universidade e que precisa de uma assistência estudantil muito mais forte. A CAED tem feito um papel fundamental no acompanhamento pedagógico e psicológico desses alunos, um apoio tão necessário para esta população. Por isso, precisamos estar prontos. Também podemos citar ações afirmativas relacionadas à acessibilidade, que é uma questão muito importante dentro da universidade, e a CAED tem feito um trabalho de apoio incrível neste sentido para que, juntamente com a Assistência Estudantil, possamos aumentar a taxa de sucesso que é a formatura de nossos estudantes. 

Como a gestão enfrentará os problemas relacionados à crise dos órgãos de fomento à pesquisa? O quanto isso afetará a produção científica da UFSM?

É preciso ficar muito claro a todos de que os recursos orçamentários da UFSM não são destinados ao fomento da Pesquisa. Em nosso país, a Pesquisa Científica é mantida através dos órgãos de fomento, que são o CNPq, Capes, Finep e as fundações estaduais que, no nosso caso, é a Fapergs.Os recursos destes órgãos de fomento têm sido reduzidos ano após ano. Precisamos lutar junto ao Congresso Nacional pelo descontingenciamento do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), recurso destinado ao fomento de toda a área de pesquisa e inovação no Brasil, mas que todos os anos é contingenciado e desviado para outras ações do governo. E não adianta: para fazer pesquisa científica no Brasil e em qualquer lugar do mundo, é necessário muito investimento. A pesquisa de ponta precisa de equipamentos, técnicos qualificados e insumos. A falta de recursos está afetando diretamente na qualidade e a quantidade das pesquisas em andamento na nossa universidade, pois temos cada vez menos editais dos órgãos de fomento, menos bolsas e dificuldades para a criação de novos programas de pós-graduação, que são onde as pesquisas são desenvolvidas junto aos nossos estudantes. Trata-se de uma política nacional que precisamos reverter. O  investimento nas pesquisas tanto em universidades quando em institutos de pesquisa é fundamental e, sem isso, nunca teremos futuro, nunca deixaremos de ser uma colônia. Para sermos um país desenvolvido, precisaremos de muito investimento em ciência, pesquisa e educação. Esperamos que o governo entenda esta necessidade, pois somos um dos países que menos investe em pesquisa proporcionalmente ao seu Produto Interno Bruto. 

De que maneira a nova gestão trabalhará as parcerias público-privadas? É possível realizar estas parcerias sem ferir o princípio da educação pública, gratuita e de qualidade?

Esta é uma realidade consolidada em nossa universidade. A nova gestão continuará incentivando essas parcerias,pois o conhecimento e a tecnologia gerados na universidade precisam ser colocados à disposição da sociedade. E temos duas formas disso acontecer: a primeira é através de nossos egressos que saem da universidade e vão trabalhar na iniciativa privada, gerando emprego com o conhecimento adquirido. A outra forma é quando as empresas buscam conhecimento através da ciência e tecnologia. Isto já vem acontecendo Só no ano passado foram mais de R$ 40 milhões captados em parcerias público-privadas, com o setor produtivo buscando este conhecimento. Desta maneira, protegemos a própria universidade, através dos direitos de propriedade intelecual, royalties e pagamento de taxas para uso de laboratórios. É uma prática que já acontece e precisamos continuar fomentando. E isto não afeta de forma alguma a educação pública, pelo contrário, aumenta a qualidade do ensino através dessas parcerias, pois nossos estudantes, docentes e servidores técnico-administrativos que trabalham nesses projetos acabam conhecendo problemas reais. Seguiremos incentivando as parcerias público-privadas  e com certeza isso auxiliará muito no ganho de qualidade em nossa universidade, pois ser um modelo de conhecimento nos principais países do mundo, onde as universidades e institutos de pesquisa, junto ao setor público e ao setor privado buscam soluções para o desenvolvimento econômico e social. É um dever constitucional que a universidade não só trabalhe pelo ensino, mas também pela inovação no setor produtivo em nosso país. 

Nos últimos anos, um dos principais temas que mobilizam o debate sobre a UFSM é a integração da universidade com a sociedade. Quais estratégias a nova gestão traçará neste sentido?

Este é um tema muito caro para nós. A universidade só se justifica quando está junto à sociedade, enxerga seus problemas e emprega sua força de trabalho, o seu conhecimento  e sua ciência em seu favor. Com nosso alinhamento com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, da Agenda 2030, o nosso ensino, pesquisa e extensão têm se relacionado fortemente com os problemas reais que afligem a humanidade. Precisamos direcionar cada vez mais os nossos esforços de pesquisa para um olhar regional, escutando a sociedade. O Fórum Permanente de Extensão realiza essa tarefa de uma forma muito democrática, onde todos opinam  onde devemos investir os recursos. Precisamos estar junto às entidades de classe, empresariais e civis, participando desse debate. Vamos fomentar cada vez mais pesquisas aplicadas a problemas que realmente afetam a sociedade, Como exemplo, no período da pandemia, diversas pesquisas clínicas relacionadas às vacinas foram realizadas com os esforços de nossos pesquisadores e profissionais de saúde junto ao Hospital Universitário. Isto é estar conectado à sociedade: um problema real que aflige o Brasil e o mundo e nossa força de trabalho foi colocada à disposição. Ações como esta serão feitas cada vez mais, escutando e estando junto à sociedade. A nossa gestão será muito participativa, em colaboração com os poderes executivo e legislativo nos municípios onde temos nossas unidades. Queremos que, cada vez mais, nossos estudantes e egressos impactem a nossa sociedade. 

Empreendedorismo, Inovação e Transferência de Tecnologia são temas que cresceram dentro da universidade nos últimos anos. Quais os desafios que se colocam para o futuro da UFSM?

A Agittec foi uma das grandes conquistas da universidade nos últimos anos, fundada na gestão do professor Paulo Afonso Burmann e professor Paulo Bayard. Foi a institucionalização da questão do empreendedorismo, inovação e transferência de tecnologia. Nós seguiremos reforçando este trabalho. Temos hoje duas incubadoras tecnológicas com quase 40 empresas instaladas dentro da universidade, empresas de alunos e professores, que estão gerando emprego e renda. Nós temos diversas tecnologias licenciadas para o mercado, onde a universidade ganha royalties com este trabalho, ou seja: o conhecimento gerado aqui vai para o mercado e retorna em recursos. Diversos laboratórios da UFSM prestam serviços, como análise de solo, de pesticidas, a própria Polifeira do Agricultor usa nossos laboratórios para análise dos produtos comercializados. Isto é prestação de serviço da nossa universidade para a sociedade. Nós temos um desafio, que é a implantação do Parque Tecnológico, com empresas-âncoras que virão para o campus para gerar tecnologias em parceria com a UFSM. Em 2021, captamos R$ 41 milhões em transferência de tecnologia. Nossa média anual não chegava a R$ 6 milhões. Isto mostra que empresas de todo o país vêm buscar tecnologia pela qualidade das pesquisas e dos nossos pesquisadores. Queremos consolidar o Parque Tecnológico, novas resoluções que tornem mais ágeis as relações com o mercado e facilite a nossa relação com as fundações de apoio. Também apresentaremos ao Conselho Universitário uma proposta de transformação da Agittec, hoje órgão suplementar vinculado ao gabinete do reitor, em uma pró-reitoria de Inovação, para elevarmos ao mesmo nível de Ensino, Pesquisa e Extensão. 

Quais serão as principais mudanças nas pró-reitorias?

Não podemos esquecer que somos a continuidade de um projeto, que iniciou com os professores Burmann e Bayard e continua agora sob a liderança dos professores Schuch e Martha Adaime. Porém, evidentemente, trata-se de um novo olhar para o mesmo projeto. Então algumas mudanças estão acontecendo, muito mais no sentido de oxigenar o trabalho, pois algumas pessoas já estavam há muito tempo no cargo, muitas vezes desgastados até mesmo fisicamente, pois passamos os últimos dois anos de uma pandemia que causou muitos problemas físicos e mentais para todos nós. Assim, três pró-reitorias não terão mudanças, a de Administração, Graduação e Extensão. Nas demais pró-reitorias as mudanças são pontuais, com exceção da Pró-Reitoria de Graduação e Pesquisa, que será liderada pela professora Cristina Nogueira e terá uma mudança completa. Mas trata-se do mesmo projeto e o grande objetivo da nossa gestão será a desburocratização e agilidade nos processos de decisão, com menos níveis hierárquicos e mais moderno, além de um trabalho conjunto dos pró-reitores, que precisarão ter um olhar sobre toda a universidade e não somente sobre a sua pró-reitoria. Assim, trabalharemos de forma mais integrada com as pró-reitorias em um  mesmo olhar sobre os problemas da UFSM. 

Quanto aos campi fora de sede, quais serão os desafios a serem enfrentados em cada um deles?

Nos campi fora de sede, temos duas realidades distintas. Há Palmeira das Missões e Frederico Westphalen, que são unidades com mais de quinze anos e começam a ter uma estrutura que começa a entrar em regime, e há Cachoeira do Sul, que está em um processo de implantação há sete anos. No caso de Cachoeira, precisamos buscar recursos junto ao MEC para finalizarmos a implantação do campus, apesar de hoje termos um campus em uma área construída de 11 mil metros quadrados, há muito a ser implantado. Precisamos melhorar a questão da assistência estudantil, laboratórios e ainda vagas para docentes e TAES. Então precisaremos trabalhar junto ao MEC para reforçar esta estrutura. Já em relação a FW e Palmeira das Missões, a estrutura já entra em regime, mas ainda precisamos melhorar muito a estrutura laboratorial e estruturas de apoio. O olhar da universidade como um todo, considerando os seus campi, é fundamental, pois os recursos vêm para a universidade e precisamos ter um olhar que compreenda as peculiaridades de cada campus. Durante a pandemia, nós nos aproximamos muito em contato com os campi através de teleconferências, que continuarão sendo usadas na presencialidade, facilitando o serviço, em especial aos conselheiros, que não precisarão se deslocar para Santa Maria nas reuniões de CEPE e Consu, pois somos todos UFSM e as mesas oportunidades e facilidades oferecidas à nossa equipe no campus sede precisam ser estendidas aos campi fora de sede .

A pandemia trouxe a necessidade da implantação do REDE e caminhamos para a conclusão de dois anos letivos com aulas remotas. Recentemente os servidores retomaram as atividades presenciais. Já existem definições quanto ao próximo semestre? 

Em março de 2019, suspendemos todas as atividades acadêmicas e administrativas e ao mesmo tempo iniciamos o trabalho remoto e o REDE, onde as aulas continuaram remotamente. Apesar de todas as dificuldades, nossa comunidade conseguiu  enfrentá-las com muita dedicação e qualidade. Retornamos de forma gradual ao administrativo (ATUALIZAÇÃO: Devido ao recrudescimento da variante ômicron, o regime de trabalho híbrido será oficializado a partir desta sexta (14)) e não podemos esquecer das aulas práticas que diversas disciplinas já estão sendo realizadas de forma presencial. A Unidade Ipê Amarelo e os Colégios Politécnico e Técnico Industrial já funcionam presencialmente. Estamos sim discutindo o retorno de todos os estudantes e, ao mesmo tempo, avaliando as condições epidemiológicas do estado e do país. Esta nova variante nos preocupa muito e estamos muito atentos. Estamos continuamente divulgando que, para um futuro retorno, será necessário a utilização de máscaras, higienização das mãos, distanciamento e vacinação. E o estudo já lançado para a nossa comunidade e sendo debatido neste momento, é para o retorno já em março, início do semestre, da presencialidade de todos os estudantes. Mas isto depende dos estudos em realização e da aprovação do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão. Se esta variante não chegar com tanta força em nosso estado e nosso país, teremos sim chances de voltar à presencialidade. 

Entrevista: Davi Pereira/Agência de Notícias da UFSM

Foto: Marcelo De Franceschi dos Santos

 

 

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O professor Luciano Schuch tomará posse como Reitor da Universidade Federal de Santa Maria, em solenidade virtual, com o Ministro da Educação, na tarde de hoje (05), às 18 horas. O evento pode ser acompanhado através do Facebook do Gabinete do Reitor.  

O ministro era esperado em Santa Maria no sábado, dia 08. No entanto, em virtude da alteração na agenda ministerial, Milton Ribeiro não poderá participar da cerimônia presencial. 

A transmissão do cargo de Reitor fica mantida no dia 8 de janeiro, às 10 horas, no prédio 9F, momento em que tomará posse a vice-reitora, Martha Adaime, e a equipe que acompanhará Luciano Schuch na gestão da Universidade pelos próximos quatro anos. 

A nomeação de Schuch para seguir à frente da Universidade já havia sido publicada no último dia 24 de dezembro de 2021.

 

Texto: Assessoria de Comunicação do Gabinete do Reitor

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2019/08/19/projeto-da-ufsm-ganha-destaque-na-cidade-de-dilermando-de-aguiar Mon, 19 Aug 2019 13:49:21 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=49120 [caption id="attachment_49122" align="alignright" width="400"]A imagem tem como destaque oito estudantes em pé atrás de uma mesa Estudantes mostraram projeto para seus familiares[/caption]

No último sábado, 17, o reitor Paulo Burmann participou de dia de campo na cidade de Dilermando de Aguiar. A atividade foi promovida pela Escola Municipal de Ensino Fundamental Valentin Bastianello,  com apoio da Prefeitura, da Emater e da Universidade Federal de Santa Maria.

Ao longo do último ano, a UFSM esteve presente nesta escola, por meio do Projeto Flores para Todos, coordenado pelo professor Nereu Streck e pela equipe Phenoglad. Com o apoio da direção do colégio, da Prefeitura e da equipe da Emater, alunos e professores da Universidade criaram um espaço para o cultivo de flores e desenvolveram um projeto paisagístico do local onde antes ficava o estacionamento da escola.

O projeto envolve os alunos, que aprendem sobre o cultivo das flores, e as famílias, que vêem esta como uma atividade de renda extra para suas propriedades. Nesse sentido, a diretora da escola, professora Luciane Bello, afirmou que o Projeto Flores para Todos foi um presente para eles. “Entusiasmou os alunos, aproximou os mesmos da UFSM e abriu seus horizontes de visão de mundo”, destacou.

[caption id="attachment_49123" align="alignleft" width="300"]A imagem mostra o reitor e o professor Nereu. Ambos estão em pé em frente à escola Reitor pôde conferir ação do projeto Flores Para Todos em escola municipal[/caption]

O dia de campos marcou a apresentação do projeto para as famílias dos alunos e para a comunidade de Dilermando de Aguiar, bem como a entrega do projeto paisagístico finalizado. Sobre o assunto, o professor Nereu Streck ressaltou que a ideia é levar as flores e a jardinagem para a sociedade . “Acreditamos na transformação da sociedade através da arte, da floricultura e do paisagismo”, comentou.

O professor Burmann destacou a importância da aproximação entre a Universidade e a comunidade. “A UFSM é um instrumento de transformação da sociedade brasileira, um instrumento de desenvolvimento econômico e social. Contribuir com a educação básica e com o desenvolvimento da nossa sociedade são parte da missão da nossa Universidade”, destacou.

Texto e fotos: Solange Prediger, Assessoria de Comunicação do Gabinete do Reitor

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2019/07/18/reitor-paulo-burmann-participa-de-apresentacao-do-future-se-em-brasilia Thu, 18 Jul 2019 11:50:13 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=48769 [caption id="attachment_48770" align="alignright" width="440"]Foto colorida horizontal mostra quatro pessoas sentadas na bancada do auditório da Andifes e em primeiro plano a tela de um celular captando a imagem Andifes realizou entrevista coletiva para esclarecer sobre a posição dos reitores[/caption]

O reitor Paulo Burmann participou na terça (16) e na quarta-feira (17) de uma série de reuniões em Brasília que tiveram como pauta o novo programa do Governo Federal para as universidades, denominado “Future-se”. O programa pretende estimular a captação de recursos privados pelas universidades federais do país e abre espaço para a participação de organizações sociais na gestão das instituições, que poderão atuar na administração e captação de recursos.

Burmann enfatizou que as universidades não participaram da elaboração da proposta, sendo totalmente desconhecida dos reitores até terça. Na tarde de quarta-feira, a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior no Brasil (Andifes) realizou uma entrevista coletiva para esclarecer a imprensa sobre a posição dos reitores. 

Os dirigentes das universidades, na avaliação de Burmann, estão dispostos a debater o projeto. “Tivemos uma reunião ontem (terça) e hoje (quarta) após a apresentação oficial do MEC à imprensa, e o tom não é de rejeição, mas de análise criteriosa e cuidadosa. Não se trata de negar o projeto, mas de discutir e apresentar soluções que venham ao encontro das necessidades atuais de financiamento das universidades públicas do país”. Ele destaca que será necessário um grande engajamento da comunidade universitária neste debate, em função do curto período disponibilizado pelo MEC para a consulta pública sobre o projeto. 

Por outro lado, Burmann enfatiza que boa parte das ações que foram apresentadas no Future-se como inovação já vem sendo desenvolvidas pelas universidades, como a captação de recursos privados. “O que precisamos fazer é desburocratizar essa captação e permitir às universidades a possibilidade de acessar recursos próprios que hoje vão para o caixa único da União”, destaca. 

O reitor lembrou da necessidade de manutenção do modelo de financiamento público e da recomposição dos níveis orçamentários das instituições de ensino federais. “Precisamos acreditar naquilo que o secretário falou ontem (terça), de que o Future-se não exime a União de seu compromisso para com o orçamento das universidades”, ressalta Burmann.

Um dos aspectos importantes levantados pelo reitor da UFSM é que o ministro foi categórico de que não haverá cobrança de mensalidades, a não ser aquela prevista para os cursos de pós-graduação lato sensu (especializações), que dependem de autorização do Supremo Tribunal Federal (STF). 

Burmann enfatizou que a captação de recursos privados parece ser uma proposta um tanto distante e de difícil execução para uma realidade como a brasileira, no que se refere ao ensino, pesquisa e extensão. “A captação de recursos, em um cenário como o nosso, é completamente diferente de países desenvolvidos, como Europa, Estados Unidos e China. São países que possuem indústrias que investem na pesquisa e desenvolvimento junto às universidades”, sustenta Burmann.

Texto: Aline Dalmolin/Assessoria de Comunicação do Gabinete do Reitor 

Foto: Assessoria de Comunicação da Andifes

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2019/06/26/reitor-cumpre-agendas-em-brasilia-com-andifes-ebserh-e-ministerio-da-educacao Wed, 26 Jun 2019 13:08:09 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=48441 [caption id="attachment_48442" align="alignright" width="409"]Foto colorida horizontal mostra dois homens enquadrados da cintura para cima, sorrindo, posando para a foto, ambos de terno e gravata Burmann e Gabriel Vilar, da assessoria parlamentar do Ministério da Educação[/caption]

Nesta terça (25) e nesta quarta-feira (26), o reitor da UFSM, Paulo Burmann, participa de diversas atividades em Brasília. Na terça pela manhã, ele tomou parte da reunião extraordinária da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições de Federais de Ensino Superior (Andifes), discutindo a conjuntura nacional e suas repercussões na educação. 

À tarde, esteve em agenda na Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), que administra o Hospital Universitário de Santa Maria (Husm). O reitor demandou à direção da empresa um aporte de recursos adicionais para a conclusão da obra da Central de CTIs e a reestruturação dos serviços de ressonância magnética do Husm.

Ainda na tarde de terça, o reitor se encontrou com o chefe substituto da assessoria parlamentar do Ministério da Educação, Gabriel Vilar, abordando o repasse de recursos orçamentários e a liberação de verbas de emendas parlamentares aprovadas em 2018.

Nesta quarta-feira (26), o reitor segue a agenda de compromissos na reunião ordinária do conselho pleno da Andifes. Ainda estão por ser confirmadas reuniões no Ministério da Cidadania e na Casa Civil.

Texto: Aline Dalmolin, Assessoria de Comunicação do Gabinete do Reitor

Foto: Marionaldo Ferreira/Divulgação
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O jornal Diário de Santa Maria divulgou recentemente os vencedores da primeira edição do Prêmio Santa Maria Destaques. A premiação tem como objetivo reconhecer as personalidades, empresas e entidades que exercem um papel social de relevância na cidade em 34 categorias distintas. A UFSM venceu na modalidade Ciência e Desenvolvimento e o Colégio Politécnico foi indicado pela população na seção Ensino Técnico e Profissionalizante.

A votação reuniu cerca de nove mil formulários e cupons enviados pela comunidade, que resultaram na escolha dos destaques da edição deste ano. O anúncio foi realizado na data em que Santa Maria comemorou seus 161 anos, o que tornou a indicação ainda mais especial.

Paulo Afonso Burmann, reitor da UFSM, diz que “receber este prêmio
significa um orgulho para toda a região e mérito de toda comunidade universitária. É um reconhecimento do trabalho diário de nossos estudantes e servidores”.

O diretor do Colégio Politécnico, Valmir Aita, complementa a fala do reitor. “Para nós é motivo de muita alegria e satisfação termos sido lembrados principalmente porque temos como característica a atuação junto à comunidade”, afirma. Aita explica que essa indicação serve também como incentivo para a Instituição continuar desenvolvendo e aprimorando o trabalho de ensino, pesquisa e extensão para se manter como referência em ensino técnico e profissionalizante.

Os vencedores do concurso receberão o prêmio em um jantar beneficente, a ser realizado no dia 19 de junho, dia do aniversário de 17 anos do Diário de Santa Maria.

Texto: Bruna Eduarda Meinen Feil, acadêmica de Jornalismo, bolsista da Agência de Notícias

Edição: Ricardo Bonfanti

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2019/05/07/reitor-concedeu-entrevista-a-unifm-sobre-os-cortes-orcamentarios Tue, 07 May 2019 10:49:31 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=47633 Ouça a entrevista: [playlist order="DESC" ids="47634"]
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O livro traz informações científicas de 10 anos de pesquisa da Equipe SimulArroz da UFSM e da Unipampa-Itaqui, em parceria com a Emater/RS-Ascar e o Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), chanceladas pela comunidade científica internacional, como a Sociedade Americana de Agronomia e a Sociedade Européia de Agronomia, mas com uma linguagem simples e aplicada ao produtor e a extensionistas. Foto: Divulgação]]> UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2019/02/26/reitor-fala-sobre-a-renovacao-de-licitacoes-de-contratos-de-servicos-de-empresas-terceirizadas Tue, 26 Feb 2019 13:29:55 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=46663 ]]> UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2018/09/26/reitor-da-ufsm-participa-de-painel-sobre-a-educacao-superior-na-america-latina-e-caribe Wed, 26 Sep 2018 20:34:05 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=44745 Paulo Burmann (3º da esquerda para a direita) foi um dos painelistas do evento em Porto Alegre[/caption] “A educação precisa ser tratada como direito humano universal, sobretudo como bem público, um dever do Estado, ainda que na contramão de correntes históricas que entendem a educação superior com um privilégio”, afirmou o reitor da UFSM, professor Paulo Afonso Burmann, nesta terça-feira (25), em Porto Alegre. Burmann foi um dos painelistas do evento “A educação superior no pós-Cres 2018”, realizado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs). Com a participação de reitores de instituições públicas de ensino superior do país e do exterior, o painel teve como objetivo debater os rumos da educação superior na América Latina e Caribe, a partir das perspectivas e desafios apontados durante a 3ª Conferência Regional da Educação Superior (Cres 2018), realizada em Córdoba, na Argentina, em junho deste ano. O painel na Ufrgs foi promovido pela Associação Nacional dos Dirigentes de Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), Associação Brasileira dos Reitores das Universidades Estaduais e Municipais (Abruem) e Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif). Participando da mesa “O significado do manifesto da Cres 2018 para a educação superior na América Latina e no Caribe”, Burmann defendeu um maior comprometimento das universidades com as comunidades e com a defesa da educação superior: “As universidades precisam descer do seu pedestal. Precisamos compreender as demandas sociais também como de nossa responsabilidade. Isso não significa que a universidade deva substituir o papel do Estado, uma vez que nós fazemos parte do Estado”. Para o reitor, os obstáculos apresentados diariamente às universidades demandam ainda mais seriedade e responsabilidade na gestão das instituições de ensino superior. “Sabemos que por vezes batemos em barreiras intransponíveis, mas vamos continuar batendo sobre elas, porque essa é a forma de tentar romper todo esse cenário, esse círculo de opressão que se dirige sobre o sistema de educação superior no Brasil”, argumentou. O reitor da UFSM ainda salientou a importância da cooperação internacional entre as universidades da América Latina e Caribe. “Nossa cultura, nosso conhecimento, nossas universidades precisam estar atentas e participativas junto aos seus respectivos governos, costurando a estratégia da preservação regional de forma totalmente integrada, como estratégia não apenas de resistir, mas como estratégia de avançar”, defendeu Burmann. Para ele, a cooperação regional deve ser um projeto estratégico e inteligente, desenvolvido a partir das universidades. Além do reitor da UFSM, também participaram da mesa a consultora acadêmica para redes universitárias da Iesalc, Débora Ramos, e o reitor da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila), Gustavo Vieira, sob a coordenação do secretário de Relações Internacionais da Ufrgs, Nicolas Maillard. Em sua fala, Débora apresentou a metodologia de construção do plano de ação, que é resultado da conferência de Córdoba. O plano, que está em fase de desenvolvimento, deverá reunir um conjunto de tarefas e ações estratégicas que possam nortear as políticas de ensino superior na região nos próximos anos. Já o reitor da Unila salientou que a Cres se configurou como uma oportunidade de avaliar as universidades a partir de uma identidade própria, enfatizando o potencial transformador das instituições e a responsabilidade com o desenvolvimento regional. Discussões – A abertura do painel, em Porto Alegre, contou com a presença do reitor da Ufrgs, Rui Vicente Oppermann, da diretora de Relações Institucionais do Conif e reitora do Instituto Federal Farroupilha (IFFar), Carla Comerlato, do presidente da Abruem e reitor da Universidade Estadual de Goiás (UEG), Haroldo Reimer, e do presidente da Andifes e reitor da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), Reinaldo Centoducatte. Os debates tiveram início com a participação do coordenador-geral da Cres 2018 e ex-reitor da Universidade Nacional de Córdoba, Francisco Tamarit, que fez uma avaliação da conferência. Segundo ele, a Cres 2018 ocorreu em uma época em que a universidade está sendo questionada na sua essência mais profunda. A programação do painel teve continuidade à tarde, com as mesas “O significado do manifesto da Cres-2018 para a educação superior no Brasil” e “O que fazer com o manifesto Cres-2018 nos próximos 10 anos”. No encerramento do evento, foram apresentados os tópicos para a redação de um documento final, a Carta de Porto Alegre, que será enviada às associações nacionais, à Iesalc e às demais entidades latino-americanas. A Carta também será encaminhada aos presidenciáveis das Eleições 2018. Cres 2018 – Promovida pelo Instituto Internacional para a Educação Superior na América Latina e no Caribe (Iesalc), entre os dias 11 e 15 de junho deste ano, a Cres 2018 teve como sede a Universidade Nacional de Córdoba. Uma das reuniões preparatórias para a Conferência Mundial sobre Educação Superior (agendada para 2019, na França) e considerada um dos eventos regionais mais importantes sobre educação superior, a conferência reuniu mais de 5 mil participantes, representando instituições de Ensino Superior de 33 países da América Latina e do Caribe. O evento teve como foco o debate acerca de critérios, propostas e linhas de ação para a consolidação da educação superior como um bem social, um direito humano e universal, sob responsabilidade dos Estados. Ao final da conferência, foi uma elaborada uma Declaração Final. Texto: Assessoria de Comunicação do Gabinete do Reitor, com informações da Assessoria de Imprensa da UFRGS]]>