UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com Universidade Federal de Santa Maria Wed, 29 Apr 2026 04:00:49 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com 32 32 UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ctism/2025/06/06/quem-faz-o-ctism-prestes-a-se-aposentar-servidora-celebra-11-anos-de-trabalho-no-colegio Fri, 06 Jun 2025 14:10:06 +0000 http://www.55bet-pro.com/unidades-universitarias/ctism/?p=10597

Márcia Daniele Scherer Cipriani, 56, iniciou sua carreira profissional dentro da UFSM na Reitoria da Universidade. Em 23 de agosto de 1991, começou a trabalhar na Coordenadoria de Ensino de 2° Grau, onde permaneceu por 22 anos até que, em 2014, passou a integrar o Departamento de Ensino do Colégio Técnico Industrial de Santa Maria.

Na Secretaria Escolar do CTISM, Márcia tem como uma de suas funções principais o registro de diplomas, algo que para ela tem muito significado. “Eu gosto muito dessa parte de fazer os diplomas porque tu dá uma conclusão para o aluno”, afirma ela.

Além disso, a servidora também é responsável pelo registro de horários de aula, encargos e encaixes nas disciplinas dos professores. Durante 5 anos, Márcia trabalhou na Comissão de Análise de Documentos do Colégio, onde, segundo ela, teve a oportunidade de ter um contato mais próximo com alunos, pais e pessoas interessadas em ingressar no CTISM. Hoje em dia, esse contato não ocorre com tanta frequência, uma vez que os processos são mais informatizados.

“A minha relação com o Colégio é de afeto”

A Universidade faz parte de momentos marcantes da vida de Márcia. Foi dentro da Instituição que ela conheceu seu marido, com quem tem dois filhos, João Pedro e Ana Carolina. Ambos foram alunos do CTISM: João Pedro é  formado no Curso Técnico em Eletrotécnica Integrado ao Ensino Médio e Ana Carolina no Curso Técnico em Informática para Internet Integrado ao Ensino Médio. Segundo Márcia, ter a oportunidade de acompanhar de perto a formatura dos dois filhos como mãe e servidora, foi o momento mais impactante de sua trajetória no CTISM. 

Em julho, a funcionária completará 57 anos e, com isso, atingirá as condições necessárias para a aposentadoria. Para ela, a decisão de se aposentar não foi fácil, mas é merecida depois de 34 anos de dedicação e trabalho dentro da Universidade. Nos planos para o futuro, a servidora planeja dedicar-se a si mesma, realizando atividades que há muito tempo não conseguia fazer, como um curso de idiomas e aulas de dança e canto.

Além disso, ela tem como perspectiva para o futuro finalizar, junto com o esposo, a construção de uma casa em Itaara.

Ao recordar os anos de trabalho no CTISM, Márcia comenta: “Sou muito feliz trabalhando aqui no Colégio. Vou sentir saudades da convivência diária com os colegas e alunos. São amizades que vou levar eternamente comigo”.


Texto: Myreya Antunes, bolsista de Jornalismo do Núcleo de Comunicação Institucional do CTISM.

Fotos: Gabriel Montelli

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Reportagens convergentes produzidas pelos alunos da disciplina de Laboratório de Reportagem Convergente, sob orientação dos professores Gonzalo Prudkin, José Antônio Meira, Paulo Munhoz, Mírian Redin e Luís Fernando Borges, entre os anos de 2018 e 2024.

Reportagens Premiadas no Intercom Regional
O Sexo Delas (2019)

O tabu sobre sexo e sexualidade é uma construção social que prejudica a vida das mulheres de diversas maneiras. Não falar sobre esses temas faz com que as mulheres não conheçam seu próprio corpo e acreditem que não são merecedoras de prazer. O controle sobre nossos corpos ocorre desde a infância e é uma das formas mais potentes de manutenção do poder masculino. Para ilustrar isso, são apresentadas quatro mulheres que contam suas histórias, transformando esse enredo em uma conversa descontraída, mas não menos importante. Reportagem produzida pelas discentes Camila Wesner, Débora Franke, Denise Nunes e Gabriel Araújo.

Quem não marchar direito... (2023)

Em seções variadas publicadas no site, é abordado, através da multimidialidade e de um caráter multiplataforma, o panorama das escolas cívico-militares no Brasil, com foco especial na Escola Cívico-Militar Érico Veríssimo, de Vicente Dutra, no Rio Grande do Sul. A reportagem “Quem não marchar direito” é composta por textos, áudios, hiperlinks, infográficos, fotografias, um episódio em áudio e o making of no estilo mini documentário. Conta também com captações de materiais in loco – na escola, entrevistas online com especialistas e ainda com colaboração externa de outros elementos. Reportagem produzida pelos discentes Heloisa Gamero, João Neto e Josué Gris.

Reportagens

2024

INCLUSÃO PARA QUEM?

O objetivo da reportagem é criar diálogos e promover escutas para que as pessoas com deficiência sejam mais visíveis e reconhecidas em Frederico Westphalen. Ao destacar suas histórias e necessidades, busca-se facilitar a acessibilidade e a inclusão, tornando a cidade um lugar mais justo e acolhedor para todos. Reportagem produzida por Ellen Mafio, Melissa Belarmino e Teresa Juvencio.

MALVADO FAVORITO

Como o apreço de parte dos brasileiros por tabaco, álcool e jogos de azar impacta na saúde mental e financeira. A seguinte reportagem convergente aborda não somente o impacto do tabagismo, alcoolismo e ludopatia nos brasileiros acometidos pelo vício, mas também apresenta importante contexto histórico sobre as três práticas e dados estatísticos de consumo no país por meio de infográfico. Após a introdução na qual os três assuntos convergem, há dispersão para tratar cada individualmente em capítulo. Reportagem produzida por Jônathas Grunheidt, Fernando Simonet e Gabriel Henrique.

O VENENO QUE NOS CONSOME

Depois de tomar uma água e tentar se acalmar, você sente náuseas e uma dor intensa na barriga. Com o tratamento correto, logo a sua saúde é restabelecida e tudo parece voltar ao normal. No entanto, em um dos países que mais utilizam agrotóxicos nas lavouras, os diagnósticos de intoxicação alimentar não podem ser resumidos à validade. Segundo dados da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura , o Brasil se tornou o país que mais utiliza agrotóxicos, superando os Estados Unidos e a China. Isso quer dizer que a cada 10 hectares, são utilizados 10 kg de agrotóxicos. Reportagem produzida por Beatriz Vieira, Emanuel Santos e Leda Evangelista.

RESIDÊNCIA E RIVALIDADE: A LINHA QUE SEPARA O LAR E O GOL

A reportagem explora a importância do futebol amador em Frederico Westphalen, uma cidade localizada no interior do Rio Grande do Sul. Nesse município, o futebol não é apenas um esporte, mas uma forma de vida que une comunidades, reforça laços sociais e promove eventos importantes para os moradores locais. Diferentemente dos campeonatos profissionais, as competições amadoras são marcadas pela participação direta dos moradores, criando uma forte ligação entre os times e a população. Reportagem produzida por Conrado Araujo, Irênio Silva e Lucas Bortoluzzi.

A IMPORTÂNCIA DO TRANSPORTE PÚBLICO E SUA AUSÊNCIA EM FREDERICO WESTPHALEN

A reportagem aborda a Importância dos transportes públicos no cenário nacional, com foco principal no município de Frederico Westphalen, abordando como a ausência dele na cidade impacta a vida dos moradores de bairros mais afastados e dificulta a mobilidade pela cidade. Reportagem produzida por Luiz Felipe Kerner, Maria Eduarda Brasil e Mariana Saldanha.

HISTÓRIAS QUE VIAJAM: A PRESERVAÇÃO DA CULTURA DOS IMIGRANTES EM FREDERICO WESTPHALEN

A reportagem retrata as vivências de imigrantes em Frederico Westphalen, sendo dois deles descendentes de pessoas estrangeiras que vieram para Frederico e outros 2 que são estrangeiros e estão construindo sua vida aqui. Este trabalho destaca suas histórias de superação, desafios de adaptação e a maneira como preservam suas raízes culturais enquanto constroem novas vidas na cidade. Reportagem produzida por Brenda Oliveira, Giovana Zago e Isadora Torres.

RITMOS E RAÍZES

Ritmos e Raízes foi uma reportagem escrita por Gabrieli Ferla, Amanda Busnello e Thayssa Kruger. Ela teve um viés musical e cultural, com enfoque principal na sobrevivência de músicos e de diversos gêneros da cidade de Frederico Westphalen, no interior do Rio Grande do Sul. Foi abordado a vida deles, o início deles na música, como eles começaram essa linda trajetória, se muitos viviam somente da música ou faziam da música um hobby. A experiência foi única e incrível.



LEÃO DA COLINA: RUGIDO QUE UNE

A reportagem aborda a trajetória histórica do União Frederiquense, um clube de futebol que se tornou um marco esportivo e social em Frederico Westphalen, destacando suas conquistas, desafios e a relevância regional no Médio Alto Uruguai. Por meio de relatos de figuras-chave, como ex-presidentes, torcedores e gestores, o texto constrói um panorama abrangente que vai além do esporte. Reportagem produzida por Andrei Sartori, Julia Cechin e Walter Guerra.

Reportagens

2023

Sem a Planta Não Dá Mais

Entenda porque mesmo com avanços promissores, uso de medicamentos a base de cannabis ainda é um desafio. Reportagem produzida por Alice Rodrigues da Silva, Felipe Machado, Kethelyn Petter e Marina Boschetti.

Além do Lenço

Conheça a história de mulheres cujas vidas foram atravessadas pelo câncer. O foco da reportagem é a importância da autoestima da mulher durante o tratamento oncológico e como essa questão vai além do uso do lenço. Reportagem produzida por Ivan Rohrs, Julia Pattoli, Luiza Nunes e Maria Eduarda Cardomingo.

O (Des)incentivo ao Esporte na Sociedade Frederiquense: Reflexões sobre o (des)engajamento social

A reportagem aborda diversas modalidades esportivas no município de Frederico, destacando iniciativas e desafios enfrentados por diferentes comunidades esportivas. Reportagem produzida por Ana Carolina Zago, Gabriel Bueno, Lídia Verônica e Thalita Vizioli.

Gênero e Cultura: o preconceito dos CTGS em foco

A reportagem busca fazer estudo sobre pessoas que buscaram seu espaço nos centros de tradição, passando por cima do preconceito e do machismo que, querendo ou não, estão enraizados nos preceitos da instituição. Reportagem produzida por Karine Flores, Kemily Jennifer, Luana Novaes e Vanesa Romansin.

Futuro Ensolarado

Esta reportagem tem como objetivo explorar o cenário atual da energia fotovoltaica no Brasil, destacando o papel das fontes renováveis na matriz energética do país. Reportagem produzida por Luís Claudio Klafke, Nicolas Felippetti, Taís Busanello e Witor Silva.

2022

Direito Delas: o acesso à cultura de crianças em vulnerabilidade social de FW

Esta reportagem propõe discutir sobre a importância e como se dá na prática esse direito em algumas instituições de Frederico Westphalen que oportunizam o acesso à cultura para crianças em situação de vulnerabilidade social. Reportagem produzida por Caroline Dolina, Igor Mussolin e Pamela Sousa.

Rock Fred: no ritmo do rock uma viagem através do gênero musical que mudou vidas

O rock é um gênero musical que ainda possui muito preconceito por pessoas que não se identificam com tal estilo, buscamos através desta reportagem mostrar um outro lado e como o rock mudou a vida de diversas pessoas. Reportagem produzida por Ana Julia Juvenassi, Carol Lima, Caroline Aroldi e Vinícius Chequim.

Identidade à flor da pele: Tatuagem, preconceito e expressão em FW/RS

A reportagem faz um passeio entre o macro e o micro no mundo da tattoo. Reportagem produzida por Bruno Bianchi, Giulia Cavalheiro, Kelvin Verdun e Lucas Postal.

A Magia sobre Rodas: a prática do esporte alternativo que conquistou o grupo de patinação frederiquense

É entre saltos, rodopios e sobre as quatro rodas dos patins, que o Clube Magia da Patinação apresenta uma diversidade gigantesca de números e insere a categoria no meio cultural, artístico e esportivo de Frederico Westphalen. Reportagem produzida por Amanda Spohr Demamann, Camila Amorim, Graziela Rocha e Joana Kraemer.

Do Sonho da Bailarina à Carreira da Professora

Esta reportagem busca trazer o debate sobre o incentivo à cultura no Brasil e, principalmente, no Rio Grande do Sul pelo olhar de quatro pessoas que respiram arte no município de Frederico Westphalen. Reportagem produzida por Caroline Schneider Lorenzetti, Caroline Siqueira, Julia de Sá e Maria Mariana do Nascimento.

2021

Entre o Morrer e a Despedida: vivências de quem está na linha de frente dos atendimentos à óbito por covid-19

Como consequência de um vírus mortal, milhares de pessoas morreram em todo o Brasil. Quatro pessoas contam suas histórias de trabalho ao longo da pandemia. Reportagem produzida por Jeferson Dellarmelin Matielo, Luísa Haas da Silva e Sabrina Tais Lermen.

Comunicação Também Precisa de Acessibilidade

A reportagem, além de retratar a acessibilidade como pauta central, também tem o intuito de ser educativa e interativa, com relatos de pessoas que utilizam dela no dia a dia, pessoas que lutam para que o termo “Acessibilidade” seja cada vez mais conhecido e mais posto em prática na sociedade. Reportagem produzida por Maria Eduarda Fortes, Patrick Meneghetti e Yasmin Vilanova.

Ecos da Pandemia

A música denota uma combinação de sons vocais, instrumentais ou mecânicos, que se traduzem em ritmos, harmonia e melodia. Essa arte pode expressar sentimentos, sensações e diversos outros aspectos transmitidos pela linguagem. Desse modo, ela é capaz de criar e recriar sentidos. Reportagem produzida por Anna Júlia da Silva, João Marcelino e Walkiria Cosmam.

Preconceito LGBTQIA+

Essa reportagem tem como objetivo ouvir fontes LGBTQIA+ que passaram pelo momento de assumir quem são perante suas famílias e enfrentaram o preconceito vindo de pessoas que eles pensavam que sempre os aceitariam. Reportagem produzida por Bárbara Linhares, Bruna Lopes, Lavínia Machado e Marcos Pellegatti.

O “tal” do Banco Jovem

A reportagem busca trazer o tema “educação financeira para adolescentes” e sua relação com os bancos voltados para jovens menores de idade. Reportagem produzida por Bárbara Linhares, Bruna Lopes, Lavínia Machado e Marcos Pellegatti.

Redescobrindo o Aprender

O enfoque da reportagem está nas pessoas que tiveram que interromper seus estudos por diferentes motivos e que após muitos anos longe das salas de aula decidiram retomar. A reportagem busca trazer dados da educação, falas das fontes estudantes e de uma professora do EJA. Reportagem produzida por Brenda Daniela, Caroline Kostuchenko e Mariane Brandão.

2020

Espiritualidade Pandêmica

Esta reportagem trabalha, além do cenário de 2020 da saúde mental no Brasil e mundo, o entendimento sobre espiritualidade, que passa a ter um novo significado e aplicação, seja por redenção divina, autoconhecimento ou bem-estar. Reportagem produzida por Emily Calderaro e Victor da Matta.

O Jornalismo em Tempos de Home Office

Em meio à pandemia, os jornalistas precisaram se adaptar para sobreviver a esse “novo normal”. A “romantização” do Home Office, redução de salários, demissões e o risco iminente de ser infectado pelo Coronavírus (Covid-19), foram alguns dos muitos desafios que os profissionais enfrentam neste quase um ano de isolamento social. Reportagem produzida por Emily Calderaro e Victor da Matta.

2019

Vidas Sustentadas pela Fé

As histórias de vida aqui apresentadas indicam como a espiritualidade interfere positivamente na recuperação da saúde e, mais do que isso, em como vidas são sustentadas pela fé. Reportagem produzida por Adriana Bernadi, Amanda Giehl, Eliége Gomes, Flávio Pettenon e Mauro Argenton.

A Última Maternidade

Como um portão sem cadeado, eles abrem sem cerimônias seus corações à espera de visitantes. Entre as mazelas, o esquecimento, o amor e as revelações sobre o cotidiano, conheça a história e a memória dos idosos do Lar São Vicente de Paulo, de Frederico Westphalen. Reportagem produzida por Adriana Bernadi, Amanda Giehl, Eliége Gomes, Flávio Pettenon e Mauro Argenton.

Mentes Cansadas

Esta reportagem aborda sobre o medo, a ansiedade e o transtorno de ansiedade. Reportagem produzida por Cristiele Braga, Helena Knob, Henrique Trentin e Thaane Otero.

(Re)significar: Vidas Cruzadas pelo Câncer

Hoje, mais do que nunca, sabe-se que o câncer não tem critério ao escolher suas vítimas, sendo que alguns tem cura se descoberto a tempo. Mas o tratamento é sofrido. Deve-se agarrar essa luta para valer. Sim, é uma doença, mas isso não quer dizer que a vida não continue. Existe sim Vida após o Câncer. Reportagem produzida por Ariel Stival, Lívia de Mello Trindade, Raquel da Costa e Taiane Centenaro Borges.

Falando sobre HIV: Falar para Quebrar Tabus

Historicamente, há uma discussão dos estudiosos em relação a data exata do surgimento da doença, pois acredita-se que o vírus ‘evoluiu’ após ter sido transmitido de um macaco para um ser humano, mas também há uma probabilidade de que mesmo antes da doença ser identificada oficialmente (em 1981) já existissem casos que podem ser relacionados ao HIV, mas não há nada comprovado. Reportagem produzida por Daine de Arruda Pereira e Giovani Machado Meireles.

Como está a saúde do seu pet?

Da mesma forma que os seres humanos precisam estar com a saúde em dia para ter uma vida equilibrada e longa, para os animais não é diferente, o porém é que para terem as suas necessidades supridas eles dependem dos humanos. Hoje em dia esse sistema também é falho. Reportagem produzida por Daniel Ribeiro, Egenara Padilha, Daniela Hilgemann e Francelen Soares.

E Fez-se a Luz

Todos nós viemos de algum lugar, mas a chegada pode ser feita de formas bem diferentes. Já sabemos que o parto em si é um momento único e delicado. Mas o que aprendemos e como podemos melhorar a situação para as futuras parturientes? Reportagem produzida por Brenda Anjos, Gabriel Reinehr, Miguel Scapin e Renata Dornelles.

2018

Procura-se a Pesquisa

O conselho superior da Capes se manifestou, através de nota pública, afirmando que a proposta feita pelo governo de Michel Temer de cortar de gastos na pesquisa brasileira desencadeará uma série de prejuízos no ensino superior do Brasil, afetando a vida de milhares de brasileiros que dependem desse auxílio para se manter. Reportagem produzida por Érica Baggio e Wellington Hack.

Os Caminhos da Desigualdade

Em Frederico Westphalen, o pouco transporte urbano que a cidade disponibiliza é para uma parte já privilegiada da sociedade, os estudantes universitários. E até esse serviço, não é prestado com qualidade. Reportagem produzida por Bruno Fiorini e Éverton de Oliveira Cabral.

Integração: UFSM x FW

Reportagem que investiga o relacionamento entre moradores da cidade de Frederico Westphalen e estudantes da Universidade Federal de Santa Maria, campus FW. Reportagem produzida por Christian Malheiros, Fernanda Schuster e Jaisson Argenta.

As Duas Faces de Frederico

Nesses 100 anos de colonização, a cidade de Frederico Westphalen entrou no seleto grupo de 100 municípios mais desenvolvidos do país, segundo o IFDM. A reportagem o (a) convida a explorar mais os fatores que colocam a cidade nesta posição, bem como dos desafios intrínsecos a uma maior democratização da qualidade de vida. Reportagem produzida por Mathias Lengert, Mayara Neri e Simone Philipsen.

Anjos da Noite, Mulheres da Vida: o retrato da vida da indústria sexual no noroeste gaúcho

Uma das profissões mais antigas da humanidade é também uma das que menos têm direitos trabalhistas e uma das que mais sofrem com o preconceito. Mesmo sendo um município pequeno, Frederico Westphalen comporta um “vilinha”, assim chamada pelos moradores da cidade, onde acontece grande parte das prostituições. Reportagem produzida por Isadora Sant’anna, Thaís Caroline e Julia Rebelatto.

“Especiais?” Não! Seres Humanos

Você sabe como está a acessibilidade da sua cidade? As pessoas passam pelos locais onde existe acessibilidade muitas vezes precária, não percebendo que aquele local está em péssimas condições para uso. No Brasil cerca de 6,2% da população possui algum tipo de deficiência, sendo ela auditiva, visual, física ou intelectual. Reportagem produzida por Patrícia Dal Molin e Thifani Porto.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/experimental/agencia-da-hora/2024/10/14/games-uma-ferramenta-social-poderosa Mon, 14 Oct 2024 20:22:05 +0000 http://www.55bet-pro.com/midias/experimental/agencia-da-hora/?p=1099

Por: Fernando Simonet Guerra

Acesse a reportagem completa clicando aqui.

 

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Por: Luiz Sérgio Lima, Maria Luísa Lima e Mariana Marçal

Acesse a reportagem completa clicando aqui.

 

 

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/editais/001-2023 Tue, 21 Mar 2023 18:30:18 +0000 http://www.55bet-pro.com/?post_type=editais&p=61578 A Universidade Federal de Santa Maria, por meio da Coordenadoria de Comunicação Social, torna pública a abertura de inscrições para a seleção de 6 (seis) BOLSISTAS, sendo 4 (quatro) para a Unidade de Comunicação Integrada (Unicom) e 2 (dois) para o Núcleo de Rádios (UniFM e Universidade AM). As vagas são para as seguintes áreas: programação visual Unicom (2 vagas), mídia social Unicom (1 vaga), redação publicitária Unicom (1 vaga), redação publicitária UniFM (1 vaga) e reportagem UniFM (1 vaga). Inscrições podem ser realizadas até a próxima segunda (27) pelos e-mails comunicacaointegada@55bet-pro.com e radios@55bet-pro.com.  

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A Universidade Federal de Santa Maria, por meio da Coordenadoria de Comunicação Social, torna pública a abertura de inscrições para a seleção de 6 (seis) BOLSISTAS, sendo 4 (quatro) para a Unidade de Comunicação Integrada (Unicom) e 2 (dois) para o Núcleo de Rádios (UniFM e Universidade AM). As vagas são para as seguintes áreas: programação visual Unicom (2 vagas), mídia social Unicom (1 vaga), redação publicitária Unicom (1 vaga), redação publicitária UniFM (1 vaga) e reportagem UniFM (1 vaga). Inscrições podem ser realizadas até a próxima segunda (27) pelos e-mails comunicacaointegada@55bet-pro.com e radios@55bet-pro.com.  

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Por: Camila Oliveira, Beatriz Emer, Isadora Silva e Jaqueline Witter

A vida universitária é desafiadora para os jovens que finalmente se deparam com o início da responsabilidade da vida adulta e precisam de escapes para cuidar da mente e do corpo, mantendo assim a qualidade de vida. A prática esportiva, que é o ato de praticar qualquer movimento do corpo, enquanto o exercício físico equivale ao movimento repetitivo e programado, tem o propósito de contribuir com a saúde, o que realmente é atingido.

[caption id="attachment_1097" align="alignnone" width="1024"] Foto: Isadora Silva[/caption]

Diante disto, a Universidade Federal de Santa Maria, campus de Frederico Westphalen, fundou uma associação de esportes universitários. Nomeada em homenagem ao Coordenador de Patrimônio e Infraestrutura da UFSM/FW, a “Atlética Milton Guerra” oferece aulas de futebol, vôlei e handebol. Além da atividade física, também promove a interação e união entre alunos de todos os cursos.

“Dentro do esporte as pessoas criam um fascínio, capaz de unir pessoas diferentes por uma mesma paixão”, diz Brenda de Oliveira, 18 anos, codiretora de esportes. Ela comemora a aceitação na equipe na atlética, uma vez que se juntar à vida universitária já a encantava, e fazer parte de algo maior, que pode promover junção entre as pessoas, a deixa ainda mais gratificada. Por isso, quando a atlética surgiu com o processo seletivo para o cargo na direção de esportes, ela resolveu aproveitar a chance e acabou se classificando.

Brenda relata, ainda, que foi incentivada a entrar nas práticas desde muito nova pelo seu pai, Celson Oliveira, um dos fundadores do União Frederiquense. Conforme conta, foi ele que conseguiu lhe transmitir a paixão familiar pelo esporte, algo que vive na garota até hoje.

Para ela, a atlética está presente para que a universidade não se torne maçante aos jovens, servindo como uma válvula de escape, e os treinos acabam se tornando importantes para os estudantes associados. A atividade física ajuda na produção dos hormônios que trazem felicidade, liberando endorfina e serotonina no corpo, responsáveis pela sensação de bem-estar, que é exatamente como ela se sente após os treinos.

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Gabriela Souza, 24 anos, acadêmica do curso de Engenharia Ambiental e Sanitária e diretora da Atlética Milton Guerra, foi convidada, ainda em 2019, a fazer parte da gestão fundadora da “Migué”. Em 2021, após quase dois anos de atividades remotas, Gabriela dá continuidade e passa a integrar a gestão atual. Mais conhecida como Gabí, a estudante salienta que o esporte, além de ser a melhor ferramenta para o bem-estar psicológico, também auxilia no meio social. “Saímos do computador, estamos fazendo tudo ao vivo, revendo as pessoas, conhecendo outras. Acredito que, até pela questão da convivência, tem ajudado bastante”, destaca.

[caption id="attachment_1098" align="alignnone" width="1024"] Gabriela Souza, a Gabí, diretora da AAMG. Foto: Isadora Silva[/caption]

Hoje a Atlética conta com um número maior de participantes, tanto de gestores quanto de associados, apelidados carinhosamente de “rasantes”, em homenagem ao mascote da Migué: o quero-quero. “Mudou o ânimo das pessoas, estão mais empolgadas em participar”, relata a diretora.

A Atlética Milton Guerra está voltando com tudo, e não faltam projetos para o futuro. “São muitos planos. Um deles é a torcida organizada e as líderes de torcida. Queremos participar cada vez mais de campeonatos universitários e fazer com que todo mundo vá torcer”, conta Gabí, sem perder de vista o objetivo principal: viver a experiência universitária da melhor forma possível. E, nessa experiência, o esporte pode ser um grande aliado.

A prática esportiva vai muito além de manter um corpo saudável. A atividade física estimula a produção de hormônios associados ao prazer e bem-estar, como endorfina e serotonina, aliviando o estresse, melhorando a qualidade do sono e o humor, aumentando a concentração e reduzindo a ansiedade e a possibilidade de depressão. Carolina da Silva Oliveira, 20 anos, estudante do 8º semestre de Educação Física, considera o esporte coletivo não apenas benéfico, mas fundamental na vida dos universitários. “São muitas as vantagens individuais, e, mais do que isso, o esporte coletivo funciona com o trabalho em equipe, a socialização, que também é super necessária nesse momento”, aponta Carolina.

A prática de atividades físicas regularmente é a chave do sucesso para o desenvolvimento de uma qualidade de vida, social e mental, principalmente para os universitários, onde, em meio às mudanças de rotina, cuidar de si é essencial. Patrícia Neves, estudante de Relações Públicas, exerce a prática de exercícios físicos desde criança, e após o ingresso na Universidade Federal de Santa Maria, campus Frederico Westphalen, ela usufruiu da oportunidade de continuar sua rotina na prática de esportes, participando da Atlética Milton Guerra. Patrícia sempre participou de esportes, como karatê, natação, futsal e vôlei, quando cursava o Ensino Médio, na escola.

Após o início da faculdade, em 2019, as práticas foram contínuas. Mas em decorrência da pandemia, que levou ao funcionamento remoto da universidade entre 2020 e 2021, infelizmente os esportes deixaram de fazer parte da sua rotina. Com a volta às aulas presenciais em 2022, os treinos da atlética retornaram, e Patrícia voltou a treinar esportes como antes. Para ela, “os treinos são os momentos bons do dia, me sinto menos cansada e mais disposta, melhor do que se não tivesse feito exercício”. Dessa forma, Patrícia específica a diferença que existe na qualidade e motivação de vida em seus hábitos diariamente.

A prática de esportes ajudou Patrícia em sua ansiedade, estresse e dias ruins, conforme diz. “Acredito que, quando se trata de uma rotina acadêmica na vida de um universitário, os treinos influenciam de uma forma muito positiva, como um momento de integração e interação com outras pessoas, um momento de conversar e dar risada, onde o cotidiano da vida universitária fica mais leve de alguma forma, e nos tranquiliza mentalmente, além do que focar naquilo que quer e logo em seguida ver os resultados no corpo é satisfatório”. Assim, ela representa o quanto os esforços podem ajudar e influenciar de forma eficiente na vida do universitário, auxiliando no bem-estar, fisicamente e psicologicamente.

Em relação aos estudos, Patrícia reforça como a prática de esportes ajuda no foco em seus trabalhos e diminui a rotina maçante de estar inteiramente, todos os dias, na faculdade. “A prática de exercícios físicos na atlética me proporciona uma vida diferente, em que posso usufruir junto com meu curso na universidade. Aliás, os treinos me ajudaram bastante nessa parte da disposição, em me sentir mais disposta a fazer outras atividades no meu dia a dia”. Dessa forma, ela caracteriza seu esforço como um entretenimento que possibilita progresso e evolução em seus estudos e consequentemente em sua carreira no futuro.

Sendo assim, como estudante universitária, Patrícia recomenda, para quem deseja iniciar uma vida ativa na prática de esportes, “investir em algo em que sinta prazer, satisfação e bem-estar. Gostar e se sentir confortável no ambiente onde irá praticar o esporte, seja coletivo ou individual, adaptando-se ao gosto de cada pessoa, e, claro, começar aos poucos e ir aumentando a frequência, conforme o gosto de cada um, pois, a partir do momento em que você começa a gostar, as chances de continuar e manter uma rotina são maiores”. Consequentemente, investir em treinos, de maneira adequada à rotina e vida de cada um, é o que prolonga sua qualidade de vida em relação à mente e ao corpo.

É imprescindível que todas as pessoas cuidem de sua saúde mental, imprescindível na busca por uma boa qualidade de vida e bem-estar. Para o universitário, não é diferente. “Essa fase da universidade que os jovens vivenciam apresenta algumas particularidades, que fazem com que a gente tenha um olhar um pouco mais atento, de prestar mais atenção na saúde mental. Esse momento de vida geralmente é de muitas mudanças, não é só questão da universidade em si, mas tem a ver também com a construção de uma identidade, uma independência da família um pouco maior, é um momento de tomar algumas decisões da vida, que antes o estudante não tinha”, afirma Laís Piovesan, psicóloga da Universidade Federal de Santa Maria, campus de Frederico Westphalen.

Por isso, focar em atividades para além da universidade é fundamental, começar ou continuar executando atividades que são prazerosas para o universitário pode facilitar sua trajetória. “Esses outros momentos, seja de socialização, ou da prática de uma atividade física, acabam proporcionando um prazer que atua também como uma válvula de escape. Também eu não quero dizer que as atividades da universidade não possam ser prazerosas, mas é interessante manter um equilíbrio nesses âmbitos”, comenta Laís.

Já virou consenso na área da saúde, reforça a psicóloga, que o corpo e a mente devem estar juntos em movimento. “A questão da atividade física, seja ela por meio de algum esporte ou outro tipo de exercício, está muito relacionada ao bem-estar, à diminuição do estresse e da ansiedade. E quando envolve interação social, como é o que ocorre na atlética, melhor ainda. Porque se torna uma atividade mais prazerosa, praticar essas atividades físicas vem sendo uma das opções que, conforme diversos estudos têm demonstrado, tem impacto bastante positivo na saúde mental”.

Como mencionado ao longo desta reportagem, seja no trabalho em equipe, no espírito de liderança, na disciplina e, claro, em um cérebro saudável, o esporte é uma das ferramentas que ajudam todos esses fatores a se desenvolver em uma pessoa. Portanto, é essencial essa aproximação da atlética com os estudantes, pois essa interação acaba tornando a vida acadêmica mais leve.

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            A afirmação é da jornalista Taiane Volcan, em entrevista coletiva organizada pelo programa de extensão Mão na Mídia.

 

 

[caption id="attachment_510" align="alignnone" width="1001"] Taiane é jornalista e trabalha com análise de redes sociais, discurso,política e desinformação. Imagem: Banner de divulgação do evento[/caption]

 

Na última sexta-feira, dia 29 de outubro, o programa de extensão Mão na Mídia: educomunicação e cidadania realizou a sua primeira entrevista coletiva. A atividade intitulada ‘Diálogos Mão na Mídia' foi criada para que os  alunos, bolsistas e voluntários dos cursos (principalmente os de Comunicação) pudessem entrevistar  um/a convidado/a especial.

 A estreante desta edição foi a jornalista Taiane de Oliveira Volcan, mestre em Letras pela Universidade Católica de Pelotas (PPGL) e doutora em Letras pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel). Ela trabalha com análise de redes sociais, discurso, política, humor e desinformação.

Durante a conversa, conforme iam surgindo as questões dos estudantes, Taiane explicou que a desinformação não começa de uma forma totalizante e exagerada, como muitas vezes vemos nos nossos grupos de Whatsapp e afins. Muito pelo contrário, ela diz que a propagação de notícias falsas inicia-se lentamente e de forma ‘inocente’. Para exemplificar essa afirmação, a jornalista relembrou algumas das informações falsas disseminadas no início da pandemia, quando era comum a divulgação de formas de ‘prevenção’ ao vírus, com dicas que iam desde dietas balanceadas até a realização de gargarejos com água fervente.

A onda de desinformação foi se expandindo até chegar em medidas mais drásticas, como a recusa da vacinação. Assim, a jornalista chega a  comparar a desinformação com uma espécie de seita. Muitas vezes, as pessoas envolvidas não percebem que estão em um ambiente tão extremo. E isso acontece, segundo Taiane, porque, em momentos de crise, as pessoas buscam um ‘conforto’ em outros indivíduos que pensem da mesma forma, como uma estratégia de segurança e negação da gravidade de um acontecimento (nesse caso, a mortalidade do vírus). 

A jornalista ainda ressalta que a apropriação da desinformação é estratégica, pois muitos grupos se beneficiam financeiramente com isso. Exemplificando essa afirmação, ela diz que é lucrativo existir uma gravação em vídeo onde uma pessoa afirma ter conhecimento sobre a cura da Covid-19, em um momento em que ainda não existiam vacinas contra o vírus. As visualizações e likes acabam sendo lucrativos para grupos de interesse.

Hoje, após quase dois anos de pandemia e milhares de mortes causadas pelo negacionismo, Taiane acredita que as pessoas chegaram no momento em que conseguem perceber o quão prejudicial e perigosa é a desinformação. Segundo ela, a CPI da Covid-19 foi muito eficaz para alcançarmos essa realidade. O público passou a acompanhar avidamente os desdobramentos das reuniões, em que houve vários relatos de pessoas que sofreram com a morte de familiares e amigos em decorrência da doença. A jornalista destaca também que o programa Roda Viva e o ativismo de pessoas como o biólogo Átila Iamarino foram essenciais na difusão de informações verdadeiras que denunciavam a problemática das notícias falsas.

Taiane também compartilhou com os alunos e participantes da conversa algumas características dos conteúdos que desinformam: sempre possuem um senso de urgência, normalmente vêm carregados de uma suposta autoridade de quem falou e/ou descobriu algo, e também estão presentes apenas em um meio ou veículo. Assim, a jornalista lembra da necessidade de pesquisar toda e qualquer notícia em outros veículos de comunicação, pois uma informação verdadeira não circula em um só meio.

 Além das perguntas sobre a desinformação, os alunos compartilharam com Taiane algumas das suas inquietações em relação ao jornalismo e a mídia. A sua resposta foi taxativa e muito necessária: “o jornalismo não pode ser declaratório”, ele tem a função social de falar muito e abertamente sobre a desinformação. Ela também alerta para o fato de que muitos veículos de comunicação acabam repassando notícias falsas, por terem sido ditas em discursos feitos por autoridades. Taiane diz que esses discursos devem sim ser passados, porém sempre alertando  em relação ao que não é verdade.

No final da conversa, ela enfatizou que a população em massa tem diversas outras demandas mais importantes para lidar, uma delas é sobreviver a uma das maiores crises econômicas e sanitárias já vistas, o que muitas vezes faz com que essas pessoas não consigam se preocupar em ser seletivas com o modo com que se informam. Então, cabe à mídia ser incisiva nesse aspecto e não deixar de denunciar e verificar a desinformação diariamente. “A desinformação só acaba com a produção de informações de qualidade”, afirma Volcan.




                                                                                                                                                             Reportagem: Júlia de Sá e Maria Mariana 

                                                                                                                                                                    Edição: Luciana Carvalho

           

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Marlon Santa Maria Dias, Olívia Bressan e Viviane Borelli (organizadores)
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