UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com Universidade Federal de Santa Maria Tue, 31 Mar 2026 20:08:12 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com 32 32 UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/cursos/tecnico/educacao-a-distancia/fruticultura/2025/08/22/ufsm-abre-inscricoes-para-o-curso-tecnico-em-fruticultura-ead-com-60-vagas Fri, 22 Aug 2025 19:20:21 +0000 http://www.55bet-pro.com/cursos/tecnico/educacao-a-distancia/fruticultura/?p=462

Formação técnica em fruticultura, em formato híbrido, é referência no sul do Brasil

O Colégio Politécnico da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) está com inscrições abertas para o processo seletivo do Curso Técnico em Fruticultura, na modalidade Educação a Distância (EaD), polo Santa Maria. O curso tem duração de dois anos, com carga horária total de 1.200 horas, e oferece 60 vagas.

As inscrições podem ser realizadas até o dia 31 de outubro de 2024, mediante pagamento de taxa de R$ 50,00. A prova presencial será aplicada no dia 30 de novembro de 2025, das 14h às 18h.

Formação híbrida e prática de campo

O curso é ofertado em formato híbrido: embora a maior parte das atividades aconteça online, pelo ambiente Moodle, ao menos 25% da carga horária deve ser cumprida presencialmente no Colégio Politécnico da UFSM. As atividades presenciais, em geral, ocorrem aos sábados e incluem vivências práticas, visitas técnicas e aulas em unidades de produção de frutas.

Esse modelo permite que o estudante adquira conhecimentos gradualmente, unindo teoria e prática com foco em empreendedorismo, mercados e realidades da agricultura familiar.

Quem pode se interessar

O curso é indicado tanto para quem deseja implantar ou aprimorar pomares para consumo próprio, quanto para aqueles que pretendem empreender na área de fruticultura ou atuar profissionalmente no setor. Por dispensar a obrigatoriedade de estágio, mas contar com disciplinas de vivência prática, a formação torna-se mais acessível sem perder a experiência de campo.

Referência no sul do Brasil

O Colégio Politécnico da UFSM é reconhecido como referência em fruticultura na região Sul, com destaque para ações de pesquisa, extensão e ensino na área. O corpo docente e técnico especializado, aliado ao uso de metodologias voltadas à prática agrícola, assegura a qualidade da formação.

Como se inscrever

Os interessados devem acessar o Edital 070/2025 e realizar a inscrição diretamente pelo site da UFSM. É importante atentar-se aos prazos e detalhes previstos no documento.

📌 Resumo do processo seletivo

  • Curso: Técnico em Fruticultura EaD (Polo Santa Maria – Colégio Politécnico/UFSM)
  • Vagas: 60
  • Duração: 2 anos (1.200h)

Dúvidas: 

Sobre o processo seletivo: falecom@nisa.55bet-pro.com

Informações referentes aos programas, turnos e aulas dos cursos: secretaria@politecnico.55bet-pro.com ou secretariaescolar@politecnico.55bet-pro.com 

Sobre o Curso: ead.fruticultura@55bet-pro.com 

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2019/05/22/mesa-redonda-debate-os-impactos-dos-agrotoxicos-a-saude-do-trabalhador-e-ao-meio-ambiente Wed, 22 May 2019 18:54:35 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=47798

Nesta quinta-feira (23) acontece a Mesa-Redonda “Agrotóxicos: Impactos à Saúde do Trabalhador e ao Meio Ambiente”. Será às 9h, na sala 218 do prédio da Reitoria da UFSM.

A programação faz parte dos Seminários Temáticos promovidos pelo Curso de Aperfeiçoamento em Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP) da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), em colaboração com o Centros de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST) de Santa Maria.

Os convidados são o Dr. Rodrigo Valdez de Oliveira, Procurador do Ministério Público Federal e coordenador do Fórum Gaúcho de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos (FGCIA), o Professor Renato Zanella, coordenador do Laboratório de Análises de Resíduos de Pesticidas-LARP da UFSM, com moderação do o Dr. Luiz Cláudio Meirelles, pesquisador do Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (CESTEH) da ENSP/Fiocruz.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/arco/mulheres-no-campo-trabalho-e-protagonismo Fri, 22 Jun 2018 18:32:55 +0000 http://coral.55bet-pro.com/arco/sitenovo/?p=3854 Cleci Conoretto é uma das várias mulheres que comercializam seus produtos na Polifeira - a feira da agricultura familiar organizada no largo do Planetário da UFSM todas as quintas-feiras. Começou a trabalhar na lavoura com os pais e segue a profissão até hoje. Quando chega do campo, o trabalho não termina. Ela é responsável por lavar a roupa, cozinhar, organizar a casa e fazer pães, sonhos, agnolini e quiches para vender. Cleci é casada com Luis Conoretto, com quem tem três filhos. Desde muito cedo - eles também iam para a lavoura, enquanto ela e o marido plantavam e colhiam. Mulher, trabalhadora e mãe, Cleci tem que “se desdobrar” para dar conta de todas as suas demandas. Rotinas como essa são comuns na vida de mulheres do campo e nem sempre são representadas e recebem reconhecimento perante a sociedade. Com o objetivo de entender melhor a relação de trabalho, de gênero e direitos trabalhistas, algumas pesquisadoras se empenham no estudo do cotidiano das mulheres rurais. Jornadas triplas de trabalho e a desigualdade de gênero Janaína Betto, mestre em Extensão Rural pela UFSM, defendeu a tese Chega de ficar de fora, já chegou a hora de participar: trajetória política do MMC/SC e o engajamento militante das dirigentes, que tem como tema as mulheres camponesas e o engajamento político, com enfoque no Movimento de Mulheres Camponesas de Santa Catarina (MMC/SC). Segundo a pesquisadora, a tripla jornada de trabalho de mulheres como Cleci está ligada à estrutura da agricultura familiar. “Historicamente se considerou que a família era um todo harmônico que trabalhava em conjunto de maneira a melhor prover a mão-de-obra dos familiares”, comenta Janaína. Ela explica que essa estrutura harmônica esconde as desigualdades que existem dentro da família, que não são diferentes das que existem na cidade, mas que tem certas peculiaridades. Na vida das mulheres camponesas, segundo a pesquisa, o serviço doméstico não é visto como trabalho, e o crédito da produção da agricultura familiar é atribuído ao “chefe da família” - nesse caso, o marido. Isso faz com que elas se tornem dependentes dos maridos para terem acesso à renda, destinada à compra de utensílios domésticos, de roupas para a família e de produtos destinados à casa - elementos geralmente tratados como de responsabilidade feminina. Por outro lado, essa mesma realidade demonstra que dentro da estrutura familiar todos trabalham, porém isso acontece “de forma permeada por diferenças relacionadas a uma divisão sexual do trabalho”. Janaína Betto comenta que “as mulheres trabalham tanto quanto os homens, mas elas têm o seu trabalho no âmbito produtivo (na lavoura, por exemplo) reduzido ao status de ajuda, enquanto seu trabalho no âmbito reprodutivo (dentro e na volta de casa) é invisibilizado, pois não é considerado como trabalho”. Assim, a divisão sexual de trabalho encontrada no meio rural demonstra que as mulheres rurais ocupam uma posição subordinada e seu trabalho tem pouco reconhecimento. Nesse sentido, o MMC/SC pesquisado pela Janaína Betto, surgiu para que houvesse a discussão dessas desigualdades de gênero cotidianas existentes no meio rural, e para provocar o diálogo entre as mulheres sobre as situações que representam a desigualdade de gênero no meio rural. Conforme Janaína, essa desigualdade, para além de afetar as mulheres, também “é um dos pilares que permite que ocorra a exploração de toda a classe trabalhadora”. Dessa maneira, o MMC/SC é um movimento social que reivindica também a reforma agrária e a agroecologia. O protagonismo através das tecnologias de informação Outra pesquisadora que investiga o tema é Ana Carolina Escosteguy, professora visitante do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFSM. Ela é autora da pesquisa “Tecnologias de Comunicação nas práticas cotidianas: o caso de famílias relacionadas à cadeia agroindustrial do tabaco” - que está em andamento. Um dos artigos publicados em relação ao tema se intitula Mulheres e suas interações cotidianas com tecnologias de comunicação: o caso de jovens e adultas relacionadas à cadeia agroindustrial do tabaco. Neste artigo, a pesquisadora analisa o vínculo das mulheres que trabalham no meio rural do município de Vale do Sol (RS) com a tecnologia. Em entrevista, a pesquisadora revelou algumas percepções das relações de gênero presentes na rotina dessas mulheres. Para ela, “no contexto urbano também existe desigualdade de gênero, mas tem distinção no meio rural. As próprias mulheres dizem que trabalham duro na lavoura, mas elas fazem a observação de que não trabalham no pesado. Isso acontece porque não são elas que vão lidar com agroquímicos, com os venenos, mas elas têm participação intensa na lavoura e no trabalho doméstico”. Ana Carolina, que estuda a relação dessas mulheres com a tecnologia, afirma que algumas têm consciência que dependem financeiramente do marido, e buscam através do desenvolvimento das habilidades com o celular, a internet e as rede sociais uma forma de serem protagonistas. Uma das mulheres que a pesquisadora entrevistou desenvolveu grande proximidade com o computador e a internet, e através de redes sociais e sites de receitas começou a fazer bolos, vendê-los, e conseguir uma renda extra. Entretanto, este caso ainda é uma exceção à realidade das mulheres rurais. A relação com os sindicatos A produtora Cleci leva com bom humor a tripla jornada que realiza, e brinca que trabalha mais que o marido, porque ele está doente. Ela também comenta que hoje em dia as mulheres têm bem mais direitos, porque antes “as mulheres eram praticamente escravizadas”, declara ela. A relação de Cleci com os direitos trabalhistas se dá fortemente por meio do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, e é através dele que ela espera chegar à aposentadoria. [caption id="attachment_3856" align="aligncenter" width="683"] Cleci Conoretto, produtora rural na Polifeira[/caption] Cleudia Camargo, do Sindicato Rural de Cachoeira do Sul, corrobora que os direitos das mulheres melhoraram muito nos últimos anos. “Elas conseguem acessar linhas de crédito em seu nome, coisa que alguns anos atrás não ocorria, e muitas delas estão participando ativamente nas atividades juntamente com o marido na hora da compra de sementes e insumos para a lavoura”, afirma a trabalhadora. Ela explica que, para conseguir a aposentadoria, a produtora rural deve comprovar o exercício de atividade rural em regime de economia familiar ou individual, sendo necessário Bloco de Produtor(a) Rural e o documento da propriedade em que trabalha ou é proprietário (a). Essa exigência vale para todos os produtores rurais. São assegurados direitos como o décimo terceiro salário, férias e a licença maternidade. Cleudia enfatiza que o sindicato é uma “ferramenta de luta em defesa dos agricultores familiares e assalariados e assalariadas rurais”. A pesquisadora Janaína Betto comenta que esses direitos foram uma conquista de movimentos de luta de várias mulheres - como o MMC/SC. Ela afirma que a luta inicial delas, na década de 1980, foi pelo reconhecimento da profissão de trabalhadora rural/agricultora, exigindo mudanças nas leis. A partir disso, as mulheres conquistaram os direitos sociais e trabalhistas que os homens do campo já tinham, como é o caso da aposentadoria. E, finalmente, em 1994, elas alcançaram o direito à licença-maternidade. Hoje em dia a legislação trabalhista é igual para homens e mulheres que são assalariados rurais. Reportagem: Mayara Souto e Taísa Medeiros Fotografia: Rafael Happke]]>