UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com Universidade Federal de Santa Maria Thu, 30 Apr 2026 20:49:52 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com 32 32 UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2022/09/13/polifeira-no-campus-sede-tera-mateada-em-comemoracao-a-semana-farroupilha-na-quinta-15 Tue, 13 Sep 2022 13:51:37 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=59676

Como parte das celebrações da Semana Farroupilha, a Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (Progep) e a PoliFeira do Agricultor realizam uma mateada comemorativa na próxima quinta-feira (15), das 12h às 14h, no Largo do Planetário, onde ocorre a PoliFeira.

O evento contará com a participação do Grupo de Dança DTG Noel Guarany, com uma apresentação de danças típicas da cultura gaúcha. Além disso, uma roleta com espaço de brindes estará disponível para que o público possa jogar e se divertir. Também estará disposto no ambiente erva-mate e água quente aos interessados que levarem suas cuias no dia. 

Para mais informações, acompanhe a PoliFeira do Agricultor e a Progep no Instagram: @PoliFeira e @progepufsm.

Fonte: Assessoria de Comunicação do Colégio Politécnico

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2018/09/20/viva-o-campus-tera-especial-jardim-botanico-musica-gaucha Thu, 20 Sep 2018 17:58:44 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=44639

Imagem de divulgação do Viva o 55BET Pro especial com uma foto do campus e um filtro da bandeira do Rio Grande do Sul em cimaNeste domingo (23), ocorre o Viva o 55BET Pro Especial Jardim Botânico - Música Gaúcha. A programação lembra a Semana Farroupilha. Algumas das atrações são: exposição de carros antigos, apresentação do DTG Noel Guarany e do conjunto Alma Gaúcha. A programação completa pode ser conferida na página do evento.

 

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2018/09/19/outras-vozes-e-perspectivas-do-ser-gaucho Thu, 20 Sep 2018 00:29:24 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=44632

Ilustração de três gaúchos com a bandeira gaúcha ao fundo. Um deles toca o acordeon, outro ceva um mate e o terceiro tem uma gravata com as cores do arco-íris

A tradição é um elemento capaz de ser localizado dentro de qualquer cultura e que também possibilita a construção de identidades da população pertencente a este meio. É a partir da tradição que conseguimos distinguir uma cultura de outra e que também se constrói o sentimento de pertencimento àquele local ou àquele contexto: um sentimento de “minha terra” ou “minha tradição”.

O mês de setembro para o Rio Grande do Sul é, sem dúvidas, importante, pois se trata de um momento para cultuar e praticar, de forma ainda mais viva, os hábitos gaúchos que passam pelas artes, com as danças e músicas típicas do estado, pelas vestimentas e também pela alimentação.

A tradição, contudo, também pode funcionar como válvula para reforçar estereótipos e estigmas que estão enraizados em determinada cultura e que, devido a sua construção histórica e social de anos, décadas, séculos, torna-se extremamente complexo romper ou adaptar alguns de seus aspectos. Mas, afinal, que construção é essa? Quais as cores, os trejeitos, os gêneros e as classes dessas vozes que foram consideradas para constituir um ideal do que se tem hoje de uma cultura gaúcha? Afinal, existe apenas uma tradição dentro do Rio Grande do Sul e que é, portanto, plena e absoluta?

O Centro de Ciências Naturais e Exatas (CCNE) decidiu ouvir diferentes pessoas - inseridas na cultura sul-rio-grandense e que ocupam diferentes espaços dentro desta tradição - para compreender o entendimento de cada um sobre o que é ser gaúcho, já que de acordo com o professor Benhur Pinós da Costa, da UFSM, “mesmo quando sabemos da multiplicidade de quem somos, insistimos em ser fronteira e encontrar a todo custo uma unicidade do ser gaúcho”.

Um dos maiores equívocos dos tradicionalistas gaúchos é tomar a tradição conhecida e, portanto, que dá corpo, voz e face ao Rio Grande do Sul como única. Para Josué Goulart, acadêmico de Ciências Sociais e coordenador do Coletivo Afronta, “tomar esta tradição gaúcha como absoluta significa interpretar as mazelas relacionadas à etnia, sexualidade, classe e gênero, tais como o racismo, homofobia e machismo, como costumes e maneiras dentro do movimento e não como o que realmente são: preconceitos e grandes problemas sociais, que fomentam a desigualdade em todos os setores”. Este esquecimento dos preconceitos que cerceiam não apenas a cultura gaúcha, mas a cultura de forma geral, “reverberam em uma identidade gaúcha atrelada ao machismo, ao bairrismo e ao apagamento da história”, opina Alan Ricardo Costa, licenciado em Letras Espanhol e mestre em Letras pela UCPel.

Sobre este apagamento histórico, Leonardo Berté Nunes, acadêmico de Geografia, relembra o massacre aos Lanceiros Negros, que foi um grupo organizado por ex-escravos excepcionais em combate mortos no lugar de receber uma carta de alforria. Afinal, o que estamos celebrando na Semana Farroupilha? São os interesses e conquistas de toda a população gaúcha ou de um grupo seleto?

Neste contexto, é possível refletir: qual perspectiva da história está sendo ensinada nas escolas e nas outras instituições e, dessa forma, que está criando o conhecimento sobre o que foi a Revolução Farroupilha? Edipo Djavan dos Reis, licenciado em História pela URI e mestre em Geografia pela UFSM, com a dissertação intitulada “Homossexualidades na territorialidade tradicionalista gaúcha” comenta que, a partir de suas pesquisas sobre gênero dentro do tradicionalismo gaúcho e vivências como homossexual inserido no movimento, “a história que eu estudei é diferente das histórias que geralmente são contadas dentro do movimento tradicionalista” e que “apesar de existir tolerância [aos homossexuais], não há uma total aceitação”.

Essa história acaba por ser falha em representações, o que Louise da Silveira, licenciada em Letras pela UFN e mestranda em Geografia pela UFSM, aponta, contando que a Semana Farroupilha, em seu tempo de escola, era sempre constrangedora. Por ser negra, ela não se via representada nas imagens para colorir de peões e prendas, sempre altos, brancos e com os cabelos longos, além de não ter dinheiro para comprar um vestido e comparecer às atividades da semana “tipicamente trajada”. Entretanto, o sentimento de Louise em relação ao seu estado é de pertencimento. “Sou uma gaúcha tradicional do século XXI, mas não cultuo elementos tradicionalistas. O sul não ‘é o meu país’, é meu lar”, pontua.

Não cultuar todos os elementos inerentes à cultura gaúcha não significa, portanto, ser menos gaúcho. É importante reconhecer os diferentes tipos de ser gaúcho e a pluralidade e diversidade presente em nossa terra, assim como ouvir as novas vozes e perspectivas. Se no passado muitos grupos ficaram calados, por que agora devem continuar? A história é continuamente escrita e somos nós, como atores sociais, que contribuímos para o surgimento de novos capítulos. Igor Corrêa Pereira, licenciado em Geografia, fala que “a história não só é, ela pode vir a ser. Da mesma forma, a identidade. Construir um novo sentido do que é ser gaúcho é tarefa dos que querem mudanças no mundo e na sociedade”. O que para Dioggo C. Dresch, acadêmico de Matemática, reflete em um novo olhar do gaúcho. Para ele, é uma “batalha diária” contra todas as problemáticas sociais existentes.

Texto: J. Antônio de S. Buere Filho, acadêmico de Produção Editorial e bolsista do Núcleo de Divulgação do CCNE

Edição: Wellington Gonçalves, relações públicas do Núcleo de Divulgação do CCNE

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2018/09/19/editora-ufsm-realiza-atividade-na-semana-farroupilha Wed, 19 Sep 2018 18:40:28 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=44623 [caption id="attachment_44624" align="alignleft" width="286"] Apresentação do DTG Noel Guarany [/caption]

Para comemorar a Semana Farroupilha, a Editora UFSM realizou nesta terça (19), no hall da Reitoria a 5ª edição da Mateada da Editora UFSM. Com uma programação que se estendeu de manhã até a tarde, a mateada contou com exposição de produtos da Livraria e Grife UFSM, distribuição de erva-mate e água quente, sorteio de brindes. Também apresentação artística do DTG Noel Guarany, que além de apresentar as danças típicas gauchas, ofereceu aula de dança descontraída para os presentes.

Texto: Pablo Iglesias, acadêmico de Jornalismo e bolsista da Agência de Notícias

Foto: Eduarda Nenê, bolsista da Editora UFSM

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2018/09/17/dtg-noel-guarany-promove-almocos-e-apresentacoes-nesta-semana Mon, 17 Sep 2018 13:33:14 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=44560

Durante a Semana Farroupilha de 2018, o DTG Noel Guarany estará promovendo almoços e realizando apresentações pelo campus sede da UFSM.

Os almoços serão servidos a partir desta segunda-feira (17), a partir das 11h45, na sede do DTG, no Centro de Eventos.

Confira o cardápio:

Dia 17/9 - Vaca atolada, arroz, pão e saladas (R$ 15);

Dia 18/9 - Carreteiro, feijão campeiro, pão e saladas (R$ 15);

Dia 19/9 - Churrasco, mandioca, arroz e saladas (R$ 25);

Dia 20/9 (após o desfile) - Churrasco, mandioca, arroz e saladas (R$ 25).

Os almoços devem ser reservados até as 11h de cada dia, pelo telefone (55) 9 9731-0048 (pode ser via whatsapp).

Também serão realizadas apresentações nas seguintes datas e locais:

Dia 18/9 - Mateada da Editora (Hall da Reitoria) - 11h30;

Dia 18/9 - Hall do Restaurante Universitário - 12h30.

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