UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com Universidade Federal de Santa Maria Sat, 07 Mar 2026 23:42:58 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com 32 32 UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/2025/01/21/professora-da-ufsm-e-finalista-do-premio-loba-para-mulheres-escritoras Tue, 21 Jan 2025 11:17:42 +0000 http://www.55bet-pro.com/?p=68153

A professora do Departamento de Ciências Sociais da UFSM, Mariana Selister Gomes, estará, no próximo sábado dia 25 de janeiro, em São Paulo, para participar do LOBA Festival – primeiro Festival literário do Brasil voltado para mulheres escritoras. Seu livro “Brasil Interseccional: Passado, Presente e Futuro das nossas Lutas”, publicado pela Editora Zouk, é Finalista do Prêmio Loba, na categoria não-ficção. A cerimônia de premiação encerrará o Festival, que ocorre na Casa de Cultura do Parque e tem o apoio da Lei Paulo Gustavo de Incentivo a Cultura, da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo e do Ministério da Cultura do Brasil.

O livro é fruto da longa trajetória de pesquisa sociológica da autora, nas áreas de Sociologia Brasileira, Estudos de Gênero e Estudos Étnico-raciais, e, propõe o conceito inédito de Luta Interseccional (luta de classe, raça e gênero) como chave explicativa para a sociedade brasileira, desde o ponto de vista histórico até os embates atuais entre esquerda e extrema direita.

O primeiro lançamento ocorreu em agosto de 2024, durante a 51ª Feira do Livro de Santa Maria, o qual seguiu-se de rodas de conversa ocorridas na UFSM, na UNIPAMPA e na UFPEL, além de lançamento na 70ª Feira do Livro de Porto Alegre.

Em 2025, o GIDH- Grupo de Pesquisa e Extensão em Gênero, Interseccionalidade e Direitos Humanos (GIDH/UFSM/CNPq), coordenado por Mariana, promoverá mais espaços de diálogo sobre o livro, bem como, outros eventos relacionados a temática, todos gratuitos e com certificado. É possível acompanhar a programação através dos canaiss da UFSM e do Instagram do Grupo GIDH/UFSM/CNPq: @gidh.ufsm

Também, no primeiro semestre de 2025, a professora irá ministrar a disciplina Estudos de Gênero, para os Cursos de Bacharelado e Licenciatura em Ciências Sociais, com abertura de vagas para estudantes de qualquer curso da universidade.

O livro “(Des)(Re)Construindo o Brasil: Ensaios de Sociologia Brasileira”, organizado pela professora, com capítulos de estudantes de Ciências Sociais, está disponível gratuitamente no Manancial da UFSM.

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A pedido da Chefia do Departamento de Ciências Sociais, informo que não haverá aula da disciplina ISP1243 SOCIOLOGIA na próxima terça de noite, dia 12/03.

As aulas desta disciplina terão início a partir do dia 19/03.

 
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Faleceu na madrugada deste domingo, dia 27 de março de 2022, a professora Maria Luiza Dias de Almeida Berger. Ela era professora titular aposentada do Departamento de Sociologia e Política da UFSM.

Maria Luiza se orgulhava muito de ter sido professora titular da UFSM e do sucesso dos seus alunos nas mais diversas profissões, já que lecionou em diferentes cursos.  

O velório do corpo ocorre, das 12h às 17h deste domingo, na capela A do Cemitério Santa Rita. O sepultamento será na sequência. 

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A programação inclui cinco minicursos e reuniões de sete grupos de trabalho criados para o encontro

De 17 a 21 de janeiro, ocorre o Encontro Discente das Ciências Sociais, que tem como objetivo proporcionar um espaço de debates sobre temas pertinentes à pesquisa social, incluindo ainda a socialização de pesquisas e estudos e a construção de redes de trabalho e colaboração. Organizado por estudantes de graduação e pós-graduação do Departamento de Ciências Sociais da UFSM, o encontro será desenvolvido no formato on-line, por meio da plataforma Doity, onde estão disponíveis a programação, o formulário de inscrição, instruções para a submissão de trabalhos e informações afins.

Na programação, estão previstas duas palestras: uma de abertura, com a professora Rosana Pinheiro-Machado, da University of Bath (Inglaterra), e outra de encerramento, com Elis Radmann, conselheira da Associação Brasileira de Pesquisadores de Mercado, Opinião e Mídia. Nos outros dias, haverá reuniões dos sete grupos de trabalho criados para o encontro, além de cinco minicursos, os quais vão abordar temas como avaliação de políticas públicas, antropologia e sociologia digital, Base Nacional Comum Curricular e novo ensino médio, pensamento decolonial e escrita acadêmica.

O público-alvo é constituído por estudantes de graduação e pós-graduação de diversas áreas, bem como pessoas ligadas a movimentos sociais, professores do ensino básico e atores da sociedade civil. As inscrições já podem ser feitas.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/arco/arco-entrevista-gava-ricos-e-malandros Wed, 03 Nov 2021 11:25:29 +0000 http://www.55bet-pro.com/midias/arco/?p=8730 Conforme dados apresentados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), a evolução da proporção de pobres no Brasil era, no final de 2020, de 9,41%. Atingiu a marca de 16,09% no início de 2021 e chegou ao mês de julho na marca de 12,98%. Muito se fala  da pobreza e seus desdobramentos sociais, como a fome, por exemplo. Já em relação aos ricos, a história é outra: pouco se fala. Em pesquisa publicada em agosto de 2020 pela FGV, que leva em consideração o total populacional através dos dados de rendimentos declarados no Imposto de Renda Pessoa Física, a capital do Brasil que possui a maior renda por habitante é Florianópolis, com R$ 3.998 mensais, seguida de Porto Alegre e Vitória.  

Em entrevista à Revista Arco, Rodrigo Gava, doutor em Ciência Política pelo Instituto de Ciências Humanas e Filosofia da Universidade Federal Fluminense (UFF), fala de seu livro, ‘Ricos & Malandros - a riqueza na estrutura da desigualdade brasileira: como os ricos atuam na sociedade’. A obra traz uma reflexão sobre a atuação dos ricos em nossa sociedade. O exemplar pode ser adquirido no site da Editora UFSM e está disponível nos formatos de livro impresso e ebook.

ARCO - Ao ler a obra ‘Ricos & Malandros - A riqueza na estrutura da desigualdade brasileira: como os ricos atuam na sociedade’, é possível ver que ela é baseada em sua tese de doutorado. Em qual momento e por qual motivo você decidiu transformá-la em um livro?

Um doutoramento consome quatro anos das nossas vidas e a expectativa, enquanto escrever, rezar e estudar faz parte da nossa rotina diária, é ao final ver a tese pronta e que se conseguiu dar uma mínima contribuição à sociedade e, no meu caso, ao pensamento social. Ocorre que uma tese não costuma chegar ao grande público: a liturgia do texto acadêmico, o espaço de exposição e a distância do cotidiano costumam inviabilizar que mais pessoas leiam esses trabalhos. E, assim, vi a necessidade – e tive a vontade, como a vanglória há de justificar – de transformar a tese em livro, o que exigiu tempo e paciência para esta necessária adaptação. 

ARCO - Quais foram os principais desafios que você enfrentou ao transformar sua tese em um livro? 

Todo autor enfrenta os desafios inerentes à indústria do livro. São os vícios e os obstáculos que o negócio impõe, sob suas premissas de lucro e consumo.  Sem entrar no mérito do “gosto” e da “moda” em vigência (dicas de vida, mandingas para ficar rico, táticas para o sucesso), costuma-se ver a qualidade do livro (seja uma obra literária ou científica) submetida aos interesses do setor – é comum ser visto e prestigiado o nome da capa bem antes do conteúdo, motivo pelo qual as editoras garantem desproporcional espaço para gente midiática (ou indicada por gente midiática). Afora isso, vemos um protagonismo da prática que o mercado chama de “coparticipação”, na qual os autores pagam para publicar seus livros, o que acaba restringindo ainda mais o espaço para a grande maioria que não pode pagar ou não se dispõe a isso. E, como o único critério passa a ser o monetário, o curioso disso é que o próprio leitor acaba refém dessa dinâmica: quilos de livros publicados sem qualidade e que entopem as prateleiras das livrarias ou os canais dos sites de venda, dificultando a seleção. Há exceções nisso tudo? Sim, como aquelas relacionadas ao garimpo feito por pequenas editoras – e como todo garimpo, a sorte é elemento crucial. 

ARCO - Seu doutorado foi no Instituto de Ciências Humanas e Filosofia da Universidade Federal Fluminense (UFF) no estado do Rio de Janeiro (RJ). O que levou você a publicar pela Editora UFSM?  

Retomo ao final da resposta anterior: albergando-me nas exceções, neste caso, nas editoras das universidades públicas. Lamentavelmente sucateadas sob orçamentos que, desde 2015, viraram pó, essas editoras herculeamente continuam a fazer o seu trabalho, editando trabalhos muito importantes para as ciências brasileiras e visando suprir o abandono das editoras privadas que não têm interesse em publicar dissertações e teses, já que, em regra, parecem despreocupadas em dispor de um robusto catálogo acadêmico, ao contrário do que se faz lá fora.  E mesmo com todas as adversidades políticas e financeiras, a Editora da UFSM tem conseguido publicar com frequência, continuidade e excelência técnica, dando-me agora esta oportunidade. Ainda, o fato de o livro ser publicado por uma editora como a da UFSM não é só uma questão de orgulho para mim, na medida em que também serve ao leitor como uma espécie de chancela, um selo de controle de independência e qualidade – uma vez que o livro não está ali por mera indicação ou patrocínio pessoal – cujo filtro não é apenas interessar ao público, mas estar ali sob interesse público. 

ARCO - Em relação ao título da obra, o termo ‘Malandros’ chama a atenção. Qual a principal ideia ao utilizar esse termo associado aos ricos?  

A ideia deste título veio no momento da publicação e tem uma origem de forma e outra de fundo.  Primeiro, ela surge quando lembrei do meu outro livro, “Ricos e Mendazes”, fruto da minha dissertação de mestrado e publicado pela Editora Almedina (Portugal). Ainda que em áreas distintas, a questão da riqueza é central – se lá eu tinha a hipocrisia dos países ricos nas relações de comércio internacional, aqui eu tenho a malandragem dos endinheirados nas relações da vida nacional.  Depois, embora a temática do malandro em si não seja objeto deste estudo, é inegável que o seu perfil ilustre a nossa gramática moral e, assim, sirva de pano de fundo para todo o livro, do início ao fim, como paradigma da atuação dos ricos. 

"A dialética da malandragem, enraizada no hibridismo sociocultural de uma certa brasilidade, compunha-se por traços marginais que beiravam o ilegal e uma presença lúdica que tocava o imoral."

A sua imagem de outrora firmava-se na ginga maliciosa do viver entre as lacunas e as contextualizações das regras e das leis, com uma vida solitária de anti-herói, mas também como resistência negra à exploração de um país que se modernizava.  

Agora, se na dinâmica social faz-se o epitáfio desta malandragem, outra se pronuncia, abdicando do ethos histórico, mas assumindo a parte mais indesejada da sua construção normativa e que vai muito além do “jeitinho”.  

E assim sobressai o malandro embranquecido “de gravata e capital” e que “nunca se dá mal”, transformando-se em senhor da ordem vigente, intrincando inescrupulosamente as esferas política e econômica e se encastelando no lusco-fusco do direito, e que hoje samba em outro ritmo sobre o corpo do povo brasileiro.  

ARCO - Logo no início, na página 19, aparece a expressão ‘Se os tubarões fossem homens’. Poderia falar sobre ela e como está relacionada com o seu objetivo com a obra? 

Bertolt Brecht, um dos gênios alemães, escreveu esta pequena parábola “Se os tubarões fossem homens” para ilustrar a nossa história, uma história marcada a ferro e fogo pelos processos de dominação, exploração, desigualdade, autoritarismo e alienação, permeados por gestos de crueldade, ganância, hipocrisia... tão longe de um mundo próximo do ideal e de valores como a cooperação, a solidariedade, a igualdade, a justiça, a liberdade, a emancipação do povo e o engrandecimento do homem.  

Como na alegoria de Brecht – cuja representação traz ideologia, gaiolas, guerras, opressão, pão e circo como metáforas da sociedade humanas –, a civilização que criamos parece não ter muito o que ensinar ao reino animal, só a aprender: sim, os nossos tubarões são bastante piores que os tubarões dos outros mares.  

É uma bela crítica à organização social e às relações humanas, tão simplesmente bela que recentemente mereceu uma edição destinada ao público infantil – sim, é muito importante que desde cedo os nossos peixinhos saibam que a civilização da Terra pode ser outra. Afinal, não são peixinhos, mas são homens e mulheres capazes de transformar o mundo. 

ARCO - Com a obra ‘Ricos & Malandros - A riqueza na estrutura da desigualdade brasileira: como os ricos atuam na sociedade’, você objetiva estudar a questão da desigualdade, mas pelo olhar dos ricos. Por que você decidiu focar neste grupo?  

A desigualdade é estudada há séculos. A questão é que, invariavelmente, explora-se apenas um lado do problema.  Enquanto a pobreza se deixa auscultar, desnudar, dissecar, inventariar, saborear; enquanto são inúmeros os estudos que promovem verdadeiras autópsias sociológicas sobre os pobres e miseráveis, sobre o habitus da ralé, sobre as famílias no submundo do trabalho, sobre os jovens em situação de marginalidade, sobre as comunidades de sem-teto ou erguidas sobre palafitas e barracos de pau a pique, com a riqueza isso não ocorre.  

Afinal, o modo e o campo de atuação dos ricos permanecem sutilmente ignorados, como se fossem abstrações irrelevantes, como se sua existência estivesse desconectada da estrutura de poder e das disputas na repartição da renda.  

"A ainda pobre existência de dados e informações permitem que os ricos, absolutamente fosforescentes pelo consumo, jactem-se pela sua invisibilidade no controle dos mecanismos de manutenção e de concentração da riqueza."

Um lado para o qual invariavelmente se demonstram atitudes de reverência e êxtase e de receio e intocabilidade,  é a ideia de “totem e tabu”, em alusão freudiana à antropologia social, sobre o qual não há o devido reconhecimento dos efeitos danosos que exercem no tecido social brasileiro, sublimando-o. 

Por isso, constitui um desafio para as Ciências Sociais (como meio) e para a sociedade (como fim) a superação dos problemas no estudo dos ricos e, principalmente, a superação do equivocado entendimento de que a pobreza é um problema e que esta riqueza, em seu nível e forma, não o é. 

ARCO - Ainda sobre a temática do livro. A seu ver, enquanto pesquisador, qual é a importância de se estudar esse tema? Como sua obra contribui para o debate sobre o assunto? 

Estive bem longe de descobrir a pólvora – antes e melhor, outros tantos já o fizeram –, só ajudei a riscar os fósforos para trazer um pouco mais luz, também como sinal de que não desertamos nosso posto, como pediu o Veríssimo pai.

"Sem receio do exagero podemos afirmar que inexiste no Brasil tema mais importante para se conhecer, estudar e trabalhar, de verdade e a fundo, do que a desigualdade social."

Claro que a necessária superação do capitalismo deve estar no nosso horizonte como estado e nação, porém, hoje, ela é a nossa prioridade zero, ao lado de toda a urgente agenda ambiental. Afinal, a desigualdade social é, como se diz nas ciências sociais, um “fato total”, atingindo – no nosso caso, tingindo e manchando com a cor da dor e do pavor milhões de brasileiros – todas as áreas e todas as dimensões da vida.  

O que busquei nesta obra é ajudar a clarear a realidade, pois, como sentenciou Noam Chomsky, a população em geral não sabe o que está acontecendo e sequer sabe que não sabe.  

Disponho-me a participar da luta contra os erros, as mentiras e os preconceitos do senso conservador e da agenda liberal martelados diariamente na cabeça dos cidadãos pelas formas mais ou menos tradicionais da mídia, mais ou menos retrógradas da paróquia e mais ou menos encaixotadas da escola. Nesse pacote, a lógica é esconder os reais problemas e maquiar as suas soluções para torná-los ininteligíveis ou, ainda pior, para pretensamente resolvê-los na base de alguma saída heróica, mitológica ou divinal que apenas mantém intocada uma ideia de ordem sem progresso. 

ARCO - Para quem deseja ler sua obra, o que essa pessoa deve esperar? 

Um modesto manifesto, pensado e escrito com o lado esquerdo do peito. Uma tentativa de mostrar o buraco no qual há tanto tempo estamos metidos, contribuindo para uma “abertura de olhos” capaz de revelar o que temos acima e em volta e, a partir disso, conhecer um pouco o que fazer e acreditar que ainda é possível sair disso, de modo a construir uma sociedade (e um lugar) diferente – afinal, como traz José Saramago na abertura do seu “Ensaio sobre a cegueira”: se podes olhar, vê; se podes ver, repara. 

A obra, e isso é importante destacar, constitui uma “proposta de ação” que se insurge sobre o modo de atuação dos ricos e a lógica da ordem que os sustentam – o neoliberalismo como a última máscara do capitalismo –, buscando desestruturar argumentos ideológicos e construções institucionais e propondo alterar o olhar sobre o problema da concentração de riqueza e imaginar alternativas a ele. 

Afinal – e é este o compromisso que pretendo manter com o leitor –, como certa vez me disse o professor Avelãs Nunes, lá de Coimbra, acreditamos que as ciências sociais não podem ser boa ciência social se não incorporar à sua análise a consciência social, sem a hipocrisia beata dos que, apesar das “mãos sujas” de compromissos inconfessáveis, juram que a sua ciência é uma ciência “neutra” em relação aos fins, como um terreno etéreo sem lugar para os homens de carne e osso.  

ARCO - Há algo que não perguntei que você gostaria de destacar? 

Antônio Abujamra, em uma segunda fase do seu “Provocações”, passou a encerrar o programa perguntando ao entrevistado: “me diga, afinal, o que é a vida?”.  Não ouso propor aqui essa máxima divagação, mas é preciso destacar o quanto da vida da imensa maioria do povo brasileiro é refém desta escolha política: a desigualdade social.  

E nesse cenário mostra-se inadiável outro olhar sobre a desigualdade, olhada para cima. O objetivo é alcançar o "topo" da pirâmide social, microcosmos dos endinheirados cuja compreensão é vital para a redescoberta do país, a emancipação da sua gente e a construção de uma ordem que seja capaz de dar outra razão à vida, de modo a constituir na nova sociedade as conexões reconstituintes do espírito social e humano. 

A vida, pois, a ser ajustada sob uma nova sociabilidade: igualitária, solidária, coletiva, cooperativa, sustentável e democrática, horizonte para a efetiva transformação do Brasil.

Expediente

Repórter: Gustavo Salin Nuh, acadêmico de jornalismo e voluntário

Ilustrador: Luiz Figueiró, acadêmico de Desenho Industrial e voluntário

Mídia Social: Samara Wobeto, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Eloíze Moraes, acadêmica de Jornalismo e bolsista; Caroline de Souza, acadêmica de Jornalismo e voluntária; e Martina Pozzebon, acadêmica de Jornalismo e estagiária

Edição de Produção: Esther Klein, acadêmica de Jornalismo e bolsista

Edição Geral: Luciane Treulieb e Maurício Dias, jornalistas

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O evento "Brasil e Sociologia: leituras contemporâneas", organizado como Prática como Componente Curricular da disciplina de Introdução às Ciências Sociais, do curso de Ciências Sociais/CCSH, será realizado nesta sexta-feira (27), às 17h, pelo Google Meet.
 
Os convidados são Henrique da Rosa, graduado em Ciências Sociais pela UFSM e atual mestrando em Sociologia na UFRGS, e Nuncia Guimarães, graduada em Ciências Sociais na UFSM e atual mestranda em Ciências Sociais também na Instituição.
 
Haverá certificação para os ouvintes. Inscrições via formulário.
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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/midias/arco/narciso Wed, 18 Aug 2021 11:53:29 +0000 http://www.55bet-pro.com/midias/arco/?p=8628 “Redes” são interligações. Quando falamos em redes sociais, estamos considerando um espaço de “entrelaçamento” de uma sociedade. Em um período marcado pelo aumento do uso dessas ferramentas, entender essa sociedade e a si enquanto pertencente a ela é essencial. Afinal, hoje, devido à proeminência desses meios, pensar sobre a vida real também implica pensar sobre a vida virtual – e vice-versa.

No total, existem mais de 4,3 bilhões de usuários de mídias sociais em todo o mundo. Esse dado é disponibilizado pelo Relatório Digital 2021, publicado em parceria entre a We Are Social e a Hootsuite, agências globais de marketing digital especializadas nessas plataformas. O material também revela que, do ano de 2020 para 2021, durante a pandemia de Covid-19, as redes ganharam cerca de 490 milhões de novos usuários.

Além da quantidade de pessoas que as utilizam, também cresce o tempo de uso desses meios. O relatório calcula que o usuário típico passa cerca de 2 horas e 25 minutos nas redes sociais todos os dias, o que corresponde a aproximadamente 17 horas de sua vida por semana. Somados, os usuários de mídia social do mundo inteiro passarão um total de 3,7 trilhões de horas nessas plataformas em 2021, o que equivale a mais de 420 milhões de anos de existência humana combinada, estima a pesquisa. Ao que tudo indica, vivencia-se o ápice das redes sociais, que recebem cada vez mais usuários, tempo e atenção.

Não é difícil visualizar esse contexto, afinal, para muitos, as mídias sociais se tornaram preferência na hora de se informar, se comunicar e se entreter. Além da explosão do Tik Tok, redes sociais que já estavam em expansão há mais tempo receberam maior atenção. Segundo dados divulgados pela Kantar, empresa especializada em pesquisa de mercado, o uso do Instagram, Facebook e WhatsApp cresceu mais de 40% durante a pandemia.

O significado do aumento desses números varia, tendo potencial positivo ou negativo. As redes sociais podem representar uma forma de encontrar abertura em meio a um mundo temporariamente fechado, possibilitando manter algumas relações e rotinas apesar do distanciamento social ocasionado por este período. Contudo, essas ferramentas também podem representar o oposto: uma maneira de provocar ainda mais fechamento – em si e em seus próprios ideais.

Na perspectiva da virtualidade, poderíamos pensar tal processo pela existência dos algoritmos. Esses mecanismos automáticos buscam, por meio de critérios e cálculos, serem assertivos quanto ao nosso consumo. Há uma interpretação de nossos comportamentos nos meios virtuais e, a partir disso, a sugestão de publicações alinhadas a eles. Complexo, o processo envolve informações de inúmeras redes, que acabam por se interligar entre si. Desse modo, tentam nos aproximar de conteúdos que se relacionem conosco e com nossa realidade e, consequentemente, nos afasta do que é diferente disso. Porém, na perspectiva da “realidade”, podemos encontrar formas mais profundas de pensarmos o social das redes.

É isso que propõe André Oliveira Costa, ao compreender a importância de debater o que este momento ápice das mídias sociais representa para o “Eu” e para a sociedade. Professor convidado do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da UFSM, ele sugere o seguinte ponto de vista: pensar a sociedade contemporânea e virtual, através da relação existente com a sociedade antiga e “real”.

A história se repete

No artigo “A construção do Eu nas narrativas de vida”, com participação de Karen Worcman, André faz referência à obra do sociólogo Norbert Elias intitulada “A Sociedade de Corte”. O livro, em síntese, defende que a formação do Eu acontece em conjunto com a formação da sociedade. Para explicar isso, o autor descreve a construção da sociedade de corte, do Absolutismo Monárquico de cerca de cinco séculos atrás. A organização social desse grupo pode ser caracterizada por um aspecto que não parece ser tão obsoleto: na época, as pessoas estavam o tempo todo observando e controlando a si mesmas e às outras.

Essa organização não foge muito da realidade contemporânea. Com a expansão das redes sociais, lidamos com um espaço de entrelaçamento de uma sociedade que se “segue”, como registra a própria nomenclatura comum dos aplicativos. Em contato diário com a maioria dos usuários que optamos por acompanhar, observamos constantemente o nosso próprio perfil e os dos demais. Por vezes, isso se estende ao controle: além de haver regras de uso elencadas pelos serviços, se buscarmos entre os usuários, encontramos regras de “etiqueta” e de visibilidade.

Sobre o Eu nas redes sociais, André afirma: “É como fazer parte da sociedade de corte”. Segundo ele, no antigo grupo, os olhares representavam uma forma de as pessoas se reconhecerem como idênticas e pertencentes a uma certa camada social - de modo que uma funcionava como reguladora da outra, possibilitando, como um espelho, identificação. Isso se relaciona com as redes, na medida em que a vida virtual também traz a necessidade de buscar o olhar do outro para garantir certo reconhecimento. “É vida de corte, em que as pessoas se confirmam e se reconhecem. Se uma delas não gosta de algo, por exemplo, tem toda uma classe que vai fazer com que a pessoa seja excluída, afastada, pois há uma regulação”, descreve André.

Esse tipo de identificação é percebido por André como uma forma de gerar um fechamento em um certo grupo social. Há uma diferenciação entre os que fazem parte e os que não fazem. “Quem consegue construir para si certos comportamentos que fazem parte de um grupo, acaba se diferenciando daqueles que não conseguiram se submeter a essas regras do olhar, essas exigências sociais. Tudo isso é para poder encontrar um certo lugar de diferença, de destaque, de privilégio”, explica. Nas redes sociais, aqueles que reconhecem e acompanham as regras de “etiqueta” e visibilidade, conseguem construir comportamentos que agradam as exigências sociais e, assim, encontram um lugar de diferença – recebendo um retorno que não é toda a sociedade que recebe, simbolizado por um maior número de seguidores, comentários e curtidas.

Para compreender melhor a relação entre a sociedade das redes e a sociedade de corte, podemos relacioná-las a uma expressão contemporânea: bolha social. O termo sugere divisões, que ocorrem através da formação de grupos que se distanciam uns dos outros por enrijecerem determinados posicionamentos. Segundo matéria publicada na Folha de S. Paulo, um estudo conduzido pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) mostra que as redes sociais reforçam a propensão humana a buscar informações que se alinhem a ideias preconcebidas. Isso significa, portanto, o distanciamento de ideias diferentes.

Assim, as bolhas representam segregações de pessoas e de ideais. A fim de aprofundar a questão, André explica: “As pessoas se unem em um traço único e comum e, assim, se forma uma massa. Ou, na etimologia atual, uma bolha. A ideia é que todos são uniformes, indiferenciados, constituídos pelo mesmo traço e se identificam com o mesmo ideal. A massa representa quase que como um único indivíduo, porque essas pessoas acabam reproduzindo certos comportamentos. E qualquer diferença que tente se introduzir é eliminada”. Um exemplo do caso nas redes é que, muitas vezes, para não lidar com opiniões divergentes, a alternativa frequente é a opção de bloquear os usuários que as trazem para o espaço virtual.

Contudo, a ‘diferença’ que André menciona é eliminada não só no sentido de, muitas vezes, não haver aceitação de perspectivas diferentes, mas também ao tentarmos suprimir aspectos que fogem do tal “padrão” em nós mesmos. Isso porque estar preso em uma bolha significa internalizar e reproduzir que se deve ser igual às pessoas que fazem parte dela. Nas palavras de André, “o indivíduo se fecha em uma bolha e a reproduz mesmo sem saber. Isso ocorre muito facilmente, e vemos, inclusive, em discursos hegemônicos, que dizem de algo ‘estrutural’, em que as pessoas não se dão conta de que estão participando. Está na estrutura da formação da sociedade e do sujeito, que é constituído por isso, mesmo sem saber. ‘Você tem que gostar disso’, ‘Você tem que ser assim’.  Os grupos se constroem nessa lógica de identificações e diferenciações”. 

Logo, para o pesquisador, é como se as redes sociais explicitassem uma repetição dessa vida longínqua, de cerca de 500 anos atrás, em que carregamos secularmente a necessidade do olhar do outro para poder nos reconhecermos como alguém, para poder dizer “eu sou” ou “eu faço parte”. O que nos atrai, é a sensação de pertencimento, que faz com que, por vezes, nos adaptemos às exigências sociais desses meios. André acrescenta: “Esse sentimento nos satisfaz narcisicamente, em que se pode pensar ‘como eu pertenço a essa classe, eu sou privilegiado de estar ali, eu tenho capacidade, qualidade e virtude para fazer parte de um determinado grupo’. É como pertencer à sociedade de corte”.

Para além do espelho

O psicanalista e doutor em Filosofia pela PUCRS, Luciano Mattuella, traz uma perspectiva semelhante. Segundo ele, a supervalorização do Eu faz parte da cultura contemporânea. Mas, embora isso seja explicitado através das redes sociais, é algo que sempre existiu. “Sempre precisamos, em toda a história da humanidade, do olhar de um outro que nos constituísse e dissesse de alguma forma quem nós somos. Os outros são os nossos espelhos, nos quais a gente vê a nossa imagem refletida”, explica. 

Luciano aponta que, devido a essa supervalorização agora conectada às redes sociais, por vezes cremos que, através dessas ferramentas, somos protagonistas o tempo todo, como se estivéssemos em uma condição de privilégio. “Mas, na verdade, somos todos figurantes. E essa promessa de protagonismo que a rede social produz pode gerar sofrimento, pois faz com que muitas pessoas se sintam como se não estivessem sendo reconhecidas como deveriam ser”, observa. Nesse sentido, ele relata que uma das sensações que surgem para o sujeito é a de estar sempre endividado – não com a própria história ou com a ética, mas com o outro, como se devesse a ele algo que possa ver e reconhecer. 

O psicanalista descreve que, apesar da perspectiva de fechamento em si, o fundo histórico e constitutivo da necessidade do olhar do outro prova que, sem ele, não vivemos. Fundamental, ele faz parte do Eu. O almejado é conseguir atravessar essa ideia para se colocar disponível a algumas aberturas: “Com o tempo, o que se espera é que a gente possa lançar esse narcisismo investido na gente para o mundo. Se interessar pelo mundo, mesmo que do nosso ponto de vista, mas pelas outras coisas do mundo”.

Reconhecer a diferença é uma maneira de se distanciar da ideia de que somente o que é igual ao Eu – apenas o que é espelho – é digno de escuta. Isso não implica necessariamente concordar com perspectivas diferentes, mas estar disponível para ouvi-las e conhecê-las. Além desse movimento de escuta do novo e do diverso expandir as percepções para ajudar a “sair da bolha”, também pode trazer menos sofrimento.

Fabio Silva, professor de Jornalismo da UFSM, expressa que o sujeito que se dispõe à interlocução é um sujeito talvez mais preparado e menos sofredor do que o que se indispõe: “Aquele que se dispõe a falar e a ouvir de uma maneira realmente disponível, potencialmente sofre menos do que o sujeito que não se dispõe. Porque o sujeito que não se dispõe não consegue evitar totalmente esbarrar em uma opinião divergente. E se isso traz sofrimento, ele será vítima desse sofrimento”.

Quando a interlocução se dá por meio das redes sociais, é importante estar ainda mais atento. Afinal, segundo Fabio, as interações sociais que se estabelecem por meio da linguagem praticada nessas mídias tendem a ser mais fluidas, menos comprometidas e menos interessadas na existência e até no bem-estar do outro. Como cientista da linguagem e analista do discurso, ele acrescenta: “é uma forma de linguagem mais fragmentada - uma vez que, na maioria das vezes, costuma desprezar o contexto e, consequentemente, perde uma parte significativa e importante da possibilidade de compreensão do que o outro está dizendo”.

Refletir, questionar e dialogar aparecem como importantes caminhos para desviar o possível “fechamento” propiciado pelo maior contato com as redes sociais em um período em que tais meios tanto se expandem. Assim, fica mais fácil encontrar a abertura desejada e desejável através de um bom uso. Afinal, essas três ações permitem a entrada de novas perspectivas e da aceitação da diversidade, de modo que contribuem para que consigamos olhar para o que é diferente do Eu, ao invés de buscarmos apenas o que é igual. Considerar a diferença consiste, inclusive, em reconhecer épocas distintas, movimento importante que fica claro através das contribuições do professor André. Como exprime a significativa frase de Heródoto, historiador grego da Antiguidade, “Pensar o passado para compreender o presente e idealizar o futuro”. 

As mídias sociais possuem um número de usuários que equivale a mais do que a metade da população total do mundo. Daí a importância de ter novas compreensões sobre elas e sobre o que, consequentemente, elas podem representar para os indivíduos e a coletividade a curto e longo prazo. Ao fim e ao cabo, é consenso entre os entrevistados: diante de um período tão produtor de sofrimento como o de isolamento social, as redes sociais são importantes ferramentas para a manutenção de rotinas de estudo, trabalho e entretenimento, e para a construção e o fortalecimento de laços sociais. Isto é, em seus fins de abertura. Por meio deles, fica mais fácil reconhecer como se caracteriza o bom uso das redes para cada sujeito e compreendê-las em seu verdadeiro significado: de interligar.

***

*Narciso acha feio o que não é espelho" é um verso da música "Sampa", de Caetano Veloso e Gilberto Gil.

Expediente

Repórter: Anna Júlia da Silva, acadêmica de Jornalismo (UFSM campus Frederico Westphalen) e estagiária

Ilustrador: Noam Wurzel, acadêmico de Desenho Industrial e bolsista

Mídia Social: Samara Wobeto e Eloíze Moraes, acadêmicas de Jornalismo e bolsistas

Edição de Produção: Esther Klein, acadêmica de Jornalismo e bolsista

Edição Geral: Luciane Treulieb e Maurício Dias, jornalistas

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/editoras/facos/historia-regioes-e-fronteiras Mon, 05 Apr 2021 20:06:25 +0000 http://www.55bet-pro.com/editoras/facos/?page_id=179 História, Regiões e Fronteiras
Ana Frega Novales, Fábio Kühn, Maria Celia Bravo, Maria Medianeira Padoin e Sonia Rosa Tedeschi (organizadores)
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O Departamento de Ciências Sociais e o Laboratório de Investigação Sociológica (Labis), do Centro de Ciências Sociais e Humanas (CCSH), promovem a atividade "Apontamentos sobre a dimensão territorial da pandemia da Covid-19 e os fatores que contribuem para aumentar a vulnerabilidade socioespacial nas Unidades de Desenvolvimento Humano (UDHs) de áreas metropolitanas brasileiras", que ocorre nesta quarta-feira (13), às 19h, via Jitsi.

O convidado é Lizandro Lui, bacharel em Ciências Sociais (UFSM), doutor em Sociologia (UFRGS), pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e membro da Diretoria de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais (Dirur).

A atividade é aberta ao público em geral. Inscrições pelo e-mail labis@55bet-pro.com. Haverá emissão de certificado.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/prograd/cte/editais/035-2019 Thu, 31 Oct 2019 13:20:23 +0000 http://www.55bet-pro.com/orgaos-suplementares/nte/?post_type=editais&p=5001 A UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA(UFSM), em parceria com os Estados e Municípios participantes do Sistema Universidade Aberta do Brasil(UAB), instituído pelo Ministério da Educação(MEC) para a oferta de cursos dos programas de formação superior, inicial e continuada, torna pública a seleção para tutor(a) para atuação a distância para o Curso de Licenciatura em Sociologia.

Período de inscrição: 31/10/2019 a 29/11/2019.

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A UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA(UFSM), em parceria com os Estados e Municípios participantes do Sistema Universidade Aberta do Brasil(UAB), instituído pelo Ministério da Educação(MEC) para a oferta de cursos dos programas de formação superior, inicial e continuada, torna pública a seleção para tutor(a) para atuação a distância para o Curso de Licenciatura em Sociologia.

Período de inscrição: 31/10/2019 a 29/11/2019.

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/pro-reitorias/prograd/cte/editais/034-2019 Thu, 31 Oct 2019 13:19:10 +0000 http://www.55bet-pro.com/orgaos-suplementares/nte/?post_type=editais&p=5000 A UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA(UFSM), em parceria com os Estados e Municípios participantes do Sistema Universidade Aberta do Brasil(UAB), instituído pelo Ministério da Educação(MEC) para a oferta de cursos dos programas de formação superior, inicial e continuada, torna pública a seleção para tutor(a) para atuação presencial nos Polos UAB de Faxinal do Soturno, Jaquirana, Gramado e Mostardas para o Curso de Licenciatura em Sociologia.

Período de inscrição: 31/10/2019 a 29/11/2019.

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A UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA(UFSM), em parceria com os Estados e Municípios participantes do Sistema Universidade Aberta do Brasil(UAB), instituído pelo Ministério da Educação(MEC) para a oferta de cursos dos programas de formação superior, inicial e continuada, torna pública a seleção para tutor(a) para atuação presencial nos Polos UAB de Faxinal do Soturno, Jaquirana, Gramado e Mostardas para o Curso de Licenciatura em Sociologia.

Período de inscrição: 31/10/2019 a 29/11/2019.

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Período de inscrição: 06/05/2019 a 04/06/2019.

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A UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (UFSM), em parceria com os Estados e Municípios participantes do Sistema Universidade Aberta do Brasil(UAB), instituído pelo Ministério da Educação (MEC) para a oferta de cursos dos programas de formação superior, inicial e continuada, torna pública a seleção para tutor(a) presencial para o curso de Licenciatura em Sociologia UAB/UFSM na modalidade à distância, para o Polo de Gramado/RS.

Período de inscrição: 06/05/2019 a 04/06/2019.

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O Núcleo de Tecnologia Educacional e a Coordenação da Universidade Aberta do Brasil na UFSM, tornam pública a abertura do Processo Seletivo Simplificado para provimento de 01 (uma) vaga para Professor Formador na condição de bolsista, para atuar no Curso de Licenciatura em Sociologia, na Modalidade a Distância, dentro do Programa Universidade Aberta do Brasil — UAB, no âmbito da Universidade Federal de Santa Maria — UFSM, observando as disposições contidas neste Edital, bem como as normas estabelecidas na Portaria Capes nº 183, de 21 de outubro de 2016, Portaria Capes nº 15, de 23 de janeiro de 2017 e Portaria Capes nº 249, de 8 de novembro de 2018.

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Caso algum candidato queira digitar as informações ao invés de escrevê-las à mão, os anexos A e B estão disponíveis em formato .odt, para edição de textos.

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O Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) torna público o processo seletivo simplificado para seleção de bolsistas para atuar no curso Licenciatura em Sociologia UAB/UFSM. As inscrições podem ser realizadas de 18/01/2019 a 24/01/2019.

Caso algum candidato queira digitar as informações ao invés de escrevê-las à mão, os anexos A e B estão disponíveis em formato .odt, para edição de textos.

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