UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com Universidade Federal de Santa Maria Tue, 17 Mar 2026 18:55:13 +0000 pt-BR hourly 1 http://wordpress.org/?v=6.9 /app/themes/ufsm/images/icons/favicon.ico UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com 32 32 UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/orgaos-suplementares/inovatec/2025/09/04/santa-summit-tera-batalha-de-startups-inscricoes-estao-abertas Thu, 04 Sep 2025 13:30:34 +0000 http://www.55bet-pro.com/orgaos-suplementares/inovatec/?p=3569

As inscrições para a Batalha de Startups, evento que promete ser uma oportunidade única de aceleração, investimento e visibilidade no ecossistema de inovação, estão abertas até o dia 18 de setembro. Podem se inscrever startups de todo o território nacional, com ou sem CNPJ constituído. A competição acontece no dia 24 de setembro, na Gare da Estação Férrea, durante o Santa Summit. 

A Batalha Startup é uma competição de pitches que conecta startups em diferentes estágios de maturidade a investidores, parceiros e líderes do ecossistema de inovação. Serão três categorias para disputar, com prêmios estratégicos e proporcionando visibilidade aos participantes. A banca avaliadora será composta por representantes de grandes fundos de investimentos em startups. 

Para inscrever-se, as startups precisam se enquadrar em uma das três categorias abaixo:

  • Startup Revelação: negócios em estágio inicial (ideia, validação, MVP), com faturamento anual de até R$100.000,00.
  • Startup Consolidada: negócios com produto validado, tração e métricas de crescimento comprovadas, e faturamento anual superior a R$100.000,00.
  • Startup de Impacto: negócios que possuam uma clara missão de gerar impacto socioambiental positivo e mensurável, independentemente do estágio. 

As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas exclusivamente através do formulário oficial. No ato da inscrição, é obrigatório encaminhar um deck de apresentação em formato PDF. Apesar de ser opcional, os organizadores recomendam o envio de um vídeo de apresentação de até 2 minutos.

Nesta fase inicial, os inscritos passarão por uma triagem para ver se seu envio corresponde ao solicitado. Em segundo momento, o comitê avaliador, composto por analistas e empreendedores experientes, avaliará todas as inscrições elegíveis com base nos critérios:

  • Problema e Tamanho do Mercado (25%): avalia se o problema é real, relevante e se o mercado endereçado é grande o suficiente.
  • Solução e Produto (25%): avalia o quão inovadora, escalável e eficaz é a solução para resolver o problema proposto.
  • Equipe (20%): analisa a capacidade, experiência e complementaridade dos fundadores para executar o plano de negócios.
  • Modelo de Negócio e Tração (20%): verifica a clareza do modelo de receita e as métricas de crescimento já alcançadas pela startup. 
  • Qualidade do Pitch (10%): mede a clareza, o poder de convencimento e a qualidade da apresentação.

Cada projeto será avaliado por no mínimo 2 avaliadores. As 10 startups com as maiores médias serão as finalistas. Na terceira etapa, os selecionados participarão de sessões de mentoria para refinar seus pitches, além de um workshop de comunicação e oratória. 

Em um quarto momento, os finalistas irão apresentar sua ideia ao vivo no palco do Santa Summit, no dia 24 de setembro. O formato será de 5 minutos para o pitch e 7 minutos para perguntas e respostas com a banca de jurados, que será composta por investidores-anjo, sócios de fundos de Venture Capital e fundadores de sucesso. Os prêmios listados no edital incluem uma missão para o Mercopar e ingressos para o Santa Summit 2026. Haverá também um prêmio de voto popular, no qual os presentes no Demo Day poderão votar em sua startup favorita.

Para mais informações, acesse o regulamento

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A terceira edição do Eleva Start powered by InovaCentro, um programa de capacitação empreendedora totalmente gratuito, iniciará suas inscrições no dia 1º de agosto. O evento deste ano terá seu foco no desenvolvimento regional e selecionará até 25 projetos do Rio Grande do Sul.

O programa, que oferece uma experiência de capacitação empreendedora e realiza treinamentos online e presenciais com mentores experientes, é voltado para o desenvolvimento de ideias e/ou projetos de negócios em estágio inicial. Neste ano, o Eleva Start será executado pela Pulsar Incubadora Tecnológica da UFSM, e promovido pelo Ecossistema de Inovação de Santa Maria (InovaCentro), com apoio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e apoio metodológico da Wadhwani Foundation. 

O administrador da Pulsar Incubadora Tecnológica da UFSM, Rafael Posser Martins, fala sobre a novidade da nova edição: “neste ano, o ecossistema de inovação da região central do estado (InovaCentro) assume mais protagonismo nesse programa, que se consolida no estado como momento importante de validação e aceleração de negócios.”

Nas edições anteriores, o Eleva Start era direcionado principalmente a projetos ligados à tecnologia, ou seja, negócios inovadores em fase inicial, com forte foco em soluções disruptivas. Nesta terceira edição, o programa ampliou seu escopo e passou a aceitar também negócios tradicionais que estejam em busca de inovar, seja no modelo de negócio, no produto, no serviço ou na forma de atuar no mercado.

As inscrições do programa iniciam no dia 01 de agosto e vão até às 23:59 do dia 22 de agosto, e a divulgação do resultado final está prevista para o dia 01 de setembro. Já as atividades começam no dia 09 de setembro e se estendem até o dia 10 de dezembro. 

O regulamento será disponibilizado em breve no site do InovaTec UFSM. 

 


Texto: Júlia Petenon, bolsista de Comunicação do InovaTec UFSM.

Revisão: Jéssica Medeiros, Assistente Técnica de Comunicação do InovaTec UFSM.

 

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Anderson Cardozo Paim, Gestor da Pulsar Incubadora da UFSM

Em meio às colinas verdejantes da região central do Rio Grande do Sul, Santa Maria emerge não apenas como uma cidade universitária, mas como um laboratório vivo de inovação. Com seus 285 mil habitantes, a "Cidade do Conhecimento" tece, há décadas, uma rede de oportunidades onde a ciência, o empreendedorismo e a ousadia se entrelaçam para redefinir o desenvolvimento regional. 

Marcos que Moldaram um Ecossistema

Tudo começou em 1999, quando a Profa. Nilza Zampieri plantou a semente da ITSM (Incubadora Tecnológica de Santa Maria) — a primeira do estado e terceira do Brasil —, um marco que transformou a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) em um polo de negócios disruptivos. Desde então, o ecossistema floresceu: hoje, a cidade abriga três parques tecnológicos, três incubadoras, mais de 100 startups e uma comunidade vibrante, a Santa Valley. 

Em 2022, o lançamento do Parque de Inovação, Ciência e Tecnologia da UFSM (InovaTec UFSM) conectou a cidade a grandes players nacionais, enquanto o Inova Centro surgiu como uma força motriz, articulando governo, academia, empresas e sociedade em prol de uma governança colaborativa. Não por acaso, em 2024, Santa Maria brilhou no ELI Summit, maior evento do Sistema Sebrae em inovação, sendo reconhecida como um dos melhores ecossistemas do país.

Negócios Disruptivos: Mais que Tecnologia, uma Revolução Social

Os números falam por si: Santa Maria é a terceira cidade brasileira em número de mestres e doutores, um capital humano que, paradoxalmente, enfrenta o desafio de reter talentos —  é aqui que os negócios inovadores entram em cena. Startups como as apoiadas pela Pulsar Incubadora não apenas validam tecnologias em mercados globais, mas criam raízes econômicas. Do agro às TICs, setores tradicionais ganham novas roupagens: soluções em foodtech, bioinsumos e fintechs estão transformando realidades locais e atraindo investimentos.

O impacto vai além do lucro; Santa Maria tem capacidade de transformar conhecimento em prosperidade compartilhada. Quando uma startup de saúde digital reduz filas em hospitais ou uma agtech otimiza a produção de pequenos agricultores, o desenvolvimento regional se mede em qualidade de vida.

Um Convite para Semear o Futuro

Se você tem uma ideia que desafia o status quo, Santa Maria é o terreno fértil para cultivá-la. Em breve, a Pulsar Incubadora Tecnológica, pioneira e referência nacional, abre as portas para seu próximo edital de incubação. Aqui, você encontrará mentoria especializada, acesso a redes de investimento e um ecossistema que já provou ser capaz de elevar projetos locais a patamares globais.

Inscreva-se no próximo edital da Pulsar e faça parte dessa revolução silenciosa que transforma mentes brilhantes em negócios que mudam o mundo. O amanhã começa hoje, e ele é feito de escolhas audaciosas.

Texto: Anderson Cardozo Paim, Gestor da Pulsar Incubadora da UFSM. 

Artigo publicado no Diário de Santa Maria em 16 de fevereiro de 2025.

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Paula Dalla Vecchia, cofundadora da Zeit, startup incubada na Pulsar Incubadora Tecnológica da UFSM, conquistou o 1º lugar no Prêmio Mulheres Inovadoras – Região Sul. O programa, promovido pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), tem como objetivo estimular startups lideradas por mulheres, de forma a contribuir para o aumento da representatividade feminina no cenário empreendedor nacional. A iniciativa oferece capacitação, reconhecimento e apoio ao desenvolvimento de negócios inovadores que possam impulsionar a competitividade brasileira.

O Prêmio Mulheres Inovadoras inclui um programa de aceleração com treinamento, mentoria individualizada e apresentações para especialistas do mercado. Além disso, premia até 30 startups lideradas por mulheres de diferentes regiões do Brasil (seis por região), contemplando-as com apoio financeiro e visibilidade. 

De acordo com Paula, o programa foi um dos maiores desafios de sua trajetória empreendedora. Durante as oito semanas de aceleração, participou de mais de 200 atividades, entre palestras e mentorias: “Foi um período muito intenso, cheio de trocas importantes para o amadurecimento do negócio, de ideias, com experiências novas e muito aprendizado”, destacou.

A empreendedora também compartilhou que o programa reuniu mulheres de diferentes faixas etárias, perfis e estágios de negócio, desde aquelas com empresas consolidadas até outras em fase de ideação. “[...] todas unidas pelo mesmo propósito de ocupar espaços no empreendedorismo, ser líderes e construir negócios de sucesso. Para a Zeit, conquistar o selo Finep e integrar a comunidade de startups da instituição, é de grande valia, esse programa já nos abriu muitas portas”, enfatizou Paula.

Zeit Inteligência Artificial para o Agronegócio

A Zeit é uma startup vinculada à Pulsar Incubadora do Parque Tecnológico da UFSM, especializada em soluções de inteligência artificial para o agronegócio. A empresa utiliza tecnologias avançadas para coletar dados, gerar conhecimento e resolver desafios do dia a dia empresarial, otimizando processos e promovendo maior rentabilidade para os negócios. Seu principal objetivo é simplificar análises e proporcionar economia de tempo aliada a resultados mais eficientes.

 

Texto: Jéssica Missias Medeiros, Assistente Técnica de Comunicação do InovaTec UFSM Parque Tecnológico

 
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O Jetlar Pets, projeto da Jetimob, empresa associada ao InovaTec UFSM / Parque Tecnológico, foi selecionado entre as 200 startups que participarão do ciclo 2024.2 InovAtiva Brasil, na etapa de aceleração. O InovAtiva Brasil é um programa gratuito, que seleciona projetos de negócios inovadores ou startups para participar de atividades de mentoria de negócios, conexão e capacitação empreendedora.

O Jetlar Pets é uma extensão do Jetlar, o portal imobiliário da Jetimob. Lançado no início de 2024, este portal centraliza informações sobre animais disponíveis para adoção responsável, oferecendo uma interface intuitiva que facilita a busca para o usuário. Além disso, o Jetlar Pets oferece um Painel de Gestão exclusivo para abrigos, projetos e ONGs, permitindo que essas instituições cadastrem os animais sob sua responsabilidade, gerenciem pedidos de adoção e administrem suas atividades, de forma 100% gratuita.

Bruno Medeiros, gerente do projeto Jetlar Pets, destaca que a aprovação no programa é um marco significativo que valida a relevância e o impacto social da plataforma. Ele acredita que o InovAtiva proporcionará as ferramentas necessárias para escalar as operações e aprimorar processos, impulsionando o Jetlar Pets a novos patamares de inovação e impacto social. “Este resultado nos coloca em uma posição estratégica para ampliar nossa rede de parceiros e maximizar o alcance da nossa solução, contribuindo diretamente para mitigar o problema dos animais abandonados”, afirma. 

Startups do Eleva Start também são selecionadas para os programas do InovAtiva

Quatro startups que participaram do Eleva Start powered by InovAtiva foram aprovadas nos programas do InovAtiva. O Eleva Start é uma iniciativa da Pulsar Incubadora Tecnológica da UFSM, realizada em parceria com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

Entre as aprovadas para o ciclo 2024.2 do InovAtiva Brasil está a Mélia, que fez parte da edição de 2023 do Eleva Start. Além disso, duas empresas participantes do Eleva, a Fitocrops Agroscience (1ª edição, 2023) e a Academia dos Campeões (2ª edição, 2024), passaram para o Ciclo InovAtiva de Impacto Socioambiental 2024.2, programa que reconhece startups com potencial para gerar impactos sociais e ambientais positivos.

Aceleração e Conexão

Os Ciclos dos programas InovAtiva se darão ao longo de seis semanas de evolução e aprendizado, e serão divididos em duas etapas: Aceleração e Conexão. Durante a primeira fase, os empreendedores terão acesso a mentorias individuais e coletivas com especialistas do mercado, conteúdos sobre empreendedorismo, capacitação empreendedora e atividades de conexão. O encerramento dessa etapa acontece durante o evento InovAtiva Day, realizado de forma online, com uma agenda de palestras, painéis e treinamentos de pitch para as startups do Ciclo.

As soluções de maior potencial seguem para a segunda etapa, Conexão, com início na segunda quinzena de outubro. Os empreendedores receberão mais uma rodada de mentorias individuais especializadas para o desenvolvimento de seus negócios. O Ciclo será encerrado, presencialmente, no InovAtiva Experience. No evento, as startups recebem o feedback de mentores sobre seu pitch no Demolation, atividade que simula um Demoday, e, ao final, têm a oportunidade de apresentar suas soluções para uma banca de negócios no Demoday. Os participantes do InovAtiva de Impacto Socioambiental recebem capacitação voltada ao empreendedorismo em negócios de impacto, mentoria com executivos e especialistas na área socioambiental e são conectados a investidores interessados em apoiar soluções no setor.

Texto: Jéssica Medeiros, Assistente Técnica de Comunicação do InovaTec UFSM Parque Tecnológico.



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Segundo o professor  Departamento de Fitotecnia do Centro de Ciências Rurais da UFSM e coordenador da FieldCrops, Alencar Zanon, esta edição se difere totalmente da primeira. Segundo ele, a abordagem é focada mais na aplicação prática dos estudos ao campo, além de ter uma abrangência maior do que sua predecessora, estendendo-se pela América Latina. “A equipe da FieldCrops se consolidou como uma das principais expoentes do agronegócio brasileiro e latino americano pela capacidade técnica de transformar a ciência, na maior parte das vezes artigos científicos em inglês, numa linguagem de comunicação que permite aos produtores e consultores acessar facilmente. Além disso, esse livro tem como marca principal a aplicação dos resultados. Com certeza esse é o grande diferencial: a aplicação dos resultados com uma comunicação acessível”, complementa o professor.

A Crops Team, startup da Pulsar Incubadora Tecnológica, vinculada ao InovaTec UFSM Parque Tecnológico, também participou da elaboração do livro. Maurício Fornalski, agrônomo da Crops, conta que ele e os colegas de startup contribuíram com o conteúdo através de trabalhos acadêmicos e também com a própria experiência na atuação da Crops Team junto aos produtores. Além disso, os integrantes da Crops Team possuem proximidade com a FieldCrops, visto que são ou foram integrantes do grupo de pesquisa. Mauricio  enfatiza que “a segunda edição, na verdade, é um aprofundamento no conhecimento. Agora, nós com mais experiência com a cultura do milho, incluímos novos capítulos. Então, é um livro mais completo que trata a respeito da ecofisiologia do milho, visando altas produtividades”.

O livro conta com o apoio de diversas organizações, como a Auster Tecnologia, startup incubada na Pulsar, e a Bioagreen, empresa vinculada ao InovaTec UFSM. Saulo Penna, CEO da Auster, ressalta que o livro é um trabalho muito importante sobre o milho, que é a principal cultura em que a startup trabalha. “Aqui na Auster, ele é considerado uma leitura obrigatória. Então os colaboradores da Auster que entraram [na startup] e precisam aprender sobre a cultura do milho, eles têm que ler esse material. Eu o considero como um dos melhores que eu já li, falando da cultura do milho, principalmente pela maneira que ao mesmo tempo que é uma leitura bastante didática e acessível, não se desprende da rigidez científica”, destaca Saulo. Ele também comenta que, ao saberem que haveria uma segunda edição, ficaram entusiasmados e decidiram patrocinar a publicação do livro.

Dentro da FieldCrops, também são desenvolvidos outros trabalhos sobre, por exemplo, a ecofisiologia do arroz e da soja, que tiveram como resultados outros livros. Ainda, há em desenvolvimento um livro sobre a ecofisiologia do trigo. Aos interessados em adquirir o livro Ecofisiologia do milho: visando altas produtividades, pode comprar através do site da FieldCrops.

Texto: Fabrício Dias, bolsista de jornalismo do InovaTec UFSM Parque Tecnológico; Revisão e fotos: Jéssica Medeiros, assistente técnica de comunicação do InovaTec UFSM Parque Tecnológico.]]>
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A segunda edição do Eleva Start powered by InovAtiva está quase aí. Porém, antes de ela iniciar, vamos relembrar a edição de 2023 e conhecer um pouco de algumas ideias que viraram negócios. Como estão as startups? Quais são seus planos? E como o Eleva Start impactou na construção e desenvolvimento dos seus negócios? Confira a seguir:

Nossa primeira parada é a Rewil Education, dos sócios Renan Duarte e Willyam Pereira. A Rewil é uma startup focada no desenvolvimento das chamadas soft skills, que “são habilidades comportamentais relacionadas a maneira como o profissional lida com o outro e consigo mesmo em diferentes situações. As soft skills, diferentemente das hard skills, são habilidades subjetivas, mais difíceis de serem mensuradas” (Fonte: Gupy). Eles utilizam uma plataforma de cursos que auxilia no desenvolvimento dessas skills através microlearning.

[caption id="attachment_2568" align="alignright" width="239"] Renan Duarte, COO e CMO da Rewill Education[/caption]

Segundo o COO e CMO da Rewill, Renan Duarte, participar do Eleva Start powered by InovAtiva, contribuiu para a aceleração do desenvolvimento da startup e para estabelecer conexões essenciais. Atualmente a startup segue investindo nas vendas dos cursos junto a empresas que buscam aprimorar o desenvolvimento dos seus colaboradores. O objetivo da Rewill é atingir o ponto de equilíbrio financeiro até o final do ano para, assim, em 2025 reinvestir o capital obtido e alavancar a startup. Recentemente, participaram da 4º Turma do MVP Caldeira, do Instituto Caldeira.

Seguindo nossa “visita”, chegamos na Efetiva Portal, do CEO Eron Vaz. A Efetiva tem como seu MVP um portal de prestação de contas. Através dele, o cliente pode fazer sua gestão financeira e prestação de contas de maneira mais simplificada e prática. Participar do Eleva Start, segundo Eron, contribuiu para elevar o conhecimento e melhorar as ferramentas da startup. Hoje, a Efetiva Portal, encontra-se incubada no FINE Hub do Tecnopuc e está focada em obter recursos através de projetos de subvenção para continuar a desenvolver o seu negócio.

[caption id="attachment_2569" align="alignleft" width="261"] Integrante da startup FitoCrops[/caption]

Outra startup que também fez parte do Eleva Start powered by InovAtiva, foi a FitoCrops Agroscience. A startup se dedica a desenvolver produtos para o setor agrícola no controle de doenças de plantas — bioprodutos à base de resíduos vegetais. O sócio-fundador, Fábio Mulinari, coloca que o Eleva Start auxiliou a startup a estruturar melhor o seu modelo de negócios, além de proporcionar contatos com o ambiente de inovação da região e pessoas que ajudaram a impulsionar a FitoCrops. No momento, a startup trabalha nos trâmites fiscais para iniciar as atividades, enquanto foca em aprimorar o seu MVP. Além disso, visam participar de outros programas de inovação para capacitar ainda mais a equipe.

 

Sobre o Eleva Start powered by InovAtiva

O Programa Eleva Start powered by InovAtiva é de realização e execução da Pulsar Incubadora Tecnológica da UFSM. É realizado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), com apoio da Fundação CERTI e apoio metodológico da Wadhwani Foundation.

 

Texto: Fabrício Dias, bolsista de jornalismo do InovaTec UFSM Parque Tecnológico;

Revisão: Jéssica Medeiros, assistente técnica de comunicação do InovaTec UFSM Parque Tecnológico.

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Na quarta-feira, dia 10, será realizada, no Auditório do campus da UFSM em Cachoeira do Sul (Sala C3-21), às 15h30 e também às 19h30, uma palestra sobre o programa Programa Eleva Start powered by InovAtiva. O objetivo dos encontros é apresentar à comunidade cachoeirense o Programa, tirar dúvidas e impulsionar o empreendedorismo e a inovação na região. O evento é destinado para pessoas que tenham ideias de projetos de soluções inovadoras em produtos, processos ou serviços, em qualquer área de atuação.

O palestrante é Anderson Cardozo Paim, graduado em Administração de Empresas, chefe do Núcleo de Gestão de Incubadoras Tecnológicas da UFSM e gestor da Pulsar Incubadora Tecnológica da UFSM. Possuindo mais de 10 anos de experiência na área comercial em empresas nacionais e multinacionais de grande porte nos segmentos de indústria, marketing digital e telecomunicações, ele atua ajudando a alavancar as startups do habitat de inovação. 

Para se inscrever na palestra basta acessar o link (http://forms.gle/gq6vdCoDoaGwMFAB8) e preencher o formulário.

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Estão abertas as inscrições para o Programa Eleva Start powered by InovAtiva, um programa de aceleração de projetos totalmente gratuito que irá selecionar até 25 projetos inovadores do ecossistema do Rio Grande do Sul. O programa será executado pela Pulsar Incubadora Tecnológica da UFSM, e realizado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), com apoio da Fundação CERTI e apoio metodológico da Wadhwani Foundation.

As inscrições estarão abertas até às 23h59 do dia 21 de julho. Podem se candidatar os interessados com projetos de soluções inovadoras em produtos, processos ou serviços, em qualquer área de atuação.

O gestor da Pulsar Incubadora, Anderson Cardozo Paim, enfatiza a importância do programa para o ecossistema de inovação de Santa Maria, que através de mentorias, capacitações e acesso a investidores fortalece o empreendedorismo local: “Esse movimento ajuda a transformar ideias em negócios, gerar empregos e estimular o desenvolvimento econômico e tecnológico da região”, afirma o gestor.

O programa é voltado a negócios em estágios iniciais e os projetos selecionados participarão de ciclo de atendimento de aproximadamente 14 semanas, ao longo das quais terão acesso a serviços de capacitação e treinamento em empreendedorismo e inovação, mentorias especializadas com profissionais experientes e ferramentas de apoio para converter sua ideia inovadora em soluções com viabilidade junto ao mercado. 

Na etapa final, os participantes que concluírem a preparação terão oportunidade de apresentar seus projetos de negócios em evento de conexão para potenciais parceiros comerciais, clientes, investidores e outros atores.

Confira o regulamento do programa e o link para realizar a inscrição

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Nos dias 05 e 06 de junho, a Fox IoT, startup da Pulsar Incubadora vinculada ao InovaTec UFSM – Parque Tecnológico, esteve presente no Congresso de Inovação na Distribuição de Energia Elétrica (CIDE 2024). O evento busca reunir executivos, autoridades e especialistas para discutir os temas mais relevantes e urgentes que estão transformando o mercado de distribuição de energia elétrica.     

[caption id="attachment_2285" align="alignleft" width="225"] Analista técnico da Fox Iot Antônio Kaminski e o CEO Filipe Carloto, na Arena Inovação.[/caption]

Durante o congresso, o CEO da Fox IoT Filipe Carloto, e o engenheiro Antônio Kaminski, apresentaram uma nova solução desenvolvida pela equipe, que consiste na detecção de ligações clandestinas empregando Inteligência Artificial em imagens de satélite. Essa metodologia busca localizar consumidores que furtam energia através de uma conexão ilegal: “Conseguindo identificar essas conexões diminuímos as perdas de energia e consequentemente o valor da tarifa paga por todos, pois parte da nossa conta é para suprir esse consumo irregular. Além disso, aumentamos a segurança da rede elétrica, porque normalmente são ligações mal feitas, então aumentamos a segurança da rede e diminuímos os riscos de energia para todo mundo”, explica Filipe. 

Além disso, a equipe apresentou uma nova plataforma de inteligência artificial (IA) para medição inteligente de energia, que analisa dados de medidores e complementa suas soluções já existentes. Segundo Filipe, o evento foi uma oportunidade valiosa para estabelecer contatos com distribuidoras de energia e profissionais do setor. Isso permitiu à startup destacar suas inovações e soluções, além de reforçar sua presença no mercado de distribuição de energia.

Sobre a Fox IoT

A Fox é uma startup sediada em Santa Maria (RS), especializada em tecnologia para Smart Grids, Smart Metering e setor elétrico. Seu foco principal é fornecer soluções de análise de dados usando inteligência artificial e sensoriamento remoto para melhorar a eficiência do sistema, combatendo perdas e garantindo qualidade de energia. 

Texto: Jéssica Medeiros, assistente de comunicação do InovaTec UFSM Parque Tecnológico;

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Participação da Performance Vegetal e professor Ricardo Tombesi na webconferência da primeira reunião geral com os Grupos de Trabalho sobre o Programa de P&D Serviços Avançados

A Performance Vegetal, startup da Pulsar Incubadora Tecnológica, vinculado ao InovaTec UFSM Parque Tecnológico, em parceria com o Professor Ricardo Tombesi da UFSM - FW elaboraram o projeto "Uma Plataforma Gameficada para Auxiliar na Curricularização da Extensão”. A iniciativa visa facilitar a implementação da curricularização de no mínimo 10% em atividades de extensão nas instituições brasileiras de ensino previstos na Lei n.º 13.005/2014 por meio de uma ferramenta que viabilize a aproximação entre as instituições e a sociedade, permitindo que estas ofereçam atividades de extensão de forma mais eficiente.

O projeto, ainda em fase de desenvolvimento, foi aprovado no edital do Programa de PD&I Serviços Avançados 2024 da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa - RNP. Através do edital foram selecionados três Grupos de Trabalho (GTs) para ao longo de 12 meses desenvolverem um Mínimo Produto Viável (MVP), sendo o projeto aprovado no GTMaisAção. 

O coordenador do projeto, Professor Ricardo Tombesi, destaca a importância da parceria entre startups e instituições de ensino, conforme previsto no edital da RNP. Ele ressalta que a plataforma desenvolvida será uma alternativa viável para as instituições brasileiras, sendo potencialmente incluída no arcabouço de soluções da RNP, que inclui alguns serviços conhecidos como a plataforma Moodle. "Existe uma demanda de todas as instituições brasileiras de ensino, elas precisam se adequar em relação à oferta de uma carga horária de extensão. A gente chama de curricularização da extensão. Só que na prática, essa resolução pegou todos despreparados nas universidades, porque ninguém sabe de fato como fazer isso, ou tem uma dificuldade muito grande para fazer isso. E aí que surge a ideia do projeto, que é criar uma ferramenta para facilitar, para viabilizar essa aproximação entre as instituições e a sociedade”, comenta o professor ao descrever a finalidade do projeto.

Conforme a CEO da Performance Vegetal, Betania Vahl de Paula, “a Performance vai entrar junto com a RNP pensando a parte do modelo de negócio. Então a nossa expectativa é desenvolver o projeto e, ao final, incluí-lo no catálogo da RNP como um dos produtos que podem ser comercializados”. Além disso, Betania destaca que o projeto vem para contribuir para a formação dos estudantes numa área que é de extrema importância, a extensão acadêmica.

Betania enfatiza a importância do apoio da RNP, das instituições de ensino e das parcerias estabelecidas para o sucesso do projeto. Ela destaca o compromisso da Performance Vegetal em contribuir com soluções que beneficiem a sociedade e o ambiente acadêmico. Além disso, ela ressalta o papel da Pró-reitoria de Inovação e Empreendedorismo - PROINOVA para que o projeto fosse submetido com êxito. "É importante destacar também que estes editais são abertos todos os anos e várias empresas, várias startups podem se candidatar. Muitas vezes as startups não se candidatam porque não tem esse apoio. Não tem uma pró-reitoria que possa auxiliá-los, enquanto nós temos a Proinova que desde sua criação nos auxilia muito”, complementa ela.

A participação também de outras instituições de ensino, como a Unesp - Universidade Estadual Paulista, demonstra a amplitude e o impacto multidisciplinar do projeto. A colaboração entre diferentes atores fortalece a visão de futuro e a robustez da iniciativa.

A parceria entre a Performance Vegetal e o professor Ricardo Tombesi já é antiga. Ambos foram aprovados anteriormente no edital GameRS, da Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia - SICT, com o projeto “Guardiões da Cibersustentabilidade”, que propõe uma  abordagem de usar a gamificação para promover a conscientização sobre sustentabilidade nas escolas públicas e privadas.

Com o atual projeto em andamento, espera-se não apenas cumprir com as exigências legais, mas também promover uma integração mais efetiva entre as instituições de ensino e a comunidade. A plataforma gamificada representa um passo significativo em direção a uma educação mais prática e engajada.

 

Texto: Fabrício Dias, bolsista de jornalismo do InovaTec UFSM Parque Tecnológico.

Foto: Performance Vegetal.

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Da esquerda à direita: Saulo Penna (Auster Tecnologia), Betania Vahl de Paula (Performance Vegetal) e Carlos Costa Beber.

No último sábado (16), o Mercado da Vila Belga em Santa Maria se tornou palco de um encontro vibrante entre startups, empresários, estudantes e entusiastas da inovação durante o Startup Day. O evento, que integrou um movimento nacional simultâneo, reuniu diversos participantes em uma manhã repleta de debates, insights e networking. Três startups da Pulsar Incubadora Tecnológica, vinculada ao InovaTec UFSM Parque Tecnológico, a Auster Tecnologia, Get Commerce e Performance Vegetal, apresentaram painéis sobre suas trajetórias e trouxeram um pouco sobre os aspectos na construção de um negócio. 

Fruto da união do Café com Inovação (Inova Centro), Beer’n’Business (Santa Valley) e do apoio do empreendedor Carlos Costa Beber, o Startup Day Santa Maria se destacou como um evento singular. A iniciativa local integrou um movimento nacional que conectou diversas cidades em prol do fomento ao empreendedorismo e à inovação. 

A programação do Startup Day proporcionou aos participantes uma imersão profunda no universo das startups. Logo após o café da manhã, as ações do Inova Centro e da Santa Valley foram apresentadas, abrindo caminho para um bate-papo mediado pelo empreendedor Carlos Costa Beber. Três painéis temáticos abordaram tópicos cruciais para o desenvolvimento do ecossistema inovador:

Como iniciar e acelerar uma startup: com Betania Vahl de Paula (Performance Vegetal) e Saulo Penna Neto (Auster Tecnologia), o painel desvendou os desafios e oportunidades das fases iniciais de um negócio inovador.

Como transformar uma startup em uma grande empresa: José Augusto Arnuti Aita, sócio-fundador da Get Commerce, compartilhou sua trajetória de sucesso e insights valiosos para o crescimento de startups.

Como inovar em segmentos tradicionais: Hélio Militz Júnior, CEO da Urbanes Empreendimentos e Urbanes Parques, apresentou cases de sucesso e estratégias para impulsionar a inovação em setores já consolidados.

Após os painéis, um bate-papo aberto possibilitou a interação do público com os palestrantes, que responderam perguntas e esclareceram dúvidas. O evento se encerrou com um momento de networking, promovendo o contato entre participantes e a troca de experiências.

Para Betania Vahl de Paula, CEO da Performance Vegetal, a oportunidade de compartilhar diferentes trajetórias de startups foi enriquecedora. "Não existe uma receita de bolo, cada startup tem sua história e motivação. E isso envolve as coisas darem erradas por vezes, às vezes você acerta, às vezes você erra, e o importante é que você não desista dos seus sonhos", destacou, ressaltando a importância da persistência e do aprendizado com os erros. Para Betania, “o Startup Day é um dia para lembrar dessa trajetória das startups, que têm histórias diferentes, motivos diferentes para nascer, mas que no final das contas, todas elas estão tentando mudar o mundo para melhor”.

Saulo Penna, CEO da Auster Tecnologia, elogiou a organização do evento e a grande procura pelo tema. "Foi um evento sucinto e direto ao ponto, mas também foi muito enriquecedor, tivemos a oportunidade de interagir com o público", afirmou.

O Startup Day 2024 em Santa Maria mostrou o potencial da cidade para o desenvolvimento de startups e a importância da união entre diferentes agentes do ecossistema inovador. A edição local reforça o compromisso com o fomento do empreendedorismo e da inovação, conectando Santa Maria ao cenário nacional e construindo um futuro promissor para a região.

Texto: Fabrício Dias, bolsista de jornalismo do InovaTec UFSM Parque Tecnológico.

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Na última quarta-feira (13), o Grupo de Pesquisa em Manejo de Grandes Culturas de Coxilha (UFSM), orientado pelo professor adjunto da UFSM Thomas Martin, realizou o tradicional Dia de Campo na área didático - experimental da Coxilha. A Inocular Soluções Agrícolas, startup da Pulsar incubadora, vinculada ao InovaTec UFSM Parque Tecnológico, esteve presente no evento que busca fomentar discussões sobre como as inovações tecnológicas podem impulsionar a sustentabilidade na agricultura, garantindo assim um futuro próspero para o setor.

Segundo Rosana Taschetto Vey, CEO da Inocular, este Dia de Campo tem o objetivo de “levar informações a respeito da utilização de microrganismos nas diferentes culturas, apresentando áreas de experimentos com diferentes cultivares de soja, assim como manejos diferenciados, buscando melhor produtividade com melhor manejo de solo”. Junto com Rosana, esteve presente também o engenheiro agrônomo Lucas Leal, representante comercial da Inocular. Eles apresentaram suas experiências de campo com Manejo Biológico para Agricultura, mostrando que “é possível a realização de uma manejo com menor custo, mais sustentável e ainda com ótimas produtividades”. 

Estiveram presentes no evento mais de 180 pessoas, entre estas estudantes, produtores rurais e técnicos de diferentes regiões do estado. Conforme publicação em rede social do Grupo Coxilha, o evento contou com 10 parcerias, e o InovaTec UFSM foi um dos apoiadores desta iniciativa que agrega conhecimento, inovação e tecnologia para o setor agrícola.

 

Texto: Izadora Lemes, bolsista de jornalismo do InovaTec UFSM Parque Tecnológico.

Fotos: Inocular Soluções Agrícolas.

 

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Durante a 24ª edição da Expodireto Cotrijal, as startups da Pulsar Incubadora Tecnológica, vinculado ao InovaTec UFSM Parque Tecnológico, marcaram presença expondo seu portfólio de inovações tecnológicas e soluções para o setor agrícola. Duas startups - Zeit e Inocular - participaram da Arena Agrodigital através de parceria com o SebraeX que levou startups para expor na feira. Enquanto a Startup Bioagreen expôs em um estande próprio. Além disso, outras duas, Spray Solutions e Farm360º, visitaram a feira em busca de novos negócios e networking com empresas e instituições do agronegócio.

Andrei Lucas, analista de P&D da Zeit, enfatizou a importância do evento para obter feedback dos agricultores, estabelecer parcerias e realizar networking. Esta é a segundo ano que a startup participa da feira. Andrei destacou o crescimento da empresa, comparando com o ano anterior, em termos de maturidade e ampliação de sua linha de produtos, o que possibilitou abordar um público mais amplo e buscar fechamento de contratos durante o evento. “No primeiro ano, a startup veio com um produto [no portfólio]. Este ano nós já estamos mais maduros, já estamos com mais produtos e também no nosso know-how. O produto que trouxemos ano passado já possui melhorias. Então hoje emos mais propriedades para fazer abordagem com os futuros clientes da empresa”, destaca Andrei.

Rosana Taschetto, CEO da startup Inocular, expressou entusiasmo com a participação da startup pela primeira vez expondo na Expodireto. Ela ressaltou a excelente receptividade dos produtores e empresas, resultando em conexões e potenciais parcerias futuras. A visibilidade proporcionada pela feira e a oportunidade de divulgar o manejo biológico foram aspectos destacados como fundamentais para a prospecção de novos negócios da Inocular.

Também em seu primeiro ano como expositores, a Bioagreen trouxe para a feira um estande personalizado da startup. Luis Curioletti, CEO da Bioagreen, expressou sua satisfação em poder expor na feira e receber clientes e parceiros num ambiente acolhedor. A participação da startup na Expodireto, de acordo com Curioletti, serviu para “relembrar um pouco do nosso trabalho, da nossa jornada desde a criação da Bioagreen até esse momento que é um marco para a startup. Assim como pensar no futuro projetando as novas safras. Também apresentando a empresa para novos parceiros, buscando novas tecnologias para dar suporte e lastro para os futuros projetos da Bioagreen”. Já a Farm360º também estava em busca de novos negócios. Eles visitaram a feira, além do estande do Advanced Farm360º, projeto do Colégio Politécnico, que estava no espaço dedicado a Universidade Federal de Santa Maria. Altair Felipe Peiter, CEO da Spray Solutions, foi em busca de novos parceiros de negócios e networking para a expansão da startup. 

A Expodireto Cotrijal é uma das principais feiras do agronegócio internacional e durante cinco dias ofereceu um ambiente propício para o encontro entre as startups e os diversos agentes do setor agro. Segundo a organização, o público desta edição já é superior ao de 2023, bem como o valor total negociado. O evento proporcionou um espaço para a troca de conhecimento, apresentação de tecnologias inovadoras e estabelecimento de parcerias estratégicas.

Texto: Fabrício Dias, bolsista de jornalismo do InovaTec UFSM Parque Tecnológico.

Fotos: Zeit, Bioagreen, Fabrício Dias.

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[caption id="attachment_1854" align="alignright" width="270"] Filipe Carloto, CEO da Fox IoT[/caption]

A Fox IoT, startup da Pulsar Incubadora Tecnológica, vinculada ao InovaTec UFSM Parque Tecnológico, será a única startup brasileira a expor no DistribuTECH International, o principal evento anual de transmissão e distribuição de energia da América do Norte. O evento acontece nos dias  26 a 29 de fevereiro de 2024, no Orange County Convention Center, em Orlando, Flórida, EUA.

"É um evento gigantesco, o maior evento de distribuição de energia e transmissão de energia dos Estados Unidos e talvez do mundo. Nós nos inscrevemos por iniciativa própria. Após a avaliação, fomos selecionados para expor", afirmou o CEO da Fox IoT, Filipe Carloto. Ele explicou que a Fox estará presente no espaço chamado Initiate Startup Program, junto a outras 47 startups, apresentando seu portfólio de soluções para o setor elétrico que inclui: Sistemas de medição inteligente de energia, Inteligência Artificial na Transmissão de Energia Elétrica, plataforma de análise de dados de medidores inteligentes.

Durante o DistribuTECH International a startup buscará explorar o mercado americano e encontrar referências que possam contribuir para o desenvolvimento dos negócios da Fox. “Estamos iniciando uma iniciativa de expansão e com este evento procuramos parceiros que possam impulsionar nossas soluções nos Estados Unidos, pois temos soluções que podem atender plenamente o mercado americano”, comenta Filipe ao ressaltar sobre suas expectativas com o evento.

Além da Fox IoT, o Brasil estará representado por uma comitiva de 25 empresas, organizadas pela Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica - Abinee e ApexBrasil, que exporão no Pavilhão Brasil. De acordo com Monique Morata, Gerente de Relações Internacionais da Abinee, essa será a maior participação brasileira na Feira.

Para Filipe, estar no evento é uma oportunidade de ter visibilidade dentro da comunidade de startups, de networking com profissionais do setor elétrico e a exposição a potenciais parceiros e clientes brasileiros e internacionais. “Haverão comitivas brasileiras que vão visitar o evento e esperamos encontrá-los lá. Geralmente são empresas e pessoas que procuram por inovações e certamente o contato inicial se torna mais fácil com toda essa exposição dentro do evento”, explica ele. Além disso, a presença da Fox IoT no DistribuTECH International é uma etapa crucial para a internacionalização da startup e a exploração de novos mercados.

A ideia de criar a startup surgiu no final da graduação de Filipe Carloto, que é egresso do curso de Engenharia Elétrica da UFSM. Desde sua criação, vem evoluindo constantemente no desenvolvimento de soluções para o setor elétrico. Atualmente a Startup tem sede na Pulsar Incubadora Tecnológica da UFSM. Conta com 12 funcionários, das áreas engenharia, marketing, desenvolvimento web, bolsistas da UFSM que trabalham nos projetos de telemedição, Smart Metering, monitoramento inteligente de transformadores e Smart Grids para melhorar a eficiência do sistema, combater perdas e garantir qualidade de energia. 

Para o gestor da Pulsar Incubadora Tecnológica, vinculada ao InovaTec UFSM, Anderson Cardozo Paim, que acompanha a trajetória da startup desde a sua chegada na Incubadora e agora integrante do ecossistema de inovação do Parque Tecnológico da UFSM destaca que a participação da Fox no evento é uma chancela da evolução do negócio e das soluções tecnológicas que a equipe desenvolveu ao longo tempo. “Isso é resultado do envolvimento da startup em projetos de pesquisa e desenvolvimento (P&DI), o que propiciou uma inserção no mercado do setor de energia, assim a equipe da Fox pode entender quais eram as reais necessidades desse setor e de que forma, unindo suas expertise e capacidades tecnológicas, para solucionar desafios do setor energético”, complementa Anderson. 

 

[caption id="attachment_1860" align="alignleft" width="300"] Foto: Divulgação[/caption]

Sobre o evento

A DistribuTECH International é o principal evento anual para distribuição e transmissão de energia. Através dele é possível conferir os avanços mais recentes nas tecnologias que usamos para alimentar nossas casas e empresas. A exposição e conferência oferecem uma riqueza de informações, educação e soluções que continuam a fazer avançar a indústria. Confere as últimas novidades em eficiência energética, automação na entrega de eletricidade e resposta à demanda. Também pode mergulhar em energia renovável, recursos de energia distribuída, cidades inteligentes e gestão de recursos energéticos. Além disso, pode descobrir os avanços mais recentes feitos nas operações do sistema de T&D, medição avançada e resiliência e confiabilidade. A programação completa do evento deste ano, pode ser conferida no site do DistribuTECH International.

 

Texto: Fabrício Dias, bolsista de Jornalismo do InovaTec UFSM Parque Tecnológico.
Revisão: Luana Giazzon, assessora de comunicação do InovaTec UFSM Parque Tecnológico.

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Uma das maiores feiras do agronegócio internacional, a Expodireto Cotrijal acontecerá entre os dias 4 e 8 de março em Não-Me-Toque/RS. Com o objetivo de aproximar o produtor do conhecimento, das informações, da tecnologia consagrada e sacramentada nos órgãos de pesquisa ou empresas privadas, gerando oportunidades de negócios e também de importantes debates ligados ao meio rural, a feira atrai visitantes de mais de 60 países e promove conexões entre empresas, pesquisadores do setor e produtores rurais. Sete startups residentes da Pulsar Incubadora Tecnológica, vinculada ao InovaTec UFSM Parque Tecnológico participarão da 24ª edição do evento.

São elas:

Spray Solutions

Zeit

Bioagreen

Farm 360

Inocular Soluções Agrícolas 

Crops Team 

Performance Vegetal

Rosana Taschetto Vey, co-fundadora e CEO da Inocular, visualiza no evento uma oportunidade para dar visibilidade ao trabalho desenvolvido pela startup e espera a possibilidade de conexões com outras empresas, fazendo parcerias estratégicas no setor e com produtores de diferentes regiões do estado para ampliar seus negócios, apresentando suas soluções inovadoras para o manejo biológico na agricultura. Segundo ela a Expodireto é "uma vitrine única para destacar nossa proposta de valor e conquistar a confiança do mercado. As expectativas são elevadas, pois vislumbramos não apenas visibilidade, mas também feedback valioso para aprimorar nossos serviços". A CEO diz que a feira representa um catalisador para o crescimento da startup e se mostra ansiosa para contribuir positivamente para o ecossistema, oferecendo soluções que impulsionam a eficiência e sustentabilidade no agronegócio.

Com uma extensa programação, a Expodireto conta com fóruns, palestras, mesas de debates e expositores nacionais e internacionais. Em sua área de 131,2 hectares, máquinas e equipamentos agrícolas, produção vegetal, produção animal, agricultura familiar, pesquisa e serviços voltados ao campo são expostos aos mais de 300.000 visitantes que passam ao longo dos cinco dias de evento. 

Confira como foi a participação no ano passado.

 

 

Texto: Izadora Lemes, bolsista de Jornalismo do InovaTec UFSM Parque Tecnológico.

Revisão: Luana Giazzon, assessora de comunicação do InovaTec UFSM Parque Tecnológico.

    

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A Qiron Robotics, startup incubada na Pulsar Incubadora Tecnológica, especializada na criação de robôs sociais, com foco particular no campo educacional e terapêutico, foi selecionada no edital Startups em Tecnologias Habilitadoras da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). O projeto aprovado utiliza robôs humanoides em sala de aula e ambiente clínico como uma ferramenta para o auxílio do

[caption id="attachment_1806" align="alignleft" width="173"] Rafael Miranda, CEO da Qiron Robotics, e o robô Beo[/caption]

desenvolvimento de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA). O edital foi lançado em setembro de  2022 e o resultado publicado em janeiro deste ano. Com o valor previsto para a startup de R$ 1.623.615,28, através do edital, a Qiron Robotics poderá investir ainda mais em inovações que possam impactar positivamente na educação e na terapia de crianças com TEA

O Transtorno do Espectro Autista é uma condição que afeta significativamente um número crescente de indivíduos globalmente, com estatísticas do Centers for Disease Control and Prevention (CDC) indicando uma prevalência de 1 em cada 36 crianças. Esta revisão das estatísticas reflete uma realidade ainda mais ampla do que os dados anteriormente reportados pelo IBGE, que sugerem que cerca de 2 milhões de brasileiros estão no espectro autista. Nesse contexto, a Organização das Nações Unidas (ONU) e outras pesquisas regionais, como as conduzidas pela Fundação de Articulação e Desenvolvimento de Políticas Públicas para PcD e PcAH no Rio Grande do Sul (Faders), reforçam a importância de aumentar a conscientização e melhorar o acesso a serviços especializados. Em resposta a essa demanda, o projeto da Qiron Robotics surge como uma iniciativa promissora, buscando utilizar a tecnologia robótica e de inteligência artificial para melhorar o aprendizado e comportamento de crianças com TEA. 

 

Sobre o projeto

O projeto Robô autônomo para saúde mental, aprovado no edital, é resultado de uma parceria de cerca de dois anos com a Universidade Federal do Tocantins. Através dela, eles utilizam um robô apelidado de Nico para trabalhar as formas de interagir, criando atividades e jogos para ajudar no desenvolvimento das crianças com autismo. O modelo de robô usado é o Beo, desenvolvido pela própria Qiron e usado também em outras finalidades como em eventos e ambientes de engajamento com o público. O Beo se destaca em salas de aula e clínicas como um parceiro expressivo do professor e um facilitador para terapeutas, ajudando na interação e no engajamento de crianças, incluindo aquelas com Transtorno do Espectro Autista. Ele combina inteligência artificial com conteúdo personalizável, tornando a aprendizagem mais inclusiva e a terapia mais eficaz. Essa abordagem mais empírica é o que nos embasou para buscar a profundidade científica junto à UFT”, comenta Rafael Miranda, CEO da Qiron Robotics.

Na pesquisa com a UFT, o robô auxilia no desenvolvimento de crianças autistas, trabalhando as habilidades sociais e comportamentais. A pesquisadora do projeto, Héllen Souza Luz, ressalta que a dificuldade de interação social é uma das características centrais das crianças com TEA. “Ele consegue estimular, por exemplo, a fala e outras habilidades sociais nas crianças com TEA, desenvolvendo micro-comportamentos fundamentais para o processo escolar dessas crianças - como a troca de turnos, atenção conjunta, entre outros. Em indivíduos neurotípicos, esses comportamentos são desenvolvidos naturalmente, a partir da observação; já na criança com TEA, não: ela precisa ser treinada para isso e, quanto antes ocorrer, melhor, para que tenha um processo acadêmico com menos prejuízo”, comenta ela em entrevista ao Sexta com Ciência, da UFT.

Segundo Rafael, apesar de a pesquisa ser desenvolvida há um tempo, ela necessitava de recursos para o aprofundamento e melhora da tecnologia. “ Estamos agora em uma posição única para não apenas aprofundar nossa pesquisa, mas também tornar nossa tecnologia mais acessível e adaptável às necessidades dessas crianças. Este investimento é um testemunho do potencial do nosso projeto em fazer uma diferença real na vida das pessoas e serve como um catalisador para futuras inovações”, ressalta ele. A aprovação no edital vai permitir que a Qiron acelere o seu desenvolvimento, tanto na parte científica (pesquisas sobre o TEA junto à UFT) quanto na parte tecnológica (ampliação do potencial do robô Beo).

Além disso, Rafael destaca que o edital da Finep traz celeridade e notoriedade para o projeto. “É um cartão de visita. Várias portas se abrem com esse aporte, podemos tornar o Beo mais acessível e adaptável, e também podemos explorar novas oportunidades de parcerias, que podem beneficiar não apenas crianças com TEA, mas também outros grupos”, pontua. Para o futuro, a Qiron pretende expandir suas parcerias e soluções. Dentre seus planos, está a possibilidade de trabalhar com idosos, adultos com TEA e outras neurodivergências. Além de ampliar as parcerias já existentes, a exemplo da com o Sebrae  e no Descubra da UFSM, em que o robô foi hostess.

 

A tecnologia no auxílio do TEA

A tecnologia tem desempenhado um papel significativo no auxílio ao autismo, oferecendo aplicativos e programas específicos que proporcionam atividades interativas para estimular o raciocínio, a criatividade e a autonomia das crianças autistas. Além disso, a tecnologia assistiva, definida pela Lei Brasileira de Inclusão, visa melhorar a funcionalidade e a participação ativa na vida, promovendo a autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social das pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. 

Conforme a rede Genialcare, no contexto do autismo, a tecnologia assistiva, incluindo computadores, tablets e celulares, tem sido fundamental para a inclusão educacional, promovendo a interação, o desenvolvimento da comunicação, socialização e comportamento dos estudantes. Os benefícios da tecnologia no autismo incluem o acesso facilitado a recursos educacionais e terapêuticos, a personalização do processo de ensino e a adaptação às necessidades individuais, como no caso do robô utilizado no projeto da Qiron. 

A tecnologia também desempenha um papel crucial no desenvolvimento de habilidades das pessoas com TEA, como afirma a pesquisadora do projeto, Simone Irigon,  em entrevista ao Sexta com Ciência, ao destacar como o robô Nico tem sido eficiente no processo de aprendizagem dos estudantes com TEA. “Suas especificações permitem programação e seus estímulos são observados por meio de movimentos corporais, roteiros verbais gravados, orientação da cabeça, movimentos do olhar e coordenadas de braços e mãos, controlados por iPad, que se comporta como um controle em tempo real, sendo assim uma ferramenta com profundidade de ensino e pesquisa capaz de despertar a empatia com o participante”, ressalta a pesquisadora.

No entanto, é importante ressaltar que a tecnologia deve ser utilizada de forma complementar, com o suporte humano e a orientação de profissionais especializados, uma vez que a interação pessoal continua sendo fundamental no processo de desenvolvimento de qualquer criança.

 

Texto: Fabrício Dias, bolsista de jornalismo no InovaTec UFSM Parque Tecnológico;

Revisão e edição: Luana Giazzon, bolsista da assessoria de Comunicação do InovaTec UFSM Parque Tecnológico;

Fotos: Qiron Robotics.

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Em um ecossistema de inovação, o contato entre startups é algo bastante comum. Conversas de corredor, happy hour, workshops, congressos, são alguns dos muitos exemplos de como esse contato pode ocorrer. Através deles uma startup conhece o trabalho da outra. Quando a área de atuação do serviço prestado por uma é semelhante ou complementar ao da outra startup, essa interação entre empresas desempenha um papel crucial no desenvolvimento de tecnologias inovadoras e na expansão de negócios, como destacado por empreendedores que têm seus negócios sediados na Pulsar Incubadora Tecnológica, vinculada ao InovaTec UFSM Parque Tecnológico.

A confiança é o alicerce fundamental dessa colaboração, conforme ressaltado por Paula Dalla Vecchia, COO da Zeit. Em suas palavras: "A proximidade física não apenas reduz custos operacionais, mas também fortalece a confiança no trabalho conjunto" — exemplificando parcerias bem-sucedidas com empresas como Auftek e Bioagreen, que também integram o ecossistema de inovação do InovaTec UFSM Parque Tecnologico. Paula destaca que a qualidade do serviço baseada no conhecimento mútuo compartilhado é crucial.

Além dessas perspectivas, a interação entre startups em projetos comuns é um aspecto indiscutível para o fortalecimento do ecossistema de inovação, como evidenciado pela importância destacada nas observações dos CEOs sobre o tema.

Considerada uma das principais vantagens dessa interação, a oportunidade de compartilhar conhecimentos e experiências é algo muito valorizado. O ecossistema de inovação pode ser comparado a um imenso jardim, onde cada startup representa uma planta única e valiosa. Através da colaboração em projetos comuns, essas "plantas" se entrelaçam, permitindo um crescimento conjunto com benefícios mútuos.

Adriano Marques, CEO da Auftek, complementa essa perspectiva ao destacar que empresas que interagem e atendem às necessidades umas das outras são as que prosperam. Ele ressalta: "A troca de conhecimento no corredor e em eventos informais é fundamental para resolver problemas e identificar oportunidades de colaboração."

Também, destaca-se a colaboração entre elas como uma maneira inteligente de ampliar a eficácia e ultrapassar desafios individuais, principalmente quando há limitações de recursos. O intercâmbio de informações e perspectivas entre as startups enriquece o ambiente de inovação, proporcionando um fluxo constante de ideias e soluções criativas.

[caption id="attachment_65030" align="alignleft" width="626"]foto colorida horizontal com dois homens, de camisetas pretas, que aparecem sentados de lado, à frente de computadores, e manuseando algo que parece uma fita cassete nas mãos. Ao fundo uma parede branca com a inscrição "FOX internet of things" Anderson Silva, gerente de operações da Instabov (ao fundo), e Antônio Kaminski, analista técnico da Fox IoT (à frente)[/caption]

Outro benefício apontado por eles é a possibilidade de estabelecer parcerias estratégicas. Unindo forças, as startups podem combinar habilidades e recursos, aumentando sua competitividade no mercado. A colaboração possibilita o desenvolvimento de produtos ou serviços mais completos, alcançando um público maior e explorando novos mercados.

Fernando Moraes, CEO do InstaBov, enfatiza essa necessidade de parcerias estratégicas, exemplificando a colaboração com a Fox IoT. Para ele, "essas parcerias não apenas possibilitaram o crescimento mútuo, mas também tiveram impactos positivos no desenvolvimento e na segurança financeira de ambas as empresas."

Para além das empresas citadas, a startup Weecaps também possui parceria estratégica com a Auftek. Outras startups que seguem o mesmo caminho são a Crops Team e o +Soja, que juntas desenvolveram uma plataforma visando reunir a expertise de cada uma.

Um ambiente de networking sólido também favorece que as startups interajam para impulsionar o crescimento econômico individual, assim como para criar uma cultura empreendedora estruturada. Quando participam de projetos em comum, as empresas estabelecem conexões valiosas com investidores, mentores e outros profissionais, contribuindo significativamente para o seu crescimento. Compartilham também experiências, desafios e conquistas, fortalecendo valores empreendedores, a criatividade e a resiliência, essenciais para enfrentar os desafios do mercado.

Desta forma, a interação entre startups da Pulsar Incubadora Tecnológica não apenas beneficia individualmente cada empresa, mas contribui para o avanço do ecossistema como um todo, consolidando-o como um ambiente propício ao desenvolvimento econômico e à inovação contínua.

Contribuíram para esta matéria Thaiane Marques (Weecaps), Michel Rocha (Crops Team), Paula Dalla Vecchia (Zeit), Adriano Marques (Auftek) e Fernando Moraes (Instabov).
Texto: Fabrício Dias, bolsista de Jornalismo do InovaTec UFSM Parque Tecnológico
Fotos: Paola Jung, head de Comunicação da Zeit, e Fabrício Dias, bolsista de Jornalismo do InovaTec UFSM Parque Tecnológico
Revisão: Luana Giazzon, assessora de comunicação do InovaTec UFSM Parque Tecnológico

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UFSM - Feed Customizado RSS-55BET Pro http://www.55bet-pro.com/orgaos-suplementares/inovatec/2024/01/17/empreendendo-juntos-o-poder-da-colaboracao-entre-startups-do-inovatec-ufsm Wed, 17 Jan 2024 20:34:00 +0000 http://www.55bet-pro.com/orgaos-suplementares/inovatec/?p=1753
Adriano Marques, CEO da Auftek (à direita) e Paula Dalla Vecchia, COO da Zeit (à esquerda)

Em um ecossistema de inovação, o contato entre startups é algo bastante comum.  Conversas de corredor, happy hour, workshops, congressos, são alguns dos muitos exemplos de como esse contato pode ocorrer. Através deles uma startup conhece o trabalho da outra. Quando a área de atuação do serviço prestado por uma é semelhante ou complementar ao da outra startup, essa interação entre empresas desempenha um papel crucial no desenvolvimento de tecnologias inovadoras e na expansão de negócios, como destacado por empreendedores que tem seus negócios sediados na Pulsar Incubadora Tecnológica, vinculada ao InovaTec UFSM Parque Tecnológico.

A confiança é o alicerce fundamental dessa colaboração, conforme ressaltado por Paula Dalla Vecchia, COO da Zeit. Em suas palavras: "A proximidade física não apenas reduz custos operacionais, mas também fortalece a confiança no trabalho conjunto" — exemplificando parcerias bem-sucedidas com empresas como Auftek e Bioagreen, que também integram o ecossistema de inovação do InovaTec UFSM Parque Tecnologico. Paula destaca que a qualidade do serviço baseada no conhecimento mútuo compartilhado é crucial.

Além dessas perspectivas, a interação entre startups em projetos comuns é um aspecto indiscutível para o fortalecimento do ecossistema de inovação, como evidenciado pela importância destacada nas observações dos CEO’s sobre o tema.

Considerada uma das principais vantagens dessa interação, a oportunidade de compartilhar conhecimentos e experiências é algo muito valorizado. O ecossistema de inovação pode ser comparado a um imenso jardim, onde cada startup representa uma planta única e valiosa. Através da colaboração em projetos comuns, essas "plantas" se entrelaçam, permitindo um crescimento conjunto com benefícios mútuos.

Adriano Marques, CEO da Auftek, complementa essa perspectiva ao destacar que empresas que interagem e atendem às necessidades umas das outras são as que prosperam. Ele ressalta: "A troca de conhecimento no corredor e em eventos informais é fundamental para resolver problemas e identificar oportunidades de colaboração."

Também, destaca-se a colaboração entre elas como uma maneira inteligente de ampliar a eficácia e ultrapassar desafios individuais, principalmente quando há limitações de recursos. O intercâmbio de informações e perspectivas entre as startups enriquece o ambiente de inovação, proporcionando um fluxo constante de ideias e soluções criativas.

Outro benefício apontado por eles é a possibilidade de estabelecer parcerias estratégicas. Unindo forças, as startups podem combinar habilidades e recursos, aumentando sua competitividade no mercado. A colaboração possibilita o desenvolvimento de produtos ou serviços mais completos, alcançando um público maior e explorando novos mercados.

Fernando Moraes, CEO do InstaBov, enfatiza essa necessidade de parcerias estratégicas, exemplificando a colaboração com a Fox IoT. Para ele, "essas parcerias não apenas possibilitaram o crescimento mútuo, mas também tiveram impactos positivos no desenvolvimento e na segurança financeira de ambas as empresas."

Anderson Silva, Gerente de operações da Instabov (ao fundo) e Antônio Kaminski, analista técnico da Fox IoT (à frente)

Para além das empresas citadas, a startup Weecaps também possui parceria estratégica com a Auftek. Outras startups que seguem o mesmo caminho são a Crops Team e o +Soja, que juntas desenvolveram uma plataforma visando reunir a expertise de cada uma.

Um ambiente de networking sólido também favorece que as startups interajam para impulsionar o crescimento econômico individual, assim como para criar uma cultura empreendedora estruturada. Quando participam de projetos em comum, as empresas estabelecem conexões valiosas com investidores, mentores e outros profissionais, contribuindo significativamente para o seu crescimento. Compartilham também experiências, desafios e conquistas, fortalecendo valores empreendedores, a criatividade e a resiliência, essenciais para enfrentar os desafios do mercado.

Desta forma, a interação entre startups da Pulsar Incubadora Tecnológica não apenas beneficia individualmente cada empresa, mas contribui para o avanço do ecossistema como um todo, consolidando-o como um ambiente propício ao desenvolvimento econômico e à inovação contínua.

 

Contribuíram para esta matéria Thaiane Marques (Weecaps), Michel Rocha (Crops Team), Paula Dalla Vecchia (Zeit), Adriano Marques (Auftek) e Fernando Moraes (Instabov)

Texto: Fabrício Dias, bolsista de Jornalismo do InovaTec UFSM Parque Tecnológico.

Fotos: Paola Jung, head de Comunicação da Zeit e Fabrício Dias, bolsista de Jornalismo do InovaTec UFSM Parque Tecnológico

Revisão: Luana Giazzon, assessora de comunicação do InovaTec UFSM Parque Tecnológico.

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Dia 14 de dezembro marcou o encerramento do ElevaStart powered by InovAtiva. O programa é de realização e execução da Pulsar Incubadora Tecnológica da UFSM. É realizado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), com apoio da Fundação CERTI e apoio metodológico da Wadhwani Foundation. Ao longo dos três meses de duração do programa, foram 63 integrantes divididos em 25 equipes. Eles participaram de workshops,10 laboratórios de aprendizagem, visita técnica em ambientes de inovação, além de diversas atividades presenciais e onlines que contemplaram  a trilha de imersão do programa ElevaStart.

[caption id="attachment_1676" align="alignleft" width="225"] Reitor da UFSM, Profº Luciano Schuch[/caption]

Durante a parte da manhã, aconteceu o demoday nos coworkings da Pulsar, onde as empresas puderam apresentaram os seus pitchs. Ao todo, foram 22 projetos apresentados para uma banca de avaliadores. Desses, 6 empresas seriam selecionadas para apresentar os seus pitchs na grande final, no Eleva Awards.

 

[caption id="attachment_1679" align="alignright" width="225"] Secretária de Turismo e Desenvolvimento Econômico de Santa Maria, Ticiana Fontana[/caption]

Na parte da noite, no Mercado da Vila Belga, Anahy Machado e Anderson Paim conduziram a última etapa do dia e a cerimônia de premiação. O evento contou com a participação do reitor da UFSM, Luciano Schuch, que destacou a passagem dos empreendedores pelo programa. "Hoje, a Universidade completa 63 anos. Para esses 63 empreendedores que estão passando por aqui, queria dizer que essa caminhada da inovação da nossa universidade começou há bom tempo, mas com certeza está chegando o momento de começar a colher os frutos, de começar a ver realmente a transformação da nossa universidade pelo trabalho de cada um de vocês, porque é cada um de vocês. As 25, as 22 empresas que apresentaram, todas são vitoriosas", disse ele. Além disso, também estiveram presentes a Secretária de Turismo e Desenvolvimento Econômico de Santa Maria, Ticiana Fontana, a representante do InvovAtiva, Maria eduarda Ferrari, além de outros atores do ecossistema de inovação de Santa Maria.

[caption id="attachment_1682" align="alignleft" width="225"] Rafael Posser, coordenador de desenvolvimento de startups da Pulsar[/caption]

Rafael Posser, coordenador de desenvolvimento de startups da Pulsar, em sua fala enfatizou a importância dos 25 mentores que contribuíram para o sucesso das empresas. “Queria deixar um grande agradecimento, principalmente para os nossos 25 mentores que ajudaram as empresas, os três avaliadores que contribuíram na seleção dessas empresas. Colégio Técnico Industrial de Santa Maria que fez esse troféu lindo. Aproveito também para agradecer a presença de todos vocês aqui, todos mesmo. O Ecossistema de Inovação de Santa Maria, ele está aqui representado, ele é muito importante para nós”. Além disso, durante sua fala, anunciou a criação de uma vitrine virtual, que permite aos interessados explorarem resumos sobre as empresas e suas propostas inovadoras. Quem também expressou sua gratidão foi Anderson Paim, Gestor da Pulsar Incubadora: "Hoje, vamos celebrar toda a dedicação dos 63 participantes, das 25 equipes, que vêm desenvolvendo e aprimorando suas ideias desde agosto, e premiando os 3 melhores projetos do nosso Programa. É muito gratificante poder ter acompanhado de perto a evolução dessas ideias e o crescimento desses empreendedores".

As 6 finalistas, anunciadas durante o evento, apresentaram novamente seus pitchs para uma

[caption id="attachment_1677" align="alignright" width="225"] Da esquerda à direita: Anderson Paim, Natã Vargas e Maria Eduarda Ferrari[/caption]

banca avaliadora. A grande vencedora da noite foi a startup LimbX. Natã Vargas, CEO da LimbX, destacou a importância do programa ElevaStart: “o programa foi um divisor de águas, porque ele abriu muitas portas para nós. Eu sou extremamente grato ao meu mentor, o Tainan. Infelizmente ele não foi estar presente aqui. Ele é uma pessoa que tinha muitas conexões e conseguia os contatos que precisávamos. E o programa ajudou muito a desenvolvermos o nosso negócio e criar novas parcerias”. Ele também comentou sobre a experiência de vencer o Eleva Awards. “Ganhar o prêmio hoje foi algo que concretizou tudo que aconteceu durante o programa”, destaca ele.

Outros destaques foram as startups Mélia e Horus, segunda e terceira colocadas respectivamente. Gustavo Stahl, CEO da Mélia, expressou sua gratidão à UFSM e à Inovativa, reconhecendo o impulso significativo que a participação no Eleva Awards proporcionou. A empresa agora se prepara para transformar seus projetos em ações

[caption id="attachment_1678" align="alignleft" width="300"] Da esquerda à direita: Eric Chaves e Sanon Martini (Horus); Natã Vargas (LimbX); Gustavo Stahl e Alexandre Leite (Mélia)[/caption]

concretas, visando impactar o mercado. Sanon Martini, CEO da Horus, elogiou o programa por guiá-lo por uma trilha metodológica única, desafiando conceitos e enfatizando a importância da validação prática das ideias. Ele compartilhou a terceira colocação com Eric, seu parceiro, reconhecendo o papel essencial que desempenhou na jornada da Horus. O compromisso da empresa em estruturar seus negócios e contribuir para o desenvolvimento econômico foi notável.

Os vencedores do programa receberão um ano de anuidade da Associação Gaúcha de Startups (AGS), ademais todos os participantes terão acesso a benefícios fornecidos pelos parceiros do InovAtiva. O ElevaStart, resultado da sinergia entre InovAtiva e UFSM, não apenas celebrou conquistas, mas também solidificou o compromisso com a inovação e o empreendedorismo em Santa Maria. Este evento marcante deixará um legado, impulsionando o cenário empreendedor local e consolidando Santa Maria como um polo de inovação e desenvolvimento.

 

Texto: Fabrício Dias, bolsista de Jornalismo do InovaTec UFSM Parque Tecnológico;

Fotos: Izadora Lemes, bolsista de Jornalismo do InovaTec UFSM Parque Tecnológico;

Edição: Luana Giazzon, bolsista da Assessoria  de Comunicação do InovaTec UFSM Parque Tecnológico.

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A UFSM teve sete projetos aprovados em diferentes editais da Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia (SICT) do Rio Grande do Sul, perfazendo um valor de R$ 3.861.569,29 – considerando as contrapartidas, o valor total passa de R$ 6 milhões. A Instituição já tem um histórico de aprovação nestas seleções estaduais, porém, neste ano, pesquisadores e startups da UFSM conseguiram aprovação em todos os cinco editais, abertos praticamente de forma simultânea pela SCTI, com uma atuação institucional, dando apoio aos pesquisadores e empresas envolvidas nos projetos. Os resultados finais foram divulgados há poucos dias.

A Pró-Reitoria de Inovação e Empreendedorismo (Proinova), por meio do Núcleo de Prospecção e Valoração (NPV), é responsável por realizar ações estratégicas voltadas à busca de fomentos, além de outras atividades relacionadas à prospecção e transferência de tecnologia. A chefe do NPV, Cibele Silva do Couto, e o analista de negócios Marlone Xavier estão à frente deste trabalho de fomento, que tem como objetivo realizar a gestão das chamadas/editais tecnológicos, prospectando, divulgando e dando suporte aos pesquisadores e empresas. Com isso, gera-se mais oportunidades ao ecossistema inovador.

Mais uma vez, este trabalho gerou resultados positivos. "Avaliamos como positivo o desempenho da UFSM, pois os pesquisadores submeteram projetos com grande potencial, tendo aprovação em todos os editais da SICT", avalia Cibele. Ela destaca que este perfil de projetos contemplados pelos editais da Secretaria Estadual é importante para a Instituição, pois todos têm parceria com empresas, e um deles com duas instituições públicas (prefeituras), gerando novos projetos, desenvolvimento e negócios, enfim, fortalecendo a parceria em redes.

“Um ponto interessante é que normalmente cada edital da SICT tem um limite de propostas a serem enviados por Ecossistemas Regionais de Inovação (ERI). No caso do Edital Inova Agro, tinha um limitador de R$ 312 mil para cada ERI, e nós tivemos três propostas aprovadas, duas quase no valor máximo”, destaca Marlone. Ele salienta que, mesmo com os limitadores, os pesquisadores devem submeter suas propostas, já que, no caso deste edital, outro ERI não submeteu, e assim o ecossistema no qual está inserido a UFSM teve acesso à submissão de duas propostas a mais.

A aprovação dos projetos também é resultado do trabalho do InovaTec UFSM Parque Tecnológico, vinculado à Proinova, reforçando seu compromisso com a pesquisa e a inovação, incentivando o desenvolvimento de novas ideias e produtos inovadores que fortalecem ainda mais o ecossistema local.

O apoio da Proinova, por meio do NPV e do InovaTec UFSM Parque Tecnológico, foi essencial para que os pesquisadores e startups conseguissem submeter seus projetos aos editais. “Eles foram extremamente solícitos e ágeis no auxílio com a documentação necessária. Além disso, vale destacar a experiência deles na submissão de editais. Isso foi essencial para que o projeto fosse aprovado”, destaca Betânia Vahl de Paula, CEO da Performance Vegetal, startup envolvida em um dos projetos aprovados.

A Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP) e a Secretaria de Apoio Internacional (SAI) também auxiliam neste trabalho de prospectar oportunidades, enviando editais referentes a fomentos para obtenção de bolsas, prêmios e chamadas internacionais para o Boletim de Oportunidades, que é atualizado quinzenalmente e publicado pelo NPV/Proinova.

Conheça os projetos da UFSM aprovados nos editais da SICT:

"Living Lab de Bioinsumos da UFSM"

O projeto "Living Lab de Bioinsumos da UFSM" foi aprovado no Programa TEC4B - Tecnologia para Negócios, que visa à criação de living labs multiplataforma colaborativos, que têm o objetivo de contribuir para o acesso e utilização das mais recentes tecnologias da informação e comunicação para a evolução e desenvolvimento de produtos e serviços inovadores. O valor total, somado às contrapartidas, é de R$ 1,7 milhão.

Living labs são ambientes de inovação nos quais se testam novas ideias e soluções no mundo real, envolvendo usuários e parceiros, empresas, instituições acadêmicas e demais agentes interessados, auxiliando a desenvolver, aprimorar e adaptar os produtos e soluções antes de lançá-los no mercado. Com o intuito de desenvolver produtos com maior nível de maturidade tecnológica, o projeto do Living Lab de Bioinsumos da UFSM foi desenvolvido a partir de uma construção conjunta por servidores da UFSM: Maria Daniele Dutra, gestora do InovaTec UFSM Parque Tecnológico, Márcio Mazutti, professor do Departamento de Engenharia Química, Luciano Pes, professor do colégio Politécnico e coordenador do projeto Advanced Farm 360, além de empresas residentes na Pulsar Incubadora da UFSM, como Auster e Bioagreen, assim como as prefeituras de São Sepé e Santiago. A gestora do InovaTec acrescenta o apoio de outros agentes do ecossistema que contribuíram para o processo. “É importante ressaltar o apoio, via carta de manifestação, de empresas da Pulsar Incubadora e dos demais ambientes de inovação de Santa Maria, que foram essenciais para o destaque do projeto”, observa Maria Daniele.

Além disso, o envolvimento do ecossistema de inovação na área já demonstra sua relevância e comprometimento com a temática, tendo em vista que o Parque Tecnológico da UFSM apresenta bioinsumos com um dos hubs de inovação, contando atualmente com 11 empresas do setor. Outros fatores apresentados no projeto são as características dos ambientes disponíveis que favorecerão a implementação de um living lab de bioinsumos na UFSM, isso porque, além da planta piloto de bioinsumos Bio FabLab, ambiente de prototipagem de produtos e processos para obtenção de bioinsumos para agricultura, estar em processo de incorporação, a Instituição já possui infraestrutura de validação que conta com a estrutura de casa de vegetação para avaliações em condições de semi campo, além de área experimental e equipamentos agrícolas para validação dos produtos no campo, dispondo também de 130 hectares da área do Advanced Farm 360. Todas essas condições evidenciam a capacidade e o potencial para desenvolver os processos necessários em um living lab.

Ao falar sobre a aprovação do projeto no edital, Maria Daniele Dutra ressalta o trabalho em equipe como fator importante que viabiliza resultados positivos como este. “Estamos trabalhando conjuntamente com os atores do ecossistema para que sejamos um elo de construção de oportunidades, então esta aprovação mostra que quando somamos esforços, somos mais efetivos nas conquistas de objetivos que serão para o bem conjunto”, afirmou.

Marcio Mazutti também falou a respeito deste ambiente colaborativo que contribui para o desenvolvimento e validação de inovações em Bioinsumos. Segundo ele, o living lab contará com uma infraestrutura física composta por laboratórios de pesquisa, que darão suporte aos projetos desenvolvidos, como a planta piloto de bioinsumos para a prototipação de produtos ou processos e área experimental com infraestrutura completa para a validação dos produtos em campo. “O living lab bioinsumos congregará pesquisadores, empresas, governo e sociedade civil para fomentar discussões das estratégias para desenvolver economicamente a região central do estado”, finaliza.

O projeto Living Lab de Bioinsumos na UFSM propõe a implementação de um ambiente de validação de soluções em ambiente real na Região Central do estado com o objetivo de “ser referência na prototipação e provas de conceitos, a partir da promoção da inovação e desenvolvimento de pesquisas em novas tecnologias”. Além disso, visa ao desenvolvimento de ações para transformar o living lab em uma plataforma de serviços tecnológicos inovadores para atender as demandas de startups, micros, pequenas, médias e grandes empresas.

"Avaliação da performance de órteses e próteses"

Pelo Edital Tech Futuro Saúde, foi contemplado o projeto "Avaliação da performance de órteses e próteses", coordenado pelo professor Luis Fernando Nicolini, do Departamento de Engenharia Mecânica. O objetivo é avaliar e validar a performance de órteses e próteses por meio de testes experimentais e numéricos, caracterizando e verificando se estes dispositivos atendem aos requisitos de usuário. Isso inclui oferecer estabilidade, durabilidade, baixo desgaste, bem como capacidade de se adaptar às características do usuário, entre outros. Segundo Nicolini, o processo de avaliação e validação é um passo fundamental para o desenvolvimento e avanço tecnológico destes dispositivos no âmbito de gerar produtos acessíveis, eficazes, eficientes, confortáveis, seguros e de alta qualidade atendendo às expectativas do usuário.

Órteses e próteses são dispositivos mecânicos que têm por objetivo suportar, suprir, corrigir ou modificar as características estruturais e funcionais do corpo auxiliando nas tarefas diárias do usuário. Exemplos de órteses e próteses são luvas robóticas, coletes para coluna vertebral e exoesqueletos. Porém, os dispositivos disponíveis no mercado nem sempre atendem efetivamente às necessidades dos usuários, o que gera abandono do produto. Conforme o professor coordenador, o Sistema Único de Saúde (SUS) investe aproximadamente R$ 436 milhões por ano em órteses. Considerando um abandono médio de 1/3 (33%), o desperdício de recursos pode girar em torno de R$ 145 milhões por ano, apenas de recursos públicos.

Nicolini explica que a ideia do projeto surgiu de forma incremental e colaborativa. "Em 2013, quando ainda aluno da UFSM, tive a experiência de trabalhar com projetos de órteses juntamente com a Universidade de Harvard, nos Estados Unidos. Em seguida, os esforços foram direcionados para a área de implantes, juntamente com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Em 2022, juntamente com os professores Cristiano Kulman e Edison Silva Lima, do Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS), o engenheiro Marx Ribeiro, da RWTH Aachen University, na Alemanha, bem como o professor Daniel De Castro, da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), montamos o projeto preliminar na área órteses e próteses. O projeto tomou corpo principalmente com o Departamento de Engenharia Mecânica da UFSM e a empresa Ortopedia Camponês Ltda", relata.

O projeto foi contemplado pelo edital com R$ 933 mil (valor total R$ 1.196.814,80). O montante será aplicado em uma máquina de fadiga, computadores, instrumentação e bolsas. Segundo Nicolini, a aprovação no edital será fundamental para impacto imediato e futuras expansões na pesquisa de órteses e próteses em nível nacional. "O montante é fundamental para avançarmos nas pesquisas e realizarmos o desenvolvimento de órteses e próteses eficazes, eficientes, confortáveis e com alto valor agregado. Vemos a UFSM com potencial para atuar como protagonista na pesquisa e desenvolvimento do setor. Mais importante, isso tem impacto direto na sociedade, pois contribui para que usuários de órteses e próteses possam viver uma vida saudável, produtiva, independente e digna, com plena participação no processo de educação, do mercado de trabalho e da vida social", enfatiza.

“Guardiões da Ciber Sustentabilidade”

O projeto “Guardiões da Ciber Sustentabilidade” foi aprovado no Edital GameRS. Aliando videogame, meio ambiente e educação, o projeto é uma idealização do professor Ricardo Tombesi Macedo, do Departamento de Tecnologia da Informação do 55BET Pro Frederico Westphalen, coordenador técnico da proposta. O projeto destaca-se por sua abordagem em usar a gamificação para promover a conscientização sobre sustentabilidade nas escolas públicas e privadas. A aprovação no edital GameRS representa um impulso significativo para a iniciativa, que busca não apenas transformar a experiência educacional, mas também impactar positivamente a indústria de jogos no Rio Grande do Sul.

O professor destaca que os jogadores terão a oportunidade de explorar três mapas diferentes, cada um contextualizando um desastre ambiental brasileiro: queimadas no Cerrado; desmatamento da Amazônia; e o acidente com o Césio 137, que ocorreu em 1987, em Goiânia (GO). O objetivo é que o jogador tente “minimizar” os efeitos negativos dos desastres, seja em relação ao solo, ao ar ou à água.

O valor aprovado para o desenvolvimento da proposta "Guardiões da Ciber Sustentabilidade" foi de R$ 201,4 mil (total de R$ 310 mil com as contrapartidas). O montante será utilizado para a compra de equipamentos voltados à programação e ao desenvolvimento do jogo e para o pagamento de mão-de-obra. O prazo máximo para a execução do projeto é de dois anos.

O projeto será desenvolvido pela UFSM, através da criação de softwares e do jogo eletrônico, em parceria com a startup Performance Digital, vinculada à Pulsar Incubadora Tecnológica. O Instituto Municipal Assis Brasil, de Ijuí (RS), será a escola contemplada para a realização dos testes - os alunos terão a possibilidade de aprender com o videogame. À Performance Vegetal, conforme Betania Vahl de Paula, CEO da startup, caberá estruturar o produto do projeto, o jogo, em um modelo de negócio. “A startup vai desenvolver canva, desenvolver canais de vendas, precificação. A parte de mercado mesmo, essa é a contribuição da Performance para esse projeto”, explica.

O coordenador comenta que a submissão e aprovação do projeto foi algo muito esperado, e garante que a equipe “vai conseguir tirar o máximo de proveito para levar à comunidade esse benefício e fazer essa pesquisa com um nível de excelência".

“Treinamento e Capacitação de Recursos Humanos em Microeletrônica (Tche)”

O projeto “Treinamento e Capacitação de Recursos Humanos em Microeletrônica (Tche)” foi uma das propostas aprovadas no edital Inova Semicondutores. Com a aprovação, a Universidade vai desenvolver a capacitação de alunos do último semestre de cursos ligados à microeletrônica e semicondutores. O valor destinado à proposta é de R$ 999,5 mil (total de R$ 1,361 milhão), que será investido no custeio de bolsas para os alunos participantes do projeto e também em despesas com equipamentos e materiais.

O edital contemplou três propostas voltadas para o desenvolvimento de circuitos internos integrados (popularmente conhecidos como “chips”), com o objetivo o apoio a projetos e implementação de capacitação técnica, em nível de extensão universitária. Por isso, o projeto Tche será aplicado de forma a capacitar alunos do último semestre dos cursos das áreas de Engenharia Eletrônica, Ciências da Computação e Sistemas de Informação, entre outros, e qualificar o trabalho promovido nessa área de atuação. Ao todo, 20 alunos serão selecionados para passar por um curso intensivo de seis meses para desenvolver seus conhecimentos teóricos e práticos na área de circuitos digitais.

A proposta foi idealizada por uma equipe formada pelos professores André Luiz Aita (coordenador do projeto), João Baptista Martins, Leonardo Londero, César Augusto Prior, Mateus Beck Rutzig, Everton Alceu Carara e Maurício Banaszeski. O objetivo é ampliar o trabalho desenvolvido na UFSM para além do tempo do edital e transformar Santa Maria em um grande centro de capacitação e formação de recursos humanos em microeletrônica.

O professor João Baptista destaca que a ideia da criação da proposta já era antiga, e que a divulgação do edital incentivou a equipe, porque é uma grande oportunidade para a área da microeletrônica. “A gente sabe que a própria pandemia trouxe uma carência muito grande, para todo o mundo, de semicondutores. Isso fez com que o mundo inteiro olhasse com carinho para essa área extremamente importante: a área de circuitos internos integrados (chips) montados para uma ampla gama de aplicações”, conclui o professor.

“Destilador inovador para produção de etanol em pequena escala: tecnologia para o desenvolvimento do agronegócio regional"

O projeto “Destilador inovador para produção de etanol em pequena escala: tecnologia para o desenvolvimento do agronegócio regional", aprovado no Edital Inova Agro, objetiva aumentar a eficiência de produção e transição energética do estado.

Foi criado pelos docentes pesquisadores do Laboratório de Processamento de Biomassa e Biocombustíveis (L2B) e do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Química Flávio Dias Mayer, Ronaldo Hoffmann, Ederson Rossi Abaide e Michel Brondani. A ideia surgiu a partir de estudos desenvolvidos na Universidade, em que observou-se que a principal dificuldade para a produção de etanol em pequena escala está no processo de destilação. Assim, a proposta objetiva a construção de um protótipo de destilador para a produção de etanol em pequena escala - em torno de 30 litros de etanol combustível por hora - a partir de matérias-primas regionais, como cana-de-açúcar, milho, arroz, trigo e mandioca.

O projeto receberá pelo edital a quantia de R$ 310 mil. O aporte financeiro permitirá a aquisição de um sistema de cromatografia líquida de alta eficiência, que viabilizará análises de amostras para validação do processo de destilação proposto. Além disso, há a previsão de uma bolsa DTI 1 - profissional de nível superior, com titulação de doutor, que irá auxiliar na constituição do protótipo. O trabalho conta com o apoio de uma empresa parceira, de Jaguari.

Como principal resultado do projeto, será obtido um equipamento em escala comercial para atender a demanda de produtores de etanol em pequena escala no estado, através de uma tecnologia mais eficiente, fabricada localmente, e adaptada a pequenas propriedades rurais, considerando a disponibilidade de matéria-prima e recursos humanos.

Mayer destaca que o projeto permitirá à UFSM, por meio do L2B, a oportunidade de concretizar um trabalho antigo da Instituição e "oferecer apoio técnico ao setor produtivo, desde capacitações até serviços de análises de laboratório para identificação de qualidade de matérias-primas e do etanol combustível".

“Aperfeiçoamento de tecnologias para a produção de culturas anuais de grãos de sequeiro em terras baixas”

O projeto “Aperfeiçoamento de tecnologias para a produção de culturas anuais de grãos de sequeiro em terras baixas” também foi aprovado pelo Edital Inova Agro. O valor a ser liberado é de R$ 107 mil (total de R$ 295 mil com as contrapartidas). Coordenado pelo professor do Colégio Politécnico Luciano Pes, o projeto tem como executora a startup Farm360 e como parceira a startup G2W Sistemas, ambas vinculadas à Pulsar Incubadora Tecnológica. Com a proposta de inovar no sistema de plantabilidade, o projeto visa adequar e dimensionar o sistema sulco-camalhão, que é, conforme a Embrapa, um sistema que consiste na estruturação da lavoura para a irrigação por sulcos, obtendo-se, ao mesmo tempo, grande benefício em drenagem, com o cultivo sobre os camalhões formados entre os sulcos.

Segundo André Müllich, CEO da Farm360, o papel da startup é fazer todo o dimensionamento do projeto, realizando o estudo do terreno. Já a G2W entra como fornecedora da antena que será usada para medir a altimetria do talhão.

O projeto inclui uma área piloto no Colégio Politécnico, na qual o sistema sulco-camalhão já foi implementado mesmo antes da aprovação. A iniciativa busca não apenas realizar estudos dentro da Universidade, mas também estabelecer parcerias com produtores locais para dar continuidade à pesquisa.

"Análise econômica e ambiental de lavouras de soja e arroz"

O Edital Inova Agro também aprovou, da UFSM, o projeto "Análise econômica e ambiental de lavouras de soja e arroz". O valor aportado pela Secretaria é de R$ 310 mil (total de R$ 523,5 mil com as contrapartidas). A coordenação é do professor Alencar Júnior Zanon. 

Todos os projetos aprovados nos editais da SICT terão o prazo máximo de dois anos para execução. Alguns dos projetos contarão com contrapartidas financeiras da UFSM e de empresas envolvidas.

Na próxima etapa, de formalização dos contratos, a Coordenadoria de Projetos e Convênios (Coproc) da Pró-Reitoria de Planejamento (Proplan) prestará o auxílio necessários aos pesquisadores. 

Texto: Andreina Possan, estudante de Jornalismo e estagiária da Agência de Notícias; Izadora Lemes Rocha e Fabrício Dias, bolsistas de Jornalismo do InovaTec UFSM Parque Tecnológico
Edição: Lucas Casali e Ricardo Bonfanti, jornalistas
Artes gráficas: Daniel Michelon De Carli

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Nesta sexta-feira (1), foi divulgado o resultado final do Programa TEC4B - Tecnologia para Negócios e o projeto “Living Lab de Bioinsumos da UFSM” foi uma das propostas selecionadas a serem contempladas pelo programa da Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia do RS (SICT). Os resultados preliminares, lançados no dia 20 de novembro, já apontavam o projeto como uma das propostas recomendadas pela comissão de seleção deste edital que visa a criação de Living Labs multiplataforma colaborativos, que tem o objetivo de contribuir para o acesso e utilização das mais recentes tecnologias da informação e comunicação para a evolução e desenvolvimento de produtos e serviços inovadores.

Living Labs são ambientes de inovação nos quais se testam novas ideias e soluções no mundo real, envolvendo usuários e parceiros, empresas, instituições acadêmicas e demais agentes interessados, auxiliando a desenvolver, aprimorar e adaptar os produtos e soluções antes de lançá-los no mercado. Com o Intuito de desenvolver produtos com maior nível de maturidade tecnológica, o projeto do Living Lab de Bioinsumos da UFSM foi desenvolvido a partir de uma construção conjunta por servidores da UFSM: Maria Daniele Dutra, gestora do InovaTec UFSM Parque Tecnológico, Márcio Mazutti, professor do Departamento de Engenharia Química, Luciano Pes, Professor do colégio Politécnico e coordenador do projeto Advanced Farm 360, além de empresas residentes na Pulsar Incubadora da UFSM como Auster e Bioagreen, assim como as prefeituras de São Sepé e Santiago.  A gestora do InovaTec acrescentou o apoio de outros agentes do ecossistema que contribuíram para o processo. “É importante ressaltar o apoio via carta de manifestação de empresas da Pulsar Incubadora e dos demais ambientes de inovação de Santa Maria que foram essenciais para o destaque do projeto.” observou. 

Além disso, o envolvimento do ecossistema de inovação na área já demonstra sua relevância e comprometimento com a temática, tendo em vista que o Parque Tecnológico da UFSM apresenta bioinsumos com um dos hubs de inovação, contando atualmente com 11 empresas do setor. Outros fatores apresentados no projeto são as características dos ambientes disponíveis que favorecerão a implementação de um Living Lab de bioinsumos na UFSM, isso porque além da planta piloto de bioinsumos Bio FabLab , ambiente de prototipagem de produtos e processos para obtenção de bioinsumos para agricultura, estar em processo de incorporação, a instituição já possui infraestrutura de validação que conta com “a estrutura de casa de vegetação para avaliações em condições de semi campo, além de área experimental e equipamentos agrícolas para validação dos produtos no campo, dispondo também de 130 hectares da área do Advanced Farm 360”. Todas essas condições evidenciam a capacidade e o potencial para desenvolver os processos necessários em um living lab.  

Ao falar sobre a aprovação do projeto no edital, Maria Daniele Dutra ressalta o trabalho em equipe como fator importante que viabiliza resultados positivos como este. “Estamos trabalhando conjuntamente com os atores do ecossistema para que sejamos um elo de construção de oportunidades, então esta aprovação mostra que quando somamos esforços, somos mais efetivos nas conquistas de objetivos que serão para o bem conjunto.” afirmou.

Marcio Mazutti também falou a respeito deste ambiente colaborativo que contribui para o desenvolvimento e validação de inovações em Bioinsumos. Segundo ele, o Living Lab contará com uma infraestrutura física composta por laboratórios de pesquisa, que darão suporte aos projetos desenvolvidos, como a Planta Piloto de Bioinsumos para a prototipação de produtos ou processos e área experimental com infraestrutura completa para a validação dos produtos em campo. “O Living Lab bioinsumos congregará pesquisadores, empresas, governo e sociedade civil para fomentar discussões das estratégias para desenvolver economicamente a região central do estado.” finalizou.

O projeto Living Lab de Bioinsumos na UFSM propõe a implementação de um ambiente de de validação de soluções em ambiente real na região Central do estado com o objetivo de “ser referência na prototipação e provas de conceitos, a partir da promoção da inovação e desenvolvimento de pesquisas em novas tecnologias”, além disso, o desenvolvimento de ações para transformar o Living Lab em uma plataforma de serviços tecnológicos inovadores para atender as demandas de startups, micros, pequenas, médias e grandes empresas.

Outros dois projetos da UFSM foram aprovados em editais da Secretaria de Inovação, Comunicação e Tecnologia (SICT). O primeiro, “Guardiões da Ciber Sustentabilidade”, foi aprovado no edital do Programa GameRS. Já o segundo, “Aperfeiçoamento de tecnologias para a produção de culturas anuais de grãos de sequeiro em terras baixas”, foi contemplado no edital do Programa Inova Agro.

 

GameRS: Projeto "Guardiões da Ciber Sustentabilidade"

O projeto é uma parceria entre a UFSM e a startup Performance Vegetal, vinculada à Pulsar Incubadora Tecnológica, destaca-se por sua abordagem em usar a gamificação para promover a conscientização sobre sustentabilidade nas escolas públicas e privadas. A aprovação no edital GameRS representa um impulso significativo para a iniciativa, que busca não apenas transformar a experiência educacional, mas também impactar positivamente a indústria de jogos no Rio Grande do Sul. 

Ricardo Tombesi, professor da UFSM - campus Frederico Westphalen e coordenador do projeto, o objetivo é criar “um jogo multiplayer, ou seja, com múltiplos jogadores, com a temática da sustentabilidade. A gente até chamou ele como guardiões da ciber sustentabilidade porque criamos uma narrativa envolvendo os alunos como os salvadores da galáxia. Então a gente foi colocando toda essa temática bem gameficada, como nos jogos tradicionais, para conseguir despertar o interesse deles”. Além disso, ele ressalta que a ideia é também trabalhar a realidade do estado do Rio Grande do Sul, no caso, a desertificação que afeta alguns biomas do estado.

Ao lado do professor Ricardo, está a Performance Vegetal. Betania Vahl de Paula, CEO da startup, destaca que o papel da empresa é estruturar o produto do projeto, o jogo, em um modelo de negócio. “A startup vai desenvolver canva, desenvolver canais de vendas, precificação. A parte de mercado mesmo, essa é a contribuição da Performance para esse projeto”, ressalta ela.

 

Inova Agro: Projeto “Aperfeiçoamento de tecnologias para a produção de culturas anuais de grãos de sequeiro em terras baixas”

A Farm360 celebra a aprovação de seu projeto focado no sistema de plantio-sulco-camalhão. Coordenado pelo professor do colégio Politécnico, Luciano Pes, o projeto tem como executora a startup Farm360 e como parceira a startup G2W Sistemas, ambas vinculadas à Pulsar Incubadora Tecnológica. Com a proposta de inovar no sistema de plantabilidade, o projeto visa adequar e dimensionar o sistema sulco-camalhão.

 

Sulco-camalhão: sistema que consiste na estruturação da lavoura para a irrigação por sulcos, obtendo-se, ao mesmo tempo, grande benefício em drenagem, com o cultivo sobre os camalhões formados entre os sulcos. (EMBRAPA)”

 

Segundo André Müllich, CEO da Farm360, o papel da startup é fazer todo o dimensionamento do projeto, fazendo o estudo do terreno. Já a G2W, entra como fornecedora da antena que será usada para medir a altimetria do talhão.

O projeto inclui uma área piloto no Colégio Politécnico, na qual o sistema sulco-camalhão já foi implementado mesmo antes da aprovação. A iniciativa busca não apenas realizar estudos dentro da universidade, mas também estabelecer parcerias com produtores locais para dar continuidade à pesquisa.

 

Apoio da Pró-reitoria de Inovação e Empreendedorismo

A aprovação destes projetos reforça o compromisso da UFSM, através da Proinova e do InovaTec UFSM Parque Tecnológico, com a pesquisa e a inovação, incentivando o desenvolvimento de novas ideias e produtos inovadores que fortalecem ainda mais seu ecossistema local. 

Segundo Betania, o apoio da Proinova foi essencial para que eles conseguissem submeter o projeto ao edital. “Eles foram extremamente solícitos e ágeis no auxílio com a documentação necessária. Além disso, vale destacar a experiência deles na submissão de editais. Isso foi essencial para que o projeto fosse aprovado”, destaca ela.



Texto: Izadora Lemes Rocha e Fabrício Dias, bolsistas de jornalismo do InovaTec UFSM Parque Tecnológico. 

Revisão: Luana Giazzon Assessora de Comunicação do InovaTec UFSM Parque Tecnológico.

 

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Na última semana, a Fox Iot, startup da Pulsar Incubadora - vinculada ao InovaTec UFSM Parque Tecnológico, participou de dois importantes eventos voltados para o setor de smart grids, as chamadas redes elétricas inteligentes. Promovendo a inovação e o desenvolvimento no segmento de distribuição de energia elétrica, as duas expofeiras, uma ocorrida em Vitória/ES e outra em Porto Rico, oportunizaram a participação da startup com apresentações de trabalho desenvolvido por seus integrantes, apresentação de pitch, além da troca de experiência com outras empresas e conexões com agentes do setor.

Atravessando a América Latina com destino a ilha caribenha, o CEO da FOX Filipe Carloto contou sobre a participação no Innovative Smart Grid Technologies LATAM, ocorrido entre os dias 6 e 9 de novembro em San Juan, capital de Porto Rico. A startup foi selecionada a apresentar um de seus trabalhos técnicos no evento, de uma das pesquisas que seus integrantes vêm desenvolvendo. Além disso, Carloto falou sobre as oportunidades e conexões que o evento possibilitou. “Nós tivemos contato internacional, e players desde o âmbito acadêmico do setor de smart grids, até outras concessionárias de outros países, dos Estados Unidos, Caribe, sendo a América Latina um dos principais integrantes desse evento.” observou.

Na mesma semana, ocorria o 24° Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica - SENDI -  em Vitória/ ES, outro importante evento do ramo de energia elétrica do Brasil e da América Latina. Entre os dias 7 e 10 de novembro foram apresentadas as principais inovações do setor, e segundo O CEO da FOX, o evento contava com “os principais players do mercado e agentes que interagem com o setor”. A FOX participou sendo uma das 15 startups destaques, expondo também dentro do espaço de inovação e tendo a oportunidade de apresentar um pitch aos interessados. “Também participamos de dois trabalhos técnicos apresentados pelos integrantes da FOX, trabalhos técnicos selecionados a serem apresentados durante o evento.”  o SENDI contava com apresentação de trabalhos técnicos e uma feira comercial, foi nesse espaço de inovação que a startup participou, fazendo a exposição de suas pesquisas desenvolvidas. 

A participação da FOX nestes eventos são resultado de seu comprometimento e trabalhos desenvolvidos, demonstrando ainda mais o seu potencial inovador, que através dessas oportunidades, cria diversas conexões e experiências que agregam tanto a empresa como o ecossistema que está inserida.

 

 

Sobre a FOX IoT

A FOX é uma startup sediada em Santa Maria (RS), especializada em tecnologia para Smart Grids, Smart Metering e setor elétrico. Seu foco principal é fornecer soluções de telemedição, Smart Metering, monitoramento inteligente de transformadores e Smart Grids para melhorar a eficiência do sistema, combatendo perdas e garantindo qualidade de energia.

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[caption id="attachment_1619" align="alignright" width="300"] Arthur Borges, Agente Local de Inovação do SEBRAE - RS e integrante do Inova Centro RS[/caption]

A programação abordou diversos temas que proporcionaram um panorama abrangente do estado atual da biotecnologia. A abertura do SulBiotec Innovation contou com a presença do Reitor da UFSM, Profº Dr. Luciano Schuch, ressaltando a importância estratégica da universidade na promoção da inovação. Arthur Borges, Agente Local de Inovação do SEBRAE - RS e integrante do Inova Centro RS, apresentou um pouco do ecossistema de inovação em Santa Maria, proporcionando reflexões sobre o cenário local. O Painel “Da bancada do laboratório ao balcão do comércio: o case dos bioinsumos na UFSM”, apresentado pelo Profº Marcio Mazutti, Profº Daniel Bernardon, Pró-reitor de inovação e empreendedorismo da UFSM e pela Silvana Schmaltz, CEO da Bionfarm, destacou as experiências que envolvem o processo de criação de um produto ou de uma startup, desde a pesquisa no laboratório até a inserção no mercado.

Destacando a integração entre academia e mercado, Silvana Schmaltz, elogiou a organização do evento, enaltecendo a exploração tecnológica e a multidisciplinaridade presente nas discussões sobre saúde e alimentação. “Eu pude falar um pouquinho sobre a trajetória, da bancada de laboratório para o mercado, os desafios que eu tive de enfrentar principalmente no início e como a universidade tem a capacidade de nos auxiliar nesse processo”, destacou ela. A programação da parte da manhã terminou com pitchs de startups da Pulsar Incubadora Tecnológica, Inocular e Spray Solutions, e palestra do gerente de planejamento no Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul - BRDE, Alexander Nunes Leitzke,  sobre a atuação do banco no fomento à inovação.

[caption id="attachment_1620" align="alignleft" width="310"] Profº Juliano Barin e Thaiane Marques, CEO da Weecaps[/caption]

Na parte da tarde, o Profº Juliano Barin e Thaiane Marques, CEO da Weecaps, trouxeram um painel com o tema “O Futuro das Foodtechs”. Também puderam participar estudantes da UFSM e instituições parceiras que apresentaram teses em biotecnologia que possuem potencial para se tornar produtos tecnológicos.

O Professor Adjunto do Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular da UFSM André Schuch, um dos organizadores do evento, salientou a identificação de grupos de pesquisa sólidos na área de biotecnologia e saúde na universidade, evidenciando o comprometimento da UFSM com a transferência de conhecimento e tecnologia para a sociedade. O resultado apresentado durante o evento, segundo ele, representa a qualidade da pesquisa aplicada da UFSM, bem como o impacto no mercado por meio das startups incubadas na universidade.

O evento contou ainda com pitches de empresas associadas da Rede SulBiotec, reforçando a presença e relevância do setor na região. Angélica Kauffmann, doutoranda na área de Qualidade de Alimentos do Programa de Pós-graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos da UFSM, pontuou que “participar do evento SulBiotec Innovation foi uma experiência enriquecedora. As palestras não apenas ofereceram percepções importantes sobre biotecnologia, mas também agregaram ainda mais conhecimento”. O encerramento foi marcado por um painel sobre oportunidades de novos mercados em saúde, ministrada pelos Profº André Schuch, Luis Carlos Linares (diretor executivo da Lifemed) e Maurício Beux dos Santos (CEO da BioDos) e um debate sobre a regulamentação na área da biotecnologia, promovido pelo Diretor Científico da InnVitro, Profº João Antônio Pêgas Henriques.

Texto: Fabrício Dias, bolsista de Jornalismo do InovaTec UFSM Parque Tecnológico. Fotos: Izadora Lemes Rocha, bolsista de Jornalismo do InovaTec UFSM Parque Tecnológico. Revisão: Luana Giazzon, bolsista Assessora de Comunicação do InovaTec UFSM Parque Tecnológico.]]>
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Na última segunda-feira de outubro a Zeit, startup da Pulsar Incubadora - vinculada ao InovaTec UFSM Parque Tecnológico, esteve em Chapecó/SC para participar do evento de inovação e tecnologia no campo. A edição de 2023, que ocorreu entre os dias 30 e 31 de outubro, contou com líderes das principais cooperativas agrícolas que apresentaram no palco os desafios e oportunidades para inovação no setor de agronegócio. 

A Zeit encerrou sua presença no evento com a apresentação de um pitch na rodada comercial, conduzido por Renan Pardinho, CEO da startup. Ao falar sobre a experiência ao longo dos 2 dias de evento, o cofundador da startup destacou a importância da participação, uma vez que garantiram maior visibilidade em um Estado que ainda não atuam, nesse caso, Santa Catarina, e a oportunidade de conhecerem demais parques tecnológicos da região. “Criamos possibilidades de novos mercados e também aproveitamos para conhecer outros parques tecnológicos e hubs de inovação, como o Pollen Parque Científico e Tecnológico, localizado em Chapecó” finalizou

A edição do Tec Agro 2023 através de sua programação diversa, com painéis, exposições e palestras oportunizou conexões e experiências para seus visitantes. Por meio desta experiência, os membros da Zeit puderam demonstrar as tecnologias oferecidas pela empresa e também ampliaram seu conhecimento sobre as últimas inovações e tecnologias no setor de Agronegócio. 

 

Sobre a Zeit

A Zeit é uma startup com foco no desenvolvimento de inteligência artificial para o Agronegócio, tendo o intuito de entregar economia de tempo aliada com a maior rentabilidade possível para o cliente no campo. 

 

 

Renan Buque Pardinho e Paula Dalla Vecchia, co-fundadores da Zeit.

 

Participação de Renan na rodada comercial, onde apresentou a Zeit e as tecnologias desenvolvidas pela startup.

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